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Cowboy bicampeão é de Itatinga

João Ricardo Vieira é bicampeão do rodeio milionário The American. Página 4

Maysa (1936-1977) foi uma cantora e compositora brasileira, fez grande sucesso nas décadas de 1950 e 1960. É mãe de Jaime Monjardim, diretor de novelas. Faleceu prematuramente no Rio de Janeiro, vítima de um acidente na Ponte Rio-Niterói, em 22 de janeiro de 1977. Leia a biografia da Maysa na página 2

MAYSA

Maysa Figueira Monjardim nasceu no Rio de Janeiro, no dia 6 de junho de 1936. Filha da italiana Inah Figueira Monjardim e do Fiscal de Rendas, Alcebiades Monjardim, descendente de tradicional família do Espírito Santo, era neta do Barão de Monjardim e bisneta do comendador José Francisco de Andrade Monjardim, que presidiram a província do Espírito Santo. Com 3 anos mudou-se com a família para a cidade de Bauru, no interior de São Paulo. Com 7 anos foi levada para estudar no Sacre-Coeur de Marie, onde permaneceu interna durante quatro anos. Em 1950 vão morar em São Paulo.

Aos dezoito anos casou-se com empresário André Matarazzo, antigo amigo de sua família e dezessete anos mais velho que a cantora, por quem ela era secretamente apaixonada desde a adolescência. ... Com pouco tempo de casados, nasceu Jayme Monjardim Matarazzo, diretor de cinema e telenovelas.

O primeiro disco “Convite Para Ouvir Maysa”, traz oito sambas-canção, todos compostos pela cantora, entre elas “Adeus” e “Resposta”, que fizeram grande sucesso. No ano seguinte lançou: “Maysa” (1957), que se destacou com as músicas “Ouça” e “Se todos Fossem Iguais a Você”. Nesse mesmo ano, separou-se do marido, que era contra sua carreira, o que abalou profundamente a vida da cantora. Em seguida lançou: “Convite Para Ouvir Maysa” (1958) que fez sucesso com a música “Meu Mundo Caiu”. Maysa foi aclamada pelo público e pela crítica.

Em 1960, Maysa foi morar no Rio de Janeiro, quando gravou outro grande sucesso de sua carreira “O Barquinho” (1961), de Ronaldo Bôscoli e Roberto Menescal, que se tornou um marco da Bossa-Nova. Entre 1958 e 1962, Maysa lançou 12 álbuns e se destacou como uma das mais

importantes cantoras brasileiras. Passou a fazer shows e a excursionar por diversos países. Nessa época, deixou a criação de seu filho com o ex-marido e sua nova esposa Maysa conquistou a fama no Brasil e em outros países. Entre as outras gravações de sucesso destacam-se: “Hino ao Amor”, “Castigo”, “Ne Me Quitte Pas”, “Solidão”, “Tristeza”, “Eu e a Brisa”, “Por Causa de Você”, “Diindi”, “Fim de Caso”, “Preciso Aprender a Ser Só”, “Alguém me Disse”, e “Eu Sei Que Vou Te Amar”.

DIRETOR: Armando Moraes Delmanto EDITORAÇÃO E DIAGRAMAÇÃO:

Diagrama/ Edil Gomes

O Diário da Cuesta não se responsabiliza por ideias e conceitos emitidos em artigos ou matérias assinadas, que expressem apenas o pensamento dos autores, não representando necessariamente a opinião da direção do jornal. A publicação se reserva o direito, por motivos de espaço e clareza, de resumir cartas, artigos e ensaios.

O barquinho...

Dia de luz, festa de sol

E um barquinho a deslizar

No macio azul do mar

Tudo é verão, e o amor se faz

Num barquinho pelo mar

Que desliza sem parar

Sem intenção, nossa canção

Vai saindo desse mar, e o sol

Beija o barco e luz, dias tão azuis

Volta do mar, desmaia o sol

E o barquinho a deslizar

E a vontade de cantar

Céu tão azul, ilhas do sul E o barquinho, coração

Deslizando na canção

Tudo isso é paz, tudo isso traz

Uma calma de verão, e então

O barquinho vai, a tardinha cai

Volta do mar, desmaia o sol

E o barquinho a deslizar

E a vontade de cantar

Céu tão azul, ilhas do sul E o barquinho, coração

Deslizando na canção

Tudo isso é paz, tudo isso traz

Uma calma de verão, e então

O barquinho vai, a tardinha cai

O barquinho vai, a tardinha cai

O barquinho vai, a tardinha cai

O barquinho vai

Do interior de SP aos Estados Unidos: quem é o brasileiro que está entre os dez peões mais premiados da história do rodeio

Membro do time profissional de montaria

‘Florida Freedom’ da principal liga do país, a Professional Bull Riders (PBR), João Ricardo Vieira, de Itatinga (SP) contabiliza mais de US$ 3 milhões em premiações totais.

Por Gabriel Sato, Marco Previdello, TV TEM

Com mais de 684 montarias realizadas, João Ricardo Vieira, de Itatinga (SP), trilha uma carreira de sucesso nas arenas de rodeio internacionais há 13 anos.

Membro do time profissional de montaria “Florida Freedom” da principal liga do país, a Professional Bull Riders (PBR), o cowboy contabiliza mais de US$ 3 milhões em premiações totais.

Tal número expressivo da classificação o coloca entre os dez peões que mais acumularam prêmios em dinheiro na história do rodeio norte-americano, aos 41 anos

Em 2013, sua temporada de estreia na PBR, ele conquistou o título de “Rookie of the Year” (Novato do Ano)

norte-americano

e faturou US$ 435 mil. Antes de brilhar nos Estados Unidos, ele já acumulava uma trajetória de sucesso no Brasil, onde, ao longo de três anos, conquistou 23 motos e 6 carros em prêmios.

“Aqui, geralmente, a valorização é muito menor, sabe? Quando eu cheguei lá (nos Estados Unidos), eles já tinham me olhado aqui no Brasil, e eu já tinha dois patrocínios com marcas americanas”, conta em entrevista a TV TEM

De Itatinga para os Estados Unidos: o sucesso do brasileiro do interior de SP que conquistou as arenas de rodeio internacionais

No Brasil, quando volta para o período de férias, o montador deixa de lado a correria dos Estados Unidos para a calmaria de seu rancho em sua cidade natal. Lá, além de possuir uma arena para treinar e manter o condicionamento físico, também realiza, desde 2020, a criação de touros com inseminação artificial e genética importada.

“Todos os dias eu vou para a academia. Duas horas e meia, três horas de treinamento físico, sabe? Porque lá a gente tem que ter muito mais resistência. Já tem 40 anos que eles fazem melhoramento genético com os touros”, explica João em entrevista a TV TEM. (g1 , globo.com)

“Sandokan, o tigre da Malásia”

Estreou ontem 19/01/2026, na

Netflix, a série “Sandokan, o tigre da Malásia” estrelada por Can Yaman, ator turco, muito querido aqui no Brasil.

Ele estrelou também as séries Erkensi Kus, Dolunay, Bay Yanliş, Gönul Işleri, Inadina Aşk, Hangmiz Sevmedik, uma outra série italiana “Viola come il mare”.

O ator é também advogado, nasceu a 08/11/1989 em Suadiye - Istambul, Turquia.

Mora em Roma - Itália e também tem residência em Istambul - Turquia.

Escreveu o livro “Sembra strano anche a me” em 2021.

Filho de Gülden Yaman e Güven Yaman.

Trabalhou no filme : “De Cecco: 7 Cereali”.

Estudou na Yeditepe Universitário, Licei Italiani -IMI, Private Bahçeşehir “College Bihfen.

Tem 1,88 m de altura.

Recebeu o prêmio “Borboleta de Ouro” de melhor ator em comédia romântica em 2018 e um Nurrex D’Or em 2019.

Foi indicado como melhor ator em comédia romântica do Golden Butterfly Award por seu papel em Bay Yanliş ( Senhor Equivocado).

É ligado a causas sociais .

Fundou em 2021 a “Can Yaman for Children” ets.

Essa ONG visa arrecadar fundos para ajudar crianças e adolescentes carentes em todo o mundo.

Seu maior sonho “ Poder ver as crianças hospitalizadas voltarem a brincar.

Em viagem ao Brasil em

2024 visitou juntamente a sua ONG o Hospital Especializado em Oncologia Pediátrica GRRAAC em São Paulo.

Poliglota, o ator é fluente em vários idiomas como : turco, italiano, francês, inglês e espanhol.

Ganhou o 7° Prêmio GQ -Homem do Ano em 2019, bem como vários prêmios por suas iniciativas de caridade.

Maratonei o “Sandokan” ontem mesmo.

Can Yaman falando inglês.

É uma série italiana de romance e aventura bastante interessante.

Gostei da qualidade, o ator está bastante bem em sua atuação.

Recomendo para quem gosta de aventura

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