SEXTA-FEIRA, 30 DE NOVEMBRO DE 2018
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CADERNO EDUCAÇÃO
CADERNO DE
EDUCAÇÃO Sul-Fluminense, sexta-feira, 30 de novembro de 2018 - Suplemento especial do Diário do Vale - Não pode ser vendido separadamente
Fies em 2019 deve ter mais de 10 mil vagas Fundo oferece financiamento com condições especiais no ensino superior privado Abr
O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) deverá ofertar, em 2019, 100 mil vagas financiadas pelo governo. A oferta está condicionada à disponibilidade de R$ 500 milhões provenientes do orçamento do Ministério da Educação. A decisão foi tomada pelo Comitê
Gestor do Fundo de Financiamento Estudantil e consta no Plano Trienal do Fies para o período de 2019 a 2021.O Fies oferece financiamento com condições especiais no ensino superior privado para estudantes que atendam determinados critérios.
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Estágio nas áreas de comunicação, administração e logística cresce
Novo Fies é voltado para estudantes com renda familiar per capita mensal de até três salários mínimos
Professor de BM é selecionado para Olimpíada de Saúde e Meio Ambiente O professor e coordenador do Museu Interativo de Ciências do Sul Fluminense do CIEP 054, na Vila Maria, em Barra Mansa, Luciano Gustavo Oliveira da Silva, foi selecionado entre 4.270 educadores responsáveis por 1.228 trabalhos desenvolvidos em todo país, para receber o Prêmio Especial Ano Oswaldo Cruz, durante a Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com o incentivo da prefeitura, diversos projetos estão sendo desenvolvidos pela rede municipal de ensino.
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Professordizqueprojetofoiproduzidocombasenas descobertasdocientistaCarlosChagas
O cenário econômico desfavorável no mercado celetista intensificou as buscas dos estudantes por uma oportunidade de estágio. A modalidade, que vem se estabilizando desde o ano passado, já apresenta uma retomada de vagas significativa e atrai os jovens a procura de uma colocação para não ficarem à
margem do mercado de trabalho. Como prova disso, a Companhia de Estágios, – consultoria e assessoria especializada em programas de estágio e trainee – registrou em seu ultimo balanço interno uma elevação, não só na oferta de vagas, como também no interesse dos jovens.
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Lançamento de plataforma digital visa melhorar ensino fundamental O Ministério da Educação (MEC) lançou o Programa Escola do Adolescente, que vai oferecer, por meio de uma plataforma digital, for mação e apoio técnico a professores e gestores de escolas públicas. O objetivo é melhorar o desempenho de estudantes nos anos finais
do ensino fundamental, ou seja, do 6º ao 9º ano. Para participar, estados e municípios devem fazer a adesão ao programa. O prazo começa no dia 10 de dezembro e vai até o dia 31. Em seguida, as escolas farão a adesão, de 11 a 31 de dezembro.
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Por que optar pela faculdade presencial? No ensino em sala de aula, o aluno pode compartilhar experiências com colegas e professores, além de engrandecer ainda mais sua formação profissional Escolher um curso superior sempre causa dúvidas em estudantes de todas as idades. Os questionamentos vão desde como ele será desenvolvido até a forma que ele será ministrado. Por um lado, os recém-formados no ensino médio não vêm a hora de ingressar em uma faculdade, mas quem tem a rotina um pouco mais agitada ou já tem algum tipo de experiência, também não abre mão do diploma superior. Mas qual faculdade escolher? É melhor optar pela educação presencial ou a distância, conhecida como EAD? O professor Danilo de Assis Rodrigues já deu aula nas duas opções e defende a educação presencial principalmente para quem busca a primeira graduação. “A grande diferença é que o ensino presencial te oferece a oportunidade de vivenciar experiências que exploram to-
dos os conteúdos necessários ao desenvolvimento profissional. Além dos conteúdos conceituais (presentes também na EAD), o presencial traz a oportunidade de desenvolver conteúdos procedimentais e atitudinais. Além disso, defendo a escolha do presencial principalmente para a primeira graduação, pois além de conteúdos, existe a necessidade da formação de uma personalidade profissional e esse amadurecimento só ocorre com as experiências e interações sociais do ensino em sala de aula”, fala. Segundo ele, o interessado em ingressar na educação superior deve saber priorizar algumas informações antes de optar por uma das modalidades de ensino. “Uma pesquisa recente mostrou que as agências recrutadoras enfrentam como principal dificuldade para escolher e empregar profissionais o comportamento,
isto é, a postura do candidato em relação ao cargo. O mesmo acontece com as demissões, a maioria é demitida por motivos emocionais e comportamentais. O imediatismo de uma certificação rápida pode ser o grande motivador para a escolha de um curso em EAD, entretanto sabemos que o mercado vem considerando outras competências além da cognitiva. Então, o candidato precisa compreender que a certificação é apenas um dos pré-requisitos para o acesso ao mercado e o desenvolvimento de uma carreira profissional”, explicou. O professor ainda ressalta a importância que o peso da experiência em sala de aula traz de benefícios para o aluno. “Nós somos seres humanos e aprendemos através das interações. Isso é fato! Um curso de educação a distância oferece opções de
Professor ressalta importância para o aluno da experiência em sala de aula de uma universidade interação também, mas em um contexto bem diferente das experiências no ensino presencial. Existem estudos na EAD sobre o isolamento dos alunos durante o curso, fato que ocorre também no
presencial, mas o dia a dia das experiências ajuda muito na formação pessoal e profissional, principalmente dos jovens que estão desenvolvendo a sua identidade”, concluiu.
Professor é destaque na 9ª Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente PMBM
O professor e coordenador do Museu Interativo de Ciências do Sul Fluminense do CIEP 054, na Vila Maria, Luciano Gustavo Oliveira da Silva, foi selecionado entre 4.270 educadores responsáveis por 1.228 trabalhos desenvolvidos em todo país, para receber o Prêmio Especial Ano Oswaldo Cruz, durante a Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com o incentivo da Prefeitura de Barra Mansa, através da Secretaria de Educação, diversos projetos estão sendo desenvolvidos pela rede municipal de ensino. A cerimônia de premiação acontece nesta quarta-feira (28), no auditório do Museu Vida, na Fundação Oswaldo Cruz, em Manguinhos, Rio
de Janeiro. Para o agraciado, o professor Luciano Gustavo Oliveira da Silva, o apoio da prefeitura de Barra Mansa e de outras parcerias, foi fundamental para a realização do projeto de pesquisa sobre a Doença de Chagas. “Somos muito gratos a prefeitura e aos parceiros envolvidos. Esse incentivo proporcionou mais uma conquista à escola e também ao município”, comemorou Luciano. De acordo com ele, o objetivo da pesquisa foi alavancar as grandes contribuições que os cientistas brasileiros desenvolveram no Brasil, em especial a Carlos Chagas. “O projeto foi produzido com base nas descobertas do cientista Carlos Chagas. Graças ao seu trabalho, hoje existe um combate a Doença
de Chagas no Brasil. Essa iniciativa mostra à população que existe a doença e que ela tem um vetor, demonstramos na prática quem são”, explicou Luciano. A 9ª edição da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente da Fundação Oswaldo Cruz, encerrou as inscrições em agosto desse ano com uma quantidade satisfatória de projetos inscritos. O resultado reforça a atuação da equipe que percorreram todo país oferecendo aos professores Oficinas Pedagógicas, com foco nas modalidades de Produção Textual, Audiovisual e Projeto Científico.
Diversosprojetosestãosendo desenvolvidospelarede municipaldeensino
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MEC libera recursos para educação em tempo integral Estados precisaram encaminhar planos de trabalho e a indicar escolas onde o ensino em tempo integral será implementado Abr
O Ministério da Educação (MEC) autorizou a transferência de recursos para estados implementarem a educação em tempo integral no ensino médio. Ao todo, serão liberados R$ 99 milhões distribuídos entre todos os estados e o Distrito Federal, com exceção do Mato Grosso. A liberação foi feita, no âmbito do Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral, para complementar o pagamento da primeira parcela de recursos correspondentes ao ano de 2019 . Os estados precisaram encaminhar planos de trabalho e a indicar escolas onde o ensino em tempo integral será implementado. O dinheiro do programa pode ser usado, entre outras coisas, para remuneração e aperfeiçoamento de professores e dos demais profissionais da educação; para aquisição, manutenção, construção e conservação de instala-
ções e equipamentos necessários ao ensino; aquisição de material didático-escolar e manutenção de programas de transporte escolar.
Tempo integral O programa busca viabilizar uma das ações previstas no novo ensino médio, aprovado em lei em 2017, de ampliar a educação em tempo integral. Os estudantes passam a participar de atividades na escola 7h por dia e não mais 5h ou 4h, como ocorre atualmente na maioria das escolas. A proposta é seguir iniciativas bem-sucedidas de implantação do ensino integral em alguns estados, como Pernambuco, e atender aos objetivos do Plano Nacional de Educação (PNE). Uma das metas do PNE é oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação
Atualmente a educação tem tempo integral chega a 40,1% das escolas públicas básica até 2024. Atualmente, a educação tem tempo integral chega a 40,1% das escolas públicas e atende a 15,5%
das matrículas. Considerando apenas o ensino médio, a porcentagem é menor, 17,4% das escolas oferecem educa-
ção em tempo integral. Por Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil
Fies em 2019 deve ter mais de 10 mil vagas Abr
O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) deverá ofertar, em 2019, 100 mil vagas financiadas pelo governo. O número de vagas está em resolução publicada no Diário Oficial da União. A oferta está condicionada à disponibilidade de R$ 500 milhões provenientes do orçamento do Ministério da Educação. A decisão foi tomada pelo Comitê Gestor do Fundo de Financiamento Estudantil e consta no Plano Trienal do Fies para o período de 2019 a 2021. O Fies oferece financiamento com condições espe-
ciais no ensino superior privado para estudantes que atendam determinados critérios. Entre eles, está a exigência de ter tirado pelo menos 450 pontos e não podem ter zerado a redação no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), em uma ou mais edições desde 2010.
Novo Fies O novo Fies foi anunciado no ano passado. O programa passou a ter uma modalidade financiada diretamente pela União, voltada para estudantes com
renda familiar per capita mensal de até três salários mínimos, ou seja R$ 2.862, nos valores de 2018. Neste ano foram disponibilizadas também 100 mil vagas nessa modalidade. As outras duas modalidades incluídas no P-Fies são financiadas com recursos de fundos constitucionais regionais e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O risco de crédito é assumido pelos bancos. Foram disponibilizadas, em 2018, 210 mil vagas. A partir do próximo ano, o PFies não terá um número
Fies oferece financiamento com condições especiais no ensino superior privado definido de vagas, a oferta será condicionada à demanda.
Por Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil
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Inep dá nota máxima para curso de enfermagem de Vassouras Nota foi muito bem recebida por alunos, professores e coordenação do curso A visita in loco das avaliadoras do Inep (Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), o organismo do Ministério da Educação responsável pela avaliação dos cursos de graduação das instituições de ensino superior do país, rendeu nota máxima ao curso de Enfermagem da Universidade de Vassouras: cinco, em uma escala de 1 a 5. A nota foi muito bem recebida por alunos, professores e coordenação do curso. Para a professora Lília Marques Simões Rodrigues, a avaliação faz justiça ao curso, que tem 31 anos de mercado e vem mantendo atualizado o seu projeto pedagógico, focado na formação de um profissional reflexivo, ético, crítico, pesquisador, generalista, cuidador e humanista. “Nossa preocupação é entre-
gar à sociedade um profissional voltado à promoção da saúde, com visão humana, que valorize as necessidades da população. Um profissional que possa assistir ao ser humano em qualquer cenário, na família ou no hospital”, comenta Lília. Professora, membro do Núcleo Docente Estruturante, Mônica de Almeida Carneiro destaca a articulação feita pela coordenação do curso com professores, alunos e técnicos. “A professora Lília S. Rodrigues articula professores, alunos e técnicos. O resultado é esse, resultado de um trabalho conjunto com muita participação de alunos e professores. Temos alunos e professores muito comprometidos com a qualidade do curso”. O número de mestres e doutores entre os professores
do curso evidencia a preocupação com a qualidade: 54 % são mestres, 42 % doutores. Para Lília, o investimento realizado pela gestão da Fusve na Universidade de Vassouras foi fundamental para o resultado da visita do Inep. “Foi feito grande investimento no curso. O acervo bibliográfico está atualizado, as salas climatizadas e contamos com tecnologia de inovação. Conforto para alunos e professores, laboratórios de habilidades de última geração e simuladores de alta fidelidade de uso exclusivo da Enfermagem. Temos todas as condições de realizar um trabalho de excelência”, comenta Lilia, que destaca ainda dois trabalhos de extensão do curso, a Equoterapia e a Intervenção em Saúde na comunidade independente das desi-
Para a professora, avaliação faz justiça ao curso, que tem 31 anos de mercado gualdades, realizado junto aos bairros do Matadouro e Carvalheira, além do Programa de Segurança do Paciente, no Hospital Universitário de Vassouras. Contar com um hospital próprio é outro diferencial positivo do curso de Enfermagem da Universidade de Vassouras. A nota máxima na avalia-
ção foi muito bem recebida também pelos alunos do curso. “Antes do MEC dizer, já éramos cinco. Nosso curso é gigantesco e essa nota prova o nosso tamanho, escreveu João Vitór Arigoni, aluno do 2o período, em uma rede social. Rafaela Barboza Arantes, do 6o período, se disse “feliz e grata” com a avaliação.
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UGB-FERP adere ao ‘Programa Formar’ Aluno da rede pública receberá bolsa de estudos de 50% na mensalidade do mês de janeiro Divulgação
O Centro Universitário Geraldo Di Biase (UGBFERP) aderiu ao Programa Formar para conceder bolsas de estudos para os cursos de graduação nos campi Volta Redonda e Barra do Piraí. De acordo com o programa, cujo objetivo é favorecer a inclusão social, o aluno receberá bolsa de estudos de 50% na mensalidade do mês de janeiro. Nos demais meses o desconto será de 40% ao longo de todo o curso. De acordo com a pró-reitora de Assuntos Acadêmicos, Elisa Alcantara, o Programa Formar é exclusivo para os alunos ingressantes no primeiro período e oriundos de escolas públicas. “Para a concessão do benefício, o aluno deverá prestar o vestibular no dia 9 de dezembro e fazer a matrícula até 28 de dezembro. Vale
ressaltar que o desconto é condicionado ao pagamento até a data do vencimento. Após, será cobrado o valor integral. Outro ponto importante é que em caso de desistência ou abandono o aluno perde o direito ao benefício”, reitera Elisa. Os cursos oferecidos na unidade de Volta Redonda são: Administração, Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Gestão em Recursos Humanos, Serviço Social, Sistemas de Informação, Ciências Biológicas, Letras, História, Matemática e Pedagogia. Já na unidade de Barra do Piraí são oferecidos os seguintes cursos: Administração, Educação Física (Licenciatura e Bacharelado), Biomedicina, Direito, Engenharia Civil, Nutrição, Le-
De acordo com o programa, aluno receberá bolsa de estudos de 50% na mensalidade do mês de janeiro tras e Pedagogia. Uma novidade para 2019 é que o UGBFERP passará a oferecer no
campus Barra do Piraí o curso de Psicologia. Mais informações podem
ser obtidas pelos telefones 3345-1700 (Volta Redonda) e 2447-4700 (Barra do Piraí).
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Começa o ‘Desafio UniFOA 4.0’ Projeto tem como objetivo promover a sinergia dos Setores Produtivos da Região e Acadêmicos do UniFOA Começou o Desafio UniFOA 4.0: pesquisa, prática e networking. Desenvolvimento acadêmico e empresarial em um único projeto. As engenharias de Produção, Civil, Ambiental, o curso de Sistemas de Informação e o Mestrado em Materiais já participam nessa primeira fase. O Desafio UniFOA 4.0 tem como objetivo geral promover a sinergia dos Setores Produtivos da Região e Acadêmicos do UniFOA por meio da busca de soluções conjuntas das necessidades/ anseios a projetos desafiadores. “Será a integração dos acadêmicos com o mercado de trabalho. Nossos alunos irão
identificar demandas nessas empresas e buscarão soluções dentro dos próprios cursos. Vivendo a pratica, a dimensão do conhecimento profissional se torna muito maior”, destacou a reitora, Claudia Utagawa. Ao estreitar o relacionamento com as empresas, o projeto propicia aos alunos a oportunidade do desenvolvimento de trabalhos de forma isolada, transversal ou interdisciplinar. “Desafio é uma palavra que incentiva. Esse desafio, em específico, traz aproximação que é o que precisamos para agregar ainda mais preparo aos acadêmicos”, pontuou o vice-presidente da FOA, Eduardo Prado.
Asempresas A iniciativa foi vista com bons olhos pelas empresas que toparam o desafio. “Criatividade. É disso que precisamos para competir na indústria 4.0. Contaremos com a criatividade dos alunos e a expertise dos professores para pensar na solução de problemas que possam surgir. Temos certeza que com essa parceria as empresas ganharão em produtividade e conseguirão ser ainda mais produtivas”, disse a coordenadora de produção da Oppacart, Érika Nogueira. “É a produção de capital intelectual e pesquisa que aproxima as empresas dos novos conceitos e exigências do
Projeto propicia aos alunos a oportunidade do desenvolvimento de trabalhos de forma isolada, transversal ou interdisciplinar mercado. Estamos muito orgulhosos de estar aqui e apoiar. A parceria do Sebrae com o UniFOA já existe e estamos fe-
lizes com esse novo projeto”, enfatizou a analista de mercado do Sebrae Volta Redonda, Paola Tenchini.
ESTÁGIO
Comunicação, administração e logística estão entre as áreas que cresceram em 2018 O cenário econômico desfavorável no mercado celetista intensificou as buscas dos estudantes por uma oportunidade de estágio. A modalidade, que vem se estabilizando desde o ano passado, já apresenta uma retomada de vagas significativa e atrai os jovens a procura de uma colocação para não ficarem à margem do mercado de trabalho. Como prova disso, a Companhia de Estágios, – consultoria e assessoria especializada em programas de estágio e trainee – registrou em seu ultimo balanço interno uma elevação, não só na oferta de vagas, como também no interesse dos jovens. Os números indicam as áreas que, mesmo em meio aos percalços da economia brasileira, apresentaram um crescimento na demanda por estagiários dos últimos anos. De acordo com especialistas do setor, esse cenário representa um status de reestabelecimento na categoria. Portanto, para os estudantes que estão tentan-
do dar os primeiros passos na carreira profissional, o momento se mostra bastante oportuno, e, para aqueles que buscam acompanhar as tendências de mercado, é possível visualizar um panorama sobre os setores em alta atualmente.
Carreiras promissoras Dados da Companhia de Estágios demonstram que, comparando o número médio de vagas de 2018 com os dois últimos anos, o cenário atual se mostrou muito promissor para os estudantes que buscam uma oportunidade nas áreas da comunicação. De acordo com os índices, o número de vagas dobrou nas subáreas dessa modalidade, especialmente nos cursos de marketing, publicidade e propaganda e jornalismo. Mas outra área de humanas também se destacou: a administração. Não é novidade que esse é um campo popular tanto entre os estudantes como entre as empresas, mas a área regis-
trou um crescimento impressionante de 93% no mercado de estágio. Já as ciências exatas também estão bem representadas. O setor de tecnologia da informação teve crescimento de 77% no número de vagas de estágio abertas. Com a modernização dos processos corporativos, esse profissional vem sendo cada vez mais requisitado para trabalhar com banco de dados, desenvolvimento, infraestrutura, redes, segurança, gestão de recursos, entre outras funções. E, com o avanço da tecnologia, essa demanda tende a crescer ainda mais. As áreas de engenharia também tiveram bom desempenho apesar da crise da construção civil.
Maior oferta Apesar de figurar no segundo lugar no balanço médio sobre o crescimento da oferta de novos postos, o curso de administração lidera o ranking quando se trata da soma total de vagas
abertas. De acordo com o balanço realizado pela recrutadora esse campo de atuação representa cerca de 22% do total de oportunidades de estágio. Para Rafael Pinheiro, gerente de recursos humanos, a justificativa para esse índice positivo se deve à amplitude de atuação que esses profissionais possuem no mercado: “Pode até parecer clichê, mas as possibilidades de trabalho na área de administração são maiores, é uma grande área que, posteriormente, exige uma especialização em algum nicho. No entanto, a primeiro momento, o estagiário consegue atuar em diversas funções relacionadas e ter um panorama do fluxo de trabalho, além de ter um contato maior com diferentes setores e ver qual se identifica mais” – explica o especialista.
Aumentando as chances de sucesso Mesmo diante da dispu-
ta acirrada e da redução de ofertas em algumas áreas do conhecimento, os programas de estágio ainda se mostram mais atrativos para os jovens em início de carreira. Ao contrário do mercado celetista, que caminha a passos lentos e ainda não conseguiu se estabilizar, o estágio segue apresentando números atrativos e projeções de crescimento. Portanto, Pinheiro afirma que o momento é oportuno para diversificar a procura por uma colocação: “Para isso é possível usar estratégias de networking e ferramentas que auxiliem na busca pela vaga, como o uso de diferentes plataformas especializadas, redes sociais e recrutadoras. Além de procurar nos variados nichos possíveis dentro da área de atuação e, mais uma vez, aumentar a competitividade apostando em especialização” – finaliza o especialista. Fonte: Companhia de Estágios | PPM Human Resources
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Ministério lança plataforma digital para melhorar ensino fundamental Programa do governo federal inclui formação e apoio a professores e gestores Abr
O Ministério da Educação (MEC) lançou o Programa Escola do Adolescente, que vai oferecer, por meio de uma plataforma digital, formação e apoio técnico a professores e gestores de escolas públicas. O objetivo é melhorar o desempenho de estudantes nos anos finais do ensino fundamental, ou seja, do 6º ao 9º ano. “O ensino fundamental 2 é uma das etapas que tem tido menos política, que tem sido menos pensada. Temos muita coisa para o ensino médio, para a alfabetização, para anos iniciais [do 1º ao 5º ano do ensino fundamental]”, diz o ministro da Educação, Rossieli Soares, durante o lançamento em Brasília. “É preciso trazer oportunidade de apoiar as escolas nessa etapa”, complementou. Para participar, estados e municípios devem fazer a adesão ao programa. O prazo começa no dia 10 de dezembro e vai até o dia 31. Em seguida, as escolas farão a adesão, de 11 a 31 de dezembro. Todas as escolas com anos finais do ensino fundamental poderão participar. Para as 13 mil escolas públicas com alto índice de vulnerabilidade, ou seja, com mais de 50% dos alunos com Bolsa Família, o MEC vai repassar R$ 360 milhões, no âmbito do programa Novo Mais Educação. Os recursos deverão ser usados para ampliar o tempo dos estudantes na escola e para que as escolas implementem programas para a aprendizagem. Do total, R$ 220 milhões serão repassados ainda em 2018. Em 2019, serão repassados, os R$ 140 milhões restantes.
Desempenho e avaliação Segundo o MEC, a plata-
Ministro da Educação, Rossieli Soares, afirma que ‘é preciso trazer oportunidade de apoiar as escolas nessa etapa’ forma vai oferecer instrumentos para tornar as aulas mais atrativas. Além de acesso a materiais específicos, que ajudarão gestores e professores tanto nas aulas quanto a entenderem melhor os estudantes, as escolas terão acesso a um diagnóstico detalhado com o desempenho dos estudantes, taxa de aprovação, entre outros dados. A plataforma fornecerá ainda instrumentos para a realização de avaliações de matemática e português dos estudantes nos anos finais. Estarão disponíveis ferramentas de escuta da percepção que os estudantes têm sobre o ambiente escolar. Além de uma área
de compartilhamento de boas práticas. “Sabemos pouco a respeito de como o adolescente aprende, o que caracteriza esse adolescente, a plataforma servirá para a formação e fortalecimento da gestão pedagógica e apoio a gestão”, diz a secretária de Educação Básica da pasta, Kátia Smole. “Queremos trazer para o centro da conversa uma palavra às vezes esquecida: aprendizagem. Os estudantes precisam aprender na escola”. Soares assinou hoje a portaria que institui o programa. Segundo Kátia, o governo atual deixará, para a equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro, tudo
organizado para que a plataforma comece a ser usada nas escolas a partir de 2019. “Estamos deixando a plataforma, ferramenta de gestão, roteiro de trabalho, constituição de rede de governança, para que as redes e as escolas possam começar 2019 com insumo bastante grande para dar continuidade a esse programa”, disse.
Indicadores Os indicadores educacionais mostram que o desempenho dos estudantes tem queda nos anos finais do ensino fundamental, intensificando no ensino médio – etapa com os piores
indicadores. Ao final do ensino fundamental, de acordo com os últimos dados disponíveis, em 2017, 45% das escolas não alcançaram a meta do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Além disso, de cada 100 alunos, cinco concluíram a etapa com o aprendizado adequado em português e três em matemática, de acordo com parâmetros do MEC. Na rede pública, 14,5% dos estudantes reprovam ou abandonam os estudos no ensino fundamental nas escolas públicas. Por Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil
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