Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
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OVINOCAPRINOCULTURA ESTUDO DE MERCADO - PARAÍBA -
Potencial de consumo de carne, Leite e derivados
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
©2011, SEBRAE/PB - Serviço de Apoio às Micro e Pequena Empresas da Paraíba
Diretoria Executiva da Paraíba Mário Antônio Pereira Borba Presidente do Conselho Deliberativo Estadual
Júlio Rafael Jardelino da Costa Diretor Superintendente
Luiz Alberto Gonçalves de Amorim Diretor Técnico
Ricardo Jorge Castro Madruga Diretor Administrativo Financeiro
Antônio Felinto Neto Gerente Unidade de Atendimento Coletivo Agronegócios, Turismo e Territórios Específicos
Enio Queijada de Souza Gerente UAGRO - Unidade de Atendimento Coletivo - Agronegócios Sebrae Nacional
Jucieux Lucena Palmeira Analista do Projeto Aprisco Paraíba
Diagramação
Revisão
Tiragem
Virgínia Medeiros (Dida)
Communicare
1.350 unidades
Fotos Capa Sebrae Paraíba
Gráfica JB
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Equipe Técnica
Coordenação geral: Jacqueline Freire Responsável técnica: Sônia Jerônimo Coordenador de campo: Adriano Alves Processamento de dados: Ana Carolina Beltrão Revisão ortográfica e gramatical: Betânia Jerônimo
Empresa Pesquisadora
DIP - Dados, Informações e Pesquisas Recife - Pernambuco
Colaboradores
Aldeni Santos – BA Antônio Cardoso – SE Carlos Robério – BA Claúdio Alves – PB Carlos Viana – CE Everardo Mendes – CE Fabiano Alves – PI Francisco Cruz – RN Francisco Duarte Barbosa – PI Gidalte Magalhães de Almeida – PE Jerônimo Frota – RN João Batista Martins – MA João Teles de Menezes – SE Jorge Prado – CE Jucieux Lucena Palmeira – PB Luiz Rosário – BA Marcos Salgado – SE Marlene Rosa – BA Pedro Alberto Mendes – CE Renato Alencar – RN Ricardo Neto – CE Rodrigo Otávio – PE Sérgio Medeiros – MA Shielbert S. Santos – MA Tuffi Said – CE Valéria Maria Ferreira da Cruz – RN Vânia Brandão de Britto – AL Vamberto Torres – RN
C 435t
Estudo de mercado do Paraíba: potencial de consumo de carne, leite e derivados / DIP- Dados Informação e Pesquisa . - João Pessoa: SEBRAE/PB, 2010.
111 p. : il.; 245cm.
1. Estudo de Mercado - Caprino e Ovino I. DIP - Dados Informação e Pesquisa. CDU 636.3
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potencial de consumo de carne, leite e derivados
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Foto: Estilista Patricia Viera, ela é considerada “imperatriz do couro no País”.
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APRESENTAÇÃO
O desejo do consumidor é um dos principais fatores que estimulam a dinâmica de um mercado. Portanto, a necessidade de aliar o fortalecimento da cadeia produtiva da ovinocaprinocultura no Nordeste brasileiro na perspectiva de um desenvolvimento sustentável passa, necessariamente, pelo conhecimento do potencial de mercado dos seus produtos. A região possui os rebanhos mais representativos do país. Este é um dado da realidade, base para a construção de um salto qualitativo em competitividade cuja transformação exige conexões com a demanda do mercado e as estratégias de marketing capazes de potencializar o desejo pelo consumo de carnes, leite e derivados e peles de ovinos e caprinos. Com a publicação desta pesquisa, o Projeto Aprisco entrega um produto capaz de subsidiar as ações de fomento do Sebrae e seus parceiros com o suporte de inteligência competitiva que o atual cenário da ovinocaprinocultura impõe a produtores, empresários rurais, distribuidores e consumidores finais. Os
resultados
da
pesquisa
apontam
perspectivas
promissoras que devem ser convertidas em êxito empresarial, pelo desenvolvimento do agronegócio na região e pelas condições adequadas de competitividade nacional e internacional.
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Derivados do leite de cabra Foto: Cássio Murilo arquivo sebrae paraíba
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RESUMO Da caprinocultura e da ovinocultura derivam produtos diferentes com tratamentos iguais, que limitam para o mercado o conhecimento das características peculiares de cada um. Na Região Nordeste, a falta de integração dos agentes produtivos faz com que não se consiga uma articulação necessária para atender o consumidor, permitindo avanços de outros mercados, inclusive estrangeiros. O rebanho paraibano, 5º do ranking regional, vem apresentando um crescimento do rebanho ovino, que cresceu 21% nos últimos oito anos e avança em regiões culturais típicas da caprinocultura - no mesmo período esta cresceu 18%. Esta pesquisa tem o objetivo de demonstrar a importância de tratar cada produto no seu devido espaço mercadológico e revelar que o consumidor não sabe identificar os atributos da carne caprina e ovina e as suas características salutares, inclusive do leite de cabra consumido pelos extremos das classes sociais, por motivação própria e estímulo às políticas públicas governamentais. Em todos os casos, a pesquisa demonstra que os derivados de caprinos e ovinos não estão disponíveis no mercado com oferta suficiente para atender às demandas. Palavras-chave: Caprinocultura, ovinocultura, cidades típicas, pesquisa de mercado. PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
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Plantação típica da região Foto: arquivo sebrae paraíba
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SUMÁRIO 1 - INTRODUÇÃO 1.1 - O rebanho local 1.2 - Contextualização 1.3 - Principais resultados da pesquisa
2 - CONSUMIDORES 2.1 - Perfil socioeconômico 2.1.1 - Residência 2.1.2 - Sexo, faixa etária e estado civil 2.1.3 - Escolaridade e renda 2.2 - Consumidores da carne de caprinos e ovinos 2.2.1 - Hábitos de consumo de carne 2.2.2 - Preços pagos 2.2.3 - Aspectos sensoriais 2.3 - Consumidores de leite de cabra 2.3.1 - Hábitos de consumo de leite 2.3.2 - Preços pagos 2.3.3 - Aspectos sensoriais 2.4 - Não consumidores de derivados de caprinos e ovinos 2.5 - Considerações sobre os derivados de caprinos e ovinos 2.5.1 - Quanto à disponibilidade de carne 2.5.2 - Quanto à disponibilidade de leite 2.5.3 - Quanto ao preço do queijo 2.5.4 - Quanto ao preço da carne
3 - RESTAURANTES 3.1 - Carne caprina e ovina 3.2 - Volume e especificação das compras 3.3 - Especificação dos produtos 3.4 - Atributos da carne 3.5 - Não comercializam carne de caprinos e ovinos 3.6 - Considerações sobre os derivados de caprinos e ovinos 3.6.1 - Quanto à existência de dois produtos distintos 3.6.2 - Quanto à disponibilidade de carne 3.6.3 - Quanto ao preço da carne
13 13 15 18 23 23 23 26 28 29 34 38 40 46 48 49 52 54 56 56 59 60 62 65 65 68 72 75 78 79 79 80 82
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4 - VAREJO 4.1 - Carne caprina 4.2 - Carne ovina 4.3 - Estratégias de compra 4.4 - Atributos da carne 4.5 - Varejo de leite e derivados 4.6 - Não comercializam derivados de caprinos e ovinos 4.7 - Considerações sobre os derivados de caprinos e ovinos 4.7.1 - Quanto à existência de dois produtos distintos 4.7.2 - Quanto à disponibilidade de carne 4.7.3 - Quanto à disponibilidade de leite 4.7.4 - Quanto ao preço do queijo 4.7.5 - Quanto ao preço da carne
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potencial de consumo de carne, leite e derivados
85 87 94 101 102 112 112 114 114 116 118 119 120
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INTRODUÇÃO 1.1 - O rebanho local
A Paraíba possui 6% do rebanho de ovinos e caprinos da Região Nordeste, sendo o quinto Estado no ranking regional, o que significa uma representação de 4% e 7% destes rebanhos, respectivamente.
TABELA 1
Efetivo dos rebanhos (cabeças) na Região Nordeste por Unidade da Federação Caprinos
Ovinos
Total (cabeças)
Participação do rebanho ovino (%)
25.983.791
64,00
100
17.893.293
52,38
230.142
2,46
612.160
37,60
16,08
1.444.373
15,41
2.814.745
57,44
998.787
11,72
2.030.982
21,67
3.029.769
67,03
RN
409.359
4,80
532.846
5,68
942.205
56,55
PB
624.025
7,32
414.895
4,43
1.038.920
39,94
PE
1.720.128
20,19
1.351.934
14,42
3.072.062
44,01
AL
64.721
0,76
193.686
2,07
258.407
74,95
SE
18.349
0,22
152.198
1,62
170.547
89,24
BA
2.933.629
34,43
3.020.849
32,23
5.954.478
50,73
Unidade da Federação
Cabeças
Brasil
9.355.220
NE
8.521.388
100,00
9.371.905
MA
382.018
4,48
PI
1.370.372
CE
%
Cabeças
%
16.628.571
Fonte: IBGE – Pesquisa Pecuária Municipal, 2008.
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O rebanho de ovinos, no período 2000-2008, apresenta uma evolução de 21%, similar ao rebanho de caprinos (18%) e igual à média da Região Nordeste. O Estado da Paraíba, assim como Pernambuco, únicos na região com rebanhos caprinos superiores aos rebanhos ovinos, mantém um crescimento médio dos dois rebanhos dentro dos mesmos níveis de grandeza. Conclui-se, pelos números apresentados na Pesquisa Pecuária Municipal, do IBGE (2008), que os criadores da Paraíba mantêm a tradição de criação de caprinos, porém são conservadores nos investimentos quantitativos dos rebanhos.
TABELA 2
Evolução do rebanho caprino e ovino no período 2000-2008 (2000=100) Paraíba
Nordeste
Ano Caprinos
Ovinos
Caprinos
Ovinos
2000
1,00
1,00
1,00
1,00
2001
1,16
1,10
1,02
1,04
2002
1,22
1,15
1,00
1,03
2003
1,28
1,18
1,02
1,06
2004
1,29
1,19
1,07
1,12
2005
1,25
1,20
1,09
1,17
2006
1,24
1,21
1,10
1,21
2007
1,21
1,19
0,99
1,20
2008
1,18
1,21
0,97
1,21
Fonte: IBGE – Pesquisa Pecuária Municipal, 2008.
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GRÁFICO 2.1
Evolução do rebanho caprino e ovino no período 2000-2008 (2000=100)
1,40 1,20 1,00 0,80 0,60 0,40 0,20 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Paraíba (caprinos)
Nordeste (caprinos)
Paraíba (ovinos)
Nordeste (ovinos)
Fonte: IBGE – Pesquisa Pecuária Municipal, 2008.
1.2 - Contextualização O Estado da Paraíba é constituído por quatro mesorregiões, das quais três estão assim representadas por força da metodologia1 deste estudo: Mata paraibana, representada por João Pessoa, cuja abrangência alcança os municípios de Alhandra, Bayeux, Caaporã, Cabedelo, Conde, Cruz do Espírito Santo, Lucena, Mamanguape, Pitimbu, Rio Tinto e Santa Rita; Agreste paraibano, representado por Campina Grande; e Borborema, que possui a maior concentração do rebanho caprino, representada por Monteiro.
Ver “Estudo do mercado de carne, leite e derivados de caprinos e ovinos no Nordeste”. Recife: DIP, 2010. 1
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Hipoteticamente, existe um deslocamento dos criadores de ovinos para as regiões próximas dos maiores centros urbanos. Na Paraíba, este fenômeno ocorre, uma vez que as mesorregiões da Mata paraibana e do Agreste paraibano apresentam um incremento de 70% e 16% no rebanho de ovinos e apenas 47% e 9% no rebanho de caprinos, respectivamente. Em contrapartida, a mesorregião da Borborema, que em 2008 apresentou o maior rebanho caprino, obteve um incremento, no período 2000-2008, de 27% no rebanho caprino e, no mesmo período, o rebanho ovino incrementou 24%, mantendo a supremacia daquele rebanho. Contudo, os esforços dos criadores da mesorregião da Borborema nos investimentos do rebanho caprino não foram suficientes, frente ao avanço das demais
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mesorregiões nos rebanhos ovinos, para superar o resultado final do Estado, com índices superiores para este rebanho.
TABELA 3
Evolução do rebanho caprino e ovino por mesorregiões geográficas no período 2000-2008 Estado e mesorregiões
Caprinos Caprinos Evolução 0vinos Ovinos Evolução 2000 2008 % 2000 2008 % nº cabeças nº cabeças 2008-2000 nº cabeças nº cabeças 2008-2000
Paraíba
526.179
624.025
18,6
343.844
414.895
20,7
Sertão paraibano
122.288
130.931
7,1
133.624
158.069
18,3
Borborema
275.837
351.212
27,3
128.065
158.500
23,8
Agreste paraibano
120.397
130.623
8,5
77.162
89.829
16,4
Mata paraibana
7.657
11.259
47,0
4.993
8.497
70,2
Fonte: IBGE - Pesquisa Pecuária Municipal, 2008.
GRÁFICO 3.1
- Evolução do rebanho caprino e ovino por mesorregiões geográficas no período 2000-2008 (%)
21 19
PARAÍBA
Mata paraibana Agreste paraibano
47
9
16
24
Borborema Sertão paraibano
7
70
27
18
Evolução caprinos
Evolução ovinos
Fonte: IBGE – Pesquisa Pecuária Municipal, 2008.
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1.3 - Principais resultados da pesquisa Foram entrevistados para este estudo três segmentos das duas cadeias produtivas em questão (caprinocultura e ovinocultura): Consumidores - 200 em João Pessoa, representando a área metropolitana; 100 em Campina Grande, representando a cidade intermediária entre a metrópole e a cidade culturalmente mais próxima dos criadores familiares de caprinos - Monteiro com 100 entrevistados; Restaurantes - 30 em João Pessoa; cinco em Campina Grande; e cinco em Monteiro, totalizando 30 no Estado; Varejo de carne e leite - cinco super/hipermercados; sete barracas em feiras livres; e 45 boxes de mercados públicos, totalizando 57 pontos de vendas. Dos varejistas, 42% comercializam a carne de caprinos e fazem a aquisição do produto localmente, mas com um índice representativo de compras no Estado de Pernambuco, numa proporção de 17% para as cidades de Custódia, Recife e Serra Talhada. Já a carne ovina é comercializada por 30% dos estabelecimentos, com fornecedores locais e também advindos dos Estados de Minas Gerais (Betim) e Pernambuco (Custódia e Serra Talhada), que representam 18% do total. Esse movimento de aquisição de um produto disponível localmente por outros Estados é também verificado entre os restaurantes pesquisados: a aquisição da carne de caprinos é também adquirida no Estado de Sergipe (município de Itabaiana). Quanto à carne de ovinos, as aberturas de fronteiras são para outros Estados (14%) – Pernambuco (Gravatá e Santa Maria da Boa Vista) e Sergipe (Itabaiana), afora outros países como Uruguai (5%). Em relação aos consumidores, 44% declaram que consomem a carne caprina e ovina. Destes, 47% dizem reconhecer as diferenças entre uma e outra. Em Monteiro, encontra-se a maior proporção de consumidores dessas carnes - 70% e 35% para a PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
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carne caprina e ovina, respectivamente. Em geral, os paraibanos consomem mais a carne caprina (43%) do que a ovina (18%). Esses consumidores adquirem a carne principalmente em supermercados e açougues, afora o consumo em restaurantes. Nos demais Estados deste estudo, da Região Nordeste, as compras da maioria dos consumidores são feitas nos mercados públicos e feiras livres. No Rio Grande do Norte e na Paraíba, eles não aderem a esta tendência, em especial no município de Monteiro (81%), onde os consumidores apresentam hábitos de consumo diferentes das demais cidades paraibanas estudadas. Em comum, eles adquirem o produto para consumo doméstico, com apenas 2% declarando a compra exclusiva em restaurantes.
TABELA 4
Formas de consumo de carne caprina e ovina por cidades sede da pesquisa Cidades sede da pesquisa Como ocorre a compra/consumo
Total
%
0,0
3
1,8
52
81,3
103
61,6
12
18,8
61
36,6
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Compro somente em restaurantes
3
4,1
0
0,0
0
Compro em supermercados/ açougues e consumo em restaurantes
39
52,7
12
41,3
Compro em mercados públicos, feiras livres e/ou restaurantes
22
43,2
17
58,6
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados). Total da amostra: 176 entrevistados.
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GRÁFICO 4.1
Formas de consumo de carne caprina e ovina por cidades sede da pesquisa (%)
100
81,3
80 58,6
52,7
60
43,2
41,3
40 18,8 20 0
4,1
0
João Pessoa
Campina Grande
0 Monteiro
Somente em restaurantes Supermercados/açougues e consumo em restaurantes Mercados públicos, feiras livres e/ou restaurantes
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados). Total da amostra: 176 entrevistados.
O leite de cabra é consumido por 9% dos entrevistados, com uma maior concentração em Monteiro (22%). Esses consumidores apresentam características socioeconômicas elegíveis para as políticas públicas de segurança alimentar – 68% deles têm renda de até dois salários mínimos. Entre os entrevistados que não consomem os derivados de caprinos e ovinos, 37% declaram não ter o hábito de consumi-los, atitude explicável para produtos difíceis de encontrar no mercado - a carne em torno de 25% das indicações e, o leite de cabra, 65%. Consoante com o posicionamento dos consumidores, os abatedouros e frigoríficos não possuem um padrão de qualidade para o abate e o estoque de carnes. A maioria deles é gerida pela administração municipal e funciona abatendo animais de terceiros, sem saber o destino do produto. Além disso, o responsável pelo animal
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reage aos preços praticados pelos abatedouros, que variam de R$ 4,80 a R$ 9,80 por cabeça abatida. Isto promove a informalidade no abate e no comércio de carnes. A análise anterior busca uma justificativa e não explica o processo de comercialização, uma vez que o mercado dos derivados de caprinos e ovinos não apresenta uma diferença substancial para nenhum dos Estados nordestinos estudados.
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Usina de Leite do Cariri paraibano Foto: arquivo sebrae paraíba
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CONSUMIDORES 2.1 - Perfil socioeconômico 2.1.1 - Residência Foram entrevistados 400 consumidores finais na Paraíba, sendo 200 residentes na cidade de João Pessoa, que representa, para efeito deste estudo, os municípios de Alhandra, Bayeux, Caaporã, Cabedelo, Conde, Cruz do Espírito Santo, Lucena, Mamanguape, Pitimbu, Rio Tinto e Santa Rita; 100 na cidade de Campina Grande (Agreste paraibano); e 100 em Monteiro (Borborema). Essas pessoas foram encontradas em restaurantes, feiras livres, supermercados, frigoríficos e outros ambientes negociais de interesse da amostra. A maioria dos entrevistados reside nessas regiões, contudo a mobilização dos pais deles, vista pelas cidades de origem, demarca uma possibilidade de influências culturais nos dados da pesquisa. Tendo 59% dos pais originários da mesorregião da Mata e Agreste paraibano e 13% de representação de culturas de outros Estados, com estilos de vida que impactam nos resultados da pesquisa, mas que representam a mobilidade do mercado local.
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TABELA 5
Mesorregiões de origem dos entrevistados por cidades sede da pesquisa Cidades sede da pesquisa Mesorregiões
Total
%
-
205
51,5
-
-
94
23,5
-
100
100,0
100
25,0
-
-
-
1
0,0
100
100,0
100
400
100,0
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Mata paraibana (Bayeux, Cabedelo, Conde, João Pessoa, Santa Rita)
199
99,5
6
6,0
-
Agreste paraibano (Campina Grande, Esperança, Galante, São Sebastião de Lagoa de Roça, Lagoa Seca, Matinhas, Pocinhos, Puxinanã)
-
-
94
94,0
Borborema (Monteiro)
-
-
-
Outros Estados (Rio de Janeiro/RJ)
1
5,0
Total
200
100,0
Fonte: pesquisa direta.
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potencial de consumo de carne, leite e derivados
100,0
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Total
%
TABELA 6
Mesorregiões de origem dos pais dos entrevistados por cidades sede da pesquisa Cidades sede da pesquisa Mesorregiões
João Pessoa
%
Campina Grande
Mata paraibana (Bayeux, Cabedelo, Conde, João Pessoa, Santa Rita, Cruz do Espírito Santo, Jacaraú, Mamanguape, Mari, Mata Redonda, Mataraca, Rio Tinto, Santa Rita, Sapé)
116
58,0
6
6,0
-
-
122
30,5
Agreste paraibano (Araçagi, Areia, Bananeiras, Belém de Caiçara, Campina Grande, Esperança, Guarabira, Itabaiana, Lagoa de Dentro, São Sebastião de Lagoa de Roça, Lagoa Seca, Matinhas, Mogeiro, Pilões, Pirpirituba, Pocinhos, Puxinanã, Remígio, Riachão, Salgado de São Félix, São Bento, Serraria)
39
19,5
71
71,0
3
3,0
113
28,2
Borborema (Monteiro, Boqueirão, Ouro Velho, Santa Luzia, São João do Tigre, São José dos Cordeiros, Sumé, Taperoá)
6
3,0
4
4,0
82
82,0
92
46,0
Sertão paraibano (Boa Ventura, Cajazeiras, Catolé do Rocha, Itaporanga, Jericó, Monte Horebe, Patos, Princesa Isabel)
14
7,0
4
4,0
3
3,0
21
5,2
% Monteiro %
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Cidades de outros Estados (Aracaju/SE, Arcoverde/ PE, Bagé/RS, Barra de São Miguel/AL, Belo Horizonte/ MG, Brasília/DF, Brejo da Madre de Deus/PE, Caruaru/ PE, Diamante/PR, Feira de Santana/BA, Garanhuns/ PE, Goiana/PE, Ibirajuba/ PE, Iguaraci/PE, Jataúba/ PE, Juazeiro/BA, Juazeiro do Norte/CE, Lagoa Grande/ PE, Lagoa Nova/RN, Lagoa Redonda/CE, Macaparana/ PE, Mossoró/RN, Natal/RN, Nova Cruz/RN, Olho D’Água/ AL, Paulista/PE, Picuí/RN, Pilar/AL, Recife/PE, Rio de Janeiro/RJ, Salvador/BA, São Paulo/SP, Serra Talhada/ PE, Sertânia/PE, Teresina/ PI, Timbaúba/PE, Vitória de Santo Antão/PE)
24
12,0
15
15,0
12
12,0
51
12,8
Outros países (Equador)
1
0,5
-
-
-
-
1
0,2
Total
200
100,0
100
100,0
100
100,0
400
100,0
Fonte: pesquisa direta.
2.1.2 - Sexo, faixa etária e estado civil Os municípios foram selecionados pelo grau de impacto quanto aos aspectos culturais interioranos, compreendidos como a proximidade com criadores familiares de caprinos: baixo (João Pessoa), médio (Campina Grande) e alto (Monteiro). Algumas diferenças registradas: As mulheres são maioria em João Pessoa (62%) e Monteiro (58%). Em Campina Grande, a proporção de homens entrevistados supera levemente o grupo feminino (51%); Não existe uma faixa etária dominante. As maiores concentrações estão entre 28 e 50 anos para as regiões de João Pessoa (40%) e Campina Grande (53%). Em Monteiro, 53% dos habitantes têm mais de 21 e até 35 anos; PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
27
Em João Pessoa, os entrevistados casados alcançam o percentual de cerca de 47%. Em Campina Grande e Monteiro, 66% e 59%, respectivamente, são casados.
TABELA 7
Sexo, faixa etária e estado civil dos entrevistados por cidades sede da pesquisa Cidades sede da pesquisa Sexo, faixa etária e estado civil
Total %
João Pessoa
%
Campina Grande
Masculino
76
38,0
51
51,0
42
42,0
169
42,3
Feminino
124
62,0
49
49,0
58
58,0
231
57,8
Até 21 anos
37
18,5
17
17,0
13
13,0
67
16,8
Mais de 21 até 28 anos
48
24,0
14
14,0
33
33,0
95
23,8
Mais de 28 até 35 anos
28
14,0
20
20,0
22
22,0
70
17,5
Mais de 35 até 50 anos
52
26,0
33
33,0
22
22,0
107
26,8
Mais de 50 até 65 anos
32
16,0
13
13,0
10
10,0
55
13,8
Mais de 65 anos
3
1,5
3
3,0
0
0,0
6
1,5
Solteiro
94
47,0
29
29,0
37
37,0
160
40,0
Casado
95
47,5
66
66,0
59
59,0
220
55,0
Desquitado/divorciado
7
3,5
4
4,0
4
4,0
15
3,8
Viúvo
4
2,0
1
1,0
0
0,0
5
1,3
% Monteiro %
SEXO
FAIXA ETÁRIA
ESTADO CIVIL
Fonte: pesquisa direta.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
28
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2.1.3 - Escolaridade e renda A escolaridade e a renda declarada contêm alguns aspectos que devem ser destacados: Em Monteiro, cidade mais interiorana e sem a estrutura de educação formal de João Pessoa e Campina Grande, estão concentrados os maiores níveis de educação e renda - no nível superior de escolaridade (completo e pós-graduação), estão concentrados 19% dos entrevistados. Já em João Pessoa e Campina Grande, 9% e 14% deles, respectivamente; Quanto à renda, ocorre o mesmo fenômeno. Em Monteiro, nas classes A, B e C, definidas para rendimentos maiores que R$ 2.550,00 (cinco salários mínimos), estão concentrados 12% dos entrevistados. Em João Pessoa e Campina Grande, para esta faixa de rendimento, são declarados 8% e 5% deles, respectivamente.
TABELA 8
Escolaridade e renda dos entrevistados por cidades sede da pesquisa
Escolaridade e renda ESCOLARIDADE Até 1º grau completo Até 2º grau completo Superior completo Pós-graduação RENDA FAMILIAR MENSAL CLASSE A Mais de R$ 10.200,00 (20 SM) CLASSE B De R$ 5.100,01 até R$ 10.200,00 (de 10 a 20 SM) CLASSE C De R$ 2.550,01 até R$ 5.100,00 (de 5 a 10 SM) CLASSE D De R$ 1.530,01 até R$ 2.550,00 (de 3 a 5 SM) De R$ 1.020,01 até R$ 1.530,00 (de 2 a 3 SM) CLASSE E Até R$ 510,00 (1 SM) De R$ 510,01 até R$ 1.020,00 (de 1 a 2 SM)
João Pessoa
Cidades sede da pesquisa Total % Campina % % Monteiro % Grande
75 107 16 2
37,5 53,5 8,0 1,0
46 40 13 1
46,0 40,0 13,0 1,0
21 60 16 3
21,0 60,0 16,0 3,0
142 207 45 6
35,5 51,8 11,3 1,5
-
-
-
-
-
-
-
-
0
0,0
0
0,0
2
2,0
2
5,0
16
8,0
5
5,0
10
10,0
31
7,8
22
11,0
3
3,0
5
5,0
30
7,5
51
25,5
18
18,0
30
39,0
108
27,0
36 75
18,0 37,5
10 64
10,0 64,0
33 11
33,0 11,0
79 150
19,8 37,5
Fonte: pesquisa direta.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
29
2.2 - Consumidores da carne de caprinos e ovinos Declaram-se consumidores de carne caprina e ovina 44% dos entrevistados, com diferenças significativas por região estudada: Em João Pessoa e Campina Grande, os índices dos consumidores são similares - respectivamente 36% e 30%; Em Monteiro, a carne caprina e ovina faz parte do cardápio das famílias (70% dos consumidores). Entre os consumidores, definem-se como “especialistas” aqueles que declaram saber identificar e escolher a carne de caprinos e ovinos. O perfil demonstrado pelas respostas dos entrevistados esclarece o questionamento desta pesquisa, quanto à diferenciação de produtos, e aponta uma abordagem mercadológica de interesse: Os consumidores especialistas estão distribuídos nas três regiões, independentemente do grau de urbanidade. João Pessoa, que representa a região metropolitana em termos de costumes, concentra 47% deles, que declaram reconhecer a carne de caprinos e ovinos com índices similares a Campina Grande (43%) e Monteiro (48%); Sendo Monteiro o maior centro urbano da mesorregião da Borborema, que concentra o maior rebanho de caprinos, a falta de identificação da carne remete à situação geral dos rebanhos no Nordeste, onde a raça caprina vem sendo substituída gradativamente. Na Paraíba, o rebanho caprino ainda mantém a hegemonia, mas se os produtos são considerados iguais pelos consumidores e se o mercado responde positivamente, vale refletir sobre o impacto dessa silenciosa mudança cultural; Entre os consumidores, existe uma preferência pela carne caprina, que representa mais que o dobro dos consumidores nos três mercados estudados. Na amostra do Estado, 43% deles declaram consumir a carne de caprinos e apenas 18% consomem a carne de ovinos. PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
30
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
TABELA 9
Consumidores de carne caprina e ovina entre os entrevistados por cidades sede da pesquisa Cidades sede da pesquisa Consumidores
Total
%
70,0
171
42,8
30
30,0
229
57,3
13,0
35
35,0
73
18,3
87,0
65
65,0
327
81,8
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Sim
71
35,5
30
30,0
70
Não
129
64,5
70
70,0
Sim
25
12,5
13
Não
175
87,5
87
Carne caprina
Carne ovina
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (200 entrevistados), Campina Grande (100 entrevistados), Monteiro (100 entrevistados). Total da amostra: 400 entrevistados.
GRÁFICO 9.1
Consumidores de carne caprina e ovina entre os entrevistados por cidades sede da pesquisa (%)
100
88
75
50
87 70
65
70
36 30
30 25
0
65
35
13
13
Carne caprina João Carne ovina João Carne caprina Carne ovina Pessoa Pessoa Campina Grande Campina Grande Consome
Carne caprina Monteiro
Carne ovina Monteiro
Não consome
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (200 entrevistados), Campina Grande (100 entrevistados), Monteiro (100 entrevistados). Total da amostra: 400 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
31
TABELA 10
Consumidores especialistas em carne caprina e ovina entre os entrevistados por cidades sede da pesquisa Cidades sede da pesquisa Consumidores especialistas
Total
%
47,9
82
46,6
37
52,1
86
48,9
0,0
0
0,0
8
4,5
100,0
71
100,0
176
100,0
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Sim, são diferentes
35
46,7
13
43,3
34
Não, são iguais
32
42,7
17
56,7
Indiferente
8
10,7
0
75
100,0
30
Total
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados). Total da amostra: 176 entrevistados.
GRÁFICO 10.1
Consumidores especialistas em carne caprina e ovina entre os entrevistados por cidades sede da pesquisa (%)
80 60
57 47
43
48
43
52
40 20
11 0
0 0
João Pessoa Sim, são diferentes
Campina Grande Não, são iguais
Monteiro Indiferente
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados). Total da amostra: 176 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
32
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
A maioria dos consumidores especialistas é do sexo masculino (65%), com mais de 35 e até 50 anos de idade (38%). Destes, 62% são ou foram casados. Algumas diferenças são registradas por região: A representação de mulheres é mais relevante em João Pessoa (43%); Os mais jovens - de 21 até 35 anos - estão em João Pessoa e Monteiro (cerca de 47%).
TABELA 11
Sexo, faixa etária e estado civil dos consumidores especialistas em carne caprina e ovina por cidades sede da pesquisa
Sexo, faixa etária e estado civil
Cidades sede da pesquisa Total
%
64,7
53
64,6
12
35,3
29
35,4
0,0
3
8,8
7
8,5
1
7,7
7
20,6
17
20,7
3
23,1
6
17,6
13
15,9
31,4
7
53,8
13
38,2
31
37,8
6
17,1
2
15,4
5
14,7
13
15,9
1
2,9
0
0,0
0
0,0
1
1,2
Solteiro
17
48,6
3
23,1
11
32,4
31
37,8
Casado
15
42,9
9
69,2
22
64,7
46
56,1
Desquitado/divorciado
3
8,6
1
7,7
1
2,9
5
6,1
Viúvo
0
0,0
0
0,0
0
0,0
0
0,0
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Masculino
20
57,1
11
84,6
22
Feminino
15
42,9
2
15,4
Até 21 anos
4
11,4
0
Mais de 21 até 28 anos
9
25,7
Mais de 28 até 35 anos
4
11,4
Mais de 35 até 50 anos
11
Mais de 50 até 65 anos Mais de 65 anos
SEXO
FAIXA ETÁRIA
ESTADO CIVIL
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (35 entrevistados), Campina Grande (13 entrevistados), Monteiro (34 entrevistados). Total da amostra: 82 entrevistados.
Se, para a amostra geral, 13% dos entrevistados declararam possuir nível superior e pós-graduação, para os consumidores especialistas em carne caprina e PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
33
ovina este índice subiu para 20%. A renda definida pelo conjunto de consumidores especialistas absorve uma parcela representativa das classes A, B e C, com rendimentos superiores a R$ 2.550,00, o que corresponde a 15% dos entrevistados. Para a amostra geral, este índice corresponde a 13%.
TABELA 12
Escolaridade e renda dos consumidores especialistas em carne caprina e ovina por cidades sede da pesquisa
Escolaridade e renda
João Pessoa
Cidades sede da pesquisa Total % Campina % % Monteiro % Grande
ESCOLARIDADE Até 1º grau completo
11
31,4
5
38,5
7
20,6
23
28,0
Até 2º grau completo
18
51,4
5
38,5
20
58,8
43
52,4
Superior completo
5
14,3
3
23,1
7
20,6
15
18,3
Pós-graduação
1
2,9
0
0,0
0
0,0
1
1,2
RENDA FAMILIAR MENSAL CLASSE A
0
0,0
0
0,0
0
0,0
0
0,0
Mais de R$ 10.200,00 (20 SM)
0
0,0
0
0,0
0
0,0
0
0,0
CLASSE B
0
0,0
0
0,0
1
2,0
1
1,2
De R$ 5.100,01 até R$ 10.200,00 (de 10 a 20 SM)
0
0,0
0
0,0
1
2,0
1
1,2
CLASSE C
7
20,0
1
7,7
3
8,8
11
13,4
De R$ 2.550,01 até R$ 5.100,00 (de 5 a 10 SM)
7
20,0
1
7,7
3
8,8
11
13,4
CLASSE D
13
37,2
4
30,8
13
38,2
30
36,6
De R$ 1.530,01 até R$ 2.550,00 (de 3 a 5 SM)
5
14,3
2
15,4
1
2,9
8
9,8
De R$ 1.020,01 até R$ 1.530,00 (de 2 a 3 SM)
8
22,9
2
15,4
12
35,3
22
26,8
CLASSE E
15
42,8
8
61,5
17
50,0
40
48,8
Até R$ 510,00 (1SM)
4
11,4
0
0,0
12
35,3
16
19,5
De R$ 510,01 até R$ 1.020,00 (de 1 a 2 SM)
11
31,4
8
61,5
5
14,7
24
29,3
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (35 entrevistados), Campina Grande (13 entrevistados), Monteiro (34 entrevistados). Total da amostra: 82 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
34
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2.2.1 - Hábitos de consumo de carne Os consumidores de carne caprina e ovina alimentam-se quase todos os dias de carne bovina e de frango, consoante o consumo per capita registrado pela POF 2002-2003. Os pescados são a terceira preferência do cardápio diário. A carne de caprinos e ovinos é consumida eventualmente por mais de 2/3 dos entrevistados em João Pessoa. É também a terceira opção de cardápio para os consumidores de Campina Grande, que a consomem de seis a dez vezes por mês. Já em Monteiro, a carne de caprinos e ovinos é consumida de uma a duas vezes por mês, registrando-se uma preferência para a carne de ovinos (91% dos casos).
TABELA 13
Consumo mensal de carne por tipo de produto e frequência de consumo (%)
1 a 2 vezes
Eventual
0,0
1,4
60,6 12,7
2,8
2,8 14,1 12,7 67,6 3,3
13,3 13,3 23,3 46,7
4,3
0,0 10,0 78,6
7,1
Carne ovina
4,0
0,0 16,0 4,0 72,0 0,0
15,4 30,8 23,1 30,8
0,0
0,0
0,0
91,4
8,6
Peixe
14,7
0,0 20,0 44,0 18,7 10,0
3,3 13,3 53,3 16,7
9,9
0,0
7,0
67,6
9,9
Frango
56,0
2,7
8,0 32,0 1,3 36,7 10,0 3,3 43,3 6,7
43,7
1,4
7,0
45,1
1,4
Carne caprina
Quase todos os dias De 6 a 10 vezes 1,4
Eventual
6,7 16,7 33,3 16,7
4,0
9,3 18,7 4,0 53,3
1 a 2 vezes
5,3 21,3 8,0 32,0 0,0
Carne suína
Quase todos os dias De 6 a 10 vezes
0,0
1,3
Eventual
35,2
66,7
1 a 2 vezes
9,9
Quase todos os dias De 6 a 10 vezes
De 3 a 5 vezes
Monteiro
0,0
Carne bovina
De 3 a 5 vezes
Campina Grande
3,3 10,0 23,3 10,0 54,9
Tipo de produto
De 3 a 5 vezes
João Pessoa
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados). Total da amostra: 176 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
35
As compras de carne de caprinos e ovinos são realizadas em supermercados e açougues. Para os consumidores de João Pessoa e Campina Grande, não existe uma preferência pelo consumo em restaurantes, como ocorre em Monteiro. Além disso, apenas 2% dos entrevistados consomem a carne caprina e ovina apenas em restaurantes. A carne de caprinos e ovinos representa um cardápio apropriado para os fins de semana, especialmente para os consumidores de João Pessoa e Campina Grande. Em Monteiro, a partir da quarta-feira o consumo já aumenta, havendo uma distribuição mais regular ao longo da semana.
TABELA 14
Formas de consumo de carne caprina e ovina por cidades sede da pesquisa
Como ocorre a compra/consumo
Cidades sede da pesquisa Total
%
0,0
3
1,8
49
76,6
58
34,7
13,8
12
18,8
26
15,6
11
37,9
3
4,7
45
26,9
13
44,8
0
0,0
35
21,0
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Compro somente em restaurantes
3
4,1
0
0,0
0
Compro em supermercados/ açougues e consumo em restaurantes
8
10,8
1
3,4
Compro em mercados públicos, feiras livres e restaurantes
10
13,5
4
Compro em supermercados/ açougues, mas não em restaurantes
31
41,9
Compro em mercados públicos e feiras livres, mas não em restaurantes
22
29,7
Monteiro %
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados). Total da amostra: 176 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
36
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
GRÁFICO 14.1
Formas de consumo de carne caprina e ovina por cidades sede da pesquisa (%)
77 60 45
42 38
40
30 19
20
11
14
14
4 0
0 João Pessoa
3
5
0
Campina Grande
0
Monteiro
Somente em restaurantes Supermercados/açougues e consumo em restaurantes Mercados públicos, feiras livres e restaurantes Supermercados/açougues, mas não em restaurantes Mercados públicos e feiras livres, mas não em restaurantes
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados). Total da amostra: 176 entrevistados.
TABELA 15
Dias da semana em que se consome carne caprina e ovina por cidades sede da pesquisa (*) Cidades sede da pesquisa Dias
Total
%
4,3
11
6,4
3
4,3
7
4,1
30,0
17
24,3
29
17,0
6,7
9
12,9
14
8,2
4
13,3
19
27,1
30
17,5
62,0
22
73,3
37
52,9
103
60,2
80,3
22
73,3
25
35,7
104
60,8
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Segunda-feira
6
8,5
2
6,7
3
Terça-feira
2
2,8
2
6,7
Quarta-feira
3
4,2
9
Quinta-feira
3
4,2
2
Sexta-feira
7
9,9
Sábado
44
Domingo
57
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados). Total da amostra: 176 entrevistados. (*) Respostas múltiplas – O entrevistado pode responder a mais de uma opção, superando a base de 100% do segmento da amostra.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
37
GRÁFICO 15.1
Dias da semana em que se consome carne caprina e ovina por cidades sede da pesquisa (%) (*) 80
80
73 73 62
60
53 36
40 30
27
24 20 9 3 0
4
10 4
João Pessoa
13 7
7
13
7
4
Campina Grande
Segunda-feira
Terça-feira
Quarta-feira
Sexta-feira
Sábado
Domingo
4 Monteiro Quinta-feira
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados). Total da amostra: 176 entrevistados. (*) Respostas múltiplas – O entrevistado pode responder a mais de uma opção, superando a base de 100% do segmento da amostra.
São consumidas carnes com e sem osso, com cortes definidos. Quanto às vísceras e embutidos, não existe um hábito de consumo, exceto da buchada, consumida nos mercados de João Pessoa e Monteiro.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
38
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
TABELA 16
Cortes de carne consumida de caprinos e ovinos por cidades sede da pesquisa (*) Cidades sede da pesquisa Cortes
Total
%
83,1
114
64,8
32
45,1
91
51,7
3,3
33
46,5
53
30,1
5
16,7
25
35,2
43
24,4
9,3
0
0,0
6
8,5
13
7,4
5
6,7
1
3,3
0
0,0
6
3,4
4
5,3
0
0,0
0
0,0
4
2,3
João Pessoa
%
Campina Grande
Costela, paleta (com e sem osso)
38
50,7
17
56,7
59
Pernil, picanha, contrafilé, carré
39
52,0
20
66,7
Buchada
19
25,3
1
Carne (verde, congelada)
13
17,3
Miúdo
7
Peça inteira Conservas, embutidos
% Monteiro %
Fonte: pesquisa direta.Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados). Total da amostra: 176 entrevistados. (*) Respostas múltiplas – O entrevistado pode responder a mais de uma opção, superando a base de 100% do segmento da amostra.
2.2.2 - Preços pagos Os preços da carne de caprinos e ovinos são considerados caros em comparação com outros tipos de carne, em especial para os consumidores de João Pessoa. Em Campina Grande, os preços são considerados justos. Em Monteiro, isto não se aplica, e os preços são considerados baratos para cerca de 50% dos entrevistados. As carnes de suínos possuem índices melhores em termos de adequação do preço aos seus processos de produção.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
39
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
TABELA 17
Escala de apreciação quanto ao preço da carne e ao tipo de produto (%)
Preço justo
Barata
0,0 23,6 61,1 13,0
1,4
Carne suína
17,7 43,8 33,3
4,2
6,7 20,0 66,7
6,7
8,3 26,4 40,3 23,6
Carne caprina
29,2 46,9 24,0
0,0
0,0 40,0 60,0
0,0
8,3 37,5 13,9 40,3
30,2 58,3
7,3
1,0
0,0 60,0 40,0
0,0 15,3 34,7 9,7
40,3
Peixe
40,6 22,9 35,4
1,0
6,7 33,3 46,7 13,3 34,7 22,2 41,7
1,4
Frango
4,2 24,0 46,9
25,0 0,0 13,3 66,7 20,0 5,6 13,9 75,0
5,6
Cara
Barata
Muito cara
0,0 46,7 53,3
Carne ovina
Preço justo
2,1
Cara
4,9 47,9 45,8
Tipo de produto
Cara
Carne bovina
Muito cara
Muito cara
Monteiro
Barata
Campina Grande
Preço justo
João Pessoa
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados). Total da amostra: 176 entrevistados.
GRÁFICO 17.1
Escala de apreciação quanto ao preço da carne e ao tipo de produto (%)
40,3
Monteiro (ovina)
9,7
15,3
60
João Pessoa (ovina) 1 7,3
58,3
30,2
40,3
Monteiro (caprina)
13,9
João Pessoa (caprina)
24
Monteiro (suína)
23,6
8,3
29,2
40,3
26,4
66,7
João Pessoa (suína) 4,2 Monteiro (bovina)1,4
40 46,9
6,7
43,8
23,6
53,3 47,9
20
Barata
Preço justo
1 0,9
46,7
45,8
0
1,4
6,7 17,7
61,1
João Pessoa (bovina)2,1
8,3 20
33,3 13
Campina Grande (bovina)
3,2
37,5
60
Campina Grande (caprina)
Campina Grande (suína)
34,7
40
Campina Grande (ovina)
40
Cara
60
Muito cara
4,9 80
100
Não avaliou/Não respondeu
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados).Total da amostra: 176 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
40
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
TABELA 18
Média de estoques mensal por tipo de produto Tipo de produto
João Pessoa (kg/mês)
Campina Grande (kg/mês)
Monteiro (kg/mês)
Carne bovina Carne suína Carne caprina Carne ovina Peixe Frango
16,4 3,5 4,8 5,0 8,5 16,5
13,3 2,5 9,0 5,0 15,0 8,7
8,7 4,1 5,0 4,3 4,3 8,9
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados). Total da amostra: 176 entrevistados.
2.2.3 - Aspectos sensoriais
SABOR Quanto ao sabor, a carne caprina é bem aceita pelos três mercados, o que não ocorre com a carne ovina, que categoricamente é a única que sofre uma rejeição explícita ao sabor.
TABELA 19
Escala de apreciação quanto ao sabor do produto (%) João Pessoa Gosto
Gosto pouco
Não gosto
Gosto muito
Gosto
Gosto pouco
Não gosto
Gosto muito
Gosto
Gosto pouco
Não gosto
Monteiro
Gosto muito
Tipo de produto
Campina Grande
39,5
50,6
0,0
0,0
16,7
70,0
0,0
0,0
44,4
43,1
0,0
0,0
Carne suína 11,1
9,9
50,6
0,0
6,7
33,3
36,7
0,0
16,7
36,1
34,7
0,0
Carne bovina Carne caprina
23,5
54,3
13,6
0,0
26,7
56,7
10,0
0,0
51,4
44,4
1,4
0,0
Carne ovina
7,4
32,1
16,0
38,3
3,3
33,3
6,7
46,7
29,2
23,6
0,0
45,8
Peixe
48,1
38,3
8,6
4,9
16,7
73,3
3,3
6,7
61,1
33,3
1,4
2,8
Frango
39,5
55,6
4,9
0,0
23,3
70,0
6,7
0,0
50,0
44,4
5,6
0,0
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados). Total da amostra: 176 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
41
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
GRÁFICA 19.1
Escala de apreciação quanto ao sabor do produto (%) 29
Monteiro (ovina) 3
Campina Grande (ovina)
24 7
33 7
João Pessoa (ovina)
10
47 16
32
44
27
Campina Grande (caprina)
28
44
43
10 Gosto muito
13
70
13
40 0
23
51
17
João Pessoa (bovina)
13
37
10
Monteiro (bovina) Campina Grande (bovina)
9
35
33 11
João Pessoa (suína)
51
20
30
Gosto
Gosto pouco
40
7
14
36
7
Campina Grande (suína)
10
54
17
Monteiro (suína)
10 3
57
24
João Pessoa (caprina)
6
38
51
Monteiro (caprina)
1
46
50 Não gosto
60
10 70
80
90
100
Não avaliou/Não respondeu
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados). Total da amostra: 176 entrevistados.
APARÊNCIA Neste item, a carne ovina é avaliada nas mesmas grandezas da carne suína, apresentando um aspecto razoável e ruim ainda mais acentuado. O mercado de Campina Grande, aparentemente o mais exigente quanto aos aspectos sensoriais, avalia positivamente a aparência da carne caprina.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
42
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
TABELA 20
Escala de apreciação quanto à aparência do produto (%) João Pessoa (aspecto da carne) Bom
Razoável
Ruim
Ótimo
Bom
Razoável
Ruim
Ótimo
Bom
Razoável
Ruim
Monteiro (aspecto da carne)
Ótimo
Tipo de produto
Campina Grande (aspecto da carne)
Carne bovina
9,2
72,4 18,4
0,0
13,8
82,8
0,0
3,4
45,1
46,5
8,5
0,0
Carne suína
6,6
36,8 22,4
34,2
0,0
79,3
10,3
10,3
12,7
59,2
25,4
2,8
Carne caprina
14,5 71,1 10,5
3,9
20,7
79,3
0,0
0,0
50,7
46,5
2,8
0,0
Carne ovina
10,5 64,5 22,4
2,6
10,3
62,1
13,8
6,9
29,6
32,4
28,2
9,9
Peixe
53,9 40,8
5,3
0,0
24,1
72,4
3,4
0,0
66,2
28,2
4,2
0,0
Frango
19,7 75,0
5,3
0,0
3,4
89,7
3,4
3,4
49,3
47,9
2,8
0,0
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados). Total da amostra: 176 entrevistados.
GRÁFICO 20.1
Escala de apreciação quanto à aparência do produto (%) 30
Monteiro (ovina) Campina Grande (ovina)
10
João Pessoa (ovina)
11
32
28
62
79
15
71
13
11
59
7
22 47
14
João Pessoa (bovina) 0 0 Aspecto ótimo
10
34
45
Campina Grande (bovina)
3
10
37
Monteiro (bovina)
9
83
9
3
72 10
20
Aspecto bom
30
40
Aspecto razoável
4
25
79
Campina Grande (suína) João Pessoa (suína)
3 3
47
21
Monteiro (suína)
7
22
51
João Pessoa (caprina)
7
65
Monteiro (caprina) 0 Campina Grande (caprina)
10 14
18 50
60
Aspecto ruim
70
80
90
100
Não avaliu/Não respondeu
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados). Total da amostra: 176 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
43
MACIEZ Quanto à maciez, apenas a carne de frango parece se adequar ao paladar dos entrevistados na especificação “muito macia”. Contraditoriamente, a carne ovina, que possui mais gordura que a caprina, é avaliada com menor maciez nos três mercados.
TABELA 21
Escala de apreciação quanto à maciez do produto (%)
Dura
Pouco macia
Dura
0,0
0,0
82,8
13,8
3,4
49,3 40,8
9,9
0,0
Carne suína
3,9
39,5 21,1 35,5
0,0
75,9
20,7
3,4
11,3 63,4 22,5
2,8
0,0
43,7 49,3
Carne caprina Carne ovina
Macia
Pouco macia
68,4 25,0
Muito macia
Macia
6,6
Pouco macia
Carne bovina
Macia
Tipo de produto
Muito macia
Monteiro
Dura
Campina Grande
Muito macia
João Pessoa
10,5 63,2 23,7
2,6
6,9
69,0
20,7
7,0
0,0
7,9
1,3
0,0
44,8
24,1 20,7 31,0 36,6 22,5
9,9
50,0 38,2
Peixe
69,7 27,6
2,6
0,0
17,2
79,3
0,0
0,0
88,7
9,9
0,0
0,0
Frango
28,9 69,7
1,3
0,0
6,9
89,7
3,4
0,0
63,4 35,2
1,4
0,0
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados). Total da amostra: 176 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
44
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
GRÁFICO 21.1
Escala de apreciação quanto à maciez do produto (%) Monteiro (ovina)
31
37
Campina Grande (ovina)
45
João Pessoa (ovina)
24
8
50
Monteiro (caprina)
11
Monteiro (suína)
11
13 7
69
21
63
24
3
23
3
21
3
63
Campina Grande (suína) 0 João Pessoa (suína)
10
49
7
João Pessoa (caprina)
10
21 38
44
Campina Grande (caprina)
23
76 4
40
Monteiro (bovina)
21
36
49
41
Campina Grande (bovina)
10
83
João Pessoa (bovina)
7 0 Muito macia
14
68 20 Macia
3
40 Pouco macia
3
25 60 Dura
80
100
Não avaliou/Não respondeu
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados). Total da amostra: 176 entrevistados.
SALUBRIDADE Quanto à salubridade, a carne caprina é avaliada nos mesmos padrões da carne de frango. Na soma dos dois primeiros indicadores (muito saudável e saudável), a carne de caprinos apresenta índices superiores à carne de ovinos nos três mercados estudados. As carnes suínas, em termos de salubridade, indicam uma avaliação extremamente negativa na escala.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
45
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
TABELA 22
Escala de apreciação quanto à salubridade do produto (%)
3,3
13,9
36,1 34,7
4,2
4,9
33,3 59,3
0,0
6,7
50,0
40,0
2,8
40,3 36,1
16,7
19,8
72,8
6,2
0,0
20,0
63,3
13,3
0,0
52,8
41,7
4,2
0,0
Carne ovina
14,8
74,1
8,6
0,0
6,7
50,0
26,7
3,3
31,9
47,2
6,9
12,5
Peixe
70,4
27,2
0,0
1,2
30,0
66,7
0,0
0,0
90,3
6,9
1,4
0,0
Frango
25,9
67,9
3,7
1,2
6,7
73,3
16,7
0,0
48,6
44,4
5,6
0,0
54,3 38,3
Carne suína
1,2
Carne caprina
Não saudável
Muito saudável
36,7
1,2
Pouco saudável
Não saudável
53,3
Carne bovina
Saudável
Pouco saudável
3,3
Pouco saudável Não saudável
Saudável
Monteiro
Muito saudável
Campina Grande
4,9
Tipo de produto
Muito saudável
Saudável
João Pessoa
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados).Total da amostra: 176 entrevistados.
GRÁFICO 22.1
Escala de apreciação quanto à salubridade do produto (%) Monteiro (ovina)
32
Campina Grande (ovina)
47
7
João Pessoa (ovina)
7
50
27
15
Monteiro (caprina)
9
53 20
João Pessoa (caprina)
20 40
Muito saudável
1
35
53
4 37
54 40 Pouco saudável
60 Não saudável
11 3 3
38
20 Saudável
3
59 36
3
1 4
40
33
João Pessoa (bovina) 1 0
17
50
14
Campina Grande (bovina)
3 6
36
7
Monteiro (bovina)
4 1 13
73
João Pessoa (suína) 1 5
3
42 63
Monteiro (suína) 3
2
13
74
Campina Grande (caprina)
Campina Grande (suína)
13 3
5 1 80
100
Não avaliou/Não respondeu
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados). Total da amostra: 176 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
46
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2.3 - Consumidores de leite de cabra Consomem leite de cabra 9% dos entrevistados, com uma maior concentração em Monteiro, talvez resultante das políticas de incentivo à produção e da organização social em torno da atividade, estimulada por tais iniciativas. São maioria as mulheres (60%), na faixa etária de 35 a 50 anos (35%) e casadas (62%). Isto pode significar que o consumo familiar está associado às mulheres com 2º grau completo (65%) e renda até dois salários mínimos (67,5%).
TABELA 23
Consumidores de leite de cabra por cidades sede da pesquisa Cidades sede da pesquisa Consumidores
Total
%
22,0
37
9,3
78
78,00
363
90,7
100
100,0
400
100,0
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Sim, consome
13
6,5
2
2,0
22
Não consome
187
93,5
98
98,00
Total
200
100,0
100
100,0
Fonte: pesquisa direta.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
47
GRÁFICO 23.1
Consumidores de leite de cabra por cidades sede da pesquisa (%) 98
94
100
78
80 60 40
22 7
20 0
2
João Pessoa
Campina Grande Consome
Monteiro
Não consome
Fonte: pesquisa direta.
TABELA 24
Sexo, faixa etária e estado civil dos consumidores de leite de cabra por cidades sede da pesquisa Cidades sede da pesquisa Sexo, faixa etária e Campina estado civil João Pessoa % % Monteiro Grande SEXO
%
Total
%
Masculino Feminino
5 8
38,5 61,5
0 2
0,0 100,0
10 12
45,5 54,5
15 22
40,5 59,5
Até 21 anos Mais de 21 até 28 anos Mais de 28 até 35 anos Mais de 35 até 50 anos Mais de 50 até 65 anos Mais de 65 anos
1 4 1 5 2 0
7,7 30,8 7,7 38,5 15,4 0,0
2 0 0 0 0 0
100,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
3 4 4 8 3 0
13,6 18,2 18,2 36,4 13,6 0,0
6 8 5 13 5 0
16,2 21,6 13,5 35,1 13,5 0,0
Solteiro Casado Desquitado/divorciado Viúvo
6 7 0 0
46,2 53,8 0,0 0,0
0 2 0 0
0,0 100,0 0,0 0,0
6 14 2 0
27,3 63,6 9,1 0,0
12 23 2 0
32,4 62,2 5,4 0,0
FAIXA ETÁRIA
ESTADO CIVIL
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (2 entrevistados), Monteiro (22 entrevistados). Total da amostra: 37 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
48
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
tabela 25
Escolaridade e renda dos consumidores de leite de cabra por cidades sede da pesquisa
Escolaridade e renda
João Pessoa
Cidades sede da pesquisa Campina % % Monteiro Grande
%
Total
%
ESCOLARIDADE Até 1º grau completo
1
7,7
2
100,0
6
27,3
9
24,3
Até 2º grau completo
10
76,9
0
0,0
14
63,6
24
64,9
Superior completo
0
0,0
0
0,0
2
9,1
2
5,4
Pós-graduação
2
15,4
0
0,0
0
0,0
2
5,4
RENDA FAMILIAR MENSAL CLASSE A
0
0,0
0
0,0
0
0,0
0
0,0
Mais de R$ 10.200,00 (20 SM)
0
0,0
0
0,0
0
0,0
0
0,0
CLASSE B
0
0,0
0
0,0
0
0,0
0
0,0
De R$ 5.100,01 até R$ 10.200,00 (de 10 a 20 SM)
0
0,0
0
0,0
0
0,0
0
0,0
CLASSE C
1
7,7
0
0,0
2
9,1
3
8,1
De R$ 2.550,01 até R$ 5.100,00 (de 5 a 10 SM)
1
7,7
0
0,0
2
9,1
3
8,1
CLASSE D
3
23,1
0
0,0
6
27,3
9
24,3
De R$ 1.530,01 até R$ 2.550,00 (de 3 a 5 SM)
2
15,4
0
0,0
0
0,0
2
5,4
De R$ 1.020,01 até R$ 1.530,00 (de 2 a 3 SM)
1
7,7
0
0,0
6
27,3
7
18,9
CLASSE E
9
69,2
2
100,0
14
63,6
25
67,5
Até R$ 510,00 (1SM)
1
7,7
2
100,0
9
40,9
12
32,4
De R$ 510,01 até R$ 1.020,00 (de 1 a 2 SM)
8
61,5
0
0,0
5
22,7
13
35,1
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (2 entrevistados), Monteiro (22 entrevistados). Total da amostra: 37 entrevistados.
2.3.1 - Hábitos de consumo de leite É em Monteiro que ocorre a maior incidência do consumo de leite de cabra “quase todos os dias” (52%). Já em João Pessoa, observa-se um consumo maior de outros tipos de leite, tais como o leite de soja. O apesar do leite de vaca ser um padrão PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
49
nos hábitos alimentares da Região Nordeste e do país, segundo a POF 2002-2003.
TABELA 26
Consumo mensal de leite por tipo de produto e freqüência de consumo (%)
0,0
0,0 100,0 0,0
38,1
4,8
9,5 33,3 9,5
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0 19,0 0,0
0,0
Eventual
0,0
1 a 2 vezes
19,0 19,0 4,8 10,0
De 3 a 5 vezes
52,4
0,0
De 6 a 10 vezes
0,0 100,0 0,0
Quase todos os dias
0,0
Eventual
De 3 a 5 vezes
0,0
1 a 2 vezes
De 6 a 10 vezes
Leite de 0,0 12,5 0,0 37,5 37,5 cabra Leite de 37,5 12,5 25,0 0,0 0,0 vaca Leite de soja 25,0 0,0 0,0 12,5 12,5
Monteiro
Quase todos os dias
Campina Grande Eventual
1 a 2 vezes
De 3 a 5 vezes
De 6 a 10 vezes
Tipo de produto
Quase todos os dias
João Pessoa
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (2 entrevistados), Monteiro (22 entrevistados). Total da amostra: 37 entrevistados.
2.3.2 - Preços pagos O leite de cabra é avaliado, quanto aos preços praticados, da mesma forma do leite de soja, exceto em Monteiro, onde os preços praticados são similares ao leite de vaca.
TABELA 27
Escala de apreciação quanto ao preço e ao tipo de produto (%)
Leite de vaca Leite de cabra Leite de soja
1,2 19,8 72,8 6,2 58,0 33,3 4,9 2,5 40,7 46,9 8,6 2,5
3,3 6,7 3,3
6,7 80,0 6,7 70,0 10,0 6,7 76,7 3,3 3,3
Barato
Preço justo
Caro
Monteiro Muito caro
Barato
Preço justo
Caro
Muito caro
Campina Grande Barato
Preço justo
Caro
Tipo de produto
Muito caro
João Pessoa
6,9 12,5 62,5 16,7 23,6 11,1 40,3 25,0 55,6 34,7 2,8 6,9
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (81 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (72 entrevistados). Total da amostra de consumidores: 183 entrevistados (incluídos sete entrevistados que consomem apenas leite de cabra).
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
50
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
GRÁFICO 27.1
Escala de apreciação quanto ao preço e ao tipo de produto (%)
7
Monteiro (leite de soja)
3
35
56
3 3
Campina Grande (leite de soja)
3
João Pessoa (leite de soja)
77
9
47
7
3
João Pessoa (leite de cabra)
40
7
João Pessoa (leite de vaca)
6 0 Barato
24
70
7
33
1
63
3
13
70
20 Preço justo
30 Caro
40
7
7
73 10
7
58
17
Campina Grande (leite de vaca)
11
10
5
Monteiro (leite de vaca)
13
41
25
Monteiro (leite de cabra)
Campina Grande (leite de cabra)
3
13
20 50
Muito caro
60
70
80
90
1 100
Não avaliou/Não respondeu
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (81 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (72 entrevistados). Total da amostra de consumidores: 183 entrevistados (incluídos sete entrevistados que consomem apenas leite de cabra).
TABELA 28
Média de estoques mensal por tipo de produto
Tipo de produto
João Pessoa (l/mês)
Campina Grande (l/mês)
Monteiro (l/mês)
Leite de vaca Leite de cabra Leite de soja
23,4 0,0 5,5
10,0 0,0 0,0
23,1 26,3 3,6
Fonte: pesquisa Direta Bases de dados: João Pessoa (75 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (71 entrevistados).Total da amostra de consumidores: 176 entrevistados.
O leite de cabra é consumido in natura pela maioria dos entrevistados. A quantidade de produtos declarada pelos consumidores de João Pessoa pode significar um desejo de consumir, uma vez que os produtos não estão disponíveis na maioria dos pontos de venda. Contudo, destaca-se o queijo de coalho como um produto representativo no universo de consumidores da Paraíba.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
51
TABELA 29
Derivados de leite de cabra por cidades sede da pesquisa (*) Cidades sede da pesquisa Campina % % Monteiro Grande
Derivados
João Pessoa
Total
%
Leite in natura
9
69,2
2
100,0
20
90,0
31
83,8
Queijo coalho
3
23,1
0
0,0
12
54,5
15
40,5
Coalhadas e iogurtes
4
30,8
0
0,0
2
9,1
6
16,2
Doces
1
7,7
0
0,0
1
4,5
2
5,4
Leite em pó
2
15,4
0
0,0
0
0,0
2
5,4
Queijos especiais
1
7,7
0
0,0
1
4,5
2
5,4
Bebidas achocolatadas
1
7,7
0
0,0
1
4,5
2
5,4
Creme de leite
0
0,0
0
0,0
0
0,0
0
0,0
%
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (2 entrevistados), Monteiro (22 entrevistados).Total da amostra: 37 entrevistados. (*) Respostas múltiplas - O entrevistado pode responder a mais de uma opção, superando a base de 100% do segmento da amostra.
GRÁFICO 29.1
Derivados de leite de cabra por cidades sede da pesquisa (%) 100
100
90 90
80 69 70
60
55
50
40 31 30
23
20
15 9
10 0
0
8
0 Leite "in natura"
Queijo de coalho
Coalhadas e iogurtes João Pessoa
8
5 0
Doces
Campina Grande
0
0
Leite em pó
5 0
Queijos especiais
8
5 0
Bebidas achocolatadas
Monteiro
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (2 entrevistados), Monteiro (22 entrevistados). Total da amostra: 37 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
52
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2.3.3 - Aspectos sensoriais
SABOR Os números de Monteiro indicam que a rejeição ao leite de cabra, entre os consumidores de derivados de caprinos e ovinos, não é algo que não se resolva com uma ação orientada. Comparadas as respostas “gosto muito” deste município para o leite de vaca e o leite de cabra, as diferenças são insignificantes, ou seja, faltam políticas de apoio e produtos neste segmento de mercado.
TABELA 30
Escala de apreciação quanto ao sabor do produto (%)
Gosto
Gosto pouco
Não gosto
4,9
10,0
70,0 13,3
3,3
37,5
29,2
8,3
25,0
Leite de cabra
6,2
6,2
17,3
65,4
0,0
6,7
0,0
83,3
27,8
8,3
0,0
63,9
Leite de soja
3,7
2,5
11,1
77,8
3,3
0,0
0,0
83,3
4,2
8,3
2,8
84,7
Gosto
7,4
Gosto muito
50,6 37,0
Gosto
Gosto muito
Monteiro
Leite de vaca
Gosto muito
Gosto pouco Não gosto
Tipo de produto
Campina Grande
Gosto pouco Não gosto
João Pessoa
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (81 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (72 entrevistados). Total da amostra: 183 entrevistados (incluídos sete entrevistados que consomem apenas leite de cabra).
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
53
GRÁFICO 30.1
Escala de apreciação quanto ao sabor do produto (%)
4
Monteiro (leita de soja)
8
3
85 83
Campina Grande (leita de soja) 3 4 3
João Pessoa (leita de soja)
11
78
28
Monteiro (leita de cabra) Campina Grande (leita de cabra)
7
João Pessoa (leita de cabra)
6
8
64 10
17
6
65
38
Campina Grande (leita de vaca)
5
83
Monteiro (leita de vaca)
29
10
5 8
25
70
João Pessoa (leita de vaca)
13
51 0
Gosto muito
13
37
20 Gosto
40
Gosto pouco
60
Não gosto
3 3 7
80
5 100
Não avaliou/Não respondeu
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (81 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (72 entrevistados). Total da amostra: 183 entrevistados (incluídos sete entrevistados que consomem apenas leite de cabra).
SALUBRIDADE Os índices de salubridade são equivalentes nos três tipos de leite, com 80% de aceitação.
TABELA 31
Escala de apreciação quanto à salubridade do produto (%)
Saudável
Pouco saudável
Não saudável
Muito saudável
Saudável
11,1
0,0
10,0
80,0
0,0
0,0
69,4
19,4
4,2
5,6
67,9
28,4
2,5
0,0
26,7
53,3
10,0
0,0
58,3
26,4
9,7
4,2
Leite de soja 53,1
39,5
4,9
1,2
10,0
66,7
10,0
0,0
58,3
26,4
0,0
13,9
Leite de vaca 39,5 Leite de cabra
Pouco saudável Não saudável
Muito saudável
48,1
Tipo de produto
Muito saudável
Não saudável
Monteiro
Pouco saudável
Campina Grande
Saudável
João Pessoa
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (81 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (72 entrevistados). Total da amostra: 183 entrevistados (incluídos sete entrevistados que consomem apenas leite de cabra).
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
54
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
GRÁFICO 31.1
Escala de apreciação quanto à salubridade do produto (%)
58
Monteiro (leita de soja)
26
10
Campina Grande (leita de soja)
67
68
Monteiro (leita de vaca)
69
10
19 80
20 Pouco saudável
4 1 10
48 40
60
Não saudável
31 4
6 1 10
40
Saudável
10
28
10
0
5 11
53
João Pessoa (leita de cabra)
João Pessoa (leita de vaca)
13
26
27
Campina Grande (leita de vaca)
1
40 58
Monteiro (leita de cabra)
Muito saudável
10
53
João Pessoa (leita de soja)
Campina Grande (leita de cabra)
14
11 80
1 100
Não avaliou/Não respondeu
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (81 entrevistados), Campina Grande (30 entrevistados), Monteiro (72 entrevistados). Total da amostra: 183 entrevistados (incluídos sete entrevistados que consomem apenas leite de cabra).
2.4 - Não consumidores de derivados de caprinos e ovinos A maioria dos entrevistados que não consomem derivados de caprinos e ovinos adquire, mensalmente, entre cinco e 15 quilos de carne e mais de quatro litros de leite por mês. Isto representa 56% da amostra total.
TABELA 32
Consumo mensal estimado de carne (%) Consumo Acima de 15 quilos Acima de 5 até 15 quilos Acima de 1 até 5 quilos Acima de 500 até 1.000 gramas (um quilo) Até 500 gramas
João Pessoa Campina Grande Monteiro 23,2 51,0 21,9 2,6 1,3
27,5 42,5 27,5 2,5 0,0
0,0 26,7 16,7 36,7 20,0
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (125 entrevistados), Campina Grande (70 entrevistados), Monteiro (29 entrevistados).Total da amostra: 224 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
55
2011
TABELA 33
Consumo mensal estimado de leite (%) Consumo
João Pessoa
Campina Grande
Monteiro
Mais de 4 l/mês
57,3
70,0
32,1
Mais de 3 até 4 l/mês
14,7
17,5
7,1
Mais de 2 até 3 l/mês
13,3
5,0
14,3
Menos de 2 l/mês
14,7
7,5
46,4
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (125 entrevistados), Campina Grande (70 entrevistados), Monteiro (29 entrevistados). Total da amostra: 224 entrevistados.
Considerando razões favoráveis que poderiam induzir os entrevistados ao consumo dos derivados de caprinos e ovinos, a falta de hábito, declarada por 37% deles, não significa uma rejeição a ser trabalhada. Portanto, tais consumidores representam um mercado potencial a ser alcançado e ainda não atendido, que poderia aumentar de forma significativa a comercialização dos produtos em pauta.
TABELA 34
Razões de não compra/não consumo de derivados de caprinos e ovinos por cidades sede da pesquisa (%) (*) Cidade Campina Monteiro Grande
Razões
João Pessoa
Total
Não aprecio o sabor/Minha família não gosta Não tenho o hábito de consumir O cheiro/odor é desagradável Acho o preço alto Não encontro no varejo Falta fornecedor sério/regularidade na oferta Desconheço as características e os atributos dos produtos Falta de higiene dos produtos
47,1 36,1 5,8 7,7 0,6
50,0 42,5 0,0 7,5 0,0
50,0 36,7 3,3 0,0 0,0
48,0 37,3 4,4 6,7 0,4
0,6
0,0
10,0
1,8
1,3
0,0
0,0
0,9
0,6
0,0
0,0
0,4
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (125 entrevistados), Campina Grande (70 entrevistados), Monteiro (29 entrevistados). Total da amostra: 224 entrevistados. (*) Respostas múltiplas – O entrevistado pode responder a mais de uma opção, superando a base de 100% do segmento da amostra.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
56
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
A disponibilidade e acessibilidade encontram respaldo na declaração dos fatores necessários para o consumo. Os apelos para consumir um alimento saudável (16%), frente às características reconhecidas pelas declarações dos consumidores quanto à salubridade dos produtos, dimensionam a potencialidade de expansão do mercado.
TABELA 35
Fatores necessários para começar a consumir/comprar derivados de caprinos e ovinos por cidades sede da pesquisa (%) (*) Cidade Fatores
Total
João Pessoa
Campina Grande
Monteiro
Nada faria com que consumisse
38,7
55,0
43,3
42,2
Recomendação médica/dieta/nutricionista
11,6
15,0
36,7
15,6
Os familiares demandassem
24,5
17,5
16,7
22,2
O preço fosse menor em relação a outras opções de produtos
15,5
5,0
0,0
11,6
Houvesse uma campanha de estímulo ao consumo
0,6
0,0
0,0
0,4
Houvesse degustação/teste do produto
4,5
0,0
0,0
3,1
Encontrasse com mais freqüência/ regularidade no fornecimento
3,9
5,0
0,0
3,6
Indicação de amigos
0,6
2,5
0,0
0,9
Ficasse sem mau cheiro/odor
0,0
0,0
3,3
0,4
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (125 entrevistados), Campina Grande (70 entrevistados), Monteiro (29 entrevistados). Total da amostra: 224 entrevistados. (*) Respostas múltiplas - O entrevistado pode responder a mais de uma opção, superando a base de 100% do segmento da amostra.
2.5 - Considerações sobre os derivados de caprinos e ovinos 2.5.1 - Quanto à disponibilidade de carne Cerca de 23% dos entrevistados consideram a carne de caprinos difícil de encontrar no mercado. Até que ponto os consumidores, mesmo os especialistas, têm PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
57
predisposição para procurar o produto dentro das especificações desejadas? O caso de Monteiro é diferente. A carne de caprinos e ovinos está disponível para cerca de 80% dos consumidores deste município.
TABELA 36
É difícil encontrar a carne de caprinos no mercado (amostra geral por cidades sede da pesquisa)?
Opiniões
Cidades sede da pesquisa Campina % % Monteiro Grande
João Pessoa
É difícil encontrar a carne de caprinos no mercado? Concordo Discordo Indiferente
57 136 7
28,5 68,0 3,5
25 74 1
25,0 74,0 1,0
10 82 8
%
10,0 82,0 8,0
Total
%
92 292 16
23,0 73,0 4,0
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (200 entrevistados), Campina Grande (100 entrevistados), Monteiro (100 entrevistados). Total da amostra: 400 entrevistados.
GRÁFICO 36.1
É difícil encontrar a carne de caprinos no mercado (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? (%)
100
82 68
75
74
50 29 25 25 0
10
Concordo
João Pessoa
4 Discordo Campina Grande
1
8
Indiferente Monteiro
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (200 entrevistados), Campina Grande (100 entrevistados), Monteiro (100 entrevistados). Total da amostra: 400 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
58
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
TABELA 37
É difícil encontrar a carne de ovinos no mercado (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? Cidades sede da pesquisa Opiniões
Total
%
13,0
105
26,2
75
75,0
274
68,5
12
12,0
21
5,3
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Concordo
68
34,0
24
24,0
13
Discordo
124
62,0
75
75,0
Indiferente
8
4,0
1
1,0
É difícil encontrar a carne de ovinos no mercado?
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (200 entrevistados), Campina Grande (100 entrevistados), Monteiro (100 entrevistados). Total da amostra: 400 entrevistados.
GRÁFICO 37.1
É difícil encontrar a carne de ovinos no mercado (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? (%)
100 75 75 75 50
62
34 24 13
25
4 0
Concordo
João Pessoa
Discordo
12 1
Indiferente
Campina Grande
Monteiro
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (200 entrevistados), Campina Grande (100 entrevistados), Monteiro (100 entrevistados). Total da amostra: 400 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
59
2.5.2 - Quanto à disponibilidade de leite O leite de cabra não está disponível. Em João Pessoa e Campina Grande, isto acontece em cerca de 80% do mercado.
TABELA 38
É difícil encontrar o leite de cabra no mercado (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? Cidades sede da pesquisa Opiniões
Total
%
20,0
259
64,8
74
74,0
125
31,3
6
6,0
16
4,0
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Concordo
161
80,5
78
78,0
20
Discordo
34
17,0
17
17,0
Indiferente
5
2,5
5
5,0
É difícil encontrar o leite de cabra no mercado?
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (200 entrevistados), Campina Grande (100 entrevistados), Monteiro (100 entrevistados). Total da amostra: 400 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
60
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
GRÁFICO 38.1
É difícil encontrar o leite de cabra no mercado (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? (%)
100
81 78
74
75 50 20
25
17 17 3
0
Concordo
João Pessoa
Discordo Campina Grande
5
6
Indiferente Monteiro
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (200 entrevistados), Campina Grande (100 entrevistados), Monteiro (100 entrevistados). Total da amostra: 400 entrevistados.
2.5.3 Quanto ao preço do queijo Os consumidores consideram incipiente a fabricação deste produto. Isto se reflete nos preços praticados para a sua comercialização. O índice de concordância para a afirmativa de que os queijos de leite de cabra são caros alcança as marcas de 80% (João Pessoa e Campina Grande) e 40% (Monteiro).
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
61
Total
%
TABELA 39
Os queijos de leite de cabra são caros (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? Cidades sede da pesquisa Opiniões
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Concordo
166
83,0
82
82,0
40
40,0 288
72,0
Discordo
14
7,0
5
5,0
41
41,0
60
15,0
Indiferente
20
10,0
13
13,0
19
19,0
52
13,0
Monteiro %
Os queijos de leite de cabra são caros?
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (200 entrevistados), Campina Grande (100 entrevistados), Monteiro (100 entrevistados). Total da amostra: 400 entrevistados.
GRÁFICO 39.1
Os queijos de leite de cabra são caros (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? (%)
100
83 82
75
25 0
41
40
50
10 13
7 5 Concordo
João Pessoa
Discordo
19
Indiferente
Campina Grande
Monteiro
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (200 entrevistados), Campina Grande (100 entrevistados), Monteiro (100 entrevistados). Total da amostra: 400 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
62
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2.5.4 - Quanto ao preço da carne
TABELA 40
A carne de caprinos é consumida pelas faixas de renda inferiores (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? Cidades sede da pesquisa Opiniões
Total
%
21,0
75
18,8
68
68,0
261
65,3
11
11,0
64
16,0
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Concordo
35
17,5
19
19,0
21
Discordo
132
66,0
61
61,0
Indiferente
33
16,5
20
20,0
A carne de caprinos é consumida pelas faixas de renda inferiores?
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (200 entrevistados), Campina Grande (100 entrevistados), Monteiro (100 entrevistados). Total da amostra: 400 entrevistados.
GRÁFICO 40.1
A carne de caprinos é consumida pelas faixas de renda inferiores (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? (%)
100 66 61 68
75 50 25 0
18 19 21
Concordo
João Pessoa
17 20
Discordo Campina Grande
11
Indiferente Monteiro
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (200 entrevistados), Campina Grande (100 entrevistados), Monteiro (100 entrevistados). Total da amostra: 400 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
63
PARAĂ?BA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
64
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
PARAĂ?BA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
65
RESTAURANTES 3.1 - Carne caprina e ovina Foram entrevistados 30 restaurantes estabelecidos nas cidades de João Pessoa (20 restaurantes), Campina Grande (cinco restaurantes) e Monteiro (cinco restaurantes), dos quais 70% trabalham com a carne de caprinos e ovinos.
TABELA 41
Comercialização de carne caprina e ovina entre os entrevistados por cidades sede da pesquisa
João Pessoa
%
Campina Grande
Produto comercializado
Monteiro
Cidades sede da pesquisa
%
Sim
13
65,0
3
60,0
5
Não
7
35,0
2
40,0
0
%
Total %
100,0 21 0,0
30
70,0 30,0
Fonte: pesquisa direta.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
66
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
GRÁFICO 41.1
Comercialização de carne caprina e ovina entre os entrevistados por cidades sede da pesquisa (%) 100
100 75
65
50
60 40
35
25 0 0
João Pessoa
Campina Grande Sim
Monteiro
Não
Fonte: pesquisa direta.
A aquisição da carne de caprinos ocorre nas mesorregiões da Borborema, da Mata paraibana e do Agreste paraibano. Observa-se, contudo, uma indicação da compra de carne no Estado de Sergipe, no município de Itabaiana. A carne de ovinos é adquirida nas mesorregiões da Borborema e da Mata paraibana e, em menor escala, no Sertão paraibano, o que confirma a hipótese, não de deslocamento, mas de expansão da ovinocultura para outras regiões do Estado. Os restaurantes paraibanos abrem fronteiras para a aquisição da carne de ovinos em outros Estados - em Pernambuco, nos municípios de Gravatá e Santa Maria da Boa Vista; em Sergipe, no município de Itabaiana - e em outros países, aqui destacado o Uruguai.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
67
TABELA 42
Estados e mesorregiões de origem dos fornecedores de carne caprina e ovina por cidades sede da pesquisa Cidades sede da pesquisa Estados e mesorregiões
Total %
João Pessoa
%
Campina Grande
Agreste paraibano (Campina Grande, Mulungu)
2
15,4
2
66,7
0
0,0
4
19,0
Mata paraibana (João Pessoa, Santa Rita)
4
30,8
0
0,0
0
0,0
4
19,0
Borborema (Monteiro)
0
0,0
0
0,0
5
100,0
5
23,8
Outros Estados (Itabaiana/SE)
1
7,7
0
0,0
0
0,0
1
4,8
Não comercializa/Não sabe
6
46,1
1
33,3
0
0,0
7
33,3
Agreste paraibano (Campina Grande, Mulungu)
0
0,0
1
33,3
0
0,0
1
4,8
Mata paraibana (João Pessoa, Santa Rita)
4
30,8
0
0,0
0
0,0
4
19,0
Borborema (Monteiro)
0
0,0
0
0,0
5
100,0
5
23,8
Sertão paraibano (Patos)
1
7,7
0
0,0
0
0,0
1
4,8
Outros Estados (Gravatá/PE, Santa Maria da Boa Vista/PE, Itabaiana/SE)
3
23,1
0
0,0
0
0,0
3
14,3
Outros países (Uruguai)
1
7,7
0
0,0
0
0,0
1
4,8
Não comercializa/Não sabe
4
30,8
2
66,7
0
0,0
6
28,6
% Monteiro
%
CAPRINOS
OVINOS
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (3 entrevistados), Monteiro (5 entrevistados). Total da amostra: 21 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
68
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
GRÁFICO 42.1
Mesorregiões de origem dos fornecedores de carne caprina e ovina (%)
24 24 19 19
19 25
14
20 15
5
5
10
0
0
0
5
Agreste Mata Borborema Sertão paraibano paraibana paraibano Carne caprina
5
5
Outros Estados
Outros países
Carne ovina
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (3 entrevistados), Monteiro (5 entrevistados). Total da amostra: 21 entrevistados.
3.2 - Volume e especificação das compras Os restaurantes trabalham com uma grande diversificação e também dispersão quanto aos produtos ofertados. O pernil e a costela são destacadamente os cortes mais servidos em João Pessoa. Já em Monteiro, destacam-se a manta e o pernil no cardápio. Os resultados para Campina Grande seguem os padrões da capital, oferecendo ainda a paleta e a picanha. A buchada é comercializada em João Pessoa e Monteiro. Ressaltam-se, contudo, os mais representativos índices da não comercialização dos cortes disponíveis no mercado.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
69
TABELA 43
Cortes comercializados por cidades sede da pesquisa (%) (*)
Cortes Filé Paleta Bisteca Pernil Costela Carré Buchada Vísceras Carcaça Manta Pescoço Picanha
João Pessoa
Campina Grande
Monteiro
Total
Sim
Não
Sim
Não
Sim
Não
Sim
Não
0,0 7,7 7,7 84,6 53,8 15,4 23,1 0,0 7,7 0,0 15,4 23,1
100,0 92,3 92,3 15,4 46,2 84,6 76,9 100,0 92,3 100,0 84,6 76,9
0,0 33,3 0,0 33,3 33,3 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 33,3
100,0 66,7 100,0 66,7 66,7 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 66,7
0,0 7,7 7,7 84,6 53,8 15,4 23,1 0,0 7,7 0,0 15,4 23,1
100,0 92,3 92,3 15,4 46,2 84,6 76,9 100,0 92,3 100,0 84,6 76,9
0,0 33,3 0,0 33,3 33,3 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 33,3
100,0 66,7 100,0 66,7 66,7 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 66,7
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (3 entrevistados), Monteiro (5 entrevistados). Total da amostra: 21 entrevistados. (*) Respostas múltiplas – O entrevistado pode responder a mais de uma opção, superando a base de 100% do segmento da amostra.
GRÁFICO 43.1
Cortes comercializados (%) 100
100
95 91
95
91
91 86
90 81
81
80
80 67
70
62 60
50 38
40
33
30 19
20
19 14
10 10
0
20
10
10
5
5
0 Filé
Bisteca
Costela
Buchada
Comercializa
Carcaça
Lombo
Não comercializa
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (3 entrevistados), Monteiro (5 entrevistados). Total da amostra: 21 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
70
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
A dispersão dos tipos de produtos comercializados está em consonância com os produtos ofertados no mercado. Os índices de padronização são baixos, inclusive para o pernil e a costela, produtos de maior comercialização pelos restaurantes na Paraíba. A picanha e o lombo são os produtos de maior padronização, segundo a avaliação dos restaurantes.
TABELA 44
Grau de padronização por tipo de produto ofertado pelos restaurantes entrevistados (*)
Tipo de produto
Totalmente Pouco Não Padronizado padronizado padronizado padronizado
Comercializam o produto Total
%
Filé
0,0
0,0
50,0
50,0
2
9,5
Paleta
0,0
25,0
50,0
25,0
4
19,0
Bisteca
33,3
0,0
33,3
33,3
3
14,3
Pernil
12,5
37,5
18,8
31,2
16
76,2
Costela
10,0
50,0
20,0
20,0
10
47,6
Carré
0,0
25,0
25,0
50,0
4
19,0
Carcaça
33,3
16,7
16,7
33,3
6
28,6
Manta
0,0
0,0
50,0
50,0
2
9,5
Lombo
25,0
62,5
0,0
12,5
8
38,1
Picanha
25,0
62,5
0,0
12,5
8
38,1
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (3 entrevistados), Monteiro (5 entrevistados).Total da amostra: 21 entrevistados. (*) Respostas múltiplas – O entrevistado pode responder a mais de uma opção, superando a base de 100% do segmento da amostra.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
71
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
GRÁFICO 44.1
Grau de padronização por tipo de produto ofertado pelos restaurantes entrevistados (%) Picanha Lombo Manta 0
25
63
25
63
20 33
67
Vísceras 0
50
Buchada
50
33,3
Carré 0
33
25
25
50 20
50
13
Paleta 0
20
19
38 33
Bisteca
31
33
0
33
50
25
Filé 0 0
18
17
10
Pernil
13 80
Carcaça 0
Costela
13
25
50 10
20
50 30
40
Totalmente padronizado
50
Padronizado
60
70
Pouco padronizado
80
90
100
Não padronizado
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (3 entrevistados), Monteiro (5 entrevistados). Total da amostra: 21 entrevistados.
As compras de carne são realizadas semanalmente, existindo um maior movimento no abastecimento da carne de caprinos.
TABELA 45
Frequência de compra/recebimento de carne caprina no estabelecimento por cidades sede da pesquisa Cidades sede da pesquisa Frequência
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
2 a 3 vezes por semana
1
7,7
1
33,3
0
Uma vez por semana
4
30,8
1
33,3
Uma vez por mês
1
7,7
0
A cada 15 dias
1
7,7
0
Não avalia / Não sabe
6
46,2
1
Fonte:
Total
%
0,0
2
9,5
0
0,0
5
23,8
0,0
0
0,0
1
4,8
0,0
0
0,0
1
4,8
33,3
5
100,0
12
57,1
pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (3 entrevistados), Monteiro (5 entrevistados). Total da amostra: 21 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
72
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
TABELA 46
Freqüência de compra/recebimento de carne ovina no estabelecimento por cidades sede da pesquisa Cidades sede da pesquisa Frequência
Total
%
0,0
9
42,8
0
0,0
1
4,8
5
100,0
11
52,4
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Uma vez por semana
8
61,5
1
33,3
0
2 a 3 vezes por semana
1
7,7
0
0,0
Não avalia/Não sabe
4
30,8
2
66,7
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (3 entrevistados), Monteiro (5 entrevistados). Total da amostra: 21 entrevistados.
3.3 - Especificação dos produtos Os restaurantes da Paraíba trabalham com carne fresca (67%). Em João Pessoa, a única especificação das carnes é quanto à forma de recepção do produto. Não são conhecidos o peso da carcaça e a idade de abate dos animais, caracterizando a falta de integração do mercado, a montante e à jusante da cadeia produtiva, uma vez que este se encontra apoiado apenas na confiança depositada no fornecedor. Somente um restaurante de Monteiro indicou como “baixa” essa confiança.
TABELA 47
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto à forma de recepção pelos restaurantes (%) Discriminação
João Pessoa Campina Grande Monteiro
Total
Fresca
61,5
33,3
100,0
66,7
Resfriada (maturada)
23,1
33,3
0,0
19,0
Congelada
15,4
33,3
0,0
14,3
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (3 entrevistados), Monteiro (5 entrevistados). Total da amostra: 21 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
73
TABELA 48
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto à especificação do produto (%) Discriminação
João Pessoa
Campina Grande
Monteiro
Conhece o peso da carcaça
0,0
33,3
40,0
Sabe a idade do abate
0,0
33,3
0,0
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (3 entrevistados), Monteiro (5 entrevistados). Total da amostra: 21 entrevistados.
TABELA 49
Grau de confiança com relação ao fornecedor da carne de caprinos e ovinos (%)
Grau de confiança
João Pessoa
Campina Grande
Monteiro
Total de entrevistados
Total
61,5
33,3
0,0
9
Normal
38,5
66,7
0,0
7
Baixo
0,0
0,0
20,0
1
Não avaliou/Não respondeu
0,0
0,0
80,0
4
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (3 entrevistados), Monteiro (5 entrevistados). Total da amostra: 21 entrevistados.
A comercialização da carne de caprinos e ovinos define dois “picos” sazonais: dezembro como o melhor mês e janeiro como o pior mês. Nos demais meses do ano, há um consumo variável nos três mercados, destacando-se o mês de março como crítico.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
74
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
TABELA 50
Sazonalidade na comercialização da carne de caprinos e ovinos (%)
Meses declarados pelos entrevistados
João Pessoa
Campina Grande
Total de entrevistados
Monteiro
Melhor mês
Pior mês
Melhor mês
Pior mês
Melhor mês
Pior mês
Melhor mês
Pior mês
Janeiro
7,7
38,5
-
100
-
-
4,8
38,1
Fevereiro
-
15,4
-
-
-
-
9,5
9,5
Março
-
30,8
-
-
-
-
-
19,1
Abril
-
15,4
-
-
-
-
9,5
9,5
Junho
-
-
66,7
-
-
-
9,5
-
Outubro
7,7
-
-
-
-
-
4,8
-
Dezembro
52,4
-
33,3
-
-
-
57,1
-
Não respondeu
32,2
0,0
0,0
0,0
100,0
100,0
4,8
23,8
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (3 entrevistados), Monteiro (5 entrevistados). Total da amostra: 21 entrevistados.
GRÁFICO 50.1
Sazonalidade na comercialização da carne de caprinos e ovinos (%)
60 50 40 30 20 10 0 Jan
Fev
Mar
Abr Melhor mês
Jun
Out
Dez
Pior mês
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (3 entrevistados), Monteiro (5 entrevistados). Total da amostra: 21 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
75
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
3.4 - Atributos da carne
MACIEZ Apenas o pernil é avaliado “com maciez” pelos restaurantes. Os demais cortes, em diferentes dimensões, são avaliados fora dos padrões de maciez, segundo a percepção dos entrevistados.
TABELA 51
Grau de maciez por tipo de produto ofertado pelos restaurantes entrevistados (*)
Total maciez
Normal maciez
Pouca maciez
Não possui maciez
Filé
0,0
50,0
50,0
Paleta
25,0
50,0
Bisteca
0,0
Pernil
Tipo de produto
Comercializam o produto Total
%
0,0
2
9,5
25,0
0,0
4
19,0
42,8
0,0
28,6
7
22,2
28,6
71,4
0,0
0,0
14
66,7
Costela
20,0
60,0
20,0
0,0
10
47,6
Carré
0,0
80,0
0,0
20,0
5
23,8
Buchada
20,0
60,0
0
20,0
5
23,8
Vísceras
0,0
50,0
50,0
0,0
2
9,5
Carcaça
0,0
66,7
16,7
16,7
6
28,6
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (3 entrevistados), Monteiro (5 entrevistados). Total da amostra: 21 entrevistados. (*) Respostas múltiplas – O entrevistado pode responder a mais de uma opção, superando a base de 100% do segmento da amostra.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
76
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
GRÁFICO 51.1
Grau de maciez por tipo de produto ofertado pelos restaurantes entrevistados
67
Carcaça
17
50
Vísceras
50
20
Buchada
17
60
20
80
Carré 20
Costela Pernil
20 60
20
29
71 43
Bisteca
29
25
Paleta
50
25
50
Filé 0%
20% Total maciez
50 40%
Normal maciez
60% Pouca maciez
80%
100%
Não possui maciez
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (3 entrevistados), Monteiro (5 entrevistados). Total da amostra: 21 entrevistados.
TONALIDADE O filé, a paleta e a carcaça apresentam tonalidade clara e vermelha. Demais cortes têm problemas de coloração na sua aparência.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
77
TABELA 52
Grau de tonalidade por tipo de produto ofertado pelos restaurantes entrevistados
Tipo de produto
Tonalidade Tonalidade Tonalidade Tonalidade clara vermelha escura marrom
Filé Paleta Bisteca Pernil Costela Carré Buchada Vísceras Carcaça Manta Lombo Picanha
0,0 66,7 0,0 0,0 0,0 0,0 20,0 20,0 0,0 0,0 0,0 0,0
100,0 33,3 33,3 76,9 45,4 50,0 40,0 60,0 100,0 0,0 66,7 66,7
0,0 0,0 0,0 15,4 18,2 25,0 20,0 0,0 0,0 80,0 22,2 22,2
Comercializam o produto Total %
0,0 0,0 66,7 7,7 36,4 25,0 20,0 20,0 0,0 20,0 11,1 11,1
2 6 3 13 11 4 5 5 1 5 9 9
9,5 28,6 14,3 61,9 52,4 19,0 23,8 23,8 4,8 23,8 42,8 42,8
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (3 entrevistados), Monteiro (5 entrevistados). Total da amostra: 21 entrevistados.
GRÁFICO 52.1
Grau de tonalidade por tipo de produto ofertado pelos restaurantes entrevistados
Picanha
67
22
Lombo
67
22
11 11
80
Manta
20 100
Carcaça Vísceras
20
Buchada
20
60
20
40
20
50
"Carré "
45
Costela
25
18
36
77
Pernil
15
33
Bisteca
20
25
8
67 67
Paleta
33 100
Filé 0% Tonalidade clara
20%
40%
Tonalidade vermelha
60% Tonalidade escura
80%
100%
Tonalidade marrom
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (3 entrevistados), Monteiro (5 entrevistados). Total da amostra: 21 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
78
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
3.5 - Não comercializam carne de caprinos e ovinos As restrições para que os restaurantes comercializem carne de caprinos e ovinos praticamente não existem. Tudo está vinculado com a sua demanda em termos de comercialização e estímulo às necessidades dos clientes.
TABELA 53
Motivos para não trabalhar com a carne de caprinos e ovinos (%)
Motivos
João Pessoa
Campina Grande
Monteiro
Total de entrevistados
Não recebemos pedidos/ demandas de consumidores
30,8
0
0
19,0
É uma política/diretriz/estratégia da empresa
7,7
33,3
0
9,5
Não recebemos oferta/visita de vendedores
7,7
0
0
4,8
Não informou
53,8
66,7
100,0
66,7
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (3 entrevistados), Monteiro (5 entrevistados). Total da amostra: 21 entrevistados.
TABELA 54
O que seria necessário para que a loja começasse a comprar/trabalhar com derivados de caprinos e ovinos Cidades sede da pesquisa Necessidades
Total
%
0,0
5
23,8
0
0,0
1
4,8
5
100,0
15
71,4
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Os clientes demandassem
5
38,5
0
0,0
0
Não é o propósito da empresa
1
7,7
0
0,0
Não informou
7
53,8
3
100,0
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (13 entrevistados), Campina Grande (3 entrevistados), Monteiro (5 entrevistados). Total da amostra: 21 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
79
3.6 - Considerações sobre os derivados de caprinos e ovinos 3.6.1 - Quanto à existência de dois produtos distintos Nos restaurantes da Paraíba, existe uma maior clareza no sentido de considerar a carne caprina e a carne ovina como dois produtos diferentes. Contudo, a dificuldade de encontrar tais carnes para comercialização é grande, em especial para o mercado de João Pessoa.
TABELA 55
A carne de caprinos é igual à carne de ovinos (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? Cidades sede da pesquisa Opiniões
João Pessoa
%
Campina Grande
Concordo
2
10,0
Discordo
15
Indiferente
3
Total
%
0,0
2
6,7
0
0,0
18
60,0
5
100,0
10
33,3
% Monteiro
%
0
0,0
0
75,0
3
60,0
15,0
2
40,0
A carne de caprinos é igual à carne de ovinos?
Fonte: pesquisa direta.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
80
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
GRÁFICO 55.1
A carne de caprinos é igual à carne de ovinos (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? (%)
100
100
75
75
60 40
50 25 0
15
10
0
0 0 Concordo
Discordo
João Pessoa
Indiferente
Campina Grande
Monteiro
Fonte: pesquisa direta.
3.6.2 - Quanto à disponibilidade de carne
TABELA 56
É difícil encontrar a carne de caprinos no mercado (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? Cidades sede da pesquisa Opiniões
João Pessoa
%
Campina % Grande
Concordo
7
35,0
1
Discordo
11
55,0
Indiferente
2
10,0
Total
%
0,0
8
26,7
0
0,0
14
46,6
5
100,0
8
26,7
Monteiro
%
20,0
0
3
60,0
1
20,0
É difícil encontrar a carne de caprinos no mercado?
Fonte: pesquisa direta.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
81
GRÁFICO 56.1
É difícil encontrar a carne de caprinos no mercado (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? (%)
100 100 75
55 60
50
35 20
25 0
10
0
0
Concordo
João Pessoa
20
Discordo
Indiferente
Campina Grande
Monteiro
Fonte: pesquisa direta.
TABELA 57
É difícil encontrar a carne de ovinos no mercado (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? Cidades sede da pesquisa Opiniões
Total %
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Concordo
7
35,0
1
20,0
0
0,0
8
26,7
Discordo
10
50,0
3
60,0
0
0,0
13
43,3
Indiferente
3
15,0
1
20,0
5
100,0
9
30,0
É difícil encontrar a carne de ovinos no mercado?
Fonte: pesquisa direta.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
82
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
GRÁFICO 57.1
É difícil encontrar a carne de ovinos no mercado (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? (%)
100 100 75 50
50 35
15 20
20
25 0
60
0
0 Concordo
Discordo
João Pessoa
Indiferente
Campina Grande
Monteiro
Fonte: pesquisa direta.
3.6.3 - Quanto ao preço da carne
TABELA 58
A carne de caprinos é consumida pelas faixas de renda inferiores (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? Cidades sede da pesquisa Opiniões
Total
%
20,0
8
26,7
1
20,0
10
33,3
3
60,0
12
40,0
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Concordo
7
35
0
0,0
1
Discordo
8
40
1
20,0
Indiferentes
5
25
4
80,0
A carne de caprinos é consumida pelas faixas de renda inferiores?
Fonte: pesquisa direta.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
83
GRÁFICO 58.1
A carne de caprinos é consumida pelas faixas de renda inferiores (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? (%)
100
80
75 50
60
20
25 0
40
35
25
20 20
0 Concordo
João Pessoa
Discordo
Indiferente
Campina Grande
Monteiro
Fonte: pesquisa direta.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
84
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
PARAĂ?BA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
85
VAREJO Foram entrevistados 57 estabelecimentos de comercialização no varejo de carne e laticínios, a saber: As grandes redes de supermercados; As feiras livres, desde que ocorridas na data da pesquisa. Ressalta-se que, em muitas delas, a comercialização de carnes não ocorre por determinação da Vigilância Sanitária; Os mercados públicos, nos boxes destinados à comercialização de carnes vermelhas e laticínios.
TABELA 59
Tipos de estabelecimento por cidades sede da pesquisa Cidades sede da pesquisa Estabelecimentos
Total
%
9,1
5
8,8
0
0,0
7
12,3
90,9
10
90,9
45
78,9
100,0
11
100,0
57
100,0
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Supermercado/ hipermercado
3
8,6
1
9,1
1
Barraca em feira livre
7
20,0
0
0,0
Box de mercado público
25
71,4
10
Total
35
100,0
11
Fonte: pesquisa direta.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
86
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
GRÁFICO 59.1
Tipos de estabelecimento (%) 9 12
79 Supermercado/hipermercado Barraca em feira livre Box de mercado público Fonte: pesquisa direta.
TABELA 60
Comercialização de carne caprina e ovina entre os entrevistados por cidades sede da pesquisa Cidades sede da pesquisa Produtos
Total
%
90,9
24
42,1
1
9,1
33
57,9
27,3
8
72,7
17
29,8
72,7
3
27,3
40
70,2
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Sim
9
25,7
5
45,5
10
Não
26
74,3
6
54,5
Sim
6
17,1
3
Não
29
82,9
8
Carne caprina
Carne ovina
Fonte: pesquisa direta.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
87
GRÁFICO 60.1
Comercialização de carne caprina e ovina entre os entrevistados por cidades sede da pesquisa (%)
100
91 83 74
73
73
75 55 46
50
27
26 25
27
17 9
0 Carne caprina João Pessoa
Carne ovina João Carne caprina Pessoa Campina Grande Sim, comrcializa
Carne ovina Campina Grande
Carne caprina Monteiro
Carne ovina Monteiro
Não comercializa
Fonte: pesquisa direta.
4.1 - Carne caprina Comercializam a carne de caprinos 42% dos estabelecimentos, cujos fornecedores possuem uma logística territorial, indicando que as criações de caprinos apresentam um deslocamento regional não mais característico de um produto tipicamente sertanejo. Assim sendo: os estabelecimentos de João Pessoa adquirem a carne de caprinos da própria região da Mata paraibana (67%) e do Estado de Pernambuco, especificamente das cidades de Custódia, Recife e Serra Talhada (11%); na região de Campina Grande, as compras de carne são feitas nas mesorregiões do Agreste paraibano e da Borborema; em Monteiro estão os fornecedores da mesorregião da Borborema e das
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
88
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
citadas cidades de Pernambuco. Ainda neste município, os empresários citam a aquisição de carnes dos criadores e diretamente do matadouro.
TABELA 61
Estados e mesorregiões de origem dos fornecedores da carne de caprinos por cidades sede da pesquisa Estados e mesorregiões Mata paraibana (João Pessoa, Santa Rita) Agreste paraibano (Campina Grande) Borborema (Monteiro, Sumé) Outros Estados (Custódia/PE, Recife/PE, Serra Talhada/PE)
João Pessoa
Cidades sede da pesquisa Campina % % Monteiro Grande
%
Total
%
6
66,7
0
0,0
0
0,0
6
25,0
2
22,2
3
60,0
0
0,0
5
20,8
0
0,0
2
40,0
7
70,0
9
37,5
1
11,1
0
0,0
3
30,0
4
16,7
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (9 entrevistados), Campina Grande (5 entrevistados), Monteiro (10 entrevistados). Total da amostra: 24 entrevistados.
GRÁFICO 61.1
Estados e mesorregiões de origem dos fornecedores da carne de caprinos (%) 70
67 60
70 60 50
40 30
40 30
22 11
20 10
0
0
0
0
0
0 Mata paraibana
Agreste paraibano João Pessoa
Borborema
Campina Grande
Outros Estados (PE)
Monteiro
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (9 entrevistados), Campina Grande (5 entrevistados), Monteiro (10 entrevistados). Total da amostra: 24 entrevistados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
89
Observa-se ainda que o abastecimento de super/hipermercados é realizado por fornecedores instalados na Mata paraibana e no Estado de Pernambuco. Já os boxes de mercado público, com maior variedade de fornecedores, inclusive no Estado de Pernambuco (17%), têm o seu maior fornecimento na mesorregião da Borborema.
TABELA 62
Estados e mesorregiões de origem dos fornecedores da carne de caprinos por tipo de estabelecimento (%)
Estados e mesorregiões
Super/ Barraca em hipermercado feira livre
Box de mercado público
Total de fornecedores
Mata paraibana (João Pessoa, Santa Rita)
50,0
100,0
15,0
25,0
Agreste paraibano (Campina Grande)
0,0
0,0
25,0
20,8
Borborema (Monteiro, Sumé)
0,0
0,0
45,0
37,5
Outros Estados (Custódia/PE, Recife/PE, Serra Talhada/PE)
50,0
0,0
15,0
16,7
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (20 estabelecimentos) . Total da amostra: 24 estabelecimentos.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
90
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
GRÁFICO 62.1
Estados e mesorregiões de origem dos fornecedores da carne de caprinos por tipo de estabelecimento
Box de mercado público
15
25
45
Barraca em feira livre
100
50
Super/hipermercado 0% Mata paraibana
15
20%
Agreste paraibano
50
40%
60%
Borborema
80%
100%
Outros Estados (PE)
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (20 estabelecimentos). Total da amostra: 24 estabelecimentos.
Existe uma regularidade na compra da carne de caprinos, realizada diariamente (25%) e semanalmente (42%).
TABELA 63
Frequência de compra/recebimento da carne de caprinos na loja por tipo de estabelecimento (%)
Freqüência
Super/ hipermercado
Barraca em Box de mercado feira livre público
Diária
50,0
0,0
25,0
25,0
2 a 3 vezes por semana
50,0
100,0
25,0
33,3
Uma vez por semana
0,0
0,0
50,0
41,7
Total
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (20 estabelecimentos). Total da amostra: 24 estabelecimentos.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
91
A carne caprina adquirida para abastecimento dos mercados é congelada em 100% dos estabelecimentos de varejo pesquisados. Já nas feiras livres e mercados públicos, as carnes (peças inteiras) adquiridas são frescas. É sabido que: Na pesquisa de consumidores, 48% declararam a compra em supermercados, mercados públicos e feiras livres; O abastecimento ocorre, prioritariamente, através de abatedouros e frigoríficos (56%) . É amplo o desconhecimento das especificações dos produtos adquiridos em super/hipermercados e feiras livres. Já nos boxes dos mercados públicos, há conhecimento das especificações dos produtos adquiridos quanto à idade, peso da carcaça e taxa de rendimento. É ampla a não utilização de embalagem no armazenamento dos produtos. Além disso, as formas de exposição declaradas foram balcão e ferros (carnes dependuradas), nos boxes dos mercados públicos, e bandejas, nos super/hipermercados. Toda a comercialização é apoiada na total confiança (75%) depositada no fornecedor.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
92
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
TABELA 64
Especificação da carne de caprinos comprada por tipo de estabelecimento (%)
Discriminação
Super/ Barraca em hipermercado feira livre
Box de mercado público
Total de entrevistados (com respostas afirmativas)
APRESENTAÇÃO DA CARNE Fresca
0%
100%
41,7%
12
Congelada
100%
0%
0%
2
Maturada
0%
0%
4,2%
1
Peça inteira
0%
0%
37,5%
9
Raça
não sabe
não sabe
não sabe
0
Idade de abate
não sabe
não sabe
12 meses
1
Tipo de embalagem de armazenamento
Vácuo
Não
Não
1
Tipo de embalagem de exposição
Bandejas
Não
Balcão e no ferro
3
6
9
CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTO
REFERENCIAIS DE MERCADO
Conhece o peso da carcaça
Não
Não
Peso mínimo: 16,33 kg Peso máximo: 28,33 kg
Conhece a taxa de rendimento da carcaça
Não
Não
Taxa de rendimento: 92,8%
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (20) estabelecimentos). Total da amostra: 24 estabelecimentos.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
93
TABELA 65
Grau de confiança com relação ao fornecedor da carne de caprinos por tipo de estabelecimento (%) Grau de confiança
Super/ hipermercado
Barraca em feira livre
Box de mercado Total de público entrevistados
Total
50,0
50,0
80,0
75,0
Normal
50,0
50,0
15,0
20,8
Baixo
0,0
0,0
5,0
4,2
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (20 estabelecimentos). Total da amostra: 24 estabelecimentos.
Os melhores meses de comercialização da carne de caprinos são dezembro, pelas festas natalinas (75%) e férias, e junho, cujas festividades criam um ambiente cultural propício para o consumo desta carne. Para todos os estabelecimentos, tais meses demarcam um produto sazonal, típico de temporadas.
TABELA 66
Sazonalidade na comercialização da carne de caprinos por tipo de estabelecimento (%)
Pior mês
Melhor mês
Pior mês
Melhor mês
Pior mês
Total de entrevistados
Melhor mês
Box de mercado público
Pior mês
Janeiro Fevereiro Março Abril Junho Agosto Dezembro
Barraca em feira livre
Melhor mês
Meses declarados pelos entrevistados
Super/ hipermercado
100,0
100,0 -
100,0
50,0 50,0 -
5,0 5,0 20,0 70,0
45,0 5,0 15,0 25,0 10,0 -
4,2 4,2 16,7 75,0
50,0 4,2 12,5 25,0 8,3 -
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (20) estabelecimentos). Total da amostra: 24 estabelecimentos.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
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Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
GRÁFICO 66.1
Sazonalidade na comercialização da carne de caprinos (%) 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Jan
Fev
Mar Melhor mês
Abr
Jun
Dez
Pior mês
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (20) estabelecimentos). Total da amostra: 24 estabelecimentos.
4.2 - Carne ovina Comercializam a carne de ovinos 30% dos estabelecimentos, cujos fornecedores vão além da lógica territorial, sendo o abastecimento feito na mesorregião da Borborema (50%) e em outros Estados – Minas Gerais e Pernambuco abastecem comerciantes de boxes de mercados públicos e de super/hipermercados. A aquisição de produtos em outros Estados só encontra justificativa pelo manejo dos animais com predominância de criatório extensivo e baixo índice tecnológico. Assim sendo: Os estabelecimentos de João Pessoa adquirem a carne de ovinos de fornecedores, principalmente, da mesorregião da Mata paraibana (50%) e de outros Estados (Minas Gerais e Pernambuco); PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
95
Na região de Campina Grande, a compra de carne é feita na mesorregião da Borborema; Em Monteiro estão os fornecedores da mesorregião da Borborema (57%) e dos outros já citados Estados (29%).
TABELA 67
estados e mesorregiões de origem dos fornecedores da carne de ovinos por cidades sede da pesquisa
Estados e mesorregiões
Cidades sede da pesquisa Total
%
0,0
3
17,6
0
0,0
1
5,9
66,7
6
75,0
8
47,0
0
0,0
2
25,0
3
17,6
1
33,3
0
0,0
2
11,8
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Mata paraibana (João Pessoa, Santa Rita)
3
50,0
0
0,0
0
Agreste paraibano (Campina Grande)
1
16,7
0
0,0
Borborema (Monteiro, Sumé)
0
0,0
2
Cidades de outros Estados (Betim/MG, Custódia/PE, Serra Talhada/PE)
1
16,7
Não respondeu
1
16,7
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (6 estabelecimentos), Campina Grande (3 estabelecimentos), Monteiro (8 estabelecimentos). Total da amostra: 17 estabelecimentos.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
96
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
GRÁFICO 67.1
Mesorregiões de origem dos fornecedores da carne de ovinos (%)
75 80 70 60 50 40 30 20 10 0
67 50
17
17 0 0
0 0
0
25
0
Mata Agreste Borborema Outros paraibana paraibano Estados (PE)
João Pessoa
Campina Grande
Monteiro
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: João Pessoa (6 estabelecimentos), Campina Grande (3 estabelecimentos), Monteiro (8 estabelecimentos). Total da amostra: 17 estabelecimentos.
Observa-se ainda que o abastecimento de super/hipermercados é realizado por fornecedores instalados em outros Estados – Minas Gerais e Pernambuco. Já os boxes dos mercados públicos, com maior variedade de fornecedores, fazem aquisições também em outros Estados.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
97
TABELA 68
Estados e mesorregiões de origem dos fornecedores da carne de ovinos por tipo de estabelecimento (%) Estados e mesorregiões
Super/ hipermercado
Mata paraibana (João Pessoa, Santa Rita) Agreste paraibano (Campina Grande) Borborema (Monteiro, Sumé) Cidades de outros Estados (Betim/MG, Custódia/PE, Serra Talhada/PE) Não respondeu
Barraca em Box de mercado Total de feira livre público fornecedores
100,0
100,0
7,1
23,5
-
-
7,1
5,9
-
-
57,1
47,0
-
-
14,2
11,8
-
-
14,2
11,8
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (1 estabelecimento), box de mercado público (14 estabelecimentos). Total da amostra: 17 estabelecimentos.
GRÁFICO 68.1
Estados e mesorregiões de origem dos fornecedores da carne de ovinos por tipo de estabelecimento
Box de mercado público
7
57
7
14
Barraca em feira livre
100
Super/hipermercado
100
0% Mata paraibana
20%
40%
Agreste paraibano
60%
Borborema
80%
100%
Outros Estados (PE)
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (1 estabelecimento), box de mercado público (14 estabelecimentos).Total da amostra: 17 estabelecimentos.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
98
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
Existe uma regularidade na compra da carne de ovinos, apesar dos espaçamentos longos, onde se pode observar que 53% dos estabelecimentos declaram compras mensais deste produto.
TABELA 69
Frequência de compra/recebimento da carne de ovinos na loja por tipo de estabelecimento (%)
Freqüência
Super/ hipermercado
Barraca em feira livre
Box de mercado público
Total
Uma vez por mês
50,0
0,0
57,1
52,9
Diária
50,0
0,0
21,4
23,5
2 a 3 vezes por semana
0,0
100,0
21,4
23,5
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (1 estabelecimento), box de mercado público (14 estabelecimentos). Total da amostra: 17 estabelecimentos.
Os super/hipermercados adquirem carnes frescas e congeladas, enquanto os mercados públicos e feiras livres adquirem apenas carnes frescas, seguindo a mesma lógica do mercado de caprinos. Nas demais especificações, o desconhecimento do produto é amplo para os super/hipermercados e feiras livres. Nos mercados públicos, a informação acerca dos produtos adquiridos acontece apenas em alguns casos. A embalagem, seja para armazenamento ou para exposição, é um item não considerado pelos estabelecimentos. Toda a comercialização é apoiada na total confiança (65%) depositada no fornecedor, ainda que 6% dos entrevistados apresentem restrições quanto à falta de padronização e aos prazos de entrega.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
99
TABELA 70
Especificação da carne de ovinos comprada por tipo de estabelecimento
Discriminação
Super/ Barraca em hipermercado feira livre
Box de mercado público
Total de entrevistados (com respostas afirmativas)
100% 0%
16 1
APRESENTAÇÃO DA CARNE Fresca Resfriada Congelada
50% 50%
100% 0%
Raça
Não
Não
Idade de abate
Não
Não
Bôer Santa Inês 12 meses
Não
Não
Não
10
Não
Não
Não
10
Não
Não
Mínimo: 13,80kg Máximo: 23,00kg
5
Não
Não
91,43%
7
CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTO 2 1
REFERENCIAIS DE MERCADO Tipo de embalagem de armazenamento Tipo de embalagem de exposição Conhece o peso da carcaça Conhece a taxa de rendimento da carcaça
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (1 estabelecimento), box de mercado público (14 estabelecimentos). Total da amostra: 17 estabelecimentos.
TABELA 71
Grau de confiança com relação ao fornecedor da carne de ovinos por tipo de estabelecimento (%)
Grau de confiança
Barraca Super/hipermercado em feira livre
Box de mercado público
Total de entrevistados
Total
0,0
100,0
71,4
64,7
Normal
100,0
0,0
21,4
29,4
Baixa
0,0
0,0
7,1
5,9
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
100
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
(1 estabelecimento), box de mercado público (14 estabelecimentos). Total da amostra: 17 estabelecimentos.
O melhor mês de comercialização da carne de ovinos é dezembro (declarado por todos os estabelecimentos). Tal carne apresenta uma variabilidade no mercado típica de eventos que demandam um grande movimento de pessoas – maior em dezembro e menor em janeiro, mas mantendo um padrão mínimo de comercialização ao longo do ano.
TABELA 72
Sazonalidade na comercialização da carne de ovinos por tipo de estabelecimento (%)
Meses declarados pelos entrevistados
Super/ hipermercado
Barraca em feira livre
Box de mercado público
Total de entrevistados
Melhor Pior Melhor Pior Melhor Pior Melhor Pior mês mês mês mês mês mês mês mês Janeiro
-
100,0
-
50,0
5,0
45,0
4,2
50,0
Fevereiro
-
-
-
0,0
-
5,0
-
4,2
Março
-
-
-
-
-
15,0
-
12,5
Abril
-
-
-
50,0
5,0
25,0
4,2
25,0
Junho
-
-
-
-
20,0
-
16,7
-
Agosto
-
-
-
-
-
10,0
-
8,3
Dezembro
100,0
-
100,0
-
70,0
-
75,0
-
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (1 estabelecimento), box de mercado público (14 estabelecimentos). Total da amostra: 17 estabelecimentos.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
101
GRÁFICO 72.1
Sazonalidade na comercialização da carne de ovinos (%)
80 70 60 50 40 30 20 10 0 Jan
Fev
Mar
Abril
Melhor mês
Jun
Ago
Dez
Pior mês
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (1 estabelecimento), box de mercado público (14 estabelecimentos). Total da amostra: 17 estabelecimentos.
4.3 - Estratégias de compra A comercialização da carne de caprinos e ovinos é realizada por 25 estabelecimentos, correspondendo a 44% do total de estabelecimentos pesquisados. As estratégias utilizadas para a compra de carne têm as seguintes características por tipo de estabelecimento: Os super/hipermercados fazem as compras nos abatedouros/frigoríficos (67%), de forma centralizada na matriz em 33% dos casos; As feiras livres adquirem produtos dos abatedouros/frigoríficos (50%) e através de “atravessadores” (50%); Os boxes de mercados públicos variam de estratégia entre abatedouros/ frigoríficos (56%) e “atravessadores” (35%), inclusive com criação própria (5%). PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
102
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
TABELA 73
Estratégias de compra da carne de caprinos e ovinos por tipo de estabelecimento (%) Estratégias
Super/ hipermercado
Barraca em Box de mercado Total feira livre público
Centralizada na matriz
33,3
0,0
0,0
4,0
Descentralizada para loja/filial/ unidade
0,0
0,0
5,0
4,0
Abatedouro/frigorífico
66,7
50,0
55,0
56,0
Fornecedores “atravessadores”
0,0
50,0
35,0
32,0
Criação própria
0,0
0,0
5,0
4,0
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (1 estabelecimento), box de mercado público (14 estabelecimentos)/Total da amostra: 17 estabelecimentos.
4.4 - Atributos da carne
MACIEZ As carnes são avaliadas “com maciez” pelos varejistas das feiras livres e dos mercados públicos. Os super/hipermercados são mais críticos com relação à maciez da carne. O grau de importância dada pelo consumidor é avaliado pelos varejistas como mediano para o fator maciez. Observa-se o índice significativo de estabelecimentos que não avaliaram a percepção do consumidor, especialmente os super/hipermercados.
TABELA 74
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto à maciez por tipo de estabelecimento (%) Discriminação
Super/ hipermercado
Possui maciez Não possui maciez
50,0 50,0
Barraca em Box de mercado Total de feira livre público entrevistados 100,0 0,0
95,0 5,0
91,7 12,0
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
103
(2 estabelecimentos), box de mercado público (21 estabelecimentos). Total da amostra: 25 estabelecimentos.
TABELA 75
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto ao grau de importância dada pelo consumidor por tipo de estabelecimento (%)
Discriminação
Super/ hipermercado
Barraca em feira livre
Baixo
0
0
10,0
8,0
Médio
50,0
50,0
40,0
40,0
Alto
0,0
50,0
45,0
40,0
Não avaliou
50,0
0,0
4,0
12,0
Box de mercado Total de público entrevistados
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (21 estabelecimentos). Total da amostra: 25 estabelecimentos.
GRÁFICO 75.1
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto à maciez e ao grau de importância dada pelo consumidor por tipo de estabelecimento (%)
95
Box de mercado público
45
100
Barraca em feira livre
50
Super/hipermercado
0 Possui maciez
5
Não possui maciez
50
50
100 Grau alto
Grau médio
40
10 4
50
50
50
50
150 Grau baixo
200 Não avaliou
Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (21) estabelecimentos). Total da amostra: 25 estabelecimentos.Nota: eixo dos valores - até 100, refere-se à especificação maciez; de 100 até 200, refere-se ao grau de importância dada pelo consumidor.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
104
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
TONALIDADE As carnes são avaliadas com tonalidade vermelha clara apenas pelos varejistas dos mercados públicos. Neste aspecto, os super/hipermercados e as feiras livres, além de avaliarem a carne sem esta tonalidade padrão, são omissos quanto à percepção do consumidor sobre a qualidade do produto.
TABELA 76
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto à tonalidade por tipo de estabelecimento (%)
Discriminação
Super/ hipermercado
Barraca em feira livre
Box de mercado público
Total de entrevistados
Possui tonalidade vermelha clara
0,0
0,0
92,9
76,5
Não possui
100,0
100,0
7,1
23,5
Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (21 estabelecimentos). Total da amostra: 25 estabelecimentos.
TABELA 77
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto ao grau de importância dada pelo consumidor por tipo de estabelecimento (%)
Discriminação
Super/ hipermercado
Barraca em Box de mercado Total de feira livre público entrevistados
Baixo
0,0
0,0
14,3
11,8
Médio
0,0
0,0
42,9
35,3
Alto
0,0
0,0
35,7
29,4
Não avaliou
100,0
100,0
7,1
23,5
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (21 estabelecimentos). Total da amostra: 25 estabelecimentos.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
105
GRÁFICO 77.1
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto à tonalidade e ao grau de importância dada pelo consumidor por tipo de estabelecimento (%)
93
Box de mercado público
7
36
43
Barraca em feira livre
100
100
Super/hipermercado
100
100
0
Possui tonalidade vermelha clara
20
40
60
80
Não possui tonalidade vermelha clara
100
120
Grau baixo
140
Grau médio
160
14
180
Grau alto
7
200
Não avaliou
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (21) estabelecimentos). Total da amostra: 25 estabelecimentos. Nota: eixo dos valores - até 100, refere-se à especificação maciez; de 100 até 200, refere-se ao grau de importância dada pelo consumidor.
TEOR DE GORDURA As carnes são avaliadas com baixo teor de gordura pelos estabelecimentos pesquisados. Os super/hipermercados consideram baixa a importância dada pelo consumidor aos produtos. Neste aspecto, os boxes de mercados públicos indicam uma proporção de consumidores com nível de exigência alto quanto ao teor de gordura das carnes.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
106
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
TABELA 78
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto ao teor de gordura por tipo de estabelecimento (%)
Discriminação
Super/ hipermercado
Barraca em feira livre
Box de mercado público
Total de entrevistados
Pouca gordura
100,0
50,0
75,0
75,0
Muita gordura
0,0
50,0
25,0
25,0
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (21 estabelecimentos). Total da amostra: 25 estabelecimentos.
TABELA 79
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto ao grau de importância dada pelo consumidor por tipo de estabelecimento (%)
Discriminação
Super/ Barraca em Box de mercado Total de hipermercado feira livre público entrevistados
Baixo
50,0
0,0
15,0
16,7
Médio
50,0
50,0
35,0
37,5
Alto
0,0
0,0
25,0
20,8
Não avaliou
0,0
50,0
25,0
25,0
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (21 estabelecimentos). Total da amostra: 25 estabelecimentos.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
107
GRÁFICO 79.1
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto ao teor de gordura e ao grau de importância dada pelo consumidor por tipo de estabelecimento (%)
75
Box de mercado público
50
Barraca em feira livre
0
Muita gordura
25
50
100
Super/hipermercado
Pouca gordura
25
50
35
50
50
50
50
100
Grau baixo
15
Grau médio
150
25
200
Grau alto
Não avaliou
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (21 estabelecimentos). Total da amostra: 25 estabelecimentos. Nota: eixo dos valores - até 100, refere-se à especificação maciez; de 100 até 200, refere-se ao grau de importância dada pelo consumidor.
SABOR E SUCULÊNCIA As carnes são avaliadas com sabor e suculência em cerca de 90% das declarações. Neste aspecto, todos os estabelecimentos indicam uma proporção de 50% para o padrão alto de exigência do consumidor. Observa-se ainda que os super/hipermercados avaliam com o mesmo índice a importância baixa dada pelo consumidor ao fator de avaliação em pauta.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
108
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
TABELA 80
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto ao sabor e à suculência por tipo de estabelecimento (%)
Discriminação
Super/ hipermercado
Barraca em feira livre
Box de mercado público
Total de entrevistados
Possui sabor e suculência
100,0
100,0
90,0
91,7
Não possui
0,0
0,0
10,0
8,3
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (21 estabelecimentos). Total da amostra: 25 estabelecimentos.
TABELA 81
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto ao grau de importância dada pelo consumidor por tipo de estabelecimento (%)
Discriminação
Super/ Barraca em Box de mercado Total de hipermercado feira livre público entrevistados
Baixo
50,0
0,0
0,0
4,2
Médio
0,0
50,0
40,0
37,5
Alto
50,0
50,0
50,0
50,0
Não avaliou
0,0
0,0
10,0
8,3
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (21 estabelecimentos). Total da amostra: 25 estabelecimentos.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
109
GRÁFICO 81.1
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto ao sabor, à suculência e ao grau de importância dada pelo consumidor por tipo de estabelecimento (%)
90
Box de mercado público
Barraca em feira livre
Super/hipermercado
0 Possui sabor e suculência
10
40
10
100
50
50
100
50
50
50 Não possui
50
100 Grau baixo
150
Grau médio
Grau alto
200 Não avaliou
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (21 estabelecimentos). Total da amostra: 25 estabelecimentos. Nota: eixo dos valores - até 100, refere-se à especificação maciez; de 100 até 200, refere-se ao grau de importância dada pelo consumidor.
EMBALAGEM Apenas os super/hipermercados declaram com índices significativos o uso de embalagem. Verifica-se para esta especificação que os índices de abstenção superaram todos os outros elementos avaliados.
TABELA 82
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto à embalagem por tipo de estabelecimento (%)
Discriminação Com embalagem Sem embalagem
Supermercado/ Barraca em hipermercado feira livre 100,0 0,0
50,0 50,0
Box de mercado público
Total de entrevistados
25,0 75,0
33,3 66,7
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
110
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (21 estabelecimentos)/Total da amostra: 25 estabelecimentos.
TABELA 83
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto ao grau de importância dada pelo consumidor por tipo de estabelecimento (%) Super/ Barraca em feira Box de mercado Total de hipermercado livre público entrevistados
Discriminação Baixo
100,0
50,0
10,0
20,8
Médio
0,0
0,0
5,0
4,2
Alto
0,0
0,0
10,0
8,3
Não avaliou
0,0
50,0
75,0
66,7
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (21 estabelecimentos). Total da amostra: 25 estabelecimentos.
GRÁFICO 83.1
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto à embalagem e ao grau de importância dada pelo consumidor por tipo de estabelecimento (%)
14
Box de mercado público
86
4 13 4
78
100
Barraca em feira livre
100
67
Super/hipermercado
0 Com embalagem
20
40
Sem embalagem
33
60
80 Grau baixo
67
100
120 Grau médio
33
140
160
Grau alto
180
200
Não avaliou
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (21 estabelecimentos). Total da amostra: 25 estabelecimentos. Nota: eixo dos valores - até 100, refere-se à especificação maciez; de 100 até 200, refere-se ao grau de importância dada pelo consumidor.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
111
CORTES ESPECIAIS A comercialização de cortes especiais é declarada por quase 50% dos boxes de mercados públicos e dos super/hipermercados. Verifica-se para tal especificação que os índices de abstenção, considerando a indicação da importância dada pelo consumidor, superaram todos os outros elementos avaliados. Ainda assim, 35% dos varejistas de mercados públicos indicam uma importância alta dada pelo consumidor à oferta de cortes especiais.
TABELA 84
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto à oferta de cortes especiais por tipo de estabelecimento (%)
Discriminação
Super/ hipermercado
Barraca em Box de mercado Total de feira livre público entrevistados
Com cortes especiais
50,0
0,0
55,0
50,0
Sem cortes especiais
50,0
100,0
45,0
50,0
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (21 estabelecimentos)/Total da amostra: 25 estabelecimentos.
TABELA 85
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto ao grau de importância dada pelo consumidor por tipo de estabelecimento (%)
Discriminação
Super/ hipermercado
Barraca em feira livre
Box de mercado público
Total de entrevistados
Baixo
50,0
15,0
16,7
50,0
Médio
0,0
5,0
4,2
0,0
Alto
0,0
35,0
29,2
0,0
Não avaliou
50,0
45,0
50,0
50,0
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
112
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
(2 estabelecimentos), box de mercado público (21 estabelecimentos). Total da amostra: 25 estabelecimentos.
GRÁFICO 85.1
Especificação da carne de caprinos e ovinos quanto à oferta de cortes especiais e ao grau de importância dada pelo consumidor por tipo de estabelecimento (%)
55
Box de mercado público
45
5 15
100
Barraca em feira livre
0
20
50
40
60
Sem cortes especiais
45
100
50
Super/hipermercado
Com cortes especiais
35
80
Grau alto
50
100
120
Grau médio
50
140
160
Grau baixo
180
200
Não avaliou
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (2 estabelecimentos), barraca em feira livre (2 estabelecimentos), box de mercado público (21 estabelecimentos). Total da amostra: 25 estabelecimentos. Nota: eixo dos valores - até 100, refere-se à especificação maciez; de 100 até 200, refere-se ao grau de importância dada pelo consumidor.
4.5 - Varejo de leite e derivados Nenhum dos estabelecimentos entrevistados comercializa o leite de caprinos. Sendo o Estado da Paraíba, notadamente, o que mais aplica políticas públicas de fortalecimento da atividade, é possível que a distribuição do produto seja fortemente orientada para as compras governamentais. Observa-se que no município de Monteiro, representante da mesorregião da Borborema, com maior concentração de rebanhos caprinos, esse consumo se dá em um ambiente que sugere a aplicação de uma política orientada para gênero e classe PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
2011
113
social.
4.6 - Não comercializam derivados de caprinos e ovinos As restrições para que os varejistas comercializem carne de caprinos e ovinos praticamente não existem. Tudo está vinculado com a sua demanda em termos de comercialização (25%) e estímulo às necessidades dos clientes (16%). Ressaltam-se, contudo, as restrições quanto aos preços e à falta de interesse para comercializar tais produtos (53%).
TABELA 86
Motivos para não trabalhar com derivados de caprinos e ovinos por tipo de estabelecimento (%) (*)
Motivos
Super/ hipermercado
Barraca em Box de mercado Total de feira livre público entrevistados
Não recebemos oferta/visita de vendedores
33,3
0
20,8
24,0
Não recebemos pedidos/demanda de consumidores
0,0
0,0
33,3
25,0
Já tivemos experiência anterior, mas há irregularidade na oferta
0,0
0,0
8,3
6,2
É uma política/estratégia da empresa
0,0
20,0
54,2
43,8
É um produto caro para os padrões de renda dos clientes
0,0
60,0
20,8
25,0
Já tivemos experiência anterior, mas não houve giro
33,3
20,0
12,5
15,6
Não respondeu
33,3
0,0
0,0
3,1
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (3 estabelecimentos), barraca em feira livre (5 estabelecimentos), box de mercado público (24 estabelecimentos). Total da amostra: 32 estabelecimentos. (*) Respostas múltiplas – O entrevistado pode responder a mais de uma opção, superando a base de 100% do
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
114
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
segmento da amostra.
TABELA 87
O que seria necessário para que a loja começasse a comprar derivados de caprinos e ovinos por tipo de estabelecimento (%) (*)
Super/ Barraca em hipermercado feira livre
Necessidades
Box de mercado público
Total de entrevistados
Alguém me oferecesse/recebesse a visita de um vendedor especial
33,3
0,0
41,7
6,2
O preço fosse menor em relação a outras opções/fornecedores
0,0
20,0
25,0
21,9
Os clientes demandassem
33,3
0,0
16,7
15,6
Encontrasse com mais freqüência/regularidade no fornecimento
0,0
0,0
8,3
6,2
Indicação de clientes
0,0
0,0
4,2
3,3
Não tem interesse
33,3
80,0
54,2
53,1
Fonte: pesquisa direta. Bases de dados: super/hipermercado (3 estabelecimentos), barraca em feira livre (5 estabelecimentos), box de mercado público (24 estabelecimentos). Total da amostra: 32 estabelecimentos. (*) Respostas múltiplas – O entrevistado pode responder a mais de uma opção, superando a base de 100% do segmento da amostra.
4.7 - Considerações sobre os derivados de caprinos e ovinos 4.7.1 - Quanto à existência de dois produtos distintos Para o varejo de carnes em João Pessoa, existe uma maior clareza no sentido de considerar a carne caprina e a carne ovina como dois produtos diferentes. Talvez por este motivo a dificuldade de encontrar tais carnes para comercialização tenha mais representação nesta região.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
115
TABELA 88
A carne de caprinos é igual à carne de ovinos (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? Cidades sede da pesquisa Opiniões
Total %
João Pessoa
%
Campina Grande
Concordo
3
8,6
4
36,4
4
36,4
11
19,3
Discordo
29
82,9
7
63,6
6
54,5
42
73,7
Indiferente
3
8,6
0
0,0
1
9,1
4
7,0
% Monteiro %
A carne de caprinos é igual à carne de ovinos?
Fonte: pesquisa direta.
GRÁFICO 88.1
A carne de caprinos é igual à carne de ovinos (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? (%)
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
116
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
100
83
75
64 55
50 25 0
36
36
9
9
9 0
Concordo
Discordo
João Pessoa
Indiferente
Campina Grande
Monteiro
Fonte: pesquisa direta.
4.7.2 - Quanto à disponibilidade de carne
TABELA 89
É difícil encontrar a carne de caprinos no mercado (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? Cidades sede da pesquisa Opiniões
Total %
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Concordo
10
28,6
2
18,2
2
18,2
14
24,6
Discordo
23
65,7
9
81,8
9
81,8
41
71,9
Indiferente
2
5,7
0
0,0
0
0,0
2
3,5
É difícil encontrar a carne de caprinos no mercado?
Fonte: pesquisa direta.
GRÁFICO 89.1
É difícil encontrar a carne de caprinos no mercado (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? (%)
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
100
82
117
82
66
75 50 29 18
25
18 6
0
Concordo
Discordo
João Pessoa
0
0
Indiferente
Campina Grande
Monteiro
Fonte: pesquisa direta.
TABELA 90
É difícil encontrar a carne de ovinos no mercado (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? Cidades sede da pesquisa Opiniões
Total %
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Concordo
12
34,3
2
18,2
1
9,1
15
26,3
Discordo
21
60,0
9
81,8
10
90,9
40
70,2
Indiferente
2
5,7
0
0,0
0
0,0
2
3,5
É difícil encontrar a carne de ovinos no mercado?
Fonte: pesquisa direta.
GRÁFICO 90.1
É difícil encontrar a carne de ovinos no mercado (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? (%) PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
118
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
91
100 82 75 50 25 0
60 34 18 9
Concordo João Pessoa
6 Discordo Campina Grande
0
0
Indiferente Monteiro
Fonte: pesquisa direta.
4.7.3 - Quanto à disponibilidade de leite O leite de cabra é difícil de encontrar e os seus produtos são caros. Apesar desta constatação, os empresários acreditam que os derivados de caprinos e ovinos são consumidos por todas as camadas da população, independente da renda auferida.
TABELA 91
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
119
É difícil encontrar o leite de cabra no mercado (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? Cidades sede da pesquisa Opiniões
Total %
João Pessoa
%
Campina Grande
Concordo
32
91,4
10
90,0
5
45,5
47
82,4
Discordo
3
8,6
1
10,0
5
45,5
9
15,8
Indiferente
0
0,0
0
0,0
1
9,1
1
1,8
% Monteiro %
É difícil encontrar o leite de cabra no mercado?
Fonte: pesquisa direta.
GRÁFICO 91.1
É difícil encontrar o leite de cabra no mercado (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? (%)
100
91
90
75 46
50 25 0
46
9
10
9 0
Concordo João Pessoa
Discordo Campina Grande
0
Indiferente Monteiro
Fonte: pesquisa direta.
4.7.4 - Quanto ao preço do queijo PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
120
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
TABELA 92
Os queijos de leite de cabra são caros (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? Cidades sede da pesquisa Opiniões
Total
%
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Concordo
31
88,6
10
90,9
7
63,6
48
84,2
Discordo
1
2,9
1
9,1
4
36,4
6
10,5
Indiferente
3
8,6
0
0,0
0
0,0
3
5,3
Os queijos de leite de cabra são caros?
Fonte: pesquisa direta.
GRÁFICO 92.1
Os queijos de leite de cabra são caros (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? (%)
100
89
91
75
64
50
36
25 3 0
Concordo João Pessoa
9
9
Discordo Campina Grande
Indiferente Monteiro
Fonte: pesquisa direta.
4.7.5 - Quanto ao preço da carne PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE
potencial de consumo de carne, leite e derivados
0
0
2011
Ovinocaprinovinocultura - Estudo de Mercado
121
TABELA 93
A carne de caprinos é consumida pelas faixas de renda inferiores (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? Cidades sede da pesquisa Opiniões
Total %
João Pessoa
%
Campina Grande
%
Monteiro
%
Concordo
7
20,0
1
9,1
5
45,4
13
22,8
Discordo
18
51,4
5
45,5
5
45,5
28
49,1
Indiferente
10
28,6
5
45,5
1
9,1
16
28,1
A carne de caprinos é consumida pelas faixas de renda inferiores?
Fonte: pesquisa direta.
GRÁFICO 93.1
A carne de caprinos é consumida pelas faixas de renda inferiores (amostra geral por cidades sede da pesquisa)? (%)
75 51 45
50
46 46
46 29
25
0
20 9
Concordo João Pessoa
9
Discordo
Indiferente
Campina Grande
Monteiro
Fonte: pesquisa direta.
PARAÍBA - PROJETO APRISCO NORDESTE potencial de consumo de carne, leite e derivados
122
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Contato Sebrae Paraíba SEBRAE/PB - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empesas da Paraíba Avenida Maranhão, 983 - Bairro dos Estados - CEP 58.030-261 - João Pessoa - Paraíba Telefones (83) 2108 1100 / 0800 570 0800
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