Diário da Cuesta ANO V
Nº 1408
QUARTA-FEIRA, 14 DE MAIO DE 2025
NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU
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– No Brasil é famoso o conceito sobre duas visões que se tem do Exército Nacional: O EXERCITO DE CAXIAS e o EXÉRCITO DE DEODORO. O EXÉRCITO DE CAXIAS tem o Patrono do Exército, o Marechal de Ferro/ O Pacificador – o Duque de Caxias! – como seu referencial...Luís Alves de Lima e Silva herói comandante de nosso Exército, corajoso e vencedor, permaneceu, sempre, leal ao Imperador Dom Pedro I e foi o Mestre de Armas de Dom Pedro II. O EXÉRCITO DE DEODORO tem o Marechal Manuel Deodoro da Fonseca, Ministro do Exército do Império Brasileiro, cargo de confiança do Imperador Dom Pedro II, como seu perfil histórico. A despeito da intensa propaganda republicana, a ideia da mudança de regime político não ecoava no país. Em 1884, foram eleitos, para a Câmara dos Deputados, apenas três republicanos, entre eles os futuros presidentes da República Prudente de Morais e Campos Sales. Percebendo que não conseguiriam realizar seu projeto político pelo voto, os republicanos optaram por concretizar suas ideias através de um Golpe Militar. Foi assim que os republicanos passaram a aproximar-se de Deodoro (amigo do Imperador), procurando seu apoio (sem sua participação direta, segundo diversas fontes Históricas), para um golpe de força contra o Governo Imperial de dom Pedro II, o que foi difícil por ser Deodoro homem de convicções monarquistas, que declarava ser amigo do imperador Dom Pedro II e lhe dever favores. Dizia, ainda, Deodoro, querer acompanhar o caixão do velho imperador. Ninguém falava em Proclamar a República, tratava-se apenas de trocar o Ministério, e o próprio Deodoro, para a tropa formada, no dia 15 de novembro, diante do Quartel-General, ainda teria gritado “Viva Sua Majestade, o Imperador!”. No entanto, consumou-se o Golpe Militar, diante da recusa do Imperador em reagir militarmente para sufocar o golpe. O Imperador foi destituído e exilado... Estava implantada a República.
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– Está na divisão dos militares o foco principal da atual crise brasileira. E nessa divisão se destaca as posturas antagônicas de dois oficiais do Exército: o Tenente-Coronel Mauro César Barbosa Cid e o General Tomás Miguel Ribeiro Paiva. O primeiro, Ajudante de Ordens do Presidente Jair Bolsonaro, o segundo foi Ajudante de Ordens do então Presidente Fernando Henrique Cardoso. O primeiro, recentemente indicado para importante comando do Exército, foi induzido a desistir da nomeação por atuação do alto Comando do Exército, sob as ordens do General Tomás. O segundo, guindado ao Posto de Comandante do Exército, após destituição do então Comandante após 1 mês no posto e, ao que consta, por ter se recusado a destituir o Tenente Coronel Cid... Essa divisão é emblemática!