Colaboradores
Abrahão da Rocha Lucena
Mestre e Doutor em Oftalmologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).
Coordenador da Escola Cearense de Oftalmologia.
Adriana dos Santos Forseto
Graduada com Especialização em Oftalmologia pela Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), SP.
Doutora em Medicina (Oftalmologia) pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Coordenadora do Curso de Especialização em Oftalmologia do Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP.
Aileen W. Crema
Mestre em Oftalmologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Aline Silveira Moriyama
Médica Oftalmologista pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Amaryllis Avakian
Coordenadora do Setor de Catarata do Hospital das Clínicas, SP.
Ana Carolina Itano Horita
Fellowship em Catarata pelo Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP.
André Augusto Miranda Torricelli
Doutor em Oftalmologia pela Universidade de São Paulo (USP).
Pós-doutorado em Oftalmologia pela Cleveland Clinic Foundation, Ohio, EUA.
Chefe do Setor de Cirurgia Refrativa do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP).
André Berger Emiliano da Silva
Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Oftalmologista formado pelo Instituto Suel Abujamra (ISA), SP. Preceptor e Chefe da Cirurgia de Catarata do Fellowship de Catarata PhacoPrime.
André Messias
Professor livre-docente de Oftalmologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).
Armando Crema
Mestre em Oftalmologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Doutor em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Arthur Gribel
Fellowship em Catarata pelo Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP.
Bárbara Zanetti
Fellowship em Catarata pelo Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP.
Bernardo Kaplan
Oftalmologista pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Doutor em Ciências Visuais pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Fellowship em Cirurgia Refrativa pela Unifesp.
Fellowship em Córnea e Doenças Externas pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
Fellowship em Superfície Ocular pela Universidade de São Paulo (USP).
Chefe da Cirurgia Refrativa Visão Laser.
Breno Bonadies Andrade
Oftalmologista pelo Centro Universitário Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), SP.
Fellowship do 2o ano de Catarata pelo Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP, e de Cirurgia Refrativa pela FMABC.
Bruna V. Ventura
Mestre em Modelagem Computacional do Conhecimento pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal).
Doutora e Pós-doutora em Ciências Visuais pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Coordenadora do Curso de Especialização em Oftalmologia da Fundação Altino Ventura (FAV), PE.
Camila Barbosa Deolino
Fellowship em Catarata pelo Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP.
Camilla W. Crema
Fellowship em Catarata pelo Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP.
Carla Parizotto
Curso de Especialização em Oftalmologia na Fundação Altino Ventura (FAV), PE.
Fellow em Óptica Cirúrgica na FAV.
Carlos Eduardo Leite Arieta
Professor Titular da Oftalmologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), SP.
César Martins Cortez Vilar
Residência em Oftalmologia pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), SP.
Fellow em Catarata pelo Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB)/Centro de Estudos Oftalmológicos e Residência Acadêmica (Ceora).
Fellow em Catarata e Cirurgia Refrativa pelo Baylor College of Medicine, EUA.
Daniela Meira Villano Marques
Mestre e Doutora em Ciências Visuais pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Especialização em Catarata com Fellowship em Cincinnati Eye Institute (CEI), EUA.
Médica Orientadora Voluntária do Setor de Ótica Cirúrgica –Departamento de Oftalmologia da Unifesp.
Daniela Trovão de Figueirôa
Oftalmologista formada pelo Instituto Suel Abujamra (ISA), SP.
Fellow do 2o ano de Catarata da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
Edmundo José Velasco Martinelli
Mestre em Oftalmologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Chefe do Setor de Cirurgia Refrativa do Centro Universitário Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), SP.
Edvaldo Sóter de Figueirôa Jr.
Oftalmologista pelo Centro Universitário Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), SP.
Chefe do Setor de Cirurgia Refrativa do H.Olhos/VisionOne, SP.
Fabiano Brandão
Residência em Oftalmologia pelo Instituto Barraquer, Barcelona, Espanha.
Mestre em Oftalmologia pela Universidade de Barcelona.
Fabio Bondar
Fellowship em Córnea, Doenças Externas e Lentes de Contato pela Universidade de São Paulo (USP).
Fábio Ursulino Reis Carvalho
Mestre em Oftalmologia pela Universidade de Edimburgo, Reino Unido.
Diretor Técnico do Hospital de Olhos de Sergipe (HOS-SE).
Fabrício Borges
Pós-graduação Stricto Sensu na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Brasília (UnB).
Fellowship em Retina e Vítreo no Centro de Referência em Oftalmologia da Universidade Federal de Goiás (Cerof/UFG).
Fellowship em Retina e Vítreo no Centro Brasileiro da Visão (CBV).
Fellowship em Retina e Vítreo no Centro de Estudo em Oftalmologia do Hospital de Base do Distrito Federal e pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciência da Saúde da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal (Fepecs/SES-DF).
Médico Responsável pelo Setor de Retina e Vítreo na Unidade de Oftalmologia do Hospital Regional da Asa Norte, DF. Coordenador do Fellowship em Retina e Vítreo no Centro Brasileiro da Visão (CBV).
Felipe Trovão de Figueirôa
Residente do 3o ano de Oftalmologia na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
Fernando Sato Mizubuti
Fellowship no Hospital Oftalmológico de Sorocaba (HOS)/Banco de Olhos de Sorocaba (BOS), SP.
Francisco Bandeira e Silva
Doutor em Oftalmologia e Ciências Visuais pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)/Universidade de Barcelona, Espanha.
Chefe do Setor de Catarata e Refrativa da Oftalmoclínica de Icaraí, RJ.
Chefe do Setor de Cirurgia de Segmento Anterior e Transplante
Preceptor da Residência e Fellowship de Catarata do H.Olhos de São Gonçalo, RJ.
Francisco Porfírio
Doutor em Ciências Visuais pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Frederico Augusto de Souza Pereira
Doutor em Oftalmologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Pós-doutorado no Sydney Eye Hospital, Austrália.
Frederico Bicalho
Residência em Oftalmologia e Especialização em Córnea no Hospital São Geraldo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Doutor em Oftalmologia pela UFMG.
Frederico França Marques
Mestre e Doutor em Ciências Visuais pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Especialização em Catarata com Fellowship em Cincinnati Eye Institute (CEI), EUA.
Médico Orientador Voluntário do Setor de Ótica Cirúrgica –Departamento de Oftalmologia da Unifesp.
Gabriel Bondar
Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Especialização em Oftalmologia pela Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre.
Fellowship em Catarata e Cirurgia Refrativa (Óptica Cirúrgica) pela Escola Paulista de Medicina/ Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp).
Fellowship em Catarata e Cirurgia Refrativa pelo Byers Eye Institute at Stanford University, EUA.
Gabriel Gorgone Giordano
Oftalmologista e Especialista em Segmento Anterior pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), SP.
Médico Assistente no Setor de Cirurgia Refrativa pela Unicamp. Chefe do Setor de Lentes de Contato na Unicamp. Coordenador do Setor de Ceratocone na Unicamp.
Gustavo Carvalho Pavão
Fellowship em Catarata pelo Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP.
Gustavo Hüning
Orientador de Óptica Cirúrgica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Hamilton Moreira
Doutor em Ciências Visuais pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Ex-presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO).
Diretor do Médicos de Olhos S.A.
Iago Perdoná Rodrigues
Médico Oftalmologista pela Universidade de São Paulo (USP).
Assistente do Setor de Cirurgia Refrativa do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP).
Izabela De Maria Aburachid
Fellowship em Catarata pelo Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP.
Karen Miyuki Kubokawa Shoher
Orientadora do Setor de Catarata do Hospital Oftalmológico de Sorocaba (HOS)/Banco de Olhos de Sorocaba (BOS), SP.
Kátia Delalibera Pacheco
Fellow de Retina e Vítreo na Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM).
Fellow de Retina e Vítreo no Centro de Estudos em Oftalmologia do Hospital de Base do Distrito Federal e Centro Brasileiro da Visão (CBV), DF.
Post-doctoral Research Fellowship – Retina Division, Wilmer Eye Institute, Johns Hopkins University School of Medicine, Baltimore-MD, EUA.
Coordenadora do Fellowship em Retina Clínico e Cirúrgico do CBV.
Lara Picanço Macedo Scarpini
Fellowship em Catarata pelo Centro Brasileiro da Visão (CBV) Hospital de Olhos, DF.
Preceptoria do Fellowship de Catarata no CBV Hospital de Olhos, DF.
Leila Gouvêa
Residência em Oftalmologia pela Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte.
Mestre em Oftalmologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).
Diretora da Iluminar Oftalmologia, AM.
Leiser Franco de Moraes Filho
Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).
Residência em Oftalmologia no Centro de Referência em Oftalmologia (CEROF) da Universidade de Goiás (UFG).
Fellow em Córnea, Glaucoma e Catarata pelo CEROG-UFG.
Mestre e Doutor em Ciências da Saúde pela UFG. Criador do Simulador iChamber.
Lucas Cezar Teixeira
Fellowship em Catarata pelo Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP.
Lucas Pinheiro Machado Teles
Fellowship em Catarata pelo Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP.
Márcia Cristina de Toledo Oftalmologista formada pelo Instituto Barraquer, Barcelona, Espanha.
Mestre em Oftalmologia pelo Instituto Barraquer. Chefe do Departamento de Córnea do Centro de Referência em Oftalmologia da Universidade Federal de Goiás (Cerof/UFG).
Maria Flávia de Lima Ribeiro
Oftalmologista Especialista em Córnea e Cirurgia Refrativa pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Maria Regina Chalita
Doutora em Medicina pela Escola Paulista de Medicina/Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp).
Post-doctoral Fellowship em Cirurgia Refrativa e Cirurgia de Córnea na Cleveland Clinic Foundation, EUA.
Professora Adjunto de Oftalmologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UNB).
Mariana Lopes Souza
Fellow de Catarata do H.Olhos de São Gonçalo, RJ.
Mariana Ursulino Reis Carvalho
Fellowship em Catarata pelo Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP. Chefe do Setor de Catarata do Hospital de Olhos de Sergipe (HOS-SE).
Marina Ramos
Graduanda de Medicina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), SP.
Matheus Madeiro
Curso de Especialização em Oftalmologia na Fundação Altino Ventura (FAV), PE.
Fellow em Óptica Cirúrgica na FAV.
Micheline Borges Lucas
Responsável Técnica pelo Banco de Olhos do Distrito Federal. Fellow em Córneas e Doenças Externas Oculares pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Fellow em Cirurgia Refrativa e Lentes de Contato pela Unifesp. Curso de Coordenação Intra-hospitalar de Transplantes, MS.
Mônica Mânica
Fellowship em Catarata pelo Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP.
Myrna Serapião
Doutora em Medicina (Oftalmologia) pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Pós-doutorado pela Università Campus Bio-Medico de Roma, Itália.
Diretora Médica da Rede Vision One.
Ex-chefe do Setor de Doenças Externas Oculares e Córnea do Departamento de Oftalmologia da Unifesp.
Preceptora do Curso de Residência em Oftalmologia do Hospital do Servidor Público Estadual São Paulo (HSPE).
Natália Lopes Amorim
Orientadora do Setor de Catarata do Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP.
Patrícia Cabral Zacharias Serapicos
Especialista em Oftalmologia pelo Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Título de Especialista em Oftalmologia conferido pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO).
Paula Canello Velasco
Médica Oftalmologista com Especialização/Fellowship em Catarata pela Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), SP.
Paulo Junqueira de Melo
Assistente do Setor de Catarata do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP).
Médico do Corpo Clínico do Hospital Sírio-Libanês.
Pedro Bertino
Doutor em Ciências Visuais pela Universidade de São Paulo (USP).
Médico Oftalmologista Especialista em Córnea do Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/ BOS), SP.
Fundador do Curso Surgical Cornea.
Pedro Fraiha
Fellowship em Catarata pelo Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP.
Pedro Henrique Oliveira Ribeiro
Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Alfenas (Unifal), MG.
Doutorando na área de Glaucoma na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).
Oftalmologista formado pela Universidade de São Paulo (USP).
Médico preceptor da Clínica Oftalmológica da USP. Fellowship em Catarata e Glaucoma na USP.
Professor Universitário na Universidade de Alfenas (Unifenas), MG.
Pedro Ribeiro Rosa
Residência Médica em Oftalmologia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), SP.
Fellow em Córnea, Catarata e Cirurgia Refrativa pela Unicamp.
Rachel L. R. Gomes
Oftalmologista pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Doutora em Ciências Visuais pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Editora-chefe da Revista Oftalmologia em Foco, da Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (BRASCRS).
Diretora Médica do Rio Vision Hospital, RJ.
Rafael Garcia
Fellowship do Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP.
Ramon Coral Ghanem
Oftalmologista do Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem, Joinville, SC.
Doutor em Ciências Visuais na Universidade de São Paulo (USP). Fellow na Massachusetts Eye and Ear Infirmary, Harvard Medical School, EUA.
Renata Soares Magalhães Médica Oftalmologista especialista em Córnea pelo Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/ BOS), SP.
Renato Antunes Schiave Germano Doutor em Oftalmologia pela Universidade de São Paulo (USP). Chefe do Setor de Glaucoma da USP.
Rodrigo Favoretto Canas Peccini Chefe do Setor de Glaucoma do Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP.
Rodrigo Moreira
Fellowship em Catarata pelo Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP.
Samir Maurício Cavero Crespo
Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) com Período Sanduíche por meio do Programa Ciências sem Fronteiras na Harvard School of Public Health, Massachusetts, EUA.
Residência Médica em Oftalmologia no Hospital das Clínicas da FMUSP com ênfase em Glaucoma e Neuroftalmologia. Fellowship de Neuroftalmologia pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP).
Fellowship de Reabilitação Visual/Visão Subnormal pelo HCFMUSP.
Sérgio Kwitko
Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Mestre e Doutor em Oftalmologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Especialização em Córnea e Doenças Externas no Doheny Eye Institute, University of Southern California, Los Angeles, EUA. Preceptor do Departamento de Segmento Anterior do Serviço de Oftalmologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), RS. Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Córnea e Banco de Tecidos (SBC).
Tatiana Antunes Padilha
Setor de Catarata e Qualidade Médica da Oftalmoclínica Icaraí, RJ.
Thiago Barbosa Gonçalves
Oftalmologista Especialista em Córnea, Catarata e Cirurgia Refrativa pelo Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP.
Diretor Técnico da Cornea Clinic, Belém, PA.
Valéri Pereira Camargo
Graduada em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG).
Residência em Oftalmologia pelo Hospital Regional de São
José – Dr. Homero de Miranda Gomes (HRSJ-HMG), SC.
Mestre em Psicologia da Saúde pela Universidade Federal de Santa Maria (USFM).
Especialista em Psicologia pela Clínica Hospitalar da Universidade de São Paulo (USP).
Fellowship em Catarata e Cirurgia Refrativa no Médicos de Olhos (MOSA).
Vinícius Coral Ghanem
Doutor em Ciências Visuais na Universidade de São Paulo (USP). Oftalmologista do Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem, Joinville, SC.
Fellow na Universidade da Califórnia, Davis/EUA.
Vitor Leão de Carvalho
Fellowship no Hospital Oftalmológico de Sorocaba/Banco de Olhos de Sorocaba (HOS/BOS), SP.
39 Lentes Intraoculares de Foco Estendido
Camilla W. Crema
Aileen W. Crema
Armando Crema
INTRODUÇÃO
A cirurgia de catarata moderna passou por profunda transformação nas últimas décadas, evoluindo de um procedimento voltado exclusivamente à remoção da opacificação do cristalino para uma cirurgia refrativa altamente personalizada. Nesse cenário, as lentes intraoculares (LIOs) assumiram papel central na reabilitação visual, com o desenvolvimento de tecnologias capazes de atender às crescentes demandas funcionais no tratamento da presbiopia e às expectativas dos pacientes por maior independência de correção óptica.
As lentes intraoculares de foco estendido (EDOF; do inglês, extended depth of focus) surgem como uma alternativa intermediária entre as lentes monofocais convencionais e as lentes multifocais. Seu objetivo principal é ampliar a profundidade de foco funcional do sistema óptico ocular, oferecendo visão contínua e de alta qualidade para longe e intermediário, com menor incidência de efeitos fotópicos indesejáveis, como halos e glare, frequentemente associados às lentes multifocais difrativas. Sua definição, conforme estabelecido pela American
Academy of Ophthalmology, consiste em lentes cuja curva de defocus monocular atinge 0,2logMAR (20/32) no intermediário.1
A Figura 39.1 mostra curva de defocus de LIO monofocal, destacando a região em amarelo onde a curva deve estar para que uma lente seja classificada como EDOF.
Mais recentemente, a European Society of Cataract and Refractive Surgery (ESCRS), com o intuito de melhor classificar as LIOs disponíveis no mercado e procurando um consenso global, propôs uma nova classificação funcional, baseada nas curvas de defocus das diferentes LIOs (Figura 39.2). Conforme a nova classificação, as LIOs seriam inicialmente divididas conforme o nível de Range of Field (RoF), com base em uma visão melhor do que 0,2logMAR apresentada na sua curva de defocus monocular: aquelas RoF pior do que 2,3 seriam classificadas como Partial Range of Field, e aquelas com RoF melhor do que 2,3 como Full Range of Field. O grupo Partial Range of Field seria subdividido em: Narrow (RoF <1,2), Enhance (RoF ≥1,2 a <1,52) e Extend (Rof ≥1,52 a <2,3). Por sua vez, o grupo Full Range of Field seria subdividido conforme a melhora da visão intermediária para a visão de
Figura 39.1 Curva de defocus de lente intraocular monofocal destacando a região em amarelo onde a curva deve estar para que uma lente seja classificada como lente intraocular de foco estendido (EDOF)
Perto Intermediário Longe
EDOF
LIOs
RoF (D)
RoF: faixa de campo em desfocagem curva para acuidade visual de 0,2logMAR (em Dioptrias)
RoF (D)
Amplitude de foco parcial (RoF)
<1,2 1,2 a <1,58
Amplitude de foco total (RoF)
1,58 a <2,3
Estreita
Desempenho usual das LIOs monofocais
Melhorada
Desempenho usual das LIOs monofocais plus
Estendida
Desempenho usual das LIOs EDOF
<0,05 Contínua
Desempenho usual das LIOs bifocais ou trifocais de baixa adição
Desempenho usual das LIO trifocais de alta adição
0,05a<0,14 Transição suave
Desempenho usual das LIOs bifocais de alta adição
0,14 Transição abrupta
ΔVA: melhora da acuidade visual de intermediário para perto ΔVA (logMAR)
Figura 39.2 Diagrama da classificação funcional dependendo de RoF encontrado na curva de defocus monocular com melhor correção para longe no nível AV 0,2logMAR e melhora da visão intermediária para visão de perto RoF: range of field; LIOs: lentes intraoculares.
perto (DVA) em Continuous (∆VA <0,05), Smooth Transition (∆VA ≥0,05 a <0,14) e Steep Transition (∆VA ≥0,14). As LIOs EDOF nessa nova classificação estariam no grupo Partial Range of Field Extend 2
A profundidade de foco pode ser definida como a faixa de distâncias nas quais a imagem formada na retina mantém qualidade visual aceitável sem necessidade de refocalização. Enquanto as lentes monofocais apresentam um único pico de foco e as multifocais criam múltiplos picos distintos, as lentes EDOF promovem o alongamento do foco, resultando em uma curva de desfoco mais ampla e contínua.3
Esse conceito permite uma transição suave entre diferentes distâncias, especialmente entre visão de longe e intermediária, preservando contraste e qualidade óptica superiores às observadas em lentes difrativas. Diferentes fabricantes utilizam estratégias ópticas distintas para alcançar a extensão da profundidade de foco. As principais tecnologias podem ser classificadas conforme descrito a seguir.4
MODULAÇÃO DA FRENTE DE ONDA
(WAVEFRONT SHAPING)
Essa tecnologia se baseia na alteração controlada da frente de onda luminosa que atravessa a LIO. Por meio de superfí-
cies ópticas altamente precisas, a lente redistribui a energia luminosa ao longo do eixo óptico, criando uma zona de foco estendida sem divisão abrupta da luz.5
Esse mecanismo permite excelente qualidade de imagem, boa sensibilidade ao contraste e menor incidência de disfotopsias. É considerado um dos princípios mais modernos e fisiológicos de extensão de foco.
Exemplo clínico:
AcrySof IQ Vivity (Alcon): utiliza tecnologia não difrativa baseada em perfil de potência contínua, sendo frequentemente associada a menor percepção de halos e glare 6
INTRODUÇÃO CONTROLADA DE ABERRAÇÃO ESFÉRICA
Algumas lentes EDOF utilizam a indução proposital e controlada de aberração esférica positiva ou negativa para ampliar a profundidade de foco. Essa abordagem se apoia no princípio de que pequenas quantidades de aberração podem aumentar a tolerância ao desfoco sem comprometer significativamente a acuidade visual.
Embora eficiente, essa tecnologia exige criteriosa seleção do paciente, uma vez que aberrações corneanas preexistentes podem interferir no resultado visual.
de visão simultânea
Índice
AAberração(ões)
- combinadas e irregulares, 46
- de ordem
- - inferior (baixa ordem), 53
- - superior (alta ordem), 7, 54, 150, 189
- esférica(s), 7, 53, 54, 264, 267
- - e seu impacto na qualidade visual, 263
- - introdução controlada de, 272
- - no Presbyond®, 305
- - pós-operatória, 264
- ópticas, 53
- - após ablações miópicas e hipermetrópicas, 46
- - totais, 6
Aberrometria, 6, 43, 320
- corneana, 90
- intraoperatória, 44, 161, 224
- nos casos complexos, 224
- ocular, 176
- princípios, tecnologias e aplicação prática, 43
Ablação Custom Q, 299
Acomodação residual, 296
Aconselhamento pré-operatório, 291
Acuidade visual, 150, 264
- de Snellen, 261
- funcional, 348
Adaptação de lentes de contato com monovisão, 98
Afacia planejada, 341
Ajuste de foco e offset, 378
Alcon®, 218
- Clareon PanOptix®, 278
Algoritmo
- Custom Q, 304
- da ASCRS para avaliação da superfície ocular, 83
Alinhamento, 224
Altas ametropias, 107
Alterações
- maculares e neurossensoriais, 359
- pós-ablação
- - hipermetrópica, 46
- - miópica, 46
Ambliopia, 14, 98
Ametropias residuais, 349
- de baixa magnitude, 350
- de maior magnitude, 350
Amplitude de foco
- parcial, 2
- total, 2
Análise
- comparativa de desempenho, 183
- custo-benefício, 265
Analogia
- da câmera (zonas de foco), 118
- da classificação (sistema de notas), 118
Anamnese, 2
Ângulo
- Alpha, 9, 37, 224
- de ataque, 215
- Kappa, 9, 36, 108, 224
Anisometropia, 14
Antibióticos, 85
Aplicativos digitais, 147
Área celular média, 61
Arquitetura da incisão, 223
Asfericidade corneal, 30
Aspiração, 207
- de viscoelástico, 224
Astigmatismo, 15, 19, 20
- avaliação pré-operatória, 121
- corneano, 5, 141
- - total, 5
- induzido cirurgicamente, 223
- não corrigido ou subcorrigido, 358
- refratário residual, 156
- residual, 15, 155, 157
- - após a cirurgia de catarata, 155
- - estratégias de manejo do, 157
Ativação de citocinas, 363
Atividade profissional, 98
Avaliação
- anatômica e óptica da lente intraocular, 349
- biométrica/ceratométrica seriada, 82
- clínica inicial, 2
- corneana completa, 4
- da multifocalidade corneana, 24
- da posição e centração da lente intraocular, 278
- da pupila, 53
- da qualidade óptica corneana, 278
- da regularidade corneana e exclusão de ectasias, 23
- da rotação da lente intraocular, 155
- da sensibilidade ao contraste, 49, 50
- da superfície ocular, 3, 81, 143, 278, 320, 348
- das glândulas de Meibômio, 4, 82
- de baixa visão, 193
- de olho seco, 299
- do astigmatismo, 278
- do filme lacrimal, 81 - endotelial, 10
- macular, 10, 278
- pré-operatória, 1, 2, 90, 299 - pupilar e aberrometria, 55 - refrativa, 348
- retiniana, 10, 278
- - em pacientes candidatos ao implante de lentes intraoculares, 75 - topográfica/tomográfica, 4
B
Bases da microscopia, 59
Bausch & Lomb, 220
Biomarcadores
- de resposta corneana, 152
- inflamatórios, 93
Biometria(s), 5, 121, 143, 164
- e fórmulas, 169
- - nos pacientes com ceratocone, 193
- e planejamento refrativo, 277
- em olhos extremos, 179 - ocular, 143
- óptica, 5, 121, 175, 180, 189
- - avançada, 189
- - e/ou ultrassônica, 175
- - moderna, 5
- - versus ultrassônica, 180
- Premium, 175
Biômetros Swept-Source OCT, 160, 180, 320
Biotech Eyecryl Phakic®, 315
Blend de tecnologias de lentes intraoculares, 287
Bloqueio capsular tardio, 386
Bombas, 205
- do tipo “fluxo”, 205
- do tipo vácuo, 205
Buraco macular, 71 Burst, 211 C
Calculadora(s)
- de lentes intraoculares tóricas, 127
- digitais, 147
- multifórmulas e plataformas integradas, 130
- online para olhos especiais e pós-cirurgia refrativa, 130
- tóricas, 128, 130
Cálculo
- da lente intraocular no ceratocone, 194, 196
- do poder da lentes intraoculares, 5
Calibração da lâmina, 145
Callisto Eye, 137
Campo visual, 96
Capsulorrexe curvilínea contínua, 223
Capsulotomia
- anterior, 228
- incompleta e descontinuidade peroperatória, 230
- posterior
- - com Nd:YAG, 353, 375, 376, 381, 383
- - primária e laser de femtossegundo, 385
Características da lente, 105
Catarata, 98, 193, 306
- pós-Presbyond®, 306
- unilateral antiga, 98
CataRhex 3®, 220
Centragem da lente intraocular, 9 Centralização, 224
Centro
- geométrico da córnea, 35
- pupilar, 35
Ceratectomia fotoastigmática, 151
Ceratocone, 193, 201
Ceratometria, 142, 170, 171
- anterior, 128
- - por regressão, 128
- como fator limitante no resultado refracional, 199
- em situações especiais, 199
- simulada, 127
- total, 190, 320
- tradicional, 127
Ceratoplastia condutiva, 299
Ceratotomia
- astigmática assistida por laser de femtossegundo, 151
- radial, 188, 189, 200, 321
Cetos Nano Laser System (ARC), 221
Chair Time, 117
Chord
- Alpha, 39
- Mu, 26, 38
Chords, 37
Ciclo de trabalho, 210
Ciclosporina, 84
Cirurgia(s)
- assistida por laser de femtossegundo, 92
- corneana, 296
- de catarata, 95, 103
- - assistida por laser de femtossegundo, 227
- - na presbiopia, 95
- facorrefrativa, 241
- - cirurgia refrativa prévia, 242
- - contextualização clínica, 247
- - contraindicações, 248
- - estratégias ópticas e planejamento, 248
- - indicações, 247
- - pré-operatório, 243
- - técnica cirúrgica, 244
- microinvasivas para glaucoma, 233
- - complicações das, 234
- - indicações e critérios de elegibilidade para, 233
- miópica/hipermetrópica prévia, 200
- refrativa
- - corneana, 295, 350
- - - para astigmatismo residual, 158
- - na presbiopia, 301
- prévias, 2
Citologia de impressão, 90
Classificação
- da doença do olho seco, 83
- do astigmatismo residual, 156
- dos olhos extremos, 179
Coeficiente de variação, 61
Coloração com fluoresceína e rosa bengala/lissamina, 4
Coma, 7
Combinação de modalidades, 152
Como
- conduzir conversas, 117
- fidelizar pacientes, 119
- não assustar pacientes, 119
Comorbidades
- oculares atuais e prévias, 2
- sistêmicas, 3
Comparações de desempenho óptico, 281
Complicações em cirurgia de catarata com lentes intraoculares premium, 237
Comprimento
- axial, 169, 181
- - extremo, 6
- do arco, 142, 143
Comunicação
- com o paciente, 117, 239
- contínua e acessível, 119
Consentimento informado, 15, 16
Conservação de energia, 252
Constantes personalizadas e/ou optimizadas, 177
Contração do saco capsular, 376
Contraste, 95
Córnea, 29, 63, 105
- guttata e baixa visual, 63
- hiperprolada, 29 - oblada, 29 - prolada, 29
Corneal inlays, 296
Correção - cirúrgica, 350
- da aberração esférica, 263
- da(s) ametropia(s) residual(is), 347, 350
- da presbiopia, 300 - do astigmatismo, 1, 141
- - com lente intraocular tórica, 155 - óptica, 350
- refrativa pós-operatória, 349 Cristalino, 301
Curva de defocus, 253, 281 - em diferentes classes de lentes intraoculares, 254
DDegeneração macular relacionada com a idade, 75
Dellen corneano, 150
Denervação corneana, 363
Densidade celular, 61
Descentração da lente intraocular, 264, 358
Descolamento
- de Descemet, 230 - de retina, 239, 296
Descompensação endotelial, 64
Desejo de reduzir o uso de óculos, 97
Desempenho visual, 291
Desvio refracional residual, 358
Determinação da anisometropia ideal, 98
Diabetes melito, 3, 12
Diâmetro
- do anel central, 257, 260
- pupilar, 7, 28, 108
Dificuldade de aspiração cortical, 230
Difração
- de baixa ordem, 273
- modificada, 273
Dimensionamento da lente fácica de câmara posterior, 314
Dimensões, 214
Disfotopsias, 291, 360
- negativas, 352, 357, 359
- - persistentes, 376
- positivas, 352, 357, 359
Disfunção
- das glândulas meibomianas, 85, 93, 364
- - pré- e pós-cirúrgica, 364
- epitelial, 363
- neurossensorial, 363
Dispersão, 252
Distrofia endotelial de Fuchs, 11
Doença(s)
- autoimunes, 3
- corneanas, 14
- da superfície ocular, 2, 3, 351
- do olho seco, 92
- retiniana, 336
- sistêmicas, 98
Dominância ocular, 96, 299
Dor neuropática ocular, 367
EEdema macular
- cistoide, 76, 238
- de origem inflamatória, 78
- diabético, 13, 77
- do pseudofácico, 78
- em oclusões, 78
Eixo(s)
- oculares, 35
- óptico do olho, 35
- pupilar, 35
- visual, 36
Elaboração da curva de defocus, 253
Emetropia bilateral, 6
Endotélio normal, 59
Endoteliopatias, 343
Erro(s)
- da ELP, 187
- de medida do raio de curvatura, 187
- do índice ceratométrico, 187
- na biometria
- - de olhos extremos, 181
- - em pacientes pós-cirurgia refrativa corneana, 187
- na medição da profundidade da câmara anterior, 181
- refrativo residual, 15, 283
- relacionados com
- - a escolha das fórmulas, 182
- - o comprimento axial, 181
Espessura corneana, 61, 142
- central, 61
Estabilidade
- refrativa, 189
- rotacional, 155, 224
Estereopsia, 95
Estimativa de perda endotelial, 64
Estímulo à indicação, 119
Estrabismo, 14, 98
Estratégias de combinação de lentes intraoculares, 288
Estrutura da consulta, 117
Evolução
- da cirurgia de catarata, 1
- das lentes monofocais, 267
Exame(s)
- biomicroscópico da superfície ocular, 81
- oculares, 4
Exclusão de ectasias, 23
Explante, 158, 371
- e troca da lente intraocular, 158
Explicação da probabilidade, 118
FFacoemulsificação, 203
Facoemulsificador, 203
Falha de neuroadaptação, 354
Fechamento angular primário, 333
Femtosecond tabs, 136
Fenômenos
- fotópicos, 3
- ópticos, 300
Fibrose capsular anterior, 385
Fixação iriana ou Escleral, 238
Fluxo de trabalho recomendado para uso de calculadoras tóricas, 130
Fórmula(s)
- Barrett
- - True K para ceratocone, 195
- - Universal II, 165
- baseadas em inteligência artificial, 183
- biométricas, 172
- com histórico, 189
- de cálculo da lente intraocular, 5, 176
- de Olsen & Hoffmann, 165
- de quarta geração, 165, 182
- e nomogramas, 189
- empíricas iniciais, 163
- Holladay 2, 165, 195
- Kane para ceratocone, 166, 195
- para cálculo de lentes intraoculares, 163
- sem histórico, 189
- Wörtz-GuptaTM, 147, 148
Fragmentação do núcleo do cristalino, 228
Fragmentos nucleares, 237
Frequência de correção refrativa pós-operatória, 349
Função
- de dispersão de ponto, 49, 50, 257, 261
- de transferência de modulação, 49, 252, 259, 264
- - das lentes intraoculares premium, 257
- - e anel central, 261
Funcionamento do ultrassom, 209
Fundamentos ópticos, 257
G
Gestão contínua de expectativas, 119
Glare, 252
Glaucoma(s), 12, 109
- definição e classificação, 331
- primário de ângulo fechado, 333
- pseudoesfoliativo, 334
- secundários, 334
- tipos de, 331
Guias digitais intraoperatórios de alinhamento, 160
H
Halos, 252
Hemorragia subconjuntival, 230
Hexagonalidade, 61
Hipercorreção, 150
Hipermetropia, 241
Hiperosmolaridade do filme lacrimal, 363
Hiperpulso, 210
Hipertensão ocular, 12
Histograma, 24
História oftalmológica pregressa, 2
Hoya Vivinex Trifocal®, 279
I
Idade do paciente, 142
Implante
- de lentes
- - de foco estendido em pacientes míopes, 112
- - intraoculares
- - - multifocal, 100
- - - premium, 223
- no saco capsular com captura
óptica, 238
- no sulco ciliar, 238
Imunomoduladores, 84
Incisões
- corneanas, 141, 228
- irregulares, 150
- relaxantes limbares, 141, 142, 151, 158, 228
- - versus
- - - ceratectomia fotoastigmática, 151
- - - ceratotomia astigmática assistida por laser de femtossegundo, 151
- - lentes intraoculares tóricas, 151
Independência de óculos, 3, 300
- versus liberdade total, 3 Índice
- de dispersão objetiva, 264
- de refração, 194
- de Strehl, 258, 264 Infecção, 150
Inflamação iatrogênica, 363
Inovações tecnológicas, 152
Insatisfação
- após implante de lentes intraoculares premium, 347
- refracional, 360
Integração da tomografia de coerência óptica aos métodos de cálculo, 166
Inteligência artificial, 93, 152, 165
- e Ray Tracing, 190
Interferometria da camada lipídica, 90
Interpretação padronizada do exame, 61
Intralens (Medphacos®), 316
Ionnocon, 221
Irrigação, 207 iTrace®, 156
JJohnson & Johnson®, 219
- Tecnis Synergy®, 279
LLadas Super Formula, 166
Lágrimas artificiais, 84
Lâminas calibradas, 143
Lâmpada de fenda, 135, 156
LASIK/PRK
- hipermetrópicos, 189, 321
- miópicos, 188, 320
Lente(s)
- asféricas, 45
- de contato adaptadas à monovisão, 98
- de foco estendido, 110, 112, 333
- fácicas, 309
- - de câmara
- - - anterior, 310
- - - posterior, 313
- intraoculares
- - aconselhamento do paciente, 337
- - ajustáveis por luz, 93
- - após complicações, 237
- - asféricas, 263, 336
- - avaliação pré-operatória, 337
- - com menor dependência pupilar, 9
- - complicações e desafios intraoperatórios, 337
- - de foco estendido, 251, 271, 336
- - - e multifocais, 251
- - design e material, 339
- - difrativas e o desafio de posicionamento, 35
- - e suas implicações em pacientes com retinopatias, 336
- - EDOF e monofocais plus, 321
- - em olhos com doença retiniana, 336
- - em pacientes
- - - com ceratocone, 327
- - - com retinopatias, 335
- - - com uveítes, 339
- - - pós-cirurgia refrativa, 319
- - esféricas, 263, 336
- - materiais e design, 337
- - material da, 343
- - modelo da, 343
- - monofocal, 238, 328
- - - plus, 267, 268
- - multifocal, 330
- - para presbiopia, 103
- - - em pacientes com glaucoma, 331, 332
- - premium, 1, 45
- - sensibilidade ao contraste e qualidade visual, 337
- - suplementar, 159, 351
- - tórica, 151, 224, 238, 328, 332
- - trifocais, 275, 321
- - - avaliação pré-operatória para seleção de pacientes, 277
- - - características específicas, 278
- - - indicações e contraindicações das, 276
- - vantagens e desvantagens de cada tipo de, 117
- monofocais, 332
- - aprimoradas/plus (Enhance), 113
- - com foco aprimorado, 332
- multifocais, 105, 333
LipiFlowTM, 93
Localização, 142, 143
- radial, 142
Luz intensa pulsada, 93
M
Machine learning, 93
Mapa(s)
- Belin-Ambrósio Enhanced Display, 22
- de curvatura axial anterior, 31
- de elevação, 32
- do Pentacam®, 22
- paquimétrico, 31 - refrativo, 22
Marcação
- de lentes intraoculares tóricas, 133
- digital, 136
- do eixo, 145
- manual, 133
Marcadores
- de eixo, 143 - digitais, 224
Medidas
- biométricas, 86, 129
- ceratométricas, 199, 200
- da topografia de córnea, 129
Meibografia infravermelha, 90
Membrana epirretiniana, 70
Meniscometria lacrimal, 4
Método(s)
- da lente de contato, 194
- de avaliação do eixo da lente intraocular, 156
- de medição dos parâmetros angulares, 39
- do Pinhole, 194
Microftalmo, 179
Microscopia especular, 10, 59, 123
Minimonovisão, 6
Miopia, 241
Miose peroperatória, 230
Mix & Match, 6
Modelo(s)
- baseados em Big Data, 165
- Hill-RBF (Radial Basis Function), 166
- multifórmula e refinamentos analíticos, 167
Modo Burst, 211
Modulação
- da frente de onda, 272
- das aberrações esféricas, 267
Modulation Transfer Function (MTF), 43
Monovisão, 95, 97, 100, 297, 301
- convencional, 97
- cruzada, 97
- pseudofácica, 95, 100
Motilidade ocular preservada, 97
Multifocalidade corneana, 24
Múltiplos focos, 1
Nanoftalmo, 179
Nd:YAG LASER, 353, 375, 376, 383
Neuroadaptação, 3, 288
Neuromodulação, 93
Nomograma(s), 283
- das sociedades internacionais, 190
- de Baylor, 128
- de Donnenfeld, 146
- de Gills, 146
- de Mackool, 147
- de Nichamin, 146
- e cálculo de poder da lente intraocular, 283
Número de incisões, 142
OObjetivos visuais e tolerância a compensações (tradeoffs), 2
Oertli®, 220
Olho(s)
- curto, 6, 179, 180
- - e hipermetropia, 180
- extremamente longo, 179
- longo, 6, 179, 180
- - e alta miopia, 180
- pós-cirurgia refrativa, 5, 6
- seco, 83, 89, 358, 363
- - e cirurgia de catarata, 89
- - evaporativo, 83
- - por deficiência aquosa, 83
- único (monocular), 14
Opacidade interlenticular, 378
Opacificação da cápsula posterior, 359, 375
- pós-faco, 381
OPD-Scan, 156
Óptica
- difrativa, 252
- refrativa, 252
OraTM (Optiwave Refractive Analysis), 136
Orientação, 143
Osmolaridade lacrimal, 92
Otimização
- da acurácia, 184
- da qualidade óptica, 1
- da superfície ocular, 176
- obrigatória, 3
- pré-operatória, 4
P
Paciente insatisfeito, 347
- com lentes intraoculares premium, 371
- com visão de longe e/ou perto, 357
- em decorrência do olho seco, 363
Padronização de nomenclatura e técnica, 152
Paquimetria, 123, 142
Paquímetro ultrassônico, 143
Parâmetros
- de facoemulsificação, 204
- de qualidade óptica, 264
- em irrigação e aspiração, 217
- em vitrectomia anterior, 217
- fluídicos, 207
Patologias
- da superfície ocular e córnea, 353
- maculares e do segmento posterior, 354
Pêndulo, 134
Perda endotelial pós-catarata, 65
Perfis
- de pacientes, 118
- específicos de ablação, 302
Perfuração corneana, 150
Personalidade do paciente, 118
Phimosis anterior, 376
PhysIOL FineVision (POD F), 279
Plataformas
- de planejamento de lente intraocular tórica, 160
- multifórmulas, 160
Ponteiras, 214
Ponto crítico, 90
Posicionamento da lente intraocular, 238
Pós-operatório
- das lentes intraoculares premium, 347
- e microscopia especular, 64
Potencial visual bilateral preservado, 97
Precisão
- biométrica, 5, 169
- na captação das variáveis, 169
Pré-operatório de lentes intraoculares premium, 43, 49, 53, 69
PresbiLASIK, 297, 298
- central, 298
- periférico, 297
Presbiopia, 103, 105, 242, 295
PresbyMAX®, 302
- Hybrid, 302
- m-Monovision, 302
- Monocular, 302
Presbyond®, 298, 304
Previsibilidade da posição efetiva da lente, 223
Princípios ópticos, 1, 251
Prioridades do paciente, 2
PRK e LASIK
- hipermetrópicos, 189, 321
- miópicos, 188, 320
Procedimentos subtrativos, 297
Profissão e demandas visuais, 2
Profundidade, 143 - da câmara anterior, 181 - da incisão, 142 - de foco, 1, 265 - - estendida, 1
Programação da monovisão pseudofácica, 98
Prontuários eletrônicos, 177
Protocolo de avaliação - da superfície ocular, 3 - pré-operatória, 15
Pupilas
- fotópicas muito pequenas, 9 - mesópicas/escotópicas
- - grandes, 8 - - pequenas, 8
Q
Qualidade
- de vida em glaucoma, 331 - visual, 54
Quatera, 220
R
Raiz da média dos quadrados de aberrações de alta ordem, 26
Rayner RayOne Trifocal®, 279
Read® Custom Q, 303
Rebamipida oftálmica, 93 Redução do astigmatismo, 149
Referência intraoperatória, 224 Refinamento de técnicas guiadas por imagem, 152 Reflexão, 252
Refluxo motorizado, 208 Refração, 252
Regressão(ões), 150 - lineares, 163
Regularidade corneana, 4, 23
Reimplante, 371 Retina, 109
Retinopatia(s), 335 - diabética, 12, 13
Retinose pigmentar, 78
Retratamentos, 300 Riscos, 119
Root Mean Square (RMS), 7, 43
Rosewood, 221
Rotação retrógrada (refluxo), 208
Ruptura de cápsula posterior, 237 - com luxação do núcleo para o vítreo, 230
S
Satisfação do paciente, 291
Seleção do paciente, 265
Sensibilidade ao contraste, 3, 253, 264
Simulações visuais, 118
Síndrome
- de contratura capsular, 376 - de distensão do saco capsular, 377 - de Irvine-Gass, 78
Sinoptóforo, 38
Sistemas
- binoculares complementares, 290
- de marcação guiados por imagem, 143
- guiados por imagem, 152
Sleeves, 213
- e ponteiras, 213
Subcorreção, 150
Superfície ocular, 81, 86, 105
- estratégias de otimização da, 91
- saudável, 97
TTacrolimus, 84
Take home message, 101
Tamanho pupilar, 54
Target refrativo, 6
Técnica(s)
- cirúrgica, 142, 164, 215, 372
- - das incisões relaxantes limbares, 142
- - e métodos de fixação, 372
- - e parâmetros, 215
- da capsulotomia posterior com Nd:YAG laser, 378
- da gonioscopia cirúrgica, 235
- de Chop com dependência de vácuo, 215
- de comunicação, 117, 118
- de esculpimento, 215
- de execução, 143
- de pré-fratura sem ultrassom, 216
- durante a conquista, 216
Tecnologia(s)
- auxiliares no planejamento e execução, 160
- de biometria ocular, 5, 180
- óptica das lentes intraoculares, 340
- refrativas puras de transição suave, 273
Terapia(s)
- anti-inflamatória, 379
- biológicas, 93
- com luz intensa pulsada, 85
Teste(s)
- anatômicos, 4
- de produção do filme lacrimal, 82
- de tolerância, 299
Timing ideal, 118
Tomografia
- baseada em Scheimpflug, 4
- de coerência óptica de mácula, 10, 69, 124
- de córnea, 19, 21, 30, 83, 121, 142, 176, 188, 320
- - na catarata, 32
- - na cirurgia refrativa, 31
Topografia, 19, 83, 121, 142, 176, 188
- baseada em Plácido ou Scheimpflug, 4, 90
- de córnea, 29
- - na cirurgia
- - - de catarata, 29
- - - refrativa, 29
Tração vitreomacular, 72
Tradeoffs, 118
Tratamento
- da superfície ocular, 84
- do olho seco, 4
- personalizado, 287
Trefoil, 7
Troca da lente intraocular, 351, 354
UUltrassom, 209, 210, 212
- contínuo, 210
- lateral, 212
- longitudinal, 212
- pulsado, 210
Unity, 218
Uveítes, 339
VVácuo, 208
- em bombas
- - peristálticas, 208
- - Venturi, 208
Valores financeiros, 118
VerionTM, 136
Veritas, 219
Visian ICL® (STAAR Surgical Co.), 315
Vitrectomia anterior, 237
Z
Zeiss®, 220
- AT LISA® tri (839MP/939MP
Toric), 280
- “Micor”, 221
A cirurgia de catarata passou por uma transformação radical nas últimas décadas, deixando de ser um procedimento meramente reabilitador para se consolidar como uma intervenção refrativa de alta precisão. Hoje, a busca pela excelência visual vai além da remoção da opacidade cristaliniana; ela exige a entrega de resultados personalizados que atendam às elevadas expectativas do paciente contemporâneo.
Neste cenário de constante inovação, Cirurgia de Catarata – Avanços Recentes em Facodinâmica, Técnica Cirúrgica e Lentes Intraoculares surge como um guia indispensável. A obra oferece uma abordagem profunda sobre as tecnologias de ponta, com foco especial nas lentes intraoculares (LIOs) premium – incluindo as trifocais, as de profundidade de foco estendida (EDOF) e as tóricas.
Mais do que apresentar ferramentas, este livro convida o leitor ao pensamento crítico. Ao longo de seus capítulos, especialistas renomados integram evidência científica e experiência prática para abordar temas cruciais: da análise minuciosa da superfície ocular e biometria avançada ao manejo refinado do astigmatismo e da facodinâmica.
Destaques da obra:
• Fundamentos ópticos: interpretação de métricas, como MTF e PSF, além do impacto dos ângulos Alpha e Kappa.
• Desafios biométricos: estratégias para olhos complexos, incluindo casos pós-cirurgia refrativa e ceratocone.
• Tecnologia de ponta: o papel do laser de femtossegundo e dos sistemas de marcação digital.
• Situações especiais: manejo de pacientes com glaucoma, doenças retinianas, uveítes e disfunções endoteliais.
• Cuidado pós-operatório: análise de causas de insatisfação, disfotopsias e protocolos para explantes ou reintervenções.
Este livro não é apenas um compêndio teórico, mas uma ferramenta prática desenhada para elevar a previsibilidade dos resultados clínicos e cirúrgicos da cirurgia de catarata.
É o recurso definitivo para o cirurgião que busca unir precisão técnica, responsabilidade ética e máxima satisfação visual de seus pacientes.
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