Série CP – Volume 1 – Cuidados Paliativos –Comunicação, Bioética e os Últimos Momentos
Luís Fernando Rodrigues •
Rodrigo Alves dos Santos
Série CP – Volume 2 – Cuidados Paliativos –Estrutura e Organização dos Cuidados Paliativos
Luís Fernando Rodrigues •
Rodrigo Alves dos Santos
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Entretanto, por ser a medicina uma ciência em permanente evolução, recomendamos aos nossos leitores recorrer à bula dos medicamentos e a outras fontes fidedignas, bem como avaliar, cuidadosamente, as recomendações contidas no livro em relação às condições clínicas de cada paciente.
Organizadoras
Anelise Fonseca
Médica Geriatra com área de atuação em Cuidados Paliativos pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB).
Mestre e Doutora em Epidemiologia pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP)/Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Pós-doutoranda em Bioética pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).
Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Regional Rio de Janeiro (SBGG-RJ) –2022-2025.
Coordenadora da Comissão de Espiritualidade da SBGG (2025-2027).
Taiuani Marquine Raymundo
Terapeuta Ocupacional pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Mestre e Doutora em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP).
Pós-doutora pela University of Applied Sciences Utrecht – Grupo de Pesquisa “Technology for Health Care Innovations”.
Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Terapeuta Ocupacional Especialista em Gerontologia pelo Conselho Federal de Fisioterapia a Terapia Ocupacional (Coffito).
Docente do Programa de Pós-graduação em Gestão da Informação (PPGGI) da UFPR.
Professora Adjunta do Departamento de Terapia Ocupacional da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Vice-presidente da Sociedade Brasileira de Gerontecnologia (SBGTec) – 2023-atual.
Membro do Conselho da Sociedade Internacional de Gerontecnologia (ISG) – 2024-2026.
Alexandra Mendes Barreto Arantes
Graduada em Medicina pela Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS).
Especialista em Geriatria, com Título pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Título de Atuação em Medicina Paliativa pela Associação Médica Brasileira (AMB).
Médica Geriatra e Paliativista do Grupo Oncoclínicas.
Aperfeiçoamento em Oncogeriatria pela no Hospital Sírio-Libanês de Brasília.
Av. Franklin Roosevelt, 194 s/l. 204 – Castelo 20021-120 – Rio de Janeiro – RJ
Tel: 55(21) 2262-3779
E-mail: rubio@rubio.com.br www.rubio.com.br
Impresso no Brasil
Printed in Brazil
Colaboradores
Adriana Splendore
Bacharel em Artes Plásticas com foco em Arteterapia pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP).
Coordenadora da Formação em Mandalas Terapêuticas e Espiritualidade, com vínculos ao Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPq-HCFMUSP) e ao Centro de Estudos Paulista de Psiquiatria (CEPP).
Alessandra Tieppo
Médica Geriatra pelo Hospital do Servidor Público Municipal, SP.
Mestre em Políticas Públicas e Desenvolvimento Local pela Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (Emescam).
Especialista em Telemedicina pela Emescam.
Certificada no Curso de Telemedicina para Pósgraduação Stricto Sensu em Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
Professora da Disciplina de Saúde do Idoso da Universidade Santo Amaro (Unisa), SP.
Professora de Habilidades Médicas na Universidade Anhembi Morumbi, SP.
Ex-diretora Científica da Associação Brasileira de Telemedicina e Telessaúde (ABTMS) – 2022-2024.
Ex-diretora Administrativa da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) – 2023-2025.
Aline Magalhães de Oliveira
Acadêmica de Medicina na Universidade Federal do Amazonas (Ufam).
Aline Saraiva da Silva Correia
Médica Geriatra do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ.
Mestre em Medicina (Endocrinologia) pela UFRJ. Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB).
Especialista em Preceptoria de Residência Médica pela Faculdade de Educação em Ciências da Saúde (FECS), SP.
Aline Silva de Medeiros
Graduada em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Mestre e Doutora em Engenharia Biomédica pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da UFRJ.
Master of Business Administration (MBA) em Ciência de Dados.
Almir Oliva Filho
Cirurgião-dentista pela Universidade do Grande Rio (Unigranrio).
Mestre em Periodontia pela Universidade Estácio de Sá (Unesa).
Especialista em Odontogeriatria pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO).
Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Fellow da International Association for Disability and Oral Health (IADH).
Ex-presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG-RJ – 2018-2020.
Ex-presidente da Associação Brasileira de Odontologia para Pacientes Especiais (Abope) – 2022-2025.
Amanda Leal Santos
Graduanda em Enfermagem na Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa (EEAAC)/Universidade Federal Fluminense (UFF).
Ana Carolina de Oliveira e Cruz
Cirurgiã-dentista pela Universidade Metodista de São Paulo.
Mestranda em Odontologia para Pacientes Especiais pela São Leopoldo Mandic (SLM).
Especialista em Periodontia pela Odontoclínica Central do Exército (Ocex).
Habilitação em Laser na Odontologia pelo Instituto Orofacial das Américas (IOA).
Ana Flávia Azevedo Querichelli
Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), SP.
Pós-graduada em Cuidados Paliativos pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, SP.
Registro Médico com licença completa no General Medical Council, Reino Unido.
Ana Laura de Figueiredo Bersani
Graduada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos (FCMS) – Lusíada.
Especialista em Clínica Médica e Geriatria pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp).
Ana Paula Cajaseiras de Carvalho
Fonoaudióloga pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap).
Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Doutora em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de Sergipe (UFS).
Especialista em Motricidade Orofacial com ênfase em Disfagia pelo Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica (Cefac).
Professora do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) e da Especialização em Disfagia do Instituto de Desenvolvimento Educacional (IDE), PE.
Andrea Camaz Deslandes
Graduada em Educação Física e Desportos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Mestre e Doutora em Saúde Mental pela UFRJ.
Pós-doutorado em Epidemiologia e Métodos Quantitativos pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP)/Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Professora Adjunta do Instituto de Psiquiatria da UFRJ (Ipub/UFRJ).
Cientista do Nosso Estado da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).
Bolsista de Produtividade Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Andréa Silva Gondim
Médica Geriatra com Residência em Geriatria no Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC)/Universidade Federal do Ceará (UFC).
Médica Assistente no Serviço de Geriatria do HUWC/ UFC.
Professora da Disciplina de Geriatria do Centro Universitário Christus (Unichristus), CE.
Mestre em Ensino em Saúde e Tecnologias Educacionais do Unichristus.
Andréia de Albuquerque Trindade
Graduada em Serviço Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Mestre em Serviço Social pela Uerj.
Especialista na Modalidade Residência de Serviço Social no Programa de Saúde do Idoso do Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe) da Uerj.
Especialista em Serviço Social em Oncologia no Instituto Nacional de Câncer (Inca).
Assistente Social do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Andréia de Oliveira Pain
Graduada em Medicina pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
Graduada em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal de São Carlos.
Residência em Geriatra pela Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ).
Mestre em Ciências da Saúde (Área: Saúde do adulto e do idoso) pela FMJ.
Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Especialista em Clínica Médica pela Graduação em Medicina pela Universidade Federal Fluminense (UFF).
Andressa Chodur
Graduada em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Mestre em Comportamento Motor pela UFPR.
Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Coordenadora e Professora do Curso de Pós-graduação Multidisciplinar Nacional em Gerontologia da Faculdade Inspirar, PR.
Coordenadora da Câmara Técnica de Gerontologia, PR.
Coordenadora dos Cursos de Pós-graduação em Terapia Ocupacional da Faculdade Unyleya, PR.
Conselheira Efetiva do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito)-8 – Gestão 2024-2028.
Antônio Sergio Costa
Médico Psiquiatra pelo Instituto Municipal Philippe Pinel (IMPP)/Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ).
Mestrando em Psiquiatria pelo Programa de Pósgraduação em Psiquiatria e Saúde Mental (Propsam) do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Arnaldo Aires Peixoto Junior
Médico Geriatra Titulado pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Mestre e Doutor em Farmacologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC).
Professor Adjunto da Disciplina de Geriatria da Faculdade de Medicina da UFC.
Professor da Disciplina de Geriatria do Centro Universitário Christus (Unichristus), CE.
Professor Orientador do Mestrado Profissional em Ensino em Saúde e Tecnologias Educacionais do Unichristus.
Carolina Ams Prestes
Fisioterapeuta pela Universidade do Grande ABC.
Especialista em Gerontologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE), SP.
Especialista em Dor pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP).
Especialista em Dor e Cuidados Paliativos pelo HIAE.
Carolina Rebellato
Terapeuta Ocupacional pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), SP.
Mestre em Terapia Ocupacional pelo Programa de Pós-graduação em Terapia Ocupacional da UFSCar.
Doutora em Educação Especial pelo Programa de Pósgraduação em Educação Especial da UFSCar.
Professora Adjunta do Departamento de Terapia Ocupacional e do Programa de Pós-graduação em
Ciências da Reabilitação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Vice-líder do Grupo de Pesquisa do Envelhecimento Humano: Saúde, Cultura e Sociedade da UFRJ.
Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Chao Lung Wen
Doutor em Informática Médica pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).
Professor Associado da Universidade de São Paulo (USP), com Livre-docência em Telemedicina.
Líder do Grupo de Pesquisa da USP em Telemedicina, Educação Digital e Saúde Conectada (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico [CNPq]/Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações [MCTI]).
Membro do Grupo de Elaboração e Responsável pela Revisão e Atualização da Subseção de Telemedicina e Telessaúde do Manual Brasileiro de Acreditação da Organização Mundial da Acreditação (ONA).
Idealizador e Responsável pelos Projetos Homem Virtual (desde 2003) e Jovem Doutor – Telessaúde nas Escolas desde 2007.
Charlys Barbosa Nogueira
Médico Geriatra pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Doutor em Ciências Médicas da Universidade de São Paulo (USP) – Campus Ribeirão Preto.
Professor Associado das Disciplinas de Geriatria e Semiologia Médica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC).
Membro da Comissão de Inovação em Doença de Alzheimer e Desordens Associadas da SBGG.
Christiano Barbosa da Silva Graduada em Fisioterapia pela Universidade Gama Filho (UGF).
Mestre em Epidemiologia em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP)/ Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Especialista nos Moldes Residência Multiprofissional em Saúde do Idoso pelo Núcleo de Atenção ao Idoso (NAI) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Especialista em Fisioterapia em Gerontologia pela Associação Brasileira de Fisioterapia em Gerontologia (Abrafige).
Membro da Câmara Técnica Mista em Gerontologia do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito)-2.
Presidente da Associação de Parentes e Amigos de Pessoas com Alzheimer e Idosos Dependentes (APAZ).
Secretário da Federação Brasileira da Associações de Alzheimer (Febraz).
Claudia dos Santos Inhaia
Médica com Título de Especialista em Clínica Médica e Área de Atuação em Cuidados Paliativos pela Associação Médica Brasileira (AMB).
Pós-graduação em Terapia da Dor pelo Hospital
Israelita Albert Einstein (HIAE), SP.
Mestre em Medicina de Família pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), SP. Master of Business Administration (MBA) em gestão pelo Insper.
Claudia Kimie Suemoto
Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), com residência em Clínica Médica e Geriatria pela mesma instituição.
Mestrado em Epidemiologia pela Harvard T.H. Chan School of Public Health, EUA.
Doutorado em Ciências pela FMUSP.
Pós-doutorado em Epidemiologia pela Harvard T.H.
Chan School of Public Health, EUA.
Professora Associada da Disciplina de Geriatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
Diretora do Biobanco para Estudos em Envelhecimento da FMUSP e Pesquisadora do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil).
Claudia Regina de Oliveira Zanini
Musicoterapeuta pela Universidade Federal de Goiás (UFG).
Doutora em Ciências da Saúde, Mestre em Música, Especialista em Musicoterapia em Educação Especial e em Saúde Mental pela UFG.
Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Membro da Comissão de Educação e Certificação da World Federation of Music Therapy (WFMT) – 20202023 e 2023-2026.
Daniel Araujo Ferraz
Graduado em Medicina pela Universidade de Pernambuco (UPE).
Residência Médica em Oftalmologia pela Fundação
Altino Ventura, PE.
Doutor no Programa de Oftalmologia da FMUSP.
Pós-doutor em Imagens da Retina pelo Wilmer Eye Institute – The Johns Hopkins University School of Medicine.
Especialização em Retina e Vítreo pela Clínica Oftalmológica da Faculdade de Medicina da FMUSP.
Especialização em Uveites e Aids pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Daniel Espirito Santo da Silva
Graduado em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Residência em Enfermagem Oncológica pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).
Pós-graduado em Enfermagem Gerontológica pela Universidade Federal Fluminense (UFF).
Mestrado Profissional em Gerontologia pela UFF.
Daniel Vicentini de Oliveira
Graduado em Educação Física pela Universidade Cesumar (Unicesumar), PR. Graduado em Fisioterapia pela Unicesumar.
Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) e Fisioterapia em Gerontologia pela Associação Brasileira de Fisioterapia em Gerontologia (Abrafige).
Mestre em Promoção da Saúde pela Unicesumar.
Doutor em Gerontologia pela Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), SP.
Pós-doutorado em Promoção da Saúde pela Unicesumar e em Educação Física pela Universidade Estadual de Maringá (UEM).
Professor Adjunto no Departamento de Ciências do Movimento Humano da UEM.
Daniela Souza Gonçalves Barbieri
Graduada em Medicina pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).
Residência em Clínica Médica na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e em Geriatria no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP).
Titulada em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Ex-presidente da SBGG-ES – 2018-2021 e 2023-2025.
Débora Ribeiro Bastos
Graduada em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Residência Médica em Clínica Médica pelo Hospital Central da Aeronáutica (HCA).
Residência Médica em Geriatria pelo Hospital Naval Marcílio Dias (HNMD), RJ.
Especialista em Cuidados Paliativos pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Diogo Kallas Barcellos
Médico Geriatra Titulado pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB).
Área de atuação em Dor pela AMB.
Ex-presidente da SBGG – Seção Minas Gerais – 20232025.
Membro da Comissão de Dor da SBGG e da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED).
Membro da Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP).
Edson de Oliveira Matos
Graduado em Enfermagem pela Universidade do Contestado (UnC).
Graduado em Gestão Financeira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Chief Executive Officer (CEO) em Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI).
Mestre em Gestão de Organizações, Liderança e Decisão pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Especialista em Master of Businesses Administration (MBA) em Gestão Executiva em Negócios da Saúde pela Faculdade Inspirar.
Supervisor de Projetos em Investimento Social, Responsável por Planejamento, Elaboração, Acompanhamento e Execução de Projetos Sociais voltados à Captação de Recursos no Terceiro Setor.
Elci Almeida Fernandes
Mestre em Nutrição Humana Aplicada da Universidade de São Paulo (USP).
Nutricionista Chefe no Instituto Central do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia – Seção São Paulo (SBGG-SP) (2020 - 2022).
Tutora do Programa de Residência Multidisciplinar em Nefrologia pelo Hospital das Clínicas de São Paulo.
Coordenadora e Docente da Especialização de Nutrição em Gerontologia do Serviço de Geriatria
do Hospital das Clínicas (SGHC) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
Coordenadora do Curso de Atualização em Gerontologia SGHC/FMUSP.
Especialista em Nutrição Clínica pela Associação Brasileira de Nutrição (Asbran), em Nutrição Enteral e Parenteral pela Sociedade Brasileira de Nutrição
Parenteral e Enteral (Braspen/SBNPE), em Saúde Pública no Idoso pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP) e em Fisiologia do Exercício pela Universidade Gama Filho (UGF), RJ.
Elizabete Viana de Freitas
Doutora em Medicina pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Especialista em Geriatria e Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB).
Especialista em Cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)/AMB.
Ex-presidente da SBGG – 2000-2002.
Ex-presidente da Departamento de Cardiogeriatria (Decage) – 2008-2009.
Ex-secretária do Comitê Latino-americano e do Caribe em Geriatria e Gerontologia (Comlat)/Associação Internacional de Geriatria e Gerontologia (IAGG) –2015-2019.
Membro Nato do Conselho Consultivo da SBGG Nacional.
Ellen Ingrid Souza Aragão
Graduada em Psicologia pela Universidade Federal de Sergipe (UFS).
Mestre e Doutora em Ciências da Saúde pela Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Uerj.
Especialista em Psicologia Médica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Professora da Disciplina de Psicologia Médica na FCM da Uerj.
Erika de Oliveira Hansen
Mestre em Medicina Molecular pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Especialista em Clínica Médica e Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Erika Pallottino
Graduada em Psicologia pela Universidade Gama Filho (UGF).
Docente e Supervisora da Pós-graduação Lato Sensu em Psico-Oncologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).
Mestre em Psicologia Clínica pela PUC-Rio.
Especialista em Psicologia Médica pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Especialista em Psicologia em Oncologia pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca).
Fabiana Carla Matos da Cunha Cintra
Graduada em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Mestre em Neurociências pela UFMG.
Doutora em Ciências Aplicadas à Saúde do Adulto pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Aplicadas à Saúde do Adulto da UFMG.
Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Fabrício da Costa Hampshire de Araújo
Médico com Residência Médica em Neurologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Mestre em Neurologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).
Membro Titular da Academia Brasileira de Neurologia (ABN).
Fernanda Bruna do Nascimento Alves
Graduada em Enfermagem pela Faculdade Adventista do Paraná.
Residência em Enfermagem Hospitalar com ênfase em Saúde do Idoso pela Faculdade Adventista da Bahia.
Pós-graduada em Terapia Intensiva pela Faculdade Adventista da Bahia (FADBA).
Pós-graduada em Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) e Pediátrica pela Faculdade Venda Nova do Imigrante (Faveni), ES.
Mestranda de Enfermagem pelo Programa de Pósgraduação em Enfermagem (PPGENF) da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto (EEAP) da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).
Fernanda Cury Martins Teigão
Graduada em Fisioterapia pelo Centro Universitário
Autônomo do Brasil (Unibrasil).
Mestre em Tecnologia da Saúde pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).
Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Especialista Profissional em Fisioterapia em Gerontologia pela Associação Brasileira de Fisioterapia em Gerontologia (Abrafige)/Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito).
Fernanda Siqueira Viana Terra
Residência Médica em Clínica Médica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e em Geriatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Pós-graduação em Cuidados Paliativos pelo Instituto Paliar.
Doutora em Ciências Médicas pela Universidade Federal Fluminense (UFF).
Médica Geriatra do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) da UFRJ.
Francelise Pivetta Roque
Graduada em Fonoaudiologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF).
Mestre e Doutora em Ciências e Pós-doutora em Fonoaudiologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Especialista em Disfagia pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa).
Especialista em Gerontologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), CFFa e Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Especialista em Cuidados Paliativos pelo Instituto Einstein de Ensino.
Professora Associada de Fonoaudiologia da UFF.
Franciele Trevisan
Graduanda em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Francielle Fialkoski Molina Fisioterapeuta pela Universidade de Cuiabá (Unic).
Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Especialista Profissional em Fisioterapia em Gerontologia pela Associação Brasileira de Fisioterapia em Gerontologia (Abrafige)/Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito).
Fisioterapeuta do Hospital Universitário Júlio Müller (HUJM) da UFMT.
Proprietária da LongBalance.
Docente e Coordenadora de Pós-graduação em Gerontologia e Fisioterapia em Gerontologia da Faculdade Inspirar, Cuiabá.
Membro do Conselho Consultivo da Abrafige.
Presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG – Seção Mato Grosso – 2024-2026.
Gilse Prates
Médica com Pós-graduação em Neuropsiquiatria
Geriátrica pelo Instituto de Psiquiatria (Ipub) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Especialista em Medicina Legal e Perícia Médica pela UFRJ.
Ivan Aprahamian
Geriatra e Psiquiatra com Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).
Mestre em Gerontologia pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Doutor em Medicina pelo Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
Professor Livre-docente pelo Departamento de Clínica Médica, Disciplina de Geriatria da FMUSP.
Jhonatan Alves Sousa
Graduado em Enfermagem pela Faculdade Adventista da Bahia (FADBA).
Residência em Enfermagem Hospitalar com ênfase em Saúde do Idoso pela FADBA.
Pós-graduação em Enfermagem Dermatológica com ênfase em Ferida pela Faculdade do Centro Oeste Paulista (Facop).
Pós-graduação em Estomaterapia pela Faculdade Venda Nova do Imigrante (Faveni), ES.
Pós-graduação em Medicina Tradicional Chinesa –Acupuntura pela Universalis.
Joice Coutinho de Alvarenga
Especialista em Clínica Médica e Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Mestre em Infectologia e Medicina Tropical pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Doutoranda em Medicina Molecular pela UFMG.
Juliana Paula Venites
Graduada em Fonoaudiologia pela Universidade São Camilo.
Mestre e Doutora em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Especialista em Gerontologia e Motricidade Orofacial pela Unifesp, Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) e Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa).
Ex-presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG – Seção São Paulo – 2022-2024.
Coordenadora de Fonoaudiologia do Hospital Versania, Santa Helena, Santo Nobre e Projeto Todavida 80+ Omint Saúde, SP.
Juliana Silva de Almeida
Graduada em Fisioterapia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Mestre em Anatomia Patológica pela UFRJ, com pesquisa direcionada para Neurociências e desmielinização.
Especialista em Fisioterapia Neurofuncional.
Integrante da Câmara Técnica de Neurofuncional do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito)-2.
Kalil Lays Mohallem
Mestre em Cardiologia Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).
Especialista em Geriatria Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) – Secção Amazonas (AM).
Especialista em Cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)/Associação Médica Brasileira (AMB).
Karina de Marchi Oliveira
Graduada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).
Psicóloga em Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI).
Especialista em Psicologia da Saúde e Hospitalar pela Faculdade Pequeno Príncipe (FPP).
Karoline Rodrigues da Silva Martins
Geriatra Titulada pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Residência Médica em Geriatria pelo Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo.
Mestre em Saúde, Sociedade, Endemias da Amazônia pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)/Universidade Federal do Amazonas (Ufam).
Professora Titular de Geriatria na Ufam.
Diretora Científica da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), regional Amazonas.
Lilian Dias Bernardo
Doutora em Saúde Coletiva pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Professora do Curso de Terapia Ocupacional e do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ).
Especialista em Gerontologia pela Sociedade
Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) e Terapeuta Ocupacional Especialista em Gerontologia pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito).
Lindsey Mitie Nakakogue
Geriatra pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Mestre em Ciências da Saúde pela PUC-PR.
Doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), PR.
Docente do Curso de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), campus Londrina.
Diretora Científica da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz) – Triênio 2024-2027.
Lucas Tadeu Rocha Santos
Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (UFC).
Residência Médica em Clínica Médica e Geriatria pelo Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC-CH) da UFC.
Doutorando em Medicina Translacional pela UFC. Geriatra do HUWC-CH/UFC.
Professor Substituto do Departamento de Medicina Clínica da UFC.
Luciana da Silva Alcantara
Graduada em Serviço Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Mestre e Doutora em Serviço Social pelo Programa de Pós-graduação em Serviço Social pela Uerj.
Pós-doutora no Programa de Políticas Públicas e Formação Humana da Uerj.
Assistente Social no Instituto Nacional de Câncer (Inca).
Lucimar de Souza Campos Enfermeira.
Mestranda do Programa Acadêmico em Ciências do Cuidado em Saúde do Programa Acadêmico em
Ciências do Cuidado em Saúde (PACCS)/Universidade Federal Fluminense (UFF).
Especialista em Gerontologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Ludmila Koch
Médica Oncologista com atuação no Centro de Oncologia e Hematologia do Hospital Israelita Albert Einstein.
Mestre em Ciências da Saúde pelo Instituto Einstein de Ensino.
Magda Nery Mauro
Graduada em Medicina e Residência em Clínica Médica pela Universidade do Estado do Pará (Uepa).
Residência em Geriatria pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Mestre pelo Programa de Mestrado Profissional em Saúde na Amazônia pela Universidade Federal do Pará (UFPA).
Geriatra Titulada pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Especialista em Clínica Médica pelo Hospital Ophir Loyola.
Docente do Curso de Medicina da Uepa.
Maisa Carla Kairalla
Presidente da Comissão de Imunização da Socie-dade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Membro do Núcleo de Geriatria do Hospital SírioLibanês.
Docente da Pós-graduação de Geriatria do Hospital Sírio-Libanês.
Manuela Vasconcelos de Castro Sales
Graduada em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (UFC).
Residência em Clínica Médica pelo Hospital Geral de Fortaleza.
Doutora em Ciências Médicas pela Universidade de São Paulo (USP).
Especialização em Geriatria pela USP.
Docente em Geriatria da UFC.
Membro da Câmara Técnica de Cuidados Paliativos do Conselho Regional de Medicina do Ceará (CRM-CE).
Titulada em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Marcela Basso Pandolfi
Graduada em Medicina pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Vitória.
Residência Médica em Clínica Médica pelo Hospital Regional de Taguatinga e em Geriatria pelo Hospital Universitário de Brasília.
Ex-vice-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) seção DF – 2018-2020 e 20202022.
Marcia Maria Pires Camargo Novelli
Graduada em Terapia Ocupacional pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas).
Mestre em Ciências, Doutora e Pós-doutora em Neurologia e pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), com estágio no Center for Innovative Care in Aging, School of Nursing –Johns Hopkins University, Baltimore, EUA.
Especialista em Terapia Ocupacional aplicada a Geriatria e Gerontologia e Gerontologia Social pela FMUSP.
Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Professora Titular no Departamento de Saúde, Educação e Sociedade (DSES) e no curso de Terapia Ocupacional na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – campus Baixada Santista.
Coordenadora do Serviço de Atendimento ao Envelhecimento Cognitivo (SAEC) e Líder do Núcleo Interprofissional de Pesquisa e Atendimento no Envelhecimento (NIPAE) na Unifesp – campus Baixada Santista.
Marco Túlio Gualberto Cintra
Médico Geriatra Titulado pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Professor Adjunto do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ex-presidente da SBGG – Gestão 2023-2025.
Marcos Aparecido Sarria Cabrera
Graduado em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina (UEL).
Residência Médica em Clínica Médica e em Geriatria e Gerontologia pela Universidade de São Paulo (USP).
Mestre em Medicina e Ciências da Saúde pela UEL. Doutora em Ciências Médicas com área de concentração em Cardiologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
Professor Titular da disciplina de Geriatria da UEL.
Maria Aglaé Tedesco Vilardo
Doutora em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva pelo Programa de Pós-graduação em Bioética, Ética
Aplicada e Saúde Coletiva (PPGBIOS), em associação com Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal Fluminense (UFF) e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.
Maria Aparecida Camargos Bicalho
Mestre e Doutora em Farmacologia Bioquímica e Molecular pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Pós-doutorado em Geriatria na Universidade de Colônia, Alemanha.
Especialista em Clínica Médica, Medicina Intensiva e Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Professora Associada da disciplina de Geriatria da UFMG.
Vice-coordenadora do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas da UFMG.
Mariana Mie Chao
Arquiteta e Urbanista pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.
Mestre em Gerontologia pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (USP).
Membro do Grupo de Pesquisa da USP em Telemedicina, Educação Digital e Saúde Conectada (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico [CNPq]/Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações [MCTI]).
Certificada no Curso de Telemedicina para Pósgraduação Stricto Sensu da Patologia da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).
Martha Oliveira
Mestre em Epidemiologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Doutora em Envelhecimento pela Uerj.
Chief Executive Officer (CEO) do Grupo Laços.
Meire Cachioni
Bacharel e Licenciada em Psicologia e Especialista em Gerontologia pela Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep).
Mestre em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), SP.
Doutora em Gerontologia pela Unicamp, SP.
Pós-doutora em Educação pela Unicamp, SP.
Pós-doutora em Gerontologia pelo Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto, Portugal.
Professora Associada da Disciplina de Gerontologia da Universidade de São Paulo (USP).
Michelle Lourenço Fontenele
Médica Formada pela Universidade Federal do Ceará (UFC) – campus Sobral.
Residência em Clínica Médica e em Geriatria no Hospital Oswaldo Cruz, SP.
Residência em Medicina Paliativa pelo Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP).
Professora da disciplina de Medicina Paliativa e Coordenadora do Grupo Pallis.
Milton Crenitte
Médico Geriatra pela Universidade de São Paulo (USP).
Doutor em Ciências pela USP.
Coordenador da Complementação Especializada em Sexualidade e Envelhecimento da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).
Natalia Gomes Gonçalves
Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo (USP).
Doutora em Patologia e Pós-doutora em Geriatria pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
Docente do Departamento de Medicina Preventiva da FMUSP.
Natália Maria Lins Martins
Médica Psiquiatra pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ipub/UFRJ).
Doutoranda em Psiquiatria do Programa de Pós-graduação em Psiquiatria e Saúde Mental (Propsam) da UFRJ.
Niele Silva de Moraes
Graduada em Medicina pela Universidade do Estado do Pará (Uepa).
Residência Médica em Clínica Médica no Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo e em Geriatria na Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp).
Doutora em Ciências pela EPM/Unifesp.
Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Professora Adjunta do Curso de Medicina da Uepa.
Professora do Programa de Mestrado Profissional em Saúde da Amazônia da Universidade Federal do Pará (UFPA).
Presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia seção Pará – 2024-2026.
Otavio Castello de Campos Pereira
Médico e Especialista em Geriatria pela Escola Paulista de Medicina (EPM)/Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Pós-graduado em Psiquiatria Forense pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psiquiatria Forense (NUFOR) do Instituto de Psiquaitria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina Universidade de São Paulo (IPq-HCFMUSP).
Pós-graduado em Psiquiatria Forense pelo IPqHCFMUSP.
Especialista em Medicina Legal e Perícia Médica pela Associação Médica Brasileira (AMB).
Professor Colaborador de Psiquiatria e Psicologia Médica da Universidade de Brasília (UnB).
Diretor de Ética e Defesa da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) – Seção Distrito Federal (DF).
Patrícia Bet
Graduada em Gerontologia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
Mestre em Gerontologia pela UFSCar.
Doutora em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP).
Pós-doutora pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP.
Secretária da Sociedade Brasileira de Gerontecnologia (SBGTec) – 2023-atual.
Paulo de Oliveira Duarte
Graduado em Medicina pela Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp).
Residência Médica em Clínica Médica e em Geriatria pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCFMRP-USP).
Doutor em Ciências Médicas pela Divisão de Geriatria do Departamento de Clínica Médica da FMRP-USP.
Título de Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB).
Especialista em Cuidados Paliativos pelo Instituto
Pallium Latinoamérica – Universidade del Salvador –Buenos Aires, Argentina.
Titulado em Cuidados Paliativos pela SBGG/AMB.
Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia – Seção São Paulo (SBGG-SP) – 2022-2024.
Polianna Souza
Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Marília (Famema).
Residência em Clínica Médica pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade
Estadual de Campinas (HC-FCM/Unicamp).
Residência em Geriatria e Gerontologia pela Escola
Paulista de Medicina (EPM) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)/EPM.
Especialização em Cuidados Paliativos pela Asociacion
Pallium Latinoamerica, com certificação de Oxford
International Centre for Palliative Care.
Área de atuação em Dor pela Associação Médica
Brasileira (AMB).
Rafael Assumpção
Geriatra pela Universidade Federal Fluminense (UFF).
Residência em Geriatria pela UFF.
Médico com especialização em Clínica Médica pelo
Hospital Adventista Silvestre, RJ.
Associado da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Raphael Cordeiro da Cruz
Chefe da Clínica de Geriatria e do Serviço Integrado de Atendimento Domiciliar (SIAD) do Hospital Naval Marcílio Dias (HNMD), RJ.
Coordenador da Residência Médica em Geriatria do HNMD.
Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB).
Pós-graduado em Geriatria pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Master of Business Administration (MBA) em Gestão em Saúde pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Curso em Geriatria e Cuidados Paliativos do Hospital
Mount Sinai da Universidade de Nova York. Coordenador do Programa de Cuidados Paliativos do Palliare Caberj.
Raquel Ribeiro de Oliveira
Graduada em Gerontologia pela Universidade de São Paulo (USP) Leste – Escola de Artes, Ciência e Humanidades e em Administração de Empresas pela Universidade Cidade de São Paulo (Unicid).
Desenvolvimento e aplicação de projetos para pessoas 60+ em diversos contextos, prioritariamente em instituições de longa permanência e por meio do Fundo Municipal do Idoso.
Regina Silva Paradela
Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade de Santo Amaro (Unisa).
Mestre em Ciências Morfofuncionais pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP).
Doutora em Ciências pelo Instituto do Coração da Universidade de São Paulo (InCor/USP).
Pós-doutoranda do Biobanco para Estudos em Envelhecimento da Faculdade de Medicina da FMUSP.
Renata Graniti
Graduada em Fisioterapia pelo Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação (IBMR).
Especialista em Fisioterapia em Gerontologia pela Interfisio – Centro Universitário Redentor (UniRedentor).
Mestre em Engenharia Biomédica pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Especialista em Fisioterapia em Gerontologia pela Associação Brasileira de Fisioterapia em Gerontologia (Abrafige).
Membro da Câmara Técnica Mista em Gerontologia do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito)-2.
Renata Maciulis Dip
Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
Mestre e Doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Londrina (UEL).
Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Renata Marinho Pereira
Fisioterapeuta pela Faculdades Integradas do Ceará (Unific).
Pós-graduação em Reabilitação Gerontológica pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Especialista Profissional em Fisioterapia em Gerontologia pela Associação Brasileira de Fisioterapia em Gerontologia (Abrafige)/Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito).
Ex-presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG – Seção Ceará (CE) – 2023-2025.
Roberta Carolina Medeiros
Graduanda em Terapia Ocupacional da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Roberto Santos da Cunha
Graduado em Serviço Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Mestre em Serviço Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Especialista em Serviço Social e Saúde pela Uerj.
Especialista em Geriatria e Gerontologia pela Uerj.
Assistente Social do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) da UFRJ.
Rodrigo de Lemos Soares Patriota
Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
Residência em Clínica Médica pelo Hospital Otávio de Freitas e Geriatria pelo Hospital Universitário Oswaldo Cruz/Universidade de Pernambuco (UPE).
Mestre em Educação pela Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS).
Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Rodrigo Doyle Portugal
Professor Adjunto da Disciplina de Hematologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Mestre e Doutor pelo Programa de Pós-graduação em Clínica Médica (Concentração em Hematologia) da UFRJ.
Ex-chefe do Serviço de Hematologia do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) da UFRJ – 2018-2024.
Rodrigo Ferraiuoli Vieira de Souza
Graduado em Medicina pela Universidade de Fortaleza (Unifor).
Residência em Clínica Médica pelo Hospital Geral de Fortaleza.
Residência Médica em Geriatria pelo Hospital Universitário Walter Cantídio vinculado à Universidade Federal do Ceará (UFC).
Pós-graduado em Cuidados Paliativos pelo Instituto Paliar.
Roni Kumal
Médico Geriatra pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Doutorando em Bioética pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, Portugal.
Título de Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação
Médica Brasileira (AMB) com área de atuação em Medicina Paliativa.
Professor do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).
Rose Aparecida Ferreira Ribeiro
Advogada Especializada no Direito da Pessoa Idosa.
Mestre em Direito Constitucional pelo Programa de Pós-graduação em Direito Constitucional (PPGDC) da UFF.
Doutora em Direito e Sociologia pelo Programa de Pósgraduação em Sociologia e Direito da Universidade Federal Fluminense (PPGSD/UFF).
Rosiléia Teixeira de Oliveira Dierckx
Graduada em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Mestre em Educação – Linha de pesquisa: Cognição, Aprendizagem e Desenvolvimento Humano pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Especialista em Terapia Ocupacional em Gerontologia pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito).
Especialista Multiprofissional em Cuidados Paliativos pelo Instituto Paliar.
Especialista em Contextos Hospitalares – Residência Integrada Multiprofissional em Atenção Hospitalar pelo Programa em Atenção à Saúde do Adulto e Idoso do Complexo Hospital de Clínicas da UFPR (CHC/UFPR).
Supervisora de Estágio do Curso de Terapia Ocupacional da UFPR, no Contexto Hospitalar e Social em Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI).
Rosimere Ferreira Santana
Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal Fluminense (UFF).
Titulada em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Professora Titular Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa EEAAC da UFF.
Conselheira Titular Conselho Regional de Enfermagem (Coren) – Seção Rio de Janeiro (RJ).
Rosmary Tatiane Arias Buse
Médica Geriatra Especialista pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Área de Atuação em Medicina Paliativa pela Associação
Médica Brasileira (AMB).
Coordenadora e Preceptora do Serviço de Residência
Médica em Geriatria do Hospital do Servidor Público
Estadual de São Paulo (HSPE).
Presidente da SBGG – Seção São Paulo (SP) – 2024-2026.
Sandra Brotto Furtado
Residência em Geriatria pela Universidade de Pernambuco (UPE).
Mestre em Ciências da Saúde pela UPE.
Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) – Seção Pernambuco (PE) – 20232025.
Especialista em Geriatria pela SBGG/Associação Médico Brasileira (AMB).
Especialista em Cuidados Paliativos pela Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP)/AMB.
Coordenadora da Pós-graduação em Geriatria da Faculdade IDE.
Sandra Rabello de Frias
Graduada em Serviço Social pela Universidade Veiga de Almeida (UVA).
Pós-graduada em Políticas Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Pós-graduação em Psicogeriatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Mestre em Psicanálise, Saúde e Sociedade UVA.
Doutoranda em Serviço Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF).
Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Simone Fiebrantz Pinto
Mestre em Educação e Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Especialista em Nutrição Clínica pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Especialista em Saúde Coletiva pela Universidade Positivo.
Especialista em Gerontologia pela SBGG.
Nutricionista da Fundação de Apoio e Valorização do Idoso (FAVI).
Preceptora do Estágio de Longa Duração de Geriatria da FAVI/Hospital Nossa Senhora das Graças.
Nutricionista da Care4life Assistência Domiciliar.
Ex-presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG – 2021-2023.
Ex-presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG – Seção Paraná (PR) – 2016-2020.
Membro do Conselho Consultivo Pleno da SBGG.
Especialista em Administração de Serviços de Saúde peça Associação Franciscana de Ensino Senhor Bom Jesus Centro de Desenvolvimento.
Especialista em Cuidados Paliativos pela Conexão Paliativa.
Soraia da Silva Rondão do Nascimento
Graduada em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).
Especialista em Serviço Social e Políticas Sociais pelo Núcleo de Estudos da Zona Oeste (Nezo).
Assistente Social do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE) e Hospital Federal de Bonsucesso (HFB).
Talita Cezareti da Silva Graduada em Educação Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Mestre em Ciências Cardiovasculares pelo Instituto Nacional de Cardiologia (INC).
Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Talita Reis
Pós-graduada em Gestão em Saúde pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP)/Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB).
Assistente do Núcleo de Atendimento ao Idoso na Marinha.
Toshio Chiba
Graduado em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP).
Especialista em Geriatria e Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia/Associação Médica Brasileira (SBGG/AMB).
Doutor em Medicina/Patologia Experimental pela USP. Médico do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp).
Valeska Marinho Rodrigues
Médica Psiquiatra pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Psicogeriatra pela UFRJ.
Coordenadora do Centro de Doença de Alzheimer (CDA) e Outras Desordens Mentais da Velhice/Instituo de Psiquiatria Brasil (Ipub)/Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Valmari Cristina Aranha Toscano
Psicóloga Clínica pela Universidade de São Paulo (USP).
Mestre em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da USP.
Especialista em Psicologia Hospitalar, em Neuropsicologia e em Psicanálise pela USP.
Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Victor Hugo Tolotto de Carvalho
Médico Neurologista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), PR.
Preceptor da Residência de Neurologia a Universidade Estadual de Londrina (UEL) e Hospital Evangélico de Londrina, PR.
Preceptor do Internato Médico em Neurologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) –campus Londrina.
Coordenador do Ambulatório de Neurologia Cognitiva e do Comportamento do Hospital Clínica de Londrina (HC-UEL) e do Hospital Evangélico, PR.
Virgílio Garcia Moreira
Mestre e Doutor em Ciências Médicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Médico Colaborador do Laboratório de Pesquisas em Envelhecimento Humano (GeronLab)/Faculdade de Ciências Médicas da Uerj.
Médico Colaborador da Disciplina e Programa de Residência em Geriatria, Departamento de Clínica Médica, Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ), SP.
Wilson Roberto Picco Júnior
Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP). Master of Business Administration (MBA) em Administração – Gestão em Saúde, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Especialista em Clínica Médica e Geriatria pelo Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto – USP.
Coordenador das Unidades de Internação Hospital
São Lucas Ribeirão Preto – Hospital Care.
Dedicatória
Dedicamos esta obra a todas as pessoas que vivem com as diversas formas de demência, cujas histórias, afetos e trajetórias seguem existindo para além do adoecimento, e a seus familiares, que diariamente oferecem cuidado, presença e amor, mesmo diante dos desafios. Dedicamos, com profunda gratidão, à Associação de Parentes e Amigos de Pessoas com Alzheimer (Apaz), pelo apoio total e incondicional, fundamental para que esta obra se tornasse realidade.
Por fim, dedicamos a todos os profissionais de saúde que, com compromisso, sensibilidade e respeito, constroem diariamente o cuidado às pessoas idosas que vivem com síndromes demenciais.
Agradecimentos
Este livro é fruto de encontros que tornam a vida mais prazerosa, leve, repleta de surpresas, trocas sensíveis e agradáveis. Nesses encontros, as amizades são estabelecidas, fortalecidas e até reinventadas. Além disso, os aprendizados são constantes: exercícios de paciência e persistência; o poder da esperança e da perseverança; e, mais, a importância de manter a coerência, a palavra e a ética pessoal.
A obra Demências – Cuidado Multidisciplinar é a concretude de meses de esforços que se tornou realidade graças à generosidade, à credibilidade, à motivação, ao amor e ao apoio de muitas mãos. Mais do que um conjunto de páginas, representa a força da colaboração e a crença compartilhada em uma causa maior. É o resultado de um conjunto de características pessoais, individuais e coletivas, de valores que somados ao conhecimento técnico nela contido, proporcionam a nós, organizadoras, mais do que a certeza do dever cumprido, um legado.
Em primeiro lugar, nosso mais profundo e sincero agradecimento à Associação de Parentes e Amigos de Pessoas com Alzheimer (Apaz) pelo patrocínio. O papel de vocês no apoio aos familiares destaca-se pelo compromisso e pela responsabilidade, o que nos representa.
Em especial, agradecemos a Joaquim Pedro dos Santos da Fonseca, Antônio da Silva Barreto Neto e Maria Aparecida Albuquerque Guimarães. Não há palavras que expressem nosso respeito e admiração. O suporte incondicional a este projeto nos motiva na caminhada para novos desafios.
Nossa gratidão aos colaboradores, pela doação do tempo e pela confiança depositada na organização, estendendo-se também a todos aqueles que foram convidados por vocês para a contribuição técnica nesta obra. Estamos seguras de que cada capítulo dispõe de total dedicação técnica e empenho pessoal para a melhor qualidade possível.
À equipe da Rubio, que deu forma ao projeto, transformando o protótipo de cada capítulo em uma obra cuidadosamente elaborada para melhor experiência de leitura e aprendizado, diante de um tema de imensa importância na área do envelhecimento humano, que são as síndromes demenciais.
Aos pacientes e às suas famílias, que, de alguma forma, inspiraram e deram propósito a cada organizadora para persistir no desenvolvimento de um conteúdo completo sobre a linha do cuidado à pessoa idosa com demência. As histórias e as vivências que compartilharam conosco são a essência do que procuramos transmitir.
Este livro é, portanto, um fruto de muitas semeaduras. Que ele possa agora cumprir seu propósito, levando conhecimento técnico, teórico, reflexão e, acima de tudo, proporcionar a melhora da assistência à saúde dos portadores de demência.
As Organizadoras
Apresentação
Esta obra é fruto de seis mãos dedicadas ao trabalho intenso na assistência, no ensino, na pesquisa e na extensão junto às pessoas idosas portadoras de um grupo de doenças que, em breve, se tornará um grande problema de saúde pública mundial diante do rápido processo de envelhecimento populacional.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), no documento chamado Regional workshop on the implementation of the global action plan on the public health response to dementia (2023), a demência é a sétima principal causa de morte no mundo e uma das principais contribuintes para a incapacidade, com mais de 55 milhões de pessoas diagnosticadas com algum tipo de demência. Importante destaque se dá ao fato de que a maioria dessas pessoas, 61%, vive em países de baixa e média renda e a tendência é aumentar para aproximadamente 78 milhões até 2030, diante da acelerada transição demográfica.
Outro importante ponto é a fração econômica das demências, com elementos direto e indireto que contribuem para a oneração das famílias. A estimativa de 2019 foi de um custo econômico global total de US$ 1,3 trilhão, com a expectativa de dobrar até 2030, atingindo US$ 2,8 trilhões, o que prejudicaria ainda mais o desenvolvimento social e econômico global.
Os principais tipos de demência, doença de Alzheimer e demência vascular, correspondem a quase 80% dos casos atualmente irreversíveis e os fatores de risco, em sua maioria, podem ser controlados se diagnosticados precocemente, como: hipertensão arterial, diabetes melito, depressão, hipercolesterolemia, sedentarismo e maus hábitos alimentares; para outros hábitos, o controle depende de ações do coletivo, como o combate à poluição, ou de iniciativa individual, como cessação do tabaco e do álcool, as buscas pelo conhecimento a fim de aumentar a escolaridade e pela rede social, para a redução do isolamento.
Para isso, políticas públicas também são necessárias e devem ser cobradas na prática, com maior investimento em formação de profissionais para cuidado, educação em saúde para a população geral, campanhas de conscientização da sociedade, como “Cidade amiga da pessoa idosa”, “moradias adaptadas” , acessibilidade – tecnologia, infraestrutura, comércio, lazer e turismo –, estímulo à intergeracionalidade e ampliação do número e da qualidade dos modelos de cuidado, como as instituições de longa permanência para idosos, os hospitais de transição para reabilitação desse perfil populacional e os cuidados paliativos.
Importante salientar que diante de um grupo de doenças que, hoje, são incuráveis (exceto as potencialmente reversíveis), em um cenário de incertezas e imprevisibilidade na trajetória do cuidado e na constante procura por medicações eficazes, efetivas e eficientes contra as demências, a aprovação de novos medicamentos representa um momento desafiador para os pacientes e as famílias, para o sistema de saúde e para os profissionais de saúde. No Brasil, em janeiro de 2026, foi de grande relevância a autorização, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para a venda do medicamento Lecanemabe. Esta aprovação inaugura uma
nova perspectiva no tratamento das demências, especialmente na DA em estágios pródromos, quando não há qualquer manifestação clínica. Simboliza, é claro, um avanço significativo na terapêutica e renovando esperanças para pacientes e suas famílias; contudo, esse momento também é revestido de cautela diante da necessidade de maiores estudos populacionais do uso dessa medicação para nossa realidade sociocultural. De toda forma, é um avanço e todo profissional de saúde deve conhecer as indicações e suas advertências a fim de usar de forma ética, não esquivando do esclarecimento aos pacientes e suas famílias para que haja sempre um alinhamento entre expectativas e possíveis realidades.
Que esta obra seja um marco da interdisciplinaridade e que os profissionais de saúde possam compreender a doença e, acima de tudo, se inspirar nas diferentes possibilidades de desenvolver suas potencialidades na área do cuidado. Que ela possa oferecer, além da técnica, inspiração para avanços no cuidado multidisciplinar centrado na pessoa idosa, bem como estimule o avanço não apenas na tecnologia hard, mas também no cuidado humanizado. Na luta pelo cuidado em equipe, de forma transversal, com o objetivo de cuidar de uma pessoa idosa com demência, o que inclui os membros familiares cuidadores ou os formalizados, o conjunto de saberes, atuando de maneira simultânea e ordenada, se faz necessário. O mais importante para a pessoa cuidada é o que deve ser realizado por todos.
Que você possa reconhecer neste livro possibilidades de ampliação de suas ferramentas de trabalho e que ele o inspire a oferecer tudo aquilo que sua capacidade permitir.
As Organizadoras
Prefácio
A demência é uma condição que afeta não apenas aqueles que a vivenciam, mas também todos ao seu redor, sejam familiares, amigos, cuidadores e profissionais de saúde. Mais do que uma enfermidade, trata-se de um desafio humano, emocional e social, que exige compreensão, paciência e empatia.
Além do impacto na vida dos pacientes e dos familiares, a demência traz uma grande responsabilidade para os profissionais que atuam junto à população idosa. Eles precisam estar preparados para identificar os sinais da doença, compreender sua progressão e oferecer um atendimento humanizado e eficiente. O conhecimento sobre o tema, tão relevante, permite que esses profissionais ajudem a preservar a qualidade de vida dos pacientes, minimizem sintomas e forneçam suporte às famílias.
Este livro nasce do interesse em transmitir informações acessíveis e confiáveis sobre a demência, de maneira didática, produzidas por um grupo de especialistas na área de Geriatria e Gerontologia. Ao longo destas páginas, você encontrará esclarecimentos sobre os diferentes tipos de demência, seus sintomas, impactos e estratégias para lidar com as mudanças que ela impõe.
Prefaciar esta obra, mais do que um orgulho, é uma responsabilidade imensa, uma vez que a escrevem profissionais de competência ímpar.
Que esta leitura possa servir como um guia e um apoio, lembrando-nos sempre de que, mesmo diante das dificuldades, há espaço para o carinho, o respeito e a dignidade. Afinal, por trás do diagnóstico, há uma vida cheia de histórias, sentimentos e laços que merecem ser preservados.
Boa leitura!
Nara de Fátima Dutra Lemos
Assistente Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Doutora em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Ex-presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG (2023-2025).
Luto Familiar: Normal, Antecipatório e Complicado, 260
Erika Pallottino
Parte III Aspectos do Cuidado
31 Cuidador Formal e Cuidador Familiar: Diferenças no Cuidado, Atributos, Desafios e Formato de Trabalho, 269
Rosiléia Teixeira de Oliveira Dierckx • Edson de Oliveira Matos • Karina de Marchi Oliveira
32 Para Além das Quatro Paredes: Ambientes Pensados para Pessoas com Demência, 279
Taiuani Marquine Raymundo • Roberta Carolina Medeiros • Franciele Trevisan • Lilian Dias Bernardo
33 Rotina de Cuidados nas Diferentes Fases da Demência, 290
Daniel Espirito Santo da Silva • Fernanda Bruna do Nascimento Alves • Jhonatan Alves Sousa
34 Cuidado às Famílias: Conflitos e Dificuldades no Domicílio, 298
Christiano Barbosa da Silva • Renata Graniti
35 Papel do Serviço Social nos Cuidados da Pessoa com Demência: dos Direitos aos Desafios da Alta Hospitalar, 308
Sandra Rabello de Frias • Luciana da Silva Alcantara • Andréia de Albuquerque Trindade • Roberto Santos da Cunha • Soraia da Silva Rondão do Nascimento
36 Cuidado Oral da Pessoa Idosa com Demência, 325
Almir Oliva Filho • Ana Carolina de Oliveira e Cruz
37 Demência e Espiritualidade, 330
Anelise Fonseca • Gilse Prates
38 Modalidades de Atendimento Médico em Geriatria, 339
Anelise Fonseca • Raphael Cordeiro da Cruz • Talita Reis
39 Modelos Assistenciais – Hospital (Emergência, Enfermaria e Unidade de Terapia Intensiva) e Hospital de Transição (Preparo para a Alta e Gerenciamento do Cuidado), 349
Claudia dos Santos Inhaia • Ana Flávia Azevedo Querichelli
Ana Laura de Figueiredo Bersani • Magda Nery Mauro • Niele Silva de Moraes
43 Comorbidades: Demência e Condições Cardíacas – Doença Arterial Coronariana, Insuficiência Cardíaca, Hipertensão Arterial e Fibrilação Atrial, 395
Elizabete Viana de Freitas • Kalil Lays Mohallem
44 Demência e Anemia, 405
Rodrigo Doyle Portugal
45 Dor nas Diferentes Fases da Demência: Avaliação, Aspectos Farmacológicos e Não Farmacológicos, 410
Carolina Ams Prestes • Diogo Kallas Barcellos
46 Sexualidade nas Diferentes Fases da Demência, 422
Valmari Cristina Aranha Toscano • Milton Crenitte
Parte IV Temas Relevantes do Cuidado
47 Manual do Cuidador Familiar: Elementos Essenciais em Cada Fase da Demência, 429
Rosiléia Teixeira de Oliveira Dierckx • Edson de Oliveira Matos • Karina de Marchi Oliveira
48 Impacto da Demência no Financiamento da Saúde (Público e Privado) no Brasil, 440
Martha Oliveira
49 Robôs Socialmente Assistivos no Cuidado Multidisciplinar de Pessoas Idosas com Demência Residentes em Instituições de Longa Permanência para Idosos, 447
Meire Cachioni • Patrícia Bet • Raquel Ribeiro de Oliveira
50 Direção Veicular e Pessoas Idosas com Demência, 457
Otávio Castello de Campos Pereira
51 Vacinação nas Diferentes Fases das Demências, 467
Marcela Basso Pandolfi • Maisa Carla Kairalla
52 Telemedicina e Demência, 478
Roni Kumal
53 Decisões que Perduram: A Importância de Planejar o Cuidado e o Legado no Final da Vida – Testamento Civil, Curatela, Sucessão Patrimonial e Instrumento de Tomada de Decisão Apoiada, 485
Rose Aparecida Ferreira Ribeiro
54 A Tecnologia na Área da Saúde e o Impacto nas Demências, 492
3 Comprometimento/Transtorno Comportamental Leve e Comprometimento/Transtorno Cognitivo Leve: Pródromos das Demências, 18
4 Manejo do Comprometimento/Transtorno Cognitivo Leve: Diagnóstico, Características e Tratamento, 25
5 Doença de Alzheimer: Diagnóstico e Perspectivas Terapêuticas, 33
6 Doença de Alzheimer Leve: Marcadores e Sintomas, 44
7 Doença de Alzheimer Moderada: Marcadores e Sintomas, 52
8 Doença de Alzheimer Avançada: Marcadores e Sintomas, 59
9 Diagnóstico de Outras Demências Primárias, 67
10 Outras Demências Potencialmente Reversíveis, 78
11 Perspectivas Futuras de Diagnóstico, 87
6 Doença de Alzheimer Leve: Marcadores e Sintomas
INTRODUÇÃO
A doença de Alzheimer (DA) representa uma das maiores crises de saúde pública do século XXI. Caracterizada por um declínio progressivo da memória e de outras funções cognitivas, a DA afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Este capítulo tem como objetivo aprofundar o entendimento sobre essa doença, abordando desde os sintomas iniciais até os avanços mais recentes no diagnóstico. Por meio de uma análise detalhada, serão abordados os desafios do diagnóstico precoce e a importância da avaliação cognitiva-funcional e dos biomarcadores.
DOENÇA DE ALZHEIMER LEVE
A DA é uma doença compreendida como um continuum , ou seja, desde uma fase pré-clínica assintomática longa até a fase sintomática, que inclui o comprometimento cognitivo leve (CCL) e a demência. Destaca-se que na demência, além do agravamento do declínio cognitivo, há declínio funcional. A fase demencial pela doença de Alzheimer (DDA) divide-se em leve, moderada e avançada. Em 2019, foi estimado que 1,85 milhão de brasileiros encontrava-se acometido por essa enfermidade na fase demencial, sendo a prevalência maior nas faixas etárias mais elevadas.1,2
No entanto, a maioria destes 1,85 milhão de brasileiros com demência não teve direito ao acesso a esse diagnóstico. O subdiagnóstico das demências como um todo constitui um problema grave no mundo, tendo sido estimado em 80% no Brasil. Geralmente, as pessoas não são diagnosticadas na fase leve por diversos motivos, como o entendimento de que a
sintomatologia é normal do envelhecimento, além da dificuldade de acesso aos profissionais com habilidade para a realização do diagnóstico e da necessidade de maior capacitação dos profissionais de saúde na atenção primária, que constitui a porta de entrada de acesso à saúde, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), para a maior parte dos idosos brasileiros.1
Em todo o caso, esse atraso do diagnóstico para fases mais avançadas da demência priva o paciente do acesso ao tratamento com os anticolinesterásicos, que é disponibilizado gratuitamente pelo SUS, assim como inviabiliza para as famílias e os cuidadores o acesso aos conhecimentos necessários ao tratamento não farmacológico das demências, que é extremamente importante para o manejo dos sintomas comportamentais.
Um dos complicadores do diagnóstico é a queixa subjetiva de memória. A queixa de declínio da memória é especialmente comum na população idosa e, per se, eleva o risco de demência em duas vezes. O Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil) estimou que 29,21% dos idosos brasileiros apresentam declínio cognitivo subjetivo, correspondendo à condição na qual a pessoa percebe a alteração da memória ou de outro domínio cognitivo, mas os testes neuropsicológicos são normais; além disso, há independência funcional e o esquecimento não é percebido por terceiros.3
Para complicar a complexidade da avaliação da queixa de memória, à medida que há piora cognitiva e a pessoa evolui para CCL e DDA, observam-se o aparecimento e o agravamento da anosognosia, que consiste na incapacidade de reconhecer o próprio déficit, ou seja, a pessoa idosa passa a não perceber o esquecimento, e a queixa de declínio da memória “deixa de ser” do paciente “para ser” dos familiares e dos cuidadores.3,4
Marco Túlio Gualberto Cintra • Fabiana Carla Matos da Cunha Cintra
Diante deste contexto, é importante observar a gravidade do relato de esquecimento descrito pelo paciente e cuidador/familiar. Em geral, o esquecimento descrito pelo paciente com declínio cognitivo subjetivo e por pacientes deprimidos é mais grave do que o observado pelos acompanhantes, ao passo que a gravidade tende a ser similar em pacientes com CCL e mais grave para os acompanhantes em relação aos pacientes com DDA.3,4
Na avaliação da queixa de memória, deve-se ter em mente que o paciente com DDA na fase leve apresenta declínio na funcionalidade, ou seja, deixa de executar atividades de vida diária (AVD) que anteriormente eram realizadas sem dificuldades e, geralmente, devido à anosognosia, ele não percebe a gravidade do esquecimento nem o impacto dessa condição em suas AVD. O paciente não se esquece apenas de detalhes, mas do fato ou do evento recente como um todo; ademais, frequentemente não consegue se lembrar desses eventos mesmo com pistas cognitivas, e mais, agendas e lembretes não funcionam para recordação de compromissos.5
Leve
Perda de objetos/itens
Sintomas cognitivos
Sintomas psiquiátricos
Não neuropsiquiátricos
Esquecimento de compromissos
Esquecimento de contas/ medicamentos
Problemas ocasionais de encontrar as palavras
Dificuldade de se localizar em espaços não familiares
Abandona tarefas e passatempos mais desafiadores
Retraimento social leve
Ansiedade leve
Irritabilidade leve
Depressão leve
Dificuldade de manutenção do sono
Na Figura 6.1, são diferenciadas as características cognitivas, psiquiátricas e não psiquiátricas nas fases leve, moderada e avançada da DDA. Além das queixas de esquecimentos já detalhadamente descritas, destacam-se surgimento de alterações do sono, retraimento social, ansiedade, irritabilidade e sintomatologia depressiva.6
Ressalta-se que a manifestação da DDA pode ser atípica, não predominando o comprometimento da memória episódica, mas outros domínios da cognição, como a linguagem, as funções executivas, a atenção e concentração, bem como a flutuação cognitiva, especialmente nos pacientes com menos de 60 anos de idade, dos quais 26% dos acometidos podem iniciar com sintomatologia atípica.
Além disso, não raramente, a manifestação inicial pode ser por meio de sintomas neuropsiquiátricos, como sintomatologia depressiva, ansiedade, entre outros.6 Destaca-se que apresentações iniciais com parkinsonismo, predominância de alteração das funções executivas e/ou da função visuoespacial, alteração de linguagem ou alteração comportamental
Moderada Avançada
Dificuldade de se localizar em espaços familiares
Deixar o fogão ligado
Dificuldade de preparo das refeições
Dificuldade com cálculos simples
Dificuldade com tarefas/passatempos simples
Dificuldade com celular, computador e serviços de utilidade pública
Desorientação no tempo e no espaço
Dificuldade clara em encontrar as palavras
Julgamento pobre (finanças e planejamento)
Apraxia leve
Irritabilidade/labilidade emocional
Comportamento de agressividade
Delírium ocasionais
Piora da ansiedade
Alucinações raros
Perambulação/tentativas de fugas
Redução de apetite/perda de peso
Sintomas extrapiramidais leves
(rigidez e bradicinesia)
Insônia
Incontinência (variável)
Mioclonias ocasionais
Convulsões (raro)
Apraxia consistente
Reconhecimento pobre de pessoas familiares
Afasia grave (afasia global)
Alucinações
Apatia
Acometimento da marcha e equilíbrio
Rigidez (gegenhalten)
Incontinência
Convulsões
Figura 6.1 Sintomatologia das fases leve, moderada e avançada da demência pela doença de Alzheimer
Fonte: adaptada de McDade et al., 2022.6
12 Doença de Alzheimer Leve e Moderada: Tratamento Farmacológico, 95
13 Tratamento da Doença de Alzheimer Avançada, 101
14 Tratamento de Outras Demências Primárias e Potencialmente Reversíveis, 112
15 Principais Manifestações Neuropsiquiátricas na Demência e seu Tratamento, 117
16 Demências e Síndrome de Fragilidade no Idoso: Desafios e Abordagens Multidisciplinares, 126
17 Abordagem Paliativa e Cuidados ao Fim da Vida nas Demências Avançadas, 137
18 Principais Intercorrências Clínicas em Cada Fase da Demência, 147
19 Diretivas Antecipadas de Vontade e Biodireito, 155
20 Tratamento Multidisciplinar: Fisioterapia, 162
21 Tratamento Multidisciplinar: Profissional de Educação Física, 173
25 Musicoterapia como Terapia Complementar no Cuidado de Pessoas com Demências, 217
26 Terapias Complementares na Doença de Alzheimer: Biofilia e Terapia Assistida por Animais, 223
27 Terapias Complementares na Doença de Alzheimer: Mandalas Terapêuticas Aplicadas no Ambulatório de Geriatria, 230
28 Cuidado Psicológico nas Demências: Estratégias
Interdisciplinares de Suporte a Pacientes, Familiares e Cuidadores, 237
29 Cuidados de Enfermagem à Pessoa Idosa com Demência, 248
30 Luto Familiar: Normal, Antecipatório e Complicado, 260
29
Cuidados de Enfermagem à Pessoa Idosa com Demência
INTRODUÇÃO
O envelhecimento populacional é um fenômeno em nível mundial que representa uma conquista do ser humano diante das doenças e outras ameaças à continuidade da vida. Todavia, esta longevidade traz para a sociedade o desafio de ofertar cuidado de longa duração em um cenário demográfico desfavorável caracterizado por redes de apoio frágeis, desigualdades econômicas, disparidades regionais no que se refere ao acesso à saúde, nível educacional deficiente, relações de trabalho precárias, prevalência de doenças crônica e degenerativas que geram alta demanda por cuidados.1
Como resposta ao cenário exposto, foi sancionada a Lei no 14.878, de 4 de junho de 2024, que instituiu a Política Nacional de Cuidado Integral às Pessoas com doença de Alzheimer (DA) e outras demências. Em seu texto, a demência é definida como uma síndrome (conjunto de sinais e sintomas), usualmente de natureza crônica ou progressiva, caracterizada pela deterioração da função cognitiva ou da capacidade de processar o pensamento além da que pode ser esperada no envelhecimento normal, afetando domínios, como a memória, o raciocínio, a orientação, a compreensão, o cálculo, a capacidade de aprendizagem, a linguagem e a capacidade de julgamento do indivíduo.2
As diretrizes desta política evidenciam a importância estratégica da atenção primária à saúde na detecção precoce das demências, sendo necessária a capacitação de todos os profissionais e serviços que a integram. Reforça o olhar integral e interdisciplinar necessário para a abordagem da pessoa idosa na condição de portador de um quadro demencial. Dessa
maneira, deve-se desenvolver uma linha de cuidado em demências na qual a enfermagem é um elo forte de conexão entre os profissionais envolvidos, o idoso e sua rede de apoio (família, instituição, serviços de saúde, comunidade).
O subdiagnóstico das demências identificado pelo Relatório Nacional de Demências revela que as taxas nacionais podem estar entre as maiores do mundo e acima de 80%.3 Com isso, a população idosa não recebe o devido cuidado em tempo hábil, possibilitando desfechos desfavoráveis e aumentando a sobrecarga sobre os serviços de saúde e sobre os cuidadores (familiares ou profissionais). Este dado reafirma a importância da capacitação dos profissionais de saúde quanto aos testes de rastreio e ao manejo das demências com recursos não farmacológicos.
Ao abordar especificamente a pessoa idosa com quadro demencial instalado, a enfermagem gerontológica deve ser munida de instrumento metodológico que lhe possibilite identificar as respostas humanas passíveis de sofrerem influência pela ação da equipe de enfermagem, que são os diagnósticos de enfermagem.4 Entre os diagnósticos elencados a partir da avaliação inicial, o(a) enfermeiro(a) deve selecionar os prioritários, estabelecer resultados possíveis (Classificação dos Resultados de Enfermagem [NOC; do inglês, Nursing Outcomes Classification]) e prescrever os cuidados de enfermagem (Classificação das Intervenções de Enfermagem [NIC; do inglês, Nursing Interventions Classification]), que serão realizados pela equipe de enfermagem, se o cenário de cuidado é uma instituição de saúde, ou pelo familiar, caso o cuidado ocorra em nível domiciliar.5,6
Desse modo, independentemente do cenário o(a) enfermeiro(a) que esteja atendendo uma pessoa idosa deve compreender que:
Orientação: memória recente, atenção e orientação temporoespacial
Memória: curto e longo prazo
No dia a dia fornecer pistas, tais como eventos atuais (natal, carnaval), estações, localização e nome
Orientação para a realidade: deixar expostos calendários e relógios de parede
Estabelecer uma rotina diária de cuidados sem alterações bruscas
(horário das refeições)
Colocar pulseira de identificação na pessoa idosa ou outros recursos possíveis (risco de fuga)
Terapia de validação: não se concentra nos fatos, mas no conteúdo
emocional
Terapia de recordação: uso de lembranças de eventos passados, sentimentos, pensamentos para facilitar o prazer, a qualidade de vida ou a adaptação para circunstâncias atuais
Terapia de reminiscências
Usar auxiliares da memória: lembretes, listas de verificação
Atividades comemorativas que tenham significado para a pessoa idosa
Musicoterapia
Terapia assistida com animais
Toque terapêutico
Presença
Linguagem: fala espontânea, compreensão oral, repetição, nomeação, leitura e escrita
Rodas de conversas
Estimulação cognitiva: oficinas de jardinagem, jornal, beleza, culinária, jogos
Pedir para a pessoa idosa repetir as informações novas
Escuta ativa
Usar recursos não verbais de comunicação para acessar o verbal
Um estímulo por vez
Fazer movimento de afirmação com a cabeça: mostrar para a pessoa idosa que se importa com suas necessidades
Figura 29.1 Intervenções para pessoas idosas com queixa cognitiva
comunicação com o familiar com demência, estratégias para aliviar sobrecarga do cuidador e para lidar com a perda e o sofrimento humano de um ente querido são ações essenciais. O cuidado com o preparo e o enfrentamento familiar e/ou cuidador é fundamental para excelência do cuidado à pessoa idosa.
Escala de Braden
A pessoa idosa com quadro demencial em fase moderada a avançada pode apresentar mobilidade e locomoção prejudicadas, incontinência vesicointestinal, deglutição deficiente (que pode favorecer a ingesta nutricional e hídrica deficiente) e percepção sensorial à dor diminuída. Essas questões propiciam
o aparecimento de lesões de pele, como a lesão por pressão (LPP), cuja etiologia tem fatores intrínsecos, como idade, medicamentos em uso, estado nutricional e hidratação, e fatores extrínsecos, como fricção da pele, qualidade do colchão e equipe treinada para medidas de prevenção.
A Escala de Braden é um instrumento utilizado na prevenção de LPP e deve ser empregada em todo serviço assistencial que atenda a população idosa. Sua aplicação e interpretação permitem planejar cuidados preventivos e intervenções profiláticas que possam ser implementadas de forma individualizada e humanizada para cada paciente. É recomendável que sua aplicação ocorra o mais precocemente
III
Aspectos do Cuidado
31 Cuidador Formal e Cuidador Familiar: Diferenças no Cuidado, Atributos, Desafios e Formato de Trabalho, 269
32 Para Além das Quatro Paredes: Ambientes Pensados para Pessoas com Demência, 279
33 Rotina de Cuidados nas Diferentes Fases da Demência, 290
34 Cuidado às Famílias: Conflitos e Dificuldades no Domicílio, 298
35 O Papel do Serviço Social nos Cuidados da Pessoa com Demência: dos Direitos aos Desafios da Alta Hospitalar, 308
36 Cuidado Oral da Pessoa Idosa com Demência, 325
37 Demência e Espiritualidade, 330
38 Modalidades de Atendimento Médico em Geriatria, 339
39 Modelos Assistenciais – Hospital (Emergência, Enfermaria e Unidade de Terapia Intensiva) e Hospital de Transição (Preparo para a Alta e Gerenciamento do Cuidado), 349
O impacto das doenças neurológicas, incluindo o acidente vascular encefálico (AVE) e a demência, deve crescer substancialmente nas próximas décadas. Por isso, a saúde cerebral tem sido cada vez mais uma prioridade de saúde pública e, ao mesmo tempo, um grande desafio. As doenças cardiovasculares (DCV) são a principal causa de morte e incapacidade no Brasil e no mundo. Evidências cada vez mais robustas mostram que o coração e o cérebro, antes considerados sistemas orgânicos independentes, são interdependentes e ligados por fatores de risco compartilhados. Estudos projetados para elucidar os mecanismos patogênicos relacionados com essa associação mostram que pessoas com várias condições cardíacas podem ter alterações microestruturais cerebrais ocultas e comprometimento cognitivo.
Esses achados deram origem à ideia de que, ao melhorar a saúde cardiovascular mais cedo na vida, pode-se, mais tarde, reduzir o risco de AVE, bem como impedir o início ou a progressão do comprometimento cognitivo. Neste capítulo, serão abordados os mecanismos patogênicos que ligam quatro condições cardíacas prevalentes em adultos (hipertensão arterial [HA], fibrilação atrial [FA], insuficiência cardíaca [IC] e doença arterial coronariana [DAC]) ao comprometimento cognitivo.
Estudos projetados para elucidar os mecanismos patogênicos relacionados com essa associação mostram que indivíduos com várias condições cardíacas podem ter alterações microestruturais cerebrais ocultas e comprometimento cognitivo. Estudos indicam que todas as principais DCV estão associadas a maior
risco de desenvolvimento de demência, em especial à demência vascular (DV).1
O AVE, por exemplo, fortemente associado à demência, confere um risco aumento de 70%. Alguns fatores de risco cardiovasculares são compartilhados entre as DCV e as demências. Na Figura 43.1 estão alguns citados como sedentarismo, HA, dislipidemia, diabetes melito (DM), sugerindo que a prevenção desses fatores de risco poderia contribuir para a redução dos quadros demenciais. A demência é um diagnóstico clínico definido como sintomas cognitivos que interferem na habilidade de funcionamento durante as atividades usuais diárias. É uma doença neurodegenerativa devastadora que afeta milhões de pessoas no mundo.2
Espera-se que a carga global de demência quase triplique de aproximadamente 46 milhões de casos em 2015 para 132 milhões de casos em 2050, tornando os custos humanos e econômicos desta doença uma preocupação cada vez mais maior.3
Os sintomas de demência são precedidos por um período relativamente longo em que os pacientes sofrem de alterações cognitivas sutis, denominado declínio cognitivo leve.
Na doença de Alzheimer (DA), que é a forma mais comum de demência, as alterações desta fase podem durar décadas. Não existe uma causa única obvia para ela, tendo sido levantadas várias hipóteses em relação à sua patogênese, não havendo tratamento curativo.
Embora a proteína beta-amiloide seja o marcador patológico da DA, a hipótese da “cascata amiloide” como causa da mesma tem sido questionada. Os estudos randomizados, que tiveram como objetivo reduzir a carga beta-amiloide (Aβ), falharam em
Subtipos de demências
Doença não relacionada à DA e demência vascular
Fatores de risco cardiovascular
Evidências
Alto IMC na meia idade
Triglicerídios elevados na terceira idade
HDL-c elevado na meia-idade
Colesterol total elevado na meia-idade
LDL-celevado na meia-idade
Hipertensão
Diabetes
Inatividade física
Estudos observacionais Genética humana
Estudos observacionais Genética humana
Fumar
Não adesão às diretrizes alimentares
NAFLD
Microbiota intestinal não benéfica
Figura 43.2 Fatores de risco e sua relação com o tipo de demência
DA: doença de Alzheimer; IMC: índice de massa corporal; HDL-c: colesterol da lipoproteína de alta densidade; LDL-c: colesterol da lipoproteína de baixa densidade; NAFLD: doença hepática gordurosa não alcoólica.
Fonte: adaptada de Nordestgaard et al., 2022.4
IV Temas Relevantes do Cuidado
47 Manual do Cuidador Familiar: Elementos Essenciais em Cada Fase da Demência, 429
48 Impacto da Demência no Financiamento da Saúde (Público e Privado) no Brasil, 440
49 Robôs Socialmente Assistivos no Cuidado Multidisciplinar de Pessoas Idosas com Demência Residentes em Instituições de Longa Permanência para Idosos, 447
50 Direção Veicular e Pessoas Idosas com Demência, 457
51 Vacinação nas Diferentes Fases das Demências, 467
52 Telemedicina e Demência, 478
53 Decisões que Perduram: A Importância de Planejar o Cuidado e o Legado no Final da Vida – Testamento Civil, Curatela, Sucessão Patrimonial e Instrumento de Tomada de Decisão Apoiada, 485
54 A Tecnologia na Área da Saúde e o Impacto nas Demências, 492
55 Inteligência Artificial e Demência, 508
52 Telemedicina e Demência
Roni Kumal
INTRODUÇÃO
O envelhecimento das populações na América Latina e no Caribe vem resultando em aumento sem precedentes de doenças relacionadas com a idade, como a demência, conferindo a essas condições uma importância crescente na saúde pública.1
Demência, como um termo genérico, define uma série de distúrbios crônicos caracterizados por comprometimento cognitivo e funcional que compreendem uma variedade de condições médicas específicas, por exemplo:2
Doença de Alzheimer (DA).
Demência vascular (DV).
Demência por corpos de Lewy (DCL).
Demência frontotemporal (DFT).
A demência afeta principalmente pessoas mais velhas, embora não faça parte do envelhecimento normal. Como as pessoas estão vivendo mais, o número de afetados – tanto indivíduos com demência quanto suas famílias – está aumentando. A forma mais prevalente de demência é a DA, que corresponde a 60% a 70% dos casos; no entanto, a demência em pessoas acima de 80 anos de idade costuma ter causas múltiplas.3
A demência é um desafio de saúde pública com consequências muitas vezes devastadoras para os pacientes e seus cuidadores. É uma das principais causas de incapacidade e dependência em adultos mais velhos, sendo também a sétima principal causa de morte nesta faixa etária. Essa realidade reforça a necessidade de políticas que garantam abordagens adequadas e promovam o fortalecimento de medidas preventivas, surgindo oportunidades para o uso de
tecnologias que facilitem o cuidado e o acesso destes indivíduos ao sistema de saúde.3
Pessoas com demência experimentam visitas frequentes ao setor de emergência, múltiplas transições de cuidados, uso inadequado de medicamentos e cuidados de fim de vida que frequentemente não estão alinhados aos seus valores. Dada a progressão prolongada da doença, é fundamental o acompanhamento contínuo por uma equipe especializada, que possa oferecer suporte ao paciente e à família nas diferentes fases da doença.4
O diagnóstico de demência é inicialmente clínico e envolve a coleta de histórico médico do paciente por meio de conversas com ele, seus familiares e amigos, além da análise de sua funcionalidade prévia e atual. A avaliação inicial inclui exames cognitivos breves, como Miniexame do Estado Mental (MEEM), teste de fluência verbal, teste do desenho do relógio e Avaliação Cognitiva de Montreal (MoCA; do inglês, Montreal Cognitive Assessment). Pelo crescente número de casos, sobretudo em idosos, é necessário explorar novas formas de abordagem e diagnóstico, visando ao melhor acesso. Assim, pode-se pensar em realizar o diagnóstico de transtorno cognitivo nesta população por videoconferência, que se mostra uma alternativa significativa ao método presencial.5
Quando se olha para os idosos, a maior parte dos indivíduos com demência e, portanto, alvo de ações preventivas, sua saúde é preservada quando lhes é garantido o suporte necessário para manter as condições que promovem o seu bem-estar. Nesse sentido, fatores ambientais desempenham papel crucial, afetando diretamente a qualidade de vida do idoso. O conceito de ambiente aqui vai além do físico, abrangendo as tecnologias, os serviços e as políticas públicas, os aspectos culturais e emocionais. Desse modo, as tecnologias, como a própria telemedicina, podem
A presença de cuidadores mais jovens, que geralmente têm maior familiaridade com tecnologia, pode melhorar o sucesso das consultas por telemedicina, sendo eles os alvos de ações para maior inclusão aos pacientes a essas novas modalidades de cuidados.15
Em contrapartida, as experiências da telemedicina na assistência aos idosos podem ser exitosas. Faltam evidências de sua aplicabilidade em idosos com demência, mas um estudo recente de Alexander et al. (2023)16 mostrou aspectos positivos da implementação de uma clínica interdisciplinar de telemedicina para pacientes idosos com câncer. Eles desenvolveram uma estrutura para o Programa Interdisciplinar em Câncer e Envelhecimento Clínica (CAIT), identificaram os facilitadores, as barreiras e definiram o potencial de replicação do programa. O objetivo foi fornecer uma avaliação geriátrica interdisciplinar, recomendações e otimizações de manejo para pacientes idosos com câncer prestes a iniciar tratamento oncológico.16 Um diagrama de driver foi desenvolvido por “mapeamento retroativo” com base em nossas suposições sobre o que seria necessário para atingir o objetivo (Figura 52.1).
Objetivos
Este modelo permite ao paciente escolher como deseja utilizar o serviço (ou seja, pessoalmente, remotamente ou híbrido). Muitas vezes, eles não estão dispostos a passar por visitas multidisciplinares demoradas. Muitos pacientes têm dificuldade em encontrar cuidadores que podem se ausentar do trabalho para acompanhá-los. Neste programa, a avaliação geriátrica identificou múltiplos déficits não detectados, como problemas funcionais, dependência ou comprometimento cognitivo. Por exemplo, 53% dos pacientes apresentaram desempenho funcional prejudicado, o que poderia interferir no tratamento do câncer.16
ASPECTOS PRÁTICOS
Pessoas com DA ou outras demências relacionadas podem enfrentar barreiras à telemedicina pelos distúrbios da sua cognição, como manter a atenção, alterações de memória, percepção, fala e linguagem, além de transtornos de humor, o que torna o uso de aplicativos desafiador.
Principais motivadores
Prestação de avaliação geriátrica interdisciplinar em tempo hábil
Participação e interação clínica
Participação do paciente
Motivadores secundários
Comunicação fácil e conveniente entre os clínicos
Fluxo clínico tranquilo e sem interrupções
Disponibilidade de telemedicina
Horários convenientes da clínica
Transporte
Disponibilidade da família/cuidador
Disponibilidade capacidade de telessaúde
Figura 52.1 Diagrama para equipe clínica interdisciplinar no tratamento de idosos com demência
Fonte: adaptada de Alexander et al., 2023.16
Índice
A
Abandono, 303
Abordagem
- centrada no paciente, 357
- paliativa, 137
Abuso
- econômico, 303
- emocional ou psicológico, 303
- físico, 303
- sexual, 303
Acamamento, 61
Aceitação pelos profissionais, 511
Acessibilidade e funcionamento, 283
Acolhimento, 301
Adaptabilidade, 283
Adaptação de utensílios, 200
Adequação do ambiente físico, 435
Adjuvantes, 417
Afasia primária progressiva, 73
- não fluente, 73, 76
Agência Nacional de Saúde Suplementar, 441
Agentes tópicos, 417
Agitação, 20, 119, 431
Agressividade, 119, 120, 431
Alimentação, 109, 432
- artificial na demência avançada, 109
- de conforto, 192, 199
- e hidratação artificial, 192
Alimentos fritos, 190
Alterações
- comportamentais, 53, 351
- de apetite e de hábitos alimentares, 122
- de sono, 120
- do estado nutricional na demência, 187
- do humor, 149 - linguísticas, 196
- na alimentação, 60
- nutricionais, 388
Alucinações, 20, 122
Ambiente(s)
- de atendimento, 350
- físico e social, 210
- pensados para pessoas com demência, 279
Analgésicos
- anti-inflamatórios, 417
- simples, 416
Análise de dados em tempo real, 502
Anemia, 405
- como componente causal da demência, 407
- e demência, 405
- - fatores relacionados à, 406
Animais de estimação, 284
Ansiedade, 20, 118
Antagonista do receptor N-metil-D-aspartato, 97
Anticonvulsivantes, 418
Antidepressivos, 417
- inibidores de recaptação de noradrenalina e serotonina, 418
- tricíclicos, 417
Anti-inflamatórios não esteroides, 417
Antirreabsortivos ósseos, 388
Apatia, 20, 118
Apetite, 20, 432
Apoio psicossocial, 134
Apraxia, 53
Apresentação do alimento à pessoa com demência, 200
Aspectos
- legais e éticos no, 305
- psicossociais e comportamentais, 196
- sensoriais, 283
Assistência domiciliar, 340
Assistentes
- robóticos e domésticos, 500
- virtuais, 503
Atenção, 19, 179
- e cálculo, 179
Atendimento
- ambulatorial, 340
- domiciliar, 342
- integral institucional, 340
Atividade(s)
- básicas
- - de vida diária (ABVD), 19
- - instrumentais e avançadas de vida diária, 8
- física, 173
- instrumentais de vida diária (AIVD), 19
Autocuidado, 299, 438
- dos familiares, 299
- dos profissionais de saúde, 299
Automação/robótica, 509, 511
- em assistentes virtuais, 511
Autonomia, 7, 271, 487
- consciente, 487
Avaliação
- clínica, 132
- cognitiva
- - de Montreal, 28, 48
- - e comportamental, 179
- - em pacientes com câncer, 365
- das atividades de vida diária, 46, 47
- de dor
- - em pacientes demenciados, 410
- - na demência avançada, 63, 64
- - para idosos com habilidade limitada para se comunicar, 411
- de saúde oral nas demências, 326
- do condutor com demência, 460
- em enfermagem gerontológica, 250
- física, 177
- fisioterapêutica, 163
- funcional, 177
- geriátrica ampla, 132
- multidimensional
- - da pessoa idosa com demência, 176
- - para a prescrição de exercícios físicos, 176
Aves, 190
Azeite, 190
B
Baclofeno, 419
Baixa ingestão, 201
Banho, 433
Bifosfonatos, 388
Biodireito, 155
Biofeedback de eletroencefalografia, 368
Biofilia, 223, 224
Biomarcadores, 39, 41, 177
- da doença de Alzheimer, 39
- motores, 177
Bupropiona, 114
Busca por significado e propósito, 336
C
Canabinoides, 418
Câncer
- e demência, 361
- e possíveis manifestações clínicas neurológicas na pessoa idosa, 361
- impacto na função cognitiva, 363
Capacidade de tomada de decisões e autonomia da pessoa idosa, 424
Carisoprodol, 419
Carne vermelha, 190
Casa-lar, 340
Centralidade no paciente, 133
Centro
- de convivência, 340
- dia, 340
Cereais integrais, 190
Checklist de alta segura, 357
Ciclobenzaprina, 419
Classificação de risco para atendimento domiciliar individual, 343
Clínica(s)
- ampliada, 301
- de transição, 357
Coanalgésicos, 417
Colaboração humano-robô, 455
Colesterol da lipoproteína de baixa densidade alto, 14
Comorbidades
- câncer e demência, 361
- e demência, 147
Comportamento(s)
- desafiadores, 431
- motor aberrante, 124
- sedentário, 173
Comprometimento
- cognitivo, 22, 352
- - leve, 18, 22
- - - características, 25
- - - diagnóstico, 26
- - - manejo do, 25
- - - tratamento, 29
- - relacionado
- - - ao câncer, 362, 366
- - - às comorbidades, ao câncer e às terapias oncológicas, 363
- comportamental leve, 23
- motor, 61
Comunicação, 140, 195, 350, 430
- demanda diária, 198
Condições cardíacas, 395
Condomínios residenciais com telessaúde integrada de estilo de vida, 499
Condução veicular por pessoas acometidas por demência, 458
Conferência familiar, 302
Conflitos e dificuldades no domicílio, 298
Conforto auditivo, 286
Consolabilidade, 143
Constrangimento, 304
Consumo excessivo de álcool, 15
Contenção mecânica, 354
Contexto histórico, 3
Controle, escolha e autonomia, 283
Coordenação interdisciplinar, 133
Covid-19, 474
Coworking intergeracional, 499
Cuidado(s), 237, 270
- básicos da vida diária, 432
- de enfermagem, 248
- de fim de vida, 108, 137, 141
- de pessoas idosas, 305
- integrados e interdisciplinares, 504
- na alimentação, 432
- na higiene oral, 433
- no banho, 434
- no manejo multidisciplinar, 133
- oral, 325
- paliativo na doença de Alzheimer, 104, 105, 108
- - avançada, 105
- - terminal, 108
- para a participação social, 437
- para adequação do ambiente e segurança, 436
- para monitoramento da saúde e cuidados especiais, 436
- para o descanso e sono, 435
- para o uso do vaso sanitário, incontinência ou perda involuntária, 434
- psicológico nas demências, 237
Cuidador(es)
- e autocuidado, 437
- familiar, 269, 294
- formal, 269, 270
- - aspectos legais e regulatórios do trabalho de, 273
- - atributos e atribuições do, 271
- - desafios do trabalho do, 273
- informal, 274
- - atributos e atribuições do, 275
- - desafios do trabalho do, 276
- primário, 274
- profissionais, 355
- secundário, 274
- terciário, 274
Culpa, 304
Curatela, 488
D
Declínio cognitivo
- e comunicação, 196
- observado, 27
- significativo, 127
- subjetivo, 21
Deficiência
- auditiva, 352
- visual, 352
Déficit
- de atenção e memória, 149
- de comunicação e de deglutição na demência, 196
- de vitamina B12, 114
Delírios, 20, 122
Delirium, 351, 352
- e demência, 148
- na unidade de terapia intensiva, 355
- terminal, 109
Demência(s)
- avançada, 138
- biofilia e, 224
- classificação semiológica das, 24
- de Alzheimer, 34
- de base vascular, 67
- diabetes melito e, 371
- e a importância do cuidado multidisciplinar, 510
- e anemia, 405
- e diálise paliativa, 380
- e doença pulmonar obstrutiva crônica, 376
- e espiritualidade, 330
- e síndrome de fragilidade no idoso, 126
- fase
- - avançada e terminal, 151
- - inicial, 148
- - intermediária, 150
- - terminal, 153
- frontotemporal, 67, 71, 112, 147
- - variante comportamental, 73
- grave
- - a avançada e doença pulmonar obstrutiva crônica, 375
- - e diabetes melito, 373
- impacto
- - econômico, 442
- - na demanda por serviços de saúde, 441
- leve
- - a moderada e doença renal crônica, 379
- - e diabetes melito, 372
- - e doença pulmonar obstrutiva crônica, 374
- manifestações neuropsiquiátricas na, 117
- moderada
- - e diabetes melito, 372
- - e doença pulmonar obstrutiva crônica, 375
- não Alzheimer características clínicas e diagnósticas de, 67
- no Brasil, 468
- por corpos de Lewy, 147
- por doença de Alzheimer e demência vascular, 397
- potencialmente reversíveis, 78, 79, 113
- - avaliação diagnóstica, 78
- - exames complementares, 79
- primárias, 67
- rapidamente progressiva, 80
- vascular, 67, 113, 147
Dengue, 475
Denosumabe, 389
Dependência, 271
Depressão, 14, 84, 114, 118
Desafios
- éticos e inclusão no uso de tecnologias, 494
- psicológicos na investigação diagnóstica, 238
- vivenciados pelos familiares, 242
Desamparo, 304
Descanso e sono, 285, 434
Desidratação, 353
Desinibição, 20, 123
Diabetes melito, 15, 371
Diagnóstico
- de outras demências primárias, 67
- e detecção precoce, 494
- remoto da demência, 482
Dimensão
- organizacional, 301
- profissional, 301
- sistêmica, 301
Dipirona, 417
Direção veicular e a pessoa idosa, 457
Direitos
- das famílias, 308, 313
- - no cuidado à pessoa com doença de Alzheimer, 313
- relativos à doença de Alzheimer, 312
Diretivas antecipadas de vontade, 140, 155, 158
- e problemas cognitivos, 159
Disfagia
- faríngea, 60
- grave, 60
- oral, 60
Disfunção
- energética e metabólica, 131
- microvascular, 399
Dispneia, 108, 143
Dispositivos assistentes e sensores, 501
Dispraxia, 53
Distúrbio(s)
- do sono, 54
- - REM, 113
- neuropsiquiátricos, 53
- nutricionais, 149
Doces, 190
Doença(s)
- arterial coronariana, 395, 397
- cardiovascular aterosclerótica, 396
- crônicas, 148
- de Alzheimer, 33
- - avançada, 59
- - - critérios diagnósticos da, 101
- - - cuidado paliativo na, 105
- - - marcadores clínicos, 60
- - - tratamento da, 101, 103
- - - - farmacológico na, 103
- - - - não farmacológico na, 104
- - biomarcadores da, 39
- - caracterização clínica, 35
- - cuidado paliativo na, 104
- - descrição, 33
- - evolução do diagnóstico, 33
- - legislação e cuidado necessário à pessoa com, 310
- - leve, 44, 95
- - moderada, 52, 57, 95
- - - descrição, 52
- - - marcadores biológicos da, 57
- - - sintomas clínicos, 52
- - terapias complementares na, 223, 230
- - terminal cuidado paliativo na, 108
- - tratamento na, 95
- em terminalidade, 138
- endocrinológicas ou metabólicas, 387
- gastrintestinais, 387
- hematológicas, 388
- por corpos de Lewy, 112
- pulmonar obstrutiva crônica, 371, 374
- renal crônica, 377, 378, 387
- - terminal, 378
- reumatológicas, 388
Donepezila, 96, 114
Dor, 62, 142, 153
- nas diferentes fases da demência, 410
- terapias farmacológicas, 416
- tratamento não farmacológico, 413
EEficiência, 493
Eixos hormonal e endotelial, 131
Emergência, 349, 350
Encefalites crônicas, 115
Enfermaria, 349, 352
Envelhecimento, 6
- ativo e prevenção, 505
- da população, 269
- populacional, 248, 467
Epidemiologia das demências, 12
Equipe interdisciplinar, 357
Escala(s)
- de avaliação
- - da dor de Wong-Baker, 63
- - de uso de fraldas e absorventes, 253
- de Braden, 251
- de deterioração global, 55, 102
- de estadiamento clínico, 54, 56, 102
- de observação de desconforto respiratório, 144
- FAST, 102
Escolha pelos doces, 200
Espiritualidade, 330, 331
Estética e aparência, 283
Estimulação e desafio, 283
Estimulantes do sistema nervoso central, 368
Estratégias de suporte, 244
Exercícios físicos, 174, 176, 180
Expressão(ões)
- facial, 143
- sexuais em pessoas com demência, 423
F
Família/estrutura familiar/dinâmica familiar, 302
Familiares, 355
Familiaridade, 283
Fase avançada da demência, 469
Fatores
- de risco
- - modificáveis, 14
- - na fase final da vida, 15
- - na meia-idade, 14
- - não modificáveis, 12
- - no início da vida, 14
- genéticos, 13
- psicológicos e sociais, 131
- sociodemográficos, 12
Febre amarela, 474
Feedback auditivo e visual, 482
Fenótipo de fragilidade de Fried, 127, 130
Fibrilação atrial, 395, 400
Fideologia, 332
Financiamento
- da saúde, 440
- privado, 440
- público, 440
- suplementar, 441
Fisioterapia, 162
Foco
- na funcionalidade, 133
- na reabilitação, 357
Fonoaudiologia, 195, 197
Fontes de financiamento privado, 440
Fragilidade, 461
Fruição e participação da pessoa idosa com demência nos ambientes domiciliares, 281
Frutas
- oleaginosas, 190
- vermelhas, 190
Funções executivas, 19, 53
G
Galantamina, 97
Gerenciamento
- do cuidado, 349
- - após a alta hospitalar, 358 - do lar, 285 - medicamentoso, 284
Geriatria, 6
Gerontologia, 6
Gestão de comorbidades, 134 Grupo(s), 368 - de suporte, 305
- Assessment in Impaired Cognition (PAIC-15), 412, 414
- Intensity Measure for Persons with Dementia, 411
Painel de rotina, 295
Paracetamol, 417
Participação
- em comunidades religiosas, 336
- social, 437
Peixe, 190
Percepção da saúde e gestão da saúde, 249
Perda
- auditiva, 14
- de funcionalidade, 291
- de visão não tratada, 16
- involuntária, 433
Personalização, 201, 283, 455, 482, 493
- da hidratação, 201
Perspectivas futuras de diagnóstico
- por biomarcadores, 89
- por imagem, 87
Pessoa com demência, 208
Piora de sintomas comportamentais, 64
Planejamento
- antecipado de cuidados, 134, 356
- jurídico no final da vida, 490
Plano(s)
- de cuidado(s), 140, 255
- de proteção à saúde óssea nas demências, 392
- de saúde, 441
- terapêutico individualizado, 356
Polifarmácia, 134, 284, 296
Políticas públicas, 309, 442
- de moradia, 280
Poluição do ar, 16
Prática de valores positivos, 336
Praxias, 19
Práxis construtiva, 180
Preparo
- de refeições, 284
- para a alta, 349, 356
Prevenção de acidentes, 435
Princípios das comunidades “amigas” da pessoa com demência, 281
Privação de sono, 352
Privacidade, 283, 511
- e segurança, 511
Problemas de saúde bucal da população idosa, 325
Processamento de linguagem natural, 509
Processo
- avaliativo, 205
- de envelhecimento, 6
- de intervenção, 208
Pródromos das demências, 18
Profissional(is)
- de educação física, 173
- de saúde, 355
Programas
- de exercícios físicos, 367
- de treinamento cerebral, 367
Promoção da nutrição e da hidratação, 134
Proteção indireta, 475
Psicoeducação, 368
Q
Qualidade
- de vida, 8
- dos dados, 511
Quedas, 149, 353
Queijo, 190
Queixas em pacientes oncológicos, 362
Questionário
- FICA, 334
- HOPE, 334
Quimioterapia, 364
R
Radioterapia, 365
Raiva, 304
Reabilitação fonoaudiológica, 196
Realidade virtual e aumentada, 497
Recursos
- e apoio, 305
- fonoaudiológicos, 197
Recusa alimentar, 60
Rede de apoio, 437, 438
Redução do estigma e melhoria do suporte social, 505
Reflexão e oração, 336
Registro e evocação de memória, 179
Relaxamento, 367
Relaxantes musculares, 419
Religião, 331
Religiosidade
- extrínseca, 332
- intrínseca, 331
- não organizacional, 332
- organizacional, 332
Resolução de problemas, 53
Resolutividade
- na emergência e alta precoce, 351
- nas principais queixas e diagnósticos, 350
Respiração, 143
Revolução tecnológica na medicina, 492
Risco de polifarmácia, 296
Rituais e cerimônias, 336
Rivastigmina, 97, 113
Robôs
- companheiros, 500
- de telepresença, 449
- do tipo animal de estimação, 449
- humanoides, 450
- socialmente assistivos, 447-449, 451
- - considerações éticas e legais, 452
- - perspectivas futuras, 453
Robótica, 495
Romosozumabe, 389
Rotina, 291
- de cuidados, 290
- - em domicílio, 295
- importância da, 290
- na fase demencial
- - grave, 294
- - leve, 292
- - moderada, 293
S
Sarcopenia, 151
Saúde
- bucal, 325
- oral nas demências, 326
Segurança, 283
- em casa, 435
Senescência, 6
- celular, 131
Senilidade, 6
Sensores de ambiente e sensores vestíveis, 502
Serviço(s)
- assistidos por animais, 226
- de apoio, 305
- social, 308, 312, 316
Sexualidade, 422
Sinais de desconforto alimentar, 201
Síndrome
- de fragilidade, 127
- de imobilismo, 61, 62
- demencial, 3
- do pôr do sol, 121
- pós-cuidados intensivos, 355
Sintomas neuropsiquiátricos, 117, 142, 351
Sistema(s)
- AT(N) e ATX(N), 40
- de classificação de lesões por fricção, 254
- de decisão baseados em IA, 509
- de lembretes e assistentes de voz, 502
- Único de Saúde, 440
Solicitação antecipada de home care ou UTC, 356
Sono, 20
Sucessão patrimonial, 489
Suplementação nutricional via oral, 191
T
Tabagismo, 15
Tecnologia(s)
- emergentes, 482
- na área da saúde, 492
Telemedicina, 346
- aspectos práticos, 481
- benefícios e desafios da, 479
- e demência, 478
Telerreabilitação imersiva, 498
Terapia(s)
- antiamiloide, 98
- assistida por animais, 223, 225
- combinada, 97
- complementares na doença de Alzheimer, 223, 230
- modificadoras de doença, 99
- ocupacional, 204, 367
Teriparatida, 389 Testamento
- civil, 485
- vital, 155
Testes
- biomarcadores e genética, 495
- cognitivos, 482
Tiocolchicosídeo, 419
Tireoideopatias, 83
Tizanidina, 419
Tomada de decisão apoiada, 159, 487
Transição do cuidado institucional para o cuidado familiar, 318
Transtorno(s)
- neurocognitivo, 3, 22, 49, 82, 83
- - associados ao vírus da imunodeficiência humana, 82
- - maior devido à doença de Alzheimer, 49
- - menor, 22
- neurológico funcional, 22
- neuropsiquiátricos, 150
Tratamento
- de condições comórbidas, 368
- fisioterapêutico, 167
- - na fase
- - - avançada, 170
- - - leve, 167
- - - moderada, 168
- multidisciplinar
- - fisioterapia, 162
- - fonoaudiologia, 195
- - nutrição, 186
- - profissional de educação física, 173
- - terapia ocupacional, 204
Traumatismo cranioencefálico, 14
Treinamento
- cognitivo, 497
- da equipe, 350
U
Unidade(s)
- de terapia intensiva, 349, 354
- de transição de cuidados, 357
Uso
- de escadas e bancos na residência, 285
- do vaso sanitário, 433
VVacinação, 467, 475
- e risco de demência, 475
Vacinas
- da gripe (influenza), 469
- mecanismo de ação, 467
- nas diferentes fases da, 468
- Pneumocócicas conjugadas VPC20, VPC15 ou VPC13 e polissacarídica VPP23, 473
- recomendadas, 469
- sarampo, caxumba e rubéola, 475
- tríplice
- - bacteriana acelular do tipo adulto, 473
- - viral, 475
Variante semântica da afasia progressiva primária, 73, 75
Vegetais folhosos, 189
Via alternativa de alimentação, 294
Viminol, 417
Vínculo empregatício, 274
- em domicílio, 274
- em regime da CLT, 274
Vinho, 190
Vírus sincicial respiratório, 474
Visão computacional, 509, 510
Vocalização negativa, 143
A demência não é apenas um diagnóstico; é um desafio humano, emocional e social que transforma a vida de pacientes, familiares e cuidadores. Enfrentá-la exige mais do que técnica: exige compreensão, paciência e uma profunda empatia.
Diante do impacto dessa condição, o livro Demências –Cuidado Multidisciplinar surge como uma ferramenta essencial para profissionais que buscam excelência no atendimento à população idosa. Ao longo de 55 capítulos detalhados, especialistas em Geriatria e Gerontologia oferecem um panorama completo: desde a identificação dos primeiros sinais e a compreensão da progressão da doença, até estratégias práticas para preservar a qualidade de vida e oferecer suporte real às famílias.
Esta obra é um marco da interdisciplinaridade. Mais do que transmitir informações acessíveis e confiáveis, ela convida o profissional de saúde a expandir suas potencialidades no cuidado multidisciplinar centrado na pessoa.
Que estas páginas inspirem você a ir além da técnica, unindo o avanço científico ao olhar humanizado que o cuidado com o idoso exige.