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Gregório José Lourenço Simão
Jornalista / Radialista / Filósofo
Pós Graduado em Gestão Escolar, Pós Graduado em Ciências
Políticas, Pós Graduado em Mediação e Conciliação
MBA em Gestão Pública.
Crônica de um dinheiro desaparecido, ou "saudades do tempo em que se perdia dinheiro"
Antigamente, perder dinheiro era quase uma tradição popular; principalmente em festa grande, tipo Carnaval. Bastava juntar três foliões, um vendedor de latinha e um sujeito distraído para que alguém saísse no prejuízo. O dinheiro sumia entre um pagamento apressado e um troco mal conferido; evaporava com a mesma facilidade da dignidade às quatro da manhã.
Eu mesmo sou testemunha desse período fértil da economia informal do chão; na véspera de um festejo, quando o Real tinha acabado de nascer e ainda inspirava confiança patriótica, encontrei 100 reais perdidos. Cem reais; naquela época era quase um consórcio contemplado. Caminhei pela rua com a sensação de ter sido escolhido pelo Banco Central.
Em jogo de futebol também havia esse romantismo monetário; na entrada do estádio encontrei uma moeda de um real. No intervalo apareceram mais dez reais, assim, generosos, à minha espera. Resultado; comprei um refrigerante e duas garrafas de água e ainda me senti um investidor visionário. O futebol podia até terminar em zero a zero, mas minha bolsa de valores fechava sempre em alta.
Este ano, em Guarapari (ES), a modernidade resolveu dar as caras e acabar com a farra das notas perdidas. O locutor oficial anunciou a perda de uma carteira com documentos; minutos depois entregaram no palanque um cartão de crédito, um par de óculos e uma bolsinha com documentos, sem os cartões. Tudo lindo, tudo bonito; eficiência quase suíça. Na noite seguinte houve novos achados; dinheiro que é bom, nada.
A culpa é do PIX e dos cartões de débito e crédito; o dinheiro virou entidade virtual, espírito sem corpo, alma penada que não cai mais da pochete do folião. Hoje ninguém perde cédula; perde sinal de internet, perde senha, perde a paciência.
Nossos avós carregavam dinheiro em carteiras robustas, algumas envoltas por sacolinhas de plástico presas com elástico; aquilo sim era tecnologia de segurança. Hoje não; o que se perde é a dignidade votando em candidatos sem noção. Dinheiro, esse não se perde mais.
Nem mesmo na praia de Guarapari os detectoristas, esses caçadores de tesouros munidos de detector de metais e peneira chamada scoop, encontram moedas como antigamente. No máximo aparecem alianças, anéis, óculos e relógios; as alianças, sobretudo, pertencentes aos que querem se passar por solteiros e as prendem em nós estratégicos nas sungas ou biquínis.
O mundo mudou; o dinheiro ficou invisível e a gente ficou nostálgico. Porque havia algo de poético em achar uma nota amassada no chão; era como se o destino dissesse "vai, meu filho, hoje a rodada é por minha conta". Hoje o destino manda um QR Code; e não tem a menor graça. Pelo menos, para mim que não achei nada neste carnaval.

Uma massa de ar quente vai continuar a atuar em Santa Catarina, mantendo as temperaturas elevadas ao redor do estado, entre quarta-feira, 18 e sexta-feria, 20.
Segundo a Defesa Civil as temperaturas máximas no Grande Oeste, Planalto Norte, Vale do Itajaí e Litoral Norte, variam entre 34 e 37°C, enquanto nas outras regiões os termômetros oscilam entre 30 e 34°C. Por conta disso, o risco para ocorrências associadas ao calor intenso é considero moderado a baixo.
O órgão ainda reforça que a presença do calor, juntamente com a umidade disponível na atmosfera, forma condições para temporais isolados, principalmente para as tardes e noites. Apesar disso, a chuva não é suficien-
te para aliviar o calor intenso, o que ajuda a manter a sensação de abafamento durante o período noturno.


¹ A ti clamarei, ó Senhor, Rocha minha; não emudeças para comigo; não aconteça, calando-te tu para comigo, que eu fique semelhante aos que descem ao abismo. Salmos 28:1

Fundado em 07 de junho de 1997
Editor Chefe: Reinor Marcolino - Reg.SC 02.423-JP
Jornalista Miguel Ângelo Herdy dos Santos. MTB/SC 4231
Designer/Diagramação: Fabio Julio Gonçalves Colaboradores: Jaison Bez Fontana, Evandro Marques Pacheco. Impressão: Gráfica Soller
BalneárioArroio Corrente - Jaguaruna - SC
Rua São João Batista, nº 661 Whatsapp: (48) 99671-3638
E-mail: diarioomunicipio@gmail.com
Portal: www.diarioomunicipio.com.br
Facebook: http://www.facebook.com/ jornalomunicipiojaguaruna
Assessoria Jurídica: Diógenes Luiz Mina de Oliveira - OAB/SC 26.894
Matérias assinadas e colunas são de responsabilidade de seus autores

Uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado considerou irregular a execução do Contrato n. 01/2023, originado do Edital de ConcorrênciaPúblican.004/2022/ PMJ,promovidopelaprefeiturade Jaguaruna, para a pavimentação asfáltica da Estrada da Jabuticabeira, cuja obra ainda hoje não foi concluída.
A decisão do TCE levou em contaaausênciadenomeaçãode profissional qualificado para exercer a função de fiscal desde o início da obra, como exigido pela legislação vigente à época dos fatos.
O TCE também aplicou ao prefeito de Jaguaruna, Laerte Silva dos Santos, multa no patamar mínimo de R$ 2.293,36 devido à ausência de fiscal desde o início da obra, conforme apontado pelo órgão. Foi fixado prazo de 30 dias paracomprovarorecolhimentoda multa aoTesouro do Estado ou interpor recurso na forma da lei.
Ainda no acórdão, o Tribunal de Contas do Estado recomendou à prefeitura que, em futuros projetos de engenharia para a pavimentação de rodovias em que o tráfego deverá ser mantido, pre-
veja no orçamento básico a sinalização temporária, para reduzir o risco de acidente com os usuários e trabalhadores, bem como a nomeação de profissional qualificado para exercer a função de fiscal desde o início da obra.
O Ministério Público de Contas,porsuavez,tambémacompanhou o posicionamento do TCE.A auditoria de regularidade teve início após uma indicação de junho de 2024, de autoria do então deputado estadual Estêner Soratto (PL), atual prefeito de Tubarão, a qual sugeria a fiscalização da obra, entre os municípios de Tubarão e Jaguaruna.
Falta de nomeação de fiscal ara o acompanhamento da obra
Durante a fiscalização, a Diretoria Técnica do TCE constatou que não houve a nomeação de um fiscal para o acompanhamento da obra por meio de ato formal, mas apenas uma empresa supervisora.
Em sua manifestação, o município indicou que, em 29 de maiode2025,procedeuànomeaçãodeumengenheiroagrimensor
como fiscal da obra com “efeitos retroativos a 6 de janeiro de 2025, datadesdeaqualjávinhadesempenhando, de fato, as atividades de fiscalização”.
No entanto, os argumentos não foram aceitos pela Diretoria de Licitações e Contratações. “O ato tem apenas o condão de regularizar a situação de fato, sem, contudo, elidir a irregularidade inicialmente verificada, uma vez que, desde o ano de 2023, a execução da obra vinha ocorrendo sem a devida fiscalização por parte da Administração Pública”, alegou.
Emboratenhasidocontratada empresa especializada para atuar como supervisora da obra, para o Tribunal de Contas a contratação não exime os fiscais designados pela administração de suas responsabilidades legais.
“A fiscalização por servidor nomeado é essencial para assegurar a regular liquidação da despesa pública, uma vez que é o fiscal que atesta a conformidade da execuçãodosserviçoscomosparâmetros estabelecidos no projeto básico e nos demais documentos contratuais. Os pagamentos
realizados à contratada se darão mediante a comprovação da execução de cada etapa da obra”, afirmou o órgão, justificando assim a aplicação da multa.
Ausência de sinalização no orçamento da licitação
ParaoTCE,osserviçosdesinalizaçãotemporáriadeveriamser obrigatórios, já que a rodovia permaneceriasendoutilizadadurante a execução das obras. No entanto, os serviços não foram previstos no orçamento da licitação, o que, segundo o órgão, configura falha no projeto básico. Para esta segunda restrição apontada pelo TCE, o engenheiro responsável pela obra argumentou que a ausência de sinalização foi falha pontual e não intencional.
O prefeito informou ao TCE que, embora não tenha havido previsão de sinalização temporária no orçamento da licitação, a empresa contratada para execução da pavimentação da rodovia providenciou a instalação da sinalização.
Além da ausência de fiscal

e de serviços no orçamento básico, o TCE questionou também o tráfego de veículos na rodovia sem sinalização. Em resposta, o prefeito destacou a importância de se manter o tráfego na rodoviaduranteaexecuçãodosserviços de pavimentação para evitar o isolamento das comunidades locais e garantir a continuidade do fluxo de veículos essenciais.
O órgão acolheu as justificativas e afastou a responsabilização do gestor nesse item.
Obra em andamento desde fevereiro de 2023
As obras na Rodovia Municipal Pedro Rosa Lemos, a Estra-
da da Jabuticabeira, iniciaram em fevereiro de 2023. Em 8 de março de 2022, durante ato no salão da igreja da comunidade do Mato Alto, em Tubarão, o então governador Carlos Moisés assinou o convênio com a prefeitura de Jaguaruna para a pavimentação. A via de mais de 7,9 quilômetros recebe pavimentação, ciclofaixa, drenagem pluvial e sinalização, além de duas pontes. Durante a execução da pavimentação ocorreram rompimentos de aterro em trechos que se encontram em áreas de solos moles, o que está atrasando a finalização da obra.
Nem precisou encerrar a apuração nesta quarta de Cinzas. Pelas notas baixas – com pouquíssimas notas 10 nos nove quesitos avaliados, aAcadêmicos de Niterói foi rebaixada no Carnaval do Rio 2026, um ano depois de vencer a Série Ouro e subir para o Grupo Especial. Primeira a desfilar no domingo, 15, a escola levou para a Sapucaí o enredo Do Alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil, polêmico desde o seu anúncio, mas

não soube contar a história além da política do homenageado, o presidente Lula. No desfile, a novata apresentou uma visão política centrada na figura de Lula e não de sua mãe, como a sinopse do enredo prometia.
O samba-enredo foi interpretado por Emerson Dias e composto por Teresa Cristina, André Diniz, Paulo Cesar Feital, Fred Camacho, Junior Fionda, Arlindinho, Lequinho, Thiago Oliveira e Tem-Tem Jr.


Educação Infantil | Anos Iniciais | Anos Finais Ensino Médio | Pré-vestibular














APrefeitura, por meio da Secretaria de Obras, está realizando importantes intervenções na estrada que liga as comunidades de Santa Cruz a Boa Vista. As equipes estão executando serviços de limpeza das encostas ao longo do trecho, garantindo maior visibilidade e reduzindo riscos de deslizamentos, especialmente neste período de chuvas.
Além disso, está sendo feito o alargamento da via, proporcionando mais segurança e conforto para motoristas, motociclistas e pedestres que utilizam a estrada diariamente. A melhoria também facilita o escoamento da produção local e o transporte escolar, beneficiando diretamente os moradores das duas comunidades.
A ação reforça o compromisso da administração municipal com a infraestrutura rural, promovendo mais mobilidade, segurança e qualidade de vida para a população de Santa Cruz e Boa Vista.

Conectados o tempo todo, presentes cada vez menos
MIGUEL HERDY
Oque começou como uma promessa de aproximação entre pessoas, democratização da informação e ampliação do debate público transformou-se, silenciosamente, em um dos maiores consumidores de tempo da vida moderna.Asmídiassociais,hojepresentesem praticamentetodososmomentosdocotidiano, tornaram-seferramentasindispensáveisdecomunicação,trabalhoeentretenimento.Mas,ao mesmo tempo, levantam um questionamento cada vez mais recorrente: quanto da nossa vida estamos entregando a elas sem perceber?
Basta observar uma cena comum: alguémpegaocelular“apenasparaconferiruma mensagem” e, quando percebe, passaram-se 20, 30 ou até 60 minutos. O gesto é automático, repetido dezenas de vezes ao dia, quasesempresemconsciênciadotempogasto.É o chamado consumo fragmentado de atenção — pequenas pausas que, somadas, representamhorasinteirasdedicadasaconteúdosmuitasvezesirrelevantes.
Aeconomiadadistração
As plataformas digitais foram projetadas para manter o usuário conectado. Não se trata de acaso, mas de estratégia. Rolagens infinitas, notificações constantes, vídeos curtos em sequência e algoritmos personalizados são mecanismos criados para prolongar a permanência na tela. O objetivo é simples: quan-
to mais tempo o usuário permanece conectado, maior é a geração de dados, engajamento e retornofinanceiro.
Essa lógica criou o que especialistas chamam de “economia da atenção”, em que o tempo humanopassouasertratadocomorecursovalioso. O problema é que essa disputa acontece de formadesigual:deumlado,sistemassofisticados desenvolvidos para prender o olhar; de outro, indivíduos tentando administrar rotinas já sobrecarregadas.
Ailusãodaprodutividade
Outro fator que contribui para o desperdício de tempo é a falsa sensação de estar “fazendo algo útil”. Diferentemente do lazer tradicional, que possui começo, meio e fim — como assistir a um filme ou ler um livro — o consumo nas redes é contínuo, sem conclusão clara. O usuário navega por notícias, comentários, vídeos e discussões sem necessariamente absorver conteúdosignificativo.
Esse comportamento gera a chamada fadiga digital.Ao final do dia, muitas pessoas relatam sensaçãodecansaçomentalsemteremrealizado tarefas concretas. O tempo foi ocupado, mas não necessariamentebemutilizado.
Impactosnotrabalhoenosestudos
Ambientes profissionais e acadêmicos também sentem os efeitos dessa hiperconectividade. Ainterrupçãoconstantedaconcentraçãocompromete a produtividade. Cada notificação visualizada exige um novo esforço cognitivo para retomar
aatividadeanterior,processoquepodelevarvários minutos até que o foco seja totalmente restabelecido.
Emtarefasqueexigemraciocínioprofundo, essa quebra contínua reduz a qualidade do desempenho. O resultado é um paradoxo: nunca estivemos tão conectados a informações, mas enfrentamos cada vez mais dificuldade para manteraatenção.
Relaçõessuperficiaisem ummundohiperconectado
As mídias sociais também transformaram a maneira como as pessoas se relacionam. A promessa inicial era aproximar amigos e familiares, especialmente aqueles separados pela distância. Em muitos casos, isso de fato aconteceu. Porém, o excesso de interações digitais passou a substituir momentos presenciais, criando vínculos mais rápidos, porém mais rasos.
Curtidas, reações e mensagens breves dão a sensação de participação na vida do outro, mas não substituem conversas reais, convivênciaeexperiênciascompartilhadas.Otempogastoacompanhandorotinasalheiasmuitas vezes reduz o tempo dedicado à própria vida.
O ciclo da comparação constante
Outro efeito silencioso do uso excessivo das redes é o estímulo à comparação permanente. A exposição contínua a recortes idealizados da vida de outras pessoas pode gerar ansiedade,frustraçãoesensaçãodeinadequa-
ção. Como os conteúdos publicados geralmentemostramapenasconquistas,viagensoumomentos felizes, cria-se uma narrativa distorcida da realidade.
Esse fenômeno contribui para que usuários permaneçam conectados por mais tempo, buscando validação, atualização ou pertencimento—reforçandoociclodeusoprolongado.
Quando o lazer vira hábito automático
Não há dúvida de que as mídias sociais podem ser fontes legítimas de entretenimento. O problema surge quando deixam de ser escolha consciente e passam a funcionar como resposta automática ao tédio, à espera ou ao silêncio.
Momentos antes ocupados por reflexão, leitura, descanso mental ou simples observaçãodocotidianoforamsubstituídosporestímulos rápidos e constantes.Amente, acostumada à velocidade da informação digital, passa a ter dificuldadeemlidarcompausas.
Ocustoinvisíveldo tempoperdido
Oimpactodousoexcessivodasredesnão apareceapenasemestatísticasdehorasonline. Ele se reflete em atividades que deixam de ser realizadas: projetos adiados, livros não lidos, exercícios não feitos, conversas não iniciadas, ideiasquenãosaemdopapel.
Otempo,diferentedeoutrosrecursos,não pode ser recuperado. E quando distribuído em
pequenas distrações diárias, seu desperdício se torna quase imperceptível — até ser somadoaolongodosanos.
Anecessidadedo usoconsciente
Diantedessecenário,cresceomovimento de reavaliação do comportamento digital. Não se trata de abandonar a tecnologia, mas de resgatar o controle sobre ela.Aproposta é simples: usar as ferramentas, sem ser usado porelas.
Práticascomoestabelecerhoráriosespecíficosparaacesso,desativarnotificaçõesnão essenciaiselimitarotempodenavegaçãotêm sido adotadas por pessoas que buscam maior equilíbrioentreomundodigitaleoreal.
Reconectando-seaoqueimporta
Ainternet continua sendo uma das maiores invenções da humanidade, capaz de informar, conectar e transformar realidades.As mídias sociais, quando bem utilizadas, podem fortalecer comunidades, divulgar conhecimentoeaproximarpessoas.
O desafio contemporâneo não é eliminar essas plataformas, mas aprender a conviver com elas de maneira saudável. Em vez de ocupar todos os espaços do dia, elas precisam voltar a ser ferramentas — e não protagonistasdarotina.
Nummundoondetudodisputaatenção, talvez o verdadeiro ato de liberdade seja escolherondecolocá-la.

A Prefeitura de Treze de Maio, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social de Treze de Maio, promoveu oprimeiroBailedaTerceira Idade de 2026 do município, com o tema Carnaval. O evento reuniu 420 idosos em uma tarde marcada por alegria, integração e muita animação.
A celebração aconteceu no Centro de Convivência Pedrinho Silvestro Marcon, que foi especialmente decorado para entrar no clima carnavalesco, com cores vibrantes, máscaras e adereços típicos da festa mais popular do país. Os participantes capricharam nos figurinos e aproveitaram cada momento da programação preparada com dedi-
cação pela equipe organizadora.
A animação ficou por conta do Grupo JM, que trouxe um repertório animado com marchinhas de Carnaval e músicas tradicionais, garantindo a pista de dança cheia durante todo o evento.
Segundo a Secretaria de Assistência Social, a iniciativa teve como objetivo promover a socialização, fortalecer vínculos e proporcionar momentos de lazer e bem-estar à população idosa do município. O sucesso do primeiro baile de 2026 já reforça a importância da ação no calendário de atividades e o compromisso da administração municipal com a valorização da terceira idade.

N
o dia 04 de outubro de 2026, cerca de 150 milhões de brasileiros devem ir às urnas para escolher deputados estaduais, federais, distritais (no caso do Distrito Federal), senadores, governadores, além do presidente da República. Um eventual segundo turno pode acontecernodia25domesmomês.
O voto no Brasil é obrigatório, porém nem todos estão aptos para votar. Para votar nas eleições de 2026, o eleitor precisa ter mais de 16 anos e estar com a situação regular perante a Justiça Eleitoral.
O prazo final para tirar o título eleitoral, regularizar pendências ou transferir o domicílioeleitoralterminaem 6 de maio.
O voto é facultativo para os analfabetos, os maiores
de 70 anos e os jovens de 16 e 17 anos. O TSE (Tribunal de Superior Eleitoral) reforçaqueosbrasileirosquemoram no exterior também são obrigados a votar nas eleições gerais.
No dia da votação, o eleitor deve se dirigir à seção eleitoral e apresentar ao mesário um documento oficial com foto.
Embora não seja necessário levar o título de eleitor para votar, a Justiça Eleitoral recomenda ao eleitor levar o documento—emsuaversão digital, o e-Título, ou impressa — para facilitar a identificação da seção eleitoral.
Como regularizar o título de eleitor?
Caso tenha alguma pen-
dência com a Justiça, o eleitor precisa, pela internet, juntar os dados que serão entregues ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do seu estado correspondente.
Para isso, pode ser preciso digitalizar ou tirar fotos de alguns documentos, como:
- Documento oficial de identidade com foto.
- Comprovante de residência recente.
- Comprovante de pagamento de débito com a Justiça Eleitoral (quando houver).
- Certificado de quitação de serviço militar (para


homenscomidadeentre18 e 45 anos).
O requerimento para regularizar o título de elei-
tor será concluído após o TRE analisar as informações e documentos apresentados. O processo, que
também deve ser feito até 6 de maio, pode ser acompanhado pelo sistema Título Net.


M
uitos se questionam sobreoqueéaQuaresma para os católicos, o que se fazduranteesses40diasou como viver esse período da Igreja Católica Apostólica Romana. Esse é um tempo de conversão, marcado pela oração,pelojejumepelaesmola.
Durante quarenta dias, a Igreja convida a percorrer o caminho de Cristo no deserto, fazendo penitência, a fim de fortalecer a fé para ter intimidade com Deus. Nesse período, é costume se preparar para a grande celebração da Páscoa.
A Quaresma tem início nesta quarta-feira (18) e segue até o dia 2 de abril. É o momento em que os cris-
tãos vivem para revisitar as verdades que são fundamentais da fé, desapegar-se daquilo considerado supérfluo e aprofundar a vida de comunhão com Cristo.
Por meio da liturgia e das práticas da quaresma, os fiéis são chamados a viver essa preparação junto com a Igreja, buscando caminhar em direção à ressurreição,quedásentidoàvida cristã.
Mas afinal, o que é a Quaresma?
A Quaresma é um tempo litúrgico que conduz os católicos ao mistério cristão: a Páscoa. Durante esses 40 dias, a Igreja convida os de-
votos a trilhar um caminho de verdadeira conversão e intensidade vivendo os sacramentos da Igreja.
O que a Igreja recomenda:
Oração
Jejum Esmola (caridade)
Os 40 dias não são um número aleatório. Esse tempo ecoa justamente os 40 anos de Israel no deserto e os 40 dias em que Jesus Cristo jejuou antes de iniciar sua missão. “Todos os anos, pelos quarenta dias da Grande Quaresma, a Igreja une-se ao mistério de Jesus no deserto", descreve o Ca-

Aorigem da Quaresma
A origem da Quaresma vem dos primeiros séculos do Cristianismo, quando a Igreja instituiu um tempo de penitência e preparação
para a Páscoa. Inicialmente, foi um período de intensa formação para os catecúmenos, pessoas em preparação para receber o sacramento do Batismo e integrar-se à fé cristã, mas logo tornou-se um chamado universal à conversão
para todos os fiéis. Mas ao longo da história, a Igreja consolidou a Quaresma como um percurso espiritual em que cada cristão é convidado a voltar-se para Deus com um coração arrependido e disposto à conversão.
APrefeitura Municipal de Sangão, por meio da Secretaria de Educação, Esporte, Cultura e Turismo, através da Diretoria de Cultura e Turismo, anuncia o retorno das oficinas culturais no município em 2026. As atividades contemplam as modalidades Sons da Nossa Terra (Flauta e Violino), Fanfarra Municipal e o Projeto Nossa Dança.
As ações iniciam no C.E.M. João Manoel de Souza, conforme o cronograma: Sons da Nossa Terra (Flauta e Violino): 23 e 24 de fevereiro, às 18h; Fanfarra Municipal: 25 de fevereiro, às 19h; Projeto Nossa Dança: 26 de fevereiro.
No momento, apenas a fanfarra não está com inscrições abertas.
As oficinas culturais desempenham um importante papel social, contribuindo para que crianças e adolescentes estejam envolvidos em atividades educativas, culturais e saudáveis, fortalecendo o desenvolvimento pessoal, a convivência em grupo e a formação de valores, especialmente durante a adolescência.




Retomar a posse de imóvel cedido a ex-empregado é um direito da empresa, mas isso não autoriza medidas arbitrárias. O entendimento é da 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (TRT-SC) em ação na qual um trabalhador teve a casa funcional arrombada e seus pertences retirados após o fim do vínculo empregatício.
O caso ocorreu em Pedras Grandes, envolvendo um serralheiro que migrou da Bahia exclusivamente para prestar serviços a uma empresa do ramo farmacêutico.
O autor trabalhou na em-
presa por cerca de dois anos e, após a rescisão do contrato, permaneceu por mais seis meses no imóvel cedido a ele pelo empregador. Durante esse período, as partes negociaram a desocupação voluntária da casa. Sem desocupação, em um dos dias em que o autor estava fora da residência, a empresa trocou as fechaduras do imóvel, retirou seus pertences, deixou-os na área externa e contratou segurança para impedir sua entrada. O ex-funcionário relatou ainda ter ouvido a ameaça de que “tinha que sair da casa, senão ia acontecer coisa pior”.
Aempresa, em sua defesa, alegou que exerceu apenas o direito de retomar a posse do imóvel, de sua propriedade, após o fim do contrato de trabalho e das tratativas para desocupação. O caso foi julgado em primeiro grau pelo juiz Ricardo Kock Nunes, da 1ª Vara do Trabalho de Tubarão. Na sentença, o magistrado registrou que “a conduta da reclamada, embora tenha se dado com amparo no direito de propriedade, extrapolou os limites da razoabilidade ao proceder à retirada dos pertences do reclamante na sua ausência, com arrombamento da residência e ex-

Ohomem de 38 anos que morreu vítima de afogamento no fim da tarde de terça-feira (17), em Jaguaruna, no Balneário Copa 70, é Adenilson Tasca. Ele era morador de Lauro Müller, no distrito de Guatá.
O corpo foi localizado
na manhã desta quarta-feira (18), por volta das 6 horas, na Esplanada, a cerca de quatro quilômetros de onde foi visto pela última vez. Na terça, as buscas foram realizadas pelo Corpo de Bombeiros até as 20 horas.
O filho do homem re-
latou aos socorristas que estava no mar com o pai quando ambos caíram em um buraco. Segundo ele, o pai conseguiu empurrá-lo para fora da área de perigo, mas acabou submergindo logo depois e não foi mais visto.


posição de seus bens”. Com base nisso, foi fixada a indenização por danos morais no valor de R$ 2 mil.
Inconformada com a decisão, a empresa recorreu ao TRT-SC. Na 3ª Turma, o caso foi relatado pelo de-
sembargador José Ernesto Manzi, que manteve o dever de indenizar. A empresa recorreu novamente.
Todos os dias nos deparamos com feminicídios. Infelizmente, chegamos ao triste número de quatro casos por dia. Hoje, o Brasil é o quinto país do mundo em número de feminicídios, e esse dado é alarmante.
Segundo estudos, para cada feminicídio temos, em média, três crianças órfãs.Além de perderem a mãe, essascriançasperdemafamília,olaretodaasuareferência de vida: o amor e a proteção.
Os traumas nessas crianças são enormes. É uma dor que será carregada pelo resto da vida, já que a mãe é, na maioria das vezes, o pilar da família.
Muitas vezes, os irmãos são separados, pois nem sempre avós, tias ou outros parentes têm condições de cuidar das crianças juntas, na mesma casa.

E, para completar a tragédia, esses órfãos muitas vezes são criados pela família do agressor ou, ainda, pelo próprio agressor. Como fica a cabeça de uma criança que precisa conviver com o pai que agredia sua mãe e, pior, foi quem tirou a vida dela? Essa pessoa destruiu toda a referência de família e acabou com tudo o que a criança conhecia como lar. Essas crianças crescem fragilizadas e, principalmente, desprotegidas. Elas perdem suas histórias.
Os órfãos perdem a referência familiar e enfrentam um caminho árduo pela frente. Muitos vão peregrinar de casa em casa, vivendo como agregados, sendo vistos como um peso. O impacto psicológico dessa situação é avassalador. Muitos ainda enfrentam abuso moral, vivem de migalhas,sãodestratados,humilhados,obrigadosatrabalhosforçados,espancadose,pior,muitos são vítimas de abuso sexual por parte de quem deveria protegê-los.
Precisamos que homens de verdade conscientizem esses agressores em conversas informais — no futebol, em encontros, em qualquer momento — de que quem bate em mulher é covarde. É fundamental conscientizar sobre o sofrimento dos filhos, da família, e reforçar que mulher nenhuma merece perder a vida.Afrase “quem ama não mata” precisa ser repetida o tempo todo.
Sandra Campos / Ativista pela vida com o projeto “Não te julgo, te ajudo!” - (11) 94813-7799















