Diário da Cuesta ANO IV
Nº 1613
QUINTA-FEIRA, 08 DE JANEIRO DE 2026
NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU Acompanhe as edições anteriores em: www.diariodacuesta.com.br
Botucatu antecipa vacinação contra a dengue para 18 de janeiro Município é um dos poucos do país escolhidos para imunização ampliada de pessoas entre 15 e 59 anos, com vacina inédita de dose única pelo SUS. Por recomendação do Ministério da Saúde, Botucatu vai antecipar para o dia 18 de janeiro (domingo) o início da vacinação contra a dengue. A ação ocorrerá de forma simultânea nos municípios-piloto selecionados pelo Governo Federal e reforça a estratégia nacional de prevenção diante do risco de avanço da doença. Botucatu está entre os poucos municípios brasileiros escolhidos para receber a vacinação de forma ampliada, contemplando toda a população de 15 a 59 anos. Em outras cidades do país, a imunização ocorre de maneira escalonada e voltada a públicos prioritários. A vacina utilizada será o primeiro imunizante de dose única contra a dengue no mundo, com produção 100% nacional e distribuição exclusiva pelo Sistema Único de Saúde. Estudos indicam 74,7% de eficácia contra a dengue sintomática e 89% de proteção contra formas graves, com cobertura contra os
quatro sorotipos da doença. A escolha de Botucatu como polo da estratégia nacional considera o histórico positivo do município em campanhas anteriores, como a vacinação contra a Covid-19, que teve impacto direto na redução de casos. O cenário atual, com risco de circulação dos sorotipos 2, 3 e 4, torna a medida ainda mais estratégica. Para receber a vacina, é necessário manter o cadastro atualizado na Unidade de Saúde de referência e apresentar documento com foto, CPF, Cartão SUS e comprovante de endereço. Adolescentes de 10 a 14 anos seguem com a vacinação disponível regularmente nas Unidades de Saúde. A Prefeitura de Botucatu irá divulgar nos próximos dias a organização da imunização em massa e o cronograma completo da ação. (Acontece Botucatu)
Segundo Ives Gandra, os eventos de 8 de janeiro não configuraram um golpe de Estado, mas sim uma “baderna” ou protesto desarmado, impossível de ser um golpe, pois golpes exigem armas; ele defende anistia para os envolvidos e vê o suposto plano de atentado como “absurdo” e “irreal”, sendo favorável a punir os participantes como baderneiros, não golpistas. Ele criticou a condução do STF e o tratamento dado aos atos, insistindo que não houve uso de armas e que militares não estariam envolvidos em um plano de derrubada, descrevendo o ocorrido como uma manifestação sem capacidade de golpe. Página 2