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Gregório José Lourenço Simão
Jornalista / Radialista / Filósofo
Pós Graduado em Gestão Escolar, Pós Graduado em Ciências Políticas, Pós Graduado em Mediação e Conciliação MBA em Gestão Pública.
Há um mistério nacional que passa despercebido entre o arroz e o feijão. O ser humano passa a maior parte da vida sentado. Não é metáfora. É estatística bruta, fria e sem piedade. Segundo o Departamento de Estatísticas do Trabalho dos Estados Unidos, o cidadão médio dedica 1,24 hora por dia a comer e beber. Feitas as contas, esse vício nacional chamado soma, em 80 anos de vida o sujeito passa cerca de 36 mil horas mastigando. Dá mais de quatro anos conversando com o prato. Se o bife tivesse memória, pediria indenização por danos morais.
E isso é só o começo do escândalo. Um em cada quatro adultos admite passar mais de oito horas por dia sentado, segundo dados do CDC resumidos pela Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos. O indivíduo acorda cansado de tanto descansar. Dorme sete horas deitado. Passa meia hora fingindo que acordou. Mais meia hora tentando entender quem é e onde está. O chamado “acordar verdadeiro”, fenômeno que a ciência ainda estuda com cautela e cafeína.
O homem contemporâneo é um ser horizontalizado. Deita para dormir. Senta para viver. Reclina para pensar. Se Darwin estivesse vivo, escreveria sobre a seleção natural observando uma fila de aeroporto. A evolução premiou quem encontrou a melhor cadeira.
No passado, esse território exótico onde tudo era desconfortável, o homem primitivo passava horas caminhando. Andava para caçar. Andava para fugir. Andava para procurar água, abrigo e algum sentido que ainda não tinha nome. Não havia mesa. Havia pedra, tronco e improviso. Depois vieram as embarcações, os animais, as rodas. O progresso começou no dia em que alguém pensou que dava para fazer tudo isso sentado. A civilização talvez tenha começado não com o fogo, mas com o banco de madeira.
A mesa surge então como personagem central dessa comédia humana. Especialmente a mesa comprida. Ela pode estar no mercado, na escola, no escritório, na cantina ou na sala de estar e continua sendo mesa, firme, autoritária e indiferente ao drama humano.Amesa não é exatamente um objeto. É um dispositivo social disfarçado de móvel. Não promete inclusão. Os estudiosos chamam isso de comensalidade. Um nome bonito para descrever o caos organizado de comer junto.Amesa comprida abriga tudo ao mesmo tempo.A intimidade e a distância.Apiada infame e o silêncio constrangedor.Avontade de ficar e o desejo ardente de fugir alegando dor de cabeça. É um palco onde ninguém ensaiou, mas todos representam com convicção.
E não se enganem. Os lugares à mesa jamais são neutros. Quem senta na cabeceira manda, mesmo quando finge humildade. Quem chega primeiro escolhe. Quem chega depois obedece. Quem levanta antes se justifica com o corpo. São regras invisíveis, porém mais rígidas que o Código Penal. Comer junto sempre foi uma técnica social poderosíssima. Hoje a modernidade não acabou com o ritual. Apenas o transformou em rotina cronometrada. O refeitório da empresa, a cantina da escola, a sala de descanso do escritório tratam a alimentação como obrigação logística. Come-se em trinta minutos regulamentares. Conversa-se até o café esfriar. Depois volta-se ao trabalho como se nada tivesse acontecido, o que quase sempre é verdade.
A hospitalidade virou infraestrutura. A mesa virou ferramenta. Nela se assinam contratos, se resolvem disputas, se aprendem lições e se repetem dramas familiares com naturalidade burocrática. É ali que a vida pública cria corpo. Um corpo sedentário, levemente curvado, com dor lombar e uma vaga nostalgia de quando se andava mais e reclamava menos.
No fim das contas, o mundo gira, tudo muda e continuamos sentados. Contando horas. E assim segue a humanidade. Reunida em torno de superfícies horizontais. Negociando a vida com guardanapo no colo. Enquanto o tempo passa em pé, do lado de fora, esperando que alguém finalmente se levante para encontrá-lo.
Aalta do preço do café nos últimos anos acabou fazendo com que o consumo do produto no mercado brasileiro caísse no ano passado. Segundo os dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), o consumo da bebida caiu 2,31% entre os meses de novembro de 2024 e outubro de 2025 em comparação com o mesmo período anterior, passando de 21,9 milhões de sacas de 60 kg em 2024 para 21,4 milhões no ano passado. O recorde foi obtido em 2017, quando o consumo interno chegou a atingir 22 milhões de sacas.
Quanto aos preços, a alta foi de 5,8% para o consumidor, resultado da volatilidade dos anos anteriores. Nos últimos cinco anos, informou a Abic, a matéria-prima aumentou 201% na espécie conilon e 212% na arábica. Já no varejo, o café aumentou 116%.
Segundo Pavel Cardoso, presidente daAbic, o aumento de preços em 2025 é resultado dos problemas enfrentados nos últimos anos de safras ruins, devido ao clima e baixos estoques.
“Desde 2021 houve um descasamento nessa cadeia global de oferta e demanda. Em 2021 tivemos problemas climáticos sucessivos, trazendo frustrações com o tamanho da safra”, explicou.
Apesar dessa queda no consumo, Pavel encara como positivo o resultado obtido no ano pas-

sado. “Nós tivemos essa escalada de preços da matéria-prima desde 2021 e o consumo brasileiro seguiu bem em todos esses anos, demonstrando de forma inequívoca o quão resiliente é o café para o brasileiro. O brasileiro não abre mão do café”.
Ainda segundo Pavel, “mesmo com essa leve redução de 2,31%, nós reportamos isso como uma notícia positiva, haja vista esse histórico dos últimos cinco anos, onde enfrentamos aumentos impressionantes, acima de 200% para a matéria-prima e acima de 116% para o consumo”.
Mesmo com essa queda, o Brasil se mantém na segunda posição de país mais consumidor de café no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. E quando se considera o consumo per capita, o Brasil supera os Estados Unidos, com cada brasileiro consumindo, em média, 1,4 mil xícaras de café por ano.

¹ A ti clamarei, ó Senhor, Rocha minha; não emudeças para comigo; não aconteça, calando-te tu para comigo, que eu fique semelhante aos que descem ao abismo. Salmos 28:1

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Jornalista Miguel Ângelo Herdy dos Santos. MTB/SC 4231
Designer/Diagramação: Fabio Julio Gonçalves Colaboradores: Jaison Bez Fontana, Evandro Marques Pacheco. Impressão: Gráfica Soller
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Omunicípio de Sangão ganhou destaque após aparecer em levantamento divulgado pela mídia nacional, que aponta a cidade entre as que possuem maior proporção de trabalhadores empregados no setor privado. De acordo com os dados divulgados, cerca de 74,1% dos habitantes estão formalmente empregados em empresas privadas, colocando o município na 4ª posição no Brasil e na 1ª em Santa Catarina nesse indicador.
O resultado é apresentado como reflexo de um setor público mais enxuto e de uma economia movimentada principalmente pelas empresas, contribuindo para o crescimento e o desenvolvimento do município. A divulgação também destaca que o cenário evidencia a participação ativa da população no mercado de trabalho e o avanço econômico registrado nos últimos anos em Sangão.


Rio Grande do Sul aparece como um dos principais pontos de atenção. Atualmente, o partido do ex-presidente Jair Bolsonaro mantém aliança com o PP, comandado por Ciro Nogueira, e com o União Brasil, presidido por Antônio Rueda, por meio da Federação União Progressista (UP).

Lideranças nacionais do PL avaliam com preocupação o risco de um efeito cascata da crise partidária em Santa Catarina para outros estados. O




O receio é que a falta de consenso em Santa Catarina leve a executiva nacional do PP a rever acordos já firmados no Rio Grande do Sul e, eventualmente, em outras unidades da federação. Em diversos estados, o PL depende do apoio de partidos de centro para viabilizar candidaturas majoritárias e garantir maior tempo de propaganda eleitoral.
Diante do impasse, o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, já cogitou intervir no diretório catarinense caso o governador Jorginho Mello não avance na composição com a federação. Nos bastidores, Valdemar tem reforçado que as alianças foram firmadas entre executivas nacionais e lembra de uma “dívida política” com o senador Ciro Nogueira, apontado como um dos aliados mais leais do bolsonarismo e cotado para integrar uma chapa majoritária em 2026.


Capivari de Baixo e a educação
A Prefeitura de Capivari de Baixo convocou 42 candidatos aprovados no Concurso Público nº 001/2024 para a área da educação.

O cronograma de escolha de vagas e entrega de documentos ocorre nos dias 9 e 10 de fevereiro, na sede da Assemcap, conforme divulgado pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Turismo.
As convocações contemplam professores de Educação Infantil, Anos Iniciais e dos componentes curriculares de Matemática, Artes, Educação Física e Ensino Religioso. A posse dos candidatos homologados está marcada para o dia 13 de fevereiro, no Centro de Convivência da 3ª Idade, com início das atividades em sala de aula previsto para o dia 18.
Para a secretária municipal Magali Pickler, as nomeações reforçam o compromisso da administração com a valorização do serviço público e o fortalecimento da rede municipal de ensino.










Osetor cerâmico do Sul de Santa Catarina atravessa um dos períodos mais delicados dos últimos anos, marcado por queda de faturamento, perda de competitividade e risco de desindustrialização. Segundo Manfredo Gouveia, presidente da Câmara de Assuntos de Energia da FIESC e diretor executivo do Sindiceram, a região, que já teve participação significativamente maior na produção nacional, hoje responde por cerca de 15%.
“Há um movimento claro de desindustrialização do segmento cerâmico no Sul do Estado, provocado principalmente pela perda de competitividade para
produzir em Santa Catarina”, afirma. Entre os principais entraves, ele cita os altos custos e dificuldades estruturais.
Alem disso, o preço do gás natural e a logística estão entre os fatores mais críticos. “Estamos sempre um passo atrás em termos de custo: o gás é mais caro, a logística é mais cara, e nosso principal mercado consumidor é o Sudeste, que concentra mais de 70% da capacidade produtiva nacional”, diz.
Já o insumo chega a representar até 30% do custo de produção, e a tarifa em Santa Catarina pode ser até 30% superior à praticada em São Paulo,

em razão de um contrato deconcessãoantigo.“Não se trata de romper contratos, mas de atualizá-los à realidade atual, como outros estados já fizeram”, defende.
Os números recentes
reforçam o alerta, pois entre 2024 e 2025, o faturamento bruto das empresas da região recuou cerca de 5%, e janeiro de 2025 foi o pior dos últimos quatro anos. “Há empresas operandocomapenas60%ou
70% da capacidade, fornos desligados há mais de um ano e indicativos de férias coletivas devido ao excesso de estoque”, relata.
Para Manfredo, o cenário exige resposta ime-
diata. “É preciso senso de urgência. Estamos falando da preservação de empregos e de uma vocação econômica histórica da região. Sem medidas concretas, o risco de agravamento é real.”
O
uso de recursos não contabilizados em campanhas eleitorais, o chamado caixa dois, pode ser punido também como ato de improbidade administrativa, decidiu por unanimidade o Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (6).
Com a decisão, políticos acusados de caixa dois poderão ser responsabilizados em duas frentes, por crime eleitoral e por improbidade administrativa, caso haja provas de ambos os ilícitos.
A votação ocorreu de forma virtual, iniciada em dezembro do ano passado e concluída hoje. Prevaleceuovotodorelator,minis-
tro Alexandre de Moraes, que destacou a independência das esferas de responsabilização e determinou que a Justiça comum julgará os casos de improbidade, enquanto a Justiça Eleitoral continuará analisando crimes eleitorais.
Atualmente, atos de improbidade são julgados na esfera cível, e o caixa dois, na Justiça Eleitoral.
O voto de Moraes foi acompanhado pelos ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia, André Mendonça, Dias Toffoli, Edson Fachin, Luiz Fux, Flávio Dino e Nunes Marques. Gilmar Mendes acompanhou o relator com ressalvas.






Oprefeito Nenem
Bardini realizou uma reunião com os secretários das pastas municipais na tarde de hoje (06), reforçando o diálogo, o planejamento e o alinhamento das ações da administração.
O encontro teve como objetivo avaliar demandas, definir prioridades e fortalecer o trabalho conjunto, sempre com foco em melhorar os serviços e garantir mais qualidade de vida para a população.


Adivulgação de conteúdos falsos criados com inteligência artificial (IA) mais do que triplicaram entre 2024 e 2025 no Brasil, apresentando um crescimento de 308%.O dado é do primeiro Panorama da Desinformação no Brasil, estudo inédito do Observatório Lupa, que mapeia tendências, alvos e as principais táticas de desinformação.
Oestudoanalisouqualitativa e quantitativamente os 617 conteúdos verificados pela agência em 2025, comparando-os aos 839 conteúdos de 2024.
O panorama mostra que deepfakes e outras peças de desinformação geradas com IApassaram de 39 casos em 2024, nú-
meroquerepresenta4,6% do total de checagens feita pela Agência Lupa naquele ano, para 159 em 2025, 25% das verificações. Isso representa um aumento de 120 casos.
Deepfakes são tecnologias que permite que rostos e vozes sejam alteradas em vídeos, por exemplo, o que pode gerar um conteúdo com informações falsas.
Segundo a edição de estreia do estudo, que será anual, há uma mudança estrutural no ecossistema desinformativo. Apesquisa mostra que em 2024 a IA era usada majoritariamente para criação de golpes digitais, como deepfakes de famosos fazendo propagan-
das de sites fraudulentos, por exemplo. Já em 2025 a tecnologia passou a ser empregada de forma estratégica como arma política: quase 45% dos conteúdos com IA tinha viés ideológico, ante 33% no ano anterior.
O estudo do Observatório Lupa identificou que mais de três quartos dos conteúdoscomIAquecircularam em 2025 exploraram a imagem ou a voz de pessoas conhecidas, principalmente de lideranças políticas. O levantamento aponta 36 ocorrências de conteúdo falso que tinham como alvo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva; 33, o ex-presidente Jair Bolsonaro; e 30, ministro do Su-


premo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
De acordo com o panorama, o uso do WhatsApp para difusão de desinformação caiu de quase 90%, em 2024, para 46%, em 2025. Na análise do Observatório Lupa, isso não significa que as fakes diminuíram por lá, mas sim que, agora, há maior dispersão de plataformas.
Para além do Facebook, Instagram, Threads, WhatsApp e X, que já eram populares, também passaram a ter mais relevância na disseminação de fakes o Kwai, e o Tiktok, ambas redes sociais de vídeos curtos.


Chapecoense e Criciúma protagonizaram uma partida bastante disputada, com forte presença defensiva e chances pontuais criadas principalmente em jogadas de bola parada. Apesar da movimentação e da intensidade, o placar não saiu do zero.
O Criciúma foi eliminado da competição principal e não tem mais chances de conquistar o título. Apesar disso, o Tigre ainda segue em busca de um objetivo importante na temporada: a equipe agora disputa a Taça Acesc 70 anos, torneio que garante vaga na Copa do Brasil, e enfrentará o Concórdia nas quartas de final.
Chapecoense tentou impor seu jogo logo aos 7 minutos, quando cobrou uma falta próxima à grande área. A jogada ensaiada não resultou em finalização direta, mas rendeu um escanteio para a equipe da casa, que voltou a levar perigo pelo alto. O Criciúma respondeu também na bola parada. Após Jonatha Robert ser derrubado por Victor Cartano, a equipe tricolor levantou a bola na área da Chape, mas a defesa mandante conseguiu afastar o perigo. Em nova cobrança de escanteio, Jhonata Robert colocou a bola na área, e Bruno Leonardo subiu bem para cortar.
A partida seguiu truncada no meio-campo, com destaque para a pressão de Waguininho na saída de bola da Chapecoense, obrigando a zaga a se livrar da bola próxima à área. Em outra cobrança de falta, os jogadores da Chape reclamaram de um possível toque de braço de Rodrigo dentro da área, mas o árbitro mandou o jogo seguir.
Segundo tempo
O Criciúma voltou mais ofensivo. Logo nos primeiros minutos, Jhonata Robert arriscou de fora da área, e a bola passou por cima do gol defendido por Léo Vieira. Na sequência, Diego Gonçalves tabelou com

o camisa 10 tricolor e finalizou para defesa segura do goleiro da Chapecoense.
Aos 16 minutos, Diego Gonçalves recebeu cartão amarelo por reclamação. O Criciúma seguiu pressionando e, aos 24, quase abriu o placar: Marcelo Hermes pegou de primeira com a perna esquerda e obrigou Léo Vieira a fazer uma gran-
de defesa. Pouco depois, Diego Gonçalves roubou a bola do defensor, mas finalizou sem direção, desperdiçando boa oportunidade.
Ainda houve tempo para mais uma cobrança de falta de Marcelo Hermes, que jogou a bola na área, mas Diego Gonçalves não conseguiu dominar. Já nos minutos finais, Nicolas
AConfederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou os valores de premiação da Copa do Brasil 2026, que irá distribuir quase R$ 500 milhões ao longo da competição. O montante foi reajustado após a ampliação do número de clubes participantes, que passou de 96 para 126 equipes.
Assim como na edição anterior, os clubes da SérieAentram diretamente na quinta fase do torneio. Caso conquistem o título, podem embolsar até R$ 96 milhões em premiações acumuladas. Em 2025, o campeão foi o Corinthians, que recebeu aproximadamente R$ 97 milhões.
Premiação por fase da Copa do Brasil 2026
A CBF detalhou os valores pagos em cada etapa da competição, variando conforme o grupo de clubes:
1ª fase (28 clubes)
R$ 400 mil para clubes do Grupo III
2ª fase (88 clubes)
R$ 1,38 milhão para clubes do Grupo II
R$ 830 mil para clubes do Grupo III
3ª fase (48 clubes)
R$ 1,53 milhão para clubes do Grupo II
R$ 950 mil para clubes do Grupo III
4ª fase (24 clubes)
R$ 1,68 milhão para clubes do Grupo II
R$ 1,07 milhão para clubes do Grupo III
5ª fase (32 clubes)
R$ 2 milhões para os clubes participantes
Oitavas de final
R$ 3 milhões
Quartas de final

levantou a bola na pequena área, e Eduardo Doma afastou de cabeça, garantindo a segurança defensiva. Com boas atuações dos sistemas defensivos e destaque para o goleiro Léo Vieira, Chapecoense e Criciúma ficaram no empate em uma partida marcada pelo equilíbrio e pelas chances desperdiçadas.

R$ 4 milhões
Semifinal
R$ 9 milhões
Final
Vice-campeão: R$ 34 milhões
Campeão: R$ 78 milhões
Copa do Brasil segue como torneio mais lucrativo do país
Com o reajuste, a Copa do Brasil se mantém como a competição nacional mais rentável do futebol brasileiro, sendo estratégica principalmente para clubes das Séries B, C e D, que podem aumentar significativamente suas receitas ao avançar de fase.


U
m homem de 43 anos ficou ferido após um capotamento registrado no fim da tarde deste sábado (7) na Rodovia SC-100, na Estrada Geral do Balneário Arroio Corrente, em Jaguaruna.
De acordo com os socorristas acionados às 17h54, o veículo saiu da pista e parou em um terreno às margens da rodovia, tombado lateralmente.Avítima permaneceu presa no interior do automóvel.
No atendimento, os bombeiros encontraram o condutor consciente, com o braço direito projetado para fora do veículo. Durante a avalia-
ção, foram constatados ferimento corto-contuso na região da cabeça, corte na orelha com sangramento ativo e suspeita de fratura nos dedos da mão esquerda.
Após estabilização do carro e abertura de acesso pelo porta-malas, a equipe realizou a retirada da vítima seguindo protocolos de resgate veicular. O homem foi encaminhado ao Hospital de Caridade de Jaguaruna (HCJ) para atendimento médico.
As circunstâncias do acidente não foram informadas pelos órgãos de segurança.

OCorpo de Bombeiros
Voluntários de Jaguaruna esteve atendeu um acidente de trânsito, na BR-101, em Sangão, envolvendoumacarretaeum caminhão.Acolisão traseira aconteceu nesta sexta-feira na localidade de Orvalho.
No caminhão Mercedes com placas de Morro da Fumaça, o condutor de 61 anos apresentava edema na região do cotovelo direito, mas negou atendimento.
No Volvo com placas de Criciúma, um homem de 26 anos, foi encontrado consciente e orientado, mas preso na cabine do caminhão, onde o painel estava sobre o membro inferior direito que apresentava fratura exposta de fêmur e hemorragia ativa.
Feito a expansão do painel e retirada da vítima, imobilizado em maca rígida e transportada posteriormente pela equipe da CCR Via Costeira ao Hospital São Donato em Içara.


Aproteção e conquistas da classe trabalhadora em todo mundo estão diretamente vinculados à atuação sindical. Isso é uma realidade desde os primórdios da Revolução Industrial na Grã-Bretanha no Século XIX.
Queiramounãoqueiram,aatuaçãosindicalnoBrasil está prevista na Constituição de 1988 (art. 8º). Há questionamentos de todas as partes. De falta de representatividade, possíveis condutas irregularidades, até mesmo o tema do momento: a obrigatoriedade do Imposto Sindical.
Como ativista na área trabalhista, sindical e na defesa da vida (hoje sou secretária Estadual dos Trabalhadores Republicanos no Estado de São Paulo), testemunho as dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores. É impossível não perceber como a adaptação da representatividade sindical à realidade social compromete a segurança e os direitos, na iniciativa privada e na área pública.
Pois bem. Vamos colocar a mão na ferida. Na vida, aprendemos que é necessário separar o joio do trigo. A diferença entre o branco e o preto. É preciso identificar os bons exemplos e seus grandes resultados em defesa da classe trabalhadora também, e sobretudo, sob o ponto de vista humano, da relação e do comportamento social.
Como líder nesse setor, vou passar a mostrar à sociedade a importância e os resultados desse perfil na atividade sindical no país.
Quero começar com a atuação do SINDALESP — Sindicato dos Servidores Públicos da Assembleia Legislativa e do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, que teve papel fundamental na luta por uma lei que beneficiou milhares de trabalhadores que garante ao poder público o pagamento retroativo de direitos remuneratórios congelados durante a pandemia da Covid-19.
Uma conquista histórica que representa o cuidado contínuo com seus associados. Papel importantíssimo na atuação sindical. Por isso, a entidade se destaca por manter os trabalhadores unidos, acolhidos e assistidos permanentemente com pautas decididas pela categoria.
Assim, entramos no diferencial na atuação sindical moderna: a defesa do ser humano. Na prática, o princípio é de que todo trabalhador deve ter: apoio, dignidade e pertencimento. Não apenas na atuação funcional, mas, sobretudo, na vida, no convívio social, onde vivemos desafios e grandes percalços.
Por isso, convidei o presidente do SINDALESP, Felipe Carriço, para unir esforços e liderarmos a nossa “Campanha de Valorização da Vida” no âmbito trabalhista. Na ALESP, infelizmente, sete servidores já perderam suas vidas, o que torna esse tema ainda mais relevante e urgente.
Os sindicatos precisam desempenhar a ação trabalhista. Mas, podem e devem exercer um papel importantíssimo nessa defesa da relação humana. Criar núcleos de debates, orientações assistenciais e lutar por políticas públicas em defesa da saúde física e mental. Sindicatos atuantes para cuidar da saúde emocional dos trabalhadores.
Que atuação e exemplos alcancem milhares de pessoase,sobretudo,líderessindicais,emtodoopaís. Unidosconseguiremossalvarvidas.Todosirãoganhar: patrões e empregados e, principalmente, a família.
Sandra Campos / Ativista pela vida












