Skip to main content

Demências – Cuidado Multidisciplinar

Page 1


OUTROS TÍTULOS DE INTERESSE

Ciências da Saúde e Espiritualidade – Um Diálogo

Essencial para o Cuidado

Anelise Fonseca • Bruno Oliveira

Dietoterapia nas Doenças do Idoso

Aline Marcadenti de Oliveira

Série CP – Volume 1 – Cuidados Paliativos –Comunicação, Bioética e os Últimos Momentos

Luís Fernando Rodrigues •

Rodrigo Alves dos Santos

Série CP – Volume 2 – Cuidados Paliativos –Estrutura e Organização dos Cuidados Paliativos

Luís Fernando Rodrigues •

Rodrigo Alves dos Santos

Saiba mais sobre estes e outros títulos em nosso site: www.rubio.com.br

A editora e os autores deste livro não mediram esforços para assegurar dados corretos e informações precisas.

Entretanto, por ser a medicina uma ciência em permanente evolução, recomendamos aos nossos leitores recorrer à bula dos medicamentos e a outras fontes fidedignas, bem como avaliar, cuidadosamente, as recomendações contidas no livro em relação às condições clínicas de cada paciente.

Organizadoras

Anelise Fonseca

Médica Geriatra com área de atuação em Cuidados Paliativos pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB).

Mestre e Doutora em Epidemiologia pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP)/Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Pós-doutoranda em Bioética pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Regional Rio de Janeiro (SBGG-RJ) –2022-2025.

Coordenadora da Comissão de Espiritualidade da SBGG (2025-2027).

Taiuani Marquine Raymundo

Terapeuta Ocupacional pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Mestre e Doutora em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP).

Pós-doutora pela University of Applied Sciences Utrecht – Grupo de Pesquisa “Technology for Health Care Innovations”.

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Terapeuta Ocupacional Especialista em Gerontologia pelo Conselho Federal de Fisioterapia a Terapia Ocupacional (Coffito).

Docente do Programa de Pós-graduação em Gestão da Informação (PPGGI) da UFPR.

Professora Adjunta do Departamento de Terapia Ocupacional da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Vice-presidente da Sociedade Brasileira de Gerontecnologia (SBGTec) – 2023-atual.

Membro do Conselho da Sociedade Internacional de Gerontecnologia (ISG) – 2024-2026.

Alexandra Mendes Barreto Arantes

Graduada em Medicina pela Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS).

Especialista em Geriatria, com Título pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Título de Atuação em Medicina Paliativa pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Médica Geriatra e Paliativista do Grupo Oncoclínicas.

Aperfeiçoamento em Oncogeriatria pela no Hospital Sírio-Libanês de Brasília.

Demências – Cuidado Multidisciplinar

Copyright © 2026 Editora Rubio Ltda.

ISBN 978-85-8411-147-3

Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução desta obra, no todo ou em parte, sem autorização por escrito da Editora.

Produção

Equipe Rubio

Capa e imagem de capa

Bruno Sales

Editoração Eletrônica IO Design

CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO NA PUBLICAÇÃO

SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ

D447

Demências : cuidado multidisciplinar / organização Anelise Fonseca, Taiuani Marquine Raymundo, Alexandra Mendes Barreto Arantes. - 1. ed. - Rio de Janeiro : Rubio, 2026. 552 p.: il.; 24cm.

Inclui bibliografia e índice ISBN 978-85-8411-147-3

1. Demência - Diagnóstico. 2. Demência - Tratamento. I. Fonseca, Anelise. II. Raymundo, Taiuani Marquine. III. Arantes, Alexandra Mendes Barreto. 26-103936.0

CDD: 616.831

CDU: 616.892.3

Gabriela Faray Ferreira Lopes - Bibliotecária - CRB-7/6643

Editora Rubio Ltda.

Av. Franklin Roosevelt, 194 s/l. 204 – Castelo 20021-120 – Rio de Janeiro – RJ

Tel: 55(21) 2262-3779

E-mail: rubio@rubio.com.br www.rubio.com.br

Impresso no Brasil

Printed in Brazil

Colaboradores

Adriana Splendore

Bacharel em Artes Plásticas com foco em Arteterapia pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP).

Coordenadora da Formação em Mandalas Terapêuticas e Espiritualidade, com vínculos ao Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPq-HCFMUSP) e ao Centro de Estudos Paulista de Psiquiatria (CEPP).

Alessandra Tieppo

Médica Geriatra pelo Hospital do Servidor Público Municipal, SP.

Mestre em Políticas Públicas e Desenvolvimento Local pela Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (Emescam).

Especialista em Telemedicina pela Emescam.

Certificada no Curso de Telemedicina para Pósgraduação Stricto Sensu em Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Professora da Disciplina de Saúde do Idoso da Universidade Santo Amaro (Unisa), SP.

Professora de Habilidades Médicas na Universidade Anhembi Morumbi, SP.

Ex-diretora Científica da Associação Brasileira de Telemedicina e Telessaúde (ABTMS) – 2022-2024.

Ex-diretora Administrativa da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) – 2023-2025.

Aline Magalhães de Oliveira

Acadêmica de Medicina na Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Aline Saraiva da Silva Correia

Médica Geriatra do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ.

Mestre em Medicina (Endocrinologia) pela UFRJ. Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB).

Especialista em Preceptoria de Residência Médica pela Faculdade de Educação em Ciências da Saúde (FECS), SP.

Aline Silva de Medeiros

Graduada em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Mestre e Doutora em Engenharia Biomédica pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da UFRJ.

Master of Business Administration (MBA) em Ciência de Dados.

Almir Oliva Filho

Cirurgião-dentista pela Universidade do Grande Rio (Unigranrio).

Mestre em Periodontia pela Universidade Estácio de Sá (Unesa).

Especialista em Odontogeriatria pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO).

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Fellow da International Association for Disability and Oral Health (IADH).

Ex-presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG-RJ – 2018-2020.

Ex-presidente da Associação Brasileira de Odontologia para Pacientes Especiais (Abope) – 2022-2025.

Amanda Leal Santos

Graduanda em Enfermagem na Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa (EEAAC)/Universidade Federal Fluminense (UFF).

Ana Carolina de Oliveira e Cruz

Cirurgiã-dentista pela Universidade Metodista de São Paulo.

Mestranda em Odontologia para Pacientes Especiais pela São Leopoldo Mandic (SLM).

Especialista em Periodontia pela Odontoclínica Central do Exército (Ocex).

Habilitação em Laser na Odontologia pelo Instituto Orofacial das Américas (IOA).

Ana Flávia Azevedo Querichelli

Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), SP.

Pós-graduada em Cuidados Paliativos pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, SP.

Registro Médico com licença completa no General Medical Council, Reino Unido.

Ana Laura de Figueiredo Bersani

Graduada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos (FCMS) – Lusíada.

Especialista em Clínica Médica e Geriatria pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp).

Ana Paula Cajaseiras de Carvalho

Fonoaudióloga pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap).

Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Doutora em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de Sergipe (UFS).

Especialista em Motricidade Orofacial com ênfase em Disfagia pelo Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica (Cefac).

Professora do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) e da Especialização em Disfagia do Instituto de Desenvolvimento Educacional (IDE), PE.

Andrea Camaz Deslandes

Graduada em Educação Física e Desportos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Mestre e Doutora em Saúde Mental pela UFRJ.

Pós-doutorado em Epidemiologia e Métodos Quantitativos pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP)/Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Professora Adjunta do Instituto de Psiquiatria da UFRJ (Ipub/UFRJ).

Cientista do Nosso Estado da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).

Bolsista de Produtividade Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Andréa Silva Gondim

Médica Geriatra com Residência em Geriatria no Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC)/Universidade Federal do Ceará (UFC).

Médica Assistente no Serviço de Geriatria do HUWC/ UFC.

Professora da Disciplina de Geriatria do Centro Universitário Christus (Unichristus), CE.

Mestre em Ensino em Saúde e Tecnologias Educacionais do Unichristus.

Andréia de Albuquerque Trindade

Graduada em Serviço Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Mestre em Serviço Social pela Uerj.

Especialista na Modalidade Residência de Serviço Social no Programa de Saúde do Idoso do Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe) da Uerj.

Especialista em Serviço Social em Oncologia no Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Assistente Social do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Andréia de Oliveira Pain

Graduada em Medicina pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Graduada em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal de São Carlos.

Residência em Geriatra pela Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ).

Mestre em Ciências da Saúde (Área: Saúde do adulto e do idoso) pela FMJ.

Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Especialista em Clínica Médica pela Graduação em Medicina pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

Andressa Chodur

Graduada em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Mestre em Comportamento Motor pela UFPR.

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Coordenadora e Professora do Curso de Pós-graduação Multidisciplinar Nacional em Gerontologia da Faculdade Inspirar, PR.

Coordenadora da Câmara Técnica de Gerontologia, PR.

Coordenadora dos Cursos de Pós-graduação em Terapia Ocupacional da Faculdade Unyleya, PR.

Conselheira Efetiva do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito)-8 – Gestão 2024-2028.

Antônio Sergio Costa

Médico Psiquiatra pelo Instituto Municipal Philippe Pinel (IMPP)/Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ).

Mestrando em Psiquiatria pelo Programa de Pósgraduação em Psiquiatria e Saúde Mental (Propsam) do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Arnaldo Aires Peixoto Junior

Médico Geriatra Titulado pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Mestre e Doutor em Farmacologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC).

Professor Adjunto da Disciplina de Geriatria da Faculdade de Medicina da UFC.

Professor da Disciplina de Geriatria do Centro Universitário Christus (Unichristus), CE.

Professor Orientador do Mestrado Profissional em Ensino em Saúde e Tecnologias Educacionais do Unichristus.

Carolina Ams Prestes

Fisioterapeuta pela Universidade do Grande ABC.

Especialista em Gerontologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE), SP.

Especialista em Dor pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP).

Especialista em Dor e Cuidados Paliativos pelo HIAE.

Carolina Rebellato

Terapeuta Ocupacional pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), SP.

Mestre em Terapia Ocupacional pelo Programa de Pós-graduação em Terapia Ocupacional da UFSCar.

Doutora em Educação Especial pelo Programa de Pósgraduação em Educação Especial da UFSCar.

Professora Adjunta do Departamento de Terapia Ocupacional e do Programa de Pós-graduação em

Ciências da Reabilitação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Vice-líder do Grupo de Pesquisa do Envelhecimento Humano: Saúde, Cultura e Sociedade da UFRJ.

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Chao Lung Wen

Doutor em Informática Médica pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

Professor Associado da Universidade de São Paulo (USP), com Livre-docência em Telemedicina.

Líder do Grupo de Pesquisa da USP em Telemedicina, Educação Digital e Saúde Conectada (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico [CNPq]/Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações [MCTI]).

Membro do Grupo de Elaboração e Responsável pela Revisão e Atualização da Subseção de Telemedicina e Telessaúde do Manual Brasileiro de Acreditação da Organização Mundial da Acreditação (ONA).

Idealizador e Responsável pelos Projetos Homem Virtual (desde 2003) e Jovem Doutor – Telessaúde nas Escolas desde 2007.

Charlys Barbosa Nogueira

Médico Geriatra pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Doutor em Ciências Médicas da Universidade de São Paulo (USP) – Campus Ribeirão Preto.

Professor Associado das Disciplinas de Geriatria e Semiologia Médica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Membro da Comissão de Inovação em Doença de Alzheimer e Desordens Associadas da SBGG.

Christiano Barbosa da Silva Graduada em Fisioterapia pela Universidade Gama Filho (UGF).

Mestre em Epidemiologia em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP)/ Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Especialista nos Moldes Residência Multiprofissional em Saúde do Idoso pelo Núcleo de Atenção ao Idoso (NAI) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Especialista em Fisioterapia em Gerontologia pela Associação Brasileira de Fisioterapia em Gerontologia (Abrafige).

Membro da Câmara Técnica Mista em Gerontologia do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito)-2.

Presidente da Associação de Parentes e Amigos de Pessoas com Alzheimer e Idosos Dependentes (APAZ).

Secretário da Federação Brasileira da Associações de Alzheimer (Febraz).

Claudia dos Santos Inhaia

Médica com Título de Especialista em Clínica Médica e Área de Atuação em Cuidados Paliativos pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Pós-graduação em Terapia da Dor pelo Hospital

Israelita Albert Einstein (HIAE), SP.

Mestre em Medicina de Família pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), SP. Master of Business Administration (MBA) em gestão pelo Insper.

Claudia Kimie Suemoto

Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), com residência em Clínica Médica e Geriatria pela mesma instituição.

Mestrado em Epidemiologia pela Harvard T.H. Chan School of Public Health, EUA.

Doutorado em Ciências pela FMUSP.

Pós-doutorado em Epidemiologia pela Harvard T.H.

Chan School of Public Health, EUA.

Professora Associada da Disciplina de Geriatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Diretora do Biobanco para Estudos em Envelhecimento da FMUSP e Pesquisadora do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil).

Claudia Regina de Oliveira Zanini

Musicoterapeuta pela Universidade Federal de Goiás (UFG).

Doutora em Ciências da Saúde, Mestre em Música, Especialista em Musicoterapia em Educação Especial e em Saúde Mental pela UFG.

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Membro da Comissão de Educação e Certificação da World Federation of Music Therapy (WFMT) – 20202023 e 2023-2026.

Daniel Araujo Ferraz

Graduado em Medicina pela Universidade de Pernambuco (UPE).

Residência Médica em Oftalmologia pela Fundação

Altino Ventura, PE.

Doutor no Programa de Oftalmologia da FMUSP.

Pós-doutor em Imagens da Retina pelo Wilmer Eye Institute – The Johns Hopkins University School of Medicine.

Especialização em Retina e Vítreo pela Clínica Oftalmológica da Faculdade de Medicina da FMUSP.

Especialização em Uveites e Aids pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Daniel Espirito Santo da Silva

Graduado em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Residência em Enfermagem Oncológica pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

Pós-graduado em Enfermagem Gerontológica pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

Mestrado Profissional em Gerontologia pela UFF.

Daniel Vicentini de Oliveira

Graduado em Educação Física pela Universidade Cesumar (Unicesumar), PR. Graduado em Fisioterapia pela Unicesumar.

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) e Fisioterapia em Gerontologia pela Associação Brasileira de Fisioterapia em Gerontologia (Abrafige).

Mestre em Promoção da Saúde pela Unicesumar.

Doutor em Gerontologia pela Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), SP.

Pós-doutorado em Promoção da Saúde pela Unicesumar e em Educação Física pela Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Professor Adjunto no Departamento de Ciências do Movimento Humano da UEM.

Daniela Souza Gonçalves Barbieri

Graduada em Medicina pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).

Residência em Clínica Médica na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e em Geriatria no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP).

Titulada em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Ex-presidente da SBGG-ES – 2018-2021 e 2023-2025.

Débora Ribeiro Bastos

Graduada em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Residência Médica em Clínica Médica pelo Hospital Central da Aeronáutica (HCA).

Residência Médica em Geriatria pelo Hospital Naval Marcílio Dias (HNMD), RJ.

Especialista em Cuidados Paliativos pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Diogo Kallas Barcellos

Médico Geriatra Titulado pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB).

Área de atuação em Dor pela AMB.

Ex-presidente da SBGG – Seção Minas Gerais – 20232025.

Membro da Comissão de Dor da SBGG e da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED).

Membro da Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP).

Edson de Oliveira Matos

Graduado em Enfermagem pela Universidade do Contestado (UnC).

Graduado em Gestão Financeira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Chief Executive Officer (CEO) em Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI).

Mestre em Gestão de Organizações, Liderança e Decisão pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Especialista em Master of Businesses Administration (MBA) em Gestão Executiva em Negócios da Saúde pela Faculdade Inspirar.

Supervisor de Projetos em Investimento Social, Responsável por Planejamento, Elaboração, Acompanhamento e Execução de Projetos Sociais voltados à Captação de Recursos no Terceiro Setor.

Elci Almeida Fernandes

Mestre em Nutrição Humana Aplicada da Universidade de São Paulo (USP).

Nutricionista Chefe no Instituto Central do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia – Seção São Paulo (SBGG-SP) (2020 - 2022).

Tutora do Programa de Residência Multidisciplinar em Nefrologia pelo Hospital das Clínicas de São Paulo.

Coordenadora e Docente da Especialização de Nutrição em Gerontologia do Serviço de Geriatria

do Hospital das Clínicas (SGHC) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Coordenadora do Curso de Atualização em Gerontologia SGHC/FMUSP.

Especialista em Nutrição Clínica pela Associação Brasileira de Nutrição (Asbran), em Nutrição Enteral e Parenteral pela Sociedade Brasileira de Nutrição

Parenteral e Enteral (Braspen/SBNPE), em Saúde Pública no Idoso pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP) e em Fisiologia do Exercício pela Universidade Gama Filho (UGF), RJ.

Elizabete Viana de Freitas

Doutora em Medicina pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Especialista em Geriatria e Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB).

Especialista em Cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)/AMB.

Ex-presidente da SBGG – 2000-2002.

Ex-presidente da Departamento de Cardiogeriatria (Decage) – 2008-2009.

Ex-secretária do Comitê Latino-americano e do Caribe em Geriatria e Gerontologia (Comlat)/Associação Internacional de Geriatria e Gerontologia (IAGG) –2015-2019.

Membro Nato do Conselho Consultivo da SBGG Nacional.

Ellen Ingrid Souza Aragão

Graduada em Psicologia pela Universidade Federal de Sergipe (UFS).

Mestre e Doutora em Ciências da Saúde pela Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Uerj.

Especialista em Psicologia Médica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Professora da Disciplina de Psicologia Médica na FCM da Uerj.

Erika de Oliveira Hansen

Mestre em Medicina Molecular pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Especialista em Clínica Médica e Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Erika Pallottino

Graduada em Psicologia pela Universidade Gama Filho (UGF).

Docente e Supervisora da Pós-graduação Lato Sensu em Psico-Oncologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

Mestre em Psicologia Clínica pela PUC-Rio.

Especialista em Psicologia Médica pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Especialista em Psicologia em Oncologia pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Fabiana Carla Matos da Cunha Cintra

Graduada em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Mestre em Neurociências pela UFMG.

Doutora em Ciências Aplicadas à Saúde do Adulto pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Aplicadas à Saúde do Adulto da UFMG.

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Fabrício da Costa Hampshire de Araújo

Médico com Residência Médica em Neurologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Mestre em Neurologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

Membro Titular da Academia Brasileira de Neurologia (ABN).

Fernanda Bruna do Nascimento Alves

Graduada em Enfermagem pela Faculdade Adventista do Paraná.

Residência em Enfermagem Hospitalar com ênfase em Saúde do Idoso pela Faculdade Adventista da Bahia.

Pós-graduada em Terapia Intensiva pela Faculdade Adventista da Bahia (FADBA).

Pós-graduada em Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) e Pediátrica pela Faculdade Venda Nova do Imigrante (Faveni), ES.

Mestranda de Enfermagem pelo Programa de Pósgraduação em Enfermagem (PPGENF) da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto (EEAP) da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

Fernanda Cury Martins Teigão

Graduada em Fisioterapia pelo Centro Universitário

Autônomo do Brasil (Unibrasil).

Mestre em Tecnologia da Saúde pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Especialista Profissional em Fisioterapia em Gerontologia pela Associação Brasileira de Fisioterapia em Gerontologia (Abrafige)/Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito).

Fernanda Siqueira Viana Terra

Residência Médica em Clínica Médica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e em Geriatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Pós-graduação em Cuidados Paliativos pelo Instituto Paliar.

Doutora em Ciências Médicas pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

Médica Geriatra do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) da UFRJ.

Francelise Pivetta Roque

Graduada em Fonoaudiologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

Mestre e Doutora em Ciências e Pós-doutora em Fonoaudiologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Especialista em Disfagia pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa).

Especialista em Gerontologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), CFFa e Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Especialista em Cuidados Paliativos pelo Instituto Einstein de Ensino.

Professora Associada de Fonoaudiologia da UFF.

Franciele Trevisan

Graduanda em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Francielle Fialkoski Molina Fisioterapeuta pela Universidade de Cuiabá (Unic).

Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Especialista Profissional em Fisioterapia em Gerontologia pela Associação Brasileira de Fisioterapia em Gerontologia (Abrafige)/Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito).

Fisioterapeuta do Hospital Universitário Júlio Müller (HUJM) da UFMT.

Proprietária da LongBalance.

Docente e Coordenadora de Pós-graduação em Gerontologia e Fisioterapia em Gerontologia da Faculdade Inspirar, Cuiabá.

Membro do Conselho Consultivo da Abrafige.

Presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG – Seção Mato Grosso – 2024-2026.

Gilse Prates

Médica com Pós-graduação em Neuropsiquiatria

Geriátrica pelo Instituto de Psiquiatria (Ipub) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Especialista em Medicina Legal e Perícia Médica pela UFRJ.

Ivan Aprahamian

Geriatra e Psiquiatra com Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

Mestre em Gerontologia pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Doutor em Medicina pelo Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Professor Livre-docente pelo Departamento de Clínica Médica, Disciplina de Geriatria da FMUSP.

Jhonatan Alves Sousa

Graduado em Enfermagem pela Faculdade Adventista da Bahia (FADBA).

Residência em Enfermagem Hospitalar com ênfase em Saúde do Idoso pela FADBA.

Pós-graduação em Enfermagem Dermatológica com ênfase em Ferida pela Faculdade do Centro Oeste Paulista (Facop).

Pós-graduação em Estomaterapia pela Faculdade Venda Nova do Imigrante (Faveni), ES.

Pós-graduação em Medicina Tradicional Chinesa –Acupuntura pela Universalis.

Joice Coutinho de Alvarenga

Especialista em Clínica Médica e Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Mestre em Infectologia e Medicina Tropical pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Doutoranda em Medicina Molecular pela UFMG.

Juliana Paula Venites

Graduada em Fonoaudiologia pela Universidade São Camilo.

Mestre e Doutora em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Especialista em Gerontologia e Motricidade Orofacial pela Unifesp, Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) e Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa).

Ex-presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG – Seção São Paulo – 2022-2024.

Coordenadora de Fonoaudiologia do Hospital Versania, Santa Helena, Santo Nobre e Projeto Todavida 80+ Omint Saúde, SP.

Juliana Silva de Almeida

Graduada em Fisioterapia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Mestre em Anatomia Patológica pela UFRJ, com pesquisa direcionada para Neurociências e desmielinização.

Especialista em Fisioterapia Neurofuncional.

Integrante da Câmara Técnica de Neurofuncional do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito)-2.

Kalil Lays Mohallem

Mestre em Cardiologia Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).

Especialista em Geriatria Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) – Secção Amazonas (AM).

Especialista em Cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)/Associação Médica Brasileira (AMB).

Karina de Marchi Oliveira

Graduada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Psicóloga em Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI).

Especialista em Psicologia da Saúde e Hospitalar pela Faculdade Pequeno Príncipe (FPP).

Karoline Rodrigues da Silva Martins

Geriatra Titulada pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Residência Médica em Geriatria pelo Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo.

Mestre em Saúde, Sociedade, Endemias da Amazônia pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)/Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Professora Titular de Geriatria na Ufam.

Diretora Científica da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), regional Amazonas.

Lilian Dias Bernardo

Doutora em Saúde Coletiva pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Professora do Curso de Terapia Ocupacional e do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ).

Especialista em Gerontologia pela Sociedade

Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) e Terapeuta Ocupacional Especialista em Gerontologia pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito).

Lindsey Mitie Nakakogue

Geriatra pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Mestre em Ciências da Saúde pela PUC-PR.

Doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), PR.

Docente do Curso de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), campus Londrina.

Diretora Científica da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz) – Triênio 2024-2027.

Lucas Tadeu Rocha Santos

Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (UFC).

Residência Médica em Clínica Médica e Geriatria pelo Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC-CH) da UFC.

Doutorando em Medicina Translacional pela UFC. Geriatra do HUWC-CH/UFC.

Professor Substituto do Departamento de Medicina Clínica da UFC.

Luciana da Silva Alcantara

Graduada em Serviço Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Mestre e Doutora em Serviço Social pelo Programa de Pós-graduação em Serviço Social pela Uerj.

Pós-doutora no Programa de Políticas Públicas e Formação Humana da Uerj.

Assistente Social no Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Lucimar de Souza Campos Enfermeira.

Mestranda do Programa Acadêmico em Ciências do Cuidado em Saúde do Programa Acadêmico em

Ciências do Cuidado em Saúde (PACCS)/Universidade Federal Fluminense (UFF).

Especialista em Gerontologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Ludmila Koch

Médica Oncologista com atuação no Centro de Oncologia e Hematologia do Hospital Israelita Albert Einstein.

Mestre em Ciências da Saúde pelo Instituto Einstein de Ensino.

Magda Nery Mauro

Graduada em Medicina e Residência em Clínica Médica pela Universidade do Estado do Pará (Uepa).

Residência em Geriatria pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Mestre pelo Programa de Mestrado Profissional em Saúde na Amazônia pela Universidade Federal do Pará (UFPA).

Geriatra Titulada pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Especialista em Clínica Médica pelo Hospital Ophir Loyola.

Docente do Curso de Medicina da Uepa.

Maisa Carla Kairalla

Presidente da Comissão de Imunização da Socie-dade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Membro do Núcleo de Geriatria do Hospital SírioLibanês.

Docente da Pós-graduação de Geriatria do Hospital Sírio-Libanês.

Manuela Vasconcelos de Castro Sales

Graduada em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (UFC).

Residência em Clínica Médica pelo Hospital Geral de Fortaleza.

Doutora em Ciências Médicas pela Universidade de São Paulo (USP).

Especialização em Geriatria pela USP.

Docente em Geriatria da UFC.

Membro da Câmara Técnica de Cuidados Paliativos do Conselho Regional de Medicina do Ceará (CRM-CE).

Titulada em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Marcela Basso Pandolfi

Graduada em Medicina pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Vitória.

Residência Médica em Clínica Médica pelo Hospital Regional de Taguatinga e em Geriatria pelo Hospital Universitário de Brasília.

Ex-vice-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) seção DF – 2018-2020 e 20202022.

Marcia Maria Pires Camargo Novelli

Graduada em Terapia Ocupacional pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas).

Mestre em Ciências, Doutora e Pós-doutora em Neurologia e pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), com estágio no Center for Innovative Care in Aging, School of Nursing –Johns Hopkins University, Baltimore, EUA.

Especialista em Terapia Ocupacional aplicada a Geriatria e Gerontologia e Gerontologia Social pela FMUSP.

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Professora Titular no Departamento de Saúde, Educação e Sociedade (DSES) e no curso de Terapia Ocupacional na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – campus Baixada Santista.

Coordenadora do Serviço de Atendimento ao Envelhecimento Cognitivo (SAEC) e Líder do Núcleo Interprofissional de Pesquisa e Atendimento no Envelhecimento (NIPAE) na Unifesp – campus Baixada Santista.

Marco Túlio Gualberto Cintra

Médico Geriatra Titulado pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Professor Adjunto do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ex-presidente da SBGG – Gestão 2023-2025.

Marcos Aparecido Sarria Cabrera

Graduado em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina (UEL).

Residência Médica em Clínica Médica e em Geriatria e Gerontologia pela Universidade de São Paulo (USP).

Mestre em Medicina e Ciências da Saúde pela UEL. Doutora em Ciências Médicas com área de concentração em Cardiologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Professor Titular da disciplina de Geriatria da UEL.

Maria Aglaé Tedesco Vilardo

Doutora em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva pelo Programa de Pós-graduação em Bioética, Ética

Aplicada e Saúde Coletiva (PPGBIOS), em associação com Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal Fluminense (UFF) e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

Maria Aparecida Camargos Bicalho

Mestre e Doutora em Farmacologia Bioquímica e Molecular pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Pós-doutorado em Geriatria na Universidade de Colônia, Alemanha.

Especialista em Clínica Médica, Medicina Intensiva e Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Professora Associada da disciplina de Geriatria da UFMG.

Vice-coordenadora do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas da UFMG.

Mariana Mie Chao

Arquiteta e Urbanista pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.

Mestre em Gerontologia pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (USP).

Membro do Grupo de Pesquisa da USP em Telemedicina, Educação Digital e Saúde Conectada (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico [CNPq]/Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações [MCTI]).

Certificada no Curso de Telemedicina para Pósgraduação Stricto Sensu da Patologia da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

Martha Oliveira

Mestre em Epidemiologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Doutora em Envelhecimento pela Uerj.

Chief Executive Officer (CEO) do Grupo Laços.

Meire Cachioni

Bacharel e Licenciada em Psicologia e Especialista em Gerontologia pela Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep).

Mestre em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), SP.

Doutora em Gerontologia pela Unicamp, SP.

Pós-doutora em Educação pela Unicamp, SP.

Pós-doutora em Gerontologia pelo Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto, Portugal.

Professora Associada da Disciplina de Gerontologia da Universidade de São Paulo (USP).

Michelle Lourenço Fontenele

Médica Formada pela Universidade Federal do Ceará (UFC) – campus Sobral.

Residência em Clínica Médica e em Geriatria no Hospital Oswaldo Cruz, SP.

Residência em Medicina Paliativa pelo Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP).

Professora da disciplina de Medicina Paliativa e Coordenadora do Grupo Pallis.

Milton Crenitte

Médico Geriatra pela Universidade de São Paulo (USP).

Doutor em Ciências pela USP.

Coordenador da Complementação Especializada em Sexualidade e Envelhecimento da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

Natalia Gomes Gonçalves

Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo (USP).

Doutora em Patologia e Pós-doutora em Geriatria pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Docente do Departamento de Medicina Preventiva da FMUSP.

Natália Maria Lins Martins

Médica Psiquiatra pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ipub/UFRJ).

Doutoranda em Psiquiatria do Programa de Pós-graduação em Psiquiatria e Saúde Mental (Propsam) da UFRJ.

Niele Silva de Moraes

Graduada em Medicina pela Universidade do Estado do Pará (Uepa).

Residência Médica em Clínica Médica no Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo e em Geriatria na Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp).

Doutora em Ciências pela EPM/Unifesp.

Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Professora Adjunta do Curso de Medicina da Uepa.

Professora do Programa de Mestrado Profissional em Saúde da Amazônia da Universidade Federal do Pará (UFPA).

Presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia seção Pará – 2024-2026.

Otavio Castello de Campos Pereira

Médico e Especialista em Geriatria pela Escola Paulista de Medicina (EPM)/Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Pós-graduado em Psiquiatria Forense pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psiquiatria Forense (NUFOR) do Instituto de Psiquaitria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina Universidade de São Paulo (IPq-HCFMUSP).

Pós-graduado em Psiquiatria Forense pelo IPqHCFMUSP.

Especialista em Medicina Legal e Perícia Médica pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Professor Colaborador de Psiquiatria e Psicologia Médica da Universidade de Brasília (UnB).

Diretor de Ética e Defesa da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) – Seção Distrito Federal (DF).

Patrícia Bet

Graduada em Gerontologia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Mestre em Gerontologia pela UFSCar.

Doutora em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP).

Pós-doutora pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP.

Secretária da Sociedade Brasileira de Gerontecnologia (SBGTec) – 2023-atual.

Paulo de Oliveira Duarte

Graduado em Medicina pela Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp).

Residência Médica em Clínica Médica e em Geriatria pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCFMRP-USP).

Doutor em Ciências Médicas pela Divisão de Geriatria do Departamento de Clínica Médica da FMRP-USP.

Título de Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB).

Especialista em Cuidados Paliativos pelo Instituto

Pallium Latinoamérica – Universidade del Salvador –Buenos Aires, Argentina.

Titulado em Cuidados Paliativos pela SBGG/AMB.

Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia – Seção São Paulo (SBGG-SP) – 2022-2024.

Polianna Souza

Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Marília (Famema).

Residência em Clínica Médica pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade

Estadual de Campinas (HC-FCM/Unicamp).

Residência em Geriatria e Gerontologia pela Escola

Paulista de Medicina (EPM) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)/EPM.

Especialização em Cuidados Paliativos pela Asociacion

Pallium Latinoamerica, com certificação de Oxford

International Centre for Palliative Care.

Área de atuação em Dor pela Associação Médica

Brasileira (AMB).

Rafael Assumpção

Geriatra pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

Residência em Geriatria pela UFF.

Médico com especialização em Clínica Médica pelo

Hospital Adventista Silvestre, RJ.

Associado da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Raphael Cordeiro da Cruz

Chefe da Clínica de Geriatria e do Serviço Integrado de Atendimento Domiciliar (SIAD) do Hospital Naval Marcílio Dias (HNMD), RJ.

Coordenador da Residência Médica em Geriatria do HNMD.

Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB).

Pós-graduado em Geriatria pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Master of Business Administration (MBA) em Gestão em Saúde pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Curso em Geriatria e Cuidados Paliativos do Hospital

Mount Sinai da Universidade de Nova York. Coordenador do Programa de Cuidados Paliativos do Palliare Caberj.

Raquel Ribeiro de Oliveira

Graduada em Gerontologia pela Universidade de São Paulo (USP) Leste – Escola de Artes, Ciência e Humanidades e em Administração de Empresas pela Universidade Cidade de São Paulo (Unicid).

Desenvolvimento e aplicação de projetos para pessoas 60+ em diversos contextos, prioritariamente em instituições de longa permanência e por meio do Fundo Municipal do Idoso.

Regina Silva Paradela

Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade de Santo Amaro (Unisa).

Mestre em Ciências Morfofuncionais pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP).

Doutora em Ciências pelo Instituto do Coração da Universidade de São Paulo (InCor/USP).

Pós-doutoranda do Biobanco para Estudos em Envelhecimento da Faculdade de Medicina da FMUSP.

Renata Graniti

Graduada em Fisioterapia pelo Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação (IBMR).

Especialista em Fisioterapia em Gerontologia pela Interfisio – Centro Universitário Redentor (UniRedentor).

Mestre em Engenharia Biomédica pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Especialista em Fisioterapia em Gerontologia pela Associação Brasileira de Fisioterapia em Gerontologia (Abrafige).

Membro da Câmara Técnica Mista em Gerontologia do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito)-2.

Renata Maciulis Dip

Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Mestre e Doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Londrina (UEL).

Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Renata Marinho Pereira

Fisioterapeuta pela Faculdades Integradas do Ceará (Unific).

Pós-graduação em Reabilitação Gerontológica pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Especialista Profissional em Fisioterapia em Gerontologia pela Associação Brasileira de Fisioterapia em Gerontologia (Abrafige)/Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito).

Ex-presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG – Seção Ceará (CE) – 2023-2025.

Roberta Carolina Medeiros

Graduanda em Terapia Ocupacional da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Roberto Santos da Cunha

Graduado em Serviço Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Mestre em Serviço Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Especialista em Serviço Social e Saúde pela Uerj.

Especialista em Geriatria e Gerontologia pela Uerj.

Assistente Social do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) da UFRJ.

Rodrigo de Lemos Soares Patriota

Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Residência em Clínica Médica pelo Hospital Otávio de Freitas e Geriatria pelo Hospital Universitário Oswaldo Cruz/Universidade de Pernambuco (UPE).

Mestre em Educação pela Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS).

Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Rodrigo Doyle Portugal

Professor Adjunto da Disciplina de Hematologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Mestre e Doutor pelo Programa de Pós-graduação em Clínica Médica (Concentração em Hematologia) da UFRJ.

Ex-chefe do Serviço de Hematologia do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) da UFRJ – 2018-2024.

Rodrigo Ferraiuoli Vieira de Souza

Graduado em Medicina pela Universidade de Fortaleza (Unifor).

Residência em Clínica Médica pelo Hospital Geral de Fortaleza.

Residência Médica em Geriatria pelo Hospital Universitário Walter Cantídio vinculado à Universidade Federal do Ceará (UFC).

Pós-graduado em Cuidados Paliativos pelo Instituto Paliar.

Roni Kumal

Médico Geriatra pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Doutorando em Bioética pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, Portugal.

Título de Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação

Médica Brasileira (AMB) com área de atuação em Medicina Paliativa.

Professor do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

Rose Aparecida Ferreira Ribeiro

Advogada Especializada no Direito da Pessoa Idosa.

Mestre em Direito Constitucional pelo Programa de Pós-graduação em Direito Constitucional (PPGDC) da UFF.

Doutora em Direito e Sociologia pelo Programa de Pósgraduação em Sociologia e Direito da Universidade Federal Fluminense (PPGSD/UFF).

Rosiléia Teixeira de Oliveira Dierckx

Graduada em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Mestre em Educação – Linha de pesquisa: Cognição, Aprendizagem e Desenvolvimento Humano pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Especialista em Terapia Ocupacional em Gerontologia pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito).

Especialista Multiprofissional em Cuidados Paliativos pelo Instituto Paliar.

Especialista em Contextos Hospitalares – Residência Integrada Multiprofissional em Atenção Hospitalar pelo Programa em Atenção à Saúde do Adulto e Idoso do Complexo Hospital de Clínicas da UFPR (CHC/UFPR).

Supervisora de Estágio do Curso de Terapia Ocupacional da UFPR, no Contexto Hospitalar e Social em Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI).

Rosimere Ferreira Santana

Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

Titulada em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Professora Titular Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa EEAAC da UFF.

Conselheira Titular Conselho Regional de Enfermagem (Coren) – Seção Rio de Janeiro (RJ).

Rosmary Tatiane Arias Buse

Médica Geriatra Especialista pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Área de Atuação em Medicina Paliativa pela Associação

Médica Brasileira (AMB).

Coordenadora e Preceptora do Serviço de Residência

Médica em Geriatria do Hospital do Servidor Público

Estadual de São Paulo (HSPE).

Presidente da SBGG – Seção São Paulo (SP) – 2024-2026.

Sandra Brotto Furtado

Residência em Geriatria pela Universidade de Pernambuco (UPE).

Mestre em Ciências da Saúde pela UPE.

Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) – Seção Pernambuco (PE) – 20232025.

Especialista em Geriatria pela SBGG/Associação Médico Brasileira (AMB).

Especialista em Cuidados Paliativos pela Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP)/AMB.

Coordenadora da Pós-graduação em Geriatria da Faculdade IDE.

Sandra Rabello de Frias

Graduada em Serviço Social pela Universidade Veiga de Almeida (UVA).

Pós-graduada em Políticas Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Pós-graduação em Psicogeriatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Mestre em Psicanálise, Saúde e Sociedade UVA.

Doutoranda em Serviço Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Simone Fiebrantz Pinto

Mestre em Educação e Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Especialista em Nutrição Clínica pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Especialista em Saúde Coletiva pela Universidade Positivo.

Especialista em Gerontologia pela SBGG.

Nutricionista da Fundação de Apoio e Valorização do Idoso (FAVI).

Preceptora do Estágio de Longa Duração de Geriatria da FAVI/Hospital Nossa Senhora das Graças.

Nutricionista da Care4life Assistência Domiciliar.

Ex-presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG – 2021-2023.

Ex-presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG – Seção Paraná (PR) – 2016-2020.

Membro do Conselho Consultivo Pleno da SBGG.

Especialista em Administração de Serviços de Saúde peça Associação Franciscana de Ensino Senhor Bom Jesus Centro de Desenvolvimento.

Especialista em Cuidados Paliativos pela Conexão Paliativa.

Soraia da Silva Rondão do Nascimento

Graduada em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

Especialista em Serviço Social e Políticas Sociais pelo Núcleo de Estudos da Zona Oeste (Nezo).

Assistente Social do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE) e Hospital Federal de Bonsucesso (HFB).

Talita Cezareti da Silva Graduada em Educação Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Mestre em Ciências Cardiovasculares pelo Instituto Nacional de Cardiologia (INC).

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Talita Reis

Pós-graduada em Gestão em Saúde pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP)/Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB).

Assistente do Núcleo de Atendimento ao Idoso na Marinha.

Toshio Chiba

Graduado em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP).

Especialista em Geriatria e Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia/Associação Médica Brasileira (SBGG/AMB).

Doutor em Medicina/Patologia Experimental pela USP. Médico do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp).

Valeska Marinho Rodrigues

Médica Psiquiatra pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Psicogeriatra pela UFRJ.

Coordenadora do Centro de Doença de Alzheimer (CDA) e Outras Desordens Mentais da Velhice/Instituo de Psiquiatria Brasil (Ipub)/Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Valmari Cristina Aranha Toscano

Psicóloga Clínica pela Universidade de São Paulo (USP).

Mestre em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da USP.

Especialista em Psicologia Hospitalar, em Neuropsicologia e em Psicanálise pela USP.

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Victor Hugo Tolotto de Carvalho

Médico Neurologista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), PR.

Preceptor da Residência de Neurologia a Universidade Estadual de Londrina (UEL) e Hospital Evangélico de Londrina, PR.

Preceptor do Internato Médico em Neurologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) –campus Londrina.

Coordenador do Ambulatório de Neurologia Cognitiva e do Comportamento do Hospital Clínica de Londrina (HC-UEL) e do Hospital Evangélico, PR.

Virgílio Garcia Moreira

Mestre e Doutor em Ciências Médicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Médico Colaborador do Laboratório de Pesquisas em Envelhecimento Humano (GeronLab)/Faculdade de Ciências Médicas da Uerj.

Médico Colaborador da Disciplina e Programa de Residência em Geriatria, Departamento de Clínica Médica, Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ), SP.

Wilson Roberto Picco Júnior

Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP). Master of Business Administration (MBA) em Administração – Gestão em Saúde, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Especialista em Clínica Médica e Geriatria pelo Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto – USP.

Coordenador das Unidades de Internação Hospital

São Lucas Ribeirão Preto – Hospital Care.

Dedicatória

Dedicamos esta obra a todas as pessoas que vivem com as diversas formas de demência, cujas histórias, afetos e trajetórias seguem existindo para além do adoecimento, e a seus familiares, que diariamente oferecem cuidado, presença e amor, mesmo diante dos desafios. Dedicamos, com profunda gratidão, à Associação de Parentes e Amigos de Pessoas com Alzheimer (Apaz), pelo apoio total e incondicional, fundamental para que esta obra se tornasse realidade.

Por fim, dedicamos a todos os profissionais de saúde que, com compromisso, sensibilidade e respeito, constroem diariamente o cuidado às pessoas idosas que vivem com síndromes demenciais.

Agradecimentos

Este livro é fruto de encontros que tornam a vida mais prazerosa, leve, repleta de surpresas, trocas sensíveis e agradáveis. Nesses encontros, as amizades são estabelecidas, fortalecidas e até reinventadas. Além disso, os aprendizados são constantes: exercícios de paciência e persistência; o poder da esperança e da perseverança; e, mais, a importância de manter a coerência, a palavra e a ética pessoal.

A obra Demências – Cuidado Multidisciplinar é a concretude de meses de esforços que se tornou realidade graças à generosidade, à credibilidade, à motivação, ao amor e ao apoio de muitas mãos. Mais do que um conjunto de páginas, representa a força da colaboração e a crença compartilhada em uma causa maior. É o resultado de um conjunto de características pessoais, individuais e coletivas, de valores que somados ao conhecimento técnico nela contido, proporcionam a nós, organizadoras, mais do que a certeza do dever cumprido, um legado.

Em primeiro lugar, nosso mais profundo e sincero agradecimento à Associação de Parentes e Amigos de Pessoas com Alzheimer (Apaz) pelo patrocínio. O papel de vocês no apoio aos familiares destaca-se pelo compromisso e pela responsabilidade, o que nos representa.

Em especial, agradecemos a Joaquim Pedro dos Santos da Fonseca, Antônio da Silva Barreto Neto e Maria Aparecida Albuquerque Guimarães. Não há palavras que expressem nosso respeito e admiração. O suporte incondicional a este projeto nos motiva na caminhada para novos desafios.

Nossa gratidão aos colaboradores, pela doação do tempo e pela confiança depositada na organização, estendendo-se também a todos aqueles que foram convidados por vocês para a contribuição técnica nesta obra. Estamos seguras de que cada capítulo dispõe de total dedicação técnica e empenho pessoal para a melhor qualidade possível.

À equipe da Rubio, que deu forma ao projeto, transformando o protótipo de cada capítulo em uma obra cuidadosamente elaborada para melhor experiência de leitura e aprendizado, diante de um tema de imensa importância na área do envelhecimento humano, que são as síndromes demenciais.

Aos pacientes e às suas famílias, que, de alguma forma, inspiraram e deram propósito a cada organizadora para persistir no desenvolvimento de um conteúdo completo sobre a linha do cuidado à pessoa idosa com demência. As histórias e as vivências que compartilharam conosco são a essência do que procuramos transmitir.

Este livro é, portanto, um fruto de muitas semeaduras. Que ele possa agora cumprir seu propósito, levando conhecimento técnico, teórico, reflexão e, acima de tudo, proporcionar a melhora da assistência à saúde dos portadores de demência.

As Organizadoras

Apresentação

Esta obra é fruto de seis mãos dedicadas ao trabalho intenso na assistência, no ensino, na pesquisa e na extensão junto às pessoas idosas portadoras de um grupo de doenças que, em breve, se tornará um grande problema de saúde pública mundial diante do rápido processo de envelhecimento populacional.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), no documento chamado Regional workshop on the implementation of the global action plan on the public health response to dementia (2023), a demência é a sétima principal causa de morte no mundo e uma das principais contribuintes para a incapacidade, com mais de 55 milhões de pessoas diagnosticadas com algum tipo de demência. Importante destaque se dá ao fato de que a maioria dessas pessoas, 61%, vive em países de baixa e média renda e a tendência é aumentar para aproximadamente 78 milhões até 2030, diante da acelerada transição demográfica.

Outro importante ponto é a fração econômica das demências, com elementos direto e indireto que contribuem para a oneração das famílias. A estimativa de 2019 foi de um custo econômico global total de US$ 1,3 trilhão, com a expectativa de dobrar até 2030, atingindo US$ 2,8 trilhões, o que prejudicaria ainda mais o desenvolvimento social e econômico global.

Os principais tipos de demência, doença de Alzheimer e demência vascular, correspondem a quase 80% dos casos atualmente irreversíveis e os fatores de risco, em sua maioria, podem ser controlados se diagnosticados precocemente, como: hipertensão arterial, diabetes melito, depressão, hipercolesterolemia, sedentarismo e maus hábitos alimentares; para outros hábitos, o controle depende de ações do coletivo, como o combate à poluição, ou de iniciativa individual, como cessação do tabaco e do álcool, as buscas pelo conhecimento a fim de aumentar a escolaridade e pela rede social, para a redução do isolamento.

Para isso, políticas públicas também são necessárias e devem ser cobradas na prática, com maior investimento em formação de profissionais para cuidado, educação em saúde para a população geral, campanhas de conscientização da sociedade, como “Cidade amiga da pessoa idosa”, “moradias adaptadas” , acessibilidade – tecnologia, infraestrutura, comércio, lazer e turismo –, estímulo à intergeracionalidade e ampliação do número e da qualidade dos modelos de cuidado, como as instituições de longa permanência para idosos, os hospitais de transição para reabilitação desse perfil populacional e os cuidados paliativos.

Importante salientar que diante de um grupo de doenças que, hoje, são incuráveis (exceto as potencialmente reversíveis), em um cenário de incertezas e imprevisibilidade na trajetória do cuidado e na constante procura por medicações eficazes, efetivas e eficientes contra as demências, a aprovação de novos medicamentos representa um momento desafiador para os pacientes e as famílias, para o sistema de saúde e para os profissionais de saúde. No Brasil, em janeiro de 2026, foi de grande relevância a autorização, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para a venda do medicamento Lecanemabe. Esta aprovação inaugura uma

nova perspectiva no tratamento das demências, especialmente na DA em estágios pródromos, quando não há qualquer manifestação clínica. Simboliza, é claro, um avanço significativo na terapêutica e renovando esperanças para pacientes e suas famílias; contudo, esse momento também é revestido de cautela diante da necessidade de maiores estudos populacionais do uso dessa medicação para nossa realidade sociocultural. De toda forma, é um avanço e todo profissional de saúde deve conhecer as indicações e suas advertências a fim de usar de forma ética, não esquivando do esclarecimento aos pacientes e suas famílias para que haja sempre um alinhamento entre expectativas e possíveis realidades.

Que esta obra seja um marco da interdisciplinaridade e que os profissionais de saúde possam compreender a doença e, acima de tudo, se inspirar nas diferentes possibilidades de desenvolver suas potencialidades na área do cuidado. Que ela possa oferecer, além da técnica, inspiração para avanços no cuidado multidisciplinar centrado na pessoa idosa, bem como estimule o avanço não apenas na tecnologia hard, mas também no cuidado humanizado. Na luta pelo cuidado em equipe, de forma transversal, com o objetivo de cuidar de uma pessoa idosa com demência, o que inclui os membros familiares cuidadores ou os formalizados, o conjunto de saberes, atuando de maneira simultânea e ordenada, se faz necessário. O mais importante para a pessoa cuidada é o que deve ser realizado por todos.

Que você possa reconhecer neste livro possibilidades de ampliação de suas ferramentas de trabalho e que ele o inspire a oferecer tudo aquilo que sua capacidade permitir.

As Organizadoras

Prefácio

A demência é uma condição que afeta não apenas aqueles que a vivenciam, mas também todos ao seu redor, sejam familiares, amigos, cuidadores e profissionais de saúde. Mais do que uma enfermidade, trata-se de um desafio humano, emocional e social, que exige compreensão, paciência e empatia.

Além do impacto na vida dos pacientes e dos familiares, a demência traz uma grande responsabilidade para os profissionais que atuam junto à população idosa. Eles precisam estar preparados para identificar os sinais da doença, compreender sua progressão e oferecer um atendimento humanizado e eficiente. O conhecimento sobre o tema, tão relevante, permite que esses profissionais ajudem a preservar a qualidade de vida dos pacientes, minimizem sintomas e forneçam suporte às famílias.

Este livro nasce do interesse em transmitir informações acessíveis e confiáveis sobre a demência, de maneira didática, produzidas por um grupo de especialistas na área de Geriatria e Gerontologia. Ao longo destas páginas, você encontrará esclarecimentos sobre os diferentes tipos de demência, seus sintomas, impactos e estratégias para lidar com as mudanças que ela impõe.

Prefaciar esta obra, mais do que um orgulho, é uma responsabilidade imensa, uma vez que a escrevem profissionais de competência ímpar.

Que esta leitura possa servir como um guia e um apoio, lembrando-nos sempre de que, mesmo diante das dificuldades, há espaço para o carinho, o respeito e a dignidade. Afinal, por trás do diagnóstico, há uma vida cheia de histórias, sentimentos e laços que merecem ser preservados.

Boa leitura!

Nara de Fátima Dutra Lemos

Assistente Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Doutora em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Ex-presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG (2023-2025).

Sumário

Parte I Atualização das Demências – Diagnóstico

1 Contexto Histórico, 3

Anelise Fonseca • Rafael Assumpção

2 Epidemiologia das Demências, 12

Claudia Kimie Suemoto • Natalia Gomes Gonçalves • Regina Silva Paradela

3 Comprometimento/Transtorno Comportamental Leve e Comprometimento/Transtorno

Cognitivo Leve: Pródromos das Demências, 18

Fabrício da Costa Hampshire de Araújo

4 Manejo do Comprometimento/Transtorno Cognitivo Leve: Diagnóstico, Características e Tratamento, 25

Arnaldo Aires Peixoto Junior • Andréa Silva Gondim • Charlys Barbosa Nogueira

5 Doença de Alzheimer: Diagnóstico e Perspectivas Terapêuticas, 33

Erika de Oliveira Hansen • Joice Coutinho de Alvarenga • Maria Aparecida Camargos Bicalho

6 Doença de Alzheimer Leve: Marcadores e Sintomas, 44

Marco Túlio Gualberto Cintra • Fabiana Carla Matos da Cunha Cintra

7 Doença de Alzheimer Moderada: Marcadores e Sintomas, 52

Marcos Aparecido Sarria Cabrera • Renata Maciulis Dip

8 Doença de Alzheimer Avançada: Marcadores e Sintomas, 59

Rosmary Tatiane Arias Buse

9 Diagnóstico de Outras Demências Primárias, 67

Paulo de Oliveira Duarte • Wilson Roberto Picco Júnior • Anelise Fonseca

10 Outras Demências Potencialmente Reversíveis, 78

Aline Saraiva da Silva Correia • Fernanda Siqueira Viana Terra

11 Perspectivas Futuras de Diagnóstico, 87

Lindsey Mitie Nakakogue • Victor Hugo Tolotto de Carvalho

Parte II

12 Doença de Alzheimer Leve e Moderada: Tratamento Farmacológico, 95

Manuela Vasconcelos de Castro Sales • Lucas Tadeu Rocha Santos • Rodrigo Ferraiuoli Vieira de Souza

13 Tratamento da Doença de Alzheimer Avançada, 101

Raphael Cordeiro da Cruz • Débora Ribeiro Bastos

14 Tratamento de Outras Demências Primárias e Potencialmente Reversíveis, 112

Daniela Souza Gonçalves Barbieri

15 Principais Manifestações Neuropsiquiátricas na Demência e seu Tratamento, 117

Antônio Sergio Costa • Natália Maria Lins Martins • Valeska Marinho Rodrigues

16 Demências e Síndrome de Fragilidade no Idoso: Desafios e Abordagens Multidisciplinares, 126

Virgílio Garcia Moreira • Andréia de Oliveira Pain • Ivan Aprahamian

17 Abordagem Paliativa e Cuidados ao Fim da Vida nas Demências Avançadas, 137

Toshio Chiba

18 Principais Intercorrências Clínicas em Cada Fase da Demência, 147

Karoline Rodrigues da Silva Martins • Aline Magalhães de Oliveira

19 Diretivas Antecipadas de Vontade e Biodireito, 155

Maria Aglaé Tedesco Vilardo

20 Tratamento Multidisciplinar: Fisioterapia, 162

Francielle Fialkoski Molina • Fernanda Cury Martins Teigão • Renata Marinho Pereira

21 Tratamento Multidisciplinar: Profissional de Educação Física, 173

Andrea Camaz Deslandes • Daniel Vicentini de Oliveira • Talita Cezareti da Silva

22 Tratamento Multidisciplinar: Nutrição, 186

Simone Fiebrantz Pinto • Elci Almeida Fernandes

23 Tratamento Multidisciplinar: Fonoaudiologia, 195

Francelise Pivetta Roque • Ana Paula Cajaseiras de Carvalho • Juliana Paula Venites

24 Tratamento Multidisciplinar: Terapia Ocupacional, 204

Carolina Rebellato • Lilian Dias Bernardo • Marcia Maria Pires Camargo Novelli

25 Musicoterapia como Terapia Complementar no Cuidado de Pessoas com Demências, 217

Claudia Regina de Oliveira Zanini

26 Terapias Complementares na Doença de Alzheimer: Biofilia e Terapia Assistida por Animais, 223

Andressa Chodur

27 Terapias Complementares na Doença de Alzheimer: Mandalas Terapêuticas Aplicadas no Ambulatório de Geriatria, 230

Adriana Splendore • Anelise Fonseca

28

Cuidado Psicológico nas Demências: Estratégias Interdisciplinares de Suporte a Pacientes, Familiares e Cuidadores, 237

Ellen Ingrid Souza Aragão • Juliana Silva de Almeida

29 Cuidados de Enfermagem à Pessoa Idosa com Demência, 248

30

Lucimar de Souza Campos • Rosimere Ferreira Santana • Amanda Leal Santos

Luto Familiar: Normal, Antecipatório e Complicado, 260

Erika Pallottino

Parte III Aspectos do Cuidado

31 Cuidador Formal e Cuidador Familiar: Diferenças no Cuidado, Atributos, Desafios e Formato de Trabalho, 269

Rosiléia Teixeira de Oliveira Dierckx • Edson de Oliveira Matos • Karina de Marchi Oliveira

32 Para Além das Quatro Paredes: Ambientes Pensados para Pessoas com Demência, 279

Taiuani Marquine Raymundo • Roberta Carolina Medeiros • Franciele Trevisan • Lilian Dias Bernardo

33 Rotina de Cuidados nas Diferentes Fases da Demência, 290

Daniel Espirito Santo da Silva • Fernanda Bruna do Nascimento Alves • Jhonatan Alves Sousa

34 Cuidado às Famílias: Conflitos e Dificuldades no Domicílio, 298

Christiano Barbosa da Silva • Renata Graniti

35 Papel do Serviço Social nos Cuidados da Pessoa com Demência: dos Direitos aos Desafios da Alta Hospitalar, 308

Sandra Rabello de Frias • Luciana da Silva Alcantara • Andréia de Albuquerque Trindade • Roberto Santos da Cunha • Soraia da Silva Rondão do Nascimento

36 Cuidado Oral da Pessoa Idosa com Demência, 325

Almir Oliva Filho • Ana Carolina de Oliveira e Cruz

37 Demência e Espiritualidade, 330

Anelise Fonseca • Gilse Prates

38 Modalidades de Atendimento Médico em Geriatria, 339

Anelise Fonseca • Raphael Cordeiro da Cruz • Talita Reis

39 Modelos Assistenciais – Hospital (Emergência, Enfermaria e Unidade de Terapia Intensiva) e Hospital de Transição (Preparo para a Alta e Gerenciamento do Cuidado), 349

Claudia dos Santos Inhaia • Ana Flávia Azevedo Querichelli

40 Comorbidades: Câncer e Demência, 361

Ludmila Koch • Polianna Souza • Anelise Fonseca

41 Comorbidades: Insuficiência Renal, Diabetes Melito e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, 371

Sandra Brotto Furtado • Rodrigo de Lemos Soares Patriota • Michelle Lourenço Fontenele

42 Osteoporose nas Síndromes Demenciais, 384

Ana Laura de Figueiredo Bersani • Magda Nery Mauro • Niele Silva de Moraes

43 Comorbidades: Demência e Condições Cardíacas – Doença Arterial Coronariana, Insuficiência Cardíaca, Hipertensão Arterial e Fibrilação Atrial, 395

Elizabete Viana de Freitas • Kalil Lays Mohallem

44 Demência e Anemia, 405

Rodrigo Doyle Portugal

45 Dor nas Diferentes Fases da Demência: Avaliação, Aspectos Farmacológicos e Não Farmacológicos, 410

Carolina Ams Prestes • Diogo Kallas Barcellos

46 Sexualidade nas Diferentes Fases da Demência, 422

Valmari Cristina Aranha Toscano • Milton Crenitte

Parte IV Temas Relevantes do Cuidado

47 Manual do Cuidador Familiar: Elementos Essenciais em Cada Fase da Demência, 429

Rosiléia Teixeira de Oliveira Dierckx • Edson de Oliveira Matos • Karina de Marchi Oliveira

48 Impacto da Demência no Financiamento da Saúde (Público e Privado) no Brasil, 440

Martha Oliveira

49 Robôs Socialmente Assistivos no Cuidado Multidisciplinar de Pessoas Idosas com Demência Residentes em Instituições de Longa Permanência para Idosos, 447

Meire Cachioni • Patrícia Bet • Raquel Ribeiro de Oliveira

50 Direção Veicular e Pessoas Idosas com Demência, 457

Otávio Castello de Campos Pereira

51 Vacinação nas Diferentes Fases das Demências, 467

Marcela Basso Pandolfi • Maisa Carla Kairalla

52 Telemedicina e Demência, 478

Roni Kumal

53 Decisões que Perduram: A Importância de Planejar o Cuidado e o Legado no Final da Vida – Testamento Civil, Curatela, Sucessão Patrimonial e Instrumento de Tomada de Decisão Apoiada, 485

Rose Aparecida Ferreira Ribeiro

54 A Tecnologia na Área da Saúde e o Impacto nas Demências, 492

Alessandra Tieppo • Chao Lung Wen • Mariana Mie Chao

55 Inteligência Artificial e Demência, 508

Aline Silva de Medeiros • Daniel Araujo Ferraz

Índice, 514

I Atualização das Demências –Diagnóstico

1 Contexto Histórico, 3

2 Epidemiologia das Demências, 12

3 Comprometimento/Transtorno Comportamental Leve e Comprometimento/Transtorno Cognitivo Leve: Pródromos das Demências, 18

4 Manejo do Comprometimento/Transtorno Cognitivo Leve: Diagnóstico, Características e Tratamento, 25

5 Doença de Alzheimer: Diagnóstico e Perspectivas Terapêuticas, 33

6 Doença de Alzheimer Leve: Marcadores e Sintomas, 44

7 Doença de Alzheimer Moderada: Marcadores e Sintomas, 52

8 Doença de Alzheimer Avançada: Marcadores e Sintomas, 59

9 Diagnóstico de Outras Demências Primárias, 67

10 Outras Demências Potencialmente Reversíveis, 78

11 Perspectivas Futuras de Diagnóstico, 87

6 Doença de Alzheimer Leve: Marcadores e Sintomas

INTRODUÇÃO

A doença de Alzheimer (DA) representa uma das maiores crises de saúde pública do século XXI. Caracterizada por um declínio progressivo da memória e de outras funções cognitivas, a DA afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Este capítulo tem como objetivo aprofundar o entendimento sobre essa doença, abordando desde os sintomas iniciais até os avanços mais recentes no diagnóstico. Por meio de uma análise detalhada, serão abordados os desafios do diagnóstico precoce e a importância da avaliação cognitiva-funcional e dos biomarcadores.

DOENÇA DE ALZHEIMER LEVE

A DA é uma doença compreendida como um continuum , ou seja, desde uma fase pré-clínica assintomática longa até a fase sintomática, que inclui o comprometimento cognitivo leve (CCL) e a demência. Destaca-se que na demência, além do agravamento do declínio cognitivo, há declínio funcional. A fase demencial pela doença de Alzheimer (DDA) divide-se em leve, moderada e avançada. Em 2019, foi estimado que 1,85 milhão de brasileiros encontrava-se acometido por essa enfermidade na fase demencial, sendo a prevalência maior nas faixas etárias mais elevadas.1,2

No entanto, a maioria destes 1,85 milhão de brasileiros com demência não teve direito ao acesso a esse diagnóstico. O subdiagnóstico das demências como um todo constitui um problema grave no mundo, tendo sido estimado em 80% no Brasil. Geralmente, as pessoas não são diagnosticadas na fase leve por diversos motivos, como o entendimento de que a

sintomatologia é normal do envelhecimento, além da dificuldade de acesso aos profissionais com habilidade para a realização do diagnóstico e da necessidade de maior capacitação dos profissionais de saúde na atenção primária, que constitui a porta de entrada de acesso à saúde, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), para a maior parte dos idosos brasileiros.1

Em todo o caso, esse atraso do diagnóstico para fases mais avançadas da demência priva o paciente do acesso ao tratamento com os anticolinesterásicos, que é disponibilizado gratuitamente pelo SUS, assim como inviabiliza para as famílias e os cuidadores o acesso aos conhecimentos necessários ao tratamento não farmacológico das demências, que é extremamente importante para o manejo dos sintomas comportamentais.

Um dos complicadores do diagnóstico é a queixa subjetiva de memória. A queixa de declínio da memória é especialmente comum na população idosa e, per se, eleva o risco de demência em duas vezes. O Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil) estimou que 29,21% dos idosos brasileiros apresentam declínio cognitivo subjetivo, correspondendo à condição na qual a pessoa percebe a alteração da memória ou de outro domínio cognitivo, mas os testes neuropsicológicos são normais; além disso, há independência funcional e o esquecimento não é percebido por terceiros.3

Para complicar a complexidade da avaliação da queixa de memória, à medida que há piora cognitiva e a pessoa evolui para CCL e DDA, observam-se o aparecimento e o agravamento da anosognosia, que consiste na incapacidade de reconhecer o próprio déficit, ou seja, a pessoa idosa passa a não perceber o esquecimento, e a queixa de declínio da memória “deixa de ser” do paciente “para ser” dos familiares e dos cuidadores.3,4

Marco Túlio Gualberto Cintra • Fabiana Carla Matos da Cunha Cintra

Diante deste contexto, é importante observar a gravidade do relato de esquecimento descrito pelo paciente e cuidador/familiar. Em geral, o esquecimento descrito pelo paciente com declínio cognitivo subjetivo e por pacientes deprimidos é mais grave do que o observado pelos acompanhantes, ao passo que a gravidade tende a ser similar em pacientes com CCL e mais grave para os acompanhantes em relação aos pacientes com DDA.3,4

Na avaliação da queixa de memória, deve-se ter em mente que o paciente com DDA na fase leve apresenta declínio na funcionalidade, ou seja, deixa de executar atividades de vida diária (AVD) que anteriormente eram realizadas sem dificuldades e, geralmente, devido à anosognosia, ele não percebe a gravidade do esquecimento nem o impacto dessa condição em suas AVD. O paciente não se esquece apenas de detalhes, mas do fato ou do evento recente como um todo; ademais, frequentemente não consegue se lembrar desses eventos mesmo com pistas cognitivas, e mais, agendas e lembretes não funcionam para recordação de compromissos.5

Leve

Perda de objetos/itens

Sintomas cognitivos

Sintomas psiquiátricos

Não neuropsiquiátricos

Esquecimento de compromissos

Esquecimento de contas/ medicamentos

Problemas ocasionais de encontrar as palavras

Dificuldade de se localizar em espaços não familiares

Abandona tarefas e passatempos mais desafiadores

Retraimento social leve

Ansiedade leve

Irritabilidade leve

Depressão leve

Dificuldade de manutenção do sono

Na Figura 6.1, são diferenciadas as características cognitivas, psiquiátricas e não psiquiátricas nas fases leve, moderada e avançada da DDA. Além das queixas de esquecimentos já detalhadamente descritas, destacam-se surgimento de alterações do sono, retraimento social, ansiedade, irritabilidade e sintomatologia depressiva.6

Ressalta-se que a manifestação da DDA pode ser atípica, não predominando o comprometimento da memória episódica, mas outros domínios da cognição, como a linguagem, as funções executivas, a atenção e concentração, bem como a flutuação cognitiva, especialmente nos pacientes com menos de 60 anos de idade, dos quais 26% dos acometidos podem iniciar com sintomatologia atípica.

Além disso, não raramente, a manifestação inicial pode ser por meio de sintomas neuropsiquiátricos, como sintomatologia depressiva, ansiedade, entre outros.6 Destaca-se que apresentações iniciais com parkinsonismo, predominância de alteração das funções executivas e/ou da função visuoespacial, alteração de linguagem ou alteração comportamental

Moderada Avançada

Dificuldade de se localizar em espaços familiares

Deixar o fogão ligado

Dificuldade de preparo das refeições

Dificuldade com cálculos simples

Dificuldade com tarefas/passatempos simples

Dificuldade com celular, computador e serviços de utilidade pública

Desorientação no tempo e no espaço

Dificuldade clara em encontrar as palavras

Julgamento pobre (finanças e planejamento)

Apraxia leve

Irritabilidade/labilidade emocional

Comportamento de agressividade

Delírium ocasionais

Piora da ansiedade

Alucinações raros

Perambulação/tentativas de fugas

Redução de apetite/perda de peso

Sintomas extrapiramidais leves

(rigidez e bradicinesia)

Insônia

Incontinência (variável)

Mioclonias ocasionais

Convulsões (raro)

Apraxia consistente

Reconhecimento pobre de pessoas familiares

Afasia grave (afasia global)

Alucinações

Apatia

Acometimento da marcha e equilíbrio

Rigidez (gegenhalten)

Incontinência

Convulsões

Figura 6.1 Sintomatologia das fases leve, moderada e avançada da demência pela doença de Alzheimer

Fonte: adaptada de McDade et al., 2022.6

12 Doença de Alzheimer Leve e Moderada: Tratamento Farmacológico, 95

13 Tratamento da Doença de Alzheimer Avançada, 101

14 Tratamento de Outras Demências Primárias e Potencialmente Reversíveis, 112

15 Principais Manifestações Neuropsiquiátricas na Demência e seu Tratamento, 117

16 Demências e Síndrome de Fragilidade no Idoso: Desafios e Abordagens Multidisciplinares, 126

17 Abordagem Paliativa e Cuidados ao Fim da Vida nas Demências Avançadas, 137

18 Principais Intercorrências Clínicas em Cada Fase da Demência, 147

19 Diretivas Antecipadas de Vontade e Biodireito, 155

20 Tratamento Multidisciplinar: Fisioterapia, 162

21 Tratamento Multidisciplinar: Profissional de Educação Física, 173

22 Tratamento Multidisciplinar: Nutrição, 186

23 Tratamento Multidisciplinar: Fonoaudiologia, 195

24 Tratamento Multidisciplinar: Terapia Ocupacional, 204

25 Musicoterapia como Terapia Complementar no Cuidado de Pessoas com Demências, 217

26 Terapias Complementares na Doença de Alzheimer: Biofilia e Terapia Assistida por Animais, 223

27 Terapias Complementares na Doença de Alzheimer: Mandalas Terapêuticas Aplicadas no Ambulatório de Geriatria, 230

28 Cuidado Psicológico nas Demências: Estratégias

Interdisciplinares de Suporte a Pacientes, Familiares e Cuidadores, 237

29 Cuidados de Enfermagem à Pessoa Idosa com Demência, 248

30 Luto Familiar: Normal, Antecipatório e Complicado, 260

29

Cuidados de Enfermagem à Pessoa Idosa com Demência

INTRODUÇÃO

O envelhecimento populacional é um fenômeno em nível mundial que representa uma conquista do ser humano diante das doenças e outras ameaças à continuidade da vida. Todavia, esta longevidade traz para a sociedade o desafio de ofertar cuidado de longa duração em um cenário demográfico desfavorável caracterizado por redes de apoio frágeis, desigualdades econômicas, disparidades regionais no que se refere ao acesso à saúde, nível educacional deficiente, relações de trabalho precárias, prevalência de doenças crônica e degenerativas que geram alta demanda por cuidados.1

Como resposta ao cenário exposto, foi sancionada a Lei no 14.878, de 4 de junho de 2024, que instituiu a Política Nacional de Cuidado Integral às Pessoas com doença de Alzheimer (DA) e outras demências. Em seu texto, a demência é definida como uma síndrome (conjunto de sinais e sintomas), usualmente de natureza crônica ou progressiva, caracterizada pela deterioração da função cognitiva ou da capacidade de processar o pensamento além da que pode ser esperada no envelhecimento normal, afetando domínios, como a memória, o raciocínio, a orientação, a compreensão, o cálculo, a capacidade de aprendizagem, a linguagem e a capacidade de julgamento do indivíduo.2

As diretrizes desta política evidenciam a importância estratégica da atenção primária à saúde na detecção precoce das demências, sendo necessária a capacitação de todos os profissionais e serviços que a integram. Reforça o olhar integral e interdisciplinar necessário para a abordagem da pessoa idosa na condição de portador de um quadro demencial. Dessa

maneira, deve-se desenvolver uma linha de cuidado em demências na qual a enfermagem é um elo forte de conexão entre os profissionais envolvidos, o idoso e sua rede de apoio (família, instituição, serviços de saúde, comunidade).

O subdiagnóstico das demências identificado pelo Relatório Nacional de Demências revela que as taxas nacionais podem estar entre as maiores do mundo e acima de 80%.3 Com isso, a população idosa não recebe o devido cuidado em tempo hábil, possibilitando desfechos desfavoráveis e aumentando a sobrecarga sobre os serviços de saúde e sobre os cuidadores (familiares ou profissionais). Este dado reafirma a importância da capacitação dos profissionais de saúde quanto aos testes de rastreio e ao manejo das demências com recursos não farmacológicos.

Ao abordar especificamente a pessoa idosa com quadro demencial instalado, a enfermagem gerontológica deve ser munida de instrumento metodológico que lhe possibilite identificar as respostas humanas passíveis de sofrerem influência pela ação da equipe de enfermagem, que são os diagnósticos de enfermagem.4 Entre os diagnósticos elencados a partir da avaliação inicial, o(a) enfermeiro(a) deve selecionar os prioritários, estabelecer resultados possíveis (Classificação dos Resultados de Enfermagem [NOC; do inglês, Nursing Outcomes Classification]) e prescrever os cuidados de enfermagem (Classificação das Intervenções de Enfermagem [NIC; do inglês, Nursing Interventions Classification]), que serão realizados pela equipe de enfermagem, se o cenário de cuidado é uma instituição de saúde, ou pelo familiar, caso o cuidado ocorra em nível domiciliar.5,6

Desse modo, independentemente do cenário o(a) enfermeiro(a) que esteja atendendo uma pessoa idosa deve compreender que:

Lucimar de Souza Campos • Rosimere Ferreira Santana • Amanda Leal Santos

Orientação: memória recente, atenção e orientação temporoespacial

Memória: curto e longo prazo

No dia a dia fornecer pistas, tais como eventos atuais (natal, carnaval), estações, localização e nome

Orientação para a realidade: deixar expostos calendários e relógios de parede

Estabelecer uma rotina diária de cuidados sem alterações bruscas

(horário das refeições)

Colocar pulseira de identificação na pessoa idosa ou outros recursos possíveis (risco de fuga)

Terapia de validação: não se concentra nos fatos, mas no conteúdo

emocional

Terapia de recordação: uso de lembranças de eventos passados, sentimentos, pensamentos para facilitar o prazer, a qualidade de vida ou a adaptação para circunstâncias atuais

Terapia de reminiscências

Usar auxiliares da memória: lembretes, listas de verificação

Atividades comemorativas que tenham significado para a pessoa idosa

Musicoterapia

Terapia assistida com animais

Toque terapêutico

Presença

Linguagem: fala espontânea, compreensão oral, repetição, nomeação, leitura e escrita

Rodas de conversas

Estimulação cognitiva: oficinas de jardinagem, jornal, beleza, culinária, jogos

Pedir para a pessoa idosa repetir as informações novas

Escuta ativa

Usar recursos não verbais de comunicação para acessar o verbal

Um estímulo por vez

Fazer movimento de afirmação com a cabeça: mostrar para a pessoa idosa que se importa com suas necessidades

Figura 29.1 Intervenções para pessoas idosas com queixa cognitiva

comunicação com o familiar com demência, estratégias para aliviar sobrecarga do cuidador e para lidar com a perda e o sofrimento humano de um ente querido são ações essenciais. O cuidado com o preparo e o enfrentamento familiar e/ou cuidador é fundamental para excelência do cuidado à pessoa idosa.

Escala de Braden

A pessoa idosa com quadro demencial em fase moderada a avançada pode apresentar mobilidade e locomoção prejudicadas, incontinência vesicointestinal, deglutição deficiente (que pode favorecer a ingesta nutricional e hídrica deficiente) e percepção sensorial à dor diminuída. Essas questões propiciam

o aparecimento de lesões de pele, como a lesão por pressão (LPP), cuja etiologia tem fatores intrínsecos, como idade, medicamentos em uso, estado nutricional e hidratação, e fatores extrínsecos, como fricção da pele, qualidade do colchão e equipe treinada para medidas de prevenção.

A Escala de Braden é um instrumento utilizado na prevenção de LPP e deve ser empregada em todo serviço assistencial que atenda a população idosa. Sua aplicação e interpretação permitem planejar cuidados preventivos e intervenções profiláticas que possam ser implementadas de forma individualizada e humanizada para cada paciente. É recomendável que sua aplicação ocorra o mais precocemente

III

Aspectos do Cuidado

31 Cuidador Formal e Cuidador Familiar: Diferenças no Cuidado, Atributos, Desafios e Formato de Trabalho, 269

32 Para Além das Quatro Paredes: Ambientes Pensados para Pessoas com Demência, 279

33 Rotina de Cuidados nas Diferentes Fases da Demência, 290

34 Cuidado às Famílias: Conflitos e Dificuldades no Domicílio, 298

35 O Papel do Serviço Social nos Cuidados da Pessoa com Demência: dos Direitos aos Desafios da Alta Hospitalar, 308

36 Cuidado Oral da Pessoa Idosa com Demência, 325

37 Demência e Espiritualidade, 330

38 Modalidades de Atendimento Médico em Geriatria, 339

39 Modelos Assistenciais – Hospital (Emergência, Enfermaria e Unidade de Terapia Intensiva) e Hospital de Transição (Preparo para a Alta e Gerenciamento do Cuidado), 349

40 Comorbidades: Câncer e Demência, 361

41 Comorbidades: Insuficiência Renal, Diabetes Melito e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, 371

42 Osteoporose nas Síndromes Demenciais, 384

43 Comorbidades: Demência e Condições Cardíacas – Doença Arterial Coronariana, Insuficiência Cardíaca, Hipertensão Arterial e Fibrilação Atrial, 395

44 Demência e Anemia, 405

45 Dor nas Diferentes Fases da Demência: Avaliação, Aspectos Farmacológicos e Não Farmacológicos, 410

46 Sexualidade nas Diferentes Fases da Demência, 422

43 Comorbidades: Demência e Condições

Cardíacas – Doença Arterial Coronariana, Insuficiência Cardíaca, Hipertensão Arterial e Fibrilação Atrial

Elizabete Viana de Freitas • Kalil Lays Mohallem

INTRODUÇÃO

O impacto das doenças neurológicas, incluindo o acidente vascular encefálico (AVE) e a demência, deve crescer substancialmente nas próximas décadas. Por isso, a saúde cerebral tem sido cada vez mais uma prioridade de saúde pública e, ao mesmo tempo, um grande desafio. As doenças cardiovasculares (DCV) são a principal causa de morte e incapacidade no Brasil e no mundo. Evidências cada vez mais robustas mostram que o coração e o cérebro, antes considerados sistemas orgânicos independentes, são interdependentes e ligados por fatores de risco compartilhados. Estudos projetados para elucidar os mecanismos patogênicos relacionados com essa associação mostram que pessoas com várias condições cardíacas podem ter alterações microestruturais cerebrais ocultas e comprometimento cognitivo.

Esses achados deram origem à ideia de que, ao melhorar a saúde cardiovascular mais cedo na vida, pode-se, mais tarde, reduzir o risco de AVE, bem como impedir o início ou a progressão do comprometimento cognitivo. Neste capítulo, serão abordados os mecanismos patogênicos que ligam quatro condições cardíacas prevalentes em adultos (hipertensão arterial [HA], fibrilação atrial [FA], insuficiência cardíaca [IC] e doença arterial coronariana [DAC]) ao comprometimento cognitivo.

Estudos projetados para elucidar os mecanismos patogênicos relacionados com essa associação mostram que indivíduos com várias condições cardíacas podem ter alterações microestruturais cerebrais ocultas e comprometimento cognitivo. Estudos indicam que todas as principais DCV estão associadas a maior

risco de desenvolvimento de demência, em especial à demência vascular (DV).1

O AVE, por exemplo, fortemente associado à demência, confere um risco aumento de 70%. Alguns fatores de risco cardiovasculares são compartilhados entre as DCV e as demências. Na Figura 43.1 estão alguns citados como sedentarismo, HA, dislipidemia, diabetes melito (DM), sugerindo que a prevenção desses fatores de risco poderia contribuir para a redução dos quadros demenciais. A demência é um diagnóstico clínico definido como sintomas cognitivos que interferem na habilidade de funcionamento durante as atividades usuais diárias. É uma doença neurodegenerativa devastadora que afeta milhões de pessoas no mundo.2

Espera-se que a carga global de demência quase triplique de aproximadamente 46 milhões de casos em 2015 para 132 milhões de casos em 2050, tornando os custos humanos e econômicos desta doença uma preocupação cada vez mais maior.3

Os sintomas de demência são precedidos por um período relativamente longo em que os pacientes sofrem de alterações cognitivas sutis, denominado declínio cognitivo leve.

Na doença de Alzheimer (DA), que é a forma mais comum de demência, as alterações desta fase podem durar décadas. Não existe uma causa única obvia para ela, tendo sido levantadas várias hipóteses em relação à sua patogênese, não havendo tratamento curativo.

Embora a proteína beta-amiloide seja o marcador patológico da DA, a hipótese da “cascata amiloide” como causa da mesma tem sido questionada. Os estudos randomizados, que tiveram como objetivo reduzir a carga beta-amiloide (Aβ), falharam em

Subtipos de demências

Doença não relacionada à DA e demência vascular

Fatores de risco cardiovascular

Evidências

Alto IMC na meia idade

Triglicerídios elevados na terceira idade

HDL-c elevado na meia-idade

Colesterol total elevado na meia-idade

LDL-celevado na meia-idade

Hipertensão

Diabetes

Inatividade física

Estudos observacionais Genética humana

Estudos observacionais Genética humana

Fumar

Não adesão às diretrizes alimentares

NAFLD

Microbiota intestinal não benéfica

Figura 43.2 Fatores de risco e sua relação com o tipo de demência

DA: doença de Alzheimer; IMC: índice de massa corporal; HDL-c: colesterol da lipoproteína de alta densidade; LDL-c: colesterol da lipoproteína de baixa densidade; NAFLD: doença hepática gordurosa não alcoólica.

Fonte: adaptada de Nordestgaard et al., 2022.4

IV Temas Relevantes do Cuidado

47 Manual do Cuidador Familiar: Elementos Essenciais em Cada Fase da Demência, 429

48 Impacto da Demência no Financiamento da Saúde (Público e Privado) no Brasil, 440

49 Robôs Socialmente Assistivos no Cuidado Multidisciplinar de Pessoas Idosas com Demência Residentes em Instituições de Longa Permanência para Idosos, 447

50 Direção Veicular e Pessoas Idosas com Demência, 457

51 Vacinação nas Diferentes Fases das Demências, 467

52 Telemedicina e Demência, 478

53 Decisões que Perduram: A Importância de Planejar o Cuidado e o Legado no Final da Vida – Testamento Civil, Curatela, Sucessão Patrimonial e Instrumento de Tomada de Decisão Apoiada, 485

54 A Tecnologia na Área da Saúde e o Impacto nas Demências, 492

55 Inteligência Artificial e Demência, 508

52 Telemedicina e Demência

INTRODUÇÃO

O envelhecimento das populações na América Latina e no Caribe vem resultando em aumento sem precedentes de doenças relacionadas com a idade, como a demência, conferindo a essas condições uma importância crescente na saúde pública.1

Demência, como um termo genérico, define uma série de distúrbios crônicos caracterizados por comprometimento cognitivo e funcional que compreendem uma variedade de condições médicas específicas, por exemplo:2

ƒ Doença de Alzheimer (DA).

ƒ Demência vascular (DV).

ƒ Demência por corpos de Lewy (DCL).

ƒ Demência frontotemporal (DFT).

A demência afeta principalmente pessoas mais velhas, embora não faça parte do envelhecimento normal. Como as pessoas estão vivendo mais, o número de afetados – tanto indivíduos com demência quanto suas famílias – está aumentando. A forma mais prevalente de demência é a DA, que corresponde a 60% a 70% dos casos; no entanto, a demência em pessoas acima de 80 anos de idade costuma ter causas múltiplas.3

A demência é um desafio de saúde pública com consequências muitas vezes devastadoras para os pacientes e seus cuidadores. É uma das principais causas de incapacidade e dependência em adultos mais velhos, sendo também a sétima principal causa de morte nesta faixa etária. Essa realidade reforça a necessidade de políticas que garantam abordagens adequadas e promovam o fortalecimento de medidas preventivas, surgindo oportunidades para o uso de

tecnologias que facilitem o cuidado e o acesso destes indivíduos ao sistema de saúde.3

Pessoas com demência experimentam visitas frequentes ao setor de emergência, múltiplas transições de cuidados, uso inadequado de medicamentos e cuidados de fim de vida que frequentemente não estão alinhados aos seus valores. Dada a progressão prolongada da doença, é fundamental o acompanhamento contínuo por uma equipe especializada, que possa oferecer suporte ao paciente e à família nas diferentes fases da doença.4

O diagnóstico de demência é inicialmente clínico e envolve a coleta de histórico médico do paciente por meio de conversas com ele, seus familiares e amigos, além da análise de sua funcionalidade prévia e atual. A avaliação inicial inclui exames cognitivos breves, como Miniexame do Estado Mental (MEEM), teste de fluência verbal, teste do desenho do relógio e Avaliação Cognitiva de Montreal (MoCA; do inglês, Montreal Cognitive Assessment). Pelo crescente número de casos, sobretudo em idosos, é necessário explorar novas formas de abordagem e diagnóstico, visando ao melhor acesso. Assim, pode-se pensar em realizar o diagnóstico de transtorno cognitivo nesta população por videoconferência, que se mostra uma alternativa significativa ao método presencial.5

Quando se olha para os idosos, a maior parte dos indivíduos com demência e, portanto, alvo de ações preventivas, sua saúde é preservada quando lhes é garantido o suporte necessário para manter as condições que promovem o seu bem-estar. Nesse sentido, fatores ambientais desempenham papel crucial, afetando diretamente a qualidade de vida do idoso. O conceito de ambiente aqui vai além do físico, abrangendo as tecnologias, os serviços e as políticas públicas, os aspectos culturais e emocionais. Desse modo, as tecnologias, como a própria telemedicina, podem

A presença de cuidadores mais jovens, que geralmente têm maior familiaridade com tecnologia, pode melhorar o sucesso das consultas por telemedicina, sendo eles os alvos de ações para maior inclusão aos pacientes a essas novas modalidades de cuidados.15

Em contrapartida, as experiências da telemedicina na assistência aos idosos podem ser exitosas. Faltam evidências de sua aplicabilidade em idosos com demência, mas um estudo recente de Alexander et al. (2023)16 mostrou aspectos positivos da implementação de uma clínica interdisciplinar de telemedicina para pacientes idosos com câncer. Eles desenvolveram uma estrutura para o Programa Interdisciplinar em Câncer e Envelhecimento Clínica (CAIT), identificaram os facilitadores, as barreiras e definiram o potencial de replicação do programa. O objetivo foi fornecer uma avaliação geriátrica interdisciplinar, recomendações e otimizações de manejo para pacientes idosos com câncer prestes a iniciar tratamento oncológico.16 Um diagrama de driver foi desenvolvido por “mapeamento retroativo” com base em nossas suposições sobre o que seria necessário para atingir o objetivo (Figura 52.1).

Objetivos

Este modelo permite ao paciente escolher como deseja utilizar o serviço (ou seja, pessoalmente, remotamente ou híbrido). Muitas vezes, eles não estão dispostos a passar por visitas multidisciplinares demoradas. Muitos pacientes têm dificuldade em encontrar cuidadores que podem se ausentar do trabalho para acompanhá-los. Neste programa, a avaliação geriátrica identificou múltiplos déficits não detectados, como problemas funcionais, dependência ou comprometimento cognitivo. Por exemplo, 53% dos pacientes apresentaram desempenho funcional prejudicado, o que poderia interferir no tratamento do câncer.16

ASPECTOS PRÁTICOS

Pessoas com DA ou outras demências relacionadas podem enfrentar barreiras à telemedicina pelos distúrbios da sua cognição, como manter a atenção, alterações de memória, percepção, fala e linguagem, além de transtornos de humor, o que torna o uso de aplicativos desafiador.

Principais motivadores

Prestação de avaliação geriátrica interdisciplinar em tempo hábil

Participação e interação clínica

Participação do paciente

Motivadores secundários

Comunicação fácil e conveniente entre os clínicos

Fluxo clínico tranquilo e sem interrupções

Disponibilidade de telemedicina

Horários convenientes da clínica

Transporte

Disponibilidade da família/cuidador

Disponibilidade capacidade de telessaúde

Figura 52.1 Diagrama para equipe clínica interdisciplinar no tratamento de idosos com demência

Fonte: adaptada de Alexander et al., 2023.16

Índice

A

Abandono, 303

Abordagem

- centrada no paciente, 357

- paliativa, 137

Abuso

- econômico, 303

- emocional ou psicológico, 303

- físico, 303

- sexual, 303

Acamamento, 61

Aceitação pelos profissionais, 511

Acessibilidade e funcionamento, 283

Acolhimento, 301

Adaptabilidade, 283

Adaptação de utensílios, 200

Adequação do ambiente físico, 435

Adjuvantes, 417

Afasia primária progressiva, 73

- não fluente, 73, 76

Agência Nacional de Saúde Suplementar, 441

Agentes tópicos, 417

Agitação, 20, 119, 431

Agressividade, 119, 120, 431

Alimentação, 109, 432

- artificial na demência avançada, 109

- de conforto, 192, 199

- e hidratação artificial, 192

Alimentos fritos, 190

Alterações

- comportamentais, 53, 351

- de apetite e de hábitos alimentares, 122

- de sono, 120

- do estado nutricional na demência, 187

- do humor, 149 - linguísticas, 196

- na alimentação, 60

- nutricionais, 388

Alucinações, 20, 122

Ambiente(s)

- de atendimento, 350

- físico e social, 210

- pensados para pessoas com demência, 279

Analgésicos

- anti-inflamatórios, 417

- simples, 416

Análise de dados em tempo real, 502

Anemia, 405

- como componente causal da demência, 407

- e demência, 405

- - fatores relacionados à, 406

Animais de estimação, 284

Ansiedade, 20, 118

Antagonista do receptor N-metil-D-aspartato, 97

Anticonvulsivantes, 418

Antidepressivos, 417

- inibidores de recaptação de noradrenalina e serotonina, 418

- tricíclicos, 417

Anti-inflamatórios não esteroides, 417

Antirreabsortivos ósseos, 388

Apatia, 20, 118

Apetite, 20, 432

Apoio psicossocial, 134

Apraxia, 53

Apresentação do alimento à pessoa com demência, 200

Aspectos

- legais e éticos no, 305

- psicossociais e comportamentais, 196

- sensoriais, 283

Assistência domiciliar, 340

Assistentes

- robóticos e domésticos, 500

- virtuais, 503

Atenção, 19, 179

- e cálculo, 179

Atendimento

- ambulatorial, 340

- domiciliar, 342

- integral institucional, 340

Atividade(s)

- básicas

- - de vida diária (ABVD), 19

- - instrumentais e avançadas de vida diária, 8

- física, 173

- instrumentais de vida diária (AIVD), 19

Autocuidado, 299, 438

- dos familiares, 299

- dos profissionais de saúde, 299

Automação/robótica, 509, 511

- em assistentes virtuais, 511

Autonomia, 7, 271, 487

- consciente, 487

Avaliação

- clínica, 132

- cognitiva

- - de Montreal, 28, 48

- - e comportamental, 179

- - em pacientes com câncer, 365

- das atividades de vida diária, 46, 47

- de dor

- - em pacientes demenciados, 410

- - na demência avançada, 63, 64

- - para idosos com habilidade limitada para se comunicar, 411

- de saúde oral nas demências, 326

- do condutor com demência, 460

- em enfermagem gerontológica, 250

- física, 177

- fisioterapêutica, 163

- funcional, 177

- geriátrica ampla, 132

- multidimensional

- - da pessoa idosa com demência, 176

- - para a prescrição de exercícios físicos, 176

Aves, 190

Azeite, 190

B

Baclofeno, 419

Baixa ingestão, 201

Banho, 433

Bifosfonatos, 388

Biodireito, 155

Biofeedback de eletroencefalografia, 368

Biofilia, 223, 224

Biomarcadores, 39, 41, 177

- da doença de Alzheimer, 39

- motores, 177

Bupropiona, 114

Busca por significado e propósito, 336

C

Canabinoides, 418

Câncer

- e demência, 361

- e possíveis manifestações clínicas neurológicas na pessoa idosa, 361

- impacto na função cognitiva, 363

Capacidade de tomada de decisões e autonomia da pessoa idosa, 424

Carisoprodol, 419

Carne vermelha, 190

Casa-lar, 340

Centralidade no paciente, 133

Centro

- de convivência, 340

- dia, 340

Cereais integrais, 190

Checklist de alta segura, 357

Ciclobenzaprina, 419

Classificação de risco para atendimento domiciliar individual, 343

Clínica(s)

- ampliada, 301

- de transição, 357

Coanalgésicos, 417

Colaboração humano-robô, 455

Colesterol da lipoproteína de baixa densidade alto, 14

Comorbidades

- câncer e demência, 361

- e demência, 147

Comportamento(s)

- desafiadores, 431

- motor aberrante, 124

- sedentário, 173

Comprometimento

- cognitivo, 22, 352

- - leve, 18, 22

- - - características, 25

- - - diagnóstico, 26

- - - manejo do, 25

- - - tratamento, 29

- - relacionado

- - - ao câncer, 362, 366

- - - às comorbidades, ao câncer e às terapias oncológicas, 363

- comportamental leve, 23

- motor, 61

Comunicação, 140, 195, 350, 430

- demanda diária, 198

Condições cardíacas, 395

Condomínios residenciais com telessaúde integrada de estilo de vida, 499

Condução veicular por pessoas acometidas por demência, 458

Conferência familiar, 302

Conflitos e dificuldades no domicílio, 298

Conforto auditivo, 286

Consolabilidade, 143

Constrangimento, 304

Consumo excessivo de álcool, 15

Contenção mecânica, 354

Contexto histórico, 3

Controle, escolha e autonomia, 283

Coordenação interdisciplinar, 133

Covid-19, 474

Coworking intergeracional, 499

Cuidado(s), 237, 270

- básicos da vida diária, 432

- de enfermagem, 248

- de fim de vida, 108, 137, 141

- de pessoas idosas, 305

- integrados e interdisciplinares, 504

- na alimentação, 432

- na higiene oral, 433

- no banho, 434

- no manejo multidisciplinar, 133

- oral, 325

- paliativo na doença de Alzheimer, 104, 105, 108

- - avançada, 105

- - terminal, 108

- para a participação social, 437

- para adequação do ambiente e segurança, 436

- para monitoramento da saúde e cuidados especiais, 436

- para o descanso e sono, 435

- para o uso do vaso sanitário, incontinência ou perda involuntária, 434

- psicológico nas demências, 237

Cuidador(es)

- e autocuidado, 437

- familiar, 269, 294

- formal, 269, 270

- - aspectos legais e regulatórios do trabalho de, 273

- - atributos e atribuições do, 271

- - desafios do trabalho do, 273

- informal, 274

- - atributos e atribuições do, 275

- - desafios do trabalho do, 276

- primário, 274

- profissionais, 355

- secundário, 274

- terciário, 274

Culpa, 304

Curatela, 488

D

Declínio cognitivo

- e comunicação, 196

- observado, 27

- significativo, 127

- subjetivo, 21

Deficiência

- auditiva, 352

- visual, 352

Déficit

- de atenção e memória, 149

- de comunicação e de deglutição na demência, 196

- de vitamina B12, 114

Delírios, 20, 122

Delirium, 351, 352

- e demência, 148

- na unidade de terapia intensiva, 355

- terminal, 109

Demência(s)

- avançada, 138

- biofilia e, 224

- classificação semiológica das, 24

- de Alzheimer, 34

- de base vascular, 67

- diabetes melito e, 371

- e a importância do cuidado multidisciplinar, 510

- e anemia, 405

- e diálise paliativa, 380

- e doença pulmonar obstrutiva crônica, 376

- e espiritualidade, 330

- e síndrome de fragilidade no idoso, 126

- fase

- - avançada e terminal, 151

- - inicial, 148

- - intermediária, 150

- - terminal, 153

- frontotemporal, 67, 71, 112, 147

- - variante comportamental, 73

- grave

- - a avançada e doença pulmonar obstrutiva crônica, 375

- - e diabetes melito, 373

- impacto

- - econômico, 442

- - na demanda por serviços de saúde, 441

- leve

- - a moderada e doença renal crônica, 379

- - e diabetes melito, 372

- - e doença pulmonar obstrutiva crônica, 374

- manifestações neuropsiquiátricas na, 117

- moderada

- - e diabetes melito, 372

- - e doença pulmonar obstrutiva crônica, 375

- não Alzheimer características clínicas e diagnósticas de, 67

- no Brasil, 468

- por corpos de Lewy, 147

- por doença de Alzheimer e demência vascular, 397

- potencialmente reversíveis, 78, 79, 113

- - avaliação diagnóstica, 78

- - exames complementares, 79

- primárias, 67

- rapidamente progressiva, 80

- vascular, 67, 113, 147

Dengue, 475

Denosumabe, 389

Dependência, 271

Depressão, 14, 84, 114, 118

Desafios

- éticos e inclusão no uso de tecnologias, 494

- psicológicos na investigação diagnóstica, 238

- vivenciados pelos familiares, 242

Desamparo, 304

Descanso e sono, 285, 434

Desidratação, 353

Desinibição, 20, 123

Diabetes melito, 15, 371

Diagnóstico

- de outras demências primárias, 67

- e detecção precoce, 494

- remoto da demência, 482

Dimensão

- organizacional, 301

- profissional, 301

- sistêmica, 301

Dipirona, 417

Direção veicular e a pessoa idosa, 457

Direitos

- das famílias, 308, 313

- - no cuidado à pessoa com doença de Alzheimer, 313

- relativos à doença de Alzheimer, 312

Diretivas antecipadas de vontade, 140, 155, 158

- e problemas cognitivos, 159

Disfagia

- faríngea, 60

- grave, 60

- oral, 60

Disfunção

- energética e metabólica, 131

- microvascular, 399

Dispneia, 108, 143

Dispositivos assistentes e sensores, 501

Dispraxia, 53

Distúrbio(s)

- do sono, 54

- - REM, 113

- neuropsiquiátricos, 53

- nutricionais, 149

Doces, 190

Doença(s)

- arterial coronariana, 395, 397

- cardiovascular aterosclerótica, 396

- crônicas, 148

- de Alzheimer, 33

- - avançada, 59

- - - critérios diagnósticos da, 101

- - - cuidado paliativo na, 105

- - - marcadores clínicos, 60

- - - tratamento da, 101, 103

- - - - farmacológico na, 103

- - - - não farmacológico na, 104

- - biomarcadores da, 39

- - caracterização clínica, 35

- - cuidado paliativo na, 104

- - descrição, 33

- - evolução do diagnóstico, 33

- - legislação e cuidado necessário à pessoa com, 310

- - leve, 44, 95

- - moderada, 52, 57, 95

- - - descrição, 52

- - - marcadores biológicos da, 57

- - - sintomas clínicos, 52

- - terapias complementares na, 223, 230

- - terminal cuidado paliativo na, 108

- - tratamento na, 95

- em terminalidade, 138

- endocrinológicas ou metabólicas, 387

- gastrintestinais, 387

- hematológicas, 388

- por corpos de Lewy, 112

- pulmonar obstrutiva crônica, 371, 374

- renal crônica, 377, 378, 387

- - terminal, 378

- reumatológicas, 388

Donepezila, 96, 114

Dor, 62, 142, 153

- nas diferentes fases da demência, 410

- terapias farmacológicas, 416

- tratamento não farmacológico, 413

EEficiência, 493

Eixos hormonal e endotelial, 131

Emergência, 349, 350

Encefalites crônicas, 115

Enfermaria, 349, 352

Envelhecimento, 6

- ativo e prevenção, 505

- da população, 269

- populacional, 248, 467

Epidemiologia das demências, 12

Equipe interdisciplinar, 357

Escala(s)

- de avaliação

- - da dor de Wong-Baker, 63

- - de uso de fraldas e absorventes, 253

- de Braden, 251

- de deterioração global, 55, 102

- de estadiamento clínico, 54, 56, 102

- de observação de desconforto respiratório, 144

- FAST, 102

Escolha pelos doces, 200

Espiritualidade, 330, 331

Estética e aparência, 283

Estimulação e desafio, 283

Estimulantes do sistema nervoso central, 368

Estratégias de suporte, 244

Exercícios físicos, 174, 176, 180

Expressão(ões)

- facial, 143

- sexuais em pessoas com demência, 423

F

Família/estrutura familiar/dinâmica familiar, 302

Familiares, 355

Familiaridade, 283

Fase avançada da demência, 469

Fatores

- de risco

- - modificáveis, 14

- - na fase final da vida, 15

- - na meia-idade, 14

- - não modificáveis, 12

- - no início da vida, 14

- genéticos, 13

- psicológicos e sociais, 131

- sociodemográficos, 12

Febre amarela, 474

Feedback auditivo e visual, 482

Fenótipo de fragilidade de Fried, 127, 130

Fibrilação atrial, 395, 400

Fideologia, 332

Financiamento

- da saúde, 440

- privado, 440

- público, 440

- suplementar, 441

Fisioterapia, 162

Foco

- na funcionalidade, 133

- na reabilitação, 357

Fonoaudiologia, 195, 197

Fontes de financiamento privado, 440

Fragilidade, 461

Fruição e participação da pessoa idosa com demência nos ambientes domiciliares, 281

Frutas

- oleaginosas, 190

- vermelhas, 190

Funções executivas, 19, 53

G

Galantamina, 97

Gerenciamento

- do cuidado, 349

- - após a alta hospitalar, 358 - do lar, 285 - medicamentoso, 284

Geriatria, 6

Gerontologia, 6

Gestão de comorbidades, 134 Grupo(s), 368 - de suporte, 305

H

Hematoma subdural crônico, 115

Hepatite

- A, 475 - B, 474

Herpes-zóster, 473

Hidratação, 328, 353

Hidrocefalia de pressão - intermitente, 115 - normal, 81, 115 Higiene

- do sono, 121 - oral, 328, 433

Hipersecreção em vias aéreas, 109

Hipertensão arterial, 15, 395, 401

Hipótese da cascata amiloide, 98

Hipotireoidismo, 114

Histórico clínico, 176 Hospital(is), 349 - de retaguarda, 357 - de transição, 349

Humor, 20

I

Idade

- biológica, 7 - cronológica, 7 - psicológica, 7 - social, 7

Idoso vivendo com demência no hospital, 349 Iluminação, 286

Imobilidade, 352

Impacto econômico da demência no Brasil, 442

Imunossenescência, 467

Inapetência, 432

Inatividade física, 14

Incontinência, 433

Independência, 7, 271

Índice de fragilidade, 128, 130

- baseado no acúmulo de déficits, 128

Infecções, 65, 152, 388

- recorrentes, 65

Inflamação crônica de baixo grau, 131

Inibidores da acetilcolinesterase, 96

Inquietação, 431

Inquietude, 119, 120

Insônia e fragmentação do sono, 121

Instituições de longa permanência para idosos, 345

Insuficiência

- cardíaca, 395, 399

- renal, 371

Inteligência artificial, 495

- desafios e limitações, 511

- e demência, 508

- generativa, 509, 510

- - em análise de dados clínicos, 510

- no cuidado multidisciplinar, 510

Interação social, 283

Interconexões entre demências e fragilidade, 130

Intercorrências clínicas em cada fase da demência, 147

Interface simples

- e intuitiva, 482

- para cuidadores e familiares, 504

Intervenção(ões)

- cognitivas e treinamento digital, 496

- comportamentais, 367

- de enfermagem, 254

- de reabilitação cognitiva em, 368

- farmacológicas, 368

- não farmacológicas, 367

- preventivas e educacionais, 134

Irritabilidade, 119

Isolamento social, 15

J

Julgamento, 53

K

Ketamina, 114

L Leguminosas, 190

Leitura de textos sagrados, 336

Lesão(ões)

- por pressão, 152, 353

- - associadas aos dispositivos médicos, 253

Levodopa/carbidopa, 113

Limitações de funcionalidade, 351

Linguagem, 19, 180

- corporal, 143

Longevidade, 467

Luto familiar, 260, 263

M

Machine learning, 495, 509

Mandalas terapêuticas, 230

Manejo

- da dor, 351

- nutricional, 189

Manifestações neuropsiquiátricas, 117, 118

Manteiga e margarina, 190

Manual do cuidador familiar, 429

Manutenção da privacidade, 286

Marcadores

- biológicos da doença de Alzheimer – fase moderada, 57

- para referenciamento aos cuidados paliativos, 138

Mediação de conflitos familiares, 243

Medicamentos

- psicotrópicos, 149

- relacionados com o declínio cognitivo, 80 Medicina paliativa, 140

Memantina, 97, 113

Memória, 19

- de curto prazo, 19

- de longo prazo, 19

- imediata, 19

- motora, 19

Meningites, 115

Meningocócicas conjugadas ACWY ou C, 475

Mindfulness, 336

Miniexame do estado mental, 27, 48, 250

Mnemônico CUIDAR, 182

Mobilidade, 353

- funcional e na comunidade, 284

Modafinila, 114

Modalidade(s)

- de atendimento médico

- - em geriatria, 339

- - nas demências, 340

- hospitalar, 344

Modelagem preditiva, 511

Modelos

- assistenciais, 349

- para definição e operacionalização da fragilidade, 127

Moduladores seletivos dos receptores de estrógeno, 389

Monitoramento

- da saúde

- - e cuidados especiais, 435

- - e segurança com internet das coisas, 501

- e adaptação contínuos, 134

Musicoterapia, 120, 217, 218

- como terapia complementar, 217

Mutismo, 62

N

Náuseas e vômitos, 109

Negligência, 303

Neurolépticos, 419 Neurossífilis, 83 Nutrição, 186, 353

O

Obesidade, 15

Oficinas de mandalas terapêuticas, 230, 232, 235

Olhar sistêmico, 301

Opioides, 419

Orfenadrina, 419

Organização de um plano de cuidados semanal, 291

Orientação, 283, 286

- espacial, 19

- temporal e espacial, 179, 286

Osteoformadores, 388

Osteoporose

- diagnóstico, 386

- manifestações clínicas, 386

- monitoramento do tratamento, 391

- nas síndromes demenciais, 384

- primária, 384

- relevância epidemiológica, 385

- riscos associados, 385

- secundária, 384

- tempo de tratamento, 391

- tratamento, 388

- - farmacológico, 388

P

Padrão(ões)

- cognitivo-perceptivo, 249

- de atividade e exercício, 249

- de autopercepção e autoconceito, 249

- de crença e valor, 249

- de desempenho de papel e relacionamento, 249

- de eliminação, 249

- de sono-descanso, 249

- de tolerância ao estresse, 249

- funcionais de saúde, 255

- nutricional-metabólico, 249

- reprodutivo e de sexualidade, 249

Pain

- Assessment in Impaired Cognition (PAIC-15), 412, 414

- Intensity Measure for Persons with Dementia, 411

Painel de rotina, 295

Paracetamol, 417

Participação

- em comunidades religiosas, 336

- social, 437

Peixe, 190

Percepção da saúde e gestão da saúde, 249

Perda

- auditiva, 14

- de funcionalidade, 291

- de visão não tratada, 16

- involuntária, 433

Personalização, 201, 283, 455, 482, 493

- da hidratação, 201

Perspectivas futuras de diagnóstico

- por biomarcadores, 89

- por imagem, 87

Pessoa com demência, 208

Piora de sintomas comportamentais, 64

Planejamento

- antecipado de cuidados, 134, 356

- jurídico no final da vida, 490

Plano(s)

- de cuidado(s), 140, 255

- de proteção à saúde óssea nas demências, 392

- de saúde, 441

- terapêutico individualizado, 356

Polifarmácia, 134, 284, 296

Políticas públicas, 309, 442

- de moradia, 280

Poluição do ar, 16

Prática de valores positivos, 336

Praxias, 19

Práxis construtiva, 180

Preparo

- de refeições, 284

- para a alta, 349, 356

Prevenção de acidentes, 435

Princípios das comunidades “amigas” da pessoa com demência, 281

Privação de sono, 352

Privacidade, 283, 511

- e segurança, 511

Problemas de saúde bucal da população idosa, 325

Processamento de linguagem natural, 509

Processo

- avaliativo, 205

- de envelhecimento, 6

- de intervenção, 208

Pródromos das demências, 18

Profissional(is)

- de educação física, 173

- de saúde, 355

Programas

- de exercícios físicos, 367

- de treinamento cerebral, 367

Promoção da nutrição e da hidratação, 134

Proteção indireta, 475

Psicoeducação, 368

Q

Qualidade

- de vida, 8

- dos dados, 511

Quedas, 149, 353

Queijo, 190

Queixas em pacientes oncológicos, 362

Questionário

- FICA, 334

- HOPE, 334

Quimioterapia, 364

R

Radioterapia, 365

Raiva, 304

Reabilitação fonoaudiológica, 196

Realidade virtual e aumentada, 497

Recursos

- e apoio, 305

- fonoaudiológicos, 197

Recusa alimentar, 60

Rede de apoio, 437, 438

Redução do estigma e melhoria do suporte social, 505

Reflexão e oração, 336

Registro e evocação de memória, 179

Relaxamento, 367

Relaxantes musculares, 419

Religião, 331

Religiosidade

- extrínseca, 332

- intrínseca, 331

- não organizacional, 332

- organizacional, 332

Resolução de problemas, 53

Resolutividade

- na emergência e alta precoce, 351

- nas principais queixas e diagnósticos, 350

Respiração, 143

Revolução tecnológica na medicina, 492

Risco de polifarmácia, 296

Rituais e cerimônias, 336

Rivastigmina, 97, 113

Robôs

- companheiros, 500

- de telepresença, 449

- do tipo animal de estimação, 449

- humanoides, 450

- socialmente assistivos, 447-449, 451

- - considerações éticas e legais, 452

- - perspectivas futuras, 453

Robótica, 495

Romosozumabe, 389

Rotina, 291

- de cuidados, 290

- - em domicílio, 295

- importância da, 290

- na fase demencial

- - grave, 294

- - leve, 292

- - moderada, 293

S

Sarcopenia, 151

Saúde

- bucal, 325

- oral nas demências, 326

Segurança, 283

- em casa, 435

Senescência, 6

- celular, 131

Senilidade, 6

Sensores de ambiente e sensores vestíveis, 502

Serviço(s)

- assistidos por animais, 226

- de apoio, 305

- social, 308, 312, 316

Sexualidade, 422

Sinais de desconforto alimentar, 201

Síndrome

- de fragilidade, 127

- de imobilismo, 61, 62

- demencial, 3

- do pôr do sol, 121

- pós-cuidados intensivos, 355

Sintomas neuropsiquiátricos, 117, 142, 351

Sistema(s)

- AT(N) e ATX(N), 40

- de classificação de lesões por fricção, 254

- de decisão baseados em IA, 509

- de lembretes e assistentes de voz, 502

- Único de Saúde, 440

Solicitação antecipada de home care ou UTC, 356

Sono, 20

Sucessão patrimonial, 489

Suplementação nutricional via oral, 191

T

Tabagismo, 15

Tecnologia(s)

- emergentes, 482

- na área da saúde, 492

Telemedicina, 346

- aspectos práticos, 481

- benefícios e desafios da, 479

- e demência, 478

Telerreabilitação imersiva, 498

Terapia(s)

- antiamiloide, 98

- assistida por animais, 223, 225

- combinada, 97

- complementares na doença de Alzheimer, 223, 230

- modificadoras de doença, 99

- ocupacional, 204, 367

Teriparatida, 389 Testamento

- civil, 485

- vital, 155

Testes

- biomarcadores e genética, 495

- cognitivos, 482

Tiocolchicosídeo, 419

Tireoideopatias, 83

Tizanidina, 419

Tomada de decisão apoiada, 159, 487

Transição do cuidado institucional para o cuidado familiar, 318

Transtorno(s)

- neurocognitivo, 3, 22, 49, 82, 83

- - associados ao vírus da imunodeficiência humana, 82

- - maior devido à doença de Alzheimer, 49

- - menor, 22

- neurológico funcional, 22

- neuropsiquiátricos, 150

Tratamento

- de condições comórbidas, 368

- fisioterapêutico, 167

- - na fase

- - - avançada, 170

- - - leve, 167

- - - moderada, 168

- multidisciplinar

- - fisioterapia, 162

- - fonoaudiologia, 195

- - nutrição, 186

- - profissional de educação física, 173

- - terapia ocupacional, 204

Traumatismo cranioencefálico, 14

Treinamento

- cognitivo, 497

- da equipe, 350

U

Unidade(s)

- de terapia intensiva, 349, 354

- de transição de cuidados, 357

Uso

- de escadas e bancos na residência, 285

- do vaso sanitário, 433

VVacinação, 467, 475

- e risco de demência, 475

Vacinas

- da gripe (influenza), 469

- mecanismo de ação, 467

- nas diferentes fases da, 468

- Pneumocócicas conjugadas VPC20, VPC15 ou VPC13 e polissacarídica VPP23, 473

- recomendadas, 469

- sarampo, caxumba e rubéola, 475

- tríplice

- - bacteriana acelular do tipo adulto, 473

- - viral, 475

Variante semântica da afasia progressiva primária, 73, 75

Vegetais folhosos, 189

Via alternativa de alimentação, 294

Viminol, 417

Vínculo empregatício, 274

- em domicílio, 274

- em regime da CLT, 274

Vinho, 190

Vírus sincicial respiratório, 474

Visão computacional, 509, 510

Vocalização negativa, 143

A demência não é apenas um diagnóstico; é um desafio humano, emocional e social que transforma a vida de pacientes, familiares e cuidadores. Enfrentá-la exige mais do que técnica: exige compreensão, paciência e uma profunda empatia.

Diante do impacto dessa condição, o livro Demências –Cuidado Multidisciplinar surge como uma ferramenta essencial para profissionais que buscam excelência no atendimento à população idosa. Ao longo de 55 capítulos detalhados, especialistas em Geriatria e Gerontologia oferecem um panorama completo: desde a identificação dos primeiros sinais e a compreensão da progressão da doença, até estratégias práticas para preservar a qualidade de vida e oferecer suporte real às famílias.

Esta obra é um marco da interdisciplinaridade. Mais do que transmitir informações acessíveis e confiáveis, ela convida o profissional de saúde a expandir suas potencialidades no cuidado multidisciplinar centrado na pessoa.

Que estas páginas inspirem você a ir além da técnica, unindo o avanço científico ao olhar humanizado que o cuidado com o idoso exige.

Áreas de interesse
Geriatria
Gerontologia

Turn static files into dynamic content formats.

Create a flipbook