A botucatuense Maria LĂșcia Dal Farra, poetisa e patrona da ABL - Academia Botucatuense de Letras estarĂĄ hoje no Real Gabinete PortuguĂȘs de Leitura/Portugal, participando da RODA DE CONVERSA: â130 ANOS DE FLORBELAâ. Maria LĂșcia lançou recentemente seu livro de poemas âLIVRO DE ERROSâ, tendo realizado, com sucesso, Noite de AutĂłgrafos em 3 capitais.
Florbela Espanca e Homenagem a Maria LĂșcia Dal Farra
Na sua obra de estreia, Livro de MĂĄgoas, publicada em 1919, Florbela inicia uma carreira literĂĄria que, durante longo tempo, reivindicarĂĄ o seu lugar (e de outras escritoras) no cĂąnone literĂĄrio portuguĂȘs, enfrentando inicialmente enormes resistĂȘncias por parte da sociedade e da crĂtica.
Florbela Espanca (Vila Viçosa, 8 de dezembro de 1894 Matosinhos, 8 de dezembro de 1930),[1] batizada como Flor Bela Lobo, e que opta por se autonomear Florbela dâAlma da Conceição Espanca, [2] foi uma poetisa portuguesa. A sua vida, de apenas 36 anos, foi plena, embora tumultuosa, inquieta e cheia de sofrimentos Ăntimos, que a autora soube transformar em poesia da mais alta qualidade, carregada de erotização, feminilidade[3] e panteĂsmo. HĂĄ uma biblioteca com o seu nome em Matosinhos
Filha de Antónia da Conceição Lobo e do republicano João Maria Espanca (1866-1954), nasceu no dia 8 de
EDITORAĂĂO E DIAGRAMAĂĂO: GrĂĄfica Diagrama/ Edil Gomes
mulher bela e vistosa. Assim nasceram Florbela e, trĂȘs anos depois, Apeles, em 10 de março de 1897, ambos registados como filhos de AntĂłnia e pai incĂłgnito[4]. JoĂŁo Maria Espanca criou-os na sua casa. Apesar de Mariana ter passado a ser madrinha de batismo dos dois, JoĂŁo Maria sĂł reconheceu Florbela como a sua filha em cartĂłrio 18 anos apĂłs a morte desta.[5]
Filha do Prof. GastĂŁo Dal Farra e da Profa. Jesumina Domene Dal Farra, nasceu aos 14 de outubro de 1944. Concluiu seus estudos em Botucatu, inclusive em MĂșsica e Canto OrfeĂŽnico. Cursou Letras na Faculdade de Filosofia, Letras e CiĂȘncias Humanas da USP. Foi professora assistente de Teoria LiterĂĄria e Literatura Portuguesa do Departamento de Teoria
VOCĂ SABIA?
LiterĂĄria do Instituto de Estudos da Linguagem da UNICAMP. Fez Curso de Canto LĂrico, na capital. Estudou em Lisboa e em Paris. Em Sergipe, foi Professora Titular em Letras pela Universidade Federal de Sergipe, chegando a exercer a PrĂł-Reitoria.
Na UNICAMP fez parte da pioneira e histĂłrica equipe de ANTONIO CĂNDIDO, responsĂĄvel pela fundação do Departamento de Teoria LiterĂĄria (1975). Lançou, em 1994, o âLivro Aurasâ e, em 2002, o âLivro PossuĂdosâ.
Mantendo e ampliando a ligação da intelligentsia botucatuense com os intelectuais e a literatura de Portugal, Maria LĂșcia nĂŁo sĂł fez estudos literĂĄrios e publicou livros sobre o assunto, mas tem tido uma participação muito efetiva como conferencista nas universidades portuguesas e como consultora literĂĄria
tem participado de concursos e simpĂłsios culturais
O conceituado âPrĂȘmio Portugal Telecom de Literatura â 2009â contou com a participação especial de Maria LĂșcia Dal Farra como Curadora Especialista em Literatura Portuguesa e Africana. Em 2010, no mĂȘs de maio, nas comemoraçÔes do CENTENĂRIO DA REPĂBLICA PORTUGUESA, a Universidade de Lisboa realizou o âColĂłquio: Literatura Portuguesa e a Construção do Futuroâ. Entre os convidados, podemos destacar nomes como Cleonice Berardinelli, Carlos Reis, Maria LĂșcia Dal Farra, Helder Macedo, Mario de Carvalho, Nuno JĂșdice, Gonçalo Tavares entre outros.
A educadora botucatuense, profa. Elda Moscogliato, entĂŁo SecretĂĄria da Academia Botucatuense de Letras, escreveu artigo para a revista Peabiru sobre o lançamento do livro de poesias da autora botucatuense Maria LĂșcia Dal Farra, LIVRO DE AURAS
Um abraço gostoso e muito terno reuniu-nos na Sede local da OAB, gentilmente cedida a Maria LĂșcia Dal Farra. NĂŁo, Ă mulher vitoriosa, soberana nos difĂceis planos da Literatura estrutural hodierna que ela maneja com notoriedade absoluta, apĂłs aulas ministradas em Lisboa e Sobornne, dando com seu delicioso encanto um recado bem botucatuense Ă Europa ClĂĄssica.
Correspondente. De lĂĄ para cĂĄ, correu muito tempo. Ela galgando vitĂłrias e enaltecendo o brilho do berço. Espalhando inteligĂȘncia, saber e incrĂvel simpatia.
Sem sombra de cabotinismo, a verdade apenas, Nomes botucatuenses nossos!
Muitos anos separavam-nos de sua Ășltima estada em Botucatu, quando foi festivamente recebida em nossa Academia Botucatuense de Letras como distinto Membro
Como se nĂŁo bastara Milton Marianno, neto do velho Vitti, e Pedretti Neto besuntando de pixe as fechaduras do antigo solar de D. Isabel da Cruz Maffei, agora vem se juntar a eles Maria LĂșcia Dal Farra.
Lå, o velho sapateiro que fora alfabetizado pelo cura da aldeia, natal, falava latim. O gorducho açougueiro tinha nos grandes espetåculos do belo Casino, sua frisa per-
manente. O operoso e rotundo funileiro fazia das filhas, professoras. Os mĂșsicos amadores programavam Ă s quintas-feiras a audição de operetas. O jovem sonhador Angelino de Oliveira, no salĂŁo do barbeirinho flautista ensaiava as mĂșsicas de seu cancioneiro Nardini, admirador de Poe, na falta de um corvo, convivera com uma coruja. O industrial, antigo bersagliere, escrevia romances. O velho viajante-cometa, no regresso das longas caminhadas, fazia teatro. O vendeiro da esquina lia Dante. Na bizarria daquele mundo encantador de sonhos e fantasias, cantava a alma boĂȘmia dos imigrantes, saudosistas incurĂĄveis da PĂĄtria distante. No entanto, dessa terna sentimentalidade nasceram os herdeiros da. Latinidade latente que se expande em seus filhos e eleva a rua Curuzu a um bairro histĂłrico.
Onde nasceu a Suite Botucatuense do 1Âș CentenĂĄrio? De onde, a parceria do primeiro brasĂŁo, romĂąntico e inesquecĂvel ao coração botucatuense?
à tradicional e muito esperada a CARREATA DE NATAL da PHENIX TRANSPORTES. O Largo da Catedral ficou espetacular com a iluminação natalina e com a carreata que percorreu vårios bairros alegrando a população botucatuense, levando com sucesso o encantamento do Natal.