Uma aproximação teo-vivencial ao Credo.
"A fé não é possessiva, mas oblativa. Se fosse eu a ter fé, a iniciativa e a decisão partiriam de mim. Seria eu a deliberar sobre aquilo em que creio. Sucede que, quando confessamos Deus como Senhor, estamos a aceitar que Ele é o dono da nossa vida. É a Sua vontade que deve ser feita e não a nossa : a fé é, pois, um preenchimento da vida humana pela vida divina. Não somos nós que a temos; é ela que nos tem, a nós."