Capa_Kupermann_Psi sem fronteiras_Permanecendo no proprio ser_P3.pdf 1 03/04/2024 12:05:19
Peixoto Junior
Carlos A. Peixoto Junior
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Neste livro, o leitor encontrará artigos que abordam temas importantes da psicanálise e da filosofia, como a interação da teoria com a clínica psicanalítica, uma análise clínica e filosófica das relações entre corpo e afeto, assim como questões relativas à política, à estética e aos processos de subjetivação contemporâneos. Para abordá-los a contento, os autores de referência utilizados foram aqueles que, tanto no domínio psicanalítico quanto no filosófico, voltaram-se para uma visão crítica da ortodoxia. Com Espinosa, Nietzsche, Deleuze, Guattari, Ferenczi, Winnicott, Fairbairn e Stern, dentre outros, o autor busca pensar a psicanálise de forma diferente, abrindo novos caminhos para os que se interessam pelos campos da clínica e da cultura.
Coordenador Daniel Kupermann
Permanecendo no próprio ser Ensaios entre psicanálise e filosofia
Permanecendo no próprio ser
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Psicólogo graduado pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Psicanalista; Membro do Grupo Brasileiro de Pesquisas Sándor Ferenczi, mestre em Teoria Psicanalítica pela UFRJ, doutor em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da UERJ e Professor da graduação em Psicologia e do Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica da PUC-Rio. É autor de Metamorfoses entre o sexual e o social: uma leitura da teoria psicanalítica sobre a perversão (Civilização Brasileira), Singularidade e subjetivação: ensaios sobre clínica e cultura (7Letras/Puc-Rio) e Michael Balint: a originalidade de uma trajetória psicanalítica (Revinter); e organizador de Formas de subjetivação (Contracapa).
Carlos Augusto Peixoto Junior
PSICANÁLISE SEM FRONTEIRAS
PSICANÁLISE
PSICANÁLISE SEM FRONTEIRAS
Permanecer não é necessariamente restar sem criar. Continuar sendo, implica em devir, tornar-se outro sem se perder nas derivas da vida. O Permanecendo no próprio ser pretende abrir a percepção do leitor para questões psicanalíticas e filosóficas para além de toda e qualquer ortodoxia. Seja na clínica ou na teoria, o intuito é avançar abrindo caminhos novos para a abordagem de temas como a relação terapêutica, o corpo, os afetos e as subjetividades contemporâneas de um ponto de vista ético-estético. Com isso, cria-se uma possibilidade de articulação da psicanálise contemporânea com os domínios pós-metafísicos da imanência e da multiplicidade, colocando-a em diálogo com a filosofia da diferença, de modo a permitir que ela continue a avançar como prática de liberdade.