
Inglês

Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Editora responsável: Karina Otsuka Nihonmatsu
Organizadora:
EDITORA NOVO RUMO
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo.
Componente curricular: Língua Inglesa
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Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Editora responsável: Karina Otsuka Nihonmatsu
Organizadora:
EDITORA NOVO RUMO
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo.
Componente curricular: Língua Inglesa
Organizadora: EDITORA NOVO RUMO
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo.
Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Editora responsável: Karina Otsuka Nihonmatsu
Especialista em Ensino-Aprendizagem da Língua Inglesa pela Universidade Norte do Paraná (Unopar-PR).
Licenciada em Letras - Língua Inglesa e Respectivas Literaturas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Atuou como professora de Inglês em cursos de idiomas e escolas do Ensino Básico. Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Componente curricular: Língua Inglesa
1ª edição Londrina, 2025
Copyright © Editora Novo Rumo, 2025.
Edição Denise de Andrade Santos Oliveira, Karina Otsuka Nihonmatsu
Assistência editorial Brunna Caciolato Carbonera, Nathália Consolin
Revisão técnica Nádia Ferrari de Abreu
Preparação e revisão Moisés Manzano da Silva (coord.)
Gerência de produção editorial Camila Rumiko Minaki Hoshi
Supervisão de produção editorial Priscilla de Freitas Cornelsen Rosa
Assistência de produção editorial Lorena França Fernandes Pelisson
Coordenação de produção de arte Tamires Rose Azevedo
Edição de arte Felipe Grigoli
Projeto gráfico e design Dayane Barbieri, Keithy Mostachi, Laís Garbelini
Projeto de capa Marcela Pialarissi
Ilustrações de capa Giovana Medeiros
Coordenação de diagramação Adenilda Alves de França Pucca - Nil
Diagramação Laryssa Dias Almeron dos Santos, Teclas editorial
Autorização de recursos João Henrique Pedrão Feliciano
Iconografia Alessandra Roberta Arias, Vinícius Costa (trat. imagens)
Coletânea de áudios
Gerência de produção Erick Lopes de Almeida
Produção Cristiano Prazeres, Carlos Cassemiro, Renan Alves
Locução Anna Paula Doro, Daniel Weber, Priscila Hochstedler, Thomas Marques
Edição, mixagem e masterização Raphael Gazal
Estúdio de gravação Rockets Audio
Elaboração de originais
Karina Otsuka Nihonmatsu
Especialista em Ensino-Aprendizagem da Língua Inglesa pela Universidade Norte do Paraná (Unopar-PR).
Licenciada em Letras - Língua Inglesa e Respectivas Literaturas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Atuou como professora de Inglês em cursos de idiomas e escolas do Ensino Básico.
Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Denise de Andrade Santos Oliveira
Mestra em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Especialista em Língua Inglesa pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Licenciada em Letras, com habilitação em Português e Língua Inglesa Moderna com as Respectivas Literaturas, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Elaboradora e editora de materiais didáticos.
Marina Guimarães Nascimento
Mestra em Educação Escolar pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp-SP) – campus
Araraquara.
Especialista em Revisão Prática de texto pela Faculdade Unyleya (RJ).
Especialista em Gestão das Políticas Públicas Educacionais pela União Brasileira de Faculdades (UniBF-PR).
Licenciada e bacharela em Letras - Língua Portuguesa e Língua Estrangeira: Inglês pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp-SP) – campus Araraquara.
Elaboradora de materiais didáticos. 25-299208.0
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Plantar inglês : 5º ano : anos iniciais do ensino fundamental/ organizadora
Editora Novo Rumo ; obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo ; editora responsável Karina Otsuka Nihonmatsu. -- 1. ed. -- Londrina, PR : Editora Novo Rumo, 2025.
Componente curricular: Língua inglesa.
ISBN 978-65-5158-078-9(livro do estudante)
ISBN 978-65-5158-081-9(livro do professor)
ISBN 978-65-5158-160-1(livro do estudante HTML5)
ISBN 978-65-5158-161-8(livro do professor HTML5)
1. Língua inglesa (Ensino fundamental)
I. Nihonmatsu, Karina Otsuka. II. Série.
Índices para catálogo sistemático:
1. Língua inglesa : Ensino fundamental 372.652
Eliete Marques da Silva - Bibliotecária - CRB-8/9380
Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA NOVO RUMO.
Avenida Doutor Adhemar Pereira de Barros, 1500, sala 804 - Bela Suíça - Londrina-PR CEP 86047-250 - Tel. (43) 3367-2030 contato@editoranovorumo.com.br
Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro foram produzidas com fibras obtidas de árvores de florestas plantadas, com origem certificada.
Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD CNPJ 61.186.490/0016-33
Avenida Antonio Bardella, 300 Guarulhos-SP – CEP 07220-020 Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375
Acreditamos que o aprendizado em Língua Inglesa é essencial para que os estudantes se tornem cidadãos ativos e capazes de pensar de forma autônoma e crítica. Esta coleção foi cuidadosamente pensada para ser uma parceira nessa missão, proporcionando uma abordagem integrada e relevante.
Ao longo de cada unidade, o conteúdo se conecta diretamente com a realidade dos estudantes, valorizando o que eles já sabem e incentivando a construção de novos conhecimentos. Nessa dinâmica, o professor não é apenas um detentor do saber, mas um guia e um mediador, orientando os estudantes a serem os protagonistas de sua aprendizagem.
Para apoiar essa jornada, apresentamos este Livro do Professor. Na primeira parte dele, você encontra informações sobre a estrutura da coleção e a Reprodução do Livro do Estudante com as orientações ao professor nas laterais e nos rodapés das páginas reproduzidas, com comentários práticos para auxiliar no dia a dia em sala de aula, como orientações sobre os conteúdos das unidades, atividades extras, momentos sugeridos de avaliação, entre outros subsídios. Na segunda parte, apresentamos o Manual do Professor, onde você encontra desde a estrutura da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e fundamentos teórico-metodológicos da coleção até recursos práticos, como estratégias de avaliação diversificadas, modelos de planejamento de rotina e de sequência didática, quadro de distribuição dos conteúdos e sugestões de cronogramas que contribuem para o desenvolvimento docente.
É importante ressaltar que as sugestões podem ser adequadas de acordo com a realidade da turma e da escola. Esperamos que seja uma ferramenta útil e enriquecedora no processo de ensino-aprendizagem, possibilitando a formação de cidadãos críticos e participativos na sociedade.
Desejamos a você um ótimo ano letivo!
QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO
...........................................XXVI SUGESTÕES DE CRONOGRAMAS .............. XXVIII 3º, 4º E 5º ANOS ................................................ XXVIII REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES PARA A PRÁTICA DOCENTE ..........................XXIX
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS – LIVRO DO PROFESSOR ................................. XXIX
Os volumes de 3º, 4º e 5º anos desta coleção são destinados aos estudantes e professores dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Cada volume é organizado em unidades, que, por sua vez, são subdivididas em seções que desenvolvem as competências gerais propostas pela BNCC. Além disso, durante o desenvolvimento dos conteúdos, a coleção aborda os temas contemporâneos transversais, contribuindo para a formação de cidadãos críticos e atuantes na sociedade.
Além dos volumes impressos, a coleção apresenta a versão digital do Livro do Estudante e do Livro do Professor. Esses materiais digitais apresentam recursos acessíveis, favorecendo a utilização por todos os estudantes.
A seguir, apresentamos a estrutura do Livro do Estudante, explicando as características das seções e de outros elementos que compõem a coleção.
WELCOME
Seção que permite uma avaliação diagnóstica, a fim de verificar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre a língua inglesa.
PÁGINAS DE ABERTURA
Têm como objetivos marcar o início de cada unidade, despertar a atenção dos estudantes para o que será abordado e relacionar os conteúdos aos conhecimentos prévios e à sua realidade próxima.
VOCABULARY AND GRAMMAR
Seção destinada aos conteúdos linguísticos. Apresenta vocabulário e estruturas gramaticais relacionadas aos temas das unidades. Disponibiliza recursos, como as faixas de áudio, que introduzem o vocabulário e as estruturas gramaticais.
LISTEN
Seção destinada à compreensão oral. Apresenta áudio com situações comunicativas relacionadas aos temas das unidades e uma ou mais atividades de interpretação do texto oral.
SPEAK
Seção destinada à produção oral. Apresenta orientações para que os estudantes interajam oralmente em língua inglesa.
READ
Seção destinada à leitura. Apresenta texto de diversos gêneros textuais com uma ou mais atividades de interpretação de texto.
WRITE
Seção destinada à produção de texto. Apresenta orientações para que os estudantes planejem, produzam e compartilhem socialmente suas produções em língua inglesa. O gênero textual proposto é sempre o mesmo lido na seção Read da unidade.
HANDS ON
Seção que propõe a criação de algo relacionado aos temas das unidades usando materiais manipuláveis, como cartolina, lápis de cor, tesoura, cola, massa de modelar, entre outras opções. As atividades possibilitam que os estudantes coloquem a mão na massa, desenvolvam habilidades sensório-motoras e usem a criatividade.
WHAT I KNOW
Seção que propõe uma autoavaliação para que os estudantes façam uma reflexão sobre o desempenho nos conteúdos trabalhados ao longo da unidade.
REMEMBER
Seção, apresentada a cada duas unidades, que contém atividades para revisar os conteúdos. Os estudantes podem fazê-las em sala de aula ou como tarefa para casa.
GOODBYE
Seção que permite uma avaliação somativa, a fim de verificar o desempenho dos estudantes nos conteúdos trabalhados ao longo do volume.
STORYTIME
Seção que apresenta um gênero textual da esfera literária para apreciação dos estudantes. Após a leitura, são propostas atividades de interpretação textual e análise das características do gênero abordado.
TRANSCRIPTIONS
Apresenta as transcrições de áudios que não aparecem por escrito nas atividades das unidades do Livro do Estudante
BIBLIOGRAPHY
Seção com referências comentadas de materiais consultados na elaboração do Livro do Estudante
As unidades, além de seções, são compostas dos seguintes boxes:
• Notes: apresenta informações complementares, como aspectos da língua inglesa e curiosidades culturais.
• Vocabulário: apresenta a definição de palavras que aparecem em textos e atividades e que os estudantes possam não conhecer.
• Attention: dicas e pontos de atenção que auxiliam os estudantes no desenvolvimento das atividades.
• Reflect: apresenta texto, imagem e questões que abordam temas sociais e culturais, relacionados aos temas contemporâneos transversais da BNCC, para que os estudantes possam desenvolver o pensamento crítico e reflexivo.
• Explore: sugestões de materiais e espaços de visitação, com o objetivo de ampliar o repertório dos estudantes.
ÍCONE DE RESPOSTA ORAL
Indica que os estudantes devem responder à atividade oralmente.
ÍCONE TRACK
Indica que há faixa de áudio que auxilia os estudantes no estudo de alguns assuntos.
O LIVRO DO PROFESSOR
Este Livro do Professor é organizado em duas partes. Esta primeira parte apresenta a estrutura da coleção e a Reprodução do Livro do Estudante, que se refere à reprodução das páginas do Livro do Estudante em tamanho reduzido, com respostas e possíveis comentários para você. Nas laterais e nos rodapés dessas páginas, as orientações ao professor propõem comentários, sugestões de condução para as atividades e respostas de algumas atividades que não foram apresentadas na reprodução da página do Livro do Estudante. Essas orientações colaboram para a prática docente e seu dia a dia em sala de aula e foram elaboradas de modo a explicitar os procedimentos das aulas de forma prática e ao mesmo tempo detalhada, oferecendo suporte à prática docente.
A segunda parte, apresentada após a Reprodução do Livro do Estudante, é intitulada Manual do Professor. Ela apresenta a estrutura da BNCC e a fundamentação teórico-metodológica da coleção e aborda diversos assuntos que contribuem para o desenvolvimento docente e para o dia a dia em sala de aula. Além disso, apresenta um quadro de distribuição dos conteúdos com as competências gerais e os temas contemporâneos transversais da BNCC que estão sendo desenvolvidas em cada unidade e sugestões de cronogramas bimestrais, trimestrais e semestrais. Ao final dessa parte, são apresentadas sugestões de re-
ferências complementares para a prática docente e as referências bibliográficas comentadas utilizadas como consulta para a produção das orientações ao professor e do Manual do Professor.
Observe a seguir como as orientações ao professor, que constam na primeira parte deste Livro do Professor, estão estruturadas.
OBJETIVO(S)
Destaca o(s) objetivo(s) pedagógico(s) de cada seção do Livro do Estudante
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Fornece sugestões de condução de como a unidade pode ser iniciada para que o estudante reflita sobre o tema a ser estudado e verifique quais são os conhecimentos prévios que eles já têm sobre o tema proposto.
Apresenta as competências gerais e os temas contemporâneos transversais da BNCC que estão sendo desenvolvidos, destacando as relações entre esses elementos e o conteúdo.
Os comentários e as explicações de caráter prático referentes às atividades do Livro do Estudante e as considerações pedagógicas a respeito de possíveis dificuldades dos estudantes na resolução das atividades, bem como alternativas para consolidar conhecimentos, são inseridos em tópicos ao longo da unidade.
Apresenta as sugestões de respostas de algumas atividades e questões indicadas no Livro do Estudante
Apresenta sugestões de atividades complementares que contribuem para diversificar as estratégias de aprendizagem.
Propõe avaliações formativas para que você possa acompanhar a aprendizagem dos estudantes em diferentes momentos, possibilitando, se for o caso, intervenções no ensino, com foco na recuperação da aprendizagem.
Destaca momentos em que é possível estabelecer relações entre componentes curriculares de diferentes áreas do conhecimento, além de orientações práticas sobre como realizar as articulações entre os conteúdos.
COMPLEMENTAR(ES)
Fornece sugestões de livros, sites, entre outros recursos, contribuindo para a sua formação.
Organizadora:
EDITORA NOVO RUMO
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo.
Editora responsável: Karina Otsuka Nihonmatsu
Especialista em Ensino-Aprendizagem da Língua Inglesa pela Universidade Norte do Paraná (Unopar-PR).
Licenciada em Letras - Língua Inglesa e Respectivas Literaturas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Atuou como professora de Inglês em cursos de idiomas e escolas do Ensino Básico. Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Componente curricular: Língua Inglesa
1ª edição Londrina, 2025
29/09/2025 16:39:44
Esta parte do Livro do Professor contém a Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido, com respostas das atividades e possíveis comentários para você. Além disso, nas laterais e rodapés há as orientações ao professor que servem como um guia para a prática pedagógica apresentando sugestões sobre como trabalhar as atividades, além de apresentar as respostas que não foram incluídas na reprodução das páginas. Para deixar mais evidente o sentido de leitura, em algumas páginas utilizamos as indicações e .
Copyright © Editora Novo Rumo, 2025.
Edição Denise de Andrade Santos Oliveira, Karina Otsuka Nihonmatsu
Assistência editorial Brunna Caciolato Carbonera, Nathália Consolin
Revisão técnica Nádia Ferrari de Abreu
Preparação e revisão Moisés Manzano da Silva (coord.)
Gerência de produção editorial Camila Rumiko Minaki Hoshi
Supervisão de produção editorial Priscilla de Freitas Cornelsen Rosa
Assistência de produção editorial Lorena França Fernandes Pelisson
Coordenação de produção de arte Tamires Rose Azevedo
Edição de arte Felipe Grigoli
Projeto gráfico e design Dayane Barbieri, Keithy Mostachi, Laís Garbelini
Projeto de capa Marcela Pialarissi
Ilustrações de capa Giovana Medeiros
Coordenação de diagramação Adenilda Alves de França Pucca - Nil
Diagramação Laryssa Dias Almeron dos Santos, Teclas editorial
Autorização de recursos João Henrique Pedrão Feliciano
Iconografia Alessandra Roberta Arias, Vinícius Costa (trat. imagens)
Coletânea de áudios
Gerência de produção Erick Lopes de Almeida
Produção Cristiano Prazeres, Carlos Cassemiro, Renan Alves
Locução Anna Paula Doro, Daniel Weber, Priscila Hochstedler, Thomas Marques
Edição, mixagem e masterização Raphael Gazal
Estúdio de gravação Rockets Audio
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Plantar inglês : 5º ano : anos iniciais do ensino fundamental/ organizadora Editora Novo Rumo ; obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo ; editora responsável Karina Otsuka Nihonmatsu. -- 1. ed. -- Londrina, PR : Editora Novo Rumo, 2025. Componente curricular: Língua inglesa.
ISBN 978-65-5158-078-9(livro do estudante)
ISBN 978-65-5158-081-9(livro do professor)
ISBN 978-65-5158-160-1(livro do estudante HTML5)
ISBN 978-65-5158-161-8(livro do professor HTML5)
1. Língua inglesa (Ensino fundamental) I. Nihonmatsu, Karina Otsuka. II. Série.
CDD-372.652
25-299208.0
Índices para catálogo sistemático:
1. Língua inglesa : Ensino fundamental 372.652
Eliete Marques da Silva - Bibliotecária - CRB-8/9380
Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA NOVO RUMO.
Avenida Doutor Adhemar Pereira de Barros, 1500, sala 804 - Bela Suíça - Londrina-PR CEP 86047-250 - Tel. (43) 3367-2030 contato@editoranovorumo.com.br
Elaboração de originais
Karina Otsuka Nihonmatsu
Especialista em Ensino-Aprendizagem da Língua Inglesa pela Universidade Norte do Paraná (Unopar-PR).
Licenciada em Letras - Língua Inglesa e Respectivas Literaturas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Atuou como professora de Inglês em cursos de idiomas e escolas do Ensino Básico.
Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Denise de Andrade Santos Oliveira
Mestra em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Especialista em Língua Inglesa pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Licenciada em Letras, com habilitação em Português e Língua Inglesa Moderna com as Respectivas Literaturas, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Elaboradora e editora de materiais didáticos.
Marina Guimarães Nascimento
Mestra em Educação Escolar pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp-SP) – campus Araraquara.
Especialista em Revisão Prática de texto pela Faculdade Unyleya (RJ).
Especialista em Gestão das Políticas Públicas Educacionais pela União Brasileira de Faculdades (UniBF-PR).
Licenciada e bacharela em Letras - Língua Portuguesa e Língua Estrangeira: Inglês pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp-SP) – campus Araraquara.
Elaboradora de materiais didáticos.
Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro foram produzidas com fibras obtidas de árvores de florestas plantadas, com origem certificada.
Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD CNPJ 61.186.490/0016-33
Avenida Antonio Bardella, 300 Guarulhos-SP – CEP 07220-020 Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375
Hello, student!
Na vida, a gente aprende e ensina o tempo todo e, provavelmente você já aprendeu muito com seus professores, amigos e conhecidos.
Neste livro, há momentos tanto para você compartilhar o que já viveu quanto para novas descobertas. Você vai ler e produzir textos em língua inglesa, entender como funcionam certos processos sociais e culturais, entre outros assuntos.
Esperamos que você interaja com seus colegas e participe das atividades, desenvolvendo o gosto particular por novas descobertas. E não se esqueça de que sempre poderá tirar as suas dúvidas com o professor.
Aproveite cada momento para tornar esse aprendizado mais rico e divertido. Happy studying!
29/09/2025 17:27:28
A seguir, apresentamos a organização do seu livro e indicamos como isso vai ajudar em seus estudos.







Nessa seção, você vai verificar o que já sabe em língua inglesa.






Nessa seção, você vai conhecer palavras e estruturas gramaticais relacionadas aos temas das unidades.
Essa seção apresenta o título, imagem e atividades relacionadas ao tema que você vai estudar em cada unidade. Dessa forma, você já fica preparado para o que vai aprender.

LISTEN
Nessa seção, você vai ouvir situações comunicativas relacionadas aos temas das unidades para colocar em prática a compreensão oral em língua inglesa.


SPEAK
Nessa seção, você vai participar de situações comunicativas relacionadas aos temas das unidades para colocar em prática a produção oral em língua inglesa.

READ
Nessa seção, você vai ler textos relacionados aos temas das unidades e realizar atividades que lhe auxiliarão na compreensão desses textos.




Nessa seção, você vai produzir textos e colocar em prática os conteúdos estudados nas unidades.


HANDS ON
Seção que propõe colocar a mão na massa, usando a criatividade e diversos materiais manipuláveis para produzir algo relacionado aos temas das unidades, como jogos e brincadeiras.

Nessa seção, você vai fazer uma autoavaliação dos conteúdos estudados ao longo da unidade e verificar o seu aprendizado em cada um deles.
29/09/2025 17:27:30







Essa seção, apresentada a cada duas unidades, contém atividades diversas para revisar os conteúdos estudados.
Nessa seção, você poderá ler o texto dos áudios que não apareceram por escrito nas unidades.



















Nessa seção, você vai revisar alguns dos conteúdos estudados ao longo do volume e verificar o seu aprendizado
Nesse boxe, você vai aprender informações complementares sobre a língua inglesa, além de curiosidades culturais.
Apresenta o significado de algumas palavras em língua inglesa.

Boxe com dicas para auxiliar na elaboração das atividades propostas.

Nesse boxe, você vai ler um texto, observar uma imagem e refletir com os colegas de turma sobre diferentes assuntos sociais e culturais que fazem parte do cotidiano.
BIBLIOGRAPHY
Esta seção contém as referências de livros, revistas e sites que foram utilizados na elaboração do seu livro.


Nesse boxe, há indicações de materiais e espaços para visitação para você ampliar seus conhecimentos a respeito do tema de cada unidade.
Indica que a atividade deve ser respondida oralmente.
Aparece em atividades que necessitam da reprodução de áudio. Este ícone é acompanhado pela numeração da faixa, facilitando a localização da gravação.
Os sites indicados neste livro podem mostrar imagens e textos diferentes dos que foram pensados para o seu estudo. Isso acontece porque o conteúdo disponível on-line pode ser alterado com o tempo e variar conforme o histórico de pesquisa do usuário. Por isso, não temos como controlar as imagens e textos que aparecem em tais sites
29/09/2025 17:27:31
Olá! Vamos iniciar um novo ano de estudo, mas, antes disso, que tal verificar o que você já sabe? Para isso, forme um grupo com mais colegas e brinquem com o jogo de tabuleiro a seguir.
Respostas nas orientações ao professor
Início Diga nomes de cômodos de uma moradia.

Quais são as características de uma tirinha?


Diga uma característica de sua moradia usando uma das palavras a seguir.
Não foi dessa vez! Permaneça nesta casa por duas rodadas.
Diga nomes de meios de transporte.

de participação. O primeiro estudante jogará o dado e, com base no número que cair, avançará o número de casas correspondente no tabuleiro. Cada casa trará um desafio relacionado ao conteúdo de inglês, sendo possível usar as imagens como suporte para as respostas. Se na turma houver algum estudante com deficiência visual, oriente alguém do grupo a entregar o dado e a ler a questão da casa em que o colega parou.
Ande 2 casas para frente. Você está com sorte!
Diga nomes de objetos de uma moradia.

Diga nomes dos locais da cidade.

Where is the bakery?

2. Resposta: Bedroom, bathroom, living room, kitchen, garage.
4. Resposta: Sofa, bookcase, bed, wardrobe, refrigerator, stove, sink, toilet, shower, table, chair, desk.
5. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes descrevam a moradia com frases como: “My house has… and…”; “The... is big, but the... is small”.
• Reconhecer os conteúdos já aprendidos.
• Incentive os estudantes a dizerem o que aprenderam em anos anteriores e se utilizaram alguma técnica específica para facilitar o aprendizado da língua inglesa. Com base nas respostas, será possível planejar abordagens didáticas mais eficazes para atender aos diferentes estilos de aprendizagem da turma ao longo do ano letivo. Em seguida, incentive-os a dizer o que gostariam de aprender, pois essa é uma oportunidade para identificar os interesses da turma e alinhar o conteúdo àquilo que mais motiva cada um. Proponha aos estudantes que escrevam suas expectativas em uma cartolina, afixe-a em uma parede da sala e refira-se a ela ao longo do ano, pedindo a um deles que faça uma marcação sempre que um item for explorado. Ao final do ano, comparem as expectativas iniciais com o que de fato foi aprendido.
• Oriente os estudantes a se organizarem em grupos de até quatro integrantes. Providencie e distribua um dado para cada grupo e instrua-os a usar um objeto do material escolar como peça de peão no jogo. Todos devem posicionar as peças na casa de início e, através de sorteio ou de algum outro método que decidirem, eles devem definir a ordem
16:44:02
6. Resposta: A tirinha é composta de ilustrações e textos em quadrinhos, apresenta balões de fala e onomatopeias.
8. Resposta: Hospital, supermarket, school, restaurant, bakery, drugstore, bank, mall, museum, park, gym, stadium.
9. Resposta: The bakery is between the drugstore and the bank.
10. Resposta: Motorcycle, train, boat, car, bicyle, bus.
• Após a conclusão do jogo, abra espaço para um diálogo coletivo, incentivando os estudantes a compartilharem suas impressões sobre a atividade. Pergunte do que mais gostaram e quais foram as dificuldades enfrentadas. Esse momento de reflexão é importante, pois permite compreender os interesses e as necessidades da turma. Com essas informações, pode-se identificar pontos que precisam de mais atenção nas próximas aulas e planejar abordagens de ensino que motivem os estudantes, tornando o aprendizado significativo.
• Por fim, destaque para os estudantes a importância de revisar e reforçar o que já sabem em inglês. Explique que essa prática ajuda a consolidar o aprendizado e fortalece a confiança no uso da língua inglesa.
Respostas
11. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes adicionem um meio de transporte à frase “I go to school by...” ou digam “I go to school on foot”.
12. Resposta: O anúncio de propaganda é composto de texto e imagem, geralmente apresenta slogan (frase de impacto) e o logo do responsável.
14. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes listem as roupas e os sapatos que estão usando no momento com a frase “I am wearing...”.
15. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes descrevam suas roupas e seus sapatos adicionando adjetivos em frases como “I am wearing... T-shirt,... pants/shorts and... sneakers/shoes”.
16. Resposta: Os elementos que compõem a capa de livro são título da obra, nome do autor, nome da editora e ilustração. Os estudantes também podem indicar o nome do ilustrador.
How do you go to school?

Quais são os elementos que compõem um anúncio de propaganda?

Descreva as roupas que você está vestindo, usando as palavras a seguir.
Que pena! Volte ao início.
What are you wearing?

Quais são os elementos que compõem uma capa de livro?


Diga nomes de membros da família.


Para que serve um bilhete? Diga quem são as pessoas da família a seguir usando um pronome (I, he, she, they).

17. Resposta: Grandparents (grandmother, grandfather); parents(mother, father); son; daughter; brother; sister; uncle; aunt; cousin; granddaughter; grandson; nephew; niece.
18. Possíveis respostas: He is the grandfather, She is the grandmother; They are the grandparents; He is the father, She is the mother; They are the parents; She is my aunt, He is my uncle; She is my sister, She is my cousin.
19. Resposta: Um bilhete serve para uma comunicação rápida e direta com uma pessoa, como para deixar um aviso ou recado, fazer um convite, solicitar ajuda, entre outras situações possíveis.

Frequentar a escola é um direito de toda criança. Na escola a gente aprende a ler, escrever, contar e entender o mundo. Também é na escola que convivemos com outras pessoas, fazemos amigos, aprendemos a respeitar as diferenças e a trabalhar em grupo. A escola é um lugar muito importante para o desenvolvimento de uma criança!
Respostas nas orientações ao professor.
1.
2.
A imagem mostra uma biblioteca de escola. Além da biblioteca, uma escola costuma ter vários outros espaços importantes. Quais são eles?
Brinque de Fui à escola e vi... com a turma. Quem iniciar o jogo deve completar a frase com o nome de algo que há na escola. O próximo estudante repete o que foi dito e adiciona algo mais. O desafio é lembrar de tudo o que foi mencionado, e quem esquecer passa a vez.
cias: o que costumam ler e aprender na escola, quais atividades realizam com os colegas para se divertirem e como se sentem ao trabalhar em grupo.
• Na atividade 1, registre na lousa, inicialmente em português, os nomes dos ambientes mencionados pelos estudantes. Caso algum deles já conheça os equivalentes em inglês, anote-os ao lado, favorecendo a associação entre as duas línguas.
• Na atividade 2, forme um círculo com to-
dos os estudantes e dê início à brincadeira completando a frase “Fui à escola e vi...” com o nome de um item da sala de aula ou de outros ambientes escolares. Em seguida, escolha um estudante para continuar. Ele deverá repetir a frase, incluir o elemento já citado e acrescentar outro. O próximo a participar será o colega ao lado, que deverá repetir toda a sequência anterior e adicionar um item. A dinâmica segue até que todos tenham participado.
• Ativar conhecimentos prévios sobre o tema espaços e pessoas que participam da escola.
Inicie a aula explorando o título da unidade e proponha aos estudantes um breve passeio pelos principais ambientes da escola. Ao passarem por locais como a quadra, a biblioteca e a cantina, verifique se eles conseguem nomeá-los em inglês. Aproveite o momento para perguntar com que frequência costumam ir a esses locais e se sabem quem são os funcionários que atuam em cada um deles. De volta à sala, abra espaço para que os estudantes compartilhem o que mais chamou a atenção no passeio, destacando se conheceram ou exploraram algum ambiente pela primeira vez.
• Peça aos estudantes que observem a imagem de abertura e descrevam os elementos que fazem parte do ambiente apresentado, como mesas, cadeiras e estantes com livros, incentivando-os a responder de que parte da escola se trata (a biblioteca). Em seguida, leia a legenda da imagem para contextualizar a cena. Prossiga com a leitura do texto introdutório e convide os estudantes a refletirem sobre as próprias experiên-
29/09/2025 16:46:25
Respostas
1. Resposta pessoal. Os estudantes podem mencionar os seguintes locais: sala de aula, sala dos professores, cantina, biblioteca, quadra e banheiros.
2. Respostas pessoais. As respostas dependerão das escolhas dos estudantes.
• Nomear alguns espaços e pessoas que participam da escola.
• Usar have to para falar sobre as regras e obrigações escolares.
• Na atividade 1, oriente os estudantes a fecharem o livro, reproduza o áudio e peça a eles que que ouçam com atenção para identificarem quais palavras são ditas. Ao final da reprodução, convide-os a registrar na lousa as palavras que conseguiram compreender. Em seguida, solicite que abram o livro e verifiquem se as palavras compreendidas e registradas correspondem às apresentadas na atividade. Depois, reproduza o áudio novamente para que acompanhem a escuta observando as imagens e as palavras escritas. Toque o áudio uma última vez e incentive os estudantes a repetirem as palavras em voz alta, praticando a pronúncia de forma coletiva.
• Chame a atenção para a palavra principal, que é um falso cognato, ou seja, se assemelha a uma palavra da língua portuguesa, mas não tem o mesmo significado. Nesse caso, embora pareça com a palavra principal da língua portuguesa, essa palavra em inglês é usada para se referir à diretora ou ao diretor da escola.
Peça a todos os estudantes que fechem o livro e, em seguida, escolha uma das palavras recém-estudadas, representando-a na lousa com traços que correspondam ao número de letras. Ao lado, desenhe cinco círculos pequenos. Explique que o objetivo do jogo é descobrir qual é a palavra, adivinhando letra por letra. Sempre que um estudante sugerir uma letra que estiver presente na palavra, ela deverá ser escrita no traço
Escreva as respostas no caderno.
1. Track 01 Observe the pictures and listen to the audio.
Professor, professora: Ao reproduzir o áudio, faça pausas entre as palavras, para que os estudantes possam repeti-las em voz alta.









correspondente; caso contrário, a letra será registrada acima de um dos círculos, que será marcado com um X indicando que foi eliminado. A dinâmica prossegue até que a turma complete a palavra ou até que todos os círculos tenham sido eliminados sem que a palavra seja revelada. Para as rodadas seguintes, convide diferentes estudantes a irem até a lousa e conduzirem o jogo.
• SOUZA, Tiago Zanquêta de; NOVAIS, Gercina Santana; DIAS, Adelino José de Carvalho. A escola hoje: em defesa do direito de ensinar e
aprender em contextos educativos e formativos humanizadores. São Paulo: Dialética, 2024. Essa obra discute o papel da escola básica na garantia do direito de ensinar e aprender em contextos humanizadores. Reúne reflexões teóricas, experiências e pesquisas que defendem uma formação emancipatória e inclusiva.



Notes: Em inglês, diferentes palavras podem ser usadas para nomear o mesmo lugar, como acontece com as palavras toilet e restroom. Estes referem-se a banheiros públicos. O banheiro doméstico, usado para banho, pode ser chamado de bathroom
2. In your notebook, match the school workers to the place they usually work.
Respostas: A – 4; B – 3; C – 1; D – 2.
cook A.
English teacher B. P.E. teacher C.
librarian D.
gym 1. classroom 3. cafeteria 4. library 2.
P.E.: abreviação de Physical Education (Educação Física).
3. Read the sentences and write in your notebook which place in the school is being described.
a ) A space for physical activities and sports.
b ) A place where students can read and borrow books.
c ) A place to use the toilet bowl and sink.
d ) A place where students go to eat meals and snacks.
e ) A space where teaching and learning take place.
Respostas: a) gym; b) library; c) toilet; d) cafeteria; e) classroom.
4. In pairs, play Guess Who?. Choose a school worker or place, but don’t say it aloud. Your classmate must ask questions to guess what you chose.
Is it a place or person in the school? A place.
Do students read in this place? Yes!
4. Professor, professora: Caminhe pela sala de aula durante a atividade para auxiliar os estudantes a formularem as perguntas.
a estratégia de identificar palavras que já conhecem e, com base nelas, deduzir a resposta. Se necessário, escreva na lousa os nomes dos locais da escola descritos nas frases para que possam associá-los.
• Na atividade 4, para ampliar a prática, combine com os estudantes que eles terão dois minutos para interagirem em duplas e tentarem adivinhar a palavra escolhida pelo colega. Passado o tempo, caso não tenham conseguido descobrir a palavra, o colega deverá revelá-la e, em seguida, ambos devem trocar de dupla e realizar uma nova rodada.
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• Faça a leitura do boxe Notes com a turma e comente que as palavras washroom, ladie’s room ou men’s room também são usadas com o mesmo sentido de restroom e toilet. Acrescente que a palavra bathroom pode aparecer, em contextos mais informais, como loo. Destaque que essas variações dependem do lugar, do falante e do contexto (mais formal ou mais informal) em que a língua inglesa está sendo utilizada. Compreender essas diferenças não apenas amplia o vocabulário dos estudantes, mas também possibilita que conheçam aspectos culturais da língua inglesa.
• Na atividade 2, dê um tempo para que os estudantes registrem as respostas no caderno. Em seguida, realize a correção coletiva solicitando a alguns voluntários que leiam em voz alta o que escreveram e expliquem por que relacionaram cada profissional ao respectivo local da escola. Para justificar suas escolhas, eles podem associar os locais às funções desempenhadas por esses profissionais. Incentive-os a elaborar frases em inglês e forneça um exemplo, como “An English teacher teaches lessons in the classroom”.
• Na atividade 3, caso perceba que os estudantes estão com dificuldade para compreender as frases, explique que eles podem usar
• Na atividade 5, peça aos estudantes que leiam atentamente as frases para identificarem, previamente, as informações que deverão reconhecer no áudio. Reproduza o áudio uma vez para compreensão geral. Em seguida, repita-o quantas vezes forem necessário, pausando após cada reprodução para que os estudantes possam escrever as respostas no caderno. Ao final, realize a correção coletiva: primeiro, solicite que indiquem quais alternativas são verdadeiras; depois, peça-lhes que reformulem as frases falsas, transformando-as em verdadeiras.
• Na atividade 1, peça aos estudantes que observem as imagens e leiam as frases. Em seguida, toque o áudio, pausando após cada frase, para que comentem o que compreenderam e façam a relação entre o texto e o que está representado nas imagens. Aproveite esse momento para perguntar se o que é mencionado em cada frase corresponde a uma regra ou obrigação na escola em que estudam. Destaque as formas have to, has to, don’t have to e doesn´t have to, incentivando os estudantes a explicarem como cada uma é usada. Para auxiliá-los, faça questionamentos que promovam a análise e dedução, como: “Quais frases apresentam uma afirmação, ou seja, descrevem uma obrigação de alguém na escola?; “Quais formas verbais foram usadas?”; e “Quais frases apresentam uma negação, indicando algo não necessário de alguém seguir na escola? Quais formas verbais aparecem nessas frases?”. Além disso, verifique se eles notaram a concordância: has to e doesn´t have to são usados quando nos referimos às pessoas no singular, enquanto have to e don’t have to referem-se às pessoas no plural. Entretanto, é importante pontuar que
5. Track 02 Listen to the audio and write in your notebook if the sentences are true or false
Respostas: a) true; b) false (the gym is his favorite place in the school); c) false (there are many books in the library); d) true.
a ) The boy is presenting some places in his school.
b ) The playground is his favorite place in the school.
c ) There aren’t many books in the library.
d ) He likes to eat meals in the cafeteria.
1. Track 03 Observe the pictures and listen to the audio.
Professor, professora: Reproduza o áudio e peça aos estudantes que expliquem o que compreenderam das frases, fazendo uma relação delas com as imagens.

At school, a teacher has to help students learn and solve their questions.

school, students have to wear uniforms.

At school, a teacher doesn’t have to speak all the time, because students can participate too.

At school, students don’t have to bring lunch if they eat at the cafeteria.
2. In your notebook, write the correct alternative about how have to and its forms are used.
a ) We use has to and have to to express an obligation, and don’t have to and doesn’t have to to express that something is not necessary.
b ) We use have to and don’t have to to talk about school places and has to and doesn’t have to to give an order.
o pronome I é uma exceção, ele é precedido de have to e don’t have to, mesmo sendo singular.
• Na atividade 2, oriente os estudantes a retomarem as frases apresentadas na atividade anterior e analisarem o uso das formas de have to para que consigam reconhecer qual é a alternativa correta.
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3. In your notebook, complete the sentences with has to, have to, doesn’t have to or don’t have to
Respostas esperadas: a) Teachers have to prepare
a ) Teachers ■ prepare lessons before class.
b ) Students ■ go to school on weekends.
c ) The principal ■ be a good leader.
d ) The librarian ■ read the books for students.
lessons before class; b) Students don’t have to go to school on weekends; c) The principal has to be a good leader; d) The librarian doesn’t have to read the books for students.
4. Track 04 Listen to the audio and write in your notebook only the alternatives with school rules mentioned by the students.
a ) Students have to be on time for class.
Resposta: Alternativas a, c e e
b ) Students don’t have to wear a uniform at school.
c ) Students have to listen to the teacher carefully.
d ) Teachers don’t have to correct the homework.
e ) Students have to be respectful to teachers and classmates.
Escreva as respostas no caderno.
1. Track 05 Listen to the audio and write in your notebook the correct answer to each question.
a ) Who is John?
• He is a new student at school.
• He is the new principal.
b ) What is Maria explaining to him?
Respostas: a) He is a new student at school; b) She is explaining the school’s rules; c) They have to raise their hands; d) They have to be quiet; e) In the playground.
• She is explaining the cafeteria’s menu.
• She is explaining the school’s rules.
c ) What do students have to do when they want to speak in class?
• They have to speak very loudly.
• They have to raise their hands.
d ) How do students have to behave in the library?
• They have to be quiet.
• They don’t have to read books.
e ) Where do students play and talk in the school?
• In the playground.
• In the classroom.
te as respostas na lousa para que possam ser verificadas após a escuta.
• Na atividade 1, reproduza o áudio uma primeira vez e, ao final da reprodução, peça aos estudantes que retomem as anotações na lousa e comentem se as hipóteses levantadas anteriormente se concretizaram ou não. Depois, toque-o quantas vezes forem necessário para que possam registrar as respostas da atividade no caderno.
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• Como atividade de pós-escuta, proponha aos estudantes que mencionem quais são as regras explicadas pela garota e que devem ser seguidas pelo novo estudante. À medida que eles citam, registre as regras na lousa e, em seguida, promova uma reflexão, perguntando o que acham dessas regras e se a escola onde estudam adota regras iguais ou semelhantes.
• Na atividade 3, caso perceba que os estudantes estão tendo dificuldades quanto ao uso das formas de have to , oriente-os a identificar se as frases se referem a uma única pessoa (singular) ou mais de uma (plural). No item a, por exemplo, a frase refere-se aos professores, teachers, portanto as formas possíveis para completá-la são have to ou don’t have to Para reconhecerem se a frase é uma afirmativa ou negativa, eles devem analisar se o conteúdo fala de uma obrigação ou algo não necessário de ser seguido.
• Na atividade 4, antes de tocar o áudio, oriente os estudantes a lerem as alternativas apresentadas. Dessa forma, eles terão uma prévia do assunto a ser abordado. Em seguida, toque o áudio de forma contínua uma primeira vez. Depois, toque-o de forma pausada para que possam registrar as respostas corretas no caderno.
• Ouvir e compreender um diálogo sobre regras escolares.
• Como atividade de pré-escuta, comente com os estudantes que eles vão ouvir um diálogo entre dois estudantes, e um deles é novo na escola. Com base nessas informações, incentive-os a levantar hipóteses sobre o conteúdo do diálogo e ano-
• Descrever as regras da escola.
• Na atividade 1, combine previamente com os estudantes que a visita será realizada não apenas na sala de aula, mas também em alguns espaços de uso comum da escola, como a quadra, a cantina e a biblioteca. Ao chegar a cada local, solicite a cada estudante que formule e compartilhe uma regra relacionada a esse ambiente. Incentive-os a utilizar as formas de have to em suas frases. Caso haja algum estudante com deficiência visual, a cada ambiente visitado, oriente o colega de dupla vidente a dizer em inglês o nome do local, para que esse estudante também possa criar e enunciar uma regra.
Durante a visita aos diferentes espaços da escola, observe e registre como cada estudante participa da proposta. Para isso, considere: a compreensão da tarefa (se os estudantes relacionam o local visitado com regras adequadas ao contexto), o uso da língua (se conseguem empregar a estrutura have to ao formular suas frases) e a colaboração (se demonstram respeito ao ouvir o colega e se eles se ajudam mutuamente). Ao final, promova uma breve conversa com a turma sobre a atividade, destacando pontos positivos observados e sugerindo melhorias de forma construtiva. Caso tenha identificado dificuldades recorrentes no uso da língua, retome o conteúdo em sala com uma revisão prática, propondo novas atividades de reforço, como a elaboração coletiva de regras no quadro, jogos de formação de frases ou pequenos diálogos que exijam o uso de have to.
• No boxe Reflect, oriente
Escreva as respostas no caderno.
1. Professor, professora: Estipule quais espaços os estudantes podem visitar e acompanhe os grupos durante a caminhada pela escola, a fim de verificar se estão engajados na atividade.
1. In a group, visit the places in the school and talk in English about the rules.
a ) Visitem os espaços da escola de uso comum, como a quadra e a cantina.
b ) Verifiquem se há placas ou avisos de regras e observem como as pessoas convivem em cada espaço.

Attention: Não façam barulho nos espaços e não entrem em espaços não permitidos.
c ) Digam quais são as regras de uso e de convivência de cada espaço.
At the gym, students have to use the equipment carefully.
At the cafeteria, students have to sit at the table to eat.
d ) Retornem para a sala de aula e compartilhem as regras com a turma.
Reflect. a) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reconheçam que esses são comportamentos que deixam todos felizes, seguros e motivados a aprender na escola.
Na escola, você convive com professores, funcionários e colegas da sua e de outras turmas. Ter uma boa convivência com eles é muito importante. Isso significa respeitar as diferenças, escutar com atenção, esperar a sua vez para falar ou brincar e ajudar quando alguém precisar. Quando tratamos todos com respeito e educação, a escola se torna um lugar mais legal e seguro para todos.

a ) Como você se sente quando todos na escola são gentis, se respeitam e se ajudam?
b ) O que você já faz para contribuir para a boa convivência na escola?
Reflect. b) Resposta pessoal. Os estudantes podem mencionar o respeito às regras, práticas de boa educação e de empatia, o acolhimento a estudantes novos, entre outras atitudes.
os estudantes a conferirem a imagem e leia com eles o texto. Em seguida, conduza uma conversa inicial para que reflitam sobre a importância de conviver de forma harmoniosa no ambiente escolar, valorizando o respeito às pessoas que o frequentam. Depois, organize a turma em círculo para discutir coletivamente as perguntas propostas. Caso considere pertinente, registre na lousa as respostas e reflexões que surgirem nas atividades a e b, de modo que, ao final, os estudantes possam comparar os sentimentos expressos e analisar quais atitudes já praticam, ou ainda podem adotar, a fim de contribuir para uma convivência mais respeitosa e colaborativa na escola.
O boxe Reflect possibilita o trabalho com o tema contemporâneo transversal Vida familiar e social e com a Competência geral 9, ao incentivar os estudantes a refletirem sobre a importância da boa convivência na escola para a promoção de um ambiente seguro, acolhedor e respeitoso para todos. Além disso, favorece o desenvolvimento da capacidade de reconhecer e valorizar atitudes que fortalecem o respeito mútuo, a colaboração e a construção de relações saudáveis no contexto escolar.
Escreva as respostas no caderno.
1. Read the following classroom rules and answer the questions in your notebook.
Respostas: a) There are 8 (eight) rules; b) These rules are for students.
• Come to class on time.
• Listen carefully during lessons.
• Participate in the activities.
• Wait your turn to speak or play.
• Help clean up the classroom.
• Take care of your school supplies.
• Ask permission to drink water or go to the toilet.
• Use kind words and respect everyone.

a ) How many rules are there?
b ) Who are these rules for?
2. In your notebook, match the pictures with the classroom rules they best represent.

Respostas: A – 2; B – 1; C – 4; D – 3.


Come to class on time. 1.

Ask permission to drink water or go to the toilet. 2.
Use kind words and respect everyone. 4. Listen carefully during lessons. 3.
cluírem, realize a correção coletiva, chamando voluntários para lerem as respostas em voz alta.
• Na atividade 2, caso a turma conte com algum estudante com deficiência visual, peça aos colegas videntes que descrevam o que está representado (garrafa, relógio, duas crianças juntas e orelha ouvindo algo). Dê tempo suficiente para que todos associem as imagens a algumas das regras lidas anteriormente. Ao final, incentive-os a formular outras regras para os mesmos elementos ilustrados.
• Como atividade de pós-leitura, organize uma roda de conversa com os estudantes para que
• Ler e compreender regras de sala de aula.
• Como atividade de pré-leitura, oriente os estudantes a observarem a imagem que acompanha o texto e, com base nela, incentive-os a levantar hipóteses sobre o que será apresentado no texto. Se houver algum estudante com deficiência visual, solicite a colegas videntes que descrevam a imagem, mencionando: o local representado, os itens que compõem a cena e a disposição do texto em relação à imagem. Registre as hipóteses na lousa para que, após a leitura, a turma confronte suas previsões com as informações efetivamente apresentadas no texto.
• Na atividade 1, oriente os estudantes a lerem o texto de forma silenciosa e individual. Em seguida, conduza uma leitura coletiva convidando diferentes estudantes a lerem, cada um, uma regra apresentada. Verifique se surgem dúvidas quanto ao significado de palavras ou expressões e faça os devidos esclarecimentos, incentivando a turma a participar das explicações. Após a leitura, retome as hipóteses registradas na lousa, conferindo com a turma quais delas se confirmaram e quais não. Em seguida, oriente os estudantes a responderem às perguntas no caderno de forma individual. Quando todos con-
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possam refletir sobre o conteúdo do texto e relacioná-lo com a realidade da turma. Durante a conversa, proponha a eles que: discutam se as regras apresentadas no texto poderiam ser aplicadas na turma deles; caso indiquem que alguma regra não é relevante, peça-lhes que justifiquem sua opinião, explicando por que ela não se encaixa no contexto da turma; comentem se conseguiriam seguir todas as regras ou se teriam dificuldade com alguma, justificando o motivo; e sugiram alterações nas regras para torná-las mais adequadas à realidade da turma.
• Escrever regras de sala de aula.
• Leia o primeiro parágrafo da seção para que os estudantes compreendam o que vão produzir. Se julgar pertinente, liste as informações na lousa, organizando-as em tópicos. Por exemplo, o que: regras da turma; para que: listar atitudes para que a sala seja um ambiente respeitoso, seguro e colaborativo; para quem: para todos da turma.
• Na atividade 1, com o auxílio dos estudantes, separe todos os materiais necessários e explique que eles deverão ser utilizados de forma compartilhada. Em seguida, levante alguns pontos para que a turma comece a refletir sobre regras coletivas, como a vez para falar, o uso adequado do lixo, o cuidado com os materiais escolares e o respeito aos colegas durante as atividades. Incentive-os a propor outras ideias, promovendo a construção coletiva de um conjunto de normas que favoreçam a convivência, o respeito, a segurança, a colaboração e o aprendizado de todos.
• Na atividade 2 , leia as informações no boxe Attention e oriente-os a escolher qual estrutura gramatical utilizarão para escrever as frases. Divida a turma em grupos, atribuindo a cada um a responsabilidade de escrever uma regra no cartaz e criar um desenho que a represente visualmente. Caso haja algum estudante com deficiência visual, peça a ele que escreva as regras em braile em uma folha separada e anexe-a ao cartaz, garantindo que possa consultar o conteúdo e participar plenamente da atividade.
• Na atividade 3, incentive os estudantes a analisarem as frases e os desenhos no cartaz e pergunte se dese-
Escreva as respostas no caderno.
2. Professor, professora: Oriente os estudantes a escreverem o texto e desenharem com lápis grafite, para que, posteriormente, seja possível fazer ajustes, se necessário.
Você e os colegas vão criar um cartaz com as regras da turma. O objetivo é listar atitudes que ajudem a tornar a sala de aula um espaço respeitoso, seguro e colaborativo. O cartaz será exposto como um lembrete diário para todos.
1. Prepare for the activity.
1. Professor, professora: Conduza uma conversa inicial com os estudantes para que levantem regras que promovem a convivência e o bem-estar coletivo.
a ) Separem os materiais necessários: cartolina, lápis, borracha, canetas hidrocor e lápis de cor.
b ) Conversem entre si e decidam quais regras são importantes para tornar o espaço respeitoso, seguro e colaborativo.
2. Write your poster with the classroom rules.
a ) Escrevam um título no cartaz.
b ) Listem as regras de sala de aula.
c ) Façam desenhos que representem as regras.
3. Review your poster with school rules.
Attention: Escreva frases no modo imperativo, como Raise the hand to speak, ou frases com have to, por exemplo, Students have to raise the hand to speak
a ) Confiram se o texto e os desenhos estão claros e organizados no cartaz.
b ) Verifiquem se as palavras em inglês estão escritas corretamente.
c ) Façam os ajustes necessários, passem a caneta hidrocor no texto e pintem os desenhos.
3. Professor, professora: Caminhe pela sala de aula
para verificar a produção dos estudantes e sugerir correções e melhorias.
4. Share the poster with the classroom rules.
a ) Escolham um local na sala de aula para afixar o cartaz.
b ) Afixem o cartaz e o consultem regularmente para lembrar das regras.
4. Professor, professora: Incentive os estudantes a seguirem as regras

de sala de aula e retome o cartaz sempre que for necessário relembrá-las.
jam fazer alguma alteração ou se identificam a necessidade de alguma correção. Disponibilize um tempo para alterações e correções e, então, oriente-os a finalizar o cartaz passando caneta hidrocor no texto e colorindo os desenhos.
• Na atividade 4, afixem o cartaz em um local de fácil visualização. Caso tenha sido incluída a escrita em braile, assegure que o estudante com deficiência visual tenha acesso a ela, garantindo que as regras da turma fiquem estabelecidas de forma acessível e compreensível para todos.
Ao elaborar as regras da turma, os estudantes podem desenvolver as Competências gerais 4 e 10, pois utilizarão a linguagem verbal e visual para expressar suas ideias e, ao mesmo tempo, agirão de forma coletiva e responsável. Nesse processo, refletirão sobre atitudes que todos devem adotar para que o ambiente escolar seja respeitoso e seguro, promovendo o bom convívio entre os colegas e fortalecendo habilidades de cooperação e empatia.
Você e os colegas vão criar placas com os nomes dos espaços da escola em inglês. Elas vão ajudar todos a identificarem e encontrarem os lugares com mais facilidade, além de ser uma ótima chance de espalhar e praticar o inglês pela escola.
Confira a seguir o que será necessário para produzir as placas de identificação.




Attention: Peçam a permissão da direção para instalar as placas nos espaços da escola.
Fixem as placas prontas nos espaços da escola. 1. 2. 3.
Cortem o papelão em retângulos de tamanhos iguais e em tamanho suficiente para a escrita da palavra em inglês.
Escrevam em cada pedaço do papelão o nome em inglês de um espaço da escola usando as canetinhas hidrocor.

distribua as bases das placas entre grupos de estudantes e oriente-os a escrever os nomes dos ambientes em inglês, reforçando a importância de usar letras legíveis e em tamanho adequado para garantir boa visualização a distância. Caso optem por incluir a escrita em braile, providencie-a antecipadamente em papel separado, para que eles possam anexar às placas. Na etapa 3,
Attention: Vocês podem incluir a escrita em braile para que estudantes com deficiência visual possam ler as placas. Lembrem-se de colocá-las a uma altura em que esses estudantes tenham acesso.
• Criar placas de identificação para os espaços da escola.
• Previamente, conforme indica o boxe Attention, converse com a gestão escolar para obter autorização para adicionar placas de sinalização confeccionadas pelos estudantes em algumas paredes da escola. Em sala de aula, inicie a atividade lendo em voz alta o primeiro parágrafo da seção, assegurando que todos compreendam o que será produzido.
• Em seguida, leia com a turma a lista de materiais necessários para a atividade e verifique a disponibilidade deles na escola. Caso algum item não esteja acessível, faça adaptações, por exemplo, o papelão pode ser substituído por cartolina ou por folha sulfite. Além disso, incentive os estudantes a sugerirem outros materiais que já utilizam em seu cotidiano escolar, como régua e lápis de cor.
• Leia com os estudantes as instruções do passo a passo para a produção das placas e ofereça apoio sempre que necessário. Na etapa 1, antes de recortarem a base das placas, verifique com a turma quais são os espaços de uso comum da escola que receberão a sinalização (biblioteca, quadra, cantina etc.). Assim, os estudantes saberão exatamente quantas placas precisarão confeccionar. Na etapa 2,
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após afixarem as placas, proponha aos estudantes que convidem alguns funcionários da escola ou estudantes de outras turmas a irem até os locais sinalizados. Além de apresentá-los às placas de sinalização, oriente-os a apresentar os locais, utilizando frases, como “This is the library” e “This is the cafeteria”, colocando em prática o que aprenderam na unidade.
• Autoavaliar o desempenho na unidade.
Os itens da seção What I know apresentam os resultados que se espera que os estudantes tenham atingido ao final da unidade. Leia cada um deles e disponibilize um tempo para que eles reflitam e selecionem a opção que melhor representa seu desempenho nos conteúdos. Ao final, revise os itens, pedindo aos estudantes que compartilhem oralmente o que se lembram de ter estudado em cada um deles. Eles podem mencionar palavras e frases, dizer características do gênero regras de sala de aula ou descrever atividades que fizeram, como criar placas de identificação para os espaços da escola. Caso algum estudante tenha dificuldades, sugira alternativas, como folhear a unidade para relembrar os conteúdos ou trocar ideias com um colega. Se for necessário sanar defasagens, selecione atividades da unidade para que eles as refaçam, com base nas dificuldades identificadas.
Essas atividades podem ser feitas em duplas, permitindo aos estudantes que se ajudem mutuamente. Além disso, é possível levar para a sala de aula atividades complementares ou antecipar as atividades da seção Remember , relacionadas à unidade, para reforçar o aprendizado.
• Aborde com a turma as sugestões no boxe Explore Peça aos estudantes que observem a capa do livro e pergunte qual é o título e que personagem aparece ilustrado. Se houver algum estudante com deficiência visual, junte-o com um colega vidente para que este faça uma descrição detalhada dos elementos que com-
1.
2.
4.
Agora eu consigo, em inglês:
Escreva as respostas no caderno.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a refletirem sobre o desempenho em cada conteúdo listado e a anotarem as respostas no caderno.
Nomear alguns espaços e pessoas que participam da escola.
Usar have to para falar sobre regras e obrigações escolares.
Ouvir e compreender um diálogo sobre regras escolares.
Descrever as regras da escola.
3. Ler e compreender regras de sala de aula.
5.
6.
7.
Escrever regras de sala de aula.
Criar placas de identificação para os espaços da escola.
Confira outras formas de continuar aprendendo o que você estudou nesta unidade.
Nesse livro, Pigeon não quer ir para a escola. Será que ele vai superar o medo antes do primeiro dia de aula e perceber que a escola é um lugar incrível para aprender, fazer amigos e crescer?

WILLEMS, Mo. The pigeon has to go to school! Londres: Walker Books, 2019.

Esse filme conta a história de Auggie, um menino que nasceu com um rosto singular e que vai para a escola pela primeira vez. O filme mostra o quão importante é respeitar as diferenças e tratar as pessoas bem.
WONDER, de Stephen Chbosky. Estados Unidos, 2017 (113 min).
põem a capa. Em seguida, convide um voluntário para ler o resumo da obra. Destaque os sentimentos do personagem em relação ao primeiro dia de aula e, com base nisso, solicite que compartilhem as próprias lembranças e experiências desse dia. Se a escola tiver o livro no acervo da biblioteca, organize uma leitura coletiva, possibilitando a todos que apreciem a narrativa em conjunto. Caso contrário, leve os estudantes até a biblioteca e apresente outras obras com temática semelhante, disponibilizando um tempo para que possam conhecê-las.
• Por fim, convide um voluntário para ler o resumo do filme sugerido no boxe. Caso algum estudante já tenha assistido à obra, peça a ele que compartilhe suas impressões e destaque os principais temas abordados. Promova uma conversa coletiva sobre as mensagens transmitidas pelo filme, relacionando-as ao contexto escolar, à amizade e aos desafios de novas experiências. Se nenhum estudante tiver assistido ao filme, incentive-os a imaginar o desfecho da história, levantando hipóteses sobre quais experiências o personagem vivenciou na escola.
Menino segurando uma bola de basquete com duas meninas ao lado.
Na escola, alguns esportes são praticados nas aulas de Educação Física. Eles envolvem movimento com o corpo e regras a serem seguidas e podem ser praticados individualmente, como o ciclismo, ou em grupo, como o basquete.
1.
2. Respostas nas orientações ao professor
Uma das crianças da imagem está segurando uma bola. Quais esportes podemos praticar com esse objeto?
Brinque de Mímica com a turma. Para isso, um estudante por vez deve imitar os movimentos de um esporte, sem falar nada, para que a turma tente adivinhar qual é.

para ler o título da unidade e o texto introdutório. Em seguida, peça aos estudantes que mencionem os esportes que mais gostam de praticar. Aproveite esse momento para questionar quais regras precisam ser seguidas em cada esporte citado e quais aprendizados podem obter com a prática, como disciplina, respeito às regras, trabalho em equipe e cooperação.
• Na atividade 1, explique aos estudantes que cada esporte possui bolas específicas, que variam em tamanho, peso e material, de acordo com as necessidades do jogo. Comente que a bola apresentada na imagem é utilizada no basquete.
• Ativar conhecimentos prévios sobre o tema esportes.
Leve para a sala de aula uma caixa grande de papelão contendo alguns objetos relacionados a esportes (como bola de futebol, bola de tênis de mesa, óculos de natação, capacete, tênis de corrida, entre outros). Mantenha a caixa fechada sobre a sua mesa, de modo que os estudantes não consigam ver o que há dentro. Convide um voluntário para ir até a frente da sala, fechar os olhos, escolher um objeto e, apenas pelo tato, tentar adivinhá-lo. O estudante deve dizer o nome do objeto em português e indicar em qual esporte ele é utilizado. À medida que a dinâmica acontece, registre na lousa os nomes dos esportes mencionados. Repita a atividade algumas vezes para que diferentes estudantes tenham a oportunidade de participar. Ao final, peça a todos que observem a lista com os nomes dos esportes em português e questione-os se conhecem o nome de algum deles em inglês. Caso alguém saiba, registre as contribuições na lousa, escrevendo os termos em inglês ao lado dos correspondentes em português.
• Convide um voluntário
29/09/2025 17:00:42
• Na atividade 2, caso haja algum estudante com deficiência visual, adapte a brincadeira para que, além de mímicas, descrições detalhadas sobre o esporte escolhido sejam apresentadas, incluindo informações sobre movimentos, equipamentos e regras do jogo, sem mencionar o nome do esporte.
Respostas
1. Possíveis respostas: Basquete, vôlei, futebol, handebol.
2. Respostas pessoais. As respostas dependerão das escolhas dos estudantes.
• Nomear alguns esportes e equipamentos esportivos.
• Usar can e can’t para falar sobre quais esportes consegue e não consegue praticar.
• Na atividade 1, peça aos estudantes que observem as imagens e identifiquem os esportes retratados. Se na turma houver algum estudante com deficiência visual, solicite aos colegas videntes que descrevam detalhadamente as imagens, mencionando quantas crianças há, como estão vestidas, se estão com algum equipamento e quais movimentos estão fazendo. Pergunte se os estudantes já praticaram esses esportes e o que sabem sobre eles, promovendo um momento de compartilhamento de experiências. Em seguida, reproduza o áudio para que ouçam o nome dos esportes em inglês. Reproduza o áudio novamente para que os estudantes possam repetir as palavras e praticar a pronúncia.
• Para ampliar o vocabulário e tornar o conteúdo mais próximo da realidade e dos interesses dos estudantes, verifique se eles praticam ou gostam de esportes que não tenham sido apresentados na atividade. Em caso afirmativo, pesquise com eles os nomes correspondentes em inglês, escreva-os na lousa e peça aos estudantes que os registrem no caderno, acrescentando um desenho que os representem. Esse registro poderá servir como glossário pessoal e material de apoio para futuras atividades.
• Para um trabalho interdisciplinar com o componente curricular de Educação Física, proponha aos estudantes que pratiquem um esporte apresentado na
Escreva as respostas no caderno.
Professor, professora: Ao reproduzir o áudio, faça pausas entre as palavras, para que os estudantes possam repeti-las em voz alta.
1. Track 06 Observe the pictures and listen to the audio.












unidade. Antes desse momento, organize os estudantes em grupos e oriente cada grupo a escolher um esporte abordado na unidade. Peça-lhes que troquem ideias sobre o que sabem sobre ele, discutindo se é individual ou em equipe, se necessita de algum equipamento e quais são as regras básicas para praticá-lo. Em seguida, convide os grupos a apresentarem suas informações para a turma, promovendo a socialização do conhecimento. Por fim, faça uma votação para que os estudantes escolham um dos esportes coletivos, como futebol, basquete ou voleibol, para praticarem juntos. Com o esporte escolhido, leve-os até a quadra ou outro espaço amplo da
escola, providencie uma bola e organize a atividade de forma que todos possam participar com segurança, aplicando na prática o que foi apresentado sobre as regras do esporte escolhido.
2. In your notebook, match each sport to its correct definition.
Respostas: A – 3; B – 4; C – 2; D – 1.
2. volleyball A. skateboarding B. climbing C. swimming D.
The sport of moving through water using your arms and legs.
The sport of going up rocks or walls using your hands, feet, and special equipment.
The sport of hitting a ball over a net using the hands to score points.
The sport of riding and doing tricks on a small board with wheels.
3. Track 07 Listen to the audio and complete the sentences in your notebook by choosing the correct alternative.
a ) The girl loves cycling / running fast.
b ) She likes the wind / bird in her hair when she is practicing the sport.
c ) She is part of the track / surfing team at school.
d ) The family and teachers / friends like to watch her races.
3. Respostas: a) The girl loves running fast; b) She likes the wind in her hair when she is practicing the sport; c) She is part of the track team at school; d) The family and friends like to watch her races.
1. Track 08 Observe the pictures and listen to the audio.






1. Professor, professora: Ao reproduzir o áudio, faça pausas entre as palavras para que os estudantes possam repeti-las em voz alta.
para que consigam registrar as respostas no caderno. Ao corrigir, convide alguns voluntários para lerem suas frases em voz alta.
• Na atividade 1, reproduza o áudio para que os estudantes escutem enquanto observam as imagens e acompanham as palavras escritas. Caso haja na turma algum estudante com deficiência visual, providencie versões das imagens em tamanho ampliado e com alto-relevo nas bordas
17:00:47
dos objetos, permitindo que os reconheça pelo tato. Em seguida, peça aos estudantes que indiquem em quais esportes esses objetos são utilizados e expliquem como ou com qual função são empregados em cada prática esportiva. Para finalizar, reproduza o áudio mais uma vez para que os estudantes repitam as palavras e pratiquem a pronúncia.
• Na atividade 2, organize os estudantes em duplas para que um deles leia o nome do esporte nos itens de A a D e o outro identifique, nos itens de 1 a 4, qual é a definição correspondente. Antes de começarem, oriente-os a ler os itens com atenção e, caso perceba dificuldades na compreensão das definições, auxilie com explicações apoiadas em gestos — como movimentar os braços simulando que está nadando, escalando, sacando uma bola ou movimentando as pernas como se estivesse em um skate. Durante a interação, solicite aos estudantes que invertam os papéis, garantindo que ambos tenham a oportunidade de praticar tanto a leitura dos nomes dos esportes quanto a identificação das definições corretas.
• Na atividade 3, explique aos estudantes que eles vão ouvir um trecho de uma história. Reproduza o áudio e, ao final, pergunte o que compreenderam. Se necessário, faça questionamentos orientadores, como: “Qual é o esporte praticado pela menina?”; “Como ela se sente ao praticá-lo?”; e “Ela participa de competições?”. Em seguida, dê um tempo para que leiam as frases apresentadas, de modo que saibam com antecedência quais informações precisarão reconhecer no áudio. Toque-o quantas vezes forem necessário, fazendo pausas a cada reprodução
• Na atividade 2, organize os estudantes em duplas para que leiam as frases juntos e troquem ideias até chegarem às respostas em conjunto. Em seguida, registre as frases na lousa, deixando um espaço em branco no lugar da palavra faltante. Convide voluntários para completá-las, promovendo uma correção coletiva.
• Na atividade 3, faça um levantamento com a turma de perguntas que podem ser usadas durante a interação e registre-as na lousa. Algumas sugestões são: “What is your favorite sport?”; “Which sports are individual sports?”; “Which sports are team sports?”; “In which sports do you need to be fast?”; “In which sports do you need balance?”.
Durante a atividade 3 , caminhe pela sala de aula observando a produção oral dos estudantes. Anote os pontos positivos e alguns aspectos a serem melhorados e, após a finalização da atividade, comente essas observações com eles, de forma geral, sem mencionar nomes de estudantes ou reproduzir frases usadas por eles. Após esse feedback, incentive os estudantes a praticarem novamente o diálogo, dessa vez em dupla diferente, para que possam aplicar as orientações recebidas e aperfeiçoar os pontos identificados.
2. In your notebook, complete each sentence with the name of a piece of sports equipment.
a ) Surfers ride the waves using a ■
b ) Table tennis players use a ■ to hit the ball.
c ) Soccer players wear ■ to run better on the field.
Respostas: a) Surfers ride the waves using a board; b) Table tennis players use a racket to hit the ball; c) Soccer players wear cleats to run better on the field; d) Swimmers wear goggles to protect their eyes underwater; e) Cyclists wear a helmet to protect their heads.
d ) Swimmers wear ■ to protect their eyes underwater.
e ) Cyclists wear a ■ to protect their heads.
3. In pairs, ask and answer questions about sports and their equipment. Respostas pessoais. Os estudantes podem usar o modelo de pergunta e resposta para a interação.
Which equipment do you need to…? I need... to...
1. Professor, professora: Após reproduzir o áudio, incentive os estudantes a dizerem o que compreenderam das frases,
1. Track 09 Observe the pictures and listen to the audio.
fazendo uma relação delas com o que está representado nas imagens.
I can play soccer well.


I can’t play table tennis.
Can you ride a bicycle?

Yes, I can.
Can you surf? No, I can’t.

• Na atividade 1, antes de reproduzir o áudio, peça aos estudantes que observem as imagens, sem ler os textos nos balões, e comentem o que acreditam estar acontecendo em cada situação. Eles podem mencionar quais esportes as crianças estão praticando ou pensando em praticar. Em seguida, reproduza o áudio para que ouçam as falas. Para apoiar a compreensão, questione se, na primeira imagem, a menina parece praticar o esporte com facilidade e se, na segunda, o menino consegue rebater a bolinha, demonstrando habilidade. Nas duas últimas cenas, destaque o sinal que aparece nos balões de fala junto ao objeto que representa o esporte, explicando que o sinal verde indica que a criança consegue praticá-lo e o sinal vermelho que não consegue. Finalize perguntando quais palavras nas falas indicam a habilidade de conseguir ou não realizar determinada atividade, de modo que os estudantes reconheçam o uso de can e can’t
2. In your notebook, complete the sentences with can or can’t according to your abilities in sports.
a ) I ■ go running fast.
b ) I ■ ride a skateboard.
c ) I ■ swim very well.
d ) I ■ play volleyball well.
2. Respostas pessoais. Ao final da atividade, convide estudantes voluntários para lerem as suas respostas.
3. Professor, professora: Caminhe pela sala de aula para verificar se os estudantes estão usando o vocabulário e a estrutura gramatical trabalhados na unidade e auxiliá-los caso surjam dúvidas.
3. In pairs, ask and answer questions about abilities in sports.
Can you do gymnastics?
No, I can’t. And you?
Yes, I can.
Notes: Em inglês, usam-se diferentes verbos com esportes, como play, go e do
• O verbo play é geralmente usado com esportes em equipe e com bola. Exemplos: play soccer, play basketball, play volleyball, play table tennis
• O verbo do é geralmente usado com esportes individuais, que não usam bola, e especialmente com artes marciais. Exemplos: do gymnastics, do karate
• O verbo go é geralmente usado com esportes que terminam com -ing e especialmente com os de deslocamento. Exemplos: go cycling, go running
Escreva as respostas no caderno.
1. Track 10 Listen to the audio and answer the questions in your notebook.
a ) Which sports can Laís play well?
b ) Which sports can Maurício perform well?
Respostas: a) She can play soccer and basketball; b) He can run fast and ride a skateboard.
2. Track 10 Listen to the audio again and write in your notebook if the sentences are true or false.
a ) The girl is reading a magazine about sports.
b ) The girl doesn’t like sports.
c ) The boy can’t play basketball very well.
d ) The boy goes cycling with his mother.
e ) The girl invites the boy to play volleyball.
basketball, run, ride a skateboard, ride a bicycle e play volleyball. Incentive os estudantes a levantarem hipóteses sobre o que imaginam que será mencionado sobre cada esporte e anote essas ideias na lousa para posterior verificação.
• Na atividade 1, toque o áudio uma vez e, ao final da reprodução, peça aos estudantes que comentem se suas hipóteses se confirmaram ou não. Reproduza o áudio mais uma vez para que eles respondam às questões no caderno. Para a correção coletiva, convide um voluntário para ler a pergunta e outro para dar a resposta.
Respostas: a) true; b) false (the girl loves sports); c) true; d) false (the boy goes cycling with his dad); e) true.
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• Na atividade 2, reproduza o áudio quantas vezes forem necessário para que os estudantes identifiquem as frases verdadeiras e as falsas. Oriente-os a registrar as frases verdadeiras no caderno e a corrigir as falsas.
• Como atividade de pós-escuta, peça aos estudantes que comparem as próprias habilidades nos esportes mencionados no áudio com as habilidades das crianças do diálogo. Incentive-os a usar frases com can e can’t. Dê exemplos de frase dizendo “Laís can play soccer well, but I can’t play soccer” e “Maurício can ride a bicycle and I can ride a bicycle too”.
• Na atividade 2, para reforçar o uso de can e can’t e garantir que os estudantes compreendam seus significados, diga “I can play soccer”, acompanhado de um gesto de “joinha” para indicar que consegue praticar esse esporte. Em seguida, diga “I can’t surf” e faça um sinal negativo com a mão para indicar que não consegue praticá-lo. Depois, dê um tempo para que os estudantes completem as frases no caderno e, ao finalizarem, organize-os em grupos para compartilharem o que escreveram.
• Na atividade 3, estabeleça um tempo para cada rodada (cerca de dois minutos) em que um estudante faz as perguntas e o outro responde. Em seguida, peça-lhes que troquem os papéis, garantindo que todos tenham a oportunidade de perguntar e responder.
• Leia com a turma as informações no boxe Notes Para cada combinação de verbo + esporte, mostre exemplos de frases com essas combinações, como: “I play basketball every day”; “I like to do karate”; e “I go running on the weekends”.
• Ouvir e compreender um diálogo sobre habilidades das pessoas no esporte.
• Como atividade de pré-escuta, apresente os esportes que serão citados no áudio: play soccer, play
• Conversar com os colegas sobre minhas habilidades esportivas.
• Na atividade 1 , leia as orientações nos itens com os estudantes, certificando-se de que compreenderam o que devem fazer. Comente que, além de poderem praticar oralmente o que estudaram na unidade, vão conhecer um pouco mais os colegas e suas habilidades nos esportes. Se houver algum estudante com mobilidade reduzida, peça aos colegas que se direcionem até ele para a interação oral. Ao final da atividade, convide alguns estudantes para compartilharem suas descobertas com a turma.
• No boxe Reflect, oriente os estudantes a observarem a imagem e leia o texto com eles. Verifique se concordam com as informações apresentadas e incentive-os a relacionar o que leram com as próprias experiências, refletindo sobre como a prática de esportes influencia o cotidiano, contribui para a saúde, fortalece as relações com amigos e ensinam valores importantes.
• Na questão a, peça aos estudantes que citem exemplos concretos dos benefícios dos esportes. Incentive a reflexão sobre três dimensões principais: saúde física (fortalecimento muscular, resistência, crescimento), saúde mental (bem-estar, controle do estresse, autoestima) e vida social (amizades, trabalho em equipe, cooperação).
Escreva as respostas no caderno.
1. Professor, professora: Explique aos estudantes que o objetivo da brincadeira é conversar com os colegas e encontrar quem se encaixa nos itens listados.
1. Play Find someone who… with your classmates.
a ) Confira o que você terá de encontrar durante a brincadeira.
Find someone who...
1. can play soccer very well.
2. can’t do gymnastics.
3. can go running fast.
4. can’t swim.
5. can ride a bicycle.
6. can’t play volleyball well.
7. can ride a skateboard.
8. can’t play table tennis well.
b ) Caminhe pela sala de aula fazendo perguntas aos colegas.
Can you play soccer well? Yes, I can.
c ) Ouça as respostas dos colegas e, caso tenha encontrado quem se encaixa no que procurava, anote no caderno.
1. Maria can play well.
d ) Ao final da brincadeira, compartilhe os seus achados com a turma.
Reflect. a) Resposta pessoal. Alguns estudantes podem indicar que não praticam nem gostam de esportes, assim é importante respeitar seus posicionamentos e preferências.
Praticar esportes é muito bom para a saúde. Além de ajudar no crescimento, fortificando ossos e músculos, os esportes possibilitam fazer novos amigos e fortalecer as amizades que já temos. Também ensinam a trabalhar em equipe, a respeitar regras, a ter paciência e a lidar com vitórias e derrotas. Jogar ou treinar com outras pessoas nos mostra o valor do esforço, da cooperação e da persistência.
a ) Quais benefícios você já percebeu ao praticar esportes ou alguma atividade física?

b ) Além dos esportes, há outras práticas que ajudam na saúde. Quais você adota para manter a saúde em dia?
Reflect. b) Resposta pessoal. Os estudantes podem citar algumas práticas, como
boa alimentação, boa noite de sono, equilíbrio entre as atividades escolares e as de lazer e não passar muito tempo usando tecnologia.
• Na questão b, comente que práticas como alimentação equilibrada, hidratação e sono adequado, além de promoverem a saúde, colaboram com o desempenho nos esportes. Além disso, converse com eles sobre cuidados ao praticarem esportes, como uso de roupas e sapatos adequados, uso de protetor solar caso estejam ao ar livre e de equipamentos de segurança.
O boxe Reflect possibilita o trabalho com o tema contemporâneo transversal Saúde e desenvolve a Competência geral 8, ao promover a reflexão sobre a importância da prática de esportes para a saúde física, mental e a vida social. Além disso, a troca de ideias sobre hábitos saudáveis, complementares à prática esportiva, reforça nos estudantes a responsabilidade, o autocuidado e a tomada de decisões conscientes em relação à própria saúde.
• MIRANDA, José Vanderlin Nascimento. Brincar para crescer: atividade física na infância.
São Paulo: Uiclap, 2024.
O livro aborda a importância da atividade física na infância, destacando os benefícios para o desenvolvimento físico, cognitivo e social das crianças.
Escreva as respostas no caderno.
1. Read the following piece of a news article and write in your notebook the alternative that answers each question.
Brazil is celebrating an important victory! As of July, bullying in sports is now a crime thanks to the enactment of Law No. 14,911 on July 3, 2024.
This means that the Brazilian sports scene can now count on measures to prevent and struggle against bullying and intimidation. Basically, any kind of aggression towards players or teams with the aim of intimidating or humiliating the opponent is now prohibited.
[…]
LONGARÇO, Márcia. New law protects against bullying in sports. Jornal da Criança in English, n. 47, August, 2024. p. 10.
a ) Who wrote the news article?
• Márcia Longarço.
• Someone called July.
b ) Where was it published?
• On a newspaper.
• In book.
Respostas:
a) Márcia Longarço; b) On a newspaper; c) It is about a law that prohibits bullying in sports; d) The events described happened in Brazil in 2024.
c ) What is the news article about?
• It is the story of an athlete who won a gold medal.
• It is about a law that prohibits bullying in sports.
Law: lei. Against: contra. Enactment: aprovação. Measures: medidas. Struggle: lutar. Towards: em relação a. Aim: objetivo.
d ) What is the place and date of the events described in the news article?
• The events described happened in Japan in July.
• The events described happened in Brazil in 2024.
Notes: O lead da notícia, geralmente presente no primeiro parágrafo, serve para contar o que aconteceu de mais importante no fato noticiado, ajudando o leitor a entender rapidamente o que se passa no texto. Ele responde às perguntas principais: Quem?, O quê?, Onde?, Quando? e Por quê?
tornar o trecho que contém o lead da notícia (primeiro parágrafo). Em seguida, liste as perguntas na lousa uma abaixo da outra: Quem?; O quê?; Onde?; Quando?; Por quê?. Peça aos estudantes que localizem as respostas no lead e, conforme as mencionarem, escreva-as na frente de cada pergunta.
• Permita aos estudantes que respondam às questões em duplas, para que possam se auxiliar mutuamente na busca das respostas. Oriente-os
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a consultar também o crédito, localizado abaixo do texto. Para a correção coletiva, convide as duplas a apresentarem suas respostas e a indicarem os trechos do texto em que as localizaram.
• Como atividade de pós-leitura, proponha uma discussão em sala de aula sobre a importância de combater o bullying no esporte, destacando como a lei mencionada na notícia pode mudar o ambiente esportivo e promover uma prática mais saudável e respeitosa entre os atletas.
• Ler e compreender uma notícia.
• Como atividade de pré-leitura, peça aos estudantes que leiam o título do texto e comentem o que esperam encontrar nele. Incentive-os a mencionar palavras em inglês que esperam que aparecerão no texto e a prever o assunto principal dele. Registre as respostas na lousa para que possam ser retomadas e verificadas após a leitura.
• Na atividade 1, oriente os estudantes a fazerem a leitura individual e silenciosa do texto. Comente que eles podem utilizar a lista de palavras abaixo do texto para auxiliá-los com os significados de termos desconhecidos. Além disso, oriente-os a focar em palavras que já conhecem e que são parecidas com as da língua portuguesa para auxiliá-los na compreensão. Em seguida, promova a leitura coletiva do texto em voz alta, convidando estudantes para lerem um trecho cada. Após a leitura, incentive-os a compartilhar o que compreenderam e retome as hipóteses levantadas anteriormente, verificando quais se confirmaram.
• Antes de pedir a todos que respondam às questões no caderno, leia com a turma as informações no boxe Notes . Registre o texto completo na lousa e convide um voluntário para con-
• Escrever a manchete e o lead de uma notícia.
• Leia com a turma o parágrafo inicial para que os estudantes compreendam o que vão produzir. Explique que a manchete é o título principal de uma notícia, responsável por chamar a atenção do leitor, e retome que o lead é o primeiro parágrafo que responde às perguntas quem, o quê, onde, quando e por quê.
• Na atividade 1, para pesquisar notícias esportivas, caso a escola disponha de dispositivos digitais com acesso à internet, oriente os estudantes a consultarem jornais online e sites especializados em esportes. A pesquisa também pode ser realizada em jornais impressos, locais e nacionais. Se esses recursos não estiverem disponíveis, leve algumas notícias impressas para a sala de aula ou peça aos estudantes que coletem informações em telejornais e programas de rádio. Outra possibilidade é que os estudantes solicitem aos familiares que compartilhem notícias esportivas recentes.
• Na atividade 2, oriente os estudantes a escreverem a manchete e o lead usando as informações coletadas na pesquisa. Explique que ambos devem ser elaborados com base em fatos, sem incluir opiniões ou comentários pessoais. Reforce a importância de usar uma linguagem clara e objetiva, destacando as informações principais de forma direta e atrativa para o leitor.
• Na atividade 3, organize os estudantes em duplas e peça-lhes que compartilhem seus textos, lendo-os em voz alta. Oriente-os a sugerir melhorias de forma respeitosa, colaborativa e objetiva, focando as informações necessárias sobre o fato noticiado, a clareza do texto e a ortografia, sem fazer julgamentos pessoais.
Escreva as respostas no caderno.
Agora é a sua vez de ser um jornalista e escrever uma manchete e o lead de notícia sobre esporte. A sua produção e as dos colegas vão compor um jornal da turma, que será compartilhado com estudantes, professores e funcionários da escola.
1. Professor, professora: Oriente os estudantes a acessarem sites jornalísticos
1. Prepare for the activity.
a ) Pesquise na internet um fato recente sobre um esporte.
b ) Escolha um dos fatos e anote no caderno o que aconteceu, por que, quando, onde ocorreu e quem esteve envolvido.
2. Professor, professora: Oriente os estudantes a usarem lápis grafite e folha avulsa, para
2. Produce your news article’s headline and lead.
confiáveis e a contrastarem a mesma informação em várias fontes, para que não escolham um fato que possa não ser verdadeiro. que seja possível fazer ajustes posteriormente, se necessário.
a ) Escreva a manchete de forma atrativa, chamando a atenção do leitor com linguagem objetiva e impactante.
b ) Escreva o lead da notícia, incluindo as informações essenciais do fato: quem esteve envolvido, o que aconteceu, quando, onde e por quê.
3. Review your news article’s headline and lead with a classmate.
a ) Confiram se o título é atrativo e se o lead apresenta as principais informações sobre o fato noticiado.
3. Professor, professora: Caminhe
pela sala de aula para conferir as produções dos estudantes e sugerir correções e melhorias.
b ) Verifiquem se as palavras em inglês estão escritas corretamente.
c ) Façam os ajustes necessários e passem a caneta.
4. Create a newspaper to share your headline and lead.
4. Professor, professora:
Auxilie os estudantes a se organizarem para que todos possam ler o jornal produzido pela turma.
a ) Utilizem uma cartolina dobrada ao meio para as páginas do jornal.
b ) Criem e escrevam o nome do jornal no topo da primeira folha.
c ) Reúnam todos os textos e colem nas páginas da cartolina.
d ) Entreguem o jornal à biblioteca da escola ou o deixem em um local da escola de grande circulação.
• Na atividade 4, conduza uma conversa para que a turma escolha o nome do jornal. Em seguida, peça aos estudantes que registrem o título no topo de uma cartolina dobrada ao meio, que servirá como suporte para as páginas. Oriente-os a organizar os textos sobre a página, de modo que todos caibam na cartolina, e só então façam a colagem. Depois de montado, promova uma leitura coletiva para valorizar o trabalho realizado. Por fim, sugira que o jornal seja entregue à biblioteca da escola ou exposto em um espaço de circulação, possibilitando que toda a comunidade escolar tenha acesso ao material.
A pesquisa na internet para selecionar notícias esportivas visa contribuir para o desenvolvimento das Competências gerais 2 e 5. Nesse processo, os estudantes fazem uso ético e responsável da tecnologia, identificando fontes confiáveis e fazendo escolhas conscientes de informações que servirão de base para a produção de seus textos.
Circuit training
Nesta atividade em grupo, você e os colegas vão criar um divertido circuito esportivo, com diferentes estações de exercícios físicos. Será uma oportunidade para se movimentar, trabalhar em equipe e se divertir de maneira saudável.
Confira a seguir o que será necessário para montar o circuito esportivo.



1. 2. 3. 4. 5. 6. Attention: Para participar do circuito, estejam com calçados adequados e tomem cuidado com os equipamentos para que não enrosquem nem atinjam os colegas e você.
Dividam o espaço em estações, fazendo marcações no chão com o giz.
Decidam qual será o exercício de cada estação, como bater uma bola no chão com uma das mãos, correr e pular corda.
Coloquem os equipamentos em cada estação caso o exercício necessite deles.
Dividam-se em grupos, e cada um vai iniciar o circuito em uma estação.
Troquem de estação a cada comando do professor, passando por todas do circuito esportivo.
Falem quais exercícios você consegue e não consegue fazer usando can e can’t, por exemplo, “I can jump rope”.

os termos, auxilie-os a pesquisar em dicionários, glossários ou outras fontes confiáveis. Além disso, se houver algum estudante com mobilidade reduzida, oriente a turma a propor adaptações nos movimentos de cada estação, permitindo a participação plena de todos. Na etapa 3, se houver poucos equipamentos por estação, combine com os estudantes que cada participante utilize o equipamento por alguns segundos e depois o
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passe para um colega, garantindo que todos realizem a atividade. Nas etapas 4 e 5, cronometre três minutos e dê um comando para que os grupos troquem as estações. Na etapa 6, ao final do tempo em cada estação, convide estudantes a elaborarem frases com can e can’t para falar sobre suas habilidades e seu desempenho ao executar a atividade da estação.
• Criar e participar de um circuito esportivo.
• Leia em voz alta o primeiro parágrafo da seção para que os estudantes compreendam a proposta da atividade. Caso não saibam o que é um circuito esportivo, explique que se trata de uma sequência de atividades físicas organizadas em diferentes estações, nas quais os participantes passam de uma para outra realizando tarefas específicas.
• Leia com os estudantes o que será necessário para a realização da atividade e verifique com a gestão escolar a disponibilidade de usar a quadra ou outro local que permita ampla movimentação. Confirme também se a escola possui equipamentos esportivos, como cordas, bolas e bambolês. Caso esses materiais não estejam disponíveis, adapte a atividade com movimentos que não exigem objetos, como correr, pular e fazer polichinelos.
• Em seguida, leia as etapas para a criação do circuito e auxilie no que for necessário. Na etapa 1, estipule com os estudantes quantas estações vão compor o circuito para que façam as divisões do espaço de acordo com o número definido. Na etapa 2, ao escolherem os movimentos de cada estação, incentive os estudantes a nomeá-los em inglês. Caso não conheçam
• Autoavaliar o desempenho na unidade.
Os itens da seção What I know apresentam os resultados que se espera que os estudantes tenham atingido ao final da unidade. Leia cada um deles e disponibilize um tempo para que eles reflitam e selecionem a opção que melhor representa seu desempenho nos conteúdos. Ao final, revise os itens, pedindo aos estudantes que compartilhem oralmente o que se lembram de ter estudado em cada um deles. Eles podem mencionar palavras e frases, dizer características do gênero notícia ou descrever atividades que fizeram, como criar e participar de um circuito esportivo. Caso algum estudante tenha dificuldades, sugira alternativas, como folhear a unidade para relembrar os conteúdos ou trocar ideias com um colega. Se for necessário sanar defasagens, selecione atividades da unidade para que eles as refaçam, com base nas dificuldades identificadas. Essas atividades podem ser feitas em duplas, permitindo aos estudantes que se ajudem mutuamente. Além disso, é possível levar para a sala de aula atividades complementares ou antecipar as atividades da seção Remember, relacionadas à unidade, para reforçar o aprendizado.
• Por fim, faça a leitura das sugestões no boxe Explore com a turma. Para a primeira sugestão, convide um voluntário para ler o resumo da obra. Em seguida, pergunte aos estudantes quais perguntas eles imaginam que possam estar nos quizzes do livro e peça-lhes que comentem o que sabem sobre futebol. Na segunda sugestão, convide outro voluntário para ler o resumo da obra
Agora eu consigo, em inglês:
Escreva as respostas no caderno.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a refletirem sobre o desempenho em cada conteúdo listado e a anotarem as respostas no caderno.
1. no so-so yes
Nomear alguns esportes e equipamentos esportivos.
2. no so-so yes
Usar can e can’t para falar sobre quais esportes consigo e não consigo praticar.
3. no so-so yes
Ouvir e compreender um diálogo sobre habilidades das pessoas nos esportes.
4. no so-so yes
Conversar com os colegas sobre minhas habilidades esportivas.
Ler e compreender uma notícia.
5. no so-so yes
6. no so-so yes
Escrever a manchete e o lead de uma notícia.
Criar e participar de um circuito esportivo.
7. no so-so yes
Confira outras formas de continuar aprendendo o que você estudou nesta unidade. Esse livro contém vários quizzes sobre futebol. Você vai aprender não somente sobre o esporte, mas também sobre corpo humano, história e até Matemática — tudo isso enquanto se diverte respondendo a desafios sobre o esporte mais popular do mundo!
BELLOS, Alex; LYTTLETON, Ben. Football school: the amazing quiz book. Londres: Walker Books, 2022.

No site oficial das Olimpíadas, você descobre curiosidades sobre esportes, conhece atletas do mundo todo e vê os resultados das competições. Também dá para aprender a história das Olimpíadas e os valores do esporte, como amizade, respeito e trabalho em equipe.
OLYMPICS. Disponível em: https:// www.olympics.com/en/. Acesso em: 12 jul. 2025.

e questione se os estudantes conhecem quais esportes fazem parte das Olimpíadas. Caso a escola disponha de dispositivos digitais, acesse o site sugerido e pesquise com a turma os esportes que compõem esse evento, além de curiosidades e informações sobre competições e atletas de destaque. Por fim, incentive os estudantes a selecionarem outros materiais com a mesma temática para apresentar à turma. Eles podem selecionar materiais que já conhecem ou pesquisá-los e selecioná-los na biblioteca da escola. Solicite a cada estudante que apresente o material, mencionando o título, um resumo da obra e o porquê de sua indicação, promovendo assim o
compartilhamento de informações e o interesse pelo aprofundamento do tema.
2. Respostas: a) Students have to pay attention and participate in class; b) Teachers have to explain lessons and help students learn; c)
Escreva as respostas no caderno.
1. In your notebook, write the names of the school’s places represented in the pictures.
Respostas: A) toilet; B) classroom; C) library; D) cafeteria; E) gym; F) playground. A cook has to prepare healthy food for students; d) A librarian has to keep books in order and help people find them; e) A janitor has to keep the school organized, clean and safe.






2. In your notebook, complete the sentences with the correct form of have to
a ) Students ■ pay attention and participate in class.
b ) Teachers ■ explain lessons and help students learn.
c ) A cook ■ prepare healthy food for students.
d ) A librarian ■ keep books in order and help people find them.
e ) A janitor ■ keep the school organized, clean and safe.
3. In your notebook, answer the questions about your school’s rules.
a ) What does the principal have to do?
b ) What do students have to do?
c ) What does the English teacher have to do?
d ) What do you have to do?
soas (I, you, he, she etc.) usa-se cada forma. Na sequência, dê um tempo para que eles registrem as frases no caderno completando com a forma correta do verbo modal. Por fim, faça a correção coletiva convidando diferentes estudantes a lerem suas respostas.
• Na atividade 3, motive os estudantes a discutirem oralmente as questões, em duplas ou pe-
Respostas pessoais. Espera-se que os estudantes usem as formas de have to para responderem às perguntas.
• Revisar os conteúdos das unidades 1 e 2
• As atividades dessa seção podem ser realizadas pelos estudantes tanto em sala de aula quanto em casa, como tarefa escolar. Em ambos os casos, leia com os estudantes os enunciados e os itens, verificando se eles compreenderam as instruções. Caso surjam dúvidas, faça o primeiro item coletivamente para garantir que todos entendam o que devem fazer.
• Na atividade 1, junte os estudantes em duplas para que um deles aponte uma imagem e o outro diga em voz alta o nome do local da escola que ela representa. Oriente-os a alterar os papéis para que ambos possam participar igualitariamente, apontando ou dizendo os nomes dos locais. Caso haja algum estudante com deficiência visual, o colega vidente deverá dar dicas sobre o local representado na imagem para que ele adivinhe qual é. Para correção coletiva, convide voluntários para registrarem as respostas na lousa.
• Na atividade 2, proponha uma breve revisão sobre o uso do verbo modal have to na elaboração de frases afirmativas e negativas (have to, has to, doesn’t have to e don’t have to). Registre as formas na lousa e questione os estudantes quando e com quais pes-
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quenos grupos, refletindo sobre o próprio contexto escolar. Em seguida, oriente que registrem no caderno as respostas. Para finalizar, faça a correção com toda a turma, listando na lousa as respostas das duplas ou dos grupos. Valorize e aceite diferentes perspectivas, destacando como a diversidade de opiniões enriquece o aprendizado coletivo.
• Na atividade 4, peça aos estudantes que nomeiem em inglês os objetos esportivos representados nas imagens. Caso haja algum estudante com deficiência visual, providencie recursos de acessibilidade, como versões ampliadas das imagens com alto-relevo (por exemplo, com barbante contornando os objetos), possibilitando a identificação tátil. Em seguida, solicite que registrem no caderno a associação entre os nomes dos esportes e suas respectivas imagens.
• Na atividade 5 , convide os estudantes a lerem as perguntas propostas e verifique se todos compreenderam, esclarecendo eventuais dúvidas. Oriente-os a se reunir em duplas para elaborar as respostas, favorecendo a cooperação e a troca de ideias. Na correção, reorganize as duplas para que os estudantes trabalhem com colegas diferentes, de forma que um estudante leia a pergunta e o outro responda, alternando os papéis para que todos participem ativamente.
• Na atividade 6, para completarem as frases com can ou can’t, oriente os estudantes a lerem as frases com atenção, reconhecendo indícios que revelam se a pessoa possui ou não a habilidade para o esporte mencionado. Use o item a como exemplo, destacando a primeira parte da frase, que indica que Tomás ainda está aprendendo a jogar futebol; com isso, pode-se inferir que ele ainda não joga muito bem, logo a opção mais adequada para completar a frase é can’t. Respostas
6. a) Tomás is learning to play soccer. He can’t play it very well yet.
6. b) Julia is a great swimmer. She can swim across the pool easily.
6. c) Lucas can’t ride a bicycle yet because he is a baby.
4. In your notebook, match the names of sports to the pictures of equipment they need.
Respostas: A – 6; B – 4; C – 5; D – 1; E – 2; F – 3.




a ) Which sports can you play in teams?
b ) Which sport is a type of martial art?
c ) Which sports can you practice in the water?
d ) Which sport can you practice in the rocks?


5. In your notebook, answer the questions about sports.
Possíveis respostas: a) soccer, basketball, volleyball; b) karate; c) surfing, swimming; d) climbing.
6. In your notebook, complete the sentences with the correct form of can
Respostas nas orientações ao professor
a ) Tomás is learning to play soccer. He ■ play it very well yet.
b ) Julia is a great swimmer. She ■ swim across the pool easily.
c ) Lucas ■ ride a bicycle yet because he is a baby.
d ) The girl is doing cool tricks. She ■ ride a skateboard very well.
7. In your notebook, write sentences about your own abilities in sports, following the examples.
I can play volleyball very well. I can’t do gymnastics. surfing A. soccer B. cycling C.
Respostas pessoais. Espera-se que os estudantes usem as formas de can para escreverem as frases.
6. d) The girl is doing cool tricks. She can ride a skateboard very well.
• Na atividade 7, caso os estudantes queiram escrever sobre esportes não abordados na unidade 2, auxilie-os na construção do vocabulário. Pesquisem juntos em dicionários, glossários ou outras fontes disponíveis para encontrar as palavras correspondentes em inglês, incentivando a autonomia na busca por informações. Ao final da atividade, organize uma roda de conversa para que todos tenham a oportunidade de ler em voz alta as frases que produziram. Reforce a importância de uma postura de respeito durante o mo-
mento de fala do colega, bem como em relação às diferentes habilidades esportivas de cada um.

• Ativar conhecimentos prévios sobre o tema atividades de rotina.
Menino em sala de aula fazendo uma atividade escolar.
Ter uma rotina diária organizada é importante para o desempenho de todas as atividades que devemos fazer no nosso dia a dia, sejam elas compromissos – como acordar no horário, ir para a escola e fazer a tarefa – ou de lazer, como brincar com os amigos, assistir a um filme, passear com a família ou ler um livro.
Respostas nas orientações ao professor
1.
2.
A imagem apresenta um menino em uma de suas atividades de rotina: ir para a escola. Como é sua rotina?
Brinque de Mímica com a turma. Para isso, imite a ação de uma atividade diária para que seus colegas tentem adivinhá-la.
dos compromissos e responsabilidades, eles também citam atividades que fazem em casa para ajudar os pais ou responsáveis e as de lazer.
• Na atividade 1, questione a importância de ter uma rotina equilibrada, em que as responsabilidades, como os estudos, estejam combinadas com momentos de lazer e descanso. Esse equilíbrio é essencial para que uma criança se desenvolva de forma saudável e integral.
• Na atividade 2, caso haja algum estudante com deficiência visual, adapte a brincadeira substituindo a mímica por dicas verbais. Nesse caso, os estudantes devem descrever a atividade escolhida sem mencionar o nome, de modo que a
35
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turma possa adivinhar de qual atividade se trata, garantindo a participação inclusiva de todos.
1. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes digam que fazem atividades como acordar, escovar os dentes, tomar o café da manhã, tomar banho, fazer as tarefas escolares, almoçar, ir para a escola, além dos momentos de interação como brincar com os amigos, assistir à televisão com os familiares, entre outras opções.
2. Resposta pessoal. As respostas dependerão das escolhas dos estudantes.
Registre na lousa “ My routine” e questione os estudantes o que eles entendem por esta expressão. Em seguida, peça-lhes que mencionem palavras relacionadas a essa expressão. Incentive-os a utilizar o máximo de inglês que conseguirem e registre as respostas ao redor da expressão, formando uma nuvem de palavras. Ao final, peça a cada estudante que registre as palavras no caderno, para que, ao longo da unidade, possam retomá-las e verificar se apareceram em textos, áudios e atividades.
• Peça aos estudantes que observem a imagem e a descrevam com detalhes. Faça algumas perguntas de interpretação, como: “Pela expressão do menino, como ele está se sentindo?”; “Onde o menino está?” e “O que ele aparenta estar fazendo?”. Em seguida, comente que ir à escola é uma das atividades da rotina de uma criança. Peça aos estudantes que citem outras. Então, convide um voluntário para ler o texto introdutório e, ao final, estabeleça um paralelo entre as respostas dos estudantes e o texto, verificando se, além
• Nomear os dias da semana e algumas atividades de rotina.
• Usar as palavras always, usually, sometimes e never para falar a frequência com que as atividades são feitas.
• Na atividade 1, oriente os estudantes a fecharem o livro, reproduza o áudio e, ao final, pergunte a eles o que compreenderam. Em seguida, peça-lhes que abram o livro e confiram se as palavras escritas correspondem ao que ouviram. Reproduza o áudio mais uma vez, permitindo que acompanhem agora com o texto, reforçando a correspondência entre a pronúncia e a escrita.
• Na atividade 2, caso os estudantes tenham dificuldade em identificar a sequência dos dias da semana, construa-a coletivamente na lousa para que possam usar como apoio. Comece escrevendo o primeiro dia, pergunte à turma qual é o próximo e, ao responderem corretamente, registre-o, prosseguindo dessa forma até completar toda a sequência. Aproveite esse momento para reforçar a informação do boxe Notes, destacando as letras maiúsculas de cada palavra. Para a correção, escreva na lousa cada um dos itens da atividade e convide quatro voluntários para completarem cada sequência.
• Na atividade 3, leia cada pergunta com os estudantes e esclareça caso surjam dúvidas. Para esclarecer o que são weekdays e weekend, retome a sequência de dias escritas na lousa. Aponte os dias de Monday até Friday, dizendo que são weekdays, e aponte Saturday e Sunday, dizendo que são weekend
AVALIANDO
Escreva as respostas no caderno.
1. Professor, professora: Ao reproduzir o áudio, faça pausas entre as palavras para que os estudantes possam repeti-las em voz alta.
1. Track 11 Observe the picture and listen to the audio.

Notes: Os nomes dos dias da semana em inglês são escritos com a primeira letra maiúscula.
2. In your notebook, complete the sequence with the next day of the week.
a ) Monday, Tuesday, ■
b ) Thursday, Friday, ■
c ) Sunday, Monday, ■.
d ) Wednesday, Thursday, ■
Respostas: a) Wednesday; b) Saturday; c) Tuesday; d) Friday
3. In pairs, ask and answer the following questions.
What are the weekdays?
What day is today?
Para avaliar a aprendizagem dos estudantes, proponha uma dinâmica coletiva e interativa. Separe folhas de papel sulfite e convide sete voluntários para irem à frente da sala. Entregue uma folha para cada e peça que escrevam, em inglês, um dia da semana diferente, aproveitando esse momento para verificar a escrita das palavras. Em seguida, dê alguns minutos para que se organizem em ordem correta, formando a sequência dos dias. Após essa etapa, recolha os papéis, peça-lhes que mudem de posição na fila e, dessa vez, solicite que se reorganizem sem o suporte escrito. Quando a sequência estiver formada, solicite que nomeiem os dias da semana em voz alta, observando a pronúncia. Faça várias rodadas para que todos possam participar. Ao final, retome
What are the days of the weekend?
What is your favorite day of the week?
Respostas: A) Monday, Tuesday, Wednesday, Thursday and Friday; B) Saturday and Sunday; C) Espera-se que os estudantes digam o dia de hoje em inglês; D) Resposta pessoal.
com a turma a ordem dos dias da semana, explorando as principais dificuldades. Se a turma demonstrou maior dificuldade na escrita, proponha novas atividades de registro, como escrever os dias da semana em ordem, ou um Ditado. Já se a dificuldade esteve na pronúncia, reproduza novamente o áudio dos dias da semana e organize os estudantes em duplas para que repitam as palavras, praticando a pronúncia de forma colaborativa.
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1. Track 12 Observe the pictures and listen to the audio.
Professor, professora: Ao reproduzir o áudio, faça pausas entre as palavras para que os estudantes possam repeti-las em voz alta.










manhã? / Do you do this activity in the morning?” e “Você usa algum objeto para realizar essa atividade? / Do you use any object to do this activity?”. O colega que souber qual é a palavra ou expressão deverá falar a resposta em voz alta e em inglês. Após a descoberta, escolha outro voluntário para sortear uma nova atividade, garantindo que vários estudantes participem.


• Na atividade 1, explore com os estudantes as imagens e pergunte se eles se identificam com o que está sendo retratado. Em seguida, toque o áudio uma vez, de forma contínua, para que eles possam assimilar o texto à imagem. Depois, reproduza-o pausadamente para que consigam prestar atenção na pronúncia das palavras e expressões. Se julgar pertinente, aponte para uma das tarefas mencionadas, por exemplo, do homework, e pergunte a eles com que frequência costumam fazê-la, em qual horário, entre outras possibilidades.
Para fortalecer o conteúdo trabalhado, promova uma atividade lúdica e interativa com a turma. Escreva em tiras de papel o vocabulário estudado (palavras e expressões relacionadas às atividades de rotina) e dobre-as, colocando todas dentro de um saco plástico. Convide um estudante para sortear uma das tiras sem que os colegas vejam e peça-lhe que se sente em uma cadeira posicionada à frente da sala, de frente para a turma. Os colegas deverão fazer perguntas para tentar descobrir qual é a atividade sorteada, utilizando frases simples e em inglês sempre que possível. Explique que o estudante sorteado só poderá responder “yes” ou “ no ”. Dê exemplos de perguntas para guiá-los: “Você faz essa atividade de
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• Na atividade 2, após os estudantes registrarem as respostas no caderno, organize-os em duplas para praticarem oralmente. Explique que um estudante deve ler a pergunta em voz alta e o colega responder. Na sequência, eles devem inverter os papéis para que ambos pratiquem as perguntas e as respostas.
• Na atividade 3, peça aos estudantes que escolham um dia da semana para descreverem as atividades que fazem em cada período desse dia. Para ampliar a atividade e proporcionar mais prática aos estudantes, após alguns minutos de interação, peça-lhes que troquem de duplas, escolham outro dia da semana e descrevam a rotina novamente.
2. In your notebook, answer the following questions.
a ) What do you do in the morning?
b ) What do you do in the afternoon?
c ) What do you do at night?
Respostas pessoais. Oriente os estudantes a usarem as expressões trabalhadas anteriormente nesta unidade.
3. In pairs, tell your classmate what you do in each period of the day, using your answers from the previous activity.
In the morning, I wake up and…
In the afternoon, I... At night, I... and go to bed.
3. Respostas pessoais. Oriente os estudantes a compararem suas rotinas, identificando atividades que fazem em comum de acordo com os períodos do dia.
1. Track 13 Observe the pictures and listen to the audio.
• Na atividade 1 , explore com a turma as imagens dos calendários, explicando que cada marcação indica a frequência com que a pessoa realiza determinada atividade. Por exemplo, se há apenas uma marcação, significa que a atividade é feita uma vez por semana. Em seguida, reproduza o áudio para que os estudantes ouçam as falas enquanto acompanham a leitura dos textos nos balões. Durante a escuta, chame a atenção para as palavras em destaque: always, usually, sometimes e never e peça-lhes que associem cada uma delas ao que está ilustrado nos calendários. Conforme eles respondem, construa um esquema visual na lousa mostrando a frequência que cada advérbio representa, por exemplo: always – todos os dias; usually – quatro dias na semana; sometimes – uma vez na semana; never – nenhum dia da semana. Por fim, escreva na lousa as frases da atividade, retirando os advérbios de frequência e deixando uma linha no lugar de cada um, para indicar que a frase deve ser completada. Em seguida, convide alguns voluntários para completarem as frases, inserindo o advérbio que corresponde à frequência com que realizam cada atividade.
I always wake up early. I usually exercise in the afternoon.




I sometimes have lunch with my parents.



I never watch television at night.

1. Professor, professora: Após a leitura das frases, chame a atenção dos estudantes para a posição dos advérbios em cada uma delas.
2. Track 14 Listen to the audio and match in your notebook the names of the people to the activities they do.
Cláudio A.
Natasha B.
Fabrício C.
Patrícia D.
Respostas: A – 2; B – 4; C – 3; D – 1.
3. In your notebook, complete the sentences using the following words. She never wakes up early. 1. He sometimes has lunch with his family. 3. She usually spends her time with friends. 4. He always plays games. 2.
sometimes • never • always • usually
a ) We use ■ to talk about something that happens all the time.
b ) We use ■ to say something happens in most cases.
c ) We use ■ when something happens now and then.
d ) We use ■ to say that something doesn’t happen at all.
4. In a group, ask and answer questions about how often you do some activities.
Professor, professora: Monitore a atividade a fim de auxiliar os estudantes em suas dúvidas e dificuldades.
How often do you do homework at night? I sometimes do homework at night. I never do homework at night.
LISTEN
Escreva as respostas no caderno.
3. Respostas: a) We use always to talk about something that happens all the time; b) We use usually to say something happens in most cases; c) We use sometimes when something happens now and then; d) We use never to say that something doesn’t happen at all.
1. Track 15 Listen to the audio and complete the sentences in your notebook by choosing the correct alternative.
Respostas nas orientações ao professor
a ) In the morning, Teodoro always / never wakes up early to go to school.
b ) In the afternoon, he usually does his homework, exercises / takes a shower and plays games.
c ) At night, he usually / sometimes watches television with his parents.
d ) On Saturdays/ Sundays, he always plays games with his brother.
e ) On Sundays, he has lunch / spends time with grandpa Jorge.
• Ouvir e compreender uma pessoa descrevendo a rotina.
• Como atividade de pré-escuta, diga aos estudantes que eles vão ouvir um menino descrevendo a rotina e incentive-os a levantar hipóteses sobre as atividades que ele vai mencionar. Escreva-as na lousa para posterior verificação.
• Na atividade 1, toque o áudio uma primeira vez e, ao final, peça aos estudantes
que comentem se suas hipóteses se confirmaram e indiquem o que compreenderam do diálogo entre Teodoro e sua tia. Em seguida, oriente-os a ler as frases que devem completar no caderno. Reproduza o áudio mais vezes, com pausas, para que registrem as respostas no caderno. Para a correção, convide voluntários para lerem suas respostas em voz alta.
• Como atividade de pós-escuta, motive os estudantes a contrastarem suas rotinas com a de Teodoro, indicando similaridades e diferenças.
• Na atividade 2, antes de reproduzir o áudio, oriente os estudantes a lerem atentamente os itens da atividade para que saibam em quais informações devem prestar atenção durante a escuta. Toque o áudio quantas vezes forem necessário, fazendo pausas a cada reprodução, para que os estudantes tenham tempo de escreverem as respostas no caderno. Ao final, convide voluntários para escreverem as respostas na lousa.
• Na atividade 3, organize os estudantes em pares para que possam trocar ideias e chegar às respostas em conjunto. Caso encontrem dificuldades em compreender as frases, você pode desenhar uma tabela com sete colunas, uma para cada dia da semana, e marcar um X nos dias correspondentes à frequência de cada expressão. Por exemplo, para all the time, marque um X em todos os dias da semana; para most cases, marque um X em cinco dias; e assim por diante.
• Na atividade 4, oriente os estudantes a elaborarem perguntas sobre as atividades de rotina aprendidas anteriormente. Oriente um deles a fazer perguntas e todos a responderem. Peça-lhes que repitam o procedimento até que todos tenham a oportunidade de formular perguntas e praticar respostas.
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1. a) In the morning, Teodoro always wakes up early to go to school.
1. b) In the afternoon, he usually does his homework, exercises and plays games.
1. c) At night, he sometimes watches television with his parents.
1. d) On Saturdays, he always plays games with his brother.
1. e) On Sundays, he spends time with grandpa Jorge.
• Descrever a rotina.
• Na atividade 1, leia o passo a passo de como ela deve ser conduzida e leia os exemplos de estruturas que podem ser usados. Durante a interação, caminhe pela sala de aula e verifique as dúvidas que surgirem. Para ampliar a prática, possibilite que a atividade seja feita uma segunda vez, porém, com uma nova dupla. Ao final, convide alguns voluntários para irem até a frente da sala de aula e apresentarem suas rotinas para os colegas.
• No boxe Reflect, oriente os estudantes a observarem a imagem e a descreverem em detalhes, caso haja algum estudante com deficiência visual. Em seguida, solicite a um voluntário que leia o texto em voz alta. Para aprofundar o conteúdo, divida a lousa em duas colunas e peça aos estudantes que citem pontos positivos e negativos das tecnologias, registrando-os em cada coluna. Aproveite para discutir como esses pontos positivos e negativos podem afetar a rotina e o cotidiano das pessoas. Se julgar pertinente, faça perguntas, como: “Vocês acham que a variedade de tarefas que podem ser feitas online faz com que as pessoas saiam menos de casa?” e “As pessoas preferem se comunicar online ou interagir pessoalmente?”.
• Na questão a, a depender da situação socioeconômica dos estudantes, eles podem não ter acesso às tecnologias digitais. Nesse caso, leve para a sala de aula imagens de computador, smartphone, tablet, videogame. Mostre os recursos aos estudantes e promova uma conversa sobre o que conhecem e sabem de cada dispositivo, incentivando-os a mencionar como são usados e para que servem e associá-los a atividades do cotidiano, como estudar, brincar ou se comunicar.
Reflect. b) Resposta: Alguns cuidados que devemos tomar são: controlar o tempo de uso; não acessar materiais (redes sociais, jogos e sites) que não sejam adequados à faixa etária; não expor informações pessoais; não passar ou compartilhar informações falsas; não produzir ou compartilhar conteúdos ofensivos ou preconceituosos.
Escreva as respostas no caderno.
1. In pairs, describe in English your daily routine.
a ) Pense em atividades diárias que você faz com frequência.
b ) Diga ao colega o que você faz em cada dia ou período do dia.
On Monday, I...
On Friday, I... On the weekend, I...
In the morning, I... I... in the afternoon. At night, I…
c ) Utilize always, usually, sometimes e never para descrever a frequência com que você faz as atividades.
I always have lunch with my mother.
I sometimes play games in the afternoon. I never go to bed very late.
d ) Responda perguntas caso o seu colega as faça.
1. Professor, professora:
How often do you do homework on weekdays?
I always do homework on weekdays.
Caso os estudantes queiram adicionar atividades de rotina não abordadas nesta unidade, auxilie-os com o vocabulário.
O uso de tecnologias digitais de comunicação trouxe muitos benefícios, como acesso fácil às informações, entretenimento e comunicação rápida e eficaz. No entanto, é fundamental que seu uso seja feito de maneira consciente, ética e equilibrada, para que não interfira negativamente em nossa rotina. É importante controlar o tempo que passamos usando tecnologia e tomar cuidado ao expor informações pessoais, por exemplo.

a ) Como você utiliza a tecnologia no dia a dia?
b ) Quais cuidados devemos tomar ao utilizarmos a tecnologia no dia a dia?
Refllect. a) Resposta pessoal. Os estudantes podem indicar o uso de dispositivos, como televisão e computador, e os propósitos com que usam, como assistir a vídeos e brincar com jogos.
• Na questão b, reforce com os estudantes que é fundamental sempre utilizar as tecnologias sob a supervisão de um adulto responsável.
O boxe Reflect possibilita o trabalho com o tema contemporâneo transversal Ciência e tecnologia e com a Competência geral 5, pois, com base nas questões propostas, os estudantes refletem sobre o uso ético e responsável das tecnologias e passam a reconhecer atitudes que devem ser adotadas em ambientes digitais para segurança e proteção de dados.
• SPRITZER, Daniel et al Crianças bem conectadas: como o uso consciente da tecnologia pode se tornar um aliado da família e da escola. São Paulo: Maquinaria Editorial, 2023. Esse livro traz reflexões para educadores e pais sobre como o uso adequado e seguro da tecnologia pode ser positivo para a formação das crianças.
Escreva as respostas no caderno.
1. Read the following meme and write in your notebook the correct alternative about it.
Resposta: Alternativa a

Notes: A tela usada no meme chama-se O grito e foi pintada por Edvard Munch em 1893. O céu e a figura central distorcidas contribuem para passar a ideia de uma atmosfera de tensão. A figura central, com as mãos ao rosto, como se estivesse gritando, transmite a sensação de desespero.
MEME Fábrica de Palavras, May 20th, 2025. Available at: https:// fdepalavras.wordpress. com/2025/05/20/meme-6/. Accessed on: July 10th, 2025.
a ) The meme is about how someone feels at the end of their free time.
b ) The meme is about what someone does for free time.
2. In your notebook, write if the sentences about the meme are true or false.
a ) The meme combines picture and text.
b ) The message of the meme has a humorous tone.
c ) The text is long and is difficult to understand.
d ) The picture refers to a famous painting.
e ) The meme was published in a book.
ciclopédias online, sites especializados em Arte, museus virtuais e outras fontes confiáveis. Além disso, podem ser consultados livros, revistas, catálogos de exposições e enciclopédias impressas. Algumas informações a serem pesquisadas incluem o contexto histórico da obra, características do estilo do artista e curiosidades sobre a pintura. Oriente os estudantes a registrarem as informações e as compartilharem oralmente com a turma, incentivando a análise crítica e a reflexão sobre a importância dessa obra no mundo da Arte.
Respostas: a) true; b) true; c) false (the text is short and is easy to understand); d) true; e) false (the meme was published on the internet).
• Na atividade 2, oriente os estudantes a escreverem as frases verdadeiras no caderno e reescreverem as falsas, corrigindo-as. Após registrarem as respostas no caderno, convide voluntários para lerem uma frase cada em voz alta. A cada frase, pergunte a todos se ela é verdadeira ou falsa. Peça-lhes que justifiquem suas respostas com base na imagem da tela e no texto do meme
• Ler e compreender um meme
• Na atividade 1, convide um voluntário para ler o boxe Notes em voz alta de modo que todos compreendam que o meme a ser lido foi criado com base em uma tela. Em seguida, oriente a turma a fazer a leitura do meme . Se houver algum estudante com deficiência visual, peça a um colega vidente que descreva a imagem em detalhes e leia o texto em voz alta. Depois, promova uma conversa para que os estudantes compartilhem o que compreenderam do texto e da imagem, incentivando a análise e a interpretação coletiva. Dê um tempo para que registrem no caderno a alternativa correta sobre o meme e, ao corrigir, peça-lhes que indiquem qual emoção, representada pela imagem, é vinculada ao término do final de semana. Leve-os a compreender que essa associação é o que confere o tom humorístico ao meme
Para um trabalho interdisciplinar com o componente curricular de Arte, pesquise com os estudantes mais informações sobre a tela O grito e sobre seu pintor, Edvard Munch. A pesquisa pode ser realizada em dispositivos digitais, utilizando en-
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Ao lerem um meme que reproduz uma imagem da tela O grito de Edvard Munch, os estudantes podem desenvolver a Competência geral 3, ao apreciarem a obra de arte em uma releitura criativa, refletindo sobre seu significado e os elementos visuais presentes, além de compreenderem como a Arte pode ser reinterpretada e dialogar com diferentes contextos e linguagens.
OBJETIVO
• Produzir um meme
• Leia o primeiro parágrafo da seção para que os estudantes compreendam o que vão produzir. Explique que um meme pode abordar diferentes assuntos do cotidiano e, justamente por isso, é uma forma criativa de comunicação bastante popular na internet. Reforce, no entanto, que o humor deve ser utilizado de maneira responsável, evitando mensagens que possam ser ofensivas, discriminatórias ou que reproduzam estereótipos. Oriente-os a pensar em ideias leves, divertidas e adequadas ao ambiente escolar, destacando que o objetivo principal é provocar riso e engajamento de forma positiva.
• Na atividade 1, se a escola dispuser de dispositivos digitais conectados à internet, auxilie os estudantes a procurarem as imagens em bancos de imagens gratuitas e livres de direitos autorais. Se não houver essa possibilidade, oriente-os a produzir as próprias imagens, seja por meio de aplicativos de desenho digital, seja ilustrando manualmente em papel.
• Na atividade 2, oriente os estudantes a incluírem o texto de forma a não sobrepor a imagem para que não prejudique a leitura. Explique que o texto deve ser curto e objetivo, mantendo a mensagem divertida sem perder a clareza.
Escreva as respostas no caderno.
1. Professor, professora: Auxilie os estudantes em suas escolhas e oriente-os de modo que a mensagem bem-humorada não divulgue estereótipos e preconceitos.
2. Professor, professora: Caso o meme seja produzido com dispositivo digital, auxilie os estudantes no uso das ferramentas disponíveis. Se for feito à mão, oriente-os a escrever o texto com lápis grafite, para que possam fazer ajustes posteriormente, se necessário.
Agora é sua vez de criar um meme com uma mensagem bem-humorada. Ao final, ele será publicado na internet para ser compartilhado com colegas da turma e da escola, professores, familiares e outras pessoas que podem vir a acessá-lo.
1. Prepare for the activity.
a ) Selecione uma imagem para o seu meme, que pode ser da internet, desde que de uso livre, ou faça um desenho.
b ) Pense no texto que pode criar para a imagem que seja bem-humorado.
2. Produce your meme.
a ) Inclua a imagem escolhida. b ) Escreva o texto.
Attention: Utilizem um dispositivo digital disponível na escola para a produção do meme. Também é possível fazê-lo à mão para depois passá-lo para o formato digital, possibilitando sua divulgação na internet.
3. Review the meme with a classmate.
Professor, professora: Caminhe pela sala de aula para conferir as produções dos estudantes e sugerir correções e melhorias.
a ) Confiram se a imagem escolhida e o texto combinam para passar uma mensagem bem-humorada.
b ) Verifiquem se as palavras em inglês estão escritas corretamente.
c ) Façam os ajustes necessários e pintem caso tenham feito um desenho.
4. Share the meme on the internet.
a ) Escolham, com o professor, uma plataforma para publicar os memes da turma, como um blog ou rede social da escola.
b ) Acompanhem o professor nas postagens de todos os memes
c ) Acessem, com a ajuda do professor, as postagens e leiam os memes.
d ) Divulguem para colegas da escola, professores e familiares.

4. Professor, professora: Caso não seja possível a publicação na internet, os memes da turma podem ser expostos em um mural na escola.
• Na atividade 3, oriente os estudantes a formarem duplas e a mostrarem o meme para o colega. Caso haja algum estudante com deficiência visual, peça ao colega vidente que descreva a imagem do meme em detalhes e leia o texto em voz alta. Em seguida, proponha uma revisão em parceria, incentivando que conversem sobre os textos com base em alguns tópicos orientadores. Escreva na lousa perguntas, como: “A imagem e o texto combinam?” e “Eles passam uma mensagem bem-humorada?”.
• Na atividade 4, se os memes foram produzidos manualmente, mas serão publicados online, providencie uma cópia digital de cada produção para viabilizar a postagem. Além disso, avise os pais ou responsáveis sobre a atividade e obtenha as autorizações necessárias para o compartilhamento das produções. Acesse com os estudantes os memes online para que apreciem os trabalhos. Se o meme for exposto em um mural, escolham um local na escola de uso comunitário e de grande circulação de pessoas e permita aos
estudantes que apreciem os trabalhos dos colegas, incentivando comentários construtivos e a valorização da criatividade de todos.
BNCC
A produção do meme contribui para o desenvolvimento das Competências gerais 4 e 5, pois os estudantes utilizarão diferentes linguagens, verbal e visual, para transmitir uma mensagem bem-humorada, ao mesmo tempo que empregam tecnologias digitais de forma responsável e criativa para produzir, participar da publicação e compartilhar seus textos.
ON
Weekly planner
Já pensou em organizar a sua rotina? Para isso, você vai produzir um planejamento semanal para ter anotado, em cada dia, as tarefas que deve desempenhar. Você poderá consultá-lo para lembrar de suas atividades, organizar melhor seu tempo e garantir que nenhuma atividade fique esquecida. Confira a seguir o que será necessário para montar o planejamento semanal.





Attention: Outros materiais podem ser usados, como lápis de cor, canetas hidrocor e adesivos.
• Criar um planejamento semanal.
Afixe o planejamento semanal em um local de fácil acesso para que possa consultá-lo: em um mural no quarto ou na agenda, por exemplo. 1. 2. 3. 4. 5. 6.
Coloque o título Weekly Planner no topo da página.
Faça uma tabela com sete colunas e duas linhas.
Escreva em inglês, na primeira linha das colunas, os dias da semana. Liste as atividades de cada dia.
Passe a caneta, desenhe e pinte para enfeitar, caso deseje.
• Em seguida, leia cada uma das etapas da atividade em voz alta e acompanhe os estudantes em sua realização. Na etapa 1, explique que eles podem criar um título diferente do sugerido, como “My week” ou “My activities”. Nas etapas 2 e 3, faça na lousa um modelo de tabela com sete colunas e escreva os dias da semana em inglês em cada uma, para que os estudantes tenham uma referência visual. Na etapa 4, oriente-os a registrar apenas palavras-chave, evitando frases longas. Alguns exemplos de palavras e expressões que eles podem usar são: school, homework, lunch, play time, watch TV, visit grandma. Na etapa 5, incentive-os a caprichar nos últimos re-
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toques do planejamento, adicionando desenhos ou cores para personalizar a produção. Na etapa 6, antes de afixarem o planejamento em um local escolhido, organize os estudantes em duplas para que apresentem seus trabalhos ao colega, compartilhando oralmente as atividades de cada dia. Por fim, após alguns dias de uso do planejamento semanal, promova uma roda de conversa para que relatem como tem sido a experiência, se o planejamento está ajudando a organizar melhor suas rotinas e a cumprir as atividades de forma mais efetiva.
• Leia com a turma o título da seção e promova uma conversa inicial para investigar o que eles já sabem sobre planejamento semanal. Pergunte se costumam utilizar agenda, calendário ou lista de tarefas para organizar a rotina. Com base nas respostas, incentive-os a refletir sobre a importância de planejar as atividades do dia a dia para administrar melhor o tempo, evitar esquecimentos e garantir que compromissos e responsabilidades sejam cumpridos. Em seguida, convide um voluntário para ler o texto introdutório para que compreendam a proposta. Se considerar necessário, registre na lousa os pontos principais, como: “O que: um planejamento semanal; Para que: listar e organizar as atividades de rotina; Para quem: para cada um”. Esse registro poderá ajudá-los a manter o foco nos objetivos da atividade e a perceber sua utilidade prática para a vida escolar e pessoal.
• Leia com a turma a lista de materiais necessários para a realização da atividade e oriente-os a utilizar itens que já fazem parte do material escolar. Proponha que compartilhem esses recursos entre si, caso alguém não tenha algum dos materiais, incentivando a colaboração e o trabalho em grupo.
• Autoavaliar o desempenho na unidade.
Os itens da seção What I know apresentam os resultados que se espera que os estudantes tenham atingido ao final da unidade. Leia cada um deles e disponibilize um tempo para que eles reflitam e selecionem a opção que melhor representa seu desempenho nos conteúdos. Ao final, revise os itens, pedindo aos estudantes que compartilhem oralmente o que se lembram de ter estudado em cada um deles. Eles podem mencionar palavras e frases, dizer características do gênero meme ou descrever atividades que fizeram, como criar um planejamento semanal. Caso algum estudante tenha dificuldades, sugira alternativas como folhear a unidade para relembrar os conteúdos ou trocar ideias com um colega. Se for necessário sanar defasagens, selecione atividades da unidade para que eles as refaçam, com base nas dificuldades identificadas. Essas atividades podem ser feitas em duplas, permitindo aos estudantes que se ajudem mutuamente. Além disso, é possível levar para a sala de aula atividades complementares ou antecipar as atividades da seção Remember , relacionadas à unidade, para reforçar o aprendizado.
• No boxe Explore, leia o título do livro sugerido, peça aos estudantes que observem a capa, a descrevam e façam previsões sobre quais atividades acreditam que a personagem ilustrada na capa realiza todas as manhãs. Em seguida, convide um voluntário para ler o resumo da obra, permitindo que a turma verifique se suas hipóteses se confirmaram ou não. Caso a escola
Agora eu consigo, em inglês:
Nomear os dias da semana e algumas atividades de rotina.
Escreva as respostas no caderno.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a refletirem sobre o desempenho em cada conteúdo listado e a anotarem as respostas no caderno.
Usar as palavras always, usually, sometimes e never para falar a frequência com que as atividades são feitas. 2.
Ouvir e compreender uma pessoa descrevendo a rotina. 3.
Descrever a rotina.
Ler e compreender um meme 5.
Produzir um meme.
Criar um planejamento semanal.
Confira outras formas de continuar aprendendo o que você estudou nesta unidade.
Com ideias simples e criativas, esse livro ensina a montar uma rotina cheia de energia: arrumar a cama como um super-herói, escovar os dentes com ritmo de música, escolher a roupa com estilo e até separar um tempinho para brincar ou imaginar aventuras antes de sair de casa!
SANTONI, Estee. My morning routine. 2022.

Assista às histórias de Caillou, divirta-se com ele e veja como é a rotina diária desse garoto curioso, que sempre tem uma história para contar. Será que a rotina dele é muito diferente da sua ou parecida?
CAILLOU Channel. Caillou – Wild Brain. Disponível em: https://www.youtube.com/ channel/UC4yQCVlLhTmOqX5kUkAGr0g. Acesso em: 10 jul. 2025.
tenha o exemplar na biblioteca, leve-o para a sala e realize uma leitura coletiva, mas, se não houver disponibilidade, proponha uma visita à biblioteca para que os estudantes escolham outros títulos com a mesma temática para leitura individual. Para a segunda indicação, a fim de que todos tenham a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a história e a rotina de Caillou, acesse
o canal de vídeos do personagem e permita que escolham, de forma democrática, um episódio para assistir; após a exibição, promova uma roda de conversa sobre o que mais gostaram, como foi a experiência de assistir à animação em inglês e se a rotina do personagem se aproxima ou difere da deles.

Menina e balões de pensamento com capacete, máquina fotográfica, violão, instrumentos odontológicos e microfone.
Você já pensou no que quer ser quando crescer? Existem muitas ocupações e profissões, e cada uma exige habilidades e conhecimentos diferentes. Todas têm a sua importância e contribuem para o desenvolvimento e para o bom funcionamento do local onde vivemos.
Respostas nas orientações ao professor
1.
Os objetos da imagem representam ocupações e profissões.
Quais são elas?
2.
Brinque de Desenho e adivinhação com a turma. Para isso, vá até a lousa e desenhe um instrumento de trabalho de alguma ocupação ou profissão para que os seus colegas tentem adivinhar qual é.
dois casos e escreva-os na lousa, separando em duas colunas: uma para ocupações e outra para profissões. Por fim, pergunte: “Que ocupações ou profissões vocês consideram importantes para a comunidade onde vivem?” e “Quais habilidades ou conhecimentos uma pessoa precisa ter para exercer essa ocupação ou profissão?”.
• Na atividade 1, explore a imagem de abertura e leia a legenda para que os estudantes reconheçam os objetos retratados e possam associá-los às profissões correspondentes. Incentive-os a nomear essas profissões em inglês, caso saibam, e aceite diferentes respostas, valorizando a diversidade de percepções e interpretações.
• Ativar conhecimentos prévios sobre o tema ocupações e profissões.
Inicie uma conversa com os estudantes sobre a escolha da ocupação ou profissão que desejam seguir no futuro. Pergunte: “Vocês já sabem qual ocupação ou profissão desejam exercer no futuro?”; “Como chegaram a essa decisão?”; “O que consideraram ao fazer essa escolha?”; “Qual ocupação ou profissão vocês desejam exercer?” e “O que sabem sobre ela?”. Aproveite para verificar se eles sabem nomear a ocupação ou profissão em inglês. Finalize reforçando que essa escolha pode mudar ao longo da vida e que o mais importante é seguir o que vai lhes trazer satisfação pessoal.
• Convide um estudante a fazer a leitura do título da unidade e do texto de abertura em voz alta. Destaque palavras-chave, como ocupações, profissões, habilidades e conhecimentos. Comente a diferença entre uma ocupação e uma profissão, dizendo que a primeira se trata de uma atividade que não exige educação formal (faculdade e curso técnico, por exemplo) e a segunda é uma atividade que requer formação. Solicite que citem exemplos dos
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• Na atividade 2, caso haja algum estudante com deficiência visual, além de utilizar o desenho, oriente os estudantes a descreverem em voz alta o que retrataram. Somente após essa verbalização, abra espaço para que a turma tente adivinhar a ocupação ou profissão.
Respostas
1. Possíveis respostas: Pintor, artesão; músico, compositor, professor de música; jornalista, apresentador, cantor; fotógrafo, fotojornalista, detetive; dentista; bombeiro.
2. Respostas pessoais. As respostas dependerão das escolhas dos estudantes.
OBJETIVOS
• Nomear algumas ocupações e profissões.
• Usar o verbo to be para falar qual é a ocupação ou profissão de alguém.
• Na atividade 1 , comece explorando as imagens com a turma. Peça aos estudantes que as descrevam com o máximo de detalhes possível. Incentive-os a mencionar onde as pessoas estão, o que aparentam estar fazendo e quais objetos estão sendo retratados nas cenas. Essa descrição é importante caso haja algum estudante com deficiência visual. Em seguida, reproduza o áudio, pausando-o a cada palavra para que os estudantes possam ouvi-las atentamente e conferir as imagens correspondentes e suas formas escritas. Essa prática contribuirá para a associação entre palavra, imagem e significado. Por fim, reproduza-o novamente para que repitam as palavras em voz alta, praticando a pronúncia.
• Chame a atenção de todos para a palavra waiter e waitress. Explique que, em inglês, a primeira é utilizada para designar garçons (gênero masculino) e a segunda, garçonetes (gênero feminino). Acrescente que a palavra server pode ser usada de forma neutra, sem marcar gênero, informação que pode enriquecer a compreensão cultural e linguística da turma.
ATIVIDADE EXTRA
Para praticar e fortalecer o vocabulário, proponha aos estudantes uma atividade em que eles registrem, em um pedaço de papel, algumas informações ou características sobre uma profissão ou ocupação, sem escrever o nome dela. Eles podem mencionar, por exemplo, onde a pessoa trabalha, quais objetos costuma usar ou quais tarefas realiza. Em
Escreva as
1.




Professor, professora: Ao reproduzir o áudio, faça pausas entre as palavras para que os estudantes possam repeti-las em voz alta.








seguida, oriente-os a dobrar o papel e colocá-lo em um saco ou caixa. Depois de recolher todas as descrições, explique que fará o sorteio de uma delas para ler em voz alta. A turma, então, deverá dizer, também em voz alta e em inglês, qual é a profissão ou ocupação descrita.
• SPAZZIANI, Maria de Lourdes (org.). Profissão de professor: cenários, tensões e perspectivas. São Paulo: Editora Unesp, 2016. Essa obra analisa os desafios, as tensões e as perspectivas da profissão docente, destacando
sua relevância e transformação no cenário educacional contemporâneo.
2. In your notebook, write the name of the occupation that uses each object represented in the pictures.
Respostas: A) cook; B) mechanic; C) gardener; D) hairdresser; E) doctor, nurse; F) tailor.





3. In your notebook, match the occupations to the definitions of what the person does.
Respostas: A – 7; B – 3; C – 5; D – 2; E – 1; F – 6; G – 4.
waiter or waitress A.
veterinarian B.
driver C.
mechanic D.
student E.
salesperson F.
tailor G.
This person studies at school. 1.
This person fixes vehicles. 2.
This person takes care of animals. 3.
This person makes or fixes clothes. 4.
This person drives to take people to places. 5.
This person helps people to buy things. 6.
This person serves food and drinks. 7.
4. Track 17 Listen to the audio and write in your notebook the alternative with the occupations that are mentioned.
a ) Doctor and student.
b ) Salesperson and driver.
Resposta: Alternativa d
c ) Mechanic and teacher.
d ) Doctor and teacher.
5. In pairs, talk about the occupation or profession you want to follow when you grow up.
When I grow up, I want to be… In the future, I want to be…
5. Professor, professora: Caso o nome em inglês da ocupação ou profissão que o estudante almeja seguir no futuro não tenha sido abordada na unidade, auxilie-o com o vocabulário.
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• Na atividade 2, oriente os estudantes a observarem as imagens e identificarem os objetos representados nelas. Caso haja algum estudante com deficiência visual, junte-o previamente com um colega vidente, que poderá fornecer dicas sobre os objetos sem mencionar o nome, para que o estudante com deficiência visual consiga identificá-los. Após registrarem os nomes das profissões associadas a cada objeto, escreva na lousa os nomes dos objetos em inglês: pan, open-end wrench, rake, hair dryer, stethoscope e sewing machine, e incentive os estudantes a formularem frases para descrever como as ocupações ou profissões utilizam esses objetos. Dê um exemplo, como: “A cook uses a pan to prepare food”.
• Na atividade 3, observe se os estudantes apresentam dificuldades para compreender as definições. Caso identifique alguma dificuldade, oriente-os a buscar palavras conhecidas nas frases para associá-las às ocupações ou profissões correspondentes. Por exemplo, no item 1, eles podem reconhecer a palavra school e reconhecer que é o ambiente que o student frequenta, associando, assim, a definição à ocupação.
• Na atividade 4, reproduza o áudio uma primeira vez para que eles possam compreendê-lo de maneira geral. Em seguida, toque-o novamente, de forma pausada, para que consigam responder à atividade. Ao final, solicite aos estudantes que digam quais informações sobre cada profissão foram mencionadas no áudio. Se necessário, faça questionamentos para incentivar a participação, como: “Por que médicos são descritos como real life superheroes?” e “Como os professores auxiliam os estudantes?”.
• Na atividade 5, para tornar a atividade mais dinâmica, peça aos estudantes que caminhem pela sala de aula e conversem em inglês com diferentes colegas, ouvindo atentamente as ocupações e profissões que eles desejam exercer no futuro.
• Na atividade 1, reproduza o áudio para que os estudantes ouçam enquanto acompanham observando as imagens e lendo os balões de fala. Em seguida, explore as cenas, pedindo que comentem o que compreenderam das falas. Escreva na lousa as formas do verbo to be: am, is, are. Explique que esses verbos significam ser ou estar. Além disso, destaque que, na primeira frase da segunda cena, is not refere-se ao verbo conjugado na forma negativa, ou seja, usado para negar algo sobre alguém ou algo, já na terceira cena, está conjugado na interrogativa, quando o verbo precede o sujeito na frase.
• Leia com os estudantes as informações no boxe Notes Se julgar pertinente, apresente a eles as contrações do pronome com o verbo to be na afirmativa: I’m, you’re, he’s, she’s, it’s, you’re, we’re e there, e destaque as duas possibilidades de contração para a forma negativa: I’m not, you’re not ou you aren’t, he’s not ou he isn’t, she’s not ou she isn’t, it’s not ou it isn’t, you’re not ou you aren’t , we’re not ou we aren’t , they’re not ou they aren’t
• Para complementar, leve algumas imagens de diferentes profissionais, mostre-as aos estudantes, elabore frases com o verbo to be e registre-as na lousa, como: “He is a driver”; “He is not a vet” e “Is he a driver?”. Em seguida, incentive os estudantes a criarem as próprias frases com base nas imagens.
1. Professor, professora: Oriente os estudantes a observarem as imagens e a dizerem o que compreenderam delas. Em seguida, reproduza o áudio, fazendo pausas entre as frases para que eles possam repeti-las em voz alta.
1. Track 18 Observe the pictures and listen to the audio.
I am a student.


He is not a teacher. He is a cook.

Are they English teachers? No, they are not
Are they P.E. teachers? Yes, they are
Notes: Em inglês, o verbo to be é usado para falar sobre como alguém está ou o que algo é.
I am I am notAm I?
You are You are notAre you?
He is He is notIs he?
She is She is notIs she?
It is It is notIs it?
You are You are notAre you? We are We are notAre we? They are They are notAre they?
Ao responder uma pergunta usando o verbo to be, podemos dar respostas afirmativas ou negativas: Yes, I am No, I am not Yes, he/she/it is No, he/she/it is not Yes, you/we/they are No, you/we/they are not
2. Track 19 Listen to the audio and write in your notebook if the sentences are true or false
Respostas: a) false (Marcelo is not a teacher. He is a tailor); b) false (Maria is not a doctor. She is a gardener); c) true; d) true.
a ) Marcelo is a teacher.
b ) Maria is a doctor.
c ) Cecília is a waitress.
d ) Bernardo is a waiter.
3. In your notebook, complete the sentences using the correct form of the verb to be.
Respostas: a) Is she a waitress?; b) They are mechanics; c) He is not a doctor. He is a vet.

a ) ■ she a waitress?

b ) They ■ mechanics.

c ) He ■ a doctor. He ■ a vet.
Escreva as respostas no caderno.
1. Track 20 Listen to the audio and answer the questions in your notebook.
a ) What is Mauricio’s occupation?
b ) Where does he work?
c ) What is Gabriela’s occupation?
d ) Where does she work?
Respostas: a) Mauricio is a doctor; b) He works in a hospital; c) Gabriela is a teacher; d) She works in a school; e) Miriam and José are students.
e ) What are Miriam and José’s occupation?
• Ouvir e compreender diálogos sobre ocupações ou profissões.
• Como atividade de pré-escuta, escreva na lousa os locais: school, hospital e restaurant. Explique aos estudantes que eles vão ouvir um áudio sobre ocupações e profissões que trabalham nesses espaços. Incentive-os a levantar hipóteses sobre quais esperam ouvir no áudio e anote as respostas na lousa para posterior verificação.
• Na atividade 1, reproduza o áudio uma primeira vez e verifique com os estudantes se suas hipóteses se confirmaram ou não. Em seguida, reproduza o áudio novamente quantas vezes forem necessário, fazendo pausas a cada reprodução para que os estudantes tenham tempo de registrar as respostas no caderno. Então, oriente-os a formar duplas para que um leia a pergunta e o outro dê a resposta. Por fim, convide voluntários para registrarem as respostas na lousa.
• Na atividade 2 , oriente os estudantes a fecharem o livro, reproduza o áudio e peça-lhes que anotem no caderno os nomes das pessoas e suas ocupações ou profissões. Em seguida, faça perguntas para praticar o verbo to be, como: “Is Marcelo a teacher?” e “Is Maria a doctor?”. Solicite, então, que abram o livro e respondam à atividade no caderno.
• Na atividade 3, se necessário, escreva na lousa as formas do verbo que podem ser usadas: am, is, are, am not, isn’t e aren’t. Para fazer a correção, registre as frases na lousa e convide alguns voluntários para completá-las.
Para avaliar a aprendizagem dos usos do verbo to be, organize os estudantes em grupos de até quatro integrantes e entregue imagens de pessoas exercendo suas ocupações ou profissões. Cada grupo deve conferir as imagens e registrar no caderno o máximo de frases possíveis, utilizando o verbo to be. Enquanto praticam a atividade, caminhe pela sala de aula e avalie o desempenho de cada grupo, fazendo intervenções, quando necessário, e sanando as dúvidas que surgirem. Ao final, convide cada grupo a apresentar as frases para a turma.
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• Como atividade de pós-escuta, pergunte aos estudantes qual a função de cada ocupação ou profissão mencionada no áudio e incentive-os a complementá-las com as próprias ideias. Dê um primeiro exemplo, dizendo “Maurício is a doctor. He takes care of sick people”. Incentive os estudantes a completarem com outras funções que essa profissão pode exercer, como prescribes medicine e does surgeries
• Descrever uma ocupação ou profissão.
• Na atividade 1, liste na lousa as ocupações e profissões da unidade e peça aos estudantes que adicionem palavras e expressões em inglês relacionadas a local de trabalho, atividades, objetos usados e características da profissão. Por exemplo, para teacher, podem ser escritas palavras e expressões como: “school, teach students, blackboard, chalk”. Durante a interação, os estudantes podem usar essas palavras e expressões para descrever a ocupação ou profissão escolhida, formulando frases como se a exercessem, mas sem revelar o nome, para que os colegas do grupo tentem adivinhar qual é.
• No boxe Reflect, peça a um voluntário que faça a leitura do texto em voz alta. Em seguida, pergunte aos estudantes o que sabem sobre as profissões citadas.
• Na questão a, organize os estudantes em duplas para a pesquisa. Ela pode ser feita na internet, usando dispositivos digitais da escola ou utilizando livros, enciclopédias e revistas impressas. Supervisione a atividade garantindo que os estudantes acessem informações confiáveis. Ao final, peça-lhes que apresentem aos colegas as profissões pesquisadas, o que acharam interessante e sua relevância para a sociedade.
• Na questão b, incentive os estudantes a refletirem sobre habilidades e conhecimentos indispensáveis. Incentive-os também a considerar como os profissionais devem usar as tecnologias, destacando a importância de empregá-las de forma responsável, crítica e alinhada ao objetivo de promover uma sociedade justa, sustentável e inclusiva.
1. Professor, professora: Auxilie os estudantes a elaborarem as perguntas e respostas durante a interação.
Escreva as respostas no caderno.
1. In groups, describe in English an occupation or a profession so that your classmates can guess its name.
a ) Escolha uma ocupação ou profissão e pense nas características dela, por exemplo: o que faz, em que local trabalha, que objetos usa.
b ) Descreva em voz alta a ocupação ou profissão sem dizer o nome dela.
I take care of plants. I use a watering can. I work outdoors.
c ) Deixe os colegas darem palpites e indique quando um deles acertar o nome da ocupação ou profissão.
Are you a salesperson?
I know! You are a gardener. No! Yes!
d ) Ouça os colegas na vez deles e dê os seus palpites.
Reflect. a) Resposta: Os estudantes podem encontrar novas profissões e ocupações, como o técnico em impressão 3D, o influenciador digital, o gestor de mídias sociais, o engenheiro de robôs, entre muitas outras.
Com o desenvolvimento de novas tecnologias, surgiram novas ocupações e profissões. Algumas delas são: operador de drones, que pilota pequenos aviões com controle remoto; especialista em inteligência artificial, que ensina máquinas a “pensar”; e mecânico de carros híbridos, que conserta carros que usam eletricidade e gasolina. Essas ocupações e profissões ajudam a construir um mundo mais moderno!

a ) Faça uma pesquisa para descobrir outras ocupações e profissões que surgiram com o desenvolvimento de novas tecnologias e compartilhe com os colegas.
b ) Como você acha que as pessoas podem se preparar para os trabalhos do futuro?
Reflect. b) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes indiquem que as pessoas precisam aprender mais sobre tecnologia, mas
também precisam saber trabalhar em equipe, ter criatividade e conseguir resolver problemas.
O boxe Reflect possibilita o trabalho com os temas contemporâneos transversais Trabalho e Ciência e tecnologia e com a Competência geral 2, pois leva os estudantes a refletirem sobre a relação direta entre os avanços tecnológicos e o surgimento de novas ocupações e profissões e a pesquisarem quais delas emergiram com essas mudanças.
Para um trabalho interdisciplinar com o componente curricular de Geografia, leve para a
sala de aula imagens que mostrem o trabalho em diferentes épocas, contrastando passado e presente. Peça aos estudantes que identifiquem mudanças nos tipos de trabalho, nos ambientes e nas tecnologias utilizadas, usando as imagens como apoio, seus conhecimentos prévios e relatos de familiares para comentarem as mudanças. Promova uma discussão sobre como essas mudanças impactaram a vida das pessoas e o desenvolvimento da sociedade, desafios enfrentados pelos trabalhadores ao longo do tempo e vantagens e desvantagens das transformações tecnológicas e organizacionais.
16:48:31
READ
Escreva as respostas no caderno.
Respostas: a) true; b) false (the interview is with the head coach of the national paralympic judo team); c) true; d) false (Unesco has considered judo as the most appropriate sport for children).
1. Read the following interview and write in your notebook if the sentences are true or false
Head coach of the national paralympic judo team speaks out on the sport’ s benefits
How is the training of visually impaired athletes? Who are the most notable athletes in the country today?
Our training is always carried out together with athletes without visual impairment. This means that those with a disability can further develop their technical and motor skills. Today, our top performers are: Alana Maldonado, Lúcia Teixeira, Thiego Marques, and Antônio Tenório.
ln your opinion, what are the things that children can learn from judo?
Unesco has considered judo as the most appropriate sport to work with children. lt stimulates socialization, respect, and discipline, in addition to improving spatial location, motor coordination, flexibility, agility, and laterality
[...]
Head coach: treinador-chefe.
Speaks out: fala abertamente.
Visually impaired: deficientes visuais.
Carried out: realizado.
Spatial location: localização espacial.
Laterality: lateralidade (predominância do uso de um lado do corpo).
a ) The interview has questions and answers.
b ) The interview is with an Olympic athlete.
Attention: Você pode identificar palavras do inglês similares ao português para te ajudar a compreender o texto, como national, athletes, sport e respect
c ) Judo athletes train together to improve their skills.
d ) Judo is not an appropriate sport for children.
Peça a eles que retomem o texto indicando trechos que comprovem suas respostas.
• Como atividade de pós-leitura, promova uma conversa com os estudantes sobre a importância da inclusão de pessoas com deficiência, incentivando-os a refletir sobre como o esporte pode ser um espaço de respeito, igualdade e valorização das diferenças. Peça-lhes que compartilhem exemplos que conhecem, mencionem atitudes que favorecem a inclusão no dia a dia e pensem em ações que possam contribuir para tornar os ambientes escolares e sociais mais acessíveis e acolhedores para todos.
29/09/2025 16:48:31
• Ler e compreender uma entrevista.
• Como atividade de pré-leitura, escreva na lousa Judo for all e peça aos estudantes que identifiquem o esporte mencionado, compartilhando com a turma o que já sabem sobre ele. Solicite também que façam previsões sobre o conteúdo do texto com base no título e registre as respostas na lousa para que possam ser retomadas e comparadas após a leitura.
• Na atividade 1, oriente os estudantes a realizarem uma primeira leitura individual e silenciosa do texto, consultando a lista de palavras disponibilizada abaixo do texto para esclarecer dúvidas de vocabulário e utilizando a dica apresentada no boxe Attention como apoio para a compreensão. Em seguida, promova uma leitura coletiva em voz alta, convidando diferentes estudantes a lerem trechos do texto. Após essa etapa, retome com a turma as hipóteses registradas anteriormente na lousa e verifique, em conjunto, quais se confirmaram e quais não se concretizaram. Por fim, peça aos estudantes que registrem as frases verdadeiras sobre o texto e reescrevam as falsas de forma correta. Faça a correção coletiva da atividade, convidando estudantes para lerem as frases e indicarem se são verdadeiras ou falsas.
• Elaborar perguntas para uma entrevista.
• Leia o parágrafo inicial da seção para que os estudantes compreendam a proposta da produção escrita. Verifique se eles já entrevistaram alguém ou foram entrevistados e, em caso afirmativo, deixe que compartilhem como foi a experiência.
• Na atividade 1, caso a escola disponha de dispositivos digitais, organize os estudantes em duplas para que pesquisem na internet informações sobre a profissão de professor que possam auxiliá-los na elaboração das perguntas para a entrevista. Monitore a atividade, certificando-se de que fazem uso responsável dos recursos e consultam fontes confiáveis. Sugira que pesquisem temas, como: formação acadêmica, habilidades e conhecimentos necessários para a profissão, desafios enfrentados, experiências marcantes e conselhos para quem deseja seguir essa carreira. Caso não seja possível utilizar dispositivos digitais, organize-os em duplas para que troquem ideias com base nos próprios conhecimentos e percepções.
• Na atividade 2, auxilie os estudantes na elaboração das perguntas, oferecendo apoio quanto à estrutura. Caso perceba dificuldades, registre na lousa o início de algumas sentenças para que eles completem com as próprias ideias, por exemplo: “What do you like about...?”; “How do you...?” e “ What is your opinion about…?”.
• Na atividade 3, organize os estudantes em duplas e peça-lhes que leiam para o colega as perguntas que elaboraram. Oriente-os a sugerir melhorias de forma respeitosa e objetiva, concentrando-se na clareza da formulação e verificando se
Escreva as respostas no caderno.
1. Professor, professora: Caso a escola não possua dispositivo digital para a pesquisa, os estudantes podem considerar o que já sabem sobre a profissão ou o que observam em sala de aula durante a rotina escolar.
Você vai elaborar perguntas em inglês para entrevistar o professor e conhecer um pouco mais sobre essa profissão. No final, você e os colegas vão ter um momento de entrevistadores, fazendo essas perguntas em uma entrevista real.
2. Professor, professora: Combine com os estudantes um número mínimo e
1. Prepare for the activity.
máximo de perguntas, garantindo que possam ser utilizadas dentro do tempo previsto para a entrevista.
a ) Combine com o professor e os colegas o dia em que a entrevista vai acontecer e o tempo que vai durar.
b ) Pense em informações que você deseja saber sobre a profissão de professor de Inglês.
Attention: Usando um dispositivo digital da escola, você pode pesquisar na internet características da profissão de professor. Assim, você poderá identificar o que pode ser interessante abordar nas perguntas ou até dúvidas que tem sobre a profissão.
2. Produce your questions for the interview.
a ) Escreva as perguntas no caderno, listando-as uma abaixo da outra.
b ) Verifique se elas estão diretas, claras e interessantes para a entrevista.
3. Review your questions for the interview with a classmate.
a ) Confiram se as perguntas tratam sobre características da profissão.
b ) Verifiquem se todas as palavras em inglês estão escritas corretamente.
3. Professor, professora: Caminhe pela sala de aula para
verificar a produção dos estudantes e sugerir correções e melhorias.
4. Use your questions to interview the English teacher.
a ) Sentem-se em um semicírculo de frente para o professor.
b ) Alternem-se para fazer as perguntas.
c ) Ouçam as respostas do professor com atenção.
4. Professor, professora: Durante

a entrevista, possibilite que todos possam participar da interação.
as questões favorecem que o entrevistado compartilhe informações relevantes e curiosas sobre a profissão que exerce, evitando julgamentos pessoais e valorizando a colaboração para o aprimoramento do trabalho.
• Na atividade 4, organize a turma para que todos os estudantes possam se sentar de frente a você. Durante a atividade, convide um estudante por vez para fazer a pergunta e procure respondê-la em inglês usando frases diretas e simples para que eles possam compreender. Reforce a importância de esperar a vez para formular a pergunta, respeitar o momento de fala dos colegas e ouvir atentamente.
Esta seção possibilita o desenvolvimento das Competências gerais 5 e 6, pois os estudantes podem fazer uso de tecnologias para pesquisar informações que os auxiliem na elaboração de perguntas para uma entrevista, além de ampliar seus conhecimentos sobre o mundo do trabalho, ao vivenciarem a experiência de conduzir uma entrevista com o objetivo de conhecer mais sobre a profissão de professor.
Game Who am I?
Que tal colocar a mão na massa e, com os colegas, criar um jogo sobre profissões chamado Who am I?. Depois de pronto, joguem juntos e se divirtam.
Confira a seguir o que será necessário para criar o jogo.






Escolham as ocupações e profissões que desejam colocar no jogo.
Façam as cartas do jogo: recortem a cartolina em quadrados de tamanhos iguais, façam um desenho que represente a ocupação ou profissão e escrevam o nome em inglês.
Façam a tiara que vai segurar a carta: recortem uma tira grossa da cartolina em um tamanho que possa envolver a cabeça, colem as pontas e façam um corte no centro de tamanho suficiente para que a carta se encaixe nele.
Brinquem em grupos: cada estudante coloca sua tiara na cabeça, os colegas encaixam uma carta nela, e o estudante faz perguntas para que, com base nas respostas, descubra qual é a ocupação ou profissão presa em sua tiara.
Attention: Não deixem o colega ver o conteúdo da carta ao prendê-la na tiara dele.

tras fontes confiáveis. Na etapa 3, caso a escola disponibilize grampeador, utilize-o para unir as pontas das tiaras dos estudantes com grampos, garantindo que fiquem bem fixas. Outra possibilidade é usar fita adesiva além da cola. Na etapa 4, auxilie os estudantes a elaborarem perguntas em inglês que podem ser usadas durante o jogo e registre-as na lousa como um guia. Algumas sugestões de perguntas são: “Do you work in a school / hospital / restaurant?”; “Do you work with animals?”; “Do you have to wear uniform?”;
• Produzir um jogo sobre ocupações e profissões.
• Leia com os estudantes o primeiro parágrafo para que compreendam o que vão produzir. Explique a eles que, para o jogo, precisarão construir tiaras e cartas que serão encaixadas nelas; em seguida, esclareça que, durante a brincadeira, cada participante deverá adivinhar a profissão que está na própria tiara, utilizando pistas fornecidas pelos colegas.
• Leia também a lista de materiais necessários para a atividade. Providencie cartolinas e, para os demais itens, oriente os estudantes a usarem o próprio material escolar. Permita-lhes que utilizem outros materiais além dos propostos, como imagens impressas que representem ocupações e profissões ou recortadas de jornal e revista.
• Leia com os estudantes o passo a passo, oriente-os a formar grupos para a atividade e auxilie-os em cada etapa. Na etapa 1, estipule com a turma a quantidade de ocupações e profissões que deverão ser escolhidas para compor as cartas do jogo. Na etapa 2, caso algum grupo tenha escolhido ocupações e profissões não abordadas na unidade, auxilie-os a pesquisar os nomes correspondentes em inglês, consultando dicionários, glossários ou ou-
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“Do you need to have a certificate?”. Caso haja um estudante com deficiência visual, durante o jogo, solicite a um integrante do grupo que cochiche em sua orelha qual é a profissão representada na tiara do colega da rodada, sem que ele ouça, garantindo a participação de todos de forma inclusiva.
• Após finalizarem o jogo e brincarem, as tiaras e cartas poderão ser guardadas em sala de aula para que a turma possa jogá-lo novamente em outras oportunidades.
• Autoavaliar o desempenho na unidade.
Os itens da seção What I know apresentam os resultados que se espera que os estudantes tenham atingido ao final da unidade. Leia cada um deles e disponibilize um tempo para que eles reflitam e selecionem a opção que melhor representa seu desempenho nos conteúdos. Ao final, revise os itens, pedindo aos estudantes que compartilhem oralmente o que se lembram de ter estudado em cada um deles. Eles podem mencionar palavras e frases, dizer características do gênero entrevista ou descrever atividades que fizeram, como produzir um jogo sobre ocupações e profissões. Caso algum estudante tenha dificuldades, sugira alternativas como folhear a unidade para relembrar os conteúdos ou trocar ideias com um colega. Se for necessário sanar defasagens, selecione atividades da unidade para que eles as refaçam, com base nas dificuldades identificadas. Essas atividades podem ser feitas em duplas, permitindo aos estudantes que se ajudem mutuamente. Além disso, é possível levar para a sala de aula atividades complementares ou antecipar as atividades da seção Remember , relacionadas à unidade, para reforçar o aprendizado.
• Para finalizar o trabalho com a unidade, aborde as indicações de leitura no boxe Explore . Para isso, convide um voluntário para ler o resumo da primeira obra e pergunte aos estudantes se eles se interessariam em ser cientistas, justificando suas respostas. Além disso, verifique o que eles sabem da profissão cientista marinho e, se ne-
Agora eu consigo, em inglês:
Escreva as respostas no caderno.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a refletirem sobre o desempenho em cada conteúdo listado e a anotarem as respostas no caderno.
Nomear algumas ocupações e profissões.
1. no so-so yes
2. no so-so yes
Usar o verbo to be para falar qual é a ocupação ou profissão de alguém.
3. no so-so yes
Ouvir e compreender diálogos sobre ocupações ou profissões.
Descrever uma ocupação ou profissão.
4. no so-so yes
Ler e compreender uma entrevista. 5. no so-so yes
Elaborar perguntas para uma entrevista.
6. no so-so yes
Produzir um jogo sobre ocupações e profissões.
7. no so-so yes
Confira outras formas de continuar aprendendo o que você estudou nesta unidade.
Já imaginou como é o trabalho de um cientista, as atividades que ele faz, os locais onde ele atua? Nesse livro, você vai conhecer um pouco sobre a história de uma cientista que pesquisa a vida marinha e as aventuras dela ao viajar para conhecer mais sobre os animais.
DRISCOLL, Laura. I want to be a scientist Nova York: HarperCollins, 2024.


Já pensou em criar profissões para o futuro? Com essa leitura você vai se surpreender e conhecer as mais criativas profissões inventadas para diferentes áreas, como a ciência, a tecnologia, entre muitas outras opções.
ROSSI, Sofia; CANEPA, Carlos. Jobs of the future: imaginative careers for forward-thinking kids. Kansas: Andrews McMeel Publishing, 2022.
cessário, explique que esse profissional estuda os oceanos e a vida marinha, observando ecossistemas, coletando dados, pesquisando espécies e propondo soluções para a conservação do ambiente marinho. Em seguida, convide outro voluntário para ler o resumo da segunda obra e incentive-os a criar uma profissão do futuro, dando-lhe um nome e descrevendo brevemente as atividades e responsabilidades dessa profissão. Caso a escola tenha exemplares dos livros disponíveis na biblioteca, empreste-os e leve-os para a sala de aula para leitura coletiva. Caso não seja possível disponibilizar os livros propostos, incentive os estudantes a buscarem outros materiais
com o mesmo tema, garantindo que possam aprofundar seus conhecimentos e continuar praticando a língua inglesa.
1. In your notebook, match the pictures with the names of daily activities.
Respostas: A – 4; B – 6; C – 5; D – 1; E – 3; F – 2.






• Revisar os conteúdos das unidades 3 e 4
• As atividades dessa seção podem ser realizadas pelos estudantes tanto em sala de aula quanto em casa, como tarefa escolar. Em ambos os casos, leia com os estudantes os enunciados e os itens, verificando se eles compreenderam as instruções. Caso surjam dúvidas, faça o primeiro item coletivamente para garantir que todos entendam o que devem fazer.
2. In your notebook, answer the following questions.
a ) When do you go to school?
b ) When do you exercise?
c ) When do you spend time with your friends?
d ) When do you have dinner with your family?
3. In your notebook, complete the sentences using always, usually, sometimes or never according to your routine.
a ) I ■ spend time with my friends.
b ) I ■ wake up early in the morning.
c ) I ■ do my homework in the afternoon.
d ) I ■ play games on weekdays.
e ) I ■ watch television at night.
f ) I ■ brush my teeth after lunch. go to school 1. go to bed 2. do homework 3. take a shower 4. brush my teeth 5. have breakfast 6.
• Na atividade 2, antes que respondam às perguntas no caderno, relembre os estudantes de que os dias da semana em inglês devem ser escritos com a primeira letra em maiúscula. Em seguida, peça-lhes que registrem suas respostas individualmente e, depois, organize-os em duplas para que possam praticar oralmente, de modo que um faça a pergunta e o outro dê a resposta, alternando os papéis.
• Na atividade 3, revise com os estudantes o uso dos advérbios de frequência, pedindo que os organizem na lousa, em ordem do que indica maior
Respostas pessoais. Oriente os estudantes a responderem às perguntas indicando os dias da semana em que realizam as atividades.
Respostas pessoais. Espera-se que os estudantes completem as frases com os advérbios de frequência, de acordo com a própria rotina.
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frequência para o que indica menor. Em seguida, dê um tempo para que eles registrem as frases da atividade no caderno com suas respectivas respostas de acordo com as experiências pessoais de cada um. Ao final, junte-os em grupos para que compartilhem suas respostas com os colegas. Oriente-os a ouvir os colegas com atenção e identificar semelhanças ou diferenças de rotina. Finalize convidando alguns grupos a socializarem com toda a turma curiosidades ou frases em comum observadas durante a troca.
• Na atividade 1, peça aos estudantes que observem as imagens por um minuto e fechem o livro. Caso haja algum estudante com deficiência visual, peça a um colega vidente que faça uma descrição detalhada, mencionando quantas crianças há em cada imagem, onde estão e o que estão fazendo. Em seguida, peça-lhes que registrem em inglês no caderno quais atividades de rotina estavam retratadas nas imagens, de acordo com o que conseguirem se lembrar. Oriente-os a abrir o livro e conferir se registraram as mesmas palavras ou expressões que aparecem nos itens de 1 a 6. Por fim, oriente-os a fazer a associação entre essas palavras ou expressões e as imagens. Ao fazer a correção, convide voluntários para compartilharem as respostas oralmente.
• Na atividade 4, organize os estudantes em duplas para que troquem ideias e cheguem às respostas em conjunto. Ao identificarem as ocupações ou profissões representadas nas imagens, peça que argumentem sobre suas escolhas destacando as pistas que os levaram às respostas, como as roupas das pessoas, o local onde estão ou os objetos de trabalho presentes. Em seguida, oriente-os a registrar as respostas no caderno e, caso encontrem dificuldades quanto à grafia, incentive-os a pronunciar a palavra em voz alta para auxiliar na escrita ou a consultar a unidade 4 para apoio. Por fim, realize a correção coletiva convidando voluntários a escreverem suas respostas na lousa.
• Na atividade 5, faça uma breve revisão do verbo to be com os estudantes, escrevendo na lousa as formas am, is, are, am not, isn’t, aren’t e destacando, com exemplos simples, em quais contextos cada uma deve ser utilizada, de modo a reforçar a compreensão antes que avancem para a realização da atividade. Em seguida, oriente-os a completar no caderno as frases da atividade, escolhendo a forma correta do verbo de acordo com a situação. Para a correção coletiva, peça a alguns voluntários que leiam suas frases em voz alta enquanto você as registra na lousa.
Respostas: A) veterinarian; B) driver; C) tailor; D) cook; E) mechanic; F) gardener; G) waitress; H) doctor; I) teacher.
4. In your notebook, write the name of the occupations or professions represented in the pictures.









5. In your notebook, complete the sentences with the correct form of verb to be
a ) I love going to school. I ■ a student.
b ) Mary works at the hospital. She ■ a doctor.
c ) Bob and Amy work at a school. They ■ teachers.
d ) He works at a restaurant. He ■ a tailor.
e ) Lucia and I are vets. We ■ doctors.
f ) I know you work with cars. ■ you a mechanic?
Respostas: a) I love going to school. I am a student; b) Mary works at the hospital. She is a doctor; c) Bob and Amy work at a school. They are teachers; d) He works at a restaurant. He isn't a tailor; e) Lucia and I are vets. We aren't doctors; f) I know you work with cars. Are you a mechanic?; g) I know she works at a salon. Is she a hairdresser?
g ) I know she works at a salon. ■ she a hairdresser?
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GOODBYE Escreva as respostas no caderno.
Agora, você vai analisar o seu desempenho nos conteúdos estudados, bem como o seu comportamento e as suas atitudes durante as aulas. Para isso, atribua um valor de 1 a 3 para cada item, conforme os critérios a seguir.
Respostas pessoais. Espera-se que os estudantes registrem no caderno um valor que represente o desempenho em cada item.
• Revisar os conteúdos do volume.
• Avaliar o desempenho nos conteúdos do volume.
• Analisar os comportamentos e as atitudes nos estudos.
• Atribua o valor 3 se você consegue realizar a atividade plenamente, com segurança e autonomia.
• Atribua o valor 2 se você consegue realizar a atividade, mas reconhece que ainda precisa melhorar.
• Atribua o valor 1 se você tem dificuldade de realizar a atividade e reconhece que ainda precisa melhorar.
Posso nomear espaços da escola e pessoas que fazem parte dela.

Posso nomear esportes e equipamentos esportivos.
Posso nomear os dias da semana e as atividades de rotina.


tes a orientação da atividade e os itens listados. Explique que eles deverão registrar no caderno um valor que represente o desempenho em cada item, refletindo sobre o próprio aprendizado. Reforce que a atividade deve ser feita individualmente, sem consulta ao livro ou revisão de conteúdos. Além de refletirem sobre o quanto aprenderam, oriente-os a analisar as atitudes e os comportamentos durante o processo de estudo – por exemplo, se demonstraram interesse e curiosidade nos novos conteúdos, se mantiveram a atenção nas atividades e se revisaram os conteúdos por conta própria.
Posso usar as formas de have to para falar sobre regras da escola.
Posso usar as formas de can para falar sobre habilidades nos esportes. 4.


Posso usar always, usually, sometimes e never para indicar a frequência de atividades.

• Antes de iniciar a atividade, faça uma breve sondagem para compreender como os estudantes percebem a aprendizagem da língua inglesa ao longo do ano. Pergunte a eles sobre os conteúdos com os quais tiveram mais facilidades e quais foram os mais desafiadores. Para tornar a interação mais dinâmica, prepare previamente algumas perguntas escritas em tiras de papel, dobradas e colocadas em um saco plástico ou de papel. Convide alguns estudantes a sortearem uma pergunta e a lerem em voz alta para a turma. Exemplos de perguntas podem incluir: “O que você achou mais difícil de aprender em inglês neste ano?”; “De qual tema estudado você mais gostou?”; e “Que estratégias você usou para aprender inglês?”. Incentive a participação de vários estudantes, garantindo que diferentes opiniões sejam ouvidas. Acolha todas as respostas com respeito, valorizando as diversas experiências, ritmos e estilos de aprendizagem presentes na turma.
• Após essa interação inicial, leia com os estudan-
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• Ao final, oriente cada estudante a verificar qual foi o valor mais registrado por ele e, a partir disso, ler e refletir sobre o resultado de seu desempenho. Para tornar a reflexão mais visual e palpável, desenhe na lousa um grande caminho que, conforme chega ao final, conduz a novas bifurcações e explique aos estudantes que a aprendizagem é como esse caminho: cada passofaz com que avancem em seus conhecimentos e se aproximem mais de seus objetivos ao mesmo tempo em que cada objetivo leva a novos aprendizados, fazendo com que todos sempre tenham algo a aprender. Convide alguns voluntários para irem até a lousa e desenharem uma bandeirinha na parte do caminho em que acreditam estar: no início, no meio, no final (prontos para encararem novos desafios) ou nas bifurcações tendo contato com novos conhecimentos. Essa metáfora ajudará os estudantes a visualizarem seu progresso, compreendendo que a aprendizagem é um percurso contínuo, com avanços graduais. Caso algum deles perceba que está em um estágio mais inicial, acolha sua percepção com sensibilidade para que ele não se sinta desanimado. Destaque que cada pessoa aprende em seu próprio ritmo e que identificar dificuldades é o primeiro passo para superá-las. Valorize o esforço, a participação e a atitude positiva diante dos desafios, ressaltando que esses aspectos são tão importantes quanto o domínio dos conteúdos. Incentive cada estudante a traçar pequenas metas pessoais para continuar avançando na sua jornada de aprendizagem.
• Por fim, converse com a turma sobre alternativas para continuar aprendendo e praticando o inglês, a fim de manter o bom desem-
9.
7. Compreendo áudios em inglês.
Posso nomear ocupações e profissões.


11.
Compreendo textos em inglês.
13.
Participei com empenho das atividades.


15.
Identifiquei minhas dificuldades e pedi auxílio quando necessário.

8. Consigo interagir e me comunicar em inglês.
Posso usar as formas do verbo to be para falar sobre ocupações e profissões.

10. Consigo produzir textos em inglês.
12. Trabalhei bem em equipe.



16.
14. Pratiquei o respeito aos meus colegas e ao professor.

Agora, conte quantas vezes você marcou o valor 1, o valor 2 e o valor 3. Então, confira o resultado do seu desempenho.
• Mais valores 3: Parabéns! Você teve um desempenho incrível. Continue se dedicando aos estudos e mantenha o comportamento e as atitudes.
• Mais valores 2: Bom! Mas há o que melhorar. Capriche nos estudos, no comportamento e nas atitudes para obter melhores resultados.
• Mais valores 1: Não desanime! Acredite em seu potencial e, com mais estudo e atenção ao comportamento e às atitudes, você se sairá bem na próxima.
penho ou melhorá-lo. Leve os estudantes a reconhecerem que o aprendizado não se limita à sala de aula e que há várias maneiras de praticarem a língua no cotidiano, como ouvir e cantar músicas em inglês, assistir a filmes sem dublagem, praticar a língua por meio de jogos e brincadeiras, ler livros e ouvir audiobooks em inglês. Além disso, eles podem formar grupos de estudos ou de conversação com os colegas. Incentive-os a explorar essas diferentes possibilidades para que possam continuar evoluindo no idioma de forma prazerosa e contínua.
• Aproveite o momento para também avaliar a sua prática pedagógica. Reflita sobre estratégias e abordagens que se mostraram eficazes e as dificuldades enfrentadas, buscando compreender suas causas e seus impactos. Faça anotações sobre ambos os casos. Com base nessas anotações, estabeleça objetivos para aprimorar a sua prática em sala de aula e planeje ações que possam ajudar a alcançar esses objetivos.
Unit 1 • A tour at school
Track 02
Narrador: Unit one: A tour at school. Vocabulary and grammar. Places and people in the school. Page sixteen.
Menino: Hi! Welcome to my school! We are in my favorite place: the school gym. I like to play soccer here. Let’s visit the library now. This is the library. It has many books, and it is a quiet place to read and study. The next place is the cafeteria. This is the cafeteria. I can’t wait for the break to have a delicious meal here. That was a little tour of my school! And how is your school?
Elaborado especialmente para esta obra.
Unit 1 • A tour at school
Track 04
Narrador: Unit one: A tour at school. Vocabulary and grammar. Modal verb - have to. Page seventeen.
Menina: We have to make a list of our school rules.
Menino: I already wrote some in my notebook.
Menina: Me too.
Menino: First, students have to be on time for class.
Menina: And students have to wear uniforms.
Menino: They also have to listen to the teacher carefully.
Menina: And teachers have to check the homework.
Menino: Do you have another rule?
Menina: Yes! Students have to be respectful to teachers and classmates.
Menino: Good one! Let’s ask our classmates for more ideas.
Menina: Let’s do it!
Elaborado especialmente para esta obra.
Unit 1 • A tour at school
Track 05
Narrador: Unit one: A tour at school. Listen. Talking about school rules. Page seventeen.
Menina: Hello! I am Maria. You are the new student, right?
Menino: Hi! I am John. This is my first day at this school.
Menina: Let me tell you a bit about our school. We have some rules.
Menino: What kind of rules?
Menina: We have to wear uniform and be on time for class.
Menino: OK! What else?
Menina: In class, we have to raise our hand if we want to speak. 59
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Menino: Got it! Any other rules?
Menina: Yes! We have to be quiet in the library. But on the playground, we don’t have to be quiet — we can talk and play!
Menino: That is great! Thanks for explaining everything.
Menina: You are welcome! I hope you enjoy our school!
Elaborado especialmente para esta obra.
Unit 2 • Let’s play?
Track 07
Narrador: Unit two: Let's play? Vocabulary and grammar. Sports. Page twenty-five.
[...]
Menina: I love running! When I run really fast, I feel like I’m flying. Sometimes I pretend that I’m a bird or a plane, high up in the sky. I barely feel my feet hit the ground. I love the feeling of running with the wind in my hair. The cool breeze helps me run better. I am on the track team at school. Every weekend I run races. Sometimes the races are at my school and sometimes they are at other schools. My family and friends like to watch me race.
[...]
I LOVE Running | kids story book | learning stories for kids #audiostorybook. 7 s - 42 s. StorytellingHQ Disponível em: https://www.youtube.com/ watch?v=gfnP6DcZHLQ&t=6s. Acesso em: 18 jul. 2025.
Unit 2 • Let’s play?
Track 10
Narrador: Unit two: Let's play? Listen. Talking about abilities. Page twenty-seven.
Menino: Laís, what are you doing?
Menina: Hey, Maurício. I am reading a magazine about sports.
Menino: Do you like sports?
Menina: Yes, I love sports! I can play soccer and basketball very well.
Menino: Wow! I can’t play basketball very well.
Menina: That is OK! We all have different skills. What can you do?
Menino: Hmm… I can run fast and ride a skateboard.
Menina: Can you ride a bicycle?
Menino: Yes, I can! I go cycling with my dad.
Menina: Can you play volleyball?
Menino: Yes, I can. I love volleyball!
Menina: We can play sometime.
Menino: Sure.
Elaborado especialmente para esta obra.
Unit 3 • My routine
Track 14
Narrador: Unit three: My routine. Vocabulary and grammar. Adverbs of frequency. Page thirty-nine.
Menina: How often do you play games, Cláudio?
Menino: I always play games. I like to play board games with my friends.
Menino: How often do you spend time with your friends, Natasha?
Menina: I usually spend time with my friends. I love them.
Mulher: How often do you do you have lunch with your family, Fabrício?
Homem: I sometimes have lunch with my family. We only see each other on the weekend.
Homem: How often do you wake up early, Patrícia?
Mulher: I never wake up early. I am not a morning person.
Elaborado especialmente para esta obra.
Unit 3 • My routine
Track 15
Narrador: Unit three: My routine. Listen. Describing the daily routine. Page thirty-nine.
Mulher: Teodoro, my dear. Tell me about your daily routine. I am curious about it.
Menino: Sure, aunt Aurora. Well, I always wake up early and go to school in the morning.
Mulher: That is great! What do you do after school?
Menino: In the afternoon, I usually do homework, exercise and play games with my friends.
Mulher: Good boy! And what about your evenings?
Menino: I always have dinner with my family, and sometimes we watch television together.
Mulher: How nice! You have busy weekdays, don’t you? And what do you do at weekends?
Menino: On Saturdays, I always play games with my brother. On Sundays, I like to spend time with grandpa Jorge.
Mulher: I love that! You have such a balanced routine — study, fun, and family time.
Elaborado especialmente para esta obra.
Unit 4 • Occupations
Track 17
Narrador: Unit four: Occupations. Vocabulary and grammar. Occupations. Page forty-seven. [...]
Mulher: Kiddos, you can dream of becoming a doctor.
Crianças: Ooohhh.
Mulher: Doctors are like real life superheroes who help us stay healthy. When we’re not feeling well, they use their special knowledge and kindness to make us feel better.
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Crianças: Awesome!
Mulher: Here’s another job, kiddos. A teacher!
Crianças: Ooohhh.
Mulher: Teachers are amazing friends who help you learn and discover new things every day. They make school a fun and exciting place where you grow, play and become smart little adventurers.
JOBS and Occupations for Kids - Teaching Different Kinds of Jobs to Children by Miss V. 26 s - 1 min 13 s. Kiddos World TV. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=4ih1Kjix6rk. Acesso em: 17 jul. 2025.
Track 19
Narrador: Unit four: Occupations. Vocabulary and grammar. Verb to be. Page forty-eight.
Homem: Hello, Cecília! How are you?
Mulher: Hi, Marcelo! I am very well, thanks. And you?
Homem: I am fine, thanks. Long time no see!
Mulher: Yes, right? Are you still a tailor?
Homem: Yes, I am. I love my occupation! Do you remember my sister Maria? She is a gardener now.
Mulher: A gardener? That’s great. I love flowers.
Homem: What about you? What is your occupation?
Mulher: I am a waitress, and my brother Bernardo is a waiter. We work at the same restaurant.
Homem: What a coincidence!
Elaborado especialmente para esta obra.
Track 20
Narrador: Unit four: Occupations. Listen. Talking about occupations. Page forty-nine.
Menino: Mauricio, what do you do at your job?
Homem: I take care of sick people.
Menino: Where do you work?
Homem: I work at a big hospital.
Menino: So, you are a doctor.
Menina: Gabriela, what do you do at your job?
Mulher: I teach kids.
Menina: Where do you work?
Mulher: I work at a school.
Menina: So, you are a teacher.
Homem: Miriam and Antônio, what is your occupation?
Menina e menino: We are students.
Menino: Gabriela is our mother and teacher.
Homem: What a surprise!
Elaborado especialmente para esta obra.
16:41:00
AMORIM, Willian Campos et al Educação inclusiva: reflexões e práticas em diferentes contextos. Curitiba: Editora CRV, 2024.
Essa obra aborda reflexões sobre a educação inclusiva no contexto escolar e apresenta os desafios e as estratégias para promover ambientes educativos que acolham a diversidade.
BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso. In: Bakhtin, Mikhail. Estética da criação verbal. 6. ed. Tradução: Paulo Bezerra. São Paulo: WWF Martins Fontes, 2011.
Nesse ensaio, o autor distingue os gêneros do discurso de outras unidades linguísticas (como palavras ou frases), mostrando que cada gênero incorpora conteúdo temático, estilo e construção composicional específicos, moldados pelas condições históricas, sociais e situacionais.
BONFANTE, Roseli. Habilidades socioemocionais na escola: guia prático da educação infantil ao ensino fundamental. Curitiba: Juruá Editora, 2019.
Essa obra oferece reflexões teóricas, exemplos concretos de prática e sugestões de intervenção para trabalhar as competências socioemocionais, como autoconhecimento, empatia, autorregulação emocional, cooperação e resiliência.
BRITES, Luciana. Brincar é fundamental: como entender o neurodesenvolvimento e resgatar a importância do brincar durante a primeira infância. São Paulo: Editora Gente, 2020.
Essa obra explora como o brincar influencia o desenvolvimento neurológico das crianças, mostrando de que forma as experiências lúdicas são essenciais para a construção de habilidades cognitivas, motoras, afetivas e sociais.
COLLINS dictionary. Disponível em: https://www.collinsdictionary.com/ pt/. Acesso em: 16 set. 2025.
Dicionário online que oferece definições de palavras em inglês.
CAPRA, Fritjof et al Alfabetização ecológica para um mundo sustentável São Paulo: Cultrix, 2010.
Essa obra defende que aprender sobre ecologia é essencial para enfrentar os desafios atuais do planeta e mostra como escolas e educadores podem contribuir para a construção de uma sociedade mais sustentável.
COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de gêneros textuais 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2018.
Essa obra apresenta definições de diferentes gêneros textuais.
63
29/09/2025 16:39:24
CRYSTAL, David. English as a global language. 2. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2009.
Nessa obra, o autor investiga como e por que o inglês se tornou uma língua global, examinando sua trajetória histórica, seu papel cultural e sua influência no mundo contemporâneo.
FARIA, Maria Alice. Como usar a literatura na sala de aula . São Paulo: Editora Contexto, 2004.
Essa obra oferece orientações práticas para que professores utilizem a literatura como ferramenta de ensino, destacando estratégias para trabalhar textos literários de forma envolvente, valorizando a leitura como espaço de criatividade, prazer e reflexão em sala de aula.
GUEDES, Annalena de Souza (org.). Ensino de língua inglesa no contexto brasileiro: práticas de sucesso. São Paulo: Pimenta Cultural, 2021.
Essa obra reúne experiências de sucesso no ensino de língua inglesa em diferentes realidades brasileiras, refletindo sobre métodos, desafios e inovações.
KRAMSCH, Claire. Language and culture. Nova York: Oxford University Press, 2010.
Essa obra analisa como os significados são influenciados por fatores sociais, históricos e simbólicos, destacando a importância de ensinar línguas de forma culturalmente contextualizada.
OTHON, Renata. Infância conectada: contextos, práticas e sentidos de crianças nas redes sociais online. São Paulo: Pimenta Cultural, 2021.
Essa obra examina como as crianças compreendem e experienciam o mundo digital, refletindo sobre os desafios e cuidados necessários nesse contato.
OXFORD. Oxford dicionário escolar para estudantes brasileiros de inglês : português-inglês, inglês-português. 2. ed. Nova York. Oxford University Press, 2010.
Dicionário destinado para estudantes brasileiros que oferece definições de palavras em inglês.
VYGOTSKY, Lev. Pensamento e linguagem São Paulo: Martins Fontes, 1993.
Essa obra explora a relação entre linguagem e pensamento, propondo que a linguagem não é apenas um meio de expressão, mas também uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento cognitivo. O autor argumenta que o pensamento se origina na interação social e se internaliza por meio da linguagem, destacando a importância do contexto cultural e histórico nesse processo.
29/09/2025 16:39:24
Este Manual do Professor é um complemento à primeira parte do Livro do Professor, oferecendo um suporte para o desenvolvimento docente e para o dia a dia em sala de aula. Neste manual, você encontrará uma série de informações importantes, como a estrutura da BNCC, sugestões para desenvolver um trabalho interdisciplinar, informações sobre conceitos, objetivos e instrumentos de avaliação, reflexões sobre o papel do professor e a prática docente e a fundamentação teórico-metodológica da coleção. Além disso, encontrará um quadro de dis-
tribuição dos conteúdos com as habilidades, competências gerais e específicas de cada componente curricular e os temas contemporâneos transversais da BNCC que estão sendo desenvolvidas em cada unidade, além de sugestões de cronogramas bimestrais, trimestrais e semestrais. Ao final desta parte, são também apresentadas sugestões de referências complementares para a prática docente e as referências bibliográficas comentadas utilizadas como consulta para a produção das orientações ao professor e deste Manual do Professor.
Desde a publicação da Constituição Federal de 1988, o artigo 210 já previa a necessidade de uma base comum para a educação brasileira. Em 1996, com a aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), as discussões sobre um documento que orientasse os currículos da Educação Básica em todo o Brasil ganharam ainda mais força. Em 2018, após um amplo processo de debates e contribuições de educadores e da sociedade, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) foi homologada.
A BNCC propõe uma progressão de aprendizagens que visa à formação humana integral dos estudantes e à construção de uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva. O documento estabelece um aprendizado mínimo e comum, orientado por competências e habilidades que devem ser desenvolvidas em cada etapa de ensino.
Na BNCC, as áreas de conhecimento são compostas de componentes curriculares. Por meio de
unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades, esses componentes têm o objetivo de desenvolver as competências gerais e específicas.
A BNCC orienta que, ao longo da Educação Básica, os estudantes desenvolvam dez competências gerais, que envolvem a mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores. Essas competências são o alicerce, definindo o que se espera que o estudante desenvolva em todo esse processo. Nesta coleção, elas são trabalhadas por meio de temas, discussões e atividades que incentivam a reflexão crítica, com sugestões nas orientações ao professor.
A seguir, apresentamos as competências gerais da BNCC.
Competências gerais da Educação Básica
1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
2. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.
3. Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.
4. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital – bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.
5. Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.
6. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
7. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.
8. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.
9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.
10. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 9-10. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 14 ago. 2025.
A BNCC propõe que o conteúdo chegue à sala de aula de forma contextualizada, o que exige novas estratégias do professor, como a transposição didática. Isso significa converter o conteúdo científico em uma linguagem acessível e adaptada à realidade dos estudantes. Para isso, o estudo e a reavaliação constante da prática docente são essenciais.
A seguir, apresentamos algumas ações que podem ser aplicadas para desenvolver as competências gerais em sala de aula.
Sugestões de ações docentes para as competências gerais
Competência geral 1: Incentive os estudantes a reconhecerem a importância dos conhecimentos já adquiridos, mostrando como eles servem de base para a compreensão da realidade e para a construção de novos saberes.
Competência geral 2: Exercite a curiosidade intelectual, levando os estudantes a usarem a abordagem científica para investigar, levantar hipóteses, resolver problemas e analisar os resultados por meio de experiências e observações.
Competência geral 3: Proporcione o contato com diferentes manifestações culturais em âmbito local, regional e global e promova atividades artísticas, como grupos de dança, elaboração de roteiros e atuação em peças de teatro, festivais musicais e saraus.
Competência geral 4: Dê subsídios para que os estudantes se comuniquem por meio de diferentes linguagens, ajudando-os a selecionar a mais apropriada para cada situação.
Competência geral 5: Utilize de forma intencional e pedagógica diversas tecnologias em sala de aula, verificando o conhecimento prévio dos estudantes e diversificando os recursos metodológicos.
Competência geral 6: Ajude os estudantes a refletirem sobre o futuro e a importância da liberdade, autonomia e consciência crítica em suas escolhas profissionais e pessoais, valorizando a diversidade de saberes e experiências.
Competência geral 7: Ofereça subsídios para que os estudantes desenvolvam a capacidade de argumentar com base em fatos e dados confiáveis, sabendo selecionar e verificar a origem de diferentes fontes para negociar pontos de vistas e defender ideias.
Competência geral 8: Leve os estudantes a se compreenderem e se valorizarem dentro da diversidade, reconhecendo suas emoções e as dos outros e exercitando a autocrítica.
Competência geral 9: Promova o exercício da empatia, do diálogo e da cooperação, incentivando os estudantes a resolverem conflitos de forma respeitosa e democrática.
Competência geral 10: Contribua para que os estudantes ajam de modo responsável, guiados por princípios éticos e de cidadania, e conscientes de que suas ações devem estar alinhadas à tomada de decisões inclusivas, sustentáveis e solidárias.
Nesta coleção, as competências gerais que são desenvolvidas nos textos, atividades e seções que permeiam os conteúdos são destacadas nas orientações ao professor e são listadas no Quadro de distribuição dos conteúdos.
Para enriquecer o trabalho com as habilidades e competências da BNCC e contextualizar o ensino, as propostas pedagógicas devem abordar os temas
Educação ambiental
Meio ambiente
Economia
Saúde
Educação para o consumo
Trabalho
Educação financeira
Educação fiscal
Saúde
Educação alimentar e nutricional
Ciência e tecnologia
Ciência e tecnologia
Nesta coleção, esses temas são explorados em diferentes momentos no desenvolvimento dos conteúdos e recebem destaque no boxe Reflect, contri-
contemporâneos transversais (TCT). Esses temas são assuntos relevantes para a formação cidadã dos estudantes e para a construção de uma sociedade mais justa, ética e sustentável. São temas com caráter interdisciplinar, que conectam os conteúdos escolares com o cotidiano dos estudantes e com questões importantes em discussão na sociedade.
De acordo com o documento Temas contemporâneos transversais na BNCC, publicado em 2019, esses temas são de relevância local, regional e global e estão organizados em seis macroáreas.
Vida familiar e social
Educação para o trânsito
Cidadania e civismo
Educação em direitos humanos
Direitos da criança e do adolescente
Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso
Diversidade cultural
Multiculturalismo
Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras
buindo para a formação cidadã dos estudantes por meio de reflexões sobre temas sociais e culturais.
Desde a década de 1990, o trabalho interdisciplinar tem ganhado relevância no Brasil, sendo incentivado em todos os níveis da Educação Básica. A interdisciplinaridade é a relação entre dois ou mais componentes curriculares que se unem para obter um conhecimento mais amplo e unificado. Essa abordagem vai além da simples comunicação de ideias; ela integra conceitos, metodologias e terminologias para que o conhecimento se torne mais significativo e conectado à realidade dos estudantes.
Ao integrar os diversos componentes, a interdisciplinaridade amplia a compreensão da realidade e contribui para a formação integral dos estudantes como cidadãos. No ambiente escolar, essa abordagem gera resultados positivos, pois incentiva a colaboração e a contextualização de temas, garantindo que o aprendizado esteja alinhado à vivência dos estudantes.
No desenvolvimento de um trabalho interdisciplinar, tanto o professor quanto os estudantes devem estabelecer conexões entre saberes mais amplos e os conteúdos específicos dos diferentes componentes curriculares. Com base nessa articulação, espera-se que consigam construir uma síntese que amplie sua compreensão, superando o nível de entendimento inicial.
Para que esse processo ocorra de forma efetiva, é imprescindível que o professor assuma um papel mediador nesse percurso, sendo o primeiro a exercitar esse movimento de integração. Nesse contexto, o professor deve mobilizar algumas competências, como:
[...]
• diferenciação, comparação e contraste entre diferentes perspectivas disciplinares, profissionais e interdisciplinares;
• identificação de pontos comuns e esclarecimento de como as diferenças se relacionam com a tarefa a ser cumprida;
• delineamento de um entendimento holístico baseado nos pontos comuns, mas que continua suscetível às diferenças.
KLEIN, Julie Thompson. Ensino interdisciplinar: didática e teoria. In: FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (org.). Didática e interdisciplinaridade 17. ed. Campinas: Papirus, 2017. (Coleção Práxis). E-book.
Além disso, para realizar um trabalho interdisciplinar de maneira significativa, é essencial que ele esteja pautado nas experiências, no cotidiano e nos
interesses dos estudantes. Isso implica aproveitar as situações que emergem naturalmente em sala de aula, por exemplo: perguntas formuladas por eles, projetos em andamento, investigações e demais práticas pedagógicas, como oportunidades para articular diferentes saberes.
Nas propostas interdisciplinares, é comum que os estudantes atuem em grupo, promovendo a interação entre eles. Essa prática fortalece habilidades importantes, como a argumentação, a escuta ativa e a organização de ideias.
Essa abordagem exige metodologias mais dinâmicas e colaborativas, favorecendo a construção coletiva do saber. Ao promover a articulação entre os conteúdos curriculares, ela amplia as possibilidades de leitura e interpretação do mundo, tanto para os professores quanto para os estudantes, permitindo uma compreensão do conhecimento como algo vivo, em constante transformação.
Nesta coleção, você encontrará atividades em que é possível integrar diferentes componentes curriculares. O boxe Articulando conhecimentos detalha algumas integrações nas orientações ao professor, contribuindo para o aumento da criatividade e para a formação crítica e responsável dos estudantes na construção de seu conhecimento.
E O TRABALHO COM PROJETOS INTERDISCIPLINARES
Para planejar um trabalho interdisciplinar, o ponto de partida é definir os objetivos de aprendizagem. Com base nisso, se for o caso, é importante dialogar com o professor de outros componentes para planejar estratégias conjuntas, considerando os objetivos previamente levantados, os conhecimentos prévios dos estudantes e como os conteúdos podem ser abordados de forma integrada. Quando não for possível contar com a colaboração do professor de outros componentes curriculares, cabe a você orientar os estudantes nas pesquisas, ensinando-os a buscar fontes confiáveis e adequadas à proposta, a fazer registros relevantes, a organizar as informações obtidas e a planejar como os resultados das pesquisas serão entregues.
Projetos investigativos e pesquisas também são exemplos de atividades que favorecem o trabalho in-
terdisciplinar em sala de aula, pois envolvem tarefas que integram conhecimentos de diferentes áreas, como planejamento, levantamento de hipóteses, coletas de dados, análises, deduções e conclusões.
Os projetos oferecem aos estudantes oportunidades concretas de participação ativa no processo de construção do conhecimento, contribuindo diretamente para o desenvolvimento de diversas competências, como o pensamento crítico e reflexivo, a argumentação, a valorização do pluralismo de ideias, a criatividade, a cooperação, a autonomia e a comunicação.
Nesse contexto, você continua sendo o mediador, orientando e acompanhando os estudantes para que atuem com autonomia e sejam protagonistas do desenvolvimento do projeto.
É importante ressaltar que a estrutura de um projeto não deve ser encarada como um modelo fixo ou engessado. Os projetos podem assumir diferentes formatos, conforme os objetivos e os contextos de aplicação. Em geral, iniciam-se com uma situação-problema ou uma questão orientadora, que dá origem a um conjunto de etapas organizadas de forma lógica. A seguir, apresentamos um modelo com etapas fundamentais que podem nortear a construção de um projeto interdisciplinar.
Planejamento
• Definição da situação-problema ou da questão norteadora.
A avaliação tem papel fundamental no processo de ensino-aprendizagem, pois é uma oportunidade de investigar, diagnosticar, refletir e intervir sobre o processo e acompanhar o desenvolvimento dos estudantes e sua atuação como docente.
É fundamental compreender que a avaliação não deve ocorrer apenas em situações isoladas. O acompanhamento do percurso de aprendizagem dos estudantes precisa ser contínuo, tendo como base observações frequentes e diversificadas. Nesse sentido, o processo avaliativo deve fazer parte das práticas pedagógicas do dia a dia, de modo integrado ao planejamento e às atividades desenvolvidas em sala de aula.
A você, a avaliação possibilita observar e refletir sobre sua prática docente e a oportunidade de readequar e reajustar atividades, práticas e estra-
• Conversa sobre o tema e levantamento de hipóteses.
• Elaboração de questões norteadoras com base na situação-problema.
• Formação das equipes, distribuição de tarefas e estabelecimento de metas e prazos.
• Consulta de diversas fontes e coleta de informações.
Execução
• Organização, testes e execução do trabalho.
• Realização de ajustes finais.
• Avaliação durante o processo.
• Definição da participação dos integrantes que conduzirão a apresentação.
Divulgação
• Apresentação dos resultados para a comunidade escolar.
• Publicação do trabalho final.
Avaliação
• Avaliação dos resultados do projeto.
• Realização de autoavaliação.
• Verificação do desempenho e do desenvolvimento das aprendizagens dos estudantes.
Fonte de pesquisa: BENDER, William N. Aprendizagem baseada em projetos: educação diferenciada para o século XXI. Tradução de Fernando de Siqueira Rodrigues. Porto Alegre: Penso, 2014. p. 61.
tégias para alcançar determinados objetivos, com a participação ativa dos estudantes nesse processo. Desse modo, é de grande importância a interpretação dos resultados para que, com base neles, você possa refletir sobre intervenções a serem feitas para sanar possíveis defasagens e, assim, auxiliar no processo de construção do conhecimento, identificando possibilidades de recuperação e progressão do aprendizado.
É essencial que a avaliação seja compreendida como uma ferramenta de inclusão e de apoio ao processo de ensino-aprendizagem, evitando que seja usada apenas como forma de analisar a eficiência e classificar os estudantes. Avaliar não deve ser sinônimo de rotular ou excluir, mas sim de compreender os percursos formativos deles.
Para que a avaliação realmente contribua para
identificar os progressos, as dificuldades e as possíveis lacunas no desenvolvimento das aprendizagens, é necessário que os critérios sejam previamente compartilhados e discutidos com os estudantes, pois isso favorece a compreensão dos objetivos da avaliação e promove uma participação mais ativa por parte deles.
O planejamento das avaliações deve estar alinhado aos conteúdos e às atividades efetivamente trabalhados em sala de aula, com uma abordagem reflexiva e contextualizada. É essencial considerar os processos de aprendizagem mais adequados à turma e a diversidade de perfis entre os estudan-
Avaliação diagnóstica
tes. Além disso, é recomendável diversificar os instrumentos utilizados, não se restringindo a provas e testes, e incluir diferentes formas de expressão do conhecimento. Entre as possibilidades, destacam-se atividades em grupo, debates, produções escritas e orais, atividades práticas, questões objetivas e dissertativas, entre outros formatos que respeitem as múltiplas formas de aprender e se comunicar dos estudantes.
Nesta coleção, a ação avaliativa do processo de ensino-aprendizagem propõe três tipos principais: a avaliação diagnóstica, a avaliação formativa e a avaliação somativa.
A avaliação diagnóstica é o momento de identificar os conhecimentos que os estudantes trazem consigo, além de suas necessidades e dificuldades.
Essa etapa é fundamental para você reajustar as rotas e os objetivos de ensino. É importante ressaltar que a avaliação diagnóstica não precisa de um registro formal; a simples observação de uma atividade em sala de aula, por exemplo, já permite identificar as habilidades que precisam ser desenvolvidas ou aperfeiçoadas.
Onde ocorre
Nesta coleção, a avaliação diagnóstica pode ser feita na seção Welcome e no início de cada unidade, pois as atividades das páginas de abertura possibilitam diagnosticar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre os temas e os conteúdos que serão abordados.
Avaliação formativa
A avaliação formativa acontece ao longo do período letivo. São os processos contínuos pelos quais você obtém indicadores a respeito da aprendizagem dos estudantes.
Desse modo, esse tipo de avaliação possibilita que você realize intervenções, propondo novas estratégias e procedimentos que visam à melhoria e/ou ao aprofundamento dos conhecimentos por parte dos estudantes.
A avaliação formativa pode ter um papel fundamental na melhoria das aprendizagens de todos os alunos. A sua utilização sistemática deve permitir que os alunos conheçam bem: a) o que têm de aprender no final de um dado período de tempo; b) a situação em que se encontram quanto às aprendizagens que têm de desenvolver; e c) os esforços que têm de fazer para aprenderem o que está previsto e descrito nos documentos curriculares. Para tal, a comunicação entre professores e alunos é fundamental, pois é através dela que os alunos podem receber orientações que os ajudam a aprender. [...]
FERNANDES, Domingos. Avaliação formativa. Lisboa: Universidade de Lisboa/Instituto de Educação, 2021. p. 3. Disponível em: https://apoioescolas.dge.mec.pt/sites/default/files/2021-02/folha_avaliacao_formativa.pdf. Acesso em: 6 set. 2025.
Onde ocorre
Nesta coleção, a avaliação formativa é um processo contínuo e integrado. A seção What I know, ao final de cada unidade do Livro do Estudante, oferece atividades que retomam os principais conceitos e noções trabalhados para verificar a aprendizagem com relação aos objetivos estabelecidos.
Nas orientações ao professor, o boxe Avaliando complementa essa prática com propostas de atividades avaliativas adicionais. Ele inclui objetivos e estratégias de intervenção, caso seja necessária a retomada de conteúdos e conceitos.
Além disso, é importante o hábito de transitar pela sala de aula e observar os estudantes durante as atividades propostas. Esse acompanhamento mais próximo contribui para que eles se reconheçam como parte do processo de ensino-aprendizagem, desenvolvam sua autonomia e busquem aprimoramento contínuo.
Avaliação somativa
A avaliação somativa é realizada ao final de um período de estudos, em consonância com as práticas pedagógicas da escola. Com base nas respostas a essa avaliação, você poderá refletir sobre ações a serem tomadas para sanar possíveis dificuldades dos estudantes. Por ser comumente associada a testes e notas que visam classificar o desempenho dos estudantes, é fundamental que ela não seja o único foco do processo avaliativo. A nota é apenas uma das muitas formas de representar os resultados, e essa etapa deve ser considerada a consequência natural das avaliações diagnóstica e formativa já realizadas.
Ao analisar os resultados, você pode refletir sobre as ações necessárias para sanar possíveis dificuldades, utilizando o desempenho como um indicativo para a retomada de conteúdos e a definição de novas estratégias. Dessa forma, resultados abaixo do esperado não são uma sentença, mas sim um ponto de partida para aprimorar o processo de ensino-aprendizagem.
Onde ocorre
Nesta coleção, caso queira, a avaliação somativa pode ser feita na seção Goodbye. Essa seção oferece atividades que permitem a você verificar os conhecimentos adquiridos pelos estudantes no decorrer do ano letivo. Nas orientações ao professor, você encontra orientações para analisar as respostas e identificar a necessidade de estratégias de remediação, garantindo que os objetivos pedagógicos sejam alcançados.
Para um sistema de avaliação eficiente, é recomendável a combinação das três modalidades, além de usar diferentes instrumentos que auxiliem a obter
informações sobre o desenvolvimento da aprendizagem dos estudantes. Apresentamos a seguir alguns exemplos.
Provas e testes
Seminários e debates
Portfólios
Saraus
Ditados
Autoavaliação
Podem ser elaborados com questões abertas, análise de situações, questões objetivas e quizzes e realizados de forma regular, abordando conteúdos específicos ou referentes a determinado período.
Possibilitam a você perceber o desenvolvimento de habilidades relacionadas a tarefas como pesquisa, síntese das informações, pensamento crítico e comunicação.
A elaboração de portfólios com base em suas observações e registros em fichas avaliativas contribui não só para analisar o desenvolvimento cognitivo dos estudantes, mas também a maneira como cada um aprende, com atenção especial às habilidades que eles desenvolvem com mais facilidade e as que demandam mais atenção e auxílio para serem desenvolvidas.
Permite a você verificar o desenvolvimento de habilidades relacionadas a interação social, capacidade de expressão, criatividade, sensibilidade e conhecimento cultural.
Possibilita que você acompanhe as principais dificuldades dos estudantes com relação à escuta e à escrita.
Incentiva o desenvolvimento da autonomia dos estudantes, levando-os a refletir sobre sua participação nas atividades, suas dificuldades e aspectos que devem ser melhorados. Com base nessas informações, você pode debater com eles os caminhos para gerar mudanças no planejamento e melhorias para a turma.
Para auxiliar no monitoramento das aprendizagens, sugerimos a utilização de uma ficha de avaliação de acompanhamento individual, como a que apresentamos a seguir. Essa ferramenta permite registrar a trajetória de cada estudante, observando seu desenvolvimento com relação aos objetivos e às habilidades trabalhados.
A ficha usa um sistema de marcação sim-
ples para identificar o nível de desenvolvimento do estudante.
• S (Sim): o estudante demonstrou ter alcançado o objetivo.
• P (Parcialmente): o estudante atingiu o objetivo de forma incompleta, necessitando de intervenção para avançar.
• N (Não): o estudante não alcançou o objetivo, sendo necessária uma intervenção imediata.
Quando o objetivo é alcançado e marcado com S, você deve incentivar o estudante a aprofundar seus saberes. Se a marcação for P ou N, a ficha serve como um diagnóstico claro, indicando a necessi-
Escola: preencher com o nome da escola.
Professor(a): preencher com o nome do professor.
Estudante: preencher com o nome do estudante.
Turma: preencher com a indicação da turma.
dade de planejar intervenções para que ele progrida nos estudos.
Você pode usar esse tipo de ficha para registrar observações feitas durante o trabalho com a seção
What I know do Livro do Estudante e com o boxe Avaliando das orientações ao professor.
Período letivo do registro: preencher com o período do planejamento.
Ficha de acompanhamento individual das aprendizagens
Objetivos ou habilidades avaliados S P N Observações
Preencher com o objetivo ou a habilidade.
Preencher com o objetivo ou a habilidade.
Preencher com o objetivo ou a habilidade.
Preencher com o objetivo ou a habilidade.
Preencher com o objetivo ou a habilidade.
No contexto atual da educação, o papel do professor dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental vai além da transmissão de conteúdo. Ele deve atuar como mediador do conhecimento, incentivando a autonomia dos estudantes e formando leitores e pensadores críticos. Acima de tudo, o professor é um agente essencial na construção da base educacional e emocional dos estudantes.
Essa etapa da escolarização é marcada por profundas transformações no desenvolvimento cognitivo, afetivo e social dos estudantes. Por isso, a prática pedagógica exige sensibilidade e escuta ativa. Você deve estar atento às necessidades individuais dos estudantes, respeitando seus ritmos de aprendizagem e suas realidades. A construção de vínculos afetivos é fundamental para fortalecer a autoestima e a autonomia, pois são eles que criam um ambiente acolhedor, onde o erro é considerado parte do processo de aprendizagem e todos os estudantes se sentem seguros para se expressarem.
Sua atuação docente envolve uma reflexão constante sobre os conteúdos, as metodologias e, principalmente, sobre como os estudantes aprendem. Ao aproximar o conteúdo escolar dos conhecimentos prévios deles, você torna o aprendizado mais significativo e prazeroso. Essa abordagem, que valoriza a bagagem cultural e as experiências dos estudantes, é fundamental na construção de uma relação positiva deles com o ato de estudar.
O planejamento pedagógico é o ponto de partida, mas a prática em sala de aula é dinâmica e não linear. É no dia a dia que você conhece os perfis, as necessidades e os ritmos da turma e que a flexibilidade e a capacidade de adaptação se tornam essenciais. O diálogo constante com a equipe pedagógica e a participação em formações continuadas são atitudes que favorecem o desenvolvimento de uma prática docente mais eficaz e alinhada às reais demandas da turma.
Nessa jornada, você é o principal organizador
das ações pedagógicas. É quem acolhe, engaja e dá oportunidade para que os estudantes verbalizem seu raciocínio, escrevam e desenvolvam, no coletivo da turma, a compreensão sobre os motivos das atividades e a realização das respostas. O livro didático não é apenas um guia, mas um instrumento cultural que serve como mediador entre você e o estudante, auxiliando na construção do conhecimento. Com autonomia, é você quem dá vida a esse material, ajustando-o às necessidades de cada turma para que os estudantes se tornem os protagonistas de sua aprendizagem.
A sala de aula é marcada pela diversidade. Cada estudante traz consigo um conjunto de experiências, saberes e modos de aprender. Essa diversidade se expressa em aspectos comportamentais, cognitivos, afetivos e socioculturais, que influenciam diretamente o modo como cada um constrói o conhecimento. Já as trajetórias individuais são moldadas por fatores como o contexto familiar, as vivências culturais e o ambiente social em que estão inseridos. É seu papel e da equipe escolar acolher essas diferenças.
Nesse sentido, compreender o desenvolvimento dos estudantes exige atenção ao contexto em que vivem, às suas práticas cotidianas e à maneira como atribuem significado às suas experiências. Por isso, uma das grandes questões que se impõe ao trabalho docente é: como planejar intervenções pedagógicas que deem conta da heterogeneidade presente em sala de aula, especialmente em turmas numerosas?
Diante desse desafio, é essencial que você reconheça que não há um único caminho para a aprendizagem. As interações, os ritmos e os interesses variam, e é seu papel estar atento a essas diferenças, promovendo práticas pedagógicas flexíveis e inclusivas. Só assim será possível garantir que todos os estudantes tenham oportunidades reais de desenvolvimento, respeitando suas singularidades sem comprometer a qualidade do processo de ensino-aprendizagem.
A seguir, apresentamos sugestões para auxiliar seu dia a dia, promovendo a adequação de atividades e a progressão do aprendizado, para que os estudantes avancem no próprio ritmo, com o apoio necessário para superar desafios.
Como os estudantes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental estão no processo de alfabetização, é importante que você os auxilie na apropriação do sistema de escrita. Uma das intervenções rele-
vantes nesse processo é a orientação sobre a pega funcional do lápis. A pega de três pontos, também conhecida como pega tripoide ou trípode, é uma técnica considerada funcional, pois favorece movimentos mais precisos, fluidos e controlados, o que é essencial para o desenvolvimento da escrita e evita fadiga muscular. Para orientar os estudantes, incentive-os a:
• posicionar o lápis de forma relaxada, sem forçar os dedos;
• segurar o lápis entre a ponta do polegar e a lateral do dedo indicador;
• apoiar o lápis no dedo médio para dar suporte e estabilidade;
• deixar os outros dedos (anelar e mínimo) levemente dobrados na palma da mão, servindo de apoio.
É fundamental acompanhar o processo individualmente, observando se a pega está firme, mas não tensa. No entanto, trata-se de um desenvolvimento. Desse modo, inicialmente não é recomendada a correção direta da pega, mas sim uma observação atenta para compreender como cada estudante está se apropriando desses movimentos e o que pode ser feito para progredir.
O desenvolvimento da pega do lápis não se resume apenas a segurar o instrumento. Ele é resultado de uma coordenação motora fina bem desenvolvida. Para auxiliar nesse processo, é importante incluir atividades lúdicas e variadas na rotina da sala de aula que ajudem a fortalecer a musculatura das mãos e dos dedos, como brincar com massinha de modelar ou argila, rasgar papel com as mãos, rasgar papel em pedaços pequenos e fazer bolinhas com as pontas dos dedos, cortar com tesoura com pontas arredondadas e colar pedaços de papel pequenos.
O
Com relação ao letramento matemático, é fundamental que ele ocorra de forma integrada com todos os componentes curriculares. Para isso, ao abordar os conteúdos, procure criar situações didáticas contextualizadas que incentivem os estudantes a desenvolverem o raciocínio lógico e a aplicarem o conhecimento matemático na busca de soluções para situações-problema do cotidiano. Essa abordagem facilita a compreensão dos conceitos e reforça sua relevância.
Além disso, as atividades a seguir contribuem para o letramento matemático, por exemplo:
• contagem de objetos usando materiais concretos, como tampinhas e lápis;
• uso e escrita de algarismos por meio de jogos e brincadeiras;
• compreensão do conceito de números; realização de operações básicas; reconhecimento de formas geométricas na identificação de quantidades e na ordenação de elementos;
• comparação de medidas com o uso de instrumentos não padronizados, como palmos e passos;
• leitura e interpretação de gráficos e tabelas com dados reais sobre a turma e a escola.
Garantir a inclusão de estudantes com deficiência na escola regular não é apenas um dever legal, mas um compromisso ético e pedagógico com a equidade e a justiça social. A legislação brasileira, incluindo a Constituição Federal (1988), a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) (2015) e as Diretrizes da Política Nacional de Educação Especial (2008), reforça o papel da escola em assegurar que todos os estudantes tenham acesso a uma educação de qualidade. Contudo, a inclusão vai além de permitir o acesso físico à sala de aula. Ela exige a participação ativa dos estudantes no cotidiano escolar, promovendo aprendizagens significativas e respeitando suas particularidades. Para isso, é essencial o envolvimento de toda a comunidade escolar na construção de um ambiente que valorize as diferenças e que favoreça as interações e o respeito à diversidade. Nesse contexto, o papel do professor é central, como mediador e agente de transformação.
O primeiro passo mais importante é levar ao professor o reconhecimento das diversas dificuldades que deverá encontrar, suas especificidades, suas formas de atuação e como identificá-las em seus alunos. Neste processo, ao professor caberá a autonomia de reconhecer as dificuldades e intervencionar, em sala de aula, para a aplicação de novas metodologias e saberes, para a chegada da cognição.
JOIA, Michele. A inclusão de crianças na escola: o papel do educador diante das dificuldades de aprendizagem. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2023. p. 41.
A prática pedagógica inclusiva deve reconhecer que todo estudante tem a capacidade de aprender, desde que seja incentivado por vínculos afetivos e em um ambiente acolhedor. Para isso, as estratégias precisam ser flexíveis e adaptadas às necessidades individuais.
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS
A seguir, sugerimos algumas ações que podem ser aplicadas em sala de aula para promover a inclusão.
• Materiais concretos e táteis: utilize materiais com diferentes texturas e relevos para que os estudan-
tes possam explorar o conteúdo de forma sensorial. Ao utilizar recursos visuais, sempre descreva as imagens com clareza, indicando posições e características dos objetos.
• Comunicação clara: apresente os enunciados das atividades de forma clara e direta, evitando ambiguidades, figuras de linguagem ou construções muito complexas. Divida as tarefas em etapas menores e forneça uma instrução por vez. Durante as explicações, posicione-se de frente para os estudantes, facilitando a atenção à sua fala.
• Flexibilização e ritmo: ofereça prazos flexíveis para a entrega de atividades, respeitando o tempo de aprendizagem de cada estudante. Incentive a leitura compartilhada de textos e enunciados para promover a compreensão coletiva e o apoio mútuo.
• Incentivo à expressão: incentive a expressão oral, quando possível, e a organização do pensamento dos estudantes, auxiliando na estruturação das ideias. Ferramentas como alfabeto móvel e banco de palavras são ótimas aliadas para a alfabetização e o fortalecimento da participação dos estudantes no processo de aprendizagem.
• Uso de tecnologia: quando possível, adote recursos tecnológicos que atendam às necessidades específicas dos estudantes, ampliando as possibilidades de acesso ao conteúdo e tornando o aprendizado mais dinâmico.
• Valorização de estratégias de resolução de problemas: apresente e valorize diferentes estratégias para a resolução de problemas, respeitando a forma única de compreensão e de elaboração de soluções.
O uso de metodologias ativas favorece o engajamento dos estudantes e o desenvolvimento de diversas habilidades. A prática pedagógica exige um planejamento cuidadoso, momentos de discussão em grupo, atividades colaborativas e trocas de saberes, especialmente quando o objetivo é fortalecer competências como leitura, escrita e raciocínio lógico-matemático.
[...]
Metodologias ativas são estratégias de ensino centradas na participação efetiva dos estudantes na construção do processo de aprendizagem, de forma flexível, interligada e híbrida. As metodologias ativas, num mundo conectado e digital, expressam-se por meio de modelos de ensino híbridos, com muitas possíveis combinações. A junção de metodologias ativas com modelos flexíveis e híbridos traz contribuições
importantes para o desenho de soluções atuais para os aprendizes de hoje.
MORAN, José. Metodologias ativas para uma aprendizagem mais profunda. In: BACICH, Lilian; MORAN, José (org.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto
Alegre: Penso, 2018. p. 4.
A seguir, apresentamos três metodologias ativas que promovem o protagonismo e a autonomia dos estudantes.
Pensar-conversar-compartilhar
É uma estratégia eficaz para aumentar o engajamento dos estudantes, pois promove o pensamento individual e a colaboração, permitindo que participem ativamente da aula. A fase individual garante que todos os estudantes tenham oportunidade de organizar suas ideias e de se expressarem. A fase em duplas e a discussão geral os mantêm ativos e envolvidos no processo de aprendizagem, incentivando o pensamento crítico, a argumentação e a formulação de ideias. Para iniciar, você deve fazer uma pergunta ou lançar um desafio relacionado ao conteúdo da aula e estipular um tempo para os estudantes pensarem sozinhos na resposta. É o momento de organizar as ideias e formular uma primeira hipótese. Depois do tempo de reflexão individual, eles se juntam a um colega. Em duplas, devem conversar, compartilhar ideias e chegar a uma conclusão, consolidando o raciocínio e construindo o conhecimento de forma colaborativa. Na etapa final, o professor deve escolher algumas duplas, ou todas, para apresentarem suas ideias, incentivando a participação de todos, levando-os a perceber que há diferentes formas de pensar e de resolver o mesmo problema.
Vire e fale
Essa estratégia é eficaz para aumentar o engajamento e a participação dos estudantes, pois modifica o formato de pergunta e resposta e cria um espaço para que eles possam se expressar. A conversa em duplas incentiva os estudantes a organizarem suas ideias e a praticarem a escuta ativa. É uma estratégia rápida e simples que pode ser utilizada várias vezes durante a aula para checar a compreensão e manter o ritmo de forma dinâmica e interativa. Para começar, faça uma pergunta clara e direta relacionada ao conteúdo que está sendo trabalhado, que possa ser respondida em cinco minutos. Imediatamente após a pergunta, peça aos estudantes que virem para um dos colegas para conversarem sobre a pergunta, tentando chegar a uma resposta em até cinco minutos. Esse é o momento em que eles devem verbalizar suas ideias uns para os outros, escutando o que o colega tem a dizer e chegando juntos a uma conclusão. Após a conversa em duplas, escolha alguns estudantes, ou todos, para compartilharem as ideias que surgiram nas duplas e faça intervenções quando julgar necessário. Caminhada na galeria
Essa é uma estratégia colaborativa que envolve a produção de cartazes sobre os conteúdos estudados que devem ser expostos como em uma galeria de arte. A atividade foge da rotina da sala de aula e envolve movimento, o que é indicado para essa faixa etária. Os estudantes aprendem uns com os outros e desenvolvem a capacidade de escutar e argumentar, além de aprimorarem a comunicação, o raciocínio e a organização de ideias de forma lúdica e prática, aprofundando os conteúdos que aprenderam. Para trabalhar com essa metodologia, organize a turma em grupos e proponha um tema, uma pergunta ou um problema para ser trabalhado em cada grupo. Oriente os grupos a fazerem pesquisas sobre o assunto e a registrarem as conclusões em cartazes. Depois de prontos, os cartazes devem ser fixados na sala de aula, como se fossem obras de arte, e cada grupo deve escolher um apresentador, que ficará ao lado para explicar o trabalho. O restante da turma, em grupos, começa a caminhada pela galeria, observando e analisando as produções dos colegas. Após todos os grupos visitarem as obras da galeria, reúna todos e incentive uma conversa sobre o que foi aprendido. Esse é o momento para discutir as diferentes soluções encontradas, os pontos em comum e o que mais chamou a atenção dos estudantes.
Para a organização do trabalho pedagógico em sala de aula, é essencial considerar a disposição do espaço e promover um ambiente pautado pela empatia, pelo respeito mútuo e pela valorização do coletivo, o que contribui para a construção de uma sala de aula acolhedora, na qual o desenvolvimento da autonomia dos estudantes seja incentivado de forma constante.
A fim de promover um ambiente mais dinâmico, inclusivo e colaborativo, você pode alterar a organização tradicional da sala de aula, que tem carteiras enfileiradas e o professor ocupando o papel central
como único detentor do saber. Ao repensar a organização da sala de aula como um recurso pedagógico, você amplia as possibilidades de interação, cooperação e construção coletiva do conhecimento, aproximando a prática docente das demandas reais da turma. A seguir, apresentamos algumas sugestões para organizar a sala de aula de diferentes maneiras.
Disposição em grupo: indicada para atividades que exigem colaboração direta e trocas constantes entre os estudantes, como trabalhos em equipe, debates e projetos que precisam de divisão de tarefas, pois a proximidade física facilita a comunicação e o apoio mútuo, incentivando a resolução de problemas de forma coletiva.

Representação de carteiras dispostas em grupo.
Disposição em círculo: indicada para atividades que priorizam a participação de todos, a escuta ativa e a criação de um ambiente de igualdade, como rodas de conversa, discussões sobre temas específicos, contação de histórias e compartilhamento de experiências, permitindo que a construção do conhecimento, a troca de experiências e a comunicação sejam mais diretas e isonômicas entre você e os estudantes.
Em círculo

Representação de carteiras dispostas em círculo.
Disposição em U: indicada para apresentações orais, demonstrações, debates supervisionados ou quando você precisa circular entre as carteiras para dar assistência individual, pois combina sua visibilidade com a possibilidade de interação entre os estudantes, permitindo que todos mantenham o foco na atividade.
Em U

Representação de carteira dispostas em U.
Disposição de frente uns para os outros: pare-
cida com a disposição em grupo, mas pode ser utilizada para trabalhos em duplas, entrevistas ou atividades de reflexão, pois promove uma interação mais focada e próxima, permitindo aos estudantes que se concentrem na troca de informações e ideias entre si, sem a dispersão que um grupo maior poderia causar.
De frente uns para os outros

Representação de carteiras dispostas de frente umas para as outras.
Outra estratégia que ajuda a aproximar o currículo da vida dos estudantes é incentivar a utilização de outros espaços dentro e fora da sala de aula para divulgar o trabalho desenvolvido pela turma, como os murais e as paredes, explorando diferentes recursos e estratégias.
Além da organização do espaço físico, é fundamental atentar à gestão do tempo e da rotina em sala de aula. Estabelecer uma rotina clara e bem estruturada favorece a execução do planejamento pedagógico, garantindo que os horários e as atividades sejam conduzidos de forma sequencial e coerente, sempre respeitando as particularidades e os diferentes ritmos de aprendizagem dos estudantes.
Planejar a prática pedagógica de acordo com a proposta curricular proporciona um ambiente mais estável e acolhedor, no qual os estudantes sabem o que esperar e se sentem mais seguros diante das estratégias utilizadas no dia a dia. Além de facilitar a condução do trabalho docente, essa organização contribui para equilibrar e diversificar as atividades ao longo da semana, ampliando as possibilidades de aprendizagem.
Além das aulas nas quais os conteúdos e as atividades são abordados, é importante que você inclua atividades diversificadas em seu planejamento de rotina, como as sugeridas a seguir.
• Rodas de conversa: podem ser realizadas no começo ou no final da aula para solicitar aos estudantes que relatem alguma vivência pessoal (como forma de explorar os conhecimentos prévios) ou exponham o que aprenderam, quais dificuldades tiveram ou o que gostariam de aprender na próxima aula.
• Momentos de leitura: esses momentos podem ser conduzidos tanto por você, por meio da leitura em voz alta, quanto pelos próprios estudantes, com a leitura compartilhada ou um de cada vez. É importante reservar intervalos de tempo específicos na rotina para a leitura de diferentes textos com a intenção de proporcionar momentos de apreciação e, ao mesmo tempo, ampliar o repertório e os conhecimentos dos estudantes.
• Momentos de registro: essa estratégia consiste em reservar, ao final das aulas, alguns minutos para que os estudantes expressem o que aprenderam. Esse registro pode ser feito por meio da escrita, de esquemas visuais, de desenhos ou até pela oralidade, com gravações em áudio ou vídeo. Essa etapa funciona como uma forma de verificação da aprendizagem, permitindo a você identificar o que foi compreendido e o que ainda precisa ser retomado em aulas futuras ou em atividades de reforço. Os registros podem ser realizados individualmente, em duplas ou em pequenos grupos, de acordo com os objetivos da proposta.
• Visitas guiadas a diferentes espaços de aprendizagem: a sala de aula não é o único ambiente para o
Escola: preencher com o nome da escola.
Professor(a): preencher com o nome do professor.
aprendizado dos estudantes, por isso é importante sugerir atividades em outros espaços na escola, como laboratórios, bibliotecas, pátio, auditório e jardim, e fora da escola, como teatros, museus, espaços públicos, centros de pesquisas, cinema e centros culturais. Em casos de atividades em espaços fora da escola, é necessário que você solicite, com antecedência, as autorizações para a direção e para os pais ou responsáveis dos estudantes, e com o acompanhamento de outros profissionais da escola, bem como a orientação do uso de filtro solar, da ingestão de água e do uso de repelentes e de vestimentas e calçados adequados, visando à segurança, à integridade física e ao bem-estar dos estudantes.
Além dessas atividades, o planejamento de rotina deve incluir atividades lúdicas que incentivem a interação social e momentos que envolvam alimentação e higiene pessoal.
Apresentamos a seguir um exemplo de planejamento de rotina, que pode ser adaptado de acordo com as suas necessidades, as dos estudantes e as da escola.
Componente curricular: preencher com o nome do componente curricular.
Turma: preencher com a indicação da turma.
Data: preencher com o período do planejamento.
Horário Local
7h30 – 8h00Sala de aulaAcolhimento e roda de conversa.
8h00 – 9h30Sala de aula
9h30 – 10h00 Refeitório, banheiro e pátio
Leitura compartilhada de textos e atividades dirigidas de escrita.
Lanche, escovar os dentes, lavar as mãos e recreio.
10h00 – 11h00 Quadra Brincadeiras tradicionais e jogos cooperativos.
11h00 – 11h30 Sala de aulaRoda de leitura e fechamento.
Outro recurso pedagógico que pode auxiliar na gestão do tempo e no planejamento de rotina é a sequência didática. Uma sequência didática é um plano de ensino estruturado, composto de um conjunto de atividades ordenadas e interligadas que são desenvolvidas ao longo de várias aulas. A elaboração de
Promover a socialização e desenvolver a oralidade.
Desenvolver habilidades de leitura e de escrita.
Momento de descanso, alimentação, higiene e interação livre.
Desenvolver a expressão corporal e a coordenação motora.
Desenvolver a escuta ativa, retomar as aprendizagens do dia e organizar a sala de aula.
sequências didáticas é um recurso pedagógico que pode tornar o planejamento mais eficaz e alinhado às necessidades dos estudantes. Por meio delas, você consegue organizar o processo de ensino de maneira intencional e progressiva, estruturando atividades e estratégias de forma coerente e articulada.
Ao planejar uma sequência didática, você estabelece etapas claras e encadeadas que favorecem a construção do conhecimento ao longo do tempo, seja em alguns dias, semanas ou até meses. Essa organização permite flexibilizar o percurso, ajustando-o conforme o ritmo de aprendizagem da turma e as particularidades do contexto escolar.
É fundamental que as sequências estejam alinhadas aos objetivos de ensino, considerando também os recursos didáticos disponíveis e a realidade da escola. Outro aspecto essencial é a inclusão de estratégias de avaliação que permitam acompanhar e refletir sobre o avanço dos estudantes ao longo do
Escola: preencher com o nome da escola.
processo, verificando seu envolvimento e observando as dificuldades que possam surgir. Sempre que julgar necessário, faça intervenções que contribuam para ampliar a compreensão dos conteúdos.
Ao término da sequência didática, registre suas considerações sobre o processo de aprendizagem dos estudantes, destacando avanços e aspectos que ainda precisam ser desenvolvidos.
A seguir, apresentamos uma sugestão de modelo de sequência didática que pode servir como referência. Sinta-se à vontade para adaptá-lo conforme as necessidades da sua turma e os conteúdos que pretende desenvolver.
Professor(a): preencher com o nome do professor.
Componente curricular: preencher com o nome do componente curricular.
Turma: preencher com a indicação da turma.
Data: preencher com o período estimado para o desenvolvimento da sequência didática.
Assunto/conteúdo: preencher com os assuntos ou conteúdos a serem desenvolvidos.
Quantidade de aulas: preencher com a estimativa da quantidade de aulas que será necessária para desenvolver todas as atividades.
1. Objetivos gerais: definir o que se espera que os estudantes sejam capazes de fazer ao final da sequência didática.
2. Competências gerais da BNCC: identificar as competências gerais da BNCC que serão trabalhadas.
3. Materiais necessários: fazer uma lista detalhada de todos os materiais que serão necessários para desenvolver as atividades.
4. Etapas da sequência didática: detalhar as etapas de cada aula, organizando as atividades em uma ordem lógica e progressiva.
• Aula 1: descrever o início do trabalho com a sequência didática, que pode ser uma atividade para verificar o que os estudantes já sabem sobre o assunto; pode ser uma roda de conversa, uma dinâmica ou uma pergunta deflagradora para despertar a curiosidade deles.
• Aula 2 em diante: descrever as atividades intermediárias que ajudarão os estudantes a construírem o novo conhecimento; podem ser pesquisas, leituras, discussões, atividades práticas, entre outras dinâmicas.
• Aula final: descrever a última aula, a culminância da sequência didática; planejar uma atividade final para que os estudantes coloquem em prática tudo o que aprenderam; pode ser a produção de um texto, a apresentação de um trabalho ou a criação de um projeto.
5. Avaliação: definir os critérios (o que será observado) e os instrumentos (como será registrado) que serão utilizados para avaliar a aprendizagem dos estudantes ao longo da sequência didática; a avaliação deve ser contínua, e não apenas ao final.
6. Autoavaliação: após a execução da sequência didática, verificar se ela foi eficaz, se os objetivos foram alcançados, quais desafios surgiram, o que pode ser mudado para a próxima vez e anotar essas reflexões para aprimorar suas práticas pedagógicas.
A presença das tecnologias digitais no cotidiano das pessoas é cada vez mais comum, inclusive entre crianças e adolescentes. No entanto, a maneira como esses recursos, especialmente os dispositivos móveis como os celulares, têm sido utilizados dentro das escolas tem gerado muitos debates. O foco dessas discussões recai, principalmente, sobre os efeitos negativos do uso inadequado desses apa-
relhos no processo de aprendizagem e no desenvolvimento integral dos estudantes.
Estudos recentes reforçam essas preocupações, apontando prejuízos que vão desde a distração em sala de aula até impactos mais sérios, como problemas de saúde física e mental, que incluem aumento da ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de atenção, entre outros. Essas evidências contribuíram para a criação da Lei nº 15.100, de 13
de janeiro de 2025, que estabelece diretrizes para o uso de celulares nas escolas brasileiras.
Os desafios enfrentados com o uso inadequado e desregulado das tecnologias digitais não se restringem ao ambiente escolar. A Unesco destaca riscos que vão desde o enfraquecimento das relações humanas até ameaças à democracia e aos direitos fundamentais, como a disseminação de discursos de ódio e a violação da privacidade. Tais aspectos mostram que a tecnologia, sem orientação adequada, pode acentuar desigualdades e comprometer valores essenciais.
No contexto escolar, o uso excessivo e sem propósito de recursos digitais tem mostrado efeitos prejudiciais, como o isolamento social, a dependência de redes sociais e a dispersão durante as aulas. Por isso, torna-se indispensável repensar o papel desses recursos na educação.
Por outro lado, quando inserida de maneira planejada e intencional no cotidiano escolar, a tecnologia pode se tornar uma ferramenta poderosa para o processo de ensino-aprendizagem. Recursos como computadores, tablets e celulares, quando utilizados com orientação pedagógica, promovem o acesso à informação, favorecem o desenvolvimento de habilidades críticas e éticas e ampliam o alcance da educação, especialmente em contextos de vulnerabilidade.
A proposta, portanto, não é excluir a tecnologia do ambiente escolar, mas sim incorporá-la com responsabilidade, sempre pautada em objetivos pedagógicos claros e alinhados às competências e aos conteúdos previstos no currículo.
Você tem um papel fundamental nesse processo. Cabe a você planejar atividades que façam uso significativo da tecnologia, promovendo a aprendizagem ativa e a reflexão crítica por parte dos estudantes. A intencionalidade no uso desses recursos deve estar presente desde o momento da escolha da ferramenta até a avaliação dos resultados.
Além disso, é importante lembrar que tecnologias educacionais não se limitam às mais recentes. Televisão, rádio, lousa, projetores e outros dispositivos já fazem parte da rotina escolar há décadas e desempenham papel importante na mediação pedagógica.
BOAS PRÁTICAS NO USO DE TECNOLOGIAS
NA EDUCAÇÃO
Para que a utilização de ferramentas tecnoló-
gicas seja eficaz e enriquecedora, é fundamental adotar algumas práticas pedagógicas intencionais. A seguir, apresentamos algumas dicas.
Planejamento pedagógico do uso de recursos tecnológicos
• Definir com clareza os objetivos de aprendizagem.
• Escolher as ferramentas tecnológicas adequadas para alcançar esses objetivos.
• Garantir que o uso dos recursos esteja articulado aos conteúdos e às competências curriculares.
Desenvolvimento de habilidades críticas
• Propor atividades que incentivem a análise crítica de fontes de informação pelos estudantes.
• Levar os estudantes a refletirem sobre o impacto da tecnologia no cotidiano.
• Incentivar o uso consciente, seguro e responsável da internet.
Integração com outras metodologias
• Combinar o uso de tecnologias com estratégias convencionais, como leitura, escrita e pesquisa de campo.
• Incentivar experiências interativas, como a visita a museus virtuais e o uso de acervos digitais, que ampliam o repertório cultural dos estudantes e fortalecem vínculos com a memória coletiva.
Em resumo, o uso da tecnologia na educação não deve ser encarado como uma solução isolada ou um fim em si mesmo. Ela deve estar a serviço do processo de ensino-aprendizagem e contribuir para a formação crítica, ética e cidadã dos estudantes. Seu olhar pedagógico como docente é essencial para transformar esses recursos em verdadeiros aliados do conhecimento.
Para auxiliar na utilização de recursos digitais em consonância com seu planejamento pedagógico, a fim de complementar e enriquecer o desenvolvimento dos conteúdos, esta coleção apresenta alguns objetos educacionais digitais, como áudios.
A lista com os áudios sugeridos em cada volume encontra-se no sumário. Além disso, os momentos de utilização desses recursos foram indicados nas páginas do Livro do Estudante por meio de ícones. Para acessá-los, basta clicar sobre os ícones indicados nas páginas da versão digital do Livro do Estudante
FUNDAMENTOS
TEÓRICO‑METODOLÓGICOS NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA
A LÍNGUA INGLESA COMO LÍNGUA FRANCA
Esta obra parte do entendimento de que o in-
glês é uma língua global, utilizada por pessoas de diferentes países e culturas para os mais diversos fins — acadêmicos, profissionais, turísticos, midiáticos e digitais. Presente em filmes, músicas, jogos, redes sociais, aplicativos, ambientes internacionais de trabalho, entre muitos outros contextos, a língua
inglesa tornou-se um dos principais meios de comunicação intercultural no mundo contemporâneo.
No contexto da Educação Básica, especialmente nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, o ensino da língua inglesa precisa refletir essa realidade global, indo além da abordagem tradicional centrada na memorização de palavras isoladas e regras gramaticais descontextualizadas. É necessário oferecer aos estudantes oportunidades de uso real e significativo da língua, promovendo interações que façam sentido em suas vivências, incentivando a curiosidade e favorecendo o desenvolvimento de competências comunicativas desde os primeiros anos escolares.
Desse modo, a proposta didático-pedagógica deste material está fundamentada na perspectiva do Inglês como Língua Franca (ILF), compreendido como “o uso do inglês em situações interculturais onde falantes com diferentes backgrounds linguístico-culturais compartilham o inglês como língua comum de comunicação e como um recurso linguístico dinâmico e coconstruído” (Gimenez et al., 2015, p. 597). Essa concepção amplia o entendimento sobre o inglês e rompe com modelos que concebem apenas as variedades nativas (como o inglês britânico ou americano) como legítimas.
Ao adotar essa abordagem, propõe-se uma visão mais inclusiva, crítica e plural do inglês como lín-
gua viva, mutável e apropriada por pessoas de diversas origens e culturas. A proposta reconhece que os estudantes estão se tornando usuários do inglês no mundo, em múltiplos contextos e por diversas finalidades, como se divertir, jogar, socializar, consumir mídia, pesquisar e se expressar.
Nesse sentido, o foco desloca-se da busca por uma “correção absoluta”, segundo modelos nativos, para a efetividade comunicativa, compreendida como a capacidade de interagir, compreender, ser compreendido e negociar significados em situações reais de comunicação. Os estudantes são incentivados a compreender e respeitar os diferentes jeitos de falar inglês, desenvolvendo, desde cedo, uma postura de abertura à diversidade linguística e cultural, valorizando o diálogo, a escuta ativa, a cooperação e a convivência com pessoas de diferentes origens e repertórios.
Além disso, entende-se que, ao usar o inglês, eles não estão apenas se comunicando em uma língua estrangeira, mas também participando de práticas sociais globais e desenvolvendo importantes competências para o mundo contemporâneo, como o pensamento crítico, a empatia, a resolução colaborativa de problemas e a habilidade de transitar entre diferentes culturas e linguagens.
Ancorada na perspectiva do IFL, esta obra:
• propõe atividades contextualizadas, que conectam o inglês a temas significativos para os estudantes e aos usos reais da língua no mundo, como em canções, jogos, brincadeiras e diálogos inspirados em situações do cotidiano;
• incentiva os estudantes a se expressarem em língua inglesa de maneira livre e confiante, sem medo de errar;
• valoriza a comunicação e a negociação de sentido como objetivos centrais do uso da língua, mais do que a aderência rígida a regras gramaticais de variedades nativas;
• incentiva a curiosidade por outras culturas e formas de viver, promovendo, desde os primeiros anos escolares, valores como respeito, empatia, diversidade, escuta ativa e cooperação;
• estimula a consciência linguística e cultural, permitindo que os estudantes compreendam que o inglês não é falado de um único modo, e que a variedade de usos é uma riqueza a ser valorizada, não um obstáculo.
O SOCIOINTERACIONISMO
Esta obra está fundamentada na perspectiva sociointeracionista da aprendizagem, com base nos estudos de Lev Vygotsky (1896-1934), cuja teoria propõe que o desenvolvimento humano ocorre por meio das interações sociais mediadas pela linguagem. Para Vygotsky, aprender não é um processo individual e isolado, mas sim uma atividade social, que acontece na relação com o outro – colegas, professores, familiares, comunidade – e está fortemente ligada ao contexto histórico e cultural em que o sujeito está inserido.
A linguagem, nesse modelo teórico, é compreendida como o principal instrumento de mediação entre
o indivíduo e o mundo. É por meio dela que o ser humano organiza o pensamento, constrói significados, desenvolve a consciência e internaliza os conhecimentos sociais. Dessa forma, o desenvolvimento cognitivo não precede a linguagem, mas é moldado por ela. Isso reforça a ideia de que a aprendizagem ocorre de fora para dentro, a partir da interação social, e só posteriormente se torna um processo interno.
No contexto de ensino-aprendizagem de língua inglesa, esse referencial implica entender a língua não apenas como um conjunto de estruturas gramaticais a serem memorizadas, mas como uma ferramenta de interação e expressão. A aprendizagem significativa da língua se dá quando os estudantes vivenciam si-
tuações comunicativas reais, em que o inglês é usado para compartilhar experiências, expressar ideias, construir sentido e participar de práticas sociais.
Com base nesse referencial, esta obra propõe uma abordagem em que o estudante é visto como sujeito ativo e protagonista de sua própria aprendizagem, em constante interação com colegas, professores, textos e contextos diversos. O professor, por sua vez, atua como mediador do processo, oferecendo suporte, estímulo e orientação dentro daquilo que Vygotsky chama de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) – o espaço entre aquilo que o estudante já é capaz de fazer sozinho e o que ainda não consegue
realizar sem ajuda, mas pode aprender com o apoio de um interlocutor mais experiente.
Essa mediação é essencial para que os estudantes avancem progressivamente no processo de desenvolvimento, sendo desafiados a resolverem novas tarefas com suporte, até que se tornem capazes de realizá-las de forma autônoma. Nesse sentido, o papel do professor vai além da transmissão de conteúdos: ele cria ambientes de aprendizagem ricos, colaborativos e intencionalmente planejados, em que a linguagem é usada como instrumento de construção do conhecimento.
Seguindo os princípios do sociointeracionismo, esta obra:
• organiza o conteúdo de forma contextualizada, considerando o universo sociocultural dos estudantes, suas experiências, seus interesses e os temas significativos para sua faixa etária, o que contribui para o engajamento e o sentido da aprendizagem;
• promove atividades em que os estudantes constroem o conhecimento da língua inglesa por meio de práticas sociais reais e simuladas, como jogos, brincadeiras, dramatizações, produções orais e escritas, que aproximam o uso da língua da vida cotidiana;
• incentiva o trabalho em pares e grupos, reconhecendo o valor da aprendizagem colaborativa como espaço de troca, escuta e construção conjunta de saberes, fortalecendo não apenas competências linguísticas, mas também habilidades cognitivas e socioemocionais;
• valoriza os saberes prévios dos estudantes como ponto de partida para a introdução de novos conhecimentos, respeitando a diversidade de experiências e reconhecendo o papel ativo deles na construção de sentido;
• estimula a reflexão crítica sobre o uso da língua, favorecendo o desenvolvimento da autonomia e da consciência linguística, além de promover o respeito à diversidade cultural e linguística presente nas interações sociais.
Em suma, este material busca oferecer um ensino de inglês que vá além da memorização mecânica e da reprodução de modelos fixos, promovendo uma aprendizagem mais significativa, interativa e humanizada. Ao se basear no sociointeracionismo, a obra reconhece a linguagem como prática social e o estudante como parte ativa na construção de conhecimentos, valores e sentidos.
Ao compreender a linguagem como prática social – isto é, uma forma de agir no mundo, construir significados e estabelecer relações – esta obra adota uma abordagem que valoriza o uso da língua em contextos reais. Nesse sentido, o ensino da língua inglesa busca desenvolver, nos estudantes, a capacidade de atuar socialmente com a linguagem, compreendendo seus usos e funções em situações concretas de comunicação.
Essa concepção se apoia nos estudos de Mikhail Bakhtin (1895-1975), que entende os gêneros textuais como formas relativamente estáveis de enunciados, moldados pelas condições específicas de uso, pelos interlocutores envolvidos, pelos te-
mas abordados e pelos propósitos comunicativos. Cada gênero, segundo o autor, apresenta características próprias que se expressam por meio de três elementos fundamentais: o conteúdo temático, que diz respeito ao assunto abordado; o estilo, relacionado ao modo como o texto é construído linguística e discursivamente; e a composição estrutural, que diz respeito à organização e à forma do texto.
Marcuschi (2008) complementa essa perspectiva ao afirmar que os gêneros são:
[...] textos que encontramos em nossa vida diária e que apresentam padrões sociocomunicativos característicos definidos por composições funcionais, objetivos enunciativos e estilos concretamente realizados na integração das forças históricas, sociais, institucionais e técnicas [...].
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. p. 155. Ensinar inglês com base nos gêneros textuais significa reconhecer a língua como um instrumento de participação social, e não apenas como um conjunto de normas. Para alcançar esse objetivo, este material visa oferecer aos estudantes oportunidades de contato com textos autênticos, que circulam em
diferentes contextos e cumprem funções específicas na vida em sociedade, e promover atividades que favoreçam a compreensão, análise e produção textuais. A seleção de gêneros textuais não ocorreu de maneira aleatória, e considerou critérios como a adequação à faixa etária; a proximidade do gênero ao universo da criança, ou seja, gêneros que já façam parte de seu cotidiano; e a complexidade linguística e discursiva.
A proposta visa garantir uma aprendizagem que não apenas leve os estudantes a reconhecer e reproduzir os gêneros, mas refletirem sobre os usos sociais da linguagem, compreendendo por que os textos são construídos de determinada forma, em determinadas situações, e como a linguagem se adapta às diferentes finalidades. Assim, o trabalho com gêneros favorece o desenvolvimento da competência discursiva, que envolve a capacidade de utilizar a língua com clareza, coerência, criticidade e adequação às mais variadas situações comunicativas – tanto em contextos orais quanto escritos, formais e informais.
Além disso, o ensino de inglês mediado por gêneros textuais permite uma articulação entre saberes linguísticos, discursivos, culturais e interculturais, promovendo uma aprendizagem mais rica e contextualizada. Tal abordagem também favorece a formação de estudantes mais conscientes do papel social da linguagem, capazes de atuar como sujeitos ativos, éticos e participativos em uma sociedade globalizada e multilíngue, na qual o domínio de múltiplos gêneros e linguagens é essencial para a inserção crítica e responsável no mundo contemporâneo.
Assim, este material propõe não apenas o ensino da língua inglesa como um fim em si, mas como meio para promover a alfabetização discursiva dos estudantes — um processo no qual eles aprendem a agir com a linguagem, compreendendo, interpretando e produzindo sentidos nos mais diversos contextos da vida social.
Nos primeiros anos escolares, a criança aprende essencialmente por meio da ação, da experimentação e do envolvimento afetivo com as atividades que vivencia. Nessa fase, o brincar não é apenas uma atividade espontânea, mas uma forma natural e estruturante de interação com o mundo. É por meio da ludicidade que a criança compreende o ambiente ao seu redor, expressa suas emoções, elabora seus pensamentos e constrói significados.
A brincadeira, como destaca Martins (2015), representa a atividade dominante da infância, sendo a principal via pela qual a criança inicia seu processo de aprendizagem, exercita a imaginação e se apropria de normas sociais e comportamentos. A autora afirma:
A brincadeira, como atividade dominante na infância, tendo em vista as condições concretas da vida da criança e o lugar que ela ocupa na sociedade, é, primordialmente, a forma pela qual esta começa a aprender. Secundariamente,
é onde tem início a formação de seus processos de imaginação ativa, e por último, onde ela se apropria das funções sociais e das normas de comportamento.
MARTINS, Viviane Lima. O lúdico no processo ensino-aprendizagem de língua inglesa. Revista Científica Intraciência, ed. 10, dez. 2015. p. 11. Disponível em: http://uniesp.edu.br/sites/_biblioteca/ revistas/20170531134517.pdf. Acesso em: 18 set. 2025.
Considerando essa compreensão da infância e dos processos de aprendizagem, esta obra adota a ludicidade como eixo norteador para o ensino da língua inglesa. Canções, jogos, brincadeiras, dramatizações e outras atividades lúdicas são incorporadas de forma intencional e estruturada, como estratégias essenciais que tornam o conteúdo linguístico mais acessível, funcional e atrativo.
Ao vivenciar experiências lúdicas, o estudante é incentivado a participar ativamente das aulas, explorando a língua inglesa em diferentes contextos e se expressando com mais liberdade, confiança e autenticidade. O caráter lúdico das atividades cria um ambiente de aprendizagem dinâmico, interativo e emocionalmente acolhedor, no qual o erro é compreendido não como uma falha, mas como parte natural do processo de construção do conhecimento. Nesse cenário, o desenvolvimento das competências linguísticas ocorre de maneira mais espontânea, contextualizada e significativa. Ao mesmo tempo, a autoestima dos estudantes é fortalecida, à medida que reconhecem a capacidade de se comunicarem e interagirem em inglês, percebendo o aprendizado como uma experiência acessível e prazerosa.
Além disso, a ludicidade desempenha um papel fundamental na motivação e na criação de um vínculo afetivo com o inglês, fator determinante para a continuidade e o sucesso do processo de aprendizagem. Quando o aprendizado é associado a experiências prazerosas, positivas e emocionalmente significativas, os estudantes desenvolvem mais interesse pela língua, ampliam sua curiosidade natural e se sentem encorajados a participar cada vez mais.
Outro aspecto relevante é o potencial das atividades lúdicas para promover a integração social, o trabalho em equipe e a cooperação. Em jogos e brincadeiras compartilhadas e em dramatizações em pares ou grupos, eles não apenas praticam a língua, mas também desenvolvem competências interpessoais, cognitivas, motoras e comunicativas — fundamentais para a formação integral do sujeito.
Contudo, para que a ludicidade produza efeitos significativos no processo de aprendizagem, é imprescindível que as atividades sejam cuidadosamente planejadas. O uso do lúdico na sala de aula exige intencionalidade pedagógica, organização e coerência com os objetivos educacionais. O brincar, nesse contexto, não pode ser confundido com improvisação ou mero entretenimento; deve estar alinhado aos conteúdos propostos e às competências
a serem desenvolvidas, garantindo, assim, um percurso de ensino-aprendizagem eficaz e significativo. Portanto, este material didático compreende o lúdico como um recurso pedagógico valioso e potente, desde que utilizado com clareza de propósitos e em sintonia com necessidades, interesses e carac-
1. Definir o objetivo da atividade
terísticas dos estudantes. Incorporar o brincar ao planejamento pedagógico é reconhecer que aprender pode – e deve – ser uma experiência prazerosa, envolvente e transformadora. Para tal, é importante considerar os seguintes pontos.
É preciso refletir sobre a intencionalidade pedagógica. Pergunte-se:
• O que pretendo desenvolver com esta atividade?
• Quais conteúdos os estudantes deverão praticar?
• Quais habilidades ou competências pretendo promover?
• Qual resultado espero alcançar ao final da proposta?
2. Conhecer o público-alvo
É preciso atenção às características específicas da turma. Considere:
• a faixa etária dos estudantes e seu nível de desenvolvimento na língua inglesa;
• o tamanho da turma, que pode influenciar na dinâmica da atividade (em turmas maiores, o trabalho em grupos pode ser mais produtivo);
• os interesses e preferências dos estudantes, que contribuem para o engajamento;
• a presença de estudantes com deficiência, o que pode demandar adaptações nos materiais, nas instruções e na organização do espaço.
3 Organizar os materiais
Prepare os materiais com antecedência, levando em conta as particularidades da turma. Considere o número de estudantes, o espaço disponível, a faixa etária e possíveis necessidades específicas. É recomendável ter materiais extras à disposição, a fim de prevenir imprevistos e garantir que todos tenham acesso igualitário aos materiais para a atividade.
4 Gerenciar o tempo
Estime o tempo necessário para a atividade com uma margem de flexibilidade, prevendo todas as etapas do processo: explicações iniciais, organização dos estudantes em pares ou grupos, adequação do espaço físico, eventuais repetições e encerramento. Considere que atividades que envolvem jogos, brincadeiras e dramatizações costumam demandar mais tempo do que o previsto, especialmente quando os estudantes se envolvem com entusiasmo.
5. Avaliar a atividade
A avaliação vai além da observação do desempenho linguístico, envolve também a análise da participação, do engajamento e da dinâmica da turma. É importante registrar, durante ou logo após a prática, percepções sobre:
• o que funcionou bem e contribuiu para o sucesso da atividade;
• o que não saiu como esperado e pode ser ajustado em futuras aplicações;
• o grau de envolvimento dos estudantes (quem participou mais, quem teve dificuldades);
• quais erros foram recorrentes e demandam a retomada de conteúdos.
Sugerimos a seguir alguns livros que propõem atividades lúdicas e dinâmicas que podem ser desenvolvidas na sala de aula.
• DIGIACOMO, Michael. ESL games for the classroom: 101 interactive activities to engage your students with minimal prep. Califórnia: Rockridge Press, 2018.
• MATOS, Francisco Gomes de. Criatividade no ensino de inglês: a resourcebook. São Paulo: Disal, 2019.
• SILVA, Solimar. Dinâmicas e jogos para aulas de idiomas. 2. ed. São Paulo: Vozes, 2013.
• UR, Penny; WRIGHT, Andrew. Five-minute activities: a resource book of short activities. Cambridge: Cambridge University Press, 1992.
O uso de língua portuguesa nas aulas de língua inglesa
A pesquisadora Flávia Herker Lopes Bernabé (2008) ressalta que o uso da primeira língua pelos estudantes é um fenômeno praticamente inevitável no processo de aprendizagem de uma língua estrangeira. Isso ocorre porque eles naturalmente mobilizam os saberes adquiridos em sua primeira língua para compreender os conteúdos apresentados na língua estrangeira. Segundo a autora:
O uso de L1 (Primeira Língua/Língua Materna) pelo aluno durante o processo ensino-aprendizagem é quase inevitável, já que o aluno faz uso dessa língua materna para a aprendizagem da LE (Língua Estrangeira). A estratégia de transferência linguística usada pelo aluno, ao aprender a LE, é baseada no conhecimento que ele tem de sua língua materna, ou seja, o aluno já sabe a L1 e sabe como usá-la, e isso lhe permite formular hipóteses, fazer inferências, deduções e comparações com a LE. [...]
BERNABÉ, Flávia Herker Lopes. O uso da língua materna no ensino de língua estrangeira. Diálogos Pertinentes, Franca, v. 4, n. 4, jan./dez. 2008. p. 245.
Ainda segundo a autora, a presença da primeira língua em sala de aula, quando utilizada de forma consciente e pedagógica, pode contribuir para o desenvolvimento de uma maior consciência me-
talinguística por parte dos estudantes, ao permitir a observação e a reflexão sobre as semelhanças e diferenças estruturais, lexicais e pragmáticas entre as duas línguas. Essa comparação ativa promove uma aprendizagem mais significativa, pois incentiva a construção de pontes cognitivas entre a língua já dominada e a língua em aprendizagem.
Diante dessa perspectiva, esta obra reconhece a importância da língua portuguesa como uma ferramenta mediadora e facilitadora da aprendizagem da língua inglesa, especialmente nesta etapa da escolarização, em que muitos estudantes têm seu primeiro contato sistemático com a língua inglesa. Assim, o uso da língua portuguesa não é visto como um obstáculo, mas como um recurso pedagógico legítimo, desde que utilizado com intencionalidade.
À medida que os estudantes progridem em seu percurso de aprendizagem e desenvolvem maior domínio da língua inglesa, o uso da língua portuguesa vai sendo gradualmente reduzido, em conformidade com os princípios de um ensino voltado para a imersão progressiva na língua-alvo. O objetivo é que os estudantes se tornem cada vez mais independentes, confiantes e capazes de operar diretamente em inglês, sem que, no entanto, sintam-se perdidos ou desmotivados nos estágios iniciais do processo.
Tal perspectiva dialoga com abordagens contemporâneas de ensino de línguas que reconhecem a sala de aula como um espaço multilíngue e multicultural, onde as línguas dos estudantes devem ser vistas como aliadas pedagógicas, para promover inclusão, respeito às identidades linguísticas e desenvolvimento da competência comunicativa na língua estrangeira.
Assim, esta obra assume uma postura pedagógica flexível, acolhedora e crítica em relação ao uso da língua portuguesa, compreendendo-a como um apoio didático que contribui para a construção ativa do conhecimento, favorecendo tanto a compreensão quanto o engajamento dos estudantes com a língua inglesa. O equilíbrio entre a exposição à língua inglesa e o apoio proporcionado pela língua portuguesa é fundamental para garantir uma aprendizagem mais eficaz, acessível e significativa para todos os estudantes – especialmente aqueles que enfrentam barreiras linguísticas, cognitivas ou emocionais em seu processo formativo.
O quadro apresentado a seguir mostra a progressão dos conteúdos deste volume, destacando as habilidades, as competências e os temas contemporâneos transversais da BNCC trabalhados em cada unidade.
Trata-se de um quadro que pode ser utilizado para ter uma visão geral dos conteúdos das unidades, assim como facilitar a busca por orientações e comentários de práticas pedagógicas sugeridas nas orientações ao professor correspondentes ao Livro do Estudante.
Quadro de distribuição dos conteúdos – 5º ano
Unidade Tema Conteúdos Competências gerais Temas contemporâneos transversais
Welcome Retomada de conteúdos do volume anterior
1 – A tour at school Espaços da escola, pessoas que participam da escola e verbo modal have to
2 – Let’s play? Esportes, equipamentos esportivos e verbo modal can
• Reconhecer conteúdos aprendidos
• Classroom, library, gym, playground, cafeteria, toilet, teacher, student, principal, librarian, janitor, cook
• Have to, don’t have to, has to, doesn’t have to
• Soccer, basketball, volleyball, swimming, cycling, running, table tennis, karate, gymnastics, surfing, skateboarding, clibing
• Ball, racket, goggles, helmet, cleats, board
• Can, can’t
Remember Revisão das unidades 1 e 2
3 – My routine Dias da semana, atividades de rotina e advérbios de frequência
• Conteúdos das unidades 1 e 2
• Sunday, Monday, Tuesday, Wednesday, Thursday, Friday, Saturday
• Wake up, brush my teeth, take a shower, have breakfast, have lunch, have dinner, go to school, go home, exercise, do homework, watch television, play games, spend time with family or friends, go to bed
• Always, usually, sometimes, never
CG4, CG9, CG10 Vida familiar e social
4 – Occupations Ocupações e verbo to be
Remember Revisão das unidades 3 e 4
Goodbye Revisão de conteúdos do volume
Transcriptions Transcrição dos áudios
• Teacher, student, doctor, veterinarian (vet), mechanic, hairdresser, gardener, waiter/waitress, cook, tailor, salesperson, driver
• Verbo to be (am, is, are)
• Conteúdos das unidades 3 e 4
• Conteúdos das unidades 1 a 4
CG2, CG5, CG8 Saúde
CG4, CG5Ciência e tecnologia
CG2, CG5, CG6Trabalho, Ciência e tecnologia
As propostas de cronogramas apresentadas a seguir têm como objetivo orientar a distribuição das unidades em planejamentos bimestrais, trimestrais e semestrais, respeitando a organização dos volumes anteriormente mencionada.
Cabe destacar que essas sugestões não contemplam outras atividades que possam surgir ao longo do ano letivo, como projetos, eventos escolares ou avaliações institucionais, e que devem ser incorporadas ao planejamento de forma articulada.
Para elaborar essas sugestões, consideramos 200 dias letivos de aula, ou 40 semanas; no entanto, o cronograma deve ser ajustado conforme as especificidades de cada turma, levando em consideração o contexto, o ritmo de aprendizagem dos estudantes e o uso de diferentes recursos e estratégias pedagógicas, que vão além do livro didático.
3 º , 4 º E 5 º ANOS
Bimestre
1º bimestre
Welcome Unit 1
2º bimestre Unit 2 Remember
3º bimestre
3
4º bimestre Unit 4 Remember
Sugestão de planejamento bimestral
Seções/Unidades
Trimestre
1º trimestre Welcome Unit 1
2º trimestre Unit 2 Remember Unit 3
3º trimestre Unit 4 Remember Goodbye
Sugestão de planejamento trimestral
Seções/Unidades
Semestre
1º semestre Welcome Unit 1
Sugestão de planejamento semestral
Seções/Unidades
2º semestre Unit 3 Unit 4 Remember
COSTA, Renato Pinheiro da; CASSIMIRO, Élida Estevão; SILVA, Rozinaldo Ribeiro da. Tecnologias no processo de alfabetização nos anos iniciais do ensino fundamental. Docência e Cibercultura, Rio de Janeiro, v. 5, n. 1, p. 97-116, jan./abr. 2021. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/ re-doc/article/view/53068/36747. Acesso em: 16 ago. 2025.
Nesse artigo, os autores abordam a influência da tecnologia no desenvolvimento do processo de alfabetização.
LIMA, Aurilia de Brito et al. (org.). Políticas de inclusão na educação básica. Curitiba: Appris, 2024.
Coletânea de textos que abordam os principais marcos das políticas públicas relacionadas à inclusão, desde as temáticas mais amplas até as mais específicas.
MIRANDA, Elaine (coord.). Educação inclusiva e a parceria da família: uma dimensão terapêutica.
São Paulo: Literare Books International, 2021.
Nesse livro, são abordados aspectos da inclusão com base em evidências científicas. Além disso, busca-se evidenciar a importância da participação da família na educação inclusiva.
SANTOS, Maria Lucia dos; PERIN, Conceição Solange Bution. A importância do planejamento de ensino para o bom desempenho do professor em sala de aula. Cadernos PDE, Curitiba, v. 1, p. 1-24, 2013. (Os Desafios da Escola Pública Paranaense na Perspectiva do Professor PDE).
Nesse artigo, as autoras destacam a importância do planejamento e apresentam propostas que auxiliam o professor a realizar seus planejamentos.
SILVA, Janssen Felipe da; HOFFMANN, Jussara; ESTEBAN, Maria Teresa (org.). Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. Porto Alegre: Mediação, 2012.
Esse livro discute as práticas avaliativas em diferentes áreas do currículo, com destaque para a elaboração de práticas de avaliação articuladas ao fazer pedagógico.
BACICH, Lilian; MORAN, José (org.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018.
Esse livro apresenta a importância das estratégias de metodologias ativas para desenvolver a autonomia dos estudantes, valorizando a participação efetiva deles no processo de aprendizado.
BENDER, William N. Aprendizagem baseada em projetos: educação diferenciada para o século XXI. Tradução de Fernando de Siqueira Rodrigues. Porto Alegre: Penso, 2014.
Nesse livro, o autor destaca as diretrizes práticas para o trabalho com projetos em sala de aula, fornecendo subsídios para o professor planejar aulas mais eficazes e motivadoras.
BERNABÉ, Flávia Herker Lopes. O uso da língua materna no ensino de língua estrangeira. Diálogos Pertinentes, Franca, v. 4, n. 4, p. 243-257, jan./dez. 2008.
Nesse artigo, a autora discute o papel da primeira língua no ensino de línguas estrangeiras, analisando como seu uso pode contribuir para o processo de aprendizagem.
BRASIL. Congresso Nacional. Grupo de Trabalho Alfabetização Infantil: os novos caminhos: relatório final. 3. ed. Brasília: Câmara dos Deputados, 2019. Disponível em: http://alfabetizacao. mec.gov.br/images/pdf/alfabetizacao_infanti_novos_caminhos_gastao_vieira.pdf. Acesso em: 5 set. 2025.
Esse relatório é um dos primeiros documentos produzidos no país sobre a temática e apresenta as pesquisas de cientistas internacionais da Ciência Cognitiva da Leitura que poderiam contribuir de modo significativo para a política de alfabetização do Brasil.
BRASIL. Lei nº 8 069, de 13 de julho de 1990. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/leis/l8069.htm. Acesso em: 5 set. 2025.
O Estatuto da Criança e do Adolescente, também conhecido como ECA, é um documento que visa garantir os direitos fundamentais de crianças e adolescentes, assegurando proteção integral, saúde, educação e dignidade.
BRASIL. Ministério da Educação. Conscientização para o uso de celulares na escola: por que precisamos falar sobre isso? Brasília: MEC, 2025. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/ celular-escola/guia-escolas.pdf. Acesso em: 9 ago. 2025.
Esse documento traz orientações práticas que ajudam o professor na implantação da Lei nº 15.100, que regulamenta o uso de dispositivos eletrônicos portáteis pelos estudantes nas escolas.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 5 set. 2025.
Documento que determina as competências gerais e específicas, as habilidades e as aprendizagens que os estudantes brasileiros da Educação Básica precisam desenvolver e colocar em prática ao longo de sua trajetória escolar.
BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para Educação Básica: diversidade e inclusão. Brasília: MEC: SEB: Dicei, 2013. Disponível em: https://www.gov. br/mec/pt-br/media/etnico_racial/pdf/diretrizes_curriculares_nacionais_para_educacao_basica_ diversidade_e_inclusao_2013.pdf. Acesso em: 5 set. 2025.
Esse documento traz princípios, fundamentos e procedimentos que norteiam as políticas públicas de educação e auxiliam o professor a elaborar, planejar, executar e avaliar práticas pedagógicas na Educação Básica.
BRASIL. Ministério da Educação. Temas contemporâneos transversais na BNCC: contexto histórico e pressupostos pedagógicos. Brasília: MEC, 2019. Disponível em: http:// basenacionalcomum.mec.gov.br/images/implementacao/contextualizacao_temas_ contemporaneos.pdf. Acesso em: 5 set. 2025.
Esse documento apresenta os temas contemporâneos transversais da BNCC e explica a importância de sua utilização no processo de ensino-aprendizagem.
BRITO, Giseli Artioli; FLORES, Maria Marta Lopes. A inclusão de alunos com deficiência intelectual: em foco as práticas pedagógicas. Boletim de Conjuntura, Boa Vista, ano V, v. 16, n. 48, p. 340-359, 2023. Disponível em: https://revista.ioles.com.br/boca/index.php/revista/article/view/2879/966. Acesso em: 18 ago. 2025.
Nesse artigo, as autoras abordam os principais aspectos que influenciaram os resultados de uma pesquisa sobre a inclusão escolar e a qualidade da educação.
CORDEIRO, Claudia Talochinski; OLIVEIRA, Ivanete da Rosa Silva de (org.). Educação e políticas inclusivas: ressignificando a diversidade. Londrina: Syntagma Editores, 2020.
Nessa obra, as autoras discutem a inclusão de estudantes com deficiência na escola regular.
DINIZ, Margareth; VASCONCELOS, Renata Nunes (org.). Pluralidade cultural e inclusão na formação de professores e professoras. Belo Horizonte: Formato Editorial, 2004.
Nessa obra, são propostas reflexões sobre as práticas educativas e as ações pedagógicas voltadas para uma postura inclusiva.
FAZENDA, Ivani (org.). O que é interdisciplinaridade? 2. ed. São Paulo: Cortez, 2013. Esse livro destaca como são feitas e articuladas diferentes áreas de conhecimento, sob a mediação do professor, ao longo de etapas de projetos que nascem e se desenvolvem dentro das salas de aula.
FAZENDA, Ivani (coord.). Práticas interdisciplinares na escola. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2017.
Nessa obra, são reunidos diversos textos sobre práticas docentes interdisciplinares no espaço escolar.
KLEIN, Julie Thompson. Ensino interdisciplinar: didática e teoria. In: FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (org.). Didática e interdisciplinaridade. 17. ed. Campinas: Papirus, 2017. (Coleção Práxis). E-book. O livro apresenta as contribuições de vários autores sobre os temas da interdisciplinaridade e da didática, nos quais o professor, com base no cotidiano de suas práticas, segue o caminho da invenção, da descoberta, da pesquisa e da construção.
FERNANDES, Domingos. Avaliação formativa. Lisboa: Universidade de Lisboa/Instituto de Educação, 2021. Disponível em: https://apoioescolas.dge.mec.pt/sites/default/files/2021-02/ folha_avaliacao_formativa.pdf. Acesso em: 6 set. 2025.
Esse material apresenta ações práticas que podem auxiliar o professor no planejamento das estratégias de avaliação.
FERREIRO, Emilia. Alfabetização em processo. 21. ed. São Paulo: Cortez, 2015.
Nesse livro, a autora explica como o processo de alfabetização ocorre no cérebro dos estudantes e sua influência no desenvolvimento dos conhecimentos de outras áreas.
GIMENEZ, Telma et al. Inglês como língua franca: desenvolvimentos recentes. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, Belo Horizonte, v. 15, n. 3, p. 593-619, jul./set. 2015.
Nesse artigo, os autores dão contribuições sobre o papel do inglês como língua franca global, abordando teorizações, formação de professores e desenvolvimentos futuros do inglês como língua franca.
HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. São Paulo: Ática, 2008.
Nesse livro, a autora explicita que a avaliação deve ser uma ação contínua, pois faz parte do processo de ensino-aprendizagem. Por isso, a ação avaliativa também deve ser aplicada de diversas maneiras para diagnosticar, controlar e classificar esse processo.
HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2005.
Aborda as relações entre uma concepção dialética de avaliação e os caminhos da aprendizagem.
JOIA, Michele. A inclusão de crianças na escola: o papel do educador diante das dificuldades de aprendizagem. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak, 2023.
Nesse livro, a autora fornece dicas sobre a inclusão na escola utilizando os conhecimentos que ela construiu com base em sua experiência em sala de aula.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
Nessa obra, o autor propõe uma abordagem que integra análise de gêneros, compreensão textual e ensino de língua, defendendo que o trabalho com textos autênticos e situados contribui para o desenvolvimento da competência comunicativa dos estudantes.
MARTINS, Viviane Lima. O lúdico no processo ensino-aprendizagem de língua inglesa. Revista Científica Intraciência, ed. 10, p. 1-21, dez. 2015. Disponível em: http://uniesp.edu.br/sites/ _biblioteca/revistas/20170531134517.pdf. Acesso em: 18 set. 2025.
Nesse artigo, a autora discute a importância do lúdico no processo de ensino-aprendizagem da língua inglesa, destacando como jogos, brincadeiras e atividades interativas podem tornar o aprendizado mais significativo, motivador e eficaz.
MELLO, Fabiane de Oliveira; ALLIPRANDINI, Paula Mariza Zedu. Estratégias de aprendizagem de alunos do ensino fundamental em processo de alfabetização. Revista de Psicología, Lima, v. 40, n. 2, p. 935-955, 2022. Disponível em: https://revistas.pucp.edu.pe/index.php/psicologia/article/ view/25503/24038. Acesso em: 16 ago. 2025.
Nesse artigo, as autoras fazem uma análise qualitativa de algumas estratégias de ensino comumente utilizadas no processo de alfabetização.
MOREIRA, Antonio Flávio; CANDAU, Vera Maria (org.). Multiculturalismo: diferenças culturais e práticas pedagógicas. Petrópolis: Vozes, 2008.
O termo multiculturalismo tem sido amplamente usado e envolve distintas instâncias. Na escola, apresenta relação direta com a pluralidade cultural e a realidade cultural contemporânea. A obra tem como objetivo incentivar discussões, estudos e pesquisas que instiguem práticas renovadas em prol de uma sociedade mais justa e solidária.
REIS, Ana Valéria Sampaio de Almeida; DAROS, Thuinie; TOMELIN, Karina Nones. Layouts criativos para aulas inovadoras. Maringá: B42, 2023.
Nesse livro, as autoras sugerem diferentes estratégias de layout das salas de aula a fim de envolver e criar experiências marcantes para os estudantes.
SILVA, Eva Aparecida Gomes da. O desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem do aluno com necessidades educacionais especiais. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, São Paulo, v. 9, n. 3, p. 1673-1681, mar. 2023. Disponível em: https:// periodicorease.pro.br/rease/article/view/8972/3542. Acesso em: 14 ago. 2025.
Nesse artigo, a autora destaca a importância das atividades lúdicas no processo de ensino-aprendizagem dos estudantes com necessidades educacionais especiais.
SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2018.
Nesse livro, a autora incentiva a releitura de artigos que discutem as práticas escolares de alfabetização e letramento.
VIOLÊNCIA escolar e bullying: relatório sobre a situação mundial. Brasília: Unesco, 2019. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000368092/PDF/368092por.pdf. multi. Acesso em: 5 set. 2025.
Nesse relatório, são apresentados dados sobre a violência escolar e o bullying, além de iniciativas que podem contribuir para a redução dessas ocorrências.