Dia
ANO 20
04 Setembro SEGUNDA-FEIRA
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Nº 1153 - Valor R$ 2,00
Diário O Município
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Ruas no bairro de Costa recebem pavimentação
CONTRACAPA
Últimos detalhes do desfile de 7 de Setembro são definidos PÁGINA 05
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GERAL
MPSC requer ao TCE ampla auditoria no sistema de saúde no Estado
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Procurador-geral de Justiça, Sandro José Neis, anunciou, na sextafeira (1/9), uma série de medidas para apurar a situação financeira da área da saúde no Estado. Depois de avaliar procedimentos que investigam os mais diversos problemas na área já em curso no Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), o PGJ decidiu solicitar ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) uma auditoria em todo o sistema de saúde e à Assembleia Legislativa o resultado dos julgamentos das contas do Governo dos últimos cinco anos. O PGJ instaurou uma notícia de fato, procedimento interno que significa uma apuração prévia, e vai verificar se há indícios de responsabilidade do Governador do Estado por ato de improbidade administrativa nas contas da saúde. Para isso, vai requisitar informações a todos os Promotores de Justiça que investigam questões envolvendo a saúde no Estado. Ao todo, entre 2014 e julho de 2017, foram instaurados no MPSC mais de 8 mil inquéritos civis e procedimentos preparatórios pelas Promotorias de Justiça. Os Promotores de Justiça também já ajuizaram pelo menos 4 mil e 800 ações civis públicas. Tudo com o objetivo de adequar o fornecimento de insumos, serviços ou medicamentos para o atendimento à população catarinense. O Chefe do MPSC criou, ainda, um grupo de trabalho, formado por Promotores de Justiça, para atuar na 33ª Promotoria de Justiça da Capital, que possui atribuição exclusiva na defesa
da saúde em âmbito estadual, a fim de dar agilidade a todos os procedimentos que ali tramitam. A 33ª Promotoria de Justiça da Capital apura, por exemplo, a indisponibilidade do SAMU em razão da falta de combustível e de repasse financeiro e a possível paralisação e suspensão dos serviços prestados pela FAHECE no HEMOSC e CEPON também por atraso de repasse de recursos públicos. "O Ministério Público de Santa Catarina reconhece a gravidade do momento na prestação do serviço de saúde. É uma preocupação de todo o Ministério Público. A dívida do Estado com a saúde é extremamente preocupante, são mais de 500 milhões reconhecidos pela Secretaria Estadual da Saúde. É importante o conhecimento do sistema de gestão. Por isso, a importância da auditoria. Precisamos verificar se os serviços foram efetivamente prestados, como os recursos estão sendo aplicados e se o Governo do Estado vem atendendo os limites legais com o gasto na saúde ", afirmou o PGJ, em entrevista coletiva à imprensa. Também participaram da entrevista os Promotores de Justiça que integram o grupo de trabalho formado para atuação especial na área da saúde: as Coordenadoras do Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos, Caroline Cabral Zonta e Ariadne Clarisssa Klein; o Coordenador do Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude, João Luiz Botega; os Promotores da 33ª Promotoria de Justiça da Capital, Thiago Carriço de Oliveira e Bartira Soldera
Dias; e o Promotor de Justiça da Infância e Juventude, Benhur Poti Betiolo. ATUAÇÃO DO MPSC NA ÁREA DA SAÚDE
Inquérito Civil Público n. 06.2016.002933-8, que apura possível paralisação e suspensão dos serviços prestados pela FAHECE no HEMOSC e CEPON, por atraso de repasse dos recursos públicos da Secretaria de Estado da Saúde àquela fundação (33ª PJ da Capital). Inquérito Civil Público n. 06.2017.003651-0, que apura a indisponibilidade do SAMU em razão da falta de combustível e de repasse de valores (33ª PJ da Capital). Ação Civil Pública n. 08.2016.00401535-0, proposta em face do Estado de Santa Catarina para obrigá -lo a efetuar o pagamento de 16.149.960,00 (dezesseis milhões, cento e quarenta e nove mil, novecentos e sessenta reais) à Organização Social que executa o contrato do Hospital Infantil Dr. Jeser Amarante Faria, de Joinville, que ameaçava paralisar todos os serviços eletivos e de emergência em razão da falta de insumos e equipamentos. Inquérito Civil Público n. 06.2017.00004242-3, que apura a adequação do procedimento de transferência para Organizações Sociais dos serviços de saúde no Estado de Santa Catarina (33ª PJ da Capital). Inquérito Civil Público n. 06.2016.004442-2, que apura o não pagamento dos incentivos estabelecidos na Lei n. 16.159/2013 e destinados a consultas e exames de média e alta complexida-
de.
Inquérito Civil Público n. 06.2016.004050-0, que apura o atraso no repasse pelo Estado de valores destinados à Atenção Básica e à Assistência Farmacêutica, colocando em risco a continuidade dos serviços de saúde prestados pelos 295 municípios catarinenses. Inquérito Civil Público n. 06.2015.00009944-2, que apura a notícia da ausência de prestador no Estado para exames de alto custo de angiotomografia, angiorressonância, ressonância com e sem sedação, cintilografia pulmonar e linfocintilografia. Inquérito Civil Público n. 06.2016.00008931-5, que apura a falta de recursos humanos, medicamentos e manutenção de equipamentos no Hospital Governador Celso Ramos. Inquérito Civil Público n. 06.2016.00005442-6 , que apura a notícia da falta de materiais e manutenção de equipamentos no Setor de Emergência do Hospital Governador Celso Ramos. Inquérito Civil Público n. 06.2016.00004710-3, que apura a notícia de falta de materiais básicos e de irregularidades na unidade semi-intensiva (UTI neurocirúrgica) do Hospital Governador Celso Ramos. Inquérito Civil Público n. 06.2016.003881-5, que apura a escassez de leitos públicos de UTI no Estado e o descumprimento das regras da Política Nacional de Regulação pelas unidades hospitalares públicas e conveniadas. Inquérito Civil Público n. 06.2013.00003237-5, para apurar notícia de fechamento de 04 leitos de UTI Neonatal, suspensão de trata-
mento clínico para pacientes oncológicos, suspensão de cirurgias eletivas e suspensão das atividades do Posto 3 da MCD e para suprir técnicos de enfermagem nos Postos 1 e 2. Inquérito Civil Público n. 06.2017.005291-0, que apura a suspensão das cirurgias eletivas no Hospital Infantil Joana de Gusmão por falta de materiais cirúrgicos, medicamentos e de higiene. Ação civil pública n. 023.08.014424-4, que tem por objeto obrigar o Estado de Santa Catarina a contratar recursos humanos para adequação do atendimento nos Hospitais Florianópolis, Governador Celso Ramos, Infantil Joana de Gusmão, Nereu Ramos, Regional de São José e Maternidade Carmela Dutra.
(até 31 de julho de 2017). Dívidas com organizações sociais - total R$141.659.375,88. HEMOSC = R$ 30.368.505,52. CEPON = 47.099.448,96. Hospital Infantil Jeser Amarante = R$13.891.270,00. Hospital Regional de São Miguel do Oeste = R$10.465,508,93. Hospital Regional de Araranguá = R$4.278.015,91. Hospital Florianópolis = R$8.032.886,36. SAMU = R$27.523.740,20. Dívidas referentes a incentivos hospitalares, rede de urgência e emergência e incentivo maternidade - total = R$ 20.538.544,39. Dívidas referentes a convênios com hospiDívidas da Secretaria de tais terceirizados - total = Estado da Saúde R$21.529.508,28. Dívidas com fornecedoTotal reconhecido pela res: R$266.046.862,92. Secretaria de Estado da Dívidas com municípios: Saúde = R$508.370.197,85 R$51.353.961,24.
Tira a minha alma da prisão, para que louve o teu nome; os justos me rodearão, pois me fizeste bem. Salmos 142:7
Expediente Fundado em 07 de junho de 1997
Impressão: Gráfica Alternativa - Criciúma
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Proerd entrega cerca de 400 certificados a crianças do município pela conclusão das atividades CAPIVARI DE BAIXO
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iteralmente, faltou espaço no Centro Social Padre Hilário Puzisk, centro de Capivari de Baixo, para tantos pais e convidados, na formatura das cerca de 400 crianças do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência – Proerd. Para as crianças não faltou espaço: para elas, os melhores locais na plateia estavam reservados, afinal, os meninos e meninas entre 10 e 12 anos de idade eram as estrelas da festa. O comando da Polícia Militar da Região, do 5º Batalhão e do 3º Pelotão de Capivari de Baixo estava presente, além de policiais envolvidos direta e indiretamente no Proerd. É um programa cooperativo estabelecido entre a Polícia Mi-
litar, a Escola e a Família, e tem como objetivo capacitar crianças e adolescentes, a fim de obterem informações e adotar práticas saudáveis, afastando-as do vício das drogas e da violência. No município, foi desenvolvido com a participação da soldado Enelise, que atuou em 11 turmas de alunos e dos cabos Elisson e Vieira, com duas turmas cada um. O prefeito Nivaldo de Souza, o vice Aurimar da Silva, secretárias municipais e servidores públicos também prestigiaram a entrega dos certificados às crianças. Em sua fala, o prefeito destacou que a administração municipal procurou fazer todos os esforços possíveis para apoiar e viabilizar a execução do Proerd.
Audiência pública debate dificuldade de custeio do transporte escolar A
dificuldade financeira dos municípios no custeio do transporte escolar foi debatida em audiência pública realizada pela Comissão de Educação, Cultura e Desporto, no Plenarinho da Assembleia Legislativa. O cálculo feito pelo Estado para repasse de recursos aos municípios, a precariedade das frotas e a necessidade de regulamentação do monitor de transporte escolar foram alguns dos problemas debatidos durante a audiência. A deputada Luciane Carminatti (PT), presidente da Comissão de Educação, explicou que o transporte escolar é um direito assegurado na Constituição e que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) responsabiliza cada ente federativo pelo transporte dos alunos de sua respectiva rede. “O grande problema é que em Santa Catarina, os municípios, por convênio, assumiram a incumbência de realizar o transporte escolar da rede estadual. O Estado estipula valores insuficientes e constantemente atrasa o repasse dos valores. Além disso, não há planilha de custo do transporte esco-
lar e existem várias situações graves quanto à falta de qualidade no transporte escolar”, disse a deputada. O deputado federal Pedro Uczai (PT), co-proponente da audiência, informou que deve ser aprovado antes do final do ano, na Câmara dos Deputados, um projeto que estabelece um indicador de reajuste anual, Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate), pois o valor repassado pelo governo federal não sofre correção monetária e está desatualizado. “Em média, esse recurso equivale a 15% do custo do transporte escolar, participação que precisa ser aumentada.” O deputado também defendeu que seja dada prioridade na destinação de recursos do Plano de Ações Articuladas (PAR), para renovação da frota do transporte escolar, porque a substituição dos veículos velhos reduz o custo dos municípios com combustível e manutenção. Quanto ao transporte dos alunos da rede estadual, Uczai lembrou que, por lei, isso não é tarefa dos municípios, mas uma decisão política dos gestores, que pode ser revista.
Representando a Federação Catarinense dos Municípios (Fecam) na audiência, o prefeito de Urupema, Evandro Frigo Pereira, sugeriu ao Estado que possibilite o uso dos recursos repassados aos municípios para pagamento de pessoal. “Tem linhas em que o município transporta apenas alunos do Estado e não pode pagar motorista e o monitor com o recurso repassado.” Ele informou que, durante reunião promovida pela Fecam, no início do ano, foi constituída uma comissão em conjunto com a União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), para fazer o levantamento dos custos do transporte escolar. O promotor João Luiz de Carvalho Botega disse que a falta de transporte escolar ainda é um dos motivos da evasão. “É inadmissível que em 2017 a gente ainda esteja perdendo alunos por esse motivo. O transporte escolar é uma questão de prioridade política. É preciso lembrar que a infância e a juventude detêm prioridade absoluta no que diz respeito ao investimento. Isso não é uma escolha discricionária do ges-
tor, mas uma determinação constitucional”, explanou. Ele manifestou preocupação com a terceirização do serviço de transporte escolar, processo que encarece o serviço e não possibilita controle da qualidade. O cálculo do repasse O diretor de Articulação com os Municípios da Secretaria de Estado da Educação, Osmar Mattiola, informou que o transporte escolar é a segunda maior despesa do Estado na área da educação. Desde 2010, a secretaria aplica o critério da Densidade de Aluno Transportado (DAT) para cálculo dos repasses, em quatro categorias, conforme a quilometragem. “O DAT é um critério mais justo para os municípios que transportam menos alunos a maiores distâncias”, opinou. Anualmente, conforme o secretário, o governo debate os valores do transporte escolar com a Fecam e a Undime e houve acréscimo médio de 100% do repasse no período de 2010 a 2017. Hoje, 119 mil alunos da rede estadual são transportados pelos municípios. O custo médio do alu-
no transportado é de R$ 600 por ano, segundo cálculo da Secretaria de Educação. Mattiola reconheceu que há insuficiência de recursos e que em 2015 e 2016 houve atrasos nos repasses. “O transporte escolar é financiado pelo Fundeb [Fundo para o Desenvolvimento da Educação Básica], que teve decréscimo de recursos. Mas hoje os repasses estão em dia”, assegurou. O gestor também destacou que os valores repassados pelo governo federal via Pnate estão congelados desde 2010. Quanto à frota, Mattiola informou que de 2012 a 2016 foram repassados 240 ônibus adquiridos com recursos de emendas parlamentares da Bancada Catarinense.
ser oferecido e as despesas têm de ser pagas”, frisou. O deputado Dirceu Dresch (PT) apontou o problema da manutenção das estradas rurais, responsabilidade que cabe exclusivamente aos municípios. A conservação das estradas tem um custo alto e impacta diretamente no transporte escolar. “Há municípios do Planalto Norte em que os alunos ficam semanas sem aulas, por falta de condições nas estradas em períodos de chuvas”, exemplificou. O parlamentar também destacou preocupação com o fechamento de escolas na área rural. "Esse é um fator de grande impacto na agricultura familiar, pois afeta a permanência das famílias no meio rural."
Injustiça Proposições O secretário de Educação de Águas Mornas, Mário Fernandes, afirmou que não existe justiça no sistema atual. “Seja qual for a conta que o Estado faça para justificar a remuneração, nenhuma é justa.” Para ele, uma conta justa seria levantar o gasto com transporte escolar e fazer um cálculo per capita. “Caindo o Fundeb ou não, o transporte tem que
O público apontou diversas sugestões e proposições que serão enviadas pela Comissão de Educação à Fecam e à Undime, para os devidos encaminhamentos. A audiência pública será retomada no período da tarde, para debater especificamente o financiamento da educação (Fundeb).
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Estimativa populacional do IBGE reacende debate sobre as agências regionais
A divulgação, nesta semana, de um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a evolução populacional no país, no último ano, reacendeu os debates na Assembleia Legislativa sobre a efetividade das Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs). O tema foi levado à tribuna pelo deputado Valdir Cobalchini (PMDB), que apresentou os números relativos a Santa Catarina. Segundo o parlamentar, o estudo aponta o estado com 7.001.161 de habitantes, número 1,31% superior a 2016 e com uma das maiores taxas de crescimento entre os estados brasileiros. Para ele, o aumento populacional está ligado principalmente à migração de outras unidades da Federação e demonstra que, embora com problemas, Santa Catarina permanece atrativa aos brasileiros. Os problemas, disse, aparecem quando a situação é analisada sob a perspectiva dos municípios. “Nos chamou a atenção que, de cada 10 municípios que tiveram redução da população em relação ao ano anterior, 6 estão na região
Oeste do estado e os que tiveram crescimento ou estão no litoral, ou próximo. Estes números deixam muito claro que precisamos de uma política de desenvolvimento para o Grande Oeste de Santa Catarina.” Nesse ponto, a deputada Ana Paula Lima (PT) afirmou que o estudo do IBGE demonstraria a ineficácia das ADRS, criadas no ano de 2002 pelo então governador Luiz Henrique da Silveira, com o status de secretarias, com o objetivo de promover o desenvolvimento do estado. “Passaram-se 15 anos e não houve efetividade no propósito de manter as pessoas morando no interior do estado. Desejamos que esta Casa analise os projetos que tramitam com o propósito de extinguir estas estruturas.” A parlamentar referiase aos projetos de leis 221/2017, de sua autoria e 218/2017, do deputado Dóia Guglielmi (PSDB), protocolados com esta finalidade e que encontram-se em análise na Comissão de Constituição e Justiça sob a relatoria de Cobalchini. Em resposta, Cobalchini afirmou que as ADRs cumpriram sua meta de descentralizar
as ações governamentais e diminuir o processo de “litoralização” do estado, reconhecendo, entretanto, que as estruturas perderam efetividade e já não fazem sentido, sobretudo devido a um processo de “esvaziamento” ocorrido ao longo dos últimos anos. O deputado afirmou, entretanto, que vai esperar o retorno de um pedido de informações a diversas secretarias de Estado antes de emitir parecer sobre as matérias. “Faremos algumas indagações e depois de terem em mãos as respostas que pretendemos, vamos fazer o relatório, o voto e submetê-los ao julgamento das comissões e também do plenário, se for o caso.” Apesar das críticas, ele afirmou que as 35 estruturas regionais, ainda que passem por reformulações, não acarretam um peso excessivo aos cofres públicos, uma vez que são mantidas por 350 servidores comissionados, complementados pelo próprio quadro de efetivos do Executivo e que existem dentro de uma proposta de aproximar o governo da população. “A descentralização não pode mudar. Não podemos mais admitir que as decisões fi-
quem restritas a uma caneta em Florianópolis.” Em aparte, o deputado Manoel Mota (PMDB) anunciou que apoiará a manutenção das regionais. “Luiz Henrique administrou o estado por oito anos, com as regionais, sempre com uma gestão equilibradíssima, realizando poucos financiamentos. Nesse período, Santa Catarina cresceu muito e as ADRs foram peças fundamentais para isso.” Crise na atividade leiteira Dirceu Dresch (PT) demonstrou preocupação com a atual situação da atividade leiteira no estado. De acordo com o parlamentar, que participou nesta semana de diversos seminários sobre o tema no estado,
a abertura indiscriminada das importações vem ocasionando uma queda crescente dos preços do produto, prejudicando, assim, a fonte de renda de cerca de 70 mil famílias catarinenses e a base econômica de diversos municípios. Neste sentido, ele cobrou apoio governamental para a criação de políticas de incentivo ao segmento, tais como extensão rural, assistência técnica, acesso a tecnologias de pastagens, crédito regulador e a garantia de preço mínimo. "Precisamos encarar esses debates e não tenho dúvidas de que os governos precisam estar presentes com políticas protetivas, pois os pequenos não conseguem competir no mercado se não tiverem proteção do Estado. Precisamos estar atentos e construir políticas públicas nesta perspectiva”, disse. Legislação mais rigorosa Mauricio Eskudlark (PR) foi à tribuna para cobrar uma legislação mais rigorosa, visando coibir o crescente número de assassinatos de agentes de segurança no país. Durante o seu pronunciamento, ele destacou a morte de 100 policiais no Rio de Janeiro, somente neste ano e recente assassinato de um policial militar em Balneário Camboriú.
Para piorar o quadro, disse, fontes de inteligência da polícia levantaram que, nesta semana, integrantes de facções criminosas presentes no presídio de São Pedro de Alcântara determinaram ataques contra órgãos públicos e instalações policiais. “Isso não podemos permitir. Deputados federais e senadores precisam mudar a legislação urgente. Crime contra agente da Justiça precisa ser inafiançável e sem direito a proteção de pena”, frisou. Saúde x publicidade Dirceu Dresch foi à tribuna para criticar a situação da saúde pública no estado, questionando se o quadro é fruto de má gestão ou improbidade administrativa. Além da falta de transparência sobre a dívida do Estado com o setor, ele protestou contra a forma com que o governo vem administrando seus gastos com publicidade. “Pelo sexto ano consecutivo, se renova o contrato de publicidade do governo do Estado, com aditivos e sem licitação, o que poderia baratear os custos. A mesma empresa que fez a campanha do governador é que recebe mais recursos e vem recebendo aditivos acima de aditivos.” O deputado afirmou ainda que avalia propor uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre a questão.
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Últimos detalhes do desfile de 7 de Setembro são definidos TUBARÃO
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ntegrantes da Comissão Organizadora do Desfile de 7 de Setembro reuniram-se, na última semana, com os representantes das entidades que vão participar do desfile cívico. Durante o encontro, foram repassadas as últimas recomendações, bem como apresentada a ordem do desfile. Neste ano, cerca de 60 entidades, militares e civis, vão prestar homenagem à Pátria. E para que tudo ocorra bem, representantes das entidades que possuem veículos automotores, como os carros antigos e motocicletas, receberam ade-
sivos que identificarão os autorizados a entrar na avenida. “Todos os anos, pessoas que não pertencem a qualquer grupo automotor, acabam se inserindo no desfile, sem seguir as normas de trânsito ou cumprir o que foi acordado nas reuniões. Neste ano, veículos e motos sem a identificação emitida pela organização, não poderão entrar na avenida”, explica a coordenadora do desfile, Cristina Gomes dos Santos. O trajeto do desfile será feito no sentido Oficinas/Centro, por isso, as entidades participantes farão a concentração a partir da antiga rodoviária.
O palanque das autoridades voltará a ser instalado na praça Pery Camisão, pátio da Casa da Cidade. No ano passado, a área estava isolada devido à reforma e o palanque foi deslocado para as proximidades da Casa da Cidadania. O desfile será aberto às 8 horas, com hasteamento das bandeiras no palanque oficial e após a revista da tropa, que será feita pelo comandante da 3ª Cia de Infantaria, Major Marcelo Souza de Pinho e pelo prefeito Joares Ponticelli, inicia o desfile das entidades militares seguida pelas civis, como escolas, organizações culturais e esporti-
vas, bem como instituições que prestam algum tipo de trabalho social. Abertura da Semana da Pátria - Na sextafeira (1º) aconteceu, em frente ao Centro Municipal de Cultura - Museu
Willy Zumblick, a abertura da Semana da Pátria. O prefeito Joares Ponticelli e demais autoridades civis e militares fizeram o hasteamento das bandeiras, ao som do Hino Nacional Brasilei-
ro, que foi cantado pelo maestro Geraldo Corrêa. Alunos das escolas Maria Emília Rocha e Manoel Rufino Francisco também fizeram apresentações durante o evento.
Projeto Reeducar é lançado pelo Governo Municipal de Morro da Fumaça O
Governo do Município de Morro da Fumaça lançou o Projeto Reeducar, coordenado pelo departamento de Assistência Social, em parceria com entidades e profissionais liberais do município. O lançamento foi realizado na última semana, no hall de entrada da prefeitura, com a presença de autoridades, servidores e a comunidade. Os atletas de muay thai fizeram uma, demonstrando uma das atividades que vão estar disponíveis aos participantes do projeto. Segundo o prefeito Noi Coral, o Projeto Reeducar vai atender crianças e adolescentes que estão em situação de risco ou vulnerabilidade social com cursos, oficinas, palestras e prática esportiva. “Cada atividade que o município proporciona aos jovens con-
tribui na aquisição de hábitos saudáveis, fortalecimento da disciplina e os mantêm afastados dos perigos da rua”, disse. “Fica o desejo que de cada participante deste projeto abrace a oportunidade para o seu desenvolvimento pessoal”, completou o vice-prefeito, Eduardo Guollo. De acordo com a coordenadora de Assistência Social, Elaine Cristina Bortolatto, o projeto também está alinhado ao cumprimento de medidas socioeducativas previsto pelo Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). "Vamos auxiliar, acompanhar e orientar os adolescentes, trabalhando as suas habilidades e aptidões para a construção de um projeto de vida", ressalta. O tempo de permanência no projeto será de três a seis meses.
Muay thai aliado ao projeto Durante o lançamento, os alunos do professor Alexandre de Farias fizeram uma apresentação das atividades desenvolvidas no muay thai, que será uma das práticas esportivas no projeto. Segundo o professor, o esporte auxilia na defesa pessoal e trabalha com foco no respeito ao próximo e disciplina. "Alguns ídolos da área esportiva inciaram suas atividades com projetos deste gênero. Quem sabe, vamos ter futuro campeão brasileiro que começou o treino aqui em Morro da Fumaça", brincou o professor. Alguns kits com luvas, shorts, camisetas, protetor bucal e atadura foram entregues aos participantes.
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Alex Muralha emite nota oficial sobre capa do Jornal Extra: "Indignado" O
goleiro Alex Muralha se manifestou através de uma nota oficial sobre a capa do Jornal Extra de sexta-feira. Na chamada, o periódico afirmava que passaria a chamar o goleiro somente como Alex Roberto, justificando que as seguidas falhas o fizeram perder direito ao apelido. No comunicado, o jogador de 27 anos disse ter ficado indignado e se sentindo humilhado com o tom do texto publicado no jornal. Muralha afirmou que aceita críticas que "fazem crescer" e "brincadeiras da torcida", mas afirmou que o episódio passou "longe de ser uma
brincadeira", classificando-o como "humilhação" e "execração pública". “Ao tomar conhecimento do que o Jornal Extra, veículo de imprensa de tanta credibilidade e força, escreveu hoje a meu respeito, eu só posso me sentir indignado. Uma coisa são as críticas que recebemos e não sou contra, nos fazem crescer. Falhas fazem parte, em qualquer segmento. Estamos todos sujeitos a isso e buscamos corrigi-las. Brincadeiras da torcida também são normais, o futebol mexe mesmo com todos os brasileiros. Mas outra coisa é mexer com o ser
humano. Isso está longe de ser uma brincadeira. A palavra é humilhação, é execração pública”, escreveu. Na sequência, o goleiro comparou o teor do texto ao usado a "bandidos que cometem crimes" e classificou o posicionamento do jornal como de "mau gosto" e "irresponsável". “Seguiram linha semelhante a que usam ao se referirem a bandidos que cometem crimes. Sinceramente, eu me senti sendo 'fichado' como tal na capa do jornal. É muito sério. Foi ponsável. O termo ‘vulum posicionamento de go’, que citam no texto a mau gosto e até irres- meu respeito, é normal-
Tite convoca Jemerson e Alex Sandro para os lugares de Miranda e Marcelo O
zagueiro Jemerson, do Monaco e o lateral-esquerdo Alex Sandro, da Juventus, foram convocados na manhã desta sexta-feira para integrarem o grupo da seleção brasileira que vai enfrentar a Colômbia, na próxima terça, em Barranquilla, pelas eliminatórias da Copa do Mundo. Ambos vão se apresentar para os treinos na cidade de Manaus, sábado e domingo. Depois, viajarão junto com a delegação para a Colômbia. Eles substituem o cortado Miranda e o suspenso Marcelo. Na vitória por 2 a 0 sobre o Equador, em Porto Alegre, o zagueiro titular
ele não poderia fazer exercícios físicos pelos próximos dias. Marcelo, por sua vez, estava pendurado e recebeu o cartão amarelo na etapa final da partida. Contra a Colômbia, Thiago Silva e Filipe Luís serão os titulares nos lugares de Miranda e Marcelo.
fato que pode até incitar a violência”, disse Muralha.
Uefa comunica investigação sobre o PSG e Fair Play Financeiro N
se chocou com o goleiro Alisson no fim do primeiro tempo e, no intervalo, demonstrou perda parcial de memória, o que levou a CBF a encaminhá-lo a um hospital. Embora os exames tenham tido resultados normais, o diagnóstico de concussão recomendou o corte, já que
mente usado para designar bandido e isso causa constrangimento. É um
a sexta-feira, a Uefa abriu uma investigação formal sobre o Paris Saint-Germain como parte do monitoramento dos clubes em relação ao Fair Play Financeiro (FFP). A entidade avaliará se o clube respeitou as regras de equilíbrio, especialmente no recém encerrado mercado de transferências. O regulamento foi aprovado pela entidade europeia em 2010 e entrou em funcionamento efetivamente em 2011. Ele visa melhorar a saúde financeira dos clubes do continente e, basicamente, tem como meta equilibrar os gas-
tos dos times. Eles não podem gastar mais do que arrecadam. No entanto, em 2015, o texto foi atualizado e incluiu itens de controle de investimentos. O próprio PSG, o Manchester City e o Chelsea, financiado com bilhões por seus donos, inspiraram a atualização. No dia derradeiro da janela, o PSG contratou, por empréstimo, o atacante Mbappé, revelação do Monaco, com opção de compra em € 180 milhões (R$ 667,8 milhões na cotação atual) para justamente tentar burlar o FFP. No início de agosto, o clube
já havia gasto € 222 milhões em Neymar, no que virou a transação mais cara da história. Nos próximos meses, um comitê de investigação da Uefa, criado para controlar as finanças dos clubes, vai se reunir para avaliar cuidadosamente toda a documentação relativa ao caso. Em nota, a Uefa afirmou que considera o Fair Play um mecanismo crucial para garantir a sustentabilidade financeira dos clubes europeus. Ela ainda disse que não fará mais comentários até que a investigação seja concluída.
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Prédios, carros e residência de integrantes da segurança pública são alvo de criminosos em 11 cidades de SC E
ntre a noite de quintafeira (31) e a madrugada de sexta-feira (1), foram registrados casos de ataques criminosos a prédios, carro e residência de membros da segurança pública, em 11 cidades de Santa Catarina. Bases da PM, prédios públicos e uma delegacia foram alvos. Não há relatos de feridos. Conforme a Polícia Militar, há registros de ocorrências em Florianópolis, São José, Joinville, Criciúma, Camboriú, Palhoça, Navegantes, Araranguá, Balneário Rincão, Balneário Arroio do Silva e Balneário Gaivota. O comando geral da
Polícia Militar informou que "intensificou" operações para o enfrentamento à criminalidade, "principalmente relacionados aos acontecimentos recentes, envolvendo membros e instalações dos órgãos de segurança pública". PM intensificou operações Além de anunciar a intensificação das operações de combate à criminalidade após a noite de violência, o comando geral da PM em Santa Catarina afirmou, em nota, que "não divulgará informações referentes às
ações que estão sendo realizadas, com o intuito de não prejudicar o andamento das operações". "Considerando nossa missão constitucional, somos a última linha de defesa entre o cidadão de bem e a criminalidade, portanto, ataques a órgãos de segurança pública afrontam a sociedade Catarinense, a ordem pública e a paz social e isto não pode ser permitido", afirmou o comando geral da PM. "Jamais daremos trégua no nosso árduo ofício de defender o cidadão de bem, mesmo com o risco da própria vida", diz a nota.
No Comando Geral da PM, vereadores solicitam permanência de policiais na região MORRO DA FUMAÇA
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o Comando Geral da Polícia Militar, em Florianópolis, os vereadores José Carlos Bortolin, o Calita, Edivaldo Marcolino, o Vado e Raimundo Marques, o Mundi, todos do PMDB, além do vereador Alison Felix Bertan (PR), solicitaram a permanência na Região Sul dos novos recrutas que se formarão neste ano. O pedido foi protocolado ao assessor do comandante Paulo Enrique. “É fundamental que estes policiais permaneçam em nossa região para que a segurança seja reforçada. Recebemos informações positivas de que provavelmente estes recrutas ficarão aqui nos municípios do Sul”, comenta Calita. Ainda no Comando da PM, os vereadores reivindicaram a substituição dos coletes balísticos do efetivo de Morro da Fumaça. Conforme informações repassadas, os equipamentos foram adquiridos e passarão a ser entregues em breve. O encontro ainda contou com a presença do deputado estadual Manoel Mota (PMDB), que reforçou as solicitações.
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04 de Setembro de 2017
GERAL
Ruas no bairro de Costa recebem pavimentação
MORRO DA FUMAÇA prefeito Noi Coral, a previsão de conclus moradores das são da obra executaruas Silvia Cape- da pela empresa Seletti e Donato Taufenba- tep é para o final de ch acompanham o tra- novembro. “Nós querebalho promovido pelo mos ampliar as parceGoverno Municipal de rias do município com Morro da Fumaça para os deputados, senadopavimentação, calça- res, o governo estadumento e drenagem no al e federal, para mebairro de Costa. Mais lhorar as condições de de 290 mil reais foram trafegabilidade. Hoje investidos na obra, re- temos mais de 120 alizada em parceria en- ruas precisando de patre a Prefeitura e o Go- vimentação em Morverno Federal, com os ro da Fumaça”, declarecursos de emenda rou. “A pavimentação parlamentar viabilizada destas ruas é uma reipelo deputado federal vindicação antiga dos João Rodrigues. moradores e que, fiDe acordo com o nalmente, consegui-
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mos atender. Durante os próximos anos, pretendemos pavimentar a maior quantidade de ruas possíveis, dentro da capacidade administrativa, para melhor atender a comunidade”, enfatizou o vice-prefeito Eduardo Guollo. Após a conclusão das obras, o bairro de Costa vai ficar com apenas três travessas no aguardo da pavimentação. “No próximo ano, concluímos as travessas restantes e deixaremos este bairro 100% pavimentado”, finalizou o prefeito Noi Coral.
Informações: 3624-2226 99150-8766
dastonecenter@hotmail.com