ANO 21 - EDIÇÃO 1409 - R$ 2,00
QUINTA-FEIRA, 29 DE OUTUBRO DE 2018 www.omunicipio.com
Jair Messias Bolsonaro é eleito presidente do Brasil PÁGINA 03
Comandante Moisés (PSL) Acidente resulta em quatro da Fumaça é eleito governador de SC mortes em Morro PÁGINA 07 PÁGINA 05
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GERAL
A semana vai começar com a presença do sol
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manhã teremos o domínio de uma massa de ar seco que irá garantir um dia de sol pelo Estado. Só chamo atenção que no Litoral, Vale do Itajaí e Norte ele deverá dividir espaço com momentos de maior coberturas de nuvens. Isso porque ao longo desta segunda-feira o vento entra para Nordeste trazendo umidade do mar para estas regiões. Sobre o ciclone do último sábado, tivemos ra-
jadas moderadas a forte em algumas cidades, posso dizer que ele não influencia mais. No mar, ainda temos ondas um pouco maiores afastado da costa, mas aos poucos a condição vai voltando a normalidade. Como já ocorreu na manhã desse domingo, o dia amanhã irá começar com temperaturas amenas até com frio no Planalto. Porém, teremos um dia bem de primavera, ou seja, durante à tarde tem-
peraturas agradáveis nhecer, já não será tanto com certo aquecimento. quanto as últimas madrugadas. TEMPO NESTA TERÇA-FEIRA O TEMPO INSTÁVEL VOLTA A previsão é que tenhamos um dia onde o Posso adiantar que sol novamente vá apare- ainda nesta semana a cer em todas as regiões. chuva deverá voltar. EnAs nuvens ainda irão fa- tre quarta e quinta a prezer companhia ao sol no visão é de muitas nuvens, Litoral, Vale do Itajaí e pouco sol e momentos de Norte, mas não passan- chuva. Isoladamente podo disso. Apesar de ain- derá até chover forte, soda diminuir um pouco bretudo no Oeste durante a temperatura no ama- a quarta-feira.
A nossa alma escapou, como um pássaro do laço dos passarinheiros; o laço quebrou-se, e nós escapamos. Salmos 124:7
Expediente Fundado em 07 de junho de 1997 Editor Chefe: Reinor Marcolino - Reg.SC 02.423-JP Designer/Diagramação: Fabio Julio Gonçalves Correção: Jatênia Elza Serafim da Silva Desenhos: Vitor Bitencourt Colaboradores: Jaison Bez Fontana, Vilson Schambeck, Evandro Marques Pacheco, Arilton Barreiros, Beto Madeira, João Carlos Idalêncio, Ramon Freccia. Impressão: Gráfica Alternativa - Criciúma
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Jair Messias Bolsonaro é eleito presidente do Brasil Jair Messias Bolsonaro, do PSL, foi eleito o 38º presidente da República neste domingo (28) ao derrotar em segundo turno o petista Fernando Haddad, interrompendo um ciclo de vitórias do PT que vinha desde 2002. A vitória foi confirmada às 19h18, quando, com 94,44% das seções apuradas, Bolsonaro alcançou 55.205.640 votos (55,54% dos válidos) e não podia mais ser ultrapassado por Haddad, que naquele momento somava 44.193.523 (44,46%). No discurso da vitória, Bolsonaro afirmou que o novo governo será um "defensor da Constituição, da democracia e da liberdade". Aos 63 anos, capitão reformado do Exército, deputado federal desde 1991 e dono de uma extensa lista de declarações polêmicas, Jair Bol-
sonaro materializou em votos o apoio que cultivou e ampliou a partir das redes sociais e em viagens pelo Brasil para
obter o mandato de presidente de 2019 a 2022. Na campanha, por meio das redes sociais e do aplicativo de mensagens WhatsApp, apostou em um discurso conservador nos costumes, de aceno liberal na economia, de linha dura no combate à corrupção e à violência urbana e opositor do PT e da esquerda. Com isso, se tornou um fenômeno eleitoral ao vencer a corrida presidencial filiado a uma legenda sem alianças formais com grandes partidos, com pouco tempo na propaganda eleitoral de rádio e TV e distante das ruas na maior parte da campanha, em razão do atentado no qual sofreu uma facada que o perfurou no abdômen. Após quatro vitórias consecutivas do PT em eleições presidenciais (2002, 2006, 2010 e
2014), o novo presidente eleito se apresenta como um político de direita. Vitorioso na primeira vez em que se candidatou a presidente, Bolsonaro sucederá Michel Temer (MDB), vice de Dilma Rousseff (PT) que assumiu o governo em 2016 devido ao impeachment da petista. Propostas de Bolsonaro Bolsonaro criou uma espécie de alto comando da campanha que o levou à Presidência, composto pelos três filhos que são políticos (Carlos, Flávio e Eduardo);o advogado Gustavo Bebianno, presidente do PSL; o economista Paulo Guedes, e generais da reserva, com destaque para o general Augusto Heleno. Guedes assumiu o papel de embaixador de
Bolsonaro junto ao mercado financeiro, e os generais ajudaram a conter resistências ao nome do capitão nas Forças Armadas. Políticos também apoiaram Bolsonaro, a exemplo do deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), já anunciado como ministro da Casa Civil no novo governo. A soma do trabalho desse grupo mais restrito resultou no plano de governo e em propostas apresentadas durante a campanha: • Promessas de Bolsonaro • Redução do número de ministérios dos atuais 29 para cerca de 15, com cortes de cargos e fim das indicações políticas • Redução da carga tributária e desburocratização • Privatização ou extinção de estatais • Imposto de renda:
alíquota única de 20% e isenção na faixa até 5 salários mínimos • Reforma política e o fim da reeleição • Expulsão de médicos cubanos que não conseguirem revalidar o diploma no Brasil e "credenciamento universal" de médicos para atendimento no SUS • garantia de retaguarda jurídica de "excludente de ilicitude" para civis e policiais • mudança no Estatuto do Desarmamento e tipificação de ações do MST como terrorismo • redução da maioridade penal • resgate do projeto das 10 medidas contra a corrupção • mudanças na Lei Rouanet, que reverte recursos para cultura • aproximação com EUA, Japão, Europa e Israel e distanciamento da Venezuela.
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Bolsonaro diz que fará um governo 'defensor da Constituição, da democracia e da liberdade' O
presidente da República eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou neste domingo (28), ao ler o discurso da vitória na porta da casa dele, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, que o novo governo será um "defensor da Constituição, da democracia e da liberdade"."Faço de vocês minhas testemunhas de que esse governo será um defensor da Constituição, da democracia e da liberdade. Isso é uma promessa, não de um partido, não é a palavra vã de um homem, é um juramento a Deus", afirmou. Bolsonaro afirmou no discurso que assumiu o compromisso de fazer um “governo decente”, formado por pessoas com o propósito de transformar o Brasil em uma “grande, próspera, livre e grande nação”. Bolsonaro declarou que a “liberdade é um princípio fundamental” e citou como exemplos a liberdade de ir e vir, político e religiosa, de informar e de ter opinião e de fazer escolhas. “Como defensor da liberdade, vou guiar um governo que defenda e proteja os direitos do cidadão que cumpre seus deveres e respeita a leis. Elas são para todos porque assim será o nosso governo: constitucional e democrático”, declarou o presidente eleito. O presidente eleito declarou que a futura administração precisa criar condições para “que todos cresçam”. Segundo ele, o governo federal vai reduzir estrutura e burocracia e cortará “desperdícios e privilégios”. “Nosso governo vai quebrar paradigmas, vamos confiar nas pessoas, vamos desburocratizar, simplificar e permitir que o cidadão, o empreendedor, tenha mais liberdade e construir o seu futuro. Vamos desamarrar o Brasil”, declarou. Bolsonaro declarou que seu governo “respeitará de verdade a federação”, garantindo que os recursos federais cheguem aos estados e municípios. “Precisamos de mais Brasil e menos Brasília”, disse. Ele reafirmou a defesa do
direito de propriedade e destacou a intenção de realizar de reformas, mas não disse no discurso quais seriam. O presidente eleito declarou que seu governo quebrará o “ciclo vicioso do crescimento da dívida” para estimular investimentos e gerar empregos. “Emprego, renda e equilíbrio fiscal é o nosso compromisso para ficarmos mais próximos de oportunidades e trabalho para todos”, afirmou. No discurso, Bolsonaro ainda agradeceu às equipes da Santa Casa de Juiz de Fora (MG) e do hospital Albert Einstein, de São Paulo, locais pelos quais passou após o atentado no qual recebeu uma facada em setembro, durante ato de campanha. Bolsonaro disse que os jovens do país vivem um período de estagnação econômica e prometeu que isso mudará, já que, afirmoum governará “com os olhos nas futuras gerações, e não na próxima eleição”. Sobre as relações com outros países, disse que libertará o “Brasil e o Itamaraty” – o presidente eleito é crítico do apoio dos governos petistas a países como Venezuela e Cuba. Ele ainda defendeu buscar relações bilaterais com países que agreguem valor econômico e tecnológico aos produtos brasileiros. “Libertaremos o Brasil e o Itamaraty das relações internacionais com viés ideológico a que foram submetidos nos últimos anos. O Brasil deixará de estar apartado das nações mais desenvolvidas”, declarou. Questionado após a leitura do discurso sobre a divisão do Brasil, Bolsonaro disse que trabalhará para “pacificar o Brasil”. “Não sou Caxias [Duque de Caxias], mas sigo o exemplo desse grande herói brasileiro. Vamos pacificar o Brasil e, sob a Constituição e as leis, vamos constituir uma grande nação”, declarou. Sobre a montagem do futuro governo, o presidente eleito afirmou que três no-
mes estão acertados – em entrevistas anteriores, Bolsonaro havia declarado que Onyx Lorenzoni será o ministro da Casa Civil, Paulo Guedes o ministro da Fazenda e o general Augusto Heleno, ministro da Defesa. O presidente eleito ainda disse que “está quase certo” que o Marcos Pontes, o primeiro astronauta brasileiro a ir para o espaço, fará parte do governo. Bolsonaro não citou qual seria o cargo ocupado por Pontes, cotado nos bastidores para assumir um ministério na área de ciência e tecnologia. Os demais integrantes do governo será anunciado “com muita cautela”, segundo o presidente eleito. Pelo Facebook
Antes do discurso da vitória, Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo pelo Facebook na qual disse que pretende "resgatar o Brasil". "Estou muito feliz, e missão não se escolhe nem se discute, se cumpre. Nós juntos cumpriremos a missão de resgatar o nosso Brasil", declarou o presidente eleito. Bolsonaro afirmou que terá condições de governabilidade e cumprirá todos os compromissos assumidos. "Temos tudo para sermos uma grande nação. Temos condições de governabilidade dados aos contatos que fizemos nos últimos anos com parlamentares, todos os compromissos assumidos serão cumpridos com as mais variadas bancadas, com o povo em cada local do Brasil que me estive presen-
te", declarou. Depois da transmissão no Facebook, Bolsonaro participou de uma corrente de oração conduzida pelo senador Magno Malta, na porta da casa dele. Trump Bolsonaro fez uma segunda transmissão pelo Facebook neste domingo, na qual informou ter recebido um telefonema de felicitações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Acabei de receber ligações de alguns líderes, entre eles o presidente dos Estados Unidos acabou de nos ligar, nos desejou boa sorte e, obviamente, foi um contato bastante amigável”, disse Bolsonaro. O presidente eleito reafirmou a intenção de fortalecer
relações com países “sem viés ideológico” e apontou a necessidade de nomear um ministro das Relações Exteriores que “conversa com o mundo todo” de olho em um projeto para o Brasil incrementar o seu comércio. Bolsonaro também abordou planos para o Ministério da Educação. Seu governo quer um “ensino de qualidade” para que os jovens sejam bons profissionais e patrões. Ele defendeu “deixar de lado” temas relacionados à ideologia no ensino. “Vamos também, junto ao Ministério da Educação, deixar de lado qualquer temática voltada para ideologia ou voltada para o desgaste dos valores familiares. A família estará em primeiro lugar”, afirmou o presidente eleito.
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Comandante Moisés (PSL) é eleito governador de SC C
omandante Moisés, do PSL, foi eleito neste domingo (28) governador de Santa Catarina em eleições de segundo turno. Com 100% dos votos apurados, segundo o Tribunal Superior Eleitoral, Moisés teve 2.644.179 votos (71,09%) dos votos válidos e Gelson Merísio (PSD), 1.075.242 votos (28,91%). Votos brancos (3,60%) e nulos (8,13%) somaram 494.098 votos. Houve ainda 855.040 abstenções (16,87%). Somados brancos, nulos e abstenções, chega-se a 1.349.138 votos. Carlos Moisés da Silva nasceu em 17 de agosto de 1967 em Florianópolis. Atuou por mais de 30 anos no Corpo de Bombeiros da capital catarinense e das cidades de Criciúma e Tubarão, ambas no Sul do estado. Na maior parte do tempo, foi comandante do quartel. Está na reserva desde 2016. Também foi coordenador regional da Defe-
sa Civil. É formado em direito pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). Esta foi a primeira vez que disputou um cargo político. Nas pesquisas do primeiro turno feitas pelo Ibope, Moisés não estava entre os três primeiros colocados. Na última delas, divulgada dois dias antes da votação
do dia 5 de outubro, ele aparecia em quarto lugar, com 9% dos votos. Porém, obteve 29,72% dos votos no primeiro turno. Na pesquisa realizada na última sexta-feira (26), Moisés aparecia com 52% dos votos totais e 59% dos votos válidos. Na reta final da campanha do segundo turno,
Confira principais propostas • liberar o estado das ações que não consegue entregar, chamando parceiros da iniciativa privada • reduzir número de cargos comissionados e secretários de estado • Promover parcerias com instituições de ensino para o fomento do empreendedorismo. • Estimular a produção agropecuária e pesqueira com identificação geográfica, através de incentivos fiscais. • Fomentar o esporte como meio de prevenção, socialização e integração • Implementar a educação integral e incentivar o ensino técnico • Investir em saúde integral com foco em prevenção, diminuindo a morbidade, sofrimentos, tempo de espera e gastos com saúde pública • Aliar novos recursos tecnológicos potencializando a atividade de inteligência na segurança pública • Reestruturar o sistema prisional, fomentando parcerias público-privadas para a profissionalização do apenado, consolidando a custódia e a reinserção social • Fomentar a recuperação, manutenção e ampliação da malha rodoviária • Fomentar o saneamento básico e abastecimento de água
Apuração em SC Atualização em 20h06 com 15.562 seções apuradas do total de 15.562: • Comandante Moisés (PSL) - 71,09% - 2.644.179 VOTOS • Gelson Merísio (PSD) - 28,91% - 1.075.242 VOTOS • Brancos - 3,60% - 151.683 VOTOS • Nulos - 8,13% - 342.415 VOTOS • Abstenções - 16,87%
alegando problemas de saúde, Moisés não compareceu ao debate na NSC TV na quinta-feira
(25). Com isso, conforme as regras assinadas por representantes dos dois candidatos, o outro
candidato, Gelson Merísio (PSD) foi, então, entrevistado por 20 minutos ao vivo.
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Governador eleito em SC diz que quer estado mais ágil e competitivo E
leito governador do estado catarinense, Carlos Moisés da Silva (PSL), fez um pronunciamento à imprensa na noite deste domingo (28) na sede do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC), em Florianópolis. Em sua fala, Comandante Moisés afirmou que quer tornar o estado mais ágil e competitivo. “A nossa ideia é de exatamente fazer uma política diferente do que ela vem sendo feita ao longo de todos os anos. Nós pretendemos, daqui para frente, elaborar o projeto de lei que altera exatamente a estrutura do estado para depois pensarmos em pessoas. Nós temos um grupo de trabalho para fazer de Santa Catarina um estado mais ágil,
um estado competitivo e um estado que olhe para as pessoas", afirmou. Ele também citou o papel da tecnologia no futuro governo: “Para nós, não é uma festa, que isso fique registrado aqui, é sim o aumento do nosso compromisso de responsabilidade com o brasileiro, com o catarinense e dar seguimento ao avanço tecnológico, a modificação do estado, tornar o estado mais ágil, mais eficiente para que atenda aos fins públicos da segurança, da saúde, da educação e da infraestrutura. Esse é o nosso compromisso público com o catarinense”. O governador eleito também agradeceu os votos recebidos: “É uma satisfação estar aqui com os senhores
nesta noite. Uma noite que não é só uma noite festiva, é uma noite que remonta a responsabilidade que recai sobre os nossos om-
bros. Quero agradecer a todos os eleitores de Santa Catarina, todo o povo catarinense, os eleitores de coração também que vivem em
Santa Catarina pelos mais de 2,6 milhões de votos. Dizer que a gente tem plena consciência da responsabilidade que recai sobre os
nossos ombros”, disse o governador eleito". Após o pronunciamento, Carlos Moisés da Silva foi para casa com a família.
Derrotado no 2º turno, Gelson Merísio diz que 'verticalização' fez PSL vencer o governo de SC
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elson Merísio (PSD) perdeu a eleições para o governo de Santa Catarina neste domingo (28). Após a votação, em entrevista em Florianópolis, dis-
se acreditar que o resultado do segundo turno não foi favorável a ele pela "verticalização" do PSL nas urnas. Carlos Moisés da Silva (PSL) foi eleito gover-
nador de Santa Catarina com 2.644.179 dos votos válidos (71,09%) e Gelson Merísio (PSD) teve 1.075.242 votos (28,91%). Comandante Moisés já
estava matematicamente eleito quando a apuração chegou a 80,05%, segundo o Tribunal Superior Eleitoral. “Sinceramente, não houve eleição no segundo turno. Houve uma eleição no primeiro turno, que nos deu o primeiro lugar, depois houve uma eleição verticalizada, onde o eleitor compreensivelmente não quis discutir temas estruturais, preparo, experiência. Quis fazer um processo verticalizado e nós temos que respeitar. Não há nenhuma queixa, nenhuma reclamação”, disse Merísio. Gelson Merísio apoiou Jair Bolsonaro (PSL), eleito presidente do país, ain-
da no primeiro turno por acreditar "que das duas opções era a melhor para o Brasil". Entretanto, afirma que fará oposição ao governo de Moisés no estado. "E eu não sou o dono da verdade. Quem tem a razão é quem tem a maioria. E hoje meu oponente tem a maioria. Eu desejo a ele que faça o melhor para Santa Catarina e que de certo. No entanto, vamos no colocar no papel que o eleitor nos colocou. De oposição. De respeito ao que foi proposto. De um compromisso não assumido. Nós estamos falando de um estado com o melhor dos indicadores e pra se ter eficiência há que se ter gestão, preparo, efici-
ência”, completou. Histórico político Em 1988, Merísio foi eleito vereador em Xanxerê, no Oeste. Em 1991, foi escolhido o presidente da Câmara. Após dedicar alguns anos à iniciativa privada, voltou para a política como suplente de deputado estadual em 2005 na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). No ano seguinte, foi eleito deputado estadual. Em 2010, foi reeleito. No ano seguinte, foi escolhido presidente da Alesc. Foi eleito novamente deputado estadual em 2014. Em 2015, foi escolhido novamente presidente da assembleia. Esta foi a primeira vez que concorreu ao cargo de governador do estado.
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SEGURANÇA
Acidente resulta em quatro mortes em Morro da Fumaça U
m acidente entre dois veículos na noite de ontem, no Bairro Graziela, em Morro da Fumaça, acabou com a morte de quatro pessoas. Conforme informações do Instituto Geral de Perícias (IGP), a suspeita é de o condutor de um dos automóveis envolvidos, um VW Santana, com placas de Braço do Norte, seguia no sentido Criciúma para Morro da Fumaça e perdeu o controle do carro em uma curva e acabou colidindo com o veículo Ford Ka, com placas de Meleiro, que vinha no sentido contrário. Chovia no momento do acidente.
No VW Santana estavam duas pessoas, sendo o motorista identificado como Jorge Horácio do Fiori de Los Santos, de 30 anos, sem naturalidade identificada, e o caroneiro Valdemar Monteiro Galvão, de 36 anos, nascido em Jacinto Machado. Já no Ford Ka, estavam o condutor Eduardo Arcenio Soares, de 31 anos, natural de Imbituba e a caroneira Solange Pocomaier Martins, de 29 anos, natural de Criciúma O guarnições Corpo de Bombeiros de Morro da Fumaça e de Içara, além da Polícia Militar Rodoviária atenderam a ocorrência.
Homem é assassinado em Tubarão ALTERAÇÃO DE DATA DA AUDIÊNCIA PÚBLICA AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS FISCAIS - 1º SEMESTRE DO ANO DE 2018 A Administração Municipal de Jaguaruna informa que foi alterada a data da Audiência Pública que tem como objetivo demonstrar e avaliar o cumprimento das metas fiscais, referente ao primeiro semestre do ano de 2018, conforme determina a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000). Um dos pilares de sustentação da Lei de Responsabilidade Fiscal é a transparência da gestão fiscal mediante a participação popular. Assim, sua presença na Audiência Pública é de extrema importância pela oportunidade do efetivo exercício da cidadania e colaboração com o Poder Público.
TUBARÃO
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m homem foi assassinado na noite de
sábado, no bairro OficiQuando os bombeinas, em Tubarão. A víti- ros chegaram ao local, ma, de 30 anos, foi alve- no Morro do Beck, enjada com cinco tiros. contraram a vítima na via pública, nas proximidades da casa, com quatro tiros no crânio e um no tórax. Os criminosos utilizaram uma motocicleta Honda/NX-4 Falcon, que foi abandonada no bairro São João por dois homens que subiram a pé em direção ao morro.
AUDIÊNCIA PÚBLICA: Data: 08 de novembro 2018 (Quinta-Feira) Horário: 18h30 Local: Câmara Municipal de Jaguaruna – Rua Ivo Melo, 245, bairro Cristo Rei, Jaguaruna/SC
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Jaguarunenses saem as ruas para comemorar vitória de Bolsonaro A
pós o anúncio da vitória de Jair Bolsonaro a presidência da república, um grande número de simpatizantes do candidato eleito saíram as ruas em carreata comemorando a vitória do novo presidente do Brasil. A Avenida Duque de Caxias ficou superlotada de veículos com bandeiras e buzinaços comemorando a vitória de Jair Bolsonaro. Durante a comemoração era notável a felicidade no rosto das pessoas com a vitória de Bolsonaro na eleição presidencial. A comemoração foi até cerca das 22 horas, sem incidentes e problemas maiores.