Souza
Qual o profissional psi que nunca viu chegar ao seu consultório alguém que toma medicamentos psiquiátricos? A situação é cada vez mais frequente, e, muitas vezes o lança no embaraço: Por que o possível paciente está tomando tal remédio? Como ele age no organismo, que efeitos psíquicos se podem esperar do seu uso? Este livro aborda essas questões por um viés inovador, por meio de quatro fragmentos clínicos, mostra por que foi necessário recorrer a tal ou qual psicotrópico e como sua atuação no corpo contribuiu para o progresso do trabalho analítico. Sem ceder ao tribalismo terapêutico, segundo o qual psiquiatria e psicanálise são campos tão afastados que seria impossível cooperarem para um mesmo objetivo, a autora – psiquiatra e psicanalista, que se move em ambos os campos com a facilidade de quem fala duas línguas maternas – nos brinda com uma sólida defesa da complementaridade entre eles. E com muito mais, como descobrirá quem se dispuser a acompanhá-la nas páginas a seguir. Bem-vinda estreia na arena dos debates da nossa área, e de grande interesse para o público em geral! Renato Mezan PSICANÁLISE
Qual o lugar da psicofarmacologia na psicanálise?
Psiquiatra e psicanalista, é graduada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) e mestre em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Cursou as Residências de Clínica Médica e Psiquiatria na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (ISCMSP), sendo preceptora da Residência de Psiquiatria desta mesma instituição desde 2007.
Débora Naomi de Souza PSICANÁLISE
Débora Naomi de Souza
Qual o lugar da psicofarmacologia na psicanálise?
Débora Naomi de Souza tem formação e experiência em psiquiatria e psicanálise, e busca sustentar a colaboração entre psicofármacos e trabalho psicanalítico. Neste livro, ela apresenta a história da psicofarmacologia moderna, bem como uma discussão crítica da psicofarmacologia contemporânea, promove o diálogo entre a psicanálise, as neurociências e a psicofarmacologia, problematizando teorias biológicas para as doenças mentais e ressaltando o enfoque da psicanálise no inconsciente. Sem escapar dos impasses, Débora defende o trabalho clínico como justificativa para enfrentar a confusão de línguas que se coloca entre diferentes campos do saber, fornecendo ao leitor um texto elucidativo e provocativo. Dra. Paula Peron Psicóloga e psicanalista