Diário da Cuesta ANO IV
Nº 1607
QUINTA-FEIRA, 01 DE JANEIRO DE 2026
NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU Acompanhe as edições anteriores em: www.diariodacuesta.com.br
100 anni dopo... 1926 - 2026 No Túnel do Tempo: Descobrindo Zoppi/Castellabate...
“Gatto che nasce nel forno non è biscoito” È vero... Filhote de gato que nasce num forno, não é pãozinho, continua sendo gato... Ou em outras palavras: gato que nasce no forno é gato, não é biscoito... MENINO, FILHO DE ITALIANOS, NASCIDO NO BRASIL É ITALIANO!!!
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No 1º dia de 2026, os votos: VAMOS TRABALHAR?!? A CUESTA está à espera, no município de Botucatu, da exploração ecológica do turismo... Somos uma ESTÂNCIA TURÍSTICA! A CUESTA no município de Pardinho já está com grande desenvolvimento. Vamos valorizar a melhor visão do GIGANTE DEITADO na descida para Piapara, vamos viabilizar a Avenida Turística, margeando o topo da CUESTA, vamos divulgar a BASE DA NUVEM com investimentos em teleférico, restaurantes e playground, vamos viabilizar o “sonho”do Balneario em Piapara... VAMOS??
SIM, VAMOS TRABALHAR! AVANTE!
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100 anni dopo... 1926 - 2026 No Túnel do Tempo: Descobrindo Zoppi/Castellabate...
É literalmente uma viagem no tempo... Em 3 datas: 1926, em 1996 e, agora, em 2026... A primeira data marca o ano em que Pedro Delmanto retornou à sua terra natal depois de 46 anos de sua partida. A segunda data marca o ano em que eu, em busca de minha raízes, fui para Zoppi/Castellabate... E 2026 marca o CENTENÁRIO do retorno de Pedro Delmanto à Itália.
Álbum Fotográfico e Histórico O início do século XX, o cavalo era meio de transporte e Pedro Delmanto andava com orgulho pela cidade. Pedro Delmanto (Domenico Antonio Pietro Del Manto) viera , distrito de Castellabate (Província de Salerno), cidade natal da família Matarazzo. Dia 01 de Julho é a data natalícia do meu avô paterno, PEDRO DELMANTO (1870 – 1965), comemorado sempre no dia 29 de Junho: DIA DE SÃO PEDRO! Nascido em 1870, em Zoppi/Castellabate, na região de Salerno/Itália, veio em 1887 para o Brasil, juntamente com seu irmão Costabile. Seguindo o desbravamento da Sorocabana que aqui chegava com suas paralelas poderosas, elegeu Botucatu como seu porto seguro. Aqui constituiu família e empreendeu com muita dedicação, sempre interagindo de forma positiva com a colônia italiana
local. Venceu nos negócios, pertenceu à Loja Maçônica Italiana “Silvanno Lemmi”, tendo sido seu venerável, construiu e cedeu o prédio feito especialmente para essa finalidade. Com a construção da CASA DE SAÚDE “SUL PAULISTA”, atendeu a uma importante reivindicação dos imigrantes italianos de Botucatu: ter seu HOSPITAL!
Alessio Varoli, sogro de Pedro Delmanto, foi um imigrante pioneiro que aqui chegou bem antes do início da imigração patrocinada. Aqui chegou em 1865, foi fazendeiro, industrial, representante Consular da Itália, foi fundador da Loja Maçônica “Silvano Lemmi” e foi por muitos anos presidente da Società Italiana di Beneficenza. Pedro Delmanto iniciou sua vida profissional como sapateiro com o Mestre Francisco Grandino, na cidade de Sorocaba, junto a Francisco Matarazzo que também iniciara lá a construção de seu império. De Sorocaba, acompanhando o crescimento da Estrada de Ferro Sorocabana, seguiu para Botucatu, então considerada “boca do sertão”. Estabelecido na cidade abriu (1891), juntamente com seu irmão Costabile, um estabelecimento comercial, “Casa Del Manto”, de venda de sapatos, botas, luvas e chapéus, possuindo oficina própria para a feitura e conserto de calçados. A partir de 1900, com a volta de seu irmão para a Itália e já atuando sozinho no comércio, ampliou as oficinas para fabricar calçados, importando modernas máquinas da Alemanha. Com fábrica e loja comercial, partiu para a aquisição de um Curtume, especialmente montado para a preparação e fornecimento de couros para a Fábrica de Calçados Delmanto. Completava, assim, o ciclo produtivo: com fazenda de gado, com curtume, fábrica de calçados e loja comercial! Depois de 46 anos de sua partida da Itália, Pedro Delmanto fez sua primeira visita a seus familiares e à sua terra natal, em 1926. É Registro Histórico!
EXPEDIENTE
DIRETOR: Armando Moraes Delmanto
NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU
EDITORAÇÃO E DIAGRAMAÇÃO: Gráfica Diagrama/ Edil Gomes
WEBJORNALISMO DIÁRIO
Contato@diariodacuesta.com.br Tels: 14.99745.6604 - 14. 991929689
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Leitura Dinâmica
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A Casa Matarazzo em Castellabate refere-se à original Villa Matarazzo em Santa Maria di Castellabate. Essa Villa histórica foi propriedade da família, hoje parte do Parque Nacional do Cilento, abriga um museu, sendo um belo local para visitar e conhecer as raízes dessa famosa família italiana.
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“O entrevero entre o peru de Natal e o roubo do celular” Maria De Lourdes Camilo Souza Lembram da estória do assalto relâmpago na véspera do Natal? Pois é, nestes últimos dias a Guarda Municipal e a Policia Militar não descansou. Trabalharam bastante no caso e prenderam os meliantes descobrimos serem 3 com um carro vermelho e ... surpresa! Recuperaram meu celular! Acreditem. Estou com ele de volta. Fiquei conhecendo o pessoal da policia. Vieram todos falar comigo. O peru não foi para a mesa. Aliviamos desta vez para ele. O pessoal da família não é muito fã de peru para a ceia de Natal, O entrevero terminou ontem a tarde lá na delegacia com a devolução do celular em perfeito estado, sem o chip e sem a capinha amarelinha lindona que comprei no Shopping. Acreditem se quiserem. Na segunda feira fui até a loja da Claro para comprar um novo celular pois não esperava rever o meu. E o que aconteceu? Pode rir. A Claro uma das maiores operadoras do Brasil estava sem sinal no Brasil inteiro, segundo o rapazinho que lá me atendeu. Depois dos protestos costumeiros, parei para pensar. -”Deus está querendo me dizer alguma coisa”. E tinha outros planos para mim. Sosseguei e entreguei. Ontem a tarde falei muito com os policiais que queriam mais detalhes sobre o aparelho. Falei que tinha a caixinha dele guardada e minutos depois estava uma viatura na porta de casa para buscá-la. E vou te contar um detalhe, pensa num policial bonito. Mais bonito que de filme americano. Horas mais tarde, recebi outra ligação deles. “A senhora venha aqui agora para pegar seu celular.” Falei: “Estou indo”. E quando chego no portão quem veio para entrar lá comigo? O policial Piccinin, com que falei varias vezes. Pensa num homem simpático, sorridente, “um teclado perfeito” como dizia a saudosa D. Mila, que Deus a tenha!
Subi aquela escadaria com o coração aos pulos. Fui para sala com o Dr. Hélio, sentei-me frente a mesa do escrevente que digitou minhas declarações. Mostraram-me o celular e fiquei olhando para ele. Será que é esse mesmo? Eles adivinharam minha incredulidade. E o policial Piccinin disse que tinha tirado uma foto da capinha, que era toda cheia de brilhos. Falei essa capinha aí não é a minha. Ela era amarelo claro fosco. Essa aí é muito chique. Falei que tinha trazido um outro documento que acompanhava o celular na caixa e que tinha todas as especificações do aparelho e o Dr. Hélio complementou que era o que estava precisando. Assinei as declarações, me entregaram o aparelho. Despedi-me do Dr. Hélio no portão e retornei para casa, agradecendo a Deus e rindo da pane da Claro que no final das contas era para evitar que eu fizesse uma compra desnecessária. Agora falta só o chip, mas é fácil. E o peru? Está preso. NB. Esta estória do roubo aconteceu mesmo, aqui na minha vila, numa tarde de véspera de Natal.