Presidente da Fundação Feira do Livro de Ribeirão Preto e produtor de cinema
Alcibiades “Bibi” Junqueira Diretor administrativo do Instituto Figueiredo Ferraz
“A dinâmica de reflexão dos sonhos no Cinema e Psicanálise, sobre a magia do cinema, proporcionounos o encontro e a vivência do nosso lindo, intenso e real romance.” Gilda De Sordi Ortoptista
Geraldo Romanelli Sociólogo e professor Dr. da USP de Ribeirão Preto
PSICANÁLISE
Além da projeção
“Falar no Cinema e Psicanálise, esse tão importante evento, a respeito do filme Ata-me! do Almodóvar, foi –há 23 anos – para mim, uma noite marcante impressa em minha memória!”
Além da projeção: uma década de cinema e psicanálise é uma coletânea de comentários escritos por psicanalistas durante os dez primeiros anos do Projeto Cinema e Psicanálise, da Sociedade Brasileira de Psicanálise de Ribeirão Preto. Além da riqueza dos textos, escritos em linguagem palatável atravessando temas universais da condição humana por meio de obras aclamadas da sétima arte, o leitor também irá encontrar algo que pode soar familiar. Assim como os melhores escritores, os cineastas são capazes de contar histórias que revolvem as nossas entranhas. Munidos de algo sutil e, ao mesmo tempo, desconcertante, como na letra da canção dos Beatles “Nowhere man”, que nos inclui no enredo. Após nos apresentar ao “homem de lugar nenhum”, parecem nos perguntar, ironicamente: “Ele não é um pouco como eu e você”? Luiz C. Toledo
Organizadores Ana Rita Nuti Pontes | Andréa Ciciarelli Pereira Lima |
PSICANÁLISE
Edgard de Castro
Pontes | Lima | Antônio | Souza | Toledo | Oliveira | Vassimon
“A Psicanálise tem no Cinema, uma forma de mostrar a realidade, seus meandros e a sua complexidade, em uma linguagem acessível aos leigos, tocando subliminarmente, nos seus conteúdos inconscientes.”
Denise Lopes Rosado Antônio | Josimara Magro Fernandez de Souza | Luiz Celso Toledo | Maria Bernadete Figueiró de Oliveira | Silvana Maria Bonini Vassimon
Além da projeção Uma década de cinema e psicanálise
Freud escolheu a companhia de Sófocles, Shakespeare e Dostoiévski ao escrever sobre seus pacientes e construir modelos para a prática e a teoria psicanalíticas. Em seus textos nos deparamos com a mente humana imersa em conflitos, autora e atriz de tramas inconscientes únicas e, não obstante, universais. O pai da psicanálise acreditava que as obras clássicas impactaram a civilização não por sua excepcionalidade, mas por serem nossas velhas (e estranhas) conhecidas, ainda que não saibamos disso. O psicanalista contemporâneo refaz esse caminho quando se dispõe a comentar um filme. Os personagens e o roteiro tornam-se fontes de imagens, emoções e questionamentos, evidenciando nossos conflitos e desejos. Um bom cineasta pode trazer à tona o impensável ou irrepresentável mesmo em sonhos.