Diretora científica da SPRPE (2006), editora da Psicanálise em Revista (2005/2008). Docente, supervisora e avaliadora de analistas em formação da IPA. Membro do Conselho Diretor da FEBRAPSI (2022\2023). Coorganizadora dos livros Refletindo sobre a Psicanálise, volumes 1 e 2 (Editora da Universidade Rural de Pernambuco), e O Eu e o Isso (Editora Blucher). Eterna estudiosa da psicanálise, uma de suas saudáveis paixões.
Por que a paixão, desde a sua origem, ficou conhecida como aquele sentimento que “desorganiza” a psique humana? Por que costumamos dizer que ela anula a nossa própria existência, nos colocando em um estado de derradeira alienação? Do belo ao trágico. Da vida à morte. Da paz à guerra. Do egoísmo à empatia. A paixão, sem dúvida alguma, é um afeto de extremos. No entanto, o que seria da nossa existência sem ela? Ana Cláudia Zuanella debruça-se profundamente sobre essa temática, tecendo reflexões psicanalíticas a respeito desse afeto que nos tira do eixo, mas, paradoxalmente, impulsiona a nossa vitalidade. O livro que o leitor tem em mãos não se propõe a responder tais interrogações, mas a movimentá-las. Em tempos de ódio, essa leitura se faz urgente, sobretudo para que possamos cultivar uma relação ambivalente (e madura) com o páthos da paixão. Prof. dr. Alexandre Patricio de Almeida Psicanalista, escritor, membro da International Winnicott Association (IWA). Mestre e doutor em Psicologia Clínica pela PUC-SP.
A paixão e seus destinos pathológicos
Psicóloga e Psicanalista. Mestre em Psicologia Clínica com ênfase em Psicopatologia Fundamental e Psicanálise pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap). Membro Titular e Didata da Sociedade Psicanalítica do Recife (SPRPE), filiada à Federação Brasileira de Psicanálise (FEBRAPSI) e International Psychoanalytical Association (IPA). Atual Diretora do Instituto de Psicanálise da SPRPE.
PSICANÁLISE
Zuanella
Ana Cláudia Zuanella
Ana Cláudia Zuanella
A paixão e seus destinos pathológicos Um olhar psicanalítico
PSICANÁLISE
Prefácio de Ignácio A. Paim Filho
“O encontro com o livro de Ana Cláudia Zuanella foi marcado por um forte impacto, que ocasionou curiosidades, desacomodou percepções e acordou impulsos epistemofílicos, na busca de alcançar em suas páginas algumas respostas para a intrigante problemática da Paixão. Ana, embutida da tenacidade dos conquistadores (Freud, 1900), ousa adentrar a esse território apaixonante, construindo uma abordagem elucidativa, ensaiando caminhos entre rupturas, pontes e costuras com seus companheiros de escrita. Estes vão sinalizando o percurso e, como bons modelos identificatórios, ocupam o lugar de referência, mas não de submissão, para que nossa escritora siga na construção de suas próprias ideias, assentadas firmemente na metapsicologia freudiana”. (Excerto do prefácio) Ignácio A. Paim Filho Psicanalista e escritor