Compra de material escolar marca novo ano letivo Inmetro orienta pais para optarem por produtos que tenham selo de certificação Página 5
Professora de Paraty apresenta trabalho em museu de Israel Página 2
Colégio Batista inaugura espaço especial em shopping de VR Página 6
UniFOA tem 31 cursos voltados para a área de especialização Página 7
Estudantes da região relatam apreensão na hora de fazer o Enem Página 3 e 4
Foto: Freepik
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Professora apresenta trabalho pedagógico em museu de Israel Docente de Paraty vai apresentar resultados de atividades realizadas em sala de aula com a temática do holocausto g ç
O holocausto e judaísmo são temas que Elisabeth pesquisa e aborda em sala de aula A professora Elisabeth de Oliveira Nunes, do Colégio Estadual Almirante Alvaro Alberto, em Paraty, foi selecionada para participar de um seminário no Museu do Holocausto Yad Vashem, em Israel. Ela viajou, no dia 17, e ficará até o final do mês, onde apresentará as atividades pedagógicas que realizou em suas turmas e conhecerá a cultura, povos e história daquele país. O holocausto e judaís-
mo são temas que Elisabeth pesquisa e aborda em sala de aula. Professora de História e Sociologia, ela conta que, em 2019, participou do projeto “Para Nunca Esquecer: Pela valorização da vida, em memória do holocausto”, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Educação (Seeduc), e elaborou atividades com essa temática durante o ano letivo. A docente também organizou um passeio cultural e levou seus alu-
Professora de História e Sociologia participou do projeto ‘Para Nunca Esquecer: Pela valorização da vida, em memória do holocausto’ nos ao Museu Judaico, no Centro do Rio de Ja-
neiro. - No seminário em Israel vou apresentar as ações que realizamos na escola com essa temática - disse Elisabeth. O secretário de Estado de Educação, Pedro Fernandes, comentou a importância das ações que envolveram o projeto “Para Nunca Esquecer”. - Em 2019, a Seeduc promoveu essa proposta, que envolveu apresentação de seminários, palestras e outras atividades com viés pe-
dagógico. A iniciativa possibilitou que os estudantes elaborassem atividades e ações criativas, associando a temática do holocausto a questões contemporâneas, como o combate ao racismo e à segregação, o respeito à diversidade, a defesa da dignidade humana e dos direitos humanos, entre outros temas. Essas ações permitiram que os jovens refletissem esses temas em seu dia a dia - finalizou o secretário de Educação, Pedro Fernandes.
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DESTAQUES NO ENEM
Estudantes contam sobre a preparação para o exame Pelo menos seis alunos receberam notas acima de 950 com o tema ‘Democratização do acesso ao cinema no Brasil’ Divulgação
Sul Fluminense As notas individuais do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 saíram e a ansiedade tomou conta dos estudantes que realizaram o exame. Após a tensão e nervosismo que passaram por todo ano de 2019 devido aos estudos e preparações para as provas, o resultado chegou junto com os frutos colhidos durante esta trajetória. Para pelo menos seis alunos de Volta Redonda e Resende, os resultados não poderiam ser mais satisfatórios, ao menos na etapa de redação do Enem 2019, com o tema “Democratização do acesso ao cinema no Brasil”, onde os resultados das notas foram entre 960 e 980. Para os estudantes Carolina Diogo Sant’Ana, Giselle dos Santos Oliveira, João Pedro de Oliveira Fernandes, João de Campos Coelho Camilher Gomes, Lícia Clara Rocha de Andrade e Mariana Estevão da Silva, os preparativos para o Enem não foram apenas no ano de 2019. Todos já haviam realizado pelo menos o Enem 2018 como forma de treino, além de estudos intensivos para que possam aprimorar as matérias que possuem afinidade, fora a redação, um dos pontos chave para conseguir vagas em universidades federais, os quais são seus objetivos.
Pré-vestibular Os estudantes João Pedro, Mariana e Giselle, de Volta Redonda, se prepararam para o Enem através do “PréVestibular Cidadão” promovido pelo “Movimento Ética na Política” (MEP), em Volta
Redonda. Cada um contou sua experiência com a prova e com o pré-vestibular. Mariana, de 17 anos, moradora do bairro Vila Mury e aluna do Colégio Professora Delce Horta Delgado, destacou que sua experiência com o Enem foi boa e que o pré-vestibular contribuiu para sua nota, de 960, na redação. - A princípio eu estava com receio de não me sair bem, levando em conta que a prova exige muito dos vestibulandos, sobretudo é bem cansativa por causa do tamanho e número de questões. Me preparei o ano inteiro em um pré-vestibular cidadão (MEP) que com certeza foi de grande importância para aumentar meu desempenho na prova. Senti também que as questões objetivas estavam mais conteudistas esse ano em todas as matérias exigidas - relatou Mariana. Para João Pedro, de 17 anos, morador do Belo Horizonte, que também concluiu os estudos no Colégio Municipal Professora Delce Horta Delgado, demonstrou estar mais preparado ao Enem 2019 graças a sua experiência com a edição anterior e por isso sua nota de 960 na redação foi satisfatória. - A prova como um todo foi bem cansativa, mas seu conteúdo não estava muito difícil, já sabia como funcionava. Foi meu segundo Enem, pois fiz como treinamento em 2018, quando estava no 2ºano do Ensino Médio. Minha rotina de estudos era estudar de manhã na escola, a tarde revisava as matérias estudadas no dia anterior da escola e ia para o pré-vestibular do MEP a noite. Aos sábados fazia aula de redação e no domingo refazia
Prova do Enem é uma das etapas que causam maior apreensão entre jovens e adolescentes as provas dos anos anteriores do Enem - contou João Pedro. Já Giselle, de 18 anos, moradora do bairro Santo Agostinho e ex-aluna do Colégio Estadual Barão de Mauá, destacou que sua preparação foi difícil. - Chegava em casa todos os dias bem tarde por causa do pré-vestibular. A prova em si também é bem complicada, além da pressão que a gente põe em si próprio, o Enem também foi muito desgastante, cansa muito psicologicamente - disse a jovem, que teve a nota de 960 na redação.
Preparação Os métodos de preparação dos estudantes João Coelho, Carolina e Lícia foram um pouco diferenciados. A preparação João Coelho, de 18 anos, do bairro Morada da Colina e ex-aluno do Colégio Dom Bosco, em Resende, fo-
ram aulas de redação por pelo menos dois anos com o professor Raphael Haussman, que segundo ele, foram cruciais para seu desenvolvimento. - Da prova, de uma forma geral, achei bem mais conteudista que a do ano passado. No entanto, gostei de ela ter sido mais objetiva também. O método de ensino do Haussman realmente impulsionou minha capacidade de interpretação e de redigir um texto de forma clara e coesa - explicou o rapaz que teve nota de 980 na redação. Para Lícia, de 17 anos, que também reside na Morada da Colina e estudou no Colégio Dom Bosco, em Resende, o Enem foi desafiador. Há três anos, ela realizava o Enem como forma de treinamento. - Temos que, em um período bastante apertado, utilizar os nossos conhecimentos para encontrar as soluções de cada questão. Sempre bus-
quei, desde a minha prática durante os estudos, pesquisar informações sobre variadas áreas do conhecimento. Penso que essa forma de preparo foi muito eficiente para que pudesse alcançar um ótimo resultado na redação de 980 afirmou Lícia. Já, Carolina, de 17 anos, moradora do bairro Niterói, fez uma mudança drástica em sua rotina. A jovem, que fazia curso de redação em Volta Redonda, se mudou com seus pais para São José dos Campos, interior de São Paulo. - Decidi junto com meus pais ir para São José para fazer o último ano do Ensino Médio lá no Colégio Poliedro. O que fez total diferença porque continuei fazendo o curso de redação online, mas ele aliado aos plantões e várias dicas que eu recebi me fizeram alcançar o 980 na redação - relatou Carolina. Continua na página 4
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Tema da redação do Enem divide opinião até de quem teve nota alta Em relação ao tema da redação do Enem 2019 sobre a “Democratização do acesso ao cinema no Brasil” dividiu a opinião dos seis estudantes que quase gabaritaram na disciplina. - Não esperava por esse tema, mas apesar da surpresa achei um tema fácil com diversas possibilidades para problematizar e argumentar. Eu apostava em um tema relacionado à saúde - comentou João Pedro.
- Foi uma grande surpresa me deparar com o tema da redação, particularmente eu gostei muito e tentei usar tudo que eu tinha aprendido ao longo do ano e fiquei muito satisfeita com a minha nota final - disse Mariana. - Para mim, o maior desafio da redação foi sua complexidade: ao refletir a respeito do tema proposto, precisei demonstrar boa articulação de minhas ideias para um
texto de sucesso - explicou Lícia. - Sobre a redação, achei o tema um “tema seguro” porque não é muito polêmico. Não acredito q seja tão complexo quanto outro tema, por exemplo, que discuta o porte de armas, ou até mesmo o acesso à saúde e à educação. Dá até pra dizer que foi um tema ‘neutro’ porque não acredito que nenhum outro candidato tenha defendido menos aces-
so ao cinema por exemplo. Particularmente, é um tema com qual eu gosto de trabalhar, especialmente por causa dos filmes que tem sido lançado ultimamente, como ‘Os Vingadores’, que quebrou vários recordes. Até usei isso no texto. Daí a importância de estar sempre ‘antenado’ nas notícias mais recentes para escrever um texto mais contemporâneo possível, algo q me ajudou bastan-
te durante a minha preparação para a prova - argumentou João Coelho. - Fiquei bem surpresa quando abri a prova e me deparei com o tema, mas durante a minha preparação já tinha feito redações com temas parecidos, então isso facilitou pra mim - afirmou Carolina. - Achei o tema da redação bem inesperado, mas graças a Deus deu tudo certo - concluiu Giselle.
União diz que problemas do Exame foram resolvidos Fábio Rodrigues
Análise dos procuradores federais e advogados membros da AdvocaciaGeral da União (AGU) comprovou que os problemas relacionados à correção das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) somente atingiram 0,15% dos exames. Comunicado divulgado n sexta-feira (24) pela AGU diz que todas as notas de todos os candidatos foram revistas após a identificação do erro, o que “elimina a possibilidade de qualquer equívoco e torna desnecessária a intervenção do Poder Judiciário”. As equipes da AGU também ressaltaram que o prazo final para as inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi prorrogado “justamente para conferir tratamento isonômico a todos os candidatos interessados em se inscrever no processo seletivo”, ressalta o texto. A AGU diz ainda em nota que qualquer adia-
mento ou suspensão de prazos no Sisu pode causar prejuízos “incalculáveis” às instituições de ensino e aos candidatos por causa do consequente adiamento de prazos de matrícula e início do calendário universitário. “Os esclarecimentos já resultaram no indeferimento de liminares pleiteadas em duas ações populares – uma no Distrito Federal e outra no Maranhão – pleiteando nova revisão das notas do Enem e prorrogação dos prazos de inscrição no Sisu”, acrescenta a nota. A decisão proferida pelo juízo do Distrito Federal, que, segundo a AGU, acatou integralmente o pedido da União, diz que, “a partir da documentação anexada pelo Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira], inexiste prejuízo concreto aos candidatos abarcados pelo equívoco na atribuição de pontuação”. Já a decisão da Justiça do Maranhão destaca que “as informações trazidas pela União e pelo Instituto Nacional de
Questões relacionadas à correção das provas atingiram 0,15% dos exames Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nas petições apresentadas dão conta de que já houve encaminhamento para atualização e disponibilização dos resultados aos participantes” e que não havia nos autos elementos que
comprovassem que os candidatos ainda não tinham recebido resposta ou correção das provas. Desde a correção das provas, foram ajuizadas 18 ações relacionados ao Enem, a maioria mandados de segurança
pedindo revisão da nota. Em três mandados, foi concedida liminar acatando o pleito do candidato. A AGU afirmou que irá recorrer das decisões. Por Agência Brasil Brasília
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Inmetro dá dicas de segurança na compra de material escolar Pais devem evitar mercado informal por falta de procedência Rovena Rosa - Abr
No ato de compra do material escolar para o novo ano letivo, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) orienta os pais e responsáveis pelos estudantes que procurem o selo de identificação da conformidade nos 25 produtos que estão na listagem de regulamentação do órgão, ligado ao Ministério da Economia. Os pais devem evitar comprar no mercado informal, porque não há garantia de procedência e também para evitar produtos que ofereçam risco à saúde das crianças, como substâncias tóxicas que podem ser levadas à boca, ingeridas ou inaladas, ou causar acidentes por meio de bordas cortantes ou pontas perigosas. Além disso, devem procurar sempre a indicação de faixa etária, adquirindo artigos de acordo com a idade dos filhos.
Reclamações De acordo com a engenheira Millene Cleto da Fonseca, pesquisadora do Inmetro e responsável pela regulamentação de artigos escolares, os pais e responsáveis devem guardar a nota fiscal do produto, porque ela é a comprovação de origem do artigo e poderá ser utilizada para fazer a troca no caso de problemas de segurança ou qualidade. No caso de ocorrência de acidentes de consumo envolvendo algum produto do material escolar, o consumidor deve relatar o fato no Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo (Sinmac), disse hoje (6) Mi-
llene à Agência Brasil. Caso o consumidor encontre produtos escolares sem o selo de conformidade em alguma loja, pode denunciar essa ocorrência à ouvidoria do Inmetro pelo telefone gratuito 0800 285 1818, de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 17h, ou no site do Inmetro.
Responsabilidades Millene explicou que o fabricante ou importador é o responsável no caso de defeito ou acidente envolvendo o artigo escolar. Aos distribuidores e lojistas cabe verificar se o produto apresenta o selo de identificação da conformidade, antes de disponibilizarem para comercialização um artigo escolar regulamentado pelo Inmetro. Se tiver motivos para crer que um dos 25 artigos escolares regulamentados não está de acordo com os requisitos estabelecidos na certificação, o distribuidor ou lojista deve informar o fato para o fabricante ou importador, bem como o Inmetro e as autoridades de fiscalização do mercado, para que sejam tomadas as providências cabíveis. Os distribuidores e lojistas devem manter ainda em local visível ao consumidor as informações referentes à identificação da conformidade do artigo escolar, mesmo nos casos em que o produto seja vendido em unidades. Caso de lápis, canetas e borrachas, por exemplo. Por Alana Gandra Repórter da Agência Brasil
Pais devem procurar sempre a indicação de faixa etária, adquirindo artigos de acordo com a idade dos filhos
Confira a lista de produtos regulamentados pelo Inmetro: • Apontador; • Borracha e Ponteira de borracha; • Caneta esferográfica/roller/gel; • Caneta hidrográfica (hidrocor); • Giz de cera; • Lápis (preto ou grafite); • Lápis de cor; • Lapiseira; • Marcador de texto; • Cola (líquida ou sólida); • Corretor Adesivo; • Corretor em Tinta; • Compasso; • Curva francesa; • Esquadro; • Normógrafo; • Régua; • Transferidor; • Estojo; • Massa de modelar; • Massa plástica; • Merendeira/lancheira com ou sem seus acessórios; • Pasta com aba elástica; • Tesoura de ponta redonda; • Tinta (guache, nanquim, pintura a dedo plástica, aquarela).
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Colégio Batista Americano inaugura ‘Espaço Coworking’ Área utilitária disponibiliza livros e tomadas para carregar o celular ou notebook; espaço também oferta atividades educacionais O Colégio do Instituto Batista Americano (CIBA) inaugura nesta quinta-feira (30), às 19h, o Espaço Coworking no Shopping Park Sul, na Avenida dos Metalúrgicos, em Volta Redonda. O espaço é direcionado para o visitante descansar, ler livros, carregar o celular ou usar o notebook, tendo acesso liberado à internet. O objetivo, segundo a diretora do Colégio Batista, Aline dos Santos, é oferecer um espaço utilitário onde o visitante também possa conversar ou esperar por alguém durante as com-
pras. A diretora reforçou que o Espaço Coworking é aberto e preza pelo conforto e acessibilidade tecnológica. - O coworking é um espaço utilitário onde nós vamos disponibilizar tomadas para carregar o celular ou notebook, além de bancadas de apoio para os aparelhos eletrônicos, iremos disponibilizar também livros. As pessoas em geral vão poder entrar e descansar e se quiserem ler uma literatura estará à disposição. O espaço possui WiFi liberado para o acesso
à inter net. A área também é direcionada ao bate papo, aos encontros de negócios e para os visitantes esperarem por alguém, porque às vezes, a praça de alimentação está cheia então estamos oferecendo essa opção – disse. Além da oferta de tomadas para carregar os aparelhos tecnológicos e o acesso à internet, o Espaço Coworking oferece jogos educacionais, que são utilizados dentro da instituição, também aos visitantes. - No espaço também será possível usar jogos
de tabuleiro -que fazem parte do programa de neurociência- que usamos no colégio com os alunos. Além dos jogos educacionais, pensando nas crianças teremos massinhas, lápis de cor, giz de cera e papel para elas poderem desenhar desenvolvendo suas habilidades artísti-
cas – falou a diretora Aline dos Santos. Na área também será divulgada as atividades e cursos que são oferecidos pelo Colégio do Instituto Batista Americano (CIBA). O horário de funcionamento do Espaço Coworking é o mesmo do shopping de 10h às 22h.
Atenção para as regras do espaço: É proibido trazer alimentos para esse lugar; O animal de estimação é bem-vindo, mas o visitante é responsável pelas sujeiras que ele fizer; Fique à vontade para trocar ideias, mas cuidado para não atrapalhar outras pessoas que estejam usando esse ambiente.
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Especialização e mestrado fazem a diferença UniFOA disponibiliza 31 cursos de especialização divididos em três diferentes áreas Divulgação
Os cursos de especialização têm o objetivo de aprofundar seus conhecimentos em determinada área e torná-lo um especialista. O UniFOA disponibiliza 31 cursos de Especialização divididos em três áreas: Ciências Biológicas e da Saúde, Engenharia e Tecnologia e Humanas e Sociais Aplicadas. O UniFOA oferece ainda Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente e o Mestrado Profissional em Materiais. O Mestrado em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente, recebeu nota máxima da Coordenação de Aperfeiçoamento de
Pessoal de Nível Superior (CAPES), que divulgou, no fim de 2017, as notas da Avaliação Quadrienal 2017 referente aos programas de pós-graduação stricto sensu oferecidos no Brasil. Ao todo, 703 mestrados profissionais foram avaliados, recebendo notas que variam de um a cinco. Já o mestrado em Materiais do UniFOA, avaliado com nota 4 da CAPES, o único do sudeste a possuir tal classificação, conta com excelente infraestrutura experimental, com um grande número de laboratórios de processamento e caracterização de materiais, além de diversos equipamentos à dis-
posição, o que amplia o número de possibilidades de estudos e temas. As inscrições para 2020 nos mestrados e especializações estão abertas no site unifoa.edu.br/pos.
Na prática No decorrer das aulas, são estimuladas habilidades como pensamento estratégico, trabalho em equipe e solução de problemas. Para contribuir no direcionamento da carreira, são abordadas ainda técnicas e ferramentas tecnológicas que fazem parte da profissão. Além das vantagens já citadas, estão também os
No decorrer das aulas, são estimuladas habilidades como pensamento estratégico, trabalho em equipe e solução de problemas relacionamentos que serão construídos ao longo do curso. Oportunidade excelente para estabelecer parcerias e criar uma rede de contatos
sólida. Futuramente, os colegas e os professores poderão ser de grande ajuda em uma seleção de emprego ou indicação.
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Estímulo às crianças pode ajudar a criar novos leitores Andrezza Marioti
Incentivar a leitura desde cedo pode ajudar o Brasil a aumentar o número de leitores, de acordo com especialistas entrevistados pela Agência Brasil. A estimativa é de que quase metade dos brasileiros não seja leitor regular. Entre os motivos apontados estão a falta de tempo e a falta de paciência. De acordo com a última pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, 44% dos brasileiros com mais de 5 anos de idade não são leitores, o que significa que não leram nenhum livro nos últimos três meses. A pesquisa mostra também que ler está ficando mais difícil para os brasileiros, seja por falta de tempo ou de paciência. O índice dos que afirmam que não têm nenhuma dificuldade para ler diminui a cada edição da pesquisa. Eram 48% dos entrevistados em 2007, passando para 33% em 2015. Entre as dificuldades está a falta de paciência. Em 2007, 11% disseram não ter paciência para ler. Em 2015, esse percentual subiu para 24%. “Acho que o desafio da próxima década é mostrar a importância da leitura, o prazer da leitura, começar a criar uma nova sociedade leitora. É difícil convencer um adulto que nunca teve o hábito de ler a começar a ler, [o desafio] é atrair as crianças”, diz o presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Marcos da Veiga Pereira . Para chegar às crianças, a Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, organizada pelo
Snel, iniciou, neste ano, o projeto Bienal nas Escolas, que leva autores para escolas públicas. A intenção é que os encontros ocorram também neste ano e em 2021, até a próxima Bienal. “Se quer transformar o Brasil, tem que começar a investir nas crianças”, defende Pereira.
Acesso aos livros A analista de Cultura do Departamento Nacional do Serviço Social do Comércio (Sesc), Elisabete Veras, também considera fundamental a leitura desde a infância. De acordo com ela, a relação com os livros começa com a proximidade. “O encantamento se dá pela relação, pelo contato com os livros, pela oportunidade de tocar, de vivenciar esse universo da imaginação. Por isso o acesso [aos livros] é tão importante”, diz. Esse contato se dá, para muitos brasileiros, em escolas e nas bibliotecas. Elisabete defende as bibliotecas como espaços de diálogo, de palestras, de eventos, de exibições de cinema. “O acesso [aos livros] não pode ser pontual, tem que ter continuidade, para criar hábito. Para que se crie hábito, é preciso fazer parte da rotina, estar inserido no contexto [das crianças] e não ser uma eventualidade”. Uma das metas da Rede Sesc de Bibliotecas para este ano é a criação de uma grande rede de clubes de leitura, valorizando a cultura de cada localidade e aproximando os autores dos leitores,
Especialistas destacam importância do hábito de ler sobretudo do público infantil. A Rede conta hoje com 309 bibliotecas fixas e 57 unidades móveis (BiblioSesc), nas quais estão inscritos 272 mil leitores. Segundo Elisabete, já existem iniciativas locais, agora a intenção é integrar os projetos.
Crianças que leem Não são apenas os adultos que estão preocupados com a leitura das crianças e jovens. O projeto Pretinhas Leitoras é prova disso.
O projeto nasceu em outubro de 2018, no Morro da Providência, no Rio de Janeiro, com as irmãs Helena e Eduarda, de 11 anos, e Elisa, 5 anos. Supervisionadas pela mãe, Elen Ferreira, e por Igor Dourado, elas compartilham leituras e pesquisam literatura negra. O que aprendem, as irmãs compartilham com outras crianças e jovens
tanto em clubes de leitura, que reúnem também autores e contadores de história, quanto pela internet. “A literatura é a oportunidade de acessar e compartilhar um pouco daquilo que somos e sabemos. Quando essa interação acontece, criamos uma forma nova de acolher a história que era do outro e passa a ser também nossa de um jeitinho único”, dizem as irmãs, por e-mail, à Agência Brasil. Para a equipe do Pretinhas Leitoras, a internet é uma grande aliada no incentivo à leitura. “Compartilhamos discussões sobre obras literárias por meio do cyberespaço para potencializar o acesso à leitura e sua divulgação pelas redes”. A inter net significa também, para elas, acesso. “Há que se pensar também sobre a impor-
tância que a internet assume ao democratizar o acesso à narrativas distintas e secularmente ignoradas no cenário literário brasileiro. Outro ponto é o acesso à ebooks, que estão diminuindo o preço de aquisição de muitos títulos e possibilitando descobertas dos mesmos. Isso é muito importante em um país no qual o mercado literário é elitista e caro, enquanto a massa populacional é pobre”.
Incentivo familiar O Ministério da Educação (MEC) lançou, no mês passado, o programa “Conta pra Mim”, que estimula a leitura de livros infantis no ambiente familiar. A pasta disponibilizou uma cartilha para orientar os pais e responsáveis. Por Mariana Tokarnia Repórter da Agência Brasil
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Livro reúne textos vencedores de Olimpíada de Língua Portuguesa Disputa contou com a participação das redes públicas de ensino de todo o país “Apenas cinzas e o cocar vermelho e, a pouca distância dele, a lâmina ensanguentada”, essa foi a visão que o pai de Anemã Irun Cinta-Larga, indígena de 50 anos, teve ao chegar na aldeia após uma noite com os amigos. Foi a manhã do Massacre do Paralelo 11, quando o território, palco de conflito entre indígenas e garimpeiros, foi invadido por pistoleiros que praticaram roubo, estupros, grilagem, assassinato, suborno e tortura, em 1963. A história, contada no texto Paralelo 11: Do cocar vermelho ao pé de jatobá, de Karoline Vitória de Souza, 12 anos, foi um dos vencedores da 6ª edição da Olimpíada de Língua Portuguesa, cujo tema foi O lugar onde vivo. Os 135 textos produzidos pelos finalistas foram reunidos em um e-book, disponível no portal Escrevendo o Futuro. Karoline conheceu Anemã Irun Cinta-Larga em atividade promovida na escola Jerris Adriani Turatti, em Espigão D’Oeste (RO), onde estuda. “Foi uma coisa que aconteceu aqui, e eu não sabia que tinha acontecido. Eu quis escrever porque tinha que deixar marcado. Aconteceram mortes. Foi difícil”, disse. Anemã Irun Cinta-Larga contou aos estudantes a história que ouviu do pai, Pangunsukup. Naquela noite, ele estava em uma festa regada a chicha, uma bebida fermentada natural. Quando chegou e viu a aldeia devastada, achou que fosse uma alucinação. A dona do cocar vermelho era uma “linda índia da aldeia, sem vestes, apenas
um cocar e, em seu colo, uma criança em torno de seus 2 anos de idade”. A criança foi a atingida por um tiro e caiu vagarosamente ao lado da índia. A indígena foi arrastada por homens brancos até um pé de jatobá, escreveu Karoline. “E foi ali mesmo, amarrada pelos pés em dois galhos da árvore, onde o golpe certeiro do facão fez negra a visão do meu pai. Apenas um golpe. Em seguida, os dois homens começaram a revirar os índios caídos e partiram”. Karoline não é indígena, mas disse que na escola tem colegas indígenas e
que eles estão sempre na cidade, devido à proximidade da aldeia. “Eu moro não exatamente onde aconteceu o massacre, mas a história vem daqui”.
Massacre do Paralelo 11 De acordo com o portal Povos Indígenas no Brasil, do Instituto Socioambiental, a Terra Indígena Roosevelt, localizada em Rondônia e Mato Grosso, tem um raro kimberlito, uma rocha vulcânica onde é encontrado o diamante. O local é palco de conflitos entre indígenas e garimpeiros. Na década de 1960, houve assaltos às terras e envenenamentos de
indígenas. Em 1963, ocorreu o massacre. Foram mortos indígenas com requintes de crueldade. Uma mulher foi pendurada viva e cortada ao meio com facão. O massacre foi divulgado quando um dos participantes, não tendo recebido o pagamento prometido denunciou o caso. O crime teve repercussão internacional, mas os mandantes dos crimes não foram punidos. Olimpíada da Língua Portuguesa A Olimpíada contou com a participação das redes públicas de ensino de todo o país em 4.876 municípios. Ao todo, foram envi-
ados mais de 40 mil textos e documentários de estudantes de 42.086 escolas. A Olimpíada de Língua Portuguesa é realizada pelo Itaú Social e pelo Ministério da Educação (MEC), com coordenação técnica do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec). Conta com a parceria da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da Fundação Roberto Marinho e do Canal Futura. Por Mariana Tokarnia Repórter da Agência Brasil
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Aprovado no Sisu já pode se inscrever em faculdade Os estudantes classificados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2020 têm até o dia 4 de fevereiro para enviar às instituições de ensino a documentação necessária para se matricular no curso para o qual foram aprovados. O período de matrículas começou ontem, um dia após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) ter liberado a divulgação do resultado do Sisu, que chegou a ser temporariamente suspensa devido às queixas de estudantes que alegavam ter sido prejudicados por problemas na atribuição de notas. Na semana passada, o próprio Ministério da Educação reconheceu que
houve erros na atribuição de notas para cerca de 6 mil estudantes que participaram do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). Foram classificados os estudantes mais bem posicionados, de acordo com as notas no Enem e eventuais ponderações, como pesos atribuídos às notas ou bônus. As vagas são distribuídas de acordo com a Lei de Cotas (Lei 12.711/2012) e de políticas de ações afirmativas, que podem variar de instituição de ensino para instituição.
Lista de espera O prazo para os estudantes se inscreverem na
lista de espera das instituições de ensino também começa hoje (29) e termina no dia 4 de fevereiro. Parte dos candidatos à espera de vagas deverá ser convocada a partir de 7 de fevereiro até 30 de abril. Só pode participar da lista de espera quem não foi selecionado em nenhuma das duas opções de cursos escolhidas no momento da inscrição. O candidato selecionado em primeira ou segunda opção, independentemente de efetuar sua matrícula, não poderá manifestar interesse em participar da lista de espera. Para participar dessa segunda chance, o candidato que não foi seleciona-
do para nenhuma de suas duas opções deve acessar o seu boletim Sisu e manifestar o interesse no prazo especificado no cronograma. É importante que o candidato acompa-
nhe junto à instituição da vaga escolhida, a lista de espera e as convocações para matrícula. Por Alex Rodrigues Repórter da Agência Brasil
Faetec prorroga inscrições para cursos de qualificação profissional Arquivo
Devido a grande procura, a Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), vinculada à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, prorrogou as inscrições para os cursos profissionalizantes gratuitos. Para quem procura uma nova chance de incrementar o currículo e até mesmo alcançar uma nova profissão, a hora é agora. Os interessados podem se candidatar até o dia 2 de fevereiro e escolher até duas opções de formação entre as 29.735 mil vagas espalhadas por todo o Estado do Rio. A inscrição é feita somente pelo site www.faetec.rj.gov.br. Os cursos têm duração entre dez e vinte semanas.
Entre as oportunidades estão Costureiro; Garçom; Padeiro; Mecânico de Automóveis Leves; Operador de Computador; Inglês Iniciante e Intermediário, Recepcionista em Meios de Hospedagem; Cabeleireiro, entre outros. Além disso, há 210 vagas para o curso semipresencial de Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão. E para quem tem interesse pela área musical, a Faetec oferece 1.025 oportunidades para diversos instrumentos, como Trombone; Percussão; Teclado e Violino. A lista completa de cursos está disponível no site da Fundação. Para se candidatar aos cursos profissionalizantes
é preciso ter a idade mínima entre 14 e 18 anos, de acordo com a exigência de cada curso. A escolaridade também varia, de acordo com a qualificação escolhida. O sorteio público das vagas será realizado no dia 3 de fevereiro, e a listagem completa será publicada no site da instituição. O período de matrícula para os candidatos sorteados será entre os dias 4 a 13 de fevereiro. As aulas começam no dia 02 de março (segunda-feira). O secretário da SECTI, Leonardo Rodrigues, destaca a importância da qualificação profissional para os que buscam uma colocação no mercado de trabalho. “As exigências para con-
Cursos na Faetec têm duração entre dez e vinte semanas seguir um emprego estão cada vez maiores. Para suprir essa demanda, temos a nossa Rede que é preparada e apta para formar mão de obra qualificada e
atender às necessidades do mercado. Não percam tempo e aproveitem a prorrogação das inscrições para se candidatar às vagas”, completou o secretário.
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CADERNO
DE EDUCAÇÃO
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Professores destacam a importância de idiomas Atualmente os idiomas inglês, mandarim e espanhol são os mais falados do mundo Com milhões de pessoas estão desempregadas no Brasil. Para conquistar uma vaga de emprego nas empresas, os brasileiros tendem a se qualificar para conseguir um destaque entre os processos seletivos e entrevistas que acontecem todos os dias pelos municípios. Na região, não seria diferente. Professores de Volta Redonda explicam a importância de o candidato estudar uma língua estrangeira em busca de melhores chances no mercado de trabalho. Atualmente os idiomas inglês, mandarim e espanhol são os mais falados do mundo, sendo o inglês considerado universal por ser usado em transações comerciais e por ser a língua mais adotada como oficial
por diversos países. O professor de inglês, Bráulio Santos, começou a dar aulas em uma escola de idiomas estrangeiros, em Volta Redonda, há dois anos. - Minha irmã foi professora de inglês e desde pequeno tive muito contato com filmes, músicas, séries. Nunca pensei em ser professor, nunca achei que tivesse o perfil. Na época estava desempregado, surgiu a oportunidade e fui. Graças ao idioma e esta oportunidade fiz um tour pela Europa durante um mês, conheci muitas pessoas diferentes, de vários países e culturas. Isso não tem preço - relatou o professor de inglês. O inglês também está presente na vida de Ronald Barone, morador de Volta Redonda,
que morou 15 anos nos Estados Unidos. Em sua passagem pelo país norte americano, Ronald se formou em administração de empresas pela Universidade de Rhode Island, foi superior de 12 estabelecimentos de fast food. Também foi tradutor pela Court Providence Rhode Island e pelo The Miriam Hospital, em Rhode Island, por dois anos. Atualmente, o professor dá aulas em Volta Redonda a distância e presencialmente. - Fui para os Estados Unidos muito jovem. Na época, meu pai tinha falecido e minha família não tinha uma condição financeira muito boa. Falo para meus alunos que o inglês é um multiplicador de conhe-
cimentos. Você tem que saber o que você estuda, tem que dar a capacidade do aluno de criticar, de contestar, de ter o direito de dizer o que pensa ou acredita. Quando o aluno fica livre para se expressar, ele cria fluência - explicou o professor. Para ele, ter conhecimento do idioma não é o suficiente. - Inglês é uma língua econômica, ela favorece qualquer nação independente se a primeira língua for inglês ou não, como é no caso da China que negocia somente em inglês. Cada ano o modelo de um currículo muda. As multinacionais usam um sistema que escaneia palavas ‘clichê’s e o candidato é automaticamente deixado de lado. Todo ano altero o currículo dos meus alunos para
que isso não aconteça - concluiu Ronald. Pensando em melhores qualificações profissionais no futuro, Yolanda Magalhães, de 15 anos, busca em um idioma estrangeiro a possibilidade de arrumar um emprego com maior facilidade. - Estudo inglês desde 2017 porque quero ter mais oportunidades no mercado de trabalho ,e sei o quanto o inglês vai me ajudar nisso. Não vêm sendo tão fácil arrumar emprego nos tempos atuais, mas sei que com o curso terminado e obtendo o certificado irá ser um pouco mais fácil para que eu possa ter um bom emprego - comentou a adolescente, que trabalha em uma loja de roupas e acessórios.
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