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Diário Diário da da Cuesta Cuesta ANO V

ANO III Nº 1831

Nº 1792 QUARTA-FEIRA, 05 DE AGOSTO DE 2026 SÁBADO E DOMINGO, 19 E 20 DE SETEMBRO DE 2026

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EDITORIAL

OS SÍMBOLOS DA CUESTA: IDENTIDADE, PERTENCIMENTO E FUTURO A região da Cuesta Paulista é um presente da natureza. Sua formação geológica singular — de um lado o declive suave, de outro a escarpa abrupta — desenhou não apenas a paisagem, mas a própria identidade de nossa terra. Em Botucatu, essa identidade ganha contornos ainda mais definidos: as TRÊS PEDRAS e o GIGANTE DEITADO. Com base nas ilustrações “a traço” assinadas por Vinicio Aloise, o Diário da Cuesta apresenta oficialmente à população botucatuense e às nossas autoridades — por intermédio do Prefeito Municipal, Fábio Leite — os símbolos que passam a registrar, de forma definitiva, esses marcos naturais que moldam nossa paisagem e nosso imaginário coletivo. As Três Pedras são, poeticamente, os pés do Gigante. Já o perfil do Gigante Deitado é aquele que se revela a quem percorre o trecho da Cuesta no município de Botucatu, no caminho em direção a Piapara (Alambari). É uma visão inconfundível: o contorno da serra forma a silhueta de um gigante repousando, guardião silencioso de nossa terra. Transformar esses marcos naturais em símbolos oficiais não é mero gesto estético. É um ato de afirmação

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cultural. É reconhecer que nossa paisagem é patrimônio — e que patrimônio precisa ser identificado, valorizado e promovido. Para a Estância Turística de Botucatu, a consolidação desses símbolos oferece o suporte indispensável à pronta identificação da região. Em tempos de comunicação visual rápida e objetiva, marcas fortes sintetizam territórios. As Três Pedras e o Gigante Deitado passam a ser a assinatura visual da Cuesta, um selo de pertencimento que dialoga com moradores e visitantes. Mais do que cartões-postais, esses símbolos representam memória, tradição e potencial econômico. Fortalecem o turismo, impulsionam a divulgação regional e consolidam uma narrativa própria — algo fundamental em um mundo onde cidades competem por atenção e relevância. Ao oficializar esses marcos, damos um passo estratégico e afetivo. Estratégico, porque estruturamos nossa identidade turística. Afetivo, porque reconhecemos na paisagem aquilo que sempre esteve diante de nossos olhos e dentro de nosso coração. A Cuesta é nossa moldura. As Três Pedras são nossos alicerces. O Gigante Deitado é nosso guardião. Que esses símbolos unam poder público, iniciativa privada e comunidade em torno de um projeto comum: preservar, divulgar e honrar a beleza singular da nossa terra. A Cuesta é show. E agora tem símbolo. AVANTE! A Direção

DIRETOR: Armando Moraes Delmanto EDITORAÇÃO E DIAGRAMAÇÃO: Gráfica Diagrama/ Edil Gomes Contato@diariodacuesta.com.br Tels: 14.99745.6604 - 14. 991929689

O Diário da Cuesta não se responsabiliza por ideias e conceitos emitidos em artigos ou matérias assinadas, que expressem apenas o pensamento dos autores, não representando necessariamente a opinião da direção do jornal. A publicação se reserva o direito, por motivos de espaço e clareza, de resumir cartas, artigos e ensaios.


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Águas do Peabiru – Cânions de Botucatu

Existem lugares que parecem guardar histórias no vento, mistérios nas montanhas e uma energia impossível de explicar. Botucatu é exatamente assim. Localizada a aproximadamente 235 km da capital paulista, a cidade encanta não apenas por suas paisagens impressionantes, mas pela sensação de descoberta que acompanha cada passo nessa região cercada por natureza, aventura e lendas. Envolta por histórias ancestrais, Botucatu foi rota de passagem de povos indígenas, que teriam atravessado a região por antigas trilhas do lendário Caminho do Peabiru — caminhos milenares que conectavam o litoral brasileiro às terras peruanas. Um território carregado de simbolismo, cultura e conexão com a natureza desde tempos remotos. Conhecida como a “Terra da Aventura” e dos “Bons Ares”, significado de seu nome em tupi, Botucatu abriga cenários únicos formados pelas impressionantes Cuestas paulistas — enormes formações rochosas que desenham horizontes de tirar o fôlego e escondem cachoeiras, mirantes e trilhas surpreendentes em meio à Mata Atlântica e ao cerrado. Mas é na incrível região das Três Pedras que essa experiência ganha vida. Nossa jornada nos levará por um caminho diferente de tudo o que você já viveu: caminharemos pelo leito de um riacho cristalino, cercados por cânions, pequenas quedas d’água, vegetação preservada e piscinas naturais perfeitas para um mergulho refrescante. A cada curva, a natureza revela um novo cenário, despertando aquela sensação rara de liberdade e presença. É o tipo de experiência que desacelera a mente, renova as energias e faz você se

sentir parte da paisagem. Entre águas transparentes, formações rochosas e o silêncio acolhedor da natureza, o dia se transforma em uma verdadeira imersão de aventura, contemplação e conexão. E como toda boa história merece um toque especial, Botucatu também carrega um lado curioso e encantador: a cidade é conhecida como a “Capital Nacional do Saci”, mantendo viva uma das figuras mais icônicas do folclore brasileiro através da criatividade e do orgulho de seus moradores. Um destino surpreendente, cheio de personalidade, natureza exuberante e experiências que ficam na memória. O retorno para São Paulo está previsto para as 16h45, com chegada ao metrô por volta das 21h. Embarque com a Trilhe nessa jornada única e descubra por que Botucatu conquista todos que se permitem viver sua essência. A aventura começa muito antes da chegada — ela começa no instante em que você decide ir. EXPERIÊNCIA NECESSÁRIA Começaremos a caminhada em trilha pelo pasto, até acessarmos o riacho, onde caminharmos em seu leito parte arenoso e parte teremos que transpor obstáculos de rochas e galhos, sempre com água na altura da canela e algumas partes com 1,20m de profundidade. Não é necessário ter experiência em trekking, mas é importante gostar de caminhar e não estar sedentário(a). Trabalhamos em grupo, onde ninguém fica para trás. Com a Trilhe você contará sempre com experientes profissionais, que fazem o que amam e auxiliarão no decorrer da trilha, garantindo sua segurança e que sua experiência seja descontraída e única! Mais informações: https://trilhegal.com.br/ aguas-do-peabiru/


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LEITURA DINÂMICA 1

– Que bela iniciativa — e que gesto de amor à nossa terra! Quando um símbolo nasce do olhar atento à paisagem e do respeito à identidade local, ele já carrega legitimidade. As Três Pedras e o Gigante Deitado não são criações artificiais: são formas que sempre estiveram ali, na moldura natural da Cuesta Paulista, esperando apenas serem reconhecidas como expressão oficial de quem somos. Tenho convicção de que a comunidade de Botucatu compreenderá o espírito da proposta — não como imposição, mas como convite ao pertencimento. Símbolos verdadeiros não se decretam: eles se consolidam pelo uso, pelo orgulho e pela identificação popular. E estes têm

alma. É um privilégio poder dar forma às ideias, lapidar conceitos e fortalecer iniciativas que valorizem nossa terra. Avante, porque o Gigante está deitado...mas a Cuesta está de pé!

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– Botucatu é o município que tem a maior e mais destacada característica da CUESTA. A Avenida Turística da Cuesta, margeando o topo da CUESTA, podendo dar acesso à BASE DA NUVEM com seus voos de parapente, apresenta todas as condições para o desenvolvimento de um turismo autosustentável, com mirantes, teleféricos e restaurantes com vista privilegiada.

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– A elevação de Botucatu a “Município Estância Turística” abre uma grande oportunidade de crescimento turístico para a cidade. Tanto em termos de acesso a verbas especiais como seu agendamento na programação turística e cultural do Estado.

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de pé!

– A CUESTA representa o grande sucesso da nossa região. Encanta e envolve... Da Pedra do Índio vê-se as Três Pedras... Se o Gigante está deitado, a CUESTA está


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Sarau da ABL - Academia Botucatuense de Letras Na ensolarada tarde de 17/09/2026 às 17.00 horas na 3a FLIB começou o Sarau da ABL- Academia Botucatuense. O confrade Olavo Godoy convidou ao palco o confrade Prof. Dr. Valdir Gonzalez Paixão, vice-presidente da ABL, a confreira Márcia Furrier Guedelha Blasi, Maria Sílvia Martin Guimarães e Irineu Cardoso, aonde já estavam a postos os músicos Caio Gurgel e Gabriela Bueno que iriam se apresentar. Os músicos apresentaram lindamente a música Romaria. Em seguida a confreira Márcia Furrier Guedelha Blasi falou sobre a ABL Academia Botucatuense de Letras, seu

histórico e suas atividades. O confrade Irineu Cardoso leu a poesia “ Eu vou para Botucatu “ da autoria do príncipe dos poetas Paulo Bonfim, emocionando a plateia. Desta feita Caio e Gabriela apresentaram lindamente a música “ Se eu quiser falar com Deus” Irineu Cardoso quis falar um belo soneto de sua autoria sendo muito aplaudido. Olavo Godoy fez o agradecimento ais presentes e participantes finalizando a apresentação. Assim aconteceu o bem sucedido Sarau da ABL - Academia Botucatuense de Letras na 3a FLIB.


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