Angélica Prado • Cristina Hülle
LÍNGUA PORTUGUESA
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LÍNGUA PORTUGUESA
ANGÉLICA ALVES PRADO DEMASI Pós-graduada em Psicopedagogia e Psicomotricidade pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo. Licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas Teresa D’Ávila. Professora de Língua Portuguesa na rede particular de ensino. Autora de livros didáticos para a Educação Infantil e para o Ensino Fundamental.
CRISTINA TIBIRIÇÁ HÜLLE Pós-graduada em Psicopedagogia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Bacharel e licenciada em Letras pela PUC-SP. Licenciada em Pedagogia pela PUC-SP. Professora de Língua Portuguesa na rede particular de ensino. Autora de livros didáticos para a Educação Infantil e para o Ensino Fundamental.
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Copyright © Angélica Alves Prado Demasi, Cristina Tibiriçá Hülle, 2020
Direção geral Ricardo Tavares de Oliveira Direção editorial adjunta Luiz Tonolli Gerência editorial Natalia Taccetti Edição Luciana Leopoldino (coord.) Belisa Monteiro, Carla Daniela Araujo, Fernanda Magalhães, Rogério Alves Preparação e revisão de textos Viviam Moreira (sup.) Adriana Périco, Camila Cipoloni, Carina de Luca Gerência de produção e arte Ricardo Borges Design Daniela Máximo (coord.) Juliana Carvalho Arte e Produção Vinicius Fernandes (sup.) Karina Monteiro Alvarenga Diagramação Estúdio Anexo Coordenação de imagens e textos Elaine Bueno Koga Licenciamento de textos Bárbara Clara (assist.), Érica Brambila Iconografia Erika Nascimento Ilustrações Adilson Farias, Alexandre de Matos, Aline Sentone, Beatriz Mayumi, Bentinho, Biry Sarkis, Bruna Assis Brasil, Cacá França, Caco Bressane, Clara Gavilan, Daniel Almeida, Daniel Bogni, Daniel Carvalho, Dayane Raven, DNEPWU, Dois de Nós, Estúdio Ornitorrinco, Fabiana Faiallo, Felipe Camêlo, Giba Valadares, Ideário Lab, Kami Queiroz, Leo Teixeira, Mathias Towsend, Pedro Corrêa, Renam Penante, Tel Coelho
Parte integrante da coleção FAÇA! Língua Portuguesa, 1o ano. FTD EDUCAÇÃO. Venda e reprodução proibidas. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Envidamos nossos melhores esforços para localizar e indicar adequadamente os créditos dos textos e imagens presentes nesta obra didática. No entanto, colocamo-nos à disposição para avaliação de eventuais irregularidades ou omissões de crédito e consequente correção nas próximas edições. As imagens e os textos constantes nesta obra que, eventualmente, reproduzam algum tipo de material de publicidade ou propaganda, ou a ele façam alusão, são aplicados para fins didáticos e não representam recomendação ou incentivo ao consumo. Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à FTD EDUCAÇÃO. Rua Rui Barbosa, 156 – Bela Vista – São Paulo – SP – CEP 01326-010 Tel. 0800 772 2300 – Caixa Postal 65149 – CEP da Caixa Postal 01390-970 www.ftd.com.br central.relacionamento@ftd.com.br
Produção gráfica
Avenida Antônio Bardella, 300 - 07220-020 GUARULHOS (SP) Fone: (11) 3545-8600 e Fax: (11) 2412-5375
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Nosso cotidiano é permeado por inúmeras atividades, não é mesmo? Trabalhar, estudar, cozinhar, escrever, dançar, criar ou transformar projetos... Todas as ações em que estamos envolvidos revelam nossos gostos e nossa história. São perpassadas pelo jeito como transmitimos emoções, por nosso repertório e pelas características do lugar onde vivemos, enfim, sobre quem somos e como atuamos em sociedade. Em tudo o que fazemos, imprimimos nossa marca, que é diferente de qualquer outra pessoa. Essa capacidade de tornar os fazeres singulares é carregada desde a infância, pois somos seres diversos e criativos. A coleção Faça! busca envolver o aluno, o professor e a família, convidando-os a registrar suas marcas no processo de aprendizagem. O nome da coleção e todos os recursos que a compõem carregam essa identidade: faça sua história, faça seu aprendizado, faça você mesmo, faça em família, faça acontecer, faça mais! Neste Guia de recursos didáticos, você vai encontrar o suporte necessário para aprofundar sua formação e ampliar as possibilidades de atuação, investindo no planejamento de suas aulas. Vamos começar?
AS AUTORAS E OS EDITORES
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A COLEÇÃO FAÇA! ........................................................................................... 6 Convite ao fazer ............................................................................................. 6 BNCC ..................................................................................................................7 CULTURA DIGITAL E A ESCOLA ...............................................................8 PILARES DA COLEÇÃO ........................................................................... 10 COMPOSIÇÃO DA COLEÇÃO ..................................................................12 ESTRUTURA E SEÇÕES COMUNS DA COLEÇÃO ...................................15 SEÇÕES ESPECÍFICAS DE LÍNGUA PORTUGUESA ................................20 Quadro programático de conteúdos | 1o ao 5o anos ............................ 28 ORIENTAÇÕES GERAIS DE LÍNGUA PORTUGUESA ............................... 32 Língua oral: usos e formas .................................................................................... 33 Língua escrita: usos e formas .............................................................................. 34 Prática de leitura ..................................................................................................... 35 Estratégias de leitura ............................................................................................. 38 Prática de produção: planejamento, produção, revisão, reescrita e edição de texto ....................................................................40 A correção/revisão ................................................................................................. 42 Análise e reflexão sobre a língua ......................................................................... 42 A aprendizagem na diversidade ........................................................................... 44
AVALIAÇÃO............................................................................................... 47 Autoavaliação .......................................................................................................... 47 Avaliação diagnóstica ............................................................................................ 48
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA E RECOMENDADA ................................ 49
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CONHEÇA O GUIA DE RECURSOS DIDÁTICOS ........................................50 PLANEJAMENTO DAS AULAS ................................................................ 52 Metodologias ativas ............................................................................................... 52 Unidade 1 • A turma da escola................................................................................. 54 Unidade 2 • Quer brincar? ........................................................................................ 76 Unidade 3 • Vamos telefonar? ................................................................................ 92 Unidade 4 • As listas no dia a dia ......................................................................... 110 Unidade 5 • Você está convidado! ........................................................................126 Unidade 6 • Conhecendo as cantigas ...................................................................146 Unidade 7 • Tem mensagem para você! .............................................................. 164 Unidade 8 • Fábulas maravilhosas ........................................................................182 Unidade 9 • Construindo brinquedos................................................................... 202 PLANILHAS DE AVALIAÇÃO INDIVIDUAL E DE AUTOAVALIAÇÃO ....219
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Convite ao fazer As propostas da coleção Faça! tomam como referência os princípios da cultura maker, que é um movimento contemporâneo com o propósito genuíno do fazer artesanal. Essa perspectiva considera a capacidade humana de construir, fabricar e alterar objetos em um ambiente colaborativo e intensamente permeado por trocas e interações.
O fazer encontra-se no entre a fase do desejo, da curiosidade e da criatividade própria da criança-fazedora até a sua efetiva realização e reflexão. A coleção Faça! espelha, ao longo de suas páginas, o tempo-espaço do entre – lugar da ação, da execução, do movimento.
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Nesse sentido, o ambiente torna-se um importante aspecto a ser considerado. A sociedade tem demonstrado interesse em oferecer espaços nos quais as pessoas sejam incentivadas a construir soluções para os mais variados problemas. São os chamados espaços maker, que no contexto escolar podem acontecer em qualquer ambiente, como na biblioteca, no ateliê de arte ou na própria sala de aula. Para dar sustentação às atividades maker, a coleção Faça! apresenta recursos e orientações para a realização de suas propostas com base na resolução de problemas, na inovação, na convivência e no planejamento.
Fablab Livre SP, Laboratório da Rede Pública de fabricação digital no Centro Cultural São Paulo, 2016.
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No contexto maker, a aprendizagem pode ser amplamente favorecida por meio das metodologias ativas. Por isso, a coleção Faça! se preocupa em indicar momentos de aplicação dessas metodologias, uma vez que o aluno é entendido como sujeito central da ação educacional. Considerando seu papel ativo, o aluno é incentivado a usar seus conhecimentos prévios como ponto de partida para a construção de saberes e empregar, para isso, diferentes estratégias. Nessa abordagem, o professor é um facilitador que permite ao aluno aprender com autonomia.
ESPAÇO MAKER
Espaços coletivos
ATIVIDADES MAKER
METODOLOGIA METODOLOGIAS ATIVAS
Processo de aprendizagem em que o aluno participa ativamente da construção do conhecimento. Veja mais informações sobre as metodologias disponíveis na coleção na página 14.
Resolução de problemas Inovação Convivência Planejamento
Estratégias de aprendizagem
BNCC A implantação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um dos desafios contemporâneos da Educação Básica nacional. A BNCC é um documento normativo que complementa documentos vigentes, como os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) e as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN). Ela determina as competências gerais e as habilidades essenciais que todo estudante brasileiro tem direito de desenvolver e define também os deveres de todos os envolvidos nesse processo. A BNCC apresenta o que ensinar em cada etapa da Educação Básica e cabe aos educadores propor formas de como ensinar. Para apoiá-los nesse processo, os conteúdos e as propostas da coleção Faça! foram adequados ao documento. Entende-se que o como ensinar pode ser amparado pelas diversas metodologias ativas e, por isso, são indicados momentos em que o professor poderá lançar mão de estratégias de determinadas metodologias para fazer com que o processo de aprendizagem de seu aluno seja mais significativo.
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ESCOLA Em uma sociedade em que a comunicação escrita baseava-se em gêneros textuais simples, a mera decodificação de grafemas e fonemas dada pela Alfabetização era suficiente. Entretanto, com o aumento da complexidade dos gêneros de escrita e a democratização do acesso a eles, fez-se necessário um domínio mais amplo da linguagem. Surgiu, assim, o conceito de Letramento, isto é, a apropriação crítica da linguagem escrita, considerando o uso social dela em diferentes contextos. Portanto, profissionais da Educação já lidam, há tempos, com o Letramento como um avanço em relação à Alfabetização. Pois bem, é chegado o momento de esses profissionais lidarem com os Multiletramentos como um avanço em relação ao Letramento. Os Multiletramentos ampliam o conceito de Letramento na medida em que consideram importante a apropriação de um conjunto de linguagens, e não apenas da linguagem escrita. Assim, consideram-se também a linguagem visual, a linguagem sonora e a linguagem multimídia, sendo esta dada pela integração de duas ou mais linguagens, criando-se novas formas de comunicação. CONSUMO DA INFORMAÇÃO Busca pela informação e acesso a ela •
Ao assistir a um vídeo, ler um texto, jogar, utilizar um aplicativo, o aluno está consumindo informações. Assim, ensinar a “ler” o mundo por meio de mensagens multimídias e a buscar e selecionar dados em fontes confiáveis são grandes contribuições à formação de um consumidor de informações na era da cultura digital.
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO Organização, classificação, transformação e gerenciamento da informação •
Ao criar tabelas e gráficos, organizar documentos ou editar vídeos, o aluno já está tratando a informação. Transformar e “mixar” informações são parte da cultura digital. O aluno que aprender a fazer isso, respeitando os direitos autorais e utilizando ferramentas digitais com autonomia, enfrentará melhor os desafios do século XXI.
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A leitura que nossos alunos fazem do mundo não ocorre apenas por meio de textos escritos, e a educação deve acompanhar esse fato. Preparar os alunos para a vida é ajudá-los nos Multiletramentos, incluindo o domínio da linguagem verbal escrita. A Teoria dos Multiletramentos está, portanto, alinhada à era da cultura digital, sendo um dos principais pressupostos da coleção Faça!, especialmente na abordagem da seção Cultura digital. Entre os alunos, normalmente, predominam as experiências de consumo de informação. A coleção busca desafiá-los a ir além, oferecendo possibilidades de tratar, produzir e compartilhar informações, enquanto estudam os conteúdos de cada disciplina. As atividades estão organizadas em torno de quatro eixos, indicados a seguir. (Texto de Paloma Epprecht e Machado Campos Chaves produzido exclusivamente para esta obra.)
PRODUÇÃO DA INFORMAÇÃO Criação e gerenciamento da informação •
Ao elaborar um livro, criar um jogo, produzir um vídeo ou um programa de rádio, o aluno está produzindo informações. Ao fazer isso em equipe, ele também desenvolve competências interpessoais e pode, como protagonista da aprendizagem, solucionar problemas.
COMPARTILHAMENTO DA INFORMAÇÃO Divulgação da informação •
As produções do aluno têm uma função social e merecem ter consumidores reais, além do professor. O compartilhamento de informações é, portanto, fundamental, e as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) são aliadas importantes nesse processo.
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O Ã Ç E COL A coleção Faça! tem o compromisso de apoiar o fazer docente e a formação integral do aluno e por isso se apoia na BNCC, em estudos que propõem o uso de metodologias ativas e na cultura maker, permeando todos os componentes curriculares. A coleção trabalha sob a perspectiva de três pilares ), convivência e planejamento. fundamentais: inovação (analógica e digital), Esses pilares funcionam como norteadores na elaboração das propostas e estão presentes em diversos momentos da coleção. Vamos conhecê-los?
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No contexto escolar, a inovação é um processo que promove mudança e permite o protagonismo dos sujeitos envolvidos. A inovação pode ser atrelada às tecnologias digitais, que vêm transformando o jeito de as pessoas serem e de estarem no mundo. Ao mesmo tempo, ela é analógica, por ser promovida por pessoas e ambientes de discussão de problemáticas simples e comuns. Na coleção Faça!,, há diferentes oportunidades, especialmente nas seções Em ação e Cultura digital,, para que os alunos sejam protagonistas no processo de inovação. Esse pilar também possibilita a inovação pedagógica.
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O planejamento é fundamental para coordenar as atividades diárias pessoais e escolares. No processo de planejamento, diferentes competências são desenvolvidas, como comunicação, gestão do tempo, trabalho em equipe, liderança etc. Dessa forma, este pilar favorece diferentes atividades que ampliam as aprendizagens dos alunos. Para o professor, a coleção Faça! destaca o planejamento de cada unidade e orienta as propostas desenvolvidas no livro com base na matriz articuladora de cada unidade, no quadro programático de conteúdos e no quadro de metodologias ativas de cada volume.
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Aprender a conviver é um dos quatro pilares, elencados pela Unesco, fundamentais para a formação do ser humano. Esse pilar também está presente nas competências gerais da BNCC. A coleção Faça! estimula o aluno a perceber suas emoções e as dos outros, a exercitar o diálogo e a resolução de conflitos, promovendo o respeito e a valorização da diversidade.
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O Ã Ç E COL A coleção Faça! é composta de volumes destinados aos anos iniciais do Ensino Fundamental e apresenta os seguintes componentes curriculares:
Língua Portuguesa
Ciências
Matemática
História
Arte
Geografia
Cada componente é valorizado pela apresentação dinâmica que favorece o desenvolvimento dos conteúdos. As propostas didáticas seguem as principais tendências da Educação Básica e podem ser ampliadas com as atividades complementares e sugestões de desenvolvimento indicadas no Livro do professor e neste Guia de recursos didáticos.
Partes 1 e 2
Cada ano de escolaridade é contemplado com dois volumes, intitulados como Parte 1 e Parte 2, criados especialmente para minimizar o peso dos materiais que aluno e professor transportam durante o ano letivo.
ENTO S JOGO DOS CUM PRIM Angélica Prado • Cristina Hülle NA CARTEIRA. ABRA O TABULEIRO UINHOS E DO RIA DOS TRÊS PORQ VOCÊ CONHECE A HISTÓ NAGENS SE SERÁ QUE ESSES PERSO LOBO MAU? COMO . LEIRO TABU DO LEIA O TEXTO CUMPRIMENTAVAM? TAREM COM COLEGAS SE CUMPRIMEN 3 QUE TAL VOCÊ E SEUS NESSA HISTÓRIA? GESTOS INSPIR ADOS DO S JO GO EN TO S RALHE AS CARTAS. RIM 4 DESTAQUE E EMBA CU MP COLOQUE ADO, 5 NO ESPAÇO INDIC COM AS O MONTE DE CARTAS AS PARA CIMA. ILUSTRAÇÕES VIRAD
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PART E 2
IRMÃOS FAZIAM VEZ QUE OS MÃO: TODA CONCORDASSE, • APERTO DE MÃO. QUE O OUTRO APERTO DE DAVAM UM FALAR ALGO PORQUINHO COM AS PATAS. ERA SÓ UM SOQUINHO M COM UM • SOQUINHO: OS PORQUINHOS E ELES SE CUMPRIMENTAVA A CONSTRUÇÃO DAS CASAS, AO TERMINAR POR PERTO AQUI NO AR. • TOCA AQUI: GRANDE TOCA O LOBO ESTAVA UM SOPRO, DERAM UM SABIAM QUE AM COM OS PORQUINHOS ELES SE CUMPRIMENTAV • SOPRO: QUANDO FAZER BARULHO, BEM E NÃO PODIAM O LOBO ESTAVA LOBO. SABIAM QUE IRMÃOS IMITANDO O ENTRE OS TRÊS PORÉM, QUANDO PORQUINHO: CUMPRIMENTO BEM ALTO. PERIGO, O • NARIZ DE OINC OINC NÃO HAVIA NARIZ E FAZER LONGE E QUE COM UM GRANDE A PONTA DO SE DESPEDIAM ERA EMPURRAR PORQUINHOS VISITA, OS APÓS UMA • ABRAÇO: IRMÃOS. ABRAÇO DE
FAÇA? DA COLEÇÃO DISCIPLINAS COM OUTRAS DELAS! VOCÊ ESTUDA NDO AS CARTAS JOGO ACRESCENTA FAÇA TURBINE O DISCIPLINAS, DAS OUTRAS E, QUANDO AS CARTAS JUNTE AO MONTE PRIMEIRA CARTA DO MONTE ESTÁ NA CARTA AQUI. O GESTO QUE COLOQUE ESSA UM PARCEIRO, ENCONTRAR
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DEIXE AQUI AS CARTAS COM AS ILUSTRAÇÕES VIRADAS PARA
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PART E 1
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O FINAL DO MONTE. DEVOLVA A CARTA PARA HADO A E FAÇA O GESTO DESEN PEGUE UMA NOVA CART NTRAR UM PARCEIRO. NESSA CARTA PARA ENCO AS CARTAS FOREM S TODA DO QUAN 8 O JOGO TERMINA LEIRO. OS CORRETOS DO TABU COLOCADAS NOS ESPAÇ
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Apresenta cinco unidades para serem trabalhadas no primeiro semestre.
Apresenta quatro unidades para serem trabalhadas no segundo semestre.
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FAÇA VOCÊ MESMO! Cada ano de escolaridade é acompanhado pelo Faça você mesmo!, um volume que reúne materiais cartonados destacáveis e adesivos que serão utilizados nas atividades do livro. No conjunto de adesivos, conforme indicação do professor, há aqueles que deverão ser utilizados pelo aluno para indicar as atividades que farão em casa. No Livro do professor, sugerimos algumas dessas atividades. No Faça você mesmo!, há também um Lapbook.
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e um izagens dos alunos l de registro das aprend campos visuais. Ele deve O Lapbook é um materia , a partir de e a aprendizagem a registrar com recurso que favorec se sentir estimulado elaboração do e o aluno tem de nhar os alunos na ser personalizado, s. construídos. Acompa individuais ou coletiva registro de autonomia os saberes nas diferentes formas ou, ainda, para Lapbook, bem como sondagem, estudo e de ento de avaliação, aulas para essa atividad Usá-lo como instrum o Lapbook Reservar uma ou duas apresentação à família. pertinente, orientar os alunos a montar rar montagem. Se conside es. em casa, com os familiar
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DESTAQUE O FLAP COM O LAPBOOK.
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FAÇA COM A AJUDA DO PROFESSOR E DOS COLEGAS.
REGISTRE SEUS DADOS NA CAPA: NOME, TURMA E UMA FOTO OU DESENHO.
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AR E AGORA É SÓ MONT RESERVADAS AS PEÇAS 16:50 23/04/20 COLAR OK, PARA O SEU LAPBO FIGURAS, COMO ENVELOPES, AS. FICHAS, ENTRE OUTR
NOME:
TURMA:
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LAPBOOK O Lapbook é um recurso que o aluno poderá utilizar para fazer registros de tópicos importantes relacionados a seu aprendizado. É uma ferramenta que facilita a criação de um mapa mental e que auxiliará na organização do estudo. No Lapbook, o aluno poderá fazer a revisão dos conteúdos de maneira única, uma vez que os registros foram anotados de acordo com suas escolhas. A criação e o desenvolvimento do Lapbook estimulam a criatividade, a capacidade de síntese e a imaginação.
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É importante auxiliar o aluno a destacar o Lapbook e as peças que serão utilizadas para sua customização. No Livro do aluno, há um selo que indica alguns tópicos importantes que podem ser registrados. Essa é uma maneira de estimular o uso dessa ferramenta, mas é importante também que o aluno compreenda que esse recurso pode ser feito de acordo com suas preferências. No ambiente digital , você encontrará tutoriais que orientam a montagem e o uso do Lapbook. 13
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o Língua Portuguesa, 5 ano, páginas 40 e 41
OFICINA DA ESCRITA
sempre 3 É hora de produzir sua história. Reveja o planejamento
todos os itens apontados. que for preciso, para contemplar sala e orientá-los com sugestões, se necessário.
Durante a produção dos alunos, circular pela
HISTÓ RIAS DE FICÇÃO CIENTÍ FICA
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Escrita de narrativa de ficção científica
uma narrativa Agora você vai usar a sua imaginação e escrever de ficção científica. de narrativas As histórias produzidas vão compor um livro de ficção científica da turma. até que todos O livro pode ficar na sala de aula da turma, escola. da biblioteca a para doado ser leiam, e depois pode
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A coleção de Língua Portuguesa traz o caderno Oficina da escrita para produção de textos. O aluno é convidado a refletir sobre o gênero textual e produzir textos a partir de um planejamento, considerando a escrita, a revisão, a reescrita e a edição. Esse processo valoriza a apropriação de aspectos discursivos e a formação de leitores e autores com autonomia de escrita. O aluno começa o trabalho de produção no livro-texto e dá continuidade a ele no caderno Oficina da escrita.
importantes das Antes da escrita, lembre-se dos elementos narrativas de ficção científica. deve apresentar: si• Por se tratar de uma narrativa, o enredo nalização. tuação inicial, conflito, clímax, desfecho e fi tempo, viagens inter• Os temas podem abranger viagens no cas, guerras esplanetárias, teletransporte, invenções científi paciais, entre outros. androides, seres mu• Entre as personagens pode haver robôs, tantes, seres extraterrestres etc.
2 Planeje seu texto. • Quem serão as personagens? com os • Onde e quando a históriaSeacontecerá? achar pertinente, antes da produção, ler o texto 10 invenções que a ficção científica vf • Que fatos acontecerão? alunos inventou, disponível em: http://livro.pro/btt3 inspirá(acesso em: 12 mar. 2020). A leitura poderá • Qual será o conflito? -los na criação de seus textos. • Quais serão os elementos científicos? com a ficção? • Como esses elementos vão se misturar • Como o conflito será solucionado? • Qual será a finalização da história?
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MATERIAL DO PROFESSOR – VENDA PROIBIDA
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COMUNIDADE ESCOLAR FAÇA! Material disponível no ambiente digital , reúne temas de interesse da comunidade escolar, desde os profissionais que atuam na escola até os responsáveis pelo aluno. É composto de temas integradores e outros temas relacionados aos componentes curriculares da coleção.
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METODOLOGIAS ATIVAS
Metodologia ativa: Linguagens imagéticas
Para utilizar essa metodologia, consultar a página 52 do seu Guia de recursos didáticos.
Coletânea de livros desenvolvida por diversos especialistas e que apresenta repertório teórico e sugestões de desenvolvimento de metodologias ativas com o propósito de enriquecer a prática docente. No Livro do professor, são indicadas propostas que permitem o uso das metodologias ativas. Neste Guia de recursos didáticos, cada metodologia é brevemente comentada com o intuito de orientar a aplicação prática de cada uma delas. No ambiente digital , estão disponíveis os arquivos completos dos livros e uma série de vídeos de cada metodologia.
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Metodologia ativa: Linguagens imagéticas
Para utilizar essa metodologia, consultar a página 52 do seu Guia de recursos didáticos.
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S DOS LUGARES EM QUE LACIONE AS IMAGENS AOS NOME O ENCONTRADOS OS VEGETAIS. RY/SHUTTERST
A. PLANTAÇÃO
Os recursos que apoiam as aprendizagens nos anos iniciais do Ensino Fundamental e que estão disponíveis no catálogo da FTD são indicados como Solução Faça! na matriz articuladora de cada unidade. Uma das sugestões que corroboram o trabalho do pilar Convivência é a obra Cadernos das emoções, uma coleção com cinco volumes que oferece, de maneira lúdica, oportunidades de desenvolver as competências socioemocionais do aluno. Também indicamos itens digitais que estão disponíveis no ambiente digital .
PR IMAGE FACTO
B. SUPERMERCADO
C. SALADA B
A
C
ILIKE/SHUTTERS
LLI/ NNATTA
TOCK.COM
SHUTTE
RSTOCK
.COM
14
D3-LING-PORT-F1-1087-V1-MPG-M21.indd 14 CAMINHO DOS VEGETAIS ATÉ
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O Ã Ç E COL Cada ano de escolaridade está estruturado em nove unidades, divididas em duas partes, com sequências didáticas organizadas em tópicos e seções que podem variar de acordo com os objetivos e os conteúdos a serem desenvolvidos. o Língua Portuguesa, 1 ano, páginas 66 e 67
PARA COMEÇO DE CONVERS A 1. As crianças estão brincando com um telefone de lata. Verificar se os alunos conhecem o brinquedo feito com duas latas unidas por um barbante bem esticado e que permite a comunicação a distância. 2. Resposta pessoal. Incentivar os alunos a compartilhar as experiências com a brincadeira.
VA M O S ? FO NAR
TE LE
OBSERVE A IMAGEM. O QUE AS CRIANÇAS ESTÃO FAZENDO?
2
VOCÊ SABE COMO BRINCAR COM ESSE OBJETO?
3
QUAL É A IMPORTÂNCIA DO TELEFONE NA NOSSA VIDA?
IDEÁRIO LAB
Metodologia ativa: Linguagen imagética s
3. Resposta pessoal. Espera-se que os alunos apontem o telefone como elemento facilitador do contato entre pessoas que estão distantes.
1
s
logia, Para utilizar essa metodo seu consultar a página 52 do Guia de recursos didáticos.
MATERIAL DO PROFESSOR
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MATERIAL DO PROFESSOR – VENDA PROIBIDA
– VENDA PROIBIDA
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ABERTURA DE UNIDADE PARA COMEÇO DE CONVERSA Explora os conhecimentos prévios do aluno por meio da leitura de imagens e questões que possibilitam discussão oral e coletiva dos aspectos que serão trabalhados. Esta é uma oportunidade para que o aluno apresente suas opiniões e ideias em relação aos conceitos. 15
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o 30 e 31 Ciências, 1 ano, páginas ICO? SE SIM, CONTE VOCÊ JÁ FOI A UM PARQUE ZOOLÓG U MAIS SUA ATENÇÃO AOS COLEGAS QUAL ANIMAL CHAMO Resposta pessoal. NESTA VISITA. NTADOS NAS FOTOGR AFIAS A 2 OBSERVEM OS ANIMAIS REPRESE ENCONTRADOS EM PARQUES E B. ELES TAMBÉM PODEM SER ZOOLÓGICOS? NÃO X SIM
SAIBA MAIS SOBRE ZOOLÓGICO E ANIMAIS QUE MORAM NO ZOO
ATÉ 5 METROS
K.COM
MO RAD ORE S DO ZOO
RSTOCK.COM DMYTRO KURKO/SHUTTE
1
COULA NGES/S
HUTTERSTOC
A GIRAFAS, ZEBRAS E RINOCERONTE NO ZOOLÓGICO DE COLCHESTER, EM ESSEX, REINO UNIDO, 2019.
ATÉ 2 METROS E 20 CENTÍMETROS
GIRAFA. TAMANDUÁ-BANDEIRA. 1 METRO E 20 CENTÍMETROS A 1 METRO E 50 CENTÍMETROS DWETTE/SHUTTERSTOCK.COM
B ZEBRA.
30
ESPAÇOS DE VISITAÇÃO, OS PARQUES ZOOLÓGICOS SÃO DE ANIMAIS. ESTUDO E PRESERVAÇÃO DA VIDA NAS REGIÕES COBERTAS EM DIVERSOS AMBIENTES, COMO CAMPOS E NOS DESERTOS, DE GELO, NAS FLORESTAS, NOS É, ANIMAIS QUE VIVEM ISTO ES, ENCONTRAMOS ANIMAIS SILVESTR S ZOOLÓGICOS, ALGUNS DESSES LIVRES NA NATUREZA. NOS PARQUE RECINTOS. OS CHAMAD ESPAÇOS EM ANIMAIS VIVEM PROIBIDA
RINOCERONTE.
1 METRO E 50 CENTÍMETROS
3 METROS E 50 CENTÍMETROS A 4 METROS E 20 CENTÍMETROS
HIPOPÓTAMO.
31 MATERIAL DO PROFESSOR – VENDA
MATERIAL DO PROFESSOR – VENDA
PROIBIDA
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TÓPICOS DE CONTEÚDO A estrutura em tópicos ajuda a organizar os assuntos a serem abordados. Neles há textos-conceito que devem ser lidos e interpretados com os alunos. Também são propostas atividades variadas que podem ser feitas individualmente, em grupo, em dupla, oralmente ou usando algum recurso tecnológico ou analógico. Assim, o professor tem subsídios para apresentar questionamentos a respeito da vivência do aluno ou aplicar atividades de aprofundamento referentes aos conteúdos trabalhados.
O PROBLEMA AGORA É... Trabalha a metodologia da resolução de problemas. O aluno é incentivado a resolver uma situação-problema de maneira coletiva utilizando, para isso, diferentes estratégias de resolução.
o 49 Matemática, 1 ano, página
O
AGO RA E ...
TEL COELHO/GIZ DE CERA
NESTE MÊS, GABRIELA FEZ ANIVERSÁRIO. OBSERVE A CENA DA FESTA QUE ELA FEZ EM SUA CASA COM OS AMIGOS DELA.
1
SEU PROFESSOR FARÁ ALGUMAS PERGUNTAS PARA VOCÊ RESPONDER OBSERVANDO A CENA. NÃO PERCA NENHUMA.
2 JUNTO COM SEUS COLEGAS, CRIEM DUAS PERGUNTAS PARA
ESTA CENA. DEPOIS, ESCREVA AS PERGUNTAS ABAIXO. Respostas pessoais.
MATERIAL DO PROFESSOR – VENDA PROIBIDA
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QUARENTA E NOVE
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o 219 Língua Portuguesa, 1 ano, páginas 218 e
PELOS CAMIN HOS DA
CANTA TÃO ALTO? EXPLIQUE. 2 POR QUE A CIGARR A MACHO
MAT EMÁ TIC A E D E CIÊNCIAS
Respostas pessoais. Permitir que
pelo contexto, o Verificar se os alunos inferem, Para chamar a atenção da fêmea.
os alunos expressem livremente sobre a espécie
o significado da palavra cortejar.
perguntas sabem sobre as cigarras. Algumas hipóteses. Onde as cigarras vivem? ESPÉCIES ANIMAIS que podem ajudá-los a construir suas
Elas são A? JÁ VIU ALGUMA? grandes ou O QUE VOCÊ SABE SOBRE A CIGARR comem? etc. pequenas? O que será que elas A. CIGARR A SOBRE 1 LEIA ALGUNS DADOS texto para os alunos. individual e, em seguida, ler o
CIGARRA NOME COMUM: CIGARR A NOME CIENTÍFICO: CICADA ORNI CARACTERÍSTICAS NDO COM AS ASAS. COMPRIMENTO: 4 CM, CONTA ENVERGADURA: ATÉ 10 CM. GRANDE, 2 PARES DE ASAS GRANDES, CORPO
ÇA ENTRE ESSE TEXTO 3 QUAL É A DIFEREN ficção. informações reais. A fábula é uma
CHAO PAVIT/SHUTTERSTOCK.COM KANATE/SHUTTERSTOCK.COM
Propõe um trabalho interdisciplinar com os conceitos apresentados, o que propicia ao aluno relacionar o que aprendeu em diferentes contextos. Essa conexão é fundamental para consolidar os conhecimentos e ampliar o repertório do aluno.
E A FÁBULA?
MOSTR A QUE A FÁBULA A. QUE INFORMAÇÃO DO TEXTO A SER AS NÃO PODERI DAS FORMIG não poderia pedir DA CIGARR A EA cigarra morre antes do inverno, portanto texto com Releia as informações iniciais do formigas. as para abrigo VERDADEIRA? onde está a informação. os alunos para que identifiquem SOBRE O CANTO DA B. HÁ UMA INFORMAÇÃO NA FÁBULA É? QUAL REAL. DADO UM CIGARR A QUE É BASEADA EM
Esse texto apresenta
BOA VISÃO. DO INVERNO. MACHO E FÊMEA MORREM ANTES E OUTROS LUGARES. DISTRIBUIÇÃO: SUL DA EUROPA ESTÁGIO DE NO TERRA HÁBITAT: VIVEM SOB A SÃO ARBORÍCOLAS NINFAS (COMENDO RAÍZES) E COMO ADULTOS. PEQUENO COMO É QUE ESTE ANIMAL TÃO TÃO GRANDE, CONSEGUE PRODUZIR UM RUÍDO A QUASE UM TÃO ALTO QUE PODE SER OUVIDO [...] A UTILIDADE DESTE QUILÔMETRO DE DISTÂNCIA? AR A FÊMEA. SOM PELOS MACHOS É PARA CORTEJ VEM O SOM DA ONDE DE INAR DETERM É DIFÍCIL OS OLHOS. PRÓPRI OS CIGARR A SE NÃO A VEMOS COM [...]
PELOS CAMINHOS
O
leitura
FELIPE CAMÊL
Proporcionar um momento de
emite um som forte, um canto.
A cigarra S DE CIGARR A. UMA ESPÉCIE 4 HÁ NO MUNDO MUITAS ESPÉCIE TERRA
ANOS EMBAIXO DA DOS ESTADOS UNIDOS PASSA 17 . DEPOIS QUE ELA VAI PARA A ANTES DE SE TORNAR ADULTA SEMANAS. TRÊS O MÁXIM NO VIVE SUPERFÍCIE, EMBAIXO DA TERRA OU A. ESSA CIGARR A VIVE MAIS TEMPO NA SUPERFÍCIE? Embaixo da terra.
TEM SETE DIAS, QUANTOS B. SABENDO QUE UMA SEMANA ÍCIE? DIAS A CIGARR A VIVE NA SUPERF
CIGARRA. SAÚDE ANIMAL. LÚCIA HELENA SALVETTI DE CICCO. l.com.br/2015/11/29/cigarra/. DISPONÍVEL EM: http://www.saudeanima ACESSO EM: 9 DEZ. 2019.
21 dias.
219 MATERIAL DO PROFESSOR – VENDA
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MATERIAL DO PROFESSOR – VENDA
PROIBIDA
PROIBIDA
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História, 1o ano, páginas 38 e 39 3 OBSERVEM OS DESENHOS E DOS COLEGAS DO GRUPO M ESCOLHAM O QUE QUERE TE. REPRESENTAR NA MAQUE
R NOSSO LUGA s no Guia de recursos didáticos. Ver orientaçõe
ONDE EM GRUPOS, INVENTEM UM LUGAR PASSAR UM GOSTARIAM DE MORAR OU DE TE DESSE DIA INTEIRO! FAÇAM UMA MAQUE DOS. LUGAR USANDO MATERIAIS RECICLA SOR SIGAM AS SUGESTÕES QUE O PROFES
EM AÇÃO
operativos; Linguagens imagéticas; Metodologias ativas: Grupos ; Cultura maker Pensamento espacial e as representações de consultar a página 54 do Guia Para utilizar estas metodologias, recursos didáticos.
VAI LER.
4 MONTEM A MAQUETE USANDO MATERIAL RECICLADO. O PROFESSOR VAI AUXILIAR VOCÊS.
ETAPAS DE TRABALHO
Apresenta uma atividade maker, momento em que o aluno vai colocar a mão na massa para construir projetos e utilizar os diversos conceitos que estão sendo trabalhados. Esta seção traz proposta maker em dois momentos: primeiramente, na Parte 1, e a continuação ou consolidação da proposta na Parte 2.
1
ESCOLHAM O LUGAR. É UM LUGAR DE MORAR? É UM LUGAR DE PASSAR UM DIA? COMO ELE É? EXISTEM CONSTRUÇÕES? COMO ELAS SÃO? QUAL É O NOME DESSE LUGAR?
2
DESENHEM EM UMA FOLHA AVULSA DUAS COISAS QUE VOCÊS PODEM FAZER NESSE LUGAR.
CA
ROL
REM
PTO
5
CADA GRUPO APRESENTARÁ SUA A TURMA. MAQUETE PARA
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PROIBIDA
PROIBIDA
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CULTURA DIGITAL Traz atividades que buscam desenvolver competências, especialmente por meio do uso de tecnologias digitais, desenvolvendo um ambiente favorável ao Multiletramento. As atividades estimulam a formação do aluno que não apenas consome, mas produz informações e constrói conhecimento de forma significativa.
Língua Portuguesa, 1º ano, páginas 106 e 107
3 ESSA LISTA VAI SER USADA PELO PROFESSOR PARA CRIAR UMA NUVEM DE PALAVRAS COM AS FRUTAS PREFERIDAS DA TURMA.
! PALAVR AS NUVEM DE IAR UMA CR S O M VA
4
M UMA NUVE O QUE É ÇÃO VOCÊ SABE A EXPLICA AS? OUÇA DE PALAVR ESSOR. DO PROF
UTILIZANDO OS MEIOS DIGITAIS DISPONÍVEIS, FAÇAM A EDIÇÃO DA NUVEM: ESCOLHAM AS CORES, A FORMA E OS TIPOS DE LETRA.
2 DIGA AO PROFESSOR OS NOMES DAS DUAS FRUTAS DE QUE VOCÊ MAIS GOSTA.
O PROFESSOR VAI FAZER UMA LISTA NA LOUSA COM OS NOMES DE TODAS AS FRUTAS CITADAS PELA TURMA.
DANIEL CARVALHO
1
5 SALVEM A NUVEM DE PALAVRAS EM UM ARQUIVO. O PROFESSOR VAI IMPRIMIR E EXPOR NO MURAL DA SALA.
ACESSE O AMBIENTE DIGITAL DA FTD EDUCAÇÃO E EXPLORE OS MATERIAIS DISPONÍVEIS.
107 MATERIAL DO PROFESSOR – VENDA
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MATERIAL DO PROFESSOR – VENDA
PROIBIDA
PROIBIDA
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ÍC O N ES
EM GRUPO • Promove a comunicação oral, a discussão, a reflexão e a resolução de problemas em conjunto, proporcionando momentos de discussão e elaboração de respostas coletivas.
EM DUPLA • Tem o objetivo de estimular a discussão de ideias e promover a comunicação e o respeito à opinião do colega.
ATIVIDADE ORAL • O aluno é estimulado a desenvolver a habilidade de falar em público, debater, expor ideias e aprender a respeitar e a ouvir os demais componentes da turma, propiciando momentos de socialização entre todos os alunos da turma.
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UNIDADE
4º ANO
5º ANO
4
Vamos criar uma nuvem de Consumo e produção palavras!
Editor de texto ou Word Cloud®
6
Você é o cantor!
Consumo e produção
Editor de áudio ou Audacity®
2
Livro de receitas
Consumo, tratamento, produção e compartilhamento
Plataforma Livros Digitais
7
Histórias em quadrinhos
Consumo, tratamento, produção e compartilhamento
Editor de texto e imagem ou Pixton®
1
Nas ondas do rádio
Consumo, produção e compartilhamento
Gravador de voz e editor de áudio ou Audacity®
7
Quem narra um conto aumenta um ponto
Consumo, produção e compartilhamento
Aplicativo de celular ou Google Drive®
4
Vamos fazer um livro digital
Consumo e produção
Editor de apresentação
7
A arte da animação
Consumo, produção e compartilhamento
Técnicas de animação e câmera fotográfica
2
Acessibilidade: vamos criar Consumo, produção e um QR Code compartilhamento
6
Repórter por um dia
Metodologia ativa: Sequência didática
Glogster®
LU B DA
E
CLUBE DA LEITURA • Apresenta sugestões de leitura e indicações de livros, sites, filmes, vídeos etc. acerca do tema trabalhado na unidade, para apoiar o desenvolvimento da competência leitora, complementar os assuntos abordados e ampliar o repertório cultural e linguístico do aluno. As resenhas das obras e as indicações estão disponíveis no ambiente digital .
LE
METODOLOGIA ATIVA • Indica para o professor os momentos em que determinada metodologia ativa pode ser utilizada.
Consumo, produção e compartilhamento
Software de áudio, QR Code e site
A
3º ANO
FERRAMENTA
ITU
R
2º ANO
TEMA
C
1º ANO
TÍTULO
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A U G LÍN A S E U G U R O P LEITURA Apresenta dois textos por unidade, cujo objetivo é realizar a compreensão do tema tratado e analisar as características do gênero textual para o desenvolvimento da competência leitora.
O Eixo Leitura compreende as práticas de linguagem que decorrem da interação ativa do leitor/ouvinte/espectador com os textos escritos, orais e multissemióticos e de sua interpretação, sendo exemplos as leituras para: fruição estética de textos e obras literárias; pesquisa e embasamento de trabalhos escolares e acadêmicos; realização de procedimentos; conhecimento, discussão e debate sobre temas sociais relevantes; sustentar a reivindicação de algo no contexto de atuação da vida pública; ter mais conhecimento que permita o desenvolvimento de projetos pessoais, dentre outras possibilidades. (BRASIL, 2018, p. 71)
AQ UI TE M BR IN CA DE IRA !
LEITURA
VOCÊ COSTUMA RECIT AR ALGUM TEXTO PARA ESCOLHER OU TIRAR PARTICIPANTES DE UMA BRINCADEIRA? QUAL OU QUAIS?
1
Ler a parlenda com os alunos e pedir que acompa seguindo as palavras nhem a leitura, com o dedo. Explora r o ritmo e a musicalidade. Chamar a atenção dos alunos para a express ão Parlenda popular, final do texto, e coment no ar que, assim como as quadrinhas populares, parlendas são transmi as tidas oralmente, de geração motivo, pode haver variaçõe em geração. Por esse s em alguns versos.
RECITE A PARLENDA COM OS COLEGAS E O PROFESSOR. UMA PULGA NA BALA NÇA DEU UM PULO, FOI À FRANÇA. OS CAVALOS A CORR ER, OS MENINOS A BRIN CAR, VAMOS VER QUEM VAI PEGAR!
Respostas pessoais. Estimula r os alunos a recitar os textos que conhece m. Verificar se sabem que esse tipo de texto se chama parlenda.
MATHIAS TOWNSEND
PARLENDA POPULAR.
44 MATERIAL DO PROFESS D3-FACA-POR-F1-1087-V
OR – VENDA PROIBID
A MATERIAL DO PROFESS
1-U2-C1-042a053-LA-M20
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OR – VENDA PROIBID
A
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DEPOIS DE LER
• QUAL PALAVRA INDICA QUE O PARTICIPANTE SERÁ TIRADO DA BRINCADEIRA?
ASSIM COMO AS QUADRINHAS, AS PARLENDAS APRESENTAM PALAVRAS QUE TÊM O MESMO SOM FINAL. A. RELEIA A PARLENDA.
A palavra fora.
4 VAMOS LER MAIS UMA PARLENDA?
UMA PULGA NA BALANÇA DEU UM PULO, FOI À FRANÇA. OS CAVALOS A CORRER, OS MENINOS A BRINCAR, VAMOS VER QUEM VAI PEGAR!
UM, DOIS, TRÊS, QUATRO. UM, DOIS, TRÊS, QUATRO. QUANTOS PELOS TEM O GATO QUANDO ACABA DE NASCER? UM, DOIS, TRÊS, QUATRO.
PARLENDA POPULAR.
PARLENDA POPULAR.
B. PINTE AS PALAVRAS QUE TERMINAM COM O MESMO SOM. Os alunos devem pintar as palavras balança/França, brincar/pegar. C. QUE OUTRAS SEMELHANÇAS EXISTEM ENTRE AS QUADRINHAS E AS PARLENDAS? Ambas são escritas em versos e
GUZ ANNA/ SHUTTERSTOCK.COM
1
• NESSA PARLENDA, QUEM COMEÇA A BRINCADEIRA?
Começa a brincadeira o participante que for apontado, no final
da parlenda, com o número quatro.
5 ESSAS PARLENDAS QUE VOCÊ LEU SÃO RECITADAS PARA:
fazem parte da tradição oral.
2 O QUE O ÚLTIMO VERSO DESSA PARLENDA INDICA? Indica
BRINCAR DE RODA.
qual participante da brincadeira vai ser o pegador.
3 LEIA ESTA OUTRA PARLENDA.
PULAR CORDA.
PICA, PICA, CARAMBOLA, ESTE DENTRO, ESTE FORA!
ESCOLHER OU TIRAR PARTICIPANTES DE UMA BRINCADEIRA.
X
6 RECITE PARA UM COLEGA UMA DAS PARLENDAS
PARLENDA POPULAR.
46
CLARA GAVILAN
QUE VOCÊ ESTUDOU.
Orientar os alunos a ler a parlenda escolhida até memorizá-la. Auxiliar individualmente aqueles que apresentarem dificuldade para ler de forma autônoma. Estimular a entonação de voz adequada para recitar.
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DEPOIS DE LER Traz atividades de compreensão e interpretação dos textos apresentados e explora elementos linguísticos e extralinguísticos. O intuito é proporcionar experiências que contribuam para a participação significativa dos alunos em práticas sociais permeadas pela escrita e outras linguagens.
1 O E 2 O ANOS Organizar a turma em duplas e incentivar a troca de ideias entre
LETRAS... PALAVRAS:
os colegas.
2 COMPLETE OS QUADRINHOS COM AS LETRAS DESTACADAS E
AÇÃO
DESCUBRA OS NOMES DE QUATRO AVES. A E I O U
1
LIGUE CADA AVE AO SEU NOME.
LETRAS... PALAVRAS: AÇÃO
N
D
O
R
I
N
C
E
G
O
N
H
A
G
A
I
V
O
T
A
U
R
U
B
U
H
A
A. PINTE DE AZUL O NOME QUE TEM MAIS LETRAS. Os alunos devem pintar a palavra andorinha.
• QUANTAS LETRAS ELE TEM?
AR AR A
CORUJA
PAPAG AIO
TUC ANO
• QUANTAS LETRAS ELES TÊM?
• ESCREVA OS NOMES DAS AVES DA IMAGEM E DA PARLENDA. • CINCO LETRAS:
56
arara
7
3 DESAFIO! DESCUBRA O NOME DA AVE.
• COMEÇA COM A LETRA P E TERMINA COM AS LETRAS ÃO.
.
• SEIS LETRAS:
tucano, coruja
.
• SETE LETRAS:
galinha
.
• OITO LETRAS:
papagaio
.
• TEM CINCO LETRAS. • SUA CAUDA É BELA E COLORIDA. • A AVE É
o pavão
.
MATERIAL DO PROFESSOR – VENDA PROIBIDA MATERIAL DO PROFESSOR – VENDA PROIBIDA
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B. PINTE DE VERMELHO OS NOMES COM O MESMO NÚMERO Os alunos devem pintar gaivota e cegonha. DE LETRAS.
CACÁ FRANÇA
As atividades propostas levam os alunos a analisar e a construir o conhecimento dos usos da língua, a pensar sobre a gramática, a descobrir regularidades da língua e a apropriar-se do sistema ortográfico de maneira gradativa.
A
DRAKULIREN, PHOTOMASTER, LEELARYONKUL, EDUARDO RIVERO/SHUTTERSTOCK.COM
ESCRITA DE PALAVRAS
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A PARTIR DO 3 O ANO
O trabalho com gramática e ortografia é integrado no 1o e 2o anos e se desdobra em duas seções a partir do 3o ano.
DE PALAVRA EM PALAVRA Explora aspectos gramaticais de forma lúdica e progressiva, fazendo que os alunos construam o conhecimento do uso da língua com base na observação, na reflexão, no levantamento de hipóteses e em inferências.
Os conhecimentos sobre os gêneros, sobre os textos, sobre a língua, sobre a norma-padrão, sobre as diferentes linguagens (semioses) devem ser mobilizados em favor do desenvolvimento das capacidades de leitura, produção e tratamento das linguagens, que, por sua vez, devem estar a serviço da ampliação das possibilidades de participação em práticas de diferentes esferas/campos de atividades humanas. (BRASIL, 2018, p. 67)
3
VR DE PA LA
. uir a trilha a para seg e a págin ções e vir ia as instru Le ar? jog Vamos
verbos Jogo dos
AVR A EM PAL
A
s necessário Materiais or. cada jogad idas para
e aprenembre o qu adro e rel ras do qu m as palav co as un as lac Complete verbos. e s t ad o deu sobre pe ss o a za pr e se nt e da na tu re aç ão nô me no fe su bju nt ivo im pe r at ivo pr e té r ito tu ro u f ou su bju nt ivo estado , ação . sam res exp s natureza a. Os verbo
visão Verbos: re 1
fenômeno
lor • Peças co . • Um dado
truções. com as ins • Cartas jogo do ão raç Prepa . is colegas e com do um. • Reúna-s para cada smo! uma peça m ça você me lha co as • Es a 21 do Fa s da págin uleiro, com tro do tab em as carta cen qu no sta m De • loque rtas e co hem as ca . ixo ba • Embaral ra s. viradas pa s jogadore instruções a ordem do para definir um sorteio • Façam
da
pessoa
ma acordo co variar de po. no mobos podem icar o tem e ocorre b. Os ver além de ind m, al, algo qu ere ref um fato atu a que se . e expressa verbal qu te po sen tem pre c. O . a, é o pretérito que se fal mento em pelo . expresso ocorreu é futuro já e qu o pelo d. Um fat e é indicado o fato qu i ocorrer bre va so da a ain tez e indica cer e. Algo qu indicativo
subjuntivo
g. O modo ação. quanto à incerteza
imperativo
h. O modo . ou convite
ssibilidade indica po
, dúvida ou
o o, conselh em, pedid indica ord
DOIS DE NÓS
erá. f. O modo ou acontec aconteceu acontece,
ar Como jog . va a peça dado e mo o. • Jogue o a insa instruçã ordo com rta e leia ca a çou, de ac um você alcan • Retire casa que o verbo da e gu nju • Co rta. da pela ca . trução da novamente sta, jogue a rodada. ar a respo ar por um • Se acert e sem jog posta, fiqu res a final. ar • Se err primeiro ao ar eg ch jogo quem • Vence o
lar), do sin gu (1a pe ss oa a frase. eu Complete (3a pessoa ais sã o: rb /ela ve ele s ), As pe ss oa do singular vós (2a pessoa tu do plural), (1a pessoa nós plural). a pessoa do ), (3 do singular eles/elas e IBIDA VENDA PRO do plural) FESSOR – (2a pessoa L DO PRO
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A PARTIR DO 3 O ANO
QUAL É A LETRA?
1
LETRA ?
JOTTAFE SHUTTER RNA NDES/ STOCK.C OM
QUA L É A
Trabalha a ortografia por meio da observação das palavras e de sua escrita, levando os alunos a descobrir as regularidades da língua e apropriar-se do sistema ortográfico de maneira gradativa.
Plural das palavras terminada s em l
3
Releia estes versos do cordel Apresentação.
Os cordéis ali ficavam
Trago rimas saborosas Bem mais doces do que mel Com estrofes muito ricas
Pendurados nuns 4
a. Sublinhe as palavr as que apresentam a letra s no final. b. Pinte somente as palavr as em que a letra s indica Os alunos devem pintar plural. as palavras rimas, saboros as, doces, • Escreva essas palavr as de acordo com sua estrofes, ricas. classe gramatical. Substantivos: rimas, estrofes Adjetivos: 2
Como ficariam estes versos se os cordéis fossem pendurados de um varal? em mais
papel reciclado
.
5
Releia esta estrofe do cordel.
CAMPOS HO DE ALICE OS, DESEN ABDIA S CAMP
/
Orientar os alunos a compar tilhar a resposta com os colegas e relembrar a flexão de número (singular e plural) na escrita das palavras terminadas em l.
• Reescreva a estrofe, passando as palavras destacadas para o singula r. Hoje é muito diferent e
a. Qual é a diferença na escrita dos substa ntivos destacados?
De algum ano atrás
No primeiro trecho, a palavra termina com el (está no singular). No segundo trecho, a palavra termina em éis (está no plural).
Porque hoje está present e Na maior capital
b. Por que, no segun do trecho, o artigo o Porque a palavra cordel vem acompanhado da está no plural e o artigo letra s? deve concordar
Todo o mundo já conhece
com o substantivo.
MATERIAL DO PROFESS
AN ES FURI PETER HERM TOCK .COM SHUT TERS
Hoje é muito diferente De alguns anos atrás Porque hoje está presen te Nas maiores capitais Todo o mundo já conhe ce Suas rimas naturais.
TEXTO DE
JOSÉ ACACI
As palavras dos quadros devem estar no plural.
saborosas, doces, ricas.
Os cordéis ali ficava m Pendurados num varal
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avental limpo
Resposta pessoal.
c. Por que as palavras saborosas, doces e ricas Porque são adjetivos estão no plural? e devem concordar com os substantivos rimas e estrofes. Releia estes outros versos e observe as palavras destacadas em cada trecho .
O cordel é sempre escrito Em folheto e declamado
100
varais
Escreva uma frase com cada dupla de palavr as.
OR – VENDA PROIBID
Sua rima natural. A MATERIAL DO PROFESS
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OR – VENDA PROIBID
A
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PRODUÇÃO DE TEXTO Apresenta propostas de produção de textos escritos, que envolvem gêneros diversificados em uma aprendizagem gradual e contínua. O trabalho com produção e revisão/reescrita/edição de texto inicia-se na seção Produção de texto e é finalizado com orientações complementares no caderno Oficina da escrita.
ESCRITA DE FINAL DE FÁ BULA
1
O QUE VOCÊ VAI ESCREVER? O FINAL DE UMA FÁBULA . 2
PARA QUEM ? PAR A A SUA FAMÍLIA.
3
ONDE VAI CIRCULAR? NA SUA CASA. ADILSON FARIAS
Da mesma forma que na leitura, não se deve conceber que as habilidades de produção sejam desenvolvidas de forma genérica e descontextualizadas, mas por meio de situações efetivas de produção de textos pertencentes a gêneros que circulam nos diversos campos de atividade humana. Os mesmos princípios de organização e progressão curricular valem aqui, resguardadas a mudança de papel assumido frente às práticas discursivas em questão, com crescente aumento da informatividade e sustentação argumentativa, do uso de recursos estilísticos e coesivos e da autonomia para planejar, produzir e revisar/editar as produções realizadas. (BRASIL, 2018, p. 78)
214
AGORA, VÁ PAR A A PÁGINA 28 ESCRITA E MÃ DO CADERNO O NA MASSA OFICINA DA ! MATERIAL DO
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PROFESSOR –
VENDA PROI
BIDA
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A
C
LE
LU B DA
E
ITU
DEIRA DE RODA. USADA NA BRINCA NCADEIRA? ESSA CANTIGA É o-os RAS DA BRI nhecem, estimuland RE AS REGrar SOB SAR aqueles que a desco VER a expressar as adeira e integ VAMOS CON s conhecem a brinc ctativas que Verificar quais aluno ESSA CANTIGA? expe NDO modo o USA sobre A têm R DE ROD 2 VAMOS BRINCA de brincar. FESSOR. ÇÕES COM O PRO LEIAM AS INSTRU
1
DA CANTIGA DE RO
SOR. A COM O PROFES LEIA ESTA CANTIG
EDITORIA DE ARTE
R
LEIA MAIS SOBRE CANTIGAS
TRO COLEGAS. PO COM MAIS QUA FORME UM GRU SER Á O PRIMEIRO EM QU E OLH CADA GRUPO ESC A. ENTRAR NA ROD PARTICIPANTE A FICA IDO É O PIÃO. ELE OLH ESC TE PAN O PARTICI A DA RODA. DO LADO DE FOR PANTES OUTROS PARTICI ASSIM QUE OS RA NA RODA. TAR, O PIÃO ENT COMEÇAM A CAN E FAZER OS TAR CAN BÉM O PIÃO DEVE TAM TIGA. RDO COM A CAN GESTOS DE ACO PO A CANTIGA, O GRU AR MIN TER QUANDO TODOS TER ÃO VO PIÃO. ASSIM, ESCOLHE UM NO DE SER O PIÃO. A OPORTUNIDADE
NA RODA O PIÃO ENTROU
O NA RODA, O PIÃ O PIÃO ENTROU O NA RODA, O PIÃ O PIÃO ENTROU O PIÃ A, BEI RODA, PIÃO, BAM BEIA, PIÃO RODA, PIÃO, BAM INTEIRO, PIÃO SAPATEIA O DIA INTEIRO, PIÃO SAPATEIA O DIA BEIA, PIÃO RODA, PIÃO, BAM BEIA, PIÃO RODA, PIÃO, BAM INTEIRO, PIÃO E AJOELHA O DIA INTEIRO, PIÃO E AJOELHA O DIA BEIA, PIÃO RODA, PIÃO, BAM A, PIÃO BEI RODA, PIÃO, BAM
R. DIVIRTAM-SE! CANTAR E BRINCA 3 AGORA É SÓ
DANIEL BOGNI
INTEIRO, PIÃO E ABANA O DIA INTEIRO, PIÃO E ABANA O DIA BEIA, PIÃO RODA, PIÃO, BAM BEIA, PIÃO RODA, PIÃO, BAM
LAR. CANTIGA POPU
CD Cantigas ga Roda pião do re, 2014), audição da canti (São Paulo: Trato Proporcionar a e Vitória Canário dez. 2019). e Cirandas, de Lula q (acesso em: 3 //livro.pro/ v5qyq disponível em: http: MATERIAL DO PROF
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ESSOR
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ESSOR – VENDA
ORALIDADE A proposta é refletir sobre o uso da língua falada em diferentes situações comunicativas, levando o aluno a compreender como a linguagem e o comportamento se adaptam a essas situações.
O Eixo da Oralidade compreende as práticas de linguagem que ocorrem em situação oral com ou sem contato face a face, como aula dialogada, webconferência, mensagem gravada, spot de campanha, jingle, seminário, debate, programa de rádio, entrevista, declamação de poemas (com ou sem efeitos sonoros), peça teatral, apresentação de cantigas e canções, playlist comentada de músicas, vlog de game, contação de histórias, diferentes tipos de podcasts e vídeos, dentre outras. Envolve também a oralização de textos em situações socialmente significativas e interações e discussões envolvendo temáticas e outras dimensões linguísticas do trabalho nos diferentes campos de atuação. (BRASIL, 2018, p. 78-79)
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REDE DE LEITURA São apresentados novos gêneros ou o gênero abordado anteriormente na unidade é retomado, por meio de propostas que permitem aos alunos utilizar diferentes estratégias e recursos de leitura, estudar a constituição do texto, comparar diferentes gêneros, analisar o suporte ou trabalhar a oralidade.
[...] A participação dos estudantes em atividades de leitura com demandas crescentes possibilita uma ampliação de repertório de experiências, práticas, gêneros e conhecimentos que podem ser acessados diante de novos textos, configurando-se como conhecimentos prévios em novas situações de leitura. (BRASIL, 2018, p. 75)
RED E DE
LEITURA Verificar se os alunos conhecem a brincadeira Telefone sem fio
• Ler novamente o poema, ajudando os alunos a concluir que os enganos aconteceram pela semelhança sonora entre as palavras.
e sabem como brincar.
O POEMA QUE VOCÊ VAI LER SE CHAMA TELEFONE SEM FIO. QUAL SERÁ O ASSUNTO DE UM POEMA COM ESSE TÍTULO? OBSERVE A ILUSTRAÇÃO. ELA VAI DAR UMA PISTA PARA VOCÊ. AGORA, RECITE O POEMA COM O PROFESSOR.
TELEFONE SEM FIO
1
• NA SUA OPINIÃO, POR QUE A ÚLTIMA PESSOA TROCOU A PRIMEIRA FRASE?
Depois da primeira leitura, a turma pode ser dividida em dois grupos para recitar o poema, alternando as estrofes.
2 FAÇA UM POEMA DE TELEFONE SEM FIO.
COMPLETE OS VERSOS.
O PRIMEIRO DISSE: “EXCELENTE”.
O PRIMEIRO DISSE: Resposta pessoal.
O ÚLTIMO ENTENDEU: “ISSO É LEITE”.
O ÚLTIMO ENTENDEU:
Formar duplas de modo que um dos componentes tenha competência escritora. Resposta pessoal. Ressaltar aos alunos que é necessário manter a O PRIMEIRO DISSE: lógica da brincadeira, ou seja, as palavras devem apresentar semelhança na Resposta pessoal. sonoridade para que ocorra a “confusão”. O ÚLTIMO ENTENDEU:
O PRIMEIRO DISSE: “ANA DE SALTO ALTO”. O ÚLTIMO ENTENDEU: “BANANA NO ASFALTO”.
Resposta pessoal.
O PRIMEIRO DISSE: “ABRACADABRA PALAVRA MÁGICA”.
O PRIMEIRO DISSE: Resposta pessoal.
O ÚLTIMO ENTENDEU:
BEATRIZ MAYUMI
O ÚLTIMO ENTENDEU: “ÁGUA PRA CABRA QUE VAI DE VIAGEM”.
Resposta pessoal.
3 PREPAREM-SE PARA BRINCAR DE TELEFONE
DILAN CAMARGO. BRINCRIAR. ILUSTRAÇÕES DE JOÃOCARÉ. PORTO ALEGRE: EDITORA PROJETO, 2007. P. 8 E 9.
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O POEMA APRESENTOU O QUE VOCÊ IMAGINAVA? EXPLIQUE. Respostas pessoais.
SEM FIO. O ÚLTIMO PARTICIPANTE DEVE DIZER EM VOZ ALTA O QUE ENTENDEU.
Organizar os alunos em círculo ou fila. Sugerir um texto (uma palavra ou uma frase) ao aluno que vai iniciar a brincadeira. No final, tentar descobrir com os alunos em que momento o texto mudou.
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A PARTIR DO 2 O ANO
USO DO DICIONÁRIO Promove a reflexão sobre o emprego das palavras na construção do texto e seus diversos significados em outros contextos, além de habilitar os alunos no manuseio de um dicionário, seja para buscar o significado das palavras que desconhecem, seja para conferir a grafia correta.
USO DO
Encontre, na reprodução da página do dicionário, o verbete peça.
1
DI CIO NÁ RI O
a. Entre quais verbetes ele se localiza?
Análise de verbete
Entre os verbetes peão e pecado.
Observe a reprodução de uma página de dicionário.
de b. Qual é o significado mais adequado para referir-se a uma peça
teatro?
O significado 3: uma obra de teatro ou de música.
2
Leia o verbete peça e verifique as informações que ele apresenta. a. Essa palavra pertence a qual classe gramatical? Marque. X
Substantivo.
Verbo.
Adjetivo.
Advérbio.
que os alunos apontem a • Como você chegou a essa conclusão? Espera-se abreviatura subst.fem. que antecede os significados do verbete. b. Que outra informação aparece logo após a entrada do verbete? Aparece a separação silábica da palavra.
c. Nessa informação, o que a sílaba com cor diferente indica? Indica a sílaba tônica da palavra.
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Explique o que significa a palavra informal que aparece nos significados 4 e 5 do verbete peça. do dia a dia, da linguagem Significa que, nesses sentidos, a palavra faz parte da linguagem
BIO
EU
GEN
IO
que usamos em uma conversa com um amigo, por exemplo.
FÁ
DICIONÁRIO ILUSTRADO HOUAISS. RIO DE JANEIRO: OBJETIVA,2010.
3
p. 333. Dicionário Ilustrado Houaiss. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010. MATERIAL DO PROFESSOR – VENDA PROIBIDA
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DE OL HO NO 1
2 O E 3 O ANOS
TRAÇADO
Observe os mov imentos que destas letras. Levar os alunos a percefazemos para escrever cada uma ber que o moviment começa o da mesma mane
para traçar essas
e l b h k f ira.
letras
• Copie as letras que você observo u e fale o nome uma delas para de cada seu colega.
e l b h k f
DE OLHO NO TRAÇADO
2 Descubra as palavras que dão nome às figuras com letra cursiva Para esta ativid e escreva . ade e a segu
Explora o traçado da letra cursiva, propiciando o desenvolvimento da coordenação motora fina e levando o aluno a dominar melhor os movimentos da escrita.
em letra cursiva
inte, orientar os alunos a consultar da página 88 para o alfabeto verificar o traça do das letras.
elefante ILUSTRAÇÕES: FÁBIO
EUGENIO
Lua folha boca olho
MATERIAL DO PROF
ESSOR – VENDA
PROIBIDA
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18a135-LA-M20.
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DO 1 O AO 3 O ANOS FAÇA MAIS Retoma assuntos abordados na unidade e propõe atividades que permitem ao aluno aplicar os conhecimentos trabalhados. Escrever os nomes na Ler o enunciado e solicitar aos alunos que trabalhem individualmente. Verificar se acompanham a lousa à medida que os alunos forem identificando os animais. escrita e distinguem as letras.
PARA 2 OBSERVE AS IMAGENS E COMPLETE OS QUADRINHOS
FAÇA MA IS
ALUNOS QUE VISITARÃO O AQUÁRIO DA CIDADE
T
ZHENGZAISHURU// SHUTTERSTOCK.COM
O
L
V
O
A
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L
A
G
O
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A
A
RICH CAREY/ SHUTTERSTOCK.COM
Aproveitar o momento para explorar a função da lista de alunos da classe. Explicar que ela é elaborada em ordem alfabética e questioná-los sobre a razão dessa organização.
P
Ana Betina
VADYM ZAITSEV/ SHUTTERSTOCK.COM
VAMOS ORGANIZAR A LISTA DOS ALUNOS QUE VISITARÃO O AQUÁRIO DA CIDADE? • ESCREVA ESTES NOMES NA LISTA, EM ORDEM ALFABÉTICA.
IDEÁRIO LAB
1
DESCOBRIR O NOME DE CADA ANIMAL.
BETINA
Danilo
CAROLINA
MARINA
Eduardo
DANILO REGINA VICENTE
IAKOV FILIMONOV/SHUTTERSTOCK.COM
EDUARDO
Guilherme
JOÃO GUILHERME
B
NANASHIRO/SHUTTERSTOCK.COM
João Lucas
F
O
C
A
A
L
E
I
A
MARIA SPB/ SHUTTERSTOCK.COM
Carolina
PEDRO ANA LUCAS
• ESCREVA EM ORDEM ALFABÉTICA OS NOMES QUE VOCÊ COMPLETOU.
Marina Pedro
Baleia, foca, lagosta, polvo, tartaruga. Regina Vicente
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MATERIAL DO PROFESSOR – VENDA PROIBIDA
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10 AO 50 ANOS
QUADRO PROGRAMÁTICO DE CONTEÚDOS 1º ANO
2º ANO A turma da escola Gênero: quadrinha
Seu lindo nome escrevi... Nomes próprios e comuns Letras iniciais Número de letras nas palavras
Quantos nomes! Letras iniciais e finais Masculino e feminino Vogais Produção de texto: escrita de quadrinha Oralidade: sarau
Onde estão os poemas?! Gênero: poema O sol virou poema Vogais e consoantes Letras p e b Sons semelhantes em final de palavra Rima
Quer brincar? Gênero: parlenda Aqui tem brincadeira! Som final das letras Letras iniciais e finais Escrita de palavras Formação de novas palavras
A brincadeira vai continuar Relação palavra-imagem Escrita de palavras Vogais Formação de novas palavras Produção de texto: escrita de parlenda Oralidade: recitação de parlenda
Receitas e sabores Gênero: receita culinária Delícias da cozinha Organização de sílabas para formar palavras Composição de sílabas Letra r em final de verbos
Vamos telefonar? Gênero: agenda de telefones Agenda de telefones O alfabeto Letras e números Escrita de palavras Reconhecimento de letras Formação de novas palavras
Meus contatos Ordem alfabética Grafemas e fonemas Produção de texto: escrita de agenda de contatos Oralidade: conversa ao telefone
As listas no dia a dia Gênero: lista Listas fabulosas Vogais e consoantes
Anotar para lembrar Masculino e feminino Produção textual: escrita de lista Oralidade: brincadeira de roda
Você está convidado! Gênero: convite Conto com sua presença! Sílaba Letras p e b
Festa na cidade! Sílabas: formação de palavras Palavras iniciadas com p e b Produção de texto: escrita de convite Oralidade: convite
Poemas e mais poemas Sílabas Semelhanças e diferenças nos sons das palavras Quantidade de letras nas palavras Produção de texto: escrita de versos para poema Oralidade: sarau
Frutas na cozinha Separação de palavras em sílabas Quantidade de sílabas Número de letras nas sílabas Formação de palavras a partir de sílabas Letra s como marca de plural Produção de texto: escrita de receita culinária Oralidade: simulação de programa de culinária na TV
Informação por todo lugar! Gênero: cartaz Leia mais! Ordem alfabética Letra r inicial
Experiência teatral Letra cursiva Letra r medial Produção de texto: criação de cartaz Oralidade: roda de leitura
Lendas brasileiras Gênero: lenda A lenda da batata-doce Singular e plural Pontuação Dicionário: estrutura e verbetes
O amor entre o Sol e a Lua Nome próprio e nome comum S e ss entre vogais Letra cursiva Produção de texto: criação de final de lenda Oralidade: encenação de lenda
Troca de correspondências Gênero: carta pessoal Carta vai, carta vem... Sons representados pelas letras gec Letra h inicial Artigos como indicação de gênero Organização de verbetes
Da Inglaterra para Bangladesh Sílaba tônica Letras o/u e e/i em final de palavras Produção de texto: escrita de carta pessoal Oralidade: relato pessoal
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3º ANO
4º ANO
Participe você também! Gênero: cartaz Divulgue esta campanha! Composição das sílabas Classificação das palavras quanto ao número de sílabas Palavras terminadas em l e em u
Consciência no trânsito Sílaba tônica Classificação das palavras quanto à posição da sílaba tônica Plural de palavras terminadas em l e em u Produção de texto: produção de cartaz Oralidade: criação e apresentação de jingle
O dia a dia no diário Gênero: diário pessoal Onde guardar segredos? Verbos Palavras com r e rr Organização dos verbetes
Blog pessoal: um diário virtual Substantivo próprio e substantivo comum Substantivos terminados em ão Produção de texto: escrita de página de um diário pessoal Oralidade: relato de lembranças
Palavras, formas e poemas Gênero: poema Tudo é poema! Ordem alfabética Diferentes significados das palavras Substantivos masculinos e femininos Singular e plural: concordância Letras e e i em final de palavras
Natureza e poesia Artigos Letras o e u em final de palavras Produção de texto: escrita de poema Oralidade: contação de histórias
Mão na massa Gênero: texto instrucional Faça você mesmo Composição de sílabas Palavras com p e b Formação de palavras a partir de sílabas
Construindo um brinquedo Verbos Pontuação Palavras com t e d Produção de texto: produção de texto instrucional Oralidade: apresentação de construção de brinquedo
Natureza viva Gênero: ficha técnica Aves do Brasil Classificação de palavras quanto à posição da sílaba tônica Acentuação das palavras oxítonas terminadas em a, e, o Acento agudo e acento circunflexo Palavras iniciadas com h
Árvores do Brasil Organização e significados de verbetes Substantivos compostos Palavras com gui, gi, gue ou ge Produção de texto: elaboração de ficha técnica Oralidade: apresentação de ficha técnica
5º ANO
Grandes aventuras Gênero: narrativa de aventura Um por todos e todos por um! Artigos, substantivos e adjetivos Letras m e n em final de sílaba
Aventuras no mar Classificação das palavras quanto à sílaba tônica Palavras terminadas em -ês, -esa, -ez, -eza Produção de texto: escrita de narrativa de aventura Oralidade: entrevista
Um olhar para a imaginação Gênero: poema Palavras, sentidos e sensações Comparação e metáfora Palavras com g e j
Histórias em poemas Sinônimo e antônimo Grafia de adjetivos terminados em -oso/-osa Produção de texto: escrita de poema Oralidade: apresentação de pesquisa
Histórias de quem faz histórias Gênero: biografia e autobiografia Um escritor muito conhecido Significados das palavras no contexto Pronomes pessoais Uso de porque, por que, por quê e porquê
Tarsila para sempre Pessoas do discurso Uso de onde e aonde Produção de texto: escrita de autobiografia Oralidade: dramatização de biografia
O encanto das histórias populares Gênero: conto popular Uma história do folclore brasileiro Marcadores temporais na narrativa Terminações verbais -ar, -er, -ou e -ndo
Uma história de outros tempos Verbetes: diferentes significados Sinais de pontuação Uso da vírgula Encontro vocálico e encontro consonantal Produção de texto: reescrita de conto popular Oralidade: dramatização de conto
Vamos viajar? Gênero: relato de viagem Preparando a viagem Adjetivos terminados em -íssimo e -inho Substantivos e adjetivos: concordância Palavras com c e ç
Dar a volta ao mundo Adjetivos e locuções adjetivas Uso de mas e mais Produção de texto: escrita de relato de viagem Oralidade: apresentação de local turístico
Histórias de arrepiar Gênero: conto de suspense ou conto fantástico Seres de outras terras Adjetivo e locução adjetiva Emprego de mau/mal, bom/bem
Histórias e sonhos estranhos Advérbio Sons representados pela letra s Produção de texto: escrita de conto de suspense Oralidade: relato de conto de suspense
Hora do espetáculo! Gênero: texto dramático Em cena! Análise de verbete Classes gramaticais das palavras terminadas em -ão Plural dos substantivos terminados em -ão Palavras escritas com sc e xc
A fórmula mágica Sinais de pontuação Vírgula e reticências Palavras terminadas em -gem e -gio Produção de texto: escrita de texto dramático Oralidade: encenação de texto dramático
Você conhece literatura de cordel? Gênero: literatura de cordel As rimas do cordel Advérbio e locução adverbial Plural das palavras terminadas em l
Aventuras em cordel Prefixos e sufixos Palavras primitivas e derivadas Palavras compostas Correção de ortografia Produção de texto: escrita de conto maravilhoso em forma de cordel Oralidade: apresentação de cordel
Memórias e lembranças Gênero: relato pessoal Relatos de vida Locução verbal e tempos verbais Flexão verbal Emprego de embaixo/ debaixo e em cima Emprego de hora e ora
Lembranças da infância Pronomes possessivos Uso de sobre e sob Produção de texto: escrita de relato pessoal Oralidade: relato pessoal
Ciência no dia a dia Gênero: texto de divulgação científica Urubus: aliados da tecnologia Coerência: relação entre parágrafos Palavras escritas com ge/ gi e gue/gui Dicionário on-line
Falta de sono é prejudicial? Acentuação gráfica Sílaba tônica Jogo de dificuldades ortográficas Produção de texto: escrita de texto de divulgação científica Oralidade: apresentação de pesquisa
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QUADRO PROGRAMÁTICO DE CONTEÚDOS 1º ANO
10 AO 50 ANOS
2º ANO Conhecendo as cantigas Gênero: cantiga popular
Cante esta cantiga! Segmentação de palavras Quantidade de letras e de sílabas
Estava a velha a fiar... Masculino e feminino Segmentação de palavras Produção de texto: completar cantiga Oralidade: cantiga de roda
Tem mensagem para você! Gênero: bilhete e mensagem Bilhetes para todos Formação de frases Letras t e d
Mensagens e mais mensagens Segmentação de palavras Ordenação de frases Letras t e d Produção de texto: escrita de bilhete Oralidade: mensagem de voz
Fábulas maravilhosas Gênero: fábula Animais em cena Ponto final Letras f e v
A cigarra canta... e a formiga trabalha! Ponto de exclamação e ponto de interrogação Letras f e v Produção de texto: escrita de final de fábula Oralidade: encenação de fábula
Construindo brinquedos Gênero: texto instrucional Seguindo as instruções Sinônimo e antônimo Palavras com lh
Viagem da imaginação Separação de sílabas Produção de texto: ensinar a construir Oralidade: gravando instruções
As histórias e seus ensinamentos Gênero: fábula O conselho da garça Sinais de pontuação Uso do travessão M e n em final de sílaba Letra cursiva
Paz entre os animais? Sinônimo e antônimo Palavras terminadas em -ão e -ã Produção de texto: reescrita de fábula Oralidade: encenação de fábula
Oba! Histórias em quadrinhos! Gênero: história em quadrinhos De quadrinho em quadrinho Onomatopeia Sons representados pela letra c Letra cursiva
Animal de estimação?! Ponto de exclamação e ponto de interrogação R e rr Produção de texto: criação de história em quadrinhos Oralidade: entrevista
Histórias de ontem e de hoje... Gênero: conto maravilhoso Era uma vez Adjetivo Formação de antônimos pelo acréscimo de in-/imLetras f e v
Outras histórias maravilhosas Parágrafo Aumentativo e diminutivo Produção de texto: reprodução de conto maravilhoso Oralidade: conto maravilhoso
Riquezas naturais do Brasil Gênero: verbete Conheça o Pantanal Sinais de pontuação: ponto final, ponto de exclamação, parênteses e dois-pontos
Conheça o Pampa Sinais de pontuação: vírgula e travessão Verbos Produção de texto: escrita de verbete Oralidade: apresentação de verbete
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3º ANO
4º ANO
Trocando cartas Gênero: carta pessoal Histórias em cartas Tempos verbais: presente e passado Palavras com que, qui, qua, quo Diminutivo de palavras com c na sílaba final Formação do diminutivo
Uma carta por semana Singular e plural: concordância Palavras com nh, ch e lh Produção de texto: escrita de carta pessoal Oralidade: carta ditada
Histórias inesquecíveis Gênero: conto maravilhoso O herdeiro do rei Adjetivos Palavras terminadas em -íssima, -íssimo, -inha, -inho
Novas histórias maravilhosas Sinônimos Palavras no singular terminadas com s Palavras terminadas com z Produção de texto: continuação de conto maravilhoso Oralidade: encenação de conto maravilhoso
Contos africanos Gênero: conto africano Personagens de ontem e de hoje Concordância: masculino/ feminino, singular/plural Palavras com x e ch Verbetes
Histórias cheias de sabedoria Pontuação: dois-pontos e travessão Verbos de enunciação Palavras com g e j Produção de texto: escrita de conto Oralidade: apresentação de pesquisa
Teatro em cartaz Gênero: texto dramático O mistério do vidrinho Sinais de pontuação Função dos sinais de pontuação no texto dramático
O passeio na praia Diálogo Discurso direto Produção de texto: criação de cena de texto dramático Oralidade: leitura dramática
5º ANO Últimas notícias Gênero: notícia
De olho nos fatos Uso de aspas em citações Sons representados pela letra x
Plantando árvores Tempos verbais nas notícias Terminações verbais -isar e -izar Produção de texto: escrita de notícia Oralidade: jornal falado
No mundo da mitologia grega Gênero: mito grego E a Terra surgiu... Significado pelo contexto Concordância nominal Uso de há e a
Um escultor habilidoso Coesão textual Uso de trás e traz Produção de texto: reprodução de mito Oralidade: encenação de mito
Ciência em toda parte Gênero: texto de divulgação científica Descobertas científicas Identificação de significado pelo contexto Tempos verbais: passado, presente, futuro Verbos terminados em -ão e -am
Conhecendo as aves de rapina Coesão textual Letra h inicial Produção de texto: escrita de texto de divulgação científica Oralidade: debate
Hora da entrevista Gênero: entrevista Brasileiro indicado ao Oscar Frases declarativas, frases interrogativas, frases exclamativas
Criatividade e diversão A construção de sentido na piada Produção de texto: escrita de entrevista Oralidade: apresentação da entrevista
Notícia ou reportagem? Gênero: notícia Arte ao ar livre Tempos verbais Verbos regulares e irregulares Emprego de senão e se não
Jornal e informação Concordância verbal Palavras escritas com s ou z Produção de texto: escrita de notícia Oralidade: jornal falado
Cenas do dia a dia Gênero: crônica Saiu no jornal Palavras primitivas e derivadas Emprego de meio e meia
Avanços na era da informática Uso da vírgula Emprego de há cerca de/ acerca de/ a cerca de/ cerca de Emprego de afim/a fim de Produção de texto: escrita de crônica Oralidade: entrevista
Histórias de ficção científica Gênero: narrativa de ficção científica Viagem fantástica Verbo: modos indicativo e subjuntivo Palavras terminadas em –sse e -ice
O universo da ficção científica Significado mais adequado Verbo: modo imperativo Palavras escritas com l ou u Produção de texto: escrita de narrativa de ficção científica Oralidade: roda de conversa sobre filme
Campanhas de conscientização Gênero: cartaz Eu respeito! Verbo: modo imperativo
Suspenda os canudos Verbos: revisão Produção de texto: elaboração de cartaz de campanha Oralidade: apresentação de cartaz de campanha
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Para apoiar o planejamento docente, a coleção Faça! apresenta: •
Livro do professor, que é uma réplica do Livro do aluno com respostas e orientações objetivas.
•
Este Guia de recursos didáticos, um volume à parte que amplia as orientações sobre as propostas do Livro do aluno e apoia o planejamento das aulas. Conheça cada item da parte específica deste Guia e a que você terá acesso nas próximas páginas. O professor terá a opção de acessá-lo no ambiente digital
.
MATRIZ ARTICULADORA Conteúdos CON TEÚ DOS
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Matriz articuladora
instrucional. Sílaba. Letras p e b.
BNC C
A matriz articuladora dá um panorama geral do que a unidade aborda para auxiliar o professor no planejamento.
Ao trabalhar
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Traz o resumo da unidade.
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(EF12LP06)
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: Análise linguagem betização) Prática de iótica (Alfa linguística/sem
(EF12LP19) (EF01LP20) (EF12LP07) (EF01LP06) co-literário Campo artísti
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Indica as habilidades da BNCC.
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ativas 115, Metodologias s, páginas ns imagética • Linguage 117, 137. página 136. aula invertida, • Sala de nas 137-144. maker, pági • Cultura ais Objetos digit o enviar o animada: Com • Imagem na 113. convite, pági
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•
: Produção linguagem ilhada Prática de ita compart de textos (escr a) P08) e autônom P07) (EF15L
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Indica os principais conteúdos abordados na unidade.
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•
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de palavras
Formação sílabas.
•
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Recursos
Organiza os recursos integrados à unidade e que o professor pode usar durante as aulas.
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BNC C
NO DETALHE LEGENDA
Habilidades da unidade OBJETOS DE CONHECIMENTO
HABILIDADES
Compreensão em leitura
Apreciação estética/Estilo
Prática de linguagem: Produção de textos (escrita compartilhada
Características da conversação espontânea
Produção de texto oral
Revisão de textos
Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a cortes, colaboração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.
presencial, (EF15LP11) Reconhecer características da conversação espontânea formas respeitando os turnos de fala, selecionando e utilizando, durante a conversação, interlocutor. de tratamento adequadas, de acordo com a situação e a posição do os colegas e com a ajuda (EF12LP06) Planejar e produzir, em colaboração com do professor, recados, avisos, convites, receitas, instruções de montagem, ser repassados dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, que possam considerando a oralmente por meio de ferramentas digitais, em áudio ou vídeo, situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto. Recitar parlendas, quadras, quadrinhas, trava-línguas, com entonação
Apresenta de forma clara e organizada o texto integral das habilidades da BNCC trabalhadas na unidade.
(EF01LP19)
e autônoma)
que será produzido, (EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto escreve/para considerando a situação comunicativa, os interlocutores (quem a circulação quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê); a linguagem, (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); impressos ou organização e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios à produção do texto, necessárias informações digitais, sempre que for preciso, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
Planejamento de texto oral Exposição oral
adequada e observando as rimas. os colegas e com a ajuda (EF01LP23) Planejar e produzir, em colaboração com campo do professor, entrevistas, curiosidades, dentre outros gêneros do ferramentas investigativo, que possam ser repassados oralmente por meio de e o tema/ digitais, em áudio ou vídeo, considerando a situação comunicativa assunto/finalidade do texto.
Prática de linguagem: Análise linguística/semiótica (Alfabetização) Construção do sistema alfabético e da ortografia
(EF15LP06)
Forma de composição do texto
com os colegas e com a ajuda (EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração manual ou digital. do professor, ilustrando, quando for o caso, em suporte adequado,
de texto, para editar e (EF15LP08) Utilizar software, inclusive programas de edição Utilização de tecnologia digital publicar os textos produzidos, explorando os recursos multissemióticos disponíveis.
Formas de composição de textos poéticos
Prática de linguagem: Escrita (compartilhada e autônoma)
Escrita autônoma e compartilhada
BNCC NO DETALHE
tema/assunto/finalidade do texto.
Prática de linguagem: Oralidade
parte do mundo do (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem valorizando-os, imaginário e apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da humanidade. os colegas e com a ajuda do (EF12LP17) Ler e compreender, em colaboração com pequenos professor, enunciados de tarefas escolares, diagramas, curiosidades, entre relatos de experimentos, entrevistas, verbetes de enciclopédia infantil, eo comunicativa situação a considerando investigativo, campo do outros gêneros tema/assunto do texto. observando rimas, (EF12LP18) Apreciar poemas e outros textos versificados, mundo ao sonoridades, jogos de palavras, reconhecendo seu pertencimento imaginário e sua dimensão de encantamento, jogo e fruição.
Planejamento de texto
Edição de textos
Campo artístico-literário
do Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do campo professor, diagramas, entrevistas, curiosidades, dentre outros gêneros eo investigativo, digitais ou impressos, considerando a situação comunicativa
Produção de textos
Prática de linguagem: Leitura/escuta (compartilhada e autônoma)
Formação do leitor literário
Campo das práticas de estudo e pesquisa
Campo da vida cotidiana
Todos os campos de atuação
(EF01LP22)
os colegas e com a ajuda do (EF01LP17) Planejar e produzir, em colaboração com instruções de professor, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, ou impressos), montagem e legendas para álbuns, fotos ou ilustrações (digitais a situação dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto. e com a ajuda do professor, (EF01LP18) Registrar, em colaboração com os colegas gêneros outros dentre trava-línguas, parlendas, cantigas, quadras, quadrinhas, e o tema/ do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa assunto/finalidade do texto.
PAR ADA
(EF01LP06)
Segmentar oralmente palavras em sílabas.
quadrinhas, parlendas, (EF12LP07) Identificar e (re)produzir, em cantiga, quadras, de fala trava-línguas e canções, rimas, aliterações, assonâncias, o ritmo sentido. relacionado ao ritmo e à melodia das músicas e seus efeitos de calendários, regras, avisos, (EF01LP20) Identificar e reproduzir, em listas, agendas, fotos ou convites, receitas, instruções de montagem e legendas para álbuns, específica de ilustrações (digitais ou impressos), a formatação e diagramação cada um desses gêneros. sonoridades, jogos de palavras, (EF12LP19) Reconhecer, em textos versificados, rimas, e associações. palavras, expressões, comparações, relacionando-as com sensações
Parada para avaliação
Compreendendo o processo de avaliação como algo contínuo, são indicados possíveis momentos de avaliação. Essas indicações não estão necessariamente relacionadas à elaboração de provas, mas têm como objetivo chamar a atenção para o processo de desenvolvimento de conhecimentos específicos, relacionados à aquisição de valores, às atitudes e habilidades, tanto individuais como em grupo.
PARA AVALIAÇÃO
SUGESTÃO
e distribuí-lo aos alunos, com a Escrever um convite para a produção voluntária de uma horta comunitária em notar se o aluno compreendeu o intenção de obter uma resposta também escrita. A sondagem consiste proposto. convite e conseguiu articular uma resposta em relação ao evento 129
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ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS Antecipe-se
Relação de materiais que o professor terá de providenciar com antecedência para realizar as propostas da unidade.
O que mais é possível fazer?
Abertura de unidade Anotaçõe s
Orientações
das hipóteses e Ao propor as atividades, mediar o momento de exposição/escuta respeitando respostas de modo que todos possam se expressar e ouvir os colegas, do ano. os turnos de fala, conforme os combinados estabelecidos no início em mãos, Na atividade 2, explorar as possibilidades de envio do convite: entrega celular. envio por correio, por e-mail, por aplicativos de mensagens do telefone
Preparação
• Computador para acessar o ambiente digital iônica, páginas 113, 114, 120-121, 127, 128-129.
tipos de conLevar para a aula (e pedir aos alunos que também levem) diferentes em grupos para vite a fim de garantir a diversidade de temas. Organizar a turma motivo do convite? analisar o(s) convite(s), perguntando: quem convida? Qual é o Quando e onde será o evento? Qual é o horário? a leitura dos conCircular pela sala de aula para observar como os alunos fazem se percebem os vites, se seguem as palavras com o dedo, se leem em voz baixa, um aluno de cada elementos visuais presentes no convite. Depois da leitura, escolher grupo para contar o que observaram.
O que mais é possível fazer?
das obserCompartilhar as descobertas dos alunos e fazer um registro coletivo Levá-los a localizar vações, ressaltando o que há em comum em todos os convites. que essas inforas informações explícitas nos convites trazidos à aula. Comentar as entenda e possa mações precisam ser claras e objetivas para que o convidado participar do evento. com a Apresentar o objeto digital: Como enviar o convite e prosseguir prévios e exploração do gênero. Auxiliar os alunos a mobilizar seus conhecimentos de questões como: a buscar, de forma dirigida, as informações desejadas, por meio que recebeu? quem já recebeu um convite? Você foi ao evento informado no convite era o motivo do Quem já escreveu um convite? Quem já enviou um convite? Qual convite e a quem se dirigia?
Orientações
com a metodoConduzir a leitura de imagens da abertura de unidade de acordo e descrevam o que logia. Pedir aos alunos que observem as imagens com atenção estão vendo. ou informal, Ressaltar que os convites podem apresentar uma linguagem formal é usada esde acordo com o destinatário e o tipo de evento. A linguagem informal gramaticais estapontaneamente pelas pessoas e nem sempre obedece às regras de comunicação e belecidas, por isso é importante explorar as diferentes situações uma delas. levar os alunos a perceber o tipo de linguagem adequado a cada
Leitura 1
Pág. 114
Anotaçõe s
Expectativas de aprendizagem • • •
Desenvolver habilidades de leitura e compreensão ao ler o texto (Re)conhecer a função de um convite. Identificar informações no convite.
Págs. 115
Expectativas de aprendizagem
com o professor.
• • • • •
Preparação
•
de festa de aniPerguntar aos alunos quem já recebeu ou mandou um convite entregue em versário. Explorar a forma como o convite foi enviado ao destinatário: mãos, por correio ou por e-mail. da coleção CaSeria interessante trabalhar o volume 1, Minhas emoções, parte a descobrir o que dernos das emoções, cujas atividades poderão ajudar os alunos se passa com suas emoções no dia de seu aniversário. a mais uma acesso tenham alunos os Utilizar o áudio: Recado falado para que entre as formas forma de convite possível de ser feita. Explorar com os alunos a diferença oral apresenta cade convite impresso e oral. Espera-se que eles notem que um convite trião e o convidado. racterísticas da linguagem informal e permite a interação entre o anfi Seria interessante apresentar outros convites de aniversário aos lisarem as semelhanças e as diferenças.
•
Conexões Para o professor • SILVA, Tiago A. C.; ARAÚJO, Cristiano S. Bora brincar: um convite à brincadeira. São Paulo: All Print Editora, 2017.
Para os alunos • MACKINTOSH, David. Tadeu Bartolomeu é novo na escola. São Paulo: Caramelo, 2012.
alunos para ana-
(Re)conhecer a estrutura de um convite. Identificar informações no convite. Perceber a importância do endereço no convite. Explorar mapa de ruas e as informações não verbais. (Re)conhecer a função do mapa que acompanha o convite. (Re)conhecer as diferentes maneiras de enviar um convite. Completar informações em um convite.
Roteiro de trabalho Orientações
que constam no Realizar a leitura do convite novamente, retomar as informações texto e conversar sobre a importância delas. ativa LinguaA leitura do mapa pode ser conduzida de acordo com a metodologia gens imagéticas. as informações Nas atividades 3 e 4, se necessário, auxiliar os alunos a identificar solicitadas. Na atividade 5, verificar se percebem o significado correto da frase. 131
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Orientações
Depois de ler
a 117
Roteiro de trabalho
Orientações
Para começo de conversa
Pág. 113
Roteiro de trabalho
CLARA GAVILAN
Pág. 112
Antecipe-se
Sugestões de atividades complementares para ampliar e aprofundar conceitos desenvolvidos. Podem ser utilizadas como um momento a mais no processo de avaliação contínua, em que alguns conteúdos são retomados para verificar possíveis dúvidas dos alunos.
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Expectativas de aprendizagem
Relação das expectativas de aprendizagem do trabalho desenvolvido nas seções. Preparação
Sugestões didáticas para o levantamento de saberes dos alunos ou para contextualizar a sequência de conteúdos e atividades.
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Conexões
Sugestões de sites, livros, revistas, artigos, músicas e/ou outros recursos que instrumentalizam o professor na utilização de dados e fatos, ampliando a formação e o trabalho docente.
Comentários e orientações para apoiar o planejamento docente. Neste tópico, também são aprofundados conceitos trabalhados no Livro do aluno e são apresentadas informações complementares. Respostas, sugestões de respostas e algumas orientações didáticas mais específicas, isto é, aquelas que auxiliam no dia a dia da sala de aula, encontram-se em magenta em cada página do Livro do professor, mas podem ser mais detalhadas neste tópico do Guia de recursos didáticos.
TEXTOS COMPLEMENTARES Ao final de alguns volumes do Guia, há textos complementares para uso nas atividades, textos literários para trabalho com leitura e outros que ampliam o conhecimento sobre os conteúdos estudados. PLANILHAS DE AVALIAÇÃO E AUTOAVALIAÇÃO Sugestão de planilhas de avaliação e autoavaliação para todas as unidades. 51
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AULAS METODOLOGIAS
A T I VA S
Participação ativa do aluno
endizado. na construção do próprio apr
Metodologia ativa Linguagens imagéticas
Objetivo e função Propicia um trabalho com as
funções e linguagens das imagens (quadros, fotografias, ilustrações, gráficos, pinturas, quadrinhos, charges, tirinhas, propagandas, revistas, filmes etc.). Uma imagem pode se caracterizar de forma mais expressiva ou decorativa (com uso de cores e formas) e apresentar informações como localização geográfica ou característica temporal e histórica. O uso dessa metodologia estimula o aluno na construção do conhecimento e no levantamento de perguntas, hipóteses, observações, reflexões etc.
Como aplicar No Faça! Língua Portuguesa, há atividades de leitura de as aberturas de unidades, na interpretação de ilustrações, na imagens nas observação de fotografias, na leitura de mapas e na comparação entre imagens do passado e do futuro etc. Na sala de aula, é importante disponibilizar diferentes linguagens imagéticas e propor atividades de leitura, releitura, análise, criação. A análise das imagens pode considerar os diferentes objetivos delas, de acordo com a sua função (representativa ou poética).
Metodologia ativa Resolução de problemas
Objetivo e função Mobiliza os alunos para a construção
do conhecimento por meio de tarefas colaborativas que partam da tentativa de resolução de um problema real. O foco não está apenas na resolução de problemas, mas nas diferentes estratégias e recursos utilizados para resolvê-los. O “problema” torna-se o condutor das ações e atitudes investigativas dos alunos. Nesse sentido, a aula ganha um caráter investigativo que promove a consolidação e a apropriação de conhecimentos. Cabe ao professor mediar as situações trazidas pelos alunos ou que surjam em sala de aula.
Como aplicar No Faça! Língua Portuguesa, o uso dessa metodologia acontece na seção O problema agora é... , mas pode também aparecer em outros momentos. Na sala de aula, pode-se propor a resolução de um problema, contextualizado e com base na realidade. O problema deve ser apresentado como um desafio, motivando os alunos a pensar estrategicamente e a planejar suas ações. Deve-se esclarecer o que é esperado dos alunos e quais passos devem seguir: elaborar hipóteses, fazer pesquisas, propor soluções etc.
Metodologia ativa Pensamento espacial e as representações
Objetivo e função Trabalha com os princípios
geográficos – analogia, conexão, diferenciação, distribuição, extensão, localização e ordem – para que os alunos tenham a compreensão do lugar onde vivem, construam instrumentos e ferramentas para realizar análises sociais críticas, contribuindo para sua formação cidadã.
Como aplicar No Faça! Língua Portuguesa, há atividades que estimulam explorações espaciais e o desenvolvimento cognitivo dos alunos. Na sala de aula, os alunos podem ser estimulados a desenvolver o pensamento espacial por meio: • da leitura e da construção de representações cartográficas (mapas e croquis); • da compreensão de fenômenos em múltiplas escalas (do lugar onde vivem os alunos a fenômenos geográficos globais); • da relação de fenômenos naturais e sociais (conservação da biodiversidade e demarcação de terras indígenas); • da leitura e análise de infográficos e tabelas; • da localização e distribuição, no espaço, de fenômenos naturais e sociais.
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Metodologia ativa Sala de aula invertida
Objetivo e função Reorganiza a ordem de realização das atividades, o planejamento do tempo e espaço e o modelo de construção do conhecimento na relação de ensino-aprendizagem. A sala de aula passa a ser um espaço de debate, aprofundamento e assimilação. Para a participação ativa da própria aprendizagem, os alunos contam com recursos tecnológicos que pretendem contemplar os diferentes estilos individuais, inclusive as múltiplas inteligências.
Como aplicar No Faça! Língua Portuguesa e na sala de aula, o professor pode inverter a sala de aula para o estudo de uma seção ou conteúdo. Os alunos podem entrar previamente em contato com o conteúdo preparado pelo professor e depois aprofundar o estudo em sala de aula, além de levar questões para serem debatidas pelo grupo na sala de aula. Apesar da inversão, note-se que a sala de aula continua sendo o espaço de discussão e consequente assimilação do previamente estudado.
Metodologia ativa Cultura maker
Objetivo e função A cultura maker parte do princípio
de que fazer é um meio para aprender. Por isso, o universo maker carrega consigo as expressões “mão na massa” ou “mãos à obra”. A base de sustentação do maker está em usar o esforço colaborativo para uma construção que invariavelmente leva ao aprendizado. Ao incentivar o trabalho em grupo, a colaboração e o aprendizado de técnicas e procedimentos, promovem-se momentos lúdicos e de desenvolvimento analógico e tecnológico.
Como aplicar No Faça! Língua Portuguesa, o uso dessa metodologia pode acontecer especialmente na proposta de capa e nas seções Em ação e Cultura digital. Na sala de aula, podem ser propostas atividades que exijam um trabalho de construção de um objeto ou ideia. É fundamental que os alunos façam um planejamento do que será construído: rascunhos, protótipos, organização e divisão de tarefas, produto final. A cultura maker permite desde atividades que utilizam maquinário e ferramentas específicas, até as que dependem apenas da imaginação dos grupos. É importante destacar não apenas a importância do produto final, mas do processo, que muitas vezes pode não resultar no produto esperado ou planejado.
Metodologia ativa Tecnologias: diálogo nas diferenças
Objetivo e função O avanço rápido dos recursos
tecnológicos tem alterado a forma como os professores se relacionam com os alunos e como esses recursos se relacionam com os conteúdos. Se novos aplicativos e sites colocam as informações à disposição, o professor precisa entender como aproveitar essa relação nas práticas pedagógicas. Ao mesmo tempo, cabe ao educador encontrar meios de atender à nova realidade cognitiva dos alunos, também alterada em função do contato constante com os recursos tecnológicos.
Como aplicar No Faça! Língua Portuguesa, o uso dessa metodologia pode acontecer nas seções Pelos caminhos e Cultura digital. Na sala de aula, pode acontecer em momentos em que se mostre aos alunos que o mesmo equipamento que ele usa em casa pode servir para facilitar seu aprendizado. O professor precisa não apenas estar atento e atualizado, mas também efetivamente mostrar maneiras diferentes de apresentar os conteúdos. A tecnologia educacional em sala de aula serve também para a melhor aplicação de outras metodologias, como a cultura maker e a sala de aula invertida.
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MATRIZ
ARTIC U LADO R A
MA A TU R O L A C DA E S
DE CO NV ER SA PA RA CO ME ÇO
1
BRUNA ASSIS BRASIL
2 3
OS COLEGAS E CONVERSE COM ESTÕES. RESPONDA ÀS QU A O PRIMEIRO STR MO GEM A IMA UMA TURMA DO DIA DE AULA DE E VOCÊ ACHA QU 1o ANO. O QUE ENDO? ÇAS ESTÃO FAZ AS CRIAN oal. Resposta pess SE APRESENTAR QUE TAL VOCÊ E DIGA SEU NOME AS? LEG CO S AO O SOBRE VOCÊ. CONTE UM POUC Resposta pessoal. : RITA NA LOUSA LEIA A FRASE ESC A O DA TURMA. COMBINADOS ES A SER ESS QUE VOCÊ IMAGIN Resposta pessoal. COMBINADOS? 17
MATERIAL DO PRO
FESSOR – VENDA
MATERIAL DO PRO
PROIBIDA
FESS
IBIDA OR – VENDA PRO 15/04/20 17:00
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1 • A TURMA DA ESCOLA
Os alunos são convidados a refletir de forma lúdica sobre a linguagem oral e sua representação na escrita. A quadrinha é um gênero de tradição oral e de fácil memorização; sua sonoridade e ritmo chamam a atenção das crianças, despertando a imaginação e a criatividade. O nome próprio é explorado como a primeira marca de identidade de um indivíduo, e o sobrenome, como marca de origem. Aborda-se o registro de nascimento, valorizando-o como importante documento de identidade e cidadania.
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CONTEÚDOS •
Gênero principal: quadrinha.
•
Letras iniciais.
•
Outros gêneros abordados: poema, página de calendário.
•
Produção textual: escrita de quadrinhas.
•
Nomes próprios e comuns.
•
Oralidade: sarau.
•
Letras finais em nomes.
•
Cidadania.
•
Número de letras nas palavras.
•
Preservação de costumes.
•
Masculino e feminino.
BNCC
Ao trabalhar esses conteúdos, desenvolvem-se as seguintes habilidades:
Prática de linguagem: Leitura/escuta (compartilhada e autônoma): EF15LP02
EF01LP01
EF01LP16
EF12LP10
EF12LP02
EF01LP18
EF15LP09
EF01LP21
Prática de linguagem: Análise linguística/semiótica (Alfabetização) EF01LP04
NESTA UNIDADE, VOCÊ PODE USAR:
EF01LP13
EF01LP07
Campo da vida cotidiana
Campo da vida pública
Para apoiar o trabalho da unidade, sugerem-se estes recursos:
Objetos digitais
Metodologia ativa •
EF01LP05
EF12LP07
Todos os campos de atuação
Lapbook, página 35.
EF01LP19
EF12LP04
Prática de linguagem: Escrita (compartilhada e autônoma) EF01LP02
Prática de linguagem: Oralidade
Resolução de problemas, páginas 40-41.
•
Imagem animada: Quadrinhas, página 19.
•
Jogo: Qual é a letra, capitão?, páginas 30-31.
Para enriquecer as propostas do seu trabalho, utilizar os recursos pedagógicos da:
O SOLUçÃ
O Livro do aluno traz oportunidades para o trabalho com o volume 1, Minhas emoções, parte da coleção Cadernos das emoções. Nesta unidade, para apoiar o seu planejamento, sugere-se o uso do material nos momentos a seguir. • Abertura de unidade, páginas 16-17. • Leitura 2, página 28. • Oralidade, página 35.
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BNCC
NO DETALHE
Habilidades da unidade OBJETOS DE CONHECIMENTO
HABILIDADES
Prática de linguagem: Leitura/escuta (compartilhada e autônoma)
Estratégia de leitura
(EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas.
Protocolos de leitura
(EF01LP01) Reconhecer que textos são lidos e escritos da esquerda para a direita e de cima para baixo da página.
Formação de leitor
(EF12LP02) Buscar, selecionar e ler, com a mediação do professor (leitura compartilhada), textos que circulam em meios impressos ou digitais, de acordo com as necessidades e interesses. (EF12LP04) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor ou já com certa autonomia, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instruções de montagem (digitais ou impressos), dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto e relacionando sua forma de organização à sua finalidade.
Compreensão em leitura
(EF01LP16) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-línguas, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/ assunto do texto e relacionando sua forma de organização à sua finalidade. (EF12LP10) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, cartazes, avisos, folhetos, regras e regulamentos que organizam a vida na comunidade escolar, dentre outros gêneros do campo da atuação cidadã, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
Prática de linguagem: Escrita (compartilhada e autônoma) Correspondência fonema-grafema
Escrita compartilhada
(EF01LP02) Escrever, espontaneamente ou por ditado, palavras e frases de forma alfabética – usando letras/grafemas que representem fonemas. (EF01LP18) Registrar, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, cantigas, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-línguas, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto. (EF01LP21) Escrever, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, listas de regras e regulamentos que organizam a vida na comunidade escolar, dentre outros gêneros do campo da atuação cidadã, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
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LEGENDA
Todos os campos de atuação
Campo da vida cotidiana
Campo da vida pública
Prática de linguagem: Oralidade Oralidade pública/ Intercâmbio conversacional em sala de aula
(EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendido pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado.
Produção de texto oral
(EF01LP19) Recitar parlendas, quadras, quadrinhas, trava-línguas, com entonação adequada e observando as rimas.
Prática de linguagem: Análise linguística/semiótica (Alfabetização) Conhecimento do alfabeto do português do Brasil Construção do sistema alfabético
(EF01LP04)
Distinguir as letras do alfabeto de outros sinais gráficos.
(EF01LP05) Reconhecer o sistema de escrita alfabética como representação dos sons da fala. (EF01LP13) Comparar palavras, identificando semelhanças e diferenças entre sons de sílabas mediais e finais.
Construção do sistema alfabético e da ortografia
(EF01LP07)
Forma de composição do texto
(EF12LP07) Identificar e (re)produzir, em cantiga, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-línguas e canções, rimas, aliterações, assonâncias, o ritmo de fala relacionado ao ritmo e à melodia das músicas e seus efeitos de sentido.
PA R A D A
Identificar fonemas e sua representação por letras.
PARA AVALIAÇÃO
SUGESTÃO Realizar uma sondagem para descobrir as hipóteses de cada aluno sobre a língua escrita, com o objetivo de planejar as aulas, adequá-las de acordo com as necessidades de aprendizagem e fazer intervenções apropriadas. Essa sondagem pode consistir, por exemplo, na escrita do próprio nome, no reconhecimento de nomes que começam com a mesma letra ou no ditado de palavras do mesmo grupo temático (nomes de objetos escolares, nomes de brinquedos e outros). O registro das observações permite acompanhar o processo de aprendizagem de cada aluno e buscar novas estratégias de ensino.
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Págs.
Abertura de unidade
16 e 17
Roteiro de trabalho Antecipe-se • Calendários: página 26. • Computador, para acessar o ambiente digital iônica, páginas 19, 30-31.
Preparação Neste primeiro contato, apresentar-se aos alunos e dar-lhes as boas-vindas. Fazer uma fotografia da nova turma do 1º ano e afixá-la no mural da classe.
Orientações Dispor as carteiras em círculo, com a ajuda dos alunos. Em seguida, solicitar que observem a imagem da abertura de unidade e conversem sobre o que ela representa. A exploração coletiva dessa imagem favorece a integração dos alunos.
Para começo de conversa Orientações Ao iniciar a atividade 1, considerar que este é o primeiro momento de intercâmbio oral proposto pelo livro; por isso, é importante incentivar a participação dos alunos e o convívio harmônico, promovendo um espaço afetivo, acolhedor e respeitoso. Dessa forma, será possível explorar informações e conhecimentos que os alunos trazem para o espaço escolar.
Pág.
Leitura 1
19
An ota çõe s
Expectativas de aprendizagem •
Relacionar quadrinha e imagem para antecipar o conteúdo temático do texto.
•
Reconhecer um nome próprio na imagem que acompanha a quadrinha.
•
Reconhecer e apreciar nomes próprios como construção da identidade.
Roteiro de trabalho Preparação Em todas as unidades há atividades que, se você julgar pertinente, podem ser realizadas como tarefa de casa pelos alunos. Nesse caso, orientá-los a colar o adesivo disponível no material do Faça você mesmo!. Antes de iniciar o trabalho com as atividades, organizar uma roda para recitar quadrinhas com os alunos. Um aluno por vez entra no centro da roda e recita a quadrinha que sabe. Começar recitando, por exemplo: “Minha mãe se chama Rosa, / meu pai se chama Jardim. / Eu nasci na primavera, / quantas flores para mim!”. Caso os alunos não saibam de memória alguma quadrinha, podem recitar os mesmos versos da quadrinha que você recitou. Mesmo que alguns alunos não queiram entrar na roda e recitar, o importante, neste momento, é estimular a integração da turma.
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Na atividade 2, orientar os alunos a dizer o próprio nome, contar o que gostam e o que não gostam de fazer. Propor outras questões que considerar relevantes, por exemplo, perguntar quem já se conhece, sobre as pessoas de quem gostam etc. Estimular a participação de todos (no entanto, é importante, neste momento, deixá-los à vontade para que se sintam acolhidos e se expressem com autoconfiança). Aqui é uma boa oportunidade para trabalhar com o volume 1, Minhas emoções, parte da coleção Cadernos das emoções, que traz atividades para os alunos. O Guia com orientações mostra como trabalhar esse material com os alunos e também apresenta um texto dedicado à família. Reservar uma aula para esse momento. Ao realizar a atividade 3, propor uma discussão sobre as atitudes necessárias para que todos convivam em um ambiente respeitoso. Neste momento, podem-se estabelecer com os alunos alguns acordos e combinados que favorecerão a boa convivência na sala de aula e na escola. É importante que os combinados envolvam a organização das conversas em sala, incentivando o respeito às diferentes opiniões sobre as questões propostas, bem como às respostas apresentadas pelos colegas. Construir coletivamente o texto com os combinados para a boa convivência escolar, registrando-o em um cartaz para afixar no mural da classe. Retomar os combinados com a turma sempre que necessário.
Orientações Ao explorar a questão inicial, proposta na página 18, incentivar a participação de todos e pedir que justifiquem por que acham o nome bonito. Durante a leitura da quadrinha, observar se os alunos acompanham o texto ou se fazem comentários, demonstrando o reconhecimento de letras e/ou palavras. Perguntar por que eles acham que o menino escreveu esse nome e por que o passarinho sugeriu que ele o escrevesse no coração.
O que mais é possível fazer? Compartilhar com os alunos outras quadrinhas e incentivá-los a memorizar e a declamar os versos com expressividade.
Conexões Para os alunos
DOIS DE NÓS
Apresentar o objeto digital: Quadrinhas, que traz alguns exemplos do gênero, e recitar com os alunos. Ele está disponível no ambiente digital iônica.
• ROCHA, Ruth. Canções, parlendas, quadrinhas, para crianças novinhas. São Paulo: Salamandra, 2013.
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Págs.
20 e 21
Depois de ler •
Identificar informações no texto.
•
Escrever o próprio nome.
•
Identificar a quantidade de letras das palavras.
•
Identificar a letra inicial do próprio nome.
•
Identificar letras iguais por comparação com as que formam os nomes dos colegas.
•
Identificar a função sociocomunicativa das quadrinhas.
•
Ler textos conhecidos de memória.
DOIS DE NÓS
Expectativas de aprendizagem
An ota çõe s
Roteiro de trabalho Preparação Realizar novamente a leitura da quadrinha apresentada na página 19, estimulando os alunos a recitar o texto coletivamente para realizar as atividades. Se achar pertinente, escrever a quadrinha na lousa enquanto os alunos a recitam.
Págs.
Letras... Palavras: Ação • Nomes próprios e comuns
22 e 23
An ota çõe s
Expectativas de aprendizagem •
Reconhecer nomes de pessoas e nomes de objetos.
•
Relacionar imagens às palavras correspondentes.
•
Reconhecer palavras que iniciam com a mesma letra.
•
Identificar o número de letras das palavras.
•
Reconhecer a função dos nomes.
Roteiro de trabalho Preparação Fazer cartões com os nomes de objetos que compõem o ambiente da sala de aula. Dividir os alunos em grupos e distribuir os cartões para que cada grupo localize os objetos apontados. Os nomes respectivos podem ser afixados ao lado de cada objeto.
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Orientações No 1o ano, o trabalho com nomes próprios é um instrumento facilitador de aquisição da leitura e da escrita, pois o nome próprio marca a identidade, a história de vida de cada indivíduo e funciona como uma das primeiras formas estáveis dotadas de significado. Constitui-se, portanto, valiosa fonte de informações para as crianças, possibilitando-lhes a apropriação de vários saberes. Na atividade 3, perguntar aos alunos: por que vocês acham que o menino escreveu o nome de uma pessoa na palma da mão? É possível escrever o nome de alguém na palma da mão? E no coração? Levá-los a perceber que o coração está associado a sentimentos e emoções, logo, escrever o nome de alguém no coração representa uma relação de amizade, de amor pela pessoa.
O que mais é possível fazer? Aproveitar a lista dos alunos afixada no mural e explorar a escrita dos nomes em diferentes situações. Problematizar situações do cotidiano e propor reflexões que os levem a buscar respostas, construir significados e compreender o processo de apropriação do sistema alfabético: quais nomes começam e terminam com a mesma letra? Há nomes semelhantes? Qual é o nome com o maior ou com o menor número de letras?
Conexões Para os alunos • BELINKY, Tatiana. Limeriques das coisas boas. São Paulo: Formato, 2014.
Orientações A atividade 3 pode ser feita individualmente e servir como sondagem para o professor. Nesta sequência de atividades, explorar os diversos nomes que fazem parte do universo dos alunos, como nomes próprios (do aluno e de familiares, da escola, das ruas, da cidade, do país etc.), nomes de objetos que os alunos utilizam, nomes de animais, de flores e de alimentos.
Entregar aos alunos cartões com ilustrações de pessoas, animais, objetos, lugares e pedir que utilizem o alfabeto móvel para escrever os nomes. O alfabeto móvel é um recurso valioso para a aquisição do sistema alfabético, possibilitando construir hipóteses e modificá-las com facilidade, pois as letras podem ser movimentadas e mudadas de lugar.
DOIS DE NÓS
O que mais é possível fazer?
Conexões Para os alunos • MANSUR, Jandira. A conversa das palavras. São Paulo: Ática, 2008.
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Págs.
Letras... Palavras: Ação • Nomes próprios e comuns (cont.)
24 e 25
An ota çõe s
Expectativas de aprendizagem •
Reconhecer o assunto de um texto e estabelecer relação com as quadrinhas lidas.
•
Identificar a quantidade de letras das palavras.
•
Reconhecer palavras que iniciam com a mesma letra.
•
Identificar sons finais semelhantes nas palavras.
Roteiro de trabalho Preparação Perguntar aos alunos se já tiveram a oportunidade de participar da escolha de nomes de familiares ou amigos. Propor que relatem como foi a experiência e a decisão dessa escolha.
Orientações Ler o título do poema para os alunos e pedir que observem a imagem. Chamar a atenção para a indicação dos balões e levá-los a construir hipóteses sobre o conteúdo temático do texto. Em seguida, ler o poema e ajudá-los a relacionar a função dos balões de pensamento com a escolha do nome do bebê.
Rede de leitura
26 e 27
An ota çõe s
Expectativas de aprendizagem •
Localizar informações explícitas no texto.
•
Distinguir letras do alfabeto de outros sinais gráficos.
•
Ler e compreender texto do campo da vida cotidiana (calendário).
•
Diferenciar símbolos, números e letras.
Roteiro de trabalho Preparação
BRUNA ASSIS BRASIL
Págs.
É importante considerar os conhecimentos prévios dos alunos e suas hipóteses sobre a escrita. Verificar se compreendem a diferença entre a escrita e outras formas gráficas. Propor situações que possibilitem a distinção entre letras, desenhos, números e símbolos. Dar uma volta na escola e observar se existem formas gráficas em alguns lugares e o que elas significam. Verificar, por exemplo, como alguns ambientes da escola são identificados, se há placas no jardim da escola, quais placas de trânsito existem nos arredores da escola etc. Explorar o calendário de 2018 e comparar com um do ano atual para observar as mudanças. Aproveitar para trabalhar essa alteridade e a questão da passagem do tempo, se possível, junto com professor de história. 62
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O que mais é possível fazer? Separar os alunos em duplas. Selecionar previamente algumas letras do alfabeto móvel e pedir que montem três nomes de colegas da classe. Os nomes não serão anunciados. As duplas deverão refletir sobre as possibilidades em vista das letras recebidas, descobrindo quais são os três nomes que podem ser montados. Se alguma dupla apresentar mais dificuldade, indicar a quantidade de letras de cada nome ou posicionar algumas letras para que sirvam como referência. O ideal é que os conjuntos de letras de cada grupo sejam diferentes e permitam a montagem de diferentes “trios” de nomes, pois dessa maneira é possível propor um rodízio dos conjuntos de letras entre os grupos e ampliar o repertório dos alunos.
Conexões • BUENO, Renata. Nome, sobrenome, apelido. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2010.
LEO TEIXEIRA
Para os alunos
Orientações Ao realizar a atividade 2, retomar com os alunos os nomes dos outros meses do ano. Se considerar propício, incentivá-los a compartilhar com a turma suas datas de aniversário e/ou pedir exemplos de datas comemorativas (Dia da Criança, Dia do Professor etc.), solicitando que indiquem o dia e o mês em que são comemoradas. Selecionar, previamente, diferentes calendários para que os alunos possam responder à atividade 5. Na atividade 6, explorar com os alunos os elementos dos diferentes calendários trazidos para a sala. Na atividade 7, auxiliar os alunos a concluir que dança, pintura, música, mímica, desenhos animados, alguns sinais de trânsito, esculturas, gestos etc. são meios de comunicação que podem não utilizar palavras.
O que mais é possível fazer? Imprimir a carta enigmática do site http://livro.pro/rzufad (acesso em: 24 jan. 2020) e distribuí-la aos alunos. A atividade pode ser feita em duplas. Conexões Para os alunos • LEMINSKI, Paulo. O bicho alfabeto. Ilustrações de Ziraldo. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2014.
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Expectativas de aprendizagem
An ota çõe s
•
Fazer inferências para compreender o texto.
•
Localizar informações no texto e compreender seu significado.
•
Identificar rimas nas palavras.
•
Escrever nomes seguindo pistas dadas.
•
Identificar apelidos referentes a nomes apresentados.
•
Perceber em apelidos as letras iguais às letras iniciais dos nomes próprios.
ILUSTRAÇÕES: DOIS DE NÓS
Leitura 2
Pág. 28
Roteiro de trabalho Preparação Propor aos alunos que pesquisem quadrinhas na biblioteca da escola ou peçam aos familiares que lhes ensinem alguns versos. Nesse caso, podem memorizar a quadrinha ou escrevê-la em uma folha avulsa, com a ajuda de um adulto. Sugerir que recitem as quadrinhas que aprenderam. Aproveitar o momento para trabalhar informalmente as rimas, ressaltando o efeito sonoro que elas produzem nas quadrinhas e pedir aos alunos que observem as letras finais e reconheçam aquelas que são iguais.
9 Págs. 28 e 2 An ota çõe s
Depois de ler Roteiro de trabalho Orientações Na atividade 1, o conceito de verso apoia o estudo das quadrinhas. Na atividade 4, aproveitar o momento para afixar o alfabeto no mural da classe. O site http://livro.pro/929yo7 (acesso em: 20 jan. 2020) disponibiliza o alfabeto para download e impressão. Antes da atividade 5, reler a quadrinha para os alunos, enfatizando as rimas. Quando a atividade estiver completa, propor que falem outras palavras que tenham o mesmo som final de lencinho e bordadinho. Escrevê-las na lousa para que os alunos possam fazer a correspondência entre os grupos de letras e seu valor sonoro.
DOIS DE NÓS
No item da atividade 5, conversar com os alunos sobre o significado da palavra bordadinho no texto. Perguntar se já viram alguém bordar (decorar tecidos usando agulha ou máquinas) ou se eles já fizeram esse trabalho manual.
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Registrar as quadrinhas apresentadas em um cartaz e expor no mural da sala para que todos possam conhecê-las e brincar com elas. Ao explorar outras quadrinhas, amplia-se o repertório dos alunos. Como os alunos memorizam facilmente esse gênero de texto, são capazes de fazer uma leitura autônoma, que favorece a apropriação da leitura e da escrita. As rimas presentes nas quadrinhas contribuem para a percepção da correspondência entre os grupos de letras e seu valor sonoro.
Orientações Explorar oralmente a questão inicial. Explicar aos alunos que as quadrinhas são recitadas geralmente em jogos de adivinhações e brincadeiras. A quadrinha é um convite para o brincar e o aprender. Também chamada de quadra, trova ou trovinha, é um poema composto de quatro versos com sete sílabas poéticas e rimas, que ocorrem no segundo e no último versos. Por se tratar de um gênero de tradição oral, suscita valores como a importância da memória e da transmissão oral de conhecimentos e da identidade relacionada ao lugar de origem. A quadrinha pode apresentar diferentes versões por influências regionais. Durante a leitura do texto, solicitar aos alunos que sigam as palavras com o dedo. Ressaltar a importância de recitar a quadrinha com entonação adequada e expressividade. Aqui também é o momento oportuno para trabalhar com o volume 1, Minhas emoções, parte da coleção Cadernos das emoções, que traz atividades para os alunos descobrirem o que se passa com suas emoções, e traz um Guia com orientações sobre como trabalhar esse material, e também um texto dedicado à família.
Na atividade 6, comentar que o apelido é uma maneira diferente de nomear a pessoa. Permitir aos alunos que explorem hipóteses sobre as letras iniciais dos nomes apresentados. Verificar na turma quem tem apelidos formados como na atividade e escrevê-los ao lado dos respectivos nomes. Comparar os apelidos com os nomes e perguntar se as letras que os compõem são as mesmas letras iniciais dos nomes. É importante ressaltar o respeito ao se apelidar alguém, pois alguns apelidos podem ofender ou desagradar as pessoas.
O que mais é possível fazer? Formar duplas de alunos e entregar a cada dupla alguns cartões com palavras que tenham o mesmo som final. Determinar um tempo para que agrupem as palavras que rimam. Ganhará o jogo a dupla que conseguir encontrar o maior número de rimas no tempo estabelecido.
Conexões Para o professor • NÓBREGA, Maria José; PAMPLONA, Rosane. Diga um verso bem bonito!: Trovas. São Paulo: Moderna, 2005. Há um projeto de leitura para explorar a obra disponível para download em http://livro.pro/s4b9ja, em Material para o professor (acesso em: 24 jan. 2020).
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Págs.
Letras... Palavras: Ação • Masculino e feminino
30 e 31
An ota çõe s
Expectativas de aprendizagem •
Identificar letras iguais em palavras diferentes.
•
(Re)conhecer nomes que terminem com determinada letra.
•
Perceber a diferença que ocorre nos nomes ao trocar a letra final.
•
Identificar palavras masculinas e femininas pela observação da letra final.
•
Reconhecer nomes próprios masculinos e femininos pela exploração das letras finais.
Roteiro de trabalho Preparação Pedir aos alunos que escrevam o próprio nome em um cartão. Recolher os cartões e redistribuí-los de modo que nenhum aluno receba o cartão com o próprio nome. Em seguida, pedir que colem os nomes em um cartaz, que deve ser afixado no mural, com a seguinte classificação: Nomes de meninas e Nomes de meninos. Observar se os alunos conseguem fazer a leitura e seguir a classificação indicada. Intervir, se for necessário, levando-os a reconhecer os nomes dos colegas. Aproveitar o momento para levar os alunos a uma visita de reconhecimento da escola e dos funcionários. Anotar os nomes das pessoas que trabalham na escola e completar o cartaz que será feito no decorrer das atividades.
Págs.
Letras... Palavras: Ação • Vogais
32 e 33
An ota çõe s
Expectativas de aprendizagem •
Perceber a letra que falta para completar as palavras.
•
Relacionar palavras à imagem e estabelecer ligação entre elas.
•
Completar palavras utilizando vogais.
•
Reconhecer letras em diferentes palavras.
Roteiro de trabalho Fazer uma lista de nomes de animais que os alunos conheçam que comecem com cada uma das vogais. Explorar o nome de cada animal e as letras que o compõem. Essa atividade servirá de aquecimento para a sequência de atividades proposta na dupla de páginas.
ESTÚDIO ORNITORRINCO
Preparação
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Orientações As atividades 1, 2, 3 e 4 são voltadas para o reconhecimento das letras finais dos nomes próprios como indicativas de masculino e feminino. Para a realização da atividade 4, os alunos podem consultar o painel de nomes do mural da classe. Caso julgue pertinente, usar o objeto digital: Qual é a letra, capitão?, disponível no ambiente digital iônica.
O que mais é possível fazer? Para sistematizar o conceito estudado, dividir a classe em pequenos grupos e distribuir cartões, previamente confeccionados, com nomes próprios masculinos que tenham correspondência no feminino. Os cartões devem ser iguais para todos os grupos. Cada grupo escreve no cartão o nome feminino e, depois, compartilha sua versão de escrita com outro grupo. O momento de troca é importante, pois permite aos alunos construir e reconstruir sua hipótese de escrita. Distribuir cartões com nomes próprios femininos e seguir o mesmo procedimento. Outra atividade lúdica pode ser observar com os alunos os nomes mais utilizados para as crianças brasileiras nos últimos anos. No site Guia do Bebê, há listas dos nomes mais populares a cada ano (disponível em: http://livro.pro/un9tup, acesso em: 24 jan. 2020).
Orientações Explorar a imagem da atividade 1, levando os alunos a descobrir os animais que aparecem na cena para que, em seguida, completem seus nomes com as vogais. Verificar se algum dos nomes citados na lista anterior foi utilizado na atividade. A comparação de palavras ajuda os alunos a identificar letras e nomes.
O que mais é possível fazer? Propor à turma um jogo coletivo de forca. Selecionar palavras iniciadas por vogais e grafá-las na lousa com lacunas em algumas ou todas as vogais, sempre completando com as consoantes, por exemplo: M R (para amora). Escrever as vogais em destaque na lousa e informar aos alunos que deverão usar aquelas letras para completar as palavras do jogo. Para facilitar a descoberta das palavras pela turma, selecionar as que pertencem a um mesmo campo semântico (frutas, brinquedos, cores etc.) e informar isso aos alunos. Explicar como devem proceder no jogo da forca.
Conexões Para os alunos • ESCOLA GAMES. Jogo forma palavras. Disponível em: http://livro.pro/7dd83w. Acesso em: 24 jan. 2020.
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Pág.
Produção de texto • Escrita de quadrinha
34
An ota çõe s
Expectativas de aprendizagem •
Reconhecer características do gênero quadrinha e identificar as rimas nos versos.
•
Desenvolver habilidades de leitura observando a entonação e as rimas dos versos.
•
Produzir uma quadrinha por meio de decalque (criação de novas rimas).
Roteiro de trabalho Preparação Relembrar as quadrinhas trabalhadas na unidade, recitando-as com os alunos. Selecionar previamente outras quadrinhas e escrevê-las em cartazes afixados no mural da classe. Depois de explorar as quadrinhas escritas, organizar os alunos em pequenos grupos e propor que ilustrem os cartazes coletivamente.
Pág.
Oralidade • Sarau
35
Antecipe-se • Combinar previamente com os professores de outras salas a possibilidade de serem entrevistados pelos alunos para falar sobre quadrinhas e recitá-las (ver atividade proposta em O que mais é possível fazer?). • Preparar os alunos para o sarau, pois ficarão diante de outros colegas, situação que pode suscitar muitas emoções, como ansiedade, insegurança, medo, vergonha etc. Aproveitar para trabalhar o desenvolvimento das competências socioemocionais. Separar um tempo de suas aulas para utilizar o volume 1, Minhas emoções, parte da coleção Cadernos das emoções, que traz muitas atividades para os alunos compreenderem as próprias emoções.
Expectativas de aprendizagem •
Desenvolver habilidades de leitura.
•
Apresentar oralmente uma quadrinha, com segurança, adequando postura e entonação.
•
Avaliar a própria apresentação seguindo critérios estabelecidos.
•
Ouvir com atenção e respeito as apresentações dos colegas.
Roteiro de trabalho Preparação A recitação de quadrinhas possibilita o desenvolvimento de capacidades orais, uma vez que mobiliza a entonação e a musicalidade presentes no gênero. Também permite o resgate de elementos da cultura popular. É importante que os alunos saibam de memória a quadrinha que vão recitar no sarau. Por isso, é sugerida uma atividade de registro da quadrinha no Lapbook. Como este é o primeiro momento de uso do Lapbook, reservar uma ou duas aulas para esse trabalho de montagem e registro das quadrinhas. Mostrar o material que está no Faça você mesmo!, página 35, e perguntar: quem sabe o que é Lapbook? Para que ele serve? O que acham que será feito nele? etc. Concluir com os alunos que se trata de um recurso visual em que poderão registrar o que estudaram e aprenderam. Depois, podem utilizá-lo para estudo ou
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Orientações Explorar a imagem que ilustra a seção no livro. Além disso, as engrenagens podem ser relacionadas às etapas de trabalho que devem ser cumpridas na seção para que o objetivo final, que é a produção de uma quadrinha, seja atingido. Em seguida, orientar os alunos a abrir o caderno Oficina da escrita na página indicada e apresentar a proposta de trabalho a eles, explorando cada etapa.
Conexões Para os alunos • OLIVEIRA, Rafael Soares. Pé de cobra, asa de sapo. São Paulo: Ática, 2011.
relembrar algo importante. É essencial observar as diferentes formas de registro dos alunos para um mesmo tema, assunto ou conteúdo, o que auxiliará na avaliação processual.
Orientações
MONTE O SEU LAPBOOK
Montagem do Lapbook: Pedir aos alunos que destaquem do Faça você mesmo! o flap com o Lapbook. Orientá-los a colocar os dados pessoais no local reservado da capa e a destacar as peças que deverão ser coladas no espaço reservado do Lap. Atenção ao que é proposto em cada etapa de montagem, pois em alguns momentos os alunos colam os recursos diretamente no Lap e depois fazem os registros; em outros, precisam primeiro fazer o registro nas peças destacadas e depois colar no Lap. Esse material deve ser guardado em uma pasta para ser utilizado em outros momentos. Explicar que esse material será utilizado sempre que esse ícone ao lado estiver indicado no livro. Informar que poderão personalizar o Lapbook utilizando diferentes materiais. Contudo, reforçar que farão registro do que aprenderam. Uso do Lapbook – Orientar os alunos a destacar uma das fichas da página 39 do Faça você mesmo! e registrar a quadrinha que escolheram para recitar. O registro torna mais fácil a memorização. Essa ficha pode ser guardada no Lapbook depois que o aluno fizer a apresentação ou mesmo para levar para casa e estudar. É necessário organizar com antecedência o dia da apresentação, para que tenham oportunidade de memorizar a quadrinha em casa. Ao longo da seção, os alunos ouvirão os colegas recitarem outras quadrinhas; então, oriente-os a escolher uma de que gostaram e a registrá-la na outra ficha do Faça você mesmo!, página 39. Se quiserem, podem ilustrar sua quadrinha e a do colega. As duas fichas poderão ficar guardadas no Lapbook. 69
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Pág.
Oralidade • Sarau (cont.)
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Orientações A apresentação, proposta na atividade 1, pode ser feita em várias aulas, para não se tornar uma atividade monótona. Treinar a leitura com os alunos, enfatizando ritmo e entonação. Salientar que nessa atividade os alunos devem recitar as quadrinhas de modo mais formal, diferentemente da leitura/recitação espontânea realizada durante as brincadeiras. Chamar a atenção deles para a fórmula de cortesia ao finalizar uma apresentação. Em algumas apresentações, as pessoas fazem gestos como curvar a cabeça ou o tronco para agradecer. Os meninos podem dizer Obrigado!, e as meninas, Obrigada! Ao propor a atividade 4, explicar que, após as apresentações, cada aluno vai analisar o próprio desempenho, observando a postura e o tom de voz ao recitar a quadrinha. Também é importante que os alunos percebam se os colegas ficaram atentos durante a apresentação, se bateram palmas no final ou se fizeram algum comentário, positivo ou negativo. Se possível, gravar as apresentações para ajudar nas autoavaliações dos alunos. Caso a escola tenha um blogue, verificar a possibilidade de postar os vídeos das apresentações. A autoavaliação permite aos alunos perceber se atingiram o objetivo proposto: recitar com desenvoltura uma quadrinha previamente escolhida e memorizada. Estimular a conversação espontânea dos alunos, deixando-os à vontade para se expressar com autoconfiança.
Faça mais
36 e 37
An ota çõe s
Expectativas de aprendizagem •
Aprofundar e/ou consolidar o reconhecimento de nomes próprios e de letras iniciais.
•
Desenvolver e/ou aplicar habilidades de leitura para reconhecer nomes com a mesma letra inicial.
•
Relacionar imagens e palavras.
•
Reconhecer sílabas iniciais das palavras.
Roteiro de trabalho Preparação
DNEPWU
Págs.
Organizar os alunos em grupos e entregar a cada grupo fichas com os nomes das figuras da atividade 1: leão, lobo, limonada, luva, lata, janela, foca, fogo, fogão, milho, mesa, muro, macaco, cama, coruja, casa, gelo. Os grupos devem organizar as fichas de acordo com as letras iniciais dos nomes. Durante a atividade, observar como organizam as palavras e, se necessário, fazer intervenções que os levem a avançar no sistema de escrita alfabética.
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O que mais é possível fazer? Pedir aos alunos que se organizem em duplas para fazer uma entrevista com os professores de outras turmas e saber quais eram suas quadrinhas preferidas quando crianças e se ainda se lembram de como recitá-las. Se for possível, gravar os professores recitando para apresentar à turma. A preparação dos alunos para a entrevista é um momento propício para formalizar o uso das palavras de cortesia em situações de comunicação oral. Explorar com a turma algumas expressões que poderão empregar nesse momento: Com licença! (ao pedir permissão para entrar na sala de outro professor), Por favor! (ao solicitar o depoimento do professor) e Obrigado(a)! (ao final da entrevista), por exemplo. Retomar essas palavras de cortesia com os alunos sempre que necessário, incentivando-os a utilizar em diversas situações do dia a dia.
Conexões Para os alunos • BELINKY, Tatiana. Quadrinhas. São Paulo: Editora 34, 2014. • MEIRELLES, Beatriz. Por favor...: aprendendo sobre boas maneiras. São Paulo: Scipione, 2006.
Orientações Fazer a leitura dos enunciados e solicitar aos alunos que realizem as atividades individualmente, sem a ajuda dos colegas e do professor. As atividades podem servir como avaliação diagnóstica individual. Pedir aos alunos que identifiquem quais palavras começam com determinada letra e verificar se reconhecem essas palavras. Pode-se fazer um quadro com os nomes das figuras dos diferentes caminhos do labirinto e proceder ao trabalho com as questões sobre letras iniciais.
O que mais é possível fazer? Entregar novamente aos grupos as fichas com os nomes das figuras da atividade 1. Explorar semelhanças entre as palavras, questionando: quais delas têm o mesmo número de letras? Quais terminam com a mesma letra? Se achar conveniente, aproveitar o jogo indicado em Conexões e pedir aos alunos que registrem os nomes que aparecem nas cartas obtidas no jogo da memória. Se achar propício, explorar a diferença que a troca de uma letra faz à palavra, em casos como: LIA, LUA; MILA, MOLA; MARIA, MÁRIO; LOLA, LULA. Conexões Para os alunos • ESCOLA GAMES. A procura das cartas. Disponível em: http://livro.pro/39uh5h. Acesso em: 24 jan. 2020.
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Págs.
Pelos caminhos da História • Cidadania
38 e 39
An ota çõe s
Expectativas de aprendizagem •
Desenvolver habilidades de leitura para compreender o texto.
•
Descobrir a origem e a história da escolha do próprio nome e do sobrenome.
•
Reconhecer o nome e o sobrenome como símbolos da identidade pessoal.
•
Ler e compreender enunciados para seguir instruções.
Roteiro de trabalho Preparação Preparar previamente os alunos para que peçam em casa informações sobre seu nascimento: data, hora, local. Solicitar que tragam também, se possível, uma cópia da própria certidão de nascimento.
O que mais é possível fazer?
ILUSTRAÇÕES: BIRY SARKIS
O livro A árvore da família, de Maísa Zaksuk (São Paulo: Panda Books, 2007), é um material rico que traz informações sobre genealogia, a origem dos nomes e dos sobrenomes e muito mais. O texto das páginas 18 e 19 propicia a conversa com os alunos sobre a origem e a função dos sobrenomes. Esse conhecimento pode despertar curiosidade, levando-os a buscar informações sobre a origem de seus sobrenomes. Incentivá-los nessa busca para que possam compartilhar essas informações com a turma.
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Orientações As atividades propostas nesta seção desenvolvem o conceito de identidade, abordando a escolha dos nomes e sua história familiar. Conhecer a história e a origem do nome ajuda a criança a construir sua imagem, seus costumes e valores e a perceber-se como um ser integrado à família e à sociedade.
Analisar as informações contidas na certidão e discutir por que elas são importantes nesse documento, levando os alunos a perceber que elas confirmam, comprovam a existência da pessoa.
ILUSTRAÇÕES: BIRY SARKIS
Como disparador, apresenta-se a certidão de nascimento, que garante o direito de todas as pessoas: ter nome e sobrenome.
Conexões Para o professor • BRASIL. Câmara dos Deputados. Declaração dos Direitos da Criança. Disponível em: http://livro.pro/2nvow8. Acesso em: 24 jan. 2020.
Para os alunos • ESTÚDIOS MAURICIO DE SOUSA; UNICEF. Almanaque Turma da Mônica em: O Estatuto da Criança e do Adolescente. Disponível em: http://livro.pro/rir76y. Acesso em: 11 fev. 2020. • TOQUINHO. Gente tem sobrenome. Intérpretes: Toquinho e convidados. In: CANÇÃO dos direitos da criança. Movieplay, 1997. 1 CD. Faixa 4. Disponível em: http://livro.pro/a99hnd. Acesso em: 24 jan. 2020.
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Págs.
O problema agora é... • Preservar os costumes
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An ota çõe s
Expectativas de aprendizagem •
Acompanhar a leitura do professor e buscar informações no texto.
•
Relacionar as informações lidas à cultura de um povo.
•
Valorizar as diferentes culturas.
•
(Re)conhecer semelhanças e diferenças entre culturas.
•
Reconhecer ações que podem ajudar a preservar a cultura dos povos indígenas.
•
Perceber que cada povo tem suas crenças e costumes e que essas diferenças constroem a identidade de cada ser humano.
Orientações Ler o texto para os alunos, informar que o povo indígena Urubu-Kaapor vive no estado do Maranhão e explorar oralmente as informações. Explicar o que significa ritual de nominação: cerimônia em que se nomeia alguém que ainda não tem nome. Certificar-se de que os alunos compreenderam o significado de todas as palavras do texto.
ILUSTRAÇÕES: TETIANA RED/SHUTTERSTOCK.COM
Após a leitura e exploração do texto, os alunos podem retomar os relatos sobre as escolhas dos nomes em suas famílias e compará-los ao ritual desse povo. Esse é um bom momento para se discutir a necessidade de manter o respeito entre os colegas da turma diante das diferenças físicas, culturais e sociais.
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Roteiro de trabalho Preparação Esta seção permite o desenvolvimento da metodologia ativa Resolução de problemas. Iniciar a aula perguntando aos alunos se seus familiares costumam comemorar o nascimento de uma criança na família e como é essa comemoração. Estimular a conversa de modo que falem sobre os costumes de seus familiares diante desse acontecimento e valorizar as maneiras e os costumes citados. Em seguida, questionar se todos os povos comemoram o nascimento de uma criança da mesma forma e por quê. Perguntar aos alunos sobre como seus nomes foram escolhidos: quem escolheu seu nome? Por que esse nome foi escolhido? Você sabe o significado do seu nome? Quando e como seu nome foi anunciado à família?
TETIANA RED/SHUTTERSTOCK.COM
Caso a maioria dos alunos não saiba a “história” de seu nome, incentivá-los a conversar com os familiares ou responsáveis sobre o assunto para que possam compartilhar as informações com a turma. Valorizar os relatos dos alunos e as diferenças entre as situações relatadas, ressaltando o fato de que famílias que vivem em uma mesma cidade ou região podem apresentar costumes diferentes.
Ler para os alunos o livro Kabá Darebu, de Daniel Munduruku (São Paulo: Brinque-Book, 2002). Essa leitura pode ser uma maneira prazerosa de levá-los a perceber diferenças nos modos de vida de cada um. No livro, o narrador conta quem escolheu seu nome e outras curiosidades sobre o modo de viver de seu povo. Após a leitura, fazer um quadro na lousa com os elementos citados pelo protagonista, como alimentação, moradia e brincadeiras, e, coletivamente, estabelecer uma comparação com o modo de vida dos alunos e das pessoas de sua região.
ESTÚDIO ORNITORRINCO
O que mais é possível fazer?
Conexões Para os alunos • KING, Stephen Michael. Pedro e Tina: uma amizade muito especial. São Paulo: Brinque-Book, 1999. Reimpresso em junho de 2013. O livro possibilita reflexões a respeito das diferenças entre as pessoas. • POVOS INDÍGENAS NO BRASIL MIRIM. Site de ensino e difusão das culturas indígenas do Brasil. Disponível em: http://livro.pro/smj5mc. Acesso em: 24 jan. 2020. O site disponibiliza textos, vídeos e jogos que exploram as diferentes culturas indígenas existentes no Brasil, com linguagem acessível ao público infantojuvenil.
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ARTIC U LADO R A
MATRIZ
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1
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ALINE SENTONE
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MATERIAL DO PRO
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MATERIAL DO PRO
PROIBIDA
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2 • QUER BRINCAR?
Os alunos vão refletir sobre o sistema de escrita alfabética ao ler parlendas. Geralmente, as parlendas já são conhecidas por eles, o que facilita o (re)conhecimento das palavras que as compõem. Por isso, esse gênero textual apoia o início do processo de aquisição da base alfabética. As parlendas, devido à sua origem popular, suscitam valores ligados à transmissão oral de conhecimentos e à identidade regional e, assim, propiciam um rico trabalho a ser desenvolvido com os alunos. Aliadas às brincadeiras infantis, como pular corda, brincadeira de roda e “Lenço atrás”, as parlendas possibilitam um trabalho lúdico e estimulante para os alunos do 1o ano.
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CONTEÚDOS • • • • • • •
BNCC
Gênero principal: parlenda. Reconhecimento de letras iniciais. Número de letras. Escrita de palavras. Letras iniciais e finais. Relação palavra-imagem. Vogais.
• • • •
Formação de novas palavras. Produção textual: escrita de parlenda. Oralidade: brincadeira oral com parlenda. Outras leituras: variações regionais das parlendas.
Ao trabalhar esses conteúdos, desenvolvem-se as seguintes habilidades:
Prática de linguagem: Leitura/escuta (compartilhada e autônoma) EF15LP03
EF12LP18
EF15LP18
EF12LP01
EF12LP02
EF12LP17
EF15LP17
Prática de linguagem: Produção de textos (escrita compartilhada e autônoma) EF15LP06
EF15LP05
EF15LP07
Prática de linguagem: Escrita (compartilhada e autônoma) EF01LP02
EF01LP18
EF12LP03
EF12LP05
EF01LP22
Prática de linguagem: Oralidade EF15LP10
EF01LP19
Prática de linguagem: Análise linguística/semiótica (Alfabetização) EF01LP05
EF01LP07
EF01LP08
EF12LP07
EF01LP24 Todos os campos de atuação
Campo da vida cotidiana
NESTA UNIDADE, VOCÊ PODE USAR: Metodologias ativas
Campo das práticas de estudo e pesquisa
Campo artístico-literário
Para apoiar o trabalho da unidade, sugerem-se estes recursos:
Objetos digitais
•
Pensamento espacial e as representações, páginas 42-43.
•
Imagem animada: Quadrinhas, páginas 46-47.
•
Linguagens imagéticas, páginas 64-65.
•
Jogo: Texto organizado: compreensão de texto, páginas 48-49.
Para enriquecer as propostas do seu trabalho, utilizar os recursos pedagógicos da:
O SOLUçÃ
O Livro do aluno traz oportunidades para o trabalho com o volume 1, Minhas emoções, parte da coleção Cadernos das emoções. Nesta unidade, para apoiar o seu planejamento, sugere-se o uso do material nos momentos a seguir. • Leitura 1, página 45. • Oralidade, página 63. • Faça mais, páginas 60-61.
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BNCC
NO DETALHE
Habilidades da unidade OBJETOS DE HABILIDADES CONHECIMENTO Prática de linguagem: Leitura/escuta (compartilhada e autônoma) (EF15LP03)
Apreciação estética/Estilo
Localizar informações explícitas em textos.
(EF15LP17) Apreciar poemas visuais e concretos, observando efeitos de sentido criados pelo formato do texto na página, distribuição e diagramação das letras, pelas ilustrações e por outros efeitos visuais. (EF12LP18) Apreciar poemas e outros textos versificados, observando rimas, sonoridades, jogos de palavras, reconhecendo seu pertencimento ao mundo imaginário e sua dimensão de encantamento, jogo e fruição.
Formação do leitor literário/ Leitura multissemiótica
(EF15LP18)
Decodificação/ Fluência de leitura
(EF12LP01) Ler palavras novas com precisão na decodificação, no caso de palavras de uso frequente, ler globalmente, por memorização.
Formação de leitor
(EF12LP02) Buscar, selecionar e ler, com a mediação do professor (leitura compartilhada), textos que circulam em meios impressos ou digitais, de acordo com as necessidades e interesses.
Compreensão em leitura
(EF12LP17) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, enunciados de tarefas escolares, diagramas, curiosidades, pequenos relatos de experimentos, entrevistas, verbetes de enciclopédia infantil, entre outros gêneros do campo investigativo, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos.
Prática de linguagem: Produção de textos (escrita compartilhada e autônoma)
Planejamento de texto
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação comunicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê); a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso, informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
Revisão de textos
(EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.
Edição de textos
(EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilustrando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital.
Prática de linguagem: Escrita (compartilhada e autônoma) Correspondência fonema-grafema
(EF01LP02) Escrever, espontaneamente ou por ditado, palavras e frases de forma alfabética – usando letras/grafemas que representem fonemas.
Escrita autônoma e compartilhada
(EF01LP18) Registrar, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, cantigas, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-línguas, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/ assunto/finalidade do texto.
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LEGENDA
Todos os campos de atuação
Campo da vida cotidiana
Campo das práticas de estudo e pesquisa
Campo artístico-literário
Construção do sistema alfabético/Estabelecimento de relações anafóricas na referenciação e construção da coesão
(EF12LP03) Copiar textos breves, mantendo suas características e voltando para o texto sempre que tiver dúvidas sobre sua distribuição gráfica, espaçamento entre as palavras, escrita das palavras e pontuação.
Escrita compartilhada
(EF12LP05) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, (re)contagens de histórias, poemas e outros textos versificados (letras de canção, quadrinhas, cordel), poemas visuais, tiras e histórias em quadrinhos, dentre outros gêneros do campo artístico-literário, considerando a situação comunicativa e a finalidade do texto.
Produção de textos
(EF01LP22) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, diagramas, entrevistas, curiosidades, dentre outros gêneros do campo investigativo, digitais ou impressos, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.
Prática de linguagem: Oralidade Escuta atenta
(EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de professores e colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema e solicitando esclarecimentos sempre que necessário.
Produção de texto oral
(EF01LP19) Recitar parlendas, quadras, quadrinhas, trava-línguas, com entonação adequada e observando as rimas.
Prática de linguagem: Análise linguística/semiótica (Alfabetização) Construção do sistema alfabético Construção do sistema alfabético e da ortografia
(EF01LP05) Reconhecer o sistema de escrita alfabética como representação dos sons da fala. (EF01LP07)
Identificar fonemas e sua representação por letras.
(EF01LP08) Relacionar elementos sonoros (sílabas, fonemas, partes de palavras) com sua representação escrita.
Forma de composição do texto
(EF12LP07) Identificar e (re)produzir, em cantiga, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-línguas e canções, rimas, aliterações, assonâncias, o ritmo de fala relacionado ao ritmo e à melodia das músicas e seus efeitos de sentido.
Forma de composição dos textos/Adequação do texto às normas de escrita
(EF01LP24) Identificar e reproduzir, em enunciados de tarefas escolares, diagramas, entrevistas, curiosidades, digitais ou impressos, a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros, inclusive em suas versões orais.
PA R A D A
PARA AVALIAÇÃO
SUGESTÃO
Propor novas atividades de escrita para verificar se houve avanço na aquisição da escrita alfabética. Propor aos alunos que escrevam uma parlenda conhecida por eles. Esse novo diagnóstico possibilitará o planejamento de atividades, garantindo, assim, melhores resultados no processo de aprendizagem.
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Abertura de unidade
3 Págs. 42 e 4
Roteiro de trabalho Antecipe-se • Cordas, páginas 52-53. • Computador para acessar o ambiente digital iônica, páginas 43, 46-49.
Preparação Propor a brincadeira “Adoleta” apresentada no site Mapa do Brincar: http://livro.pro/no6yi7 (acesso em: 27 jan. 2020). Verificar se os alunos a conhecem e qual é seu jeito de brincar. Em seguida, explicar as regras para que todos possam participar. No site indicado, há mais duas variações da brincadeira “Adoleta”. Se possível, explorar também as variações da brincadeira com os alunos, destacando seus locais de origem.
Para começo de conversa Orientações As atividades da seção inicial da unidade ajudam a explorar a função do gênero textual em foco (parlenda) e a contextualizá-lo, possibilitando o reconhecimento dos momentos em que é utilizado.
Leitura 1
Pág. 45
An ota çõe s
Expectativas de aprendizagem •
Estabelecer relação entre a imagem apresentada e brincadeiras infantis.
•
Desenvolver habilidades de leitura ao relacionar as parlendas ao contexto da imagem.
•
Desenvolver habilidades de leitura ao acompanhar a leitura do texto feita pelo professor.
Roteiro de trabalho Explorar oralmente os conhecimentos dos alunos sobre o gênero. Promover brincadeiras diversificadas que utilizem parlendas, aproveitando as ideias citadas pelos alunos na atividade 3 da abertura da unidade. Os jogos e as brincadeiras no contexto escolar proporcionam momentos de interação entre os colegas e ajudam a criar vínculos afetivos entre alunos e professores, além de dinamizar a aprendizagem na alfabetização.
THIAGO BENTO
Preparação
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Depois de explorar a imagem da abertura da unidade e realizar as atividades 1, 2 e 3, comentar com os alunos que há no Brasil uma grande diversidade de brincadeiras de pular corda, de acordo com cada região ou cidade. Fazer um levantamento dos modos de brincar que eles conhecem. Convém ressaltar que as brincadeiras propiciam o trabalho com noções espaciais; por isso, aproveitar e explorar a imagem para trabalhar as ideias de localização e posição, como frente/atrás, em cima/embaixo, dentro/fora etc. Sempre que for oportuno, trabalhar esses conceitos espaciais nas diferentes vivências.
O que mais é possível fazer? Escolher uma parlenda do livro Meio-dia macaco assobia, de Bel Linares e Alcy (São Paulo: Saraiva, 2012), indicado no Clube da leitura, página 63 do Livro do aluno, e no ambiente digital iônica, e projetá-la para os alunos. O desafio é descobrir qual é a parlenda representada nas ilustrações e escrevê-la com a ajuda de um colega. Acessar a galeria de áudios do site Mapa do Brincar: http://livro.pro/dpp7eu (acesso em: 27 jan. 2020) e ouvir as parlendas Adoleta, Saladinha e Corre, cutia. Comparar as versões que os alunos conhecem com as versões registradas no site e verificar o que há de semelhante e o que há de diferente e aproveitar o momento para mostrar, em um mapa, onde fica esse lugar. Conexões Para o professor e para os alunos • ALMEIDA, Lucila Silva de; BAROUKH, Josca Ailine. Parlendas para brincar. São Paulo: Panda Books, 2013.
Orientações Explorar a imagem questionando os alunos sobre qual é a situação representada e o que as crianças parecem estar fazendo, levando-os a relacionar com situações já vivenciadas por eles. Aproveitar o momento para explorar com os alunos como se sentem no dia do aniversário. É uma boa oportunidade para trabalhar com o volume 1, Minhas emoções, parte da coleção Cadernos das emoções, em que, dentre as atividades propostas, há uma que explora os sentimentos no dia do aniversário. No desenvolvimento da seção, levar os alunos a perceber que parlendas são jogos de palavras ritmados, muitos sem sentido lógico, que podem ser utilizados com diferentes finalidades: introduzir ou acompanhar brincadeiras, selecionar competidores, lançar desafios, ajudar a aprender os números e as letras, entre outras.
O que mais é possível fazer? Registrar as parlendas que forem recitadas ao longo das atividades propostas na unidade e afixá-las no mural da sala de aula ajudam a construir um ambiente alfabetizador.
Conexões Para os alunos • PRIETO, Heloisa. O jogo da parlenda. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2005.
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Depois de ler
7 Págs. 46 e 4
Expectativas de aprendizagem
An ota çõe s
•
Desenvolver habilidades de leitura ao acompanhar a leitura do texto feita pelo professor.
•
(Re)conhecer algumas parlendas e sua função em diferentes contextos.
•
Analisar as características do texto.
•
Perceber as regularidades da parlenda.
•
Desenvolver habilidades de compreensão do texto.
•
Identificar informações no texto e (re)conhecer palavras.
Roteiro de trabalho Orientações Ao final da atividade 1, explorar com os alunos as diferenças entre os gêneros quadrinha e parlenda: a parlenda, ao contrário da quadrinha, não tem número fixo de versos; muitas parlendas têm palavras inventadas apenas para compor a rima, o que não ocorre nas quadrinhas. Se possível, acessar o objeto digital: Quadrinhas para que os alunos possam ouvir as quadrinhas e observar as suas características.
Págs.
Letras... Palavras: Ação • Letras iniciais e finais
48 e 49
An ota çõe s
Expectativas de aprendizagem • • • • • • •
Ler e compreender uma parlenda. Identificar a letra inicial de palavras. Reconhecer palavras na parlenda. Escrever palavras a partir da letra inicial. Identificar a quantidade de letras nas palavras. (Re)conhecer palavras a partir do número de letras estabelecido para completar quadro. Identificar nome a partir de instruções dadas.
Roteiro de trabalho Preparação Escrever os versos da parlenda Uma pulga na balança em cartões, separadamente (um verso em cada cartão). Em grupos, os alunos devem organizá-los na ordem em que a parlenda é falada. Se possível, acessar o objeto digital: Texto organizado: compreensão de texto, no qual os alunos podem ampliar a atividade e brincar com um jogo de organizar parlendas. 82
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O que mais é possível fazer?
LEO TEIXEIRA
Uma possibilidade de trabalho é selecionar algumas parlendas e escrevê-las coletivamente como parte do processo de alfabetização. Ao falar para o professor os versos que compõem o texto, o aluno verifica a escrita das palavras e observa a correspondência entre letra e som. As palavras memorizadas o ajudam a fazer antecipações e, ao ler o texto, estabelece relação entre o que já sabe e o que está escrito. Dessa forma, o aluno conhece novas letras, novas palavras e começa a estabelecer relações entre grafema e fonema.
Conexões Para o professor • TERRITÓRIO DO BRINCAR. Site de difusão de pesquisas sobre a cultura infantil. Disponível em: http://livro.pro/3y4qwm. Acesso em: 27 jan. 2020.
Conexões Para os alunos • JOGOS DA ESCOLA. Cruzadinhas dos animais. Disponível em: http://livro.pro/tyv5wo. Acesso em: 27 jan. 2020.
Orientações Ler os enunciados para os alunos e deixá-los realizar individualmente as atividades. Em seguida, retomar cada atividade e perguntar-lhes o que responderam, levando-os a refletir sobre o conceito trabalhado. Na atividade 1a, após verificarem que a palavra pulga começa com a letra p, os alunos podem observar se há palavras da parlenda que começam com as demais letras apresentadas (t, s, r, f).
O que mais é possível fazer? Como atividade complementar, escrever na lousa palavras sem a letra inicial e solicitar aos alunos que tentem descobrir quais são elas. Exemplos: ato (gato, rato, fato, jato, mato etc.); ama (cama, lama, dama, fama, rama etc.); edo (dedo, cedo, medo etc.). Outra sugestão seria perguntar-lhes os nomes dos brinquedos de que gostam e registrá-los na lousa. Ler as palavras e, em seguida, retirar as letras iniciais para que os alunos apontem quais são essas letras. Essa atividade pode ser realizada em pequenos grupos. Os alunos podem selecionar outras palavras, retirar as letras iniciais e pedir a outro grupo que as descubram. Para fechar a sequência de atividades, propor o jogo da forca on-line, disponível no site http://livro.pro/32fex8 (acesso em: 27 jan. 2020).
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Págs.
Letras... Palavras: Ação • Letras iniciais e finais (cont.)
50 e 51
An ota çõe s
Expectativas de aprendizagem •
Relacionar imagem à palavra que a designa.
•
(Re)conhecer letras iniciais e finais nas palavras.
•
Perceber a formação de uma nova palavra ao trocar a letra inicial ou a letra final de uma outra palavra determinada.
•
Identificar a letra que forma o masculino ou o feminino de uma palavra.
Roteiro de trabalho Preparação Sugerir aos alunos que, em duplas, pensem em suas brincadeiras preferidas e escrevam seus nomes com as letras do alfabeto móvel. Escrever na lousa os nomes das brincadeiras que os alunos formaram e perguntar, por exemplo, quais delas começam com a letra b, quais terminam com a letra o, e assim por diante.
Orientações Antes de realizar o item da atividade 7, se considerar necessário, retome algumas atividades da unidade 1 sobre masculino e feminino.
Págs.
An ota çõe s
Rede de leitura
52 e 53
Expectativas de aprendizagem • • •
Desenvolver habilidades de leitura e (re)conhecer as características da parlenda. Identificar variações nas parlendas apresentadas. Relacionar as parlendas à sua região de origem.
Roteiro de trabalho Preparação Os alunos podem ouvir o áudio da parlenda Salada, saladinha 2 no site http://livro.pro/g4ar6u (acesso em: 27 jan. 2020).
Orientações Explorar oralmente os textos. Perguntar aos alunos se as parlendas são exatamente iguais. Chamar a atenção para os ingredientes que aparecem nos textos: sal, pimenta, cebola, colorau. Explicar que colorau é um pó avermelhado, muito usado no Nordeste do Brasil, feito com as sementes da árvore urucum ou com pimentão seco, usado para temperar e/ou colorir alimentos. Após a leitura, explorar as referências (créditos) das parlendas. Comentar que as referências indicam de onde determinado texto foi retirado: no caso, de um site. Chamar a atenção novamente para a expressão parlenda popular. O site, neste caso, publicou parlendas que pertencem à tradição oral. 84
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O que mais é possível fazer? Escrever em cartões os nomes dos alunos da turma, retirando as letras inicial e final de cada nome. Distribuir um cartão a cada aluno e pedir que cada um descubra qual é o nome, completando-o com as letras omitidas. Depois, em pequenos grupos, os alunos podem agrupar os nomes que são iniciados pela mesma letra e verificar se a letra final também é coincidente.
THIAGO BENTO
Outra sugestão de atividade é brincar de escrever uma palavra na lousa sem a letra inicial para que os alunos descubram qual é. Pode-se escolher um “universo” de palavras — animais, flores, jogos, nomes, objetos.
Conexões Para os alunos • ESCOLA GAMES. Aprendendo o alfabeto. Disponível em: http://livro.pro/tzd47z. Acesso em: 27 jan. 2020.
Conexões Para os alunos • NÓBREGA, Maria José; PAMPLONA, Rosane. Salada, saladinha. São Paulo: Moderna, 2005.
Na atividade 4, é importante incentivar a participação de todos, pois atividades como essa desenvolvem o repertório cultural, bem como habilidades físicas. O jeito de brincar é praticamente o mesmo. Na primeira versão, dois alunos batem a corda para um outro pular. Enquanto a brincadeira acontece, todos recitam os versos. No verso final — “Fogo, foguinho, fogão!” —, os que batem a corda aceleram o ritmo, e, se quem está pulando errar, entra outro participante em seu lugar. Na segunda versão, os alunos que batem a corda aceleram o ritmo depois de recitar toda a parlenda.
O que mais é possível fazer? Escrever a parlenda a seguir na lousa ou em um papel Kraft (caso queira manter o texto exposto na sala) e explorar as palavras que eles reconhecem. Perguntar qual é o verso que se repete e o que está escrito nele. Qual a função da repetição? Propor que tentem memorizar a parlenda e, depois, que leiam devagarinho ou bem rápido, para comparar o ritmo recitado.
Um homem bateu em minha porta E eu abri Senhoras e senhores, Deem uma voltinha,
Senhoras e senhores, Pulem de um pé só, Senhoras e senhores, Ponham a mão no chão, E vão... pro olho... da rua! Parlenda popular.
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Leitura 2
Pág. 54
Expectativas de aprendizagem
An ota çõe s
•
Desenvolver habilidades de leitura e compreensão de texto ao acompanhar a leitura feita pelo professor.
•
Localizar informações em uma parlenda.
•
Identificar rimas e perceber as letras que a formam.
•
Perceber as regularidades da parlenda.
•
Desenvolver habilidades de compreensão do texto ao responder às questões.
•
Identificar informações no texto e (re)conhecer palavras.
Roteiro de trabalho Preparação Propor a questão inicial da seção, incentivando os alunos a compartilhar suas experiências. É possível que se lembrem de outras parlendas, como Um, dois, feijão com arroz, de cantigas, como Um, dois, três indiozinhos..., ou, ainda, de brincadeiras como “Amarelinha”. Se possível, levar a turma para um espaço aberto da escola e propor a realização de algumas das brincadeiras citadas pelos alunos. Solicitar que alguns alunos se voluntariem para explicar a(s) brincadeira(s) aos colegas.
Págs. 56
Letras... Palavras: Ação • Escrita de palavras
e 57
An ota çõe s
Expectativas de aprendizagem •
Identificar a palavra correspondente à imagem.
•
Identificar o número de letras em cada palavra.
•
(Re)conhecer e identificar palavras com determinado número de letras.
•
Completar palavras utilizando as vogais.
Roteiro de trabalho Preparação Como lição de casa, pedir aos alunos que tragam recortes (com cerca de 4 cm × 4 cm) de fotografias de três aves e seus respectivos nomes. Em sala de aula, eles devem procurar dois colegas que trouxeram fotografias de aves diferentes. Juntos, confeccionarão peças para um jogo de memória: nove com as fotografias e nove com a escrita dos respectivos nomes. Orientá-los a fazer os cartões na mesma medida ou fornecê-los já cortados. Circular pelos grupos e verificar como escreveram os nomes das aves e, se for preciso, fazer intervenções para que possam refletir sobre a escrita e reescrever os nomes. Organizar a classe, explicar as regras do jogo e informar o tempo que terão para realizar a atividade. 86
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Para o professor • SANTOS, A. S.; BATISTA, A.; SILVA, F. Redescobrindo os gêneros textuais populares como alternativa para a aprendizagem, com destaque às parlendas. Tarrafa: revista do NUPE (Núcleo de Pesquisa e Extensão) do DEDC I / UNEB, Salvador, p. 49-61, 2012. Disponível em: http://livro.pro/ej2pez. Acesso em: 27 jan. 2020.
Depois de ler Roteiro de trabalho
ADILSON FARIAS
Conexões
Orientações Depois de realizar a atividade 5, propor a elaboração de um cartaz coletivo com a parlenda em estudo. Atuar como escriba, questionando a turma sobre como registrar as palavras e problematizando as dúvidas ortográficas que surgirem. Após a escrita da parlenda, propor aos alunos que ilustrem, na frente de cada verso, a quantidade de ovos mencionada. Como alternativa à ilustração, é possível propor aos alunos que representem as quantidades mencionadas por meio da colagem de objetos, como tampinhas de refrigerante ou bolinhas de papel. Para concluir a sequência de atividades, acessar o canal Parlendoteca, disponível em http://livro.pro/3mqtky (acesso em: 27 jan. 2020) e explorar com os alunos a animação da parlenda A galinha do vizinho e de outras parlendas disponíveis.
O que mais é possível fazer? No site Mapa do brincar, encontram-se diversas brincadeiras em que são utilizadas parlendas. Escolher algumas delas e estimular os alunos a vivenciar situações que podem apoiar o processo de reconhecimento e apropriação do sistema alfabético. Selecionar algumas das parlendas recitadas e escrever em cartões todas as palavras que compõem o texto. Em grupo, os alunos podem montar a parlenda, colando as palavras em uma cartolina. O site está disponível em http://livro.pro/u2eec8 (acesso em: 27 jan. 2020).
Conexões Para os alunos • APRENDENDO o alfabeto. Blumenau: Todolivro, 2001.
Orientações Na atividade 2, observar como os alunos tentam descobrir quais vogais completam os nomes dos animais. Além das palavras dadas, escrever outras palavras na lousa e deixar lacuna nas vogais para que os alunos as completem. Dar pistas sobre o universo a que pertencem as palavras pode ajudá-los a descobri-las. Exemplo: P G D R: é usado para limpar a lousa (apagador). Todas essas atividades permitem formular novas hipóteses sobre a escrita, possibilitando assim o avanço dos alunos no processo de apropriação do sistema de escrita alfabética. Na atividade 3, se considerar conveniente, propor aos alunos que mostrem seu desenho aos colegas.
O que mais é possível fazer? Propor aos alunos que escolham uma das imagens das aves da página 56 e façam uma pesquisa sobre ela, consultando livros que compõem o acervo da biblioteca da escola e/ou sites indicados por você. Orientar a pesquisa de acordo com os tópicos seguintes: nome da ave, hábitat, alimentação e alguma curiosidade que chamar a atenção dos alunos. O registro da pesquisa pode ser feito em um cartaz para ser afixado no mural da classe. Além disso, os grupos podem conversar a respeito do que descobriram sobre as aves selecionadas. Para encerrar a aula, propor o “Jogo das vogais”, disponível em: http://livro.pro/j54s6m (acesso em: 27 jan. 2020). 87
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Letras... Palavras: Ação • Formação de novas palavras
9 Págs. 58 e 5 An ota çõe s
Expectativas de aprendizagem •
Perceber a formação de uma nova palavra ao trocar uma letra.
•
Reconhecer palavras em diagrama.
•
Formar novas palavras trocando a consoante inicial.
•
Reconhecer que alterações na ordem escrita de grafemas mudam a composição e o significado da palavra.
Roteiro de trabalho Preparação
Págs.
Faça mais
60 e 61
An ota çõe s
Expectativas de aprendizagem •
Aprofundar e/ou consolidar conceitos estudados.
•
Utilizar habilidades de leitura e conhecimentos sobre o gênero para completar parlenda.
•
(Re)conhecer palavras que completam um texto.
•
Descobrir as letras iniciais de palavras a partir de pistas dadas.
•
Perceber a mudança que ocorre em uma palavra ao trocar a consoante inicial por outra.
LEO TEIXEIRA
Fazer uma brincadeira do tipo “Barquinha carregadinha” com palavras que comecem, por exemplo, com a letra p. Dispor os alunos em roda e dar início à brincadeira, dizendo: “Lá vai a barquinha carregadinha de... pato!”. O aluno que está à sua direita deve falar uma palavra iniciada com a letra p, e assim sucessivamente. Aquele que não conseguir falar uma palavra com a letra inicial proposta sai do jogo e só poderá voltar no próximo desafio.
Roteiro de trabalho Preparação Pedir aos alunos que tentem identificar a parlenda observando a ilustração que a acompanha. Os alunos podem utilizar o alfabeto móvel para escrever as palavras que utilizarão para completar a parlenda apresentada na atividade 1. Falar as palavras uma a uma e, durante a atividade, observar como estão agrupando as letras. Em seguida, dar pistas para que verifiquem se o número de letras está correto. Por exemplo: a palavra cadeirinha tem dez letras, começa com a letra c e termina com a letra a. 88
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Conexões
Orientações
Para os alunos
Explicar aos alunos que é possível formar novas palavras trocando apenas uma letra de algumas palavras, como mostrado na atividade 1.
• GOMES, Lenice. Brincadeiras de A a Z. São Paulo: Mundo Mirim, 2013.
Na atividade 2, aproveitar para explorar os nomes das letras iniciais utilizadas na formação de novas palavras. Escrevê-las na lousa e pedir aos alunos que digam os nomes de cada uma. Antes de iniciar a atividade 4, escrever algumas palavras na lousa e propor aos alunos que as montem usando o alfabeto móvel e, em seguida, troquem a ordem das letras para formar outras palavras. Escolher uma palavra e fazer a troca na ordem das letras para exemplificar aos alunos. Propor que trabalhem em duplas ou trios e, ao final, solicitar que compartilhem as palavras formadas, registrando-as na lousa. Possibilidades de formação de palavras: paca/capa; boca/cabo etc.
O que mais é possível fazer? Propor aos alunos a construção de novas palavras a partir de uma palavra dada, trocando apenas a consoante inicial. Exemplos: galo (calo, ralo, talo), mico (bico, fico, pico, rico, Zico), vaca (caca, faca, laca, maca, paca, saca, taca). Registrar as sugestões na lousa, selecionando apenas palavras que existem na língua portuguesa. Verificar a compreensão do significado de cada uma delas. Uma variação da atividade pode ser a brincadeira de forca, apresentando uma palavra sem a letra inicial. Dar pistas para ajudar os alunos a descobrir a palavra: nome de objeto, de pessoa ou de lugar; para que serve; onde se encontra, entre outras.
Conexões Para os alunos • BRINCANDO COM ARIÊ. Disponível em: http://livro.pro/j4xi9c. Acesso em: 27 jan. 2020.
Orientações Na atividade 1, pedir aos alunos que tentem identificar a parlenda observando a ilustração que a acompanha. Explorar oralmente a parlenda e ouvir as versões e/ou variações que eles conhecem. Escrever as palavras que diferenciam a parlenda apresentada das versões propostas pelos alunos. Depois, conversar com os alunos sobre o choro do jacaré. Aproveitar para trabalhar com o volume 1, Minhas emoções, parte da coleção Cadernos das emoções, para que os alunos possam identificar suas emoções e descobrir como lidar com elas. Reservar um tempo durante a aula para esse trabalho.
O que mais é possível fazer? Fazer a leitura ou declamar a parlenda Hoje é domingo, disponível em http://livro.pro/cqpxeg (acesso em: 29 set. 2020) e perguntar aos alunos se a conhecem e em que situações é recitada. Em seguida, copiar os versos na lousa ou em uma cartolina. Solicitar que encontrem na parlenda a palavra buraco. Questionar como conseguiram identificá-la e qual é a primeira letra dessa palavra. Propor que encontrem na parlenda outras palavras que começam com essa mesma letra (barro, bate e barriga). Perguntar quantas vezes uma determinada palavra aparece no texto. Propor outros desafios, explorando a quantidade de letras em cada palavra e palavras terminadas com a letra o. 89
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Pág.
Produção de texto • Escrita de parlenda
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Conexões Para o professor • NOVA ESCOLA. Coletânea de parlendas e quadras populares. Disponível em: http://livro.pro/cqpxeg. Acesso em: 27 jan. 2020.
Expectativas de aprendizagem •
Retomar características do gênero parlenda, identificando rimas e repetições nos versos.
•
Desenvolver habilidades de leitura, observando a entonação e as rimas dos versos.
Roteiro de trabalho Preparação Relembrar as parlendas trabalhadas na unidade, recitando-as com os alunos. Selecionar previamente outras parlendas e escrevê-las em cartazes para ser afixados no mural da classe. Explorar as parlendas escritas nos cartazes, solicitando aos alunos que identifiquem e grifem as palavras que rimam. Propor aos alunos, organizados em duplas ou trios, que ilustrem os cartazes.
Orientações Explorar o infográfico que ilustra a seção para saber o objetivo da escrita que vão fazer. Em seguida, orientar os alunos a abrir o caderno Oficina da escrita, na página indicada, e apresentar a proposta de trabalho aos alunos, explorando cada etapa.
Para o professor • IZA, Dijnane Fernanda V.; JALANTONIO, Raquel; PEDRAZZANI, Daniela Silva. Atividades de brincadeiras tradicionais: uma proposta em programas intergeracionais. Disponível em: http://livro.pro/ta5cjg. Acesso em: 27 jan. 2020.
Oralidade • Recitação de parlenda (cont.) Orientações Inicialmente, conversar com os alunos sobre a brincadeira “Lenço atrás” (ou “Corre cutia”) e compartilhar as versões que eles conhecem. Durante a conversa, deixá-los à vontade para se expressar com autoconfiança, de modo que fiquem estimulados a se engajar na brincadeira que realizarão a seguir.
THIAGO BENTO
Conexões
Na atividade 1, incentivá-los a decorar a parlenda. Em seguida, reproduzir um episódio do programa Quintal da Cultura, em que as personagens Ludovico e Doroteia brincam de “Corre cutia” com as crianças, disponível em http://livro.pro/3rdmi3 (acesso em: 27 jan. 2020), e perguntar aos alunos se a brincadeira foi feita da mesma maneira que eles conhecem. Notar as semelhanças e diferenças entre os jeitos de brincar. Além disso, observar o ritmo em que a parlenda é recitada – mais devagar ou mais rápido. Organizar a turma para a escolha de quem será o primeiro a jogar o lenço. Ler a parlenda para os alunos, instruindo-os a seguir a leitura com o dedo. 90
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Oralidade • Recitação de parlenda
63
•
Ler e compreender as instruções para a brincadeira.
•
Recitar parlenda durante uma brincadeira.
•
Desenvolver atitudes de boa convivência e respeito aos colegas.
Roteiro de trabalho
BEATRIZ MAYUME
Expectativas de aprendizagem
An ota çõe s
Preparação Os alunos podem recitar as versões que conhecem da parlenda Corre cutia. Verificar se existem variações e de que região elas são. Para a brincadeira proposta na seção, garantir um espaço aberto na sala, movendo as carteiras. Outra possibilidade é fazê-la no pátio da escola. As crianças podem fazer uma roda e sentar-se no chão. Essa atividade proporciona um momento lúdico no processo de aprendizagem. É importante fazer combinados com os alunos antes da brincadeira a fim de garantir a boa convivência entre eles. Orientá-los a ouvir com atenção as instruções orais e a buscar soluções para os conflitos, por meio do diálogo. O momento da brincadeira também é oportuno para trabalhar com o volume 1, Minhas emoções, parte da coleção Cadernos das emoções, cujas atividades ajudam os alunos a identificar suas emoções e a lidar com elas.
Págs.
Pelos caminhos da Arte • Obra de arte
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Conexões Para o professor • ALDEMIR MARTINS. In: ENCICLOPÉDIA ITAÚ Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2019. Disponível em: http://livro.pro/aa49ec. Acesso em: 27 jan. 2020. Verbete da Enciclopédia.
Expectativas de aprendizagem •
(Re)conhecer uma obra de arte.
Roteiro de trabalho Preparação Propor aos alunos que observem a obra de arte. Incentivar que descrevam a obra e verificar se conseguem perceber a imagem do galo.
Orientações Na atividade 3, solicitar aos alunos que pesquisem diferentes imagens de um galo. Montar um painel com as imagens trazidas pelos alunos e explorar as diferentes possibilidades de representação de um mesmo elemento (nesse caso, o galo), instigando-os a diferenciar imagens realistas e as estilizadas.
O que mais é possível fazer? Na atividade 1a, voltar à legenda da imagem e perguntar se os alunos sabem o que significa acrílico sobre tela. Esclarecer que se trata da técnica de pintura utilizada pelo artista na produção dessa obra. A tinta acrílica, diferentemente da tinta a óleo, é de secagem rápida e não causa danos à saúde (pois é diluída em água). 91
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