Diário da Cuesta NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU
Nº 05
SÁBADO DOMINGO 14/15 de novembro de 2020
RAUL TORRES E O SAMBA RURAL
RAUL TORRES é um orgulho para Botucatu. Faz parte do TRIO DA MÚSICA RAIZ: ANGELINO DE OLIVEIRA, RAUL TORRES E SERRINHA. Praticamente, fazendo de Botucatu e região a CAPITAL DA MÚSICA CAIPIRA ou MÚSICA RAIZ! Com estátua na Praça do Bosque, Raul Torres tem resgatado o seu OUTRO LADO MUSICAL: do SAMBA RURAL ou SAMBA DO INTERIOR. O original e excelente TRIO GATO COM FOME, resgata com muito brilho dez sambas de Raul Torres, no álbum EM BUSCA DOS SAMBAS DE RAUL TORRES. Botucatu não poderia ficar desconhecendo esse lado musical de Raul Torres e com o qual fez muito sucesso, também. Ver matéria completa na página 2
ELEIÇÕES MUNICIPAIS
Amanhã, 15 de novembro, é dia de Eleição Municipal e é, também, feriado da Proclamação da República. Em Botucatu são 321 seções eleitorais e no Município de Botucatu são 101.025 eleitores. O Chefe do Cartório Eleitoral da Comarca de Botucatu, Igor Ignácio, destacou algumas recomendações para o dia de amanhã: o horário de votação tem 1 hora a mais, começa às 7 h. e vai até as 17h., sendo que os eleitores com mais de 60 anos terão preferência nas 3 primeiras horas. Essa preferência é por todo o dia das eleições. Eleitores doentes, deficientes ou grávidas também terão preferência. Será seguido o Protocolo de Segurança, com distanciamento social e o uso de álcool gel obrigatórios em todas as seções, além do uso de máscara. O TRE recomenda que cada eleitor seja portador de sua própria caneta para assinatura e até para teclar os números na urna. Recomenda também que o leitor leve documento com foto. O TSE lembra que o voto é obrigatório. Só não é obrigatório para os analfabetos, os maiores de 70 anos e nem para os maiores de 16 e menores de 18 anos. Quem não puder votar deverá justificar no mesmo dia da eleição, podendo fazê-lo pelo aplicativo e-Título, tendo também 60 dias para fazer a sua justificativa.
Estátua de Raul Torres na Praça do Bosque (Botucatu)
você sabia? Que teria sido brasileiro o famoso herói inglês que marcou presença na Primeira Grande Guerra Mundial? Teria sido botucatuense esse herói? Teria nascido na Cuesta de Botucatu esse herói que encantou gerações com sua bravura e idealismo? A Revista Peabiru apresentou minucioso estudo sobre a trajetória desse herói mundial. Na história ou na “lenda” de Lawrence da Arábia, temos como berço natal do herói a Cuesta de Botucatu, mais precisamente, a Fazenda do Conde de Serra Negra, localizada em Vitoriana. Verdade ou lenda ?!? Segredo guardado ou sonho “botucudo” surgido antes da virada do século passado?!? Mas fica – com certeza! – a imagem positiva e heroica de Lawrence da Arábia: um brasileiro nascido na CUESTA DE BOTUCATU.
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A RTIGO MÚSICA DE RAUL TORRES
Nascido em Botucatu (SP), o cantor e compositor paulista Raul Torres (1906 - 1970) tem seu nome associado na história da música brasileira ao universo sertanejo por ser o autor de hits caipiras como Cabocla Tereza (Raul Torres e João Pacífico, 1940), Cavalo Zaino (Raul Torres, 1959), Chico Mulato (Raul Torres e João Pacífico, 1937), Colcha de Retalhos (Raul Torres, 1959), Feijão Queimado (Raul Torres e José Rielli, 1946) Moda da Mula Preta (Raul Torres, 1945), Mourão da Porteira (Raul Torres e João Pacífico, 1952), Pingo D’Água (Raul Torres e João Pacífico, 1944) e Saudades de Matão (Raul Torres e Jorge Galati). Mas o fato é que o vasto cancioneiro autoral de Raul Torres extrapola a fronteira caipira desde os anos 1930, incluindo emboladas, jongos, marchas e sambas. No álbum EM BUSCA DOS SAMBAS DE RAUL TORRES, de título autoexplicativo, o paulistano TRIO GATO COM FOME mostra que o compositor também fez música na cadência bonita do samba desde a década de 1930. No disco, produzido pelo próprio grupo sob a direção musical do violonista Milton Mori, o Trio Gato com Fome registra dez sambas da lavra de Torres. Entre eles, A Cuica tá Roncando -
sucesso na gravação original feita em 1934 pelo próprio autor do samba – e A Baiana diz que tem (Raul Torres, 1941), tema regravado no disco do trio com o clarinete de Nailor Proveta. Erguendo a ponte entre as músicas rural e urbana do compositor, o trio regrava músicas raras como Mineirinha (Raul Torres, 1941) Bananeira (Raul Torres, 1932) samba registrado pelo trio com a adesão da percussão de Paulo Dias – e Tua Mão será meu Pandeiro (Raul Torres, 1937).
A RTIGO EI, AMIGO, ESTE ARTIGO É MEU!!!! "certas canções que ouço, cabem tão dentro de mim, que perguntar carece, como não fui eu que fiz...” É sempre assim: uma frase, um artigo, uma musica, uma crônica ou um livro parecem ter saído do fundo da nossa alma. Será? Tem até uma canção do Milton Nascimento e do Tunai (irmão do João Bosco), chamada CERTAS CANÇÕES, cuja primeira frase reproduzimos acima, na abertura do artigo. É isso, sim. Em uma crônica muito bem escrita, eu gostaria de poder dizer: EI, AMIGO, ESTE ARTIGO É MEU!!!! Mas o artigo, infelizmente, NÃO é meu. É artigo de origem registrada. Faz parte das crônicas do livro “APENAS UMA HISTÓRIA”, publicado por José Maria Benedito Leonel, educador consagrado e comunicador tarimbado, com ilustrações do Prof. Vinício! Amigo de infância, fizemos o ginásio juntos no La Salle, fizemos o Tiro de Guerra juntos, tivemos amigos e “sonhamos” com tantas morenas bonitas na mesma época que eu diria, sem errar, que o Zé Maria foi e é um amigo para ser guardado para sempre...Seguimos caminhos diversos: ele, Educador; eu, Advogado, com militância cívica...Mas ambos sonhadores e “apaixonados” pela cidade de Botucatu de um modo geral e, ele, de modo especial, por sua “Piapara”. O Zé Maria tem a alma do caboclo da nossa região. Escreve como o caboclo fala. Ele é – em minha opinião de escritor – o “nosso” Rolando Boldrin. E o artigo que eu gostaria de ter escrito, diz o seguinte: “Agora já sei que o tempo não para, que o dia que passo não vorta mais. Agora já sei que a vida engana a gente. Tudo vai embora: o tempo da criança, a mocidade, as canturia,
Diário da Cuesta
RECADO
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URGENTE
Construção do Memorial da Música Caipira. A Prefeitura de Botucatu iniciou a construção do Memorial dedicado à música raiz. Esse local será um grande atrativo turístico a consolidar as trajetórias de grandes compositores como Angelino de Oliveira, Raul Torres, Serrinha, Zé da Estrada e os irmãos Tonico e Tinoco ( nascidos em Pratânia, portanto em Botucatu, eis que o então Distrito da Prata pertencia ao município de Botucatu). O Memorial será localizado na Cohab 1 (residencial Humberto Popolo), terá como estrutura arquitetônica uma recepção com área para exposições itinerantes + 3 salas onde serão ministradas aulas e cursos de música e terá até um pequeno coreto. Uma escultura de uma VIOLA com 5 metros de altura ficará, imponente, à frente do prédio. Boa! Botucatu também tem, com orgulho, seu Mestre da Viola, o João Tavares. A divulgação da letra da consagrada música Boiada Cuiabana, de Raul Torres, em nossa região, devemos a ele. Essa música já havia sido lembrada pelo prof. Vinício, pois ela destacava a presença de Alambari (Piapara), como ponto de partida das Comitivas. O Mestre Tavares é um dos mais expressivos professores de viola e violão, para música caipira ou música raiz, de todo o Estado. No Vale do Paraíba temos o Braz da Viola, na região de Botucatu temos o Mestre Tavares. A dupla botucatuense, Ramiro Viola & Pardini tem feito verdadeira “garimpagem” sobre nossa música raiz em seus programas na TV e radiofônicos. A TV TEM/Globo no programa “Centro-Oeste Paulista se destaca como berço dos nomes famosos da música caipira de raiz” apresentou ampla reportagem com essa dupla. Ramiro Viola & Pardini deram uma aula sobre a autêntica música raiz: desde Raul Torres, o grande Angelino de Oliveira, Serrinha, Carreirinho, Pardinho, Tião Carreiro, Zé da Estrada e Pedro Bento até a dupla famosa Tonico & Tinoco (nascidos no Distrito da Prata, então pertencente ao município de Botucatu, hoje Pratânia). Todos tendo Botucatu e região como ponto de partida ou de retorno para revigorar a criatividade musical. É Registro Histórico!
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3 Zé Maria e esposa em uma cavalgada as varsa que dancemo, as sabedoria das prosa, os laços arrebentados pelo tempo, os agrados, os desafetos. Tudo vai embora. Vai embora a vaidade, a arrogância, o poder. A vida vai quebrando o nosso orgulho, domando nossas valentia, acomodando nossos repente, silenciando as cordas da viola Tudo vai embora. Vai embora a força do braço e do abraço. Vai embora as certezas que a gente defendia. Nada é tão certo assim, tão verdadeiro assim. Quem acha que é, que fique achando. Eu também já achei e não acho mais. Tudo vai embora. Na memória da gente vai ficando sobras, vurtos...” E conclui: “O que é a vida da gente? Até onde a gente é dono das rédea, troteando os dia de acordo com o nosso querê? Até onde o destino tem que sê cumprido? Que hora é a hora de muda a sorte, escolhê outra estrada, anda por outros ataio?” São trechos que escolhi. Que beleza! Quanta brasilidade, não é mesmo?!? (AMD)
EXPEDIENTE NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU WEBJORNALISMO DIÁRIO DIRETOR: Armando Moraes Delmanto
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Diário da Cuesta
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PETS EM AÇÃO
Beatriz Soares Houve grande publicidade sobre a alteração da lei referente aos maus tratos animais e é sobre isso que falaremos um pouquinho hoje. Todos nós sabemos que “pets” são animais de estimação. Esse termo vem desde 1530, oriundo da Escócia que significa “animal preferido”. Quem é que se rende aos encantos de um pet, não é mesmo? Seja ele cachorro,
gato, hamster, papagaio, coelho, tartaruga, etc. é praticamente impossível ficarmos tristes ao seu lado. A energia, a alegria que transmitem é imensa! E quando chegamos em casa depois de um dia atarefado e seu pet está lá, te esperando para te dar aquele carinho? Aí a sensação é maravilhosa! Parece que todos os problemas somem. Mas... infelizmente não são todos os seres humanos que reagem dessa forma e para tanto,
Violão e Magia Violão e Magia Naquela noite, enfeitiçadas pelos sons provindos de um além – para muito longe deste mundo -, as cordas do violão eram cúmplices daqueles enormes e finos dedos que as envolviam com toques mágicos e sensuais. A música brotava da alma de Guido Bissacot que, em “Noites Sevilhanas” – composição inspirada no fraseado do notável violonista espanhol André Segóvia -, nos transportava da mesa simples do bar Santana, em Botucatu, para uma taverna em Sevilha, onde uma bela cigana andaluz dançava ao som do violão, tocando as castanholas por entre os dedos ágeis, acompanhadas pelo sapateado que davam ritmo ao corpo esbelto, ziguezagueante de sensualidade e graça. Todos parece que pactuávamos da mesma religiosidade mística, do mesmo silêncio compromissado, do mesmo encanto, do sonho fantástico dos acordes musicais. Quando Bissacot dedilhava a última nota, emoldurada de harmonização perfeita, éramos acordados para o presente e, então, percebíamos que tínhamos sido encantados. Mas noite continuava e, embora embalados pelos vários goles de cachaça – só tomava cachaça -, atendendo a pedidos, corria os
recentemente, no dia 30 de Setembro de 2020, foi publicada a Lei 14.064/2020, que altera a Lei 9.605/98 (Lei do Meio Ambiente), acrescentando o §1ª – A em seu artigo 32. A primeira pessoa que foi presa em flagrante e encaminhada ao presídio, dois dias após a sanção desta nova lei, foi uma mulher, na cidade de Belo Horizonte. Na casa dela, foram encontrados 4 cães muito debilitados, com sarna e bicheira. Um dos cães era da raça rottweiler, que teve de ser carregado por estar muito debilitado e correndo o risco de ser sacrificado. Ok, mas o que mudou em concreto? Esse §1-A, menciona que quando se tratar de cão ou gato, os maus-tratos, ferir ou mutilar, a pena será de reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, além da multa e proibição da guarda e aumento da pena em 1/6 a 1/3 se ocorrer morte do animal. E se for cavalo, papagaio, tartaruga, hamster ou outro animal?
José Celso Soares Vieira
dedos pelas cordas e nos dava “Torre de Vitoriana”, uma das muitas composições de sua autoria. Ouviam-se os sinos da matriz do pequeno distrito soando para anunciar aos moradores a missa que se aproximava. Nessa música, Bissacot vestia a perdida e longínqua infância, passada em Vitoriana. De seus olhos, saia um angustiante apelo à volta aos tempos queridos, aos pais já em glória, à família enorme quase desaparecida, às caminhadas pelos verdejantes cafezais, à felicidade de ter ouvido Guiomar Novaes ao piano na fazenda do Conde de Serra Negra, à encantadora flauta, seu primeiro instrumento com que, aos 6 anos, tocava na banda local. Os sinos eram um réquiem a acompanhar-lhe as lágrimas, furtivas pérolas de sua sensibilidade musical. A noite, finalmente, se encerrava com a tão esperada “Marlene”, valsa de sua lavra, dedicada à amada, que morrera jovem. A letra era do grande poeta prof. Genaro Lobo. Os acordes iniciais, propositalmente, como que a sinalizar o desconforto causado pela ausência da amada. Na 2ª parte, os acordes sonantes voltam, transportando-o, talvez, para o mundo dos sonhos, onde os amantes se reencontram e
se amam para sempre. A magia dessa composição envolvia todos os presentes, contristados com o desenlace doloroso do seu autor, mas ninguém se lamentava, porque o encanto da valsa era um mistério comum aos circunstantes. Bissacot afrouxava as cordas do violão “Di Giorgio”, - presente autografado do famoso fabricante -, quem sabe para sempre.
Nesse caso, a pena continua a mesma, de detenção, de 3 meses a 1 ano e multa. Ou seja, maltratar animais seja ele qual for, tem punição sim! E para isso é muito importante a denúncia, chamar a polícia para que o agressor seja devidamente punido pelas autoridades. Denuncie! Ligue para o Disque-Denúncia - 181 ou Policia Militar - 190 de sua cidade. Maltratar animais é crime e dá cadeia.
Guido Bissacot nos seus 30 anos, com seu cunhado de chapéu), Olavo Carneiro Giraldes
Biografia Sumária
Guido Bissacot (1903 – 1971) Entre o nascer e o morrer, Guido Bissacot, filho de imigrantes italianos localizados em Vitória – a atual Vitoriana – foi um predestinado precoce para a arte musical. Dotado de ouvido absoluto, seu primeiro instrumento foi a flauta, com a qual aos 6 anos de idade, tocava na Banda de Vitoriana. Já moço, forçado a deixar a flauta, por motivo de saúde, estudou violão clássico. Foi com esse instrumento que conseguiu as maiores glórias musicais, dando concertos e recitais pelo Brasil afora. A respeito de um concerto de Bissacot, no antigo Teatro República, em São Paulo, um crítico musical do extinto Diário da Noite, em 1934, escreveu que o concertista extasiou os ouvintes, mas que tinha um grande defeito: demasiada modéstia. O famoso
fabricante de violões Di Giorgio, em homenagem ao compositor deu-lhe dois violões autografados. Um deles acompanhou Bissacot até a morte, desaparecendo com este, e o outro está em poder da família do falecido Gastão Dal Farra, que o comprou do músico. Bissacot, infelizmente, por excentricidade, deixou poucas composições nas pautas, trabalho maior que foi realizado por dois discípulos seus: Dr. José Carlos Taborda e Janjão. Assim temos partituras como valsas populares: Marlene, Marilene, Norma, Marisa, Marilu; choros: Choro em Lá, Choro em Ré, Parafusando, Gemido de Violão; marchas: Marcha, Variação sobre a Marcha Triunfal Brasileira; clássicos: Noites Sevilhanas, Noturno op. 1, Prelúdio número 1 e Torre de Vitoriana.
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Diário da Cuesta
COMENTA Rodrigo Scalla
A Alta Gastronomia com charme, sabor e rica paisagem
A belíssima paisagem do local
H
á vinte anos trabalhando com afinco na produção de tilápias, André Luiz Scarano Camargo, zootecnista formado em Botucatu e casado com a simpática botucatuense Paola Penteado de Oliveira Camargo e pai de três filhos, sendo dois nascidos em Botucatu resolveram se fixar na cidade dos bons ares com o intuito de aqui montarem algo interessante para a cidade e seu turismo cultural. O tempo foi passando, e justamente por se dedicarem a produção de tilápias apresentar o nosso peixe de forma diferente, como bem frisou André a este colunista. Partindo dessa premissa, nasceu o “Pé de Peixe “com preocupação com a sustentabilidade passando a oferecer o melhor do pescado da aquícultura do Brasil, sempre preocupados com o futuro no negócio, obviamente. Usam das técnicas de resíduo sólido zero, captação de água de chuva, compra de produtos de pequenos agricultores locais e regionais sempre fazendo parte dos procedimentos que
Guto tecchio, secretário adjunto de turismo, sempre incentivando o ecoturismo e o turismo rural na Cuesta e sua namorada Jana Camatta, com exposição de peças da “nó na madeira biojoias “, em parceria com o restaurante pé de peixe !!
André, o proprietário do "Pé de Peixe"
O arquiteto Gustavo Britto com a empresária Dra. Solange Barros e Barros e este colunista
usam na produção. Hoje, com dois anos e meio de existência, o restaurante “Pé de Peixe” é reconhecido regionalmente como um dos melhores restaurantes de pescados aproveitando o belíssimo cenário da Cuesta de Botucatu que nada mais é que um relevo em forma de colunas e montes e que têm um declive não simétrico, ou seja, suave de um
lado e íngreme do outro, que o local se torna um ponto turístico ideal para visitar e apreciar. Justamente por participar de encontros com outros criadores, é que o cardápio do Pé de Peixe é rico e muito saboroso. Existia o conceito que o peixe pescado direto da natureza era o melhor, ao contrário, além não ser sustentável ao planeta é uma pesca predatória, e o André mostra que o pescado da aquícultura é muito melhor e mais sustentável a humanidade e respeito a natureza. Trabalham com produtos com
Queridos frequentadores do local
O uso do boné
Serviço de primeira e funcionários bem uniformizados e menus de primeira qualidade
A famosa ostra
controle de qualidade diferenciado para manter o mesmo padrão. O local apresenta espaço ideal para quem quiser saborear os pratos e menus servidos com calma e vista bela.
Encontro com o primo Emílio Peduti Neto e família
O Pé de Peixe também trabalha com “Slow Food” tomando sempre todos os cuidados necessários em épocas de pandemia, e vale ressaltar o uniforme dos funcionários muito interessantes, o entorno do local, a cascata e muito mais para você fotografar e passar horas de muita paz e tranquilidade.
Correio elegante
Bonés são ótimos em qualquer ocasião justamente por nós proteger dos raios solares, mas não é correto o uso deles para procurar emprego, dentro de igrejas, à mesa para refeições e solenidades, nunca. Seja onde for boné tem hora e momento certo para ser usado.