Capa_Fulgencio_Teorias psicoanaliticas_P3.pdf 1 07/10/2022 19:55:19
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E-mail: lfulgencio@usp.br
No Volume 1, dedico-me a analisar as origens e a consolidação das primeiras propostas de teorias psicanalíticas do desenvolvimento, ocupando-me das perspectivas elaboradas por Sigmund Freud, Anna Freud, René Spitz, Erik Erikson e Margareth Mahler, com um apêndice que procura fazer o mesmo tipo de análise estrutural focado na compreensão do processo de desenvolvimento da nossa faculdade de conhecer por Jean Piaget.
Volume 1
PSICANÁLISE
Leopoldo Fulgencio PSICANÁLISE
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Este livro tem como objetivo apresentar e analisar de forma crítico-comparativa as diversas teorias psicanalíticas do desenvolvimento emocional. Trata-se de apresentar cada uma dessas teorias em termos da sua estrutura e de seus objetivos, segundo uma matriz de análise na qual são colocados em foco os fenômenos, os modelos ontológicos, os métodos para construção da teoria e a sua aplicabilidade na resolução de problemas.
Teorias psicanalíticas do desenvolvimento
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É professor associado (livre-docente) do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, no Departamento de Psicologia da Educação e do Desenvolvimento. Dedica-se ao estudo e desenvolvimento da psicanálise, tanto no que se refere aos seus aspectos epistemológicos, metodológicos e práticos, como no que se refere às contribuições da psicanálise para as teorias do desenvolvimento emocional, especialmente com relação à obra de Freud e Winnicott.
Fulgencio
Leopoldo Fulgencio
Teorias psicanalíticas do desenvolvimento Estudo histórico-crítico-comparativo Volume 1: Origens e Consolidação
Útil para as atividades clínicas e educacionais, tanto no sentido profilático como no curativo, as teorias do desenvolvimento fornecem a moldura para que possamos trabalhar e pensar o processo de amadurecimento cognitivo e afetivo do ser humano. As teorias psicanalíticas do desenvolvimento emocional ou socioemocional fornecem, assim, um conjunto amplo e detalhado da longa jornada existencial que vai da origem do ser humano até o momento em que selamos a história com a própria morte, considerando dois fatos estruturais fundamentais: a existência de processos socioemocionais que são ou ficam inconscientes na história dos indivíduos, determinando a sua existência; a constatação de que a vida emocional (vida com o outro) constitui o indivíduo, na sua saúde e nos seus distúrbios.