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Laser Endovenoso – Princípios, Técnicas e Aplicações Clínicas

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Acessos Vasculares

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Saiba mais sobre estes e outros títulos em nosso site: www.rubio.com.br

A editora e os autores deste livro não mediram esforços para assegurar dados corretos e informações precisas. Entretanto, por ser a medicina uma ciência em permanente evolução, recomendamos aos nossos leitores recorrer à bula dos medicamentos e a outras fontes fidedignas, bem como avaliar, cuidadosamente, as recomendações contidas no livro em relação às condições clínicas de cada paciente.

ORGANIZADORES

Alexandre Dell’Agnolo Antonaccio

Especialista em Cirurgia Vascular pelo Instituto de Cirurgia Vascular e Endovascular de São Paulo (ICVE-SP).

Especialista em Cirurgia Vascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)/Associação Médica Brasileira (AMB).

Doutorando em Ciência Cirúrgica Interdisciplinar da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Sócio e Médico-cirurgião da Clínica Antonaccio Vascular, SP.

Fundador e Preceptor do Curso Venolaser.

Paulo Dell’Agnolo Antonaccio

Especialista em Cirurgia Vascular pelo Instituto de Cirurgia Vascular e Endovascular de São Paulo (ICVE-SP) e pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Doutorando em Programa de Saúde Baseada em Evidências da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Médico-cirurgião da Clínica Antonaccio Vascular, SP. Fundador e Preceptor do Curso Venolaser.

Pedro Paulo de Mendonça Antonaccio

Cirurgião Vascular pelo Hospital São Camilo, SP.

Especialista em Angiologia e Cirurgia Vascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Fundador e Preceptor do Curso Venolaser.

Sergio Quilici Belczak

Doutor e Pós-doutor pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

Diretor-executivo do Grupo Belczak de Saúde e Ensino.

Especialista em Cirurgia Vascular e Endovascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Laser Endovenoso – Princípios, Técnicas e Aplicações Clínicas

Copyright © 2026 Editora Rubio Ltda.

ISBN 978-85-8411-149-7

Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução desta obra, no todo ou em parte, sem autorização por escrito da Editora.

Produção

Equipe Rubio

Diagramação

Paulo Teixeira

Imagens de Capa e Capa

Bruno Sales

CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO NA PUBLICAÇÃO

SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ

L358

Laser endovenoso: princípios, técnicas e aplicações clínicas/organização Alexandre Dell’agnolo Antonaccio... [et al.]. – 1. ed. – Rio de Janeiro [RJ]: Rubio, 2026. 360 p.: il.; 24 cm.

Inclui bibliografia e índice

ISBN 978-85-8411-149-7

1. Vasos sanguíneos. 2. Lasers em medicina. 3. Instrumentos e aparelhos médicos. I. Antonaccio, Alexandre Dell’Agnolo. 26-103935.0

CDD: 617.413 CDD: 611.1:621.375.826

Gabriela Faray Ferreira Lopes – Bibliotecária – CRB-7/6643

Editora Rubio Ltda.

Av. Franklin Roosevelt, 194 s/l. 204 – Castelo 20021-120 – Rio de Janeiro – RJ

Tel: 55(21) 2262-3779

E-mail: rubio@rubio.com.br www.rubio.com.br

Impresso no Brasil

Printed in Brazil

Colaboradores

Adbeel Franco Barbosa

Graduado em Medicina.

Residência Médica em Cirurgia Geral e Cirurgia

Vascular pelo Centro Universitário Serra dos Órgãos (Unifeso), Teresópolis – RJ.

Especialista em Cirurgia Vascular e Endovascular pelo Instituto de Cirurgia Vascular e Endovascular de São Paulo (ICVE-SP).

Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia (SBLMC) e da Associação Brasileira de Flebologia e Linfologia (ABFL).

Adriano Carvalho Guimarães

Cirurgião Vascular e Endovascular.

Especialista em Ultrassonografia Vascular com Doppler pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)/Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR).

Diretor da V&P Health – Hospital-dia, Santo Antônio da Platina, PR.

Alexandre Reis e Silva

Graduado em Medicina pela Universidade Regional de Blumenau, SC.

Cirurgião Vascular pela Santa Casa de Misericórdia de Santos, SP.

Especialista em Cirurgia Vascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Monitor do Grupo de Ensino Médico ECCOS Cursos. Membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia (SBLMC).

Caio César Faciroli Contin Silva

Graduado em Medicina pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

Cirurgião Geral da Santa Casa de Misericórdia de Franca, SP.

Cirurgião Vascular da Santa Casa de Misericórdia de Limeira, SP.

Especialista em Cirurgia Vascular e Cirurgia Endovascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Charles Angotti Furtado de Medeiros

Mestre e Doutor em Cirurgia Vascular pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), SP.

Especialista em Cirurgia Vascular, Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Charles Esteves Pereira

Cirurgião Vascular e Endovascular.

Ecografista Vascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)/Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR).

Professor e Mentor de Flebologia Estética.

Membro Titular da SBACV.

Membro do College of Phlebology, Londres.

Membro da American Vein and Lymphatic Society, EUA.

Carolina Dutra Queiroz Flumignan

Cirurgiã Vascular.

Professora de Cirurgia Vascular e Semiologia do Centro Universitário São Camilo, SP.

Daniel Amatuzi

Graduado em Medicina pela Universidade Severino Sombra – Vassouras, RJ.

Residência Médica em Cirurgia Geral e Cirurgia

Vascular pela Santa Casa de Misericórdia de Santos, SP.

Criador da Técnica Ablação Térmica Total Assistida (ATTA).

Daniela Santos Bandeira

Cirurgiã Vascular, Angiorradiologista e Cirurgiã Endovascular.

Danilo Fernandes da Silva

Residência Médica em Cirurgia Vascular e Endovascular pela Faculdade de Medicina de São

José do Rio Preto (Famerp), SP.

Especialista em Cirurgia Vascular, Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Preceptor da Residência Médica em Cirurgia Vascular e Endovascular do Hospital de Base de São José do Rio Preto, SP.

Fundador, Coordenador e Professor do Curso Prático em Acesso Vascular Ecoguiado (CPAVE).

Elias Arcenio Neto

Especialista em Cirurgia Vascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Cirurgião pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Especialista em Ecografia Vascular pelo Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR).

Radiologista Intervencionista pela Sociedade Brasileira de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular (Sobrice).

Sócio-fundador do Instituto de Excelência Vascular e ECCOS Cursos.

Ellen Binotto de Castro

Cirurgiã Vascular.

Especialista em Cirurgia Vascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Preceptora do Curso Venolaser.

Felipe Caetano Mamprim

Graduado em Medicina e Residência Médica em Cirurgia Vascular pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Master Business Administration (MBA) em Gestão de Negócios em Saúde pela FAE Business School, PR.

Fellow em Vascular Medicine pelo Jobst Vascular Center, EUA.

Doutorando do Programa de Pós-graduação em Ciência Cirúrgica Interdisciplinar da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Felipe Coelho Neto

Cirurgião Vascular e Membro Titular da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Especialista em Cirurgia Vascular pela SBACV/Associação Médica Brasileira (AMB).

Especialista em Ecografia Vascular pela SBACV/CBR/ AMB.

Mestre e Doutor em Ciências Médicas pela Universidade de Brasília (UnB).

Pesquisador Visitante em Flebologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Sócio-diretor do Hospital Vascular de Londrina, PR.

Coordenador do FleboCurso.

Fernando Trés Silveira

Especialista em Cirurgia Vascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Especialista em Cirurgia Endovascular pela SBACV. Especialista em Doppler Vascular pelo Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR) e pela SBACV.

Mestre em Pesquisa em Cirurgia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Master Business Administration (MBA) em Gestão Empresarial pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Coordenador do FleboCurso.

Gabriel Mazoni

Cirurgião Vascular pelo Instituto de Cirurgia Vascular e Endovascular de São Paulo (ICVE-SP).

Especialista em Cirurgia Vascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Especialista em Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular pela SBACV.

Mestre em Ciências Cirúrgicas pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Coordenador das disciplinas de Clínica Cirúrgica I e II da Faculdade de Medicina de Barbacena (Fame), MG.

Coordenador do Serviço de Cirurgia Vascular e Endovascular do Hospital Ibiapaba CEBAMS, MG.

Gabriel Viarengo

Cirurgião Vascular pela Pontifícia Universidade

Católica de Campinas (PUC-Campinas), SP.

Título de Especialista em Cirurgia Vascular pelo Ministério da Educação (MEC).

Título de Especialista em Ecografia Vascular com Doppler pelo Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR).

Cirurgia Endovascular pelo CECE.

Ilustrador Médico.

Coordenador do Serviço de Cirurgia Vascular da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba, SP.

Diretor Clínico da Clínica Viarengo e do Instituto Lipevitae.

Gabriela Leopoldino da Silva

Residência Médica em Cirurgia Vascular e Ecografia Vascular com Doppler pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), SP.

Especialista em Cirurgia Vascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) e pelo Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR).

Preceptora da Residência Médica de Angiologia e Cirurgia Vascular do Hospital de Base de São

José do Rio Preto, SP.

Professora da Famerp e do CPAVE.

Autora do livro Guia Prático de Acesso Vascular Ecoguiado.

Mestranda em Ciências da Saúde pela Famerp.

Gustavo Braga Murta

Membro Titular da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Membro da Equipe de Cirurgia Vascular da Rede Mater Dei de Saúde, BH.

Gusthavo Tomasi Perin

Residência Médica em Cirurgia Geral no Hospital das Clínicas Luzia de Pinho Melo, SP.

Especialista em Cirurgia Vascular e Endovascular pelo Instituto de Cirurgia Vascular e Endovascular de São Paulo (ICVE-SP).

Especialista pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Ex-preceptor do Curso Venolaser (2022-2024).

Igor Miguel Martins

Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Campos (FMC), RJ.

Residência Médica em Cirurgia Geral, Vascular e Endovascular pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Fellow Vascular Medicine pelo AZ Sint-Blasius – Dendermonde, Bélgica.

Diretor Médico da Venus Clinic, RJ.

Jales Silvestre de Nogueira Braga

Especialista em Medicina Intensiva pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib).

Especialista em Cardiologia, Ecografia e Ergometria pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

Médico do Departamento de Ecocardiografia do Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia/Albert Einstein e do ING.

Fundador, Coordenador e Professor do Curso Prático em Acesso Vascular Ecoguiado (CPAVE).

Autor do livro Guia Prático de Acesso Vascular Ecoguiado.

Júlia Kaori Nishi

Cirurgiã e Ecografista Vascular.

Professora Colaboradora da Disciplina de Cirurgia Vascular do Centro Universitário Faculdade de Medicina do ABC (FMABC).

Professora Colaboradora da Disciplina de Ecografia Vascular com Doppler da FMABC.

Professora de Habilidades Cirúrgicas na Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), SP.

Laís Palitot M. C. Carmo

Graduação em Cirurgia Geral e Cirurgia Vascular pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), MG

Residência Médica em Cirurgia Geral e Cirurgia Vascular pela UFU, MG.

Especialista em Cirurgia Vascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Área de Atuação em Ecografia Vascular com Doppler pelo Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR).

Mestranda em Medicina pela UFU, MG.

Médica Cirurgiã Vascular do Instituto Palitot –Uberlândia, MG.

Larissa Yukari Tozaki Tamada Cirurgiã Vascular.

Aluna de Pós-graduação da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Lessina Coelho

Engenheira Civil com dupla atribuição para Engenharia em Segurança do Trabalho.

Pós-graduada em: Avaliação de Imóvel com ênfase em Inferência Estatística, Cálculo Estrutural e Fundações, Engenharia Diagnóstica, Engenharia Ferroviária, Geologia, Gestão Portuária, Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), Modernização e Infraestrutura Portuária, Patologia da Construção Civil, Perícia e Projetos de Fundações e Contenções.

Lígia Caon Pereira

Cirurgiã Vascular e Endovascular.

Preceptora do Departamento de Flebologia do PRM do Hospital Nossa Senhora da Conceição – Porto Alegre, RS.

Lucas Barbosa

Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Residência Médica em Cirurgia Vascular no Hospital Federal dos Servidores do Estado, RJ. Diretor Médico da Clínica Neoven, RS.

Luciano Amaral Domingues

Membro Titular da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Especialista em Cirurgia Vascular, Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular e Ecografia Vascular com Doppler pela SBACV/Associação Médica Brasileira (AMB).

Ex-presidente da SBACV, RS.

General Treasurer da Union International of Angiology.

Luis Carlos Uta Nakano

Cirurgião Vascular.

Professor Associado Livre-docente da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Luiz Marcelo A. Viarengo

Cirurgião Vascular e Endovascular. Ecografista Vascular.

Membro Titular da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Doutor em Cirurgia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), SP.

Maraísa Fernanda Martins Ferreira de Souza

Cirurgiã Vascular.

Especialista em Cirurgia Vascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Pós-graduada em Gestão e Saúde pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Preceptora do Curso Venolaser, SP.

Marcelo Halfen Grill

Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Cirurgião Geral pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP).

Cirurgião Vascular pelo HC-FMUSP.

Mestre e Doutorando em Pesquisa em Cirurgia pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (FCMSCSP).

Cirurgião Endovascular/Radiologista Intervencionista pelo Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR)/ Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Eco-Doppler Vascular pelo CBR/SBACV.

Flebologista da Clínica Miyake, SP.

Vice-presidente do International Meeting on Aesthetic Phlebology (IMAP).

Marcos Maraskin Fonseca

Mestre em Medicina pelo Programa de Pós-graduação (PPG) em Ciências Cirúrgicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Cirurgia Vascular e Endovascular.

Título de Especialista em Cirurgia Vascular, Endovascular e Ecografia Vascular com Doppler pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)/Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR).

Former Professor de Medicina – Cirurgia da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

Master Business Administration (MBA) em Gestão de Negócios em Saúde.

MBA em Comportamento, Psicologia e Ciências do Comportamento.

Maria Lúcia Ferreira Egoroff

Cirurgiã Vascular pela Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Membro Titular da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Especialista em Cirurgia Vascular pela SBACV/ Associação Médica Brasileira (AMB).

Mateus Alves Borges Cristino

Médico pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Doutorando em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Membro Titular da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Especialista em Cirurgia Vascular pela SBACV.

Especialista em Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular pela SBACV e pelo Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR).

Especialista em Ecografia Vascular com Doppler pela SBACV e pelo CBR.

Nara Medeiros Cunha de Melo Vasconcelos

Graduada em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Cirurgiã Geral pela UFRN.

Cirurgiã Vascular pelo Hospital Barão de Lucena (HBL-SES), PE.

Mestre em Ciências da Saúde pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (FCMSCSP).

Membro Titular da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Coordenadora do Departamento de Doenças Venosas da SBACV – Subgrupo Termoablação.

Coordenadora dos Guidelines Brasileiros de Termoablação da SBACV.

Especialista em Cirurgia Vascular e em Eco-Doppler Vascular pela SBACV/Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR).

Preceptora do Departamento de Eco-Doppler da UFRN.

Desenvolvedora da Técnica de Termoablação de Tributárias Varicosas Endovenosa e Extravenosa (TEThA; do inglês, Transfixing Endovenous Thermal Ablation).

Nasser Hussein Mahfouz

Especialista em Cirurgia Vascular, Angiorradiologia e Endovascular.

Título de Especialista em Cirurgia Vascular, Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Mestre em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Professor na área de Cirurgia Vascular e Coordenador em Habilidades Médicas na Medicina pelo Centro Universitário de Várzea Grande (Univag), MT.

Fundador e Coordenador e Diretor Médico da Angiomedic – Cuiabá, MT.

Paulo Henrique Veloso de Araújo

Especialista em Cirurgia Vascular e Endovascular pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Médico-cirurgião Vascular do Instituto Palitot –Uberlândia, MG.

Régis Fernando Angnes

Membro Titular da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Ex-presidente da SBACV, RS – 2020-2023. Ex-diretor de Patrimônio da SBACV – 2024-2025.

Presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers).

Renata Camila Barros Rodrigues

Médica Cirurgiã pela Faculdade de Medicina de Marília (Famema), SP.

Cirurgiã Geral e Cirurgiã Vascular pela Famema. Mestre em Ciências da Saúde pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (FCMSCSP).

Robson Barbosa de Miranda Angiologista, Cirurgião e Ecografista Vascular. Fundador e Proprietário da Clínica Fluxo de Cirurgia Vascular, SP.

Fundador e Proprietário da Fluxo Cursos e Treinamentos em Saúde.

Fundador e Coordenador da comunidade Clube do Doppler.

Sócio e Scientific Advisor da Healthtech Brasil. Professor Voluntário da Disciplina de Cirurgia Vascular da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Professor Colaborador da Disciplina de Cirurgia Vascular da Faculdade de Medicina da Fundação ABC.

Diretor Adjunto de Inovação da Associação Paulista de Medicina – Regional São Bernardo do Campo/Diadema, SP.

Rodrigo Bono Fukushima Médico-cirurgião Vascular formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Especialista em Cirurgia Vascular, Ecografia Vascular e Angiorradiologia pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)/ Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR).

Rodrigo Gomes de Oliveira

Especialista em Cirurgia Vascular pela Sociedade

Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Especialista em Cirurgia Endovascular pela SBACV.

Especialista em Ecografia Vascular com Doppler pelo Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR) e SBACV.

Mestre em Pesquisa em Cirurgia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Master Business Administration (MBA) em Gestão em Saúde pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

Coordenador do FleboCurso.

Diretor do Hospital Vascular de Londrina, PR.

Rodrigo Kikuchi

Cirurgião Vascular.

Doutor em Ciências da Saúde.

Preceptor de Cirurgia Vascular da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Master Business Administration (MBA) em Gestão de Negócios pela EEFGV-SP.

Sócio-fundador do Instituto de Excelência Vascular e ECCOS Cursos.

Membro Titular da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).

Membro Internacional da Society for Vascular Surgery (SVS), American Venous Forum (AVF), American Vein and Lymphatic Society (AVLS) e International Compression Club (ICC).

Ronald Luiz Gomes Flumignan Cirurgião Vascular.

Professor Adjunto Livre-docente da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Dedicatórias

Ao nosso pai, Pedro Paulo de Mendonça Antonaccio, mestre na vida e na Medicina, cuja excelência como cirurgião vascular e cuja grandeza como ser humano moldaram nossa formação e continuam a orientar nossas escolhas.

Alexandre Dell’Agnolo Antonaccio e Paulo Dell’Agnolo Antonaccio

Dedico à Sra. Cleide Ema Quilici, que cuida de toda a nossa família com imensa competência, dedicação e profundo carinho.

Sergio Quilici Belczak

Agradecimentos

Esta obra nasce da confiança, da colaboração e do compromisso com a ciência.

Aos pacientes, que legitimam cada avanço e dão sentido à prática médica.

Aos colegas cirurgiões vasculares, que compartilham conhecimento, desafios e responsabilidades na construção de uma especialidade cada vez mais sólida.

À família, presença constante e alicerce indispensável de toda essa jornada.

Os Organizadores

Apresentação

A ablação endovenosa a laser consolidou-se, nas últimas duas décadas, como uma das mais relevantes inovações no tratamento da insuficiência venosa crônica. O que inicialmente representava uma alternativa minimamente invasiva à cirurgia convencional evoluiu para uma plataforma terapêutica sofisticada, sustentada por avanços tecnológicos, refinamento técnico e crescente embasamento científico.

Esta obra nasce da necessidade de reunir, de forma sistematizada e aprofundada, os fundamentos físicos, os princípios técnicos e as aplicações clínicas do laser endovenoso. Tratase do primeiro livro integralmente dedicado a essa técnica, abordando desde os conceitos básicos até as estratégias mais modernas de ablação térmica em diferentes cenários anatômicos e clínicos.

Para compor esta publicação, foram convidados alguns dos mais experientes especialistas do Brasil e colaboradores internacionais, cada um responsável por capítulos alinhados

às áreas em que possuem maior expertise prática e científica. O resultado é uma construção coletiva, plural e rigorosamente fundamentada, que reflete a maturidade da técnica no cenário contemporâneo.

Ao longo dos capítulos, desvendamos princípios físicos essenciais, discutimos parâmetros técnicos com precisão, analisamos evidências científicas atualizadas e apresentamos aplicações clínicas baseadas em experiência consolidada e medicina baseada em evidência. A proposta não é apenas descrever uma técnica, mas aprofundar sua compreensão, padronizar condutas e contribuir para a prática segura e eficiente da ablação endovenosa. Esperamos que esta obra sirva como referência para cirurgiões vasculares, residentes e profissionais dedicados ao tratamento das doenças venosas, estimulando a reflexão crítica, o aprimoramento técnico e a constante atualização científica.

Os Organizadores

Prefácio

O estudo e o diagnóstico da insuficiência venosa crônica e de sua principal manifestação clínica, as varizes, provocaram nas últimas décadas uma profunda transformação na forma como a comunidade médica compreende e trata essa patologia. Esse avanço resultou na incorporação de diferentes estratégias terapêuticas com o objetivo de corrigir o refluxo venoso e restaurar a hemodinâmica normal dos membros inferiores.

A introdução da ultrassonografia Doppler nas décadas de 1980 e 1990 foi um marco decisivo, pois permitiu a análise detalhada dos sistemas venosos superficial e profundo, impulsionando o desenvolvimento de novas abordagens diagnósticas e terapêuticas. Entre elas, destaca-se a técnica CHIVA (cura conservadora hemodinâmica da insuficiência venosa ambulatorial), idealizada pelo Dr. Claude Franceschi, que representou o início de uma nova era no tratamento hemodinâmico das varizes.

Sob a premissa das técnicas minimamente invasivas e endoluminais, desenvolvi o procedimento de ablação endovenosa a laser (do inglês, endovenous laser ablation), também conhecido como laser endovenoso. Esse método foi objeto da minha dissertação de mestrado apresentada em 1998 à Universidade das Ilhas Baleares e posteriormente divulgada no Capítulo Espanhol de Flebologia, em maio de 1999. No mesmo ano, apresentei

os primeiros resultados clínicos no Congresso Internacional de Flebologia, realizado em Bremen, na Alemanha.

A primeira publicação sobre o método, intitulada “Tratamiento endoluminal de las varices con láser de diodo: estudio preliminar”,* tinha como objetivo empregar a fibra óptica do laser de diodo por via endoluminal para promover o selamento e a oclusão dos pontos de refluxo e das comunicações venovenosas, por meio do efeito fototérmico gerado pela energia fotônica absorvida pelo endotélio venoso.

Os resultados iniciais foram extremamente promissores. Duas abordagens foram testadas: por fibroendoscopia flexível e por via percutânea sob controle ultrassonográfico, ambas demonstrando eficácia e segurança. Posteriormente, em colaboração com os Drs. Luis Navarro e Robert Min (The Vein Treatment Center – Nova York, EUA), foi desenvolvido e aprovado pelo IRB (Chesapeake Research Review, Inc.) um protocolo terapêutico para tratar não apenas o ponto de refluxo, mas todo o trajeto da veia incompetente.**

*Boné C. Tratamiento endoluminal de las varices con láser de diodo: estudio preliminar. Rev Patol Vasc. 1999; 1:31-39.

**Este trabalho culminou na publicação do artigo seminal: Navarro L, Boné C. Endovenous laser: a new minimally invasive method of treatment for varicose veins – preliminary observations using an 810nm diode laser. Dermatol Surg. 2001; 27(2):117-22.

A partir deste momento, o avanço do laser endovenoso foi contínuo e irreversível. A técnica foi gradualmente incorporada em centros de referência ao redor do mundo, consolidando-se como método de primeira escolha para o tratamento das veias safenas e de refluxos tronculares incompetentes.

Os resultados clínicos apresentados por diferentes grupos em diversos países são consistentes: altas taxas de oclusão, baixos índices de complicações e elevada satisfação dos pacientes. É importante ressaltar que o laser não representa a única técnica resolutiva, mas, sim, uma tecnologia em constante evolução, que pode ser associada a outras modalidades terapêuticas para alcançar resultados ainda mais satisfatórios.

Encerrando este prefácio, manifesto minha gratidão a todos os colegas que acreditaram na técnica e a incorporaram em sua prática clínica, bem como à indústria que, com inovação contínua, tem desenvolvido geradores e fibras cada vez mais precisos e seguros.

Após mais de 25 anos de experiência clínica e científica, posso afirmar que o laser endovenoso proporcionou enormes benefícios tanto aos pacientes quanto à comunidade médica. Continuamos a aperfeiçoar essa tecnologia, sempre com o mesmo propósito: melhorar os resultados e oferecer tratamentos mais seguros, eficazes e menos invasivos.

Carlos Boné Salat Bacharel em Medicina e Cirurgia pela Universidade Autônoma de Barcelona. Residência em Cirurgia Cardiovascular no Hospital Universitário Nuestra Señora del Mar, Barcelona. Treinamento em Flebologia no The Vein Treatment Center – Nova York, EUA. Flebologista desde 1985 – Clínica Dr. Carlos Boné. Inventor e Pioneiro da Terapia por Laser Endovenoso (EVLT). Inventor e Pioneiro da Técnica de Ablação Endovenosa com Espuma (ELAF). Coordenador do Departamento de Flebologia e Estética da Clínica Universitária EME, Barcelona, Espanha.

Sumário

1 Insuficiência Venosa Crônica: Bases e Indicações do Laser Endovenoso

Pedro Paulo de Mendonça Antonaccio  Caio César Faciroli Contin Silva 

Sergio Quilici Belczak

2 Evolução Histórica do Tratamento a Laser: da Inovação à Consolidação Clínica

Alexandre Dell’Agnolo Antonaccio  Charles Angotti Furtado de Medeiros  Gusthavo Tomasi Perin  Paulo Dell’Agnolo Antonaccio

3 Princípios Físicos e Mecanismos de Ação do Laser Endovenoso

Rodrigo Kikuchi

4 Geradores de Laser, Fibras Ópticas e suas Aplicações

Alexandre Dell’Agnolo Antonaccio  Felipe Coelho Neto  Fernando Trés Silveira  Rodrigo Gomes de Oliveira 5

Laís Palitot M. C. Carmo  Paulo Henrique Veloso de Araújo  Alexandre Dell’Agnolo Antonaccio

Júlia Kaori Nishi  Robson Barbosa de Miranda 7 Punção Ecoguiada

Gabriela Leopoldino da Silva  Danilo Fernandes da Silva  Jales Silvestre de Nogueira Braga

8 Tipos de Anestésicos e Anestesias para Tratamento de Varizes com Uso de Laser Endovenoso

Nasser Hussein Mahfouz

10

Tumescência e seus Tipos

Larissa Yukari Tozaki Tamada  Felipe Caetano Mamprim 

Carolina Dutra Queiroz Flumignan  Luis Carlos Uta Nakano 

Ronald Luiz Gomes Flumignan

Tratamento de Veias Safenas

Alexandre Dell’Agnolo Antonaccio  Pedro Paulo de Mendonça Antonaccio 

Paulo Dell’Agnolo Antonaccio  Ronald Luiz Gomes Flumignan 

Luis Carlos Uta Nakano  Gabriel Viarengo

11

12

Tratamento de Veias Perfurantes com Ablação Endovenosa a Laser .

Alexandre Dell’Agnolo Antonaccio  Marcos Maraskin Fonseca

Ablação Endovenosa de Veias Tributárias .

Paulo Dell’Agnolo Antonaccio  Alexandre Dell’Agnolo Antonaccio 

Pedro Paulo de Mendonça Antonaccio  Adbeel Franco Barbosa 

Ronald Luiz Gomes Flumignan  Luis Carlos Uta Nakano

Ablação Térmica Total Assistida: Técnica ATTA

Daniel Amatuzi  Lucas Barbosa  Igor Miguel Martins

14 Técnica Transfixing Endovenous Thermal Ablation: Termoablação de Tributárias Varicosas Endovenosa e Extravenosa

Nara Medeiros Cunha de Melo Vasconcelos  Marcelo Halfen Grill 

Renata Camila Barros Rodrigues  Adbeel Franco Barbosa

15 Técnica LEST – Laser Endovenoso para Safenas e Tributárias

Felipe Coelho Neto  Rodrigo Gomes de Oliveira 

Fernando Trés Silveira  Adriano Carvalho Guimarães

16 Tratamento de Veias dos Pés e das Mãos: Segurança, Anatomia e Técnica

Régis Fernando Angnes  Luciano Amaral Domingues  Lígia Caon Pereira  Daniela Santos Bandeira 17 Tratamento de Veias Faciais: Abordagem Estética e Funcional da Região Frontal

Charles Esteves Pereira

18 Tratamento de Veias de Grande Diâmetro: Estratégias para Bons Resultados

Gabriel Mazoni

19 Laser Endovenoso para Tratamento da Veia Safena Anterior

Mateus Alves Borges Cristino  Gustavo Braga Murta

20 Recidiva de Crossa de Safena Magna

Rodrigo Bono Fukushima  Paulo Dell’Agnolo Antonaccio  Maria Lúcia Ferreira Egoroff

22

Elias Arcenio Neto  Rodrigo Kikuchi

Laser Endovenoso em Ambiente Ambulatorial

Alexandre Reis e Silva

23 Consultório para Laser Endovenoso: Estrutura, Equipamentos e Regulação

Alexandre Reis e Silva  Lessina Coelho

24 Complicações da Termoablação: Diagnóstico, Prevenção e Manejo Prático

Maraísa Fernanda Martins Ferreira de Souza  Ellen Binotto de Castro  Gabriel Viarengo  Paulo Dell’Agnolo Antonaccio

25 O Futuro do Laser Endovenoso: Comprimento de Onda 1 .940nm e Fibra Infinita

Felipe Caetano Mamprim  Luiz Marcelo A. Viarengo  Gabriel Viarengo  Luis Carlos Uta Nakano  Ronald Luiz Gomes Flumignan

26 Diretrizes Atuais para Ablação Térmica Endovenosa: uma Análise Crítica e Comparativa de Guidelines Internacionais

Gabriel Viarengo  Felipe Caetano Mamprim  Luiz Marcelo A. Viarengo

Índice

4 Geradores de Laser, Fibras Ópticas e suas Aplicações

INTRODUÇÃO

A evolução da tecnologia do laser endovenoso tem sido contínua, com múltiplas interações que aprimoraram tanto os geradores de laser quanto as fibras ópticas utilizadas. Embora o mecanismo exato de ação da ablação endovenosa a laser (EVLA; do inglês, endovenous laser ablation) ainda não esteja totalmente esclarecido, diversos mecanismos contribuem para a eficácia do tratamento.1 Este capítulo abordará a evolução dos geradores de laser e dos comprimentos de onda, o desenvolvimento das fibras ópticas e suas aplicações clínicas no tratamento de veias safenas magnas e parvas, bem como suas tributárias, fornecendo uma compreensão aprofundada desta modalidade terapêutica.

LASER ENDOVENOSO: UMA VISÃO GERAL

A EVLA utiliza energia térmica para induzir o encolhimento da parede da veia e sua consequente oclusão.2 A elevação da temperatura da parede venosa é considerada o mecanismo-chave para a eficácia da EVLA. Desde sua primeira descrição em 1999, a EVLA tem demonstrado taxas de oclusão elevadas, variando entre 88% e 100%, mantendo-se consistentes em estudos de acompanhamento de até cinco

anos.3 O período de maior risco para recanalização geralmente se restringe aos primeiros 12 meses após o tratamento.4

Mecanismos de Ação do Laser

Endovenoso

O mecanismo de ação da termoablação venosa com laser ainda não está completamente elucidado, e esta lacuna de conhecimento contribui para a falta de padronização na execução técnica.5 No entanto, cinco mecanismos são teoricamente identificados como contribuintes para a eficácia do laser endovenoso:

1. Contato direto entre a ponta da fibra e a parede da veia: este mecanismo foi descrito na patente inicial do laser endovenoso, baseando-se na ação direta do laser na parede da veia através do disparo intraluminal.6 Em sistemas de fibra nua (bare tip fiber), o contato direto pode levar à carbonização do tecido, a ulcerações e a perfurações, resultando em uma aplicação de energia não homogênea.7,8 No entanto, a eficácia da EVLA pode ser alcançada sem contato direto da ponta da fibra com a parede da veia, o que sugere que este não é o mecanismo principal.9

2. Interações térmicas entre o laser, a parede venosa e o sangue: nesta teoria, o laser interage termicamente com o sangue ou a parede da veia, gerando calor. A energia absorvida pelo sangue próximo à ponta da fibra difunde o calor para a parede da veia,

elevando sua temperatura a níveis de dano irreversível.10,11

3. Efeito térmico das bolhas aquecidas: bolhas de vapor são geradas a partir do sangue aquecido ou da camada carbonizada na ponta da fibra, que se expandem e viajam pelo lúmen venoso. Ao se condensarem, liberam calor latente, causando dano irreversível à parede da veia. Este é postulado como um dos mais importantes modos de ação.12,13

4. Carbonização de sangue na ponta da fibra com superaquecimento local: a liberação de energia pelo laser promove a carbonização do sangue, que adere à ponta da fibra, formando uma camada negra. Essa camada absorve aproximadamente 45% da luz emitida, alcançando temperaturas de até 1.200ºC. O calor extremo é então conduzido ao sangue e à parede venosa, resultando em dano térmico irreversível. A capacidade do carbono de absorver todos os comprimentos de onda explica a eficácia observada com diversos comprimentos de onda.14,15

5. Resposta inflamatória tardia: esta teoria propõe que um trombo térmico intravascular, gerado pela absorção do laser pelo sangue,

atua como um “corpo estranho”, liberando mediadores inflamatórios. Essa resposta culmina em fibrose e oclusão venosa, mesmo sem dano térmico direto ao endotélio.16

É provável que todos esses mecanismos atuem de maneira combinada, resultando em elevada eficácia terapêutica, conforme ilustrado na Figura 4.1.

EVOLUÇÃO DOS GERADORES DE LASER

E COMPRIMENTOS DE ONDA

A busca por um comprimento de onda ideal para a termoablação venosa tem sido uma constante desde o início do uso do laser, com a introdução de diversos comprimentos de onda ao longo do tempo.

Lasers com Afinidade para Hemoglobina (Primeira Geração)

Inicialmente, os lasers utilizados na EVLA, como os diodos de 810, 940 e 980nm, tinham como principal alvo a hemoglobina, conforme ilustrado na Figura 4.2. Com o avanço tecnológico, foram introduzidos lasers com

Convecção

Sangue fervendo

Parede da veia aquecida

Absorção fototérmica pela hemoglobina e água no sangue

Transferência de calor

Emissão de luz de laser

Figura 4.1 Ilustração demonstrando os mecanismos de ação do laser endovenoso
Veia
Endotélio
Bolhas de vapor aquecem a parede da veia

10 Tratamento de Veias Safenas

INTRODUÇÃO

A insuficiência venosa crônica (IVC) é uma condição altamente prevalente, acometendo aproximadamente 30% a 40% da população adulta mundial, com impacto clínico e socioeconômico significativo. Trata­se de uma doença progressiva que pode se manifestar desde sintomas iniciais, como dor, sensação de peso, edema e telangiectasias, até formas avançadas, incluindo alterações cutâneas, lipodermatoesclerose e úlceras varicosas de difícil cicatrização, frequentemente associadas a comprometimento funcional importante na vida diária.

Observa­se maior incidência em mulheres e em indivíduos com idade mais avançada, especialmente quando associada a fatores predisponentes, como obesidade, multiparidade, história familiar positiva e hábitos de vida sedentários.

Em contrapartida, a adoção de um estilo de vida saudável desempenha papel fundamental na prevenção e no controle da doença. A prática regular de atividades físicas, o controle do peso corporal e o estímulo à deambulação favorecem o retorno venoso, reduzem a hipertensão venosa e contribuem para o alívio dos sintomas.

Dessa maneira, a abordagem da insuficiência venosa deve sempre incluir, além do tratamento intervencionista, medidas clínicas e comportamentais voltadas à melhora global da saúde vascular.

As principais diretrizes internacionais, como as da European Society for Vascular Surgery (ESVS), e nacionais, como as da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), reforçam que a IVC deve ser reconhecida como uma condição clínica relevante, e não apenas estética. A avaliação inicial deve incluir anamnese detalhada, exame físico e ultrassonografia, considerada o padrão ­ ouro diagnóstico para a identificação das veias acometidas e do padrão de refluxo e para o planejamento do tratamento.1,2

Com a evolução das técnicas e o desenvolvimento de procedimentos minimamente invasivos, em especial a ablação endovenosa a laser (EVLA; do inglês, endovenous laser ablation), o tratamento da IVC tornou­se mais seguro, eficaz e menos invasivo, proporcionando recuperação mais rápida, redução de complicações e melhor qualidade de vida aos pacientes.1­4

HISTÓRIA E EVOLUÇÃO

O tratamento das veias safenas passou por uma evolução exponencial nas últimas décadas, migrando da safenectomia convencional, técnica altamente efetiva e amplamente consolidada, para a EVLA. A consolidação dessa nova abordagem demandou avanços significativos não apenas nos geradores e fibras utilizadas, mas também no treinamento e na expertise do cirurgião operador.

Figura 10.10 (A e B) Ilustração demonstrando o local correto de aplicação da tumescência ao redor da veia safena parva (A). Ilustração mostrando a aplicação da tumescência ao redor da veia safena parva (VSP), promovendo o afastamento do nervo sural após a injeção da solução (B)

Figura 10.11 (A e B) Ilustração demonstrando o fenômeno conhecido como smile sign, no qual a parede de uma veia dilatada se deforma parcialmente após a infiltração da solução tumescente, resultando em contato parcial da fibra óptica com a parede venosa durante a termoablação (A). Ilustração mostrando que, quanto maior o diâmetro da veia, maior é a tendência de formação de dobras na parede venosa sobre si mesma, resultando em contato parcial e progressivamente reduzido entre a fibra óptica e a parede da veia durante a termoablação (B)

uma última injeção de solução logo após a extremidade da fibra, promovendo o colabamento do segmento proximal da veia safena (Figura 10.12). Essa conduta auxilia na prevenção da propagação de energia em direção à junção venosa e ao sistema venoso profundo, aumentando a segurança da termoablação.1,7

Ablação

O tempo cirúrgico mais importante da EVLA é a fase de ablação propriamente dita, a qual exige planejamento criterioso, técnica refinada e expertise do cirurgião. O sucesso do tratamento está diretamente relacionado com a utilização adequada dos parâmetros técnicos, que devem ser ajustados de maneira individualizada conforme o diâmetro, a topografia e o perfil hemodinâmico da veia­alvo.

Figura 10.12 Imagem ultrassonográfica demonstrando a fibra óptica posicionada a 2 a 2,5cm da junção safenofemoral (JSF), com a tumescência final já realizada, evidenciando adequado colabamento da veia e afastamento das estruturas adjacentes

JSF
A B A B
Nervo sural
VSP
Nervo sural
VSP A B

17 Tratamento de Veias Faciais: Abordagem Estética e Funcional da Região Frontal

INTRODUÇÃO

A preocupação estética com a face envolve diversas áreas da Medicina especialmente dedicadas ao rejuvenescimento e à harmonia das proporções.

Veias reticulares na face, veias temporais e infraorbitárias, telangiectasias na face e no nariz e olheira vascular são queixas comuns no consultório. Estão localizadas em plano subdérmico, tornando ­se mais aparentes com a redução da camada subcutânea e o afilamento da pele adquiridos ao longo da idade, a exposição solar e doenças como a rosácea. O tratamento dessas veias já foi realizado com flebectomia, porém ela vem sendo substituída por técnicas menos invasivas, como laser transdérmico, luz pulsada e escleroterapia.1­3

Veias proeminentes na região da fronte (testa) também causam grandes desconfortos estéticos em mulheres e homens. Diferentemente das veias reticulares, as veias da testa geralmente são mais calibrosas, localizam­se em plano subcutâneo mais profundo, costumam comprometer indivíduos mais jovens que praticam atividades físicas mais intensas e apresentam menor teor de gordura corporal. Ficam mais dilatadas e aparentes na testa ao sorrir, exibir uma emoção, fazer esforço, abaixar a cabeça ou mesmo tirar uma selfie, trazendo grande constrangimento.4

Quando mais calibrosas, sua resolução com as técnicas tradicionais, como flebectomia e escleroterapia e laser transdérmico, tem limitações técnicas, estéticas e riscos maiores de complicações, como perda visual definitiva em casos tratados com espuma de polidocanol.5,6 Há 10 anos, compreende­se a necessidade de alternativas menos invasivas e mais eficazes. De maneira pioneira, iniciamos o tratamento dessas veias por ablação endovenosa a laser (do inglês, endovenous laser ablation) e, neste capítulo, abordaremos os detalhes da técnica e seus resultados.4

FUNDAMENTAÇÃO ANATÔMICA E FISIOPATOLÓGICA

Anatomicamente, são veias valvuladas com fluxo descendente que drenam o sangue couro cabeludo em direção à fronte e ao nariz.

Elas descem no centro da testa de maneiras variadas, podendo ser única como uma veia principal, dupla ou separadas em várias veias. Ao atingir o topo do nariz entre as sobrancelhas, unem­se com a veia supraorbital em cada lado e são conectadas pelo arco venoso nasal transverso. Nesse local, as veias podem estar por cima do músculo prócero (corrugador da testa) ou atravessar suas fibras. Talvez essa variação explique a razão pela qual a tensão muscular nesta área provoque o pinçamento das veias e sua dilatação.

ƒ As veias mais calibrosas são cateterizadas com fio­guia 0,018” e introdutores 4Fr para passagem de fibra óptica radial de 400µ (Figura 17.5).

ƒ Veias mais finas são cateterizadas somente com cateter 22G para passagem de fibra óptica bare tip de 400µ (Figura 17.6).

ƒ Passar a fibra óptica pelo cateter até a linha das sobrancelhas.

ƒ Botão anestésico no local de punção; aplicar solução tumescente com bomba irrigadora e/ou seringa, afastando a veia da pele em, pelo menos, 3mm.

ƒ Energias recomendadas:

y 2W para veias de até 2mm.

y 3W para veias maiores que 2mm.

y Tracionar a fibra a 1mm/s ou 1mm/2s (LEED de 20 a 60J/cm), observando

variabilidade das punções para garantir o acesso a todas as veias

17.6 (A a C) Caso complexo. Várias punções. Demonstração da utilização de dois tipos de fibras no mesmo procedimento: radial de 400µ e bare tip de 400µ. Sempre com tumescência

Figura 17.5 (A e B) Casos complexos demonstrando a
Figuras

25 O Futuro do Laser Endovenoso: Comprimento de Onda 1.940nm e Fibra Infinita

INTRODUÇÃO E CONTEXTO HISTÓRICO

A evolução dos sistemas de ablação endovenosa a laser (EVLA; do inglês, endovenous laser ablation) representa uma das mais significativas transformações paradigmáticas na Medicina Vascular contemporânea. Desde os primeiros relatos de Boné (1999) utilizando laser de diodo 810nm, a tecnologia endovenosa experimentou uma progressão exponencial que revolucionou fundamentalmente o manejo terapêutico da insuficiência venosa crônica dos membros inferiores.

Evolução Histórica dos Sistemas de Ablação

O desenvolvimento histórico da ablação endovenosa pode ser categorizado em três gerações tecnológicas distintas, cada uma caracterizada por avanços específicos em compreensão fisiopatológica e refinamento técnico. A primeira geração (1999-2005) utilizava comprimentos de onda de 810 a 980nm, fundamentados na absorção preferencial pela hemoglobina oxigenada. A segunda geração (2006-2015) introduziu comprimentos de onda de 1.300 a 1.470nm, direcionados à absorção pela água tecidual. A terceira geração (2016 até o momento atual) consolidou comprimentos de onda superiores a 1.900nm, otimizando a seletividade pela água intracelular da parede venosa.

Limitações Fisiopatológicas dos

Sistemas Convencionais

Os sistemas de primeira geração apresentavam limitações intrínsecas associadas à dependência da hemoglobina como cromóforo primário. Essa dependência resultava em heterogeneidade na distribuição energética, necessidade de alta densidade linear de energia endovenosa (LEED; do inglês, linear endovenous energy density) e maior incidência de efeitos térmicos adversos. Palombi et al. (2023)1 demonstraram experimentalmente que lasers de 980nm não conseguiam produzir ablação eficaz em modelos desprovidos de sangue intraluminal, evidenciando a limitação fundamental desta abordagem tecnológica

Fundamentos Teóricos da Fotótermólise Seletiva

A fotótermólise seletiva, conceito fundamental na ablação endovenosa a laser (EVLA; do inglês, endovenous laser ablation), baseia-se na absorção preferencial da energia luminosa por cromóforos específicos. Vuylsteke & Mordon (2012) estabeleceram que a eficácia da ablação endovenosa depende criticamente da correspondência entre o comprimento de onda emitido e o espectro de absorção do cromóforo-alvo.2 Essa correspondência determina a eficiência da conversão fotônica em energia térmica, influenciando diretamente a magnitude e a distribuição do dano tecidual.

FUNDAMENTOS FÍSICOS E BIOLÓGICOS DO LASER

DE 1.940NM

Propriedades Ópticas e Espectroscópicas

O laser de 1.940nm opera em região espectral caracterizada por alta absorção pela água, com coeficiente de absorção significativamente superior ao observado para comprimentos de onda menores. Hale & Querry (1973)3 estabeleceram as constantes ópticas da água na região do infravermelho próximo, demonstrando que o comprimento de onda de 1.940nm corresponde a um pico de absorção da água

(Tabela 25.1).3 Essa propriedade fundamental resulta em penetração óptica otimizada, com profundidade de penetração ideal para ablação transmural da parede venosa, sem dano excessivo aos tecidos perivenosos.

Setia et al. (2022)4 confirmaram que o coeficiente de absorção da água para o comprimento de onda de 1.940nm é substancialmente maior se comparado ao de 1.470nm, resultando em maior eficiência de ablação com menor energia requerida.4 A análise espectroscópica revela que esta região corresponde ao segundo pico de absorção da água no infravermelho próximo, otimizando a interação laser-tecido (Figura 25.1).

Tabela 25.1 Parâmetros ópticos dos lasers de 980, 1.470 e 1.940nm, incluindo coeficiente de absorção (α), profundidade de penetração tecidual e absorção relativa em comparação à água

25.1

de absorção da água versus comprimento de onda de laser (aplicação em lasers endovenosos)

Figura
Coeficiente
& Querry, 1973)

Índice

A

Ablação endovenosa

- a laser, 78, 117, 131, 168, 196, 200, 295

- - ambulatorial

- - - aspectos estratégicos e operacionais, 265

- - - cuidados com o paciente, 267

- - - viabilidade e segurança da, 268

- de veias tributárias, 125-134

- - complicações, 134

- - contraindicações, 127

- - cuidados pós-operatórios, 132

- - demarcação cirúrgica, 127

- - detalhes do procedimento, 128

- - indicações, 126

- - materiais, 127

- - pós-operatório imediato, 133

- - primeira semana pós-operatória, 133

- - procedimento, 127

- - punção ecoguiada, 129

- - seguimento clínico e ultrassonográfico, 133

- - tumescência, 130

Ablação térmica

- endovenosa

- - aspectos históricos, 319

- - custo-efetividade, 326

- - diretrizes

- - - atuais para, 319

- - - iniciais, 322

- - efetividade clínica, 324

- - manejo das veias tributárias associadas à, 328

- - padronização, 322

- - preferência do paciente, 326

- - recomendações em diferentes cenários clínicos, 327

- - segurança, 325

- total assistida, 137

- - assepsia e anestesia, 140

- - botões anestésicos, 140

- - complicações, 158

- - controle ultrassonográfico, 151

- - curativo, 151

- - descrição da técnica, 138

- - efeitos indesejados, 158

- - elevação dos membros inferiores, 145

- - hidrotamponamento e retirada do cateter, 146

- - história, 137

- - introdução e fixação da fibra, 146

- - marcação detalhada, 139

- - materiais, 140

- - panorama atual, 137

- - protocolo de execução, 138

- - punções, 141

- - retirada da agulha, 146

- - salinização do acesso, 146

- - termoablação, 148

- - tumescência, 146

Abordagens

- endovasculares, 17

- híbridas, 248, 249

Acesso

- e navegação em anatomias difíceis, 222

- múltiplo guiado por US, 247

Aconselhamento pré-procedimento, 305

Adrenalina, 97

Agente tamponante, 90

Ajustes por perfil venoso, 43

Alfabenzopironas, 11

Aliasing, 61

Anamnese, 4

Anatomia

- das veias das mãos, 198

- do nervo femoral, 82

- e fisiologia das veias dos pés, 194

- e função das tributárias, 164

- vascular venosa profunda de membros inferiores, 3

Anestesia(s), 77, 78

- em tributárias, 168

- fisiopatologia da dor na, 78

- local, 264

- - tumescente, 258

- na ablação endovenosa a laser, 78

- para cirurgias com internação de curta permanência, 283

- tratamento de veias perfurantes com, 117

- tumescente, 78, 79

Anestésicos, 77, 96

- locais, 90, 96

Ansiedade no ambiente ambulatorial, 267

Ansiólise e conforto do paciente, 79

Aparelho

- de ultrassonografia com Doppler, 288

- emissor de laser, 27 ATTA Planner, 138 Avaliação do refluxo, 57

B

Benzopironas, 11

Blooming, 61

Bloqueio do nervo femoral, 82

Bolhas enfisematosas, 259

Botões anestésicos, 140

Bupivacaína, 90, 96

C

Calçados, 7

Cálculo

- da densidade linear de energia endovenosa, 46

- da diluição, 91

Cateter nasal, 257

Centella asiatica, 11

Cintilação, 62

Cirurgia(s)

- clássica, 17

- com internação de curta permanência, 283

- cutânea, 255

- de ouvido médio, 260

- gastrintestinal recente com distensão gasosa, 259

- vascular, 255

Classificação

- CEAP (Clínico, Etiológico, Anatômico, Fisiopatológico), 2

- dos estabelecimentos, 283

Coerência, 26

- espacial, 26

- temporal, 26

Colimação, 26

Complicações

- da termoablação, 295

- específicas em veias de grande calibre, 224

Composição da solução tumescente, 89

Compressão, 62, 226

- da veia-alvo, 88

- elástica, 9, 304

Comprimento de onda, 31, 44, 295

- 1.940nm, 309

- desempenho clínico, 44

- do laser, 43

- evidências atuais, 44

- segurança, 44

Confecção da tumescência, 109

Consultório para laser endovenoso, 271, 292

- aspectos legais e tributários, 274

- associação brasileira de normas técnicas, 287

- conceito, 271

- definindo o paciente, 272

- escolha do local da clínica, 272

- itens de verificação recomendados, 287

- manuais, 286

- materiais e equipamentos, 288

- normativas e resoluções, 281

- procedimento operacional padrão, 286

- projeto arquitetônico, 276

- protocolos, 286

- recursos humanos, 292

- treinamentos obrigatórios, 287

Contato direto da ponta da fibra com a parede venosa, 30

Contexto pré-laser, 17

Controle

- da dor, 78

- - intraoperatória, 89

- ponderal e dieta, 8

- ultrassonográfico imediato, 247

Cromóforo-alvo, 31

Crossa da safena, 3

Cuidados pós-operatórios, 226

D

Deficiência conhecida de vitamina B12, 260

Densidade linear de energia endovenosa, 43, 45

Dermatologia, 255

Destino do refluxo da veia safena anterior, 234

Diâmetro intraoperatório, 218

Dinâmica de propagação térmica, 311

Diosmina, 11

Direcionalidade, 26

Diretrizes internacionais, 22

Distúrbios do metabolismo da metionina, 260

Doença

- pulmonar obstrutiva crônica, 260

- venosa crônica, 117, 231

- - bases e impacto clínico, 163

- - fisiopatologia da, 164

Dor, 78, 299

- no tratamento de varizes com laser, 78

Duplex precoce, 226

E

Edema residual, 97 Efeito

- de bolhas de ar aquecidas sobre a parede venosa, 30

- do sangue carbonizado na ponta da fibra, 31

- hemostático, 79

- tumescente, 79

Embolia gasosa, 259

Emissão

- espontânea, 26

- estimulada, 27

Energia, 38, 247

Epidemiologia das varizes, 263

Equimoses e hematomas, 97

Equipamento de realidade aumentada, 288

Escina, 11

Escleroterapia, 199

- ecoguiada com espuma, 248

- líquida e com espuma, 166, 196

Espuma ecoguiada, 249

Estilo de vida, 7

Estratégias de entrega de energia, 217

Eventos

- cutâneos, 299

- tromboembólicos, 297

Evolução

- das fibras ópticas, 38

- das gerações de laser, 20

- das técnicas de laser para tributárias, 168

- do tratamento de varizes para o ambiente ambulatorial, 263

- dos geradores de laser e comprimentos de onda, 36

- histórica do tratamento a laser, 17

Exame do paciente portador de insuficiência venosa, 4

Exposição ao calor, 8

Extrato de ruscus, 11

F

Fibra(s)

- de emissão cônica, 39

- infinita, 309

- nuas (bare tip), 38

- óptica(s), 21, 35, 43

- radiais, 38

Fisiopatologia da dor na ablação endovenosa a laser, 78 Flash, 62

Flavonas

- e flavonóis, 11

- e flavononas, 11

Flebectomia

- ambulatorial, 196

- convencional, 165

Flebografia, 246

Fleboscópios, 290

Flebossuíte, 271

Flebotônicos, 11, 305

Flexão dorsal rápida do pé, 62

Fluxo contínuo com misturadores automáticos, 258

Fonte de energia, 27

Fotótermólise seletiva, 309 Fundamentos - da termoablação, 18 - físicos e biológicos do laser de 1.940nm, 310

Futuro do laser endovenoso, 309

G

Gamabenzopironas, 11

Geometria das dobras e o “smile sign”, 219

Gerador de laser, 35 - endovenso, 289 - transdérmico, 289

Ginecologia e histeroscopia, 255

Gravidez, 260

I

Iluminação auxiliar, 290 Induração, 97, 299 - local, 97

Infiltração, 92, 247 - ecoguiada, 92 Informação e consentimento, 256

Inserção da fibra laser, 247 Insuficiência venosa crônica, 1, 6, 181 - abordagem cirúrgica indicações, 12 - exame físico, 6

- indicações, 7

- prescrições, 7

- recomendações, 7

- terapia farmacológica, 11

- tratamento, 7, 12, 13

- - de veias

- - - perfurantes, 13

- - - reticulares e telangectasias, 13

- - - safenas, 12

- - - tributárias, 13

Integridade da fibra, 40

Interação(ões)

- luz-tecido biológico, 28

- térmicas do laser e da parede venosa, 30

JJunção

- safenofemoral, 54

- safenopoplítea, 57

LLaser(s)

- com afinidade

- - para água (novas gerações), 37

- - para hemoglobina, 36

- endovenoso, 17, 25

- - análise

- - - comparativa, 312

- - - histopatológica comparativa, 313

- - eficácia clínica, 312

- - em ambiente ambulatorial, 263

- - evolução histórica, 17

- - impacto na prática clínica brasileira, 316

- - mecanismos de ação do, 35

- - metodologia de avaliação clínica, 312

- - para tratamento da veia safena anterior, 231

- - - complicações e cuidados, 239

- - parâmetros operacionais, 313

- - perfil de segurança e redução de complicações, 313

- - perspectivas

- - - de pesquisa, 317

- - - e desenvolvimentos tecnológicos, 315

- - princípios físicos e mecanismos de ação do, 25

- - protocolos clínicos, 313

- - recomendações, 316

- - resultados dos estudos controlados, 312

- - revisão sistemática de eficácia, 313

- - visão geral, 35

- transdérmico, 196 LEED, 43

Lesão neurológica periférica, 298

Lidocaína, 90, 96

- 1% sem epinefrina, 84

Limitações das técnicas tradicionais em tributárias, 167

Linfofármacos, 11

Lupa de magnificação de imagem, 290

Luz intensa pulsada, 289

M

Maca de atendimento, 290

Manobra(s)

- alternativas para pesquisa de refluxo, 62

- de “ordenha” das veias safenas, 63

- de Paraná, 63

Mapeamento

- da veia safena magna, 55

- ultrassonográfico, 221

- - prévio, 247

Máscara(s)

- disponíveis para administração, 256

- full face, 257

- nasal, 256

Material cirúrgico e de apoio, 291

Mecanismos

- de ação do laser, 29

- moleculares de absorção, 311

Medicina de emergência, 255

Medos tradicionais, 267

Meio amplificador, 27

Misturadores de oxigênio e óxido nitroso, 291

Modalidades anestésicas, 79

Monocromaticidade, 26

Movimento

- e esporte, 9

- respiratório, 62

N

Neovascularização, 245

O

Obstrução intestinal, 259

Odontologia, 255

Origem(ns)

- do laser médico, 18

- do refluxo da veia safena anterior, 233

- e terminação da veia safena anterior em membros normais, 232

Otimização do contato com a fibra, 88

Óxido nitroso, 253

- contraindicações, 259, 260

- - absolutas, 259

- - relativas, 260

- eventos adversos, 259

- evidências de uso em procedimentos ambulatoriais, 255

- fundamentos do, 254

- mecanismo de ação, 254

- passo a passo, 258

- perfil de segurança e experiência clínica, 254

- propriedades farmacológicas, 254

- sob demanda, 257

- técnicas de administração, 257 P

Pacientes claustrofóbicos ou com distúrbios psiquiátricos graves, 260

Padronização técnica, 22

Parametrização individualizada, 49

Parâmetros

- de ablação tecidual, 311

- técnicos, 43

Parestesias transitórias, 97

Pequenas cirurgias, 255

Perfurantes

- do arco, 194

- do pé, 194

- e colaterais, 93 - marginais

- - laterais, 195

- - mediais, 195

Plexo

- dorsal superficial, 194

- plantar profundo, 194

Pneumoencefalia, 259

Pneumotórax, 259

Posicionamento da fibra óptica, 107

Pós-tratamento, 239

Potência, 43, 47, 48, 295

- ajustada, 43

- evidências clínicas e experimentais, 48

Prática ambulatorial para o tratamento de varizes, 265

Pré-oxigenação, 258

Preparação e sequência do exame, 54

Pressão de injeção, 93

Prevenção de lesão nervosa, 304

Prilocaína, 90, 96

Primeiro laser endovenoso, 19 Princípios

- de design óptico, 311

- de geração do laser, 26

Procedimento(s), 171

- pediátricos, 255

Propriedades

- da luz laser, 25

- ópticas e espectroscópicas, 310

Proteção

- tecidual, 88

- térmica dos tecidos perivenosos (heat sink), 78

Punção

- com cateter venoso periférico, 73

- com kit introdutor

- - bainha longa, 75

- - curto valvulado, 74

- ecoguiada, 106, 129

- - materiais de punção, 69

- - passo a passo, 71

- - técnica, 70

Q

Queimadura, 300

R

Radiofrequência, 248, 249

- endovenosa, 248

Reações adversas aos componentes, 96

Recanalização, 300

- após técnicas endovenosas, 245

Recidiva de crossa de safena magna, 243-245

- causas, 244

- cirurgia inicial inadequada ou incompleta, 244

- definição, 243

- diagnóstico, 245

- exame clínico, 245

- fatores

- - comportamentais, 244

- - de risco, 244

- - técnicos e anatômicos, 244

- neovascularização, 245

- preservação de segmentos venosos incompetentes, 245

- progressão da doença venosa crônica, 245

- recanalização após técnicas endovenosas, 245

- tratamento da, 247

Recrutamento de pacientes e marketing, 267

Recursos humanos, 292

Redução de custos

- diretos, 264

- indiretos e sociais, 265

Refluxo, 233, 239

- associado

- - a vasos neoangiogênicos, 234

- - às veias dos linfonodos inguinais, 234

- em ausência da VSM, 233

- proveniente das veias do assoalho pélvico, 234

- safenofemoral com derivação para a VSA, 233

- transmitido diretamente da VFC para a VSA, 234

Reoperação

- aberta, 249

- cirúrgica convencional, 247

Resfriador de pele

- por contato, 289

- por fluxo contínuo de ar gelado, 290

Resposta

- celular a um trombo térmico, 31

- inflamatória tardia, 36

Ressonador óptico, 28

Retorno à rotina, 226

Risco de queimadura, 225

S

Safena externa e acessórias, 93

Saponinos, 11

Sedação, 284, 285

- leve, 284

- moderada/analgesia, 284

- profunda/analgesia, 285

Sedentarismo, 8

Sedoanalgesia consciente com óxido nitroso, 253

Segmentos epifasciais, 225

Seleção de pacientes, 221

Sensibilidade aumentada ao frio, 97

Síndrome de Klippel-Trenaunay, 6

Sinusite aguda com bloqueio de drenagem, 260

Sistema(s)

- de ablação, 309 - venoso profundo

- - da coxa, 54 - - da perna, 55

Solução(ões)

- combinada lidocaína + ropivacaína, 81

- de Klein

- - clássica (original), 80

- - modificada para flebologia, 80

- modificadas, 90

- tumescente, 80

- - sem epinefrina, 81

TTaxonomia das complicações e definições operacionais, 297

Técnica(s)

- ATTA, 137

- de infiltração tumescente, 92

- de sedoanalgesia com N2O, 255

- do bloqueio do nervo femoral guiado por ultrassom, 82

- do exame por segmento, 54

- híbrida laser e espuma, 223

- LEST (laser endovenoso para safenas e tributárias), 181

- - indicações, 182, 185

- - mapeamento ultrassonográfico, 183

- - solução anestésica, 185

- - uso, 182

- no tratamento da veia safena anterior, 238

- para otimizar o contato fibra-parede, 218

- TEThA (transfixing endovenous thermal ablation), 163

Tecnologia da fibra infinita, 311 Telangiectasias, 6, 13

Termoablação, 43, 148

- complicações da, 295

- de tributárias varicosas endovenosa e extravenosa, 163

- - aspectos técnicos do, 171

- - complicações e eventos adversos, 178

- - conceito

- - - e aplicações, 164

- - - e princípios, 169

- - cuidados pós-procedimento, 174

- - definição do método, 169

- - diferenças em relação a outras técnicas, 170

- - evidência científica, 174

- - impacto na qualidade de vida, 177

- - materiais e equipamentos, 171

- - passo a passo da técnica, 172

- - perspectivas, 178

- - pontos fortes, 178

- - preparação pré-operatória, 171

- - resultados clínicos, 174

- - segurança e manejo de complicações, 174

- - seleção de pacientes, 171

- - vantagens conceituais, 171

- endovenosa

- - a laser, 43

- - tratamento da doença venosa crônica, 164

Titulação da sedação, 258

Trajeto da veia safena anterior, 232

Tratamento(s)

- a laser evolução histórica do, 17

- da veia safena magna e da veia safena parva com terapia por laser endovenoso, 185

- de tributárias com laser endovenoso, 167

- de varizes para o ambiente ambulatorial, 263

- de veias de grande diâmetro, 215

- - fundamentos físicos e ópticos, 216

- - seleção do laser e tipo de fibra, 216

- de veias dos pés e das mãos, 193

- - fisiologia e hemodinâmica, 195

- - implicações clínicas e diagnósticas, 195

- - indicações e contraindicações do, 195

- - resultados e complicações, 197

- - técnicas, 196

- de veias faciais, 203

- - avaliação, 204

- - complicações, 208

- - - maiores, 208

- - - menores, 208

- - conduta pós-procedimento, 208

- - fundamentação anatômica e fisiopatológica, 203

- - materiais necessários, 206

- - passo a passo da técnica, 206

- - perspectivas, 212

- - preparo pré-procedimento, 205

- - resultados, 208

- de veias perfurantes, 13, 117

- - anatomia, 118

- - complicações, 122

- - escolha de parâmetros, 119

- - evidências, 122

- - evolução do tratamento, 117

- - fisiopatologia, 118

- - histórico, 117

- - indicações terapêuticas, 119

- - perspectivas e tecnologias emergentes, 122

- - recomendações das diretrizes, 122

- - resultados clínicos, 122

- - técnicas, 119

- de veias reticulares e telangectasias, 13

- de veias safenas, 12, 101

- - anatomia, 102

- - anestesia, 105

- - contraindicações, 103

- - cuidados pós-operatórios, 112

- - evolução, 101

- - fisiopatologia, 102

- - história, 101

- - indicações, 103

- - planejamento cirúrgico, 104

- - técnica cirúrgica, 106

- de veias tributárias, 13

- escalonado das, 166

- tradicionais das tributárias, 163

Tributárias, 296

- calibrosas e perfurantes, 222

- varicosas, 163

Trombose induzida pelo calor endovenoso, 313

Troncos safenos, 296 Tumescência, 130 - com anestésico local, 94 - com outras medicações, 95 - com vasoconstritor, 94 - definição e importância, 87 - efeitos relacionados com a infiltração, 97 - eventos sistêmicos raros, 97 - evolução histórica, 88 - novas tendências na, 97 - objetivos da, 88 - parâmetros técnicos e volume ideal, 95 - possíveis complicações e manejo, 96

- pura, 94

- tipos de, 94 Twinkling, 62

U

Ultrassonografia

- com Doppler, 300

- vascular, 53, 245

- - confecção do relatório e do esquema gráfico, 64

- - dicas e truques, 62

- - dificuldades técnicas, 60

- - identificação

- - - de nervos próximos aos vasos a serem tratados, 63

- - - de “obstáculos” ao progresso da fibra, 63

- - modalidade dos exames, 53

- - parâmetros úteis de ajuste do equipamento, 63

- - protocolo

- - - para avaliação inicial, 54

- - - pré-operatório, 58 Unidade

- tipo I, 283, 284

- tipo II, 284

- tipo III, 284

- tipo IV, 284

V

Varicosas, 164

Varicosidades, 166 Varizes colaterais, 296 Vasoconstritor, 90 Veia(s)

- das mãos, 198

- - ablação endovenosa a laser, 200

- - anatomia, 198

- - escleroterapia, 199

- - indicações e contraindicações, 199

- - técnicas para tratamento das, 199

- de Giacomini, 4

- de grande calibre, 216

- dos pés, 193

- perfurantes, 3, 13, 55, 194

- profundas, 4

- reticulares, 13

- safena

- - acessória superficial, 103

- - anterior, 237, 239

- - - competente durante o tratamento endovenoso da veia safena magna com, 239

- - - na recorrência da doença venosa crônica, 237

- - extrafascial, 103

- - magna, 237

- - parva, 57

- safenas internas, 93

- tributárias, 13

- tronculares e tributárias, 232 Veículo diluente, 89 Velocidade de tração, 295

A ablação endovenosa a laser consolidou-se, nas últimas duas décadas, como uma das mais relevantes inovações no tratamento da insuficiência venosa crônica. O que inicialmente representava uma alternativa minimamente invasiva à cirurgia convencional evoluiu para uma plataforma terapêutica sofisticada, sustentada por avanços tecnológicos, refinamento técnico e crescente embasamento científico.

A obra Laser Endovenoso – Princípios, Técnicas e Aplicações Clínicas nasce da necessidade de reunir, de forma sistematizada e aprofundada, os fundamentos físicos, os princípios técnicos e as aplicações clínicas do laser endovenoso. Trata-se do primeiro livro integralmente dedicado a essa técnica, abordando desde os conceitos básicos até as estratégias mais modernas de ablação térmica em diferentes cenários anatômicos e clínicos.

Ao longo dos capítulos, desvendamos princípios físicos essenciais, discutimos parâmetros técnicos com precisão, analisamos evidências científicas atualizadas e apresentamos aplicações clínicas baseadas em experiência consolidada e medicina baseada em evidência. A proposta não é apenas descrever uma técnica, mas aprofundar sua compreensão, padronizar condutas e contribuir para a prática segura e eficiente da ablação endovenosa.

Área de interesse
Cirurgia Vascular

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