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Uma breve história do agora: o passado e o presente do poder global

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UMA O passado e BREVE o presente HISTÓRIA do poder global DO AGORA Diego Olstein


Os problemas urgentes das sociedades contemporâneas parecem avançar do aprofundamento da crise climática e das desigualdades socioeconômicas até uma potencial instabilidade global dos regimes democráticos. Para compreender a formação deste cenário inquietante, o historiador Diego Olstein explora neste Uma breve história do agora a interdependência entre inovação tecnológica, crise ambiental, globalização econômica, hegemonia mundial, regimes políticos e desigualdades nos últimos 170 anos no mundo. O livro é organizado em torno de seis tendências que, na compreensão do autor, marcaram o mundo através das últimas décadas: a contestação crescente de uma economia global interconectada, o desalojamento da democracia liberal pelo autoritarismo, a incerteza da hegemonia dos Estados Unidos, as desigualdades socioeconômicas cada vez maiores, as transformações desencadeadas pelas inovações tecnológicas e a aceleração das mudanças climáticas. Numa linguagem clara e acessível, a obra oferece uma visão panorâmica da hegemonia mundial, da globalização econômica e dos regimes políticos à medida em que se desenvolveram nestes últimos dois séculos.

ISBN 978-85-9493-362-1


“V

ivemos uma época de acúmulo de instabilidades políticas, desastres ambientais, incertezas econômicas e outras crises profundas e, por isso, este livro chega exatamente no momento certo. Escrito com uma grande preocupação pelo nosso mundo atual e por seus contornos futuros, ele oferece perspectivas históricas globais fascinantes para vários problemas importantes, incluindo a ascensão e a queda das potências hegemônicas, as trajetórias do comércio exterior e as bases de sustentação da democracia. A obra prima de Diego Olstein parte de reflexões históricas profundas, interpretações globais ousadas e de um conhecimento vasto em várias áreas acadêmicas. Escrito em um estilo estimulante e lúcido, este texto não só é relevante para especialistas acadêmicos, mas é também de grande interesse para uma audiência mais abrangente.”

Dominic Sachsenmaier, Georg-August-Universität Göttingen, Alemanha


“A

o situar o agora contra o pano de fundo da pandemia global, Uma breve história do agora, de Diego Olstein, encapsula uma linha do tempo abrangente de fenômenos históricos que se desenvolvem em um espaço sem fronteiras. O autor entretece e faz convergir a sinergia das economias globais, da hegemonia (ou da falta dela), da democracia no caos e da tecnologia que impacta as mudanças climáticas. Trata-se, basicamente, do ‘poder do agora’ que suscita questões novas e cruciais da história global.”

Meeta Deka, professora e ex-diretora do departamento de História da Universidade de Gauhati, Índia

“E

sta é uma história verdadeiramente estimulante sobre a ascensão e a oscilação da globalização na história mundial moderna, com uma cronologia convincente e uma abordagem imaginativa para a causalidade. Uma de suas muitas qualidades é a reinterpretação do início do século XX de formas que vão além das narrativas convencionais.”

Peter N. Stearns, George Mason University, EUA


UMA O passado e BREVE o presente HISTÓRIA do poder global DO AGORA

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SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO Administração Regional no Estado de São Paulo Presidente do Conselho Regional Abram Szajman Diretor Regional Luiz Deoclecio Massaro Galina Conselho Editorial Carla Bertucci Barbieri Jackson Andrade de Matos Marta Raquel Colabone Ricardo Gentil Rosana Paulo da Cunha Edições Sesc São Paulo Gerente Iã Paulo Ribeiro Gerente Adjunto Francis Manzoni Editorial Jefferson Alves de Lima Assistente: Thiago Lins Produção Gráfica Fabio Pinotti Assistente: Ricardo Kawazu

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UMA O passado e BREVE o presente HISTÓRIA do poder global DO AGORA Diego Olstein Tradução: Humberto do Amaral

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Originalmente publicado em inglês sob o título A Brief History of Now; The Past and Present of Global Power de Diego Olstein, edição: 1 Direitos autorais © Diego Olstein, de acordo com a licença exclusiva de Springer Nature Switzerland AG, 2021. A presente edição foi traduzida e publicada de acordo com a licença de Springer Nature Switzerland AG. A Springer Nature Switzerland AG não assume responsabilidade pela precisão da tradução. Copyright da edição brasileira © Edições Sesc São Paulo, 2025 Todos os direitos reservados

preparação Leandro dos Santos Rodrigues revisão Edgar Costa Silva, Vanessa Paulino da Silva projeto gráfico e diagramação Werner Schulz capa Victor Burton ilustração de capa kotoffei/Shutterstock.com

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) O52u

Olstein, Diego.

Uma breve história do agora: o passado e o presente do poder global / Diego Olstein; tradução de Humberto do Amaral – São Paulo: Edições Sesc, 2025. 400p. ISBN 978-85-9493-362-1 1 Globalização. 2 Geopolítica. 3 Desigualdade socioeconômica. 4 Hegemonia mundial. 5 Inovação tecnológica. 6 Questões ambientais. 7 Guerras. 8 Século XIX. 9 Século XX. I Amaral, Humberto do. II Moreli, Alexandre. CDD 327 Elaborada por Ana Cláudia Martins CRB-8/8246

Edições Sesc São Paulo Rua Serra da Bocaina, 570 – 11º andar 03174-000 – São Paulo SP Brasil Tel. 55 11 2607-9400 edicoes@sescsp.org.br sescsp.org.br/edicoes /edicoessescsp

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Nota à edição brasileira

Os problemas urgentes das sociedades contemporâneas parecem avançar do aprofundamento das desigualdades socioeconômicas e da crise climática até uma potencial instabilidade global dos regimes democráticos. Para compreender a formação deste preocupante cenário, o historiador Diego Olstein explora neste Uma breve história do agora a interdependência entre inovação tecnológica, crise ambiental, globalização econômica, hegemonia mundial, regimes políticos e desigualdades nos últimos 170 anos no mundo. O livro é organizado em torno de seis tendências que, na compreensão do autor, marcaram o mundo nas últimas décadas: a contestação crescente de uma economia global interconectada, o desalojamento da democracia liberal pelo autoritarismo, a incerteza da hegemonia dos Estados Unidos, as desigualdades socioeconômicas cada vez maiores, as transformações desencadeadas pelas inovações tecnológicas e a aceleração das mudanças climáticas. Como escreve o professor Alexandre Moreli no prefácio desta edição que o Sesc traz ao público brasileiro, a leitura do livro pode, inclusive, oferecer um conhecimento importante ao entendimento da inserção internacional do Brasil, no passado e no presente. E isto ao clarificar, por exemplo, as razões pelas quais o País pode alcançar ganhos em momentos de transição das relações internacionais, mas também ao permitir ver o lugar de influências estrangeiras nos processos políticos e econômicos internos dos países. Ao investigar as limitações impostas pelos problemas presentes às trajetórias futuras, o conteúdo do livro dialoga diretamente com o trabalho desenvolvido pelo Sesc São Paulo no estímulo à compreensão dos desafios contemporâneos. Por meio de projetos que aliam cultura, conhecimento e consciência dos riscos ambientais, o Sesc se empenha em contribuir para um debate amplo a respeito do indivíduo e da sociedade.

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Sumário

Prefácio: Uma história em resistência à aceleração

1.

2.

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Alexandre Moreli

11

Introdução: estabelecendo o enquadramento Agora Globalização econômica Hegemonia mundial Democracia Desigualdade socioeconômica dentro das sociedades e entre elas Inovações tecnológicas Mudanças climáticas De tempos em tempos: trajetórias na história global

21

Éramos todos britânicos (1851-1914) Hegemonia, o que é isso? Revolução Industrial Qual pirâmide? A “Gradualução” Industrial Revolução democrática As revoluções sinérgicas Gêmeas não idênticas Um experimento com a sinergia Outro conjunto de gêmeos: livre-comércio e vantagem comparativa Dois conjuntos de gêmeos em turnê mundial: em casa na Europa Ocidental Dois conjuntos de gêmeos em turnê mundial: brincando de “ardil-22” com os impérios da pólvora Dois conjuntos de gêmeos em turnê mundial: a Divergência Americana Dois conjuntos de gêmeos em turnê mundial: a Partilha da África A primeira globalização e britanização Estragando a festa da hegemonia: os pontos fora da curva Todos a bordo! Bem-vindos ao Trem Global

23 28 30 32 35 40 42 43 47 49 51 53 54 56 57 58 61 63 66 68 80 88 93 97 104

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3.

Até o Grande Brexit (1914-1945) Uma interação globalmente tumultuada A hegemonia contestada de frente Um irmão ainda maior Um casal esquisito Uma revolução comunista global Sucesso surpreendente Em reação contrária Diretamente guiados Por imitação O fracasso, a mãe do improviso O Carrossel da Revolução O outro carrossel: a reação Um mundo seguro para a democracia É a economia, estúpido! Um divisor de águas Segundo round Uma despedida para o Trem Global!

4. Quando nos tornamos americanos (1946-1973)

A World Series Hegemonia e império: Grã-Bretanha Hegemonia e império: Estados Unidos Dois séculos de briga – e a situação se mantém Um grande porrete de quatro pontas Um chamariz enorme chamado Economia dos Estados Unidos Um sonho sedutor chamado sonho americano A sinergia rodopiante dos trigêmeos americanos Grã-Bretanha: 20; Estados Unidos: 34. Um modelo diferente para a hegemonia mundial 5.

Ou então... (1946-1973) Uma história global bastante direta para uma resposta bastante direta De uma guerra a outra guerra e à Guerra Fria Do lado certo do hegêmona mundial Do lado errado do contra-hegêmona

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105 107 109 114 115 117 119 121 123 125 127 129 131 136 139 141 144 147 149 151 153 156 164 170 173 180 182 184 189 191 194 202 210

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A União Soviética e a China Os trigêmeos contra-hegemônicos: poderosos, mas não tanto Nos trilhos do entrelaçamento do nacionalismo e do socialismo: Perón, Isabelita e a pátria-mãe socialista O entrelaçamento do nacionalismo e do socialismo por todas as repúblicas oligárquicas latino-americanas O entrelaçamento do nacionalismo e do socialismo em colônias recentemente emancipadas em todo o Oriente Médio Da descolonização direto ao entrelaçamento entre nacionalismo e socialismo na Ásia Meridional, no Sudeste Asiático e na África Nacionalismo e socialismo entrelaçados ao redor do mundo: a ascensão global dos Estados de partido único anti-hegemônicos De pirâmides a diamantes

214 221 223 226 230 234 239 241

6. Agora todo mundo junto: tornando-se cidadãos globais (1968-2003)

249

Os processos revolucionários (1968-1991): e pluribus unum (de muitos, um) 1968: uma revolta global 1973: o Yom Kippur, ou a guerra do Ramadã 1978: Deng Xiaoping significa “socialismo com características chinesas” 1982: a guerra das ilhas Malvinas/Falkland 1985: Gorbatchov significa glasnost e perestroika 1989: uma revolução global 1991: hegemonia e globalização reconciliadas Tudo vai se encaixando Os resultados revolucionários: reformas neoliberais mais fortes que revoluções Neoliberalismo significa desigualdades crescentes: a Grande Bifurcação De caldo cultural a salada A terceira onda de democratização

251

7.

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Caindo aos pedaços. De volta ao nacionalismo (2003-2020) Hegemonia e globalização reconciliadas, mas caindo em parafuso A hegemonia mundial americana abalada O abalo de 2007 na globalização neoliberal A contestação do neoliberalismo ao redor do mundo Alguns trunfos na manga: perturbações tecnológicas e ecológicas

254 263 269 272 275 279 285 291 295 299 306 310 313 315 318 334 344 358

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8.

O quadro mais amplo: padrões gerais em meio a desenvolvimentos tumultuados Uma breve recapitulação de desenvolvimentos tumultuados Padrões gerais: correspondências quíntuplas Padrões gerais e algumas das questões do presente e do futuro Trajetórias globais cristalizadas em regimes globais

365 367 368 379 386

Agradecimentos

393

Lista de ilustrações

394

Lista de tabelas

397

Sobre o autor

398

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Diagrama 8.1 Modelo linear vs. modelo sinérgico Hegemonia mundial Avanços tecnológicos Globalização econômica Desigualdade socioeconômica

Além dessas sinergias, todo processo se desenrola de acordo com suas próprias dinâmicas. É verdade, por exemplo, que avanços tecnológicos são uma condição necessária para que um hegêmona mundial alcance sua posição privilegiada. Mas não foi o que aconteceu no caso da ascensão da Grã-Bretanha, tampouco no caso dos Estados Unidos. A ascensão à condição de hegêmona mundial é um processo político obtido por meios políticos – ou, mais precisamente, por uma exibição de força definitiva e de proporções globais, como uma guerra mundial antes da era nuclear ou, durante ela, uma guerra fria. Por ser fundamentalmente um processo político, a hegemonia está intimamente relacionada às tendências dos regimes políticos, uma quinta variável que não havia se apresentado na análise de padrões de correspondências até aqui. Ao rastrear as ligações entre a ascensão dos hegêmonas mundiais e as tendências dos regimes políticos, também conseguimos visualizar um padrão nítido e consistente. Esse padrão é formado pela seguinte sequência: uma guerra imperial inconclusiva dispara uma revolução, que suscita tanto uma difusão do processo revolucionário para outras sociedades quanto uma reação contrária a ele. Depois, uma guerra imperial conclusiva se segue e, em seu rescaldo, a potência triunfante se torna o hegêmona mundial. Com a ascensão do hegêmona mundial, uma nova onda de democratização vem à tona. Esse padrão de seis estágios para a ascendência à hegemonia mundial e para o aumento da democracia já se repetiu três vezes (Diagrama 8.2).

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Diagrama 8.2 Ciclos da hegemonia mundial e de regimes políticos O primeiro ciclo guerra dos Sete Anos, 1756

Contestação hegemônica inconclusiva

Para o segundo ciclo? Revolução Difusão

Revoluções Americana e Francesa

Reação Contestação hegemônica conclusiva

Guerras Napoleônicas e de guerras de independência latino-americanas

Reação Absolutista

1815: fim das Guerras Napoleônicas

Ascensão do hegêmona/ globalização/onda de democratização

Ascensão da Grã-Bretanha à hegemonia, globalização e primeira onda de democratização

O segundo ciclo

O terceiro ciclo

Para o terceiro ciclo?

Para o quarto ciclo?

Primeira Guerra Mundial, 1914

Guerra Fria, 1946

Revolução Comunista

Descolonização e Estados de partido único anti-hegemônicos

Comintern

Surto de regimes não democráticos

Fascismo/ Nazismo

Descolonização e Estados de partido único anti-hegemônicos

Surto de regimes não democráticos

Ditaduras militares

Segunda Guerra Mundial, 1945 Segunda Guerra Fria, 1981

Ascensão dos eua como hegêmona, globalização (contestada) e segunda onda de democratização

Ascensão dos eua como único hegêmona, globalização total e terceira onda de democratização

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Agradecimentos

A Perry Anderson, William McNeill, Charles Tilly e Immanuel Wallerstein, que nunca encontrei, mas com quem tentei aprender a pensar grande, e a Yuval Harari, que sem querer me ensinou a tentar escrever de forma (mais) acessível. A meus colegas e estudantes na Universidade de Pittsburgh e ao redor do mundo pelo estímulo intelectual. Um obrigado sincero a Raja Adal, Shigeru Akita, Reid Andrews, Yoshiko Ashiwa, Michel Gobat, Mariko Iijima, Miyuki Kobayashi, Jonathan Lewis, Malgorzata Markoff, Scott Morgenstein, Bo Young Park, Stanley Payne, James Pickett, Marcus Rediker, Boram Shin, Tornike Sreseli, John Tortorice, David Wank, Elise Yoder e Moshe Zimmerman pela dedicação e assistência. Um obrigado especial a Benjamin Kedar, Ezequiel Lein, John Markoff e Gregor Thum pela amizade e pelo envolvimento com meu trabalho. Um obrigado carinhoso às minhas famílias Ejdem, Olstein, Zaselsky e Lerner pelo carinho e apoio, e à minha família – Irit Lerner-Olstein, Racheli, Ariel e Maya Holstein – pela alegria de nossa vida juntos.

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Lista de ilustrações

Diagrama 1.1

A mudança de forma das estruturas sociais

36

Diagrama 1.2

Uma breve história do agora

44

Diagrama 2.1

Brincando de “ardil-22” com os impérios da pólvora

71

Diagrama 5.1

A Grande Compressão

243

Diagrama 7.1

Os pilares do pós-Segunda Guerra Mundial e das ordens mundiais neoliberais

347

Diagrama 8.1

Modelo linear vs. modelo sinérgico

375

Diagrama 8.2

Ciclos da hegemonia mundial e de regimes políticos

376

Diagrama 8.3

Quatro regimes globais, 1850-2020

388

Diagrama 8.4

Os pilares dos quatro regimes globais

391

Mapa 1.1

Desigualdades socioeconômicas entre sociedades

38

Mapa 2.1

O império britânico em 1918

50

Mapa 2.2

Dois conjuntos de gêmeos em turnê mundial

68

Mapa 2.3

Os cinco impérios da pólvora eurasianos

69

Mapa 2.4

Tipos de colônias nas Américas

83

Mapa 2.5

A Partilha da África

89

Mapa 3.1

Dois fronts, a leste e a oeste das Potências Centrais

111

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Mapa 3.2

Regimes políticos durante os anos 1930

136

Mapa 3.3

Estados de partido único anti-hegemônicos dos anos 1930-1940 – por reação, por orientação, por imitação

144

Dois hegêmonas mundiais sucessivos vs. um contra-hegêmona duradouro

164

Impérios marítimos e continentais por entidades políticas centralizadas vs. impérios limitados por entidades políticas centrífugas encravadas

203

As oscilações geopolíticas do Japão: pró-hegemônico (até 1930); anti-hegemônico (1930-1945); pró-hegemônico (desde 1945)

205

Mapa 5.3

A ordem soviética contra-hegemônica, 1945-1989

214

Mapa 5.4

Nacionalismo e socialismo pela América Latina: Justicialismo, Argentina (1946-1955); Partido Trabalhista Brasileiro, Brasil (1951-1954); Árbenz, Guatemala (1951-1954); Movimiento Nacionalista Revolucionario, Bolívia (1952-1964); Organizaciones Revolucionarias Integradas, Cuba (1959-); Partido Revolucionario Dominicano, República Dominicana (1963); Frente Popular, Chile (1970-1973)

229

Mapa 4.1

Mapa 5.1

Mapa 5.2

Nacionalismo e socialismo pelo Oriente Médio: o Irã de Mossadegh (1951-1953); Egito (1952-1970), “oficiais livres”; Iraque (1958-1963-1979), “oficiais livres” e Partido Baath; Síria (1963-1970), Partido Baath

Mapa 5.5

Mapa 5.6

233

Nacionalismo e socialismo pela África: Argélia (1954-1988), Frente de Libertação Nacional; Gana (1957-1966), Partido Popular da Convenção; Guiné (1958-1984), Parti Démocratique de Guinée; Mali (1960-1968), Union 395

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Soudanaise du Rassemblement Démocratique Africain; Tanzânia (1964-1985), União Nacional Africana de Tanganica; Uganda (1966-1971), Congresso Popular; Madagascar (1975-1982), Avant-garde de la Révolution Malgache, Conselho Revolucionário Supremo

239

A esfera anti-hegemônica – Estados de partido único anti-hegemônicos no Terceiro Mundo

241

As esferas anti-hegemônica e contra-hegemônica liquidadas por golpes militares e/ou reformas neoliberais

252

Mapa 6.2

Regimes políticos durante os anos 1990

311

Mapa 7.1

Regimes políticos durante os anos 2020

357

Mapa 5.7

Mapa 6.1

396

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Lista de tabelas

Tabela 1.1

Desigualdade socioeconômica entre sociedades

39

Tabela 2.1

Impérios da pólvora – do conservadorismo à derrota; da derrota ao reformismo; do reformismo à revolução

77

Tabela 2.2

Os estágios da Divergência Americana

88

Tabela 3.1

De revoluções suaves a guerras civis prolongadas

131

Tabela 4.1

Hegêmonas do mundo marítimo vs. contra-hegêmona continental

169

Tabela 5.1

Comparação das trajetórias da Rússia e da China – fase um

216

Tabela 5.2

Comparação das trajetórias da Rússia e da China – fase dois

220

Tabela 6.1

Comparação das trajetórias da Rússia e da China – fase três

284

Tabela 7.1

As origens sociais do pós-neoliberalismo

349

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Sobre o autor

Diego Olstein é professor e chefe do Departamento de História da Universidade de Pittsburgh, EUA. Publicou amplamente sobre a Espanha medieval, história mundial e historiografia, tendo lecionado ou proferido palestras sobre esses temas na América do Norte e Latina, Europa, Israel, Índia, China, Coreia, Japão, Singapura e Austrália. Além de Uma breve história do agora, publicou Thinking History Globally.

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Fontes Papel Impressão Data

Baskerville e Helvetica Capa: Supremo Alta Alvura 250 g/m2 Miolo: Pólen Natural 80 g/m2 Maistype dezembro 2025

FSC

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