ANO 28 - EDIÇÃO 3159 - R$ 2,00
Sexta-feira
Estudo aponta mais 365 mil pessoas em situação de rua no Brasil
sábado e domingo
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16, 17 e 18 de Janeiro de 2026 www.diarioomunicipio.com.br
Desafios da Safra 2025/2026
Governador atende representantes do setor produtivo do arroz
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16 de Janeiro de 2026
Artigo/opinião Gregório José Lourenço Simão Jornalista / Radialista / Filósofo Pós Graduado em Gestão Escolar, Pós Graduado em Ciências Políticas, Pós Graduado em Mediação e Conciliação MBA em Gestão Pública.
Brasil precisa construir, não prometer O Brasil parece condenado a repetir o mesmo ritual improdutivo quando o assunto é infraestrutura: discursos animados, reuniões intermináveis, anúncios pomposos e uma fila de projetos que nunca chegam ao fim. Fala-se muito em crescimento, competitividade e modernização, mas o País segue travado nos próprios gargalos logísticos, refém da burocracia, da lentidão decisória e da velha cultura do adiamento. Quando surge a notícia de que um grande projeto finalmente “avançou” — seja um porto, uma ferrovia ou uma rodovia — o que se celebra, na maioria das vezes, não é uma obra iniciada, mas apenas mais uma etapa burocrática cumprida. Encaminhou-se o edital, marcou-se uma data, abriu-se uma consulta. Tudo muito correto no papel. Tudo muito distante da realidade de quem precisa escoar produção, reduzir custos e competir com países que constroem enquanto fica apena no debate. O Porto de Santos que o diga. O resultado desse modelo falido está escancarado: portos operando no limite, estradas saturadas, ferrovias insuficientes e um sistema logístico que encarece produtos, gera perdas e compromete exportações. O custo dessa inércia não é abstrato e se traduz em mercadorias paradas, contratos perdidos e oportunidades desperdiçadas. Cada atraso vira prejuízo. Cada adiamento cobra seu preço. O problema não é a falta de projetos. O Brasil está cheio deles. O problema é a incapacidade crônica de transformar planos em obras concluídas. Tudo vira discussão. Modelo, regra, exceção, o detalhe jurídico, a disputa política. Enquanto isso, investidores se cansam, cronogramas escorrem pelos dedos e o País segue andando em círculos. Há uma diferença brutal entre governar e administrar expectativas. Governar exige decisão, risco e execução. Exige enfrentar resistências, cortar amarras desnecessárias e assumir responsabilidades. Mas, por aqui, parece mais confortável viver no eterno “em análise”, no “em breve”, no “estamos avançando”. Avançando para onde, exatamente? É preciso, urgentemente, mudar de postura. Precisamos parar de tratar infraestrutura como tema de seminário e começar a tratá-la como prioridade nacional. Isso significa menos palco e mais canteiro de obras. Menos anúncios e mais entregas. Menos justificativas e mais resultados. Não há mais espaço para a enrolação de sempre. O mundo não espera, o mercado não perdoa e a economia não cresce à base de atas de reunião. O País que quer ser grande precisa agir como grande — com obras concluídas, prazos cumpridos e coragem para decidir. Chega de conversa. É hora de construir.
Frente fria traz chuva e temporais para todo o fim de semana em SC O
avanço de uma frente fria provoca instabilidade em todas as regiões de Santa Catarina neste fim de semana, com previsão de chuva e temporais, segundo a Defesa Civil estadual. Apesar da mudança no tempo, o calor segue intenso, com temperaturas acima dos 30 °C em todo o estado e podendo ultrapassar os 35 °C no Extremo Oeste, Vale do Itajaí e Litoral. De acordo com o órgão, a frente fria está associada à formação de um ciclone no oceano, no extremo sul da América do Sul. O sistema não deve causar impactos diretos em Santa Catarina, mas contribui para o aumento das instabilidades atmosféricas. Na sexta-feira (16), ainda predominam temporais típicos de verão, especialmente entre o Meio-Oeste e o Litoral catarinense, com maior intensidade nas áreas de serra. Mesmo isolados, esses temporais podem ser acompanhados de vendavais e chuva intensa em curto período, perdendo força ao longo da noite. Ainda segundo a Defesa Civil, no sábado (17), o dia começa com tempo firme em grande parte do estado. A partir da tarde, porém, a aproximação da frente fria favorece a formação de temporais em todas as regiões, com risco de ventos fortes e chuva pontualmente intensa. As áreas com maior atenção são o Alto Vale do Itajaí, Planalto Norte e Litoral Norte, onde podem ocorrer alagamentos,
enxurradas, destelhamentos e danos na rede elétrica. No domingo (18), o cenário se repete, calor persistente e condições favoráveis para temporais em todo o estado devido à passagem da frente fria. A partir da madrugada de segunda-feira (19), o tempo tende a ficar mais firme e as temperaturas diminuem. No Litoral, o vento sul sopra com intensidade moderada a forte, com velocidades entre 25 e 35 km/h e rajadas que podem chegar a 70 km/h em áreas costeiras. Apesar do alívio no calor
no início da semana, a tendência é de elevação gradual das temperaturas nos dias seguintes. A Defesa Civil reforça as orientações de segurança, recomendando que a população busque abrigo em locais seguros durante os temporais, evite áreas próximas a árvores, placas e postes em caso de vento forte e nunca atravesse ruas alagadas ou pontes submersas. O órgão também orienta o acompanhamento constante dos Avisos e Alertas Meteorológicos pelos canais oficiais.
¹ dá ouvidos às minhas palavras, ó Senhor, atende à minha meditação. Salmos 5:1
Expediente Editor Chefe: Reinor Marcolino - Reg.SC 02.423-JP
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Treze de Maio de luto
Comunidade do Lageado se despede de Ivair Vitoreti, ícone de solidariedade e simplicidade A
localidade de Lageado e todo o município de Treze de Maio perderam, na quinta-feira (08), uma de suas figuras mais emblemáticas. Aos 81 anos, faleceu o senhor Ivair Vitoreti, um homem cuja existência se confundiu com a própria história de sua terra natal. Mais do que um morador, Ivair foi um pilar de sustentação para a comunidade, um empreendedor rural visionário e um ator político que nunca abriu mão da ética.
a região com as próprias mãos. No Lageado, sua presença era sinônimo de união. Não havia atividade comunitária, festa de padroeiro ou mutirão de vizinhos que não contasse com sua voz experiente e seus braços dispostos. Para ele, a simplicidade não era apenas um estilo de vida, mas um valor inegociável.
Uma Vida Dedicada às Raízes
Ivair Vitoreti foi um exemplo da força do agronegócio familiar. No campo, sua atuação foi marcada pela diversidade e pela busca constante por excelência. De seus pomares de laranja aos engenhos que produziam melado e a tradicional cachaça da região, tudo o que Ivair tocava carregava a marca da dedicação. Sua propriedade não
Nascido em 14 de fevereiro de 1944, Ivair atravessou oito décadas como um guardião das tradições locais. Sua trajetória foi pautada pelo binômio trabalho e altruísmo. Conhecido pelo sorriso franco e pelo vigor físico e moral, ele se tornou o símbolo de uma geração que construiu
O Empreendedor da Terra
era apenas uma unidade de produção, mas um ponto de encontro. Ivair mantinha as portas sempre abertas para o diálogo, recebendo com a mesma fidalguia desde os trabalhadores locais até figuras ilustres e autoridades, como o saudoso Nelson Ghisi e Dona Celinha Ghisi. Ele acreditava que a prosperidade só era plena se fosse compartilhada com a vizinhança. Coragem e Retidão na Vida Pública A política foi outra grande paixão de Ivair, encarada não como profissão, mas como uma extensão de seu espírito de serviço. Membro histórico do antigo PFL, ele viveu o auge das disputas ideológicas e partidárias com um idealismo raro. Sua trajetória nas urnas e nos bastidores foi marcada pela resiliência.
Ivair enfrentou eleições memoráveis, incluindo uma disputa emblemática no Sindicato Rural. Mesmo quando confrontado com adversidades ou injustiças eleitorais, jamais permitiu que o amargor dominasse seu caráter. Mantinha a cabeça erguida, defendendo que a honra de um homem vale mais que qualquer cargo. Sua influência política foi decisiva em momentos cruciais de Treze de Maio. No final dos anos 80, quando imprevistos o impediram de levar adiante candidaturas próprias, ele não se omitiu; usou seu prestígio para apoiar e consolidar novas lideranças, como Zé Damiani, garantindo que o bem comum estivesse acima de ambições pessoais. Esse legado de civismo inspirou seus descendentes, que hoje carregam a responsabilidade de representar a família na vida pública e
social. O Luto de uma Comunidade Para os moradores, a partida de Ivair deixa um vazio que as palavras dificilmente preenchem. "Ele foi um homem que fez a diferença não por grandes alardes, mas pelos pequenos gestos de atenção e cuidado diário", comentam vizinhos consternados. Ivair personificava o espírito resiliente do povo de Treze
de Maio: trabalhador, de fé inabalável e profundamente conectado às suas origens. Ivair Vitoreti parte deixando a certeza de uma caminhada vitoriosa. Sua influência continuará viva em cada pé de laranja, em cada conversa de pé de ouvido na comunidade e no exemplo de dignidade que legou aos seus. Como a própria família resume neste momento de dor e saudade: "A vida segue com a cabeça erguida, pois Deus é mais".
Governador recebe representantes do setor produtivo do arroz para tratar sobre os desafios desta safra O
governador Jorginho Mello recebeu na tarde da última quarta-feira, 14 de janeiro, lideranças que integram a Câmara Setorial do Arroz de Santa Catarina. O encontro teve como foco a situação enfrentada pelo setor catarinense, especialmente diante da queda no preço do arroz e da proximidade do início da colheita. Atento a todas as manifestações, o governador ressaltou a importância do diálogo permanente com o setor produtivo. “Nós somos parceiros do setor em todos os pleitos”, afirmou
Jorginho Mello, que estará na cidade de Turvo, nesta quinta-feira, 15 de janeiro, para conferir de perto a realidade local e dialogar diretamente com os produtores. Durante a reunião, representantes do setor destacaram que Santa Catarina é o segundo maior produtor de arroz do Brasil, mas que os produtores vivem um momento de pressão econômica. Segundo as lideranças, o custo médio de produção gira em torno de R$ 75 por saca, mas os valores praticados no mercado estão abaixo
desse patamar. Parte das demandas também deverá ser levada ao governo federal. O governador destacou, ainda, que Santa Catarina é referência em diversas áreas justamente por valorizar quem produz e reforçou que o governo do Estado tem trabalhado para criar condições, dentro das políticas públicas estaduais, que apoiem os diferentes segmentos da economia catarinense. Ele também enfatizou que todas as reivindicações apresentadas serão analisadas com atenção. As demandas já foram encami-
nhadas para a Secretaria Estado da Fazenda para avaliação. “Vamos analisar as solicitações apresentadas e buscar o melhor caminho possível, dentro das competências
do Estado, para contribuir com o setor”, afirmou o secretário de Estado da Fazenda, Cleverson Siewert, que também participou da reunião.
Também participaram do encontro o deputado estadual e coordenador da Câmara Setorial do Arroz, José Milton Scheffer, e o prefeito de Tubarão, Estener Soratto.
04 diarioomunicipio.com.br Luiz Dilnei Borges dos Anjos Advogado – OAB/SC 25.954
Assinatura eletrônica e a validade jurídica do documento impresso A assinatura é a forma pela qual a pessoa física ou jurídica manifesta sua vontade quando realiza algum negócio jurídico ou quando profere alguma decisão pelas vias de um agente público. Com o aumento de procedimentos que viabilizam relações jurídicas em meios eletrônicos na rede mundial de computadores, foi necessário criar regras que possibilitassem assinar documentos eletronicamente com segurança jurídica. As principais regras criadas pelo Estado Brasileiro, nesse sentido, foram introduzidas pela Lei Federal n.º 14.063, de 23 de setembro de 2020, que dispõe sobre o uso de assinaturas eletrônicas no Brasil. O enunciado do inciso II do artigo 3º da referida lei define que “assinatura eletrônica são os dados em formato eletrônico que se ligam ou estão logicamente associados a outros dados em formato eletrônico e que são utilizados pelo signatário para assinar, observados os níveis de assinaturas apropriados para os atos previstos nesta Lei”. Uma dessas formas de assinatura eletrônica se dá por meio de certificado digital, que é, segundo o inciso III do artigo 3º da mesma lei, um “atestado eletrônico que associa os dados de validação da assinatura eletrônica a uma pessoa natural ou jurídica”. Existem outras formas de assinar eletronicamente um documento, que, embora não estejam previstos na lei acima, foram reconhecidas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) no REsp2159442 – PR com base na presunção de veracidade, como a assinatura simples, com login e senha, por exemplo, e a assinatura avançada, a qual exige que o processo de autenticação assegure a vinculação do signatário ao documento. Mas apenas a assinatura com certificado digital funciona no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil, que é uma cadeia hierárquica de confiança que viabiliza a emissão de certificados digitais para a identificação virtual de cidadãos e de empresas. Contudo, a operacionalidade dessa forma de assinar ainda está pouco difundida entre os cidadãos, principalmente devido às dúvidas que surgem em relação à assinatura do documento eletrônico quando impresso pelo signatário. É comum que alguns profissionais e leigos, quando assinam um documento eletronicamente, imprimam-no em meio físico, a fim de realizar negócios jurídicos e/ou pleitear direitos. Porém, considerando que a lei prevê que os dados somente se ligam entre si em formato eletrônico, os documentos impressos, em algumas situações, podem não ter validade. Importa dizer que, caso os arquivos eletrônicos sejam mantidos e disponibilizados eletronicamente, sendo possível verificar sua validade por meio de códigos de segurança, como um QR Code, por exemplo, então o documento impresso pode ter validade. Ou seja, para ter validade jurídica, deve ser possível acessar o formato eletrônico da assinatura que conecta o signatário ao arquivo digital assinado, a fim de verificar sua autenticidade. Dentre as versões impressas consideradas válidas estão as certidões emitidas por cartórios, que possuem QR Code, e os documentos assinados por agentes públicos nos sistemas dos Tribunais, que possuem código e chave. Entretanto, muitos arquivos assinados eletronicamente não contam com uma forma de verificação de validade na forma impressa, o que representa que a assinatura eletrônica depende da tecnologia digital para a verificação de sua integridade. Por isso, se a versão impressa do documento assinado eletronicamente que não possuir códigos de segurança para atestar sua autenticidade, o documento impresso não tem validade. A maneira de conferir quem assinou eletronicamente um documento em arquivo PDF (Portable Document Format), em inglês, ou em formato de documento portável, em português, por exemplo, é no “painel de assinatura”, que pode ser aberto com suporte do programa visualizador de PDF Adobe Acrobat Reader, no canto superior direito. Portanto, isso só pode ocorrer na versão eletrônica, nunca no documento impresso. Um dos motivos que induzem as pessoas a pensarem que é possível imprimir um documento assinado eletronicamente sem os recursos para a conferência de sua autenticidade é o fato de que alguns assinadores digitais deixarem uma marca (nome completo) de quem assinou em algum local na página. Um exemplo disso é o assinador do programa Adobe Acrobat Reader, que, ao ser utilizado por um signatário, registra a assinatura em algum local na página, com o nome completo. Contudo, essa marca na página do PDF não representa a assinatura eletrônica em si, apenas a assinatura em um arquivo PDF, cujo registro é válido tão somente no painel de assinaturas, local que demonstra a vinculação dos dados. Outro tipo de assinatura eletrônica, bastante comum entre a população em geral, é a assinatura Gov.Br, cujo assinador é o próprio sistema Gov.Br, do Governo Federal. Um arquivo PDF assinado através da assinatura Gov.Br também deixa uma marca em algum lugar na página, mas somente é possível atestar sua autenticidade por meio da submissão do arquivo assinado eletronicamente ao site https://validar.iti.gov.br/. Logo, a versão impressa assinada via assinatura Gov.Br não tem validade jurídica também. A prova de que a marca na página não se trata de uma assinatura eletrônica é que existem assinadores digitais que não deixam marcas na página no documento assinado, como é o caso o assinador livre do Tribunal de Justiça Estado do Rio de Janeiro, que apenas registra a assinatura válida no painel de assinaturas do PDF. Portanto, é a certificação eletrônica, por meio de algum código de segurança, que confere validade jurídica ao documento assinado eletronicamente, visto que o documento impresso, nesse caso, serve apenas de apoio para uma simples conferência. Assim, entende-se que negócios jurídicos podem ser prejudicados se o signatário de um arquivo PDF imprimir o documento e não mantiver o acesso à versão digital do respectivo documento em um momento futuro.
16 de Janeiro de 2026
Mergulhador nada entre destroços de antigo naufrágio no Farol de Santa Marta
U
m mergulho registrado no mar do Farol de Santa Marta, em Laguna, revelou de perto os destroços de uma embarcação centenária que naufragou na região no início do século passado. O empresário João Baiuka, conhecido por atuar no turismo local e proprietário de uma pousada no Farol, nadou entre as estruturas submersas e compartilhou as imagens nas redes sociais.
Os restos visíveis no fundo do mar são atribuídos ao Vapor Catalão, navio que encalhou na região em março de 1911. A embarcação, que fazia sua primeira viagem sob bandeira brasileira, teria naufragado após enfrentar forte correnteza e cerração, segundo registros históricos. Apesar do acidente, não houve mortes entre os tripulantes. Com cerca de 100 me-
tros de comprimento, o Vapor Catalão transportava passageiros, além de centenas de animais, como bois e carneiros, que em sua maioria foram resgatados na época. Hoje, mais de um século depois, o que restou do navio está parcialmente tomado pela areia e pela vida marinha, servindo de abrigo para peixes e chamando a atenção de curiosos e mergulhadores.
ESTADO DE SANTA CATARINA MUNICÍPIO DE SANGÃO AVISO DE LICITAÇÃO PROCESSO LICITATÓRIO Nº 002/2026/PMS PREGÃO ELETRÔNICO Nº 002/2026/PMS CÓD. REGISTRO DE INFORMAÇÃO (E-SFINGE): FF365C4942A6493A2762F3222F92B7A20A04AF3B OBJETO: A presente licitação tem por objetivo registrar preços com a finalidade de selecionar a proposta mais vantajosa para futura(s) e eventual(is) contratação(ões) de empresa(s) especializada(s) para prestação de serviços e fornecimento de materiais gráficos em atendimento às Secretarias Municipais de Sangão/SC, suas unidades vinculadas e departamentos e IMASA, conforme as especificações mínimas constantes no edital, termo de referência e demais anexos. RECEBIMENTO DAS PROPOSTAS: das 07h30min do dia 19/01/2026 até às 08h59min do dia 02/02/2026. ABERTURA E JULGAMENTO DAS PROPOSTAS: às 09h do dia 02/02/2026. INÍCIO DA SESSÃO DE DISPUTA DE PREÇOS: às 09h01min do dia 02/02/2026. REFERÊNCIA DE TEMPO: Horário de Brasília (DF). LOCAL: www.portaldecompraspublicas.com.br. Acesso identificado. INFORMAÇÕES E/OU CÓPIA NA ÍNTEGRA DESTE EDITAL: No endereço Rodovia SC 443, Km 02, Centro,
CEP
88.717-000,
Sangão/SC,
pelo
telefone
(48)
3656-3500,
através
www.sangao.sc.gov.br e diretamente no site www.portaldecompraspublicas.com.br. CASTILHO
Sangão/SC, data da assinatura digital. SILVANO VIEIRA:7504042 5953
Assinado de forma digital por CASTILHO SILVANO VIEIRA:75040425953 Dados: 2026.01.15 15:04:22 -03'00'
CASTILHO SILVANO VIEIRA PREFEITO MUNICIPAL
do
sítio
eletrônico
oficial
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Prefeitura de Sangão inicia pavimentação em rua do Distrito Morro Grande com investimento de R$ 519 mil A
Prefeitura de Sangão segue investindo na melhoria da infraestrutura viária do município. Está em andamento o recapeamento asfáltico da Rua São Tomé, localizada no distrito de Morro Grande, com investimento total de R$ 519.338,27. Do valor total da obra, R$ 400.000,00 são oriundos de emenda parlamentar do deputado estadual Camilo Martins, recursos viabilizados por meio da articulação do vereador Alécio Goulart, enquanto o restante é custeado com recursos próprios do município. O serviço consiste na aplicação de uma camada asfáltica sobre a pavimentação existente em lajotas,
uma solução técnica que traz diversas vantagens. Como a via já possui solo previamente compactado e sistema de drenagem implantado, o recapeamento garante maior durabilidade, melhor desempenho estrutural da pavimentação e mais agilidade na execução da obra. Segundo o prefeito Castilho Silvano Vieira, a obra atende a uma necessidade antiga da comunidade. “A Rua São Tomé já apresentava pontos danificados e precisava de melhorias. Com a aplicação do asfalto, vamos garantir mais conforto, segurança e qualidade de vida para quem mora e para todos que passam diariamente por essa via”, destacou o prefeito.
Usina de asfalto atende município de Sangão nesta quinta e sexta-feira A
equipe de traba lho da usina de asfalto do CIM-Amurel iniciou hoje de manhã (15) a pavimentação de duas ruas em Sangão, o terceiro município a ser atendido pelo Consórcio após a entrada em operação da usina, em meados de dezembro de 2025. Estão sendo feitos serviços de pintura de ligação e reperfilagem. Pintura de ligação é a colocação camada fina de material betuminoso sobre a base, que atua como um ele-
mento ligante entre a camada posterior da via. Reperfilagem é a colocação da capa de espessura menor, que prepara para aplicação posterior da camada asfáltica de rolamento. A colocação desta última camada também será feita pela CIM-Amurel. Somadas as duas ruas, a extensão linear chega a 540 metros, e 3.772 metros quadrados de pavimentação. O serviço deve ser concluído até o final desta sexta-feira (16).
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16 de Janeiro de 2026
Parceria garante espaço para Cia Novo Olhar apresentar peça de Páscoa em Tubarão A
Cia de Teatro Novo Olhar, projeto desenvolvido pela ATIDEV, firmou uma parceria com a Fundação Municipal de Cultura de Tubarão que já começa a render resultados práticos para os alunos. O acordo foi alinhado em um encontro entre a coordenadora do projeto, Silvana Zardo, e o diretor-presidente da Fundação, Alyson Oliveira. Como primeiro fruto da parceria, os alunos da companhia terão um espaço garantido na Arena para a apresentação da tradicional peça de Páscoa, prevista para o mês de maio. Além do espetáculo, o local também será utilizado para a realização de ensaios preparatórios, ampliando as condições de trabalho e a estrutura
disponível ao grupo. Incentivo à cultura inclusiva A iniciativa representa um avanço importante para o fortalecimento da cultura inclusiva no município. A Cia Novo Olhar é reconhecida por ser a primeira escola teatral de Tubarão formada por alunos com cegueira ou baixa visão, atuando na promoção da acessibilidade, da expressão artística e da inclusão social por meio do teatro. Com a parceria, o projeto amplia suas possibilidades de atuação, oferecendo mais visibilidade aos talentos dos alunos e contribuindo para a valorização do tra-
balho artístico desenvolvido ao longo do ano. Apoios que viabilizam o projeto O projeto Cia de Teatro Novo Olhar é realizado por meio do Programa Federal de Incentivo à Cultura e conta com o apoio de importantes parceiros da iniciativa privada e do setor público, como Grupo Giassi, GAM e Celesc. A expectativa é que a colaboração com o poder público municipal fortaleça ainda mais o projeto, abrindo caminho para novas apresentações, ações culturais e oportunidades para os alunos nos próximos meses.
Bolsa Atleta e Bolsa Técnico quebram recorde de inscrições em 2026 TUBARÃO
A
s inscrições para os programas Bolsa Atleta e Técnico em 2026 quebraram o recorde no Município de Tubarão nesta edição, o que gera uma expectativa de um número de bolsas a serem concedidas jamais vista no município. O período de inscrições se encerrou no último dia 9, e, logo depois, teve início o processo de análise, que segue em andamento. “Tivemos 296 inscrições este ano, contra 190 em 2025, recorde absoluto na história do benefício na cidade. E é importante ressaltar ainda que essas bolsas, mesmo com esse recorde, devem fi-
car na nossa região, resultado que devemos às nossas associações, nossos técnicos e aos nossos atletas, que conseguiram resultados expressivos em 2025. Dado o número de inscrições, e o histórico que temos de que em sua grande maioria elas são aprovadas para a concessão do benefício, a expectativa, caso se confirme, é de que o programa invista mais de R$ 3,3 milhões no nosso esporte este ano que, além da base, terá como foco a terceira idade, que pela primeira vez será agraciada com o Bolsa em virtude do bom resultado obtido nos Jasti”, explica o diretor-presidente da Fundação Municipal de Esporte, Carlos Zamparetti.
As novas regras dos programas, apresentas nos respectivos editais, se mostraram incentivadoras desta grande procura, pois ampliaram o número de contemplados. Por exemplo, no caso dos atletas, serão contemplados aqueles competidores que conseguiram alcançar até o quarto lugar nas competições oficiais da Fesporte no ano passado, como Olesc, JASC, Joguinhos Abertos, JESC, Parajasc e Jasti. Nas modalidades coletivas, agora as equipes que se classificarem entre o primeiro e o terceiro lugares nas etapas regionais e comprovarem a participação na etapa estadual terão direito ao be-
nefício. Por sua vez, no Bolsa Técnico, o programa passou a adotar critérios de meritocracia para definição do valor a ser concedido. O cálculo será baseado em sistemas de pontuação diferenciados para
modalidades coletivas e individuais, de forma a vincular diretamente o benefício ao resultado obtido pelos atletas e equipes. Desta maneira, técnicos com melhor desempenho terão pontuação maior, enquanto resultados abaixo do es-
perado podem reduzir o valor. De acordo com o cronograma constante nos editais, o resultado final dos contemplados no Bolsa Atleta e no Bolsa Técnico 2026 serão divulgados no dia 26 deste mês.
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Estudo aponta mais 365 mil pessoas em situação de rua no Brasil O
número de pessoas que vivem em situação de rua continua crescendo no país. Em dezembro de 2024 havia 327.925 pessoas vivendo nas ruas do Brasil. No final do ano passado esse número chegava a 365.822 pessoas. Os dados são de levantamento do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua, da Universidade Federal de Minas Gerais (OBPopRua/Polos-UFMG), divulgado nesta quarta-feira (13). O levantamento foi feito com base nos dados do Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico), que reúne os beneficiários de políticas sociais, como o Bolsa Família, e serve como indicativo das populações em vulnerabilidade para quantificar os repasses do governo federal aos municípios. De 2020 a 2021, quando teve início a pandemia da covid-19, o número de pessoas em situação de rua havia caído, passando de 194.824 para 158.191 pessoas. Mas em 2022, voltou a subir e vem crescendo de forma contínua desde então. A maioria dessa população que vive nas ruas se encontra na Região Sudeste do país, so-
mando 222.311 de pessoas, o que representa 61% do total no país. Em seguida aparece a Região Nordeste, com uma população de 54.801 pessoas em situação de rua. Só no estado de São Paulo estão concentradas 150.958 pessoas em situação de rua, seguida pelos estados do Rio de Janeiro (33.656) e Minas Gerais (33.139). O Amapá é o estado com o menor número de pessoas nessa condição, somando 292. Para os pesquisadores do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua, quatro situações podem explicar esse aumento: O fortalecimento do Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) como principal registro da população em situação de rua e de acesso às políticas públicas sociais do país; A ausência ou insuficiência de políticas públicas estruturantes voltadas para essa população, tais como moradia, trabalho e educação; A precarização das condições de vida principalmente após a pandemia; e As emergências climáticas e deslocamentos forçados na Amé-
rica Latina. Em entrevista à Agência Brasil, Robson César Correia de Mendonça, do Movimento Estadual da População em Situação de Rua de São Paulo, disse que apesar das políticas públicas que fizeram a insegurança alimentar grave diminuir no país LINK 3, ainda há muita gente passando fome no país. “Acho que está crescendo o número de pessoas em situação de rua em todo o Brasil e em São Paulo por uma série de fatores. Mesmo com a questão da queda acentuada das pessoas em alta vulnerabilidade social, ou seja, de combate à fome, ainda existe muita fome no Brasil. Existem pessoas que não conseguem se alimentar porque tem que pagar o aluguel ou porque tem que comprar remédio”, avalia. Ele mesmo disse que tem dificuldades para pagar por todos os remédios que precisa tomar por seus problemas de saúde. “Se eu tivesse que comprar o que eu tenho que comprar para as doenças que eu tenho, eu precisaria receber dez salários desses para poder comprá-los. Só a máscara que eu preciso usar custa R$ 6 mil. Tem outros remédios que custam entre R$ 700
ou R$ 800. Como é que uma pessoa vai conseguir pagar aluguel, água, luz, alimentação e medicamentos com um ou dois salários mínimos? Ela não tem condições”, ressaltou. Na opinião de Mendonça, outro fator que tem contribuído para esse aumento é o avanço tecnológico, que tem trazido ainda mais dificuldades para quem busca um emprego. “As pessoas não passam por uma reciclagem para se aperfeiçoarem na questão do trabalho”. Para ele, a solução para esse problema passa pela capacitação, pelo enfrentamento ao preconceito contra essas pessoas e também por políticas voltadas à moradia e ao emprego. “É preciso tratar de uma maneira para que não se veja a população de rua como um ser de outro planeta, mas como um cidadão desempregado, que precisa de uma chance para reingressar ao mercado de trabalho. Quando o Brasil tomar conhecimento e quando o governo se conscientizar de que ele não tem que tratar a população em situação de rua criando guetos, mas tratar como cidadão desempregado, criando capacitação e, principalmente, sensibilizando os empresários
Operação investiga fraude online que desviou mais de R$ 330 mil de faculdade em SC D
urante a operação, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão nos Estados de Goiás e do Rio Grande do Sul Foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (15) a Operação Blind Eye, que tem como objetivo desarticular uma rede de “laranjas conscientes” envolvida em uma sofisticada fraude financeira cibernética. O esquema desviou mais de R$ 330 mil de uma instituição de ensino superior em Santa Catarina. Durante a operação, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão nos Estados de Goiás e do Rio Grande do Sul, tendo como alvo seis pessoas apontadas como peças centrais na recepção e pulverização dos valores desviados. Além das buscas, a Vara Regional de Garantias da Comarca de Chapecó autorizou a quebra dos sigilos ban-
cário e telemático dos investigados, medida que permitiu o rastreamento detalhado da rede de contas utilizada para dispersar o dinheiro, prática comum em esquemas de lavagem de dinheiro. A operação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e a investigação é conduzida pelo CyberGAECO em conjunto com a 1ª Delegacia de Polícia Civil de Chapecó. Fraude envolveu malware bancário e transferências rápidas De acordo com a apuração policial, o crime foi executado com o uso de malwares bancários de alto nível, que permitiram aos criminosos capturar as credenciais de acesso de uma funcionária da instituição de ensino.
para que deem empregos para essas pessoas, aí sim isso começa a mudar”, defendeu. “O problema não está na população de rua, mas no governo que não encara a temática da população em situação de rua como tem que ser encarada, com seriedade, com dignidade e respeito”, acrescentou. Programas A Secretaria de Desenvolvimento Social do estado de São Paulo informou que “tem trabalhado de forma integrada com os municípios para a redução da população de rua em todo o estado”. Segundo a secretaria, a pasta já repassou R$ 633 mi-
Polícia Civil prende suspeito de homicídio em Jaguaruna
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Em uma ação rápida e coordenada, foram realizadas transferências via Pix, TED e pagamentos de boletos, totalizando um prejuízo de R$ 339.930. Para dificultar a identificação dos responsáveis, os autores utilizaram infraestrutura internacional, incluindo VPNs com servidores localizados na Holanda. Apesar disso, a análise técnica conseguiu mapear o caminho de cada valor transferido, identificando contas bancárias criadas especificamente para receber os recursos ilícitos.
Investigação mira “laranjas conscientes” O foco desta fase da operação é a responsabilização dos titulares das contas utilizadas no esquema. Segundo a investigação, não se trata de vítimas de uso indevido de dados, mas de pessoas que cederam voluntariamente suas informações bancárias, mediante vantagens financeiras, para viabilizar a fraude. Esses indivíduos são apontados como participantes ativos do esquema, atuando como facilitadores essenciais para o desvio de valores e a lavagem de dinheiro.
lhões para as prefeituras paulistas desde o início desta gestão, sendo que R$ 145,6 milhões desse valor seriam exclusivos para ações voltadas à população em situação de rua. Além disso, informa a pasta, foram ampliados os serviços que são ofertados para essa população, tais como a criação de 24 novas unidades do Bom Prato, programa que oferece alimentação de qualidade a um custo acessível. Outro programa que foi ampliado foi o Serviço de Acolhimento Terapêutico Residencial e que permite, segundo a secretaria, “a conquista da autonomia, com renda e moradia às pessoas em situação de rua afetadas pelo uso de substâncias psicoativas”.
Polícia Civil prendeu temporariamente, nesta quarta-feira (14), o suspeito de envolvimento no homicídio de um homem de 46 anos ocorrido no Balneário Copa 70, em Jaguaruna. A prisão foi realizada com apoio da Delegacia de Investigação Criminal (DIC) de Lages, cidade para onde o suspeito havia fugido após o crime. Além da prisão, os policiais cumpriram mandado de busca na residência atual do investigado, onde apreenderam dois aparelhos celulares. O homicídio ocorreu na noite de 30 de novembro de 2025, dentro da residência da vítima.
O corpo foi localizado apenas no dia seguinte por moradores da região, que estranharam o cachorro da vítima solto na rua, fato considerado incomum, e decidiram verificar a situação no imóvel. No curso da investigação, a Polícia Civil já havia apreendido roupas utilizadas pelo suspeito no dia do crime, encontradas na casa de uma familiar em Jaguaruna. Em interrogatório, o investigado confirmou que esteve na residência da vítima e relatou ter entrado em luta corporal, mas negou lembrar de agressões com instrumentos perfurantes.
08 diarioomunicipio.com.br
16 de Janeiro de 2026
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