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Técnica e Criatividade

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Capa_Ferro_Tecnica e criatividade_P2.pdf 1 27/06/2022 14:14:55

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O onírico é considerado o momento básico do trabalho psicanalítico. O onírico vai além do sonho, está presente como contínua atividade da mente e que consente se transformar em pensamento e emoção que estimula tanto o mundo interno quanto o externo.

PSICANÁLISE

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Os temas mais atuais do campo da técnica psicanalítica, como aqueles da modalidade interpretativa, do fim de análise, da contribuição dos dados do paciente em cada estágio da análise, são aqui aprofundados através do uso do material clínico, o mais importante instrumento de comunicação capaz de evitar a dificuldade de entendimento.

Técnica e criatividade

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É analista didata e supervisor na Società Psicoanalitica Italiana (SPI), da qual foi presidente (2013-2017), e membro da American Psychoanalytic Association (APsaA) e da International Psychoanalytical Association (IPA). Tem sido professor convidado de diversas instituições na Europa, na América do Norte, na América do Sul e na Austrália. Recebeu o Sigourney Award em 2007. É autor de numerosos artigos sobre clínica, técnica e teoria da técnica publicados em revistas de psicanálise na Itália e em outros países. É autor dos livros Tormentos de almas (Blucher, 2017), Na sala de análise: emoções, relatos, transformações (Blucher, 2019), Fatores de Doença, Fatores de Cura: gênese do sofrimento e da cura psicanalítica (Blucher, 2021), A psicanálise como literatura e terapia (1999) e Evitar as emoções, viver as emoções (2007), esses dois últimos no prelo pela editora Blucher.

Ferro

Antonino Ferro

Antonino Ferro

Técnica e criatividade O trabalho analítico

PSICANÁLISE

O autor é um analista conhecido internacionalmente, com uma influência crescente sobre a psicanálise brasileira. Seu texto é repleto de metáforas vivas, esclarecedoras e sua imaginação clínica é notável. A linguagem clara e simples usada por ele coloca os seus leitores em contato com um discurso psicanalítico renovado, sem perder a profundidade do seu pensamento. Ele apresenta uma clínica renovada inspirada em Madeleine e Willy Baranger, assim como na releitura de alguns conceitos winnicottianos, e sustentada massivamente em sua interpretação pessoal das implicações clínicas de Bion. Na base de suas concepções está presente o modelo do sonho, particularmente do sonho em estado de vigília, que utiliza de maneira inteligente e ilustrativa o conceito de espaço transicional, no qual se forma os significados, e da comunicação por meio da identificação projetiva. Para Ferro a interpretação pode ser vista como um ato de apreensão metafórica do processo de constituição de experiências emocionais, no momento mesmo de sua ocorrência e, portanto, já indicador do processo pelo qual os significados são construídos. A interpretação, neste contexto, é também um ato de criação de significados, tanto para o paciente quanto para o analista, embora de qualidade diferente, que amplia o universo das emoções ao abrir redes de vivências emocionais até então impermeáveis.


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Técnica e Criatividade by Editora Blucher - Issuu