Regina Herzog Psicanalista, professora aposentada da UFRJ e doutora em Psicologia Clínica PUC-Rio. Membro do Grupo Brasileiro de Pesquisas Sándor Ferenczi. Coordenadora no NEPECC/UFRJ.
Este livro é o resultado de um longo processo de elaboração e de escrita. Trata-se da apresentação, para o público em geral, do que pudemos refletir sobre uma pesquisa clínica iniciada em 2014 e encerrada com essa publicação. Sendo fiéis aos nossos compromissos com a universidade pública brasileira e com o movimento psicanalítico, trazemos o nosso testemunho sobre o desafio de insistir na escuta psicanalítica dentro de um serviço público do SUS, no âmbito de uma pesquisa. Nosso objetivo é, eminentemente, fazer aparecer algo
Teresa Pinheiro
o vazio e a inutilidade da ação, quando esta é tão somente a repetição escravizada de atos compulsivos.
Psicanalista, professora aposentada da UFRJ, doutora em Psicanálise pela Universidade de Paris 7. Membro emérito do Grupo Brasileiro de Pesquisas Sándor Ferenczi. Coordenadora no NEPECC/UFRJ.
série
PSICANÁLISE CONTEMPORÂNEA Coord. Flávio Ferraz PSICANÁLISE
De Narciso a Sísifo
de nosso laço social e de nossa clínica na voz de sujeitos que afirmam
Organizadores
Julio Verztman Regina Herzog Teresa Pinheiro
De Narciso a Sísifo Os sintomas compulsivos hoje
PSICANÁLISE
Psicanalista, psiquiatra, professor do Programa de Pós-Graduação em Teoria Psicanalítica (IP-UFRJ) e do Mestrado Profissional em Atenção Psicossocial (IPUB-UFRJ). Coordenador no NEPECC/UFRJ.
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Julio Verztman
Fruto de um longo trabalho de pesquisa no âmbito da universidade pública e do SUS, este livro tem por objeto a compreensão do sintoma compulsivo. Ele revela a fecundidade de um grupo de psicanalistas que “resiste” a uma cultura da pressa, narcísica e líquida, por isso “produz” questionamentos e reflexões sobre a clínica. Os autores são exemplares na forma criativa de investigar e transmitir a experiência da prática psicanalítica. Aliando terapia e pesquisa, cada caso clínico é fonte privilegiada da busca pelo saber e pensar analíticos. O leitor será instigado a adentrar o universo subjetivo de participantes atendidos na pesquisa, testemunhando a história, o sofrimento e a dinâmica do processo terapêutico de cada um deles. Assim, sairá do mero lugar de observador e empaticamente participará da travessia analítica, ora no lugar do paciente, ora no do analista-pesquisador.
Marcelo Bouwman