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Sexualidade Começa na Infância

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Sempre é bom revisitar textos e experiências vividas para continuar aprendendo. Como diz a música, navegar é preciso, viver não é preciso. Ao reler os relatos que compõem Sexualidade começa na infância, os quais são baseados na experiência de formação de educadores na área da sexualidade, pude confirmar a importância do trabalho realizado, a riqueza da vivência, a valorização do conhecimento contextualizado na prática cotidiana e o quanto aprendemos conjuntamente, capacitadores e capacitados. Maria Aparecida Perez Secretária da Educação do Município de São Paulo – 2003-2004

PSICANÁLISE & EDUCAÇÃO

Organizadora

PSICANÁLISE & EDUCAÇÃO

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Quanto a nossa vivência com as crianças não nos ensinou? Com certeza muito, porque é na relação professor-aluno que se amplia nosso conhecimento e, assim como acontece com as crianças, desperta nossa curiosidade.

Sexualidade começa na infância

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É psicanalista, membro efetivo, analista didata, analista de criança e adolescente e docente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP). Mestre em Psicologia da Educação, doutora e pós-doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Coordenadora da Clínica 0 a 3 – Relações iniciais pais-bebê e da clínica transcultural do Centro de Atendimento Psicanalítico da SBPSP. Responsável pela Coordenação Geral da CIPPA Latinoamericana (Coordenação Internacional entre Psicoterapeutas Psicanalistas que se ocupam de pessoas com Autismo). Membro do GPPA – Grupo Prisma de Psicanálise e Autismo e do Rieppi-Rede internacional de estudos sobre a psicanálise e a psicopatologia do infans. Autora de vários livros e artigos publicados em revistas nacionais e internacionais. E-mail: mcpsilv@gmail.com

Pereira da Silva

Maria Cecília Pereira da Silva

Maria Cecília Pereira da Silva

Sexualidade começa na infância 3ª edição revista e ampliada

Ninguém vive bem sua sexualidade numa sociedade tão restritiva, tão hipócrita e falseadora de valores; uma sociedade que viveu a experiência trágica da interdição do corpo com repercussões políticas e ideológicas indiscutíveis; uma sociedade que nasceu negando o corpo. Viver plenamente a sexualidade sem que esses fantasmas, mesmos os mais leves, os mais meigos, interfiram na intimidade do casal que ama e faz amor, é muito difícil. É preciso viver relativamente bem a sexualidade. Não podemos assumir com êxito pelo menos relativo a paternidade, a maternidade, o professorado, a política, sem que estejamos mais ou menos em paz com a sexualidade.

Paulo Freire


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Sexualidade Começa na Infância by Editora Blucher - Issuu