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Do Niilismo ao Amor à Vida

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Capa_Trinca_Niilismo_P2.pdf 1 25/10/2022 10:01:27

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PSICANÁLISE

PSICANÁLISE

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Lidar com o pessimismo, com o niilismo e com a tragicidade tornou-se uma tarefa difícil, diante de inúmeras propostas filosóficas, psicológicas, sociológicas e outras, que se fundamentam no catastrofismo e na renúncia ao amor à vida. O que pensar a respeito de visões da realidade que se voltam contra a natureza, a vida e o Universo? Haveria uma saída possível para a condição humana miserável e sofredora? O que a psicanálise tem a oferecer em face do desalento sistemático e do desencantamento do mundo? Este livro traz uma proposta de superação, considerando os fatores e elementos que determinam o afastamento de contato com a realidade interna e externa. É função da psicanálise colocar-se do lado da vida e lutar contra a destrutividade, o aniquilamento e o caos, de que resultam visões desfiguradas dos fatos. O amor à vida sustenta-se em elaborações psíquicas, cujas bases estão no contato da pessoa com seu próprio ser.

Do niilismo ao amor à vida

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É Graduado em Psicologia, Mestre em Psicologia Clínica e Doutor em Ciências (Psicologia) pela Universidade de São Paulo (USP). É professor livre-docente e titular na mesma instituição. Foi docente do Instituto de Psicologia da USP nos cursos de graduação e pós-graduação, onde foi coordenador do programa de pósgraduação na área de Psicologia Clínica. É especialista em pesquisa, orientou e supervisionou cerca de oitenta projetos. Publicou mais de 130 trabalhos científicos em revistas especializadas, anais de congressos, capítulos de livros, entre outros. Autor de mais de duas dezenas de livros publicados no Brasil, França, Itália, Canadá e Bélgica. É psicanalista (Membro Efetivo da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo e da International Psychoanalytical Association) e ocupa a cadeira nº 40 da Academia Paulista de Psicologia.

Trinca

Walter Trinca

Walter Trinca

Do niilismo ao amor à vida

Ser ou não ser

O antídoto mais eficaz contra o niilismo, o pessimismo e o catastrofismo é a relação vital com a própria vida, pois esta é o que há de mais importante. Para isso, a interioridade despojada de vida terá que sofrer modificações. Liga-se à vida aquele que se experimenta vivo no fundo de si mesmo, com a consciência de que, ao atacar-se e invalidar-se no próprio núcleo do ser, sobrevêm o esvaziamento e a angústia. Uma pessoa nessas condições tem consciência viva de si, que se torna, por isso mesmo, consciência da vida fora de si, uma vez que só há percepção externa quando há percepção interna.


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Do Niilismo ao Amor à Vida by Editora Blucher - Issuu