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Jornal Nova Notícia - Ed. 365 - Março 2022

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Jornal de Santa Maria de Jetibá - Edição 365 - Março de 2022

www.novanoticia.com.br

Foto: Efrem Lukatsky/AP Foto: Cameron Smith/Official White House Photo

Foto: Yuri Kochetkov/Reuters

Foto: Sergey Bobok / AFP

Foto: Wolfgang Schwan/Anadolu Agency

OS PODEROSOS FAZEM AS GUERRAS CONSIDERANDO O POVO SÓ UM DETALHE DELAS...

A guerra da Ucrânia fez um mês no último dia 24. Trinta dias de um inferno que um líder louco e sem escrúpulos, de uma nação soberana, impõe a outro país soberano que, historicamente, e por a nidades rácicas pode ser tido como irmão. Não há como não car triste ante as imagens dessa guerra, seja pelo lado de destruição das cidades, seja, sobretudo, pelo sofrimento das pessoas – crianças e mulheres – que fogem desse horror de guerra absurda e mortífera. O invasor não tem respeito pelas crianças, pelos velhos, pelos debilitados... pelos hospitais, pelas escolas, pelos cemitérios... abrigos, teatros... na sua saga de terra arrasada por bombardeios insanos e incessantes, já que no terreno encontrou um povo aguerrido que prefere a morte a ser escravo de uma ditadura repugnante. Infelizmente o mundo está cheio de pessoas que não medem atos e atitudes, em diferentes escalas, desde que o seu ego seja satisfeito. Ufanismo estúpido, prepotência, autoritarismo e visão burra de estar no mundo!


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EDIÇÃO 365

Editorial Foto: frasesparainsta

Esta nossa edição, 365, vem com as 10 páginas que normalmente destinamos à publicação dos textos dos nossos colaboradores e anunciantes e, outras 10, com a publicação das Demonstrações Contábeis do Sicoob, referentes ao exercício de 2021. É com todo o prazer que fazemos esta publicação, menos por ser uma exigência legal para a entidade, mas, muitíssimo mais por se tratar de uma empresa cooperativa de crédito a quem somos associados e que tem vindo, devido a uma estrutura forte, persistente, moderna e honesta, ano a ano, demonstrando que, fazendo certo, as metas sempre são alcançadas. Como os nossos leitores terão oportunidade de ler. E não é só isso: em outra publicação na página 20 e, inclusive, no novanoticia online, veja o crescimento do Sicoob. Cooperativa também lidera transferências bancárias pelo aplicativo WhatsApp, como publicamos na edição 363. Esse é o Banco que, há poucos anos, quando também começou em Santa Maria de Jetibá, se chamava Credijetibá. Como dissemos ali atrás, quando numa entidade se reúnem as pessoas competentes e dedicadas ao trabalho a que se propuseram, os frutos chegarão. Aliás, esse exemplo também serve para pessoas físicas que fazem jus ao ditado popular “querer é poder” ou aquela máxima latina “audaces fortuna juvat”, ou em bom português, “a sorte favorece os audazes”, que é, infelizmente, o que menos se observa em muitas pessoas e entidades por aí. Com esta edição estamos fechando o primeiro trimestre de 2022 e, se a sorte continuar nos favorecendo, temos a certeza de que audácia e vontade indômita de prosseguir não nos faltará. Boa leitura!

Por: Thaiz Holz

ENTRELINHAS

João Serrano

VOCÊ SABE FALAR PORTUGUÊS? é que, a língua como qualquer fenômeno humano, não é homogênea, ou seja, existe o português, com toda a sua estruturação enquanto fenômeno do idioma - e é nessa esfera que a gramática normativa ocorre - mas existe a língua, em que nós, os falantes,

iremos ativar o fenômeno linguístico: a fala. E esta é subjetiva para cada um. Então, quando determinada pessoa fala “nóis vai”, ela não está falando errado, ela só não está utilizando-se da norma de prestígio em seu fenômeno de comunicação. Não usar a graFoto: Internet/Reprodução

É comum nos depararmos com expressões do tipo “fulano não sabe falar português”, “ele fala errado”... ou ainda “ele não conhece o português”. Esse tipo de a rmação é uma completa inverdade. Quando nos reduzimos a achar que uma língua, nesse caso o nosso português, se assenta apenas na sua gramática normativa, estamos passando por cima de todos os aspectos culturais e socais da língua. A Linguística, que é uma ciência que busca estudar a língua em suas esferas fonéticas, sintáticas, morfológicas, etc, possui um vasto campo de estudo chamado de Sociolinguística; dentro dessa área, existe o conceito de variação linguística, que tem como análise o estudo das relações da língua com a sociedade falante. E, em resumo, o que podemos perceber

mática prescritiva para exercer o fenômeno linguístico, não faz do falante menos conhecedor do seu idioma. A nal, há uma série de questões que devem ser analisadas, como o fator regional, cultural e geográ co. Percebemos isso pelas mais variadas expressões de signi cado que uma palavra pode ter dentro de uma língua, como no caso do português brasileiro. Por exemplo: os inúmeros sinônimos de mandioca, que em diferentes regiões se chama macaxeira, aipim e até mucamba! Além disso, a língua não surgiu para ser artigo de luxo, mas sim como necessidade de comunicação. Em uma situação de perigo, se alguém fala: “tem uma cobra atrás d’ocê”, não precisamos fazer análise gramatical da mensagem... pra correr... e agradecer!

Endereço: Avenida Frederico Grulke, 477, Centro - CEP 29645-000 - Santa Maria de Jetibá ES - CNPJ 04.558.974/0001-46 - Telefone: (27)

www.novanoticia.com.br - Facebook.com/jornalnovanoticia - Diretor e Sócio Fundador: Carlos da Fonseca - Tel.: (27) 99846-2806 - carlosdafonseca@hotmail.com.br Editor: Carlos da Fonseca - Projeto Gráfico: Diúlia Berger Schiffler Tel: (27) 99900-4620 - diuliaberger@ gmail.com - Diagramação: João Serrano Tel: (27) 996252017 - joaovictor1203rs@gmail.com - Colaboradores desta edição: Francisco Carioca, Argêo Uliana , José Renato Coan, Clóvis Mariano, Mari Santos, João Serrano, Pablo Henrique Melo e Alfredo Stange . Impressão: GRAFICOL em Santa Maria de Jetibá - Tiragem desta edição: 3 mil exemplares.


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MARÇO 2022

Editorial MINHA OPINIÃO enfrentar problemas referentes à área ambiental foi um pouco maior: 1,7 bilhão! Enquanto isso o salário mínimo de um trabalhador é de pouco mais de mil reais se situando em cerca de menos de um terço do subsídio de moradia de alguns governantes. Enquanto isso, esses governantes batem cabeça para decidir, ou não, a distribuição gratuita de absorventes às mulheres e mo ças pobres! Meus amigos: num mundo convulsivo em que vivemos; num país pobre/rico que é a nossa casa... com eleições em outubro, só um milagre de Deus nos tira das garras de algum ladrão ou de algum paranoico de marré deci... sabe, aquela brincadeira de “jogo de rico e pobre” das crianças...? Isso mesmo!

Foto: Internet/Reprodução

Não bastassem dois anos de pandemia, iniciada na China, o adoidado chefe Putin, russo, ainda desencadeou uma guerra absurda, lançando o mundo num caos econômico e social de dimensões astronômicas e um futuro que nem os melhores videntes ousam classi car. Pior para um país como o nosso que de há muito enferma das consequências malé cas de, pelo menos três, problemas da sua estrutura como nação: uma baixíssima qualidade escolar; uma enorme desigualdade social e um gigantíssimo aparelho público administrativo. Um e outros que se enroscam e não deixam um país riquíssimo passar além da cepa torta. Ainda agora os nossos governantes acertaram em apoiar, legalizar e

distribuir aos partidos políticos a linda cifra de 4,9 bilhões de reais! Um valor quase triplo do que foi distribuído em 2018 e mais do que o dobro do montante de 2020! Esse valor é sete vezes

maior do que o valor que o Governo destinou à ANVISA, em 2021, para combate à pandemia do coronavírus! No orçamento da união o valor para a educação, em 2021, foi de 1, 6 bilhão; e para

in servator “BANCADAS E... PANCADAS” mas em questão de funcionamento do Legislativo que “peca” com perdão dos membros da bancada evangélica em não defender os interesses do país. Acaba virando um ciclo vicioso: os deputados e senadores satisfazem os interesses dos grupos das bancadas visando

os votos que esses grupos trazem e assim vão cando inde nidamente no poder. Curioso que o juramento que fazem no dia da posse é exatamente assim: Juro defender a Constituição e a República Federativa do Brasil. Aí as bancadas de uns se intrometem Foto: Internet/Reprodução

Cada vez que uma eleição se aproxima lá vem a lenga-lenga de todo ano eleitoral: as “bancadas”. Uma discussão in nita e uma corrida dos pré-candidatos (ou candidatos) para conseguir o apoio das famosas bancadas, que muitas vezes são responsáveis pelas “pancadas” que nós cidadãos recebemos (com trocadilho mesmo). Bancada da arma, bancada ruralista, evangélica, católica, LGBTQIA+, e por aí vai uma in nidade de nomes. Em resumo: o Legislativo brasileiro se divide em pequenos grupos que se esmeram em satisfazer os interesses daqueles que representam. Talvez por isso temos um dos piores sistemas políticos que há no mundo! Não em questão de legislação ou de estruturação já que somos uma democracia consolidada,

nas bancadas dos outros simplesmente porque os interesses e vontades são con itantes. E o povo... bem, o povo continua a tomar as pancadas de todos os lados! Lembrando o personagem criado pelo Chico Anysio cujo bordão era: “o povo é só um detalhe”. Um detalhe que, se acordasse na próxima pancada que recebesse, poderia mostrar que é mais fácil 210 milhões de pessoas darem a pancada do que a receberem de pouco mais de 500. E seria uma pancada com classe e com elegância, mas muito e caz, chamada voto! Este ano, dia 09 de outubro! Assim as bancadas iriam entender que não foram eleitas para darem pancadas no povo! Os eleitores as elegeram para defenderem OS INTERESSES DE TODOS OS CIDADÃOS BRASILEIROS!


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EDIÇÃO 365

página aberta

Dia Mundial da Mulher

Dia Mundial da Água, 22 de março. Quantas vezes já falamos aqui da nossa água? Inúmeras! Sempre que ela falta nas nossas torneiras; sempre que ela vem imprópria; sempre que a Cesan se arvora a poderosa concessionária para car tudo como antes quartel general em Abrantes! Agora só estamos fazendo eco de matérias editadas por agentes reconhecidamente ilibados para dizer que a água que se consome em Santa Maria de Jetibá é imprópria para consumo! Tá aí. Leia à página 17.

O mês de março, dia 8, é referência mundial para a problemática que envolve a não real observância dos direitos da mulher. Evento este lembrado desde o início do século 20! Lembrado, não comemorado, porque a violência contra a mulher nunca esteve tão presente quando triplicou, no Brasil, entre 2020 e 2021, passando de 271.392 para 823.127 registros conforme dados do Painel de Dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos – ONDH. Comemorar o quê?

Foto: Internet/Reprodução

Dia Mundial da Água

Foto: Internet/Reprodução

Por impedimento apresentado pelo titular Francisco Carioca, esta Página Aberta é de responsabilidade de Carlos da Fonseca, que vai tentar substituí-lo, em "modo" diferente, já pedindo desculpa aos seus leitores se não o conseguir.

Da oliveira ao azeite: tudo capixaba! Feminicídio

“Em se plantando, tudo dá.” Disse Pero Vaz de Caminha em carta ao Rei de Portugal, quando viu a exuberância da terra Brasilis. Desta feita, agricultores Teresenses plantaram oliveiras, em 2012, que deram azeitonas, este ano, de que se extraiu o primeiro azeite 100% capixaba. Azeite extravirgem de baixa acidez, o tipo considerado o mais nobre na culinária! Ora, pois!

Foto: Internet/Reprodução

Foto: Incaper

Falando em violência contra a mulher, no Espírito Santo, no decorrer de 2021, foram registrados 106 dos casos, das quais 38 no grupo de vítimas de feminicídio. Esse número de homicídios contra mulheres aumentou 57,1% no primeiro bimestre de 2022! O ato bárbaro perpetrado por um cidadão louco contra a companheira e duas enteadas, aqui, em Santa Maria de Jetibá, este mês, levando uma das enteadas a óbito e a mãe e a lha menor ao hospital, não está, ainda, no rol dessa macabra e triste estatística. Até quando, há de se perguntar?

As máscaras... A pandemia nos trouxe muitos milhares de vítimas, isolamento social, sequelas de toda a ordem e, também, as máscaras e os protocolos sanitários para minimizar os efeitos do maldito vírus que assolou o mundo. Felizmente que a ciência conseguiu em tempo record produzir imunizantes e, passados dois anos, as autoridades estão permitindo exibilizar o uso de máscaras. Inclusive, saem essas e entram as do carnaval. Estas, que acabam sendo usadas todos os dias, todo o ano há muito tempo.

MUNICÍPIOS DO ESPÍRITO SANTO TERÃO PERDAS R$ 278,9 MILHÕES COM A REDUÇÃO DO IPI A decisão do governo federal de reduzir a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a linha branca em 25% causará perdas de R$ 278,9 milhões aos Municípios do Espírito Santo, entre 2022 e 2024. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) repudia a medida tomada às vésperas do feriado de carnaval, que retira quase R$ 15,6 bilhões dos Entes municipais no período. As perdas anuais dos Municípios capixabas, com a estimativa da renúncia do IPI, serão de: R$ 86,2 milhões (2022), R$ 92,4 milhões (2023) e R$ 100,4 milhões (2024). Como o IPI compõe

a cesta de impostos compartilhados com os Municípios, sendo parte importante do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), a medida causará desequilíbrio orçamentário. Por se tratar de uma política que fere gravemente o pacto federativo, a CNM denuncia a redução de impostos compartilhados, usualmente utilizada por todos os governos, mas, com grandes prejuízos aos Municípios, inclusive nas ações de custeio e nos investimentos sociais. Segundo o Decreto publicado pelo Ministério da Economia, estima-se uma redução na arrecadação desse imposto

no total de R$ 19,5 bilhões em 2022. Como os Municípios detêm 24,75% desse recurso, a perda no FPM será de R$ 4,826 bilhões. O montante representa cerca de 40% de um mês de FPM repassado a todos os 5.568 Municípios. Diante desse contexto, a CNM ressalta que reforçará atuação no Congresso Nacional no sentido de aprovar matérias que impõem ao governo federal medidas de compensação dos efeitos dessas reduções. Em nota, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, destacou que a medida do governo “repete o velho hábito de fazer caridade com o chapéu alheio”.

Foto: Internet/Reprodução

Por falar em Santa Teresa... Como se sabe a “doce terra dos colibris” também ostenta o título de primeira cidade de colonização italiana do Brasil. Por essas e outras, a cidade dá as cartas na área turística das montanhas do Estado. Mas não foi por isso que o Tribunal de Contas agendou lá um “encontro de trabalho com os prefeitos da Região”. O TCES está fazendo encontros em vários Municípios para promover o Termo de Ajuste de Gestão com foco na melhoria da Educação Pública. Presentes, além do Conselheiro Rodrigo Coelho, os Prefeitos de Santa Teresa, Santa Maria de Jetibá e Santa Leopoldina, e secretariado da área.

Foto: Internet/Reprodução

TCES – Melhoria da Educação Pública


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MARÇO 2022

conversando com o Argêo Uliana

Argêo Uliana

Nem bem recebemos a notícia de que estaríamos livres das máscaras, apontando o m da pandemia, começa uma guerra na Europa. Um con ito repentino e, na minha opinião, um completo absurdo. Não consigo imaginar em pleno século XXI um país soberano invadir outro país igualmente soberano, alegando defesa a uma suposta ameaça nazista. Se bem me lembro, meu avô contava histórias sobre a segunda guerra mundial, o surgimento dos governos totalitários na Alemanha e Itália, e as atrocidades das batalhas e dos campos de concentração. Inclusive os imigrantes e descendentes oriundos daqueles países foram perseguidos aqui no Brasil.

Foto: Sergei Supinsky/AFP/Metsul

A INSANIDADE DA GUERRA

A in uência daquela guerra na economia mundial, excetuando os países que estavam envolvidos diretamente na batalha, foi em alguns casos até positiva. No Brasil, por exemplo, acelerou nosso

processo de industrialização. Neste mundo sem fronteiras as consequências de uma guerra, no ambiente onde estão localizadas grandes economias mundiais, tendem a ser graves!

Isso sem falar no risco de uso de armas nucleares! Estamos experimentando um aumento exponencial do custo de vida em todo o mundo puxado pela alta do petróleo, metais, trigo, milho e fertilizantes. Em termos de tamanho, esta onda é gigante e tende a arrastar todo o ramo de alimentos, de construção civil, agricultura, transportes, en m... Se falarmos em extensão ainda é imprevisível. Resta-nos, como expectadores da luta mas impactados por suas consequências, pressionar por todos os meios que tivermos para que este con ito acabe o mais rápido possível, e rezar pelo povo Ucraniano para que consiga sobreviver a esta guerra insana!


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EDIÇÃO 365

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EXERCÍCIO 2021

COOPERATIVA DE CREDITO CENTRO-SERRANA DO ESPIRITO SANTO SICOOB CENTRO-SERRANO - CNPJ: 31.804.966/0001-05

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Associados, Submetemos a V.S. as Demonstrações Contábeis do exercício de 2021 da Cooperativa de Crédito Centro-Serrana do Espírito Santo – Sicoob Centro-Serrano em milhares de reais, na forma da legislação em vigor. As demonstrações contábeis completas estão disponíveis no site Sicoob ES (www.sicoobes.com.br). 1. Política Operacional Em 2021, o Sicoob Centro-Serrano completou 33 anos, mantendo a vocação de instituição financeira cooperativa muito atrativa para investimentos e para obtenção de crédito. A atuação junto aos Associados se dá pela captação de depósitos, pela concessão de empréstimos e pela prestação de serviços financeiros. 1.1 Pandemia Coronavírus (Covid-19) No exercício de 2020, a economia mundial foi impactada negativamente pela propagação da doença respiratória ocasionada pelo novo Coronavírus (Covid-19), elevada ao nível de pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS). No exercício de 2021, o mercado apresentou uma melhora em função do avanço da vacinação e a queda da quantidade de óbitos. No final do ano 2021 a variante Ômicron impulsionou uma onda de casos na Europa e nos EUA refletindo um aumento nas contaminações em diferentes partes do mundo, incluindo o Brasil, onde a variante é dominante no início de 2022. Apesar do avanço das contaminações, já existem indícios que em breve ocorrerá uma redução dos casos. O Sicoob ES adotou diversas medidas preventivas recomendadas por especialistas e pelo Ministério da Saúde, reafirmando o compromisso com a saúde e segurança dos seus colaboradores, associados e a sociedade. Ao mesmo tempo, o Sicoob ES tem trabalhado para garantir serviços financeiros de qualidade, estando preparado para continuar atendendo às demandas de seus associados. Entre as ações adotadas, destacam-se: 1.1.1 Aplicativo Sicoob O aplicativo Sicoob reúne diversas soluções financeiras e de compras, ofertando ao associado uma melhor experiência como associação digital, simulação e contratação de crédito, seguros, recarga de celular, meios de pagamentos e transferências eletrônicas (TED, DOC, Pix, Boleto), depósito de cheque online, consultas de saldos e extratos, investimentos, débito automático, gestão de cartões, configuração de limites personalizados, depósitos de cheques, saques sem cartão, contrato de produtos digitais, dentre outros. Além do autoatendimento dos produtos e serviços via app Sicoob, também oferecemos através app e no Whatsapp, a possibilidade de um contato personalizado via chat com nossa assistente virtual Alice ou diretamente com nossos funcionários, fornecendo assim uma maior comodidade e segurança ao associado. Além do nosso aplicativo, também disponibilizamos em nosso site www.sicoob.com.br/sicoobnet a possibilidade de utilizar as mesmas funcionalidades a partir do computador. Visando um engajamento corporativo destinado exclusivamente aos cooperados da instituição, o Sicoob criou o app Sicoob Moob. Este app reúne diversas funcionalidades úteis e inovadoras como divulgação de eventos, assembleias e eleições das cooperativas, confirmação de presença e acesso aos convites. Além destas funcionalidades, possibilitamos a oferta de propostas e negociação de bens das cooperativas do Sicoob ES em nossa Comunidade de Negócios, contendo fotos e informações dos produtos, negociação de valores e esclarecimentos. 1.1.2 Novas Linhas de Crédito Em 2021 foi iniciado Produto Parceiro Mais que tem por objetivo disponibilizar uma solução de financiamento de bens e serviços para os lojistas que queiram se cadastrar e assim ofertarem esta opção de crédito para seus clientes, visando facilitar o acesso ao crédito para a população e impulsionando o mercado da região. Outra ação desenvolvida em 2021 foi o aumento da carteira de Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte), que se trata de do programa do Governo Federal que tem como finalidade de desenvolvimento do Micro e Pequeno empresário. Este crédito pode ser utilizado para investimentos e capital de giro isolado ou associado ao investimento, isso significa que os recursos obtidos podem ser utilizados para investimento no negócio e/ou para despesa operacionais alavancando desta forma o mercado local. Destas operações liberadas, o Sicoob ES poderá requerer em garantia do Fundo Garantidor de Operação – FGO, regido pela Lei 12.087 de 2009, em 100% do valor de cada operação em garantia. Por fim em dezembro de 2021 foi iniciado o Projeto Água Limpa + Saúde consiste no acordo de cooperação entre SICOOB ES e Empresas Parceiras, com o objetivo de promover, divulgar e incentivar que produtores rurais do Espírito Santo adotem em suas propriedades o tratamento adequado do esgoto sanitário doméstico através da instalação de biodigestor. O Sicoob participa do projeto disponibilizando o financiamento a baixo custo (taxa de 0,99 a.m) e concedendo um bônus de adimplência de 100% dos juros da parcela paga de forma adimplente. 1.1.3 Crescimento No exercício de 2021 os números combinados das Cooperativas do Sistema Sicoob ES atingiram um total de ativo de R$ 12,5 bilhões, um crescimento de 21,14% comparado com o mesmo período de 2020. Esse aumento também refletiu nos demais números do ano, como por exemplo, a carteira de crédito que aumentou 27,56% comparada a 2020 atingindo R$ 7,8 bilhões. Os depósitos totais também cresceram 20,74%, alcançando R$ 8,7 bilhões ao final de 2021. Com relação ao resultado combinado do ano de 2021, as cooperativas alcançaram a marca de meio bilhão em sobras brutas, o que representa a quantia de R$ 584 milhões, esse valor resultou no expressivo crescimento de 68,03% comparado ao resultado de 2020. O total remunerado de Juros sobre Capital Próprio atingiu o montante de R$ 48 milhões, 77,11% superior ao remunerado em 2020. Todos os números citados acima resultaram em R$ 246 milhões de Sobras à Disposição das Assembleias o que representa um crescimento de 68,27% quando comparado a 2020, o maior resultado da história das Cooperativas do Sistema Sicoob ES. 2) Nosso Desempenho 2.1) Resultado Em Milhares R$ % Demonstração do Resultado do Exercício Jan a Dez/2021 Jan a Dez/2020 Variação Resultado da inter. Financ. antes dos Créditos de Liquidação Duvidosa 98.334 78.083 25,94 Despesa de provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa 36.100 40.824 (11,57) Receita de recuperação de Créditos Baixados como Prejuízo 18.952 8.410 125,35 Receitas de Prestação de Serviços e de Tarifas 42.096 35.238 19,46 Receitas com Ato Não Cooperativo 18.867 15.510 21,64 Despesas com Pessoal, Outras Despesas Administrativas e Operacionais 71.140 52.989 34,25 Despesas Tributarias 1.883 1.827 3,07 Outros Ingressos e Receitas Operacionais e Outras Receitas e Despesas 11.148 9.013 23,69 Ingressos de Depósitos Intercooperativos 21.222 11.966 77,35 Juros ao Capital 4.772 2.732 74,67 Sobras brutas 56.408 33.765 67,06 Contribuíram para compor as sobras do exercício de 2021: Receitas de prestação de serviços e de tarifas bancárias: aumento de 19,46%, o resultado da intermediação financeira aumentou 25,94% em relação ao mesmo período de 2020 Aumento da carteira de crédito em 30,25% e a redução na despesa com Provisão de Crédito de Liquidação Duvidosa em 11,57% em relação ao exercício de 2020. No exercício de 2021 correu um aumento na receita de Recuperação de Créditos Baixados como Prejuízo de 125,35% comparado ao mesmo período de 2020. Outros Ingressos e Receitas Operacionais e Outras Receitas e Despesas teve um aumento de 23,69% em relação ao exercício

de 2020. Aumento de Ingressos de Depósitos Intercooperativos de 77,35% quando comparado ao exercício anterior. A sobra Bruta apresentou um crescimento de 67,06% em relação ao mesmo período de 2020. 2.2) Dados Patrimoniais Em Milhares R$ % Jan a Dez/2021 Jan a Dez/2020 Variação Ativos Totais 1.524.988 1.313.001 16,15 Centralização Financeira 473.528 499.356 (5,17) Carteira de Crédito 1.013.353 778.030 30,25 Depósitos 981.633 904.259 8,56 Patrimônio Líquido 265.394 216.583 22,54 Patrimônio de Referência (PR) 245.300 199.530 22,94 Os destaques para o crescimento da Cooperativa do exercício de 2021: O total de ativos atingiu a marca de R$ 1.524.988 mil ao final do exercício de 2021, com crescimento de 16,15% em relação ao mesmo período do ano anterior, demostrando o caminho de crescimento de suas operações e serviços para seus associados. Em 31 de dezembro de 2021 o saldo da carteira de crédito superou a marca de 1 bilhão de reais, atingindo o montante R$ 1.013.353 mil de recursos disponibilizados aos associados, com crescimento de 30,25% em relação a 31 de dezembro de 2020. Os depósitos obtiveram um aumento de 8,56% considerando o mesmo período de 2020, atingindo no final do exercício de 2021 o montante de R$ 981.633 mil. O patrimônio líquido cresceu 22,54% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo assim o valor de R$ 265.394 mil. 2.2.1) Carteira de crédito por produto e segregação de PF e PJ Em Milhares R$ Balanço Patrimonial

Carteira de Crédito

31/12/2021 PF

PJ

31/12/2020 Total

PF

Variação

PJ

Total

Valor total

% Total

Crédito Rural

118.870

24.179

143.049

97.549

6.333

103.882

39.167

37,70

Crédito Comercial

235.809

634.495

870.304

192.490

481.658

674.148

196.156

29,10

Total 354.679 658.674 1.013.353 290.039 487.991 778.030 235.323 30,25 3) Pessoas Contávamos com 299 colaboradores no final do exercício de 2021. A remuneração fixa dos nossos colaboradores e diretores, somada aos seus encargos e benefícios totalizaram R$ 24.550 mil. 4) Política de Crédito A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados. A Cooperativa realiza também todas as consultas cadastrais e faz a avaliação do associado por meio do Rating (avaliação por pontos), buscando, assim, garantir ao máximo a liquidez das operações. É adotada ainda a política de classificação de risco de crédito da carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas pela Resolução CMN nº 2.682. No exercício 2021, houve uma concentração de 83,69 % nos níveis de risco “AA” a “C”. 5) Governança Corporativa Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos cooperados definir e assegurar a execução e fortalecimento dos princípios e objetivos da Cooperativa, contribuindo para a sua continuidade. A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara segregação de funções. Cabem ao Conselho de Administração, órgão superior da administração da cooperativa eleito pelos Associados, as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia. A cooperativa é monitorada periodicamente quanto à efetivação dos controles internos. Tal monitoramento é realizado pelo Sicoob Central ES que a partir de janeiro de 2011, centralizou esse serviço adotando padrão de qualidade e atuação compatível com a realidade de nossas atividades, sistemas, produtos e serviços. Integra ainda a área de fiscalização a auditoria interna realizada periodicamente por auditor do Sicoob Central ES cuja metodologia e procedimentos aplicados seguem as políticas e manuais aprovados no sistema. Os balanços da Cooperativa são auditados por auditores externos, que emitem relatórios conclusivos os quais são levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria sendo emitidos pareceres para conhecimento da Assembleia Geral. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe tal competência, além da autorização de funcionamento. Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa utiliza várias ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito é adotado o Manual de Crédito, desenvolvido, como muitos outros manuais, pelo Sicoob Confederação, homologado pelo Sicoob Central ES, aprovado e instituído pelo Conselho de Administração da Cooperativa. Além do Estatuto Social, são seguidos regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regulamento do Conselho de Administração, o Regulamento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral e o Código de Ética. A cooperativa ainda adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de carreira que contempla a remuneração adequada, a segregação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional. Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos Associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição. 6) Conselho Fiscal Eleito na Assembleia Geral Ordinária, com mandato de 2 anos, é um órgão independente da administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática, como representante dos interesses dos associados, os atos da administração, as atividades e operações da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. 7) Código de Ética Todos os integrantes da equipe do Sicoob ES aderiram, por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob – Sicoob Confederação. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso. 8) Sistema de Ouvidoria O Sicoob ES, conforme previsto na Resolução 4.433 de 23/07/2015 do Conselho Monetário Nacional, trabalha com sistema de ouvidoria centralizado e estrutura compartilhada com o Banco Cooperativo do Brasil – Banco Sicoob. No exercício de 2021, a Ouvidoria da Cooperativa registrou 169 demandas sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos por esta cooperativa. Dessas demandas, 90 foram classificadas procedentes e com exceção de 08 demandas todas resolvidas antes do prazo legal estabelecido, que é de 10 (dez) dias úteis, de maneira satisfatória para as partes envolvidas, em perfeito acordo com o previsto na legislação vigente. 9) Agradecimentos Agradecemos aos nossos colaboradores, pelo empenho e talento que nos permitem obter resultados consistentes, e aos nossos associados pela preferência e pela confiança depositada em nossa Cooperativa de crédito e na nossa Administração. Santa Maria de Jetibá – ES, 27 de janeiro de 2022. Conselho de Administração e Diretoria Executiva


07

MARÇO 2022

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EXERCÍCIO 2021

COOPERATIVA DE CREDITO CENTRO-SERRANA DO ESPIRITO SANTO SICOOB CENTRO-SERRANO - CNPJ: 31.804.966/0001-05

BALANÇO PATRIMONIAL (em milhares de Reais) Descrição

ATIVO DISPONIBILIDADES INSTRUMENTOS FINANCEIROS Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Relações Interfinanceiras Centralização Financeira Operações de Crédito Outros Ativos Financeiros (-) PROVISÕES PARA PERDAS ESPERADAS ASSOCIADAS AO RISCO DE CRÉDITO (-) Operações de Crédito (-) Outras ATIVOS FISCAIS CORRENTES E DIFERIDOS OUTROS ATIVOS INVESTIMENTOS IMOBILIZADO DE USO INTANGÍVEL (-) DEPRECIAÇÕES E AMORTIZAÇÕES TOTAL DO ATIVO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO DEPÓSITOS Depósitos à Vista Depósitos Sob Aviso Depósitos à Prazo DEMAIS INSTRUMENTOS FINANCEIROS Recursos de Aceite e Emissão de Títulos Relações Interfinanceiras Repasses Interfinanceiros Outras Relações Interfinanceiras Obrigações por Empréstimos e Repasses Outros Passivos Financeiros PROVISÕES OBRIGAÇÕES FISCAIS CORRENTES E DIFERIDAS OUTROS PASSIVOS PATRIMÔNIO LÍQUIDO CAPITAL SOCIAL RESERVAS DE SOBRAS SOBRAS OU PERDAS ACUMULADAS TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DA MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (em milhares de Reais) Notas 4. 5. 6. 7. 8. 7.e 8.1 9. 10. 11. 12. 12. 12. 13.

14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22.a

31/12/2021 31/12/2020 1.524.988 1.313.001 10.169 9.328 1.552.112 1.332.630 53.967 47.295 473.528 499.356 473.528 499.356 1.013.353 778.030 11.264 7.949 (92.846) (75.240) (90.508) (72.806) (2.338) (2.434) 30 236 9.996 7.034 31.122 28.338 25.902 20.496 807 716 (12.304) (10.537) 1.524.988 1.313.001 1.524.988 1.313.001 981.633 904.259 410.683 379.328 4.229 4.434 566.721 520.497 247.307 169.086 134.127 65.185 93.274 77.291 93.262 77.254 12 37 16.904 22.617 3.002 3.993 9.257 6.932 2.183 1.602 19.214 14.539 265.394 216.583 111.370 101.781 133.536 102.513 20.488 12.289 1.524.988 1.313.001

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE (em milhares de Reais) SOBRAS OU PERDAS DO PERÍODO ANTES DAS DEST. E DOS JUROS AO CAPITAL OUTROS RESULTADOS ABRANGENTES TOTAL DO RESULTADO ABRANGENTE

As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

2 º Sem. 2021 31/12/2021 31/12/2020 27.553 56.408 33.765 27.553 56.408 33.765

DEMONSTRAÇÃO DE SOBRAS OU PERDAS (em milhares de Reais) Descrição Notas 2 º Sem. 2021 31/12/2021 31/12/2020 INGRESSOS E RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 92.772 152.167 110.001 Operações de Crédito 7.h 76.505 128.659 97.799 Ingressos de Depósitos Intercooperativos 6.1 14.635 21.222 11.966 Resultado de Aplicações Interfinanceiras de Liquidez 5.1 1.632 2.286 236 DISPÊNDIOS E DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA (46.342) (68.711) (60.776) Operações de Captação no Mercado 13.b (19.511) (27.809) (14.649) Operações de Empréstimos e Repasses 28. (2.793) (4.802) (5.303) Provisões para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito 7.i (24.038) (36.100) (40.824) RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 46.430 83.456 49.225 OUTROS ING. E RECEITAS/DISPÊNDIOS E DESPESAS OPERACIONAIS (12.850) (19.142) (10.411) Ingressos e Receitas de Prestação de Serviços 26. 13.320 25.817 20.600 Rendas de Tarifas 27. 8.594 16.279 14.638 Dispêndios e Despesas de Pessoal 29. (13.399) (24.550) (20.641) Outros Dispêndios e Despesas Administrativas 30. (17.444) (32.246) (26.472) Dispêndios e Despesas Tributárias 31. (887) (1.883) (1.827) Outros Ingressos e Receitas Operacionais 32. 6.140 11.785 9.167 Outros Dispêndios e Despesas Operacionais 33. (9.174) (14.344) (5.876) PROVISÕES 34. (2.132) (2.293) (1.237) Provisões/Reversões para Contingências 34.1 31 (18) 7 Provisões/Reversões para Garantias Prestadas 34.2 (2.163) (2.275) (1.244) RESULTADO OPERACIONAL 31.448 62.021 37.577 OUTRAS RECEITAS E DESPESAS 35. (220) (637) (154) Lucros em Transações com Valores e Bens 22 22 (-) Prejuízos em Transações com Valores e Bens (621) Ganhos de Capital 20 42 20 Reversão de Provisões Não Operacionais 28 621 Outras Rendas Não Operacionais 14 42 35 (-) Perdas de Capital (26) (4) (-) Despesas de Provisão Não Operacionais (212) (681) (197) (-) Outras Despesas Não Operacionais (64) (64) (8) SOBRAS OU PERDAS ANTES DA TRIBUTAÇÃO E PARTICIPAÇÕES 31.228 61.384 37.423 IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (1.954) (1.954) (1.569) Imposto de Renda Sobre Atos Não Cooperados (1.119) (1.119) (973) Contribuição Social Sobre Atos Não Cooperados (835) (835) (596) PARTICIPAÇÕES NAS SOBRAS 21.b (1.721) (3.022) (2.089) SOBRAS OU PERDAS DO PER. ANTES DAS DEST. E DOS JUROS AO CAPITAL 27.553 56.408 33.765 JUROS AO CAPITAL 25. (3.426) (4.772) (2.732) SOBRAS OU PERDAS DO PERÍODO ANTES DAS DESTINAÇÕES 24.127 51.636 31.033 DESTINAÇÕES LEGAIS, ESTATUTÁRIAS E OUTROS EVENTOS (31.148) (18.744) FATES (2.582) (1.552) Fundo de Reserva (28.400) (17.068) Outras Destinações Estatutárias (517) (310) Reversões de Reservas/Fundos 351 186 SOBRAS DO PERÍODO À DISPOSIÇÃO DA ASSEMBLEIA 20.488 12.289

As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

Saldos em 31/12/2019 Destinações das Sobras do Exer. Anterior: Outras Dest. das Sobras do Exer. Anterior Constituição de Reservas Distribuição de sobras para associados Movimentação de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Estorno de Capital Reversões de Reservas Sobras ou Perdas do Período Remu. de Juros sobre o Capital Próprio: Prov. de Juros sobre o Capital Próprio Juros sobre o Capital Próprio, Líquido Destinações das Sobras do Período: Fundo de Reserva Outras Dest. das Sobras do Período FATES - Atos Cooperativos Saldos em 31/12/2020 Saldos em 31/12/2020 Destinações das Sobras do Exer. Anterior: Outras Dest. das Sobras do Exer. Anterior Constituição de Reservas Distribuição de sobras para associados Movimentação de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Estorno de Capital Reversões de Reservas Sobras ou Perdas do Período Remun. de Juros sobre o Capital Próprio: Prov. de Juros sobre o Capital Próprio Juros sobre o Capital Próprio, Líquido Destinações das Sobras do Período: Fundo de Reserva Outras Dest. das Sobras do Período FATES - Atos Cooperativos Saldos em 31/12/2021 Saldos em 30/06/2021 Movimentação de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Estorno de Capital Reversões de Reservas Sobras ou Perdas do Período Remun. de Juros sobre o Capital Próprio: Prov. de Juros sobre o Capital Próprio Juros sobre o Capital Próprio, Líquido Destinações das Sobras do Período: Fundo de Reserva Outras Dest. das Sobras do Período FATES - Atos Cooperativos Saldos em 31/12/2021

CAPITAL CAPITAL A RESERVA RESERVAS RESERVAS PARA SUBS. REALIZAR LEGAL ESTATUT. CONTING 99.563 (548) 78.807 312 6.202

3.064 3.463 (5.714) (25)

186 33.765

(186)

(2.732) 17.068 (711) (711)

95.875 95.875

310 436 436

6.202 6.202 2.457

9.672 3.733 (7.288) (29)

(351)

351 56.408

(957) 124.275 (672) 95.875

517 602 436

8.659 8.659

(351)

351 27.553 (3.426)

28.400 112.327

(28.400) (517) (2.582) 20.488 27.509

(285)

3.747

As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

(160) (2.457) (9.672)

(4.772) 28.400

2.497 (4.414) (16)

(17.068) (310) (1.552) 12.289 12.289

(246)

3.747

112.327 110.513

(116) (6.202) (6.085)

(163)

2.141

102.492 102.492

SOBRAS/ PERDAS TOTAIS ACUMU. 12.403 190.537

(957) 124.275

517 602

8.659

(28.400) (517) (2.582) 20.488

(116) (3.021) 3.300 (5.714) (25) 33.765 (2.732) 2.141 (1.552) 216.583 216.583 (160) 3.487 (7.288) (29) 56.408 (4.772) 3.747 (2.582) 265.394 242.320 2.212 (4.414) (16) 27.553 (3.426) 3.747 (2.582) 265.394

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (em milhares de Reais) SOBRAS OU PERDAS ANTES DA TRIBUTAÇÃO E PARTICIPAÇÕES Juros sobre o Capital Próprio Recebidos Distribuição de Sobras e Dividendos Provisões/Reversões para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito Provisões/Reversões para Garantias Prestadas Provisões/Reversões Não Operacionais Provisões/Reversões para Contingências (Ganho)/Perdas Por Baixas de Intangível Depreciações e Amortizações SOBRAS OU PERDAS ANTES DA TRIBUTAÇÃO E PARTICIPAÇÕES AJUSTADO Aumento (redução) em ativos operacionais Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Títulos e Valores Mobiliários Relações Interfinanceiras Operações de Crédito Outros Ativos Financeiros Ativos Fiscais Correntes e Diferidos Outros Ativos Aumento (redução) em passivos operacionais Depósitos à Vista Depósitos sob Aviso Depósitos à Prazo Recursos de Aceite e Emissão de Títulos Relações Interfinanceiras Obrigações por Empréstimos e Repasses Outros Passivos Financeiros Provisões Obrigações Fiscais Correntes e Diferidas Outros Passivos FATES - Atos Cooperativos Outras Destinações Imposto de Renda Contribuição Social CAIXA LÍQUIDO APLICADO / ORIGINADO EM ATIVIDADES OPERACIONAIS Atividades de Investimentos

2 º Sem. 2021 31.228 (221) 24.038 2.163 212 (31) 1.053 58.442

31/12/2021 61.384 (221) (1.554) 36.100 2.275 653 18 8 2.063 100.726

31/12/2020 37.423 (116) (1.714) 40.824 1.244 (424) (7) 1.515 78.745

(1.632) 476 (195.321) (3.702) 783 (1.285)

(6.672) (251.476) (5.656) 206 (3.615)

(47.294) 48 (182.833) (2.935) 127 (1.166)

42.012 (44) 43.077 65.570 19.504 2.075 22 1.227 (5.979) (2.582) (1.119) (835) 20.689

31.355 (205) 46.224 68.942 15.983 (5.713) (992) 32 582 (3.119) (2.582) (160) (1.119) (835) (18.094)

198.228 (976) 123.239 22.677 (24.235) 12.913 367 21 544 (3.526) (1.552) (116) (973) (596) 170.707


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EDIÇÃO 365

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EXERCÍCIO 2021

COOPERATIVA DE CREDITO CENTRO-SERRANA DO ESPIRITO SANTO SICOOB CENTRO-SERRANO - CNPJ: 31.804.966/0001-05

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (em milhares de Reais) Distribuição de Dividendos Distribuição de Sobras da Central Juros sobre o Capital Próprio Recebidos Aquisição de Intangível Aquisição de Imobilizado de Uso Aquisição de Investimentos CAIXA LÍQUIDO APLICADO / ORIGINADO EM INVESTIMENTOS Atividades de Financiamentos Aumento por novos aportes de Capital Devolução de Capital à Cooperados Estorno de Capital Distribuição de sobras para associados Juros sobre o Capital Próprio, Líquido CAIXA LÍQUIDO APLICADO / ORIGINADO EM FINANCIAMENTOS AUMENTO / REDUÇÃO LÍQUIDA DE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Modificações Líquidas de Caixa e Equivalentes de Caixa Caixa e Equivalentes de Caixa No Ínicio do Período Caixa e Equivalentes de Caixa No Fim do Período Variação Líquida de Caixa e Equivalentes de Caixa As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

NOTAS EXPLICATIVAS (em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma) 2 º Sem. 2021 221 (126) (4.347) (1.230) (5.482)

31/12/2021 228 1.326 221 (129) (5.672) (2.784) (6.810)

31/12/2020 605 1.109 116 (15) (3.854) (5.233) (7.272)

2.212 (4.414) (16) 3.747 1.529 16.736

3.487 (7.288) (29) 3.747 (83) (24.987)

3.300 (5.714) (25) (3.021) 2.141 (3.319) 160.116

466.961 483.697 16.736

508.684 483.697 (24.987)

348.568 508.684 160.116

NOTAS EXPLICATIVAS (em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma) 1. Contexto Operacional A COOPERATIVA DE CRÉDITO CENTRO-SERRANA DO ESPÍRITO SANTO - SICOOB CENTRO-SERRANO, é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 19/01/1989, filiada à COOPERATIVA DE CRÉDITO CENTRAL DO ESPÍRITO SANTO – SICOOB CENTRAL ES e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/1964, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/1971, que define a Política Nacional do Cooperativismo e institui o regime jurídico das sociedades cooperativas, pela Lei Complementar nº 130/2009, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 4.434/2015, do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito. O SICOOB CENTRO-SERRANO, sediado à RUA HERMANN MIERTSCHINK, N° 90, CENTRO, SANTA MARIA DE JETIBÁ - ES, possui 20 Postos de Atendimento (PAs) nas seguintes localidades: SANTA MARIA DE JETIBÁ - ES, ITAGUAÇU - ES, ITARANA - ES, SANTA TERESA - ES, BAIXO GUANDU - ES, DOMINGOS MARTINS - ES, SANTA LEOPOLDINA - ES, SÃO ROQUE DO CANAÃ - ES, VILA VELHA - ES e SALVADOR - BA. O SICOOB CENTRO-SERRANO tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: (i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados; (ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e (iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos. 1.1 Classificação de Risco Fitch Rating A Fitch Ratings em 28 de setembro de 2021 afirmou a classificação de risco da Cooperativa, dessa forma, a sua classificação pela Fitch Rating no curto prazo tem a nota F1(bra), que indica a mais forte capacidade intrínseca de pagamento pontual dos compromissos financeiros. Segundo a escala de Rating Nacional da Fitch, este Rating representa a mais alta qualidade de crédito de curto prazo. Analisando Fitch Rating de longo prazo sua classificação é A+(bra), este Rating denota baixa expectativa de risco de inadimplência. A capacidade de pagamento dos compromissos financeiros é considerada forte. Essa capacidade, todavia, pode ser mais vulnerável a condições adversas nos negócios ou econômicas do que no caso de categorias de ratings melhores. Segundo a escala de Rating Nacional da Fitch, este Rating representa uma qualidade de crédito alta. Essa atribuição de classificação indica grau médio elevado de confiança, que está no mesmo nível de risco das grandes instituições financeiras do Brasil. Fonte: <https://www.fitchratings.com/site/brasil>. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil – BACEN, considerando as Normas Brasileiras de Contabilidade, especificamente àquelas aplicáveis às entidades Cooperativas, a Lei do Cooperativismo nº 5.764/71 e normas e instruções do BACEN, apresentadas conforme Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF, e sua emissão foi autorizada pela Diretoria Executiva em 27/01/2022. Em função do processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, algumas normas e interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovadas pelo BACEN, naquilo que não confrontar com as normas por ele já emitidas anteriormente. Os pronunciamentos contábeis já aprovados, por meio das Resoluções do CMN, foram aplicados integralmente na elaboração destas Demonstrações Contábeis. 2.1 Mudanças nas Políticas Contábeis e Divulgação a) Mudanças em Vigor O Banco Central emitiu a Resolução CMN n° 4.818 de 29 de maio de 2020 e a Resolução BCB n° 2 de 12 de agosto de 2020, as quais apresentam as premissas para elaboração das demonstrações financeiras obrigatórias e os procedimentos mínimos a serem observados. As principais alterações em decorrência destes normativos: i) no Balanço Patrimonial as contas estão dispostas baseadas na liquidez e na exigibilidade. A abertura de segregação entre circulante e não circulante está sendo divulgada apenas nas respectivas notas explicativas, como já adotado nas demonstrações contábeis de junho de 2021. Adoção de novas nomenclaturas e agrupamentos de itens patrimoniais, tais como: ativos financeiros, provisão para perdas associadas ao risco de crédito, passivos financeiros, ativos e passivos fiscais e provisões; ii) na Demonstração de Sobras ou Perdas a alteração consiste na apresentação de novas nomenclaturas das provisões para perdas associadas ao risco de crédito e destaque para as despesas de provisões; iii) os saldos do Balanço Patrimonial do período estão apresentados comparativamente com o final do exercício social imediatamente anterior e as demais demonstrações estão comparadas com os mesmos períodos do exercício anterior; iv) readequação da estrutura das notas explicativas em função da adoção de novas nomenclaturas e agrupamentos dos itens patrimoniais. b) Mudanças a serem aplicadas em períodos futuros Apresentamos abaixo um resumo sobre as novas normas que foram recentemente emitidas pelos órgãos reguladores, ainda a serem adotadas pela Cooperativa: Resolução CMN 4.817, de 29 de maio de 2020. A norma estabelece os critérios para mensuração e reconhecimento contábeis, pelas instituições financeiras, de investimentos em coligadas, controladas e controladas em conjunto, no Brasil e no exterior, inclusive operações de aquisição de participações, no caso de investidas no exterior, estabelece critérios de variação cam-

bial; avaliação pelo método da equivalência patrimonial; investimentos mantidos para venda; e operações de incorporação, fusão e cisão. A Resolução CMN 4.817/20 entra em vigor em 1º de janeiro de 2022. Resolução BCB nº 33, de 29 de outubro de 2020. A norma dispõe sobre os critérios para mensuração e reconhecimento contábeis de investimentos em coligadas, controladas e controladas em conjunto mantidos pelas administradoras de consórcio e pelas instituições de pagamento e os procedimentos para a divulgação em notas explicativas de informações relacionadas a esses investimentos pelas instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Essa Resolução entra em vigor em 1º de janeiro de 2022. Resolução CMN 4.872, de 27 de novembro de 2020. A norma dispõe sobre os critérios gerais para o registro contábil do patrimônio líquido das instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. A Resolução CMN 4.872/20 entra em vigor em 1º de janeiro de 2022. Resolução BCB nº 92, de 6 de maio de 2021. A norma dispõe sobre a estrutura do elenco de contas Cosif a ser observado pelas instituições financeiras e demais instituições a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Essa Resolução entra em vigor em 1º de janeiro de 2022. Resolução CMN nº 4.924, de 24 de junho de 2021. A norma dispõe sobre princípios gerais para reconhecimento, mensuração, escrituração e evidenciação contábeis pelas instituições financeiras e demais instituições a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Os Pronunciamentos Técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis abrangidos nessa norma são: CPC 00 - Estrutura Conceitual para Relatório Financeiro; CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos; CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro; CPC 46 - Mensuração do Valor Justo; CPC 47 - Receita de Contrato com Cliente. Essa Resolução entra em vigor em 1º de janeiro de 2022. Resolução CMN nº 4.966, de 25 de novembro de 2021. A norma dispõe sobre os conceitos e os critérios contábeis aplicáveis a instrumentos financeiros, bem como para a designação e o reconhecimento das relações de proteção (contabilidade de hedge) pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Entram em vigor em 1º de janeiro de 2022: a mensuração dos investimentos em coligadas, controladas e controladas em conjunto avaliados pelo método de equivalência patrimonial destinados a venda; o prazo para remeter ao Banco Central do Brasil o plano de contas para implementação desse normativo, além da sua aprovação e divulgação; a divulgação das demonstrações financeiras consolidadas de acordo o Padrão Contábil das Instituições Reguladas pelo Banco Central do Brasil (Cosif) e das demonstrações no padrão contábil internacional. Quanto aos demais dispositivos, entram em vigor em 1º de janeiro de 2025. A Cooperativa iniciou a avaliação dos impactos da adoção dos novos normativos. Eventuais impactos decorrentes da conclusão da avaliação serão considerados até a data de vigência de cada normativo. 2.2 Continuidade dos Negócios e Efeitos da Pandemia de COVID-19 “Novo Coronavírus” A Administração avaliou a capacidade de a Cooperativa continuar operando normalmente e está convencida de que possui recursos suficientes para dar continuidade a seus negócios no futuro. Apesar do momento atípico que o País se encontra, tendo em vista a experiência da Cooperativa no gerenciamento e monitoramento de riscos, capital e liquidez, com auxílio das estruturas centralizadas do Sicoob, bem como as informações existentes no momento dessa avaliação, não foram identificados indícios de quaisquer eventos que possam interromper suas operações em um futuro previsível. A COOPERATIVA DE CREDITO CENTRO-SERRANA DO ESPIRITO SANTO junto a seus associados, empregados e a comunidade estamos fazendo nossa parte para evitar a propagação do Novo Coronavírus, seguindo as recomendações e orientações do Ministério da Saúde, e adotando alternativas que auxiliam no cumprimento da nossa missão. 2.3 Reapresentação de Informações Comparativas No que foi praticável a reapresentação retrospectiva, de forma a manter a comparabilidade com o período anterior, conforme aplicação do CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (Resolução CMN nº 4.007, de agosto de 2011), as informações financeiras relativas ao balanço patrimonial, à demonstração de sobras ou perdas, à demonstração das mutações do patrimônio líquido e à demonstração dos fluxos de caixa para o exercício findo em 2020 estão sendo reapresentadas abaixo: a) Mudanças na forma de apresentação nos Demonstrativos Contábeis de 2020 Para efeito comparativo dos valores em 31 de dezembro de 2021 referente ao Demonstrativo de Fluxo de Caixa (DFC), ocorreram reclassificações sem causar prejuízo no resultado divulgado anteriormente. As rubricas contábeis que tiveram alterações foram: Participações nos Resultados de Empregados no montante de R$ 2.089 mil e a Provisão dos Juros ao Capital no total de R$ 2.732 mil que constavam no grupo de Sobras ou Perdas Antes da Tributação e Participações Ajustado e foram reclassificadas para a rubrica de Outros Passivos no grupo das Atividades Operacionais. As reapresentações acima descritas não resultaram em qualquer modificação nos saldos totais de ativos, passivos ou patrimônio líquido ou nas sobras líquidas apuradas no exercício findo em 2020. 3. Resumo das Principais Práticas Contábeis a) Apuração do Resultado Os ingressos/receitas e os dispêndios/despesas são registrados de acordo com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços, típicas ao sistema financeiro, são reconhecidas quando da prestação de serviços ao associado ou a terceiros. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não-cooperativo, quando não identificados com cada atividade. De acordo com a Lei n° 5.764/71, o resultado é segregado em atos cooperativos, aqueles praticados entre as cooperativas e seus associados ou cooperativas entre si, para cumprimentos de seus objetivos estatutários, e atos não cooperativos aqueles que importam em operações com terceiros não associados. b) Estimativas Contábeis Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para determinar o valor de certos ativos, passivos e outras transações considerando a melhor informação disponível. Incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à vida útil dos bens do ativo imobilizado, provisões para causas judiciais, dentre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. c) Caixa e Equivalentes de Caixa Composto pelas disponibilidades, pela Centralização Financeira mantida na Central e por Aplicações interfinanceiras e Títulos e Valores Mobiliários, de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites e, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias a contar da data de aquisição. d) Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Representam operações a preços fixos referentes às compras de títulos com compromisso de revenda e aplicações em depósitos interfinanceiros e estão demonstradas pelo valor de resgate, líquidas dos rendimentos a apropriar correspondentes a períodos futuros. e) Títulos e Valores Mobiliários A carteira está composta por títulos de renda fixa e renda variável, os quais são apresentados pelo custo acrescido dos rendimentos auferidos até a data do Balanço, ajustados aos respectivos valores de mercado, conforme aplicável. f) Relações Interfinanceiras – Centralização financeira Os recursos captados pela cooperativa que não tenham sido aplicados em suas atividades são concentrados por meio de transferências interfinanceiras para a cooperativa central, e utilizados pela cooperativa central para aplicação financeira. De acordo com a Lei nº 5.764/71, essas ações são definidas como atos cooperativos. g) Operações de Crédito As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas por critério “pro rata temporis”, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados.


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MARÇO 2022

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EXERCÍCIO 2021

COOPERATIVA DE CREDITO CENTRO-SERRANA DO ESPIRITO SANTO SICOOB CENTRO-SERRANO - CNPJ: 31.804.966/0001-05

h) Provisão para Perdas Associadas ao Risco de Crédito Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. As Resoluções CMN nº 2.697/2000 e 2.682/1999 estabeleceram os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo). i) Depósitos em Garantia Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações em que figura como polo passivo. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo. j) Investimentos Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL ES e ações do BANCO SICOOB, avaliadas pelo método de custo de aquisição. k) Imobilizado de Uso Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, edificações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para reduzir o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas aplicáveis e levam em consideração a vida útil econômica dos bens. l) Intangível Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade, deduzidos da amortização acumulada. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. Os ativos intangíveis compreendem, por exemplo: direito de uso de softwares adquiridos de terceiros e são amortizados ao longo de sua vida útil estimada ou pelo contrato de licença. m) Ativos Contingentes Os ativos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações contábeis, uma vez que pode tratar-se de resultado que nunca venha a ser realizado. Porém, quando a realização do ganho é praticamente certa, então o ativo relacionado não é um ativo contingente e o seu reconhecimento é adequado. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis. n) Obrigações por Empréstimos e Repasses As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos da transação. Em seguida, os saldos dos empréstimos tomados são acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido (“pro rata temporis”), assim como das despesas a apropriar referente aos encargos contratados até o final do contrato, quando calculáveis. o) Depósitos e Recursos de Aceite e Emissão de Títulos Os depósitos e os recursos de aceite e emissão de títulos são demonstrados pelos valores das exigibilidades e consideram, quando aplicável, os encargos exigíveis até a data do balanço, reconhecidos em base pro rata die. p) Outros Ativos São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas, até a data do balanço. q) Outros Passivos Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridas. r) Provisões São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. s) Provisões para Demandas Judiciais e Passivos Contingentes São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas. t) Obrigações Legais São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz. u) Imposto de Renda e Contribuição Social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro tem incidência sobre os atos não cooperativos, situação prevista no caput do Art. 194 do Decreto 9.580/2018 (RIR2018). Entretanto, o resultado apurado em operações realizadas com cooperados não tem incidência de tributação, sendo essa expressamente prevista no caput do art. 193 do mesmo Decreto. v) Segregação em Circulante e Não Circulante Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante). w) Valor Recuperável de Ativos – Impairment A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas. Em 31 de dezembro de 2021 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros. x) COVID19 nas demonstrações Contábeis Não foram identificados impactos relevantes da pandemia da COVID19 nas Demonstrações Contábeis de 31/12/2021 seja de ativos financeiros seja de ativos não financeiros. y) Resultados recorrentes e não recorrentes Conforme definido pela Resolução BCB nº 2/2020, os resultados recorrentes são aqueles que estão relacionados com as atividades características da Cooperativa ocorridas com frequência no presente e previstas para ocorrer no futuro, enquanto os resultados não recorrentes são aqueles decorrente de um evento extraordinário e/ou imprevisível, com tendência de não se repetir no futuro. z) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para a sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2021.

4. Disponibilidades O caixa e os equivalentes de caixa, apresentados na demonstração dos fluxos de caixa, estão constituídos por: 31/12/2021 31/12/2020 Disponibilidade em Caixa e Depósitos Bancários (a) 10.169 9.328 Caixa 10.168 9.323 Depósitos Bancários 1 5 Relações interfinanceiras - centralização financeira até 90 dias (b) 473.528 499.356 Centralização financeira 473.528 499.356 Total 483.697 508.684 (a) Referem-se as operações com disponibilidade imediata ou cujo vencimento na data da efetiva aplicação foi igual ou inferior a 90 dias e que apresentem risco insignificante de mudança de valor justo. (b) Referem-se à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao SICOOB CENTRAL ES conforme prescreve o art. 24, da Resolução CMN nº 4.434/15. 5. Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Registrados pelo valor efetivamente pago, acrescido dos rendimentos auferidos. Compreende os depósitos interfinanceiros junto ao Banco Sicoob. Em 31 de dezembro de 2021 e 2020, as aplicações interfinanceiras de liquidez estavam assim compostas: Descrição Aplicações em Depósitos Interfinanceiros – Circulante Aplicações em Depósitos Interfinanceiros – Não-Circulante TOTAL Aplicação de garantia junto ao Banco Sicoob concessão de financiamentos a Cooperados. 5.1 Rendas de Aplicações Interfinanceiras de Liquidez As receitas recebidas dessa transação resultaram o montante conforme abaixo:

31/12/2021 31/12/2020 21.062 32.905 47.295 53.967 47.295

Descrição 2º Sem/2021 31/12/2021 31/12/2020 Rendas de Aplicações Interfinanceiras de Liquidez 1.632 2.286 236 TOTAL 1.632 2.286 236 6. Centralização Financeira Refere-se às disponibilidades de recursos depositados no Sicoob Central ES, que aplica estes valores de forma centralizada, obtendo assim remuneração, onde mensalmente o resultado destas aplicações é recebido e reconhecido pela cooperativa. Descrição 31/12/2021 31/12/2020 Centralização Financeira - Cooperativas 473.528 499.356 TOTAL 473.528 499.356 6.1 Ingressos de Depósitos Intercooperativos As receitas recebidas dessa transação da centralização financeira resultaram no montante descrito conforme quadro abaixo. Descrição Ingressos de Depósitos Intercooperativos TOTAL 7. Operações de Crédito a) Composição da carteira de crédito por modalidade:

2º Sem/2021 31/12/2021 31/12/2020 14.635 21.222 11.966 14.635 21.222 11.966

31/12/2021 31/12/2020 Não Não Circulante Total Circulante Total Circulante Circulante Adiantamento a Depositante 488 488 316 316 Empréstimos 318.090 316.085 634.175 219.818 319.873 539.691 Títulos Descontados 15.128 15.128 11.765 11.765 Financiamentos 64.866 155.647 220.513 38.253 84.123 122.376 Financiamentos Rurais e Agroindustriais 72.675 70.374 143.049 56.980 46.902 103.882 Total das Operações Crédito 471.247 542.106 1.013.353 327.132 450.898 778.030 (-) Provisões para Operações de Crédito (37.593) (52.915) (90.508) (28.443) (44.363) (72.806) TOTAL 433.654 489.191 922.845 298.689 406.535 705.224 b) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 2.682/1999: Modalidade

A.D / Cheque Nível / Percentual Empr./ Financ. Total Provisões Total em Provisões Especial Financ. de Risco / Situação TD Rurais 31/12/2021 31/12/2021 31/12/2020 31/12/2020 / Conta Garantida AA - Normal 11.894 2 8.110 5.424 25.430 34.367 A 0,5% Normal 139.298 2.163 53.782 40.048 235.291 (1.176) 207.395 (1.037) B 1% Normal 161.630 1.501 70.042 45.304 278.477 (2.785) 225.386 (2.254) B 1% Vencidas 869 23 105 22 1.019 (10) 468 (5) C 3% Normal 184.183 4.505 68.474 47.071 304.233 (9.127) 154.779 (4.643) C 3% Vencidas 2.369 132 1.134 17 3.652 (110) 1.964 (59) D 10% Normal 51.021 1.637 12.280 3.136 68.074 (6.807) 63.073 (6.307) D 10% Vencidas 2.089 109 115 2.313 (231) 2.730 (273) E 30% Normal 11.920 516 3.593 953 16.982 (5.095) 20.573 (6.172) E 30% Vencidas 2.565 258 347 43 3.213 (964) 2.062 (619) F 50% Normal 10.691 253 547 125 11.616 (5.808) 13.806 (6.903) F 50% Vencidas 1.718 154 338 37 2.247 (1.123) 9.378 (4.689) G 70% Normal 8.696 238 223 160 9.317 (6.522) 5.638 (3.947) G 70% Vencidas 1.959 116 299 91 2.465 (1.726) 1.709 (1.196) H 100% Normal 25.712 420 491 588 27.211 (27.211) 21.119 (21.119) H 100% Vencidas 20.125 1.025 633 30 21.813 (21.813) 13.583 (13.583) Total Normal 605.045 11.235 217.542 142.809 976.631 (64.531) 746.136 (52.382) Total Vencidos 31.694 1.817 2.971 240 36.722 (25.977) 31.894 (20.424) Total Geral 636.739 13.052 220.513 143.049 1.013.353 (90.508) 778.030 (72.806) Provisões (77.074) (2.468) (7.412) (3.554) (90.508) (72.806) Total Líquido 559.665 10.584 213.101 139.495 922.845 705.224 c) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento (em dias): Descrição Adiantamento a depositante

Até 90 488

De 91 até 360 Acima de 360 -

Total 488


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EDIÇÃO 365

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EXERCÍCIO 2021

COOPERATIVA DE CREDITO CENTRO-SERRANA DO ESPIRITO SANTO SICOOB CENTRO-SERRANO - CNPJ: 31.804.966/0001-05

Descrição Até 90 De 91 até 360 Acima de 360 Cheque Especial/Conta garantida 12.564 Empréstimos 68.967 236.559 316.085 Títulos Descontados 14.149 979 Financiamentos 17.324 47.542 155.647 Financiamentos Rurais 17.165 55.510 70.374 TOTAL 130.657 340.590 542.106 d) Composição da carteira de crédito por tipo de produto, cliente e atividade econômica: Descrição Empréstimos/TD Financiamento Financ. Rurais 31/12/2021 Setor Privado - Comércio 231.360 33.947 671 265.978 Setor Privado - Indústria 41.228 17.080 58.308 Setor Privado - Serviços 213.488 87.275 1.875 302.638 Pessoa Física 153.660 82.149 118.870 354.679 Outros 10.055 62 21.633 31.750 TOTAL 649.791 220.513 143.049 1.013.353 e) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito: Descrição Saldo Inicial Constituições Transferência para prejuízo TOTAL f) Concentração dos Principais Devedores: Descrição 31/12/2021 Maior Devedor 24.425 10 Maiores Devedores 138.432 50 Maiores Devedores 282.040 g) Movimentação de Créditos Baixados Como Prejuízo: Descrição Saldo inicial Valor das operações transferidas no período Valor das operações recuperadas no período Valor dos descontos concedidos nas operações recuperadas TOTAL h) Rendas com Operações de Crédito:

Total 12.564 621.611 15.128 220.513 143.049 1.013.353

(d) Em Títulos e Créditos a Receber estão registrados em sua maior representatividade os Valores a Receber de Tarifas. (e) Em Devedores por Depósitos em Garantia estão registrados os valores referentes a interposição de recursos fiscais registrados no ativo e passivo, classificados a longo prazo. 8.1 Provisão para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito Relativas a Outros Ativos Financeiros A provisão para outros créditos de liquidação duvidosa foi apurada com base na classificação por nível de risco, de acordo com a Resolução CMN nº 2.682/1999. (a) Provisões para Perdas Associadas ao Risco de Crédito relativas a Outros Ativos Financeiros, segregadas em Circulante e Não Circulante:

% da Carteira 26 6 30 35 3 100

31/12/2021 31/12/2020 Não Não Circulante Total Circulante Total Circulante Circulante Provisões para Avais e Fianças Honrados (2.338) (2.338) (1.466) (1.466) Outros Créditos (968) (968) Total (2.338) (2.338) (2.434) (2.434) (b) Provisões para Perdas Associadas ao Risco de Crédito relativas a Outros Ativos Financeiros, por tipo de operação e classificação de nível de risco:

31/12/2021 31/12/2020 72.806 66.590 36.196 39.613 (18.494) (33.397) 90.508 72.806 % Carteira Total 2% 12% 25%

31/12/2020 18.845 91.138 203.271

% Carteira Total 2% 12% 26%

31/12/2021 31/12/2020 128.078 103.340 18.494 33.397 (18.952) (8.410) (1.620) (249) 126.000 128.078

Descrição 2º Sem/2021 31/12/2021 31/12/2020 Rendas de Adiantamentos a Depositantes 481 766 620 Rendas de Empréstimos 45.344 78.580 65.355 Rendas de Direitos Creditórios Descontados 1.683 3.214 3.661 Rendas de Financiamentos 12.272 19.969 12.818 Rendas de Financiamentos Rurais - Recursos Livres 2.466 4.015 2.771 Rendas de Financiamentos Rurais - Recursos Direcionados à Vista 1.033 1.987 2.471 Rendas de Financ Rurais - Recursos Direcionados da Poupança Rural 463 828 961 Rendas de Financiamentos Rurais - Recursos Direcionados de LCA 14 27 267 Rendas de Financiamentos Rurais - Recursos de Fontes Públicas 271 321 465 Recuperação De Créditos Baixados Como Prejuízo 12.478 18.952 8.410 TOTAL 76.505 128.659 97.799 A receita da intermediação financeira com operações de crédito compreende as receitas de juros de empréstimos e financiamentos, desconto de duplicatas, conta garantida, cheque especial, adiantamento a depositante, repasses de recursos do Banco Sicoob e Sicoob Central ES i) Provisões para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito: Descrição 2º Sem/2021 31/12/2021 31/12/2020 Provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa (PDD) (46.953) (77.078) (81.836) Reversão de provisão para operações de crédito de liquid. duvidosa (PDD) 24.116 43.223 43.942 Provisões para outros Créditos liquidação duvidosa (1.973) (3.684) (3.519) Reversão de provisões para outros Créditos liquidação duvidosa 772 1.439 589 TOTAL (24.038) (36.100) (40.824) As Despesas de Provisão para créditos de liquidação duvidosa refletem a variação nos saldos de Provisão para tais créditos gerados em consonância com a Resolução 2.682 do Conselho Monetário Nacional de 21.12.1999, de acordo com a classificação de risco das operações de crédito concedidas. 8. Outros Ativos Financeiros Em 31 de dezembro de 2021 e 2020, os outros ativos financeiros, compostos por valores referentes às importâncias devidas à Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, estavam assim compostos: 31/12/2021 31/12/2020 Não Não Circulante Total Circulante Total Circulante Circulante Créditos por Avais e Fianças Honrados (a) 3.193 3.193 1.834 1.834 Rendas a Receber (b) 4.996 4.996 2.287 2.287 Rendas Serviços arrec de convênios 984 984 720 720 Rendas da Centr. da Admin. Financeira 3.367 3.367 878 878 Rendas a Receber – Transações Interf. 173 173 Outras Rendas a Receber 472 472 689 689 Devedores por Compra de Valores e Bens (c) 968 968 Títulos e Créditos a Receber (d) 923 923 740 740 Devedores por Depósitos em Garantia (e) 2.152 2.152 2.120 2.120 Pis – Deposito Judicial 342 342 337 337 Cofins – Deposito Judicial 1.809 1.809 1.782 1.782 Outros 1 1 1 1 TOTAL 9.112 2.152 11.264 5.829 2.120 7.949 (a) O saldo de Avais e Fianças Honrados é composto, substancialmente, por operações oriundas de cartões de crédito vencidas de associados da cooperativa cedidos pelo Banco Sicoob, em virtude de coobrigação contratual. (b) Em Rendas a Receber estão registrados: Rendas da Centralização Financeira a Receber da Cooperativa Central entre outras. (c) Em Devedores por Compra de Valores e Bens estão registrados os saldos a receber de terceiros pela venda a prazo de bens próprios da Cooperativa ou recebidos como pagamento de dívidas. Descrição

Descrição

Nível / Percentual Avais e Fianças Total em Provisões Total em Provisões de Risco / Situação Honrados 31/12/2021 31/12/2021 31/12/2020 31/12/2020 E 30% Normal 362 362 (109) 98 (29) E 30% Vencidas 484 484 (145) 205 (62) F 50% Normal 41 41 (20) 52 (26) F 50% Vencidas 349 349 (174) 124 (62) G 70% Normal 40 40 (28) 20 (14) G 70% Vencidas 186 186 (131) 208 (146) H 100% Normal 78 78 (78) 982 (982) H 100% Vencidas 1.653 1.653 (1.653) 1.113 (1.113) Total Normal 521 521 (235) 1.152 (1.051) Total Vencidos 2.672 2.672 (2.103) 1.650 (1.383) Total Geral 3.193 3.193 (2.338) 2.802 (2.434) Provisões (2.338) (2.338) (2.434) Total Líquido 855 855 368 9. Ativos Fiscais, Correntes e Diferidos Ativos Fiscais Correntes são referentes a Impostos e Contribuições a compensar, conforme demonstrado abaixo: Descrição Saldo Negativo de IRPJ - Exercícios Anteriores Cofins a Compensar Pis a Compensar Valores a Restituir- PERDCOMP INSS a Compensar TOTAL 10. Outros Ativos

31/12/2021 31/12/2020 215 7 6 2 1 7 14 14 30 236

10.1 Descrição – Curto Prazo Diversos Antecipação Salariais Adiantamentos para Pagamentos de Nossa Conta Adiantamentos por Conta de Imobilizações Pagamentos a Ressarcir Devedores Diversos – País Outros Valores e Bens Material em Estoque Despesa Antecipada (III) Sisol - Geração de energia fotovoltaica (a) Software Outras Despesas Antecipadas (b) Total – Curto Prazo

31/12/2021 31/12/2020 2.417 2.355 257 195 7 1.016 1.919 1.038 143 106 91 623 583 115 68 508 515 332 446 84 29 92 40 3.040 2.938

10.2 Descrição – Longo Prazo Outros Valores e Bens 6.956 4.096 Ativos não Financ Mantidos para Venda – Recebidos (I) 7.805 4.293 Veículos 200 Outros Imóveis 7.605 4.293 (-) Prov. Desv. Ativos Não Financ Mant. P Venda – Recebidos (II) (849) (197) (-) Outros Imóveis (849) (197) Total – Longo Prazo 6.956 4.096 Total Geral 9.996 7.034 (I) Em Ativos Não Financeiros Mantidos para Venda - Recebidos estão registrados os bens recebidos como dação em pagamento de dívidas, não estando sujeitos a depreciação ou correção. Até o ano 2020 esses bens eram registrados na rubrica Bens Não de Uso Próprio e foram reclassificados em 2021 conforme determina a Carta Circular BCB 3.994/2019. (II) Refere-se a provisões constituídas com base em laudos atualizados de avaliação dos bens. Até o ano 2020 essas provisões eram registradas na rubrica Provisão para Desvalorização de Outros Valores e Bens e foram reclassificados em 2021 conforme determina a Carta Circular BCB 3.994/2019. (III). Registra-se a aplicação de recursos em pagamentos antecipados, de que decorrerão, para a instituição, benefícios ou prestação de serviços, em períodos seguintes: (a) Refere-se participação da Cooperativa no Fundo Sicoob para geração e compartilhamento de energia fotovoltaica – SISOL criado pelo Sicoob Central ES com o objetivo de desenvolver ações de sustentabilidade ambiental que visam, especialmente, a exploração e utilização de fontes renováveis de energia para utilização da cooperativa; (b) Registram-se ainda no grupo, as despesas antecipadas, referentes aos prêmios de seguros, contribuição cooperativista, licença de softwares, por exemplo. 11. Investimentos O saldo é representado, substancialmente, por quotas do SICOOB CENTRAL ES e ações do BANCO COOPERATIVO SICOOB S.A. - BANCO SICOOB (Instituição Financeira Controlada por Cooperativas de Crédito). Em 31 de dezembro de 2021 e 2020, os investimentos estão assim compostos: Descrição Participações em cooperativa central de crédito – Sicoob Central ES (a)

31/12/2021 31/12/2020 20.716 19.170


11

MARÇO 2022

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EXERCÍCIO 2021

COOPERATIVA DE CREDITO CENTRO-SERRANA DO ESPIRITO SANTO SICOOB CENTRO-SERRANO - CNPJ: 31.804.966/0001-05

Descrição 31/12/2021 31/12/2020 Participações intuição financeira controlada por cooperativa de crédito – Banco Sicoob (b) 10.406 9.168 TOTAL 31.122 28.338 (a) A participação junto ao Sicoob Central ES gerou o montante de sobras recebidas no exercício de 2021 no valor de R$ 1.326 mil. (No mesmo período de 2020 – R$ 1.109 mil). (b) A participação junto ao Banco Sicoob gerou o montante de dividendos recebidos no exercício de 2021 de R$ 228 mil (No mesmo período de 2020 foi de R$ 605 mil). 12. Imobilizado de Uso Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo: Descrição 31/12/2021 31/12/2020 Taxa Depreciação Imobilizado em Curso (a) 2.130 375 Terrenos 81 81 Edificações 2.723 2.642 4% (-) Depreciação Acum. de Edificações (1.073) (971) Instalações 10.561 8.444 4-25% (-) Depreciação Acum. de Instalações (4.421) (3.503) Mobiliários 2.367 2.120 10% (-) Depreciação Acum. de Mobiliários (1.311) (1.123) Máquinas 140 133 10% (-) Depreciação Acum. de Máquinas (95) (84) Aparelhos de Refrigeração 1.768 1.705 10% (-) Depreciação Acum. de Aparelhos Refrigeração (1.044) (897) Equipamentos de Processamento de Dados 4.687 3.584 20% (-) Depreciação Acum. de Equipamentos Process. de Dados (2.699) (2.405) Alarme 51 44 10% (-) Depreciação Acum. de Alarme (22) (18) Cabines de Segurança 174 173 10% (-) Depreciação Acum. de Cabines de Segurança (124) (115) Armas e Equipamentos 420 417 10% (-) Depreciação Acum. de Armas e Equipamentos (311) (287) Equipamentos de Vigilância e Segurança 284 268 10% (-) Depreciação Acum. Equipamentos de Vig. e Segurança (180) (159) Equipamentos de Comunicação 298 292 10% (-) Depreciação Acum. Equipamentos de Comunicação (174) (151) Veículos 218 218 20% (-) Depreciação Acum. de Veículos (178) (149) Software e Direito de Uso (b) 807 716 10-20% (-) Amortização Acumulada De Software e Direitos de Uso (672) (675) Total Imobilizado de Uso 25.902 20.496 Total Intangível 807 716 Total Depreciação/Amortização (12.304) (10.537) (a) As imobilizações em curso serão alocadas em grupo específico após a conclusão das obras e efetivo uso, quando passarão a ser depreciadas. (b) Registram-se os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da companhia, como as licenças de uso de softwares. A despesa com depreciação e amortização no exercício de 2021 foi de R$ 2.063 mil (Em 2020 – R$ 1.515 mil). 13. Depósitos É composto de valores cuja disponibilidade é imediata aos associados, denominado de depósitos a vista, portanto sem prazo determinado para movimentá-lo, ficando a critério do portador dos recursos fazê-lo conforme sua necessidade. É composto também por valores pactuados para disponibilidade em prazos pré-estabelecidos, denominados depósitos a prazo, os quais recebem atualizações por encargos financeiros remuneratórios conforme a sua contratação em pós ou pré-fixada. Suas remunerações pós fixadas são calculadas com base no critério de “pro rata temporis”; já as remunerações pré-fixadas são calculadas e registradas pelo valor futuro, com base no prazo final das operações, ajustadas, na data do demonstrativo contábil, pelas despesas a apropriar, registradas em conta redutora de depósitos a prazo. Os depósitos mantidos na Cooperativa estão garantidos, até o limite de R$ 250.000,00 por CPF ou CNPJ, pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), que é uma reserva financeira constituída pelas cooperativas de crédito, regida pelo Banco Central do Brasil, conforme determinação da Resolução CMN nº 4.284/13. O registro do FGCoop, conforme regulamentado, passa a ser em “Dispêndios de captação no mercado”. Descrição Depósito à Vista Depósito Sob Aviso Depósito a Prazo – Circulante TOTAL a) Concentração dos principais depositantes:

31/12/2021 31/12/2020 410.683 379.328 4.229 4.434 566.721 520.497 981.633 904.259

Descrição 31/12/2021 % Carteira Total 31/12/2020 % Carteira Total Maior Depositante 17.641 2% 33.145 3% 10 Maiores Depositantes 78.310 7% 90.199 9% 50 Maiores Depositantes 179.992 16% 176.134 18% b) Despesas com operações de captação de mercado: As despesas de captação no mercado estão relacionadas principalmente aos recursos obtidos no mercado local através de Depósitos a Prazo e Depósitos Sob Aviso. Descrição 2º Sem/2021 31/12/2021 31/12/2020 Despesas de Depósitos de Aviso Prévio (128) (183) (138) Despesas de Depósitos a Prazo (16.011) (22.732) (12.071) Despesas de Letras de Crédito do Agronegócio (1.746) (2.421) (1.268) Despesas de Letras de Crédito do Imobiliário (853) (977) (21) Despesas de Contribuição ao Fundo Garantidor de Créditos (773) (1.496) (1.151) TOTAL (19.511) (27.809) (14.649) 14. Recursos de Aceite e Emissão de Títulos As letras de câmbio e as letras imobiliárias e hipotecárias são títulos de captação criados com finalidades específicas, mas que, atualmente não são expressivos em relação ao volume global das captações das instituições financeiras. Prescrevem pela Lei nº 11.076/04 as Letras de Crédito do Agronegócio – LCA e a Lei de nº 10.931/04 vinculada as Letras de Crédito Imobiliário – LCI.

31/12/2021 Não Circulante Circulante

Descrição

Total

31/12/2020 Não Circulante Circulante

Total

Obrigações por Emissão Letras Crédito Agronegócio 25.936 53.444 79.380 31.756 27.612 59.368 - LCA (a) Obrigações Por Emissão De Letras De Crédito 54.747 54.747 5.041 776 5.817 Imobiliário - LCI (b) TOTAL 80.683 53.444 134.127 36.797 28.388 65.185 (a) A Letra de Crédito do Agronegócio é um título de crédito nominativo, que é uma promessa de pagamento em dinheiro, emitido exclusivamente pela Cooperativa. A emissão da Letra é condicionada à existência e disponibilidade na Cooperativa de direitos e créditos relacionados com a produção, comercialização, beneficiamento ou industrialização de produtos ou insumos agropecuários ou máquinas e implementos utilizados na atividade agropecuária. (b) A Letra de Crédito Imobiliário é um título de renda fixa emitido com o objetivo de levantar recursos para aplicação em investimentos no setor imobiliário, incluindo aí financiamentos e projetos de reforma e construção. 15. Repasses Interfinanceiros São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto a outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas modalidades e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados beneficiados. 31/12/2021 31/12/2020 Circulante Não Circulante Circulante Não Circulante Total Total (Até 1 ano) (acima de 1 ano) (Até 1 ano) (acima de 1 ano) Cooperativa Central 12.683 2.376 15.059 5.063 115 5.178 Recursos do Banco Sicoob 39.707 29.417 69.124 35.123 23.687 58.810 Recur. Banco Sicoob – Capital de Giro Livre 9.079 9.079 13.266 13.266 Total 52.390 40.872 93.262 40.186 37.068 77.254 Os contratos possuem taxas e vencimentos diversos. 16. Outras Relações Interfinanceiras Passivas Em 31 de dezembro de 2021 e 2020, as obrigações com Outras Relações Interfinanceiras com correspondentes cooperativistas, estavam assim compostas: Descrição

Descrição Correspondentes no País TOTAL 17. Obrigações por Empréstimos e Repasses Instituições

31/12/2021 31/12/2020 12 37 12 37 31/12/2021

Circulante (Até 1 ano)

Não Circulante (acima de 1 ano)

Total

31/12/2020

Cooperativa Central - Rotativo 16.904 16.904 16.904 Banco Sicoob - Rotativo 5.713 TOTAL 16.904 16.904 22.617 Os contratos possuem taxas e vencimentos diversos. 18. Outros Passivos Financeiros Os recursos de terceiros que estão com a cooperativa são registrados nessa conta para posterior repasse aos associados, os valores demonstrados no quadro abaixo se encontram no Curto Prazo por sua ordem. Descrição 31/12/2021 31/12/2020 Relações Interdependências 2.416 3.411 Cobrança de Terceiros em Trânsito (a) 30 14 Ordens de Pagamento (b) 2.287 3.305 Recebimentos em Trânsito de Terceiros (c) 99 92 Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados (d) 356 12 Operações de Crédito - IOF 341 7 Operações com Títulos e Valores Mobiliários 11 1 Recebimentos de Tributos Estaduais e Municipais 4 4 Obrigações por Aquisição de Bens e Direitos (e) 230 570 TOTAL 3.002 3.993 (a) Títulos de cobrança recebido de terceiros para liquidação de contratos. (b) Trata-se de cheques emitidos contra a ordem de terceiros. (c) Recebimentos efetuados por conta de terceiros, tais como arrecadação de tributos ou encargos, recebimentos de carnês, bilhetes de seguro, contas de água, luz, telefone e outros a serem repassados. (d) São registrados nesse grupo o valor do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários, a ser recolhido de tributos de convênios Estaduais e Municipais a serem repassados. (e) Valores referentes obrigações de pagamento para com os fornecedores da cooperativa. 19. Provisões 31/12/2021 31/12/2020 Não Não Total Circulante Total Circulante Circulante Provisão Para Garantias Financeiras Prestadas (a) 4.445 2.580 7.025 2.590 2.159 4.749 Provisão Para Contingências (b) 2.232 2.232 2.183 2.183 TOTAL 4.445 4.812 9.257 2.590 4.342 6.932 (a) Provisão Para Garantias Financeiras Prestadas refere-se à contabilização da provisão para garantias financeiras prestadas, apurada sobre o total das coobrigações concedidas pela singular, conforme Resolução CMN nº 4.512/2016. Em 31 de dezembro de 2021, a cooperativa é responsável por coobrigações e riscos em garantias prestadas, no montante de R$ 119.658 mil (R$ 99.906 mil em 31/12/2020), referentes a aval prestado em diversas operações de crédito de seus associados com instituições financeiras oficiais. A provisão para garantias financeiras prestadas é apurada com base na avaliação de risco dos cooperados beneficiários, de acordo com a Resolução CMN nº 2.682/1999. (b) Provisão para Contingências - Demandas Judiciais é estabelecida considerando a avaliação dos consultores jurídicos quanto às chances de êxito em determinados questionamentos fiscais e trabalhistas em que a cooperativa é parte envolvida. Dessa forma, são constituídas as seguintes provisões: Descrição

Descrição PIS COFINS Outras Contingências Total

Circulante

31/12/2021

31/12/2020

Provisão para Contingências Provisão para Contingências 342 1.809 81 2.232

337 1.782 64 2.183


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EDIÇÃO 365

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EXERCÍCIO 2021

COOPERATIVA DE CREDITO CENTRO-SERRANA DO ESPIRITO SANTO SICOOB CENTRO-SERRANO - CNPJ: 31.804.966/0001-05

O cenário de imprevisibilidade do tempo de duração dos processos, bem como a possibilidade de alterações na jurisprudência dos tribunais, torna incertos os valores esperados de pagamento. 20. Obrigações Fiscais, Correntes e Diferidas As obrigações fiscais, correntes e diferidas são referentes a Impostos e Contribuições a recolher, classificadas no passivo circulante na conta de Outras Obrigações, assim compostas: Descrição Imposto e contribuições s/ lucros a pagar Imposto e contribuições s/ serviços de terceiros Imposto e contribuições s/ salários IRRF sobre Aplicações Financeiras IRRF sobre Juros ao Capital Outros TOTAL 21. Outros Passivos Os valores demonstrados no quadro abaixo se encontram no Curto Prazo:

31/12/2021 31/12/2020 859 529 171 143 878 655 159 105 38 13 78 157 2.183 1.602

Descrição 31/12/2021 31/12/2020 Obrigações por Prestação de Serviços de Pagamento (a) 2.498 2.355 Sociais e Estatutárias 9.227 6.728 Provisão para Participações nos Lucros (b) 2.687 2.133 Resultado de Atos com Associados (c) 2.582 1.552 Cotas de Capital a Pagar (d) 3.958 3.043 Provisão para Pagamentos a Efetuar (e) 3.719 2.893 Despesa de Pessoal 1.984 1.429 Aluguéis 153 132 Custódia de Valores e Bens 23 24 Comunicações 18 25 Promoções e Relações Públicas 134 49 Segurança e Vigilância 143 Transporte 86 64 Seguro 9 11 Plano de Saúde 11 9 Compensado 74 86 Seguros a Recolher 7 5 Seguros Prestamista 636 570 Provisão de cartões a Pagar 262 234 Custos de Transações Interfinanceiras 159 Ordem de Pagamento – Encerramento Conta Salário 92 36 Outras Despesas Administrativas 71 76 Credores Diversos – País (f) 3.770 2.563 Pagamento a Processar 351 198 Crédito de Terceiros 64 Cooperativa Central 344 310 Valores a Pagar Arrecadação 45 47 Taxa de Alienação Veículos a Repassar 43 32 Taxa de Gravames a Repassar 8 3 Transitória Fatura Sicoobcard 51 15 Cheques Depositados 285 145 Credores Diversos – Liquidação de Cobrança 1.276 633 Outros Credores Diversos 1.367 1.116 TOTAL 19.214 14.539 (a) São registrados em nome dos respectivos beneficiários, os créditos de recursos destinados ao pagamento de salários, vencimentos, proventos, soldos, aposentadorias, pensões e similares, objeto de contratos de prestação de serviços entre a instituição financeira e a entidade pagadora de tais benefícios. (b) Consubstanciada pela Lei nº 10.101/00 e acordo coletivo, a cooperativa provisionou o montante de R$ 3.022 mil no exercício de 2021 (R$ 1.721 mil no 2° Sem/2021), a título de participação dos empregados nos resultados. (c) O FATES é destinado às atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não cooperativos e 5% das sobras líquidas do ato cooperativo, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/2006, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme prescreve a Lei nº 5.764/1971. (d) Refere-se às cotas de capital a devolver de associados desligados. (e) Registram-se as provisões para pagamentos de despesas com pessoal e outras despesas administrativas. (f) Os saldos em Credores Diversos - País referem-se as responsabilidades da instituição perante pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no País, inclusive resultantes do exercício de mandato, para cuja escrituração não exista conta específica. 22. Instrumentos Financeiros O SICOOB CENTRO-SERRANO opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos à vista e a prazo, empréstimos e repasses. Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos. 23. Patrimônio Líquido a) Capital Social O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito a um voto, independentemente do número de suas cotas-partes. Descrição

31/12/2021 31/12/2020 111.370 101.781 79.505 63.257

Capital Social Associados b) Fundo de Reserva Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 55%, utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades. c) Reserva Estatutária Saldo constituída com 1% sobre as sobras dos exercícios encerrados referentes ao Fundo de Investimento Social conforme estatuto. Movimentação FIS Saldo Inicial do FIS Constituição

31/12/2021 31/12/2020 436 312 517 310

Movimentação FIS 31/12/2021 31/12/2020 (-) Utilização FIS (351) (186) Saldo Final FIS 602 436 d) Reserva Contingência Constituída na AGO 2020 com as sobras de 2019 no montante de R$ 6.202 mil, tem como objetivo prevenir possíveis perdas da Cooperativa com agravamentos de risco de crédito em virtude de operações renegociadas ou liberadas por consequência da pandemia da COVID19 e com prazo de utilização até a AGO 2023. Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 14/04/2021, foi deliberado o aumento no montante de R$ 2.457 mil com as sobras do exercício findo em 31 de dezembro de 2020 também com o prazo de utilização até a AGO de 2023. e) Sobras Acumuladas As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/2006, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/1971. Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 14/04/2021, os cooperados deliberaram pela destinação das sobras do exercício findo em 31 de dezembro de 2020, para constituição do Fundo de Contingência COVID-19 no valor de R$ 2.457 mil e R$ 9.672 destinados para aumento do capital social. f) Destinações estatutárias e legais A sobra líquida do exercício terá a seguinte destinação: Descrição 31/12/2021 31/12/2020 Sobra líquida do exercício 51.636 31.033 Sobra líquida, base de cálculo das destinações 51.636 31.033 Destinações estatutárias Reserva legal - 55% (28.400) (17.068) Fundo de assistência técnica, educacional e social - 5% (2.582) (1.552) Fundo de Investimento Social – 1% (517) (310) Utilização FIS 351 186 Sobra à disposição da Assembleia Geral 20.488 12.289 24. Demonstração do resultado de Atos Cooperativos e Não Cooperativos O resultado do período da cooperativa será apresentado no quadro segregado em ato cooperativo (Ato Coop.) e Ato Não Cooperativo (Ato Não Coop): 31/12/2021 31/12/2020 Resultado Ato Não Resultado Ato Não Ato Coop. Ato Coop. do Per. Coop. do Per. Coop. Receitas (Ingressos) Operacionais 256.271 237.404 18.867 204.185 188.675 15.510 Despesas (Dispêndios) Operacionais (139.729) (136.289) (3.440) (121.641) (118.665) (2.976) Despesas (Dispêndios) Op. proporcional a cada Ato (62.315) (57.729) (4.586) (49.788) (46.004) (3.784) Resultado Operacional 54.227 43.386 10.841 32.756 24.006 8.750 Receita Não Operacional 134 134 676 676 Despesa Não Operacional (771) (771) (830) (830) Resultado Não Operacional (637) (637) (154) (154) Resultado Antes dos IRPJ/CSLL e Exclusões/Adições 53.590 43.386 10.204 32.602 24.006 8.596 do Ato Cooperativo IRP/CSLL (1.954) (1.954) (1.569) (1.569) Exclusões/Adições do Ato Cooperativo 8.250 (8.250) 7.027 (7.027) Resultado do Período 51.636 51.636 31.033 31.033 25. Provisão de Juros ao Capital A Cooperativa pagou juros ao capital próprio no montante de R$ 4.772 mil (R$ 3.426 no 2° Sem/2021), visando remunerar capital do associado. Os critérios para a provisão obedeceram à Lei Complementar 130, artigo 7º, de 17 de abril de 2009. A remuneração foi limitada ao valor da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia – SELIC. A referida provisão foi demonstrada na Demonstração de Sobras ou Perdas – DSP e na Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido – DMPL, conforme Circular BACEN nº 2.739/1997. A referida provisão foi demonstrada na Demonstração de Sobras ou Perdas – DSP e na Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido – DMPL, conforme Circular Bacen nº 2.739/97. 26. Ingressos e Receitas de Prestação de Serviços Refere-se a receitas que a cooperativa recebe prestação de serviços de intermediação financeira, tais como, os recebimentos efetuados por conta de terceiros. Descrição

Descrição 2º Sem/2021 31/12/2021 31/12/2020 Rendas de Cobrança 3.007 5.813 5.211 Rendas Transações Intercredis 383 737 737 Rendas de Cartões 1.752 3.176 1.988 Rendas de Convênios 520 982 602 Rendas de Serviços – Comissões 1.770 3.410 2.497 Rendas de Tarifas 1.794 2.668 1.612 Comissão com Venda de Consórcios 753 2.409 1.867 Comissão com Venda de Seguros 2.576 5.178 4.831 Rendas Recebidas do Banco Sicoob 691 1.329 919 Outras Rendas de Prestação de Serviços 74 115 336 TOTAL 13.320 25.817 20.600 27. Rendas de Tarifas Rendas de tarifas recebidas dos associados conforme tabela de tarifas e pacotes da Cooperativa. Descrição 2º Sem/2021 31/12/2021 31/12/2020 Rendas de Pacotes de Serviços - PF 2.399 4.612 3.868 Rendas de Serviços Prioritários - PF 428 895 1.124 Rendas de Serviços Diferenciados - PF 6 7 28 Rendas de Tarifas Bancárias - PJ 5.761 10.765 9.618 TOTAL 8.594 16.279 14.638 28. Operações de Empréstimos e Repasses As despesas relacionadas as transações de empréstimos e repasses resultaram ao final do exercício de 2021 e mesmo período de 2020 os montantes conforme quadro abaixo: Despesas com Empréstimos Rotativo1 Despesas com Empréstimos Rotativo – Sicoob Central ES Despesas com Empréstimos Rotativo – Banco Sicoob

2º Sem/2021 31/12/2021 31/12/2020 (516) (806) (394) (516) (729) (312) (77) (82)


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MARÇO 2022

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EXERCÍCIO 2021

COOPERATIVA DE CREDITO CENTRO-SERRANA DO ESPIRITO SANTO SICOOB CENTRO-SERRANO - CNPJ: 31.804.966/0001-05

2º Sem/2021 31/12/2021 31/12/2020 Despesas de Repasses Interfinanceiros 2 (2.277) (3.996) (4.909) Despesas de Repasses Interfinanceiros - Sicoob Central ES (358) (503) (815) Despesas de Repasses Interfinanceiros – Banco Sicoob (1.919) (3.493) (4.094) Total (2.793) (4.802) (5.303) 1 Empréstimos demonstrados na nota 17. 2 Repasses demonstrados na nota 15. 29. Dispêndios e Despesas de Pessoal São constituídas pelos salários, honorários, benefícios e encargos provisionados e pagos aos empregados da Cooperativa.

34.1 Provisão/Reversão para Passivos Contingentes

Descrição 2º Sem/2021 31/12/2021 31/12/2020 Despesas de Honorários - Diretoria e Conselho de Administração (885) (1.714) (1.561) Despesas de Pessoal - Benefícios (2.251) (3.836) (3.530) Despesas de Pessoal - Encargos Sociais (2.580) (4.837) (3.995) Despesas de Pessoal - Proventos (7.140) (13.266) (10.964) Despesas de Pessoal - Treinamento (112) (127) (5) Despesas de Remuneração de Estagiários (431) (770) (586) TOTAL (13.399) (24.550) (20.641) 30. Outros Dispêndios e Despesas Administrativas São constituídas por despesas de manutenção de sua infraestrutura operacional tais como, água, luz, telecomunicações, publicações, processamento de dados, além de serviços financeiros, de suporte técnico, consultoria, dentre outros.

Descrição 2º Sem/2021 31/12/2021 31/12/2020 Provisão de Garantias Financeiras Prestadas (4.051) (6.431) (4.746) Reversão de Provisão de Garantias Financeiras Prestadas 1.887 4.156 3.502 TOTAL (2.163) (2.275) (1.244) Refere-se à contabilização, da provisão para garantias financeiras prestadas, apurada sobre o total das coobrigações concedidas pela singular, conforme Resolução CMN nº 4.512/2016. É concedido um aval a diversas operações de crédito de seus associados com instituições financeiras oficiais. A provisão para garantias financeiras prestadas é apurada com base na avaliação de risco dos cooperados beneficiários, de acordo com a Resolução CMN nº 2.682/1999. 35. Outras Receitas e Despesas Consiste em receitas (despesas) provenientes da alienação de bens e direitos não diretamente relacionada ao desenvolvimento de sua atividade Cooperativista de Crédito.

Descrição 2º Sem/2021 31/12/2021 31/12/2020 Despesas de Água, Energia e Gás (338) (656) (513) Despesas de Aluguéis (1.358) (2.657) (2.250) Despesas de Comunicações (382) (763) (712) Despesas de Manutenção e Conservação de Bens (212) (412) (404) Despesas de Material (268) (511) (475) Despesas de Processamento de Dados (2.434) (4.829) (4.470) Despesas de Promoções e Relações Públicas (760) (1.041) (662) Despesas de Propaganda e Publicidade (325) (460) (238) Despesas de Publicações (11) (11) Despesas de Seguros (33) (69) (44) Despesas de Serviços do Sistema Financeiro (4.095) (7.431) (5.225) Despesas de Serviços de Terceiros (828) (1.563) (1.402) Despesas de Serviços de Vigilância E Segurança (896) (1.747) (2.182) Despesas de Serviços Técnicos Especializados (1.088) (2.041) (1.588) Despesas de Transporte (631) (1.157) (869) Despesas de Viagem No País (202) (236) (67) Despesas de Amortização (19) (27) (15) Despesas de Depreciação (1.034) (2.036) (1.500) Despesas de Emolumentos Judiciais e Cartorários (158) (323) (395) Despesas com Impostos e Taxas (2) (2) (66) Despesa Fundo Cooperativista (80) (146) (147) Despesas de Rateio Sicoob Central (1.662) (2.976) (2.514) Despesas de Rateio Sicoob Confederação (332) (680) (372) Outras Despesas Administrativas (307) (472) (351) Total (17.444) (32.246) (26.472) 31. Dispêndios e Despesas Tributárias Referem-se a despesa com tributos e contribuições sobre o Ato Não Cooperativo: Descrição Despesa com Impostos e Taxas Despesa de Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza – ISS Despesa Contribuição ao Cofins Despesa Contribuição ao PIS e PASEP TOTAL 32. Outros Ingressos e Receitas Operacionais

2º Sem/2021 31/12/2021 31/12/2020 (44) (96) (309) (423) (862) (686) (301) (683) (621) (120) (242) (211) (887) (1.883) (1.827)

Descrição 2º Sem/2021 31/12/2021 31/12/2020 Recuperação de Encargos e Despesas 2.131 3.103 1.222 Rendas Juros Cartão de Crédito 2.133 3.980 3.268 Rendas Multas por Atraso - Cartão de Crédito 316 588 443 Crédito Receita SIPAG - Faturamento 475 999 1.017 Crédito Receita SIPAG - Antecipação 190 411 750 Dividendos Recebidos do Banco Sicoob 228 605 Rendas de Repasse Delcredere 608 840 617 Distribuição de Sobras do Sicoob Central ES 1.326 1.109 Juros ao Capital Recebido do Sicoob Central ES 221 221 116 Outras Rendas Operacionais 66 89 20 TOTAL 6.140 11.785 9.167 Refletem principalmente recuperação de encargos e despesas, receitas com cartão de crédito e delcredere. 33. Outros Dispêndios e Despesas Operacionais Descrição 2º Sem/2021 31/12/2021 31/12/2020 Despesas de Descontos Concedidos (1.862) (2.767) (1.366) Cancelamento de Tarifas Pendentes (769) (1.431) (1.171) Despesas com Correspondentes Cooperativos (290) (544) (417) Contribuição Fundo de Estabilidade Financeira Sicoob ES (5.698) (7.275) (2.639) Contribuição ao Fundo de Ressarcimento de Fraudes Externas (190) (302) (65) Contribuição ao Fundo de Ressarcimento de Perdas Operacionais (21) (27) Perdas Fraudes Externas (172) (1.676) (12) Tarifas Recebimentos Convênios (40) (62) (31) Outras Despesas Operacionais (153) (266) (148) TOTAL (9.174) (14.344) (5.876) São despesas de provisões para descontos concedidos em operações de crédito, cancelamento de tarifas pendentes, contribuição ao fundo de tecnologia da confederação e Contribuição Fundo de Estabilidade Financeira e Fomento do Sicoob ES. 34. Despesas com Provisões

Descrição 2º Sem/2021 31/12/2021 31/12/2020 Provisão para Passivos Contingentes (17) (77) (7) Reversão de Provisão para Contingências 48 59 14 TOTAL 31 (18) 7 Conforme prescreve o CPC 25 (Provisões, passivos contingentes e Ativos Contingentes) a Cooperativa deve reconhecer em seu resultado as provisões de contingências dos seus processos judiciais, no qual, seus consultores jurídicos estabelecem como probabilidade de provável. 34.2 Provisão/Reversão para Garantias Prestadas

Descrição 2º Sem/2021 31/12/2021 31/12/2020 Lucro em Transações com Ativo Não Financeiro mantidos para Venda (a) 22 22 Ganhos de Capital 20 42 20 Reversão de Desvalorização de Ativo Não Financeiro mantidos para Venda (a) 28 621 Outras Rendas não Operacionais 14 42 35 (-) Prejuízos em Transações com Ativo Não Financ. mantidos para Venda (a) (621) (-) Perdas de Capital (26) (4) (-) Provisões de Desvalorização de Ativo Não Financ. mantidos para Venda (a) (212) (681) (197) (-) Outras Despesas não Operacionais (64) (64) (8) Resultado Líquido (220) (637) (154) (a) Até o ano 2020 esses bens, suas provisões e suas reversões/despesas eram registrados nas rubricas como Outros Valores e Bens e foram reclassificados em 2021 conforme determina a Carta Circular BCB 3.994/2019. 36. Resultado Não Recorrente Com base na aplicação da premissa contábil adotada, conforme definição da Resolução BCB n.º 2/2020, e nos critérios internos complementares a este normativo, não houve registros referentes a resultado não recorrente no exercício de 2021. 37. Partes Relacionadas São consideradas partes relacionadas, para fins de Demonstrativos Contábeis e Notas Explicativas, as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas, conforme Resolução CMN nº 4.693/2018. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica. As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito. As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária. a) Montante das operações ativas e passivas realizadas em 2021: Montante das Operações Ativas Valores P.R. – Vínculo de Grupo Econômico 12.601 P.R. – Sem vínculo de Grupo Econômico 378 TOTAL 12.979 Montante das Operações Passivas 2.926 b) Operações ativas e passivas – saldo em 31/12/2021: Natureza da Operação de Crédito Conta Garantida Financiamentos Rurais Empréstimos Financiamentos Direitos Creditórios Descontados

% em Relação à Carteira Total 0,94% 0,03% 0,97% 0,31%

Valor da Operação de Crédito 13 410 8.730 1.365 340

PCLD (Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa) 12 143 17 1

Provisão de Risco 131 1 132

% da Operação de Crédito em Relação à Carteira Total 0,16% 0,29% 1,40% 0,62% 2,25%

Natureza dos Depósitos Valor do Depósito % em Relação á Carteira Total Taxa Média - % Depósitos a Vista 2.596 0,63% Depósitos a Prazo 1.935 0,34% 80% a 105% CDI Letra de Crédito Agronegócio - LCA 1.994 1,49% 91% a 93% CDI c) Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de: depósito a prazo, cheque especial, conta garantida, cheques descontados, crédito rural – RPL, crédito rural – repasses, empréstimos, dentre outras, à taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo, por modalidade: Taxa aprovada pelo Conselho de Administração/ Conselho Fiscal/ Diretoria Executiva Cheque Especial 2,79% a 6,97% a.m 2,79% a 6,97% a.m Conta garantida 2,39% a 5,97% a.m 2,39% a 5,97% a.m Desconto de Recebíveis 0,99% a 3,50% a.m 0,99% a 3,50% a.m Empréstimos Prefixados 0,89% a 4,20% a.a 0,89% a 4,20% a.a Empréstimos Pós-Fixado 0,24% a 2,65% a.a + CDI 0,24% a 2,65% a.a + CDI Crédito Rural – LCA prefixado 10,75% a 24,90% a.a 10,75% a 24,90% a.a Crédito Rural – RPL pós-fixado 3,00% a 12% a.a + CDI 3,00% a 12% a.a + CDI Crédito Rural - Repasses 3,00% a 8,50% a.a + CDI 3,00% a 8,50% a.a + CDI Aplicações Financeiras 80% a 105% CDI 80% a 105% CDI Aplicações Financeiras – LCA 91% a 93% CDI 91% a 93% CDI d) As garantias oferecidas pelas partes relacionadas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária. Natureza das operações (Ativas/Passivas)

Taxas Aplicadas em relação as partes relacionadas


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EDIÇÃO 365

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EXERCÍCIO 2021

COOPERATIVA DE CREDITO CENTRO-SERRANA DO ESPIRITO SANTO SICOOB CENTRO-SERRANO - CNPJ: 31.804.966/0001-05

Natureza da Operação de Crédito Cheque Especial Crédito Rural Direitos Creditórios Descontados Empréstimos Financiamentos e) As coobrigações prestadas pela Cooperativa a partes relacionadas foram as seguintes:

Garantias Prestadas 13 5.877 511 10.619 2.606

Submodalidade Bacen 31/12/2021 31/12/2020 1513 Beneficiários de Outras Coobrigações 991 624 f) No exercício de 2021 os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários e benefícios, apresentando-se da seguinte forma: Benefício monetários 31/12/2021 Honorários e Cédula de Presença 1.548 Plano de Saúde / Seguro de Vida / Previdência Privada 55 38. Cooperativa Central A COOPERATIVA DE CRÉDITO CENTRO-SERRANA DO ESPÍRITO SANTO - SICOOB CENTRO-SERRANO, em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à COOPERATIVA DE CRÉDITO CENTRAL DO ESPÍRITO SANTO - SICOOB CENTRAL ES, que representa o grupo formado por suas afiliadas perante as autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas. O SICOOB CENTRAL ES, é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos instrumentos previstos na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos. Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL ES a coordenação das atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos recursos captados, a implantação e implementação de controles internos voltados para os sistemas que acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras. O SICOOB CENTRO-SERRANO responde solidariamente pelas obrigações contraídas pelo SICOOB CENTRAL ES perante terceiros, até o limite do valor das cotas-partes do capital que subscrever, proporcionalmente à sua participação nessas operações. Saldos das transações da Cooperativa com o SICOOB CENTRAL ES: Descrição Ativo Centralização Financeira Outros Valores e Bens Investimentos Passivo Relações Interfinanceiras Obrigações Por Empréstimos e Repasses Outros Passivos

31/12/2021 31/12/2020 494.576 518.972 473.528 499.356 332 446 20.716 19.170 32.307 22.392 15.059 5.178 16.904 16.904 344 310

Descrição 31/12/2021 31/12/2020 Receita 21.443 12.082 Ingressos de Depósitos Intercooperativos 21.222 11.966 Outros Ingressos/Rendas Operacionais 221 116 Despesa 11.483 6.280 Operações de Empréstimos e Repasses 1.232 1.127 Outras Dispêndios/Despesas Administrativas 2.976 2.514 Outros Dispêndios/Despesas Operacionais 7.275 2.639 39. Gerenciamento de Risco A estrutura de gerenciamento de riscos do Sicoob é realizada de forma centralizada pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), com base nas políticas, estratégias, nos processos e limites, busca identificar, mensurar, avaliar, monitorar, reportar, controlar e mitigar os riscos inerentes às suas atividades. A Política Institucional de Gestão Integrada de Riscos e Política Institucional de Gerenciamento de Capital, bem como as diretrizes de gerenciamento de riscos e de capital são aprovados pelo Conselho de Administração do CCS. O gerenciamento integrado de riscos abrange, no mínimo, os riscos de crédito, mercado, variação das taxas de juros, liquidez, operacional, socioambiental e gestão de continuidade de negócios e assegura, de forma contínua e integrada, que os riscos sejam administrados de acordo com os níveis definidos na Declaração de Apetite por Riscos (RAS). O processo de gerenciamento de riscos é segregado e a estrutura organizacional envolvida garante especialização, representação e racionalidade, existindo adequada disseminação de informações e da cultura de gerenciamento de riscos no Sicoob. São adotados procedimentos para o reporte tempestivo aos órgãos de governança, de informações em situação de normalidade e de exceção em relação às políticas de riscos, e programas de testes de estresse para avaliação de situações críticas, que consideram a adoção de medidas de contingência. A estrutura centralizada de gerenciamento de riscos e de capital é compatível com a natureza das operações e a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição aos riscos das entidades do Sicoob, e não desonera as responsabilidades das cooperativas. 39.1 Risco operacional As diretrizes para gerenciamento do risco operacional encontram-se registradas na Política Institucional de Gerenciamento do Risco Operacional, aprovada pela Diretoria e pelo Conselho de Administração do CCS, que prevê procedimentos, métricas e ações padronizadas para todas as entidades do Sicoob. O processo de gerenciamento de risco operacional consiste na avaliação qualitativa dos riscos por meio das etapas de identificação, avaliação, tratamento, documentação e armazenamento de informações de perdas operacionais e de recuperação de perdas operacionais, testes de avaliação dos sistemas de controle, comunicação e informação. As perdas operacionais são comunicadas à área Risco Operacional e GCN – Gestão de Continuidade de Negócio, que interage com os gestores das áreas e identifica formalmente as causas, a adequação dos controles implementados e a necessidade de aprimoramento dos processos, inclusive com a inserção de novos controles. Os resultados são apresentados à Diretoria e ao Conselho de Administração do CCS. A metodologia de alocação de capital utilizada para determinação da parcela de risco operacional (RWAopad) é a Abordagem do Indicador Básico. 39.2 Risco de Crédito As diretrizes para gerenciamento do risco de crédito encontram-se registradas na Política Institucional de Gerenciamento do Risco de Crédito, aprovada pela Diretoria e pelo Conselho de Administração do CCS, que prevê procedimentos, métricas e ações padronizadas para todas as entidades do Sicoob. O CCS é responsável pelo gerenciamento do risco de crédito do Sicoob, atuando na padronização de processos, metodologias de análise de risco de contrapartes e operações e monitoramento dos ativos que envolvem o risco de crédito.

Para mitigar o risco de crédito, o CCS dispõe de modelos de análise e de classificação de riscos com base em dados quantitativos e qualitativos, a fim de subsidiar o processo de cálculo do risco e de limites de crédito da contraparte, visando manter a boa qualidade da carteira. O CCS realiza testes periódicos de seus modelos garantindo a aderência à condição econômico-financeira da contraparte. Realiza, ainda, o monitoramento da inadimplência da carteira e o acompanhamento das classificações das operações de acordo com a Resolução CMN 2.682/1999. A estrutura de gerenciamento de risco de crédito prevê: a) fixação de políticas e estratégias incluindo limites de riscos; b) validação dos sistemas, modelos e procedimentos internos; c) estimação (critérios consistentes e prudentes) de perdas associadas ao risco de crédito, bem como comparação dos valores estimados com as perdas efetivamente observadas; d) acompanhamento específico das operações com partes relacionadas; e) procedimentos para o monitoramento das carteiras de crédito; f) identificação e tratamento de ativos problemáticos; g) sistemas, rotinas e procedimentos para identificar, mensurar, avaliar, monitorar, reportar, controlar e mitigar a exposição ao risco de crédito; h) monitoramento e reporte dos limites de apetite por riscos; i) informações gerenciais periódicas para os órgãos de governança; j) área responsável pelo cálculo do nível de provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito; k) modelos para avaliação do risco de crédito de contraparte, de acordo com a operação e com o público envolvido, que levam em conta características específicas dos entes, bem como questões setoriais e macroeconômicas; l) aplicação de testes de estresse identificando e avaliando potenciais vulnerabilidades da Instituição; m) limites de crédito para cada contraparte e limites globais por carteira ou por linha de crédito; n) avaliação específica de risco em novos produtos e serviços. As normas internas de gerenciamento do risco de crédito incluem a estrutura organizacional e normativa, os modelos de classificação de risco de tomadores e de operações, os limites globais e individuais, a utilização de sistemas computacionais e o acompanhamento sistematizado contemplando a validação de modelos e conformidade dos processos. 39.3 Risco de Mercado e Variação das Taxas de Juros O risco de mercado é a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação de valores de mercado de instrumentos detidos pela instituição, e inclui os riscos da variação das taxas de juros, dos preços das ações, da variação cambial e dos preços de mercadorias (commodities). O Sicoob dispõe de área especializada para gerenciamento do risco de mercado e de variação das taxas de juros (IRRBB), com objetivo de assegurar que o risco das entidades do Sicoob seja administrado de acordo com os níveis definidos na Declaração de Apetite por Riscos (RAS) e com as diretrizes previstas nas políticas e manuais institucionais. As diretrizes para gerenciamento dos riscos de mercado e de variação das taxas de juros encontram-se registradas na Política Institucional de Gerenciamento do Risco de Mercado, aprovada pela Diretoria e pelo Conselho de Administração do CCS, que prevê procedimentos, métricas e ações padronizadas para todas as entidades do Sicoob. A estrutura de gerenciamento dos riscos de mercado e de variação das taxas de juros do Sicoob é compatível com a natureza das operações, com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição aos riscos das entidades do Sicoob. Os instrumentos de gerenciamento do risco de mercado e do IRRBB utilizados são: a) acompanhamento, por meio da apreciação de relatórios periódicos remetidos aos órgãos de governança, comitês e a alta administração, que evidenciem, no mínimo: a.1) abordagem do valor em risco (VaR): avaliação da perda máxima estimada da carteira para um determinado horizonte de tempo, em condições normais de mercado, dado intervalo de confiança. a.2) abordagens de valor econômico (EVE): avaliações do impacto de alterações nas taxas de juros sobre o valor presente dos fluxos de caixa dos instrumentos classificados na carteira bancária da instituição; a.3) abordagens de resultado de intermediação financeira (NII): avaliações do impacto de alterações nas taxas de juros sobre o resultado de intermediação financeira da carteira bancária da instituição; a.4) limites máximos do risco de mercado e do IRRBB; a.5) aplicação de cenários de estresse; a.6) definição de planos de contingência. b) elaboração de relatórios que permitam a identificação e correção tempestiva das deficiências de controle e de gerenciamento do risco de mercado. Para as parcelas de risco de mercado da carteira de negociação RWAjur1, RWAjur2, RWAjur3, RWAjur4, RWAcam, RWAcom e RWAacs são utilizadas metodologias padronizadas, de acordo com os normativos do Banco Central do Brasil. São realizados testes de estresse, com o objetivo de inferir a possibilidade de perdas resultantes de oscilações bruscas nos preços dos ativos, possibilitando a adoção de medidas preventivas. O sistema de mensuração, monitoramento e controle dos riscos de mercado e de variação das taxas de juros adotado pelo Sicoob baseia-se na aplicação de ferramentas amplamente difundidas, fundamentadas nas melhores práticas de gerenciamento de risco, abrangendo a totalidade das posições das entidades do Sicoob. 39.4 Risco de Liquidez O risco de liquidez é a possibilidade da entidade não ser capaz de honrar eficientemente suas obrigações esperadas e inesperadas, correntes e futuras, incluindo as decorrentes de vinculação de garantias, sem afetar suas operações diárias e sem incorrer em perdas significativas, e/ou a possibilidade da entidade não conseguir negociar a preço de mercado uma posição, devido ao seu valor elevado em relação ao volume normalmente transacionado ou em razão de alguma descontinuidade no mercado. O Sicoob dispõe de área especializada para gerenciamento do risco liquidez, com objetivo de assegurar que o risco das entidades seja administrado de acordo com os níveis definidos na Declaração de Apetite por Riscos (RAS) e com as diretrizes previstas nas políticas e manuais institucionais. As diretrizes para gerenciamento do risco de liquidez encontram-se registradas na Política Institucional de Gerenciamento da Centralização Financeira e Política Institucional de Gerenciamento do Risco de Liquidez, aprovadas pela Diretoria e pelo Conselho de Administração do CCS, que prevê procedimentos, métricas e ações padronizadas para todas as entidades do Sicoob. A estrutura de gerenciamento do risco de liquidez é compatível com a natureza das operações, com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição aos riscos das entidades do Sicoob. O gerenciamento do risco de liquidez das entidades do Sicoob atende aos aspectos e padrões previstos nos normativos emitidos pelos órgãos reguladores, aprimorados e alinhados permanentemente as boas práticas de gestão. Os instrumentos de gerenciamento do risco de liquidez utilizados são: a) acompanhamento, por meio da apreciação de relatórios periódicos remetidos aos órgãos de governança, comitês e alta administração que evidenciem, no mínimo: limite mínimo de liquidez; fluxo de caixa projetado; aplicação de cenários de estresse; definição de planos de contingência. b) elaboração de relatórios que permitam a identificação e correção tempestiva das deficiências de controle e de gerenciamento do risco de liquidez; c) existência de plano de contingência contendo as estratégias a serem adotadas para assegurar condições de continuidade das atividades e para limitar perdas decorrentes do risco de liquidez.


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MARÇO 2022

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EXERCÍCIO 2021

COOPERATIVA DE CREDITO CENTRO-SERRANA DO ESPIRITO SANTO SICOOB CENTRO-SERRANO - CNPJ: 31.804.966/0001-05

São realizados testes de estresse em diversos cenários, com o objetivo de identificar eventuais deficiências e situações atípicas que possam comprometer a liquidez das entidades do Sicoob. 39.5 Risco Socioambiental As diretrizes para gerenciamento do risco socioambiental encontram-se registradas na Política Institucional de Responsabilidade Socioambiental (PRSA), aprovada pela Diretoria e pelo Conselho de Administração do CCS, que prevê procedimentos, métricas e ações padronizadas para todas as entidades do Sicoob. O processo de gerenciamento do risco socioambiental consiste na avaliação dos potenciais impactos socioambientais negativos, inclusive em relação ao risco de reputação, para a elegibilidade das operações: a) setores de atuação de maior exposição ao risco socioambiental; b) linhas de empréstimos e financiamentos de maior exposição ao risco socioambiental; c) valor de saldo devedor em operações de crédito de maior exposição ao risco socioambiental. As propostas de contrapartes autuadas por crime ambiental são analisadas por alçada específica. O Sicoob não realiza operações com contrapartes que constem no cadastro de empregadores que tenham submetido trabalhadores a condições análogas à de escravo ou infantil. 39.6 Gerenciamento de Capital O gerenciamento de capital das cooperativas é um processo contínuo e com postura prospectiva, que tem por objetivo avaliar a necessidade de capital de suas instituições, considerando os objetivos estratégicos do Sicoob para o horizonte mínimo de três anos. As diretrizes para o monitoramento e controle contínuo do capital estão contidas na Política Institucional de Gerenciamento de Capital do Sicoob, à qual todas as instituições aderiram formalmente. O processo do gerenciamento de capital é composto por um conjunto de metodologias que permitem às instituições identificar, avaliar e controlar as exposições relevantes, de forma a manter o capital compatível com os riscos incorridos. Dispõe, ainda, de um plano de capital específico, prevendo metas e projeções de capital que consideram os objetivos estratégicos, as principais fontes de capital e o plano de contingência, e adicionalmente, são realizadas simulações de eventos severos e condições extremas de mercado, cujos resultados e impactos na estrutura de capital são apresentados à Diretoria e ao Conselho de Administração. 39.7 Gestão de Continuidade de Negócios As diretrizes para a gestão de continuidade de negócios encontram-se registradas na Política Institucional de Gestão de Continuidade de Negócios, aprovada pela Diretoria e pelo Conselho de Administração do CCS, que prevê procedimentos, métricas e ações padronizadas para todas as entidades do Sicoob. O processo de gestão de continuidade de negócios se desenvolve com base nas seguintes atividades: a) identificação da possibilidade de paralisação das atividades; b) avaliação dos impactos potenciais (resultados e consequências) que possam atingir a entidade, provenientes da paralisação das atividades; c) definição de estratégia de recuperação para a possibilidade da ocorrência de incidentes; d) continuidade planejada das operações (ativos, inclusive pessoas, sistemas e processos), considerando procedimentos para antes, durante e após a interrupção; e) transição entre a contingência e o retorno à normalidade (saída do incidente). O CCS realiza a Análise de Impacto (AIN) para identificação dos processos críticos sistêmicos, com o objetivo de definir estratégias para a continuidade desses processos e, assim resguardar o negócio de interrupções prolongadas que possam ameaçar sua continuidade. O resultado da AIN é baseado nos impactos financeiro, legal e imagem. São elaborados, anualmente, os Planos de Continuidade de Negócios contendo os principais procedimentos a serem executados para manter as atividades em funcionamento em momentos de contingência. Os Planos de Continuidade de Negócios são classificados em: plano de continuidade operacional (PCO) e Plano de recuperação de desastre (PRD). Anualmente são realizados testes nos Planos de Continuidade de Negócios para validar a sua efetividade. 40. Seguros Contratados – Não Auditado A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja cobertura é considerada suficiente pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de riscos adotados, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. 41. Patrimônio de Referência e demais limites operacionais As instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil devem manter, permanentemente, o valor do Patrimônio de Referência (PR), apurado nos termos da Resolução CMN nº. 4.192, de 01/03/2013, compatível com os riscos de suas atividades, sendo apresentado abaixo cálculo dos limites: Descrição 31/12/2021 31/12/2020 Patrimônio de Referência 245.300 199.530 Margem de Compatibilização 127.044 106.772 Índice da Basileia 23,85% 22,59% Margem de Imobilização 101.375 89.131 42. Benefícios a Empregados A cooperativa é patrocinadora de um plano de previdência complementar para seus funcionários e administradores. O plano é administrado pela Fundação Sicoob de Previdência Privada – Sicoob Previ e pela MAPFRE Previdência. As contribuições dos funcionários e administradores da cooperativa são de forma facultativa, variando de 1% a 8% do salário, além disso, a cooperativa contribui adicionando 50% do valor descontado de previdência privada na forma de benefício para o colaborador. Os valores gastos referentes a benefícios de Previdência Privada efetuados pela Cooperativa totalizaram em 31/12/2021 R$ 229 mil (31/12/2020 – R$ 218 mil). 43. Provisão para demandas judiciais É estabelecida considerando a avaliação dos consultores jurídicos quanto às chances de êxito em determinados questionamentos fiscais e trabalhistas em que a cooperativa é parte envolvida. Dessa forma, são constituídas as seguintes provisões: Descrição

31/12/2021 Provisão para Depósitos Contingências Judiciais

Jaqueline Timm Domingos Diretora Operacional CPF: 947.282.087-53

Ao Conselho de Administração, à Administração e aos Cooperados da Cooperativa de Crédito Centro-Serrana do Espírito Santo – Sicoob Centro-Serrano - Santa Maria de Jetibá – ES Opinião Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Crédito Centro-Serrana do Espírito Santo – Sicoob Centro-Serrano, que compreendem o bsalanço patrimonial em 31 de dezembro de 2021 e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Sicoob Centro-Serrano, em 31 de dezembro de 2021, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada “Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis”. Somos independentes em relação à cooperativa, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório do auditor A administração da Cooperativa é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a cooperativa continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a cooperativa ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da cooperativa são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:  Identificamos e avaliamos o risco de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, e conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.  Obtemos o entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da cooperativa.  Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.  Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza significativa em relação a eventos ou circunstâncias que possam levantar dúvida significativa em relação a capacidade de continuidade operacional da cooperativa. Se concluirmos que existe incerteza significativa devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a cooperativa a não mais se manter em continuidade operacional.  Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Belo Horizonte/MG, 4 de fevereiro de 2022. Júlio César Toledo de Carvalho Contador CRC MG 69.261/O Luciano Gomes dos Santos Contador CRC RS 059.628/O

31/12/2020 Provisão para Depósitos Contingências Judiciais

Para Interposição de Recursos Fiscais - Lei 2.151 2.151 2.119 2.119 9.703/98 (a) Outros 81 1 64 1 TOTAL 2.232 2.152 2.183 2.120 (a) PIS e COFINS - quando do advento da Lei nº 9.718/1998, a cooperativa entrou com ação judicial questionando a legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperados na base de cálculo do PIS e COFINS. Segundo a assessoria jurídica do SICOOB CENTRO-SERRANO, existem processos judiciais nos quais a cooperativa figura como polo passivo, os quais foram classificados com risco de perda possível, totalizando R$ 81 mil. Santa Maria de Jetibá-ES, 27 de janeiro de 2022. Rodrigo Calheiros de Oliveira Diretor Executivo CPF: 007.928.797-24

RELATÓRIO DE AUDITORIA

Wanderson Vieira da Silveira Contador CRC nº 016925/O-0-ES CPF: 099.673.817-79

PARECER DO CONSELHO FISCAL O conselho fiscal da Cooperativa de Crédito Centro Serrana do Espírito Santo – Sicoob Centro Serrano, em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2021. Com base nos exames efetuados, considerando, ainda, o parecer da auditoria externa CNAC – Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa, datado de 04 de fevereiro de 2022, bem como as informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício, opina que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária. Santa Maria de Jetibá/ES, 24 de março de 2022. Volkmar Berger Junior Coordenador do Conselho Fiscal

Carlos M. Babilon Junior Membro efetivo

Roberto Schulze Secretário do Conselho Fiscal


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EDIÇÃO 365

história, vinhos & cia

Clóvis Mariano

O VINHO E O OUTONO “Gosto do outono porque ele é frio suficiente para refrescar o calor... e é quente o suficiente para aquecer o frio!” Chegamos ao outono, a estação de transição entre o calor do verão e o frio do inverno. Esta estação também é marcada por maior incidência de ventos e queda de umidade do ar, com temperaturas mais amenas e, aos poucos, com dias cando mais curtos. É o período em que as pessoas já estão vivendo suas rotinas diárias após o período das férias e o feriado de carnaval, e necessitam de momentos relaxantes com seus familiares e amigos. O outono também deixa para trás os vinhos refrescantes do verão e nos prepara para os vinhos mais encorpados do inverno. Por isso destaque para os vinhos de corpo médio, principalmente os Merlot, Cabernet Sauvignon

Foto: Internet/Reprodução

Lidiane Araújo Mejozebato

(corpo médio), Carménère e até alguns rosés um pouco mais encorpados. As temperaturas mais amenas e as noites mais aconchegantes nos concedem a oportunidade de apreciar bons vinhos e boa comida. Como diz um di-

tado italiano: “La vita é troppo breve per mangiare e bere male.” (A vida é muito curta para comer e beber mal). Por isso, separamos algumas dicas de vinhos e comidas para aquecer a estação. Merlot - Vinho Tinto Leyda

Merlot Reserva 2015 (Ideal com berinjela à parmegiana, risoto de parmesão, ragu de costela, escondidinho, batatas recheadas) Cabernet Sauvignon - Dancing Bull Califórnia Cabernet Sauvignon 2014 (combina muito bem com uma picanha na chapa ou com uma boa fraldinha) Carménère - V9 Reserva Carménère 2018 (harmoniza muito bem com nhoque à bolonhesa) Urmeneta Carménère 2020 (acompanha perfeitamente uma lasanha de berinjela) Rosé - Casa Perini Solidário Rosé 2020 (acompanha bem um risoto de tomate seco) Aproveite a estação e curta seus bons momentos! Santé!


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MARÇO 2022

associação comercial

Pablo Henrique Melo

Venho falando há muito tempo sobre a necessidade de cuidarmos da água em nosso município, mas acho que tenho falado sozinho sem que alguém de direito me dê ouvidos. Duas publicações recentes evidenciam a minha preocupação. Artigo publicado por Emílio Santana, no Estadão, a propósito do dia mundial da água diz: “Levantamento feito em 146 pontos de 90 rios, em 65 municípios, mostra que apenas 7% das bacias da Mata Atlântica têm água de boa qualidade, em um dos biomas mais ameaçados do País, onde se desenvolveram também as principais cidades brasileiras.” No nosso município, segundo o site “Mapa da Água”, foi detectada uma substância, que gera riscos à saúde, acima do limite de segurança. Para complicar a situação não há scalização

Foto: @hildodroneimagens

DIA MUNDIAL DA ÁGUA

do uso da água e do esgoto e seus resíduos, na zona rural, que, sem destinação adequada, atingem o lençol freático, ou os cursos de rios e a uentes atingindo a saúde das pessoas usuárias. Nem o Município nem o Estado têm políticas públicas para melho-

rar a situação. Santa Maria de Jetibá é um grande produtor de hortaliças e está utilizando uma água sem qualidade o que é te merário, mesmo se sabendo que há rastreabilidade dos produtos hortícolas! Outro complicador, são as áreas de APP (legalmente

letra morta) já que muitas dessas áreas por serem agricultáveis vão até aos limites dos cursos de água, o que potencializa a contaminação. Para justi car este texto se anexa matéria que evidencia a razão da má qualidade do precioso líquido da vida. Então, no Dia Mundial da Água, não temos nada a comemorar em nosso município que não tem políticas públicas ambientais e deixa que os proprietários continuem acreditando que são proprietários dos cursos d’água em suas propriedades e que APP’s são faixas de terra que devem ser removidas para nelas se plantar. Causa perplexidade a falta dessas políticas e de scalização! Sem elas e sem orientação conveniente, em breve a nossa água será imprópria para a agricultura e, sobre tudo, para o consumo humano!

DESCUBRA O QUE TEM NA ÁGUA DE SANTA MARIA DE JETIBÁ (ES) Foi detectada uma substância que gera riscos à saúde acima do limite de segurança

Detecções ACIMA DO LIMITE DE SEGURANÇA na água de Santa Maria de Jetibá (ES) entre 2018 e 2020:

Detecções DENTRO DO LIMITE DE SEGURANÇA na água de Santa Maria de Jetibá (ES) entre 2018 e 2020:

Trihalometanos Total (Subprodutos da desinfecção) Os trihalometanos são um grupo de compostos químicos e orgânicos que derivam do metano. Ele inclui substâncias como o clorofórmio, classi cado como possivelmente cancerígeno pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC). A exposição oral prolongada a esta substância pode produzir efeitos no fígado, rins e sangue. Os trihalometanos são utilizados como solvente em vários produtos (vernizes, ceras, gorduras, óleos, graxas), agente de limpeza a seco, anestésico, em extintores de incêndio, intermediário na fabricação de corantes, agrotóxicos e como fumigante para grãos. Alguns países proíbem o uso de clorofórmio como anestésico, medicamentos e cosméticos. Quando essas substâncias estão acima do limite, a água é considerada imprópria para o consumo. Nesses casos, as instituições de abastecimento deveriam

Substâncias com os maiores riscos de gerar doenças crônicas, como câncer: Triclorofenol (Subprodutos da desinfecção) Arsênio (Substâncias Inorgânicas) Cádmio (Substâncias Inorgânicas) Chumbo (Substâncias Inorgânicas) Cromo (Substâncias Inorgânicas) Selênio (Substâncias Inorgânicas) Substâncias que também geram riscos à saúde: Ácidos haloacéticos total (Subprodutos da desinfecção) Trihalometanos Total (Subprodutos da desinfecção) Antimônio (Substâncias Inorgânicas) Bário (Substâncias Inorgânicas) Cobre (Substâncias Inorgânicas) Mercúrio (Substâncias Inorgânicas) Di (2-etilhexil) alato (Substâncias Orgânicas)

https://mapadaagua.reporterbrasil.org.br/municipios/es /santa-maria-de-jetiba

informar a população sobre o problema, assim como sobre as medidas tomadas para resolvê-lo. Os riscos são maiores para quem bebe a água imprópria de forma contínua, ou seja, diversas vezes ao longo de meses ou anos. Casos em que a mesma substância aparece acima do limite nos três anos analisados (2018, 2019 e 2020) foram destacados com o alerta máximo no topo da página.

Leia a matéria completa no site do Jornal NOVANOTÍCIA. Acesse: www.novanoticia.com.br

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EDIÇÃO 365

pense nisso...

No mês de março tivemos, em todo o mundo, a lembrança da importância da água. Destaque para o dia 22, Dia Mundial da Água e, em Santa Maria de Jetibá, de 21 a 24, a Semana da Água nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental. Esta organizada pela Secretaria Municipal de Educação (Coordenação de Área) e apoio das professoras e professores das Escolas locais, através de um ciclo de palestras focando sua importância para a vida, na agricultura e na produção de alimentos e no meio ambiente. Sem água não há vida e segundo dados da ciência e biologia, nosso corpo é composto por 60 a 65 % de água. Eis aí, portanto, o principal argumento para cuidarmos deste bem tão pre-

Foto: Internet/Reprodução

PENSE NISSO

cioso. A função da água é sempre de vida e usá-la com o máximo de cuidado tem que ser tarefa de todos nós. Dela somos altamente dependentes para geração de energia

Momento Namastê

elétrica, na indústria, para uso de animais e plantas e, principalmente, no controle do clima e sustentação da vida. Portanto, cuidar da água, no uso diário ou para quaisquer ou-

tros e variados ns, o assunto água e seus desdobramentos poderia e deveria ser incluído no currículo escolar, num modelo de programação especial, em forma de palestras e visitas técnicas, com participação do potencial técnico existente normalmente de bons pro ssionais, principalmente do Poder Público - às vezes tão desprestigiado e desviado no exercício dessas funções e “aproveitado” em funções burocráticas. Com ajustes e acordos, esses técnicos poderiam ser excelentes motores para despertar a participação de um novo modelo de integração ensino-prática que rebatesse diretamente no tema “Cuidado e Uso Sustentável dos Recursos Naturais Especialmente a Água. Pense nisso!

Terapeuta Holística Mari

Foto: Internet/Reprodução

CRANIOPUNTURA Falando de Craniopuntura, existem duas técnicas: a do Dr.Yamamoto e a do Dr.Jiao Shun Fa. No método do Dr. Jiao Shun Fa são estímulos mais vigorosos buscando o QI (energia) para a ponta da agulha; abordando o método do Dr Yamamoto, que eu pratico e de que tenho mais conhecimento: embora tenha surgido através de praticantes da acupuntura sistêmica MTC, Yamamoto foi audacioso com a técnica obtendo resultados mais rápidos no alívio das dores e de algumas patologias. Ressalta-se que as duas técnicas são e cientes, porém, cada pro ssional trabalha com a que mais domina. A técnica consiste em aplicar estímulos no crânio (cabeça) em pontos, áreas ou zonas em que, com apalpação, o técnico descubra haver desarmonização.

A Craniopuntura Ynsa trás resultados rápidos e e cazes, eliminando o desconforto relatado pelo paciente através das agulhas colocadas na sua cabeça nos pontos referentes à queixa a ser tratada, deixando-as agir em média por quarenta a cinquenta minutos. Como todo o nosso corpo, a cabeça é uma zona re exa cheia de pontos que correspondem a órgãos, vísceras e vártebras. O benefício da técnica é tratar de forma rápida desde dores lombares, dores na cervical, dores de dentes, até paralisia facial, enxaqueca, nevralgia, tonturas, labirintite, insônia, dor renal, e muitas outras. Ressaltando: não é só colocar agulhas na cabeça dos pacientes: o técnico terapeuta só o fará depois de avaliação pro ssional da queixa e da descoberta dos pontos desarmonizados.

Acesse:

www.novanoticia.com.br


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MARÇO 2022

Sindicato dos Trabalhadores Rurais Agricultores (as) Familiares de Santa Maria de Jetibá - ES Trabalhando para o bem estar e o desenvolvimento da Agricultura Familiar ‘‘Trabalhador Rural, fortaleça sua categoria, mantenha seus direitos’’

Trabalhador sindicalizado é trabalhador fortalecido!

STRSMJ

Tel.: (27) 3263-1776 / 3263-2138 / 99836-4540 - Av. Frederico Grulke, nº 1531 - Centro - Santa Maria de Jetibá - ES

É URGENTE UM BOM DESCARTE DE MATERIAS USADOS NA AGRICULTURA... Por: Evelson Sanche Muniz Fotos: Arquivo/STR-SMJ

agricultor, ao ver algo que entenda não ser o mais viável, não deve de cara partir para denúncias! Um simples diálogo e mostrar o que não é certo... é muito melhor do que partir para algo que traga punição drástica! As autoridades também devem repensar a melhor forma de fazer com que as pessoas entendam o real signi cado de suas ações.

Já passou da hora de começarmos a aproximar “aquilo que falamos, daquilo que de fato fazemos”... Preservar, Não poluir, mas despoluir... Usar Com Racionalidade Sem Desperdiçar!

A terra é formada por 2/3 de água, sendo 97% salgada e 3% doce; 71% estão imobilizados em geleiras e 18% em reservas profundas, 7% em lagos e cursos d’água e 4% na umidade do ar...

Água - Vida - Agricultura Familiar = Alimentos Saudáveis Na Mesa de Todos! #diamundialdaagua #usoconsciente

Foto: Pixabay

Diante dos vários problemas que assolam a vida dos agricultores - que vivem em constante corre ria de plantar, cuidar, colher, comercializar... dentre outras - uma questão que foi causa de trabalho de conscientização dos agricultores, a m de evitar a multiplicação de doenças e pragas e até de contaminação do solo e do meio ambiente, é o descarte dos materiais usados nos plantios de morango, por exemplo: lonas/mal Chin, mangueiras, embalagens etc... Não só plantio de morango, mas também, em todas as propriedades e em diversas culturas. Esse “descarte” é questionado até pelos agricultores, que passam nas estradas e o veem espalhado à toa. Sabendo-se que queimar esses “restos” não é a solução, já que

a fumaça pode causar intoxicação (e para quem tem problemas respiratórios, agrava a situação) ca claro que devemos repen sar nossos hábitos diante desse cenário. Daí vêm as perguntas: o trabalho de conscientização deve ser contínuo? Até que ponto só os agricultores têm responsabilidades? São somente eles que agridem o meio ambiente? Um agricultor não pode tirar uma árvore que logo é multado! Mas tem outros setores que tiram grandes quantidades e nada lhes acontece. O agricultor não pode mexer numa beira de estrada, mas o Poder Público pode fazer ações diversas que acabam agredindo o meio ambiente...O Poder Público deveria estar mais aparelhado com veículos e pessoal para ser o impulsionador de trabalhos de conscientização junto aos agricultores! Todas as ações deveriam ser conjuntas já que Poder Público e Agricultores, um sem o outro, não conseguem atingir bons resultados. Punição para quem faz descarte inadequado também não é solução! Fazer com que se entenda, de fato, que o mau uso e o descarte podem ter consequências indesejadas, isso sim! Um


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EDIÇÃO 365

CARTEIRA DE CRÉDITO DO SICOOB CRESCE 35,5% E CHEGA A R$ 120 BILHÕES EM 2021

Foto: Sicoob

Por: Approach Comunicação

Em 2021, a carteira de crédito do Sicoob atingiu R$ 120,2 bilhões, um crescimento de R$ 31,5 bilhões com relação ao ano anterior. O aumento foi de 35,5%. Em suas operações de crédito líquidas, a instituição nanceira cooperativa atingiu R$ 114,8 bilhões, alta de 36,8% frente 2020. Entre os bancos comerciais e cooperativas nanceiras, o Sicoob é o sétimo colocado no ranking de operações de crédito. O Sistema Financeiro Cooperativo (SFC) detém 6,3% de market share em relação ao Sistema Financeiro Nacional (SFN). Contabilizando apenas o SFC, o Sicoob representa, sozinho, 44% dessas operações. Se comparado com cinco anos atrás, quando a instituição tinha uma carteira de R$ 54,9 bilhões, houve aumento de 118,9% na carteira de crédito do Sicoob. Com 16 centrais e 352 singulares, a instituição

chegou a 6 milhões de cooperados em fevereiro de 2022, uma alta de quase 16% com relação a 2020. Somente no público PJ, o crescimento foi de 18%, saindo do 1 milhão para 1,2 milhão. Sua rede de atendimento -- que chegou à segunda colocação no ranking do Banco Central, deixando para trás tradicionais instituições bancárias -- agora tem 3.789 pontos de atendimento, um crescimento de 8% em um ano. O Sicoob está presente em 2.051 municípios, com agências em 27 unidades da Federação e em 330 cidades brasileiras é a única instituição nanceira com presença física. Os depósitos à vista estão em R$ 35,9 bilhões, alta de 10,2% com relação ao ano de 2020. Já na poupança, houve crescimento de 17,0%, saltando dos R$ 9,9 bilhões para R$ 11,6 bilhões. Os depósitos a prazo su-

biram 21,4%, chegando a R$ 79,0 bilhões. Com relação aos depósitos totais, houve aumento de 17,6%, chegando-se ao número de R$ 126,5 bilhões. O Sicoob acredita que a população tem se conscientizado cada dia mais sobre sua relação com o dinheiro e que, por ofertarem serviços diferenciados na esfera nanceira, as cooperativas se sobressaem principalmente em momentos de di culdades. As captações com LCA saltaram de R$ 6,5 bilhões em 2020 para R$ 12,1 bilhões em 2021, um aumento de 85,4%. Em 5 anos o aumento foi de R$ 8,2 bilhões, o que representa percentualmente um acréscimo de 213,5%. Também na comparação anual, em 2021 o patrimônio líquido do Sicoob teve um crescimento de 16,2%, chegando a R$ 30,2 bilhões. Os resultados e sobras (antes de Juros sobre Capital Próprio) subiram de R$ 3,6 bilhões para R$ 5,5 bilhões, e os ativos totais cresceram 20,8%, alcançando a marca de R$ 190,4 bilhões.

Justiça nanceira e prosperidade O presidente do Sicoob, Marco Aurélio Almada, explica que a instituição reforçou seus propósitos e sua missão de conectar pessoas para promover justiça nanceira e prosperidade nos últimos anos. “Principalmente na pandemia, mostramos que somos uma referência no cooperativismo e no Sistema Financeiro Nacional como um todo”, diz. De livre-admissão, ou seja, aberto a qualquer pessoa física ou jurídica que queira ser um cooperado, a instituição oferece conta corrente, cartões de débito e crédito, crédito pessoal, imobiliário, rural e empresarial, previdência, consórcios, nanciamentos, investimentos, seguros, adquirência (por meio das maquininhas Sipag), marketplace e programa delidade (com o Coopera), entre outros. Além disso, o Sicoob conta com um robusto sistema de atendimento digital, no qual os cooperados podem realizar suas transações nanceiras de onde estiverem, pelo App Sicoob, ou pelo internet banking.

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