Inglês


Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Editora responsável: Karina Otsuka Nihonmatsu
Organizadora:
EDITORA NOVO RUMO
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo.
Componente curricular: Língua Inglesa
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Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Editora responsável: Karina Otsuka Nihonmatsu
Organizadora:
EDITORA NOVO RUMO
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo.
Componente curricular: Língua Inglesa
Organizadora: EDITORA NOVO RUMO
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo.
Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Editora responsável: Karina Otsuka Nihonmatsu
Especialista em Ensino-Aprendizagem da Língua Inglesa pela Universidade Norte do Paraná (Unopar-PR).
Licenciada em Letras - Língua Inglesa e Respectivas Literaturas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Atuou como professora de Inglês em cursos de idiomas e escolas do Ensino Básico. Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Componente curricular: Língua Inglesa
1ª edição Londrina, 2025
Copyright © Editora Novo Rumo, 2025.
Edição Denise de Andrade Santos Oliveira, Karina Otsuka Nihonmatsu
Assistência editorial Brunna Caciolato Carbonera, Nathália Consolin
Revisão técnica Nádia Ferrari de Abreu
Preparação e revisão Moisés Manzano da Silva (coord.)
Gerência de produção editorial Camila Rumiko Minaki Hoshi
Supervisão de produção editorial Priscilla de Freitas Cornelsen Rosa
Assistência de produção editorial Lorena França Fernandes Pelisson
Coordenação de produção de arte Tamires Rose Azevedo
Edição de arte Felipe Grigoli
Projeto gráfico e design Dayane Barbieri, Keithy Mostachi, Laís Garbelini
Projeto de capa Marcela Pialarissi
Ilustrações de capa Giovana Medeiros
Coordenação de diagramação Adenilda Alves de França Pucca - Nil
Diagramação Laryssa Dias Almeron dos Santos, Teclas editorial
Autorização de recursos João Henrique Pedrão Feliciano
Iconografia Alessandra Roberta Arias, Vinícius Costa (trat. imagens)
Coletânea de áudios
Gerência de produção Erick Lopes de Almeida
Produção Cristiano Prazeres, Carlos Cassemiro, Renan Alves
Locução Anna Paula Doro, Daniel Weber, Priscila Hochstedler, Thomas Marques
Edição, mixagem e masterização Raphael Gazal
Estúdio de gravação Rockets Audio
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Plantar inglês : 1º ano : anos iniciais do ensino fundamental / organizadora
Editora Novo Rumo ; obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo ; editora responsável Karina Otsuka Nihonmatsu. -- 1. ed. -- Londrina, PR : Editora Novo Rumo, 2025. Componente curricular: Língua inglesa.
ISBN 978-65-5158-088-8(livro do estudante)
ISBN 978-65-5158-084-0(livro do professor)
ISBN 978-65-5158-158-8(livro do estudante HTML5)
ISBN 978-65-5158-156-4(livro do professor HTML5)
1. Língua inglesa (Ensino fundamental) I. Nihonmatsu, Karina Otsuka. II. Série.
25-299219.0
CDD-372.652
Índices para catálogo sistemático:
1. Língua inglesa : Ensino fundamental 372.652
Eliete Marques da Silva - Bibliotecária - CRB-8/9380
Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA NOVO RUMO.
Avenida Doutor Adhemar Pereira de Barros, 1500, sala 804 - Bela Suíça - Londrina-PR CEP 86047-250 - Tel. (43) 3367-2030 contato@editoranovorumo.com.br
Elaboração de originais
Karina Otsuka Nihonmatsu
Especialista em Ensino-Aprendizagem da Língua Inglesa pela Universidade Norte do Paraná (Unopar-PR).
Licenciada em Letras - Língua Inglesa e Respectivas Literaturas pela Universidade Estadual de Londrina (UELPR).
Atuou como professora de Inglês em cursos de idiomas e escolas do Ensino Básico.
Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Denise de Andrade Santos Oliveira
Mestra em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Especialista em Língua Inglesa pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Licenciada em Letras, com habilitação em Português e Língua Inglesa Moderna com as Respectivas Literaturas, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Elaboradora e editora de materiais didáticos.
Marina Guimarães Nascimento
Mestra em Educação Escolar pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp-SP) – campus Araraquara.
Especialista em Revisão Prática de texto pela Faculdade Unyleya (RJ).
Especialista em Gestão das Políticas Públicas Educacionais pela União Brasileira de Faculdades (UniBF-PR).
Licenciada e bacharela em Letras - Língua Portuguesa e Língua Estrangeira: Inglês pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp-SP) – campus Araraquara.
Elaboradora de materiais didáticos.
Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro foram produzidas com fibras obtidas de árvores de florestas plantadas, com origem certificada.
Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD CNPJ 61.186.490/0016-33
Avenida Antonio Bardella, 300 Guarulhos-SP – CEP 07220-020 Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375
Acreditamos que o aprendizado em Língua Inglesa é essencial para que os estudantes se tornem cidadãos ativos e capazes de pensar de forma autônoma e crítica. Esta coleção foi cuidadosamente pensada para ser uma parceira nessa missão, proporcionando uma abordagem integrada e relevante.
Ao longo de cada unidade, o conteúdo se conecta diretamente com a realidade dos estudantes, valorizando o que eles já sabem e incentivando a construção de novos conhecimentos. Nessa dinâmica, o professor não é apenas um detentor do saber, mas um guia e um mediador, orientando os estudantes a serem os protagonistas de sua aprendizagem.
Para apoiar essa jornada, apresentamos este Livro do Professor. Na primeira parte dele, você encontra informações sobre a estrutura da coleção e a Reprodução do Livro do Estudante com as orientações ao professor nas laterais e nos rodapés das páginas reproduzidas, com comentários práticos para auxiliar no dia a dia em sala de aula, como orientações sobre os conteúdos das unidades, atividades extras, momentos sugeridos de avaliação, entre outros subsídios. Na segunda parte, apresentamos o Manual do Professor, onde você encontra desde a estrutura da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e fundamentos teórico-metodológicos da coleção até recursos práticos, como estratégias de avaliação diversificadas, modelos de planejamento de rotina e de sequência didática, quadro de distribuição dos conteúdos e sugestões de cronogramas que contribuem para o desenvolvimento docente.
É importante ressaltar que as sugestões podem ser adequadas de acordo com a realidade da turma e da escola. Esperamos que seja uma ferramenta útil e enriquecedora no processo de ensino-aprendizagem, possibilitando a formação de cidadãos críticos e participativos na sociedade.
Desejamos a você um ótimo ano letivo!
Os volumes de 1º e 2º anos desta coleção são destinados aos estudantes e professores dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Cada volume é organizado em unidades, que, por sua vez, são subdivididas em seções que desenvolvem as competências gerais propostas pela BNCC. Além disso, durante o desenvolvimento dos conteúdos, a coleção aborda os temas contemporâneos transversais, contribuindo para a formação de cidadãos críticos e atuantes na sociedade.
Além dos volumes impressos, a coleção apresenta a versão digital do Livro do Estudante e do Livro do Professor. Esses materiais digitais apresentam recursos acessíveis, favorecendo a utilização por todos os estudantes.
O LIVRO DO ESTUDANTE
A seguir, apresentamos a estrutura do Livro do Estudante, explicando as características das seções e de outros elementos que compõem a coleção.
WELCOME
Seção que permite uma avaliação diagnóstica, a fim de verificar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre a língua inglesa.
PÁGINAS DE ABERTURA
Têm como objetivos marcar o início de cada unidade, despertar a atenção dos estudantes para o que será abordado e relacionar os conteúdos aos conhecimentos prévios e à sua realidade próxima.
LEARN AND PRACTICE
Seção que apresenta vocabulário e frases relacionados aos temas das unidades. As atividades visam desenvolver leitura, escrita, compreensão oral e produção oral em língua inglesa. Disponibiliza recursos, como as faixas de áudio, que introduzem o vocabulário e as estruturas de frases, e o boxe Reflect, que explora assuntos sociais e culturais.
SING ALONG
Seção que apresenta canções em inglês relacionada aos temas das unidades. Ao cantar e dançar coletivamente, os estudantes aprendem novas palavras e praticam sons em língua inglesa de forma espontânea e prazerosa, além de interagirem socialmente.
HANDS ON
Seção que propõe a criação de algo relacionado aos temas das unidades usando materiais manipuláveis, como cartolina, lápis de cor, tesoura, cola, massa de modelar, entre outras opções. As atividades possibilitam que os estudantes coloquem a mão na massa, desenvolvam habilidades sensório-motoras e usem a criatividade.
WHAT I KNOW
Seção que propõe uma autoavaliação para que os estudantes façam uma reflexão sobre o desempenho nos conteúdos trabalhados ao longo da unidade.
REMEMBER
Seção, apresentada a cada duas unidades, que contém atividades para revisar os conteúdos. Os estudantes podem fazê-las em sala de aula ou como tarefa para casa.
GOODBYE
Seção que permite uma avaliação somativa, a fim de verificar o desempenho dos estudantes nos conteúdos trabalhados ao longo do volume.
STORYTIME
Seção que apresenta um gênero textual da esfera literária para apreciação dos estudantes. Após a leitura, são propostas atividades de interpretação textual e análise das características do gênero abordado.
ADDITIONS
Seção que propõe materiais complementares relacionados às atividades de algumas unidades, de caráter mais lúdico, para que os estudantes possam ampliar a prática na língua inglesa.
BIBLIOGRAPHY
Seção com referências comentadas de materiais consultados na elaboração do Livro do Estudante.
BOXES
As unidades, além de seções, são compostas dos seguintes boxes:
• Notes: apresenta informações complementares, como aspectos da língua inglesa e curiosidades culturais.
• Vocabulário: apresenta a definição de palavras
que aparecem em textos e atividades e que os estudantes possam não conhecer.
• Attention: dicas e pontos de atenção que auxiliam os estudantes no desenvolvimento das atividades.
• Reflect: apresenta texto, imagem e questões que abordam temas sociais e culturais, relacionados aos temas contemporâneos transversais da BNCC, para que os estudantes possam desenvolver o pensamento crítico e reflexivo.
• Explore: sugestões de materiais e espaços de visitação, com o objetivo de ampliar o repertório dos estudantes.
ÍCONE
Indica que os estudantes devem responder à atividade oralmente.
ÍCONE TRACK
Indica que há faixa de áudio que auxilia os estudantes no estudo de alguns assuntos.
O LIVRO DO
Este Livro do Professor é organizado em duas partes. Esta primeira parte apresenta a estrutura da coleção e a Reprodução do Livro do Estudante, que se refere à reprodução das páginas do Livro do Estudante em tamanho reduzido, com respostas e possíveis comentários para você. Nas laterais e nos rodapés dessas páginas, as orientações ao professor propõem comentários, sugestões de condução para as atividades e respostas de algumas atividades que não foram apresentadas na reprodução da página do Livro do Estudante. Essas orientações colaboram para a prática docente e seu dia a dia em sala de aula e foram elaboradas de modo a explicitar os procedimentos das aulas de forma prática e ao mesmo tempo detalhada, oferecendo suporte à prática docente.
A segunda parte, apresentada após a Reprodução do Livro do Estudante, é intitulada Manual do Professor. Ela apresenta a estrutura da BNCC e a fundamentação teórico-metodológica da coleção e aborda diversos assuntos que contribuem para o desenvolvimento docente e para o dia a dia em sala de aula. Além disso, apresenta um quadro de distribuição dos conteúdos com as competências gerais e os temas contemporâneos transversais da BNCC que estão sendo desenvolvidas em cada unidade e sugestões de cronogramas bimestrais, trimestrais e semestrais. Ao final dessa parte, são apresentadas sugestões de referências complementares para a prática docente e as
referências bibliográficas comentadas utilizadas como consulta para a produção das orientações ao professor e do Manual do Professor
Observe a seguir como as orientações ao professor, que constam na primeira parte deste Livro do Professor, estão estruturadas.
OBJETIVO(S)
Destaca o(s) objetivo(s) pedagógico(s) de cada seção do Livro do Estudante
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Fornece sugestões de condução de como a unidade pode ser iniciada para que o estudante reflita sobre o tema a ser estudado e verifique quais são os conhecimentos prévios que eles já têm sobre o tema proposto.
Apresenta as competências gerais e os temas contemporâneos transversais da BNCC que estão sendo desenvolvidos, destacando as relações entre esses elementos e o conteúdo.
Os comentários e as explicações de caráter prático referentes às atividades do Livro do Estudante e as considerações pedagógicas a respeito de possíveis dificuldades dos estudantes na resolução das atividades, bem como alternativas para consolidar conhecimentos, são inseridos em tópicos ao longo da unidade.
Apresenta as sugestões de respostas de algumas atividades e questões indicadas no Livro do Estudante.
Apresenta sugestões de atividades complementares que contribuem para diversificar as estratégias de aprendizagem.
Propõe avaliações formativas para que você possa acompanhar a aprendizagem dos estudantes em diferentes momentos, possibilitando, se for o caso, intervenções no ensino, com foco na recuperação da aprendizagem.
Destaca momentos em que é possível estabelecer relações entre componentes curriculares de diferentes áreas do conhecimento, além de orientações práticas sobre como realizar as articulações entre os conteúdos.
REFERÊNCIA(S) COMPLEMENTAR(ES)
Fornece sugestões de livros, sites, entre outros recursos, contribuindo para a sua formação.
Organizadora:
EDITORA NOVO RUMO
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo.
Editora responsável: Karina Otsuka Nihonmatsu
Especialista em Ensino-Aprendizagem da Língua Inglesa pela Universidade Norte do Paraná (Unopar-PR).
Licenciada em Letras - Língua Inglesa e Respectivas Literaturas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Atuou como professora de Inglês em cursos de idiomas e escolas do Ensino Básico. Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Componente curricular: Língua Inglesa
1ª edição Londrina, 2025
11/09/2025 14:00:35
Esta parte do Livro do Professor contém a Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido, com respostas das atividades e possíveis comentários para você. Além disso, nas laterais e rodapés há as orientações ao professor que servem como um guia para a prática pedagógica apresentando sugestões sobre como trabalhar as atividades, além de apresentar as respostas que não foram incluídas na reprodução das páginas. Para deixar mais evidente o sentido de leitura, em algumas páginas utilizamos as indicações e .
Copyright © Editora Novo Rumo, 2025.
Edição Denise de Andrade Santos Oliveira, Karina Otsuka Nihonmatsu
Assistência editorial Brunna Caciolato Carbonera, Nathália Consolin
Revisão técnica Nádia Ferrari de Abreu
Preparação e revisão Moisés Manzano da Silva (coord.)
Gerência de produção editorial Camila Rumiko Minaki Hoshi
Supervisão de produção editorial Priscilla de Freitas Cornelsen Rosa
Assistência de produção editorial Lorena França Fernandes Pelisson
Coordenação de produção de arte Tamires Rose Azevedo
Edição de arte Felipe Grigoli
Projeto gráfico e design Dayane Barbieri, Keithy Mostachi, Laís Garbelini
Projeto de capa Marcela Pialarissi
Ilustrações de capa Giovana Medeiros
Coordenação de diagramação Adenilda Alves de França Pucca - Nil
Diagramação Laryssa Dias Almeron dos Santos, Teclas editorial
Autorização de recursos João Henrique Pedrão Feliciano
Iconografia Alessandra Roberta Arias, Vinícius Costa (trat. imagens)
Coletânea de áudios
Gerência de produção Erick Lopes de Almeida
Produção Cristiano Prazeres, Carlos Cassemiro, Renan Alves
Locução Anna Paula Doro, Daniel Weber, Priscila Hochstedler, Thomas Marques
Edição, mixagem e masterização Raphael Gazal
Estúdio de gravação Rockets Audio
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Plantar inglês : 1º ano : anos iniciais do ensino fundamental / organizadora Editora Novo Rumo ; obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo ; editora responsável Karina Otsuka Nihonmatsu. -- 1. ed. -- Londrina, PR : Editora Novo Rumo, 2025. Componente curricular: Língua inglesa.
ISBN 978-65-5158-088-8(livro do estudante)
ISBN 978-65-5158-084-0(livro do professor)
ISBN 978-65-5158-158-8(livro do estudante HTML5)
ISBN 978-65-5158-156-4(livro do professor HTML5)
1. Língua inglesa (Ensino fundamental) I. Nihonmatsu, Karina Otsuka. II. Série.
CDD-372.652
25-299219.0
Índices para catálogo sistemático:
1. Língua inglesa : Ensino fundamental 372.652
Eliete Marques da Silva - Bibliotecária - CRB-8/9380
Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA NOVO RUMO.
Avenida Doutor Adhemar Pereira de Barros, 1500, sala 804 - Bela Suíça - Londrina-PR CEP 86047-250 - Tel. (43) 3367-2030 contato@editoranovorumo.com.br
Elaboração de originais
Karina Otsuka Nihonmatsu
Especialista em Ensino-Aprendizagem da Língua Inglesa pela Universidade Norte do Paraná (Unopar-PR).
Licenciada em Letras - Língua Inglesa e Respectivas Literaturas pela Universidade Estadual de Londrina (UELPR).
Atuou como professora de Inglês em cursos de idiomas e escolas do Ensino Básico.
Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Denise de Andrade Santos Oliveira
Mestra em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Especialista em Língua Inglesa pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Licenciada em Letras, com habilitação em Português e Língua Inglesa Moderna com as Respectivas Literaturas, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Elaboradora e editora de materiais didáticos.
Marina Guimarães Nascimento
Mestra em Educação Escolar pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp-SP) – campus
Araraquara.
Especialista em Revisão Prática de texto pela Faculdade Unyleya (RJ).
Especialista em Gestão das Políticas Públicas Educacionais pela União Brasileira de Faculdades (UniBF-PR).
Licenciada e bacharela em Letras - Língua Portuguesa e Língua Estrangeira: Inglês pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp-SP) – campus Araraquara.
Elaboradora de materiais didáticos.
Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro foram produzidas com fibras obtidas de árvores de florestas plantadas, com origem certificada.
Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD CNPJ 61.186.490/0016-33
Avenida Antonio Bardella, 300 Guarulhos-SP – CEP 07220-020 Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375
HELLO, STUDENT!
NA VIDA, A GENTE APRENDE E ENSINA O TEMPO TODO, E PROVAVELMENTE VOCÊ JÁ APRENDEU MUITO COM SEUS PROFESSORES, AMIGOS E CONHECIDOS.
NESTE LIVRO, HÁ MOMENTOS TANTO PARA COMPARTILHAR O QUE JÁ VIVEU QUANTO PARA NOVAS DESCOBERTAS. VOCÊ VAI LER E PRODUZIR TEXTOS EM LÍNGUA INGLESA, ENTENDER COMO FUNCIONAM CERTOS PROCESSOS SOCIAIS E CULTURAIS, ENTRE OUTROS ASSUNTOS.
ESPERAMOS QUE VOCÊ INTERAJA COM SEUS COLEGAS E PARTICIPE DAS ATIVIDADES, DESENVOLVENDO O GOSTO PARTICULAR POR NOVAS DESCOBERTAS. E NÃO SE ESQUEÇA DE QUE SEMPRE PODERÁ TIRAR AS SUAS DÚVIDAS COM O PROFESSOR.
APROVEITE CADA MOMENTO PARA TORNAR ESSE APRENDIZADO MAIS RICO E DIVERTIDO.
HAPPY STUDYING!
19/09/2025 15:15:49





WELCOME
NESSA SEÇÃO, VOCÊ VAI VERIFICAR O QUE JÁ SABE EM LÍNGUA INGLESA.
LEARN AND PRACTICE
SEÇÃO PARA VOCÊ CONHECER
PALAVRAS E FRASES
RELACIONADAS AOS TEMAS DAS UNIDADES E PRATICAR A LÍNGUA INGLESA PARA LER, ESCREVER, OUVIR E FALAR.







ABERTURA DE UNIDADE
ESSA SEÇÃO APRESENTA TÍTULO, IMAGEM E ATIVIDADES
RELACIONADAS AO TEMA QUE VOCÊ VAI ESTUDAR EM CADA UNIDADE. DESSA FORMA, VOCÊ JÁ FICA PREPARADO PARA O QUE VAI APRENDER.




SING ALONG
ESSA SEÇÃO APRESENTA CANÇÕES
RELACIONADAS AOS TEMAS DAS
UNIDADES PARA QUE VOCÊ POSSA
PRATICAR A LÍNGUA INGLESA
CANTANDO E SE DIVERTINDO.






WHAT I KNOW NESSA SEÇÃO, VOCÊ VAI FAZER UMA AUTOAVALIAÇÃO DOS CONTEÚDOS
ESTUDADOS AO LONGO DA UNIDADE E VERIFICAR O SEU APRENDIZADO EM CADA UM DELES.
HANDS ON SEÇÃO QUE PROPÕE COLOCAR A MÃO NA MASSA, USANDO A CRIATIVIDADE E DIVERSOS MATERIAIS MANIPULÁVEIS PARA PRODUZIR ALGO RELACIONADO AOS TEMAS DAS UNIDADES, COMO JOGOS E BRINCADEIRAS.
REMEMBER
ESSA SEÇÃO, APRESENTADA A CADA DUAS UNIDADES, CONTÉM ATIVIDADES DIVERSAS PARA REVISAR OS CONTEÚDOS ESTUDADOS. 5
19/09/2025 15:15:51








QUE AJUDARÃO NA COMPREENSÃO DO TEXTO.






NOTES NESSE BOXE, VOCÊ VAI APRENDER INFORMAÇÕES COPLEMENTARES SOBRE A LÍNGUA INGLESA, ALÉM DE CURIOSIDADES CULTURAIS.
APRESENTA O SIGNIFICADO DE ALGUMAS PALAVRAS EM LÍNGUA INGLESA.
19/09/2025 15:15:52




ATTENTION
BOXE COM DICAS PARA AUXILIAR NA ELABORAÇÃO DAS ATIVIDADES PROPOSTAS.
REFLECT
EXPLORE
NESSE BOXE, HÁ INDICAÇÕES DE MATERIAIS E ESPAÇOS PARA VISITAÇÃO PARA VOCÊ AMPLIAR SEUS CONHECIMENTOS A RESPEITO DO TEMA DE CADA UNIDADE.


BIBLIOGRAPHY
ESTA SEÇÃO CONTÉM AS REFERÊNCIAS DE LIVROS, REVISTAS E SITES QUE FORAM UTILIZADOS NA ELABORAÇÃO DO SEU LIVRO.
O DESENVOLVIMENTO NEUROLÓGICO DAS CRIANÇAS, MOSTRANDO DE QUE FORMA AS EXPERIÊNCIAS LÚDICAS SÃO ESSENCIAIS PARA A CONSTRUÇÃO DE HABILIDADES COGNITIVAS, MOTORAS, AFETIVAS E SOCIAIS. COLLINS DICTIONARY. DISPONÍVEL EM: https://www.collinsdictionary.com/pt/. DICIONÁRIO ONLINE QUE OFERECE DEFINIÇÕES DE PALAVRAS EM INGLÊS. CAPRA, FRITJOF ET AL ALFABETIZAÇÃO ECOLÓGICA PARA UM MUNDO
APARECE EM ATIVIDADES QUE NECESSITAM DE REPRODUÇÃO DE ÁUDIO. ESTE ÍCONE É ACOMPANHADO PELA NUMERAÇÃO DA FAIXA, FACILITANDO A LOCALIZAÇÃO DA GRAVAÇÃO.
Os sites indicados neste livro podem mostrar imagens e textos diferentes dos que foram pensados para o seu estudo. Isso acontece porque o conteúdo disponível on-line pode ser alterado com o tempo e variar conforme o histórico de pesquisa do usuário. Por isso, não temos como controlar as imagens e textos que aparecem em tais sites
NESSE BOXE, VOCÊ VAI LER UM TEXTO, OBSERVAR UMA IMAGEM E REFLETIR COM OS COLEGAS DE TURMA SOBRE DIFERENTES ASSUNTOS SOCIAIS E CULTURAIS QUE FAZEM PARTE DO COTIDIANO. 7
20/09/2025 11:39:54
1. A) Resposta pessoal. Os estudantes podem mencionar palavras relacionadas à tecnologia, como internet e download, e palavras vistas em embalagens ou placas, como ketchup e stop.
O INGLÊS É UMA LÍNGUA FALADA POR MUITAS PESSOAS EM VÁRIOS PAÍSES. NO BRASIL, VOCÊ JÁ PERCEBEU COMO ELE ESTÁ PRESENTE NO DIA A DIA? POR EXEMPLO, AO USAR UM SMARTPHONE, AO FREQUENTAR UM RESTAURANTE SELF-SERVICE OU AO JOGAR
VIDEOGAME. CONFIRA MAIS PALAVRAS EM INGLÊS QUE ENCONTRAMOS NO COTIDIANO.




ALÉM DAS PALAVRAS, TAMBÉM TEMOS CONTATO COM O INGLÊS AO OUVIR MÚSICAS, NAVEGAR NA INTERNET E USAR APLICATIVOS. ELE ESTÁ EM DIVERSAS SITUAÇÕES COTIDIANAS, E ESSE É UM DOS MOTIVOS PELOS QUAIS APRENDER E ENTENDER ESSA LÍNGUA É IMPORTANTE.
1. CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.
A ) QUAIS OUTRAS PALAVRAS EM INGLÊS FAZEM PARTE DO SEU COTIDIANO?
B ) POR QUE É IMPORTANTE PARA VOCÊ APRENDER O INGLÊS?
Resposta pessoal. Os motivos dos estudantes para aprender inglês podem variar de acordo com suas realidades e o projeto de vida que eles têm.
consolidados em português, como mouse
Em seguida, converse com eles sobre os motivos pelos quais muitas pessoas preferem usar os termos em inglês em vez dos equivalentes em português. Encoraje-os a refletir sobre como a exposição constante a produtos estrangeiros (como músicas, filmes, alimentos e tecnologias) cria uma familiaridade com as palavras em inglês, tornando-as mais naturais no discurso cotidiano.
• No item A da atividade 1, peça aos estudantes que, durante uma semana, re-
gistrem no caderno palavras em inglês que encontrarem no dia a dia, como em placas, anúncios, embalagens de produtos, jogos etc. Em sala de aula, oriente-os a compartilhar as palavras que encontraram, discutindo o significado delas e se há equivalentes em português. No item B, eles podem mencionar diferentes motivos pelos quais o inglês é importante, como para os estudos, para o acesso a fontes de entretenimento (jogos, músicas e filmes, por exemplo) e para o mercado de trabalho no futuro. É essencial respeitar
• Reconhecer o inglês como língua amplamente usada no mundo.
• Reconhecer palavras em inglês usadas no cotidiano brasileiro.
Pergunte aos estudantes o que sabem sobre o inglês e se conhecem alguma palavra da língua inglesa. Explique que o inglês é amplamente falado no mundo, facilitando a comunicação entre pessoas de diferentes nacionalidades. Destaque que ele é utilizado em diversos contextos, como nos negócios, na cultura pop, na tecnologia e na ciência. Diga que muitas palavras em inglês acabam sendo incorporadas ao vocabulário de outras línguas, como a língua portuguesa, e pergunte de quais palavras usadas no dia a dia eles se lembram. Dê exemplos de palavras, como shopping, internet e selfie, para ilustrar como o inglês está presente no cotidiano brasileiro e influencia nossa comunicação diária.
• Leia o texto da página com os estudantes. Explique que, para algumas palavras inglesas usadas no cotidiano brasileiro, existem equivalentes em português, como entrega para delivery Já alguns termos em inglês não possuem equivalentes
19/09/2025 11:08:25
e valorizar as diferentes respostas dos estudantes, promovendo um ambiente sem julgamentos e incentivando o pensamento crítico sobre o inglês em suas vidas.
BNCC
Ao refletirem sobre o uso de inglês por diversos falantes, investigando palavras dessa língua usadas no cotidiano brasileiro, os estudantes podem desenvolver a Competência geral 2
• Na atividade 2, leia com os estudantes o enunciado e as palavras em inglês usadas no cotidiano brasileiro. Auxilie-os caso desconheçam o significado de alguma delas. Em seguida, disponibilize um tempo para que encontrem na cena as imagens que representam essas palavras. Caso a turma possua algum estudante com deficiência visual, junte-o a um estudante vidente, que poderá ajudar com uma descrição detalhada da cena. Além disso, forneça a cena com relevos nas imagens que representam as palavras. Esses relevos podem ser feitos com cola de alto-relevo ou pedaços de barbante colados sobre as imagens. O estudante com deficiência poderá passar a mão sobre eles, identificando a localização das imagens que representam as palavras.
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem a bicicleta, o notebook (computador portátil), a calça jeans, o mouse, o shorts, o skate, a lata de spray e o tablet
2. EM DUPLA, LEIA EM VOZ ALTA OS EXEMPLOS DE PALAVRAS EM INGLÊS GERALMENTE USADAS NO COTIDIANO BRASILEIRO. A CADA PALAVRA, VOCÊ E SEU COLEGA DEVEM APONTAR A IMAGEM QUE A REPRESENTE NA CENA A SEGUIR.
BIKE • NOTEBOOK • JEANS • MOUSE SHORTS • SKATE • SPRAY • TABLET

GLOBO TERRESTRE COM BALÕES DE FALA.
USAR UM CUMPRIMENTO É UMA MANEIRA AMIGÁVEL DE INICIAR
UMA CONVERSA E MOSTRAR RESPEITO À OUTRA PESSOA.
Respostas nas orientações ao professor
1. 2.
A IMAGEM APRESENTA PALAVRAS DE DIFERENTES IDIOMAS. QUAIS DESSAS PALAVRAS VOCÊ CONHECE E PARA QUE ELAS SÃO USADAS? COMO VOCÊ CUMPRIMENTA AS PESSOAS QUE ENCONTRA?
Olá. Incentive-os a dizer em que situações a utilizamos no dia a dia, a fim de que reconheçam a finalidade de cumprimentarmos alguém. Em seguida, explique-lhes que as pessoas usam diferentes palavras nos momentos de saudação, como Hola (em espanhol), Salut (em francês), Hej (em sueco), Aloha (em havaiano), Ciao (em italiano) e Hello (em inglês).
• Na atividade 2, os estudantes podem indicar palavras e gestos que usam. Como essas palavras e gestos podem variar de acordo com a situação (formal ou informal), o grau de intimidade com a pessoa e a cultura em que os estudantes estão inseridos, acolha as diversas respostas,
• Ativar conhecimentos prévios sobre o tema cumprimentos e despedidas.
• Leia o título da unidade e verifique se os estudantes compreenderam o que ele significa. Caso alguns respondam que não, ajude-os a compreendê-lo por meio de uma dinâmica interativa. Para isso, peça-lhes que virem para o colega ao lado e o cumprimentem com um aperto de mão dizendo “Hello!”. Em seguida, proponha-lhes que virem para outro colega, acenem para ele e digam “Hi!”. Caso haja algum estudante com deficiência auditiva e da fala, convide-o a participar da dinâmica por meio de Libras, promovendo, assim, a inclusão e o respeito à diversidade linguística. Explique que esses gestos e essas palavras representam o que significa o título da unidade. Em seguida, leia o texto introdutório e instigue os estudantes a refletirem sobre a importância que o cumprimento tem ao iniciarmos uma interação com outra pessoa.
• Na atividade 1, chame a atenção dos estudantes para os elementos da imagem: o planeta Terra, o Sol, a nuvem, os balões, os corações, as estrelas e a borboleta. Leia as palavras dos balões de fala em voz alta e pergunte se eles reconhecem alguma delas. Espera-se que indiquem a palavra
19/09/2025 11:11:12
promovendo um ambiente de valorização da diversidade cultural e linguística presente no grupo.
Respostas
1. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes digam se conhecem alguma palavra e identifiquem que elas são usadas para cumprimentar pessoas.
2. Possíveis respostas: Olá; oi.
• Cumprimentar e se despedir.
• Dizer o nome.
• Na atividade 1, peça a um estudante que descreva a primeira imagem. Caso ele tenha dificuldade, ajude-o perguntando: “Em que lugar a cena está acontecendo?”; “Quantas pessoas fazem parte da cena?”; “O que elas estão fazendo?”. Incentive-o a dizer como são os personagens, os gestos que estão fazendo e o que eles provavelmente estão dizendo, considerando se estão chegando ou indo embora. Essa descrição detalhada será importante para a compreensão da atividade, principalmente se na turma houver algum estudante com deficiência visual. Convide um segundo estudante para fazer a descrição da segunda cena. Repita o mesmo procedimento a fim de que todos possam compreendê-la.
• Em seguida, reproduza o áudio uma vez, de forma contínua, para que os estudantes possam ouvir e reconhecer como as palavras são pronunciadas e conferir a correspondência com a escrita. Depois, reproduza-o novamente, mas de forma pausada para que eles possam prestar atenção em cada diálogo e repeti-los. Por fim, convide duas duplas para que encenem, diante da turma, os dois diálogos que acabaram de ouvir. Incentive-as a falar com expressividade e tom de voz adequado para que os colegas possam ouvi-las bem.
Para verificar se os estudantes compreenderam as palavras em inglês usadas para cumprimentar e se despedir, faça breves encenações. Dirija-se à porta
Professor, professora: Ao reproduzir o áudio, faça pausas entre as palavras para que os estudantes possam repeti-las em voz alta.


da sala de aula e faça de conta que está saindo. Pergunte aos estudantes quais das palavras que acabaram de aprender você poderia dizer. Espera-se que eles digam: “Goodbye!” e “Bye-bye!”. Depois, faça de conta que está chegando à sala de aula e pergunte quais seriam as palavras mais adequadas para serem usadas nessa situação. Espera-se que eles respondam: “Hi!” e “Hello!”. Caso perceba que os estudantes apresentam dúvidas, retome a atividade 1, explore as imagens novamente, reproduza o áudio e peça-lhes que
encenem as situações, reforçando a associação de imagens, som e significado. Para consolidar o aprendizado, adote o uso de cumprimentos e despedidas em inglês no início e no final de cada aula, incentivando os estudantes a responderem. Essa prática recorrente contribuirá para o uso contextualizado da língua e fortalecerá a oralidade.
2. CUMPRIMENTE EM INGLÊS TRÊS COLEGAS DA SALA DE AULA. DEPOIS, SE DESPEÇA DELES. Professor, professora: Incentive os estudantes a usarem as expressões da atividade anterior e um gesto, como aceno ou aperto de mão.
3. RECORTE AS PEÇAS DO JOGO DA MEMÓRIA AO FINAL DO LIVRO E BRINQUE COM UM COLEGA, SEGUINDO AS ORIENTAÇÕES DO PROFESSOR. HELLO! BYE-BYE!
Professor, professora: Auxilie os estudantes a localizarem as peças do jogo na seção Additions e, após o recorte, explique a eles como brincar com o jogo da memória.

NOTES: A MANEIRA COMO AS PESSOAS SE CUMPRIMENTAM VARIA DE UM PAÍS PARA OUTRO. CADA POVO TEM O PRÓPRIO GESTO TRADICIONAL.

NA NOVA ZELÂNDIA, OS MAORIS ENCOSTAM O NARIZ UM NO OUTRO E RESPIRAM PROFUNDAMENTE.

NO JAPÃO, AS PESSOAS CURVAM O CORPO PARA A FRENTE EM SINAL DE RESPEITO.
• No boxe Notes, leia o texto sobre cada cumprimento e pergunte se a turma já conhecia essas informações sobre a Nova Zelândia e o Japão. Caso os estudantes digam que não, pergunte-lhes o que mais chamou a atenção deles. Ao compreenderem os cumprimentos em diferentes localidades do mundo, os estudantes têm a oportunidade de aprender sobre as diferenças culturais e as tradições de outros países, que devem ser reconhecidas, valorizadas e respeitadas.
BNCC
19/09/2025 11:11:19
Ao reconhecerem gestos tradicionais utilizados em cumprimentos de diferentes localidades do mundo e ao valorizá-los como manifestações culturais legítimas, os estudantes têm a oportunidade de desenvolver a Competência geral 9, visto que praticam a empatia, o respeito ao outro e a valorização da diversidade cultural em contextos de convivência.
• Na atividade 2, peça aos estudantes que caminhem pela sala de aula e encenem, com três colegas, os cumprimentos que acabaram de aprender. Se na turma houver algum estudante com mobilidade reduzida, verifique se ele precisa de auxílio no momento da locomoção e, se necessário, abra espaço movendo carteiras e cadeiras. Monitore as interações entre os estudantes para observar se todos estão sendo respeitosos uns com os outros e para esclarecer as dúvidas que surgirem.
• Na atividade 3, após os estudantes recortarem as peças do jogo, oriente-os a embaralhá-las e deixá-las viradas para baixo em uma carteira. O primeiro deve virar uma dupla de cartas, dizer em voz alta o que estiver escrito nelas e verificar se elas formaram par. Caso isso não ocorra, elas devem ser viradas para baixo novamente sobre a mesa para que o jogo continue. Caso as cartas viradas formem um par, o jogador que as virou marcará um ponto e deverá ficar com elas, podendo fazer uma nova jogada. Ganha a brincadeira o jogador que conseguir combinar a maior quantidade de cartas. Caso haja algum estudante com deficiência visual, oriente seu parceiro vidente do jogo a fazer uma descrição detalhada de cada carta e a guiar a mão dele na escolha das cartas.
• Na atividade 1, peça aos estudantes que fechem os livros e reproduza o áudio, de forma contínua, orientando-os a ouvir atentamente. Ao final da reprodução, pergunte o que eles compreenderam. Eles podem citar palavras ou levantar hipóteses sobre o assunto do diálogo. Faça algumas perguntas como: “Quantas pessoas vocês ouviram?”; “Quais cumprimentos vocês ouviram?” e “Foram citados nomes? Quais?”. Em seguida, oriente-os a abrir os livros e reproduza o áudio mais uma vez para que a turma ouça e acompanhe com o texto. Verifique se eles compreenderam que no diálogo há duas crianças apresentando seus nomes e manifestando ser um prazer conhecer um ao outro. Diga que “Pleased to meet you” e “It is a pleasure to meet you” são outras maneiras de dizer “Nice to meet you”.
• Na atividade 2 , leia as questões com os estudantes para que eles saibam com antecedência quais informações devem identificar no áudio. Reproduza-o de forma contínua e, ao final, releia as perguntas para que os estudantes respondam a elas oralmente. Se necessário, reproduza o áudio mais vezes e com pausas entre as falas. Amplie a atividade e faça mais perguntas como: “Qual é o nome da menina?” e “Qual palavra o menino utiliza para cumprimentar?”. Track 03
Menina: Hi! I am Giovana. Nice to meet you!
Menino: Hello! My name is Marcos. Nice to meet you!
ATIVIDADE EXTRA
Convide os estudantes a brincarem de Dança das cadeiras. Organize as cadeiras na sala de aula em círculo. Em seguida, diga-
Professor, professora: Verifique se os
estudantes identificam quem são os personagens na cena retratada, onde eles estão e sobre o que conversam.
HI! MY NAME IS LÚCIA. NICE TO MEET YOU!

HELLO! I AM JORGE.
NICE TO MEET YOU, TOO!
2. TRACK 03 OUÇA O ÁUDIO E RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
Respostas: A) HI!; B) MY NAME IS MARCOS.
A ) QUAL PALAVRA A MENINA USA PARA CUMPRIMENTAR?
HI!
B ) QUAL FRASE O MENINO USA PARA SE APRESENTAR?
I AM MARCOS. HELLO! MY NAME IS MARCOS.
-lhes que uma música será tocada e que todos deverão caminhar em círculo próximo às cadeiras. Quando a música parar, todos devem se sentar, e quem ficar em pé, deverá se apresentar em inglês utilizando a estrutura “My name is...” ou “I am...”. Caso haja algum estudante com deficiência visual, combine com a turma para que um dos estudantes videntes possa auxiliá-lo caminhando com ele de mãos dadas a fim de guiá-lo na atividade. Em caso de estudantes com mobilida-


de reduzida, é possível substituir o deslocamento físico ao redor das cadeiras por movimentos que possam ser realizados no lugar, como bater palmas ao ritmo da música. Após a música parar, aquele que parar de bater palmas por último deverá se apresentar. Essa adaptação mantém o caráter lúdico da brincadeira e promove a participação de todos de forma igualitária.
3. RESPONDA À QUESTÃO A SEGUIR.
Resposta pessoal. Incentive os estudantes a responderem com a frase completa “My name is...”.
WHAT IS YOUR NAME?
VINÍCIUS COSTA/ ARQUIVO DA EDITORA
4. EM DUPLA, SE APRESENTE EM INGLÊS AO SEU COLEGA.
Resposta: Espera-se que os estudantes utilizem a frase “My name is...” ou “I am...” para apresentar o nome ao colega.
I AM... NICE TO MEET YOU!
Reflect. A) Resposta pessoal. Os estudantes podem dizer quem escolheu o nome e se ele tem algum significado.

TODAS AS PESSOAS TÊM O DIREITO DE TER UM NOME. ESSE NOME DEVE ESTAR REGISTRADO EM DOCUMENTOS OFICIAIS, COMO A CERTIDÃO DE NASCIMENTO E A CARTEIRA DE IDENTIDADE.
A ) O QUE VOCÊ SABE SOBRE A ESCOLHA DO SEU NOME?
B ) POR QUE É IMPORTANTE QUE AS PESSOAS TENHAM O NOME REGISTRADO NO CARTÓRIO E DEPOIS EM DOCUMENTOS?
Reflect. B) Resposta: Para que elas possam ser identificadas e reconhecidas como cidadãs, com existência legal e acesso aos seus direitos e deveres na sociedade.
ou o motivo da escolha de seus nomes. Em sala de aula, crie um ambiente acolhedor para que compartilhem o que descobriram com os colegas. Valorize cada relato, incentivando a escuta respeitosa e o reconhecimento da diversidade de histórias e significados pessoais.
• Na questão B, ajude-os a compreender que ter o nome e os documentos registrados em um cartório é importante para que um cidadão seja reconhecido e possa ter direito ao acesso à escola, transporte, hospitais, entre outros direitos sociais.
O boxe Reflect objetiva contribuir para o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal Direitos da criança e do adolescente ao promover uma reflexão sobre o direito fundamental de toda pessoa ter um nome, que deve ser registrado em um documento oficial. A proposta também convida os estudantes a explorarem a origem e o significado de seus nomes, favorecendo o fortalecimento da identidade pessoal e promovendo o autoconhecimento, possibilitando, assim, o
• Na atividade 3, destaque a palavra name e incentive os estudantes a identificarem a palavra equivalente em português (nome) para facilitar a compreensão da pergunta. Oriente-os a se organizarem em duplas para que um deles faça a pergunta e o outro responda a ela oralmente. Na sequência, instrua-os a trocar os papéis.
• Na atividade 4, peça aos estudantes que levantem e caminhem pela sala de aula. Bata palmas e oriente-os a formar duplas rapidamente para se apresentarem uns aos outros em inglês. Dê um tempo para que a interação aconteça. Em seguida, peça-lhes que voltem a caminhar e repita o processo. Caso haja algum estudante com deficiência visual ou mobilidade reduzida, ele poderá permanecer em seu lugar e receber colegas que se aproximem para a interação, ou verifique se ele precisa de auxílio na locomoção.
• No boxe Reflect, ajude os estudantes a compreenderem que um dos objetivos da carteira de identidade é garantir a individualidade de cada cidadão perante a sociedade em que vive. Peça àqueles que já têm a carteira de identidade que compartilhem como foi a experiência ao fazer o documento.
• Na questão A, solicite aos estudantes, com antecedência, que conversem com seus pais ou responsáveis a fim de descobrir a origem
19/09/2025 11:11:24
desenvolvimento da Competência geral 8
• ZAPATER, Maíra Cardoso. Direito da criança e do adolescente. São Paulo: Saraiva Jur, 2025.
Esse livro apresenta sugestões de atividades para a sala de aula, além de filmes e leituras que possibilitam a reflexão sobre os direitos das crianças e dos adolescentes.
• Cantar uma canção.
• Antes de reproduzir o áudio, leia em voz alta a letra da canção de forma pausada para que os estudantes possam reconhecer palavras que aprenderam, como hello, hi, goodbye e bye. Nesse momento, leia também as palavras listadas abaixo do texto para auxiliar os estudantes na compreensão da letra da canção. Faça perguntas sobre o conteúdo da letra para incentivar a interpretação, como: “A quem os cumprimentos e as despedidas se destinam?” e “Como os cumprimentos e as despedidas são feitos?”.
• Explore a ilustração que acompanha a letra da canção, incentivando os estudantes a perceberem detalhes como as expressões faciais e os gestos dos personagens. Ajude-os a compreender que os personagens estão cantando com as bocas bem abertas, indicando que estão cantando alto, e acenando com as mãos, o que reforça as ações de dizer olá e se despedir. Pergunte, por exemplo: “O que eles estão fazendo com as mãos?” e “Como sabemos que estão cantando?”. Esse momento favorece a compreensão da letra da canção por meio da associação entre texto e imagem.
• Em seguida, reproduza o áudio uma vez para que os estudantes conheçam a melodia da canção. Após aprenderem a cantá-la, incentive-os a fazer sugestões para coreografá-la de modo que eles se tornem participantes ativos. Eles podem pensar em movimentos que representem cumprimentos que já estão acostumados a fazer no dia a dia, como aceno
Professor, professora: Explore a letra da canção com os estudantes e criem movimentos de dança que representem a letra e se encaixem na melodia.

HELLO, MY FRIENDS!
HELLO TO YOU!
IT IS GREAT TO MEET YOU.
LET’S SAY HI.
VERY LOUD AND VERY HIGH!
LET’S SAY HI.
VERY LOUD AND VERY HIGH!
GOODBYE, MY FRIENDS! GOODBYE TO YOU!
IT WAS NICE TO SEE YOU.
LET’S SAY BYE.
VERY LOUD AND VERY HIGH!
LET’S SAY BYE.
VERY LOUD AND VERY HIGH!
ELABORADO ESPECIALMENTE PARA ESTA OBRA.
MEET: ENCONTRAR. LOUD: ALTO. WAS: FOI. SEE: VER.
e aperto de mão, ou até mesmo sugerir o de outros países, como o ato de se curvar, comumente utilizado pela cultura japonesa, e o de encostar o nariz, conforme a cultura Maori. Certifique-se de que os movimentos sejam acessíveis e fáceis de serem executados por todos. Descreva como fazê-los detalhadamente caso haja algum estudante com deficiência visual. Se na turma houver algum estudante com mobilidade reduzida, adapte os movimentos conforme necessário.
HANDS ON
ID CARD
VOCÊ VAI CRIAR UM CRACHÁ COM O SEU NOME E UM DESENHO QUE TE REPRESENTE. ASSIM, AO USAR O CRACHÁ, AS PESSOAS VÃO LOGO SABER QUEM VOCÊ É.
CONFIRA A SEGUIR O QUE SERÁ NECESSÁRIO PARA CRIAR O CRACHÁ.



PEDAÇO DE CARTOLINA BRANCA PEDAÇO DE BARBANTE LÁPIS DE COR
PRENDA O BARBANTE PARA FORMAR O COLAR. COLOQUE O CRACHÁ NO PESCOÇO. 1. 2. 3. 4.
ESCREVA O SEU NOME NO PEDAÇO DE CARTOLINA.
FAÇA UM DESENHO QUE TE REPRESENTE.

apoio. Se houver algum estudante com deficiência visual, ele poderá fazer a escrita do nome em braile. Na etapa 2, leia o boxe Attention de modo a incentivar os estudantes a valorizarem suas características físicas nos desenhos. Na etapa 3, distribua um pedaço de barbante para cada estudante e auxilie-o a fixá-lo no crachá. Na etapa 4, deixe os estudantes usarem os crachás e os mostrarem aos colegas de sala.
ATTENTION: AO FAZER O DESENHO NO CRACHÁ, VALORIZE SUAS CARACTERÍSTICAS.
• Produzir um crachá.
• Leia o título e o primeiro parágrafo de texto da seção e pergunte aos estudantes para que serve um crachá e quais informações encontramos nele. Caso encontrem dificuldade para responder, incentive a reflexão perguntando em que situações costumamos ver pessoas usando crachás, como no ambiente de trabalho, em passeios escolares ou em eventos. Aproveite para comentar que, no início do ano letivo, o uso do crachá pode ser muito útil para que todos aprendam os nomes dos colegas, favorecendo a convivência e a integração do grupo.
• Em seguida, leia a lista de materiais necessários para a confecção do crachá e peça a ajuda dos estudantes na separação dos itens. Caso a escola não disponibilize alguns deles, possibilite que a atividade seja desenvolvida com outras opções, como substituir a cartolina por folhas de papel sulfite ou de caderno e os lápis de cor por lápis grafite.
• Antes de iniciar a produção, divida a cartolina ou as folhas de papel em partes iguais e entregue uma para cada estudante. Então, leia as orientações para a produção. Na etapa 1, caso perceba dificuldade com a grafia das letras, escreva o alfabeto na lousa para que a turma o tenha como
Quando os crachás estiverem prontos, recolha e organize-os sobre a mesa. Pegue um deles e pergunte: “Who is this?”. O estudante deve se apresentar e dizer “It is me. My name is...” e, então, receberá seu crachá de volta.
• Autoavaliar o desempenho na unidade.
Os itens da seção What I know apresentam os resultados que se espera que os estudantes tenham atingido ao final da unidade. Leia cada um deles e disponibilize um tempo para que eles reflitam e selecionem a opção que melhor representa seu desempenho nos conteúdos. Ao final, revise os itens, pedindo aos estudantes que compartilhem oralmente o que se lembram de ter estudado em cada um deles. Eles podem mencionar palavras e frases, apresentar-se em inglês, cantar a canção aprendida na unidade ou descrever atividades que fizeram, como produzir um crachá. Caso algum estudante tenha dificuldades, sugira alternativas, como folhear a unidade para relembrar os conteúdos ou trocar ideias com um colega. Se for necessário sanar defasagens, selecione atividades da unidade para que eles as refaçam, com base nas dificuldades identificadas. Essas atividades podem ser feitas em duplas, permitindo aos estudantes que se ajudem mutuamente. Além disso, é possível levar para a sala de aula atividades complementares ou antecipar as atividades da seção Remember , relacionadas à unidade, para reforçar o aprendizado.
• Por fim, leia com os estudantes as indicações no boxe Explore. Verifique se algum deles conhece os livros sugeridos e, caso diga que sim, peça-lhe que compartilhe suas impressões com os colegas, dizendo
CUMPRIMENTAR E ME DESPEDIR.
ESCREVA AS RESPOSTAS NO CADERNO. Resposta pessoal. Oriente os estudantes a escreverem no caderno a opção que melhor representa o desempenho em cada conteúdo listado.
CONFIRA OUTRAS FORMAS DE CONTINUAR APRENDENDO O QUE VOCÊ ESTUDOU NESTA UNIDADE.
NESSE LIVRO, DIVERSOS ANIMAIS SE CUMPRIMENTAM, USANDO AS CARACTERÍSTICAS QUE OS IDENTIFICAM.
WENZEL, BRENDAN. HELLO HELLO. SAN FRANCISCO: CHRONICLE BOOKS, 2020.


ESSE LIVRO NARRA A JORNADA DE ASHANTI PARA DESCOBRIR O SIGNIFICADO E A IMPORTÂNCIA DE SEU NOME. COM A AJUDA DE SUA MÃE, ELA APRENDE A VALORIZAR O SEU NOME E QUEM ELA É.
ASHANTI. MY NAME IS A STORY. NOVA YORK: HARPERCOLLINS, 2022.
do que mais gostou e como foi a experiência de fazer a leitura de um livro em inglês. Convide-os a sugerir outros materiais que abordem o tema da unidade ou nos quais tenham interesse. As sugestões podem incluir livros, revistas, filmes, sites, jogos, entre outros recursos adequados à faixa etária. Peça-lhes que digam o título do material e falem brevemente sobre ele, explicando por que gostam ou o que aprenderam com ele. Verifique se há versões em inglês dos materiais
sugeridos pelos estudantes, se estão disponíveis na biblioteca da escola ou podem ser acessados por dispositivos digitais. Leve os recursos para a sala de aula ou acesse com os estudantes, favorecendo o contato com materiais em língua inglesa. Também é válido incluir materiais em língua portuguesa que abordem a mesma temática, ampliando o repertório dos estudantes.
BLOCOS DE MADEIRA COM NÚMEROS E SÍMBOLO

OS NÚMEROS FAZEM PARTE DO NOSSO COTIDIANO: ESTÃO
NAS BRINCADEIRAS, NAS AULAS DE MATEMÁTICA, NAS PLACAS, NO DINHEIRO E EM OUTRAS SITUAÇÕES.
Respostas nas orientações ao professor
NA IMAGEM, HÁ BLOCOS DE MADEIRA COM OS NÚMEROS 1, 2, 5 E 6. QUAL DESSES NÚMEROS SE REPETE NOS BLOCOS? EM QUE SITUAÇÕES DO DIA A DIA VOCÊ USA OS NÚMEROS? 1. 2.
frase do enunciado e oriente-os a apontar na imagem do livro cada um dos números. Caso haja algum estudante com deficiência visual na turma, forneça uma reprodução da imagem em braile ou com relevo nos números para que possa identificá-los. Depois, leia a questão no enunciado e peça a todos os estudantes que digam em voz alta o número que se repete.
• Na atividade 2, leia a pergunta com os estudantes e dê um tempo para que respondam oralmente, conversando com o colega ao lado. Por fim, convide alguns voluntários para compartilharem suas respostas. Se eles tiverem dificuldade em relacionar os números com situações
• Ativar conhecimentos prévios sobre o tema númerosde 0 a 10.
Leia com os estudantes o título da unidade e ajude-os a compreender seu significado. Para isso, explore a palavra count. Por ser um cognato, incentive-os a identificar a palavra equivalente em português (contar), facilitando a compreensão do termo em inglês. Em seguida, pergunte até qual número eles conseguem contar em português e incentive-os a fazer a contagem até o número 10. Pergunte também se conhecem os números em inglês. Convide-os a fazer a contagem dos números em inglês coletivamente, de forma pausada.
• Explore a imagem de abertura da unidade, orientando os estudantes a observá-la atentamente e, em seguida, descrevê-la. Caso haja algum estudante com deficiência visual, peça a alguns estudantes videntes que façam uma descrição detalhada da imagem, promovendo um ambiente escolar colaborativo e inclusivo. Então, leia com eles a legenda e o texto introdutório para que tenham mais informações sobre a imagem e o tema da unidade.
• Para a atividade 1, leia com os estudantes a primeira
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do cotidiano, proponha questões como: “Vocês já perceberam que nas ruas há sinalizações com números?” e “Vocês costumam indicar o dia e o mês no caderno quando fazem as atividades escolares?”.
1. Resposta: O número 1.
2. Resposta pessoal. Os estudantes podem indicar que usam os números em brincadeiras, como Amarelinha e Par ou ímpar; na escola, para efetuar contas aritméticas; em casa, quando ajudam nas medidas de ingredientes de uma receita; entre outras situações.
• Nomear números de 0 a 10.
• Dizer a idade.
• Na atividade 1, reproduza o áudio uma vez de forma contínua para que a turma possa ouvir a pronúncia das palavras e acompanhar visualizando as imagens e as palavras escritas. Para garantir a inclusão de estudantes com deficiência visual, providencie números de 0 a 10 em braile ou com relevo. Em relevo, esses números podem ser feitos com massa de modelar ou argila, recortados de papelão ou moldados com corda e colados em pedaços de cartolina. Leve o material para a sala de aula, permitindo aos estudantes que tateiem as representações.
• Para intensificar a relação entre som e imagem, organize uma dinâmica na qual você diz um número aleatório e os estudantes apontam a imagem correspondente no livro ou, ainda, representem o número com os dedos das mãos. Percorra as carteiras e verifique as imagens que eles estão apontando ou a quantidade de dedos que estão exibindo. Repita o processo até que todos os números sejam trabalhados.
Professor, professora: Ao reproduzir o áudio, faça pausas entre as palavras, para que os estudantes possam repeti-las em voz alta.











NOTES: OUTRA PALAVRA EM INGLÊS PARA O NÚMERO 0 (ZERO) É NOUGHT
Outras abordagens podem ser adotadas para atender às diversidades e especificidades de estudantes. Uma sugestão é registrar na lousa os números por extenso. Depois, mostrar uma imagem de um número em algarismo e pedir a eles que se dirijam à lousa para apontar a forma escrita correspondente. Outra sugestão é providenciar um elemento em quantidade de 10 unidades e solicitar que separem a quantidade correspondente aos números que você disser.
Para promover a interdisciplinariedade com o componente curricular de Matemática, explore os conceitos de ordem crescente e ordem decrescente. Escreva na lousa um conjunto de números nas duas ordens, por exemplo, “0, 1, 2” e “2, 1, 0”, levando-os a compreender que a ordem crescente organiza os números do menor para o maior, e a ordem decrescente, do maior para o menor. Em seguida, disponha imagens de números em algarismos sobre uma mesa e peça a eles que os organizem nas duas ordens.
Professor, professora: Oriente os estudantes a dizerem em voz alta os números na ordem crescente.
3. TRACK 06 OUÇA O ÁUDIO E ESCREVA NO CADERNO QUAIS NÚMEROS A SEGUIR FORAM DITOS.
Resposta: 7, 9, 0, 3, 4 e 1.
4. RECORTE IMAGENS DE NÚMEROS EM ALGARISMOS QUE REPRESENTEM AS FORMAS ESCRITAS A SEGUIR. DEPOIS, COLE-AS NO CADERNO. ZERO... ONE...
Resposta: Os estudantes devem colar imagens dos algarismos 2, 5, 6 e 8.
TWO FIVE SIX EIGHT
ATTENTION: FAÇA OS RECORTES DE REVISTAS, JORNAIS E PANFLETOS. CASO NÃO TENHA ESSES MATERIAIS, ESCREVA NO CADERNO OS NÚMEROS EM ALGARISMOS QUE REPRESENTEM AS FORMAS ESCRITAS.
• Na atividade 4, explique aos estudantes que o algarismo é o símbolo utilizado para representar o número. Registre 1 na lousa e diga que ele é um algarismo. Também registre a palavra ONE e explique que ela é a escrita por extenso do número. Se julgar pertinente, amplie a proposta permitindo aos estudantes que incluam recortes de outros números que não estejam listados na atividade. Ao apresentarem esses novos números, peça-lhes que digam seu nome em inglês, promovendo a associação entre símbolo e linguagem.
19/09/2025 11:15:31
Oriente os estudantes a se organizarem em pares. Em cada par, um dos estudantes ficará de costas. O outro estudante deverá, com a permissão do colega, traçar com o dedo um número entre 0 e 10 nas costas dele, que precisará adivinhar o número. Outra maneira de fazer a atividade é orientá-los a traçar o número na palma da mão do colega, que deve estar com os olhos fechados, tentando adivinhar o número ao final.
• Na atividade 2, oriente os estudantes a dizerem em voz alta os números de 0 a 10 de maneira individual ou alternadamente. Na primeira opção, cada um deve recitar a sequência de 0 a 10 de forma contínua. Na segunda opção, um deles dirá o número 0 e o outro continuará a sequência com o próximo número, e assim por diante. Também é possível que eles digam números aleatórios, dentro da sequência de 0 a 10, para que o colega os reconheça de alguma forma, seja indicando o número com os dedos, seja registrando por escrito no caderno. Escolha a abordagem que melhor se adapta ao grupo.
• Na atividade 3, ao reproduzir o áudio, faça pausas para que todos possam identificar os números nas alternativas e registrá-los no caderno. Repita o áudio quantas vezes forem necessárias para garantir a compreensão e realização da atividade. Caso haja dificuldade na identificação das palavras, reproduza o áudio com pausas a cada uma delas para que você as pronuncie articuladamente, auxiliando na percepção auditiva dos estudantes.
Track 06
Homem: Seven.
Homem: Nine.
Homem: Zero.
Homem: Three.
Homem: Four.
Homem: One.
• Na atividade 5, incentive os estudantes a dizerem os números em inglês em voz alta enquanto fazem a contagem dos elementos nas imagens. Caso haja algum estudante com deficiência visual, providencie uma reprodução das imagens com relevos para que ele possa identificar a quantidade de elementos pelo tato.
• Explore a imagem do boxe Reflect perguntando aos estudantes se sabem qual é a função de um cofre. Também pergunte o que compreendem sobre conceitos vinculados à educação financeira, como economizar e poupar. Em seguida, leia o texto que contextualiza a imagem. Pergunte se eles já tiveram contato com cédulas e moedas de dinheiro e se sabem quais são os valores. Se possível, leve cédulas e moedas de Real para a sala de aula, possibilitando-lhes conferi-las de perto.
• Na questão A, ajude os estudantes a entenderem que o dinheiro é um meio de troca que as pessoas usam para adquirir bens e serviços. O dinheiro também é a quantia que as pessoas recebem pelo seu trabalho. Ele pode ser recebido de várias formas, incluindo cédulas, moedas e transferências bancárias. Para estabelecer uma conexão com a língua inglesa, proponha à turma que forme grupos e pesquise palavras em inglês relacionadas ao tema. Eles podem consultar dicionários e aplicativos de tradução e, juntos, registrar essas palavras em uma cartolina.
• Na questão B, converse com os estudantes sobre a diferença entre comprar o que precisamos e comprar o que desejamos. A primeira situação se refere ao uso do dinheiro para cobrir necessidades básicas, como alimentação. Já a segunda se refere ao gasto com itens que não são
5. CONTE QUANTOS LÁPIS HÁ EM CADA IMAGEM E DIGA EM VOZ ALTA O NÚMERO CORRESPONDENTE EM INGLÊS.
Respostas: A) two; B) four; C) six; D) seven.




Reflect A) Resposta pessoal. Os estudantes podem indicar os valores das cédulas e moedas e mencionar situações em que o dinheiro é usado.
REFLECT
NO DIA A DIA, OS NÚMEROS
PODEM SER VISTOS EM CÉDULAS E MOEDAS.
A ) O QUE VOCÊ SABE SOBRE O DINHEIRO?
B ) PARA QUE AS PESSOAS COSTUMAM USAR O DINHEIRO?

Reflect B) Resposta pessoal. Os estudantes podem indicar que o dinheiro é usado para compra de produtos diversos, como alimentos e roupas, e para pagamento de serviços, como um corte de cabelo e o conserto de um eletrodoméstico.
essenciais, mas que trazem prazer ou conforto, como eletrônicos. Explique que, ao gerenciar as finanças, é fundamental gastar apenas o dinheiro disponível, priorizando as necessidades básicas antes de gastar com o que queremos, mas não precisamos. Além disso, poupar dinheiro é crucial tanto para lidar com imprevistos, como emergências, quanto para garantir um futuro financeiramente estável e seguro.
BNCC
O boxe Reflect visa contribuir para o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal Educação financeira ao explorar o conceito de dinheiro e a função que ele exerce na aquisição de produtos e serviços. A abordagem desse tema propicia aos estudantes compreender o impacto do dinheiro em suas vidas cotidianas e a prepará-los para futuramente tomar decisões financeiras conscientes e responsáveis.
1. Professor, professora: Verifique se os estudantes identificam quem são os
personagens na cena retratada, onde eles estão e sobre o que conversam.
1. TRACK 07 OBSERVE A IMAGEM E OUÇA O ÁUDIO.

HOW OLD ARE YOU?
I AM FIVE YEARS OLD. I AM SIX YEARS OLD.
2. RESPONDA À QUESTÃO A SEGUIR.
Resposta pessoal. Incentive os estudantes a responderem com a frase completa "I am years old".
HOW OLD ARE YOU?
COSTA/ ARQUIVO DA EDITORA
VINÍCIUS
3. EM GRUPO, PERGUNTE EM INGLÊS A IDADE DE SEUS COLEGAS. NO CADERNO, REGISTRE A IDADE DE CADA UM DELES EM ALGARISMO.
I AM FIVE YEARS OLD.
I AM SIX YEARS OLD.
ANA 5 PEDRO 6
3. Resposta esperada: 5 ou 6. Aceite outras respostas, pois na turma pode haver estudantes com idades variadas.
• A atividade 3 pode ser realizada em grupos de quatro estudantes ou de forma coletiva. Na primeira opção, auxilie na divisão dos grupos e oriente-os a se sentarem em círculo. Cada um vai perguntar a idade dos demais integrantes do grupo e registrar as respostas no caderno. Caso a atividade seja feita coletivamente, permita-lhes caminhar pela sala de aula e escolher três colegas para fazer a pergunta. Ao final, faça uma verificação das respostas.
19/09/2025 11:15:39
• Na atividade 1, para explorar a imagem, peça aos estudantes que descrevam o contexto, indicando em inglês quantas pessoas estão na cena, quantas delas são crianças e quantas são adultos. Solicite também que elaborem hipóteses sobre o diálogo. Ao reproduzir o áudio, faça pausas após cada fala. Incentive os estudantes a compartilharem o que compreenderam de cada trecho. Ao perceberem que, no diálogo, as crianças estão revelando suas idades, destaque que esse é um contexto cotidiano no qual os números são utilizados. Em seguida, oriente-os a formar grupos com três integrantes para encenarem a situação apresentada na atividade. Eles deverão definir quem fará o papel da professora e quem representará os estudantes. Para as falas, esclareça que não é necessário segui-las exatamente como estão na atividade, uma vez que eles podem incluir novas falas para a professora (como um cumprimento) e informar suas idades reais nas falas dos estudantes. Solicite-lhes que troquem de papéis na encenação, de forma que todos representem a professora e os estudantes. • Na atividade 2, oriente os estudantes a formarem duplas para praticar oralmente a pergunta e a resposta. Um deles fará a pergunta “How old are you?” e o outro responderá “I am... years old”. Depois, eles devem trocar de papéis e repetir o processo.
• Cantar uma canção.
• Previamente, elabore os movimentos de dança para a canção. Utilize sua criatividade, certificando-se de que sejam movimentos acessíveis e fáceis de serem executados pelos estudantes. Por exemplo, sempre que a canção mencionar a quantidade de patos, eles podem indicá-los com os dedos das mãos. Na fala da mãe pata, eles podem fechar o polegar com os demais dedos da mão de modo a representar o bico abrindo e fechando ou podem pular. Além disso, planeje movimentos alternativos caso na turma haja algum estudante com mobilidade reduzida, adaptando os movimentos conforme necessário.
• Antes de reproduzir o áudio, leia a letra da canção e explore a ilustração que a acompanha. Se houver um estudante com deficiência visual, incentive os demais estudantes videntes a fazerem uma descrição detalhada da ilustração. Encoraje-os a compartilhar suas expectativas sobre o que acreditam que vai acontecer na canção, com base nos detalhes da ilustração e nas palavras que reconheceram durante a escuta da leitura. Isso os auxiliará na compreensão do conteúdo da canção. Se necessário, faça perguntas para auxiliá-los, como: “Quem são os personagens?”; “Qual é a quantidade de patos?”; “Onde eles estão e o que estão fazendo?”.
• Na sequência, reproduza o áudio mostrando os movimentos de dança aos estudantes e incentivando-os a reproduzi-los. Repita o áudio outras vezes para que eles possam cantar e dançar. Em seguida, oriente-os a formar grupos para que criem os próprios movi-
1. TRACK 08 OUÇA O ÁUDIO, CANTE E DANCE.
Professor, professora: Elabore movimentos coordenados à letra e à melodia da canção e mostre-os aos estudantes para que possam realizá-los durante a reprodução do áudio.
FIVE LITTLE DUCKS WENT SWIMMING ONE DAY, OVER THE HILL AND FAR AWAY.
MAMMA DUCK SAID, “QUACK, QUACK, QUACK, QUACK!” AND ONLY FOUR LITTLE DUCKS CAME BACK.
FOUR LITTLE DUCKS WENT SWIMMING ONE DAY, OVER THE HILL AND FAR AWAY.
MAMMA DUCK SAID, “QUACK, QUACK, QUACK, QUACK!” AND ONLY THREE LITTLE DUCKS CAME BACK.
THREE LITTLE DUCKS WENT SWIMMING ONE DAY, OVER THE HILL AND FAR AWAY.
MAMMA DUCK SAID, “QUACK, QUACK, QUACK, QUACK!” AND ONLY TWO LITTLE DUCKS CAME BACK.
TWO LITTLE DUCKS WENT SWIMMING ONE DAY, OVER THE HILL AND FAR AWAY.
MAMMA DUCK SAID, “QUACK, QUACK, QUACK, QUACK!” AND ONLY ONE LITTLE DUCK CAME BACK.
ONE LITTLE DUCK WENT SWIMMING ONE DAY, OVER THE HILL AND FAR AWAY.
MAMMA DUCK SAID, “QUACK, QUACK, QUACK, QUACK!” AND ALL HER FIVE LITTLE DUCKS CAME BACK. ORIGEM POPULAR.

mentos de dança para a canção. Ao finalizarem, permita que cantem a canção e apresentem seus movimentos de dança para a turma. Outra sugestão é eles utilizarem um dispositivo digital disponível na escola para gravarem suas apresentações. Para isso, organize-os de modo que um grupo grave o outro. Mostre a eles os recursos do dispositivo, como o botão que inicia e para a gravação e como ajustar o foco, aproximando ou distanciando. Ao final, exiba as gravações para a turma, promovendo um momento de valorização e apreciação coletiva das produções.
HANDS ON HOPSCOTCH
QUE TAL TRANSFORMAR OS NÚMEROS EM UMA
BRINCADEIRA DIVERTIDA? JUNTE-SE AOS COLEGAS DA TURMA, DESENHEM UMA AMARELINHA E DIVIRTAM-SE.
CONFIRA A SEGUIR O QUE SERÁ NECESSÁRIO PARA A BRINCADEIRA.



DESENHEM A AMARELINHA NO CHÃO USANDO O GIZ.
JOGUEM A PEDRINHA E VERIFIQUEM EM QUAL CASA ELA PAROU.
ANDEM CADA CASA SEM PISAR NA CASA ONDE ESTÁ A PEDRINHA.
DIGAM OS NÚMEROS EM INGLÊS CONFORME PASSAM PELAS CASAS.

de costas e pode cair em qualquer casa. Siga as regras da sua região ou as que os estudantes já conhecerem. Na etapa 4, oriente-os a dizer os números em inglês em voz alta conforme passarem pelas casas. Por fim, leia o boxe Attention, destacando a importância de seguir as regras para que a brincadeira ocorra de maneira organizada e seja divertida para todos.
• Durante a atividade, incentive comportamentos colaborativos, como esperar a vez e não atrapalhar os colegas enquanto jogam. Enfatize também a importância do respeito mútuo, como apoiar os colegas que estão com dificuldades e celebrar as conquistas de todos.
ATTENTION: RESPEITE AS REGRAS DA BRINCADEIRA.
• Brincar de Amarelinha
• Inicie a seção lendo com os estudantes o título e o primeiro parágrafo. A depender da região, a Amarelinha pode ser conhecida por outros nomes (como pular maré, avião, sapata, academia ou pular macaco), portanto adote o nome conhecido na sua região. Em seguida, pergunte a eles se já participaram dessa brincadeira e se conhecem as regras.
• Leia com a turma a lista de itens necessários e, se preciso, sugira alternativas: caso não seja possível pintar o chão com giz, use fita-crepe para delimitar as casas e adicionar os números; a pedrinha pode ser substituída por um objeto pequeno, como uma borracha.
• Leia com a turma as orientações para a brincadeira. Na etapa 1, se a turma for numerosa e se houver espaço no local escolhido para a brincadeira, divida os estudantes em grupos, assim, cada grupo vai elaborar a própria Amarelinha. Caso a escola já tenha uma Amarelinha pronta, pule essa etapa. Nas etapas 2 e 3, explique que as regras podem variar conforme a região: em algumas localidades, a pedrinha é jogada de casa em casa, começando pela 1; em outras, ela é lançada
19/09/2025 11:15:44
• AMARELINHA. Jogos tradicionais. Disponível em: https://www.jogostradicionais.org/ amarelinha. Acesso em: 16 jul. 2025. Para saber a origem da Amarelinha e conhecer diferentes formatos da brincadeira, acesse esse site
• Autoavaliar o desempenho na unidade.
Os itens da seção What I know apresentam os resultados que se espera que os estudantes tenham atingido ao final da unidade. Leia cada um deles e disponibilize um tempo para que eles reflitam e selecionem a opção que melhor representa seu desempenho nos conteúdos. Ao final, revise os itens, pedindo-lhes que compartilhem oralmente o que se lembram de ter estudado em cada um deles. Eles podem mencionar palavras e frases, cantar a canção aprendida na unidade ou citar atividades que fizeram, como brincar de Amarelinha com os colegas. Caso algum estudante tenha dificuldades, sugira alternativas, como folhear a unidade para relembrar os conteúdos ou trocar ideias com um colega. Se for necessário sanar defasagens, selecione atividades da unidade para que eles as refaçam, com base nas dificuldades identificadas. Essas atividades podem ser feitas em duplas, permitindo aos estudantes que se ajudem mutuamente. Além disso, é possível levar para a sala de aula atividades complementares ou antecipar as atividades da seção Remember, relacionadas à unidade, para reforçar o aprendizado.
• Por fim, leia com os estudantes as indicações no boxe Explore . Para a primeira delas, forneça um dominó para que eles possam jogar. Também é possível sugerir que, em grupos, criem o próprio jogo. Para isso, eles podem recortar as peças em cartolina e incluir os pontos,
AGORA EU CONSIGO, EM INGLÊS:
ESCREVA AS RESPOSTAS NO CADERNO.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a escreverem no caderno a opção que melhor representa o desempenho em cada conteúdo listado.
NOMEAR NÚMEROS DE 0 A 10.
DIZER A MINHA IDADE.
CANTAR UMA CANÇÃO.
BRINCAR DE AMARELINHA
NO SO-SO YES
SO-SO YES
CONFIRA OUTRAS FORMAS DE CONTINUAR APRENDENDO O QUE VOCÊ ESTUDOU NESTA UNIDADE.
NO DOMINÓ, ASSIM COMO NA AMARELINHA, OS NÚMEROS SÃO OS PROTAGONISTAS DA DIVERSÃO. REÚNA SEUS COLEGAS, PROVIDENCIEM UM JOGO DE DOMINÓ E APROVEITEM PARA BRINCAR JUNTOS!
DE DOMINÓ

representando os números, com caneta hidrográfica. Explique as regras: as peças devem ser distribuídas entre os integrantes do grupo; um estudante começa o jogo descartando uma peça na mesa; o próximo deve colocar uma peça que se ligue a um dos números da peça já jogada; se ele não tiver a peça correspondente, ele passa a vez; as rodadas continuam até que algum deles descarte todas as suas peças. Durante o jogo, incentive-os a dizer os números das peças em

NESSE LIVRO, DEZ PÁSSAROS ESTÃO EMPOLEIRADOS EM UMA LINHA. UM A UM, ELES COMEÇAM A PARTIR. PARA ONDE SERÁ QUE ESTÃO INDO?
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COLE, LO. TEN ON A TWIG NAPERVILLE: SOURCEBOOKS JABBERWOCKY, 2020.
inglês à medida que as descartam. Para a segunda indicação, verifique se algum deles conhece o livro sugerido e, em caso afirmativo, peça-lhe que compartilhe suas impressões com os colegas. Se a biblioteca da escola tiver o livro, organize o empréstimo entre os estudantes. Caso contrário, leve-os até a biblioteca para que encontrem livros relacionados ao conteúdo dos números estudados e incentive a leitura desses materiais.
REVIEW • UNITS 1 AND 2
1. NO CADERNO, COMPLETE AS PALAVRAS COM AS LETRAS QUE ESTÃO FALTANDO.
Respostas: A) HI!; B) HELLO!; C) BYE-BYE!; D) GOODBYE!
2. NO CADERNO, RELACIONE AS FALAS DOS BALÕES ÀS SITUAÇÕES EM QUE SÃO USADAS.
Respostas: A – 3; B – 1; C – 2; D – 4.
B.
C. D.
I AM CARLA. HELLO! GOODBYE! I AM SIX YEARS OLD.
• Na atividade 2, auxilie os estudantes a compreenderem cada contexto. Faça perguntas como: “Em que momentos cumprimentamos ou nos despedimos de alguém?”; “Quando nos apresentamos a alguém?”; “Em que momentos dizemos nossa idade?”. Incentive-os a mencionar situações como: “ao chegar à escola”; “ao deixar a sala de aula”; “ao conhecer um novo colega”; “ao preencher um cadastro”. Após a correção, incentive-os a sugerir outras frases que podem ser usadas em alguns dos contextos, como “Hi!” para cumprimentar, “Bye-bye!” para se despedir e “My name is...” para se apresentar.
• Revisar os conteúdos das unidades 1 e 2
• As atividades dessa seção podem ser realizadas pelos estudantes tanto em sala de aula quanto em casa, como tarefa escolar. Em ambos os casos, leia com eles os enunciados e os itens, verificando se compreenderam as instruções. Caso surjam dúvidas, faça o primeiro item coletivamente para garantir que todos entendam o que devem fazer.
• Na atividade 1, durante a correção, reproduza as palavras exatamente como estão no livro dos estudantes, deixando um espaço para as letras que estão ausentes. Pergunte aos estudantes quais são as letras que estão faltando e, após suas respostas, complete as palavras com essas letras. Em seguida, oriente-os a verificar se escreveram corretamente no caderno, utilizando o registro na lousa como apoio. Depois disso, leia cada palavra em voz alta e convide voluntários para irem à frente da sala dramatizá-las. Caso haja algum estudante em cadeira de rodas ou com mobilidade reduzida, verifique se ele precisa de auxílio na locomoção. Espera-se que, durante a dramatização, os estudantes digam as palavras em inglês em voz alta e façam gestos coerentes com cumprimentos e despedidas, como acenos com a mão.
19/09/2025 11:18:53
• Na atividade 3, para ampliar a proposta, providencie os números de cada sequência numérica escritos em algarismo em folhas sulfites. Convide três estudantes para irem até a frente da sala e entregue uma folha de uma mesma sequência para cada um. Em seguida, diga em voz alta e em inglês a sequência dos números “Zero, one, two”, a fim de que eles se organizem na ordem numérica correta. Repita a mesma dinâmica com a outra sequência, porém com outro grupo de estudantes. Elabore materiais e repita os passos com outras sequências numéricas para dar a oportunidade para que mais estudantes participem. Caso a sala tenha algum estudante com deficiência visual, utilize uma folha com o número registrado em braile.
• Na atividade 4, oriente os estudantes a registrarem no caderno as letras que substituem os desenhos em cada frase. Isso permitirá que formem as palavras e descubram a idade de cada criança. Em seguida, peça-lhes que escrevam os números correspondentes em algarismos. Durante a correção, registre os números na lousa para que os estudantes possam utilizá-los como referência e verificar se fizeram os registros corretamente no caderno.
3. NO CADERNO, ESCREVA O PRÓXIMO NÚMERO DE CADA SEQUÊNCIA.
Respostas: A) 2; B) 5; C) 7; D) 10.
4. SUBSTITUA OS DESENHOS NOS BALÕES PELAS LETRAS
CORRESPONDENTES PARA DESCOBRIR A IDADE DE CADA
CRIANÇA. NO CADERNO, REGISTRE O NÚMERO EM ALGARISMO.
Respostas: A) 4; B) 10.
E F T N O R U


PAREDE COM QUADROS QUE APRESENTAM FOTOS DE PESSOAS DE UMA FAMÍLIA.
• Ativar conhecimentos prévios sobre o tema família.
AS FAMÍLIAS SÃO MUITO DIVERSAS. ELAS PODEM SER GRANDES
OU PEQUENAS E VIVER EM DIFERENTES LUGARES, COM AS PRÓPRIAS CULTURAS, TRADIÇÕES, CRENÇAS E JEITOS DE FALAR.
Respostas nas orientações ao professor
1. 2.
QUAL É A QUANTIDADE DE PESSOAS NA FAMÍLIA
REPRESENTADA NA IMAGEM?
QUANTAS PESSOAS HÁ NA SUA FAMÍLIA? QUEM SÃO ELAS?
mentos visuais que chamem a atenção. Em seguida, leia a legenda da imagem com a turma e promova uma conversa por meio de perguntas como: “Quem são essas pessoas?”; “Qual é o grau de parentesco entre elas?”. Aceite diferentes respostas, como serem pais e filhos, avô e avó, tios e tias, entre outras possibilidades.
• Leia o texto introdutório e verifique se eles se identificam com as informações apresentadas, por exemplo, se fazem parte de uma família grande ou pequena e se
há algum aspecto cultural que considerem importante e que possa ser compartilhado com todos da turma. Enfatize que cada família é única em sua composição e seu modo de viver e que a diversidade deve ser valorizada, promovendo um ambiente acolhedor.
• Na atividade 1, chame a atenção dos estudantes para o retrato na imagem em que todas as pessoas da família aparecem juntas. Oriente-os a usar esse retrato para fazer a contagem de quantas pessoas há.
Escreva a palavra FAMILY na lousa e pergunte aos estudantes se conseguem compreender seu significado. É provável que façam uma associação com a palavra da língua portuguesa família por conta da similaridade ortográfica. Confirme essa associação e, em seguida, incentive-os a mencionar palavras em português ou inglês que consideram estar relacionadas a esse tema. Incentive-os a justificar suas escolhas. Anote as contribuições na lousa e, ao final da unidade, retome esse registro com a turma, verificando quais palavras apareceram ao longo das atividades e quais novos termos apareceram relacionados ao tema. Essa abordagem possibilita aos estudantes que ativem conhecimentos prévios e, posteriormente, verifiquem o que já sabiam e o que aprenderam de novo.
• Peça aos estudantes que observem a imagem e convide alguns deles para fazer uma descrição detalhada dela. Incentive-os a comentar aspectos como a quantidade de pessoas em cada retrato, suas posições, expressões faciais e outros ele -
19/09/2025 11:23:20
• Na atividade 2, abra espaço para que os estudantes observem que há, entre as famílias deles, diferenças e semelhanças, sempre promovendo um diálogo respeitoso entre todos.
1. Resposta: 7 pessoas. Aceite também como resposta 7 pessoas e 2 pets
2. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes mencionem quantos membros há na família deles e quem são.
• Nomear algumas pessoas da família.
• Dizer quem são as pessoas da família.
• Na atividade 1, antes de reproduzir o áudio, incentive os estudantes a observarem a imagem e a levantarem hipóteses sobre a possível relação de parentesco entre o menino em primeiro plano e as demais pessoas. Incentive-os a justificar suas suposições com base em aspectos visuais, como a idade aparente, semelhanças físicas e outros elementos contextuais que possam indicar vínculos familiares. Caso haja na turma algum estudante com deficiência visual, promova a parceria entre ele e um colega vidente, para que este possa fornecer uma descrição detalhada da imagem. Em seguida, reproduza o áudio uma vez de forma contínua, para que os estudantes possam ouvir a pronúncia das palavras enquanto visualizam as imagens e a forma escrita das palavras. Depois, toque o áudio de forma pausada, permitindo que todos repitam as palavras.
Para fortalecer o vocabulário relacionado à família, convide a turma para brincar de Telefone sem fio. Peça aos estudantes que fiquem de pé, um ao lado do outro. O primeiro deles deve falar ao ouvido do colega uma das palavras estudadas nessa seção. Este deve ouvir e falar a palavra que compreendeu no ouvido do próximo da fila. O procedimento deve ser repetido até chegar ao último participante, que deve falar, em voz alta, a palavra que ouviu. O primeiro participante deverá, então, confirmar se a palavra está correta ou não. Caso haja algum estudante
Professor, professora: Ao reproduzir o áudio, faça pausas entre as palavras para que os estudantes possam repeti-las em voz alta.





com deficiência auditiva, a atividade pode ser adaptada repassando a palavra por escrito, ou seja, o primeiro da fila escreve uma palavra no caderno e a mostra rapidamente ao colega do lado, sem que os demais vejam. Esse colega, por sua vez, escreve a palavra no caderno e repassa da mesma forma ao próximo, até que se chegue ao último participante.


Para um trabalho interdisciplinar com o componente curricular de História, leve para a sala de aula imagens que mostrem diferentes composições familiares: monoparental, reconstituída, sem filhos, com filho adotivo, entre outras possibilidades. Deixe os estudantes observarem e comentarem como as famílias são compostas. Converse com eles sobre a diversidade e a evolução das estruturas familiares ao longo do tempo e em diferentes culturas.
2.

HEY, MEET MY FAMILY! HERE IS MY FAMILY.

3. EM FOLHA SULFITE OU DO CADERNO, DESENHE A SUA FAMÍLIA. EM DUPLA, MOSTRE SEU DESENHO AO COLEGA E DIGA QUAIS
MEMBROS DA FAMÍLIA ESTÃO RETRATADOS.
Respostas esperadas: A) father, Professor, professora: sister, mother; B) mother, grandmother, grandfather / sister, mother, father.
Apresente aos estudantes palavras que nomeiam pessoas da família não apresentadas anteriormente caso eles as representem em seus desenhos.

NOTES: PARA EXPRESSAR CARINHO E AFETO, AS PALAVRAS MOM OU MOMMY SÃO USADAS NO LUGAR DE MOTHER, E DAD OU DADDY, NO LUGAR DE FATHER GRANDMA E GRANDPA PODEM SUBSTITUIR AS PALAVRAS GRANDMOTHER E GRANDFATHER
19/09/2025 11:23:34
• Na atividade 2, peça aos estudantes que se organizem em duplas. Em seguida, oriente-os para que um deles aponte para uma pessoa na imagem, enquanto o outro identifica e diz em voz alta qual membro da família essa pessoa representa. Peça-lhes que alternem os papéis para que ambos tenham a oportunidade de praticar. Por fim, convide voluntários a compartilharem as respostas coletivamente.
• Na atividade 3, incentive os estudantes a usarem a criatividade no desenho e ressaltarem as características que representam a individualidade dos familiares. Caso haja algum estudante com deficiência visual, oriente-o a escrever uma descrição de sua família em braile. Além disso, peça-lhe, com antecedência, que providencie uma fotografia de sua família para apresentar à turma. Antes da apresentação, explore o vocabulário do boxe Notes e incentive os estudantes a usarem esses termos durante as apresentações. Por fim, as produções podem ser expostas em sala de aula. Se possível, convide os pais ou responsáveis para visitarem a escola, direcionarem-se à sala de aula e apreciarem o trabalho dos estudantes.
• Na atividade 1, explique aos estudantes que eles vão ouvir algumas pessoas apresentando os próprios familiares. Com base nas imagens, sem ler os balões de fala, pergunte-lhes quais pessoas da família esperam que sejam e que palavras esperam ouvir. Oriente-os a fechar os livros e reproduza o áudio uma vez, com pausas a cada fala, para que eles indiquem quais palavras compreenderam. Em seguida, peça-lhes que abram os livros e reproduza o áudio novamente para que acompanhem as falas com o texto escrito. Ao final da reprodução, convide alguns voluntários para lerem cada frase substituindo os nomes apresentados pelos nomes de pessoas das famílias deles.
• Na atividade 2, peça aos estudantes que observem as imagens e indiquem quais são as pessoas da família representadas nelas. Caso haja algum estudante com deficiência visual na turma, descreva oralmente as imagens para ele. Além disso, providencie as imagens com relevos de diferentes texturas para que ele associe cada uma delas a uma palavra que nomeia uma pessoa da família, por exemplo, uma textura macia, como o algodão, para grandmother. Assim, quando o colega de dupla ler o balão de fala, esse estudante conseguirá pelo tato indicar qual é a pessoa apresentada, garantindo sua participação plena na atividade.
AS IMAGENS E OUÇA O ÁUDIO.
Professor, professora: Auxilie os estudantes a compreenderem que as frases apresentam o nome do membro da família mencionado.
MY MOTHER IS MARIA.

MY FATHER IS BRUNO.

MY SISTER IS JULIANA.

2. EM DUPLA, LEIA EM VOZ ALTA AS FRASES NOS BALÕES DE FALA. A CADA FRASE, VOCÊ E O SEU COLEGA DEVEM APONTAR NA IMAGEM PARA A PESSOA DA FAMÍLIA MENCIONADA.
Resposta: Os estudantes devem apontar os personagens que representam a avó e a mãe nas famílias.
MY GRANDMOTHER IS ALICE.

MY BROTHER IS LUCAS.

3. Respostas: A)
A ) QUAL EXPRESSÃO CARACTERIZA A FAMÍLIA DESCRITA?
B ) QUAL É O NOME DA MÃE DA MENINA?
C ) QUAL É O NOME DO AVÔ DA MENINA?
D ) QUANTOS IRMÃOS A MENINA TEM?
4. EM DUPLA, APRESENTE EM INGLÊS O NOME DE CADA PESSOA DA SUA FAMÍLIA.
Resposta pessoal. Se os estudantes desejarem falar sobre um familiar que não foi abordado na unidade, auxilie-os fornecendo a palavra que nomeia esse familiar.
MY MOTHER IS HELENA.
Reflect. B) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes mencionem algumas atitudes, como atenção em escutar e fornecer ajuda quando necessário, e gestos de carinho, como dar abraços e verbalizar o quanto a pessoa é especial.
REFLECT
OS FAMILIARES MAIS VELHOS MERECEM RECONHECIMENTO E RESPEITO, POIS SUA SABEDORIA E AS EXPERIÊNCIAS QUE CARREGAM SÃO PRECIOSAS. TRATÁ-LOS COM CARINHO FORTALECE OS LAÇOS FAMILIARES E TRAZ MAIS HARMONIA AO CONVÍVIO.
MY BROTHER IS LUCAS.

Reflect. A) Resposta pessoal. Incentive os estudantes a mencionarem o que admiram nas pessoas mais velhas da família e o que já aprenderam com elas.
A ) QUEM SÃO AS PESSOAS MAIS VELHAS DA SUA FAMÍLIA? COMO É A SUA RELAÇÃO COM ESSAS PESSOAS?
B ) COMO VOCÊ DEMONSTRA RESPEITO E CARINHO ÀS PESSOAS MAIS VELHAS DA SUA FAMÍLIA?
não tenha contato na família com pessoas idosas, incentive a empatia, sugerindo maneiras de demonstrar respeito em outras situações (como com vizinhos ou idosos em locais públicos). Se possível, organize uma visita especial convidando um idoso que trabalhe ou tenha vínculo com a escola. Prepare a turma para receber esse convidado, propondo a todos que se sentem em círculo para uma entrevista coletiva. Oriente os estudantes a esperarem a vez para formular perguntas e ouvirem o convidado com atenção.
• O boxe Reflect visa contribuir para o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso ao promover a reflexão sobre a importância de respeitar e valorizar as pessoas mais experientes, bem como de conviver bem com elas.
• Na atividade 3, oriente os estudantes a desenharem no caderno a família descrita no áudio. Peça-lhes que apresentem o desenho à turma, explicando quem são as pessoas representadas.
Track 11
Menina: My family is big. I have a mother, a father, a grandmother, a grandfather and two brothers. My mother is Adriana and my father is Hugo. My grandmother is Adélia and my grandfather is Heitor. My brothers are João and Daniel.
• Na atividade 4, peça aos estudantes que usem o desenho feito na atividade 3, da página 33, ou a descrição em braile, para apresentarem as pessoas da família ao colega. Eles poderão apontar no desenho e dizer o grau de parentesco e os nomes das pessoas ou utilizar o texto em braile como apoio para a apresentação.
• No boxe Reflect, pergunte aos estudantes o que sabem sobre as pessoas idosas. Em seguida, leia o texto com a turma e explore a imagem apresentada, destacando que esse grupo de pessoas são indivíduos ativos e participativos na sociedade, presentes em diversos contextos, como na família, no mercado de trabalho, em atividades culturais e muitos outros.
• Nas questões A e B, caso haja algum estudante que
19/09/2025 11:23:46
BRASIL. Estatuto da Pessoa Idosa Disponível em: https://www.planalto. gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.741.htm. Acesso em: 2 maio 2025. O Estatuto da Pessoa Idosa é um importante documento que apresenta os direitos assegurados às pessoas idosas com idade igual ou acima dos 60 anos.
OBJETIVO
• Cantar uma canção.
• Antes de reproduzir o áudio, organize os estudantes em duplas. Peça-lhes que observem e descrevam ao colega a ilustração que acompanha a letra de canção. Caso haja algum estudante com deficiência visual na turma, forme parceria entre ele e um colega vidente para que esse estudante faça uma descrição detalhada da imagem, enquanto o estudante com deficiência visual compartilha suas impressões com base nas informações recebidas. Durante a interação, solicite à turma que identifique, na ilustração, quais membros da família estão sendo representados, dizendo os nomes em inglês. Depois, leia a letra de canção pausadamente e oriente os estudantes a baterem palma sempre que ouvirem uma palavra que nomeie um membro da família. Ao final da leitura, verifique a compreensão dos estudantes fazendo questionamentos como: “Qual é a pergunta feita a cada pessoa da família?” e “O que cada um deles responde?”.
• Em seguida, reproduza o áudio e ensaie a canção com a turma. Quando todos já estiverem familiarizados com a letra, proponha a criação de uma coreografia com gestos usando os dedos da mão para representar os membros da família: o polegar será o father; o indicador, mother; o dedo médio, brother; o anelar, sister; e o mínimo, o familiar mais novo, um baby. Incentive os estudantes a levantarem a mão e, durante a canção, movimentarem os dedos correspondentes a cada personagem, conforme o trecho cantado. Por exemplo, na primeira estrofe, todos devem levantar e abaixar apenas o polegar,
Professor, professora: Disponibilize canetas hidrográficas para que os estudantes façam nos dedos desenhos dos personagens da canção ou leve dedoches para que possam usar durante a reprodução da canção.
DADDY FINGER, DADDY FINGER, WHERE ARE YOU?
HERE I AM, HERE I AM. HOW DO YOU DO?
MOMMY FINGER, MOMMY FINGER, WHERE ARE YOU?
HERE I AM, HERE I AM. HOW DO YOU DO?
BROTHER FINGER, BROTHER FINGER, WHERE ARE YOU?
HERE I AM, HERE I AM. HOW DO YOU DO?
SISTER FINGER, SISTER FINGER, WHERE ARE YOU?
HERE I AM, HERE I AM. HOW DO YOU DO?
BABY FINGER, BABY FINGER, WHERE ARE YOU?
HERE I AM, HERE I AM. HOW DO YOU DO?
ORIGEM POPULAR.
e assim por diante. Para que possam executar a coreografia, reproduza o áudio novamente e organize os estudantes em grupos. Cada grupo será responsável por cantar uma estrofe da canção. Dessa forma, o primeiro grupo canta a primeira estrofe, o segundo grupo canta a próxima e assim por diante. Reproduza uma última vez para que todos cantem e façam os movimentos coreografados de toda a canção.
ATIVIDADE EXTRA
A coreografia da canção também pode ser praticada com o uso de dedoches representando
FINGER: DEDO. HOW DO YOU DO?: COMO VOCÊ ESTÁ?

as pessoas da família mencionadas na canção. Para isso, providencie materiais, como uma luva, tesoura com pontas arredondadas, cola e aviamentos (miçangas, botões etc.) para as respectivas produções. Primeiro, corte os dedos da luva para que cada parte seja um dedoche. É possível substituir a luva por folhas de papel sulfite ou cartolina, cortando e colando-as de forma que encaixem no dedo. Oriente os estudantes a personalizarem esses itens de modo a caracterizar cada personagem da canção. Depois de finalizados, proponha a eles que se revezem no uso dos dedoches ao cantar a canção.
HANDS ON
SCULPTURE
AGORA É A HORA DE USAR A SUA CRIATIVIDADE! VOCÊ VAI
ESCOLHER UMA PESSOA DA SUA FAMÍLIA E, COMO UMA FORMA DE HOMENAGEM, CRIAR UMA ESCULTURA QUE A REPRESENTE.
CONFIRA A SEGUIR O QUE SERÁ NECESSÁRIO PARA CRIAR A ESCULTURA.


OBJETOS PARA MODELAR
1. 2. 3. 4.
ESCOLHA UMA PESSOA ESPECIAL DA SUA FAMÍLIA.
SEPARE AS CORES DE MASSINHA QUE VOCÊ VAI UTILIZAR.
MODELE O ROSTO, INCLUINDO TODOS OS DETALHES. MODELE O CORPO, ADICIONANDO TODAS AS PARTES.

as características. Na etapa 2, leia o boxe Attention para que eles tenham os cuidados necessários para que a massinha não resseque a ponto de não conseguirem modelá-la. Nas etapas 3 e 4, caminhe pela sala de aula a fim de auxiliar os estudantes na modelagem. Aproveite o momento para verificar o desenvolvimento de suas habilidades motoras e, caso perceba dificuldades em movimentos específicos, ofereça apoio individualizado.
ATTENTION: MANTENHA AS MASSINHAS EMBALADAS ATÉ O MOMENTO DE USÁ-LAS, PARA EVITAR QUE RESSEQUEM.
• Produzir uma escultura de uma pessoa da família.
• Leia o título e o primeiro parágrafo do texto da seção e incentive os estudantes a imaginarem como será desenvolvida a atividade. Motive a participação com perguntas: “Quais materiais vocês acham que serão necessários?” e “Quais vocês acham que serão as etapas de produção?”.
• Em seguida, leia com a turma a lista de materiais indicados para a atividade. Caso a escola não disponha desses itens, providencie alternativas acessíveis, como argila, massinha de modelar caseira (feita com farinha, água, óleo, sal e corante), além de objetos do próprio material escolar que possam ser usados para modelar, como canetas, régua e tesoura com pontas arredondadas.
• Leia as orientações da atividade com os estudantes verificando se todos compreenderam cada etapa. Na etapa 1, ao escolherem a pessoa da família que desejam retratar, oriente-os a pensar nas características físicas dessa pessoa: se é alta ou baixa, qual é a cor dos olhos e do cabelo, se o cabelo é longo, curto, liso ou cacheado etc. Caso haja algum estudante com deficiência visual, um dia antes peça a ele que sinta por meio do tato o rosto do familiar para que possa perceber
• Ao finalizar os trabalhos, combine com os estudantes uma exposição com as esculturas, que poderá ser feita no pátio da escola para que outras turmas possam apreciá-las. No dia da exposição, os estudantes poderão usar “My... is...”, completando essa estrutura com o vocabulário que aprenderam e o nome do familiar. Ao final, todos poderão levar o trabalho para casa e apresentá-lo à família.
19/09/2025 11:23:50
O trabalho com escultura possibilita que os estudantes desenvolvam a Competência geral 3, pois eles participam de uma prática artística. Além disso, ao exporem suas produções, eles têm a oportunidade de valorizar o trabalho dos colegas, promovendo o respeito e o apreço pela diversidade de expressões.
• Autoavaliar o desempenho na unidade.
Os itens da seção What I know apresentam os resultados que se espera que os estudantes tenham atingido ao final da unidade. Leia cada um deles e disponibilize um tempo para que eles reflitam e selecionem a opção que melhor representa seu desempenho nos conteúdos. Ao final, revise os itens, pedindo aos estudantes que compartilhem oralmente o que se lembram de ter estudado em cada um deles. Eles podem mencionar palavras e frases, cantar a canção aprendida na unidade ou descrever atividades que fizeram, como produzir uma escultura de uma pessoa da família. Caso algum estudante tenha dificuldades, sugira alternativas, como folhear a unidade para relembrar os conteúdos ou trocar ideias com um colega. Se for necessário sanar defasagens, selecione atividades da unidade para que eles as refaçam, com base nas dificuldades identificadas. Essas atividades podem ser feitas em duplas, permitindo aos estudantes que se ajudem mutuamente. Além disso, é possível levar para a sala de aula atividades complementares ou antecipar as atividades da seção Remember , relacionadas à unidade, para reforçar o aprendizado.
• Por fim, leia com os estudantes as indicações no boxe Explore. Se a escola possuir um dispositivo digital com conexão à internet, acesse o canal de vídeos sugerido para que os estudantes assistam a um episódio do desenho indicado. Após a exibição, promova uma conversa para que possam com-
1.
NOMEAR ALGUMAS PESSOAS DA FAMÍLIA.
2.
DIZER QUEM SÃO AS PESSOAS DA MINHA FAMÍLIA.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a escreverem no caderno a opção que melhor representa o desempenho em cada conteúdo listado.
3.
4.
CANTAR UMA CANÇÃO.
PRODUZIR UMA ESCULTURA DE UMA PESSOA DA FAMÍLIA.
CONFIRA OUTRAS FORMAS DE CONTINUAR APRENDENDO O QUE VOCÊ ESTUDOU NESTA UNIDADE.
AO LADO DE SUA MÃE, SEU PAI E SUA IRMÃ, BLUEY VIVE AVENTURAS INCRÍVEIS EM CASA, NA ESCOLA E NO PARQUINHO. ACESSE AO CANAL DE VÍDEOS PARA AOS EPISÓDIOS DESSE DESENHO DIVERTIDO. BLUEY - OFFICIAL CHANNEL. DISPONÍVEL EM: https://www.youtube.com/ @BlueyOfficialChannel/videos. ACESSO EM: 3 JUL. 2025.
NESSE FILME, ACOMPANHE OS DESAFIOS QUE MIRABEL ENFRENTA PARA RESTAURAR A MAGIA QUE MANTÉM A SUA FAMÍLIA UNIDA.
ENCANTO, DE JARED BUSH, BYRON HOWARD E CHARISE CASTRO SMITH. ESTADOS UNIDOS, 2021 (109 MIN).


NESSE LIVRO, VOCÊ VAI ACOMPANHAR DAHLIA EM UM PASSEIO COM A SUA MÃE E O SEU PAI. ELA VAI ENCONTRAR AMIGOS E APRENDER QUE AS FAMÍLIAS SÃO COMPOSTAS DE DIFERENTES MANEIRAS.
BASTIEN, JACQUES. DAHLIA & FRIENDS: ALL FAMILIES ARE DIFFERENT. TAMPA: SHADE BOOKS, 2024.
partilhar suas impressões sobre o episódio, comentar quais pessoas da família do personagem apareceram e dizer do que mais gostaram. Em relação às outras duas indicações, verifique quais estudantes já as conhecem e convide-os a contar brevemente as histórias para aqueles que ainda não as conhecem, destacando aspectos que mais chamaram sua atenção ou dos quais mais gostaram. Leve também para a sala de aula outros materiais de mesma temática da unidade e deixe-os disponíveis para que os estudantes possam explorá-los. Se pertinente, escolha um desses materiais com a turma para a apreciação coletiva.

CENA COM PERSONAGENS DO FILME PETS: A VIDA SECRETA DOS BICHOS
• Ativar conhecimentos prévios sobre o tema animais domésticos.
• Oriente a turma a observar a imagem de abertura e a descrevê-la detalhadamente, comentando o ambiente retratado, quem são os personagens e o que pode estar acontecendo na cena. Leia a legenda da imagem para que os estudantes reconheçam que a cena faz parte do filme Pets: a vida secreta dos bichos e dê oportunidade para quem já assistiu ao filme falar do que mais gostou na história. Aproveite também para ampliar o repertório cultural dos estudantes, questionando se conhecem outros filmes infantis em que animais são protagonistas.
OS ANIMAIS DOMÉSTICOS NOS FAZEM COMPANHIA E NOS ENCHEM DE ALEGRIA. QUEM TEM UM ANIMAL EM CASA PRECISA CUIDAR DELE COM MUITO CARINHO.
Respostas nas orientações ao professor
1.
NA CENA DA IMAGEM, HÁ DOIS CACHORROS. O QUE VOCÊ
SABE SOBRE ESSE ANIMAL?
2.
VOCÊ CONSEGUE DESCOBRIR QUAIS SÃO OS ANIMAIS DOMÉSTICOS PELO MOSTRADO NAS IMAGENS A SEGUIR? DÊ O SEU PALPITE.


• Na atividade 1, proponha aos estudantes que realizem uma pesquisa utilizando dispositivos digitais da escola com acesso à internet ou consultando livros disponíveis na biblioteca. Oriente-os a utilizar fontes confiáveis, como sites de organizações oficicias e reconhecidas, enciclopédias virtuais ou livros e revistas sobre o tema. Após a pesquisa, convide-os a compartilhar com a turma as informações que encontraram.
• Na atividade 2, explique aos estudantes que as imagens mostram partes de dois animais. Leve-os a identificar que uma delas apresenta os olhos, e a outra, uma asa. Incentive os estu-
• Em seguida, leia o título da unidade e dê ênfase à palavra happy, incentivando os estudantes a relacionarem-na com a emoção demonstrada pelos personagens da cena, observando especialmente suas expressões faciais. Então, faça a leitura do texto introdutório. Aproveite esse momento para promover a reflexão sobre os cuidados de que os animais domésticos necessitam. Auxilie-os com perguntas orientadoras, como: “Os animais precisam de alimentação adequada e água fresca?”; “É necessário vaciná-los contra doenças?” e “Devem ter um lugar seguro e confortável para dormir?”.
19/09/2025 11:26:51
dantes a fazerem suposições a respeito dos animais retratados justificando como chegaram às respostas.
Respostas
1. Resposta pessoal. Os estudantes podem mencionar raças, além de características físicas e comportamentais dos cachorros.
2. Resposta: Gato e pássaro. Valorize diferentes formas de pensar e abra espaço para que outros estudantes possam sugerir respostas alternativas, desde que justificadas de forma coerente.
• Nomear alguns animais domésticos.
• Dizer que tem ou não um animal doméstico.
• Na atividade 1, pergunte aos estudantes quais animais estão representados nas imagens. Incentive-os a descrever, de forma detalhada, as características físicas de cada animal, como tamanho, cor e presença de patas, asas, bico, barbatanas, entre outros aspectos. Caso haja algum estudante com deficiência visual, adapte essa atividade para garantir sua plena participação. Uma sugestão é representar os animais com massinha de modelar. Essa etapa pode ser realizada com a colaboração dos colegas videntes. Isso permitirá que o estudante com deficiência visual explore as representações, por meio do tato, e identifique os animais. Após finalizar e utilizar essas produções, as modelagens podem ficar expostas em sala de aula para que os estudantes acessá-las sempre que desejarem.
• Em seguida, reproduza o áudio uma vez, de forma contínua, para que os estudantes possam ouvir e acompanhar observando as imagens e as palavras por escrito. Depois, organize-os em duplas para que possam pronunciar as palavras um para o outro. Se necessário, reproduza o áudio novamente, com pausas a cada palavra para que eles as repitam em seguida. Outras abordagens podem ser adotadas para favorecer a compreensão do vocabulário e atender às diversidades e especificidades dos estudantes, como dizer o nome de alguns animais em inglês e pedir que os imitem por meio de gestos.
Professor, professora: Ao reproduzir o áudio, faça pausas entre as palavras para que os estudantes possam repeti-las em voz alta.






Proponha aos estudantes um Ditado com desenhos. Essa atividade visa incentivar a associação das palavras e seus respectivos significados. Para isso, peça-lhes que abram o caderno e dividam uma folha em quatro partes iguais. Explique que você dirá, em voz alta, o nome de quatro animais domésticos em inglês e que eles deverão desenhar um animal em cada espaço, de acordo com o que ouvirem. Em seguida, pronuncie o nome de cada animal com clareza e, se necessário, repita outras vezes para garantir a compre-
ensão de todos. Caso haja algum estudante com deficiência auditiva, escreva os nomes dos animais na lousa. Dê o tempo necessário para que os estudantes façam os desenhos com calma, respeitando o ritmo de cada um. Caso a turma tenha algum estudante com deficiência visual, ele poderá fazer a representação por escrito em braile. Após todos terminarem, realize a correção coletiva. Para isso, diga novamente os nomes dos animais, um por um, e aponte para as imagens correspondentes no livro, orientando os estudantes a verificarem se desenharam os mesmos animais.
2. EM
A ) THIS ANIMAL CAN FLY
Respostas: A) Os estudantes devem apontar para a imagem do pássaro; B) Os estudantes devem apontar para a imagem do peixe; C) Os estudantes devem apontar para a imagem da tartaruga.


B ) THIS ANIMAL LIVES IN THE WATER.

C ) THIS ANIMAL HAS A HARD SHELL.

CAN: PODE. FLY: VOAR. LIVES: VIVE. HARD: DURO. SHELL: CASCO.


NOTES: TORTOISE É UMA TARTARUGA TERRESTRE, OU SEJA, PASSA A MAIOR PARTE DO TEMPO NA TERRA. JÁ TURTLE É A TARTATUGA MARINHA, QUE VIVE PRINCIPALMENTE NA ÁGUA.
• Na atividade 2, leia as frases com a turma. Comece com a letra A e peça aos estudantes que digam qual é o nome do animal descrito. Caso sintam dificuldade em compreendê-la, repita a frase fazendo gestos, como se estivesse batendo asas, para que todos possam fazer suposições a fim de acertá-la. Repita o procedimento com as outras frases para que os estudantes consigam compreendê-las de forma efetiva.
19/09/2025 11:26:58
Para ampliar a atividade 2 e possibilitar um trabalho interdisciplinar com o componente curricular de Ciências , proponha aos estudantes que criem cartazes informativos sobre os animais. Para isso, converse com eles sobre informações que podem ser incluídas para cada animal, como em que ambiente vivem, quais são suas características físicas, o que comem e quais são seus comportamentos. Providencie cartolinas, uma referente a cada animal, e organize os estudantes em grupos. Cada grupo ficará responsável por produzir um cartaz sobre um dos animais. Eles deverão incluir os nomes dos animais em inglês, desenhos que representem as informações e palavras-chave em inglês, como water, land, wings, four paws, two feet, shell, pet food, seeds, fruits. Auxilie-os com essas palavras. Quando finalizarem os cartazes, exponha-os na escola, em um local de uso comum e grande circulação, para apreciação da turma e da comunidade escolar.
• Na atividade 1, reproduza o áudio de forma contínua, sem interrupções, para que os estudantes possam ouvir atentamente o conteúdo. Após a audição, verifique se eles compreenderam que as pessoas falam sobre ter ou não animais domésticos. Para isso, conduza uma conversa com a turma para verificar a compreensão geral. Pergunte, por exemplo: “Vocês entenderam se as pessoas do áudio têm ou não animais de estimação?” e “Quais animais foram mencionados?”. Se julgar pertinente, aprofunde o diálogo perguntando se algum estudante se identificou com alguma das falas do áudio, ou seja, se tem os mesmos animais domésticos mencionados. Esse momento favorece a troca de experiências e a construção de conexões pessoais com o conteúdo e incentiva a participação oral em sala de aula.
• Na atividade 2, leia o boxe Notes e leve para a sala de aula imagens de cachorro e gato filhote. Mostre-as aos estudantes e diga frases como: “I have one puppy” e “I have one kitten”. Então, organize os estudantes em grupos de até quatro integrantes e peça a eles que falem, em inglês, se têm ou não animais domésticos. Indique que eles podem usar as palavras do boxe. Caso algum estudante tenha um animal não abordado na unidade, auxilie-o com o vocabulário fornecendo a palavra. Se necessário, utilize um dicionário para pesquisar a palavra em inglês que corresponde ao nome em português do animal que o estudante mencionar.
1. Professor, professora: Antes de reproduzir o áudio, explore as imagens e peça aos estudantes que digam em inglês os animais representados nelas.
1. TRACK 14 OBSERVE AS IMAGENS E OUÇA O ÁUDIO.

I HAVE A BIRD.


I HAVE TWO TORTOISES.
I DON’T HAVE A PET.
I HAVE A DOG AND A CAT.

2. EM GRUPO, FALE EM INGLÊS PARA OS COLEGAS SE VOCÊ TEM OU NÃO UM ANIMAL DOMÉSTICO.
Professor, professora: Organize os estudantes em pequenos grupos e incentive todos a participarem da conversa.
I HAVE TWO DOGS.
I DON’T HAVE A PET.
NOTES: EM INGLÊS, UM FILHOTE DE CACHORRO É CHAMADO DE PUPPY. SE VOCÊ TEM UM FILHOTE DE GATO, PODE CHAMÁ-LO DE KITTEN
• AMARAL NETO, João Francisco (org.). Declaração Universal dos Direitos dos Animais: uma nova arca de Noé. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2020.
• BERGOSSI, Ricardo. Direito animal brasileiro Veranópolis: Diálogo Freiriano, 2025. Os animais têm direitos, e conhecê-los é fundamental para proporcionar a eles uma vida digna, com proteção, cuidado e respeito. Esses livros trazem importantes informações sobre essa temática.
3. TRACK 15 OUÇA O ÁUDIO E RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
Respostas: A) cat; B) small; C) tortoise; D) beautiful.
A ) QUAL É O NOME EM INGLÊS DO ANIMAL DE JEAN?
B ) QUE PALAVRA ELE USOU PARA DESCREVER O ANIMAL?
C ) QUAL É O NOME EM INGLÊS DO ANIMAL DE VANESSA?
D ) QUE PALAVRA ELA USOU PARA DESCREVER O ANIMAL?
Reflect. A) Resposta pessoal. Comente


com os estudantes que, em alguns casos, os animais silvestres podem viver em casas, desde que sejam legalizados por órgão responsável.
REFLECT
ALGUNS ANIMAIS, COMO O CACHORRO, PODEM VIVER COM A GENTE EM NOSSAS CASAS. JÁ OUTROS, COMO O TUCANO, PRECISAM VIVER NA NATUREZA.

A ) CITE ALGUNS ANIMAIS QUE VOCÊ CONHECE E DIGA SE ELES PODEM MORAR EM CASAS OU DEVEM VIVER NA NATUREZA. B ) POR QUE ANIMAIS QUE VIVEM NA NATUREZA NÃO DEVEM SER RETIRADOS DE LÁ PARA VIVER EM NOSSAS CASAS?
Reflect. B) Resposta: Porque são animais selvagens, que não gostam da companhia de pessoas. Eles precisam de liberdade, de espaço e do ambiente natural para terem uma vida saudável.
• Na questão B, incentive os estudantes a expressarem o que sabem sobre os animais silvestres. Pergunte se eles já tiveram contato com livros, revistas ou vídeos que abordem esses animais, explorando como vivem na natureza e a importância deles para o equilíbrio ecológico.
BNCC
• Na atividade 3 , leia as questões com os estudantes antes de ouvirem o áudio para que eles saibam quais informações precisam identificar. Em seguida, reproduza o áudio quantas vezes forem necessárias para que compreendam as falas. Por fim, leia novamente as questões convidando os estudantes a responderem oralmente.
Homem: Hi! My name is Jean. I have a cat. A small cat!
Menina: Hey! My name is Vanessa. I have a tortoise. A beautiful tortoise!
• No boxe Reflect, leia com os estudantes o texto e peça-lhes que observem a imagem. Leve-os a compreender que o cachorro, olhando da janela, está dentro de uma moradia, enquanto o tucano aparece do lado de fora, no ambiente natural. Na sequência, leia as questões propostas e converse com os estudantes sobre elas.
• Na questão A , divida a lousa em duas partes: uma para animais domésticos e outra para animais silvestres. À medida que os estudantes mencionarem nomes de animais que conhecem, escreva-os na parte correspondente da lousa, classificando-os como domésticos ou silvestres. Além disso, indique como é o nome desses animais em
19/09/2025 11:27:08
Educação ambiental ao promover a reflexão dos estudantes a respeito da diferença entre animais domésticos e silvestres, bem como da importância de não tirar os animais silvestres de seu ambiente natural, pois além de ser um crime, essa atitude pode causar desequilíbrio ecológico. Os estudantes têm a oportunidade de expressar seus conhecimentos e defender suas ideias, ampliando sua consciência socioambiental. Dessa forma, a proposta favorece o desenvolvimento da Competência geral 7 inglês. Se necessário, utilize um dicionário para a pesquisa das palavras.
O boxe Reflect visa contribuir para o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal
• Cantar uma canção.
• Peça aos estudantes que fechem os livros e, em seguida, reproduza o áudio para a turma. Ao término da audição, incentive-os a falar o que conseguiram compreender. Eles podem comentar sobre o tema principal da canção ou citar palavras e expressões que conseguiram identificar. Depois, solicite a eles que abram os livros e observem atentamente a ilustração que acompanha a letra da canção. Peça-lhes que descrevam a imagem em detalhes: onde é a cena, qual animal aparece nela, quais são as características dele e o que está fazendo. Em seguida, questione se a ilustração tem relação com o que eles ouviram na canção e como essa conexão pode ser feita. • Leia a letra da canção em voz alta para a turma, fazendo pausas ao final de cada estrofe para explorar seu significado. Na primeira estrofe, pergunte aos estudantes quem eles acham que está procurando o cachorro. Incentive-os a justificar suas respostas. Na segunda estrofe, direcione a atenção para as características do animal. Faça perguntas como: “Como são as orelhas do cachorro?”; “Seu rabo é curto ou longo?” e “Ele parece grande ou pequeno?”. Na terceira estrofe, convide os estudantes a refletirem sobre o desfecho da canção. Pergunte: “Vocês acham que a pessoa encontrou o cachorro?” e “O que faz vocês pensarem isso?”. Incentive a troca de ideias e valorize diferentes interpretações.
• Convide a turma a criar uma coreografia para a canção, incentivando a criatividade. Oriente os estudantes a escolherem movimentos simples, acessíveis e fáceis de executar, que representem elementos presentes na letra, como gestos que
OH WHERE, OH WHERE, HAS MY LITTLE DOG GONE?
1. TRACK 16 OUÇA O ÁUDIO, CANTE E DANCE.
OH WHERE, OH WHERE, HAS MY LITTLE DOG GONE?
OH WHERE, OH WHERE, CAN HE BE?
WITH HIS EARS CUT SHORT, AND HIS TAIL CUT LONG.
OH WHERE, OH WHERE, CAN HE BE?
OH WHERE, OH WHERE, HAS MY LITTLE DOG GONE?
OH WHERE, OH WHERE, CAN HE BE?
ORIGEM POPULAR.
GONE: FOI.
EARS: ORELHAS.
SHORT: CURTAS. TAIL: RABO.
Professor, professora: Providencie uma pelúcia ou imagem de cachorro e esconda na sala de aula sem os estudantes verem. Durante a reprodução da canção, incentive-os a cantarem e procurarem o cachorro.

imitem as orelhas curtas do cachorro, o movimento do rabo longo ou até a ação de procurar o cachorro. Caso haja algum estudante com mobilidade reduzida, incentive a criação de movimentos alternativos, se necessário.
• Reproduza o áudio e testem juntos a coreografia. Observe se os movimentos estão sincronizados com a música e se todos conseguem acompanhar. Ao final, pergunte aos estudantes se desejam fazer ajustes nos gestos ou na sequência de movimentos. Com a coreografia finalizada e os estudantes familiarizados com a letra de canção, cantem e dancem juntos.
ON
JUNTE-SE A UM COLEGA PARA CRIAR UM QUEBRA-CABEÇA
COM A IMAGEM DE UM ANIMAL DOMÉSTICO. DEPOIS DE PRONTO, APROVEITEM PARA BRINCAREM JUNTOS E SE DIVERTIREM!
CONFIRA A SEGUIR O QUE SERÁ NECESSÁRIO PARA CRIAR O JOGO.



CARTOLINA LÁPIS DE COR TESOURA COM PONTAS ARREDONDADAS
1. 2. 3. 4.
CORTEM UM QUADRADO GRANDE DA CARTOLINA. FAÇAM O DESENHO DE UM ANIMAL DOMÉSTICO OCUPANDO
A MAIOR PARTE DO QUADRADO DE CARTOLINA.
RECORTEM O DESENHO EM QUATRO PARTES PARA FORMAR AS PEÇAS.
MISTUREM AS PEÇAS E AS MONTEM PARA FORMAR O ANIMAL.

estudantes a adicionarem texturas ao quebra-cabeça, utilizando elementos fáceis de sentir pelo tato, como sementes, barbante, algodão, bolinhas pequenas de papel, entre outras possibilidades. Na etapa 3, ao recortarem as peças do quebra-cabeça, os estudantes devem fazer cortes retos e simples, evitando curvas, ondulações e recortes muito complexos. Na etapa 4, instrua as duplas a, inicialmente, montarem o próprio quebra-cabeça. Em seguida, proponha a troca dos quebra-cabeças entre as duplas. Ao final de cada montagem, oriente os estudantes a observarem a
ATTENTION: VOCÊS PODEM TROCAR O JOGO COM OUTRAS DUPLAS PARA QUE POSSAM MONTAR QUEBRA-CABEÇAS DIFERENTES.
OBJETIVO
• Produzir um quebra-cabeça.
• Leia com os estudantes o título e o primeiro parágrafo da seção, garantindo a compreensão sobre a proposta da atividade. Auxilie na formação das duplas e incentive uma conversa entre os pares para decidirem qual animal representarão no quebra-cabeça. Caso necessário, oriente os estudantes a pesquisarem e selecionarem uma imagem de referência, o que poderá facilitar a etapa do desenho.
• Em seguida, leia com a turma a lista de materiais necessários para a produção do quebra-cabeça. Explique que, além dos itens sugeridos, eles podem utilizar outros materiais do próprio estojo, como gizes de cera e canetas hidrocor, para enriquecer a criação. Caso a escola não disponha de cartolina, proponha o uso de materiais alternativos, como folhas de papel sulfite ou pedaços de papelão.
• Leia as instruções com os estudantes e auxilie-os em cada uma delas. Na etapa 1, uma cartolina pode ser cortada em quatro partes, sendo cada parte destinada a uma dupla de estudantes. Na etapa 2, oriente-os a elaborar um rascunho do desenho proposto e, depois, a passá-lo para a folha de cartolina. Caso haja na turma algum estudante com deficiência visual, oriente os
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imagem formada e a nomearem o animal em inglês, reforçando o vocabulário estudado anteriormente na unidade.
• Por fim, guarde os quebra-cabeças dos estudantes em um local acessível da sala de aula, tomando cuidado para que as peças não se misturem. Cada quebra-cabeça deverá ser armazenado separadamente. Uma sugestão é utilizar envelopes, sacos plásticos ou pastas etiquetadas com o nome da dupla. Os estudantes poderão montá-los novamente em outros momentos.
• Autoavaliar o desempenho na unidade.
Os itens da seção What I know apresentam os resultados que se espera que os estudantes tenham atingido ao final da unidade. Leia cada um deles e disponibilize um tempo para que eles reflitam e selecionem a opção que melhor representa seu desempenho nos conteúdos. Ao final, revise os itens, pedindo aos estudantes que compartilhem oralmente o que se lembram de ter estudado em cada um deles. Eles podem mencionar palavras e frases, cantar a canção aprendida na unidade ou descrever atividades que fizeram, como criar um quebra-cabeça. Caso algum estudante tenha dificuldades, sugira alternativas, como folhear a unidade para relembrar os conteúdos ou trocar ideias com um colega. Se for necessário sanar defasagens, selecione atividades da unidade para que eles as refaçam, com base nas dificuldades identificadas. Essas atividades podem ser feitas em duplas, permitindo aos estudantes que se ajudem mutuamente. Além disso, é possível levar para a sala de aula atividades complementares ou antecipar as atividades da seção Remember, relacionadas à unidade, para reforçar o aprendizado.
• Leia com os estudantes as indicações no boxe Explore Primeiro, peça a eles que observem a capa do livro e leia com eles o resumo da obra. Pergunte a todos se acreditam que os cachorros podem compreender algumas palavras da história e quais seriam elas. Caso a escola tenha essa obra no acervo, leve-a para a sala de aula para que todos possam fazer uma leitura coletiva. Depois, peça-lhes que ob-
AGORA EU CONSIGO, EM INGLÊS:
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a escreverem no caderno a opção que melhor representa o desempenho em cada conteúdo listado.
NOMEAR ALGUNS ANIMAIS DOMÉSTICOS. 1.
DIZER QUE EU TENHO OU NÃO TENHO UM ANIMAL DOMÉSTICO. 2.
CANTAR UMA CANÇÃO.
PRODUZIR UM QUEBRA-CABEÇA.
CONFIRA OUTRAS FORMAS DE CONTINUAR APRENDENDO O QUE VOCÊ ESTUDOU NESTA UNIDADE.
ESSE LIVRO FOI ESCRITO ESPECIALMENTE PARA QUE OS CACHORROS ENTENDAM ALGUMAS PALAVRAS DA HISTÓRIA. SERÁ QUE ELES VÃO ENTENDER MESMO?
MAITRE, JADE. A BEDTIME STORY FOR MY DOG. STORYBERRIES, 2024.


NESSE FILME, CONHEÇA BECKETT, UM GATO QUE, APÓS USAR TODAS AS SUAS VIDAS, VOLTA À TERRA COMO OUTROS ANIMAIS. EM CADA NOVA VIDA, ELE APRENDE LIÇÕES IMPORTANTES.
TEN LIVES, DE CHRISTOPHER JENKINS. REINO UNIDO, 2024 (88 MIN).
servem o cartaz e indiquem qual animal é o protagonista do filme. Leia o resumo da obra e convide-os a dizer quais aventuras eles acreditam que o gatinho Beckett viveu na história. Caso seja possível passar o filme para a turma, separe duas aulas para que os estudantes possam apreciá-lo.
• Por fim, selecione alguns materiais que abordem o tema da unidade e deixe-os dispostos em um cantinho da sala, criando um espaço de leitura que poderá ser utilizado nos momentos livres ou como parte da rotina semanal, promovendo o contato espontâneo e contínuo com o tema. Outra possibilidade é montar “sacolas de leitura”, ou seja, organizar os materiais em sacolas
de pano (ou outro material resistente) para que os estudantes possam se revezar e levá-las para casa. Oriente-os a compartilhar os conteúdos com seus familiares, fortalecendo o vínculo entre escola e família. Ao retornarem com a sacola, reserve um momento para que relatem suas experiências: o que leram e do que mais gostaram. Essa prática favorece o letramento, amplia repertórios e valoriza a participação da comunidade no processo de aprendizagem.
ESCREVA AS RESPOSTAS NO CADERNO.
REVIEW • UNITS 3 AND 4
1. NO CADERNO, ESCREVA AS PALAVRAS QUE NOMEIAM AS PESSOAS DA FAMÍLIA REPRESENTADA NA IMAGEM.
Possíveis respostas: MOTHER, FATHER, BROTHER; GRANDFATHER, MOTHER, BROTHER; GRANDMOTHER, FATHER, BROTHER; FATHER, SISTER, BROTHER; MOTHER, BROTHER.

2. NO CADERNO, RELACIONE OS BALÕES DE FALA ÀS IMAGENS QUE REPRESENTAM A PESSOA DA FAMÍLIA APRESENTADA. MY GRANDFATHER IS LUIS. MY SISTER IS MANUELA. MY GRANDMOTHER IS REGINA.
Respostas: A – 2; B – 3; C – 1.



• Na atividade 2, no momento da correção, convide estudantes para lerem em voz alta as frases dos balões de fala. À medida que cada frase for lida, peça aos demais colegas que digam qual imagem corresponde a cada fala. Em seguida, promova uma interação oral fazendo perguntas sobre as pessoas nas imagens, como: “Who is this woman?”; “Who is this man?”; “Who is this girl?”. Os estudantes devem responder em inglês dizendo o nome (Regina, Luis e Manuela) ou o membro da família que cada pessoa representa (grandmother, grandfather, sister).
• Revisar os conteúdos das unidades 3 e 4
• As atividades dessa seção podem ser realizadas pelos estudantes tanto em sala de aula quanto em casa, como tarefa escolar. Em ambos os casos, leia com eles os enunciados e os itens, verificando se compreenderam as instruções. Caso surjam dúvidas, faça o primeiro item coletivamente para garantir que todos entendam o que devem fazer.
• Na atividade 1, caso haja na turma algum estudante com deficiência visual, convide estudantes videntes para fazerem uma descrição detalhada da imagem, de forma a possibilitar a associação de cada pessoa ao membro da família que ela representa, promovendo, assim, um ambiente escolar colaborativo e inclusivo. Para a correção, registre na lousa todas as palavras que nomeiam membros da família estudados até o momento: grandmother , grandfather, mother, father, sister e brother . Em seguida, convide voluntários para irem até a lousa e peça que contornem as palavras que identificam as pessoas da família representada na imagem. Os demais colegas podem confirmar se fizeram as mesmas escolhas ou, caso haja divergências, compartilharem quais foram suas respostas. Valorize e aceite diferentes respostas, caso estejam coerentes com a imagem.
19/09/2025 11:30:04
• Na atividade 3, leia com os estudantes os nomes em inglês dos animais e peça a eles que expliquem quais são as características deles. De acordo com as características apresentadas, oriente-os a fazer o desenho dos animais no caderno. Incentive-os a compartilhar os lápis de cor no momento da pintura dos desenhos. Caso haja algum estudante com deficiência visual, produza com barbante o molde simples de cada animal para que o estudante consiga, pelo tato, saber qual animal está sendo retratado para pintá-lo. Durante a correção da atividade, convide-os a trocar seus cadernos, para que eles possam contemplar as produções uns dos outros.
• Na atividade 4, convide voluntários para imitarem os sons que os animais das imagens fazem, pedindo aos outros que digam o nome em inglês dos animais. Após esse momento de interação, com a ajuda de todos da turma, faça a correção da atividade na lousa. Registre as frases deixando um espaço para completar com os nomes dos animais. Os estudantes vão dizendo, em voz alta, a letra que representa cada desenho para que você possa completar as frases. Por fim, eles devem verificar se o que escreveram no caderno corresponde à correção feita na lousa.
3. Resposta: Os estudantes devem desenhar um peixe, um pássaro, um cachorro e uma tartaruga.
3. NO CADERNO, DESENHE OS ANIMAIS DOMÉSTICOS A SEGUIR. FISH DOG
BIRD TORTOISE
4. SUBSTITUA OS DESENHOS NOS BALÕES PELAS LETRAS
CORRESPONDENTES PARA COMPLETAR AS FRASES E ESCREVA-AS NO CADERNO.
Respostas: A) I HAVE A BIRD; B) I HAVE TWO CATS; C) I HAVE TWO DOGS.
A B O C D R S G T I



I HAVE A I HAVE TWO
I HAVE TWO
• Ativar conhecimentos prévios sobre o tema brinquedos.
BRINQUEDOS ORGANIZADOS EM PRATELEIRAS.
BRINQUEDOS SÃO DIVERTIDOS E AJUDAM A IMAGINAR, CRIAR, APRENDER E FAZER NOVOS AMIGOS. BRINCAR É UM JEITO ALEGRE DE DESCOBRIR E EXPLORAR O MUNDO!
Respostas nas orientações ao professor
1. 2.
A IMAGEM MOSTRA ALGUNS BRINQUEDOS: BLOCOS DE MONTAR, TREM, BONECA, BOLA, URSO DE PELÚCIA, CAVALO DE BALANÇO E CAMINHÃO. FAÇA UMA MÍMICA DE COMO SE BRINCA COM UM DESSES BRINQUEDOS PARA SEUS COLEGAS ADIVINHAREM QUAL É.
COM QUAIS BRINQUEDOS VOCÊ GOSTA DE BRINCAR? POR QUÊ?
tam que façam novos amigos ou os tornam mais criativos. Incentive-os a justificar seus posicionamentos mencionando experiências pessoais ou informações que conheçam.
• Na atividade 1, antes de iniciar a brincadeira, pergunte aos estudantes como eles costumam brincar com os brinquedos representados na imagem. Com base nas respostas, incentive-os a pensar em movimentos que representem essas brincadeiras, para que possam utilizá-los no momento de fazer a mímica.
• Na atividade 2, acolha as diferentes respostas com respeito às diversas realidades dos estudantes. Alguns poderão mencionar itens de valor
19/09/2025 11:33:53
aquisitivo alto, enquanto outros podem indicar não ter acesso a brinquedos desse tipo em razão de questões socioeconômicas.
Respostas
1. Resposta pessoal. Os estudantes podem fazer uma mímica para imitar que estão jogando futebol, fazer gestos com as mãos para mostrar que estão brincando com os blocos de montar, entre outros exemplos.
2. Resposta pessoal. Os estudantes podem mencionar brinquedos mais tradicionais, como bola e pipa, bem como os que usam tecnologias, como os videogames
• Solicite aos estudantes que observem a imagem e digam os nomes dos brinquedos organizados nas prateleiras. Caso haja algum estudante com deficiência visual na turma, providencie uma cópia da imagem e cole barbante contornando os brinquedos para que ele possa sentir, pelo tato, o formato de cada um deles. Pergunte a todos quais desses brinquedos eles já tiveram ou ainda têm, se os compartilham com os irmãos e amigos de forma amigável e se cuidam para que não estraguem rapidamente.
• Faça a leitura do título da unidade em voz alta e pergunte aos estudantes se o compreenderam. Caso a resposta seja negativa, pergunte a eles com qual palavra em português a palavra inglesa favorite se assemelha, para que percebam que a frase trata de algo favorito. Depois, indique que os itens da imagem são toys. Por fim, diga uma frase inteira, como “My favorite toy is a ball”, para que, com base no título e nessa abordagem, entendam que o tema da unidade é brinquedos favoritos.
• Leia em voz alta o texto introdutório e pergunte aos estudantes se concordam que os brinquedos possibili-
• Nomear alguns brinquedos.
• Dizer qual é o brinquedo favorito.
• Na atividade 1, explore as imagens dos brinquedos com a turma. Caso haja na turma algum estudante com deficiência visual, leve exemplares reais dos brinquedos para que ele possa explorá-los por meio do tato. Essa experiência concreta facilita a associação entre o objeto e o vocabulário em inglês. Entregue os brinquedos um a um ao estudante e incentive-o a nomeá-lo em inglês, promovendo sua participação ativa e a prática do conteúdo. Essa dinâmica também pode ser estendida aos estudantes videntes, permitindo a todos que interajam com os objetos físicos, reforçando o aprendizado por meio da experimentação sensorial.
• Em seguida, reproduza o áudio uma vez, de forma contínua, para que os estudantes ouçam a pronúncia das palavras enquanto observam suas respectivas imagens e grafias. Toque o áudio novamente, desta vez pausadamente, incentivando a turma a repetir e praticar a pronúncia.
Proponha aos estudantes uma brincadeira chamada O que está faltando?, utilizando-a para avaliar a compreensão do vocabulário. Para a atividade, utilize os brinquedos reais ou leve para a sala de aula cartões com imagens dos brinquedos que foram apresentados na unidade. Disponha os brinquedos ou as imagens sobre uma mesa. Convide os estudantes a observá-los e peça a um voluntário que diga os nomes deles em inglês. Em seguida, oriente-os a fechar os olhos. Retire um dos
Professor, professora: Ao reproduzir o áudio, faça pausas
entre as palavras para que os estudantes possam repeti-las em voz alta.



brinquedos ou uma das imagens e, em seguida, peça a eles que abram os olhos novamente. Escolha um segundo voluntário e oriente-o a dizer em inglês o nome do brinquedo que foi retirado. Repita o procedimento até que sobre apenas um brinquedo ou uma imagem. Faça novas rodadas para que todos os estudantes possam participar da brincadeira. Durante as rodadas, avalie se há reconhecimento dos brinquedos, se as respostas são assertivas e seguras e se a pronúncia está adequada. Caso perceba dificuldades recorrentes, refaça a atividade 1 com eles e proponha uma atividade complementar, como a confecção de um cartaz ilustrativo com os brinquedos



e seus respectivos nomes em inglês, que poderá ser afixado na sala de aula como material de apoio permanente.
Respostas: A) BLOCKS; B) CAR; C) DOLL; D) BALL.




3. RECORTE AS PEÇAS AO FINAL DO LIVRO, MONTE O QUEBRA-CABEÇA E CONFIRA QUAIS BRINQUEDOS APARECEM NA IMAGEM.
3. Professor, professora:

Após montarem o quebra-cabeça, oriente os estudantes a formarem pares, apontarem para os brinquedos na imagem que se formou e dizerem o nome em inglês.
para a inclusão e garante a participação ativa de todos os estudantes da turma. Ao final da montagem, peça-lhes que digam em voz alta os nomes dos brinquedos revelados na imagem formada. Caso algum estudante não se lembre do nome em inglês, incentive-o a utilizar recursos disponíveis, como o próprio livro ou as anotações no caderno, para realizar uma pesquisa, desenvolvendo sua autonomia na busca pelo conhecimento.
• POZAS, Denise. Criança que brinca mais aprende mais: a importância da atividade lúdica para o desenvolvimento cognitivo infantil. Rio de Janeiro: Senac, 2012.
Essa obra aborda a relevância da brincadeira e da ludicidade como elementos fundamentais no processo de ensino-aprendizagem dos estudantes. Além disso, apresenta reflexões relevantes que podem subsidiar práticas pedagógicas significativas e inspirar novas abordagens em sala de aula.
• Na atividade 2, oriente os estudantes a observarem as imagens, lerem as alternativas de resposta e, em seguida, dizerem em voz alta qual delas corresponde ao nome do brinquedo representado. Reforce a importância de intercalarem a vez de falar, garantindo que ambos consigam participar igualmente da atividade. Durante a correção, convide diferentes duplas para falarem o nome do brinquedo de cada item.
• Na atividade 3, auxilie os estudantes a localizarem as peças do quebra-cabeça na seção Additions. Durante o recorte, observe se algum estudante demonstra dificuldade no manuseio da tesoura e ofereça apoio individualizado, sempre incentivando a autonomia e assegurando o uso adequado e seguro do material. Para a montagem do quebra-cabeça, oriente os estudantes a formarem duplas, favorecendo a cooperação, a troca de ideias e o trabalho em equipe. Durante essa etapa, incentive habilidades como o reconhecimento de formas e cores e o raciocínio lógico. Se houver algum estudante com deficiência visual na turma, providencie uma versão adaptada das peças, confeccionadas com material de espessura maior e com relevos que possibilitem a identificação tátil das formas e dos brinquedos representados. Essa adaptação contribui
• Na atividade 1, reproduza o áudio pela primeira vez pausando a cada fala, permitindo aos estudantes que ouçam com atenção e, em seguida, confiram a escrita correspondente de cada frase. Após essa escuta guiada, reproduza o áudio novamente de forma contínua, destacando as duas formas diferentes utilizadas pelas crianças para responder à pergunta. Para fortalecer o conteúdo e incentivar a prática oral, organize os estudantes em duplas. Oriente-os a revezar: enquanto um faz a pergunta “What is you favorite toy?”, o outro responde com “My favorite toy is...” ou “... is/are my favorite toy”. Peça-lhes que invertam os papéis de modo que ambos pratiquem tanto a formulação da pergunta quanto a construção da resposta.
• Na atividade 2 , destaque a importância de ouvir com atenção a resposta do colega e explique que eles deverão representar o brinquedo favorito mencionado pelo colega por meio de um desenho. Durante a produção, incentive-os a compartilhar os lápis de cor ou qualquer outro material que for necessário. Quando todos concluírem a atividade, peça-lhes que troquem os cadernos entre si para que apreciem os trabalhos dos colegas, incentivando o compartilhamento de experiências e a valorização das produções.
A atividade 2 possibilita o desenvolvimento da Competência geral 4 ao incentivar os estudantes a utilizarem diferentes linguagens, como a oral na elaboração das perguntas e respostas e a escrita e a visual na representação do nome do colega e do desenho do brinquedo favorito.
1. TRACK 18 OBSERVE A IMAGEM E OUÇA O ÁUDIO.
Professor, professora: Sem ler os balões de fala, incentive os estudantes a levantarem hipóteses sobre o que os personagens estão conversando.
WHAT IS YOUR FAVORITE TOY?

MY FAVORITE TOY IS A TEDDY BEAR.
BLOCKS ARE MY FAVORITE TOY.
2. EM DUPLA, PERGUNTE EM INGLÊS QUAL É O BRINQUEDO FAVORITO DE SEUS COLEGAS. NO CADERNO, REPRESENTE AS RESPOSTAS COM OS NOMES DOS COLEGAS E SEUS BRINQUEDOS FAVORITOS.
LAÍS, WHAT IS YOUR FAVORITE TOY?
MY FAVORITE TOY IS A BALL.
2. Professor, professora: Caso os estudantes queiram dizer um brinquedo não abordado na unidade, auxilie-os fornecendo a palavra em inglês.
DAS CRIANÇAS AOS SEUS BRINQUEDOS FAVORITOS.
Respostas: A – 2; B – 1.
MIGUEL B.




Reflect. A) Resposta: Para conhecer melhor a história e a cultura das comunidades indígenas e africanas e valorizálas, preservando as tradições e respeitando a diversidade cultural do nosso país
INDÍGENA DA ETNIA GUARANI SEGURANDO TOBDAÉ, NO NÚCLEO CACHOEIRA DA ALDEIA RIO SILVEIRA, EM BERTIOGA, SÃO PAULO, EM 2021.
Reflect. B) Resposta pessoal. Mesmo que desconheçam os brinquedos, a resposta pode refletir como seria essa experiência ou o que achariam interessante neles.
ARTESÃ QUILOMBOLA CRIANDO ABAYOMI, NO QUILOMBO DO CAFUNDÓ, EM SALTO DO PIRAPORA, SÃO PAULO, EM 2023.
AS IMAGENS MOSTRAM O TOBDAÉ, BRINQUEDO SIMILAR À PETECA, DE INDÍGENAS DA REGIÃO CENTRO-OESTE DO BRASIL, E A ABAYOMI, BONECA AFRICANA DE PANO. MAIS QUE BRINQUEDOS, ESSES ITENS SÃO PARTE DE SABERES E TRADIÇÕES ANCESTRAIS.
A ) POR QUE É IMPORTANTE CONHECER BRINQUEDOS COMO ESSES?
B ) VOCÊ JÁ VIU OU BRINCOU COM ALGUM BRINQUEDO TRADICIONAL COMO ESSES? COMO FOI A EXPERIÊNCIA?
na boneca as feições das pessoas de seu entorno. Explique que o tobdaé é usado pelas crianças indígenas xavantes e xerentes, que vivem nos estados do Mato Grosso e do Tocantins. Outros povos indígenas apresentam brinquedos semelhantes com outros nomes, como o mangá, dos guaranis. Proponha aos estudantes que façam uma pesquisa usando dispositivos digitais da escola conectados à internet com o propósito de descobrir mais informações sobre o tobdaé e a abayomi
• Na questão A, verifique se, além dos brinquedos mencionados, os estudantes conhecem outros de origem indígena e africana, como pião, chocalhos de sementes, máscaras e animais de argila.
• Na questão B, se possível, leve para a sala de aula um tobdaé ou abayomi para que os estudantes possam brincar com eles. Se não for possível, utilize brinquedos similares, como a peteca e uma boneca de pano.
• Na atividade 3, antes de reproduzir o áudio, incentive os estudantes a fazerem suposições sobre o brinquedo favorito de cada criança. Toque o áudio uma vez de forma contínua. Depois, toque-o novamente, dessa vez de forma pausada, para que compreendam o que as crianças estão dizendo. Durante a correção, convide dois participantes para irem até a frente da sala de aula com seus respectivos livros e peça a eles que apontem com o dedo e digam, em voz alta e em inglês, os nomes dos brinquedos mencionados no áudio.
Track 19
Menina: Hi, Miguel!
Menino: Hi, Sofia!
Menina: What is your favorite toy?
Menino: Hmm... a puzzle is my favorite toy.
Menina: Nice!
Menino: What is your favorite toy?
Menina: My favorite toy is a car.
Menino: Let’s play?
Menina: Sure! Let’s go!
• No boxe Reflect, destaque os brinquedos das imagens, leia as legendas e o parágrafo que os contextualiza. Sobre as bonecas abayomi, explique que elas são negras, não têm olhos, boca nem nariz, porque muitas etnias africanas vieram para o Brasil, com características físicas diversas. Assim, a criança poderia imaginar
19/09/2025 11:34:18
O boxe Reflect objetiva contribuir para o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras ao promover o reconhecimento de brinquedos de origem indígena e africana, reforçando a diversidade cultural, incentivando a empatia e o respeito, bem como valorizando as culturas desses povos.
• Cantar uma canção.
• Leia com os estudantes o título da seção, que apresenta o nome da canção, e oriente-os a observar a ilustração. Em seguida, incentive-os a comentar a relação entre o título e a ilustração. Espera-se que os estudantes percebam que a canção se refere a um urso de pelúcia e que a ilustração o representa junto a uma menina que está brincando com ele. Essa atividade favorece a antecipação do conteúdo da canção, auxiliando na compreensão da temática por meio da associação entre título e imagem.
• Toque o áudio uma vez e, ao final da reprodução, verifique se os estudantes reconheceram algumas das palavras mencionadas. Então, leia a letra da canção em voz alta de forma pausada. Para explorar o significado dos versos, incentive os estudantes a fazerem movimentos que representem as ações, como: dar uma volta em turn around, tocar o chão em touch the ground, pular ou levantar as mãos para o alto em reach up high, curvar-se em bend down low, tocar o dedo do pé em touch your toe, simular que está apertando um interruptor para desligar a luz em turn out the light e juntar as mãos do lado do rosto demonstrando a ação de quem vai dormir em say goodnight
• Em seguida, reproduza o áudio para que todos possam cantar. Combine com os estudantes de utilizar os movimentos feitos previamente como coreografia da canção. Se houver algum estudante com deficiência visual, oriente-o a fazer a coreografia de mãos dadas com um estudante vidente para que ele compreenda os gestos. Caso haja algum estudante com mobilidade reduzida, a coreografia poderá ser adaptada, se for
Professor, professora: Oriente e auxilie os estudantes a fazerem uma tiara com orelhas de urso para usar durante o
áudio, fazendo o papel do urso e seguindo os comandos dos versos.
1. TRACK 20 OUÇA O ÁUDIO, CANTE E DANCE.
TEDDY BEAR, TEDDY BEAR, TURN AROUND.
TEDDY BEAR, TEDDY BEAR, TOUCH THE GROUND.
TEDDY BEAR, TEDDY BEAR, REACH UP HIGH.
TEDDY BEAR, TEDDY BEAR, TOUCH THE SKY.
TEDDY BEAR, TEDDY BEAR, BEND DOWN LOW.
TEDDY BEAR, TEDDY BEAR, TOUCH YOUR TOE.
TEDDY BEAR, TEDDY BEAR, TURN OUT THE LIGHTS.
TEDDY BEAR, TEDDY BEAR, SAY GOODNIGHT.
ORIGEM POPULAR.
REACH UP: ALCANCE. BEND DOWN: CURVE-SE. TURN OUT: DESLIGUE.

estudantes, incorporando as novas estruturas e adicionando os movimentos criados à coreografia. Essa atividade incentiva a criatividade, a expressão corporal, o uso do inglês e o engajamento coletivo, contribuindo para um aprendizado mais significativo e dinâmico. preciso.
Proponha aos estudantes que criem uma versão personalizada da canção apresentada. Para isso, peça-lhes que sugiram novas ações para os versos, como bater palmas (clap your hands), bater os pés (stomp your feet), acenar com a cabeça (nod your head), entre outras que desejarem acrescentar. Depois de selecionar as ações, criem juntos os movimentos para cada uma delas, garantindo que todos compreendam e consigam executar os gestos com facilidade. Em seguida, cante a canção novamente com os
ON TOY
VOCÊ VAI CRIAR UM CARRINHO DE BRINQUEDO COM MATERIAIS RECICLÁVEIS. ASSIM, VAI APRENDER, BRINCAR E CUIDAR DO PLANETA REUTILIZANDO ITENS!
CONFIRA A SEGUIR O QUE SERÁ NECESSÁRIO PARA MONTAR O BRINQUEDO.




PINCEL COLA

ATTENTION: CASO QUEIRA, CRIE UM BRINQUEDO DIFERENTE, USANDO OS MESMOS MATERIAIS.
PINTE O ROLO DE PAPEL POR INTEIRO E AS TAMPAS DE GARRAFA.
ADICIONE DETALHES, COMO PORTAS E JANELAS, E DEIXE SECAR.
COLE DUAS TAMPAS EM CADA LADO DO ROLO PARA FAZER AS RODAS.
JUNTE-SE AOS COLEGAS E BRINQUEM COM O CARRINHO.
lagem. Também os conscientize sobre escolhas sustentáveis: caso algum material precise ser descartado, oriente-os a utilizar a lixeira adequada, promovendo o cuidado com o meio ambiente.
• Após a finalização dos brinquedos, organize um momento de brincadeira coletiva. Proponha, por exemplo, uma corrida com os carrinhos. Se possível, utilize a quadra da escola, desenhando com giz uma pista no chão. Caso a atividade ocorra em sala de aula, a pista pode ser desenhada na lousa ou em cartolina no chão. Caso os

estudantes tenham criado outros tipos de brinquedos, adapte a dinâmica da corrida ou proponha novas brincadeiras que valorizem a criatividade de cada grupo.
• Para encerrar, convide a turma a organizar uma exposição dos brinquedos confeccionados. Essa mostra pode ser realizada em um espaço comum da escola, permitindo que outras turmas, professores e familiares apreciem os trabalhos, valorizando a iniciativa e o empenho dos estudantes.
• Criar um brinquedo com materiais recicláveis.
• Leia o título e o primeiro parágrafo da seção. Em seguida, pergunte aos estudantes quais exemplos de materiais recicláveis eles conhecem. Leve para a sala de aula alguns itens reais, como garrafa PET, lata de suco e caixa de papelão. Se permitir o manuseio, certifique-se de que os materiais estejam vazios e higienizados. Explique que esses objetos, em vez de serem descartados, podem ser reutilizados na criação de outros itens, contribuindo para a redução do lixo e a conservação do meio ambiente. Destaque que, nessa proposta, os materiais recicláveis serão utilizados para a criação de um brinquedo. A seção propõe que seja um carrinho, mas outras criações são bem-vindas, conforme sugere o boxe Attention
• Com antecedência, envolva os estudantes na coleta dos materiais recicláveis. Caso não seja possível obter rolos de papel e tampas de garrafa, proponha substituições acessíveis, como caixas de leite ou latas para a estrutura do brinquedo e botões grandes ou círculos de papelão para as rodas. • Durante a confecção do brinquedo, incentive o compartilhamento dos materiais e a ajuda mútua nas etapas de pintura e co-
Essa seção visa contribuir com o desenvolvimento da Competência geral 10 ao possibilitar que os estudantes trabalhem de forma individual e coletiva em sua produção usando, de forma sustentável e responsável, materiais recicláveis para a produção de um brinquedo.
• Autoavaliar o desempenho na unidade.
Os itens da seção What I know apresentam os resultados que se espera que os estudantes tenham atingido ao final da unidade. Leia cada um deles e disponibilize um tempo para que eles reflitam e selecionem a opção que melhor representa seu desempenho nos conteúdos. Ao final, revise os itens, pedindo aos estudantes que compartilhem oralmente o que se lembram de ter estudado em cada um deles. Eles podem mencionar palavras e frases, cantar a canção aprendida na unidade ou descrever atividades que fizeram, como montar um quebra cabeça. Caso algum estudante tenha dificuldades, sugira alternativas, como folhear a unidade para relembrar os conteúdos ou trocar ideias com um colega. Se for necessário sanar defasagens, selecione atividades da unidade para que eles as refaçam, com base nas dificuldades identificadas. Essas atividades podem ser feitas em duplas, permitindo aos estudantes que se ajudem mutuamente. Além disso, é possível levar para a sala de aula atividades complementares ou antecipar as atividades da seção Remember , relacionadas à unidade, para reforçar o aprendizado.
• No boxe Explore, oriente os estudantes a conferirem as capas de livro. Na capa de Lara’s black dolls, chame a atenção para as palavras em letras de imprensa maiúsculas e minúsculas. Compare-a com a capa do livro NOT A BOX, em que são utilizadas somente letras maiúsculas. Explique brevemente que, no 2º ano, eles terão mais contato com o uso dessas diferenças
AGORA EU CONSIGO, EM INGLÊS:
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a escreverem no caderno a opção que melhor representa o desempenho em cada conteúdo listado.
NOMEAR ALGUNS BRINQUEDOS. 1.
2. CANTAR UMA CANÇÃO. 3.
DIZER QUAL É O MEU BRINQUEDO FAVORITO.
CRIAR UM BRINQUEDO COM MATERIAIS RECICLÁVEIS. 4.
CONFIRA OUTRAS FORMAS DE CONTINUAR APRENDENDO O QUE VOCÊ ESTUDOU NESTA UNIDADE.
ESSE LIVRO CONTA A HISTÓRIA DE LARA E SUAS BONECAS NEGRAS. ELA SE REÚNE COM SEUS AMIGOS PARA BRINCAR E CONTAR A HISTÓRIA DAS BONECAS ABAYOMI
FERREIRA, APARECIDA DE JESUS. LARA’S BLACK DOLLS PONTA GROSSA: ESTÚDIOTEXTO, 2018.
SERÁ QUE UMA SIMPLES CAIXA PODE
SE TRANSFORMAR EM UM BRINQUEDO DIVERTIDO? NESSE LIVRO, VOCÊ VAI DESCOBRIR COMO ISSO É POSSÍVEL USANDO A CRIATIVIDADE E A IMAGINAÇÃO
PORTIS, ANTOINETTE. NOT A BOX NOVA YORK: HARPERCOLLINS, 2006.
entre as letras, mas que um dos usos mais comuns da letra maiúscula é ser aplicada no início de frases e no nome de pessoas. Para ampliar a percepção dos diferentes formatos de escrita, registre os nomes dos estudantes na lousa de duas formas: escrevendo os nomes com todas as letras em maiúsculas e escrevendo com apenas a primeira letra em maiúscula e as demais em minúsculas.
• Por fim, caso a escola disponha dos livros no acervo, leve-os para a sala de aula a fim de que todos possam folheá-los, instigando a curiosidade, posteriormente, faça uma leitura coletiva com a turma. Caso a escola não disponha dessas


obras, leve os estudantes até a biblioteca para que conheçam outros livros que tratem da temática da unidade. Durante a visita à biblioteca, incentive-os a escolher um livro para que possam levar para casa e apreciá-lo em família.

DESENHO DE UM ARCO-ÍRIS SENDO PINTADO COM CANETA HIDROCOR.
O ARCO-ÍRIS É UM ESPETÁCULO DE CORES NO CÉU. ELE
MOSTRA COMO AS CORES PODEM TRANSFORMAR TUDO AO NOSSO REDOR, DESPERTANDO EM NÓS SENSAÇÕES ÚNICAS.
Respostas nas orientações ao professor
1.
NO DESENHO, HÁ QUATRO DAS SETE CORES DO ARCO-ÍRIS: VERMELHO, LARANJA, AZUL E VIOLETA. QUAIS DAS CORES A SEGUIR SÃO AS OUTRAS TRÊS CORES?
QUAIS SÃO AS SUAS CORES FAVORITAS? 2.
se eles já viram um arco-íris e, caso respondam que sim, peça-lhes que digam o que sentiram ao ver um. Pergunte se eles concordam que as cores têm o poder de transformar o humor ou até mesmo a maneira como percebemos o mundo.
• Na atividade 1, mostre aos estudantes uma imagem completa de um arco-íris para que eles possam identificar todas as cores que o compõem. Depois, retome a imagem do arco-íris da imagem desta página e comparem com o modelo completo, pedindo aos estudantes que mencionem quais cores o completariam.
• Na atividade 2, após responderem quais são suas cores favoritas, incentive os estudantes a procurarem e apontarem objetos na sala de aula que apresentam essas cores.
1. Resposta: Verde, amarelo e anil.
2. Resposta pessoal. Peça aos estudantes que expliquem por que gostam da cor mencionada.
• Ativar conhecimentos prévios sobre o tema cores.
Inicie a unidade propondo aos estudantes uma atividade de observação e memória. Peça-lhes que observem atentamente a imagem da página por um minuto e, depois, fechem os livros. Solicite a eles que descrevam com o máximo de detalhes possível o que conseguirem lembrar. Registre as respostas na lousa e, em seguida, peça-lhes que abram os livros novamente. Façam uma verificação coletiva das informações, comparando o que foi lembrado com o que realmente está na imagem.
• Leia o título da unidade e explore como ele se relaciona à imagem. Pergunte aos estudantes: “Onde as cores aparecem nessa imagem?” e “Por que vocês acham que o título diz que as cores estão em todos os lugares?”. Na imagem, além do arco-íris que está sendo pintado, eles podem mencionar que as cores também aparecem nas canetinhas. Incentive-os a fazer conexões desse tema com o cotidiano, citando objetos ao seu redor e indicando as cores que eles têm.
• Em seguida, leia o texto introdutório da unidade. Pergunte aos estudantes
Proponha à turma a produção de uma pintura coletiva. Leve para a sala de aula tintas guache, pincel e papel kraft. Convide a turma para pintar as palmas das mãos com a cor favorita e, depois, carimbá-la no papel, formando a imagem de um arco-íris. Depois de finalizado, coloque-o em um mural da sala de aula e permita que os estudantes o apreciem. À medida que eles vão aprendendo as cores durante a unidade, utilize o mural para que possam consultá-lo e dizer as cores em inglês.
• Nomear algumas cores.
• Dizer a cor de objetos e animais.
• Na atividade 1, convide voluntários para fazerem uma descrição detalhada da imagem. Para facilitar a observação, conduza a conversa com perguntas guiadas, como: “Onde a garota está?”; “O que ela está fazendo?” e “Quais cores ela usou em seu desenho?”. Em seguida, chame a atenção para os recipientes de tinta colorida que aparecem na cena e peça aos estudantes que indiquem quais são as cores. Incentive-os a dizer o nome em inglês. Por fim, toque o áudio, de forma contínua, para que reconheçam como as palavras são pronunciadas. Toque uma segunda vez e solicite-lhes que as repitam para praticá-las.
• Para explorar outra abordagem que favoreça as diversidades e especificidades dos estudantes, proponha que brinquem de Simon says. Explique que você dará um comando, como “Simon says touch something blue”, e eles terão de obedecer, tocando algum objeto na cor mencionada. Após algumas rodadas, convide alguns estudantes para que deem os comandos. Caso haja algum estudante com deficiência visual ou daltonismo, adapte a atividade: providencie cartões com as cores, a escrita dos nomes em inglês e as versões em braile para que os estudantes toquem no cartão com a cor correspondente em cada comando.
Para um trabalho interdisciplinar com o componente curricular de Arte , explique aos estudantes que as cores primárias são
Professor, professora: Ao reproduzir o áudio, faça pausas entre as palavras para que os estudantes possam repeti-las em voz alta.











aquelas que não podem ser obtidas pela mistura de outras cores. São elas: vermelho (red), azul (blue) e amarelo (yellow). Em seguida, providencie papel, pincel e tinta guache e proponha uma atividade prática de mistura de cores, na qual os estudantes possam explorar como essas três cores primárias se combinam para formar as cores secundárias: vermelho + amarelo = laranja (orange), azul + amarelo = verde (green) e azul + vermelho = roxo (purple). Durante as misturas, incentive os estudantes a nomearem as cores em inglês, reforçando o vocabulário aprendido.
• FOX, James. O mundo de acordo com as cores: uma história cultural. São Paulo: Olhares, 2025.
Esse livro apresenta fatos e curiosidades históricas e contemporâneas sobre as cores, explorando seu impacto cultural ao longo do tempo. Cada capítulo é dedicado a uma cor específica, revelando como ela foi percebida, utilizada e simbolizada em diferentes períodos e sociedades.
2. EM DUPLA, APONTE PARA UM OBJETO NA SALA DE AULA E DIGA QUAL É A COR DELE.
Professor, professora: Como um item pode ter
mais de uma cor, oriente os estudantes a dizerem a cor predominante.
3. CONFIRA AS CORES DOS ITENS E RELACIONE NO CADERNO CADA IMAGEM À FRASE CORRESPONDENTE.
Respostas: A – 3; B – 1; C – 2.



4. NO CADERNO, FAÇA QUATRO BOLINHAS COM CORES DIFERENTES E SIGA AS INSTRUÇÕES DO PROFESSOR PARA BRINCAR DE SORTEIO DAS CORES
• Na atividade 2, se houver na turma algum estudante com deficiência visual, providencie objetos coloridos, como um lápis azul, uma borracha branca e uma régua verde e uma lista em braile que descreva as cores desses objetos. Permita que o estudante leia a lista e manipule os objetos, identificando-os pelo formato. Em seguida, diga uma das cores em voz alta para que ele selecione o objeto correspondente.
Professor, professora: Explique aos estudantes que o objetivo é ter todas as cores das bolinhas sorteadas primeiro

• Na atividade 4, oriente os estudantes a escolherem somente cores abordadas na unidade. Leia a informação do boxe Attention e reforce que não pode haver repetição nas cores. Caso na turma haja algum estudante com deficiência visual, ofereça a opção de que ele escreva os nomes das cores em braile, em vez de pintar. Após as escolhas das cores, inicie o jogo. Prepare pa-
ATTENTION: NÃO REPITA CORES.
19/09/2025 11:41:05
péis com os nomes das cores em inglês e coloque-os em uma sacola plástica para o sorteio. A cada papel retirado, leia em voz alta o nome da cor sorteada. Oriente os estudantes a marcarem um X sobre a bolinha ou a escrita em braile, caso ela corresponda à cor sorteada. Peça aos estudantes que, ao terem todas as cores sorteadas, indiquem e levem o caderno para você conferir.
• Na atividade 3, oriente os estudantes a lerem as frases dos itens e verifique se sentiram alguma dificuldade por estarem em letra cursiva. Escreva na lousa as mesmas frases usando letra de imprensa. Contraste-as, perguntando aos estudantes: “As letras têm tamanhos e formatos iguais?”. Ajude-os a perceber que, na escrita cursiva, as letras ficam ligadas umas às outras, formando palavras contínuas. Já na letra de imprensa, as letras são escritas separadamente, uma de cada vez. Essa abordagem leva os estudantes a perceberem os diferentes formatos de escrita e é importante para fortalecer o processo de alfabetização.
• Na atividade 1, com os livros fechados, diga aos estudantes que eles vão ouvir a descrição de cores dos seguintes animais e objetos: bird, car, ball e hamster. Reproduza o áudio e oriente-os a prestar atenção nas cores que forem mencionadas. Ao final, pergunte a eles o que compreenderam da cor de cada animal ou objeto. Então, oriente-os a abrir os livros e conferir suas respostas, comparando o que ouviram com as imagens e frases da atividade.
• Na atividade 2, antes de tocar o áudio, identifique com os estudantes o nome em inglês de cada objeto ou animal retratado (ball, tortoise, cat, teddy bear, bird e blocks). Em seguida, reproduza o áudio com pausas a cada fala, para que os estudantes tenham tempo de registrar as respostas no caderno. Reproduza outras vezes conforme for necessário. Antes de realizar a correção coletiva, dê alguns minutos para que os estudantes conversem em duplas e comparem suas respostas. Por fim, corrija a atividade em conjunto com a turma. Além de confirmar quais alternativas eles registraram no caderno, incentive-os a dizer qual foi a frase dita no áudio.
Track 23
Menino: The ball is purple. Menino: The cat is orange.
Menino: The teddy bear is black.
Menino: The bird is blue.
Professor, professora: As frases contêm vocabulário estudado anteriormente. Verifique se os estudantes se lembram do significado e, se necessário, revise essas palavras.




Resposta: Alternativas A, C, D e E




Leve para a sala de aula objetos e imagens de animais cujos nomes os estudantes já tenham aprendido. Um mesmo objeto pode ser apresentado em cores diferentes, como um lápis verde e outro azul. Disponha esses itens na mesa. Pegue um deles e convide um estudante a formular uma frase que descreva sua cor. Faça várias rodadas até que todos participem. Conforme a atividade acontece, avalie se eles apresentam alguma dificuldade quanto ao uso de vocabulário e à es-


trutura da frase para descrever a cor. Caso note defasagens, revise conteúdos aplicando diferentes abordagens: repetição oral do vocabulário; criação de um cartaz ilustrado com os nomes das cores em inglês, a ser fixado na sala de aula como apoio permanente; interações em duplas para que os estudantes descrevam as cores de objetos ao seu redor ou observados em imagens; caça ao tesouro em que os estudantes tenham de encontrar objetos de determinadas cores; entre outras estratégias.
Respostas: A) The doll is pink;
B) The dog is brown; C) The fish is orange; D) The block is red.




Reflect A) Sugestão de resposta: O verde e o amarelo são cores presentes em datas relacionadas ao país, como o Dia da Independência, e simbolizam o orgulho nacional. O
branco é a cor usada no Ano Novo e simboliza a paz e a renovação. O preto é a cor usada para simbolizar o luto, como acontece em outros países também.
AS CORES PODEM TER DIFERENTES SIGNIFICADOS PARA ALGUMAS CULTURAS. NA CULTURA CHINESA, O VERMELHO SIMBOLIZA PROSPERIDADE E FELICIDADE, POR ISSO É MUITO USADO EM DATAS ESPECIAIS, COMO AO ANO NOVO.
A ) NA CULTURA BRASILEIRA, QUAIS CORES PREDOMINAM EM DATAS ESPECIAIS? O QUE ELAS SIMBOLIZAM?
B ) PESQUISE QUAIS CORES TÊM SIGNIFICADOS ESPECIAIS EM DIFERENTES CULTURAS E COMPARTILHE AS INFORMAÇÕES COM OS COLEGAS

ENVELOPE VERMELHO ORNAMENTADO SENDO ENTREGUE EM COMEMORAÇÃO AO ANO NOVO CHINÊS.
Reflect B) Resposta pessoal. Explore os diferentes significados das cores em cada cultura para promover a valorização da diversidade, o respeito e a tolerância.
significados em diferentes culturas. Essa pesquisa pode ser feita usando algum dispositivo digital da escola para acessar enciclopédias e sites confiáveis. Após a investigação, promova a socialização das descobertas, incentivando a troca de informações e a construção coletiva do conhecimento.
O boxe Reflect explora os diferentes significados atribuídos às cores em diversas culturas, levando os estudantes a valorizarem saberes culturais e sociais e reconhecerem a pluralidade de visões de mundo. Essa experiência promove
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a compreensão crítica da realidade e fortalece o respeito à diversidade. Dessa maneira, o trabalho com o boxe visa contribuir para o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal Diversidade cultural e da Competência geral 1 Simultaneamente, também favorece o desenvolvimento da Competência geral 2 ao propor uma pesquisa para obter mais informações sobre o tema, exercitando a curiosidade intelectual. Ao recorrerem a diferentes fontes para investigar os significados culturais das cores, os estudantes ampliam seu repertório e desenvolvem a capacidade de interpretar, refletir e produzir conhecimento de forma consciente e significativa.
• Na atividade 3, oriente os estudantes a se intercalarem para falar o nome do que está representado em cada imagem e a respectiva cor. Caso haja algum estudante com deficiência auditiva, leve para a sala de aula, em pequenas tiras de papel, a descrição escrita do objeto e sua cor para que ele e seu colega de dupla possam mostrar a frase um ao outro e apontar no livro a imagem a que ela se refere. Durante a correção, peça a quatro estudantes que apontem para a imagem e falem, em inglês, o nome do objeto e a respectiva cor.
• Antes de explorar o boxe Reflect, pergunte aos estudantes se sabem alguma curiosidade sobre as cores e a importância que elas têm na cultura brasileira e nas de outros países. Caso digam que sim, abra a discussão para que expliquem o que sabem dando exemplos. Em seguida, convide-os a observar a imagem, faça a leitura do texto e aborde as questões propostas.
• Na questão A, pergunte aos estudantes se eles e suas famílias têm alguma tradição ou superstição relacionada às cores. Acolha com sensibilidade as diferentes respostas e aproveite o momento para reforçar a importância do respeito às crenças e práticas culturais.
• Na questão B , organize os estudantes em grupos e atribua uma cor a cada um a fim de que pesquisem informações sobre seus
• Cantar uma canção.
• Previamente, prepare cartões nas cores mencionadas na canção: vermelho, laranja, verde, azul, roxo, rosa e amarelo. Eles podem ter formato quadrado ou circular. Em sala de aula, divida os estudantes em sete grupos, atribuindo a cada grupo uma das cores da canção. Entregue a cada estudante do grupo um cartão da cor correspondente. Explique que, ao ouvirem a canção, deverão levantar seus cartões sempre que ouvirem a cor mencionada na letra. Reproduza o áudio uma vez para que eles ensaiem o movimento de levantar os cartões, compreendam a dinâmica e se familiarizem com a melodia e a pronúncia das palavras.
• Em seguida, leia a letra da canção e explore a ilustração que a acompanha. Se houver um estudante com deficiência visual, incentive os demais estudantes videntes a fazerem uma descrição detalhada da ilustração. Encoraje-os a compartilhar o que compreenderam. Se necessário, faça perguntas para auxiliá-los, por exemplo: “Como é o arco-íris descrito na canção?”; “Quais são as cores mencionadas?” e “Qual é o animal citado?”.
• Reproduza o áudio algumas vezes, incentivando os estudantes a acompanharem cantando. Elabore com eles movimentos de dança que possam fazer nos dois primeiros versos de cada estrofe, como abrir e fechar a mão simulando um brilho em bright colors e imitar um pássaro voando em birds fly. Os demais versos serão o momento em que os estudantes vão levantar os cartões de acordo com as cores.
Professor, professora: Elabore movimentos coordenados à letra e melodia da canção e mostre-os aos estudantes para que eles possam realizá-los durante a reprodução do áudio.
1. TRACK 24 OUÇA O ÁUDIO, CANTE E DANCE.
RAINBOW, RAINBOW IN THE SKY, BRIGHT COLORS WAY UP HIGH
RED AND ORANGE, GREEN AND BLUE, PURPLE, PINK, AND YELLOW TOO.
RAINBOW, RAINBOW IN THE SKY, GLOWING COLORS PASSING BY RED AND ORANGE, GREEN AND BLUE, PURPLE, PINK, AND YELLOW TOO.
RAINBOW, RAINBOW IN THE SKY, COLORS SHINING WHILE BIRDS FLY.
RED AND ORANGE, GREEN AND BLUE, PURPLE, PINK, AND YELLOW TOO.
ELABORADO ESPECIALMENTE PARA ESTA OBRA.
BRIGHT: BRILHANTES.
WAY UP HIGH: LÁ NO ALTO.
GLOWING: CINTILANTES.
PASSING BY: PASSANDO.
SHINING: BRILHANDO.

• Com a coreografia montada e os estudantes familiarizados com a letra da canção, convide-os a cantar e dançar coletivamente. Essa atividade promove o desenvolvimento da compreensão oral, coordenação motora e expressão corporal, além de reforçar o vocabulário de cores em inglês.
• Se julgar pertinente, explore a canção cantando-a de outras maneiras com os estudantes. Uma possibilidade é modificar o ritmo gradual-
mente, acelerando a velocidade a cada estrofe. Outra estratégia é propor aos estudantes que alternem o volume da voz, cantando algumas partes sussurrando e outras em voz alta, conforme sua orientação. Essas variações ajudam a manter a atenção e incentivam a percepção sonora e a coordenação rítmica.
HANDS ON
GAME WITH A MAT
VOCÊ E OS COLEGAS VÃO USAR AS CORES PARA CRIAR UM JOGO BEM DIVERTIDO. SERÁ UM TAPETE COM CÍRCULOS COLORIDOS EM QUE VOCÊS DEVERÃO SE POSICIONAR NAS CORES INDICADAS E MANTER O EQUILÍBRIO.
CONFIRA A SEGUIR O QUE SERÁ NECESSÁRIO PARA CRIAR O JOGO.

1. 2. 3. 4.


CORTEM O TECIDO, COM A AJUDA DO PROFESSOR, EM UM PEDAÇO DE PELO MENOS UM METRO DE COMPRIMENTO E LARGURA.
ESTENDAM O TECIDO CORTADO NO CHÃO E SEPAREM
QUATRO CORES DIFERENTES DE TINTA GUACHE.
PINTEM CÍRCULOS NO TECIDO, FORMANDO LINHAS COM OS QUE TÊM A MESMA COR, E ESPEREM SECAR.
BRINQUEM EM GRUPOS E SIGAM AS ORIENTAÇÕES DO PROFESSOR, POSICIONANDO AS MÃOS E OS PÉS NAS CORES INDICADAS.

Na etapa 4, prepare previamente tiras de papel contendo informações, como: right hand – blue; right foot – red; left hand – green; left foot –yellow. Dobre-as, colocando-as em um saco plástico para sorteio. Antes de iniciar o jogo, revise com a turma os significados de right e left, utilizando movimentos corporais para garantir a compreensão. Explique as regras com clareza: a cada rodada, um papel será sorteado, e um estudante de cada grupo deverá colocar a parte do corpo indicada na cor correspondente. Ele deve permanecer na posição até a sua próxima rodada. Na segunda rodada, ele deverá realizar novo movimento sem sair da posição anterior.
ATTENTION: SÓ TOQUE NAS CORES INDICADAS PARA VOCÊ E PERMANEÇA NA POSIÇÃO ATÉ A SUA PRÓXIMA JOGADA.
• Criar e brincar com um jogo de tapete com cores.
• Leia com a turma o título e o primeiro parágrafo da seção, contextualizando a proposta da atividade e despertando o interesse dos estudantes. Para que possam entender melhor como será o jogo, peça-lhes que observem a imagem ao final da seção. Em seguida, leia a lista de materiais necessários para a atividade e verifique quais estão disponíveis na escola. Se necessário, faça substituições para tornar a atividade mais acessível, por exemplo, papel kraft em vez de tecido e cartolinas coloridas em vez de da tinta guache para representar as cores.
• Leia com a turma as orientações de produção e acompanhe cada etapa com o apoio necessário. Na etapa 1, organize os estudantes em pequenos grupos e entregue a cada grupo um pedaço de tecido ou de papel kraft para confeccionar o próprio tapete para o jogo. Na etapa 2, leve-os para uma área da escola com mais espaço, como a quadra, para que todos os grupos possam estender o tecido ou papel no chão. Além disso, oriente os estudantes a entrarem em consenso na escolha das quatro cores que utilizarão no tapete. Na etapa 3, oriente-os a pintar quatro círculos de mesma cor em cada linha.
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Explique aos estudantes que o objetivo do jogo é manter-se em posição sem cair ou apoiar outras partes do corpo no chão enquanto executa os novos movimentos.
• Ao final, sugira uma roda de conversa para que os estudantes compartilhem como se sentiram durante o jogo, quais estratégias usaram para manter o equilíbrio e o que aprenderam com a experiência. As produções podem ser armazenadas na sala de aula, possibilitando que o jogo seja retomado em outros momentos, seja como atividade de revisão, integração, seja como recreação dirigida.
• Autoavaliar o desempenho na unidade.
Os itens da seção What I know apresentam os resultados que se espera que os estudantes tenham atingido ao final da unidade. Leia cada um deles e disponibilize um tempo para que eles reflitam e selecionem a opção que melhor representa seu desempenho nos conteúdos. Ao final, revise os itens, pedindo aos estudantes que compartilhem oralmente o que se lembram de ter estudado em cada um deles. Eles podem mencionar palavras e frases, cantar a canção aprendida na unidade ou descrever atividades que fizeram, como criar e brincar com um jogo de tapete com cores. Caso algum estudante tenha dificuldades, sugira alternativas, como folhear a unidade para relembrar os conteúdos ou trocar ideias com um colega. Se for necessário sanar defasagens, selecione atividades da unidade para que eles as refaçam, com base nas dificuldades identificadas. Essas atividades podem ser feitas em duplas, permitindo aos estudantes que se ajudem mutuamente. Além disso, é possível levar para a sala de aula atividades complementares ou antecipar as atividades da seção Remember, relacionadas à unidade, para reforçar o aprendizado.
• Leia com a turma as indicações no boxe Explore. Primeiro, incentive o levantamento de hipóteses sobre o enredo do livro com base na observação da capa. Caso algum estudante já conheça o livro, peça a ele que não revele o conteúdo da história. Em seguida, leia o resumo da obra e verifique, com os estudantes, se as hipóteses levantadas foram ou não confirmadas.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a escreverem no caderno a opção que melhor representa o desempenho em cada conteúdo listado.
AGORA EU CONSIGO, EM INGLÊS:
NOMEAR ALGUMAS CORES. 1. CANTAR UMA CANÇÃO. 3.
4.
DIZER A COR DE OBJETOS E ANIMAIS.
2. CRIAR E BRINCAR COM UM JOGO DE TAPETE COM CORES.
CONFIRA OUTRAS FORMAS DE CONTINUAR APRENDENDO O QUE VOCÊ ESTUDOU NESTA UNIDADE. ESSE LIVRO NARRA A HISTÓRIA DE TRÊS CORES QUE VIVIAM EM HARMONIA, ATÉ QUE DECIDIRAM SE SEPARAR. COM O TEMPO, ELAS COMEÇARAM A SE MISTURAR. SERÁ QUE SURGEM NOVAS CORES?
CHUNG, ARREE. MIXED: A COLORFUL STORY. NOVA YORK: HENRY HOLT & COMPANY, 2018.

COM O PROFESSOR E OS COLEGAS DE SALA, QUE TAL VISITAR UM MUSEU NO MUNICÍPIO E CONFERIR AS CORES USADAS PELOS ARTISTAS EM SUAS OBRAS DE ARTE? CASO NÃO SEJA POSSÍVEL, VOCÊS PODEM EXPLORAR OBRAS DE ARTE E SUAS CORES ACESSANDO O TOUR VIRTUAL DO THE METROPOLITAN MUSEUM OF ART (MET). MET KIDS. DISPONÍVEL EM: https://archived.metmuseum.org/art/online-features/metkids/explore. ACESSO EM: 4 JUN. 2025.
• Para a segunda indicação, se houver no município um museu de artes acessível, organize uma visita educativa. Para isso, será necessário entrar em contato com o museu para verificar disponibilidade e horários de visitação escolar. Após a confirmação, agende a data e providencie as autorizações junto aos pais ou responsáveis pelos estudantes. Durante a visita, oriente os estudantes a apreciarem as obras de arte, identificando as cores predominantes e refletindo sobre os sentimentos e ideias que essas cores evocam. Caso a visita presencial não seja possível, utilizando um dispositivo digital da escola, acesse o tour virtual sugerido, organizando um momento
coletivo de apreciação das obras de arte do The Metropolitan Museum of Art. Incentive o diálogo e a partilha de percepções individuais sobre as obras visualizadas.
A apreciação de obras de arte, seja em museu físico, seja por meio de tour virtual a um museu, contribui para a valorização de diferentes manifestações artísticas e para a ampliação do repertório cultural dos estudantes. Essa vivência favorece o desenvolvimento da Competência geral 3
ESCREVA AS RESPOSTAS NO CADERNO.
REVIEW • UNITS 5 AND 6
1. NO CADERNO, ESCREVA QUAL DAS PALAVRAS NOMEIA CADA BRINQUEDO DAS IMAGENS.
Respostas: A) CAR; B) BLOCKS.


2. SUBSTITUA OS DESENHOS NOS BALÕES PELAS LETRAS CORRESPONDENTES E ESCREVA NO CADERNO A ALTERNATIVA COM A PALAVRA QUE VOCÊ DESCOBRIU.
MY FAVORITE TOY IS A
A ) PUZZLE. B ) TEDDY BEAR. REMEMBER
e da reobservação atenta das imagens ou dos objetos reais manipulados.
• Na atividade 2, peça aos estudantes que digam em voz alta a letra que representa cada desenho, para que você registre na lousa e forme a palavra que completa a frase “My favorite toy is...”. Depois, organize os estudantes em duplas e proponha que repitam a frase novamente, dessa vez substituindo a palavra puzzle pelo nome do brinquedo de que mais gostam. Essa prática promove a personalização da aprendizagem e o uso do vocabulário em contexto real.
Resposta: Alternativa A.
• Revisar os conteúdos das unidades 5 e 6
• As atividades dessa seção podem ser realizadas pelos estudantes tanto em sala de aula quanto em casa, como tarefa escolar. Em ambos os casos, leia com eles os enunciados e os itens, verificando se compreenderam as instruções. Caso surjam dúvidas, faça o primeiro item coletivamente para garantir que todos entendam o que devem fazer.
• Na atividade 1, caso haja na turma algum estudante com deficiência visual, utilize, se possível, brinquedos reais para facilitar a compreensão dos objetos representados nas imagens por meio do tato. Essa estratégia amplia a acessibilidade e favorece a aprendizagem sensorial. Durante a correção, registre na lousa as palavras que representam as duas opções de resposta para cada item. Em seguida, convide dois voluntários para irem até a lousa, contornarem e falarem em voz alta somente as palavras que nomeiam os objetos das imagens ou os objetos reais manipulados em sala de aula. Permita que os demais estudantes digam se suas respostas foram as mesmas e, em caso de divergências, incentive-os a explicar o motivo de suas escolhas. Conduza o grupo à identificação da resposta correta por meio do diálogo
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• Na atividade 3, caso haja algum estudante com deficiência visual, produza em uma folha em branco com barbante o molde simples de cada objeto mencionado na atividade, para que o estudante consiga, por meio do tato, saber qual objeto está sendo retratado e pintá-lo. Durante a correção da atividade, convide todos a trocarem suas produções para que possam contemplar os desenhos e pinturas uns dos outros. Para ampliar a revisão das cores em inglês, proponha aos estudantes uma dinâmica. Para isso, diga em voz alta nomes de cores em inglês e oriente-os a levantar lápis de cor ou outros objetos que correspondam à cor mencionada. Por exemplo, ao dizer red, os estudantes devem erguer um objeto vermelho. Caso alguém mostre uma cor diferente, repita a dinâmica para que, por meio da repetição e da observação coletiva, ele possa associar corretamente a cor ao nome em inglês.
• Na atividade 4, promova a participação de todos na correção. Leia a primeira frase em voz alta e peça a eles que apontem em seus livros a imagem à qual ela pertence. Faça o mesmo com todas as frases da atividade e dê um tempo para que eles possam checar em seus cadernos se as respostas estão corretas.
3. NO CADERNO, DESENHE E PINTE OS ITENS MENCIONADOS A SEGUIR.
Respostas: Os estudantes devem desenhar e pintar uma bola vermelha, um pássaro marrom, uma bola amarela e um cachorro preto.
4. NO CADERNO, RELACIONE AS IMAGENS ÀS FRASES QUE AS DESCREVEM.
Respostas: A – 2; B – 3; C – 1; D – 5; E – 4.




E.

THE FISH IS BLUE. 1.
THE TEDDY BEAR IS PINK. 2.
THE CAT IS ORANGE. 3.
THE TORTOISE IS GREEN. 4.
THE BLOCKS ARE PURPLE. 5.
1. TRACK 25 OUÇA A HISTÓRIA.
Professor, professora: Reproduza o áudio e oriente os estudantes a escutá-lo acompanhando-o com o registro escrito da história.
“WHY IN THE WORLD DO YOU WALK SIDEWAYS LIKE THAT?” SAID A MOTHER CRAB TO HER SON. “YOU SHOULD ALWAYS WALK STRAIGHT FORWARD WITH YOUR TOES TURNED OUT.”
“SHOW ME HOW TO WALK, MOTHER DEAR,” ANSWERED THE LITTLE CRAB OBEDIENTLY, “I WANT TO LEARN.”
SO THE OLD CRAB TRIED AND TRIED TO WALK STRAIGHT FORWARD. BUT SHE COULD WALK SIDEWAYS ONLY, LIKE HER SON. AND WHEN SHE WANTED TO TURN HER TOES OUT, SHE TRIPPED AND FELL ON HER NOSE.
DO NOT TELL OTHERS HOW TO ACT UNLESS YOU CAN SET A GOOD EXAMPLE.
AESOP. THE YOUNG CRAB AND HIS MOTHER. THE AESOP FOR CHILDREN CHICAGO: RAND MNALLY & CO, 1919. P. 13.

SIDEWAYS: PARA OS LADOS. FORWARD: PARA FRENTE. TURNED OUT: VIRADOS PARA FORA.
racterísticas da fábula é trazer uma “moral”, que convida os leitores a refletirem sobre comportamentos, atitudes e relações do cotidiano.
• Convide os estudantes a encenarem a história, imitando falas e gestos dos personagens. Espera-se que eles fiquem em pé e se movimentem para os lados, imitando o andar característico dos caranguejos. Caso representem a cena em que a mãe caranguejo tropeça e cai, oriente-os
TRIPPED: TROPEÇOU. FELL: CAIU.
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a realizar os movimentos de forma lenta e cuidadosa, evitando que se machuquem. Ressalte que a queda da personagem não deve ser interpretada de forma cômica, para que a cena seja conduzida com respeito e não seja tratada com deboche ou insensibilidade. Caso a sala de aula tenha algum estudante com mobilidade reduzida, verifique se ele precisa de apoio para realizar os movimentos.
• Ler e compreender uma fábula.
Leia o título da fábula e, ao falar “The young crab”, aponte em seu livro para o caranguejo menor, e “and his mother”, para o maior. Pergunte aos estudantes se reconhecem qual animal está representado na na ilustração que acompanha o texto e o que sabem sobre ele. Aproveite esse momento para incentivar os estudantes a levantarem hipóteses sobre o que poderá acontecer com esses personagens na história. Além de promover a antecipação de ideias, essa abordagem ajuda a despertar o interesse dos estudantes pelo texto.
• Após a reprodução do áudio, incentive os estudantes a compartilharem o que compreenderam. Faça perguntas que estimulem o pensamento crítico. Pergunte se eles acham que o texto é curto ou longo, se os caranguejos agem ou não como humanos e se a história traz uma lição de vida.
• Destaque que o texto é uma fábula, gênero textual que apresenta uma história curta com personagens que, geralmente, são animais que agem e falam como seres humanos. Explique que uma das principais ca-
• Na atividade 1, explore novamente a ilustração que acompanha o texto de maneira que os estudantes reconheçam os caranguejos.
• Na atividade 2, faça a leitura em voz alta do texto no item 1 e peça aos estudantes que digam qual é a melhor imagem para representá-lo. Faça o mesmo procedimento com o texto do item 2 e dê um tempo para que registrem as respostas no caderno.
Após ler o boxe Notes com os estudantes, proponha a eles que usem dispositivos digitais da escola, conectados à internet, para pesquisar mais informações sobre os caranguejos. Essa atividade promove um trabalho interdisciplinar com o componente curricular de Ciências. Selecione fontes confiáveis e indique, por exemplo, um vídeo educativo que mostre o hábitat dos caranguejos, as diferentes espécies existentes e a importância desse animal para o equilíbrio da natureza. Se isso não for possível, promova a leitura compartilhada de textos informativos previamente selecionados.
• Na atividade 3, incentive a participação de todos, fazendo perguntas como: “Por que é importante dar o exemplo antes de cobrar algo dos outros?”. Em seguida, peça-lhes que indiquem como eles podem aplicar o ensinamento da fábula em suas vidas, seja na convivência com os colegas e a família, seja em outras situações do dia a dia. Essa troca de ideias contribui para o desenvolvimento da empatia, da autorreflexão e de valores importantes para a formação cidadã.
• Na atividade 4, item A, pergunte aos estudantes do que mais gostaram na
ESCREVA AS RESPOSTAS NO CADERNO.
1. QUEM SÃO OS PERSONAGENS DA FÁBULA?
Resposta: A mãe caranguejo e o filho caranguejo.
2. NO CADERNO, RELACIONE AS CENAS AOS ACONTECIMENTOS DA HISTÓRIA.
Respostas: A – 2; B – 1.


A MÃE CARANGUEJO
TENTOU ANDAR PARA FRENTE, MAS TROPEÇOU E CAIU.
A MÃE CARANGUEJO DIZ
AO FILHO QUE ELE DEVE ANDAR PARA A FRENTE, E ELE PEDE À MÃE QUE LHE MOSTRE COMO.
NOTES: AS PATAS DOS CARANGUEJOS POSSIBILITAM QUE ELES ANDEM PARA OS LADOS, AJUDANDO-OS A SE PROTEGEREM, POIS CONSEGUEM SE ESCONDER RAPIDAMENTE EM BURACOS OU SE MOVER DE MANEIRA MAIS ÁGIL SOBRE O FUNDO DO MAR OU DA TERRA.
3. A FÁBULA APRESENTA UMA MORAL, OU SEJA, UMA LIÇÃO OU ENSINAMENTO. RELEIA A SEGUIR. DEPOIS, DIGA O QUE VOCÊ ENTENDEU DA MORAL DA HISTÓRIA.
DO NOT TELL OTHERS HOW TO ACT UNLESS YOU CAN SET A GOOD EXAMPLE.
3. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes digam que é necessário ser o exemplo antes de julgar alguém.
4. CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.
A ) O QUE VOCÊ ACHOU DA FÁBULA?
B ) QUAIS OUTRAS FÁBULAS VOCÊ CONHECE? O QUE APRENDEU COM ELAS?
4. Respostas pessoais. Incentive a participação dos estudantes, orientando-os a levantar a mão para falar, esperar a sua vez e ouvir o colega com atenção.
ATTENTION: CASO NÃO CONHEÇA OUTRAS FÁBULAS, PESQUISE ALGUMAS COM A AJUDA DOS COLEGAS E DO PROFESSOR E FAÇAM A LEITURA JUNTOS.
história e se ela os surpreendeu. No item B, faça uma lista, com a ajuda dos estudantes, de outras fábulas que eles conhecem e quais ensinamentos elas passam ao leitor. Com base na leitura do boxe Attention, convide a turma para ir à biblioteca da escola com a finalidade de encontrar livros de fábulas que permitam novas leituras e aprendizagens.
BNCC
A leitura, a compreensão da fábula e o contato com a literatura em língua inglesa possibilitam o desenvolvimento das Competências gerais 3 e 6 ao favorecer que os estudantes consigam, com base no texto que leram, refletir e tirar aprendizagens que podem ser praticadas em seu cotidiano, de forma crítica, responsável e alinhadas ao projeto de vida deles como cidadãos conscientes.
GOODBYE
ESCREVA AS RESPOSTAS NO CADERNO.
CHEGOU O MOMENTO DE REVISAR OS CONTEÚDOS ESTUDADOS
AO LONGO DO ANO. PARA ISSO, RESPONDA AO QUIZ ESCREVENDO NO CADERNO A ALTERNATIVA CORRETA DE CADA QUESTÃO.
1. QUAL EXPRESSÃO USAMOS PARA NOS DESPEDIR?
Resposta: Alternativa C
A ) HELLO! B ) I AM… C ) GOODBYE!
2. QUAL É A SEQUÊNCIA DOS NÚMEROS A SEGUIR?
Resposta: Alternativa B
A ) TEN, NINE, EIGHT. B ) ONE, TWO, THREE. C ) FIVE, SIX, SEVEN.
3. DE ACORDO COM A REPRESENTAÇÃO NA IMAGEM, O QUE JULIANA E BRUNO SÃO DE MARINA?
Resposta: Alternativa B

• Ao corrigir a atividade 2, oriente os estudantes a registrarem no caderno os algarismos das outras sequências numéricas. Essa abordagem ajuda a reforçar a relação entre o algarismo e sua forma escrita por extenso, além de desenvolver a prática da organização, da análise lógica e do raciocínio matemático.
A ) GRANDMOTHER AND GRANDFATHER.
B ) MOTHER AND FATHER. C ) SISTER AND BROTHER.
• Revisar os conteúdos do volume.
• Avaliar o desempenho nos conteúdos do volume.
• Leia o quiz com os estudantes e certifique-se de que todos compreenderam as questões. Explique a eles que o quiz deve ser realizado individualmente, sem consultar o livro, para garantir que o processo seja autêntico e reflita o conhecimento individual de cada um. Ao final do quiz, faça a correção das questões registrando as respostas na lousa. Em seguida, peça aos estudantes que verifiquem a quantidade de acertos e pensem sobre seu desempenho com base no resultado. Isso os ajudará a identificar pontos fortes e áreas que precisam de mais atenção e prática.
• Ao corrigir a atividade 1, pergunte aos estudantes sobre os contextos em que as expressões das alternativas incorretas são comumente usadas. Incentive a troca de ideias, a fim de que eles explorem o significado das expressões e seu uso no cotidiano. Para enriquecer a atividade, convide voluntários para encenarem diálogos que ilustrem esses contextos. Eles poderão, além das falas, usar gestos e movimentos. Por exemplo, ao dizer “Hello!”, podem acenar com a palma de uma das mãos para cumprimentar.
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• Na correção da atividade 3, explore as diferentes relações familiares representadas na árvore genealógica. Pergunte aos estudantes sobre a relação de Marina com as outras pessoas. Utilize o nome para ajudar os estudantes a localizarem as pessoas na árvore genealógica, fazendo perguntas com a estrutura “Who is...?”. Oriente-os a responder em inglês, promovendo a prática da língua e a compreensão das relações familiares.
• Ao corrigir a atividade 4, providencie imagens dos animais domésticos estudados no volume e peça aos estudantes que identifiquem os animais das demais alternativas: fish, hamster, cat e bird
• Ao corrigir a atividade 5, peça aos estudantes que comentem como chegaram à resposta. Espera-se que eles digam que identificaram o brinquedo que está com a criança representada na imagem. Para as demais alternativas, você pode sugerir a eles que façam desenhos que as representem, incentivando a criatividade e a expressão artística. Se houver algum estudante com deficiência visual na turma, oriente-o a registrar no caderno a descrição de uma cena em que as falas das alternativas seriam ditas, oferecendo uma alternativa de participação e, assim, promovendo a inclusão.
• Antes de iniciar a atividade 6, providencie tinta guache, pincéis e um recipiente para que os estudantes possam fazer a mistura das cores azul e amarelo, conferindo qual cor resulta dessa combinação. Caso haja na turma algum estudante daltônico, antes de entregar as tintas a ele, verifique se há etiquetas nas embalagens que indicam a coloração de cada uma delas. Se julgar pertinente, para a produção da atividade, separe os estudantes em duplas para que eles ajudem uns aos outros no momento de verificar quais cores podem surgir com a mistura delas, incentivando-os a dizê-las em inglês. Ao final da atividade, forneça um recipiente com água e papel ou pano para que possam limpar os pincéis. Ao corrigir a atividade, pergunte aos estudantes qual mistura de cores resulta nas cores das alternativas incorretas, incentivando-os a experimen-
4. QUAIS SÃO OS ANIMAS
REPRESENTADOS NA IMAGEM?
Resposta: Alternativa A
A ) DOG AND TORTOISE.
B ) FISH AND HAMSTER.
C ) CAT AND BIRD.
5. QUAL FRASE A CRIANÇA NA IMAGEM ESTARIA DIZENDO?
Resposta: Alternativa B
A ) I HAVE A PUZZLE.

B ) MY FAVORITE TOY IS A TEDDY BEAR.
C ) MY TOY IS BLUE.

6. MISTURE UM POUCO DE TINTA GUACHE NAS CORES AZUL E AMARELO. QUAL COR RESULTOU DESSA MISTURA?
Resposta: Alternativa C
A ) PINK. B ) PURPLE. C ) GREEN.
AGORA, CORRIJA AS QUESTÕES DO QUIZ E, ENTÃO, CONFIRA O RESULTADO DO SEU DESEMPENHO.
• 6 ACERTOS: PARABÉNS! VOCÊ TEVE UM DESEMPENHO INCRÍVEL. CONTINUE SE DEDICANDO AOS ESTUDOS.
• 4 A 5 ACERTOS: EXCELENTE! VOCÊ FEZ UM BOM TRABALHO. CONTINUE SE EMPENHANDO PARA IR ALÉM.
• 2 A 3 ACERTOS: BOM! MAS HÁ O QUE MELHORAR. ESTUDE COM MAIS ATENÇÃO PARA MELHORES RESULTADOS.
• 0 A 1 ACERTO: NÃO DESANIME! ACREDITE EM SEU POTENCIAL E, COM MAIS ESTUDO, VOCÊ SE SAIRÁ BEM NA PRÓXIMA.
tar misturas com tinta guache para descobrir a resposta: vermelho e branco resultam no pink; vermelho e azul, no purple
• Ao lerem o resultado do desempenho, encoraje os estudantes em relação aos estudos do inglês, destacando suas conquistas e áreas de melhorias. Aproveite para lembrá-los das diversas oportunidades fora da sala de aula onde podem aprender e praticar a língua inglesa, como assistir a filmes, ouvir músicas, participar de jogos ou interagir com colegas. Isso ajudará a motivá-los, levando-os a perceber a importância do aprendizado contínuo.
• Aproveite o momento para também avaliar a sua prática pedagógica. Reflita sobre estratégias e abordagens que se mostraram eficazes e as dificuldades enfrentadas, buscando compreender suas causas e impactos. Faça anotações sobre ambos os casos. Com base nessas anotações, estabeleça objetivos para aprimorar a sua prática em sala de aula e planeje ações que possam ajudar a alcançar esses objetivos.
UNIT 1 • GREETINGS
RECORTAR

UNIT 5 • MY FAVORITE TOY

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UNIT 5 • MY FAVORITE TOY

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UNIT 5 • MY FAVORITE TOY

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UNIT 5 • MY FAVORITE TOY

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AMORIM, WILLIAN CAMPOS ET AL EDUCAÇÃO INCLUSIVA: REFLEXÕES E PRÁTICAS EM DIFERENTES CONTEXTOS. CURITIBA: EDITORA CRV, 2024. ESSA OBRA ABORDA REFLEXÕES SOBRE A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO CONTEXTO ESCOLAR E APRESENTA OS DESAFIOS E AS ESTRATÉGIAS PARA PROMOVER AMBIENTES EDUCATIVOS QUE ACOLHAM A DIVERSIDADE.
BAKHTIN, MIKHAIL. OS GÊNEROS DO DISCURSO. IN: BAKHTIN, MIKHAIL. ESTÉTICA DA CRIAÇÃO VERBAL 6. ED. TRADUÇÃO: PAULO BEZERRA. SÃO PAULO: WWF MARTINS FONTES, 2011.
NESSE ENSAIO, O AUTOR DISTINGUE OS GÊNEROS DO DISCURSO DE OUTRAS UNIDADES LINGUÍSTICAS (COMO PALAVRAS OU FRASES), MOSTRANDO QUE CADA GÊNERO INCORPORA CONTEÚDO TEMÁTICO, ESTILO E CONSTRUÇÃO COMPOSICIONAL ESPECÍFICOS, MOLDADOS PELAS CONDIÇÕES HISTÓRICAS, SOCIAIS E SITUACIONAIS.
BONFANTE, ROSELI. HABILIDADES SOCIOEMOCIONAIS NA ESCOLA: GUIA PRÁTICO DA EDUCAÇÃO INFANTIL AO ENSINO FUNDAMENTAL. CURITIBA: JURUÁ EDITORA, 2019.
ESSA OBRA OFERECE REFLEXÕES TEÓRICAS, EXEMPLOS CONCRETOS DE PRÁTICA E SUGESTÕES DE INTERVENÇÃO PARA TRABALHAR AS COMPETÊNCIAS SOCIOEMOCIONAIS, COMO AUTOCONHECIMENTO, EMPATIA, AUTORREGULAÇÃO EMOCIONAL, COOPERAÇÃO E RESILIÊNCIA.
BRITES, LUCIANA. BRINCAR É FUNDAMENTAL: COMO ENTENDER O NEURODESENVOLVIMENTO E RESGATAR A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR DURANTE A PRIMEIRA INFÂNCIA. SÃO PAULO: EDITORA GENTE, 2020.
ESSA OBRA EXPLORA COMO O BRINCAR INFLUENCIA O DESENVOLVIMENTO NEUROLÓGICO DAS CRIANÇAS, MOSTRANDO DE QUE FORMA AS EXPERIÊNCIAS LÚDICAS SÃO ESSENCIAIS PARA A CONSTRUÇÃO DE HABILIDADES COGNITIVAS, MOTORAS, AFETIVAS E SOCIAIS.
COLLINS DICTIONARY. DISPONÍVEL EM: https://www.collinsdictionary.com/pt/. ACESSO EM: 16 SET. DE 2025.
DICIONÁRIO ONLINE QUE OFERECE DEFINIÇÕES DE PALAVRAS EM INGLÊS.
CAPRA, FRITJOF ET AL ALFABETIZAÇÃO ECOLÓGICA PARA UM MUNDO SUSTENTÁVEL SÃO PAULO: CULTRIX, 2010.
ESSA OBRA DEFENDE QUE APRENDER SOBRE ECOLOGIA É ESSENCIAL PARA ENFRENTAR OS DESAFIOS ATUAIS DO PLANETA E MOSTRA COMO ESCOLAS E EDUCADORES PODEM CONTRIBUIR PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA SOCIEDADE MAIS SUSTENTÁVEL.
COSTA, SÉRGIO ROBERTO. DICIONÁRIO DE GÊNEROS TEXTUAIS 3.ED. BELO HORIZONTE: AUTÊNTICA, 2018.
ESSA OBRA APRESENTA DEFINIÇÕES DE DIFERENTES GÊNEROS TEXTUAIS.
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CRYSTAL, DAVID. ENGLISH AS A GLOBAL LANGUAGE 2.ED. CAMBRIDGE: CAMBRIDGE UNIVERSITY PRESS, 2009.
NESSA OBRA, O AUTOR INVESTIGA COMO E POR QUE O INGLÊS SE TORNOU UMA LÍNGUA GLOBAL, EXAMINANDO SUA TRAJETÓRIA HISTÓRICA, SEU PAPEL CULTURAL E SUA INFLUÊNCIA NO MUNDO CONTEMPORÂNEO.
FARIA, MARIA ALICE. COMO USAR A LITERATURA NA SALA DE AULA SÃO PAULO: EDITORA CONTEXTO, 2004.
ESSA OBRA OFERECE ORIENTAÇÕES PRÁTICAS PARA QUE PROFESSORES UTILIZEM A LITERATURA COMO FERRAMENTA DE ENSINO, DESTACANDO ESTRATÉGIAS PARA TRABALHAR TEXTOS LITERÁRIOS DE FORMA ENVOLVENTE, VALORIZANDO A LEITURA COMO ESPAÇO DE CRIATIVIDADE, PRAZER E REFLEXÃO EM SALA DE AULA. GUEDES, ANNALENA DE SOUZA (ORG.). ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NO CONTEXTO BRASILEIRO: PRÁTICAS DE SUCESSO. SÃO PAULO: PIMENTA CULTURAL, 2021.
ESSA OBRA REÚNE EXPERIÊNCIAS DE SUCESSO NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA EM DIFERENTES REALIDADES BRASILEIRAS, REFLETINDO SOBRE MÉTODOS, DESAFIOS E INOVAÇÕES.
KRAMSCH, CLAIRE. LANGUAGE AND CULTURE NOVA YORK: OXFORD UNIVERSITY PRESS, 2010.
ESSA OBRA ANALISA COMO OS SIGNIFICADOS SÃO INFLUENCIADOS POR FATORES SOCIAIS, HISTÓRICOS E SIMBÓLICOS, DESTACANDO A IMPORTÂNCIA DE ENSINAR LÍNGUAS DE FORMA CULTURALMENTE CONTEXTUALIZADA.
OTHON, RENATA. INFÂNCIA CONECTADA: CONTEXTOS, PRÁTICAS E SENTIDOS DE CRIANÇAS NAS REDES SOCIAIS ONLINE. SÃO PAULO: PIMENTA CULTURAL, 2021.
ESSA OBRA EXAMINA COMO AS CRIANÇAS COMPREENDEM E EXPERIENCIAM O MUNDO DIGITAL, REFLETINDO SOBRE OS DESAFIOS E CUIDADOS NECESSÁRIOS NESSE CONTATO.
OXFORD. OXFORD DICIONÁRIO ESCOLAR PARA ESTUDANTES BRASILEIROS DE INGLÊS: PORTUGUÊS-INGLÊS, INGLÊS-PORTUGUÊS. 2.ED. NOVA YORK. OXFORD UNIVERSITY PRESS, 2010.
DICIONÁRIO DESTINADO PARA ESTUDANTES BRASILEIROS QUE OFERECE DEFINIÇÕES DE PALAVRAS EM INGLÊS.
VYGOTSKY, LEV. PENSAMENTO E LINGUAGEM SÃO PAULO: MARTINS FONTES, 1993.
ESSA OBRA EXPLORA A RELAÇÃO ENTRE LINGUAGEM E PENSAMENTO, PROPONDO QUE A LINGUAGEM NÃO É APENAS UM MEIO DE EXPRESSÃO, MAS TAMBÉM UMA FERRAMENTA FUNDAMENTAL PARA O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO. O AUTOR ARGUMENTA QUE O PENSAMENTO SE ORIGINA NA INTERAÇÃO SOCIAL E SE INTERNALIZA POR MEIO DA LINGUAGEM, DESTACANDO A IMPORTÂNCIA DO CONTEXTO CULTURAL E HISTÓRICO NESSE PROCESSO.
Este Manual do Professor é um complemento à primeira parte do Livro do Professor, oferecendo um suporte para o desenvolvimento docente e para o dia a dia em sala de aula. Neste manual, você encontrará uma série de informações importantes, como a estrutura da BNCC, sugestões para desenvolver um trabalho interdisciplinar, informações sobre conceitos, objetivos e instrumentos de avaliação, reflexões sobre o papel do professor e a prática docente e a fundamentação teórico-metodológica da coleção. Além disso, encontrará um quadro de dis-
tribuição dos conteúdos com as habilidades, competências gerais e específicas de cada componente curricular e os temas contemporâneos transversais da BNCC que estão sendo desenvolvidas em cada unidade, além de sugestões de cronogramas bimestrais, trimestrais e semestrais. Ao final desta parte, são também apresentadas sugestões de referências complementares para a prática docente e as referências bibliográficas comentadas utilizadas como consulta para a produção das orientações ao professor e deste Manual do Professor.
Desde a publicação da Constituição Federal de 1988, o artigo 210 já previa a necessidade de uma base comum para a educação brasileira. Em 1996, com a aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), as discussões sobre um documento que orientasse os currículos da Educação Básica em todo o Brasil ganharam ainda mais força. Em 2018, após um amplo processo de debates e contribuições de educadores e da sociedade, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) foi homologada.
A BNCC propõe uma progressão de aprendizagens que visa à formação humana integral dos estudantes e à construção de uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva. O documento estabelece um aprendizado mínimo e comum, orientado por competências e habilidades que devem ser desenvolvidas em cada etapa de ensino.
Na BNCC, as áreas de conhecimento são compostas de componentes curriculares. Por meio de
unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades, esses componentes têm o objetivo de desenvolver as competências gerais e específicas.
A BNCC orienta que, ao longo da Educação Básica, os estudantes desenvolvam dez competências gerais, que envolvem a mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores. Essas competências são o alicerce, definindo o que se espera que o estudante desenvolva em todo esse processo. Nesta coleção, elas são trabalhadas por meio de temas, discussões e atividades que incentivam a reflexão crítica, com sugestões nas orientações ao professor.
A seguir, apresentamos as competências gerais da BNCC.
Competências gerais da Educação Básica
1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
2. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.
3. Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.
4. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital – bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.
5. Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.
6. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
7. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.
8. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.
9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.
10. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 9-10. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 14 ago. 2025.
A BNCC propõe que o conteúdo chegue à sala de aula de forma contextualizada, o que exige novas estratégias do professor, como a transposição didática. Isso significa converter o conteúdo científico em uma linguagem acessível e adaptada à realidade dos estudantes. Para isso, o estudo e a reavaliação constante da prática docente são essenciais.
A seguir, apresentamos algumas ações que podem ser aplicadas para desenvolver as competências gerais em sala de aula.
Sugestões de ações docentes para as competências gerais
Competência geral 1: Incentive os estudantes a reconhecerem a importância dos conhecimentos já adquiridos, mostrando como eles servem de base para a compreensão da realidade e para a construção de novos saberes.
Competência geral 2: Exercite a curiosidade intelectual, levando os estudantes a usarem a abordagem científica para investigar, levantar hipóteses, resolver problemas e analisar os resultados por meio de experiências e observações.
Competência geral 3: Proporcione o contato com diferentes manifestações culturais em âmbito local, regional e global e promova atividades artísticas, como grupos de dança, elaboração de roteiros e atuação em peças de teatro, festivais musicais e saraus.
Competência geral 4: Dê subsídios para que os estudantes se comuniquem por meio de diferentes linguagens, ajudando-os a selecionar a mais apropriada para cada situação.
Competência geral 5: Utilize de forma intencional e pedagógica diversas tecnologias em sala de aula, verificando o conhecimento prévio dos estudantes e diversificando os recursos metodológicos.
Competência geral 6: Ajude os estudantes a refletirem sobre o futuro e a importância da liberdade, autonomia e consciência crítica em suas escolhas profissionais e pessoais, valorizando a diversidade de saberes e experiências.
Competência geral 7: Ofereça subsídios para que os estudantes desenvolvam a capacidade de argumentar com base em fatos e dados confiáveis, sabendo selecionar e verificar a origem de diferentes fontes para negociar pontos de vistas e defender ideias.
Competência geral 8: Leve os estudantes a se compreenderem e se valorizarem dentro da diversidade, reconhecendo suas emoções e as dos outros e exercitando a autocrítica.
Competência geral 9: Promova o exercício da empatia, do diálogo e da cooperação, incentivando os estudantes a resolverem conflitos de forma respeitosa e democrática.
Competência geral 10: Contribua para que os estudantes ajam de modo responsável, guiados por princípios éticos e de cidadania, e conscientes de que suas ações devem estar alinhadas à tomada de decisões inclusivas, sustentáveis e solidárias.
Nesta coleção, as competências gerais que são desenvolvidas nos textos, atividades e seções que permeiam os conteúdos são destacadas nas orientações ao professor e são listadas no Quadro de distribuição dos conteúdos.
Para enriquecer o trabalho com as habilidades e competências da BNCC e contextualizar o ensino, as propostas pedagógicas devem abordar os temas
Educação ambiental
Meio ambiente
Economia
Saúde
Educação para o consumo
Trabalho
Educação financeira
Educação fiscal
Saúde
Educação alimentar e nutricional
Ciência e tecnologia
Ciência e tecnologia
Nesta coleção, esses temas são explorados em diferentes momentos no desenvolvimento dos conteúdos e recebem destaque no boxe Reflect, contri-
contemporâneos transversais (TCT). Esses temas são assuntos relevantes para a formação cidadã dos estudantes e para a construção de uma sociedade mais justa, ética e sustentável. São temas com caráter interdisciplinar, que conectam os conteúdos escolares com o cotidiano dos estudantes e com questões importantes em discussão na sociedade.
De acordo com o documento Temas contemporâneos transversais na BNCC, publicado em 2019, esses temas são de relevância local, regional e global e estão organizados em seis macroáreas.
Vida familiar e social
Educação para o trânsito
Cidadania e civismo
Educação em direitos humanos
Direitos da criança e do adolescente
Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso
Diversidade cultural
Multiculturalismo
Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras
buindo para a formação cidadã dos estudantes por meio de reflexões sobre temas sociais e culturais.
Desde a década de 1990, o trabalho interdisciplinar tem ganhado relevância no Brasil, sendo incentivado em todos os níveis da Educação Básica. A interdisciplinaridade é a relação entre dois ou mais componentes curriculares que se unem para obter um conhecimento mais amplo e unificado. Essa abordagem vai além da simples comunicação de ideias; ela integra conceitos, metodologias e terminologias para que o conhecimento se torne mais significativo e conectado à realidade dos estudantes.
Ao integrar os diversos componentes, a interdisciplinaridade amplia a compreensão da realidade e contribui para a formação integral dos estudantes como cidadãos. No ambiente escolar, essa abordagem gera resultados positivos, pois incentiva a colaboração e a contextualização de temas, garantindo que o aprendizado esteja alinhado à vivência dos estudantes.
No desenvolvimento de um trabalho interdisciplinar, tanto o professor quanto os estudantes devem estabelecer conexões entre saberes mais amplos e os conteúdos específicos dos diferentes componentes curriculares. Com base nessa articulação, espera-se que consigam construir uma síntese que amplie sua compreensão, superando o nível de entendimento inicial.
Para que esse processo ocorra de forma efetiva, é imprescindível que o professor assuma um papel mediador nesse percurso, sendo o primeiro a exercitar esse movimento de integração. Nesse contexto, o professor deve mobilizar algumas competências, como:
[...]
• diferenciação, comparação e contraste entre diferentes perspectivas disciplinares, profissionais e interdisciplinares;
• identificação de pontos comuns e esclarecimento de como as diferenças se relacionam com a tarefa a ser cumprida;
• delineamento de um entendimento holístico baseado nos pontos comuns, mas que continua suscetível às diferenças.
KLEIN, Julie Thompson. Ensino interdisciplinar: didática e teoria. In: FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (org.). Didática e interdisciplinaridade 17. ed. Campinas: Papirus, 2017. (Coleção Práxis). E-book.
Além disso, para realizar um trabalho interdisciplinar de maneira significativa, é essencial que ele esteja pautado nas experiências, no cotidiano e nos
interesses dos estudantes. Isso implica aproveitar as situações que emergem naturalmente em sala de aula, por exemplo: perguntas formuladas por eles, projetos em andamento, investigações e demais práticas pedagógicas, como oportunidades para articular diferentes saberes.
Nas propostas interdisciplinares, é comum que os estudantes atuem em grupo, promovendo a interação entre eles. Essa prática fortalece habilidades importantes, como a argumentação, a escuta ativa e a organização de ideias.
Essa abordagem exige metodologias mais dinâmicas e colaborativas, favorecendo a construção coletiva do saber. Ao promover a articulação entre os conteúdos curriculares, ela amplia as possibilidades de leitura e interpretação do mundo, tanto para os professores quanto para os estudantes, permitindo uma compreensão do conhecimento como algo vivo, em constante transformação.
Nesta coleção, você encontrará atividades em que é possível integrar diferentes componentes curriculares. O boxe Articulando conhecimentos detalha algumas integrações nas orientações ao professor, contribuindo para o aumento da criatividade e para a formação crítica e responsável dos estudantes na construção de seu conhecimento.
E O TRABALHO COM PROJETOS INTERDISCIPLINARES
Para planejar um trabalho interdisciplinar, o ponto de partida é definir os objetivos de aprendizagem. Com base nisso, se for o caso, é importante dialogar com o professor de outros componentes para planejar estratégias conjuntas, considerando os objetivos previamente levantados, os conhecimentos prévios dos estudantes e como os conteúdos podem ser abordados de forma integrada. Quando não for possível contar com a colaboração do professor de outros componentes curriculares, cabe a você orientar os estudantes nas pesquisas, ensinando-os a buscar fontes confiáveis e adequadas à proposta, a fazer registros relevantes, a organizar as informações obtidas e a planejar como os resultados das pesquisas serão entregues.
Projetos investigativos e pesquisas também são exemplos de atividades que favorecem o trabalho in-
terdisciplinar em sala de aula, pois envolvem tarefas que integram conhecimentos de diferentes áreas, como planejamento, levantamento de hipóteses, coletas de dados, análises, deduções e conclusões.
Os projetos oferecem aos estudantes oportunidades concretas de participação ativa no processo de construção do conhecimento, contribuindo diretamente para o desenvolvimento de diversas competências, como o pensamento crítico e reflexivo, a argumentação, a valorização do pluralismo de ideias, a criatividade, a cooperação, a autonomia e a comunicação.
Nesse contexto, você continua sendo o mediador, orientando e acompanhando os estudantes para que atuem com autonomia e sejam protagonistas do desenvolvimento do projeto.
É importante ressaltar que a estrutura de um projeto não deve ser encarada como um modelo fixo ou engessado. Os projetos podem assumir diferentes formatos, conforme os objetivos e os contextos de aplicação. Em geral, iniciam-se com uma situação-problema ou uma questão orientadora, que dá origem a um conjunto de etapas organizadas de forma lógica. A seguir, apresentamos um modelo com etapas fundamentais que podem nortear a construção de um projeto interdisciplinar.
Planejamento
• Definição da situação-problema ou da questão norteadora.
A avaliação tem papel fundamental no processo de ensino-aprendizagem, pois é uma oportunidade de investigar, diagnosticar, refletir e intervir sobre o processo e acompanhar o desenvolvimento dos estudantes e sua atuação como docente.
É fundamental compreender que a avaliação não deve ocorrer apenas em situações isoladas. O acompanhamento do percurso de aprendizagem dos estudantes precisa ser contínuo, tendo como base observações frequentes e diversificadas. Nesse sentido, o processo avaliativo deve fazer parte das práticas pedagógicas do dia a dia, de modo integrado ao planejamento e às atividades desenvolvidas em sala de aula.
A você, a avaliação possibilita observar e refletir sobre sua prática docente e a oportunidade de readequar e reajustar atividades, práticas e estra-
• Conversa sobre o tema e levantamento de hipóteses.
• Elaboração de questões norteadoras com base na situação-problema.
• Formação das equipes, distribuição de tarefas e estabelecimento de metas e prazos.
• Consulta de diversas fontes e coleta de informações.
Execução
• Organização, testes e execução do trabalho.
• Realização de ajustes finais.
• Avaliação durante o processo.
• Definição da participação dos integrantes que conduzirão a apresentação.
Divulgação
• Apresentação dos resultados para a comunidade escolar.
• Publicação do trabalho final.
Avaliação
• Avaliação dos resultados do projeto.
• Realização de autoavaliação.
• Verificação do desempenho e do desenvolvimento das aprendizagens dos estudantes.
Fonte de pesquisa: BENDER, William N. Aprendizagem baseada em projetos: educação diferenciada para o século XXI. Tradução de Fernando de Siqueira Rodrigues. Porto Alegre: Penso, 2014. p. 61.
tégias para alcançar determinados objetivos, com a participação ativa dos estudantes nesse processo. Desse modo, é de grande importância a interpretação dos resultados para que, com base neles, você possa refletir sobre intervenções a serem feitas para sanar possíveis defasagens e, assim, auxiliar no processo de construção do conhecimento, identificando possibilidades de recuperação e progressão do aprendizado.
É essencial que a avaliação seja compreendida como uma ferramenta de inclusão e de apoio ao processo de ensino-aprendizagem, evitando que seja usada apenas como forma de analisar a eficiência e classificar os estudantes. Avaliar não deve ser sinônimo de rotular ou excluir, mas sim de compreender os percursos formativos deles.
Para que a avaliação realmente contribua para
identificar os progressos, as dificuldades e as possíveis lacunas no desenvolvimento das aprendizagens, é necessário que os critérios sejam previamente compartilhados e discutidos com os estudantes, pois isso favorece a compreensão dos objetivos da avaliação e promove uma participação mais ativa por parte deles.
O planejamento das avaliações deve estar alinhado aos conteúdos e às atividades efetivamente trabalhados em sala de aula, com uma abordagem reflexiva e contextualizada. É essencial considerar os processos de aprendizagem mais adequados à turma e a diversidade de perfis entre os estudan-
Avaliação diagnóstica
tes. Além disso, é recomendável diversificar os instrumentos utilizados, não se restringindo a provas e testes, e incluir diferentes formas de expressão do conhecimento. Entre as possibilidades, destacam-se atividades em grupo, debates, produções escritas e orais, atividades práticas, questões objetivas e dissertativas, entre outros formatos que respeitem as múltiplas formas de aprender e se comunicar dos estudantes.
Nesta coleção, a ação avaliativa do processo de ensino-aprendizagem propõe três tipos principais: a avaliação diagnóstica, a avaliação formativa e a avaliação somativa.
A avaliação diagnóstica é o momento de identificar os conhecimentos que os estudantes trazem consigo, além de suas necessidades e dificuldades.
Essa etapa é fundamental para você reajustar as rotas e os objetivos de ensino. É importante ressaltar que a avaliação diagnóstica não precisa de um registro formal; a simples observação de uma atividade em sala de aula, por exemplo, já permite identificar as habilidades que precisam ser desenvolvidas ou aperfeiçoadas.
Onde ocorre
Nesta coleção, a avaliação diagnóstica pode ser feita na seção Welcome e no início de cada unidade, pois as atividades das páginas de abertura possibilitam diagnosticar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre os temas e os conteúdos que serão abordados.
Avaliação formativa
A avaliação formativa acontece ao longo do período letivo. São os processos contínuos pelos quais você obtém indicadores a respeito da aprendizagem dos estudantes.
Desse modo, esse tipo de avaliação possibilita que você realize intervenções, propondo novas estratégias e procedimentos que visam à melhoria e/ou ao aprofundamento dos conhecimentos por parte dos estudantes.
A avaliação formativa pode ter um papel fundamental na melhoria das aprendizagens de todos os alunos. A sua utilização sistemática deve permitir que os alunos conheçam bem: a) o que têm de aprender no final de um dado período de tempo; b) a situação em que se encontram quanto às aprendizagens que têm de desenvolver; e c) os esforços que têm de fazer para aprenderem o que está previsto e descrito nos documentos curriculares. Para tal, a comunicação entre professores e alunos é fundamental, pois é através dela que os alunos podem receber orientações que os ajudam a aprender. [...]
FERNANDES, Domingos. Avaliação formativa. Lisboa: Universidade de Lisboa/Instituto de Educação, 2021. p. 3. Disponível em: https://apoioescolas.dge.mec.pt/sites/default/files/2021-02/folha_avaliacao_formativa.pdf. Acesso em: 6 set. 2025.
Onde ocorre
Nesta coleção, a avaliação formativa é um processo contínuo e integrado. A seção What I know, ao final de cada unidade do Livro do Estudante, oferece atividades que retomam os principais conceitos e noções trabalhados para verificar a aprendizagem com relação aos objetivos estabelecidos.
Nas orientações ao professor, o boxe Avaliando complementa essa prática com propostas de atividades avaliativas adicionais. Ele inclui objetivos e estratégias de intervenção, caso seja necessária a retomada de conteúdos e conceitos.
Além disso, é importante o hábito de transitar pela sala de aula e observar os estudantes durante as atividades propostas. Esse acompanhamento mais próximo contribui para que eles se reconheçam como parte do processo de ensino-aprendizagem, desenvolvam sua autonomia e busquem aprimoramento contínuo.
Avaliação somativa
A avaliação somativa é realizada ao final de um período de estudos, em consonância com as práticas pedagógicas da escola. Com base nas respostas a essa avaliação, você poderá refletir sobre ações a serem tomadas para sanar possíveis dificuldades dos estudantes. Por ser comumente associada a testes e notas que visam classificar o desempenho dos estudantes, é fundamental que ela não seja o único foco do processo avaliativo. A nota é apenas uma das muitas formas de representar os resultados, e essa etapa deve ser considerada a consequência natural das avaliações diagnóstica e formativa já realizadas.
Ao analisar os resultados, você pode refletir sobre as ações necessárias para sanar possíveis dificuldades, utilizando o desempenho como um indicativo para a retomada de conteúdos e a definição de novas estratégias. Dessa forma, resultados abaixo do esperado não são uma sentença, mas sim um ponto de partida para aprimorar o processo de ensino-aprendizagem.
Onde ocorre
Nesta coleção, caso queira, a avaliação somativa pode ser feita na seção Goodbye. Essa seção oferece atividades que permitem a você verificar os conhecimentos adquiridos pelos estudantes no decorrer do ano letivo. Nas orientações ao professor, você encontra orientações para analisar as respostas e identificar a necessidade de estratégias de remediação, garantindo que os objetivos pedagógicos sejam alcançados.
Para um sistema de avaliação eficiente, é recomendável a combinação das três modalidades, além de usar diferentes instrumentos que auxiliem a obter
informações sobre o desenvolvimento da aprendizagem dos estudantes. Apresentamos a seguir alguns exemplos.
Provas e testes
Seminários e debates
Portfólios
Saraus
Ditados
Autoavaliação
Podem ser elaborados com questões abertas, análise de situações, questões objetivas e quizzes e realizados de forma regular, abordando conteúdos específicos ou referentes a determinado período.
Possibilitam a você perceber o desenvolvimento de habilidades relacionadas a tarefas como pesquisa, síntese das informações, pensamento crítico e comunicação.
A elaboração de portfólios com base em suas observações e registros em fichas avaliativas contribui não só para analisar o desenvolvimento cognitivo dos estudantes, mas também a maneira como cada um aprende, com atenção especial às habilidades que eles desenvolvem com mais facilidade e as que demandam mais atenção e auxílio para serem desenvolvidas.
Permite a você verificar o desenvolvimento de habilidades relacionadas a interação social, capacidade de expressão, criatividade, sensibilidade e conhecimento cultural.
Possibilita que você acompanhe as principais dificuldades dos estudantes com relação à escuta e à escrita.
Incentiva o desenvolvimento da autonomia dos estudantes, levando-os a refletir sobre sua participação nas atividades, suas dificuldades e aspectos que devem ser melhorados. Com base nessas informações, você pode debater com eles os caminhos para gerar mudanças no planejamento e melhorias para a turma.
Para auxiliar no monitoramento das aprendizagens, sugerimos a utilização de uma ficha de avaliação de acompanhamento individual, como a que apresentamos a seguir. Essa ferramenta permite registrar a trajetória de cada estudante, observando seu desenvolvimento com relação aos objetivos e às habilidades trabalhados.
A ficha usa um sistema de marcação sim-
ples para identificar o nível de desenvolvimento do estudante.
• S (Sim): o estudante demonstrou ter alcançado o objetivo.
• P (Parcialmente): o estudante atingiu o objetivo de forma incompleta, necessitando de intervenção para avançar.
• N (Não): o estudante não alcançou o objetivo, sendo necessária uma intervenção imediata.
Quando o objetivo é alcançado e marcado com S, você deve incentivar o estudante a aprofundar seus saberes. Se a marcação for P ou N, a ficha serve como um diagnóstico claro, indicando a necessi-
Escola: preencher com o nome da escola.
Professor(a): preencher com o nome do professor.
Estudante: preencher com o nome do estudante.
Turma: preencher com a indicação da turma.
dade de planejar intervenções para que ele progrida nos estudos.
Você pode usar esse tipo de ficha para registrar observações feitas durante o trabalho com a seção
What I know do Livro do Estudante e com o boxe Avaliando das orientações ao professor.
Período letivo do registro: preencher com o período do planejamento.
Ficha de acompanhamento individual das aprendizagens
Objetivos ou habilidades avaliados S P N Observações
Preencher com o objetivo ou a habilidade.
Preencher com o objetivo ou a habilidade.
Preencher com o objetivo ou a habilidade.
Preencher com o objetivo ou a habilidade.
Preencher com o objetivo ou a habilidade.
No contexto atual da educação, o papel do professor dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental vai além da transmissão de conteúdo. Ele deve atuar como mediador do conhecimento, incentivando a autonomia dos estudantes e formando leitores e pensadores críticos. Acima de tudo, o professor é um agente essencial na construção da base educacional e emocional dos estudantes.
Essa etapa da escolarização é marcada por profundas transformações no desenvolvimento cognitivo, afetivo e social dos estudantes. Por isso, a prática pedagógica exige sensibilidade e escuta ativa. Você deve estar atento às necessidades individuais dos estudantes, respeitando seus ritmos de aprendizagem e suas realidades. A construção de vínculos afetivos é fundamental para fortalecer a autoestima e a autonomia, pois são eles que criam um ambiente acolhedor, onde o erro é considerado parte do processo de aprendizagem e todos os estudantes se sentem seguros para se expressarem.
Sua atuação docente envolve uma reflexão constante sobre os conteúdos, as metodologias e, principalmente, sobre como os estudantes aprendem. Ao aproximar o conteúdo escolar dos conhecimentos prévios deles, você torna o aprendizado mais significativo e prazeroso. Essa abordagem, que valoriza a bagagem cultural e as experiências dos estudantes, é fundamental na construção de uma relação positiva deles com o ato de estudar.
O planejamento pedagógico é o ponto de partida, mas a prática em sala de aula é dinâmica e não linear. É no dia a dia que você conhece os perfis, as necessidades e os ritmos da turma e que a flexibilidade e a capacidade de adaptação se tornam essenciais. O diálogo constante com a equipe pedagógica e a participação em formações continuadas são atitudes que favorecem o desenvolvimento de uma prática docente mais eficaz e alinhada às reais demandas da turma.
Nessa jornada, você é o principal organizador
das ações pedagógicas. É quem acolhe, engaja e dá oportunidade para que os estudantes verbalizem seu raciocínio, escrevam e desenvolvam, no coletivo da turma, a compreensão sobre os motivos das atividades e a realização das respostas. O livro didático não é apenas um guia, mas um instrumento cultural que serve como mediador entre você e o estudante, auxiliando na construção do conhecimento. Com autonomia, é você quem dá vida a esse material, ajustando-o às necessidades de cada turma para que os estudantes se tornem os protagonistas de sua aprendizagem.
A sala de aula é marcada pela diversidade. Cada estudante traz consigo um conjunto de experiências, saberes e modos de aprender. Essa diversidade se expressa em aspectos comportamentais, cognitivos, afetivos e socioculturais, que influenciam diretamente o modo como cada um constrói o conhecimento. Já as trajetórias individuais são moldadas por fatores como o contexto familiar, as vivências culturais e o ambiente social em que estão inseridos. É seu papel e da equipe escolar acolher essas diferenças.
Nesse sentido, compreender o desenvolvimento dos estudantes exige atenção ao contexto em que vivem, às suas práticas cotidianas e à maneira como atribuem significado às suas experiências. Por isso, uma das grandes questões que se impõe ao trabalho docente é: como planejar intervenções pedagógicas que deem conta da heterogeneidade presente em sala de aula, especialmente em turmas numerosas?
Diante desse desafio, é essencial que você reconheça que não há um único caminho para a aprendizagem. As interações, os ritmos e os interesses variam, e é seu papel estar atento a essas diferenças, promovendo práticas pedagógicas flexíveis e inclusivas. Só assim será possível garantir que todos os estudantes tenham oportunidades reais de desenvolvimento, respeitando suas singularidades sem comprometer a qualidade do processo de ensino-aprendizagem.
A seguir, apresentamos sugestões para auxiliar seu dia a dia, promovendo a adequação de atividades e a progressão do aprendizado, para que os estudantes avancem no próprio ritmo, com o apoio necessário para superar desafios.
Como os estudantes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental estão no processo de alfabetização, é importante que você os auxilie na apropriação do sistema de escrita. Uma das intervenções rele-
vantes nesse processo é a orientação sobre a pega funcional do lápis. A pega de três pontos, também conhecida como pega tripoide ou trípode, é uma técnica considerada funcional, pois favorece movimentos mais precisos, fluidos e controlados, o que é essencial para o desenvolvimento da escrita e evita fadiga muscular. Para orientar os estudantes, incentive-os a:
• posicionar o lápis de forma relaxada, sem forçar os dedos;
• segurar o lápis entre a ponta do polegar e a lateral do dedo indicador;
• apoiar o lápis no dedo médio para dar suporte e estabilidade;
• deixar os outros dedos (anelar e mínimo) levemente dobrados na palma da mão, servindo de apoio.
É fundamental acompanhar o processo individualmente, observando se a pega está firme, mas não tensa. No entanto, trata-se de um desenvolvimento. Desse modo, inicialmente não é recomendada a correção direta da pega, mas sim uma observação atenta para compreender como cada estudante está se apropriando desses movimentos e o que pode ser feito para progredir.
O desenvolvimento da pega do lápis não se resume apenas a segurar o instrumento. Ele é resultado de uma coordenação motora fina bem desenvolvida. Para auxiliar nesse processo, é importante incluir atividades lúdicas e variadas na rotina da sala de aula que ajudem a fortalecer a musculatura das mãos e dos dedos, como brincar com massinha de modelar ou argila, rasgar papel com as mãos, rasgar papel em pedaços pequenos e fazer bolinhas com as pontas dos dedos, cortar com tesoura com pontas arredondadas e colar pedaços de papel pequenos.
O
Com relação ao letramento matemático, é fundamental que ele ocorra de forma integrada com todos os componentes curriculares. Para isso, ao abordar os conteúdos, procure criar situações didáticas contextualizadas que incentivem os estudantes a desenvolverem o raciocínio lógico e a aplicarem o conhecimento matemático na busca de soluções para situações-problema do cotidiano. Essa abordagem facilita a compreensão dos conceitos e reforça sua relevância.
Além disso, as atividades a seguir contribuem para o letramento matemático, por exemplo:
• contagem de objetos usando materiais concretos, como tampinhas e lápis;
• uso e escrita de algarismos por meio de jogos e brincadeiras;
• compreensão do conceito de números; realização de operações básicas; reconhecimento de formas geométricas na identificação de quantidades e na ordenação de elementos;
• comparação de medidas com o uso de instrumentos não padronizados, como palmos e passos;
• leitura e interpretação de gráficos e tabelas com dados reais sobre a turma e a escola.
Garantir a inclusão de estudantes com deficiência na escola regular não é apenas um dever legal, mas um compromisso ético e pedagógico com a equidade e a justiça social. A legislação brasileira, incluindo a Constituição Federal (1988), a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) (2015) e as Diretrizes da Política Nacional de Educação Especial (2008), reforça o papel da escola em assegurar que todos os estudantes tenham acesso a uma educação de qualidade. Contudo, a inclusão vai além de permitir o acesso físico à sala de aula. Ela exige a participação ativa dos estudantes no cotidiano escolar, promovendo aprendizagens significativas e respeitando suas particularidades. Para isso, é essencial o envolvimento de toda a comunidade escolar na construção de um ambiente que valorize as diferenças e que favoreça as interações e o respeito à diversidade. Nesse contexto, o papel do professor é central, como mediador e agente de transformação.
O primeiro passo mais importante é levar ao professor o reconhecimento das diversas dificuldades que deverá encontrar, suas especificidades, suas formas de atuação e como identificá-las em seus alunos. Neste processo, ao professor caberá a autonomia de reconhecer as dificuldades e intervencionar, em sala de aula, para a aplicação de novas metodologias e saberes, para a chegada da cognição.
JOIA, Michele. A inclusão de crianças na escola: o papel do educador diante das dificuldades de aprendizagem. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2023. p. 41.
A prática pedagógica inclusiva deve reconhecer que todo estudante tem a capacidade de aprender, desde que seja incentivado por vínculos afetivos e em um ambiente acolhedor. Para isso, as estratégias precisam ser flexíveis e adaptadas às necessidades individuais.
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS
A seguir, sugerimos algumas ações que podem ser aplicadas em sala de aula para promover a inclusão.
• Materiais concretos e táteis: utilize materiais com diferentes texturas e relevos para que os estudan-
tes possam explorar o conteúdo de forma sensorial. Ao utilizar recursos visuais, sempre descreva as imagens com clareza, indicando posições e características dos objetos.
• Comunicação clara: apresente os enunciados das atividades de forma clara e direta, evitando ambiguidades, figuras de linguagem ou construções muito complexas. Divida as tarefas em etapas menores e forneça uma instrução por vez. Durante as explicações, posicione-se de frente para os estudantes, facilitando a atenção à sua fala.
• Flexibilização e ritmo: ofereça prazos flexíveis para a entrega de atividades, respeitando o tempo de aprendizagem de cada estudante. Incentive a leitura compartilhada de textos e enunciados para promover a compreensão coletiva e o apoio mútuo.
• Incentivo à expressão: incentive a expressão oral, quando possível, e a organização do pensamento dos estudantes, auxiliando na estruturação das ideias. Ferramentas como alfabeto móvel e banco de palavras são ótimas aliadas para a alfabetização e o fortalecimento da participação dos estudantes no processo de aprendizagem.
• Uso de tecnologia: quando possível, adote recursos tecnológicos que atendam às necessidades específicas dos estudantes, ampliando as possibilidades de acesso ao conteúdo e tornando o aprendizado mais dinâmico.
• Valorização de estratégias de resolução de problemas: apresente e valorize diferentes estratégias para a resolução de problemas, respeitando a forma única de compreensão e de elaboração de soluções.
O uso de metodologias ativas favorece o engajamento dos estudantes e o desenvolvimento de diversas habilidades. A prática pedagógica exige um planejamento cuidadoso, momentos de discussão em grupo, atividades colaborativas e trocas de saberes, especialmente quando o objetivo é fortalecer competências como leitura, escrita e raciocínio lógico-matemático.
[...]
Metodologias ativas são estratégias de ensino centradas na participação efetiva dos estudantes na construção do processo de aprendizagem, de forma flexível, interligada e híbrida. As metodologias ativas, num mundo conectado e digital, expressam-se por meio de modelos de ensino híbridos, com muitas possíveis combinações. A junção de metodologias ativas com modelos flexíveis e híbridos traz contribuições
importantes para o desenho de soluções atuais para os aprendizes de hoje.
MORAN, José. Metodologias ativas para uma aprendizagem mais profunda. In: BACICH, Lilian; MORAN, José (org.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto
Alegre: Penso, 2018. p. 4.
A seguir, apresentamos três metodologias ativas que promovem o protagonismo e a autonomia dos estudantes.
Pensar-conversar-compartilhar
É uma estratégia eficaz para aumentar o engajamento dos estudantes, pois promove o pensamento individual e a colaboração, permitindo que participem ativamente da aula. A fase individual garante que todos os estudantes tenham oportunidade de organizar suas ideias e de se expressarem. A fase em duplas e a discussão geral os mantêm ativos e envolvidos no processo de aprendizagem, incentivando o pensamento crítico, a argumentação e a formulação de ideias. Para iniciar, você deve fazer uma pergunta ou lançar um desafio relacionado ao conteúdo da aula e estipular um tempo para os estudantes pensarem sozinhos na resposta. É o momento de organizar as ideias e formular uma primeira hipótese. Depois do tempo de reflexão individual, eles se juntam a um colega. Em duplas, devem conversar, compartilhar ideias e chegar a uma conclusão, consolidando o raciocínio e construindo o conhecimento de forma colaborativa. Na etapa final, o professor deve escolher algumas duplas, ou todas, para apresentarem suas ideias, incentivando a participação de todos, levando-os a perceber que há diferentes formas de pensar e de resolver o mesmo problema.
Vire e fale
Essa estratégia é eficaz para aumentar o engajamento e a participação dos estudantes, pois modifica o formato de pergunta e resposta e cria um espaço para que eles possam se expressar. A conversa em duplas incentiva os estudantes a organizarem suas ideias e a praticarem a escuta ativa. É uma estratégia rápida e simples que pode ser utilizada várias vezes durante a aula para checar a compreensão e manter o ritmo de forma dinâmica e interativa. Para começar, faça uma pergunta clara e direta relacionada ao conteúdo que está sendo trabalhado, que possa ser respondida em cinco minutos. Imediatamente após a pergunta, peça aos estudantes que virem para um dos colegas para conversarem sobre a pergunta, tentando chegar a uma resposta em até cinco minutos. Esse é o momento em que eles devem verbalizar suas ideias uns para os outros, escutando o que o colega tem a dizer e chegando juntos a uma conclusão. Após a conversa em duplas, escolha alguns estudantes, ou todos, para compartilharem as ideias que surgiram nas duplas e faça intervenções quando julgar necessário. Caminhada na galeria
Essa é uma estratégia colaborativa que envolve a produção de cartazes sobre os conteúdos estudados que devem ser expostos como em uma galeria de arte. A atividade foge da rotina da sala de aula e envolve movimento, o que é indicado para essa faixa etária. Os estudantes aprendem uns com os outros e desenvolvem a capacidade de escutar e argumentar, além de aprimorarem a comunicação, o raciocínio e a organização de ideias de forma lúdica e prática, aprofundando os conteúdos que aprenderam. Para trabalhar com essa metodologia, organize a turma em grupos e proponha um tema, uma pergunta ou um problema para ser trabalhado em cada grupo. Oriente os grupos a fazerem pesquisas sobre o assunto e a registrarem as conclusões em cartazes. Depois de prontos, os cartazes devem ser fixados na sala de aula, como se fossem obras de arte, e cada grupo deve escolher um apresentador, que ficará ao lado para explicar o trabalho. O restante da turma, em grupos, começa a caminhada pela galeria, observando e analisando as produções dos colegas. Após todos os grupos visitarem as obras da galeria, reúna todos e incentive uma conversa sobre o que foi aprendido. Esse é o momento para discutir as diferentes soluções encontradas, os pontos em comum e o que mais chamou a atenção dos estudantes.
Para a organização do trabalho pedagógico em sala de aula, é essencial considerar a disposição do espaço e promover um ambiente pautado pela empatia, pelo respeito mútuo e pela valorização do coletivo, o que contribui para a construção de uma sala de aula acolhedora, na qual o desenvolvimento da autonomia dos estudantes seja incentivado de forma constante.
A fim de promover um ambiente mais dinâmico, inclusivo e colaborativo, você pode alterar a organização tradicional da sala de aula, que tem carteiras enfileiradas e o professor ocupando o papel central
como único detentor do saber. Ao repensar a organização da sala de aula como um recurso pedagógico, você amplia as possibilidades de interação, cooperação e construção coletiva do conhecimento, aproximando a prática docente das demandas reais da turma. A seguir, apresentamos algumas sugestões para organizar a sala de aula de diferentes maneiras.
Disposição em grupo: indicada para atividades que exigem colaboração direta e trocas constantes entre os estudantes, como trabalhos em equipe, debates e projetos que precisam de divisão de tarefas, pois a proximidade física facilita a comunicação e o apoio mútuo, incentivando a resolução de problemas de forma coletiva.

Representação de carteiras dispostas em grupo.
Disposição em círculo: indicada para atividades que priorizam a participação de todos, a escuta ativa e a criação de um ambiente de igualdade, como rodas de conversa, discussões sobre temas específicos, contação de histórias e compartilhamento de experiências, permitindo que a construção do conhecimento, a troca de experiências e a comunicação sejam mais diretas e isonômicas entre você e os estudantes.
Em círculo

Representação de carteiras dispostas em círculo.
Disposição em U: indicada para apresentações orais, demonstrações, debates supervisionados ou quando você precisa circular entre as carteiras para dar assistência individual, pois combina sua visibilidade com a possibilidade de interação entre os estudantes, permitindo que todos mantenham o foco na atividade.
Em U

Representação de carteira dispostas em U.
Disposição de frente uns para os outros: pare-
cida com a disposição em grupo, mas pode ser utilizada para trabalhos em duplas, entrevistas ou atividades de reflexão, pois promove uma interação mais focada e próxima, permitindo aos estudantes que se concentrem na troca de informações e ideias entre si, sem a dispersão que um grupo maior poderia causar.
De frente uns para os outros

Representação de carteiras dispostas de frente umas para as outras.
Outra estratégia que ajuda a aproximar o currículo da vida dos estudantes é incentivar a utilização de outros espaços dentro e fora da sala de aula para divulgar o trabalho desenvolvido pela turma, como os murais e as paredes, explorando diferentes recursos e estratégias.
Além da organização do espaço físico, é fundamental atentar à gestão do tempo e da rotina em sala de aula. Estabelecer uma rotina clara e bem estruturada favorece a execução do planejamento pedagógico, garantindo que os horários e as atividades sejam conduzidos de forma sequencial e coerente, sempre respeitando as particularidades e os diferentes ritmos de aprendizagem dos estudantes.
Planejar a prática pedagógica de acordo com a proposta curricular proporciona um ambiente mais estável e acolhedor, no qual os estudantes sabem o que esperar e se sentem mais seguros diante das estratégias utilizadas no dia a dia. Além de facilitar a condução do trabalho docente, essa organização contribui para equilibrar e diversificar as atividades ao longo da semana, ampliando as possibilidades de aprendizagem.
Além das aulas nas quais os conteúdos e as atividades são abordados, é importante que você inclua atividades diversificadas em seu planejamento de rotina, como as sugeridas a seguir.
• Rodas de conversa: podem ser realizadas no começo ou no final da aula para solicitar aos estudantes que relatem alguma vivência pessoal (como forma de explorar os conhecimentos prévios) ou exponham o que aprenderam, quais dificuldades tiveram ou o que gostariam de aprender na próxima aula.
• Momentos de leitura: esses momentos podem ser conduzidos tanto por você, por meio da leitura em voz alta, quanto pelos próprios estudantes, com a leitura compartilhada ou um de cada vez. É importante reservar intervalos de tempo específicos na rotina para a leitura de diferentes textos com a intenção de proporcionar momentos de apreciação e, ao mesmo tempo, ampliar o repertório e os conhecimentos dos estudantes.
• Momentos de registro: essa estratégia consiste em reservar, ao final das aulas, alguns minutos para que os estudantes expressem o que aprenderam. Esse registro pode ser feito por meio da escrita, de esquemas visuais, de desenhos ou até pela oralidade, com gravações em áudio ou vídeo. Essa etapa funciona como uma forma de verificação da aprendizagem, permitindo a você identificar o que foi compreendido e o que ainda precisa ser retomado em aulas futuras ou em atividades de reforço. Os registros podem ser realizados individualmente, em duplas ou em pequenos grupos, de acordo com os objetivos da proposta.
• Visitas guiadas a diferentes espaços de aprendizagem: a sala de aula não é o único ambiente para o
Escola: preencher com o nome da escola.
Professor(a): preencher com o nome do professor.
aprendizado dos estudantes, por isso é importante sugerir atividades em outros espaços na escola, como laboratórios, bibliotecas, pátio, auditório e jardim, e fora da escola, como teatros, museus, espaços públicos, centros de pesquisas, cinema e centros culturais. Em casos de atividades em espaços fora da escola, é necessário que você solicite, com antecedência, as autorizações para a direção e para os pais ou responsáveis dos estudantes, e com o acompanhamento de outros profissionais da escola, bem como a orientação do uso de filtro solar, da ingestão de água e do uso de repelentes e de vestimentas e calçados adequados, visando à segurança, à integridade física e ao bem-estar dos estudantes.
Além dessas atividades, o planejamento de rotina deve incluir atividades lúdicas que incentivem a interação social e momentos que envolvam alimentação e higiene pessoal.
Apresentamos a seguir um exemplo de planejamento de rotina, que pode ser adaptado de acordo com as suas necessidades, as dos estudantes e as da escola.
Componente curricular: preencher com o nome do componente curricular.
Turma: preencher com a indicação da turma.
Data: preencher com o período do planejamento.
Horário Local
7h30 – 8h00Sala de aulaAcolhimento e roda de conversa.
8h00 – 9h30Sala de aula
9h30 – 10h00 Refeitório, banheiro e pátio
Leitura compartilhada de textos e atividades dirigidas de escrita.
Lanche, escovar os dentes, lavar as mãos e recreio.
10h00 – 11h00 Quadra Brincadeiras tradicionais e jogos cooperativos.
11h00 – 11h30 Sala de aulaRoda de leitura e fechamento.
Outro recurso pedagógico que pode auxiliar na gestão do tempo e no planejamento de rotina é a sequência didática. Uma sequência didática é um plano de ensino estruturado, composto de um conjunto de atividades ordenadas e interligadas que são desenvolvidas ao longo de várias aulas. A elaboração de
Promover a socialização e desenvolver a oralidade.
Desenvolver habilidades de leitura e de escrita.
Momento de descanso, alimentação, higiene e interação livre.
Desenvolver a expressão corporal e a coordenação motora.
Desenvolver a escuta ativa, retomar as aprendizagens do dia e organizar a sala de aula.
sequências didáticas é um recurso pedagógico que pode tornar o planejamento mais eficaz e alinhado às necessidades dos estudantes. Por meio delas, você consegue organizar o processo de ensino de maneira intencional e progressiva, estruturando atividades e estratégias de forma coerente e articulada.
Ao planejar uma sequência didática, você estabelece etapas claras e encadeadas que favorecem a construção do conhecimento ao longo do tempo, seja em alguns dias, semanas ou até meses. Essa organização permite flexibilizar o percurso, ajustando-o conforme o ritmo de aprendizagem da turma e as particularidades do contexto escolar.
É fundamental que as sequências estejam alinhadas aos objetivos de ensino, considerando também os recursos didáticos disponíveis e a realidade da escola. Outro aspecto essencial é a inclusão de estratégias de avaliação que permitam acompanhar e refletir sobre o avanço dos estudantes ao longo do
Escola: preencher com o nome da escola.
processo, verificando seu envolvimento e observando as dificuldades que possam surgir. Sempre que julgar necessário, faça intervenções que contribuam para ampliar a compreensão dos conteúdos.
Ao término da sequência didática, registre suas considerações sobre o processo de aprendizagem dos estudantes, destacando avanços e aspectos que ainda precisam ser desenvolvidos.
A seguir, apresentamos uma sugestão de modelo de sequência didática que pode servir como referência. Sinta-se à vontade para adaptá-lo conforme as necessidades da sua turma e os conteúdos que pretende desenvolver.
Professor(a): preencher com o nome do professor.
Componente curricular: preencher com o nome do componente curricular.
Turma: preencher com a indicação da turma.
Data: preencher com o período estimado para o desenvolvimento da sequência didática.
Assunto/conteúdo: preencher com os assuntos ou conteúdos a serem desenvolvidos.
Quantidade de aulas: preencher com a estimativa da quantidade de aulas que será necessária para desenvolver todas as atividades.
1. Objetivos gerais: definir o que se espera que os estudantes sejam capazes de fazer ao final da sequência didática.
2. Competências gerais da BNCC: identificar as competências gerais da BNCC que serão trabalhadas.
3. Materiais necessários: fazer uma lista detalhada de todos os materiais que serão necessários para desenvolver as atividades.
4. Etapas da sequência didática: detalhar as etapas de cada aula, organizando as atividades em uma ordem lógica e progressiva.
• Aula 1: descrever o início do trabalho com a sequência didática, que pode ser uma atividade para verificar o que os estudantes já sabem sobre o assunto; pode ser uma roda de conversa, uma dinâmica ou uma pergunta deflagradora para despertar a curiosidade deles.
• Aula 2 em diante: descrever as atividades intermediárias que ajudarão os estudantes a construírem o novo conhecimento; podem ser pesquisas, leituras, discussões, atividades práticas, entre outras dinâmicas.
• Aula final: descrever a última aula, a culminância da sequência didática; planejar uma atividade final para que os estudantes coloquem em prática tudo o que aprenderam; pode ser a produção de um texto, a apresentação de um trabalho ou a criação de um projeto.
5. Avaliação: definir os critérios (o que será observado) e os instrumentos (como será registrado) que serão utilizados para avaliar a aprendizagem dos estudantes ao longo da sequência didática; a avaliação deve ser contínua, e não apenas ao final.
6. Autoavaliação: após a execução da sequência didática, verificar se ela foi eficaz, se os objetivos foram alcançados, quais desafios surgiram, o que pode ser mudado para a próxima vez e anotar essas reflexões para aprimorar suas práticas pedagógicas.
A presença das tecnologias digitais no cotidiano das pessoas é cada vez mais comum, inclusive entre crianças e adolescentes. No entanto, a maneira como esses recursos, especialmente os dispositivos móveis como os celulares, têm sido utilizados dentro das escolas tem gerado muitos debates. O foco dessas discussões recai, principalmente, sobre os efeitos negativos do uso inadequado desses apa-
relhos no processo de aprendizagem e no desenvolvimento integral dos estudantes.
Estudos recentes reforçam essas preocupações, apontando prejuízos que vão desde a distração em sala de aula até impactos mais sérios, como problemas de saúde física e mental, que incluem aumento da ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de atenção, entre outros. Essas evidências contribuíram para a criação da Lei nº 15.100, de 13
de janeiro de 2025, que estabelece diretrizes para o uso de celulares nas escolas brasileiras.
Os desafios enfrentados com o uso inadequado e desregulado das tecnologias digitais não se restringem ao ambiente escolar. A Unesco destaca riscos que vão desde o enfraquecimento das relações humanas até ameaças à democracia e aos direitos fundamentais, como a disseminação de discursos de ódio e a violação da privacidade. Tais aspectos mostram que a tecnologia, sem orientação adequada, pode acentuar desigualdades e comprometer valores essenciais.
No contexto escolar, o uso excessivo e sem propósito de recursos digitais tem mostrado efeitos prejudiciais, como o isolamento social, a dependência de redes sociais e a dispersão durante as aulas. Por isso, torna-se indispensável repensar o papel desses recursos na educação.
Por outro lado, quando inserida de maneira planejada e intencional no cotidiano escolar, a tecnologia pode se tornar uma ferramenta poderosa para o processo de ensino-aprendizagem. Recursos como computadores, tablets e celulares, quando utilizados com orientação pedagógica, promovem o acesso à informação, favorecem o desenvolvimento de habilidades críticas e éticas e ampliam o alcance da educação, especialmente em contextos de vulnerabilidade.
A proposta, portanto, não é excluir a tecnologia do ambiente escolar, mas sim incorporá-la com responsabilidade, sempre pautada em objetivos pedagógicos claros e alinhados às competências e aos conteúdos previstos no currículo.
Você tem um papel fundamental nesse processo. Cabe a você planejar atividades que façam uso significativo da tecnologia, promovendo a aprendizagem ativa e a reflexão crítica por parte dos estudantes. A intencionalidade no uso desses recursos deve estar presente desde o momento da escolha da ferramenta até a avaliação dos resultados.
Além disso, é importante lembrar que tecnologias educacionais não se limitam às mais recentes. Televisão, rádio, lousa, projetores e outros dispositivos já fazem parte da rotina escolar há décadas e desempenham papel importante na mediação pedagógica.
BOAS PRÁTICAS NO USO DE TECNOLOGIAS
NA EDUCAÇÃO
Para que a utilização de ferramentas tecnoló-
gicas seja eficaz e enriquecedora, é fundamental adotar algumas práticas pedagógicas intencionais. A seguir, apresentamos algumas dicas.
Planejamento pedagógico do uso de recursos tecnológicos
• Definir com clareza os objetivos de aprendizagem.
• Escolher as ferramentas tecnológicas adequadas para alcançar esses objetivos.
• Garantir que o uso dos recursos esteja articulado aos conteúdos e às competências curriculares.
Desenvolvimento de habilidades críticas
• Propor atividades que incentivem a análise crítica de fontes de informação pelos estudantes.
• Levar os estudantes a refletirem sobre o impacto da tecnologia no cotidiano.
• Incentivar o uso consciente, seguro e responsável da internet.
Integração com outras metodologias
• Combinar o uso de tecnologias com estratégias convencionais, como leitura, escrita e pesquisa de campo.
• Incentivar experiências interativas, como a visita a museus virtuais e o uso de acervos digitais, que ampliam o repertório cultural dos estudantes e fortalecem vínculos com a memória coletiva.
Em resumo, o uso da tecnologia na educação não deve ser encarado como uma solução isolada ou um fim em si mesmo. Ela deve estar a serviço do processo de ensino-aprendizagem e contribuir para a formação crítica, ética e cidadã dos estudantes. Seu olhar pedagógico como docente é essencial para transformar esses recursos em verdadeiros aliados do conhecimento.
Para auxiliar na utilização de recursos digitais em consonância com seu planejamento pedagógico, a fim de complementar e enriquecer o desenvolvimento dos conteúdos, esta coleção apresenta alguns objetos educacionais digitais, como áudios.
A lista com os áudios sugeridos em cada volume encontra-se no sumário. Além disso, os momentos de utilização desses recursos foram indicados nas páginas do Livro do Estudante por meio de ícones. Para acessá-los, basta clicar sobre os ícones indicados nas páginas da versão digital do Livro do Estudante
FUNDAMENTOS
TEÓRICO‑METODOLÓGICOS NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA
A LÍNGUA INGLESA COMO LÍNGUA FRANCA
Esta obra parte do entendimento de que o in-
glês é uma língua global, utilizada por pessoas de diferentes países e culturas para os mais diversos fins — acadêmicos, profissionais, turísticos, midiáticos e digitais. Presente em filmes, músicas, jogos, redes sociais, aplicativos, ambientes internacionais de trabalho, entre muitos outros contextos, a língua
inglesa tornou-se um dos principais meios de comunicação intercultural no mundo contemporâneo.
No contexto da Educação Básica, especialmente nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, o ensino da língua inglesa precisa refletir essa realidade global, indo além da abordagem tradicional centrada na memorização de palavras isoladas e regras gramaticais descontextualizadas. É necessário oferecer aos estudantes oportunidades de uso real e significativo da língua, promovendo interações que façam sentido em suas vivências, incentivando a curiosidade e favorecendo o desenvolvimento de competências comunicativas desde os primeiros anos escolares.
Desse modo, a proposta didático-pedagógica deste material está fundamentada na perspectiva do Inglês como Língua Franca (ILF), compreendido como “o uso do inglês em situações interculturais onde falantes com diferentes backgrounds linguístico-culturais compartilham o inglês como língua comum de comunicação e como um recurso linguístico dinâmico e coconstruído” (Gimenez et al., 2015, p. 597). Essa concepção amplia o entendimento sobre o inglês e rompe com modelos que concebem apenas as variedades nativas (como o inglês britânico ou americano) como legítimas.
Ao adotar essa abordagem, propõe-se uma visão mais inclusiva, crítica e plural do inglês como lín-
gua viva, mutável e apropriada por pessoas de diversas origens e culturas. A proposta reconhece que os estudantes estão se tornando usuários do inglês no mundo, em múltiplos contextos e por diversas finalidades, como se divertir, jogar, socializar, consumir mídia, pesquisar e se expressar.
Nesse sentido, o foco desloca-se da busca por uma “correção absoluta”, segundo modelos nativos, para a efetividade comunicativa, compreendida como a capacidade de interagir, compreender, ser compreendido e negociar significados em situações reais de comunicação. Os estudantes são incentivados a compreender e respeitar os diferentes jeitos de falar inglês, desenvolvendo, desde cedo, uma postura de abertura à diversidade linguística e cultural, valorizando o diálogo, a escuta ativa, a cooperação e a convivência com pessoas de diferentes origens e repertórios.
Além disso, entende-se que, ao usar o inglês, eles não estão apenas se comunicando em uma língua estrangeira, mas também participando de práticas sociais globais e desenvolvendo importantes competências para o mundo contemporâneo, como o pensamento crítico, a empatia, a resolução colaborativa de problemas e a habilidade de transitar entre diferentes culturas e linguagens.
Ancorada na perspectiva do IFL, esta obra:
• propõe atividades contextualizadas, que conectam o inglês a temas significativos para os estudantes e aos usos reais da língua no mundo, como em canções, jogos, brincadeiras e diálogos inspirados em situações do cotidiano;
• incentiva os estudantes a se expressarem em língua inglesa de maneira livre e confiante, sem medo de errar;
• valoriza a comunicação e a negociação de sentido como objetivos centrais do uso da língua, mais do que a aderência rígida a regras gramaticais de variedades nativas;
• incentiva a curiosidade por outras culturas e formas de viver, promovendo, desde os primeiros anos escolares, valores como respeito, empatia, diversidade, escuta ativa e cooperação;
• estimula a consciência linguística e cultural, permitindo que os estudantes compreendam que o inglês não é falado de um único modo, e que a variedade de usos é uma riqueza a ser valorizada, não um obstáculo.
O SOCIOINTERACIONISMO
Esta obra está fundamentada na perspectiva sociointeracionista da aprendizagem, com base nos estudos de Lev Vygotsky (1896-1934), cuja teoria propõe que o desenvolvimento humano ocorre por meio das interações sociais mediadas pela linguagem. Para Vygotsky, aprender não é um processo individual e isolado, mas sim uma atividade social, que acontece na relação com o outro – colegas, professores, familiares, comunidade – e está fortemente ligada ao contexto histórico e cultural em que o sujeito está inserido.
A linguagem, nesse modelo teórico, é compreendida como o principal instrumento de mediação entre
o indivíduo e o mundo. É por meio dela que o ser humano organiza o pensamento, constrói significados, desenvolve a consciência e internaliza os conhecimentos sociais. Dessa forma, o desenvolvimento cognitivo não precede a linguagem, mas é moldado por ela. Isso reforça a ideia de que a aprendizagem ocorre de fora para dentro, a partir da interação social, e só posteriormente se torna um processo interno.
No contexto de ensino-aprendizagem de língua inglesa, esse referencial implica entender a língua não apenas como um conjunto de estruturas gramaticais a serem memorizadas, mas como uma ferramenta de interação e expressão. A aprendizagem significativa da língua se dá quando os estudantes vivenciam si-
tuações comunicativas reais, em que o inglês é usado para compartilhar experiências, expressar ideias, construir sentido e participar de práticas sociais.
Com base nesse referencial, esta obra propõe uma abordagem em que o estudante é visto como sujeito ativo e protagonista de sua própria aprendizagem, em constante interação com colegas, professores, textos e contextos diversos. O professor, por sua vez, atua como mediador do processo, oferecendo suporte, estímulo e orientação dentro daquilo que Vygotsky chama de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) – o espaço entre aquilo que o estudante já é capaz de fazer sozinho e o que ainda não consegue
realizar sem ajuda, mas pode aprender com o apoio de um interlocutor mais experiente.
Essa mediação é essencial para que os estudantes avancem progressivamente no processo de desenvolvimento, sendo desafiados a resolverem novas tarefas com suporte, até que se tornem capazes de realizá-las de forma autônoma. Nesse sentido, o papel do professor vai além da transmissão de conteúdos: ele cria ambientes de aprendizagem ricos, colaborativos e intencionalmente planejados, em que a linguagem é usada como instrumento de construção do conhecimento.
Seguindo os princípios do sociointeracionismo, esta obra:
• organiza o conteúdo de forma contextualizada, considerando o universo sociocultural dos estudantes, suas experiências, seus interesses e os temas significativos para sua faixa etária, o que contribui para o engajamento e o sentido da aprendizagem;
• promove atividades em que os estudantes constroem o conhecimento da língua inglesa por meio de práticas sociais reais e simuladas, como jogos, brincadeiras, dramatizações, produções orais e escritas, que aproximam o uso da língua da vida cotidiana;
• incentiva o trabalho em pares e grupos, reconhecendo o valor da aprendizagem colaborativa como espaço de troca, escuta e construção conjunta de saberes, fortalecendo não apenas competências linguísticas, mas também habilidades cognitivas e socioemocionais;
• valoriza os saberes prévios dos estudantes como ponto de partida para a introdução de novos conhecimentos, respeitando a diversidade de experiências e reconhecendo o papel ativo deles na construção de sentido;
• estimula a reflexão crítica sobre o uso da língua, favorecendo o desenvolvimento da autonomia e da consciência linguística, além de promover o respeito à diversidade cultural e linguística presente nas interações sociais.
Em suma, este material busca oferecer um ensino de inglês que vá além da memorização mecânica e da reprodução de modelos fixos, promovendo uma aprendizagem mais significativa, interativa e humanizada. Ao se basear no sociointeracionismo, a obra reconhece a linguagem como prática social e o estudante como parte ativa na construção de conhecimentos, valores e sentidos.
Ao compreender a linguagem como prática social – isto é, uma forma de agir no mundo, construir significados e estabelecer relações – esta obra adota uma abordagem que valoriza o uso da língua em contextos reais. Nesse sentido, o ensino da língua inglesa busca desenvolver, nos estudantes, a capacidade de atuar socialmente com a linguagem, compreendendo seus usos e funções em situações concretas de comunicação.
Essa concepção se apoia nos estudos de Mikhail Bakhtin (1895-1975), que entende os gêneros textuais como formas relativamente estáveis de enunciados, moldados pelas condições específicas de uso, pelos interlocutores envolvidos, pelos te-
mas abordados e pelos propósitos comunicativos. Cada gênero, segundo o autor, apresenta características próprias que se expressam por meio de três elementos fundamentais: o conteúdo temático, que diz respeito ao assunto abordado; o estilo, relacionado ao modo como o texto é construído linguística e discursivamente; e a composição estrutural, que diz respeito à organização e à forma do texto.
Marcuschi (2008) complementa essa perspectiva ao afirmar que os gêneros são:
[...] textos que encontramos em nossa vida diária e que apresentam padrões sociocomunicativos característicos definidos por composições funcionais, objetivos enunciativos e estilos concretamente realizados na integração das forças históricas, sociais, institucionais e técnicas [...].
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. p. 155. Ensinar inglês com base nos gêneros textuais significa reconhecer a língua como um instrumento de participação social, e não apenas como um conjunto de normas. Para alcançar esse objetivo, este material visa oferecer aos estudantes oportunidades de contato com textos autênticos, que circulam em
diferentes contextos e cumprem funções específicas na vida em sociedade, e promover atividades que favoreçam a compreensão, análise e produção textuais. A seleção de gêneros textuais não ocorreu de maneira aleatória, e considerou critérios como a adequação à faixa etária; a proximidade do gênero ao universo da criança, ou seja, gêneros que já façam parte de seu cotidiano; e a complexidade linguística e discursiva.
A proposta visa garantir uma aprendizagem que não apenas leve os estudantes a reconhecer e reproduzir os gêneros, mas refletirem sobre os usos sociais da linguagem, compreendendo por que os textos são construídos de determinada forma, em determinadas situações, e como a linguagem se adapta às diferentes finalidades. Assim, o trabalho com gêneros favorece o desenvolvimento da competência discursiva, que envolve a capacidade de utilizar a língua com clareza, coerência, criticidade e adequação às mais variadas situações comunicativas – tanto em contextos orais quanto escritos, formais e informais.
Além disso, o ensino de inglês mediado por gêneros textuais permite uma articulação entre saberes linguísticos, discursivos, culturais e interculturais, promovendo uma aprendizagem mais rica e contextualizada. Tal abordagem também favorece a formação de estudantes mais conscientes do papel social da linguagem, capazes de atuar como sujeitos ativos, éticos e participativos em uma sociedade globalizada e multilíngue, na qual o domínio de múltiplos gêneros e linguagens é essencial para a inserção crítica e responsável no mundo contemporâneo.
Assim, este material propõe não apenas o ensino da língua inglesa como um fim em si, mas como meio para promover a alfabetização discursiva dos estudantes — um processo no qual eles aprendem a agir com a linguagem, compreendendo, interpretando e produzindo sentidos nos mais diversos contextos da vida social.
Nos primeiros anos escolares, a criança aprende essencialmente por meio da ação, da experimentação e do envolvimento afetivo com as atividades que vivencia. Nessa fase, o brincar não é apenas uma atividade espontânea, mas uma forma natural e estruturante de interação com o mundo. É por meio da ludicidade que a criança compreende o ambiente ao seu redor, expressa suas emoções, elabora seus pensamentos e constrói significados.
A brincadeira, como destaca Martins (2015), representa a atividade dominante da infância, sendo a principal via pela qual a criança inicia seu processo de aprendizagem, exercita a imaginação e se apropria de normas sociais e comportamentos. A autora afirma:
A brincadeira, como atividade dominante na infância, tendo em vista as condições concretas da vida da criança e o lugar que ela ocupa na sociedade, é, primordialmente, a forma pela qual esta começa a aprender. Secundariamente,
é onde tem início a formação de seus processos de imaginação ativa, e por último, onde ela se apropria das funções sociais e das normas de comportamento.
MARTINS, Viviane Lima. O lúdico no processo ensino-aprendizagem de língua inglesa. Revista Científica Intraciência, ed. 10, dez. 2015. p. 11. Disponível em: http://uniesp.edu.br/sites/_biblioteca/ revistas/20170531134517.pdf. Acesso em: 18 set. 2025.
Considerando essa compreensão da infância e dos processos de aprendizagem, esta obra adota a ludicidade como eixo norteador para o ensino da língua inglesa. Canções, jogos, brincadeiras, dramatizações e outras atividades lúdicas são incorporadas de forma intencional e estruturada, como estratégias essenciais que tornam o conteúdo linguístico mais acessível, funcional e atrativo.
Ao vivenciar experiências lúdicas, o estudante é incentivado a participar ativamente das aulas, explorando a língua inglesa em diferentes contextos e se expressando com mais liberdade, confiança e autenticidade. O caráter lúdico das atividades cria um ambiente de aprendizagem dinâmico, interativo e emocionalmente acolhedor, no qual o erro é compreendido não como uma falha, mas como parte natural do processo de construção do conhecimento. Nesse cenário, o desenvolvimento das competências linguísticas ocorre de maneira mais espontânea, contextualizada e significativa. Ao mesmo tempo, a autoestima dos estudantes é fortalecida, à medida que reconhecem a capacidade de se comunicarem e interagirem em inglês, percebendo o aprendizado como uma experiência acessível e prazerosa.
Além disso, a ludicidade desempenha um papel fundamental na motivação e na criação de um vínculo afetivo com o inglês, fator determinante para a continuidade e o sucesso do processo de aprendizagem. Quando o aprendizado é associado a experiências prazerosas, positivas e emocionalmente significativas, os estudantes desenvolvem mais interesse pela língua, ampliam sua curiosidade natural e se sentem encorajados a participar cada vez mais.
Outro aspecto relevante é o potencial das atividades lúdicas para promover a integração social, o trabalho em equipe e a cooperação. Em jogos e brincadeiras compartilhadas e em dramatizações em pares ou grupos, eles não apenas praticam a língua, mas também desenvolvem competências interpessoais, cognitivas, motoras e comunicativas — fundamentais para a formação integral do sujeito.
Contudo, para que a ludicidade produza efeitos significativos no processo de aprendizagem, é imprescindível que as atividades sejam cuidadosamente planejadas. O uso do lúdico na sala de aula exige intencionalidade pedagógica, organização e coerência com os objetivos educacionais. O brincar, nesse contexto, não pode ser confundido com improvisação ou mero entretenimento; deve estar alinhado aos conteúdos propostos e às competências
a serem desenvolvidas, garantindo, assim, um percurso de ensino-aprendizagem eficaz e significativo. Portanto, este material didático compreende o lúdico como um recurso pedagógico valioso e potente, desde que utilizado com clareza de propósitos e em sintonia com necessidades, interesses e carac-
1. Definir o objetivo da atividade
terísticas dos estudantes. Incorporar o brincar ao planejamento pedagógico é reconhecer que aprender pode – e deve – ser uma experiência prazerosa, envolvente e transformadora. Para tal, é importante considerar os seguintes pontos.
É preciso refletir sobre a intencionalidade pedagógica. Pergunte-se:
• O que pretendo desenvolver com esta atividade?
• Quais conteúdos os estudantes deverão praticar?
• Quais habilidades ou competências pretendo promover?
• Qual resultado espero alcançar ao final da proposta?
2. Conhecer o público-alvo
É preciso atenção às características específicas da turma. Considere:
• a faixa etária dos estudantes e seu nível de desenvolvimento na língua inglesa;
• o tamanho da turma, que pode influenciar na dinâmica da atividade (em turmas maiores, o trabalho em grupos pode ser mais produtivo);
• os interesses e preferências dos estudantes, que contribuem para o engajamento;
• a presença de estudantes com deficiência, o que pode demandar adaptações nos materiais, nas instruções e na organização do espaço.
3 Organizar os materiais
Prepare os materiais com antecedência, levando em conta as particularidades da turma. Considere o número de estudantes, o espaço disponível, a faixa etária e possíveis necessidades específicas. É recomendável ter materiais extras à disposição, a fim de prevenir imprevistos e garantir que todos tenham acesso igualitário aos materiais para a atividade.
4 Gerenciar o tempo
Estime o tempo necessário para a atividade com uma margem de flexibilidade, prevendo todas as etapas do processo: explicações iniciais, organização dos estudantes em pares ou grupos, adequação do espaço físico, eventuais repetições e encerramento. Considere que atividades que envolvem jogos, brincadeiras e dramatizações costumam demandar mais tempo do que o previsto, especialmente quando os estudantes se envolvem com entusiasmo.
5. Avaliar a atividade
A avaliação vai além da observação do desempenho linguístico, envolve também a análise da participação, do engajamento e da dinâmica da turma. É importante registrar, durante ou logo após a prática, percepções sobre:
• o que funcionou bem e contribuiu para o sucesso da atividade;
• o que não saiu como esperado e pode ser ajustado em futuras aplicações;
• o grau de envolvimento dos estudantes (quem participou mais, quem teve dificuldades);
• quais erros foram recorrentes e demandam a retomada de conteúdos.
Sugerimos a seguir alguns livros que propõem atividades lúdicas e dinâmicas que podem ser desenvolvidas na sala de aula.
• DIGIACOMO, Michael. ESL games for the classroom: 101 interactive activities to engage your students with minimal prep. Califórnia: Rockridge Press, 2018.
• MATOS, Francisco Gomes de. Criatividade no ensino de inglês: a resourcebook. São Paulo: Disal, 2019.
• SILVA, Solimar. Dinâmicas e jogos para aulas de idiomas. 2. ed. São Paulo: Vozes, 2013.
• UR, Penny; WRIGHT, Andrew. Five-minute activities: a resource book of short activities. Cambridge: Cambridge University Press, 1992.
O uso de língua portuguesa nas aulas de língua inglesa
A pesquisadora Flávia Herker Lopes Bernabé (2008) ressalta que o uso da primeira língua pelos estudantes é um fenômeno praticamente inevitável no processo de aprendizagem de uma língua estrangeira. Isso ocorre porque eles naturalmente mobilizam os saberes adquiridos em sua primeira língua para compreender os conteúdos apresentados na língua estrangeira. Segundo a autora:
O uso de L1 (Primeira Língua/Língua Materna) pelo aluno durante o processo ensino-aprendizagem é quase inevitável, já que o aluno faz uso dessa língua materna para a aprendizagem da LE (Língua Estrangeira). A estratégia de transferência linguística usada pelo aluno, ao aprender a LE, é baseada no conhecimento que ele tem de sua língua materna, ou seja, o aluno já sabe a L1 e sabe como usá-la, e isso lhe permite formular hipóteses, fazer inferências, deduções e comparações com a LE. [...]
BERNABÉ, Flávia Herker Lopes. O uso da língua materna no ensino de língua estrangeira. Diálogos Pertinentes, Franca, v. 4, n. 4, jan./dez. 2008. p. 245.
Ainda segundo a autora, a presença da primeira língua em sala de aula, quando utilizada de forma consciente e pedagógica, pode contribuir para o desenvolvimento de uma maior consciência me-
talinguística por parte dos estudantes, ao permitir a observação e a reflexão sobre as semelhanças e diferenças estruturais, lexicais e pragmáticas entre as duas línguas. Essa comparação ativa promove uma aprendizagem mais significativa, pois incentiva a construção de pontes cognitivas entre a língua já dominada e a língua em aprendizagem.
Diante dessa perspectiva, esta obra reconhece a importância da língua portuguesa como uma ferramenta mediadora e facilitadora da aprendizagem da língua inglesa, especialmente nesta etapa da escolarização, em que muitos estudantes têm seu primeiro contato sistemático com a língua inglesa. Assim, o uso da língua portuguesa não é visto como um obstáculo, mas como um recurso pedagógico legítimo, desde que utilizado com intencionalidade.
À medida que os estudantes progridem em seu percurso de aprendizagem e desenvolvem maior domínio da língua inglesa, o uso da língua portuguesa vai sendo gradualmente reduzido, em conformidade com os princípios de um ensino voltado para a imersão progressiva na língua-alvo. O objetivo é que os estudantes se tornem cada vez mais independentes, confiantes e capazes de operar diretamente em inglês, sem que, no entanto, sintam-se perdidos ou desmotivados nos estágios iniciais do processo.
Tal perspectiva dialoga com abordagens contemporâneas de ensino de línguas que reconhecem a sala de aula como um espaço multilíngue e multicultural, onde as línguas dos estudantes devem ser vistas como aliadas pedagógicas, para promover inclusão, respeito às identidades linguísticas e desenvolvimento da competência comunicativa na língua estrangeira.
Assim, esta obra assume uma postura pedagógica flexível, acolhedora e crítica em relação ao uso da língua portuguesa, compreendendo-a como um apoio didático que contribui para a construção ativa do conhecimento, favorecendo tanto a compreensão quanto o engajamento dos estudantes com a língua inglesa. O equilíbrio entre a exposição à língua inglesa e o apoio proporcionado pela língua portuguesa é fundamental para garantir uma aprendizagem mais eficaz, acessível e significativa para todos os estudantes – especialmente aqueles que enfrentam barreiras linguísticas, cognitivas ou emocionais em seu processo formativo.
O quadro apresentado a seguir mostra a progressão dos conteúdos deste volume, destacando as habilidades, as competências e os temas contemporâneos transversais da BNCC trabalhados em cada unidade.
Trata-se de um quadro que pode ser utilizado para ter uma visão geral dos conteúdos das unidades, assim como facilitar a busca por orientações e comentários de práticas pedagógicas sugeridas nas orientações ao professor correspondentes ao Livro do Estudante.
Quadro de distribuição dos conteúdos – 1º ano
Unidade Tema
Welcome O inglês no cotidiano
1 – Greetings Cumprimentos, despedidas e como se apresentar
2 – Let’s count! Números e como dizer a idade
Remember Revisão das unidades 1 e 2
3 – My family Família e como apresentar os membros da família
4 – Happy pets Animais domésticos e como dizer se tem ou não um animal doméstico
Remember Revisão das unidades 3 e 4
5 – My favorite toy Brinquedos e como dizer qual é o brinquedo favorito
6 – Colors Cores e como dizer as cores de objetos e animais
Remember Revisão das unidades 5 e 6
Storytime Fábula
Goodbye Revisão de conteúdos do volume
Additions Material complementar
Conteúdos Competências gerais Temas contemporâneos transversais
• Reconhecer palavras em inglês usadas no cotidiano
• Hi, hello, goodbye, bye-bye
• My name is…, I am…
• Nice to meet you, Nice to meet you, too
• Zero, one, two, three, four, five, six, seven, eight, nine, ten
• How old are you?, I am… years old
• Conteúdos das unidades 1 e 2
• Grandmother, grandfather, mother, father brother, sister
• My… (family member) is… (name)
• Dog, cat, bird, fish, hamster, tortoise
• I have , I don’t have a pet
• Conteúdos das unidades 3 e 4
• Ball, doll, car, teddy bear, blocks, puzzle
• What is your favorite toy?, My favorite toy is , is/are my favorite toy
• Red, blue, yellow, green, pink, orange, purple, brown, white, black
• The… (object/animal) is… (color)
• Conteúdos das unidades 5 e 6
• Fábula
• Conteúdos das unidades 1 a 6
CG2
CG9 Direitos da criança e do adolescente
Educação financeira
CG3 Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso
CG7
Educação ambiental
CG4; CG10Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras
CG1; CG2; CG3Diversidade cultural
As propostas de cronogramas apresentadas a seguir têm como objetivo orientar a distribuição das unidades em planejamentos bimestrais, trimestrais e semestrais, respeitando a organização dos volumes anteriormente mencionada.
Cabe destacar que essas sugestões não contemplam outras atividades que possam surgir ao longo do ano letivo, como projetos, eventos escolares ou avaliações institucionais, e que devem ser incorporadas ao planejamento de forma articulada.
Para elaborar essas sugestões, consideramos 200 dias letivos de aula, ou 40 semanas; no entanto, o cronograma deve ser ajustado conforme as especificidades de cada turma, levando em consideração o contexto, o ritmo de aprendizagem dos estudantes e o uso de diferentes recursos e estratégias pedagógicas, que vão além do livro didático.
1 º E 2 º ANOS
Bimestre
1º bimestre
2º bimestre
3º bimestre
4º bimestre
5
Sugestão de planejamento bimestral
Seções/Unidades
Sugestão de planejamento trimestral
Trimestre Seções/Unidades
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
3
6
Sugestão de planejamento semestral
Semestre Seções/Unidades
1º semestre
2º semestre
COSTA, Renato Pinheiro da; CASSIMIRO, Élida Estevão; SILVA, Rozinaldo Ribeiro da. Tecnologias no processo de alfabetização nos anos iniciais do ensino fundamental. Docência e Cibercultura, Rio de Janeiro, v. 5, n. 1, p. 97-116, jan./abr. 2021. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/ re-doc/article/view/53068/36747. Acesso em: 16 ago. 2025.
Nesse artigo, os autores abordam a influência da tecnologia no desenvolvimento do processo de alfabetização.
LIMA, Aurilia de Brito et al. (org.). Políticas de inclusão na educação básica. Curitiba: Appris, 2024.
Coletânea de textos que abordam os principais marcos das políticas públicas relacionadas à inclusão, desde as temáticas mais amplas até as mais específicas.
MIRANDA, Elaine (coord.). Educação inclusiva e a parceria da família: uma dimensão terapêutica.
São Paulo: Literare Books International, 2021.
Nesse livro, são abordados aspectos da inclusão com base em evidências científicas. Além disso, busca-se evidenciar a importância da participação da família na educação inclusiva.
SANTOS, Maria Lucia dos; PERIN, Conceição Solange Bution. A importância do planejamento de ensino para o bom desempenho do professor em sala de aula. Cadernos PDE, Curitiba, v. 1, p. 1-24, 2013. (Os Desafios da Escola Pública Paranaense na Perspectiva do Professor PDE).
Nesse artigo, as autoras destacam a importância do planejamento e apresentam propostas que auxiliam o professor a realizar seus planejamentos.
SILVA, Janssen Felipe da; HOFFMANN, Jussara; ESTEBAN, Maria Teresa (org.). Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. Porto Alegre: Mediação, 2012.
Esse livro discute as práticas avaliativas em diferentes áreas do currículo, com destaque para a elaboração de práticas de avaliação articuladas ao fazer pedagógico.
BACICH, Lilian; MORAN, José (org.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018.
Esse livro apresenta a importância das estratégias de metodologias ativas para desenvolver a autonomia dos estudantes, valorizando a participação efetiva deles no processo de aprendizado.
BENDER, William N. Aprendizagem baseada em projetos: educação diferenciada para o século XXI. Tradução de Fernando de Siqueira Rodrigues. Porto Alegre: Penso, 2014.
Nesse livro, o autor destaca as diretrizes práticas para o trabalho com projetos em sala de aula, fornecendo subsídios para o professor planejar aulas mais eficazes e motivadoras.
BERNABÉ, Flávia Herker Lopes. O uso da língua materna no ensino de língua estrangeira. Diálogos Pertinentes, Franca, v. 4, n. 4, p. 243-257, jan./dez. 2008.
Nesse artigo, a autora discute o papel da primeira língua no ensino de línguas estrangeiras, analisando como seu uso pode contribuir para o processo de aprendizagem.
BRASIL. Congresso Nacional. Grupo de Trabalho Alfabetização Infantil: os novos caminhos: relatório final. 3. ed. Brasília: Câmara dos Deputados, 2019. Disponível em: http://alfabetizacao. mec.gov.br/images/pdf/alfabetizacao_infanti_novos_caminhos_gastao_vieira.pdf. Acesso em: 5 set. 2025.
Esse relatório é um dos primeiros documentos produzidos no país sobre a temática e apresenta as pesquisas de cientistas internacionais da Ciência Cognitiva da Leitura que poderiam contribuir de modo significativo para a política de alfabetização do Brasil.
BRASIL. Lei nº 8 069, de 13 de julho de 1990. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/leis/l8069.htm. Acesso em: 5 set. 2025.
O Estatuto da Criança e do Adolescente, também conhecido como ECA, é um documento que visa garantir os direitos fundamentais de crianças e adolescentes, assegurando proteção integral, saúde, educação e dignidade.
BRASIL. Ministério da Educação. Conscientização para o uso de celulares na escola: por que precisamos falar sobre isso? Brasília: MEC, 2025. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/ celular-escola/guia-escolas.pdf. Acesso em: 9 ago. 2025.
Esse documento traz orientações práticas que ajudam o professor na implantação da Lei nº 15.100, que regulamenta o uso de dispositivos eletrônicos portáteis pelos estudantes nas escolas.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 5 set. 2025.
Documento que determina as competências gerais e específicas, as habilidades e as aprendizagens que os estudantes brasileiros da Educação Básica precisam desenvolver e colocar em prática ao longo de sua trajetória escolar.
BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para Educação Básica: diversidade e inclusão. Brasília: MEC: SEB: Dicei, 2013. Disponível em: https://www.gov. br/mec/pt-br/media/etnico_racial/pdf/diretrizes_curriculares_nacionais_para_educacao_basica_ diversidade_e_inclusao_2013.pdf. Acesso em: 5 set. 2025.
Esse documento traz princípios, fundamentos e procedimentos que norteiam as políticas públicas de educação e auxiliam o professor a elaborar, planejar, executar e avaliar práticas pedagógicas na Educação Básica.
BRASIL. Ministério da Educação. Temas contemporâneos transversais na BNCC: contexto histórico e pressupostos pedagógicos. Brasília: MEC, 2019. Disponível em: http:// basenacionalcomum.mec.gov.br/images/implementacao/contextualizacao_temas_ contemporaneos.pdf. Acesso em: 5 set. 2025.
Esse documento apresenta os temas contemporâneos transversais da BNCC e explica a importância de sua utilização no processo de ensino-aprendizagem.
BRITO, Giseli Artioli; FLORES, Maria Marta Lopes. A inclusão de alunos com deficiência intelectual: em foco as práticas pedagógicas. Boletim de Conjuntura, Boa Vista, ano V, v. 16, n. 48, p. 340-359, 2023. Disponível em: https://revista.ioles.com.br/boca/index.php/revista/article/view/2879/966. Acesso em: 18 ago. 2025.
Nesse artigo, as autoras abordam os principais aspectos que influenciaram os resultados de uma pesquisa sobre a inclusão escolar e a qualidade da educação.
CORDEIRO, Claudia Talochinski; OLIVEIRA, Ivanete da Rosa Silva de (org.). Educação e políticas inclusivas: ressignificando a diversidade. Londrina: Syntagma Editores, 2020.
Nessa obra, as autoras discutem a inclusão de estudantes com deficiência na escola regular.
DINIZ, Margareth; VASCONCELOS, Renata Nunes (org.). Pluralidade cultural e inclusão na formação de professores e professoras. Belo Horizonte: Formato Editorial, 2004.
Nessa obra, são propostas reflexões sobre as práticas educativas e as ações pedagógicas voltadas para uma postura inclusiva.
FAZENDA, Ivani (org.). O que é interdisciplinaridade? 2. ed. São Paulo: Cortez, 2013. Esse livro destaca como são feitas e articuladas diferentes áreas de conhecimento, sob a mediação do professor, ao longo de etapas de projetos que nascem e se desenvolvem dentro das salas de aula.
FAZENDA, Ivani (coord.). Práticas interdisciplinares na escola. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2017.
Nessa obra, são reunidos diversos textos sobre práticas docentes interdisciplinares no espaço escolar.
KLEIN, Julie Thompson. Ensino interdisciplinar: didática e teoria. In: FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (org.). Didática e interdisciplinaridade. 17. ed. Campinas: Papirus, 2017. (Coleção Práxis). E-book. O livro apresenta as contribuições de vários autores sobre os temas da interdisciplinaridade e da didática, nos quais o professor, com base no cotidiano de suas práticas, segue o caminho da invenção, da descoberta, da pesquisa e da construção.
FERNANDES, Domingos. Avaliação formativa. Lisboa: Universidade de Lisboa/Instituto de Educação, 2021. Disponível em: https://apoioescolas.dge.mec.pt/sites/default/files/2021-02/ folha_avaliacao_formativa.pdf. Acesso em: 6 set. 2025.
Esse material apresenta ações práticas que podem auxiliar o professor no planejamento das estratégias de avaliação.
FERREIRO, Emilia. Alfabetização em processo. 21. ed. São Paulo: Cortez, 2015.
Nesse livro, a autora explica como o processo de alfabetização ocorre no cérebro dos estudantes e sua influência no desenvolvimento dos conhecimentos de outras áreas.
GIMENEZ, Telma et al. Inglês como língua franca: desenvolvimentos recentes. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, Belo Horizonte, v. 15, n. 3, p. 593-619, jul./set. 2015.
Nesse artigo, os autores dão contribuições sobre o papel do inglês como língua franca global, abordando teorizações, formação de professores e desenvolvimentos futuros do inglês como língua franca.
HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. São Paulo: Ática, 2008.
Nesse livro, a autora explicita que a avaliação deve ser uma ação contínua, pois faz parte do processo de ensino-aprendizagem. Por isso, a ação avaliativa também deve ser aplicada de diversas maneiras para diagnosticar, controlar e classificar esse processo.
HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2005.
Aborda as relações entre uma concepção dialética de avaliação e os caminhos da aprendizagem.
JOIA, Michele. A inclusão de crianças na escola: o papel do educador diante das dificuldades de aprendizagem. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak, 2023.
Nesse livro, a autora fornece dicas sobre a inclusão na escola utilizando os conhecimentos que ela construiu com base em sua experiência em sala de aula.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
Nessa obra, o autor propõe uma abordagem que integra análise de gêneros, compreensão textual e ensino de língua, defendendo que o trabalho com textos autênticos e situados contribui para o desenvolvimento da competência comunicativa dos estudantes.
MARTINS, Viviane Lima. O lúdico no processo ensino-aprendizagem de língua inglesa. Revista Científica Intraciência, ed. 10, p. 1-21, dez. 2015. Disponível em: http://uniesp.edu.br/sites/ _biblioteca/revistas/20170531134517.pdf. Acesso em: 18 set. 2025.
Nesse artigo, a autora discute a importância do lúdico no processo de ensino-aprendizagem da língua inglesa, destacando como jogos, brincadeiras e atividades interativas podem tornar o aprendizado mais significativo, motivador e eficaz.
MELLO, Fabiane de Oliveira; ALLIPRANDINI, Paula Mariza Zedu. Estratégias de aprendizagem de alunos do ensino fundamental em processo de alfabetização. Revista de Psicología, Lima, v. 40, n. 2, p. 935-955, 2022. Disponível em: https://revistas.pucp.edu.pe/index.php/psicologia/article/ view/25503/24038. Acesso em: 16 ago. 2025.
Nesse artigo, as autoras fazem uma análise qualitativa de algumas estratégias de ensino comumente utilizadas no processo de alfabetização.
MOREIRA, Antonio Flávio; CANDAU, Vera Maria (org.). Multiculturalismo: diferenças culturais e práticas pedagógicas. Petrópolis: Vozes, 2008.
O termo multiculturalismo tem sido amplamente usado e envolve distintas instâncias. Na escola, apresenta relação direta com a pluralidade cultural e a realidade cultural contemporânea. A obra tem como objetivo incentivar discussões, estudos e pesquisas que instiguem práticas renovadas em prol de uma sociedade mais justa e solidária.
REIS, Ana Valéria Sampaio de Almeida; DAROS, Thuinie; TOMELIN, Karina Nones. Layouts criativos para aulas inovadoras. Maringá: B42, 2023.
Nesse livro, as autoras sugerem diferentes estratégias de layout das salas de aula a fim de envolver e criar experiências marcantes para os estudantes.
SILVA, Eva Aparecida Gomes da. O desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem do aluno com necessidades educacionais especiais. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, São Paulo, v. 9, n. 3, p. 1673-1681, mar. 2023. Disponível em: https:// periodicorease.pro.br/rease/article/view/8972/3542. Acesso em: 14 ago. 2025.
Nesse artigo, a autora destaca a importância das atividades lúdicas no processo de ensino-aprendizagem dos estudantes com necessidades educacionais especiais.
SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2018.
Nesse livro, a autora incentiva a releitura de artigos que discutem as práticas escolares de alfabetização e letramento.
VIOLÊNCIA escolar e bullying: relatório sobre a situação mundial. Brasília: Unesco, 2019. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000368092/PDF/368092por.pdf. multi. Acesso em: 5 set. 2025.
Nesse relatório, são apresentados dados sobre a violência escolar e o bullying, além de iniciativas que podem contribuir para a redução dessas ocorrências.