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Gregório José Lourenço Simão
Jornalista / Radialista / Filósofo
Pós Graduado em Gestão Escolar, Pós Graduado em Ciências
Políticas, Pós Graduado em Mediação e Conciliação
MBA em Gestão Pública.
A cena é cotidiana e perturbadora, crianças e adultos hipnotizados por telas que nunca piscam.
A falta de atenção ao redor e o uso contínuo de celulares passaram a corroer a vida social e emocional de uma geração inteira.
Não se trata de nostalgia de quem sente saudade do telefone fixo, trata se de saúde pública e de bom senso.
Países como Suíça, Austrália e Canadá saíram na frente ao proibir celulares nas escolas.
Depois vieram nações como Brasil, pressionadas por professores exaustos e pais atônitos.
O argumento é simples, sala de aula não é extensão de rede social.
Mas o que se vê fora dos muros escolares é uma epidemia silenciosa de dependência digital.
Aplicativos juram que seus programas não são viciantes, dizem que oferecem apenas conexão e entretenimento.
A verdade é que operam com algoritmos desenhados para capturar atenção e transformá la em lucro.
Quando uma mãe retira o celular do filho e recebe em troca violência e ódio, algo está profundamente errado.
Há registros de agressões e até assassinatos ligados à frustração pela perda de acesso às redes.
O mundo escolar percebeu primeiro que havia um incêndio, agora as famílias sentem o calor das chamas dentro de casa.
Uma nova onda regulatória começa a ganhar força e discute a proibição de cadastro de crianças e adolescentes em redes sociais.
Governos cogitam exigir a desativação de contas de menores, numa tentativa de frear o vício antes que ele se consolide.
As empresas reagem com notas técnicas e discursos ensaiados sobre liberdade e inovação.
É curioso como a liberdade defendida termina exatamente onde começa o faturamento bilionário.
Atecnologia é ferramenta extraordinária, mas ferramenta não pode virar senhora absoluta da vontade humana.
O vício digital produz jovens ansiosos, impacientes e incapazes de sustentar uma conversa olho no olho.
O debate precisa ser adulto, firme e baseado em evidências, não em lobbies ou modismos.
Não é cruzada moralista, é defesa de infância e de sanidade coletiva.
Se fosse comentado por Ricardo Boechat, teria a indignação clara de quem não tolera hipocrisia, e na análise de Eduardo Oinegue, da Rede Bandeirantes, haveria a frieza dos números que desmontam discursos fáceis.
É hora de desligar um pouco as telas e ligar de novo a responsabilidade.

Fundado em 07 de junho de 1997
ACâmara de Vereadores de Tubarão registrou mudança em sua composição após o vereador Felippe de Souza Tessmann solicitar licença do mandato para assumir a Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Zeladoria. A alteração faz parte de uma reorganização administrativa do município.
Com a saída temporária do parlamentar, o suplente Jó Krüger foi convocado e tomou posse no Legislativo. Ele ocupava a secretaria que agora passa a ser comandada por Tessmann, formalizando a troca de funções entre os dois.
Em entrevista, Tessmann afirmou que a decisão foi construída com diálogo e responsabilidade. Segundo ele, a secretaria é considerada estratégica por impactar diretamente o cotidiano da população.
“É uma oportunidade de transformar planejamento em ação concreta nos bairros e nos serviços essenciais. Sempre tive um perfil voltado à gestão e à execução, e acredito que posso contribuir com organização e eficiência”, declarou.
Entre as prioridades à frente da pasta, o novo secretário destacou a necessidade de estabelecer cronogramas claros e dar respostas mais rápidas às demandas da comunidade. Ele ressaltou que a organização interna, especialmente em relação a contratos e processos licitatórios, será fundamental para garantir que os serviços cheguem com mais regularidade e qualidade à população.
Tessmann também avaliou o momento da administração municipal como uma fase voltada à execução prática. Segundo ele, a intenção é reforçar o acompanhamento de metas e manter presença cons-

tante nas ruas.
“Quando a cidade está limpa, iluminada e organizada, a população sente a diferença”, afirmou.
Sobre as pautas que defendia no Legislativo, o agora secretário disse que mantém os mesmos compromissos, mas sob outra perspectiva. Ele destacou que muitas das demandas apresentadas na tribuna estavam relacionadas à infraestrutura e à manutenção urbana, áreas que agora poderá acompanhar diretamente na execução.
Felippe Tessmann está em seu segundo mandato como vereador, eleito em 2020 e reeleito em 2024. Ele também presidiu a Câmara em 2025. A substituição seguiu os trâmites legais e regimentais, garantindo a continuidade das atividades parlamentares.

¹ Em ti, Senhor, confio; nunca me deixes confundido. Livra-me pela tua justiça. Salmos 31:1
Editor Chefe: Reinor Marcolino - Reg.SC 02.423-JP
Jornalista Miguel Ângelo Herdy dos Santos. MTB/SC 4231
Designer/Diagramação: Fabio Julio Gonçalves
Colaboradores: Jaison Bez Fontana, Evandro Marques Pacheco. Impressão: Gráfica Soller
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SC
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César Damiani afirma que município tem potencial logístico superior e defende estudo para gerar empregos e ampliar o PIB nos próximos anos
Overeador César Damiani (NOVO) destacou a importância de Jaguaruna iniciar um planejamento estratégico voltado à criação de uma nova área industrial. A proposta surgiu após uma visita à Fundação InoversaSul, em Tubarão, onde foi apresentado o projeto de expansãoindustrialdaquelemunicípio, desenvolvido com a participação da associação empresarial, do Executivo e do Legislativo.
Segundo ele, o estudo apresentado aponta a necessidade de pensar o desenvolvimento para os próximos 20 anos, com ações contínuas que permitam transformar a cidade em polo industrial regional em até umadécada.Eleressaltouqueé fundamental definir responsabilidades, garantir apoio institucio-
nal e priorizar investimentos em infraestrutura e meio ambiente.
O projeto de Tubarão prevê duas áreas destinadas à expansão industrial, com capacidade para receber até 60 empresas, sendo 30 de pequeno porte, 20 médias e 10 grandes, em terrenos que variam de 10 mil a 125 mil metros quadrados. A estimativa é de geração de até 13,5 mil empregos e um acréscimo de aproximadamente 6,2 bilhões de reais no Produto Interno Bruto ao longo de dez anos.
Para o vereador, Jaguaruna reúne condições logísticas ainda mais favoráveis, como aeroporto, rodovia federal, ferrovia e proximidade com o porto. Atualmente, o PIB do município gira em torno de 887 milhões de reais. Damiani defende que, com

planejamento e união entre Câmara de Vereadores, Prefeitura e entidades representativas,
é possível praticamente dobrar esse valor na próxima década, alcançando cerca de 1,7 bilhão
de reais e ampliando as oportunidades de emprego e desenvolvimento econômico local.
JAGUARUNA
OBalneário Campo
Bom, em Jaguaruna, está mais próximo de concretizar uma antiga reivindicação da comunidade: a construção do Portal de Entrada da localidade. O projeto,aguardadoháanos pelos moradores, já se encontra em fase de edital de licitação para definição da empresa responsável pela execução da obra.
A iniciativa nasceu a partir da mobilização da Associação de Moradores do Campo Bom e do Conseg (Conselho Comunitário de Segurança), que ao longo do tempo mantiveram o diálogo com o poder público municipal, apresentandoademandaereforçando

a importância da estrutura para a identidade e valorização da comunidade. Com o apoio da administração municipal, o pleito avançou e agora entra em uma etapa decisiva.
O portal não será apenas um marco simbólico na entrada do balneário, mas também um elemento estratégico para o fortalecimento do turismo local. Campo Bom é conhecido por suas belezas naturais, pela tranquilidade e pela vista privilegiada que encanta moradores e veranistas durante a temporada de verão. A proposta é que o novo espaço se torne um ponto de referência, valorizando ainda mais o cenário e servindo como cartão-postal da região.



Para a comunidade, a abertura do processo licitatório representa a concretização de um sonho coletivo. A expectativa agora é pela aprovação da empresa vencedora e pelo início das obras nos próximos meses. Moradores destacam que o portal trará mais organização, segurança e visibilidade ao balneário, além de reforçar o sentimento de pertencimento de quem vive ali o ano inteiro.
A população demonstra entusiasmo e confiança de que o projeto será executado dentro do cronograma previsto. A obra é vista como mais um passo no processo de desenvolvimento urbano de Jaguaruna, fortalecendo o turismo



e impulsionando a economia local, especialmente durante a alta temporada, quando o fluxo de visitantes aumenta significativa-
mente. Se tudo transcorrer conforme o planejado, em breve o Balneário Campo Bom contará com um novo
símbolo de acolhimento e identidade, marcando a entrada de um dos pontos mais encantadores do litoral sul catarinense.










OHospital de Caridade de Jaguaruna (HCJ), no Sul de Santa Catarina, desenvolveu no dia 25 de fevereiro o Projeto Orelhinha, uma iniciativa social voltada ao atendimento de crianças com orelhas proeminentes, popularmente conhecidas como “orelhas de abano”.
“A iniciativa contou com a atuação da equipe do doutor Raulino Brasil e com a parceria do vereador Jailton Lima, fortalecendo o compromisso conjunto com a promoção da saúde e com a autoestima infantil”, ressaltou a diretora do HCJ, Kathleen Fagundes.
A iniciativa ofereceu avaliação e encaminhamento especializado as crianças que apresentaram a condição, visando a contribuir para o bem-estar
emocional, inclusão social e melhoria da qualidade de vida dos pequenos pacientes.
“Aação reafirmou a importância das parcerias institucionais e do cuidado humanizado, especialmente quando voltado à infância. Seguimos trabalhando paraampliariniciativasque promovam saúde, acolhimento e transformação social na comunidade”, ressaltou a diretora.
Os procedimento realizados no centro cirúrgico do HCJ envolveram os médicos Angélica Fermo, Piter Pereira, André Stuani (os três na segunda foto), Daniele Tondolo e Sabrina Peixoto.
O Hospital de Caridade é administrado pelo IDEAS em parceria com a prefeitura de Jaguaruna.

Santa Catarina reafirma sua importância no mapa cervejeiro brasileiro com novas conquistas após a recente edição do CBC Brasil – Concurso Brasileiro de Cervejas, um dos concursos mais rigorosos e influentes da América Latina e considerado o maior do mundo em cervejas independentes. A última edição, realizada nesta terça-feira (03), em Uberlândia (MG), consagrou os melhores rótulos do país, incluindo cervejarias que representam o estado no pódio nacional e que já têm um histórico de vitórias e reconhecimento técnico no Brasil e no exterior.
As atenções catarinenses se voltaram para a bicampeã Big Jack, de Or-
leans, eleita a melhor cervejaria da edição, fortalecendo a tradição cervejeira local.
A mesma Big Jack foi eleita melhor cervejaria do Brasil em 2025 no próprio Concurso Brasileiro de Cervejas, acumulando 18 medalhas, sendo seis de ouro, reforçando a posição catarinense no cenário nacional. A Karsten, de Jaraguá do Sul, e a Tendel, de Joaçaba, conquistaram, respectivamente, o 4º e o 9º lugares entre as cervejarias. O evento também apresentou as cervejarias brasileiras medalhistas dos concursos parceiros European Beer Challenge (Alemanha) e Brussels Beer Challenge (Bélgica).
Para Develon da Rocha,diretordoCBCBrasil, “o desempenho das cervejarias catarinenses nos concursos, tanto em solo nacional como no exterior, demonstra não apenas a amplitude da produção local,masamaturidadetécnica e diversidade de estilos que colocam Santa Catarina entre os principais polos cervejeiros do Brasil”. A trajetória recente também reforça a contribuição do estado para o reconhecimento internacional da cerveja artesanal brasileira como um todo. Para conhecer o resultado completo das melhores cervejas e cervejarias, basta acessar o site cbcbrasiloficial.com. br.


5º – Cervejaria Imigração (RS)
6º – Cervejaria Três Santas (ES)
1º – Big Jack (SC)
2º – Brewine Leopoldina (RS)
3º – Cervejaria Salva (RS)
4º – Cervejaria Karsten (SC)

7º – Hank Bier (PR)
8º – Captain Brew (MG)
9º – Cervejaria Tendel (SC)
10º – Cervejaria Vila Dionisio (SP)



Aperda do mandato do vereador Loreci de Medeiros (PL), que também exercia a função de 1º secretário do Legislativo, foi declarada pela Mesa Diretora da Câmara de Pedras Grandes. Com a vacância oficializada, foi convocado o primeiro suplente do partido, Rosivaldo Marcon, que tomou posse na sessão ordinária da última segunda-feira, 02 de março, após prestar juramento em plenário.
A cassação ocorreu após acórdão do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina manter a sentença proferida pelo Juízo da 33ª Zona Eleitoral, que condenou o então vereador em ação penal.
De acordo com o processo, Loreci foi responsabilizado por falsificar faturas de energia elétrica para viabilizar a transferência do domicílio eleitoral de pessoas que não residiam no município, com o ob-
jetivo de obter vantagem eleitoral nas eleições de 2020. Entre as provas analisadas estavam contas de energia apresentadas em pedidos de transferência de domicílio de 11 eleitores.
O presidente da Câmara foi oficialmente comunicado pelo juiz da 33ª Zona Eleitoral de Tubarão, Antônio Carlos Ângelo, sobre a condenação com trânsito em julgado no último dia 20 de janeiro. Posteriormente, Rosivaldo Marcon recorreu à Justiça e obteve liminar determinando a extinção imediata do mandato e sua convocação como suplente, sob pena de multa diária. A decisão também suspendeu notificação expedida pelo presidente do Legislativo, Laércio Savi Felippe (PP), que havia concedido prazo para apresentação de defesa ao então vereador.

Limite total de captura foi ampliado
Foi publicada a portaria que estabelece as regras, limites de captura e medidas de monitoramento da pesca da tainha para a safra de 2026. A normativa, assinada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura e pelo Ministério do Meio Ambiente, traz definições específicas para as modalidades que atuam no litoral catarinense.
Com base na avaliação de estoque da espécie realizada em 2025, o limite total de captura foi ampliado, refletindo um aumento aproximado de 20% em relação às safras anteriores.
Cotas destinadas a Santa Catarina
Para Santa Catarina, a portaria define as seguintes cotas e áreas de atuação:
Emalhe costeiro superfície: 2.070 toneladas para as regiões Sudeste/Sul; Emalhe anilhado: 1.094 toneladas, com operação restrita ao mar territorial adjacente a Santa Catarina, com teto indivi-
dual por embarcação de 15 toneladas com tolerância de mais 20%;
Arrasto de praia: 1.332 toneladas, destinadas às modalidades de permissionamento 6.8, 6.9,6.10e6.11,comatuaçãono mar territorial catarinense; Cerco/traineira: 720 toneladas, modalidade que também pode operar nas regiões Sudeste/Sul, com cota individual por embarcação, no mar territorial e na Zona Econômica Exclusiva (ZEE).
Monitoramento da atividade pesqueira
O monitoramento da pesca da tainha em Santa Catarina será realizado de forma centralizada pelo PesqBrasil – Monitoramento. Entre as exigências estão o envio de mapas de bordo, mapas de produção, declarações de entrada e de ova, além do rastreamento por satélite das embarcações.
Aportaria publicada pelo governo do Federal prevê ainda a implantaçãoderastreadorexperimental obrigatório para a modalidade de emalhe anilhado,
conforme o Artigo 17. Até o momento, não foram divulgadas informações técnicas adicionais sobre a operacionalização da medida.
Encerramento antecipado
Para evitar a extrapolação das cotas, a normativa estabelece critérios de encerramento antecipado da pesca:
- Emalhe anilhado: encerramento ao atingir 85% da cota coletiva;
- Arrasto de praia: encerramento aos 90% da cota;
- Cerco/traineira: encerramento ao atingir 90% da cota individual por embarcação.
“O governo Federal, através do Ministério da Pesca e do Meio Ambiente, publicou novamente a portaria para a safra da tainha de 2026 e tem alguns detalhes importantes que nós aqui do Estado estamos estudando. Por determinação do governador Jorginho Mello, ano passado nós entramos na justiça, especialmente pela questão da cota exclusiva para os pescadores de Santa Catarina para modalidade de arrasto e praia,

onde a gente entende que não tem necessidade de ter cota, e principalmente só para Santa Catarina. Ano passado, quando entramos na justiça, nós garantimos mais 150 toneladas numa audiência de conciliação na Justiça Federal”, explicou o o secretário Executivo da Aquicultura e Pesca de Santa Catarina, Tiago Bolan Frigo. O secretário acrescenta que o aumento médio da cota mostra que o Estado já estava no caminho certo ao entrar na Justiça. “Já que o próprio governo Federal aumentou no contexto global para a região Sudeste/Sul mil toneladas de possibilidade de captura, o que demonstra que estávamos cer-
tosquandodizíamosquenãoera necessária a restrição imposta em 2023 proibindo totalmente o cerco traineira e também as restrições que vem colocando para o emalhe anilhado e para pesca artesanal de arrasto só de Santa Catarina. O governo Federal aumentou mil toneladas, mas foi principalmente para onde é o berço da Tainha, lá no Rio GrandedoSul,naLagoadosPatos.E aqui em Santa Catarina manteve essa restrição só para os pescadores de arrasto de praia daqui e isso nós não vamos aceitar. Novamente já estamos estudando a possibilidade de entrar na justiça para garantir a nossa pescaria como fizemos no ano passado”, destacou Frigo.

Omercado de trabalho em Santa Catarina se destaca no cenário nacional, com o maior saldo de novas vagas de empregos formais em janeiro de 2026. Com o saldo de 19.000 novos postos, o estado foi seguido por Mato Grosso (18.731), Rio Grande do Sul (18.421), Paraná (18.306) e São Paulo (16.451), estados com alto quantitativo populacional.
Os resultados de janeiro de 2026 foram divulgados nesta terça-feira (3), pelo Ministério do
Trabalho e Emprego, que enfatizou o desempenho de Santa Catarina. Os dados integram o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged).
Indústria de transformação em destaque
Em janeiro de 2026, a Indústria apresentou o maior saldo entre os grandes grupamentos de Santa Catarina, com 11.623 novas colocações no mercado de trabalho formal. No total,
21,14% dos novos empregos da Indústria nacional foram em solo catarinense.
A Indústria de transformação alavancou a geração de empregos, com saldo de 11.492, a quase totalidade no grupamento. Cabe destacar que a cada cinco novos empregos na Indústria de transformação no Brasil, um foi em território catarinense. Os três maiores saldos na Indústria de transformação foram dos subsetores de Confecção de artigos do vestuário e acessórios (+1.927), Fa-
bricação de produtos alimentícios (+1.449) e Fabricação de produtos têxteis (+1.355).
Integram a indústria de transformação atividades que transformam matérias-primas e insumos em novos bens, como é o caso da transformação de matérias primas do tecido em confecção de roupas, extração de minérios transformados na fabricação de máquinas, de produtos agrícolas em alimentos e bebidas, entre outros.
O segundo grande grupamento com o melhor

desempenho em janeiro foi da Construção, com saldo de 4.247 novos postos de trabalho formal. O terceiro melhor resultado
Diante do grande número de ocorrências envolvendo cabossoltosdetelecomunicações (internet e telefonia) nos postes em Santa Catarina — situação que tem gerado insegurança à população e risco de acidentes — a Celesc realizou, na última sexta-feira, dia 27, uma reunião com cerca de 300 representantes de operadoras que possuem contrato de compartilhamento de postes com a companhia.
O encontro, que ocorreu de forma online, teve como objetivo reforçar a responsabilidade de cada parte na organizaçãodaredecompartilhadaena retiradadecabosirregularesou emdesuso.
Participaram da reunião o diretor de Engenharia e Obras da Celesc, Cláudio Varella, o gerente do Departamento de Segurança, Saúde e Bem-Estar, Helton Julio Perraro, e o gerente do Departamento de Telecomunicações e Compar-
tilhamento, Carlos Eduardo Marcussi. Representantes da ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) em Santa Catarina, Juliano Slongo Romão (Gerente da Unidade Operacional) e Stevan Grubisic (Coordenador de Processo de Fiscalização), também participaram.
Duranteoencontro,Helton apresentou orientações técnicas e reforçou protocolos de segurança para evitar acidentes envolvendo trabalhadores dasempresaseapopulação.
Responsabilidades
A Celesc é responsável pela estrutura do poste e pela rede de energia elétrica. Já as operadoras de telecomunicações são integralmente responsáveis pela qualidade da instalação,pelacorretafixação e tracionamento dos cabos, pela manutenção permanente
da rede instalada e pela retiradadecabosemdesuso.
Cabe às empresas garantir que os cabos estejam devidamente organizados, sem riscodedesconexão,rompimento ouinstalaçãoirregular.
O compartilhamento da infraestrutura é regulamentado e exige o cumprimento de normas técnicas e de segurança. A Celesc atua na inspeção e fiscalização do uso da infraestrutura, e, quando irregularidades são constatadas, notifica formalmente a empresa responsável para que realize a regularizaçãodentrodoprazoestabelecido.
“A Celesc cumpre seu papel fiscalizador e tem intensificado as notificações. Mas é fundamental que cada operadora assuma sua responsabilidade na organização, manutenção e retirada de cabos irregulares. Estamos falando de segurança para trabalhadores e para toda a população”,

afirmouVarella.
Fiscalização intensificada em 2025
ACelescdestacouquevem intensificando as notificações e a fiscalização das irregularidades em todo o Estado. Em 2025, já foram emitidas 13.028 notificações formais às operadoras. Essas notificações correspondem a 51.933 postes onde foram identificados cabos soltos, rompidos, em desuso ou fora dos padrões técnicos.
Em 2025, mais de 150 toneladas de fios foram retiradas dospostesemaçõesconjuntas

realizadasentreCelesc,operadoras e prefeituras municipais. As iniciativas têm como foco a limpeza da fiação excedente, retirada de cabos abandonados e organização da rede compartilhada.
A companhia reforça que foi do setor de Serviços, com 3.476 novas colocações.AAgropecuária, por sua vez, ocupou a quarta melhor colocação.
continuará ampliando a fiscalização e cobrando providências das empresas responsáveis, com o objetivo de garantir mais segurança para pedestres,motoristaseprofissionaisqueatuamnasviaspúblicas.
AVISODEHOMOLOGAÇÃO-PROCESSOADMINISTRATIVONº05/2026–DISPENSA DE LICITAÇÃO Nº 02/2026
A comissão de Licitação da MUNICÍPIO DE JAGUARUNA/SC, nomeada pelo(a) Decreto - 129/2025, no exercício de suas atribuições, torna público para conhecimento dos interessados que se realizou no dia 19 de fevereiro de 2026, ás 08:30:00 horas, na Prefeitura Municipal de Jaguaruna/SC, a reunião para análise das propostas e documentos de habilitação, conforme determina o Edital de Licitações nº. 02/2026, de DispensadeLicitação.InformamosaHOMOLOGAÇÃOdoreferidoprocessonosmoldes que determina a Lei 14.133/21.
Finalidade: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA OS SERVIÇOS DE CUSTOMIZAÇÃO, SINALIZAÇÃO, CARACTERIZAÇÃO E COLOCAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DO VEÍCULO FIAT/TITANO PARA O 3º PELOTÃO DE POLÍCIA MILITAR DE JAGUARUNA POR MEIO DE LICITAÇÃO, NA MODALIDADE DE DISPENSAELETRONICA.
Jaguaruna - SC, 19 de fevereiro de 2026
Henrique Fontana Boaventura Prefeito Municipal.

Marcelo Sampaio Nogueira foi nomeado na noite de terça-feira (3) como novo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina.
A vaga foi deixada por Ulisses Gabriel, que deixou o cargo no final de fevereiro.
A nomeação foi formalizada em um ato de gabinete, com a presença do governador Jorginho Mello (PL) e de Ulisses Gabriel, em Florianópolis.
A decisão também foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Estado (DOE).
O delegado-geral é a
autoridade principal da Polícia Civil no estado, responsável por definir as diretrizes estratégicas e administrativas da instituição, além de nomear os chefes das delegações e gerenciar os recursos financeiros e humanos da corporação.
Ele foi reportado à Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-SC).
Marcelo Nogueira tem vasta experiência, tendo atuado como delegado regional em Concórdia, no Oeste, e, mais recentemente, como diretor de gabinete na delegacia-geral, em Florianópolis.


Uma jovem de 20 anos precisou de atendimento médico apósseenvolveremumacidente de trânsito no início da tarde desta terça-feira (3), em Treze deMaio.
A colisão, que envolveu um carro e uma motocicleta, aconteceu por volta das 12h57 na Rua Ademar Ghisi, localizada naregiãocentraldomunicípio.
De acordo com os Bombeiros Voluntários, ao chegarem
no local, a condutora da moto foiencontradacaídanavia,em posição de decúbito dorsal (de costas). Ela apresentava escoriações nos braços e nas pernas e relatava dores pelo corpo.
Após ser estabilizada e seguir os protocolos de atendimento pré-hospitalar, a jovem foi conduzida ao Hospital São Sebastião, em Treze de Maio, paraavaliaçãomédicadetalhada.
O condutor do automóvel, umhomemde44anos,saiuileso do impacto. Após avaliação da equipe de socorro, ele assinouotermoderecusadeencaminhamentohospitalarnolocal.
A Polícia Militar também foi acionada e esteve presente na ocorrência para prestar apoio no controle do fluxo de veículos e realizar o registro do boletim detrânsito.

Placas e faixas no asfalto entram na mira do TCE em 34 rodovias catarinenses

OTribunal de Contas de Santa Catarina (TCE/ SC) vai percorrer cerca de 4,5 mil quilômetros até o fim de março para fiscalizar a sinalização de 34 rodovias estaduais.
No Sul do estado, as vistorias estão previstas entre os dias 25 e 27 de março.
Afiscalizaçãocomeçou nesta terça-feira (3), pelas rodovias SC-390 e SC-
159, na região de Concórdia, no Meio-Oeste.
Ao longo do mês, equipes da Diretoria de Licitações e Contratações (DLC) vão verificar placas e pinturas no asfalto com o uso de retrorrefletômetros, aparelhos que medem a capacidade de a sinalização refletir a luz dos faróis dos veículos, garantindo visibilidade, principalmente à noite.
Segundo a coordenado-
ra de Obras e Serviços de Engenharia do TCE/SC, Renata Ligocki Pedro, o objetivoéfazerumlevantamento detalhado das condições das rodovias.
“A ideia é ter um panorama estatístico sobre a qualidade da sinalização, verificar se a conservação está adequada ou se o estado precisa aprimorar o plano de manutenção”, explica.













