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Miriam Chnaiderman
Uma psicanálise errante Andanças cinemáticas e reflexões psicanalíticas
Errâncias. O inconsciente ordena-se pelas bordas que norteiam a clínica, de
Um livro original: a deambulação de puro “presente” (tempo e dádiva), a articulação das experiências da autora como psicanalista e cineasta. Um louco de rua (o primeiro filme), um louco de literatura (Zé Agrippino), coveiros (Artesãos da morte) e travestis (De gravata e
modo que, para atravessar as singularidades, é preciso contrapor-se
unha vermelha) são alguns de
decididamente às fronteiras rígidas entre o dentro e o fora, assim
seus personagens.
como entre o olhar, a escrita e a escuta. Entre cinema, psicanálise e literatura, Miriam Chnaiderman percorre o real pelas suas dobras e arestas como um aprendiz inquieto nas suas errâncias poéticas.
– Joel Birman
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Uma psicanálise errante
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Psicanalista, documentarista, ensaísta. Faz parte do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae, onde é professora do Curso de Psicanálise. Tem mestrado pelo Programa de Comunicação e Semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), doutorado em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e pós-doutorado pelo Programa de Fundamentos da Psicopatologia da PUC-SP. Dirigiu vários filmes premiados no Brasil e internacionalmente. Participou do Coletivo Escutando a Cidade.
Chnaiderman
Miriam Chnaiderman
PSICANÁLISE
Capa_Chnaiderman_Psi errante_P3.pdf 1 19/12/2023 01:16:53
Não é só balanço crítico do trajeto. É balanço-ritmo, cadência candente – pulsação de deriva, pulsão de vidas. Epifanias da serendipidade. Relicário de constelações. À beira do abismo e do desamparo, a lucidez da condição humana e sua manifestação em arte nos salvam do
série
PSICANÁLISE CONTEMPORÂNEA Coord. Flávio Ferraz PSICANÁLISE
irremediável. Com o alumbramento de sua obra, Miriam Chnaiderman é nosso anjo da guarda freud-benjaminiano.
Carlos Adriano