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Diário Diário da da Cuesta Cuesta ANO III ANO V

Nº 1792 Nº 1828

QUARTA-FEIRA, 05 DE AGOSTO DE 2026 QUARTA-FEIRA, 16 DE SETEMBRO DE 2026

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NA FLIB 2025 A GRANDE HOMENAGEM A ELDA MOSCOGLIATO

A professora Elda Moscogliato recebeu merecida homenagem na FLIB – 2025. É registro histórico! Página 3

O advogado Sergio Aun, de Botucatu, viveu no Vaticano uma experiência reservada a poucas pessoas: um encontro com o Papa Leão XIV Página 2


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O advogado Sergio Aun, de Botucatu, viveu no Vaticano uma experiência reservada a poucas pessoas: um encontro com o Papa Leão XIV Com raízes ítalo-libanesas, Sergio Aun esteve com o pontífice no dia 7 de setembro e também se reuniu com o secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin; Brasil, São Paulo, imigração e a comunidade libanesa estiveram entre os assuntos abordados. O advogado Sergio Aun, de Botucatu, viveu no Vaticano uma experiência reservada a poucas pessoas: um encontro com o Papa Leão XIV. A reunião ocorreu no último dia 7 de setembro, durante passagem do advogado pela Cidade do Vaticano. Com raízes ítalo-libanesas e uma relação de longa data com a Itália, Sergio Aun teve a oportunidade de conversar diretamente com o pontífice sobre diferentes temas, incluindo questões relacionadas ao Brasil, ao Estado de São Paulo e à imigração. Entre os assuntos abordados também esteve a imigração, tema que ocupa espaço importante nas discussões internacionais e na atuação da Igreja. (Acontece Botucatu)

EXPEDIENTE NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU

DIRETOR: Armando Moraes Delmanto EDITORAÇÃO E DIAGRAMAÇÃO: Gráfica Diagrama/ Edil Gomes Contato@diariodacuesta.com.br Tels: 14.99745.6604 - 14. 991929689

O Diário da Cuesta não se responsabiliza por ideias e conceitos emitidos em artigos ou matérias assinadas, que expressem apenas o pensamento dos autores, não representando necessariamente a opinião da direção do jornal. A publicação se reserva o direito, por motivos de espaço e clareza, de resumir cartas, artigos e ensaios.


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RELEMBRANDO


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MARIA DE LOURDES CAMILO SOUZA

“O brincador de palavras”

«Quando for grande, não quero ser médico, engenheiro ou professor. Não quero trabalhar de manhã à noite, seja no que for. Quero brincar de manhã à noite, seja no que for. Quando for grande, quero ser um brincador. (…) A mãe diz que não pode ser, que não é profissão de gente crescida. E depois acrescenta, a suspirar: “é assim a vida”. Custa tanto a acreditar. Pessoas que são capazes, que um dia também foram raparigas e rapazes, mas já não podem brincar. A vida é assim? Não para mim. Quando for grande, quero ser brincador. Brincar e crescer, crescer e brincar, até a morte vir bater à minha porta. Na minha sepultura, vão escrever: “Aqui jaz um brincador. Era um homem simples e dedicado, muito dado, que se levantava cedo todas as manhãs para ir brincar com as palavras.» Álvaro Magalhães, in O Brincador Imagem de John Henry Hintermeister (Suiça,1869-1945) Gosto muito dessa imagem sobre o escritor. Inspira-me! Visionária vejo Manoel de Barros buscando dar um nome poético a uma pedra em que tropeçou e estourou o dedão do pé. Ou poetizando sobre um sapo coaxando na lagoa.

Ontem na 2a FLIB vi os alunos da EME- Elda Moscogliato fazendo a leitura do que será a peça “Querida Elda”, projeto idealizado pela confreira Cláudia Basseto, que integra orgulhosamente a cadeira da querida imortal Elda Moscogliato, uma das primeiras mulheres a integrar a ABL -Academia Botucatuense de Letras, Ciências e Artes, juntamente com Dinorah Levy Silva e Álvares. A peça será encenada em meados de outubro no Teatro Municipal Camilo Dinucci. Trata-se de uma parceria da Secretaria da Cultura, Cia. de Teatro Chafariz e da querida confreira Cláudia Bassetto que está trabalhando num livro sobre a vida da cronista de Botucatu e patrona da sua cadeira da ABL. Pré adolescentes de 13 anos fizeram a leitura todos com a camiseta com logo da peça. Todos muito atentos para não errar nenhuma fala. Voltei no tempo em que inúmeras vezes estive em contato com D. Elda, em sua casa na Rua Curuzu, aonde tive aulas no cursinho para admissão ao ginasial do EECA com sua irmã, ou as aulas para aprender a tocar sanfona com seu pai o Sr. Vicente Moscogliato. Emocionei-me lembrando da simpatia e da doçura do sorriso de D. Elda, seus cabelos brancos bem penteados, formando um coque na nuca, a elegância sempre presente em seus trajes simples. A sua sempre presente alegria ao nos abraçar carinhosa e perguntar sobre nossa família. Homenagem muito linda e merecida em verso e prosa, cantada para o conhecimento das novas gerações que frequentam a escola que hoje leva o seu nome.


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