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Exames Laboratoriais Aplicados à Nutrição Clínica– 2ª ed

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ORGANIZADORAS

Larissa Calixto-Lima Nutricionista.

Mestre e Doutora em Alimentação, Nutrição e Saúde pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Especialista em Nutrição Clínica pelo Programa de Residência do Hospital Universitário Oswaldo Cruz da Universidade de Pernambuco (HUOC/UPE).

Título de Especialista em Nutrição Parenteral e Enteral pela Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral (SBNPE/Braspen) e em Nutrição Clínica pela Associação Brasileira de Nutrição (Asbran).

Coordenadora, Docente e Preceptora do Curso de Aperfeiçoamento nos moldes Fellow em Nutrição em Cuidados Paliativos em Oncologia do Instituto Nacional de Câncer/Ministério da Saúde (Inca/MS).

Coordenadora Suplente, Docente e Preceptora do Programa de Residência Multiprofissional em Oncologia (Área – Nutrição) do Inca/MS.

Nutricionista Sênior do Inca/MS.

Nelzir Trindade Reis Nutricionista e Médica.

Livre-docente em Nutrição Clínica pela Universidade Gama Filho (UGF), RJ.

Professora Titular de Nutrição Clínica (aposentada) da Universidade Federal Fluminense (UFF), RJ.

Professora Adjunta IV de Patologia da Nutrição e Dietoterapia (aposentada) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Professora Adjunta de Nutrição Clínica (aposentada) da Universidade Veiga de Almeida (UVA), RJ.

Interpretação de Exames Laboratoriais Aplicados à Nutrição Clínica –2a edição

Copyright © 2026 Editora Rubio Ltda.

ISBN 978-85-8411-152-7

Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução desta obra, no todo ou em parte, sem autorização por escrito da Editora.

Produção

Equipe Rubio

Diagramação

Paulo Teixeira

Capa

Bruno Sales

Imagem de Capa ©iStock.com/SergeyKlopotov

CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO NA PUBLICAÇÃO SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES

DE LIVROS, RJ

I48

2. ed.

Interpretação de exames laboratoriais aplicados à nutrição clínica/ organização Larissa Calixto-Lima, Nelzir Trindade Reis. – 2. ed. – Rio de Janeiro: Rubio, 2026. 776 p.: il.; 21 cm.

Inclui bibliografia e índice

ISBN 978-85-8411-152-7

1. Diagnóstico de laboratório. 2. Doenças induzidas pela nutrição. 3. Nutrologia. I. Calixto-Lima, Larissa. II. Reis, Nelzir Trindade.

CDD: 616.0756 26-104681.0

CDU: 616-071

Carla Rosa Martins Gonçalves - Bibliotecária - CRB-7/4782

Editora Rubio Ltda.

Av. Franklin Roosevelt, 194 s/l. 204 – Castelo 20021-120 – Rio de Janeiro – RJ

Tel.: 55(21) 2262-3779

E-mail: rubio@rubio.com.br www.rubio.com.br

Impresso no Brasil

Printed in Brazil

Colaboradores

Alessandra da Silva Pereira

Doutora em Alimentação, Nutrição e Saúde pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Professora Associada da Escola de Nutrição da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

Professora do Programa de Pós-graduação em Segurança Alimentar e Nutricional (PPGSAN) e do Programa de Pós-graduação em Enfermagem e Biociências (PPGENFBIO) da Unirio.

Coordenadora do Grupo de Pesquisa em Alimentação e Nutrição Escolar (PESANE) e do Laboratório de Alimentação e Nutrição Escolar (LANE) da Unirio.

Aline Carare Candido

Graduada em Nutrição pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).

Mestre e Doutora em Ciência da Nutrição pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), MG.

Pós-doutorado pelo Programa de Pós-graduação em Ciência da Nutrição do Departamento de Nutrição e Saúde da UFV.

Aline Marcadenti de Oliveira Nutricionista.

Doutora em Ciências Cardiovasculares pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com Estágio Pós-doutoral em Bioquímica Nutricional pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP/USP).

Professora dos Programas de Pós-graduação em Ciências da Saúde (Cardiologia) do Instituto de Cardiologia/Fundação Universitária de Cardiologia (IC/FUC) e em Saúde Pública da FSP/USP.

Professora do Curso de Graduação em Nutrição da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Project Leader no Principles and Practice of Clinical Research (PPCR) – Program da Harvad TH Chan School of Public Health.

Amylly Sanuelly da Paz Martins

Doutora em Biotecnologia – Rede Nordeste de Biotecnologia/Universidade Federal de Alagoas (Renorbio/Ufal).

Ana Paula Bazanelli Nutricionista.

Mestre em Nutrição pela Universidade Federal de São Paulo/Escola Paulista de Medicina (Unifesp/EPM).

Doutora em Ciências pela Unifesp/EPM.

Docente no Curso de Nutrição da Universidade Presbiteriana Mackenzie, SP.

Ana Paula Beltran Moschione Castro

Mestre e Doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Médica Assistente da Unidade de Alergia e Imunologia do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da FMUSP.

Professora da Pós-graduação do Departamento de Pediatria da FMUSP.

Andréia Patrícia Gomes

Graduada em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Professora Associada do Núcleo de Bioética e Ética Aplicada e Docente permanente do Programa de Pós-graduação (Stricto Sensu) em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva (PPGBIOS) da UFRJ.

Especialista em Doenças Infecciosas e Parasitárias pela UFRJ.

Mestre em Medicina Tropical pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC), RJ.

Doutora em Ciências pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), RJ.

Antônio de Barros Lopes

Médico Gastrenterologista.

Mestre e Doutor em Gastrenterologia e Hepatologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Professor Adjunto do Departamento de Medicina Interna da UFRGS.

Bruno Meira Guerra

Médico pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Clínico Geral pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA).

Gastrenterologista pelo HCPA.

Clarissa de Matos Nascimento

Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), MG.

Mestre em Ciência da Nutrição pela UFV.

Doutora em Ciências da Saúde pelo Instituto René Rachou – Fiocruz Minas, com período sanduíche na University College London, Inglaterra.

Eliane Rodrigues de Faria

Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), MG.

Mestre e Doutora em Ciência da Nutrição pela UFV.

Professora Associada do Curso de Nutrição do Departamento de Nutrição da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

Emanuelly Varea Maria Wiegert

Nutricionista Sênior do Instituto Nacional de Câncer/Ministério da Saúde (Inca/MS).

Especialista em Nutrição Hospitalar pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Mestre e Doutora em Ciências Nutricionais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Título de Especialista em Nutrição Clínica em Oncologia pela Associação Brasileira de Nutrição (Asbran).

Coordenadora do Curso de Pós-graduação em Nutrição Oncológica da NutMed Cursos, RJ.

Membro Honorário da Academia Brasileira de Nutrição Oncológica (ABNO).

Membro do Comitê Multidisciplinar da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO).

Evelyne Silva Brum

Mestre e Doutora em Ciências Biológicas (Bioquímica Toxicológica) pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Professora Adjunta do Departamento de Bioquímica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Professora do Programa de Pós-graduação em Ciências Biológicas (Bioquímica) pela UFRGS.

Fabiana Andréa Moura

Doutora em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

Mestre em Nutrição pela Ufal.

Professora Adjunta da Faculdade de Nutrição (Fanut/Ufal).

Fabiana de Cássia Carvalho Oliveira

Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), MG.

Mestre e Doutora em Ciência da Nutrição pela UFV.

Professora do Curso de Nutrição da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), campus Alegre.

Fabricia Junqueira das Neves

Graduada em Nutrição pela Universidade Federal Fluminense (UFF), RJ.

Pós-doutorado pela UFF.

Doutora em Fisiopatologia Clínica e Experimental pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e Department of Physiological Science pela University of California (UCLA), Los Angeles – Califórnia.

Mestre em Saúde Pública (Epidemiologia Geral) pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fundação Oswaldo Cruz [Fiocruz]), RJ.

Professora Associada do Departamento de Nutrição Aplicada da Escola de Nutrição e do Programa de Pós-graduação em Segurança Alimentar e Nutricional (PPGSAN) pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

Fernanda Neves Pinto

Mestre em Ciências Médicas pela Universidade Federal Fluminense (UFF), RJ.

Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pela Faculdade VP – Universidade Cruzeiro do Sul (VP/UnicSul).

Pós-graduada em Fitoterapia Funcional pela VP/UnicSul.

Pós-graduada em Nutrição Esportiva pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Pós-graduada em Nutrição Clínica pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

Pós-graduada em Terapia Nutricional Enteral e Parenteral pelo Centro de Pósgraduação da Santa Casa de Misericórdia (Cesanta), RJ.

Pós-graduada em Endocrinologia e Metabologia pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (VP/FCMSCSP).

Coordenadora do Curso de Pós-graduação em Nutrição Clínica Funcional, Ortomolecular e Fitoterapia na NutMed Cursos, RJ.

Flavia Baria

Nutricionista.

Mestre em Nutrição pela Universidade Federal de São Paulo/Escola Paulista de Medicina (Unifesp/EPM).

Doutora em Ciências pela Unifesp/EPM.

Francilene Maria Azevedo

Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), MG.

Mestre e Doutora em Ciência da Nutrição pela UFV.

Pós-doutoranda no Programa de Pós-graduação em Ciência da Nutrição do Departamento de Nutrição e Saúde da UFV.

Gabriel Teixeira Montezuma Sales

Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (UFC).

Especialista em Clínica Médica e Nefrologia pelo Programa de Residência da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Mestre em Glomerulopatias pela Unifesp.

Nefrologista Assistente no Ambulatório de Nefrite e Serviço de Interconsulta na Unifesp.

Membro do Comitê de Patologia Renal na Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN).

Editor Associado do Jornal Brasileiro de Nefrologia

Diretor Executivo do Nefropapers.

Gabriella da Costa Cunha

Graduada em Nutrição pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Mestre em Oncologia pelo Programa de Pós-graduação em Oncologia do Instituto Nacional de Câncer/Ministério da Saúde (Inca/MS).

Especialista em Oncologia (Área – Nutrição) pelo Programa de Residência Multiprofissional em Oncologia do Inca/MS.

Nutricionista do Hospital Federal de Bonsucesso (HFB).

Gabrielle Cardoso Mangia

Graduada em Nutrição pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Especialista em Oncologia (Área – Nutrição) pelo Programa de Residência Multiprofissional em Oncologia do Hospital Central do Exército (HCE).

Pós-graduada em Terapia Nutricional no Adulto pela UFRJ.

Aperfeiçoamento nos Moldes Fellow em Nutrição em Cuidados Paliativos em Oncologia pelo Instituto Nacional de Câncer/Ministério da Saúde (Inca/MS).

Nutricionista Clínica na Rede Placi – Hospital Placi Barra.

Glauce Hiromi Yonamine

Mestre e Doutora em Ciências pelo Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Nutricionista do Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da FMUSP.

Gleide Gatti Fontes

Farmacêutica pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), MG.

Especialista em Tecnologia Industrial Farmacêutica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Mestre em Bioquímica Agrícola pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), MG.

Ilanna Marques Gomes da Rocha

Nutricionista.

Doutora em Gastrenterologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Graduada e Mestre em Nutrição pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Especialista em Nutrição Clínica pelo Programa de Residência do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Isabelle Cristine Lôpo dos Santos

Nutricionista pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

Especialista em Oncologia (Área – Nutrição) pelo Programa de Residência Multiprofissional em Oncologia do Instituto Nacional de Câncer/Ministério da Saúde (Inca/MS).

Mestre em Segurança Alimentar e Nutricional pela Unirio.

José Igor de Araújo Freitas

Guaduando em Nutrição pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

José Israel Rodrigues Junior

Guaduado em Nutrição pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

Mestre em Nutrição Humana pela Ufal.

Karem Nayanne Santos Dutra

Graduada em Nutrição pela Universidade de Fortaleza (Unifor).

Especialista em Oncologia Multiprofissional pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP).

Especialista em Nutrição Oncológica pela Sociedade Brasileira de Nutrição Oncológica (SBNO).

Aperfeiçoamento nos Moldes Fellow em Nutrição em Cuidados Paliativos em Oncologia pelo Instituto Nacional de Câncer/Ministério da Saúde (Inca/MS).

Laís Spíndola Garcês

Doutora em Alimentos, Nutrição e Saúde pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Mestre em Alimentos e Nutrição pela Universidade Federal do Piauí (UFPI).

Especialista em Nutrição Clínica pelo Centro Universitário Internacional (Uninter).

Nutricionista da UFPI.

Letícia Fuganti Campos

Doutora em Clínica Cirúrgica pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Mestre pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Especialista em Nutrição Clínica pelo Grupo de Apoio de Nutrição Enteral e Parenteral (Ganep) e em Educação em Diabetes pela Universidade Paulista (Unip).

Preceptora da Residência em Endocrinologia na Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná.

Luciana Coppini

Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo (CUSC), SP.

Mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP).

Especialista em Nutrição Parenteral e Enteral pela Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral (SBNPE/Braspen).

Diretora do Centro Integrado de Nutrição (CIN), SP.

Luciana Moreira Lima

Professora Associada de Patologia Geral do Departamento de Microbiologia e Parasitologia do Instituto Biomédico da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

Farmacêutica-Bioquímica pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), MG.

Especialista em Análises Clínicas pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Mestre e Doutora em Ciências Farmacêuticas pela UFMG.

Lucivalda Pereira Magalhães de Oliveira

Professora Associada da Escola de Nutrição da Universidade Federal da Bahia (ENUFBA).

Doutora pelo Programa de Pós-graduação em Medicina e Saúde da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Docente da Graduação em Nutrição e da Pós-graduação em Nutrição Clínica do Programa de Residência em Alimentos, Nutrição e Saúde (PPGANS) da ENUFBA.

Marcos Rodrigo de Oliveira

Farmacêutico-bioquímico com Habilitação em Análises Clínicas pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), MG.

Especialista em Citologia Clínica pela Ufop.

Mestre em Bioquímica Estrutural e Fisiológica pela Ufop.

Doutor em Bioquímica Aplicada pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), MG.

Matheus Lopes Cortes

Nutricionista.

Doutor em Epidemiologia pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Mestre em Alimentos, Nutrição e Saúde pela Escola de Nutrição da Universidade Federal da Bahia (ENUFBA).

Professor Adjunto do Instituto Multidisciplinar em Saúde da Universidade Federal da Bahia (IMS/UFBA), campus Anísio Teixeira – Vitória da Conquista, BA.

Maykon Douglas Ramos Barros

Guaduado em Nutrição pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

Miriam Ghedini Garcia Lopes

Nutricionista.

Mestre em Nutrição pela Universidade Federal de São Paulo/Escola Paulista de Medicina (Unifesp/EPM).

Doutora em Ciências pela Unifesp/EPM.

Docente no Curso de Nutrição e Medicina no Centro Universitário de Adamantina (FAI), SP.

Monalisa Reis Arruda

Mestre em Nutrição, Alimentos e Saúde pela Escola de Nutrição da Universidade Federal da Bahia (ENUFBA).

Nutricionista no Hospital Aristides Maltez (HAM), BA.

Nykholle Bezerra Almeida

Guaduada em Nutrição pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

Mestre em Nutrição Humana pela Ufal.

Patrícia Aparecida Fontes Vieira

Nutricionista pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), MG.

Doutora e Mestre em Bioquímica Agrícola pela UFV.

Professora Associada do Departamento de Nutrição e Saúde da UFV.

Paula Normando

Graduada em Nutrição pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Mestre e Doutora em Alimentação, Nutrição e Saúde pela Uerj.

Professora Assistente do Instituto de Nutrição Josué de Castro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Rafaela Gonçalves Ribeiro Lucas

Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

Pós-graduada em Comportamento Alimentar pelo Instituto de Pesquisas, Ensino e Gestão em Saúde (iPGS).

Mestre em Cardiologia e Ciências Cardiovasculares pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Ramona Souza da Silva Baqueiro Boulhosa

Doutora em Alimentos, Nutrição e Saúde pela Escola de Nutrição da Universidade Federal da Bahia (ENUFBA).

Mestre em Medicina e Saúde pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Nutricionista da UFBA.

Professora Adjunta da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro).

Rodrigo Roger Vitorino

Médico pelo Centro Universitário Serra dos Órgãos (Unifeso), RJ.

Rodrigo Siqueira-Batista

Professor Titular do Departamento de Medicina e Enfermagem da Universidade Federal de Viçosa (UFV), MG.

Médico pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Especialista em Doenças Infecciosas e Parasitárias pela UFRJ.

Mestre em Medicina pela UFRJ.

Doutor em Ciências pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), RJ.

Rosângela Passos de Jesus

Professora Titular da Escola de Nutrição da Universidade Federal da Bahia (ENUFBA).

Doutora pelo Programa de Pós-graduação em Medicina e Saúde da Universidade de São Paulo (USP).

Mestre em Nutrição pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Docente da Graduação em Nutrição e da Pós-graduação em Nutrição Clínica do Programa de Residência em Alimentos, Nutrição e Saúde (PPGANS) da ENUFBA.

Samanta Catherine Ferreira

Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Mestre e Doutora em Ciência de Alimentos pela UFMG.

Especialista em Nutrição Comportamental pelo Instituto de Pesquisas, Ensino e Gestão em Saúde (iPGS).

Especialista em Nutrição Clínica Hospitalar e Ambulatorial pela Faculdade Unyleya.

Pós-doutorado pelo Programa de Pós-graduação em Alimentação, Nutrição e Saúde (PPGANS) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Silvia Eloiza Priore

Graduada em Nutrição pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Especialista em Saúde Pública pelo Programa de Residência da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fundação Oswaldo Cruz [Fiocruz]), RJ. Especialista em Saúde Pública com ênfase em Nutrição pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP/USP).

Mestre e Doutora em Nutrição pela Universidade Federal de São Paulo/Escola Paulista de Medicina (Unifesp/EPM).

Professora Titular do Departamento de Nutrição e Saúde da Universidade Federal de Viçosa (UFV), MG.

Simone Côrtes Coelho

Mestre em Ciências pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Especialista em Nutrição Parenteral e Enteral pela Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral (SBNPE/Braspen).

Professora do Curso de Nutrição da Universidade Católica de Brasília (UCB).

Sylvia do Carmo Castro Franceschini

Graduada em Nutrição pela Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep).

Especialista em Nutrição Básica e Aplicada pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP/USP).

Mestre em Nutrição pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Doutora em Ciências pela Unifesp.

Professora Titular do Departamento de Nutrição e Saúde da Universidade Federal de Viçosa (UFV), MG.

Thaís da Silva Ferreira

Graduada em Nutrição pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

Doutora em Fisiopatologia Clínica e Experimental pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Mestre em Ciências pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Médicas da Uerj.

Especialista em Nutrição Clínica pelo Programa de Residência em Nutrição do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE/Uerj).

Professora Associada do Departamento de Nutrição Aplicada da Escola de Nutrição, do Programa de Pós-graduação em Segurança Alimentar e Nutricional (PPGSAN) da Unirio.

Coordenadora do Laboratório de Evidências em Nutrição Clínica (LENC) da Unirio.

Valesca Dall’Alba

Mestre em Ciências em Gastrenterologia e Hepatologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Doutora em Metabolismo e Nutrição pela UFRGS.

Professora do Departamento de Nutrição da Faculdade de Medicina da UFRGS.

Professora Permanente do Programa de Pós-graduação em Ciências em Gastroenterologia e Hepatologia da UFRGS e do Programa de Pós-graduação em Alimentação, Nutrição e Saúde (PPGANS) da UFRGS.

Professora do Programa de Residência Integrada Multiprofissional em Saúde do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (RIMS/HCPA).

Vivian dos Santos Neves

Graduada em Nutrição pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Pós-graduada em Fitoterapia na Prática Clínica pela Associação Brasileira de Fitoterapia (Abfit).

Especialista em Nutrição Clínica com ênfase em Cirurgia e Oncologia pelo Programa de Residência da Uerj.

Aperfeiçoamento nos moldes Fellow em Terapia Nutricional Perioperatória em Cirurgia Oncológica de Tumores Gastrointestinais e de Cabeça e Pescoço pelo Instituto Nacional de Câncer/Ministério da Saúde (Inca/MS).

Nutricionista do Hospital Universitário dos Servidores do Estado (HUSE/Unirio).

Wagner Andrade Ferreira

Graduado em Nutrição pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Pós-graduado em Nutrição Funcional Aplicada à Clínica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Especialista em Fitoterapia pela Faculdade de Governança, Engenharia e Educação de São Paulo (FGE).

Especialista em Oncologia (Área – Nutrição) pelo Programa de Residência Multiprofissional em Oncologia do Instituto Nacional de Câncer/ Ministério da Saúde (Inca/MS).

Wendell Costa Melo Filho

Nutricionista pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

Dedicatórias

À minha família, pilar da minha vida e fonte constante de amor, força e sentido; em especial, ao meu filho Arthur, razão maior do meu caminhar.

Larissa Calixto-Lima

Aos meus pais, João Reis (in memoriam) e Maria de Lourdes Reis (in memoriam), com a minha filial gratidão.

Nelzir Trindade Reis

Agradecimentos

Aos colaboradores desta obra, que generosamente compartilharam seus conhecimentos acumulados em estudos e vivência na ciência do cuidar.

A todos os alunos de graduação e de pós-graduação, críticos atentos de nossas imperfeições e responsáveis pelo estímulo ao nosso aprimoramento.

À equipe de produção da Editora Rubio, pela dedicação, pelo profissionalismo e pelo cuidado em cada etapa do processo editorial.

As Organizadoras

Apresentação

A prática da nutrição clínica pressupõe uma avaliação minuciosa do estado nutricional, que envolve não apenas a adequada solicitação, mas, sobretudo, a interpretação criteriosa dos exames laboratoriais, permitindo que o cuidado nutricional se concretize por meio de um diagnóstico preciso, intervenções direcionadas e acompanhamento efetivo.

Nesta segunda edição de Interpretação de Exames Laboratoriais Aplicados à Nutrição Clínica, revista e atualizada à luz do rigor científico, das evidências mais recentes da literatura e das principais diretrizes nacionais e internacionais, as organizadoras e os colaboradores ampliam e aprofundam a abordagem sobre o papel dos exames laboratoriais na prática clínica. A obra passa a reunir 24 capítulos, organizados em três partes estruturantes, além da quarta parte, que corresponde aos anexos práticos que complementam sua aplicabilidade.

A Parte I contempla os fundamentos da avaliação laboratorial, abordando desde a solicitação de exames na prática clínica até a interpretação de parâmetros hematológicos e bioquímicos, incorporando também temas contemporâneos, como inflamação e microbiota intestinal. A Parte II dedica-se à avaliação nutricional laboratorial, com enfoque em micronutrientes e na desnutrição associada à doença. Por sua vez, a Parte III direciona-se à interpretação dos exames laboratoriais em diferentes condições clínicas relevantes em Nutrição, como diabetes melito e dislipidemias, entre outras, sempre em consonância com a fisiopatologia e as recomendações atualizadas das especialidades médicas. A Parte IV reúne os anexos, de maneira sistematizada, com os principais exames laboratoriais utilizados na prática clínica, configurando-se como material de apoio objetivo e de fácil consulta para a interpretação e a aplicação no cuidado nutricional. Com abordagem sistematizada, linguagem clara e sólida fundamentação científica, este livro destina-se a estudantes, nutricionistas e demais profissionais de saúde, consistindo em instrumento relevante para atuação em diversos cenários assistenciais. Por meio de atualidade, consistência e aplicabilidade de seu conteúdo, esta nova edição reafirma seu papel como leitura essencial em instituições de ensino superior, campos de estágio e programas de pós-graduação. Os estudos de caso, os desafios da prática clínica e os consensos e dissensos da área continuam a inspirar esta obra, que, ao incorporar atualizações conceituais e evidências recentes, contribui para preencher lacunas na utilização dos exames laboratoriais em nutrição clínica, aliando profundidade, clareza e abrangência, além de consolidar sua relevância e excelência.

As Organizadoras

Prefácio

Em seu novo livro, Interpretação de Exames Laboratoriais Aplicados à Nutrição Clínica – 2a edição, as organizadoras Larissa Calixto-Lima e Nelzir Trindade Reis apresentam um conteúdo que se destaca por sua relevância, organização e aplicabilidade na prática clínica. Ao reunir especialistas de diferentes áreas, a obra propõe uma abordagem sistematizada e orientada à prática clínica da interpretação de exames laboratoriais, componente essencial na atuação do nutricionista e de outros profissionais de saúde.

A interpretação de exames laboratoriais constitui uma ferramenta fundamental em nutrição clínica, permitindo não apenas o diagnóstico precoce de alterações metabólicas, mas também o acompanhamento da evolução clínica e a avaliação da efetividade das intervenções nutricionais. Entretanto, a complexidade dos marcadores laboratoriais e a constante atualização do conhecimento científico tornam desafiadora sua aplicação crítica e contextualizada no cuidado ao paciente. Neste cenário, busca-se aqui traduzir conceitos técnicos em ferramentas práticas, contribuindo para uma tomada de decisão mais segura e baseada em evidências.

O conteúdo está organizado em três partes principais e inclui uma quarta parte dedicada a anexos práticos. A primeira aborda os fundamentos dos exames laboratoriais. A segunda dedica-se à interpretação de exames diretamente relacionados à nutrição, com ênfase em vitaminas, minerais e condições associadas à desnutrição. A terceira parte, por sua vez, integra esses conhecimentos à prática clínica, explorando diferentes condições de saúde, como diabetes, doenças cardiovasculares, distúrbios metabólicos, doenças hepáticas e renais, entre outras. Além disso, na parte quatro são fornecidas informações sobre indicações de exames, valores de referência, orientações para a coleta do material biológico e fatores interferentes, constituindo um material de consulta rápida e útil para a prática profissional diária.

Trata-se, portanto, de uma contribuição relevante para a formação e a atualização de estudantes e profissionais da área da Saúde, fortalecendo uma prática clínica mais crítica, integrada e centrada no paciente.

Professora Titular da Universidade Federal Fluminense (UFF), RJ.

Lista de Siglas e Abreviaturas

1,25(OH)2D 1,25-di-hidroxivitamina D

25(OH)D 25-hidroxivitamina D

25-OHase 25-hidroxilase

3-HIA ácido 3-hidroxi-isovalérico

A1AT alfa-1-antitripsina

A4P ácido 4-piridoxil

AA amiloidose amiloide

AAS ácido acetilsalicílico

AASLD American Association for the Study of Liver Diseases

AAT alfa-1 antitripsina

AATD deficiência genética de AAT acetil-CoA acetilcoenzima A

ACTH hormônio adrenocorticotrófico

ADA American Diabetes Association

ADC anemia de doença crônica

ADF anemia por deficiência de ferro

ADH hormônio antidiurético

AG ânion gap

AGCC ácidos graxos de cadeia curta

AGCL ácidos graxos de cadeia longa

AGCM ácidos graxos de cadeia média

AGE produtos de glicação avançada

AGL ácidos graxos livres

AGPA alfa-1-glicoproteína ácida

AGPI ácidos graxos poli-insaturados

AI ingestão adequada (do inglês, adequate intake)

AINE anti-inflamatórios não esteroidais

AIT ataque isquêmico transitório

AlAl alergia alimentar

ALB albumina

ALEH Asociación Latinoamericana para el Estudio del Hígado

alfa-FP alfafetoproteína

ALT alanina aminotransferase

AM anemia megaloblástica

AND Academy of Nutrition and Dietetics

ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar

antiGAD antidescarboxilase do ácido glutâmico

anti-HBc anticorpos da classe IgG contra o antígeno do núcleo do vírus da hepatite B

anti-HBe anticorpo contra o antígeno e do vírus da hepatite B

anti-HBs anticorpo contra o antígeno de superfície da hepatite B

anti-TG antitireoglobulina

anti-TPO antitireoperoxidase

anti-TSH-R antirreceptor de TSH

anti-VHA anticorpo produzido em resposta ao vírus da hepatite A

anti-VHC anticorpo produzido em resposta ao vírus da hepatite C

antiZnt8 antitransportador de zinco 8

apo A-I apolipoproteína A-I

apo B apolipoproteína B

apo C-III apolipoproteína C-III

ASCA anticorpo anti-Saccharomyces cerevisiae

ASPEN American Society for Parenteral and Enteral Nutrition

AST aspartato aminotransferase

ATP trifosfato de adenosina

ATP7A transportadora de cobre alfa

ATP7B transportadora de cobre beta

ATPapse adenosina trifosfatase

AVE acidente vascular encefálico

BCG verde de bromocresol

BCP púrpura de bromocresol

BD bilirrubina direta

BE excesso de base

beta-hCG exame de sangue que detecta a presença do hormônio hCG, relacionado a gravidez

BN balanço nitrogenado

BNP peptídio natriurético tipo B (do inglês, B-type natriuretic peptide)

BT bilirrubina total

BUN blood urea nitrogen

CaBP calbidina

CAC escore de cálcio coronariano (do inglês, coronary artery calcium)

CaS cálcio sérico

CaSI cálcio sérico ionizado

CaST cálcio sérico total

CaSTc cálcio sérico total corrigido

CAT elevação da catalase

CaU cálcio urinário

CBP cirrose biliar primária

CC circunferência da cintura

CDC Centers for Disease Control and Prevention

CEA antígeno carcinoembrionário

CEP colangite esclerosante primária

CFN Conselho Federal de Nutricionistas

CHC carcinoma hepatocelular

CHCM concentração de hemoglobina corpuscular média

CI cardiopatia isquêmica

CLLF capacidade latente de ligação ao ferro

CMO conteúdo mineral ósseo

CMT carcinoma medular da tireoide

CO2 dióxido de carbono

COL1A1 colágeno Tipo I Alfa 1

ConA concanavalina A

CONUT Estado Nutricional Controlado (do inglês, controlling nutritional status)

CoQ10 coenzima Q10

CPBA ensaio de ligação proteica competitiva

CPRE colangiopancreatografia endoscópica retrógrada

CRD diagnósticos resolvidos por componentes

CRIP proteína intestinal rica em cisteína

CRN-3 Conselho Regional de Nutricionistas Terceira Região

CrP ceruloplasmina

CrS cromo sérico

CrS cromo sérico

CT colesterol total

CTL contagem total de linfócitos

CTLF capacidade total de ligação do ferro

CTR1 proteína transportadora de cobre

CTX telopeptídio C-terminal de colágeno do tipo 1

CuS cobre sérico

CuU cobre urinário

CYP2R1 citocromo P450 família 2 subfamília R membro 1

DAC doença arterial coronariana

DALY anos de vida ajustados por incapacidade (do inglês, disability-adjusted life year)

DAP doença arterial periférica

DBP derivação biliopancreática

DBP/DS derivação biliopancreática com duodenal switch

DC doença celíaca

DCbV doença cerebrovascular

DCCT Diabetes Control and Complications Trial

DCV doença cardiovascular

DCVA doença cardiovascular aterosclerótica

DcytB citocromo B duodenal (do inglês, duodenal cytochrome B).

DEAB desordens do equilíbrio ácido-básico

DHC doença hepática crônica

DHE doença hepática esteatótica

DHGNA doença hepática gordurosa não alcoólica

DHL desidrogenase láctica (do inglês, high density lipoprotein)

DHRA doença hepática relacionada ao álcool

DII doença inflamatória intestinal

DILI lesão hepática induzida por medicamentos (do inglês, drug-induced liver injury)

DM diabetes melito

DM1 diabetes melito tipo 1

DM2 diabetes melito tipo 2

DMG diabetes melito gestacional

DMO densidade mineral óssea

DMT-1 transportador de metal bivalente (do inglês, divalente metal transporter-1)

DNA ácido desoxirribonucleico

DP desvio padrão

DPD total e livre deoxipiridinolina urinária total e livre

DPOC doença pulmonar obstrutiva crônica

DRC doença renal crônica

DRD desnutrição relacionada à doença

DRI ingestão dietética de referência (do inglês, dietary referenece intakes)

DXA dupla emissão de raios X

EAAS espectrometria de absorção atômica eletrotermal

EAS elementos anormais do sedimento

EASD European Association for the Study

EASL European Association for the Study of the Liver

ECA enzima conversora de angiotensina

ECU exame comum de urina

EDTA ácido etilenodiamino tetraacético (anticoagulante)

EFLM European Federation of Clinical Chemistry and Laboratory Medicine

EHNA esteato-hepatite não alcoólica

ELISA ensaio imunoenzimático

ENANI Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil

EPF exame parasitológico de fezes

EPG Escore Prognóstico de Glasgow

EPGm Escore Prognóstico de Glasgow Modificado

EQU exame químico de urina

ERICA Estudo de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes

ERO espécies reativas de oxigênio

ERON espécies reativas de oxigênio e nitrogênio

ESPEN European Society for Clinical Nutrition and Metabolism

ESR1 receptor alfa de estrogênio 1

FA fosfatase alcalina

FAD flavina-adenina dinucleotídeo

FAN fator anti-nuclear

FAOE fosfatase alcalina ósseoespecífica

FATR fosfatase ácida tartaratoresistente

Fe ferro

FE função de ejeção

FE-1 elastase pancreática fecal

FEOOH oxi-hidróxido férrico

FEVE fração de ejeção do ventrículo esquerdo

FGF23 fator de crescimentos de fibroblastos 23

FI fator intrínseco

FIGLU ácido formiminoglutâmico

FINDRISC Escore Finlandês de Risco de Diabetes (do inglês, Finnish Diabetes Risk Score)

FIT teste imunoquímico fecal

fl fentolitros

FMN flavina mononucleotídeo

FoS fósforo sérico

FSH hormônio foliculoestimulante

Ft ferritina

FTH subunidade pesada da ferritina

G6PD glicose-6-fosfato desidrogenase

GABA ácido gama-aminobutírico

GErR glutationa eritrocitária redutase

GGT gamaglutamiltransferase

GH hormônio do crescimento

GJ glicemia de jejum

GLA ácido gamacarboxiglutâmico

GLIM Global Leadership Initiative on Malnutrition

GLU ácido glutâmico

GLUT transportadores de glicose (do inglês, glucose transporter)

GM-CSF fator estimulador de colônias de granulócitos-macrófagos

GnRH hormônio liberador de gonadotropina

GPx glutationa peroxidase

GS glutamina sintase

GSH glutationa reduzida

GSSG glutationa oxidada

GST glutationa S-transferase

HAS hipertensão arterial sistêmica

Hb hemoglobina

HbA hemoglobina A

HbA1c hemoglobina glicada

HBeAg antígeno e do vírus da hepatite B

HbF hemoglobina fetal

HBsAg antígeno de superfície da hepatite B

hCG hormônio gonadotrofina coriônica humana

HClO ácido hipocloroso

HCM hemoglobina corpuscular média

HCP-1 proteína ligadora de heme (do inglês, heme carrier protein-1)

HCY homocisteína

HDL lipoproteína de alta densidade (do inglês, high-density lipoprotein)

HF hipercolesterolemia familiar

hHb hemoglobina humana

HIV vírus da imunodeficiência humana

HLA antígeno leucocitário humano

HM hemácias

HMG-CoA redutase hidróxi-metil-glutaril CoA redutase

HMWK cininogênio de alto peso molecular holo-TC holotranscobalamina

HOMA modelo de avaliação da homeostase

HOMA-IR modelo de homeostase de avaliação da resistência à insulina (do inglês, homeostasis model assesssment for insulin resistance)

Hp haptoglobina

HPLC cromatografia líquida de alta performance

HPS hiperparatireoidismo secundário

HT hematócrito

IAA autoanticorpos anti-insulina

IAAP polipeptídio amiloide das ilhotas (do inglês, islet amyloid polypeptide)

IAM infarto agudo do miocárdio

IC insuficiência cardíaca

ICA índice de creatinina-altura

ICC insuficiência cardíaca congestiva

ICEFi insuficiência cardíaca com fração de ejeção intermediária

ICEFp insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada

ICEFr insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida

ICP plasma duplamente induzido

IDL lipoproteínas de densidade intermediária do inglês, intermediate-density lipoproteins)

IECA inibidores da enzima conversora de angiotensina

IgE imunoglobulina E

IGF-1 fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (do inglês, insulin-like growth factor 1)

IGF-2 fator de crescimento semelhante à insulina tipo 2 (do inglês, insulin-like growth factor 2)

IgG imunoglobulina G

IgM imunoglobulina M

IL interleucina

IL-1 interleucina 1

IL-6 interleucina 6

IL-8 interleucina 8

IL-10 interleucina 10

IMC índice de massa corporal

IOM Institute of Medicine

IPE insuficiência pancreática exócrina

IPGH índice prognóstico Glasgow hepático

IPIN índice prognóstico inflamatório nutricional

IPN índice de prognóstico nutricional

IREG1 transportador 1 regulado por ferro

ISI Índice de Sensibilidade Internacional

IST índice de saturação da transferrina

LA razão linfócito albumina

LCAT lecitina-colesterol aciltransferase (do inglês, lecithin-cholesterol acyltransferase)

LDH lactato desidrogenase (do inglês, lactate dehydrogenase)

LDL lipoproteína de baixa densidade (do inglês, lowdensity lipoprotein)

LE leucometria específica

LG contagem global de leucócitos

LP lipase pancreática

Lp(a) lipoproteína (a)

LPL lipase lipoproteica

LPS lipopolissacarídios

LSN limite superior de normalidade

MAO monoaminaoxidase

MASH esteato-hepatite associada à disfunção metabólica (do inglês, metabolic dysfunctionassociated steatohepatitis)

MASLD doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica

MDA malondialdeído

MEIA ensaio imunoenzimático em micropartículas

MELD model for end-stage liver disease

mEq miliequivalentes

MgE magnésio eritrocitário

MgS magnésio sérico

MI microbiota intestinal

MMA ácido metilmalônico

MMP-9 metaloproteinase-9

MnE manganês eritrocitário

MnS manganês sérico

MnSOD superóxido dismutase de manganês

MnU manganês urinário

MPO mieloperoxidase

MT metalotioneína

MTF-1 fator de transcrição da metalotioneína (do inglês, metal-regulatory transcription factor-1)

N1MN N1-metilnicotinamida

NAA análise de ativação neutrônica

NAD nicotinamida-adenosinadinucleotídeo

NADH nicotinamida adenina dinucleotídio

NADP nicotinamida-adenosinadinucleotídeo-fosfato

NADPH nicotinamida adenina dinucleotídio fosfato reduzido

NADPHOxi nicotinamida adenina dinucleotídeo oxidase

NAR razão neutrófilos-albumina (do inglês, neutrophil-toalbumin ratio)

NE niacina equivalente

NFκB fator nuclear kappa B

NGSP National Glycohemoglobin Standardization Program

NIH Nacional Institutes of Health

NLR razão neutrófilo-linfócito (do inglês, neutrophillymphocyte ratio)

NPT nutrição parenteral total

Nrf2 fator nuclear eritroide

NRI Índice de Risco Nutricional (do inglês, Nutritional Risk Index)

NTX telopeptídio N-terminal de colágeno do tipo 1

OH osteodistrofia hepática

OMS Organização Mundial da Saúde

ON óxido nítrico

P1CP propeptídio C-terminal de procolágeno tipo 1

P1NP propeptídio N-terminal de procolágeno tipo 1

PA pressão arterial

PAAF punção aspirativa com agulha fina

PAF fator de ativação plaquetária

p-ANCA autoanticorpo citoplasmático perinuclear antineutrófilo

PAS pressão arterial sistólica

PC-R proteína C-reativa

PCR reação em cadeia da polimerase

PC-R-US proteína C-reativa ultrassensível

PCT procalcitonina

PEAS urina parcial e pesquisa dos elementos anormais e sedimentos

pg picogramas

pH potencial de hidrogênio

PL peroxidação lipídica

PLP piridoxal fosfato

PLR proteína ligadora de retinol

PNA equivalente protéico do aparecimento de nitrogênio

PNI Índice Prognóstico Nutricional (do inglês, Prognostic Nutritional Index)

Procon Programa de Proteção e Defesa do Consumidor

PSO pesquisa de sangue oculto na amostra fecal

PSR pesquisa de substância redutoras nas fezes

PTH paratormônio

QUICKI Quantitative Insulin Sensitivity Check Index

RAA reação adversa a alimentos

RANKL receptor do ativador do fator nuclear kappa B

RAST teste radioalergoabsorvente (do inglês, radioactive allergosorbent test)

RBP proteína ligadora de retinol (do inglês, retinol binding protein)

RCG risco cardiovascular global

RCU retocolite ulcerativa

RCV risco cardiovascular

RDA ingestão dietética recomendada (do inglês, recommended dietary allowance)

RDW distribuição do tamanho das hemácias (do inglês, red cell distribution of width)

RET (do inglês, rearranged during transfection)

RFG ritmo de filtração glomerular

RI resistência à insulina

RLC razão linfócitos totais

RM ressonância magnética

RMJ resposta metabólica ao jejum

RN recém-nascidos

RNAm RNA mensageiro

RNI relação normatizada internacional

RNL relação neutrófilo/linfócito

RPA razão proteína C-reativa/ albumina

rRNA ácido ribonucleico ribossômico

rT3 T3 reverso

RTK receptor tirosina quinase

SAA amiloide sérico A

SBD Sociedade Brasileira de Diabetes

SBEM Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

SCA síndrome coronarianas agudas

Se selênio

SeP selenoproteína P

SePs selenoproteínas

SeS selênio sérico

SGLT1 cotransportador de sódioglicose 1

SIADH síndrome da secreção inapropriada de hormônio antidiurético

SIBO supercrescimento bacteriano no intestino delgado

SII síndrome do intestino irritável

siRNA pequeno ácido ribonucleico de interferência (do inglês, small interfering ribonucleic acid)

SLC transportador ligado ao soluto

SM síndrome metabólica

SNC sistema nervoso central

SOD superóxido dismutase

SPT teste de puntura (do inglês, skin prick test)

SRAA sistema renina-angiotensinaaldosterona

sTfR receptor solúvel de transferrina

T3 tri-iodotironina

T3L T3 livre

T4 tiroxina

T4L T4 livre

TA tecido adiposo

TAC capacidade antioxidante total

TAP tempo de atividade da protrombina

TBG globulina de ligação da tiroxina (do inglês, thyroxinebinding globulin)

TC tomografia computadorizada

TCI transcobalamina I

TCII transcobalamina II

TDP difosfato de tiamina

TF-FVIIa fator tecidual-fator VII ativado

TFG taxa de filtração glomerular

TFGe taxa de filtração glomerular estimada

TG triglicerídios

TGB globulina ligadora de tiroxina

TGI trato gastrintestinal

TGO transaminase glutâmicooxaloacética

TGP transaminase glutâmicopirúvica

THF tetra-hidrofolato

TIBC total iron binding capacity

TIR tempo no alvo (do inglês, time in range)

TNF fator de necrose tumoral

TNF-alfa fator de necrose tumoral alfa

TOTG teste oral de tolerância à glicose

TP tempo de protrombina

tPA plasminogênio tecidual

TPO testes de provocação oral

TPODCPC teste de provocação oral duplo-cego placebo controlado

TPP tiamina pirofosfato

TRAb anticorpos do receptor de tireotropina

TRAP fosfatase ácida tartarato resistente

TRF transferrina

TRH hormônio liberador de tireotropina

TrxR tiorredoxinas redutases

TSA teste de sensibilidade aos antimicrobianos

TSH hormônio tiroestimulante

TSH-R receptor de TSH

TTG transglutaminase tecidual

TTP tempo de tromboplastina parcial

TTR transtirretina

UDP enzima uridina difosfato

UI unidade internacional

UL nível de ingestão máxima tolerável (do inglês, tolerable upper intake level)

US ultrassensível

USG ultrassonografia

UTI unidade de terapia intensiva

UVB luz ultravioleta B

VCM volume corpuscular médio

VDR receptor de vitamina D

VHA vírus da hepatite A

VHB vírus da hepatite B

VHC vírus da hepatite C

VHS velocidade de hemossedimentação

Vitamina B1 tiamina

Vitamina B12 cobalamina, cianocobalamina

Vitamina B2 riboflavina

Vitamina B3 niacina

Vitamina B5 ácido pantotênico

Vitamina B6 piridoxina

Vitamina B7 biotina

Vitamina B9 ácido fólico, folato, folacina

VLDL lipoproteína de muito baixa densidade (do inglês, very low density lipoprotein)

VOIP vitamin D-Binding protein

vWF fator von Willebrand

XO xantina oxidase

Zn zinco

ZnE zinco nos eritrócitos

ZnS zinco sérico

ZnT-1 transportador de zinco-1

ZPP zinco protoporfirina

Sumário

2

3

Wagner Andrade Ferreira

Vivian dos Santos Neves

Larissa Calixto-Lima

Luciana Moreira Lima

Marcos Rodrigo de Oliveira

Andréia Patrícia Gomes

Rodrigo Siqueira-Batista

Gleide Gatti Fontes

Marcos Rodrigo de Oliveira

Gleide Gatti Fontes

Luciana Moreira Lima

Andréia Patrícia Gomes

Patrícia Aparecida Fontes Vieira

Rodrigo Siqueira-Batista

Andréia Patrícia Gomes

Rodrigo Roger Vitorino

Patrícia Aparecida Fontes Vieira

Gleide Gatti Fontes

Marcos Rodrigo de Oliveira

Luciana Moreira Lima

Rodrigo Siqueira-Batista

Rodrigo Siqueira-Batista

Patrícia Aparecida Fontes Vieira

Gleide Gatti Fontes

Marcos Rodrigo de Oliveira

Luciana Moreira Lima

Andréia Patrícia Gomes

6 Exames de Saúde Intestinal e Mapeamento da Microbiota Intestinal

Ilanna Marques Gomes da Rocha

7 Desordens do Equilíbrio Ácido-Básico

Gabriel Teixeira Montezuma Sales

8 Marcadores Laboratoriais de Estresse Oxidativo

Amylly Sanuelly da Paz Martins

José Israel Rodrigues Junior José Igor de Araújo Freitas

Fabiana Andréa Moura

9 Marcadores Inflamatórios

José Israel Rodrigues Junior Nykholle Bezerra Almeida

Wendell Costa Melo Filho

Maykon Douglas Ramos Barros

José Igor de Araújo Freitas

Fabiana Andréa Moura

10 Exames Laboratoriais de Rotina no Atendimento Ambulatorial de Diferentes Grupos Populacionais

Aline Carare Candido

Eliane Rodrigues de Faria

Fabiana de Cássia Carvalho Oliveira

Francilene Maria Azevedo

Clarissa de Matos Nascimento

Silvia Eloiza Priore

Sylvia do Carmo Castro Franceschini

PARTE II Avaliação Nutricional Laboratorial

11 Avaliação Laboratorial das Vitaminas

Emanuelly Varea Maria Wiegert

Fernanda Neves Pinto

12 Avaliação Laboratorial dos Minerais

Emanuelly Varea Maria Wiegert

Fernanda Neves Pinto

13 Desnutrição Relacionada à Doença

Gabriella da Costa Cunha

Larissa Calixto-Lima

Emanuelly Varea Maria Wiegert

Larissa Calixto-Lima

Letícia Fuganti Campos

Nelzir Trindade Reis

Rafaela Gonçalves Ribeiro Lucas

Aline Marcadenti de Oliveira

Rafaela Gonçalves Ribeiro Lucas

Aline Marcadenti de Oliveira

Luciana Coppini 18

Alessandra da Silva Pereira

Fabricia Junqueira das Neves

Thaís da Silva Ferreira

Isabelle Cristine Lôpo dos Santos

Simone Côrtes Coelho

Larissa Calixto-Lima

Paula Normando

Larissa Calixto-Lima

Larissa Calixto-Lima

Nelzir Trindade Reis

Rosângela Passos de Jesus

Lucivalda Pereira Magalhães de Oliveira

Matheus Lopes Cortes

Ramona Souza da Silva Baqueiro Boulhosa

Laís Spíndola Garcês

Monalisa Reis Arruda

22 Doença Renal Crônica

Ana Paula Bazanelli

Flavia Baria

Miriam Ghedini Garcia Lopes

23 Distúrbios Intestinais .

Samanta Catherine Ferreira

Bruno Meira Guerra

Evelyne Silva Brum

Antônio de Barros Lopes

Valesca Dall’Alba

24 Alergia Alimentar 619

Glauce Hiromi Yonamine

Ana Paula Beltran Moschione Castro

PARTE IV Principais Exames Laboratoriais Utilizados na Prática Clínica

I Indicações, Contraindicações, Orientação para Coleta e Fatores Interferentes

Gabrielle Cardoso Mangia

Karem Nayanne Santos Dutra

II Valores de Referência e Interpretação

Karem Nayanne Santos Dutra

Gabrielle Cardoso Mangia

Índice

639

Capítulo 6

Exames de Saúde

Intestinal e Mapeamento da Microbiota Intestinal

Introdução

A saúde intestinal é influenciada por uma diversa comunidade de microrganismos, denominada microbiota intestinal (MI), cujo estudo tem se expandido significativamente nos últimos anos, impulsionado pelos avanços em pesquisas experimentais, epidemiológicas, fisiológicas e em tecnologias ômicas. Além da composição microbiana, a funcionalidade intestinal depende de aspectos, como integridade da barreira epitelial, modulação imunológica local e metabolismo microbiano. Somados, esses fatores estão associados à manutenção da homeostase e ao bem­estar sistêmico.1

Este capítulo se propõe a discutir estratégias para avaliação da saúde intestinal na prática clínica, abordando exames, como o coprológico funcional, o sequenciamento genético da microbiota, biomarcadores de inflamação e permeabilidade intestinal, destacando sua relevância na compreensão da composição microbiana e das funções associadas ao ambiente intestinal.

Exame Coprológico Funcional

O exame coprológico funcional tem como finalidade clínica a avaliação das funções digestivas do trato gastrintestinal (TGI) e das glândulas anexas, possibilitando o diagnóstico de síndromes coprológicas. Esse exame envolve análises físicas, macroscópicas, microscópicas e químicas, conforme descrito a seguir.2­5

A análise física contempla as características macroscópicas do material fecal, como consistência, coloração e odor. Um padrão de normalidade inclui fezes bem formadas, de consistência sólida, em formato cilíndrico, moldadas pelo canal anal e de coloração marrom. Os parâmetros da análise física do exame coprológico são apresentados na Tabela 6.1.

A avaliação macroscópica do exame coprológico abrange a observação da presença de tecido conjuntivo, gorduras, amido e celulose, fornecendo informações valiosas para o diagnóstico de disfunções intestinais e outras condições clínicas.2­4 Parâmetros macroscópicos do exame coprológico são apresentados na Tabela 6.2.

Parâmetros avaliados nas fezes

Presença de fibras musculares bem digeridas

Tabela 6.2 Parâmetros macroscópicos avaliados no exame coprológico funcional (continuação) (continua)

Presença de fibras musculares mal digeridas

Presença de amido

Presença de celulose

Presença de cristais

Interpretação

ƒ Caracterizadas por formações alongadas ou ovalares, de bordas arredondadas, sem estriação transversal e, normalmente, em pequenas quantidades

ƒ Parâmetro de normalidade, indicativo de digestão eficiente das proteínas da carne (fibras musculares), especialmente em pessoas que consomem carne regularmente, evidenciando a ação adequada das enzimas digestivas (pepsina e tripsina) na degradação proteica

ƒ Caracterizadas por dimensões maiores, bordas cortantes e presença de estriação transversal e longitudinal

ƒ Indicativo de digestão proteica ineficiente, com possíveis causas a serem investigadas: excesso no consumo de proteína; insuficiência pancreática (falta de enzimas digestivas), exceto em casos de trânsito intestinal acelerado; distúrbios na produção de ácido gástrico; ou distúrbios de absorção intestinal

ƒ Indicativo de alteração do trânsito intestinal, má digestão ou má-absorção de carboidratos, especificamente amidos, durante o processo digestivo

ƒ Normalmente, o amido é hidrolisado pelas enzimas amilase, produzidas por glândulas salivares e pâncreas

ƒ Parte normal da eliminação de fibras não digeríveis

ƒ Quando presente e associado aos sintomas, como dor abdominal ou alterações no hábito intestinal, é sugestivo de problemas digestivos, demandando investigação adicional

ƒ Podem ser formados a partir de sais, minerais ou substâncias químicas presentes no TGI

ƒ A depender do tipo de cristal, reflete diferentes condições ou processos metabólicos, conforme descrito a seguir: y Cristais de Charcot-Leyden: formados pela degradação de eosinófilos, sugere reação alérgica ou inflamatória no intestino

y Cristais de fosfato triplo (ou fosfato amônio-magnesiano): geralmente presentes em fezes alcalinas (pH elevado), associados aos processos digestivos alterados ou às dietas ricas em vegetais verdes y Cristais de oxalato de cálcio: relacionados ao consumo de alimentos ricos em oxalato (p. ex., espinafre e beterraba) ou aos problemas de absorção intestinal, como síndrome do intestino curto e doença celíaca y Cristais de colesterol: indicativos de má-absorção de gorduras ou distúrbios metabólicos

Capítulo 13

Desnutrição Relacionada à Doença

Gabriella da Costa Cunha

Larissa Calixto-Lima

Emanuelly Varea Maria Wiegert

Introdução

A desnutrição pode ser definida como um distúrbio nutricional caracterizado pelo desequilíbrio entre as necessidades e a ingestão de calorias, proteínas e outros nutrientes necessários para a manutenção e a reparação de tecidos em adultos, e para o crescimento e o desenvolvimento em crianças. Considerada um problema mundial de saúde, a desnutrição apresenta prevalência variável de acordo com a população e os métodos utilizados para o diagnóstico nutricional.1-3

Por sua vez, a desnutrição relacionada à doença (DRD) é um distúrbio relacionado ao desequilíbrio entre necessidades e oferta nutricional, frequentemente agravado por inflamação sistêmica e alterações metabólicas decorrentes de patologias agudas ou crônicas. No contexto clínico-hospitalar, trata-se de um problema prevalente, associado ao aumento de morbimortalidade, à piora funcional, às maiores taxas de complicações e ao aumento de custos assistenciais.4-8

Diversas ferramentas e parâmetros são utilizados para triagem e diagnóstico da desnutrição, variando de avaliação de sintomas, ingestão alimentar, perda de peso não intencional, medidas antropométricas, funcionalidade e exames laboratoriais.1,9-12 Na prática clínica, é essencial o uso de vários indicadores do estado nutricional associados, visto que um único parâmetro isolado não caracteriza a condição nutricional de um indivíduo.

No âmbito laboratorial, a DRD é caracterizada por alterações bioquímicas, hematológicas, imunológicas e metabólicas, cuja interpretação requer integração com indicadores clínicos, funcionais e nutricionais. Nenhum marcador isolado é suficiente para diagnóstico; portanto, a interpretação combinada e contextualizada é mandatória.12,13

Tipos de Desnutrição

As principais diretrizes e consensos internacionais, como as da Academy of Nutrition and Dietetics (AND), da American Society for Parenteral and Enteral Nutrition (ASPEN), da European Society for Clinical Nutrition and Metabolism (ESPEN) e do Global Leadership Initiative on Malnutrition (GLIM), propõem a classificação da desnutrição a partir da sua etiologia.1,3,12 Nessa perspectiva, a desnutrição é classificada considerando a presença e a intensidade da

Interpretação de Exames Laboratoriais Aplicados à Nutrição Clínica

e convergem para efeitos catabólicos e redução da ingestão alimentar.3 A inflamação sistêmica induz anorexia, perda ponderal, alterações na composição corporal e redução da função física, compondo um processo que evolui para desnutrição clinicamente relevante quando persistente.3,12,17

Na DRD com inflamação, a resposta ao estresse envolve ativação do sistema nervoso simpático, do sistema imunológico e do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, sistemas interligados que modulam o metabolismo energético em situações agudas e crônicas.18 A cascata resultante promove hipercatabolismo, influi no metabolismo de carboidratos, lipídios e proteínas e reduz a ingestão alimentar, favorecendo o desenvolvimento e a progressão da desnutrição (Figura 13.2).

Entre as doenças crônicas com inflamação que podem cursar com desnutrição estão câncer, DPOC, DII, insuficiência cardíaca congestiva, DRC e artrite reumatoide. A inflamação sistêmica que impulsiona o catabolismo varia de leve a moderada, embora possam ocorrer crises inflamatórias mais graves durante as exacerbações da doença. Os fatores envolvidos na gênese da desnutrição incluem as citocinas pró-inflamatórias, os hormônios e o efeito central no hipotálamo.12,17,19,20

Estressor (p. ex., doença aguda)

Sistema nervoso simpático

GLP-1

Apetite e ingestão alimentar

Perda de peso

Sistema imunológico

Citocinas pró-inflamatórias (p. ex., IL-6, IL-1beta, TNF )-alfa

Afetam circuitos cerebrais

Esvaziamento gástrico motilidade intestinal e reabsorção

Metabolismo dos alimentos

Resistência periférica à insulina e ao GH

Degradação proteica

Catabolismo muscular esquelético

Desnutrição associada à doença

Eixo hipotálamohipófiseadrenal

Hormônios do estresse (p. ex., cortisol)

Hormônios periféricos

Síntese proteica

Taxa metabólica de repouso

Imobilização e fadiga

Figura 13.2 Mecanismos da inflamação na fisiopatologia da desnutrição relacionada à doença

IL-6: interleucina 6; IL-1b: interleucina-1 beta; TNF-alfa: fator de necrose tumoral alfa; GLP-1: peptídio semelhante ao glucagon-1; ↑: aumentada; ↓: reduzido. Fonte: adaptada de Stumpf et al., 2023.18

Capítulo 20

Anemias Carenciais e das Doenças Crônicas

Introdução

Anemia é uma condição clínica caracterizada laboratorialmente por uma deficiência no número ou no tamanho de eritrócitos sanguíneos – este último resultado da diminuição na concentração de hemoglobina (Hb) circulante –, limitando a troca de oxigênio e gás carbônico entre o sangue e os tecidos corporais. Independentemente da causa, o resultado é a diminuição da Hb total funcionante na circulação.1,2

Tipos de Anemia

A anemia desenvolve-se por meio de três mecanismos principais: eritropoese ineficaz (quando o corpo produz poucos glóbulos vermelhos), hemólise (quando os glóbulos vermelhos são destruídos) e perda de sangue.2 De acordo com sua etiologia, as anemias são frequentemente classificadas como:2,3

ƒ Anemias carenciais ou nutricionais: podem surgir em decorrência da carência de nutrientes essenciais para a síntese normal de eritrócitos, como ferro, vitamina B12 (cobalamina) e folato (vitamina B9) e, menos comumente, cobre, piridoxina (vitamina B6), riboflavina (vitamina B6) e proteína.

ƒ Anemia das doenças crônicas (ADC): condição que ocorre em associação às doenças subjacentes, especialmente tumores malignos e doença renal crônica (DRC), caracterizando-se pela redução dos níveis de Hb, hematócrito (HT) e contagem de eritrócitos.

ƒ Anemias por desordens genéticas: a variação na estrutura ou a produção reduzida das cadeias globínicas da Hb também podem resultar em anemia. A doença falciforme (tipo de anemia hemolítica crônica) é o distúrbio genético da Hb mais frequente, seguido pelas talassemias beta e alfa. Estimase que cerca de 5% da população mundial seja portadora de uma variante significativa da Hb; esses percentuais são expressivamente mais elevados no continente africano (18%).

As anemias resultantes da deficiência de nutrientes, conhecidas como anemias carenciais ou nutricionais, são os tipos mais comuns observados, particularmente em mulheres (em razão de perda menstrual e gestação) e em crianças (visto que estão em fase de crescimento de desenvolvimento). Isso acontece porque a renovação das células do sangue ocorre de forma mais rápida em relação a outros

O ferro inorgânico presente na dieta predominantemente na sua forma trivalente (Fe ) precisa 3+ ser convertido para sua forma bivalente (Fe ) por ação da 2+ enzima DcytB

Apical

Redutase férrica (Dcytb)

Ferritina

Parte do ferro é armazenada no enterócito na forma de ferritina, sendo posteriormente perdida com a descamação da mucosa intestinal

O Fe é absorvido nos enterócitos 2+ através da proteína DMT1

A internalização do ferro heme da dieta é realizada pela HCP1

oxigenase

No interior do enterócito, a ação da enzima heme oxigenase libera o ferro da protoporfirina, permitindo sua entrada no mesmo do ferro pool não heme

Ferroxidase (hefaestina)

Ferroportina

Basolateral

Se houver necessidade de ferro pelo organismo, ele prossegue para a membrana basolateral do enterócito. A ferroportina exporta o ferro para o plasma, onde ele é oxidado a Fe³ por ação da + enzima hefaestina, ação necessária para sua incorporação à transferrina sérica

Figura 20.1 Mecanismo de absorção de ferro por transportadores específicos DMT1: transportadoras de metal divalente 1 (do inglês, divalent metal transporter 1); HCP-1: proteína transportadora do heme 1 (do inglês, haem carrier protein-1); DcytB: citocromo B duodenal (inglês, duodenal cytochrome B).

Índice

AA1AT

- fecal, 641, 683

- sérica, 641, 683

Absorção

- da vitamina C, 222

- de cálcio, 240, 441

- de ferro, 246, 473

- de zinco, 253

Acidemia, 98

Ácido(s)

- aminados e amoníaco, 72

- ascórbico, 223

- de fermentação, 72

- e bases, 98

- fólico, 217

- - avaliação laboratorial, 219

- - eritrocitário, 641, 683

- - sérico, 641, 684

- graxos livres, 31

- L-ascórbico, 119

- metilmalônico, 490, 684

- - sérico, 642

- nicotínico, 212

- orgânicos totais, 72

- pantotênico, 213

- - avaliação laboratorial, 214

- úrico, 32, 120, 536, 574

- - sérico, 642, 685

- - urinário, 643, 686

Acidose, 98

- metabólica, 102

- - definição e causas, 102

- - diagnóstico e manifestações clínicas, 102

- - tratamento, 103

- respiratória, 103, 104

- - definição e causas, 103

- - diagnóstico e manifestações clínicas, 103

- - tratamento, 104

Adaptação

- renal, 564

- tubular, 565

Adiponectina, 32

Akkermansia muciniphila, 90

Alanina aminotransferase, 508

Albumina, 147, 278, 511, 572, 593, 602, 607, 614

- glicada, 147

- sérica, 241, 686

Albuminúria, 573

Alcalemia, 98

Alcalose, 98

- metabólica, 104

- - definição e causas, 104

- - diagnóstico e manifestações clínicas, 105

- - tratamento, 105

- respiratória, 105

- - causas, 106

- - definição e causas, 105

- - diagnóstico e manifestações clínicas, 106

- - tratamento, 106

Alergia alimentar, 621

- acompanhamento do paciente, 633

- diagnóstico, 623

- - laboratorial, 625

- - resolvido por componentes, 629

- exames falsos ou sem evidência científica para o diagnóstico, 633

- investigação diagnóstica, 624

Alfa-1-antitripsina, 518

Alfafetoproteína, 530, 643, 687

Amilase pancreática sérica, 644, 688

Amilina, 318

Amiloide sérico A, 139

Aminoácidos, 589

Aminotransferases, 508, 509

Amostra, tipos, 8

Análise

- da urina de 24 horas, 56

- de distribuição, 89

- de espécies, 90

- de filos, 89

- de gêneros, 90

- de taxonomização, 89

- do pH fecal, 86

- física do exame coprológico funcional, 84

Anamnese, 100

Anemia(s), 247, 471

- carenciais ou nutricionais, 471

- - tipos, 492

- da inflamação, 249

- das doenças crônicas, 471, 492

- - diagnóstico diferencial, 493

- ferropriva

- - diagnóstico laboratorial, 479

- - etiologia, 479

- hipocrômica microcítica, 247

- interpretação do hematócrito, 494

- megaloblástica, 218, 484

- - diagnóstico laboratorial, 489

- - etiologia, 486

- - por deficiência de folato etiologia, 488

- perniciosa, 220, 487

- por deficiência

- - de cobre, 492

- - de ferro, 472

- - de folato, 487

- - de vitamina B12, 484

- por desnutrição calóricoproteica, 492

- por desordens genéticas, 471

- responsiva à piridoxina, 492

- sideriblástica, 492

- tipos, 471

Ânion gap, 98, 99

- sérico, 101

Anisocitose, 495

Anti-HBc, 644, 690

Anti-HBe, 645, 690

Anti-HBs, 645, 690

Anti-VHA, IgG e IgM, 646, 690

Anti-VHC, 646, 690

Anticonvulsivantes, 605

Anticorpo(s)

- anti-Saccharomyces cerevisiae, 615, 689

- antiendomísio, 644, 689

- antigliadina, 644, 689

- antineutrofílico perinuclear, 615, 689

- antipeptídios desamidados da gliadina imunoglobulina A, 610

- antitransglutaminase, 644

- - tecidual imunoglobulina A, 610

- EMA IgA, 610

- tireoidianos, 427

Antidepressivos tricíclicos, 605

Antieméticos, 605

Antígenos leucocitários humanos, 608

Antiparkinsonianos, 605

Antipeptídios desamidados da gliadina imunoglobulina G, 610

Antipsicóticos, 605

Antitransglutaminase imunoglobulina A, 601

Antitripsina, 145

Antivírus da imunodeficiência humana, 602

Apolipoproteína, 328, 329

- A-I, 33

- B, 33, 341, 647, 690

ASCA, 647

Aspartato aminotransferase, 508

Assimilação de nutrientes da dieta, 587

AST/ALT, 647

Ataque isquêmico transitório, 362

Aterosclerose, 363

Atividade física, 446

Autoanticorpo citoplasmático antineutrófilo perinuclear (p-ANCA), 649

Avaliação

- da resistência à insulina e do diabetes melito tipo 2, 395

- de outros metabólitos da vitamina D, 461

- do estado de cálcio e diagnóstico da osteoporose, 457

- dos parâmetros laboratoriais

- - na obesidade, 394

- - na síndrome metabólica, 393

- - no pré- e no pós-operatório de cirurgia bariátrica, 403

- dos reticulócitos, 22

- laboratorial

- - da biotina, 217

- - da cobalamina, 221

- - da má-absorção

- - - de carboidratos, 592

- - - de gorduras, 594

- - - de proteínas, 593

- - da niacina, 213

- - da piridoxina, 215

- - da riboflavina, 211

- - da tiamina, 209

- - da vitamina

- - - A, 201

- - - B12, 491

- - - C, 223

- - - D, 203

- - - E, 205

- - - K, 207

- - do ácido

- - - fólico, 219

- - - pantotênico, 214

- - do cálcio, 241

- - do cobre, 252

- - do cromo, 258

- - do ferro, 247

- - do folato, 491

- - do fósforo, 243

- - do magnésio, 244

- - do manganês, 259

- - do selênio, 257

- - do zinco, 254

AVE isquêmico, 362

B

Balanço nitrogenado, 284

Betacaroteno sérico, 648, 691

Bifidobacterium spp., 90

Bilirrubina(s), 121, 514

- séricas, 648, 691

Biomarcadores

- de estresse, 111

- de ferro, 247

- do futuro, 126

- lipídicos, 339 - tumorais, 538

Biópsia

- duodenal, 610 - hepática, 549

Biotina, 216

- avaliação laboratorial, 217

C

Cafeína, 442

Calcidiol, 578

Cálcio, 34, 240, 439, 576

- avaliação laboratorial, 241

- iônico, 607, 692

- sérico, 649, 692

- - ionizado, 241

- - total, 241, 458

- urinário, 241, 650, 693

Calcitonina, 453, 459

Calcitriol, 579

Calprotectina fecal, 87, 88, 602, 615

Câncer de tireoide, 422

Capacidade total de ligação ao ferro, 481, 650, 693

Captação de ferro, 476

Carboidratos, 587

Carotenoides, 200

Cascata neuro-hormonal, 374

Cavidade oral, 585

Cegueira noturna, 201

Células sanguíneas, 10

Ceruloplasmina, 34, 122, 517, 650, 694

Cianocobalamina, 219

Cirrose hepática, 507

Cirurgia bariátrica, 403

Cistatina C, 568

- sérica, 568

Clearance de creatinina, 36, 37

Coagulação, 25, 512

Coagulograma, 22

Cobalamina, 219-221, 484, 491

- avaliação laboratorial, 221

Cobre, 116, 250, 251

- avaliação laboratorial, 252

- sérico, 651, 694

- urinário, 252

Coenzima Q10, 125

Colesterol

- da HDL, 333

- da lipoproteína

- - de alta densidade, 340

- - de baixa densidade, 340

- não lipoproteínas de alta densidade, 343

- sérico, 651

- total, 339, 695

- - e frações, 35

Coleta

- da amostra urinária, 52

- da urina, 51

- do material fecal, 63

Cólon, 586

Coloração com Sudan III ou IV, 594

Competência imunológica, 275

Composição química do osso, 443

Concentração de hemoglobina corpuscular média, 496

Constipação, 604

- crônica, 606

Contagem

- de plaquetas, 23

- diferencial de leucócitos, 21

- total

- - de hemácias, 16

- - de linfócitos, 276

Controle glicêmico, 534

Coprocultura, 68

Coprologia funcional

- análise

- - física, 71

- - macroscópica no âmbito, 72

- - química para, 73

- avaliação, 70

Creatinina, 36, 566

- sérica, 380, 566, 652, 695

- urinária, 567, 653, 696

- - de 24h, 653, 696

Creatinoquinase fração MB, 377

Cretinismo congênito, 418

Cromo, 258, 320

- avaliação laboratorial, 258

- sérico, 653, 696

- urinário, 653, 696

Cultura de urina com teste de sensibilidade aos antimicrobianos, 58

D

Dano miocárdico, 376

Defeitos na formação ou na secreção de quilomícrons, 594

Deficiência, 239

- crônica de ferro, 246

- de alfa-1-antitripsina, 518

- de cobre, 251

- de folato, 218, 489

- de sais biliares, 594

- de tiamina, 209 - de vitamina

- - A, 201

- - B12, 220, 486

- - C, 222

- - D, 203

- dietética de cálcio, 240

- na absorção proteica, 593

Deidroascorbato, 223

Densidade mineral óssea, 407

Depleção, 199, 239

Deposição osteoblástica, 448

Depuração de creatinina, 568

Des-gamacarboxiprotrombina, 531

Desidrogenase láctica (LDH), 654, 697

Desnutrição, 269

- exames laboratoriais para o diagnóstico, 273

- não relacionada à doença, 270

- relacionada à doença, 269

- - com inflamação, fisiopatologia, 271

- - sem inflamação, fisiopatologia, 273

Desordens do equilíbrio ácidobásico, 97

Detecção de antígenos nas fezes, 68

Determinação

- da alfa-1-antitripsina fecal, 593

- do hematócrito, 17

Diabetes melito, 299

- classificação etiológica e suas características, 301 - diagnóstico e acompanhamento laboratorial, 309

- exames laboratoriais para diagnóstico e acompanhamento, 313

- gestacional, 307

- - diagnóstico laboratorial, 312 - metas laboratoriais no tratamento, 313

- outros tipos, 309

- tipo

- - 1, 303

- - 2, 305

- - - avaliação da resistência à insulina e, 395

- - - fisiopatologia, 306

Diarreia, 595

- aquosa, 600

- aspecto macroscópico, 600

- crônica, 599

- - exames laboratoriais utilizados na avaliação, 601

- fisiopatologia, 595

- gordurosa ou esteatorreia, 600

- inflamatória, 598, 600

- osmótica, 595

- secretória, 598

- volume, 599

Digestão e absorção

- de carboidratos, 587

- de lipídios, 589

- de proteínas, 588

Disfunção

- endotelial, 363

- tireoidiana, 417

Dislipidemia(s)

- classificação, 332

- - etiológica, 333

- - fenotípica, 333

- - laboratorial, 332

- interações fármaco-nutriente, 347

- monogênicas, 343

- parâmetros laboratoriais para avaliação, 397

- primárias, 333

- principais fatores de risco para, 336

- rastreamento, 336

- secundárias, 333

Dissacarídeos, 588

Distribuição do ferro no organismo, 477

Distúrbio(s)

- intestinais, 585

- mineral e ósseo na doença renal crônica, 575

Doença(s)

- arterial coronariana, 362

- associadas à perda proteica para o lúmen, 593

- cardiovascular(es), 361

- - achados laboratoriais associados à, 375

- - aterosclerótica, 362

- - - fisiopatologia, 363

- - conceito e classificação, 361

- - exames laboratoriais no contexto da avaliação nutricional, 384

- celíaca, 607, 609

- cerebrovascular, 362

- da tireoide, 417

- - nutrição e, 429

- de Crohn, 611

- de Graves, 419

- de Menkes, 251

- do sistema biliar, 507

- hepática, 512, 519

- - crônica

- - - classificação e índices prognósticos, 542

- - - marcadores de inflamação, 517

- - - modelo em estágio final, 542

- - esteatótica associada à disfunção metabólica, 506

- inflamatória intestinal, 88, 611, 614

- renal crônica, 378, 563, 575

- - avaliação laboratorial, 566

- - classificação, 563

- - fisiopatologia, 563

Dosagem

- de hemoglobina, 17

- de proteínas séricas, 593

- de ureia, 380

- sérica de imunoglobulina e específica, 628

Down regulation, 301

D-xilose, 654, 697

EElastase

- fecal, 594, 602

- pancreática fecal 1, 87

Elementos anormais do sedimento, 53

Endoscopia digestiva, 632

- alta, 603

Enterorressonância magnética, 603, 607, 615

Enterotomografia, 603, 607

Enzimas, 87

Eritrócitos, 494

Eritropoetina, 493

Escala de Bristol, 596

Escore(s)

- de fibrose relacionada à doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica, 550

- de risco cardiovascular, 370

- prognóstico de Glasgow, 156

- - modificado, 285

Esôfago, 585

Espécies

- marcadoras de saúde, 90

- patogênicas, 91

- reativas de oxigênio e nitrogênio, 111

Estado corporal de ferro, 476

Estatinas, 347

Esteatócrito ácido, 594

Esteatorreia, 598

Estratificação de risco cardiovascular, 365

Estresse

- cardíaco, 376

- oxidativo, 112

Eubacterium rectale, 90

Exame(s)

- coprológico funcional, 83, 84

- de sequenciamento genético da microbiota intestinal, 88

- físico, 100

- laboratoriais

- - como solicitar, 10

- - legislação atual quanto à solicitação, 7

- - na avaliação da constipação crônica, 606

- - na rotina ambulatorial de grupos específicos, 173

- - - adolescentes, 174

- - - adultos, 179

- - - crianças, 173

- - - gestantes, 187

- - - idosos, 184

- - objetivo e aplicabilidade, 5

- - para o diagnóstico de desnutrição, 273

- para o diagnóstico da doença

- - celíaca, 609

- - inflamatória intestinal, 614

- parasitológico de fezes, 64

Excreção

- de cálcio, 442

- de ferro, 477

F

Faecalibacterium prausnitzii, 90

Fator(es)

- agravantes de interesse nutricional, 370

- antinuclear (FAN), 654, 698

- de coagulação, 513

- intrínseco, 220

- reumatoide (FR), 655, 698

- von Willebrand, 513

Ferritina, 37, 143, 246, 248, 382, 481, 520, 540, 601, 699

Ferro, 38, 115, 245, 472, 540, 541

- avaliação laboratorial, 247

- forma química, 476

- heme, 246, 474

- inorgânico, 473

- não heme, 246

- sérico, 248, 481, 655, 699

Ferroportina, 474

Fezes, 10

Fibras alimentares, 587

Fibrinogênio, 123, 137, 376

Fibrinólise, 514

Fibrose hepática, 549

Fígado, 201, 512

Fisiologia do trato gastrintestinal, 585

Folacina, 217

Folato, 217

- avaliação laboratorial, 491

Formação e progressão da placa, 364

Fosfatase alcalina, 39, 461, 702

- ósseo-específica sérica (FAOE), 655, 701

- sérica, 656

Fósforo, 242, 577

- avaliação laboratorial, 243

- sérico, 458, 656, 701

- urinário, 243

Frutosamina, 39, 315

- sérica, 657, 703

Função

- hepática, 403

- renal, 378

- tireoidiana, 383, 403

- - avaliação laboratorial, 424

G

Gamaglutamiltransferase, 39, 124, 657, 703

Gasometria, 574

- arterial, 97

- - interpretação, 101

Gene SERPINA1, 518

Glândula tireoidiana, 413

- fisiologia, 414

Glicemia de jejum, 313, 397, 658, 704

Glicose, 40

- de jejum, 602, 658, 704

Glypican-3, 532

Gordura fecal, 658, 705

Gram de urina, 57

H

Haptoglobina, 141, 659, 705

HBeAg, 659, 706

HBsAg, 659, 706

HDL, 660, 706

Hefaestina, 474

Hemácias, 10

Hematócrito, 17, 275, 494, 495, 573

Hemoglobina, 17, 274, 495, 573

- corpuscular média, 496

- glicada, 41, 121, 315, 397, 661, 707

Hemograma, 15, 16, 494, 601, 661, 707

Hemostasia

- primária, 513

- secundária, 513

Hepatite, 503 - A, 504 - B, 504 - C, 505

Hepcidina, 145, 482

1,25-di-hidroxivitamina D, 579

25-hidroxivitamina D, 578

Hipercalcemia, 442

Hipercolesterolemia

- familiar, 345 - isolada, 332

Hiperlipidemia mista, 333

Hiperlipoproteinemia tipo I de Fredrickson, 343

Hipersensibilidade alimentar, 621

Hipertireoidismo, 419

Hipertrigliceridemia isolada, 333

Hipocromia, 495

Hipotireoidismo, 417, 418

- secundário ou central, 419

HLA-DQ2, 610

HLA-DQ8, 610

HLA-DRB1*0103, 615

Holotranscobalamina, 491

Homeostase do cálcio, 452

Homocisteína, 124, 380, 490, 537

- sérica, 662, 709

Hormônio(s), 6

- estimulador da tireoide, 601, 662, 709

- liberador de tireotropina (TRH), teste de estimulação com, 663, 710

- relacionados à tireoide, 425

- tireoidianos, 413

- - regulação da secreção, 414

- - síntese e secreção, 415

IIdentificação

- do paciente, 10

- do serviço de saúde, 11

- do solicitante, 10

IgA total, 602

IgE específica sérica, 663, 710

Ileocolonoscopia, 603, 607

- com biópsia, 615

Inativação da lipase, 594

Indicadores

- de anemia, 402

- de função

- - hepática, 403

- - tireoidiana, 403

- do metabolismo ósseo, 407

- hematológicos, 274

- somáticos, 281 Índice(s)

- AST/plaquetas, 549

- Child-Pugh, 545, 546

- de avaliação da homeostase, 41, 396

- de creatinina-altura, 281

- de fibrose

- - 4, 551

- - 8, 552

- de saturação de transferrina, 481

- derivados da leucometria, 158

- hematimétricos, 18

- HOMA-IR, 534, 535

- inflamatório-nutricionais baseados em exames laboratoriais, 284

- linfócito albumina, 155

- prognóstico(s), 153

- - de Glasgow hepático, 548

- - inflamatório e nutricional, 155

- - nutricional, 154, 285

Inflamação, 375, 400

- crônica e remodelamento, 364

Influência genética no metabolismo das lipoproteínas, 343

Ingestão

- de ferro, 473

- excessiva de cálcio, 442

Insuficiência

- cardíaca, 362, 363, 371

- - classificação da insuficiência cardíaca de acordo

- - - com a fração de ejeção do ventrículo esquerdo, 371

- - - com a gravidade dos sintomas, 371

- - - com a progressão da doença, 373

- - definição, 371

- - fisiopatologia, 374

- - metabolismo do ferro, 382

- - sinais e sintomas, 373

- de vitamina D, 202, 203

- hepática, 513

- pancreática exócrina, 594

- - severa, 593

Insulina, 41

- humana, 299

- plasmática, 317, 665, 712

Insulinemia de jejum, 396

Interferentes pré-analíticos, 8, 9

Interleucina-6, 276

Intervalo osmótico fecal (gap osmótico), 603

Intolerância alimentar, 621

Investigação

- de processos infecciosos, 64

- diagnóstica, 100

L

Lactoferrina fecal, 615

LDL, 664, 710

Legislação atual quanto à solicitação de exames laboratoriais pelo nutricionista, 7

Leptina, 42

Lesão

- dos ductos biliares, 520

- hepática induzida por

- - medicamentos, 521

- - suplementos fitoterápicos e dietéticos, 521

Leucócitos, 10, 223, 601

Leucometria, 152

- diferencial, 21

- global, 21

Linfócitos, 276

Lipase pancreática sérica, 665, 711

Lipoproteína

- (a), 342, 665, 711

- de baixa densidade, 204, 327 - funções, 328

M

Má-absorção

- de carboidratos, 592

- de gorduras, 594

- de proteínas, 593

- intestinal, 590, 591

Macrocitose, 495

Macrominerais, 240

Magnésio, 243

- avaliação laboratorial, 244

- sérico, 244, 665, 711

Manganês, 117, 259 - avaliação laboratorial, 259 - sérico, 665, 712

Marcadores

- da função hepática, 511 - da lesão hepática, 508 - de dano ao DNA, 126 - de defesa antioxidante, 126 - de inflamação, 87 - - na doença hepática crônica, 517

- de lesão dos ductos biliares, 520 - de PL (MDA, 4-HNE e F2-isoprostano), 126

- de remodelação óssea, 462

- de resistência à insulina, 534

- do distúrbio mineral e ósseo na doença renal crônica, 575

- laboratoriais

- - de inflamação, 135 - - na doença hepática crônica, 508

- tumorais, 428, 530

Mecanismo(s)

- da imunoglobulina e mediado, 625

- de ação da insulina, 300 - não imunoglobulina mediado, 630

Melatonina, 119

Metabolismo

- do cálcio, 440

- do ferro

- - e da ferritina e saturação de transferrina, 540

- - na insuficiência cardíaca, 382

- lipídico, 327

- normal

- - da vitamina B12, 484

- - do ferro, 473

- ósseo, 443

Metalotioneína, 113

Métodos não invasivos para avaliação da fibrose hepática, 549

Microalbuminúria, 57, 666, 713

Microbiota intestinal, exame de sequenciamento genético, 88

Microcitose, 495

Microminerais, 245

Micronutrientes, 113, 199, 239

- na desnutrição relacionada à doença, 286

Mixedema, 418

Modelo de homeostase de avaliação da resistência à insulina, 319

Modulação do sistema imune, 452

Monitoramento contínuo de glicose, 317

Monossacarídeos, 588

Mutação NOD2/CARD15, 615

N

N1-metilcotinamida urinária, 666, 713

Niacina, 212

- avaliação laboratorial, 213

Nicotinamida, 212

Nódulos tireoidianos, 422

Nutrição e doenças da tireoide, 429

O

Obesidade, 393, 402

- avaliação

- - das reservas proteicas, 400

- - do estado

- - - inflamatório, 400

- - - nutricional de vitaminas, minerais e oligoelementos, 401

- - dos parâmetros laboratoriais, 394

- parâmetros laboratoriais para avaliação

- - das reservas proteicas, 400

- - do estado

- - - inflamatório, 400

- - - nutricional de vitaminas, minerais e oligoelementos, 401

Obstrução linfática, 594

Opioides, 605

Osso

- cortical, 445

- trabecular, 445

Osteoblastos, 446

Osteocalcina, 444

Osteócitos, 447

Osteopontina, 444, 533

Osteoporose, 454

- avaliação do estado de cálcio e diagnóstico, 457

- primária, 454

- - tipo

- - - I ou pós-menopausa, 455

- - - II ou senil, 456

- secundária, 454, 456

Oxidação lipídica, 363

Oxidativo, 111

P

Parâmetros glicêmicos, 383

Paratormônio, 452, 459, 580, 668, 715

Patch test atópico, 630

PC-R, 614

Peptídio

- C, 318

- - sérico, 667, 713

- natriurético tipo B, 377

- - N-terminal, 377

Perda

- extensa da área de superfície absortiva, 593

- ou disfunção da superfície absortiva mucosal, 594

Perfil lipídico, 383

Permeabilidade intestinal, 87, 88

Pesquisa

- de gordura fecal, 74, 602

Interpretação de Exames Laboratoriais Aplicados à Nutrição Clínica

- de sangue oculto nas fezes, 76, 607, 667, 714

- de substâncias redutoras nas fezes e pH fecal, 592, 668, 714

- qualitativa de gordura fecal, 594

pH fecal, 602, 668, 714

Pico de massa óssea, 446

Piridoxina, 214

- avaliação laboratorial, 215

Plaquetas, 23

Plasma, 10

Poiquilocitose, 495

Policromatofilia, 495

Polipeptídio amiloide das ilhotas, 318

Potássio, 381, 571

- sérico, 668

Pré-albumina, 279, 593, 669, 715

Pré-diabetes, 309

Procalcitonina, 142, 717

Processos infecciosos, 64

Proteína(s), 442

- C-reativa, 135, 277, 601, 669, 715

- - ultrassensível, 42, 135, 375

- de fase aguda

- - negativa, 278

- - positiva, 276

- específica da membrana de Golgi, 532

- ligadora de retinol, 280, 515, 669, 716

- totais e frações, 43

Proteinúria, 572, 670, 716

Protrombina, 25

Q

Quantitative Insulin Sensitivity Check

Index (QUICKI), 320

Quelantes do ferro, 476

R

Raquitismo, 202

Razão

- linfócitos totais/proteína

C-reativa, 156

- neutrófilo(s)-linfócito(s), 158, 159

- neutrófilos-albumina, 158, 159

- proteína C-reativa/albumina, 286

Reabsorção osteoclástica, 448

Reação adversa aos alimentos, 621

Receptor solúvel da transferrina, 150, 482

Reciclagem do ferro pelo sistema mononuclear fagocitário, 478

Redução da produção renal de eritropoetina, 493

Regulação

- da função das células ósseas, 450

- dinâmica dos leucócitos, 153

- sistêmica da concentração de ferro, 478

Relação proteína C-reativa/ albumina, 157

Remodelação óssea, 440, 445, 447

Reservas plasmáticas

- de minerais e oligoelementos, 402

- de vitaminas, 402

Resistência à insulina, 319, 395

- marcadores, 534

Resposta compensatória, 99, 101

Ressonância magnética, 603

Reticulócitos, 22

Reticulocitose, 495

Retinol, 200

Retocolite ulcerativa, 611

Riboflavina, 210

- avaliação laboratorial, 211

Rins, 97

Risco cardiovascular, 378

- aterosclerótico, 366

- fatores agravantes, 366 - global, 365

- muito alto e extremo, 366

Roseburia faecis, 90

S

Sangue

- periférico, 15 - total, 8

Saturação

- transferrina, 383, 540, 601

Selênio, 114, 256

- avaliação laboratorial, 257

- sérico, 670, 717

Sequestro de ferro, 493

Siderofilina, 44

Síndrome

- da quilomicronemia familiar, 343 - metabólica, 393, 394

Síntese pancreática de insulina, 299

Sistema

- cardiovascular, 452

- gastrintestinal, 585

- tampão, 97, 98

Sódio, 381, 442, 570

- sérico, 570, 670, 717

- urinário, 571, 671, 718

Solicitação de exames laboratoriais pelo nutricionista, 7

Soro, 10

TTaxa de sedimentação dos eritrócitos, 151

TC e RM de abdome, 607

Técnica do clamp euglicêmico, 319

Tempo

- de coagulação, 25

- de protrombina, 25, 595, 602, 671, 719

- de sangramento, 23

- de tromboplastina parcial, 26

Teste(s)

- de absorção de aminoácidos, 593

- de ativação de basófilos, 629

- de coagulação, 512

- de D-xilose, 592

- de excreção de nitrogênio fecal, 593

- de provocação oral (TPO), 630

- de puntura, 625

- de tolerância

- - à lactose, 592

- - endovenoso à glicose, 396

- de van de Kamer, 594

- do estado de micronutrientes, 45

- genético(s), 610

- - para deficiência de lactase, 592

- oral de tolerância

- - à glicose, 315, 396, 672, 720

- - à lactose, 602

- para diagnóstico da alergia alimentar, 630

- quantitativo de gordura fecal, 594

- químicos em urinálise, 54

- respiratório

- - com hidrogênio, 592, 602

- - com triglicerídios marcados com carbono-13, 594

- sorológicos, 610

Tiamina, 208, 209

- avaliação laboratorial, 209

Tipos de desnutrição, 269

Tireoide, 413

Tireoidite, 420

- classificação, 421

- de Hashimoto, 421, 422

Tiroxina (T4), 413, 672, 719

Tocoferol, 118

Tomografia computadorizada, 603

Transaminases hepáticas, 43, 723

Transferrina, 44, 150, 280, 481, 593

- sérica, 673, 721

Transglutaminase tecidual, 608

Transportadores de glicose (GLUT), 300

- GLUT1, 300

- GLUT2, 300

- GLUT3, 300

- GLUT4, 300

- GLUT5, 300

Transporte

- de ferro, 476

- e metabolismo hormonal, 416

Transtirretina, 149, 279

Tri-iodotironina (T3), 413, 674, 718

Triglicerídios, 341, 673, 721

Tripsinogênio sérico, 595

Tromboplastina parcial, 26

Trombose, 375

Troponinas cardíacas de alta sensibilidade, 376, 675, 722

U

Ultrassonografia

- abdominal, 616

- intestinal, 603, 607

Up regulation, 301

Ureia, 44, 569

- sérica, 569, 723

- urinária, 570

Urina, 10

V

Velocidade de hemossedimentação, 151, 614, 675, 723

Via

- endógena do metabolismo lipídico, 331

- exógena do metabolismo lipídico, 331

Vitamina(s)

- A, 200

- - avaliação laboratorial, 201

- - sérica, 676, 724

- B1, 208

- - sérica, 676, 724

- B2, 210

- - urinária, 677, 725

- B3, 212

- B7, 216

- B12, 219, 484, 601

- - avaliação laboratorial, 491

- - sérica, 676, 724

- C, 119, 222

- - avaliação laboratorial, 223

- - sérica, 677, 725

- D, 202, 203, 439, 450, 452, 459, 577, 602

- - avaliação laboratorial, 203

- - sérica, 677, 725

- E, 118, 204, 205

- - plasmática, 678, 726

- hidrossolúveis, 208

- K, 206

- - avaliação laboratorial, 207

- lipossolúveis, 199, 595

Volume corpuscular médio, 495 X

Xeroftalmia, 201 Z

Zinco, 113, 253, 254

- avaliação laboratorial, 254

- sérico, 678, 726

Zinco-protoporfirina, 482

Zonulina fecal, 87, 88

Domine a ferramenta que transforma o cuidado nutricional.

A prática da Nutrição Clínica exige mais do que a leitura de valores em um laudo; requer interpretação criteriosa, capaz de conectar dados laboratoriais ao contexto clínico do paciente. Nesta 2a edição de Interpretação de Exames Laboratoriais Aplicados à Nutrição Clínica, as organizadoras Larissa Calixto-Lima e Nelzir Trindade Reis reúnem a expertise de renomados colaboradores de todo o Brasil. O resultado é uma obra totalmente revista e ampliada, consolidando um referencial sólido e multidisciplinar para a prática baseada em evidências.

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Áreas de interesse
Nutrição Clínica
Análises Clínicas

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Exames Laboratoriais Aplicados à Nutrição Clínica– 2ª ed by Editora Rubio - Issuu