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ED.1872 - TER 29-09-2020

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ANO 23 - EDIÇÃO 1872 - R$ 2,00

TERÇA-FEIRA 29 DE SETEMBRO DE 2020 www.omunicipio.com

Mais de 10 quilos de cocaína são apreendidos em Tubarão; droga está avaliada em R$ 400 mil PÁGINA 07

Chuva cessa nesta segunda-feira, mas volta com trovoadas na quarta

Mercado financeiro aumenta projeção da inflação para 2,05%

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29 de Setembro de 2020

GERAL

Chuva cessa nesta segunda-feira, mas volta com trovoadas na quarta

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semana será de clima instável na região Sul catarinense, alternando dias frios, quentes, chuva e sol. Esta segunda-feira, dia 28, é um reflexo disso. Após chuva e trovoada durante a madrugada, o sol deve aparecer em alguns momentos no período da tarde, quando os termômetros devem atingir 24°C. De acordo com o climatologista da Epagri, Márcio Sônego, a chuva só volta na quarta-feira, dia 30, trazendo consigo trovoadas para a região. “Amanhã bom tempo, começa frio, com 10°C e vai no máximo a 25°C. Quarta volta a ter chuva com trovoada, começa com 16°C e vai 25°C”, explica. Já na quinta-feira, dia 1°, a

chuva deve cessar novamente e a temperatura atingirá a máxima da semana chegando aos 27°C. Depois, com a chegada de uma nova frente fria ao Sul do estado, a chuva, com menor intensidade, deve acontecer entre sexta e domingo. “O mar está forte hoje, mas de quarta-feira em diante ficará calmo”, afirma Sônego. Terça-feira: mínima de 10°C e máxima de 25°C - céu ensolarado Quarta-feira: mínima de 16°C e máxima de 25°C - chuva e trovoada Quinta-feira: mínima de 12°C e máxima de 27°C - céu nublado Sexta-feira: mínima de 16°C e máxima de 21°C - chuva fraca.

Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Salmos 127:1

Expediente Fundado em 07 de junho de 1997

Fones: (48) 3624-2456

Editor Chefe: Reinor Marcolino - Reg.SC 02.423-JP Designer/Diagramação: Fabio Julio Gonçalves Desenhos: Vitor Bitencourt Colaboradores: Jaison Bez Fontana, Evandro Marques Pacheco, Arilton Barreiros, João Carlos Idalêncio. Impressão: Gráfica Alternativa - Criciúma

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Treze de Maio, Pedras Grandes, Morro da Fumaça, Capivari de Baixo e Tubarão. Assessoria Jurídica: Diógenes Luiz Mina de Oliveira - OAB/SC 26.894

Matérias assinadas e colunas são de responsabilidade de seus autores


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GERAL

Mercado financeiro aumenta projeção da inflação para 2,05% A

previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA - a inflação oficial do país) deste ano subiu de 1,99% para 2,05%. A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira, dia 28, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a projeção para os principais indicadores econômicos. Para 2021, a estimativa de inflação foi mantida em 3,01%. A previsão para 2022 e 2023 também não teve alteração: 3,50% e 3,25%, respectivamente. O cálculo para 2020 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Cen-

tral. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%. Para 2021, a meta é 3,75%, para 2022, 3,50%, e para 2023, 3,25%, com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo em cada ano. Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020

em 2% ao ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 2,5% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 4,5% ao ano e para o final de 2023, 5,50% ao ano. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros o objetivo é conter

a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Produto Interno Bruto As instituições financeiras consultadas pelo BC ajustaram a projeção para a queda da econo-

mia brasileira este ano de 5,05% para 5,04%. Para o próximo ano, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há 18 semanas consecutivas. Em 2022 e

2023, o mercado financeiro continua projetando expansão do PIB em 2,50%. A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,25, ao final deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5.

Santa Catarina tem 912 candidatos a prefeito e 19 mil a vereador

O

prazo para os pedidos de candidatura terminou no último sábado (26) e, como revela a plataforma Divulgacand, 912 candidatos a prefeito buscando comandar uma das 295 prefeituras de Santa Catarina, um crescimento de 20,95% em relação a 2016. Além disso, 19.570 candidatos colocaram seus nomes à disposi-

ção do eleitorado para entrar nas câmaras municipais de vereadores em todo Estado, crescimento de 21,36% com base na última eleição municipal. No Brasil, o site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que comporta o Divulgacand, recebeu 19.135 pedidos de candidatura para as prefeituras e 19.167 pedidos

de vice-prefeitos. Nas eleições de 2016, foram 16.565 pedidos de candidatura para prefeito, crescimento de 15,51%. A discrepância entre candidaturas de prefeito e vice ocorre por causa das substituições e desistências. Segundo a assessoria de comunicação do TRE-SC (Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina),

alguns candidatos fizeram o pedido no sistema e desistiram da candidatura, mas os dados não são apagados. Também houve crescimento de candidaturas para o cargo de vereador em todo Brasil e o país ultrapassou a marca de meio milhão de candidatos às câmaras municipais. Neste ano, 506.299 pedidos foram enviados

ao TSE para o cargo de vereador no país, crescimento de 9,26% em relação a 2016. Cientista político explica o crescimento de candidatos a prefeito e vereador De acordo com o professor do departamento de Sociologia e Ciência Política da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), Luís Felipe G. da Graça, o crescimento de candidaturas está relacionado a dois fatores. O primeiro é um fenômeno sociológico, enquanto o outro diz respeito à sobrevivência dos partidos políticos. O fator sociológico, na visão do professor, seria a permanência de uma rejeição às elites políticas tradicionais. Isso, segundo ele, é um movimento razoavelmente forte ainda em 2020, fazendo outros

partidos entrarem na disputa e abrindo espaço para mais nomes. “O outro fator é a mudança na regra de coligações. A partir desta eleição, não temos a formação de coligação para a votação de vereadores. Isso aumenta a quantidade de candidatos. Antigamente, os partidos menores se uniam aos maiores e lançavam somente um candidato na lista para conseguir se eleger”, explica o professor. Para Graça, essa mudança também aumentou a quantidade de candidatos a prefeito, pois, segundo ele, candidaturas fortes de prefeito costumam puxar votos para vereadores. Veja, a seguir, o quantitativo e crescimento de candidaturas para prefeito e vereador nas sete maiores cidades de Santa Catarina.


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GERAL

Santa Catarina ultrapassa a marca de mil propriedades certificadas livres de brucelose e tuberculose D

estaque internacional em sanidade agropecuária, Santa Catarina mais uma vez sai na frente com excelentes números na produção animal. Em setembro, o estado ultrapassou a marca de mil propriedades certificadas livres de brucelose e tuberculose, um marco importante que atesta a excelência sanitária dos rebanhos e o importante trabalho feito pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) nos controles sanitários na cadeia produtiva. A presidente da Cidasc, Luciane de Cássia Surdi, celebra essa importante conquista para Santa Catarina. “Precisamos estar sempre atentos e avançando nos controles. A parceria entre todos os envolvidos na cadeia produtiva, Governo, agroindústria, produtores rurais e entidades públicas e privada, é importante para que o estado possa conquistar níveis ainda maiores nos controles e na excelência sanitária. Muitas indústrias de laticínios pagam um adicional no preço do litro do leite quando a propriedade é certificada, essa vantagem incentivou os produtores na busca da certificação”, afirma Luciane. Para a médica veterinária e coordenadora do Programa Estadual de Erradicação da Brucelose e Tuberculose, Karina Diniz Baumgarten, alcançar a marca de 1.045 propriedades certificadas no estado é motivo de comemoração. “Hoje, Santa Catarina tem uma das menores taxas de prevalência de brucelose e tuberculose do Brasil. O último levantamento feito pela Cidasc constatou que menos de 1% do rebanho. Este índice é tão baixo que Santa Catarina é o estado bra-

sileiro mais próximo de obter a classificação de área de risco insignificante para essas doenças. É motivo de orgulho para todos os catarinenses e a Cidasc é parceira do produtor nesse processo”, destaca Karina. O Programa tem parceria com os órgãos públicos, enquanto certificadores dos processos, profissionais habilitados e entidades privadas. Certificação O saneamento dos estabelecimentos que aderem à Certificação de Propriedade Livre é feito mediante testes custeados pelos produtores e realizados em todos os animais da propriedade, os reagentes positivos são enviados para abate sanitário. Os testes são realizados por médico veterinário habilitado, com 6 e 12 meses de intervalo, e sem animais reagentes positivos. Terminado o período de testes a propriedade recebe o certifica-

do de propriedade livre de brucelose e tuberculose. A manutenção do status é condicionada ao cumprimento de todas as regras e normas sanitárias estabelecidas. Caso haja pretensão de ingresso de animais na propriedade são exigidos dois testes negativos, exceto se o gado for procedente de outra propriedade livre. A renovação do certificado é anual e os exames devem ser realizados antes de vencer a certificação. A erradicação da brucelose e tuberculose pode ser mais um diferencial competitivo do agronegócio catarinense. Médicos veterinários da Cidasc realizam, diariamente, educação sanitária nas propriedades rurais de todo o estado, demonstrando a importância da certificação para a valorização do plantel e na redução dos prejuízos do produtor rural com as perdas que ocorrem devido às doenças no rebanho. Karina destaca que

todos os anos são realizados aproximadamente 500 mil exames para analisar a presença das zoonoses no rebanho catarinense. O rebanho catarinense pode ser vacinado com amostra RB51, seguindo as normas do

Regulamento Técnico do Programa de Erradicação da Brucelose Bovina e Bubalina no Estado, atualizado em julho de 2017, pela Portaria SAR n°19/2017. Já o uso da vacinação em massa, com a B19,

é recomendado apenas para estados que possuem altos índices da doença, portanto é proibida em Santa Catarina para evitar custos desnecessários aos produtores e interferência nos testes de diagnóstico.


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Estadual: SC registra pior índice de isolamento social desde março S

egundo levantamento realizado pela empresa In Loco, que monitora a movimentação de smartphones, Santa Catarina registrou um índice de isolamento social de 31,3% na última sexta-feira (25). Esta é a menor taxa de isolamento desde o dia 13 de março, quando o Estado tinha apenas dois casos confirmados de Covid-19. O resultado também foi o terceiro pior do Brasil, ficando a frente apenas de Goiás (31%) e Tocantins (29,9%). No país, a média de isolamento social na sexta foi de 33,1%. No sábado (26), Santa

Catarina teve o quinto pior isolamento, com 35,4%, enquanto a média nacional ficou em 36,6%. Já no domingo (27), a situação melhorou no Estado. Com um clima instável na maior parte de Santa Catarina, o índice de isolamento chegou em 45,5%. O resultado foi o terceiro melhor do país, ficando atrás apenas do Rio Grande do Sul (52,2%) e do Acre (46,7%). O isolamento social é um dos indicadores utilizados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) para definir a avaliação de risco de propagação

da Covid. Segundo o último boletim, divulgado na quinta-feira (24), 13 das 16 regionais de saúde tiveram a pior avaliação possível no critério de isolamento social. Apenas Alto Uruguai, Oeste e Extremo-Oeste ficaram de fora da lista. A atualização dos mapas de risco combinam igualmente quatro indicadores – isolamento, testagem, reorganização de fluxos assistenciais, e ampliação de leitos de UTI. O baixo índice de isolamento dificulta que as regiões alcancem a classificação moderada (azul) e impede novas liberações.

Eleitor pode ser punido no uso errado da internet D

esde domingo, 27, conforme calendário do Tribunal Superior Eleitoral está permitida a propaganda eleitoral, inclusive na internet. Para manter a ordem o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) impõe alguns limites legais, tanto para partidos e candidatos, quando para eleitores. O cidadão comum ao usar a internet precisa ficar atento pois não está imune a punições. "O impulsionamento nas redes sociais pelo eleitor é proibido pela justiça eleitoral. Isso pode ser feito apenas por partidos políticos e candidatos", afirma Pierre Augusto Fernandes Vanderlinde, especialista em direito eleitoral. Outra questão envolvendo eleitor diz respeito

a forma como posta na internet. "O cidadão comum pode emitir opinião. Contudo dentro da razoabilidade. Se for constatado que é algo que entra na esfera pessoal do candidato, e que pode denegrir a imagem dele, a postagem deve ser retirada e a pessoa que postou receber punição na esfera cível." Vanderlinde, ainda esclareceu alguns outros pontos envolvendo propaganda sonora nessas eleições. "A lei agora classifica esse tipo de propaganda pela potência do som. Trio elétrico somente é permitido em comício, minitrio elétrico e carro de som somente em passeata e carreata. Carro de som, sozinho, não é mais permitido."


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Tubarão recebe exercício de Ajuda Humanitária nesta segunda-feira O

Governo do Estado informou que nesta segunda-feira, dia 28, o Exército Brasileiro e a Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC) darão início ao treinamento de Ajuda Humanitária, que prevê atividades simuladas envolvendo grande número de viaturas e equipes de profissionais em algumas localidades de Tubarão e Florianópolis. As atividades ocorrem entre hoje e 2 de outubro, e têm o objetivo de preparar as agências de resposta para atuarem em situações de desastres naturais. Em Florianópolis, serão realizadas simulações de atividades no Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cigerd). Já em Tubarão serão realizadas as ações simuladas preparadas com o maior realismo possível para os profissionais envolvidos. Para isso, foram montados cenários de resgates, transporte de vítimas, transposição de áreas alagadas, dentre outras situações que podem acontecer em uma tragédia real. Durante os dias de treinamento ocorrerá grande circulação de viaturas e tropas na região. É importante destacar para a população que os cenários criados com ocorrências e figurantes são fictícios e a movimentação será apenas em função do Simulado de Ajuda Humanitária. O treinamento também conta com a participação do Corpo de Bombeiros Militar (CBMSC), Polícia Militar (PMSC), Polícia Civil (PCSC), Departamento de Administração Prisional (Deap) e Defesa Civil muni-

cipal de Tubarão. Vale destacar que os atendimentos dos órgãos de emergência, durante os dias do treinamento, não serão afetados, funcionando normalmente através dos telefones de cada instituição. Braço forte, mão amiga Além dos militares do Exército sediados em Tubarão, participarão do 4º Exercício de Ajuda Humanitária militares de Florianópolis, Blumenau, Criciúma, Lages, Porto União e Curitiba (PR). As atividades contarão, ainda, com a participação de militares da Marinha do Brasil. O Exército Brasileiro participa, em todo o território nacional, de atividades de apoio à população em situações de calamidade, tais como as desencadeadas nas enchentes de 1974 no Sul do Estado e as do Vale do Rio Itajaí (SC), nos anos de 1983 e 2008, além dos deslizamentos de terra na região serrana do Rio de Janeiro em 2010. Nesse contexto e, segundo a doutrina do Exército Brasileiro (EB), surgem as Operações de Cooperação e Coordenação com Agências (OCCA), que são Operações executadas por elementos do EB em apoio aos órgãos e instituições definidas genericamente como Agências. Um exemplo desse tipo de Operação são as de Ajuda Humanitária. Em consonância com a Constituição Federal e a Lei Complementar n.º 97, de 1999, e no cumprimento das missões precípuas e subsidiárias das Forças Armadas, o Exército Brasileiro mantém efetivos militares em condições permanentes

de atuar em ajuda humanitária à população brasileira. Nesse sentido, com a finalidade de preservar a capacidade operativa das tropas, o Comando Militar do Sul promoverá um exercício, empregando a 14ª Brigada de Infantaria Motorizada, a fim de propiciar o treinamento necessário à rápida atuação das forças de ajuda humanitária. Para os dias de simulado o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) empregará duas equipes de Forças-Tarefa (FTs), compostas por Bombeiros Militares especializados em atividades relacionadas a desastres climáticos. Além dos profissionais das FTs, serão deslocadas ainda viaturas específicas para a atividade, ferramentas e maquinário, além de outros bombeiros para atuação em busca e resgate. Também serão disponibilizados militares para as áreas de coordenação e gerenciamento. As operações serão coordenadas pelo Comandante da 1ª Região de Bombeiros Militar, coronel BM Cesar de Assumpção Nunes, que junto com as demais instituições mapeou os cenários do exercício, fará do sistema de comando de operações (SCO). O CBMSC criou as equipes de Forças-Tarefa em janeiro de 2011 para o atendimento das situações extremas. Hoje o estado possui 14 FTs, com 274 Bombeiros Militares disponíveis, divididos em equipes multidisciplinares estruturadas para atendimentos de desastres naturais ou calamidades públicas. Es-

tes profissionais passam por cursos específicos de: Combate a Incêndio Florestal; Busca e Resgate em Estruturas Colapsadas; Intervenção em Áreas Deslizadas; e Busca e Resgate em Inundações e Enxurradas, sendo empregados de acordo com a situação. As FTs são autossuficientes, possuem equipamentos, alimentação, alojamento e recursos próprios, permitindo que a logística e o deslocamento sejam mais rápidos, quando uma equipe é acionada. Cada FT possui um comandante e um subcomandante que, obrigatoriamente, são oficiais militares e responsáveis pelo gerenciamento da equipe. Preservar a ordem, proteger a vida A Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) atuará em conjunto com as demais forças sob comando do comandante-geral, coronel Dionei Tonet, e o subcomandante-geral, coronel Marcelo Pontes, que farão a supervisão das atividades da PMSC. O responsável da operação, que estará presente em todos os dias do evento, será o comandante da 8ª RPM, coronel Jefer Francisco Fernandes. A PMSC atuou em inúmeras ações humanitárias em catástrofes naturais em nosso Estado, como as enchentes em Tubarão em 1974, em Blumenau em 1982, no Furacão Catarina em 2005, na grande enchente do vale do Itajaí em 2008 e no incidente

químico na cidade de São Francisco do Sul no ano de 2013. Nessas eventualidades, as unidades locais, em conjunto com a Polícia Militar Ambiental e unidades especializadas, são as primeiras a serem acionadas para o socorro e segurança devido as suas particularidades instrumentais, capacidade humana instalada e localização. A partir de 2009, iniciaram-se estudos no comando-geral da instituição com vistas a um projeto para implantação do Programa de Ajuda Humanitária, que hoje conta com equipamentos adquiridos e policiais treinados para emprego nesses eventos. Defesa Civil somos todos nós Dentro do cenário de operação a Defesa Civil de Santa Catarina vai colocar em atividade a estrutura de gerenciamento de crises que é referência nacional e internacional. Durante todos os dias do 4º Exercício de Ajuda Humanitária, o Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres do Es-

tado (CIGERD), em Florianópolis, fará o acompanhamento das atividades simulando ocorrências reais. Da mesma forma, interligado com o CIGERD regional de Tubarão e as bases de operações. O Chefe da Defesa Civil do Estado, Aldo Batista Neto, reforçou que o simulado é de fundamental importância para a integração de todas as agências que atendem a população durante eventos severos. “O treinamento garante a padronização de ações e, assim, promove uma resposta mais rápida e eficiente para os catarinenses nos mais diferentes tipos de situações”, finalizou. No dia 28 de setembro serão realizadas atividades em Florianópolis, no Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cigerd), a partir das 14 horas. Entre os dias 29 de setembro a 2 de outubro, serão desenvolvidas atividades simuladas na cidade de Tubarão, na Base de Operações da 3ª Companhia de Infantaria Motorizada e no Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres de Tubarão.

(48) 3628-1261 (48) 98843-6550 (48) 98836-1632

Rodovia BR-101, - km-341 S-03 Humaitá de Cima, Tubarão, SC - Cep: 88708-350


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Mais de 10 quilos de cocaína são apreendidos em Tubarão; droga está avaliada em R$ 400 mil U

m homem de 30 anos foi preso por tráfico de drogas nesse domingo, dia 27, na BR-101 em Tubarão. Ele conduzia um veículo Peugeot 207, placas de Novo Hamburgo, onde a Polícia Rodoviária Federal (PRF) localizou 10,5 quilos de cocaína em um fundo falso no painel. A ocorrência foi registrada em frente à Unidade Operacional da PRF. O motorista estava nervoso e os agentes rodoviários constataram que ele possuia antecedentes criminais por tráfico de drogas e porte ilegal de armas. A droga foi avaliada em 400 mil reais e o traficante afirmou que estava transportando a cocaína de Piçarras (SC) para revender em Porto Alegre, onde mora. Ele receberia R$ 2 mil reais para fazer o transporte, foi preso em flagrante e encaminhado para a Polícia Civil de Tubarão.

Após perseguição e acidente na BR-101, PRF apreende 30 quilos de maconha

cas de Criciúma, alvo de abordagem no trem carregamento cho de Sangão da rodocom 30 quilos de via federal. Segundo informamaconha foi interceptado pela Polícia Rodo- ções da PRF, o motorisviária Federal (PRF) na ta não obedeceu a ornoite desse domingo, dem de parada e fugiu dia 27, na BR-101. A em alta velocidade chedroga estava em um ve- gando atingir 160 km/h. ículo Hyundai I30, pla- Chovia no momento da SANGÃO

U

perseguição, aumentando o risco de acidente. Após 13 quilômetros de acompanhamento tático, o motorista perdeu o controle da direção em uma curva, saiu da pista e capotou o veículo. Dentro do carro os policiais rodoviários en-

contraram duas caixas de papelão com 30 kg de maconha. Os dois ocupantes do veículo, de 22 e 28 anos, já tinham passagens por tráfico de drogas. Eles foram presos em flagrante e conduzidos para a Polícia Civil de Tubarão.


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Confiança da indústria atinge maior nível desde janeiro de 2013 O

Índice de Confiança da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 8 pontos na passagem de agosto para setembro deste ano. Com o resultado, o indicador chegou a 106,7 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos, o maior nível desde janeiro de 2013, quando também registrou 106,7 pontos. Dezoito dos 19 segmentos industriais pesquisados registraram aumento da confiança de agosto para setembro. O Índice da Situação Atual, que mede a confiança dos empresários no momento presente, cresceu 9,5 pontos e chegou a 107,3 pontos. Já o Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, subiu 6,3 pontos e atingiu 105,9 pontos. “Na opinião dos empresários, a demanda estaria satisfatória, o nível de estoques está confortável e haveria expectativa de aumento de produção e do quadro de pessoal no curtíssimo prazo. Esse resultado sugere que o pior da crise já foi superado e que o setor teria fôlego para continuar a apresentar resultados positivos no próximo trimestre”, afirma a economista da FGV Renata de Mello Franco. Há, no entanto, uma preocupação do setor com relação aos próximos seis meses. “Uma cautela possivelmente motivada pela incerteza com relação aos rumos da economia após a retirada dos programas emergenciais do governo”, diz Renata de Mello Franco.

(48) 3624 2423


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