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El Tiempo del Altiplano Edición 243

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LUNES 10 DE AGOSTO DE 2026 | AÑO 4 | NÚMERO 243 |

ESTADO

Alejandro Quintana gana premio en el Festival Lila López Pág.14

REPORTAJE El Altiplano que quedó bajo tierra (Primera Parte): Los fósiles de Charcas

$10.00

ABUELITOS SUFREN VIACRUCIS EN BUSCA DE ATENCIÓN MÉDICA Pág.3

Pág.4

ALTIPLANO Caballos sueltos, peligro mortal en carreteras de Cedral

Pág.5

LEYENDAS Cuando La Llorona se pasea por Matehuala

Pág.22

Don Emilio Paulín, 100 años de aventuras Pág.12

MATEHUALA Conoce las colonias donde más roban vehículos

Pág.8 INTERESANTE

www.eltiempodelaltiplano.com

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FENAPO 2026 ABRE SUS PUERTAS

Pág.1

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Costará 20 mil millones de pesos, será de cuota y estará a cargo de grupo Meta


El Tiempo del Altiplano 2 Tiempo de Hablar | Carretera 57, una ruleta rusa entre el crimen y los accidentes Lunes 10 de agosto de 2026 |

Por: Staff El Tiempo del Altiplano L a c a r rete ra fe d e ra l 57 s e h a co n s o l i d a d o co m o u n a d e l a s v í a s m á s d i n á m i c a s d e to d o e l p a í s , s i r v i e n d o co m o e l p a s o q u e co n e c t a e l ce nt ro co n e l n o r te d e Méx i co . S i n e m b a rg o , p a ra m i l e s d e a u to m ov i l i s t a s , fa m i l i a s y o p e ra d o re s d e c a rg a q u e l a t ra n s i t a n d i a r i a m e nte , e l t ra m o q u e u n e a l a c a p i t a l p oto s i n a co n l a c a b e ce ra m u n i c i p a l d e Mate h u a l a h a p a s a d o d e s e r u n a v í a d e p ro g re s o a co nve r t i r s e e n u n a a u té nt i c a r u l et a r u s a . En u n m i s m o co r re d o r co nve rg e n h oy l a s o m b ra d e l a d e l i n c u e n c i a o rg a n i z a d a co n m éto d o s c a d a vez m á s a g re s i vo s , l a s fa l l a s te c n o l ó g i c a s q u e d e j a n v u l n e ra b l e s a l a s u n i d a d e s d e t ra n s p o r te y u n a i m p a ra b l e ra c h a d e a cc i d e nte s v i a l e s q u e s a t u ra a l o s c u e r p o s d e e m e rg e n c i a .

p o r n i n g ú n m ot i vo d e l a s u n i d a d e s e n zo n a s co n s i d e ra d a s d e a l to r i e s g o . Es t a a m e n a z a q u e a ce c h a a l a s fa m i l i a s e n ve h í c u l o s p a r t i c u l a re s s e e nt re l a z a co n l a co m p l e j a re a l i d a d q u e e nf re nt a e l s e c to r d e l a u to t ra n s p o r te d e c a rg a . E l p u nto c r í t i co p a ra e l t ra n s p o r te p e s a d o s i g u e e st a n d o f u e r te m e nte l o c a l i z a d o e n l a zo n a d e E l H u i z a c h e . A l l í , e l p e l i g ro n o s e l i m i t a a l a ce c h o d e g r u p o s d e l i c t i vo s , s i n o a u n a s eve ra v u l n e ra b i l i-

d a d té c n i c a : l a s co n s t a nte s "s o m b ra s" e i nte r r u p c i o n e s e n l a co n e c t i v i d a d de las señales GPS de las unidades. En e s e i n s t a nte e n q u e u n t rá i l e r p i e rd e co m u n i c a c i ó n s ate l i t a l , l a u n i d a d s e v u e lve v i r t u a l m e nte i nv i s i b l e p a ra l a s ce nt ra l e s d e m o n i to re o , a b r i e n d o u n a ve nt a n a d e o p o r t u n i d a d p e r fe c t a p a ra e l c r i m e n o rg a n i z a d o . Es p o r e l l o q u e t a nto e n E l H u i z a c h e co m o e n l o s a cce s o s a l m u n i c i p i o d e S o l e d a d d e G ra c i a n o S á n c h ez , l a ex i -

En l a s ú l t i m a s s e m a n a s , l o s m o m e nto s d e m ayo r a n g u s t i a p a ra l o s co n d u c to re s p a r t i c u l a re s s e h a n fo c a l i z a d o a l a a l t u ra d e l k i l ó m et ro 1 0 0 , e n l a s i n m e d i a c i o n e s d e l a co m u n i d a d d e C h a rco B l a n co . M ú l t i p l e s d e n u n c i a s co m p a r t i d a s p o r l o s p ro p i o s u s u a r i o s d e l a r u t a a d v i e r te n s o b re l a re a p a r i c i ó n d e u n a t á c t i c a t a n r u i n co m o l e t a l , l a co l o c a c i ó n o e l l a n z a m i e nto d e a r tefa c to s m et á l i co s co n o c i d o s co m o “ p o n c h a l l a nt a s” s o b re l o s c a r r i l e s q u e co n d u ce n h a c i a e l n o r te . E l m o d u s o p e ra n d i e s t á f r í a m e nte c a l c u l a d o p o r b a n d a s d e s u j eto s a r m a d o s q u e a p rove c h a n l a ve l o c i d a d d e l f l u j o ve h i c u l a r. P rovo c a r l a p o n c h a d u ra i n m e d i at a d e l a s l l a nt a s n o s o l o p o n e e n r i e s g o d e v u e l co o co l i s i ó n a l o s ve h í c u l o s , s i n o q u e o b l i g a a l o s co n d u c to re s a d ete n e r s e e n p a ra j e s d e s o l a d o s , o s c u ro s y s i n co b e r t u ra , q u e d a n d o a a b s o l u t a m e rce d d e l d e s p o j o a rm a d o , l a ex to r s i ó n y l a v i o l e n c i a .

g e n c i a d e l s e c to r t ra n s p o r t i s t a e s t a j a nte : l a d i s m i n u c i ó n te m p o ra l d e ro b o s d e b e s e r e l d eto n a nte p a ra i n te n s i f i c a r y m a nte n e r p at r u l l a j e s p e rm a n e nte s , y n o u n p retex to p a ra ret i ra r e l d e s p l i e g u e d e s e g u r i d a d a nte s d e q u e l a i n c i d e n c i a v u e lva a d i s p a ra r s e . Po r s i e l co m p o n e nte d e l i c t i vo n o f u e ra s u f i c i e nte , l a c r i s i s s o b re l a c a r rete ra 57 a d q u i e re t i nte s d e e m e rg e n c i a m é d i c a y d e p rote cc i ó n c i v i l . D e a c u e rd o co n d ato s reve l a d o s p o r e l d e l e g a d o e s t at a l d e l a C r u z Ro j a Mex i c a n a , Je s ú s Aa ró n C e re ce ro S á n c h ez , e l p u nto d e E l H u i z a c h e s e h a t ra n s fo r m a d o e n u n ve rd a d e ro fo co ro j o d e s i n i e s t ra l i d a d v i a l , p a r t i c u l a r m e nte p o r l o s p e rc a n ce s q u e i nvo l u c ra n a m oto c iclistas. La benemérita institución re p o r t a u n p ro m e d i o d e c a s i d o s s e r v i c i o s d i a r i o s d e e m e rg e n c i a e n e s te t ra m o , p rovo c a d o s p r i nc i p a l m e nte p o r d e r ra p e s y c a í d a s a a l t a ve l o c i d a d d o n d e l a i nte g r i d a d f í s i c a d e l o s co n d u c to re s queda g rave m e nte ex p u e s t a . Es te g ote o i n ce s a nte d e a cc i d e nte s e n l a r u t a a Mate h u a l a h a s i d o u n fa c to r c l ave p a ra q u e la demanda global de auxilio de l a C r u z Ro j a e n l a e nt i d a d ex p er i m e nt a ra u n i n c re m e nto d e l 4 4 . 4 p o r c i e nto e nt re j u n i o y j u l i o , p a s a n d o d e u n p ro m e d i o m e n s u a l d e 4 5 0 ate n c i o n e s a ce rc a d e 6 5 0 . L a co m b i n a c i ó n d e u n t ráf i co p e s a d o d e n s o , e l a u m e nto d e m o to c i c l et a s d u ra nte p e r i o d o s va c a cionales y fines de semana, y las d ef i c i e n c i a s e n l a i nf ra e s t r u c t u ra co nv i e r te n a e s te co r re d o r e n u n e s ce n a r i o d e t ra g e d i a re c u r re nte . L a c a r rete ra 57 n o p u e d e co ntinuar bajo la lógica del abandon o o l a ate n c i ó n re a c t i va . L a g ra ve d a d d e l o s h e c h o s , d e s d e l a e m b o s c a d a co n " p o n c h a l l a nt a s" e n C h a rco B l a n co h a s t a l a s s o mb ra s te c n o l ó g i c a s e n E l H u i z a c h e y e l d e r ra m a m i e nto co n s t a nte d e s a n g re e n e l a s fa l to , ex i g e u n a e s t rate g i a i nte g ra l d e s e g u r i d a d v i a l y p re s e n c i a t á c t i c a p e r m a n e nte . Ta nto l o s t ra n s p o r t i s t a s q u e m u e ve n l a e co n o m í a d e l p a í s co m o l a s fa m i l i a s q u e t ra n s i t a n p o r e l A l t i p l a n o p oto s i n o m e re ce n d e s p l a z a r s e co n l a g a ra nt í a d e q u e n o e n co nt ra rá n l a m u e r te o e l d e l i to a l d a r l a v u e l t a e n c a d a k i l ó m et ro .

Fre nte a l a c i rc u l a c i ó n m a s i va d e a d ve r te n c i a s e n re d e s s o c i a l e s y re d e s d e t ra n s p o r t i s t a s , e l va c í o d e i nfo r m a c i ó n of i c i a l p o r p a r te d e l a s a u to r i d a d e s co m p ete nte s re s u l t a a l t a m e nte p re o c u p a nte . Ha s t a e l m o m e nto , n o ex i s te n re p o r te s d e p e r s o n a s d ete n i d a s n i o p e rat i vo s e s p e c i a l e s co nf i r m a d o s p a ra e r ra d i c a r e s te p u nto d e a s a l to e n C h a rco B l a n co , l o q u e d e j a a l o s c i u d a d a n o s e n u n a co n d i c i ó n d e i n d efe n s i ó n d o n d e l a ú n i c a re co m e n d a c i ó n p o s i b l e e nt re v i a j e ro s e s l a d e ex t re m a r p re c a u c i o n e s , ev i t a r v i a j a r d e n o c h e y n o b a j a r

Periódico El Tiempo del Altiplano, edición semanal. Número de Certificado de Reserva del Instituto Nacional del Derecho de Autor: en trámite. Domicilio: Cordillera Oriental 133, Lomas 3ra Secc, 78216 San Luis Potosí SLP, Teléfono: 4448251693. www.eltiempodelaltiplano.com www.facebook.com/ElTiempoDelAltiplano

Director: Hares Barragán Ortiz Editor: Brian Alexis Castillo Morán Fotografía: Juan Francisco Ibarra Tovar Socios fundadores: Francisco Acosta-Martínez María Luisa Paulín

Licel Morales


Región

El Tiempo del Altiplano | Lunes 10 de agosto de 2026

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Abuelitos sufren viacrucis en busca de atención médica

Una situación alarmante, inhumana e indignante se vive diariamente a las afueras de la clínica de Ollerías, donde la falta de sensibilidad y la negligencia del sistema de salud han transformado el derecho a la atención médica en una peligrosa prueba de resistencia física para la población más vulnerable. Decenas de personas de la tercera edad son sometidas a tratos crueles e indignos, obligadas a permanecer de pie durante horas bajo los incansables rayos del sol, con la única esperanza de alcanzar una ficha de atención que la mayoría de las veces jamás llega. El drama social se profundiza al considerar la procedencia de los afectados. Gran parte de estos adultos mayores viajan desde comunidades lejanas del municipio, realizando sacrificios extremos que comienzan en la intemperie de la madrugada. Estos abuelitos interrumpen su descanso, pagan transpor-

tes costosos y se desplazan a ciegas desde horas antes del amanecer solo para llegar a hacer filas kilométricas. Lo más devastador de esta vía crucis es que tanto esfuerzo no les garantiza absolutamente nada, tras horas de desgaste físico y exposición a golpes de calor o deshidratación, son informados fríamente de que no habrá consulta para ellos. Por si este maltrato no fuera suficiente, la realidad al interior del nosocomio es aún más desoladora y peligrosa. La clínica opera en un estado de desmantelamiento operativo, no hay médicos suficientes para cubrir la demanda básica de la población y las áreas de farmacia se encuentran completamente desabastecidas. Los pocos pacientes que logran cruzar la puerta tras el calvario de la espera salen con las manos vacías, sin diagnósticos certeros y sin los medicamentos indispensables para controlar padeci-

mientos crónicos como la hipertensión o la diabetes, lo que representa un riesgo inminente para la vida de los usuarios. Resulta incomprensible e inaceptable que, ante semejante crisis de salud pública y abierta vulneración a los derechos humanos, el Gobierno Federal mantenga un silencio sepulcral e indolente. La ausencia de protocolos de atención digna, la falta de contratación de personal médico calificado y el desabasto sistemático de insumos en la clínica de Ollerías evidencian un abandono institucional institucionalizado. De no intervenirse de manera inmediata para corregir este caos operativo y brindar instalaciones adecuadas con sombra y atención médica real, la omisión de las autoridades federales podría desencadenar una tragedia irreparable en la salud de las familias matehualenses.

Fiscalía logra reparación del daño por fallecimiento de niño en Catorce

Billetes falsos golpean a comerciantes de Salinas La circulación de billetes falsos vuelve a encender las alarmas entre los comerciantes del municipio de Salinas, donde en los últimos días se reportó un nuevo caso de fraude que reavivó el temor de que este delito continúe extendiéndose y afectando la economía de los pequeños negocios. El más reciente incidente ocurrió cuando un vendedor recibió un billete de 500 pesos aparentemente auténtico como pago por su mercancía. Fue hasta que los compradores ya se habían retirado cuando descubrió que el papel moneda era falso, por lo que ya no fue posible recuperarlo ni ubicar a los responsables. El hecho representa una pérdida directa para el comerciante y se suma a otros casos registrados recientemente en la cabecera municipal. Tras este nuevo fraude, el sector comercial lanzó una advertencia a toda la población para extremar precauciones al realizar compras o recibir efectivo, especialmente billetes de alta denominación, ya que temen que personas dedicadas a distribuir dinero apócrifo continúen operando

en la zona. De acuerdo con los reportes difundidos entre los propios comerciantes, los presuntos responsables serían una mujer de aproximadamente 1.50 metros de estatura, de piel clara y vestida con una sudadera café, así como un hombre de tez morena que portaba una playera con rayas rojas y negras. Ambos habrían abandonado el lugar antes de que se descubriera el engaño. La preocupación crece debido a que no es la primera ocasión en que negocios de Salinas son afectados por este tipo de fraude. Comerciantes aseguran que en semanas recientes varios establecimientos han sufrido pérdidas por recibir billetes falsificados, lo que ha generado un ambiente de desconfianza entre vendedores y clientes. Ante el riesgo de que continúen apareciendo billetes apócrifos, algunos negocios ya comenzaron a revisar cuidadosamente cada pieza de efectivo e incluso a instalar detectores especializados para identificar papel moneda falso antes de concretar una venta.

La Fiscalía General del Estado de San Luis Potosí (FGESLP) informó que brindó acompañamiento jurídico y asesoría especializada a la familia de un niño de tres años de edad, integrante de un pueblo originario, quien perdió la vida tras ser atropellado en la comunidad de Estación Catorce, en el municipio de Catorce, perteneciente a la región Altiplano. De acuerdo con la dependencia, los hechos ocurrieron el pasado 25 de julio de 2026. Desde que tuvo conocimiento del caso, un agente del Ministerio Público adscrito a la Delegación Segunda integró la carpeta de investigación por el delito de homicidio culposo, realizó las diligencias correspondientes y mantuvo comunicación permanente con los familiares para

informarles sobre el avance del procedimiento. La Fiscalía destacó que, debido a que la familia tiene como lengua materna el tu’un savi, se gestionó el apoyo de una traductora con el propósito de garantizar que las víctimas recibieran información clara, oportuna y en su propio idioma sobre sus derechos y el desarrollo de la investigación. Para ello, se estableció coordinación con autoridades del estado de Guerrero y participó la licenciada Ángela Rojas Toribio, traductora de lengua tu’un savi de la Secretaría para el Desarrollo de los Pueblos Indígenas y Afromexicanos. Además, mediante videollamada colaboró la directora de Derechos Indígenas y Afroamericanos, Esther Gómez

Pacheco, quienes brindaron acompañamiento durante las asesorías impartidas a la familia. La institución precisó que los familiares también estuvieron acompañados en todo momento por un abogado particular, quien dio seguimiento al procedimiento y revisó las actuaciones realizadas por la autoridad ministerial. Como resultado del trabajo realizado y del diálogo entre las partes, los agentes fiscales condujeron las acciones necesarias para que la familia accediera a una reparación del daño mediante los mecanismos alternativos de solución de controversias previstos en la legislación vigente, privilegiando la atención integral a las víctimas y el respeto a sus derechos.


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Reportaje

Lunes 10 de agosto de 2026 | El Tiempo del Altiplano

Por: Francisco Acosta-Martínez Debajo del paisaje semidesértico que hoy caracteriza al Altiplano Potosino existe una historia que comenzó millones de años antes de que se formaran los actuales municipios, mucho antes de la llegada de los primeros pobladores y, por supuesto, antes de que existiera San Luis Potosí como entidad. Peces que habitaron mares antiguos, mamuts que recorrieron lagunas y pastizales, grandes mamíferos de la Edad de Hielo y animales asociados con los primeros grupos humanos han dejado restos que permiten reconstruir distintas etapas de la evolución del territorio. En esta historia, Charcas ocupa un lugar particular. Mientras que otros municipios del Altiplano han adquirido relevancia por los restos de mamuts y de otras especies de la megafauna del Pleistoceno, en Charcas la investigación paleontológica permite viajar mucho más atrás en el tiempo, hasta un periodo en el que el paisaje que hoy se reconoce como desierto era completamente distinto. En el territorio de este municipio existen evidencias de organismos que vivieron hace aproximadamente 150 millones de años, durante el Jurásico tardío. Entre ellas destaca un fósil de pez recuperado en el desierto de Charcas, una pieza

que se encuentra bajo resguardo de la Universidad Autónoma de San Luis Potosí (UASLP) y que ha sido estudiada por especialistas de su Laboratorio de Paleontología. El hallazgo comenzó en 2002, cuando el geólogo y paleontólogo Guillermo Alvarado Valdés, investigador de la UASLP, realizaba trabajo de campo en uno de los cañones de la región. Durante el recorrido localizó restos óseos parcialmente cubiertos por sedimentos. El material fue recuperado y posteriormente sometido a un proceso de preparación y limpieza para retirar los sedimentos que cubrían el esqueleto. El trabajo científico permitió determinar que se trataba de un pez del Jurásico tardío. La pieza conserva una parte considerable de su estructura ósea y presenta elementos que permiten estudiar sus características anatómicas. La UASLP ha señalado que el ejemplar es particularmente relevante por su grado de conservación y por tratarse de uno de los ejemplares más completos conocidos dentro de este grupo de peces. El fósil se encontró en sedimentos correspondientes a la Formación La Caja, una unidad geológica que permite estudiar las condiciones ambientales existentes en la región durante el Jurásico tardío. La presencia

de un pez en estos estratos constituye una evidencia de que el territorio que actualmente ocupa Charcas estuvo relacionado con ambientes acuáticos muy diferentes a los que existen en la actualidad. La historia geológica de Charcas también está representada por otro hallazgo procedente de la misma formación. En el cañón de San Nicolás, dentro de la localidad de Las Lajas, fue localizado un vertebrado fosilizado en rocas de la Formación La Caja. Los estudios realizados sobre el ejemplar determinaron que se trata de un organismo marino y permitieron incorporarlo al registro paleontológico de la región. En el caso de Charcas, el pez jurásico permite establecer una conexión directa con un pasado en el que el territorio estaba asociado a ambientes acuáticos. La importancia del ejemplar, por tanto, no se limita a la pieza en sí misma: forma parte del registro de un ecosistema que desapareció y que solamente puede reconstruirse mediante evidencias geológicas y paleontológicas. El hallazgo de Charcas también permite comprender por qué la paleontología del estado no puede reducirse a la imagen de los mamuts. La megafauna del Pleistoceno constituye uno de los capítulos más conocidos de la historia prehistórica potosina, pero corres-

ponde a una etapa muchísimo más reciente que los fósiles jurásicos de Charcas. En San Luis Potosí, especialistas de la UASLP han estimado que existe posibilidad de encontrar fósiles de diferentes edades en alrededor de 80 por ciento del territorio estatal. Entre las zonas identificadas se encuentran municipios del Altiplano como Salinas de Hidalgo, Moctezuma, Venado, Charcas y Cedral. La dimensión de esa estimación permite colocar a Charcas dentro de un mapa paleontológico mucho más extenso. El municipio no constituye un caso aislado, sino parte de una región donde las características geológicas han permitido conservar evidencias correspondientes a distintos periodos. Otros municipios del Altiplano han aportado registros diferentes. Cedral, por ejemplo, es reconocido por los restos de mamuts y otras especies de la Edad de Hielo, así como por evidencias de presencia humana. Salinas de Hidalgo, Moctezuma, Venado y Villa de Arista también forman parte del registro de sitios con potencial o hallazgos paleontológicos, mientras que Cerritos se incorporó recientemente a la conversación por el descubrimiento de restos que preliminarmente fueron asociados con un mamut. La historia de esos municipios, sus especies, sus hallazgos y la antigüedad de sus

vestigios será abordada en una próxima entrega, porque cada uno representa un capítulo distinto de la historia natural del territorio potosino. Charcas requiere una lectura diferente. Aquí, el principal atractivo científico no está en reconstruir solamente la vida de los grandes mamíferos que recorrieron el Altiplano durante la Edad de Hielo, sino en retroceder hasta una época en la que todavía faltaban millones de años para que aparecieran los ecosistemas que posteriormente ocuparían mamuts y otros animales terrestres. Hace aproximadamente 150 millones de años, el territorio que hoy conocemos como Charcas formaba parte de un escenario muy distinto. Los organismos marinos que quedaron atrapados en los sedimentos dejaron una evidencia física de ese mundo desaparecido. Millones de años después, nuevas especies ocuparían otros ambientes y otros territorios. En Cedral, por ejemplo, los restos de mamuts permiten reconstruir un paisaje del Pleistoceno tardío, mientras que otros hallazgos en el estado han permitido identificar diferentes etapas de la historia natural de San Luis Potosí. Entre aquellos antiguos ambientes marinos y la megafauna de la Edad de Hielo transcurrieron millones de años de evolución. Charcas conserva una parte de ese primer capítulo.


Altiplano

El Tiempo del Altiplano | Lunes 10 de agosto de 2026

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Comerciantes matan a perrito en la feria de Santo Domingo Gerónimo García le da la espalda a los deportistas

La Feria de Santo Domingo quedó envuelta en una fuerte polémica luego de que comerciantes foráneos fueran señalados por presunto maltrato animal y por abusos contra consumidores durante los días de la celebración, hechos que han generado indignación entre habitantes del municipio y usuarios de redes sociales. El caso que más ha causado conmoción es el de un perro callejero que, según denuncias ciudadanas, fue presuntamente asesinado por un vendedor de un puesto de comida y su ayudante. De acuerdo con los testimonios, el animal se acercó al establecimiento en busca de sobras, pero terminó siendo atacado por los comerciantes. Las imágenes que comenzaron a circular en redes sociales muestran el cuerpo del perro con un lazo atado al cuello, presuntamente abandonado

detrás de los tendidos, entre basura y cajas vacías, lo que provocó una ola de críticas hacia los responsables. Una vecina del lugar aseguró que encontró el cuerpo del animal y acudió a reclamar a los comerciantes. Según su versión, los vendedores le respondieron que el perro había muerto electrocutado; sin embargo, la mujer sostiene que esa explicación es falsa y que el animal fue privado de la vida de manera intencional. Este hecho se suma a otra denuncia difundida durante el cierre de la feria, cuando una familia denunció haber pagado mil pesos por dos gringas, un burrito, una orden de papas y dos aguas de horchata. El padre de familia afirmó que, al pedir una explicación por el elevado costo, fue empujado y obligado a pagar la cuenta. Las dos denuncias ocurrieron

en un corto periodo de tiempo y están relacionadas con comerciantes del área gastronómica instalada durante la feria, lo que ha generado un creciente malestar entre los habitantes de Santo Domingo. Los denunciantes coinciden en señalar que los responsables son comerciantes foráneos que llegan cada año para instalar sus puestos durante la festividad y abandonan el municipio una vez que concluyen las celebraciones. Ante esta situación, ciudadanos hicieron un llamado al presidente municipal de Santo Domingo, Filiberto Rodríguez, para que revise los criterios mediante los cuales se asignan espacios a comerciantes durante la feria, fortalezca la supervisión y evite que hechos de esta naturaleza vuelvan a presentarse en futuras ediciones del evento.

Caballos sueltos, peligro mortal en carreteras de Cedral En menos de una semana, tres incidentes relacionados con caballos sueltos encendieron nuevamente las alertas entre automovilistas que circulan por carreteras del Altiplano potosino, luego de que la presencia de animales sobre la carpeta asfáltica provocara accidentes y obligara a conductores a realizar maniobras de emergencia para evitar una tragedia. El caso más reciente ocurrió la noche del 4 de agosto en el ramal Ojo de Agua-Cedral, donde un vehículo particular arrolló a un caballo alrededor de las 10:00 de la noche, a la altura del kilómetro 2, en una zona de curva. Tras el impacto, el animal quedó tendido sobre la vía de rodamiento, mientras que la unidad involucrada sufrió daños materiales y tuvo que detener su marcha. Este hecho se sumó al accidente registrado apenas dos días antes, el 2 de agosto, sobre la carretera estatal 62, en el tramo Cedral-Mate-

huala, donde otro vehículo particular impactó contra un caballo que se encontraba suelto sobre la carretera. El percance también dejó daños materiales y volvió a evidenciar el peligro que representa la presencia de animales sin control en estas vialidades. La situación volvió a quedar de manifiesto el miércoles 5 de agosto, cuando un automovilista alertó sobre otro caballo que se atravesó repentinamente en la carretera CedralMatehuala, a la altura de La Cabra. El conductor relató que logró esquivar al animal y a los vehículos que circulaban en sentido contrario, evitando lo que pudo haber terminado en una tragedia. Los reportes han generado preocupación entre los usuarios de estas carreteras, particularmente porque los incidentes ocurren durante la noche o en zonas donde la visibilidad puede reducirse considerablemente.

Ante la presencia de animales sobre la vía, los conductores cuentan con muy pocos segundos para reaccionar, especialmente cuando circulan a velocidad considerable. Automovilistas hicieron un llamado a extremar precauciones al transitar por los tramos CedralMatehuala y Ojo de Agua-Cedral, así como a los propietarios de ganado para evitar que sus animales permanezcan sueltos cerca de las carreteras, pues un descuido puede provocar daños materiales, lesiones e incluso cobrar vidas. La recomendación para quienes circulan por estas rutas es reducir la velocidad, mantener la atención en el camino y extremar precauciones durante la noche, mientras se demanda una mayor vigilancia para evitar que los animales vuelvan a convertirse en un peligro mortal para quienes utilizan las carreteras del Altiplano.

La ad m in istración m un icipal d e Van egas, en cabe zad a por el ed il G e rón im o G arcía Ruiz, contin úa d an d o muestras de un a alarm ante in sen sibi lid ad e in d iferen cia hacia las d em an d as de la ciud ad an ía, afectan d o d e m an era directa a la juventud y a la com un id ad deportiva local. Integrantes d el equipo representativo de fútbol confirm a ron que este añ o n o pod rán participar en la trad icion al Copa Ced ral, un o d e los torn eos con m ayor arraigo y prestigio en la región d el A lti plan o, d ebid o al n ulo respald o econ óm ico del Ayuntam iento. A pesar d el talento, la d isciplina y el entusiasm o de los futbolistas locales por pon er en alto el n om bre de su m un icipio, la rotun d a n egativa de G erón im o G arcía Ruiz para cubrir la cuota d e in scripción dejó al equipo completam ente fuera d e la com peten cia, re flejan d o un a preocu pante falta d e visión en m ateria d e d e sarrollo social y un desprecio sistem á tico h acia el talento de la localid ad . El estan cam iento d el d eporte en Van egas n o es un hech o aislad o, sin o un a con stante bajo la gestión d el actual alcald e. D urante la ed ición anterior d el torn eo, fueron los propios jugad ores quien es tuvieron que d esem bolsar din ero d e sus bolsillos para cubrir viá ticos, un iform es y

traslad os, asum ien d o un a respon sabi lid ad fin an ciera que le correspon d ía íntegram ente al go biern o m un icipal. Hoy, por segun d o añ o con secutivo, la ad m in istración de G arcía Ruiz le vuelve a cerrar la puerta en la cara a los d eportistas, con d en an d o al m un icipio al ais lam iento d entro d el circuito d eportivo region al y d ejan d o en evid en cia que el apoyo a los jóven es sim plem ente no figura en la agen d a d el Ayuntam iento. Ante el vacío total dejado por la autoridad municipal, la única actividad futbolística que s o b re v i v e e n e l m u nicipio es una liga de fútbol rápido que se mantiene en p i e e xc l u s i v a m e n t e g r a c i a s a l p a t ro c i n i o d e c o m e rc i a n tes locales y a las a p o r t a c i o n e s d i re c tas de los mismos futbolistas. La comunidad deportiv a h a e x p re s a d o s u p ro f u n d a t r i s t e z a e indignación al ver cómo el deporte en Va n e g a s s e a p a g a por la falta de comp ro m i s o d e s u s g o bernantes. Mientras en o t ro s municipios el deporte se utiliza como una herramienta priorit a r i a p a r a fo r t a l e cer el tejido social y alejar a la juventud de las adicciones, la gestión de Geró n i m o G a rc í a R u i z demuestra que en Va n e g a s e l t a l e n t o y las ganas sobran, p e ro l a v o l u n t a d p o lítica y la empatía oficial brillan por su ausencia.


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Opinión

Lunes 10 de agosto de 2026 | El Tiempo del Altiplano y es con base en ello que busca probar las delicias de la silla del Palacio de Gobierno del Potosí. Los cargos públicos son para hacer favores, diría el exgobernador Teófilo Torres Corzo (q. p. d.), pero, en lugar de eso, Lupe ha hecho feos.

Lupe gobernador María Luisa Paulín

Impulsado por algunos hombres y mujeres de mediana importancia, el secretario general de Gobierno, J. Guadalupe Torres Sánchez, hace correr la versión de que será gobernador. Algunos de sus aliados difunden que es un hecho que el gobernador, Ricardo Gallardo, solicitará licencia unos meses porque buscará una diputación federal, misma que ocuparía en la LXVII (67) Legislatura. El secretario general de Gobierno difícilmente tendría una oportunidad de ser gobernador por elección directa, así que se conformaría con ser interino. Para ocupar el cargo de jefe del Ejecutivo, Torres tendría que conseguir la venia de los diputados a los que ha tratado como trapos viejos. Obviamente, necesitaría que el propio Gallardo les pidiera el favor porque, después de tantos agravios y ya de salida, muchos legisladores están dispuestos a negar su apoyo, de manera que no alcanzaría los votos suficientes para sentarse en la silla soñada. Hasta ahora, solo aliados del político oriundo de Tierra Nueva mueven la especie, pero hay que decir que nadie ha confirmado o negado. A Lupe Torres le tocó el trabajo de capataz en el gallardato. Se la creyó, se volvió inquinóso, tenebroso, malvibroso; tuvo todo para convertirse en un secretario general con perfil de gobernador, pero prefirió ser rudo. Su muy explosivo carácter le ha ganado malquerencias entre quienes han sido sus colaboradores, pero a sangre y fuego se ha mantenido como cercano al gobernador. Ha preferido ser temido que querido

Ha hecho esfuerzos por incrustarse en la aristocracia potosina sin éxito. En ese grupo reciben y adoptan al personaje que tiene el cargo y el poder de manera circunstancial; cuando eso acaba, generalmente son botados a la ignominia. Aspiracionista, Torres pensó que el poder político le daría glamour, pero, al menos en San Luis Potosí, eso no funciona así. El cargo le dio poder, dinero y cierto estatus, pero a cinco años de distancia, en la base del gallardismo solo se escuchan quejas y malquerencias por su conducta, sus actitudes y su estilo hostil de tratar a las personas que considera que no merecen su amabilidad y apoyo.

Lo que no aparece con la misma claridad es la estrategia para unir todo eso, pues es evidente que tener atractivos no significa tener turismo. Hay que promoverlos, crear rutas, diseñar experiencias, generar actividades y construir una agenda que permita al visitante saber qué puede hacer durante un fin de semana o durante las vacaciones.

Si el gobernador está pensando prestarle la gubernatura un ratito a su secretario general de Gobierno, ¡ya lo veremos! Los sabios aconsejan: el poder no se comparte. P. D. 1.- Dicen que el polémico exdelegado de la SCT, César García, ha vuelto a San Luis Potosí. Dormía el sueño de los justos en la dirigencia del Partido Verde en Tamaulipas. Dicen que anda enganchado en varios proyectos políticos. ¡Nooooooo!

A la deriva Francisco Acosta-Martínez

P. D. 2.- Ha trascendido que el empresario Carlos Torres Rodríguez sufrió una gran decepción. El intrépido hombre intentó incursionar como contratista en los municipios de la Huasteca en poder de Morena, llevando como carta de presentación un supuesto acuerdo con la dirigente, Rita Ozalia Rodríguez. El hombre se topó con pared, lo mandaron con cajas destempladas y totalmente desorientado. Encontró la horma de sus zapatos. P. D. 3.- En el círculo cercano al aspirante del PT a candidato de Morena a la gubernatura, Gerardo Sánchez, corre la versión de que va a aguantar hasta el final, pero que, terminando el proceso, si no es candidato, mandará a todos, a todititos, a “chingar su madre”. Muy profundo el huasteco. Hasta la próxima.

El Altiplano Potosino tiene un problema curioso; no le faltan atractivos turísticos, le falta alguien que se acuerde de venderlos. Mientras el verano llena playas, carreteras, hoteles y destinos que llevan meses anunciándose, en buena parte de esta región parece que la temporada vacacional transcurre como si el turismo fuera un asunto que ocurre en otros municipios. Y eso resulta difícil de explicar cuando se mira lo que hay. Real de Catorce, Pueblo Mágico y uno de los principales referentes turísticos de San Luis Potosí, podría funcionar como la puerta de entrada para una estrategia regional mucho más ambiciosa, pero el flujo de visitantes que llega hasta ahí no parece traducirse en una promoción articulada del resto del Altiplano. El visitante llega a Catorce, toma fotografías, recorre sus calles y, salvo que tenga iniciativa propia, difícilmente encuentra una invitación clara para continuar el viaje hacia otros municipios. Venado tiene parajes naturales que podrían formar parte de circuitos de turismo de naturaleza. Charcas tiene el Museo del Meteorito y fábricas de mezcal que ofrecen una combinación poco común de ciencia, historia y producción local. Entre Moctezuma y Villa de Arista existen viñedos que podrían incorporarse a rutas enológicas. Hay paisajes, gastronomía, patrimonio, historia y productos que podrían convertirse en experiencias turísticas.

Si hablamos de eventos, hay algunos que podrían servir para colocar a los municipios en el mapa, tampoco se aprovechan. Ahí tenemos el caso de la Feria Regional de Moctezuma que terminó convertida en un escenario de enfrentamientos asociados al exceso de bebidas embriagantes y a cuestionamientos por la seguridad. Una manera bastante peculiar de promocionar un destino; acudir a una fiesta regional y salir con la experiencia de haber sobrevivido a ella. El problema va más allá de una campaña publicitaria. Lo que falta es una política turística que entienda al Altiplano como una región y no como una suma de municipios que organizan ferias, fiestas patronales o actividades aisladas. No existe una agenda de verano capaz de articular Real de Catorce con Charcas, Venado, Moctezuma, Villa de Arista y otros puntos de interés. No hay circuitos suficientemente posicionados ni una promoción constante que convierta esos atractivos en motivos concretos para viajar. El trabajo se improvisa y la estrategia queda a la deriva. El Altiplano no necesita inventarse una vocación turística. La tiene. Lo que necesita es que alguien la comunique, la organice y la venda, pues mientras otras regiones compiten por atraer visitantes, el Altiplano parece conformarse con la esperanza de que alguien se dé cuenta de que existe. Hay aquí una tarea bastante grande para las autoridades responsables de la materia y, desde luego, para los alcaldes, que han sido omisos durante sus respectivas administraciones.


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El Tiempo del Altiplano | Lunes 10 de agosto de 2026

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Extorsión, el delito que más afecta al Altiplano El narcomenudeo y las extorsiones presenciales continúan siendo dos de los delitos que más afectan a la población de San Luis Potosí, reconoció el secretario de Seguridad y Protección Ciudadana del Estado (SSPCE), Jesús Juárez Hernández, quien destacó que el Altiplano potosino se mantiene como una de las regiones donde las autoridades han intensificado los operativos para combatir a las células delictivas dedicadas a estas actividades. Al ser cuestionado sobre los ilícitos que actualmente representan una mayor preocupación para las corporaciones de seguridad, el funcionario señaló que tanto el

narcomenudeo como las extorsiones siguen generando un importante impacto entre la ciudadanía, por lo que se mantienen como una prioridad dentro de la estrategia estatal de seguridad. Respecto al delito de extorsión, Juárez Hernández aclaró que en San Luis Potosí no existe un problema generalizado de llamadas telefónicas para engañar a las víctimas, sino que los casos detectados corresponden principalmente a extorsiones cometidas de manera presencial, lo que ha permitido a las autoridades identificar y actuar directamente contra los responsables. «Aquí en San Luis Potosí no tenemos algún pro-

blema de extorsiones telefónicas. Lo que detectamos es que, en ocasiones, hay extorsiones de manera física y eso nos da oportunidad de desarmar estas células», explicó el titular de la SSPCE. El secretario resaltó que, gracias a los operativos desplegados por las fuerzas de seguridad, se ha logrado la detención de integrantes de grupos delictivos en distintas regiones del estado, haciendo especial énfasis en el Altiplano, donde recientemente se han realizado

importantes aseguramientos y capturas relacionadas con estos delitos. «Como ha sucedido en Ciudad Valles, en la Huasteca hemos tenido una gran cantidad de detenidos y también en el Altiplano», afirmó el funcionario, al destacar el trabajo coordinado entre las diferentes corporaciones para combatir la incidencia delictiva. En municipios del Altiplano, donde convergen importantes rutas carreteras y actividades comerciales, las acciones contra el narcomenudeo y las

extorsiones han permitido desarticular células criminales y fortalecer la presencia de las autoridades, con el objetivo de brindar mayor seguridad a comerciantes, transportistas y habitantes de la región. Finalmente, luego de referirse al rescate de una persona tras un reporte recibido a través del sistema de emergencias 911, Jesús Juárez Hernández hizo un llamado a la ciudadanía para denunciar cualquier hecho delictivo y evitar tomar la justicia por propia mano.

Adiós a las rodadas en Matehuala; Tránsito anuncia sanciones

Demandan al exregidor Ramón Sánchez La Coordinación de Tránsito Municipal de Matehuala anunció la suspensión de los permisos para realizar rodadas de motocicletas con destino a comunidades y colonias del municipio, como parte de las acciones para prevenir accidentes y fortalecer el orden vial. La autoridad informó que la decisión responde al incremento de motocicletas que participan en este tipo de recorridos con mofles alterados, así como a la presencia de menores de edad conduciendo las unidades sin cumplir con el reglamento de tránsito ni utilizar las medidas de seguridad obligatorias. De acuerdo con Tránsito Municipal, estas concentraciones de motociclistas han generado constantes quejas de la ciudadanía debido al exceso de ruido ocasionado por los escapes modificados, además de que, en varios casos, los participantes circulan de manera desordenada y ponen en riesgo

a otros usuarios de la vía pública. La dependencia señaló que parte de los accidentes registrados en los últimos meses están relacionados con las rodadas que parten de Matehuala hacia distintas comunidades, donde algunos conductores exceden los límites de velocidad, realizan maniobras peligrosas e incluso circulan en sentido contrario. Ante esta situación, la Coordinación de Tránsito advirtió que cualquier actividad de este tipo que sea detectada sin autorización será sancionada conforme al reglamento, aplicando las medidas correspondientes a los responsables por poner en riesgo la seguridad vial. Asimismo, reiteró que el objetivo de esta medida no es afectar a los motociclistas, sino reducir la incidencia de accidentes y promover una cultura de respeto a las normas de tránsito, privilegiando la seguridad de conductores, peatones y familias matehualenses

El exregidor de Matehuala, Ramón Sánchez, habría sido denunciado formalmente ante el Centro de Justicia para las Mujeres, instancia que recibió la querella en su contra, de acuerdo con información que ha trascendido en las últimas horas. Hasta el momento, no se han hecho públicos los motivos que originaron la denuncia ni los hechos específicos que se le atribuyen al exfuncionario, por lo que corresponderá a las autoridades competentes realizar las investigaciones y determinar si existe alguna responsabilidad. El caso ha generado atención en Matehuala debido a que, de acuerdo con versiones que han circulado entre personas cercanas al exregidor, anteriormente habrían existido señalamientos relacionados con presuntas conductas agresivas dentro de relaciones sentimentales. Sin embargo,

hasta ahora no se tenía conocimiento público de una denuncia formal por estos hechos. Ante la situación, Ramón Sánchez rechazó los señalamientos y los calificó como infundados, además de lamentar que el debate político llegue a involucrar ataques relacionados con la vida personal de quienes participan en la actividad pública. El exregidor también ratificó su militancia en el Partido Verde Ecologista de México (PVEM) y manifestó que continuará participando en la construcción del proyecto político estatal que encabeza el gobernador Ricardo Gallardo Cardona. Hasta que concluya la investigación correspondiente, no existe una resolución que determine responsabilidad alguna contra el exfuncionario, por lo que deberá prevalecer el principio de presunción de inocencia.


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Lunes 10 de agosto de 2026 | El Tiempo del Altiplano

Conoce las colonias de Matehuala donde más roban vehículos

Guadalcázar, el municipio más afectado por el gusano barrenador Guadalcázar se mantiene como el municipio más afectado por la presencia del gusano barrenador en San Luis Potosí, enfermedad provocada por la larva de la mosca Cochliomyia hominivorax, que ha generado más de mil 500 casos acumulados durante 2026, informó Jorge Luis Díaz Salinas, titular de la Secretaría de Desarrollo Agropecuario y Recursos Hidráulicos (Sedarh). El funcionario estatal detalló que actualmente permanecen 80 casos activos de ganado afectado en territorio potosino, mientras que el resto de los ejemplares que fueron diagnosticados a lo largo del año ya se recuperaron tras recibir el tratamiento correspondiente. Díaz Salinas señaló que la mayor incidencia se concentra en los municipios de Guadalcázar y Ciudad del Maíz, aunque Guadalcázar destaca como el punto con mayor afectación por esta plaga, situación que mantiene bajo seguimiento a las auto-

ridades del sector agropecuario. Aunque la mayoría de los casos corresponden a ganado vacuno, el titular de la Sedarh confirmó que también se han detectado casos de miasis en animales de compañía, principalmente perros y gatos, cuyos propietarios recibieron atención para evitar complicaciones. Ante este escenario, las autoridades mantienen vigilancia sobre los animales afectados y exhortan a los productores y propietarios de ganado a revisar de manera constante a sus ejemplares, principalmente ante la presencia de heridas que puedan convertirse en un punto de infestación. El gusano barrenador representa un riesgo para la actividad ganadera debido a que sus larvas se alimentan del tejido vivo de los animales, por lo que la detección oportuna y el tratamiento adecuado son fundamentales para evitar que los casos continúen propagándose en los municipios con mayor incidencia.

El robo de vehículos continúa representando un problema para la seguridad en San Luis Potosí y Matehuala no es ajeno a esta situación, pues durante el primer semestre de 2026 fueron identificadas unidades con reporte de robo vigente en distintos sectores de la ciudad, además de vehículos que presentaban irregularidades en sus elementos de identificación. De acuerdo con información institucional de la Guardia Civil Estatal, entre enero y junio de este año fueron puestos a disposición de las autoridades 834 vehículos relacionados con distintas irregularidades legales en el estado. Del total, 745 unidades contaban con reporte de robo vigente, lo que representa cerca del 89 por ciento de los aseguramientos registrados durante este periodo. El resto de los casos corresponde a vehículos que presentaban diferentes mecanismos utilizados para ocultar su verdadera identidad. Las autoridades detectaron 47 unidades con placas sobrepuestas, 41 con números de serie alterados y 24 motores que contaban con reporte de robo, lo que evidencia la existencia de prácticas de clona-

Altiplano ción y modificación de vehículos para intentar incorporarlos nuevamente al mercado. En el caso específico de Matehuala, los registros ubican a varias colonias y sectores donde fueron detectados vehículos con reporte de robo vigente. Entre ellos se encuentran República, Zona Centro, Providencia y Santa Ana de Abajo, por lo que estos puntos aparecen dentro de los sectores donde se han localizado unidades relacionadas con este delito. Además, en la colonia Lagunita se identificó el caso de un vehículo cuyo número de serie había sido alterado, una práctica que dificulta conocer la verdadera identidad de las unidades y que puede estar relacionada con redes dedicadas a la comercialización ilegal de automóviles. Los datos también muestran que el problema va más allá del robo de una unidad, debido a que algunos vehículos son posteriormente modificados para borrar o alterar sus características originales, utilizar placas que corresponden a otros automóviles o incluso instalar motores con reporte de robo. En Matehuala, los registros colocan a República, Zona Centro, Providencia y Santa Ana de Abajo entre los sectores donde se han detectado vehículos con reporte de robo, mientras que Lagunita aparece relacionada con una unidad que presentaba alteraciones en su número de serie.

Destapan mafia de permisos para circular sin placas en Villa de Arista Una presunta red de comercialización de permisos provisionales para circular sin placas estaría operando en Villa de Arista, luego de que en redes sociales comenzaran a ofrecer documentos por apenas 150 pesos, con la particularidad de que incluso cuentan con servicio a domicilio. La promoción ha generado sospechas sobre la existencia de una posible “mafia” dedicada a expedir y vender permisos que aparentan ser oficiales. La publicación no solo ofrece el documento a bajo costo, sino que lo presenta como un trámite prácticamente inmediato, situación que genera dudas sobre quién está detrás de este negocio, de dónde salen los permisos y si realmente cuentan con autorización del Ayuntamiento que encabeza Bernabé Mares Briones. El cuestionamiento central es cómo un documento que tendría carácter oficial puede terminar promocionándose en redes sociales como cualquier mercancía. Si los permisos son auténticos, el Ayuntamiento tendría que explicar quién autoriza su expedición, qué requisitos deben cumplir los solicitantes, quién recibe los 150 pesos y si el dinero ingresa formalmente a las arcas municipales.

Pero si los documentos son falsos, el problema sería todavía más grave, pues se estaría utilizando la imagen de una autoridad municipal para ofrecer papelería que podría permitir a vehículos circular sin placas, con el riesgo de que los ciudadanos sean engañados y posteriormente enfrenten consecuencias legales. La sospecha de una posible red aumenta ante la facilidad con la que presuntamente se pueden obtener los permisos. Una publicación en redes sociales, un pago de 150 pesos y una entrega a domicilio serían suficientes para acceder al documento, según la oferta difundida, lo que hace necesario investigar si detrás existe un esquema organizado de intermediarios que estaría lucrando con permisos supuestamente oficiales. Ante este escenario, el alcalde Bernabé Mares Briones tiene que aclarar si el Ayuntamiento tiene conocimiento de esta práctica y si existe personal municipal o particulares autorizados para expedir y entregar dichos documentos. También deberá precisarse si el síndico Francisco Manuel Rodríguez Serna ha intervenido en la revisión de la legalidad de estos permisos y del procedimiento mediante el cual se estarían otorgando.


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Liberan a Jorge Peña tras audiencia judicial

Hay escenas que no solamente preocupan; también exhiben la dimensión del problema de seguridad que se enfrenta. El hallazgo de un hombre golpeado, emplayado y atado a un poste, con los dedos de las manos cercenados, en las inmediaciones de una clínica del IMSS en Ciudad Valles, es una de ellas. La víctima fue localizada con vida, pero las condiciones en las que fue abandonada hablan de un nivel de violencia que difícilmente puede considerarse un hecho aislado. A un costado también fue encontrada una cartulina con un mensaje presuntamente firmado por integrantes de un grupo delictivo, en el que se realizan señalamientos contra elementos de la Guardia Civil Estatal. Aquí conviene hacer una precisión fundamental: el contenido del mensaje no ha sido confirmado como auténtico, por lo que las acusaciones deben permanecer dentro de la investigación y no convertirse en verdades por repetición. Pero tampoco pueden ignorarse. Lo verdaderamente preocupante es que alguien haya sido sometido, golpeado, mutilado y posteriormente dejado atado en un espacio público. No se trata solamente de la agresión contra una persona; es también un mensaje de intimidación dirigido a la sociedad. Y mientras la Fiscalía deberá establecer qué ocurrió, quiénes participaron y cuáles fueron los motivos, desde la Secretaría de Seguridad Pública y Protección Ciudadana vuelven a escucharse respuestas que poco ayudan a recuperar la confianza de una ciudadanía que está cansada de explicaciones y espera resultados. Porque los discursos pueden llenar conferencias de prensa, pero no corrigen una realidad que se vuelve cada vez más difícil de ocultar. Un hombre mutilado y abandonado a plena vista no es una estadística. Es una advertencia. La pregunta ya no es solamente qué ocurrió con él, sino qué está pasando para que actos de esta naturaleza puedan ocurrir y quedar expuestos en plena vía pública. La respuesta tendrá que estar en las investigaciones, pero también en resultados concretos. Porque cuando la violencia llega a estos extremos, la confianza ciudadana no se recupera con declaraciones: se recupera demostrando que nadie está por encima de la ley. La SSPC de la Capital salió a rechazar los señalamientos que pretenden relacionar a elementos de la corporación con presuntas actividades delictivas a partir de un video difundido en redes sociales. Y tiene razón en algo fundamental: un video de origen, fecha y contexto desconocidos no puede convertirse automáticamente en una sentencia. Pero tampoco basta con descalificarlo y pasar página. La propia corporación reconoce que el material debe investigarse. Por eso resulta positivo que se revisen las cámaras del C4, los registros de GPS y los movimientos de las unidades que pudieron encontrarse en la zona. Esa es precisamente la ruta que debería seguir cualquier señalamiento: evidencia, investigación y conclusiones. Lo que no ayuda es convertir el asunto en una disputa entre un medio y una corporación. Si el video es falso, que se demuestre. Si está manipulado, que se explique. Y si existen elementos que in-

volucren a algún policía, que también se conozcan y se actúe en consecuencia. La ciudadanía no necesita una defensa automática de los agentes, pero tampoco acusaciones sin sustento. Aquí hay una responsabilidad compartida: los medios deben verificar antes de publicar y las corporaciones deben investigar antes de negar categóricamente. Porque la confianza no se recupera diciendo que “no existe evidencia” mientras la investigación apenas comienza. La verdadera prueba para la SSPC capitalina será presentar resultados verificables y dejar claro qué ocurrió, quién aparece en el video y si existe o no relación con sus elementos. Ni linchamientos mediáticos ni blindajes institucionales: que hable la evidencia. Hay declaraciones que terminan siendo más reveladoras que el propio operativo. Y la del titular de la SSPC estatal, Jesús Juárez, después del desmantelamiento de dos presuntos centros clandestinos de procesamiento de hidrocarburos en San Luis Potosí, deja precisamente esa impresión. Mientras la Fiscalía General de la República encabezó acciones sustentadas en investigaciones de la FEMDO, labores de inteligencia, denuncias ciudadanas e intercambio de información, con el aseguramiento de enormes cantidades de hidrocarburos, tanques, maquinaria y líneas de producción, Juárez salió a ponerle un asterisco al asunto: no descartó que quizá se tratara simplemente de algún incumplimiento burocrático. Porque no estamos hablando de un pequeño establecimiento al que le faltó renovar un permiso. En uno de los sitios se localizaron ocho tanques con capacidad aproximada de 80 mil litros y entre 500 mil y 600 mil litros de petrolífero, además de maquinaria y equipo industrial. En otro fueron encontrados 18 tanques, dos líneas de producción y alrededor de 40 mil litros de petróleo crudo y diésel. Lo curioso es que el criterio parece cambiar dependiendo de quién realiza el aseguramiento. Cuando corporaciones estatales encuentran combustible de dudosa procedencia, el discurso suele ser muy distinto: entonces sí aparecen los comunicados, los festejos y los resultados presentados como golpes contundentes contra la delincuencia. Pero cuando el trabajo corresponde a la FGR, ahora resulta prudente relativizarlo. La FGR tendrá que determinar jurídicamente qué delito se configuró y quiénes son responsables. Eso corresponde a una investigación formal y no a una condena anticipada. Pero una cosa es esperar las conclusiones ministeriales y otra muy distinta es minimizar desde el inicio lo que constituye un aseguramiento de dimensiones considerables. Si finalmente se trataba de un simple asunto administrativo, que lo determine la autoridad competente. Pero mientras eso ocurre, no parece serio restarle importancia a un operativo federal sustentado en meses de investigación e inteligencia. Jesús Juárez debería entender que reconocer el trabajo de otra institución no le resta méritos a la corporación que encabeza. Lo que sí puede restarle credibilidad es que el discurso cambie cuando el resultado no lleva el sello de casa.

Jorge Eduardo Peña, excomandante de la Policía de Matehuala, fue puesto en libertad la mañana de este viernes 7 de agosto, luego de que un juez determinara que no existían elementos suficientes para mantenerlo en prisión preventiva. De acuerdo con lo informado por su abogado a través de la plataforma TikTok, durante la audiencia celebrada este viernes la defensa expuso los argumentos correspondientes y el juez resolvió que el imputado podía continuar su proceso en libertad, al considerar además el principio de presunción de inocencia. Hasta el momento se desconocen los términos y condiciones bajo los cuales fue concedida su libertad, así como las medidas cautelares que, en su caso, deberá cumplir mientras continúa el procedimiento judicial relacionado con los señalamientos en su contra. Jorge Eduardo Peña fue detenido el pasado 24

de marzo de 2026 durante un operativo conjunto realizado en la colonia Santa Marta, en Matehuala. Su captura ocurrió por una investigación relacionada con la presunta portación de droga y posibles vínculos con un grupo delictivo señalado por su probable participación en el secuestro de siete trabajadores de una empresa eléctrica en la región Altiplano. Tras su detención, el entonces mando policiaco quedó sujeto al procedimiento correspondiente, mientras las autoridades desarrollaban las investigaciones para determinar su posible responsabilidad en los hechos que le fueron atribuidos. Con la resolución emitida este viernes, Peña abandona la prisión preventiva; sin embargo, su liberación no significa necesariamente que el proceso penal haya concluido, por lo que deberá conocerse el alcance jurídico de la determinación judicial y las condiciones establecidas por el juez.


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Lunes 10 de agosto de 2026 | El Tiempo del Altiplano

Deportes Bianka necesita una cirugia; organizan carrera para recaudar fondos Con el objetivo de recaudar fondos para apoyar a Bianka Scarlett, una niña de 12 años que requiere una cirugía debido a un quiste coloide en el tercer ventrículo del cerebro, se llevará a cabo una carrera con causa de cinco kilómetros el próximo domingo 16 de agosto. La actividad dará inicio a las 8:00 de la mañana y tendrá como punto de salida y llegada el parque Álvaro Obregón. La inscripción tendrá un costo de 150 pesos y quienes deseen participar podrán registrarse en Mex Sport, sumándose así a esta iniciativa en favor de la menor. Bianka Scarlett enfrenta un diagnóstico

de quiste coloide del tercer ventrículo, un tumor benigno y de crecimiento lento que se localiza en la parte anterior y superior del cerebro. Esta condición puede bloquear el flujo normal del líquido cefalorraquídeo y generar complicaciones. Aunque en algunos casos este tipo de quistes no provoca molestias, también puede ocasionar fuertes dolores de cabeza e incluso hidrocefalia cuando interfiere con la circulación del líquido dentro del cerebro, por lo que Bianka necesita ser sometida a una intervención quirúrgica. Como parte de la carrera, se entrega-

rán trofeos a los tres primeros lugares de las ramas varonil y femenil, mientras que todos los participantes recibirán una medalla. Más allá de la competencia, el evento busca reunir a la comunidad y generar un apoyo económico para que la familia de Bianka pueda afrontar los gastos derivados de su cirugía. La familia y organizadores hicieron un llamado a la ciudadanía a participar en esta carrera con causa, ya sea inscribiéndose y corriendo los cinco kilómetros o apoyando la iniciativa, con la finalidad de contribuir a que Bianka Scarlett pueda recibir la atención médica que necesita.

Atlético de San Luis y su vergonzosa cia emite. Además de permitir la usurpación Fomento participación en la Leagues Cup representatividad por parte de atletas exDeportivo echa a deternas, existen sealamientos de un manejo discrecional donde se beneficia a convenienque debía ser una oportunidad defensa potosina se desmoronó por perder el fútbol cia a ciertos equipos, ignorando el reglamento paraLoconsolidar el proyecto potosino completo y, antes de irse al descanso y la equidad deportiva. en el plano internacional se ha transdel primer tiempo, ya caían 3-1, conen Matehuala Al ser buscada para aclarar la situación formado en un auténtico papelón. La sumando en la parte complementaria miento a las convocatorias que su dependen-

El fútbol en Matehuala, una disciplina que históricamente ha sido cuna de talentos con proyección nacional e internacional, atraviesa una profunda crisis de legitimidad. Lo ocurrido recientemente en el estadio Manuel Moreno Torres expuso de manera cruda la negligencia y la falta de autoridad con la que se conduce la Dirección de Fomento Deportivo Municipal, encabezada por la licenciada Ma. del Carmen Vázquez Salinas, al permitir agresiones e irregularidades en los selectivos locales. Durante el encuentro de eliminatoria disputado entre los equipos Olímpic’s y Real del Sol, la deportividad quedó completamente relegada. El conjunto de Real del Sol recurrió a la alineación de jugadoras foráneas, entre ellas la guardameta, para asegurar la victoria, desvirtuando el propósito de una competencia que busca representar el verdadero talento de la cabecera municipal. La tensión escaló gravemente durante y después de la tanda de penales, cuando la portera foránea agredió física y verbalmente a las integrantes de Olímpic’s de forma impune. La gravedad del incidente no se limita a la conducta antideportiva dentro de la cancha, sino a la complicidad por omisión de la propia autoridad municipal. La titular de Fomento Deportivo, Carmen Vázquez Salinas, ha mostrado una clara incapacidad para darle seguicampo y el saludo respetuoso entre los futbolistas al som del

y tomar medidas disciplinarias por los actos violentos registrados en el encuentro, la funcionaria municipal se negó categóricamente a dar explicaciones, dejando desprotegidas a las jugadoras agredidas y validando que un equipo integrado por refuerzos externos sea el que represente oficialmente al municipio. Esta gestión pasiva y parcial resulta una afrenta directa contra la tradición deportiva de Matehuala, un territorio que ha demostrado ser un semillero de profesionales como Jordan Silva, seleccionado nacional y jugador en el extranjero, o Brenda Coronado, quien surgió de las filas de Olímpic’s para debutar en la Liga MX Femenil con Necaxa. Permitir que se pisotee el esfuerzo de las atletas locales solapando la violencia y el favoritismo está echando a perder el desarrollo de nuevos talentos e ignorando el prestigio futbolístico del municipio. Por si no fuera suficiente, deportistas denunciaron el abandono que impera en el estadio. Áreas clave, como la zona de aparatos para ejercicio, se encuentran sofocadas por maleza crecida y un evidente descuido que dificulta su uso diario, una estampa de desatención gubernamental que se extiende a los alrededores del inmueble, los cuales urgen de labores profundas de limpieza y conservación para garantizar instalaciones dignas y seguras a quienes acuden a ejercitarse.

himno de la Champions League. Atlético de Madrid inició con

Brian Castillo, Hares Barragán, Hermes Barragán, Edgar Martínez, Daniel Guerra, J u a n Carlos Covar r u bias y

participación del Atlético de San Luis en la Leagues Cup 2026 ha resultado profundamente vergonzosa. Sin idea clara de juego, sin solvencia defensiva y bajo la errática dirección técnica de Diego Mejía, el cuadro potosino firmó una eliminación prematura que deja al descubierto una alarmante crisis deportiva que ya no se puede ocultar. El calvario potosino comenzó desde su debut frente al Inter de Miami. A pesar de ponerse en ventaja de forma tempranera con un tanto de David Rodríguez, el equipo fue incapaz de sostener el ritmo y terminó superado 4-2 por un inspiradísimo Lionel Messi, quien castigó a la zaga con dos goles y una asistencia. Aunque la derrota dejó un trago amargo, la verdadera exhibición de fragilidad táctica y mental estaba por llegar en la segunda jornada del certamen. La tarde del domingo 9 de agosto de 2026, el San Luis saltó a la cancha con la obligación absoluta de ganar ante el Nashville SC para mantener vivas sus aspiraciones de avanzar a la siguiente ronda. Una vez más, la escuadra de Diego Mejía comenzó ganando con un gol de Rafa Llorente, pero el gusto duró un parpadeo. La Gerardo Lumbreras. En el primer tiempo, ambos equipos buscaron controlar el esférico, pero ninguno consiguió perforar la puerta rival tras los 10 minutos iniciales. En una jugada por la banda derecha, el arquero Brian Castillo sale rápido con Hares Barragán por la banda derecha; el capitán conecta en medio campo con su hermano

una humillante goleada 4-1 que selló el fracaso definitivo en suelo estadounidense. La gestión de Diego Mejía al frente del banquillo potosino se ha vuelto insostenible por donde se le mire. Los números reflejan una incapacidad crónica para conseguir victorias: en la Liga MX acumula una derrota y dos empates, mientras que en la Leagues Cup registra dos descalabros consecutivos con ocho goles recibidos. Que el equipo empiece ganando sus compromisos y termine goleado en ambos es el reflejo directo de un estratega que no sabe replantear los partidos ni transmitir orden a sus jugadores. Al Atlético de San Luis únicamente le resta cumplir con el trámite del calendario el próximo miércoles 12 de agosto a las 17:30 horas frente a Orlando City, un duelo ya sin trascendencia que marcará el triste final de su participación. La directiva potosina tiene la obligación de pedir cuentas claras a un cuerpo técnico que arrastró el prestigio del club, demostrando que la continuidad de Diego Mejía representa un riesgo severo para el resto de la temporada.


Deportes

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Fénix vuelve a reinar en el basquetbol femenil Una vez más, la escuadra de Fénix demostró su calidad sobre la duela al conquistar un nuevo campeonato, luego de imponerse por marcador de 37-27 a Valkirias, en la gran final de la Liga de Baloncesto Femenil de San Luis Potosí (LIDEPO), disputada en la duela de la Universidad Politécnica. Desde el arranque del encuentro, ambos equipos salieron decididos a imponer su ritmo y mostraron el nivel que los llevó hasta la gran final. El primer cuarto fue sumamente parejo, con Valkirias tomando la ventaja por algunos momentos; sin embargo, Fénix respon-

dió y al finalizar los primeros 10 minutos el marcador se encontraba empatado a ocho puntos por bando. Para el segundo periodo, Fénix comenzó a tomar el control de las acciones. Las jugadoras mostraron un juego más sólido y dejaron de manifiesto que son un equipo cada vez más completo, con gran calidad y coordinación sobre la cancha. Su esfuerzo les permitió tomar una ventaja de 16-11 antes de llegar al descanso. En la segunda mitad, Fénix mantuvo la intensidad y apostó por un juego rápido y contundente. Vanessa, Paulina

y Nana fueron fundamentales en la recuperación de balones y en la distribución del juego, mientras que Sofía, Chío, Lety, Marina, Prado y Elena se encargaron de convertir las oportunidades en puntos. Con este funcionamiento, Fénix logró ampliar su ventaja hasta colocarse 28-19 en el marcador, encaminándose así hacia el campeonato. En el último cuarto, las acciones continuaron bajo el dominio de Fénix, que no bajó el ritmo y mantuvo el control del encuentro hasta el final. Más allá de la calidad mostrada dentro de la cancha,

el conjunto dejó en claro la unión que existe entre sus integrantes, quienes demostraron que además de ser un equipo, son un grupo de amigas que comparten el objetivo de seguir brillando en el basquetbol femenil. Finalmente, Fénix selló la victoria por 37-27 sobre Valkirias para proclamarse campeonas de la Liga LIDEPO y sumar un título más a su trayectoria. FÉNIX: Vanessa Peraza, Leticia Valdiviezo Galván, Paola Prado, Chío Méndez, Paulina Zapata, Sofía Moreno, Elena Llamas, Fernanda Rocha y Mariana Valdiviezo.

La Cedralada vuelve a las calles este 14 de agosto Cedral se prepara para vivir este viernes 14 de agosto una nueva edición de la tradicional Cedralada, uno de los eventos más esperados de la feria y una celebración que año con año reúne a habitantes del municipio, visitantes de distintos puntos del Altiplano Potosino y aficionados a las tradiciones taurinas. A partir de las 12:00 horas, las calles de Cedral volverán a llenarse de emoción con el desarrollo de la Cedralada, una actividad que forma parte de la identidad del municipio y que ha logrado mantenerse vigente gracias al interés de quienes han trabajado para conservar e impulsar las tradiciones que distinguen a esta región. En este esfuerzo destaca Manuel Azcona, director de Cantauro, quien durante los últimos años ha impulsado la realización de actividades taurinas en Cedral y ha contribuido a mantener vigente la Cedralada como uno de los acontecimientos más representativos de la feria. Su participación ha permitido que esta tradición continúe reuniendo a nuevas generaciones en torno a una celebración que forma parte de la historia y cultura del municipio. La Cedralada representa una jornada de gran expectación, en la que las calles se convierten en el escenario de

una tradición marcada por la presencia de astados y la participación de personas que ponen a prueba su agilidad y valentía. Para los habitantes de Cedral, además de la emoción del espectáculo, se trata de una fecha que forma parte del calendario festivo y que genera una importante convivencia entre familias y visitantes. La fiesta continuará por la tarde con una corrida de toros programada para las 17:00 horas, en la que se presentará un cartel de talla internacional integrado por el matador español Antonio Ferrera y los mexicanos Leo Valadez y Bruno Aloi, quienes lidiarán seis ejemplares de la ganadería La Estancia. A esta fiesta también se sumará la presencia de la creadora de contenido y difusora taurina conocida en redes sociales como “Toreale”, quien confirmó su asistencia a la Cedralada y a la corrida. Su participación permitirá llevar los detalles de esta celebración a las plataformas digitales y acercar estas tradiciones a públicos más jóvenes. Así, Cedral se encuentra listo para recibir nuevamente una jornada de tradición, emoción y fiesta, con la Cedralada como uno de los principales atractivos de una celebración que busca mantener vivas las costumbres que durante generaciones han formado parte de la identidad del municipio.


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Personaje

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Don Emilio Paulín, 100 años de aventuras

A sus 100 años, don Emilio conoce el Altiplano Potosino como la palma de su mano.

Familia de don Emilio

Disfrutando con sus compadres Don Emilio Paulín ha cumplido un siglo de vida. Ciclista de corazón, ha recorrido 100 años entre senderos, montañas y valles, caminos, carreteras y mil experiencias. Hombre de la cultura del esfuerzo, hoy goza del cariño de su familia, amigos y del aprecio de sus compadres, don Federico Muñoz y su esposa, Carmelita. Nació cuando empezaba la Guerra Cristera

y ya vamos en la Cuarta Transformación. Hijo de Antonio Paulín y doña Paulita García, siempre mostró su vocación por el ciclismo, el trabajo, la disciplina y las aventuras sobre sus muy queridas compañeras de dos ruedas. Don Emilio tuvo doce hijos con doña Magdalena Hernández (q. e. p. d.) y ahora tiene nietos, bisnietos y unos cuantos tataranietos.

Don Emilio recibiendo la bendición del padre Ciro Conoce tramos importantes de la historia de México y es un experto en noticias locales, nacionales y de todo el mundo. Es voraz lector de periódicos y aficionado al fútbol, al boxeo y a la música. En un tiempo tocaba la armónica con tal belleza que las notas salían danzando con el viento para deleitar los oídos. Su vida ha pasado por episodios de todo tipo,

pero su carácter y fuerza siempre se imponen. Hoy es patrocinador de un numeroso grupo de palomas que diariamente bajan al patio de su casa para comer y beber; saben que todos los días ahí estará don Emilio regando maíz para que se alimenten. Como parte de la celebración por su centenario, se organizó una fiesta a la que acudieron, además de sus hijos e

Disfrutando su fiesta de cumpleaños

hijas, sus sobrinos: los Paulín Rojas, los Paulín Paulín y los Ramos Paulín. Como regalo especial, el pequeño Dylan Octavio Alvarado Muñoz le ofreció a don Emilio un baile denominado “El Toro Mambo”. Y como lo más importante es la bendición de Dios, este domingo don Emilio acudió a una misa de acción de gracias, donde fue ovacionado

por los fieles que acuden a la misa de doce en el Santuario de Guadalupe. El padre Ciro de la Rosa le otorgó una bendición especial y le ofreció un emotivo mensaje. Sus hijos: Rogelio, María de los Ángeles, María de la Luz, Emilio, Francisco, Laura, Pedro, María Luisa, María Isabel, Juana María y Sugey, ya pueden decir que tienen un centenario en sus vidas.


Destinos

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La Casa de los Pavorreales, un rincón de historia que aún vive en Matehuala

En el corazón de Matehuala existen construcciones que, más allá d e s u s p a r e d e s , g u a rdan historias de otras épocas. Una de ellas es la conocida Casa de los Pavorreales, un inmueble que forma parte de la memoria de la ciudad y que, a lo largo de los años, ha cambiado de rostro y de función, pero conserva el recuerdo de aquellos días en que sus jardines eran recorridos por elegantes pavorreales. El origen de este lugar se remonta a una antigua hacienda que combinaba

elementos de arquitectura virreinal y porfiriana. Con el paso del tiempo, una parte de aquella propiedad fue adquirida, en 1950, por el señor Man u e l Fe r n á n d e z , q u i e n decidió derribar la construcción que correspondía a su parte del inmueble para levantar una nueva residencia con un estilo más moderno para aquella época. La nueva casa se distinguió por sus amplios jardines y por la presencia de numerosos pavorreales que caminaban l i b r e m e n t e p o r e l l u g a r. Su belleza y la singula-

ridad de estas aves hicieron que, con el paso del tiempo, la propiedad f u e r a c o n o c i d a p o p u l a rmente como la Casa de los Pavorreales, un nombre que permaneció en la memoria de los matehualenses. Durante años, la casa fue escenario de momentos familiares y parte del paisaje cotidiano de la ciudad. Los jardines y los pavorreales le dieron una personalidad especial, convirtiéndola en un inmueble que llamaba la atención de quienes pasaban por este sector de Matehuala.

Después del fallecimiento de sus propietarios, la casa permaneció abandonada durante un periodo, mientras el paso del tiempo dejaba huella en sus espacios. Sin embargo, posteriormente volvió a tener actividad y fue utilizada para distintos propósitos, entre ellos como financiera y salón de eventos. H o y, e l i n m u e b l e t i e n e una nueva función como sala funeraria, pero su historia permanece. Detrás de su uso actual existe el recuerdo de una antigua hacienda, de una residencia construi-

da a mediados del siglo pasado y de aquellos pavorreales que alguna vez c a m i n a r o n e n t r e s u s j a rdines. La Casa de los Pavorreales es, de esta manera, mucho más que una construcción antigua: es p a r t e d e l a m e m o r i a u rbana de Matehuala, un testigo silencioso de las transformaciones de la ciudad y de las historias que se han quedado en sus calles. Porque también en sus edificios, en sus jardines y en los nombres que perduran se encuentra una parte de la historia de Matehuala.


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Entérate

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Conoce la historia detrás del monumento a Benito Juárez La noche del 3 de agosto, una tromba azotó Matehuala y provocó la caída del monumento a Benito Juárez, ubicado frente a la Catedral, en pleno Centro Histórico. La fuerza del viento derribó la escultura y provocó la ruptura de la cabeza, dejando una imagen que sorprendió a generaciones de matehualenses. Pero detrás de este monumento existe una historia que se remonta a uno de los episodios más importantes de la ciudad: cuando Matehuala se convirtió en capital de la República Mexicana. Conchita Nava, conocedora de la historia local, nos platicó en exclusiva para El Tiempo del Altiplano que el 28 de diciembre de 1863 Benito Juárez llegó a esta ciudad acompañado por representantes de los tres poderes de la Unión. En medio de la Intervención Francesa y tras la caída de Puebla, Juárez no podía permanecer en la Ciudad de México, por lo que estableció un gobierno itinerante. Durante su estancia en Matehuala, del 28 de diciembre de 1863 al 5 de enero de 1864, recibió personas, noticias y documentos, además de emitir disposiciones para mantener en funcionamiento al gobierno republicano. Juárez fue recibido en la casa de Seferino Ponce Sustaita, ubicada en la calle Hidalgo. De acuerdo con la historia local, llegó acompañado de una diligencia que transportaba parte del archivo nacional, cuya custodia era fundamental en aquellos tiempos de guerra. El 5 de enero de 1864, tras conocerse que Tomás Mejía, al frente de tropas franco-mexicanas, había ocupado la Hacienda El Jaral y que sus avanzadas habían llegado hasta Santa María del Río, Juárez salió de Matehuala rumbo a Saltillo. Sin embargo, su paso por la ciudad dejó una huella que permaneció durante generaciones. En 1906, con motivo del centenario del natalicio de Benito Juárez, la sociedad matehualense organizó diversas actividades para conmemorar la fecha. El periódico del 17 de marzo de aquel año documentó los preparativos, entre ellos una procesión civil que llegaría a la en-

tonces Plaza del Rey Neptuno, hoy Plaza Juárez, donde se colocaría la primera piedra del monumento. Ese mismo año, la escultura ya estaba levantada. Elaborada en mármol, mostraba a Benito Juárez con un pergamino enrollado en la mano derecha, que podría representar las Leyes de Reforma. Desde entonces, comenzó a formar parte del paisaje de Matehuala y permaneció durante aproximadamente 120 años frente a la Catedral. Para Conchita Nava, el monumento terminó convirtiéndose en un verdadero ícono de la ciudad y en un binomio inseparable con la Catedral. “Hay objetos, hay hitos, hay sitios que se ganan su lugar”, explica al destacar el valor que la escultura adquirió para los matehualenses. Sin embargo, el paso del tiempo dejó huellas en el pedestal y posiblemente también en el sistema de anclaje de la escultura. Nava considera que, ante la falta de un anclaje adecuado, la fuerza de la tromba y el movimiento de un toldo pudieron facilitar que la figura fuera derribada. La buena noticia es que la escultura puede ser restaurada. De acuerdo con Nava, no es necesario fabricar una nueva pieza, pues las partes de mármol pueden unirse mediante procedimientos especializados, como perforaciones y espigas de acero inoxidable que permitan reconstruirla como un rompecabezas. Ahora la petición es que el monumento original sea restaurado y vuelva a su lugar. No se trata solamente de reparar una estatua, sino de recuperar una pieza de la memoria de Matehuala, una ciudad que hace más de 160 años fue sede temporal del gobierno de Benito Juárez y capital de la República. El monumento cayó, pero la historia permanece. Después de 120 años, la escultura sigue siendo parte de la identidad matehualense y su restauración representaría también una oportunidad para recuperar uno de los símbolos más importantes del Centro Histórico de la ciudad.

Alejandro Quintana gana premio en el Festival Lila López

El reportero de Código San Luis y colaborador de El Tiempo del Altiplano, Erick Alejandro Quintana de la Vega, fue distinguido con el tercer lugar en el Premio al Trabajo Periodístico Dancístico «Dr. Luis Bruno Ruiz» por su pieza “Giselle, las que no volvieron: La Danza frente a una herida que sigue abierta”, misma que se entregó este viernes 7 de agosto en el Museo Francisco Cossío en el marco de la clausura del 46º Festival Internacional de Danza Contemporánea “Lila López”. Tras sus recientes éxitos en el Premio Estatal del Periodismo y como

protagonista de la película «El Fin de las Primeras Veces», Quintana de la Vega sigue conquistando galardones importantes en su joven carrera artística y periodística, codeándose con grandes personalidades y una proyección única a nivel nacional e internacional. En la misma categoría de Trabajo Periodístico Dancístico «Dr. Luis Bruno Ruiz» el primer lugar fue otorgado a Leticia Vaca Sánchez y el segundo a Estrella Alhelí Govea Castillo, sumándose una mención honorífica para Patricia Calvillo Ramírez. La ceremonia estuvo encabezada por el

secretario de Cultura, Juan Carlos Torres Cedillo; el director general de Fomento Artístico, Julio Francisco Aguilera del Toro; y el director de Festivales, David Bear Macías. El jurado del certamen fue conformado por especialistas como Fabiola Palapa, Humberto Granados y Ángel Vargas. En la misma jornada se entregaron los galardones del Concurso Nacional de Fotografía Walter Reuter, donde Ricardo Romero Alvarado, Luis Eduardo Anguiano Moreno y Héctor Suárez Contreras obtuvieron los tres primeros lugares, respectivamente.

Todo listo para la Ferece 2026 Del 10 al 15 de agosto, el municipio de Cedral será escenario de la Feria Regional Ferece, Corazón del Altiplano 2026, una de las celebraciones más representativas de esta región potosina, que este año contempla una amplia programación de conciertos gratuitos, actividades culturales, tradiciones y celebraciones religiosas en honor a la Virgen de la Asunción, patrona del municipio. El programa musical arrancará el 10 de agosto con la presentación de La Energía Norteña, mientras que el 11 de agosto llegará el turno de Los Ángeles de Charly. Para el 12 de agosto se contempla la participación de Los Cadetes de Linares: El Legado, seguidos por El Bogueto el 13 de agosto. La cartelera continuará el 14 de agosto con la presentación de Duelo, mientras que el cierre de la Ferece 2026, programado para el 15 de agosto, estará a

cargo de Los Horóscopos de Durango, con lo que se espera una importante concentración de asistentes en la plaza principal. Además de los espectáculos musicales, la feria contempla actividades culturales y tradicionales que se desarrollarán como parte de las celebraciones religiosas dedicadas a la Virgen de la Asunción. Estas actividades buscan preservar las costumbres y expresiones culturales que durante generaciones han formado parte de la vida comunitaria de Cedral. Durante la presentación de la festividad se destacó que uno de los principales objetivos de la Ferece 2026 es recuperar el reconocimiento de Cedral como sede de la feria más grande del Altiplano Potosino, mediante una programación capaz de atraer visitantes tanto de municipios cercanos como de otras regiones del estado.


Crónica

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“Pintan” pasado glorioso de Cedral Rubén Hipólito Con la charla “Pinceladas Históricas de Cedral”, el Cronista Honorario de ese municipio, Rubén Hipólito Flores, participó en la Semana Cultural de la Feria Regional de Cedral (FERECE) 2026. El Cronista narró hechos acontecidos en la ciudad, mostró sitios históricos y recordó a personajes que le han dado fama a Cedral, San Luis Potosí. Entre anécdotas, la charla captó el interés de los asistentes al vestíbulo del Teatro Juárez el pasado martes 4 de agosto, 2026. La charla inició con la exhibición del video “Mi Pueblito”, interpretado por el grupo musical cedralense “Los Dos de San Luis”, donde se menciona la estrecha relación del sur de Nuevo León y el norte de San Luis Potosí, en la zona del Altiplano. “Cedral está enclavado en el Altiplano Potosino, en el mero norte del Estado, y muy cerquita de los límites con Nuevo León, Coahuila y Zacatecas. Una región semidesértica, alejada e inhóspita, pero con gente cariñosa y amable, que recibe el viajero con los brazos abiertos”, dijo el Cronista, integrante del Consejo de la Crónica de los Municipios del Estado de San Luis Potosí. Señaló que una de las primeras menciones de Cedral, como una hacienda, se encuentra en la “Crónica de la Provincia de Nuestra Seráfico Padre San Francisco de Zacatecas”, escrita en 1737, por el fraile franciscano José Arlegui. “Mi emoción creció por un texto que describe porqué puede considerarse el “Vergel del Altiplano”, por su agua, generadora de vida”, dijo el también Cronista Honorario de la Asociación Estatal de Cronistas Municipales de Nuevo León “José P. Saldaña”. Aún quedan vestigios del pasado glorioso de Cedral, venido a menos en los tiempos de la Revolución Mexicana en 1910, por la suspensión de las actividades mineras, pero impulsado por el comercio y la apuesta

de los cedralenses en la agricultura. HALLAZGOS PALEONTOLÓGICOS “Aunque la bibliografía sobre Cedral es poca, hurgando en la historia, nos encontramos que su pasado es milenario, pues en su territorio, y muy cerca de la cabecera municipal, se encuentra La Amapola, sitios de hallazgos paleontológicos que revelan que allí habitaron los primeros habitantes de América, al encontrarse restos de una hoguera rodeada de huesos de mamut, con una antigüedad calculada en 32,000 años, según investigaciones del Instituto Nacional de Antropología a Historia (INAH)”, señaló. El Hombre de Cedral sería más antiguo que el denominado Hombre de Tepexpan, esqueleto encontrado en 1947 a orillas del Lago de Texcoco, en el Estado de México, y se le atribuía una antigüedad de 10,000 años, aunque investigaciones recientes han revelado una nueva fecha de 4,700 años. También aún se conserva el edificio co-

nocido como La Guayulera, donde se instauró la empresa estadounidense The Mexican Crude Rubber Company, con sede en Detroit, Michigan, a principios del siglo XX. En la plaza de armas se erigió una Cabeza de Águila, colocada con dirección al norte, y forma parte de 260 estelas construidas en 1960 por órdenes del Presidente de la República Adolfo López Mateos, como parte de los festejos del 150 aniversario del inicio de la independencia nacional. “Los cedralenses llevan en su corazón la imagen de la Virgen de la Asunción, venerada en la Iglesia de la Asunción, cuya fachada fue diseñada en 1910 por el Ing. Octaviano Cabrera Hernández, célebre constructor de la ciudad de San Luis Potosí, diseñador del Edificio Ipiña”, dijo el Cronista. Otro sitio por visitar es la Plaza de Toros Frascuelo, nombrada así como homenaje al torero español Salvador Sánchez Povedano, conocido como “Frascuelo”. Fue inaugurada el 14 de agosto de 1902 y desde entonces se celebra cada año

la corrida de toros, en la víspera de la celebración del 15 de agosto, Día de Nuestra Señora de la Asunción. NORMAL DEL DESIERTO “Cedral es asiento de la Escuela Normal del Desierto, que arrancó operaciones el 27 de octubre de 1975, con el fin de preparar para el magisterio rural a hijos de talladores ixtleros y de campesinos de los estados de San Luis Potosí, Nuevo León, Tamaulipas, Zacatecas y Coahuila”, informó. Su actividad comercial se extendía a alrededor de 250 kilómetros a la redonda y era proveedor de productos para los habitantes de Real de Catorce; además fue el principal comprador de ixtle, el cual se exportaba a Estados Unidos, Inglaterra y Alemania. Entre los cedralenses distinguidos se encuentran el futbolista Francisco Javier “El Abuelo” Cruz Jiménez, el beisbolista Pepe Rodríguez, “La Gacela de Cedral”, el Ing. Sebastián Aguinaga, el Profr. Lorenzo Coronado Bouley y el empresario Fidel Segovia Morales, entre otros. En la charla, Rafael Onofre Ramírez Nava fungió como maestro de ceremonias y Juan Manuel Villanueva, representante de la Presidenta Municipal, entregó un reconocimiento al Cronista. Acudieron a la charla las candidatas a Embajadora de la Ferece: Ashley, Ruby, Jazmín y Karol. Al final, el Cronista y los asistentes posaron para la foto del recuerdo del día en que Cedral, con breves pinceladas, apuntes o bocetos fue pintado.

* El autor es Cronista Honorario de Cedral del Consejo de la Crónica de los Municipios del Estado de San Luis Potosí, Cronista Honorario de la Asociación Estatal de Cronistas Municipales de Nuevo León “José P. Saldaña”, A.C y Director de RH


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Estado

Rescata Galindo calles de la capital con “Vialidades Potosinas 2.0” El presidente municipal Enrique Galindo Ceballos afirmó que el Gobierno de la Capital mantiene un ritmo constante de trabajo con el programa Vialidades Potosinas 2.0, al poner en marcha nuevas obras de pavimentación e infraestructura en distintos sectores de San Luis Capital. Actualmente se desarrollan 36 intervenciones, entre ellas las calles Pico de Orizaba, Enramadas, Las Morenas y la Segunda Privada Monte Casino, además del inicio de redes de agua potable y drenaje sanitario en la calle Caudillo, en la colonia Mártires de la Revolución. En entrevista con medios de comunicación, el alcalde destacó que el objetivo es atender tanto grandes vialidades como calles de una sola cuadra, siempre privilegiando el be-

neficio para la población. «Cada calle cuenta. Lo importante es el beneficio que representa para las familias», expresó. Asimismo, adelantó: «Tenemos la intervención de otros arranques de obras integrales entre esta semana y la siguiente, hasta el próximo sábado 14, del programa Vialidades Potosinas». Agregó que las acciones continuarán en colonias como Tierra Blanca, Peñascal, Mártires de la Revolución, Rancho de la Cruz, Imperio Azteca, Rancho El Aguaje y en todas aquellas zonas que aún presentan rezagos. Enrique Galindo señaló que las obras contemplan pavimentación integral, renovación de redes de agua potable y drenaje, alumbrado público, banquetas, guarniciones, rampas para personas con discapa-

cidad, pasos peatonales y señalética, con el propósito de mejorar la movilidad, fortalecer la seguridad vial y elevar la calidad de vida de las familias. Indicó que, en el caso de la calle Enramadas, se intervienen además mil 280 metros cuadrados de pavimento como parte del compromiso de llevar infraestructura completa a las colonias. El alcalde reiteró que el Gobierno de la Capital continuará llevando obra pública a más colonias y comunidades para reducir rezagos históricos y construir vialidades más seguras, funcionales y duraderas. Subrayó que la estrategia de Vialidades Potosinas 2.0 mantiene un avance sostenido para responder a las necesidades de la población y mejorar la conectividad en todo el municipio.

Hackean al Poder Judicial de SLP El Poder Judicial del Estado de San Luis Potosí habría sido víctima de un nuevo ciberataque, en el que presuntamente estarían involucrados más de 27 mil archivos correspondientes al periodo 2025-2026, de acuerdo con información difundida a través de redes sociales y reportes de especialistas en ciberseguridad. Ante la situación, el propio Poder Judicial emitió un comunicado durante la tarde de este viernes 7 de agosto, en el que señaló que “no se ha detectado evidencia de extracción masiva de información de las bases de datos de esta institución”. La postura oficial generó cuestionamientos en redes sociales, debido a que usuarios señalaron que el mensaje no descarta de manera absoluta una posible filtración de información, sino que únicamente hace referencia a que no habría ocurrido una extracción masiva. De acuerdo con el especialista en ciberseguridad Víctor Ruiz, la información presuntamente comprometida tendría un tamaño de 11 gigabytes de datos comprimidos y habría sido colocada por hackers en una base de datos para su venta. El experto señaló además que el material registraba hasta 60 descargas, según una publicación realizada en su cuenta de X. La información difundida ha generado preocupación debido a que los archivos presuntamente corresponden a documentos vinculados con el Poder Judicial durante los años 2025 y 2026. Hasta el momento, la institución no ha

confirmado públicamente que dichos archivos hayan sido extraídos o que la información contenida en ellos haya sido vulnerada de manera masiva. Este caso vuelve a colocar bajo atención la seguridad informática del Poder Judicial potosino, luego de que hace poco más de un año la institución enfrentara otro ataque cibernético que derivó en la filtración y presunta venta de más de 73 mil constancias de no antecedentes penales. Aquella situación provocó que las autoridades suspendieran temporalmente la emisión de dicho documento mientras se realizaban las acciones correspondientes para atender el incidente y reforzar los mecanismos de seguridad.

Polémico policía, nuevo comisionado de Búsqueda de Personas Co mo parte d e l co mpro miso d e l Go be rn ad o r d e San Luis Poto sí, Ricard o Gal l ard o Card o n a, d e fo rtal e ce r l as in stitucio n e s e ncargad as d e ate n d e r un a d e l as causas más se n sibl e s para l a so cie d ad , e l se cretario Ge n e ral d e Go bie rn o , J. Guad al upe To rre s Sán ch ez, to mó prote sta a Hé cto r Ed gar Mar d e l Á n ge l co mo n uevo titul ar d e l a Co misió n Estatal d e Búsque d a d e Pe rso n as (CEBP), quie n te n d rá l a re spo n sabil id ad d e d ar co n tin uid ad a l as accio n e s o rie ntad as a l a l o ca l izació n d e pe rso n as d e sapare cid as o n o l ocal izad as, co n pl e n o re speto a l o s d e re ch o s h uman o s. D urante e l acto proto co l ario , e l se cretario Ge n e ral d e Go bie rn o ex h o rtó al n uevo co mi sio n ad o a d e se mpe ñ ar su l abo r co n se n si bil id ad , profe sio n al ismo y ce rcan ía co n l as famil ias, privil e gian d o e l d iál o go pe rman e nte co n l o s co l e ctivo s d e búsque d a, l as o rgan izacio n e s d e l a so cie d ad civil y l as auto rid ad e s d e l o s tre s ó rd e n e s d e go bie rn o , bajo un e nfo que h uman itario que prio rice l a l o cal izació n co n vid a y e l aco mpañ amie nto inte gral a l as víctimas in d ire ctas. To rre s Sán ch ez d e stacó que l a co o rd in a ció n e ntre l as in stitucio n e s se rá d ete rmi n ante para fo rtal e ce r l o s re sul tad o s d e l a Co misió n , po r l o que l l amó a co n so l id ar sus capacid ad e s o pe rativas me d iante e l uso d e h e rramie ntas te cn o l ó gicas, l a actual izació n pe rman e nte d e l o s proto co l o s d e actuació n y l a capacitació n d e l pe rso n al e spe cial izad o , co n e l pro pó sito d e ofre ce r un a ate n ció n cad a vez más eficie nte y se n sibl e a quie n e s e nfre ntan l a d e saparició n d e un se r que rid o . A l to mar prote sta al n uevo titul ar, e l se cretario Ge n e ral d e Go bie rn o re ite ró que l a ad min istració n e statal mante n d rá un a po l íti ca d e trabajo pe rman e nte e n mate ria d e búsque d a d e pe rso n as. “En San Luis Poto sí n o vamo s a bajar l a guard ia, se guire mo s e scu ch an d o , ate n d ie n d o y actuan d o co n re spo nsabil id ad y se n sibil id ad ante l as d e man d as d e l as famil ias. Este n o mbramie nto fo rtal e ce l a capacid ad in stitucio n al d e l Estad o para avan zar co n d ete rmin ació n e n l a búsque d a d e l a ve rd ad , l a justicia y l a e spe ran za”.


Estado

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Garantiza Gallardo entrega de útiles escolares para las cuatro regiones El gobernador de San Luis Potosí, Ricardo Gallardo Cardona, garantizó que en un plazo aproximado de 15 días concluirá la entrega de más de 350 mil paquetes de útiles escolares en las cuatro regiones del Estado, como parte de una gira de trabajo que permitirá beneficiar a estudiantes de educación básica de los 59 municipios. El Mandatario Estatal afirmó que los paquetes contienen la totalidad de los materiales establecidos por la Secretaría de Edcuación del gobierno del Esatdo (SEGE) y el Sistema Educativo Estatal Regular (SEER) para el próximo ciclo escolar.

Con una inversión superior a 17.5 millones de pesos, este programa social entrega de manera gratuita útiles escolares, mochilas y calzado a más de 350 mil estudiantes, lo que representa un respaldo directo a la economía de miles de familias potosinas, al reducir significativamente los gastos que implica el regreso a clases. El gobernador destacó que este apoyo se complementa con el Seguro al Estudiante, un esquema que brinda atención médica a las y los alumnos en caso de sufrir algún accidente dentro de los planteles educativos o durante sus tras-

lados, fortaleciendo las acciones para ofrecer mayor protección y bienestar a la comunidad escolar. Cada paquete escolar incluye mochila, calzado, libretas profesionales de 100 hojas, lápiz, bicolor, bolígrafos, sacapuntas, goma, tijeras, lápiz adhesivo, juego geométrico, diccionario de la lengua española, colores y estuche para lápices. El gobernador reafirmó que estas acciones permiten que los estudiantes inicien el próximo ciclo escolar con las herramientas necesarias para continuar su formación académica en mejores condiciones.

Androides y perros cibernéticos refuerzan seguridad en SLP Con cinco androides y ocho perros k-9 cibernéticos, el gobernador del Estado, Ricardo Gallardo Cardona, encabezó la entrega del equipamiento táctico y especializado para reforzar la seguridad de San Luis Potosí en la Feria Nacional Potosina y en los 59 municipios. «Vamos a tener varios perros robots que harán labores de inteligencia y vigilancia, escanean temperaturas y todo del cuerpo. También tendremos androides que estarán llegando de China a mediados de la Feria, se incorporarán a la Guardia Civil Estatal, son cinco androides y la primera camada de perros k-9 cibernético es de ocho, y luego llega-

rán otros ocho. Es tecnología de primer mundo», declaró en entrevista Gallardo Cardona. Entre el equipo destinado a Protección Civil del Estado resaltan una lancha de rescate, ambulancia, unidad de rescate 4×4, herramientas e insumos que permitirán salvaguardar a los potosinos no solo durante la Feria Nacional Potosina, sino durante algunas emergencias o contingencias que se presenten a lo largo del estado en los 59 municipios. Por su parte, la Secretaría de Seguridad y Protección Ciudadana del Estado recibió equipamiento especializado y tecnología de vanguardia, camionetas blindadas, así como perros

robots y androides que operarán en la FENAPO 2026, mismos que serán aliados con su escáner a 360° y detección de objetos a distancia, transmisión de video en tiempo real con patrullaje autónomo e identificación de comportamientos inusuales; con ello, se busca salvaguardar la integridad de los potosinos en la fiesta más grande del estado. De mayo a junio de 2026, el robo a negocios pasó de 62 a 45 casos, una reducción del 27.4 por ciento; el robo de vehículos disminuyó de 54 a 42 denuncias, equivalente al 22.2 por ciento; mientras que el robo a casa habitación bajó de 49 a 42 registros, es decir, 14.3 por ciento menos.

Soledad tendrá la primera lavandería gratuita del estado Juan Manuel Navarro Muñiz, alcalde de Soledad de Graciano Sánchez, informó que se construye en el municipio la primera lavandería gratuita del programa estatal anunciado por el Gobernador, Ricardo Gallardo Cardona, la cual estará ubicada en el Centro de Desarrollo Comunitario del DIF en la colonia Las Huertas; este nuevo espacio fortalecerá el apoyo directo a la economía de las familias al ofrecer un servicio sin costo y un compromiso permanente por acercar más beneficios a la población. El Alcalde recordó que desde el anuncio de este

programa social «Lavanderías Gratuitas», el mandatario estatal manifestó el interés de que Soledad fuera de los primeros municipios beneficiados, por lo que se expresó la disposición del Ayuntamiento para colaborar en la consolidación de este proyecto, el cual ahora comienza a materializarse en un espacio del Sistema Municipal para el Desarrollo Integral de la Familia (DIF) destinado al bienestar de las familias. “Esta lavandería representa un apoyo real para la economía de las familias, porque les permitirá ahorrar tiempo y dinero; en Soledad seguimos

gestionando y trabajando de la mano con el Gobierno del Estado para que los programas sociales lleguen primero a quienes más lo necesitan”, expresó el edil soledense. El programa estatal contempla brindar de manera gratuita el servicio de lavado de ropa con equipo especializado e insumos incluidos, lo que beneficiará principalmente a madres y padres de familia, personas adultas mayores y sectores vulnerables, fortaleciendo la cercanía del gobierno con la ciudadanía y ampliando los servicios comunitarios en favor del bienestar social.


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Estefanía López Paulín

Lunes 10 de agosto de 2026 | El Tiempo del Altiplano

Salud

Psicóloga

psc.estefaniapaulin_uaslp@hotmail.com Teléfono: 4881154435

Ser zurdo

que también se entrena

Los adultos chiquitos Hay un momento en la vida en el que uno descubre que ser adulto no era exactamente como lo imaginaba. De pronto hay cuentas por pagar, decisiones que nadie puede tomar por nosotros, incertidumbre laboral, relaciones más complejas y una pregunta que aparece con frecuencia: “¿de verdad ya soy un adulto?” En redes sociales se ha popularizado el término “adultos chiquitos” para describir a quienes atraviesan esa transición entre la juventud y la adultez. Aunque el nombre tiene un tono humorístico, refleja una experiencia muy real: sentirse demasiado grande para depender de otros, pero todavía demasiado pequeño para sentir que se tiene todo bajo control. Este fenómeno no es nuevo. Lo que sí ha cambiado es la forma en que lo vivimos. El psicólogo Jeffrey Arnett describió esta etapa como la “adultez emergente”, un periodo que suele abarcar desde finales de la adolescencia hasta finales de los veinte, e incluso más allá. Es una etapa caracterizada por la exploración de la identidad, la inestabilidad y la búsqueda de un lugar propio en el mundo. La diferencia es que, para muchas generaciones anteriores, el paso a la adultez estaba marcado por hitos relativamente claros: conseguir un empleo estable, casarse, comprar una casa o formar una familia. Hoy esos acontecimientos ocurren más tarde, en otro orden o, simplemente, pueden no suceder. La adultez dejó de ser una meta con una ruta definida para convertirse en un camino mucho más flexible y, en ocasiones, incierto. Esta realidad tiene un impacto emocional importante. No es extraño que durante estos años aparezcan crisis de ansiedad, dudas sobre el futuro o una sensación persistente de ir “atrasados” en comparación con otras personas. A esto

se suma un contexto social muy distinto al de nuestros padres: mercados laborales más competitivos, costos de vivienda elevados, cambios tecnológicos acelerados y redes sociales que nos exponen constantemente a versiones idealizadas del éxito ajeno. La comparación permanente puede hacernos creer que todos los demás ya resolvieron su vida, cuando en realidad la mayoría también está improvisando. La diferencia es que pocas veces mostramos nuestras dudas con la misma facilidad con la que compartimos nuestros logros. Sin embargo, estas crisis no son necesariamente una señal de fracaso. En muchos casos representan el proceso natural de construir una identidad adulta. Asumir responsabilidades implica aprender a tolerar la incertidumbre, aceptar que no siempre habrá respuestas inmediatas y descubrir que crecer no significa dejar de sentir miedo, sino aprender a actuar a pesar de él. Quizá por eso la adultez no llega de un día para otro. No aparece cuando recibimos un título universitario, firmamos un contrato o pagamos nuestra primera factura. Se construye poco a poco, en las pequeñas decisiones cotidianas, en los errores que enseñan y en la capacidad de seguir avanzando incluso cuando no tenemos la certeza de estar haciéndolo perfectamente. Tal vez ser un “adulto chiquito” no sea una contradicción, sino una descripción bastante honesta de una generación que está aprendiendo a crecer en un mundo más complejo que el de sus padres. Y quizá esa sea la verdadera lección: nadie deja de aprender a ser adulto; simplemente, con el tiempo, nos volvemos un poco mejores para navegar la incertidumbre.

Durante mucho tiempo, ser zurdo fue visto como una rareza e incluso como un defecto que debía corregirse. En muchos países, hasta hace apenas unas décadas, era común que a los niños se les obligara a escribir con la mano derecha, bajo la creencia de que hacerlo facilitaría su aprendizaje o su adaptación social. Hoy sabemos que esa práctica no solo era innecesaria, sino que podía generar frustración, ansiedad y dificultades en el desarrollo de algunas habilidades. Con motivo del Día Internacional de las Personas Zurdas (13 de Agosto), vale la pena dejar de lado los mitos para conocer algunos datos curiosos que la ciencia sí ha podido confirmar sobre esta característica humana. Se estima que alrededor del 10 % de la población mundial es zurda. Es decir, aproximadamente una de cada diez personas utiliza preferentemente la mano izquierda para escribir y realizar actividades que requieren precisión. Aunque parece una proporción pequeña, esta cifra se ha mantenido relativamente estable a lo largo de la historia y en diferentes culturas, lo que sugiere que la preferencia manual forma parte de la diversidad natural de nuestra especie. Uno de los aspectos más interesantes es que la ciencia todavía no conoce con absoluta certeza por qué una persona es zurda. Las investigaciones apuntan a que intervienen múltiples factores, entre ellos la genética y el desarrollo cerebral antes del nacimiento. No existe un “gen de la zurdera”; más bien, parece ser el resultado de la interacción de varios procesos biológicos que aún continúan estudiándose. También es común escuchar que las personas zurdas son más creativas o más inteligentes. Sin embargo, es importante distinguir entre evidencia y creencias populares. Hasta el momento, los estudios no permiten afirmar que ser zurdo otorgue una ventaja general en inteligencia o creatividad. Lo que sí sabemos es que existe una enorme variabilidad entre las personas, independientemente

de cuál sea su mano dominante. Ser zurdo no convierte automáticamente a alguien en un artista excepcional ni en un genio matemático, del mismo modo que ser diestro tampoco determina esas capacidades. Otro dato interesante es que muchas herramientas y espacios cotidianos siguen estando diseñados pensando en la mayoría diestra. Tijeras, pupitres escolares, utensilios de cocina, instrumentos musicales e incluso interfaces digitales suelen favorecer el uso de la mano derecha. Esto obliga a muchas personas zurdas a desarrollar estrategias de adaptación desde edades muy tempranas. Lejos de representar una desventaja insuperable, esta experiencia cotidiana nos recuerda que la inclusión también consiste en reconocer diferencias que a veces pasan desapercibidas. Desde la psicología, la historia de la zurdera también nos enseña cómo las normas sociales pueden influir en nuestra percepción de lo “normal”. Durante siglos, una característica biológica completamente natural fue asociada con prejuicios, supersticiones e incluso con ideas morales. Afortunadamente, el conocimiento científico ha contribuido a desmontar esas creencias y a comprender que las diferencias humanas no necesitan corregirse cuando no representan un problema para la salud o el bienestar. Quizá la lección más valiosa que nos deja el Día Internacional de las Personas Zurdas no tenga que ver con qué mano usamos para escribir, sino con la manera en que entendemos la diversidad. La ciencia nos recuerda que las diferencias forman parte de la condición humana y que muchas veces aquello que parece poco común es simplemente otra expresión de la enorme variedad con la que las personas aprendemos, pensamos y nos relacionamos con el mundo. Después de todo, construir una sociedad más inclusiva comienza por reconocer que no existe una única forma correcta de hacer las cosas… ni siquiera de sostener un bolígrafo.


Entérate

El Tiempo del Altiplano | Lunes 10 de agosto de 2026

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Fenapo 2026 abre sus puertas con una cartelera de talla internacional El gobernador de San Luis Potosí, Ricardo Gallardo Cardona, inauguró la Feria Nacional Potosina (Fenapo) 2026, que del 7 al 30 de agosto ofrecerá 24 días de fiesta, espectáculos, gastronomía, deporte y entretenimiento para todas las edades, para esta edición se prevé una asistencia superior a los 9 millones de visitantes y una derrama económica de más de 6 mil 500 millones de pesos, consolidando a la Fenapo como uno de los eventos de mayor proyección turística y económica del país. Durante la ceremonia inaugural, acompañado por la gobernadora de Guanajuato, Libia Dennise García Muñoz Ledo, cuyo Estado participa como invitado de honor, Ricardo Gallardo destacó que la Feria mantiene una amplia oferta gratuita para las familias, con acceso general, estacionamiento, 100 juegos mecánicos infantiles y familiares, así como todos los conciertos del Teatro del Pueblo. “Queremos que las familias vengan, disfruten y vivan una feria de gran calidad, hecha para la gente bonita de San Luis Potosí y para quienes nos visitan de México y de la Unión Americana”, expresó. La cartelera inició con Gloria Trevi en el Teatro del Pueblo y Remmy Valenzuela en el renovado Palenque, al que se sumarán figuras como Katy Perry, Mötley Crüe y Los Tigres del Norte. La programación incluye además circo gratuito con funciones familiares y de terror, experiencias de Peppa Pig y Transformers, Voladores de Papantla, restaurantes, centros nocturnos, pabellones

Gloria Trevi lleva mensaje de esperanza a internas de La Pila

El gobernador de San Luis Potosí, Ricardo Gallardo Cardona, acompañado de Gloria Trevi realizaron un encuentro con mujeres privadas de su libertad en el Centro Penitenciario Estatal de La Pila, donde la cantante convivió y escuchó sus experiencias y compartió un mensaje de empatía, esperanza y segundas oportunidades, además de ofrecerles un emotivo momento al interpretar algunas canciones a capela. Ricardo Gallardo destacó que esta convivencia se suma al tra-

bajo permanente que realiza el Gobierno del Estado para que las personas privadas de la libertad cuenten con herramientas reales para reconstruir sus proyectos de vida, mediante educación, capacitación para el trabajo, actividades productivas, deportivas, culturales y acompañamiento para su reintegración familiar y social, bajo una visión penitenciaria que prioriza el respeto a los derechos humanos y una verdadera reinserción. El mandatario estatal agregó que también se ha avanzado en

los procesos de preliberación y beneficios legales para quienes reúnen las condiciones establecidas en la ley, permitiendo que más personas puedan reincorporarse responsablemente a la sociedad. Señaló que detrás de cada proceso existen familias y nuevas oportunidades, por lo que su administración continuará generando condiciones para que quienes cumplen una sentencia puedan encontrar un camino de regreso a su comunidad y alejarse de conductas delictivas.

comerciales y una extensa muestra gastronómica, artesanal y productiva de las cuatro regiones del Estado. Por su parte, Libia Dennise García destacó la coordinación que mantienen Guanajuato y San Luis Potosí para conservar condiciones de seguridad en la zona limítrofe y favorecer el intercambio turístico, económico y cultural entre ambas entidades. Como Estado invitado, Guanajuato contará con un pabellón especial para mostrar su riqueza turística, artesanal, gastronómica y cultural durante toda la Fenapo. La fiesta potosina también contará con Zona Ganadera, exposiciones agroindustriales, muestras regionales y una amplia agenda deportiva con basquetbol, tochito flag, handball, voleibol, atletismo, squash, karate, BMX, patinaje, béisbol, boxeo y gimnasia artística, además de la NRHA International Reining Cup en la Arena Potosí. El Palenque fue completamente renovado con mejores instalaciones, restaurantes, sanitarios, guardarropa y sala de prensa. Ricardo Gallardo señaló que se desplegó una coordinación especial entre Guardia Civil Estatal (GCE), Guardia Nacional (GN), Ejército Mexicano, corporaciones municipales, Protección Civil y servicios médicos para garantizar una Feria segura y ordenada. Asimismo, el nuevo paso a desnivel vehicular frente a la Arena Potosí permitirá agilizar la movilidad en uno de los principales accesos al recinto, en una edición que proyectará nuevamente a San Luis Potosí ante México y el mundo.


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Nacionales

Lunes 10 de agosto de 2026 | El Tiempo del Altiplano

Firma Trump decreto contra el “turismo de nacimiento”

El presidente Donald Trump firmó ayer un decreto que impide el llamado “turismo de nacimiento”, que consiste en que mujeres extranjeras dan a luz en Estados Unidos para que el hijo adquiera la ciudadanía de ese país. La Suprema Corte anuló hace poco más de un mes una orden ejecutiva que suprimía el derecho de suelo para los hijos de inmigrantes en situación irregular, pero Trump aseguró que este nuevo intento será un “ajuste” a ese derecho. “Lo que hemos visto en los últimos años son redes delictivas organizadas que establecen un sistema mediante el cual decenas de miles de personas pueden venir a este país de forma organizada y dar a luz aquí únicamente con el propósito de obtener la ciudadanía por derecho de nacimiento”, explicó a periodistas en el despacho oval. “Este decreto adopta una serie de medidas destinadas a combatir ese tipo de prácticas organizadas. Nos centramos mucho en negar visas a personas de las que tenemos motivos para creer que vienen con ese propósito. Visas tanto para

los padres que participan, como para las personas que organizan estas redes”, aseguró. La enmienda número 14 a la Constitución estadunidense, aprobada tras la Guerra de Secesión para proteger el derecho a la ciudadanía de los antiguos esclavos, explica el derecho de la ciudadanía por haber nacido en el territorio estadunidense, salvo casos muy concretos. Esa fue la doctrina ratificada por la mayoría de la Suprema Corte. De acuerdo con la legislación vigente, un responsable de un consulado estadunidense puede denegar un visado a un no residente si sospecha que viaja al país para dar a luz. Los críticos de ese sistema dicen que el problema son las futuras madres que solicitan simplemente el permiso de entrar como turistas, sin pedir el visado. “Los niños nacidos en Estados Unidos de padres que se encuentran en el país ilegalmente o de forma temporal están ‘sujetos a la jurisdicción’ estadunidense y son ciudadanos desde su nacimiento”, in-

dicaron los jueces de la Suprema Corte en su sentencia del 30 de junio. Stephen Miller, uno de los asesores más cercanos de Trump, dijo que el decreto presidencial denegará la ciudadanía por nacimiento a hijos de miembros de “organizaciones terroristas extranjeras”, así como de “amplias categorías de personas que presionan y actúan en nombre de gobiernos extranjeros”. La medida “garantiza que un gran número de personas que equivocadamente (estarían) obteniendo la ciudadanía por nacimiento ya no serán elegibles para esos beneficios”, aseguró Miller. En este contexto, el Departamento de Estado investigará las cuentas en redes sociales de los periodistas extranjeros que soliciten visados para trabajar en Estados Unidos, informó el medio conservador The Daily Signal. Los solicitantes de otro tipo de visado para trabajadores procedentes de Canadá y México también se verán ahora incluidos en este proceso de verificación, según el informe. No quedó claro cuándo entraría en vigor la nueva política anunciada.

¿Dónde podrá verse el eclipse solar del 12 de agosto? El cielo se prepara para uno de los espectáculos astronómicos más impresionantes de 2026: un eclipse solar total que ocurrirá el próximo miércoles 12 de agosto y que podrá ser observado en distintas regiones del mundo. Aunque México no se encuentra dentro de la franja de totalidad, el fenómeno podrá seguirse a través de transmisiones en vivo. Este eclipse forma parte de los seis eclipses solares totales que podrán observarse durante esta década, contando el histórico fenómeno de 2024 que cruzó territorio mexicano. Para los aficionados a la astronomía, se trata de una nueva oportunidad para disfrutar de uno de los eventos naturales más llamativos. La totalidad tendrá una duración aproximada de dos minutos y comenzará poco después de las 13:20 horas, tiempo del este, equivalente a alrededor de las 11:20 horas en la Ciudad de México. Durante ese breve periodo, la Luna se colocará frente al Sol y bloqueará completamente su luz en las zonas donde el eclipse será total. La franja de totalidad recorrerá Groenlandia, Islandia, el norte de Rusia y amplias zonas del océano Atlántico, además de la península ibérica, donde se encuentran España y Portugal. Estos territorios serán privilegiados al encontrarse dentro de la trayectoria en la que el Sol quedará completamente cubierto.

El eclipse también podrá observarse de manera parcial en buena parte de Canadá y el norte de Estados Unidos, desde Alaska hasta Carolina del Norte. En esas regiones, la Luna cubrirá solamente una parte del disco solar, por lo que el espectáculo será diferente al que podrán apreciar quienes se encuentren bajo la franja de totalidad. México, sin embargo, quedará fuera del recorrido del eclipse total. Esto significa que el fenómeno no podrá observarse directamente desde nuestro país, por lo que quienes quieran disfrutarlo tendrán que recurrir a las transmisiones que preparen las instituciones especializadas. La NASA anunció que transmitirá el eclipse solar total a través de sus canales oficiales y redes sociales, permitiendo que millones de personas puedan seguir el momento en tiempo real. Así, aunque el cielo mexicano no será escenario de este fenómeno, la tecnología permitirá disfrutarlo desde cualquier lugar. El próximo 12 de agosto, el Sol, la Luna y la Tierra volverán a alinearse para ofrecer uno de los espectáculos más sorprendentes del universo. Serán apenas un par de minutos, pero suficientes para recordar que el cielo todavía guarda fenómenos capaces de detener, aunque sea por un instante, la mirada de millones de personas.

Estados Unidos reactivará parcialmente actividades con Michoacán

El G obiern o d e Estad os U n id os inform ó que, con la cooperación y asisten cia d el gobiern o m ex ican o, rean ud ará parcialm ente sus activid ad es en Mich oacán a partir d e este sábad o 8 d e agosto. D e acuerd o con un a alerta d e segurid ad em itid a este viern es por la Misión d e Estad os U n id os en Méx ico, las activid ad es se re tom arán en las zon as d e Tan cítaro, Tacám baro y U ruapan , así com o en el área com pren d id a en tre Morelia y Pátzcuaro. L a representación d iplom ática record ó, sin em bargo, que Mi ch oacán perm an ece clasificad o por el D epartam ento d e Estad o d e Estad os U n id os com o un a entid ad d e n ivel 4, correspon d iente a la recom en d ación d e “No viajar”. A nte esta situación , las autorid ad es estad oun id en ses reco m en d aron a sus ciud ad an os m an ten erse atentos a los m ed ios d e com un icación locales, inform ar a fam iliares y am igos sobre su ubicación y estad o, y registrarse en el program a d e in scripción para viajeros d el D epartam ento d e Es tad o (STEP ). Asim ism o, ex h ortaron a los ciud ad an os estad oun id en ses a com un icarse al 911 en caso d e un a em ergen cia y contactar a la Em bajad a d e Estad os U n id os en Méx ico si requieren asisten cia. L a rean ud ación parcial d e activid ad es ocurre luego d e que el G obiern o d e Estad os U n id os res trin giera tem poralm ente algun as operacion es en la entid ad y tras la coord in ación con autorid ad es m ex ican as.


Entretenimiento

HORÓSCOPOS ARIES (21 DE MARZO AL 20 DE ABRIL) Esta semana tendrás energía para retomar proyectos que habías dejado pendientes. En el trabajo, evita actuar con demasiada prisa y revisa bien tus decisiones. En el amor, una conversación sincera puede ayudarte a aclarar una situación. Cuida tu descanso y evita acumular estrés. TAURO (21 DE ABRIL AL 21 DE MAYO) Los asuntos económicos ocuparán buena parte de tu atención. Podrías encontrar una oportunidad para mejorar tus ingresos, pero será importante analizarla antes de comprometerte. En el amor, la paciencia será clave para evitar discusiones innecesarias. Tómate tiempo para disfrutar actividades que te hagan sentir tranquilo. GÉMINIS (22 DE MAYO AL 20 DE JUNIO) Tu capacidad para comunicarte será tu mejor herramienta durante estos días. Una conversación podría abrirte una puerta en el ámbito académico o profesional. En el amor, alguien podría sorprenderte con una propuesta o mensaje inesperado. Evita querer resolver demasiadas cosas al mismo tiempo.

CÁNCER (21 DE JUNIO AL 22 DE JULIO) La semana te llevará a concentrarte en asuntos familiares y personales que habías dejado en segundo plano. En el trabajo, podrás avanzar si organizas mejor tus prioridades. En el amor, expresar lo que sientes evitará malos entendidos. Busca momentos de tranquilidad para recuperar energía. LEO (23 DE JULIO AL 22 DE AGOSTO) Serás protagonista de varias situaciones importantes durante la semana. Tu seguridad puede ayudarte a defender tus ideas y conseguir reconocimiento. En el amor, tendrás oportunidad de fortalecer una relación mediante pequeños detalles. Cuida que tu confianza no se convierta en impulsividad. VIRGO (23 DE AGOSTO AL 21 DE SEPTIEMBRE) Una semana favorable para ordenar pendientes y establecer nuevas metas. Podrías recibir una noticia relacionada con trabajo, estudios o dinero que te obligue a reorganizar tus planes. En el amor, será mejor escuchar antes de sacar conclusiones. Tu bienestar mejorará si estableces límites a tus responsabilidades. LIBRA (22 DE SEPTIEMBRE AL 22 DE OCTUBRE) Las relaciones personales estarán en el centro de tu atención. Una persona cercana podría necesitar tu apoyo o pedirte consejo. En el trabajo, evita involucrarte en discusiones que no te corresponden. En el amor, una conversación pendiente puede finalmente encontrar un momento adecuado para darse. ESCORPIO (23 DE OCTUBRE AL 22 DE NOVIEMBRE) Tendrás una semana de decisiones. Algo que llevas tiempo considerando podría comenzar a tomar forma, especialmente en asuntos profesionales o personales. En el amor, procura no guardar demasiado tiempo lo que piensas. Hacia el fin de semana encontrarás una oportunidad para desconectarte de las preocupaciones. SAGITARIO (23 DE NOVIEMBRE AL 21 DE DICIEMBRE) Tu espíritu aventurero estará más presente de lo habitual. Será una buena semana para conocer lugares, personas o actividades diferentes. En el trabajo, una nueva idea puede llamar la atención de quienes te rodean. En el amor, evita prometer más de lo que realmente puedes cumplir. CAPRICORNIO (22 DE DICIEMBRE AL 20 DE ENERO) La organización será fundamental para aprovechar la semana. Podrías tener varias responsabilidades al mismo tiempo, pero avanzarás si estableces prioridades. En el amor, una situación que parecía complicada puede comenzar a mejorar. No descuides tus momentos de descanso por cumplir con todo. ACUARIO (21 DE ENERO AL 18 DE FEBRERO) Una idea que parecía poco viable podría encontrar una nueva oportunidad. Escucha las propuestas de quienes te rodean, especialmente en asuntos laborales o académicos. En el amor, tendrás que ser claro con tus intenciones para evitar confusiones. El fin de semana será ideal para cambiar de rutina. PISCIS (19 DE FEBRERO AL 20 DE MARZO) Tu intuición estará especialmente activa esta semana. Podrías notar detalles que otras personas pasan por alto y utilizarlos para tomar mejores decisiones. En el amor, será importante no interpretar demasiado las acciones de los demás sin hablar primero. Dedica tiempo a actividades creativas o relajantes.

El Tiempo del Altiplano | Lunes 10 de agosto de 2026

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Leyendas

Lunes 10 de agosto de 2026 | El Tiempo del Altiplano

Cuando La Llorona se pasea por Matehuala Dicen que en Matehuala hay noches en las que el viento cambia. No es el aire seco que baja desde el desierto ni el frío que se mete entre las calles cuando llega la madrugada. Es algo distinto. Un silencio que aparece de repente, como si la ciudad entera dejara de respirar por unos segundos. Los viejos del pueblo saben lo que significa.

Una noche, desaparecieron.

sus

hijos

Desde entonces, la mujer comenzó a buscarlos.

Pero la historia tenía algo todavía más extraño.

Primero caminó por las calles cercanas a su casa. Después llegó hasta los caminos que comunicaban Matehuala con las comunidades de los alrededores. Caminaba durante horas, llamándolos por sus nombres.

Siempre parecía estar más cerca de lo que realmente estaba.

Nunca los encontró. Es mejor no salir. Porque cuando ese silencio llega, cuentan que también puede escucharse un llanto. Hace muchos años, cuando Matehuala todavía no tenía el tamaño que tiene ahora y las calles terminaban donde comenzaba el monte, una mujer acostumbraba caminar durante las noches buscando a sus hijos. Nadie sabía exactamente de dónde venía. Algunos decían que había llegado de una comunidad cercana; otros aseguraban que había vivido en una de las antiguas casas de la ciudad. Lo único que todos parecían saber era que una tragedia había ocurrido.

Cuando alguien intentaba acercarse, ella desaparecía.

Pero tampoco buscarlos.

dejó

de

Un hombre que regresaba de madrugada por uno de los antiguos caminos de Matehuala contó alguna vez que escuchó el llanto detrás de él. Pensó que se trataba de una mujer que necesitaba ayuda y detuvo su paso. Miró hacia atrás.

Con el tiempo, quienes vivían cerca de aquellos caminos comenzaron a escucharla.

No había nadie. Continuó caminando.

Primero era un llanto lejano. Entonces volvió a escucharla. Después, una voz. Esta vez delante de él. Y finalmente, aquel lamento que todavía hoy forma parte de la leyenda. “¡Ay, mis hijos!” Los primeros que aseguraron haberla visto hablaban de una mujer vestida completamente de blanco. Caminaba despacio, con la cabeza agachada y el cabello cubriéndole el rostro.

El hombre siguió el sonido hasta llegar a un lugar donde la oscuridad cubría completamente el camino. Allí alcanzó a distinguir una figura blanca.

Después comenzó a caminar. Pero la historia permaneció. El hombre intentó seguirla, pero mientras avanzaba se dio cuenta de algo que le heló la sangre: aquella figura no parecía tocar el suelo. Corrió Matehuala.

de

regreso

a

Nunca volvió a pasar por ese camino durante la noche. Historias como esa comenzaron a multiplicarse. Algunos aseguraban haber escuchado el llanto cerca de antiguos caminos. Otros decían que aparecía en las calles cuando la ciudad quedaba prácticamente vacía. También hubo quienes juraban que, al pasar cerca de algún arroyo o terreno solitario, escuchaban a una mujer llorando, aunque al buscarla no encontraban absolutamente a nadie. Con los años, Matehuala cambió.

Los abuelos continuaron contándosela a sus hijos y estos a los más pequeños. La advertencia era casi siempre la misma: si alguna noche, mientras caminas solo, escuchas a una mujer llorando a lo lejos, no intentes buscarla. Y mucho menos responderle. Porque según quienes conocen la leyenda, hay algo que nunca debes olvidar. La Llorona no siempre aparece donde se escucha. A veces, cuando su llanto parece perderse en la distancia, puede estar justo detrás de ti. Y cuentan que en algunas noches de Matehuala, cuando el viento deja de soplar y las calles quedan completamente vacías, todavía puede escucharse una voz atravesando la oscuridad. Una voz que busca a alguien.

Llegaron más casas, más vehículos, más calles y más luces.

Una voz que lleva décadas recorriendo el Altiplano.

Estaba de espaldas. La mujer permaneció inmóvil durante algunos segundos.

Los caminos donde antes solamente se escuchaba el viento comenzaron a llenarse de movimiento.

Una voz que, según dicen, todavía sigue preguntando por sus hijos.


Policiaca

El Tiempo del Altiplano | Lunes 10 de agosto de 2026

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Cae abuelito narcomenudista en Villa de Ramos Un hombre de 70 años fue detenido en el municipio de Villa de Ramos durante un operativo coordinado entre elementos de la Guardia Civil Estatal (GCE) y el Ejército Mexicano, luego de que presuntamente realizara detonaciones con un arma de fuego en la comunidad de El Zacatón. De acuerdo con la información oficial, los hechos ocurrieron durante acciones de seguridad implementadas en esta localidad, donde los agentes detectaron la presunta conducta relacionada con el uso de un arma de fuego, por lo que procedieron conforme a los

protocolos establecidos para controlar la situación. Durante la intervención, los elementos lograron desarmar y detener a quien fue identificado como Marcial “N”, de 70 años de edad. Al momento de su aseguramiento presuntamente portaba un arma de fuego abastecida con siete cartuchos útiles. Además del arma, los agentes localizaron entre sus pertenencias diversas dosis de una sustancia con características físicas propias de la droga conocida como “cristal”, por lo que también fue detenido por su probable responsabilidad en delitos contra la salud.

Tras la intervención, Marcial “N” fue puesto a disposición de la autoridad competente junto con el arma, los cartuchos y las sustancias aseguradas. Será la instancia correspondiente la encargada de realizar las investigaciones y determinar su situación jurídica conforme a derecho. Las corporaciones de seguridad señalaron que este tipo de operativos forman parte de las acciones coordinadas que se mantienen en distintos municipios del estado para atender reportes relacionados con armas de fuego y posibles actividades delictivas.

Desmantelan red de vigilancia criminal en Charcas

Detienen Raúl “N” por presunta violencia familiar Como parte de las acciones para reforzar la seguridad en la región Altiplano, la Guardia Civil Estatal (GCE) detuvo a un hombre en el municipio de Charcas y aseguró cinco cámaras de videovigilancia, así como tres equipos de transmisión de datos, que presuntamente eran utilizados para monitorear los movimientos de las corporaciones de seguridad. La Secretaría de Seguridad y Protección Ciudadana del Estado (SSPCE) informó que estas acciones forman parte del operativo «Altiplano Seguro», mediante el cual se mantienen recorridos permanentes de vigilancia, labores de inteligencia y acciones preventivas en los municipios de la región. Durante los patrullajes de seguridad, elementos de la Guardia Civil Estatal detuvieron a Sergio “N”, a quien le fueron aseguradas varias bolsas con hierba verde y seca con características similares a la marihuana. Tras su captura, fue puesto a disposición de la Fiscalía General del Estado (FGE), autoridad que continuará con las investigaciones correspondientes para determinar su situación jurídica. De manera paralela, los trabajos de inteligencia permitieron ubicar diversos puntos donde se encontraban instaladas de forma irregular cámaras

de videovigilancia y equipos de transmisión de datos, los cuales presuntamente eran utilizados para vigilar los desplazamientos y operativos de las fuerzas de seguridad en el municipio. En total, los agentes aseguraron cinco cámaras de videovigilancia y tres equipos de transmisión de datos colocados en distintos puntos estratégicos, infraestructura que quedó bajo resguardo de las autoridades para ser integrada a las investigaciones correspondientes. Las autoridades estatales señalaron que este tipo de dispositivos son utilizados en ocasiones por grupos delictivos para obtener información sobre la movilidad de las corporaciones policiales y anticipar operativos, por lo que su localización y aseguramiento representa un avance en las acciones para debilitar estas redes de vigilancia clandestina. La SSPCE reiteró que el operativo «Altiplano Seguro» continuará desarrollándose de manera permanente en los municipios de la región, en coordinación con autoridades de los tres órdenes de gobierno, con el objetivo de fortalecer la vigilancia, prevenir hechos delictivos y preservar la tranquilidad de las familias del Altiplano potosino.

Un hombre señalado por el presunto delito de violencia familiar, cometido en el municipio de Matehuala, fue detenido por agentes de la Policía de Investigación (PDI) de la Fiscalía General del Estado de San Luis Potosí (FGESLP), luego de que un Juez de Control girara una orden de aprehensión en su contra. De acuerdo con la dependencia, el imputado fue identificado como Raúl “N”, quien era buscado por hechos ocurridos en febrero de 2025 en la colonia Las Ánimas, donde presuntamente agredió a una mujer, motivo por el cual se inició la carpeta de investigación y posteriormente se obtuvo el mandato judicial correspondiente. La captura se realizó en el Barrio de Santiago, en la capital potosina, donde los agentes investigadores lograron ubicar al señalado mediante labores de inteligencia. Tras su localización,

los elementos cumplimentaron la orden de aprehensión sin que se reportaran incidentes. Luego de su detención, Raúl “N” fue inscrito en el Registro Nacional de Detenciones y trasladado para su certificación médica, como parte del protocolo establecido para este tipo de procedimientos. Posteriormente, el imputado fue ingresado al Centro Estatal de Reinserción Social ubicado en la Delegación La Pila, en la ciudad de San Luis Potosí, donde quedó a disposición del Juez de Control que lo requiere para continuar con el proceso penal en su contra. La Fiscalía General del Estado reiteró que mantiene las acciones de investigación y cumplimiento de órdenes de aprehensión para garantizar el acceso a la justicia de las víctimas y combatir los delitos que atentan contra la integridad y seguridad de las familias potosinas


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Lunes 10 de agosto de 2026 | El Tiempo del Altiplano


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