Diário da Cuesta
ano I Nº 26
NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU
QUARTA-FEIRA 09 de dezembro de 2020
EMERSON FITTIPALDI GRANDE CAMPEÃO DA F 1 - foi o primeiro/abriu o caminho!!! Emerson Fittipaldi foi o primeiro brasileiro a se tornar campeão mundial de Fórmula 1. Foi bicampeão em 1972 e 1974, campeão da CART (Fórmula Indy), em 1989 e bicampeão das 500 milhas de Indianápolis em 1989 e 1993! Leia “Clã Fittipaldi: uma família que tem carros de corrida e motor nas veias” - Página 4
Felipe Massa & O Tsunami do Azar... Felipe Massa e o grande Pentacampeão da Fórmula 1, Schumaker, no Vale do Sol. PÁGINA 2 Fotos: Rodrigo Scalla
AS LOJAS DO COMÉRCIO ENFEITAM SUAS VITRINES PARA O NATAL!
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FELIPE MASSA & O Tsunami do Azar...
Com esse título, fiz um post no blog... Para o Brasil e, de modo especial, para nós botucatuenses, foi difícil acompanhar os acidentes e as posturas da equipe que tanto prejudicaram o Massa. Pudemos ver o grande campeão Schumaker descendo de helicóptero no Vale do Sol, convidado por Felipe Massa para um final de semana em Botucatu... E sempre foi em Botucatu, no Vale do Sol, que Massa se preparava para os grandes embates. Corajoso, após passar pela F2, com sucesso, foi para a Ferrari, como piloto de testes e para a Sauber, vinculada à Ferrari e que usava os motores da poderosa de Marinello. O histórico na Ferrari todos sabem... O carro do Schumaker nunca quebrava, mas o do Felipinho quebrava sempre. Até que teve aquele episódio da ordem da equipe para que ele deixasse o Schumaker passá-lo. Essa doeu... Até que veio o “rolamento” que se soltou do carro do Rubinho e atingiu em cheio a cabeça do Massa...
GP da Alemanha - 20/07/2014 Era o auge do Tsunami do Azar... Teve várias “pole position”. Não foi Campeão por pouco... Na Wiliams, parecia uma descida de degrau... Mas, eis que o motor Mercedes que a escuderia tem juntamente com a Mercedes é o melhor da temporada, a coisa começou a mudar... MAS, a sorte ainda NÃO tinha pousa-
do nos ombros do Felipinho... Muito pelo contrário. Desde o início tem acontecido imprevistos que tem impedido Felipe de ter um desempenho positivo. Na última corrida, quando foi “pole position”, bateu na primeira volta num carro da Ferrari que havia rodopiado. Hoje, saindo em 3º lugar, bateu novamente na primeira volta, capotando, como mostra a foto:
REGISTRO HISTÓRICO
DIRETOR: Armando Moraes Delmanto
EXPEDIENTE NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU WEBJORNALISMO DIÁRIO
EDITORAÇÃO E DIAGRAMAÇÃO: Gráfica Diagrama/ Edil Gomes Contato@diariodacuesta.com.br Tels: 14.99745.6604 - 14. 991929689
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Por Mares e Oceanos
por Elda Moscogliato
A importância do tema que encerra uma questão global conclamou a alta cúpula internacional de vez que na sua abrangência diz respeito à sobrevivência humana, razão pela qual todas as nações se mobilizam e ocorrem à ideia, através de seus organismos correspondentes, prestando-se à cooperação e à solução do problema em si, grave e improcrastinável. *** É preciso salvar o mar conhecendo-lhe mais insistente e cientificamente as profundezas abissais - um mundo submerso e povoado, do qual tão pouco ainda se sabe. É necessário devassar-lhe as entranhas que encerram reservas potenciais úteis - expostas à gratuidade explorativa em benefício da vida e da sobrevivência humana. *** Essa munificência dadivosa à espera de uma exploração racional e atuante, está sendo vítima indefesa de deteriorização impiedosa através de detritos radioativos, componentes químicos e outros mais, deletérios, que lhe devassam a superfície com o grave comprometimento de sua fauna aquática admirável, o aniquilamento da faixa litorânea e a contaminação das praias que a natureza enfeitou. *** Desde que se destruam as águas oceânicas compromete-se em definitivo a vida na terra. O problema é grave e se impõe a uma solução inadiável, consideradas as agressões que atualmente as comprometem. É ponto bastante significativo para a bioética que surge na defesa dos valores indispensáveis ao equilíbrio do ecosistema vital à preservação da vida na terra. *** Essa imensa massa líquida que nos seus 330 milhões de quilometros quadrados ocupa 70% da superfície do globo, polarizará por todo este ano a inteligência universal responsável, toda entregue a re-
parar-lhe os danos e impedir-lhe lesões maiores, na elaboração de leis e estatutos que lhe cicatrizarão os males e lhe deterão a ruína total, precavendo-a de se transformar num imenso mar morto. *** Essas mesmas águas que nos vêm da Criação já povoadas e enriquecidas desde o segundo dia do Criador, quando separou-as e povoou-as com esmero de artista. Deu-lhes mais: um caminho movediço e deslizante pelo qual os povos primitivos recém-saídos das tribos primeiras, aventuraram-se à caminhada dos milênios que lhes facultou entre terras e mares, serranias e caudais, a chegada ao Estreito de Bhering e lhes ofereceu o Ocidente. Traziam já consigo o uso de quipos: o calendário mais perfeito de todos os tempos; o culto do Sol, o segredo das pirâmides e deixaram marcas de uma civilização atordoante e surpreendente. *** Essas massas líquidas que forneceram aos fenícios, o segredo do múrice purpúrio que lhes abriu à comercialização de todos os povos as especiarias do Levante. *** Essa mesma massa fluída, movente, aliciante e perigosa que sugeriu à fantasiosa imaginação do homem as mais ricas e envolventes mitologias, povoando os mares e oceanos dos tritões, dos deuses invencíveis, das ninfas, das sereias, capazes de desviar Ulisses dos braços de Penélope, isolando-o na ilha da Perfeição de que o herói se enfartou e fugiu de regresso ao lar. *** Essa mesma massa escorregadia, líquida e acariciante, que esconde no vai-e-vem da maciez das ondas o idílio eterno com a Lua, capaz, no paroxismo das tormentas de fazer sossobrar pequenos barcos ou couraçados gigantes nas partidas perigosas das batalhas navais, à força total das quais jazem em seu seio misterioso as carcaças de submarinos e aviões kamikases. ***
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Essa mesma massa líquida, flutuante, instável e fascinante arrebata a literatura de todos os tempos lembrando-nos o misterioso Navegante Solitário que Wagner extraiu das lendas dos Países Baixos e imortalizou no Navio Fantasma. *** Esse imenso lençol movediço sepultou em seus abismos profundos os lendários lêmures, a terra de Mu e a Atlântida de cuja civilização fantástica falam os helenos clássicos. *** Essa imensa mole líquida oferece através de sua crosta sólida, no solo abissal, o sustentáculo às grandes realizações da tecnologia mais avançada através das pontes quilométricas - pontes da amizade, da comunicação, da interação de regiões e países em prol do enriquecimento, da amizade, do progresso. *** Do profundo de suas águas flutuantes jorra o petróleo - força econômica que se constitui o sexto poder do mundo. *** Singrando suas águas inseguras, partiram um dia, de uma pequenina Nação Lusitana, as caravelas que nos revelaram ao mundo.Estamos vivenciando os 500 anos da descoberta. Acervo Peabiru
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Clã Fittipaldi: uma família que tem carros de corrida e motor nas veias
Netos de Emerson, os irmão e pilotos Pietro e Enzo Fittipaldi seguem perpetuando o sobrenome da família que virou sinônimo de automobilismo em todo o mundo Fittipaldi. Um sobrenome que é sinônimo de automobilismo no mundo. No Brasil, a história da família se mistura com a história do automobilismo. E as novas gerações seguem esse legado. Entre eles estão os irmão e pilotos Pietro, 23 anos, e Enzo, 18, netos do lendário Emerson Fittipaldi. Um dos bisavôs da dupla é o falecido Wilson Fittipaldi, o Barão, patriarca da família. Um tio-avô é Wilsinho, irmão de Emerson e ex-piloto de várias categorias. Foram Emerson e Wilsinho, por exemplo, que criaram a Copersucar, equipe brasileira de F-1 nos anos 70. Entre os tios estão Christian Fittipaldi, filho de Wilsinho e piloto de vasta carreira inclusive na F-1, e
Após deixar as pistas, Emerson acompanha a carreira do neto Pietro na Nascar (Foto: Divulgação)
Enzo, o avô Emerson e o irmão Pietro: jovens pilotos seguem os passos da família Fittipaldi nas pistas (Divulgação) Max Papis, ex-piloto de F-1 e de Champ Car na Itália. Ou seja, um almoço de domingo é mais uma mesa-redonda especializada em automobilismo do que um encontro familiar. - É só vantagem ter um avô como ele, além de uma família e amigos que entendem do assunto - diz Pietro. Ele e Enzo são filhos de Juliana, filha de Emerson Fittipaldi, com Carlos da Cruz. Pietro disputa competições de monopostos desde 2013. Antes disso, passou pelas divisões de acesso da Nascar nos EUA, onde foi campeão da Limited Late Model em 2011, aos 15 anos. Em 2014, foi campeão da F-Renault Britânica. Dois anos depois, conquistou o título da F3.5 V8, antiga World Series Renault. Em 2018, machucou as duas pernas em um acidente durante a classificação para as 6 Horas de Spa-Francochamps pelo Mundial de Endu-
rance (WEC). Com isso, só pôde disputar uma corrida pela Super Fórmula (Japão) e seis pela Indy. No final de 2018, foi contratado como piloto de testes da equipe Haas na Fórmula 1. Atualmente, além de atuar como piloto de testes da Haas, Pietro também disputa o DTM (Deutsche Tourenwagen Masters) pela Audi. Já o irmão Enzo tem 18 anos. Com apenas 15 anos, disputou o Campeonato Junior Ginetta. Em dezembro de 2016, juntou-se à Academia de Jovens Pilotos da Ferrari. Em 2017 e 2018 participou da Fórmula 4 Italiana pela equipe Prema, sagrando-se campeão da categoria no ano passado, com sete vitórias e 12 pódios. Também foi terceiro colocado na ADAC Fórmula 4 em 2018. Atualmente, Enzo disputa a Formula 3 Regional Europeia pela equipe Prema, com a qual já conquistou duas vitórias na temporada.
EMERSON FITTIPALDI - GRANDE CAMPEÃO DA F 1 foi o primeiro/abriu o caminho...
Não por acaso, aquele 10 de setembro é considerado uma espécie de “Dia D” do automobilismo no Brasil. O feito do “Rato” abriu portas no exterior para dezenas de pilotos que chegariam à Fórmula 1 e a outras grandes categorias do esporte a motor. Nestes 40 anos, muita coisa aconteceu pelas pistas do mundo. Como a consagração de Nelson Piquet e Ayrton Senna, que se tornaram tricampeões da maior categoria do automobilismo, e o surgimento de outras gerações de vencedores de corridas que passaram perto do título, como Rubens Barrichello e Felipe Massa. E, claro, a ida do próprio Emerson para os Estados Unidos, onde foi novamente pioneiro ao ingressar na Fórmula Indy e levar consigo outras dezenas de compatriotas. Feitos que enchem de orgulho o ex-piloto, hoje com 65 anos.
- “Esta comemoração é de todo o Brasil, de todos os que me ajudaram nesta carreira até hoje. Por isso, minha comemoração vai muito além do Emerson. Todos nós temos que comemorar este título mundial” – disse o pai do piloto, Wilson Fittipaldi (o “Barão”) à TV Globo, durante sua participação como comentarista convidado no GP da Itália.
Emerson venceu cinco GPs em 1972 e conquistou o primeiro título do Brasil na F-1 (Foto: Getty Images)