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O psicanalista vai ao cinema - Volume 4

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Capa_Telles_Psi vai ao cinema_vol 4_P5.pdf 1 13/03/2024 09:47:29

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Intrigas familiares, canibalismo, necrofilia, cosmogonias, banquetes totêmicos, narcisismos, dissociação, despersonalização, lutas de classe, voyerismo, identificações fusionais, violência contra homens e animais, delírios religiosos, distopias sociais, psicologia das massas, literatura e escritores, arte e guerra, ideologia corporativa, adolescência, simbolização, manipulações da mídia e redes sociais, informação e desinformação, radicalização política, questões da sexualidade. Neste volume 4 de O psicanalista vai ao cinema, Sérgio Telles mostra as implicações inconscientes dos temas presentes em 30 filmes realizados por diretores, como Peter Greenaway, Walter Salles, Andrew Jarecki, Aleksandr Sokurov, Yorgos Lanthimos, Hector Babenco, Anna Muylaert, Pedro Almodóvar, Kiril Serebrennikov, Darren Aronofsky, Alfonso Cuarón, Sono Sion, Jane Campion e outros igualmente talentosos.

O psicanalista vai ao cinema Volume 4

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Psicanalista e escritor. Membro do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae, onde coordena o grupo “Psicanálise e Cultura” e faz parte do corpo editorial da revista Percurso. Membro da Associação Brasileira de Psicanálise de Casal e Família (ABPCF) e da Associação Internacional de Psicanálise de Casal e Família. Tem artigos publicados em revistas especializadas e escreve na grande imprensa. Autor de vários livros, entre eles Posto de Observação: reverberações psicanalíticas sobre cotidiano, arte e literatura (Blucher) e Fragmentos clínicos de psicanálise (Casa do Psicólogo).

Sérgio Telles PSICANÁLISE

Sérgio Telles

O psicanalista vai ao cinema Volume 4

PSICANÁLISE

O interesse pela literatura me fez perceber sua grande proximidade com a psicanálise, quer seja pela importância da linguagem que ambas compartilham, quer seja pela também compartilhada busca pela compreensão do psiquismo, que se expressa nos pensamentos, nas ações, comportamentos e motivações dos seres humanos ou seus representantes, os personagens ficcionais. A proximidade existente entre a psicanálise e a literatura se reproduz no cinema. E, por ser tão popular e acessível, me pareceu ser, até mais que a literatura, um veículo extraordinário para a divulgação da psicanálise, na medida em que ao analisar o enredo dos filmes, pode-se mostrar para o público como se manifesta o inconsciente e como se organiza a interpretação analítica.


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O psicanalista vai ao cinema - Volume 4 by Editora Blucher - Issuu