Diário da Cuesta ANO V
TERÇA-FEIRA, 06 DE OUTUBRO DE 2026
Nº 1845
NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU
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VOCÊ SABIA?!? Botucatu teve seu “TRIO DE OURO DA POLÍTICA”, em 1934/35
Dr. Cantídio de Moura Campos
Dr. Antônio Carlos de Abreu Sodré
A vitória expressiva dos ex-prefeitos de Botucatu, Mário Pardini e João Curi Neto representa que a nossa cidade poderá retomar a força política que lhe foi tão importante no passado. Após a Revolução Constitucionalista de 1932, São Paulo obteve, em 1934/35 a GRANDE VITÓRIA POLÍTICA, eis que as bandeiras pelas quais lutou em 1932: A CONSTITUIÇÃO DO BRASIL, A AUTONOMIA DOS ESTADOS E O PLENO ESTADO DE DIREITO foram conseguidas com as ELEIÇOES CONSTITUINTES DE 1934. Eleito GOVERNADOR DO ESTADO, ARMANDO DE SALLES OLIVEIRA, nomeou como SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO E SAÚDE, o DR. CANTÍDIO DE MOURA CAMPOS, o primeiro
Dr. Dante Delmanto
botucatuense a se formar em Medicina e Secretário da Educação na criação da USP – Universidade de São Paulo! E Botucatu passou a contar com o famoso “TRIO DE OURO” de nossa política que tantos benefícios conseguiram para a nossa cidade e região composto por Cantídio de Moura Campos e pelos Deputados Constituintes eleitos com a maior votação do Estado de São Paulo: Deputado Estadual Constituinte, Dante Delmanto e Deputado Federal Constituinte, Antônio Carlos de Abreu Sodré. Leia matéria sobre esses ilustres representantes de Botucatu nas páginas internas.
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EDITORIAL
Diário da Cuesta
BOTUCATU VOLTA AO CENÁRIO POLÍTICO Uma cidade forte precisa ter voz. E Botucatu já viveu períodos em que sua voz política ultrapassou os limites da Cuesta e chegou, com força, a São Paulo e a Brasília. A história política de Botucatu registra momentos de extraordinário protagonismo. Durante a chamada Primeira República, até a Revolução de 1930, destacou-se a liderança de José “Juca” Cardoso de Almeida, formado pela tradicional Faculdade de Direito do Largo de São Francisco e integrante de uma geração de homens públicos que exerceu enorme influência na vida paulista e brasileira. Juca Cardoso ocupou importantes funções nos governos estadual e federal, chegando à Presidência do Banco do Brasil e à liderança da maioria na Câmara dos Deputados durante o governo Washington Luís. Era cunhado do consagrado arquiteto Ramos de Azevedo e faleceu em Paris, após deixar o Brasil com a queda da 1ª República. Mas outro momento particularmente significativo da presença política botucatuense aconteceria depois da Revolução Constitucionalista de 1932. São Paulo havia se levantado em armas exigindo a constitucionalização do País. Derrotado militarmente, o Estado conseguiu ver parte fundamental de suas reivindicações atendida com a convocação da Constituinte e a retomada do processo constitucional. Foi nesse ambiente de reconstrução democrática que Botucatu viveu uma verdadeira ERA DE OURO DE SUA REPRESENTAÇÃO POLÍTICA. Em torno do governo de Armando de Salles Oliveira, surgiu aquilo que podemos chamar de “TRIO DE OURO DA POLÍTICA DE BOTUCATU”: Cantídio de Moura Campos, na Secretaria da Educação e Saúde; Antônio Carlos de Abreu Sodré, na representação federal; e Dante Delmanto, na representação estadual. Nas eleições de 14 de outubro de 1934, Botucatu protagonizou um resultado extraordinário. Antônio Carlos de Abreu Sodré e Dante Delmanto alcançaram votações excepcionais para deputado federal e deputado estadual constituinte, respectivamente, figurando entre os grandes campeões de votos daquele histórico pleito paulista. Mais importante que os números, porém, foi aquilo que a força política representava. Representação significava voz. Representação significava presença. Representação significava capacidade de defender os interesses de Botucatu onde as grandes decisões eram tomadas. E os resultados daquela época deixaram marcas. Foi nesse período de modernização paulista que surgiu a Universidade de São Paulo — a USP — e avançaram iniciativas fundamentais de educação, ensino profissionalizante, pesquisa e desenvolvimento. Botucatu soube participar daquele momento histórico. Soube fazer política com dimensão regional e estadual. Soube ocupar espaços. Soube transformar REPRESENTAÇÃO POLÍTICA em CONQUISTAS PARA A COMUNIDADE. Passaram-se mais de 90 anos desde aquelas históricas eleições de 1934. E a História parece novamente convidar Botucatu a refletir sobre a importância de sua representação política. Em 2026, dois ex-prefeitos da cidade chegam aos parlamentos que decidem parte importante dos destinos de São Paulo e do Brasil: João Cury Neto, na Câmara dos Deputados, e Mário Pardini, eleito para a Assembleia Legislativa de São Paulo. Independentemente de partidos ou posições políticas, esse fato possui um significado institucional para Botucatu: a cidade volta a contar com representantes diretamente identificados com sua realidade municipal e regional. E representação traz também RESPONSABILIDADE. Responsabilidade dos eleitos, que devem prestar contas de seus mandatos. Responsabilidade da comunidade, que deve acompanhar, fiscalizar, reivindicar e participar. É justamente aí que ganha importância o debate sobre o VOTO DISTRITAL. O sistema distrital estabelece uma vinculação territorial mais direta entre determinadas comunidades e seus representantes. Seus defensores sustentam que essa proximidade facilita a fiscalização dos mandatos
Botucatu teve seu “TRIO DE OURO DA POLÍTICA”, em 1934/35
Dr. Cantídio de Moura Campos, Dr. Antônio Carlos de Abreu Sodré e Dr. Dante Delmanto
DEPUTADO FEDERAL JOÃO CURY NETO e DEPUTADO ESTADUAL MÁRIO PARDINI e a cobrança de compromissos; seus críticos apontam que o modelo também exige cuidados para preservar a representação das diferentes correntes políticas existentes na sociedade. É uma discussão que o Brasil precisa fazer democraticamente. Para Botucatu, entretanto, sua própria História oferece uma lição importante: QUANDO UMA COMUNIDADE PARTICIPA DA VIDA PÚBLICA, ORGANIZA SUAS PRIORIDADES E ACOMPANHA SEUS REPRESENTANTES, SUA VOZ GANHA FORÇA. Botucatu tem hoje enormes desafios. Precisa buscar desenvolvimento econômico sustentável, preservar seu extraordinário patrimônio ambiental, ampliar sua vocação científica e universitária, fortalecer a saúde, a educação, o turismo, a cultura e a infraestrutura e, sobretudo, projetar regionalmente a força da Cuesta Paulista. Para isso, não basta eleger representantes. É preciso ACOMPANHÁ-LOS. É preciso apresentar projetos. É preciso cobrar resultados. É preciso transformar representação parlamentar em conquistas concretas para a população. Em 1934, Botucatu mostrou que uma cidade do interior podia ocupar posição de destaque na política paulista. NOVENTA E DOIS ANOS DEPOIS, UM NOVO CAPÍTULO COMEÇA A SER ESCRITO. Que a experiência do passado sirva de inspiração e, principalmente, de responsabilidade para o presente. Porque uma cidade que conhece sua História sabe também que o futuro não é simplesmente esperado. O FUTURO É CONSTRUÍDO! BOTUCATU VOLTA A TER VOZ. QUE ESSA VOZ SEJA A VOZ DA COMUNIDADE! AVANTE!!! A DIREÇÃO.
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Fotos de Antônio Carlos e Dante Delmanto
Fotos de Armando de Salles Oliveira, Antônio Carlos de Abreu Sodré e Dante Delmanto
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Antônio Carlos de Abreu Sodré O deputado Abreu Sodré é uma das mais legítimas e caras expressões da mocidade do Estado bandeirante. Culto, operoso e distincto nas suas attitudes pessoaes e politicas, o novel parlamentar recommenda-se á admiração dos seus coestaduanos e á geração renovadora do Brasil, pelas suas qualidades de brio, de honestidade e de patriotismo. Politico habil e “double” de “gentleman”, o deputado Abreu Sodré, como um dos melhores membros da bancada do grande Estado de São Paulo, facilmente conquistou as sympathias dos seus pares na Assembléa Nacional Constituinte onde s. ex. é uma affirmação de valor e de estudioso das questões que mais de perto interessam a nacionalidade. Nasceu Antônio Carlos de Abreu Sodré, filho do dr. Francisco de Paula de Abreu Sodré e de d. Idalina Costa de Abreu Sodré, a 5 de abril de 1898, no municipio de Santa Cruz do Rio Pardo, no Estado de São Paulo. Fez os seus preparatórios no Gymnasio do Estado, na Capital paulista, matriculando-se em seguida na Faculdade de Direito de São Paulo, onde recebeu o gráu de bacharel em scienciàs juridicas e sociaes, em 20 de dezembro de 1919.. Após á sua formatura, exerceu o cargo de promotor publico nos prósperos municípios de Olympia e Botucatu’, no Estado de S. Paulo revelando a sua inteireza moral, desassombro no desempenho do cargo e os seus dotes intellectuaesQuando estudante, fogoso e vibratil, tomou parte saliente em todas as manifestações estudantinas e cívicas promovidas pela mocidade das escolas, tendo sido em 1919 presidente do Centro Academico 11 de agosto (Faculdade de Direito de São Paulo); membro fundador da Liga Nacionalista de São Paulo; um dos directores da Associação dos Antigos Alumnos da Faculdade de Direito de São Paulo, e, como advogado, é socio do Instituto da Ordem dos Advogados de São Paulo. Fez o serviço militar em 1916, no voluntariado de manobras, depois que ouviu o grande poeta nacional, Olavo Bilac, em discurso pronunciado na Faculdade de Direito de São Paulo, na sua jornada pelo maior levantamento moral da raça.
Foi um dos chefes da M. M. D. C., (organização revolucionaria), na Revolução Constítucionalista de 1932, tendo exercido missões da mais alta confiança. Ingressou na política com o advento do Partido Democratico daquelle Estado, chefiado pelo conselheiro Antonio Prado, sendo escolhido, desde logo, membro do seu directorio central, sempre reeleito nas eleições subsequentes até que esse partido se fundiu, com outros, ao Partido Constitucionalista, em 1934. Desempenhou o cargo electivo de vereador ao Conselho Municipa! de Botucatu, de 1929 a 1930, eleito pelo Partido Democratico, alcançando a maior votação do pleito. Fez campanhas memoráveis que se desenrolaram no Estado bandeirante operadas successivamente pelo Centro Academico XI. de Agosto, pela Liga Nacionalista, Partido Democratico e “Chapa Unica Por São Paulo Unido”, sendo, por fim, eleito por esta, com a maior votação, deputado á Assembléa Nacional Constituinte, como premio á sua cultura, capacidade e patriotismo. (texto original do Congresso Nacional) Dante Delmanto
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Professor Cantídio de Moura Campos
O primeiro botucatuense formado em Medicina. Professor da Faculdade de Medicina da USP, onde viria a ser Diretor. Foi Vice-Reitor da USP e Reitor da UNICAMP. Secretário Estadual da Educação e da Saúde. Ajudou a criar a Universidade de São Paulo – USP. A Escola Profissional, depois denominada de Escola Industrial de Botucatu, foi criada por ele a pedido do deputado Dante Delmanto. Cantídio de Moura Campos , como Secretário da Educação e Dante Delmanto, como deputado, fizeram a “dobradinha de Botucatu” no governo de Armando de Salles Oliveira que implantou a Escolas Profissionais e fundou a USP. A “Folha de Botucatu” tem feito reiteradas publicações referentes aos grandes vultos do passado botucatuense. Não é mera louvação. Nem é saudosismo. Com a visão posta no futuro estamos, tão somente, mostrando que os ciclos positivos de um povo, de uma comunidade, são coincidentes com a presença de seus filhos na liderança das conquistas para a cidade, trazendo o desenvolvimento e progresso. As conquistas de Botucatu estão ligadas às épocas em que a nossa cidade contou com lideranças políticas de expressão. Assim foi com as presenças de Cardoso de Almeida e de Amando de Barros (Escola Normal, Bispado, Misericórdia, etc). Assim foi com Cantídio de Moura Campos. Cantídio era filho do Coronel Raphael Augusto de Moura Campos, chefe político de grande prestígio em toda a região de Botucatu. Conseguiu o privilégio de ser o primeiro botucatuense formado em Medicina. O primeiro médico botucatuense. Foi um acontecimento festejado em toda a cidade. Mas, para esse Moura Campos, estava destinado um futuro brilhante. Recém formado, Cantídio integrou-se à equipe de jovens médicos escolhidos pelo legendário Arnaldo Vieira de Carvalho para a constituição do Corpo Docente da Faculdade de Medicina. Faziam parte da equipe, os médicos Benedito Montenegro e João de Aguiar Pupo, destinados também a um lugar de destaque na história do ensino médico em São Paulo. Cantídio cresceu com a Faculdade de Medicina: começou como instrutor até chegar a Professor Catedrático e, posteriormente, Diretor da Faculdade de Medicina. O destino, porém, reservava glória maior a esse botucatuense. No Governo Democrático de Armando de Salles Oliveira, o prof. Cantídio de Moura Campos viria a ser indicado para a Secretaria da Educação e Saúde do Estado. Era uma das maiores Pastas do Governo, eis que englobava a Educação e a Saúde. Nessa época, Botucatu viveu um de seus períodos aúreos. Nós tínhamos deputado federal e deputado estadual. Como Deputado Federal, o Dr. Antonio Carlos de Abreu Sodré (Promotor Público e ex-vereador de Botucatu) e como Deputado Estadual, o Dr. Dante Delmanto (destacado advogado criminalista eleito com a maior votação do Estado, sendo o mais jovem deputado eleito). Para se ter uma base de como a nossa região tinha representatividade, basta citar que juntamente com Dante Delmanto era eleito, para seu primeiro cargo público, como Deputado Estadual, o jovem médico Adhemar Pereira de Barros, representando Piracicaba e São Manuel. O chamado “TRIO DE OURO” era a garantia de que Botucatu teria destaque perante as demais cidades do interior. Assim, veio a Escola Profissional (Industrial), a Fazenda Lageado (desapropriada), as Regionais do Estado, etc. O “TRIO DE OURO”: Cantídio Moura Campos, Abreu Sodré e Dante Delmanto. Botucatu, graças à presença política de seus filhos na liderança regional, conseguiu passar incólume pelos difíceis anos 30. No último 27 de setembro de 1989, o Centenário de Nascimento do Prof. Cantídio de Moura Campos foi comemorado pela Faculdade de Medicina da USP. Falecido em 1972, Cantídio de Moura Campos deixou marcada a sua passagem pelo ensino superior de São Paulo e pela Administração Pública Paulista. No Governo de Armando de Salles Oliveira, o prof. Cantídio de Moura Campos ocupou com competência a Secretaria da Educação e Saúde. Coube-lhe a incumbência de tornar realidade o sonho do grande Estadista que foi Armando de Salles Oliveira: a criação da Universidade de São Paulo. Juntamente com Benedito Montenegro, Júlio de Mesquita Filho, Cristiano Altenfelder e Silva, Reynaldo Porchat e Teodoro Ramos, Cantídio participou de forma expressiva na criação da USP. Posteriormente, foi o primeiro Reitor da Unicamp (Universidade de Campinas). Na homenagem que lhe foi prestada pela Faculdade de Medicina, dois professores discursaram em sua homenagem: Mário Ramos de Oliveira e Marcello de Moura Campos. O prof. Mário Ramos de Oliveira em seu discurso destacou: “...Entrou (na faculdade) como preparador em 1915, quando de volta da Europa. Tinha se formado em 1912, na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e ido para a França onde fez-se fisiologista. Na Alemanha Imperial prolongou o seu estágio; depois esteve na Inglaterra. Nos dois primeiros aprendeu as bases das ciências e, na última, encontrou o espírito das liberdades respeitáveis e o apuro de sua personalidade
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Quadro do Museu Histórico da Faculdade de Medicina (USP) de gentleman. Entretanto, como preparador de fisiologia coube-lhe a princípio plasmar as normas do Departamento de Fisiologia desde ensinar os técnicos, ele próprio preparando animais, tratando deles, e fazendo funções subalternas no velho tempo da Faculdade da Rua Brigadeiro Tobias. Foi lá que, com seus companheiros de época, desenvolveu um regime de trabalho, que podemos chamar de superintegral. Era a época em que os idealistas de ARNALDO cuidavam dos alunos eles próprios, preparavam as aulas quando voltavam à noite ao laboratório para que, como agora o curso da nossa faculdade fosse o melhor. Quando em janeiro de 1919 coube-lhe a chefia do Departamento de Fisiologia, como professor catedrático, e onde durante dez anos seguidos foi incansável no seu labor, demonstrou nesse fecundo período de sua atividade professoral, o seu carinho para com esse departamento, organizado sob bases seguras uma escola de experimentação que durante muito tempo o considerou como seu mentor e guia principal. Fixou diretrizes no ensino da fisiologia aplicada, realizou interessantes experiências e, finalmente, sempre atendeu com solicitude e carinho a todos os que buscaram o seu apoio , os seus conselhos e a sua orientação na feitura de trabalhos científicos.” Politicamente, Cantídio de Moura Campos atuou no Partido Democrático e, posteriormente, no Partido Constitucionalista (que absorveu o PD), chegando a ocupar a Secretaria da Educação e Saúde do Estado de São Paulo (1935/1937) Profissionalmente fez toda a sua carreira na Faculdade de Medicina, onde começou como professor-instrutor e chegou a Diretor. Foi professor catedrático de Fisiologia (1919/1929) e professor catedrático de Terapêutica Clínica (1929/1959). Foi Diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Vice-Reitor e o primeiro Reitor da Unicamp – Universidade de Campinas. Botucatu une sua voz a tantos quantos estejam relembrando a trajetória brilhante desse grande botucatuense. Hoje, Botucatu tem o Hospital Psiquiátrico “Prof. Cantídio de Moura Campos”, que está comemorando 20 anos de existência. Hoje, sobretudo, Botucatu tem o exemplo desse filho dileto que soube cumprir o seu compromisso com a sua geração e soube levar a todos os cargos e a todos as funções exercidas o traço do caráter firme, do idealismo sempre constante e do patriotismo marcante dos filhos de Botucatu. (Folha de B.otucatu23/10/1989).