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Diário Diário da da Cuesta Cuesta ANO V

ANO III Nº 1792 QUARTA-FEIRA, 05 DE AGOSTO DE 2026 Nº 1819 SÁBADO E DOMINGO, 5 E 6 DE SETEMBRO DE 2026

NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU NA DEFESAAcompanhe DO MEIOasAMBIENTE E DA em: CIDADANIA EM BOTUCATU edições anteriores www.diariodacuesta.com.br

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HISTÓRIA VIVA:

O CARTÃO DE VISITAS DE BOTUCATU A FAZENDA LAGEADO assume - pela sua história rica e grandiosa – ares mágicos de um passado substancioso a marcar o poderio que foi a produção de café.


Diário da Cuesta

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editorial A FAZENDA DO LAGEADO – importante “campus” da UNESP ! – abrigando, hoje, a Agronomia, a Engenharia Florestal e a Zootecnia e, para amanhã, abrigará toda a estrutura funcional da Faculdade de Medicina Veterinária. É um sucesso! A FAZENDA LAGEADO assume - pela sua história rica e grandiosa – ares mágicos de um passado substancioso a marcar o poderio que foi a produção de café. No HISTÓRICO DA FAZENDA DO LAGEADO no final da edição, apresentamos valioso trabalho de pesquisa que publicamos em várias edições do “JORNAL DE BOTUCATU”, de autoria da profa. Inês Antonini, da equipe de pesquisas da Faculdade de Agronomia. É um resgate histórico a mostrar que essas conquistas contam, sempre, com a atuação cidadã de homens públicos compromissados com a comunidade que representam. Hoje, o LAGEADO É O CARTÃO DE VISITAS, O CARTÃO POSTAL DE BOTUCATU! Merecidamente. Bem administrado pela UNESP, representa o mais importante POLO CULTURAL de Botucatu. Reunindo artistas plásticos, cantores e atores teatrais. Possue TRILHA ECOLÓGICA, com áreas verdes preservadas e prédios históricos em harmonia com modernas e funcionais construções. O MUSEU DO CAFÉ é modelar. Apesar do equívoco na publicação oficial do Museu do Café. Lá, quando fala das fases da Fazenda Lageado diz que na 2ª fase de 1932 até 1972 a fazenda foi adquirida pelo Governo Federal. Em 1932, São Paulo estava em plena REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA DE 1932, sendo que só em meados de 1933 é que houve a composição de Getúlio Vargas com os Revolucionários de 1932 que estavam exilados. Só após a composi-

ção de Vargas com Sâo Paulo é que foi um paulista para o Ministério da Justiça, o Dr. Vicente Rao e a Fazenda do Lageado pode ser expropriada pelo Governo Federal. O LAGEADO é a prova provada de que o FUTURO é POSSÌVEL! O FUTURO no Lageado é HOJE!! SALVE OS 60 ANOS DA FCA/UNESP!!! A DIREÇÃO

EXPEDIENTE

DIRETOR: Armando Moraes Delmanto

NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU

EDITORAÇÃO E DIAGRAMAÇÃO: Gráfica Diagrama/ Edil Gomes

WEBJORNALISMO DIÁRIO

Contato@diariodacuesta.com.br Tels: 14.99745.6604 - 14. 991929689

O Diário da Cuesta não se responsabiliza por ideias e conceitos emitidos em artigos ou matérias assinadas, que expressem apenas o pensamento dos autores, não representando necessariamente a opinião da direção do jornal. A publicação se reserva o direito, por motivos de espaço e clareza, de resumir cartas, artigos e ensaios.


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www.diariodacuesta.com.br 5 “Lageado: Um Esboço de sua História” No ano de 1981, como diretor-proprietário do “Jornal de Botucatu”, programamos uma série de artigos sobre a história do Lageado e, para isso, contamos com a colaboração da Profª Inês Gontijo Antonini da Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP. Com o título de “Lageado: Um Esboço de sua História”, publicamos esse trabalho em capítulos, nas edições de 23/09/81, 26/09/81,03/10/81,10/10/81,17/10/81,24/10/81,31/10/81 e 07/11/81. Por sua importância e pioneirismo no registro da história do Lageado reproduziremos, na íntegra, esse trabalho: «Em sua trajetória histórica, as Fazendas Lageado e Edgardia tem desempenhado papéis distintos. Num primeiro momento funcionaram como grande propriedade fundiária particular, unidades produtoras de café. Em 1934, compradas pela Federação, as Fazendas foram transformadas em Estação Experimental, voltada para o desenvolvimento de pesquisas agrícolas, e a partir de 1972, tornam-se uma unidade de ensino de nível superior. Recuperar a história desta Fazenda significa não apenas desvendar seu passado e sua inserção na própria história econômica, política e social brasileira, mas abrir caminhos para tentar entender o momento presente e as alternativas para definir os objetivos para o melhor desempenho de seu papel. Este documento é uma introdução à história do Lageado, um levantar de dados, fatos e acontecimentos que possam ser utilizados como ponto de partida para uma análise mais sistemática, propiciando debate mais aberto entre todos os que tem participado e feito a sua história.

Uma Fazenda de Café

A formação, instalação e desenvolvimento das antigas Fazendas do Lageado e Edgardia como unidades produtoras de café, inserem-se num processo histórico mais amplo - a grande expansão da economia cafeeira ocorrida no “Oeste Paulista”, no século passado. O «ciclo do café» remonta às décadas de 1830/1840, desenvolvendo-se inicialmente no Vale do Paraíba. Em continuidade aos padrões da economia colonial, fundada na grande propriedade e na exploração da mão-de-obra escrava, a produção cafeeira atendia o mercado metropolitano, importador de produtos tropicais. Entretanto, na segunda metade do século XIX, ocorreram transformações cruciais nas relações de produção e nas formas de apropriação da terra, que marcaram a própria evolução do capitalismo no Brasil e definiram toda uma estrutura de poder que caracterizará as primeiras décadas do século XX. Neste sentido, a abolição do tráfico de escravos em 1850, e a consequente crise no abastecimento de mão-de-obra para a lavoura cafeeira, abriu perspectiva para o colapso do sistema escravocrata. A tentativa de atender a demanda de mão-de-obra pela introdução do trabalho livre estrangeiro, vinculou-se ao problema da redefinição da propriedade da terra. Não foi mera coincidência a promulgação, também em 1850, da Lei de Terras, instituindo a compra como único título legal de aquisição de terras. Assim, no momento em que se deu a introdução do trabalhador livre como substituto do escravo, estabeleceu-se nova forma de acesso à terra, que por sua vez garantiu as condições de submissão e exploração da força de trabalho. A partir da legislação de 1850, uma série de medidas deram suporte jurídico e financeiro para a grande expansão da economia cafeeira: o imóvel, e não mais o escravo, passou a ser a base das hipotecas; liberação de crédito hipotecário aos municípios do interior paulista; subvenção do governo à imigração estrangeira. Nestas condições, ocorreu a expansão de novas fazendas de café no “Oeste Paulista”, a partir de 1870, numa busca ávida por terras virgens férteis. Esta expansão foi acompanhada por importantes transformações ao nível das forças produtivas, através do desenvolvimento do transporte ferroviário e da mecanização do beneficiamento do café. O café chegou a Botucatu exatamente na década de 1870, e junto com ele, a Estrada de Ferro Sorocabana(1878). Em 1881, o doutor João Batista da Rocha Conceição, proveniente de Piracicaba, comprou do finado Alferes José da Silveira Franco, a Fazenda Lageado, pelo preço de 100 contos de réis. Em escritura pública lavrada a 10 de novembro de 1881, a propriedade, medindo “cerca de tres quartos de legoa de cumprimento e meia legoa mais ou menos de largo” é descrita como sendo uma “fazenda de cultura”contendo: “cafezais de cinco a dez annos, um cafezal novo de pouco mais de dous annos, e outro cafezal de Chacrinha quaso todo formado”. Além disso, já existiam: “caza de morada, parte forrada e assoalhada que conta com cem palmos de frente com oitenta de fundos; coberta de telhas (..) e rebocada de cal...; caza de despejo; caza para deposito de café; cazas de maquinas; moinho, estrebarias, monjollo, doze quartos que servem de aposentos dos escravos”. São escassos os dados sobre a Fazenda durante a vigência da escravidão. E com a chegada do colono imigrante, parece terem sido poucos os elementos de cor que nela permaneceram. Nos depoimentos colhidos, houve referência apenas a um casal de ex-escravos que vivia na colônia “tres Casas”. Foi a partir de compras subsequentes de terras vizinhas (Salto, em 1884; Fazenda Terreiro da Pedra, em 1895 e partes da Fazenda Terceira Agua, em 1896) que se confirmaram as Fazendas Lageado e Edgardia para cuidar dos grandes cafezais foi basicamente utilizado, o colono imigrante: italianos, espanhóis, portugueses, alemães e alguns japoneses. A medida que se organizava a Fazenda, colônias foram sendo constituídas: “Fazendinha”, “Três Casas”, Colônia Grande”, “Chacrinha”, “Seis Casas”, “Olaria” e “Chafariz” no Lageado, além de outros grupos de casas na Edgardia. Em depoimento colhido, doutor João Batista da Rocha Conceição teria sido proprietário de outras fazendas em S. Carlos, Vera Cruz e Ventania. Mas, “Lageado e Edgardia formavam a maior e melhor delas”. Em 1922, Edgar da Conceição e Jane Conceição Pacheco Chaves, filhos do doutor Batista, receberam as fazendas Lageado e Edgardia como partilha de espólio, avaliadas em 350 contos de réis. Recuperando a descrição feita na transcrição do imóvel pode-se captar o grande desenvolvimento e valorização destas fazendas. Fazenda Edgardia, com aproximadamente 480 alqueires assim discriminados: 100 alqueires em «cafezaes”, 80 alqueires em «cafezaes”abandonados e capoeiras, 100 alqueires em invernadas e pastos, 200 alqueires em «mattas”, 193.000 pés de café; quatro «mangueirões”para porcos; casa de morada; 29 casas de tábuas para colonos; uma mangueira de pau-a-pique para gado; um rancho para gado; duas invernadas fechadas (arame farpado), Fazenda Lageado, com aproximadamente 450 alqueires sendo: 250 alqueires em “cafezaes”, 35 alqueires em pastos, 80 alqueires em cultivado, 85 alqueires em «matta”, Casa de morada; duas casas para “fiscaes”; 32 grupos de casas ( “tijollos”e telhas); 13 grupos de casas (tábuas e zinco); dois grupos de casas (tábuas e telhas); dez casas para camaradas. Além disso: «Machinismos”para benefício do café; tulhas para 28 mil arrobas de café; turbina para mover a tulha de café; casa anexa à «machina”para depósito de café beneficiado; terreiros para 20 mil alqueires de café (parte ladrilhado e parte só pisado), ligado às tulhas por um pontilhão e com trilhos para recolhimento do café; tulha no terreiro para quatro mil arrobas de café; coberta ocupada por um

www.diariodacuesta.com.br desfolhador duplo e um vapor de oito «cavallos”tendo em volta tanques para depósito do café; casa de “tijollos”para bomba d´água; moinho de fubá: triturador e “machina”de picar cana, tudo movido por uma roda d´água; oficina e depósito de ferro usado; um paiol de táboas para 80 carros de milho, cocheira, estábulo, um armazém na Chave da Estrada de Ferro Sorocabana. Na década de 1920, a Fazenda atingiu seu apogeu. Os cafezais se expandiram atingindo um total de um milhão de pés e a produção alcançou altos níveis. Alguns depoimentos de contemporâneos descrevem esse auge: - “Se a gente contar o que foi o Lageado ninguém nem acredita...» - “De 1925 a 28 foram os anos da vaca gorda” - “Tudo era café”. - “O cafezal era uma floresta”. - “A gente colhia 120 litros de café por pé. E era tanto que ficava café na roça». - “Nos tempos de colheita usava 18 carroças, dois caminhões, e ainda precisava alugar mais caminhão”. Uma Fazenda Experimental A venda das Fazendas Lageado e Edgardia para o Departamento Nacional do Café, em 1934, parece estar relacionada com a “crise de 1929” e à própria orientação política assumida pelo Estado, para enfrentar os reflexos dessa crise no Brasil. Desde a República, o Estado passara a intervir cada vez mais nos destinos da produção cafeeira, adotando medidas protecionistas em defesa do produtor. Quando, no início de 1930, ocorreu uma queda vertiginosa dos preços internacionais, de produtos primários, o Estado reafirmou a política de defesa dos cafeicultores e transferiu para o conjunto da sociedade o peso das vicissitudes da economia cafeeira. Dentro desta perspectiva, é sugestivo o encaminhamento da problemática com relação à Fazenda Lageado. A Fazenda entrou em crise. Segundo depoimentos colhidos: - “Muitos pé de café foram abandonados; alguns foram cobertos com capim. Outros foram mesmo arrancados”. - “O primeiro cafezal a ser desativado foi onde hoje é o Pomar...e era um dos mais novos”. - “O fazendeiro tinha muitas dívidas”. - “Houve atrasos nos pagamentos em 1931/32 e muitas famílias foram saindo». - “Na Edgardia das 25 famílias ficaram só cinco”. Nesse momento de crise, o Departamento Nacional do Café, orgão oficial responsável pelos aspectos político e financeiro da cafeicultura, adquiriu e pôs à disposição do Ministério da Agricultura, um imóvel resultante da unificação das duas fazendas, Lageado e Edgardia, de 884 alqueires e 290.000 pés de café no valor de 800 contos de réis. Transformada em Estação Experimental do Café, a fazenda passou a ser controlada pelo Serviço Técnico do Café, órgão do Ministério da Agricultura. O objetivo exclusivo da Estação seria: levar a efeito estudos completos sobre a cultura cafeeira. Os primeiros anos de instalação e funcionamento da Estação Experimental foram marcados por inúmeras dificuldade. Relatórios elaborados pela direção denunciam a decadência e quase abandono das lavouras; o estado ruinoso e inaproveitável das instalações e benfeitorias; a dificuldade de conseguir mãode-obra; o estado precário das estradas, caminhos e carreadores e a necessidade de instalações adequadas para pesquisa e experimentos. Além das dificuldades materiais, surgiram problemas de ordem administrativa e financeira: constante troca de diretores, falta de financiamento e/ou má distribuição das verbas, etc. Ainda assim, os Relatórios dão conta de inúmeros empreendimentos levados a efeito entre 1936 e 1939: tentativa de recuperação dos velhos cafezais; reedificação das colonias; política de “recolonização”; instalação de pequena usina hidroelétrica; instalação do posto metereológico; início da instalação do horto para a obtenção de essencias florestais para plantio e distribuição de mudas; construção e inauguração do prédio da Diretoria e do Alojamento, além de residências para funcionários. Instalação do museu para prestar serviço de classificação do café e exposição permanente de amostras; instalação de galpão para exposição de máquinas de interesse para a lavoura. Em 1939, ocorreu uma mudança na orientação e estrutura ministerial e todas as Estações Experimentais ficaram subordinadas ao Instituto de Ecologia e Experimentação Agrícolas (depois integrado ao Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias, IPEAS). Dentro da nova orientação, a Estação Experimental de Botucatu, de especializada que era, passou a diversificar suas culturas. Em convênio com o Instituto Agronômico de Campinas foram executados inúmeros trabalhos e pesquisas agrícolas. Ao lado do café, passaram a ser cultivados em caráter experimental: trigo, mandioca, amendoim, milho, cevada, vime, rami, sisal, etc. Com relação à cafeicultura, apesar da diminuição sistemática dos cafezais ( de 290.000 para 90.000 pés), foram desenvolvidos inúmeros trabalhos de pesquisa e ensaios de sombreamento, broca, restauração de velhos cafezais, espaçamento, enxertia, auto-fecundação, irrigação coleção de espécies e variedades, etc. Os resultados destas atividades se encontram nos relatórios anuais da Estação, acompanhados de gráficos e rica documentação fotográfica. Tantos os Relatórios como depoimentos colhidos testemunham as décadas de 1940 e 1950 como fase de estabilidade, marcadas pela continuidade administrativa e dos programas desenvolvidos. Apesar das frequentes queixas de falta de recursos ( a renda da produção não revertia para a Estação), novas máquinas, equipamentos foram introduzidos no trabalho a nível laboratorial e no campo. A partir dos anos 60, as dificuldades aumentaram. Relatórios e depoimentos dão conta da situação de crise e decadência da Estação. Em 1966, o Boletim do Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias do Centro Sul, elaborado pela própria Estação Experimental de Botucatu, chama a atenção para o Ministério da Agricultura assumir novamente uma posição em benefício da cafeicultura, reivindicando o retorno da cultura.

Uma Unidade de Ensino Superior

O encaminhamento da questão se deu no sentido de transformar a Estação Experimental em unidade de ensino superior, sobretudo a partir da instalação da Faculdade de Ciências Médicas e Biológicas de Botucatu ( FCMBB). O Decreto de 12 de dezembro de 1968, autorizou a União a ceder ao Governo do Estado de São Paulo a área, benfeitorias e instalações da Estação para utilização e instalação de uma unidade de ensino superior. A FCMBB e os órgãos de pesquisa do Ministério da Agricultura elaboraram convênio de pesquisas integradas visando dar prosseguimento aos trabalhos aí em andamento. Entretanto, o comprador da propriedade fora o extinto Departamento Nacional do Café (DNC), e o legítimo possuidor da fazenda era o Instituto Brasileiro do Café (IBC), sucessor legal do DNC. Pela lei de 5 de dezembro de 1972, o IBC cedeu as Fazendas Lageado e Edgardia, a título gratuíto, ao Estado, para a instalação em caráter definitivo dos Cursos de Medicina Veterinária e Ciências Agronômicas. Em caso de destino diverso do especificado na lei, o imóvel será devolvido ao Instituto Brasileiro do Café. A partir do momento em que se instala oficialmente, nesta Fazenda Lageado, a Faculdade de Ciências Agronômicas (UNESP), todo um corpo de professores, alunos e funcionários passam a constituir um novo universo. Neste sentido, é imprescindível não só recuperar e preservar a história desta fazenda e todo o seu patrimônio, como se repensar e propor alternativas para sua nova história.” (Revista Peabiru nº 16 - Ano III de julho/agosto de 1999)

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Diário da Cuesta

(fevereiro/março 2023)

A Ponte do Lageado está restaurada e entregue. Essa ponte é uma importante ligação na mobilidade e logística na Fazenda Lageado. Desde fevereiro de 2020, a ponte foi destruída pelo temporal que aconteceu em Botucatu. A conquista da Fazenda do Lageado é um marco na História de Botucatu. E essa restauração da ponte propicia a que os botucatuenses, alunos e visitantes possam usufruir do Cartão de Visitas de Botucatu. No livro “Memórias de Botucatu III”, de 2000, à página 107, temos o registro dessa importante conquista no texto ao lado:

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JUBILEU DE OURO DA FCA/UNESP No 50º Aniversário da FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRONÔMICAS DA UNESP – CAMPUS LAGEADO, o Blog do Delmanto presta a sua homenagem divulgando o post “Os 80 Anos da Fazenda Lageado (1934/2014)” , divulgando o REGISTRO HISTÓRICO da conquista da FAZENDA LAGEADO pelo Governo de São Paulo, posteriormente transferida para abrigar um campus da UNESP. É importante que as grandes conquistas sejam preservadas pois compõem o Patrimônio Histórico da FCA. Cumprimentando todos os professores, ex-professores, Diretor e ex-Diretores, funcionários e ex-funcionários, alunos e ex-alunos queremos, na pessoa do Diretor da FCA, Prof. Dr. João Carlos Cury Saad, apresentar os nossos agradecimentos e nossa admiração pela realização dessa grande e admirável obra educacional e cultural de Botucatu. Durante o mês de maio muitas programações estarão sendo realizadas: eventos musicais, encontros comemorativos, sessões solenes, lançamento de livros, enfim, festividades a marcar toda a grandeza do JUBILEU DE OURO DA FCA/UNESP! Com a exposição de fotos históricas da FCA na Biblioteca “Professor Paulo de Carvalho Mattos” e o lançamento de uma “cápsula do tempo” que “vai reunir imagens com as expectativas da comunidade atual sobre como estará a FCA daqui a 25 anos”, as comemorações estarão encerradas com brilhantismo. Os posts “Os 80 Anos da Fazenda Lageado” e “Lageado: o Futuro é Possível! (http://www.armandomoraesdelmanto.com.br/?area=artigos&id=37&pagina=)”p recisam ser lidos e registrados por todos que amam Botucatu e a FCA da UNESP!

Os 80 Anos da FAZENDA LAGEADO (1934/2014) “Hoje, o Lageado é o Cartão de Visitas, o Cartão Postal de Botucatu. Mas é mais, muito mais! Hoje, o Lageado é a prova provada de que o futuro existe e é possível, agora, já!” (AMD) As grandes conquistas de Botucatu estão ligadas à atuação de seus homens públicos. E foram muitos. É infantil dar loas às grandes conquistas e ignorar os que as viabilizaram... Entre esses homens públicos é preciso destacar os Deputados de Botucatu. Tudo o que Botucatu possui está ligado à atuação desses ilustres botucatuenses. Os fracassos e as derrotas pegaram Botucatu órfã, sem o seu representante, sem o seu Deputado... A Grande conquista da FAZENDA LAGEADO/ EDGARDIA, também. A Fazenda Lageado, pertencia ao Dr. João Batista da Rocha Conceição – irmão do Conde de Serra Negra – e foi uma das maiores propriedades da região de Botucatu. Com a crise de 1929/30, a Fazenda ficou em estado de insolvência, tendo o Deputado Estadual Dante Delmanto e o Deputado Federal Antonio Carlos de Abreu Sodré (ambos os mais votados de todo o Estado) conseguido, em 1934, com que o Departamento Nacional do Café (depois Instituto Brasileiro do Café – IBC) a expropriasse e a transformasse em FAZENDA EXPERIMENTAL DO CAFÉ. Posteriormente, já em estado de decadência, o Deputado Federal Braz de Assis Nogueira, em 1972, conseguiu a transferência da Fazenda Experimental do Café, pertencente ao IBC, para o Governo do Estado de São Paulo, contando com o apoio do Ministro da Agricultura Ivo Arzua. Hoje, o Lageado é importante campus da UNESP. Nesse contexto é que se destaca o Ministro da Justiça de Getúlio Vargas, o paulista VICENTE RAO. Após a REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA DE 1932, foi graças ao ACORDO entre Getúlio Vargas e os Revolucionários de 32, em 1933, que possibilitou a redemocratização do país (1934/37). (ilustrações de Marco Antonio Spernega)

Diário da Cuesta

E agora, quando se comemora os 80 ANOS da FAZENDA LAGEADO, vamos resgatar o papel desempenhado pelo jurista VICENTE RAO nessa grande e inestimável conquista para Botucatu. Da mesma forma, os artigos postados nos links no final deste post, completam o histórico dessa conquista botucatuense.

Vicente Rao – Jurista e Político Paulista.

Um dos mais destacados Mestres do Direito de São Paulo, teve participação ativa no período em que o Brasil viveu em PLENO ESTADO DE DIREITO, durante o período em que Getúlio Vargas se compôs com São Paulo e com os REVOLUCIONÁRIOS DE 1932. Com o NÃO cumprimento dos compromissos da Revolução de 1930 por Getúlio Vargas e com a falta de autonomia política dos Estados, mais a ausência do Estado de Direito que levaram à Revolução Constitucionalista de 1932, o núcleo pensante, a “intelligentzia paulista”estavam mobilizados. A derrota militar se transformara em vitória política ! Ficou famosa a frase de Getúlio: “Quero que compreendam a extensão e o significado deste ato, pois, com este decreto, entrego o governo de São Paulo aos revolucionários de 32”. E o fez. Nomeou Interventor em São Paulo, Armando de Salles Oliveira, revolucionário de 32 e genro de Júlio de Mesquita, fundador do jornal “O Estado de São Paulo”. Sim, se o objetivo da Revolução de 32 era a Autonomia Administrativa e uma Constituição Democrática, a vitória era dos paulistas! Getúlio convocou uma Assembléia Nacional Constituinte e o Brasil voltou a ser um ESTADO DEMOCRÁTICO (1935/37). Em 1934, indicado por São Paulo, assumiu o Ministério da Justiça e dos Negócios Interiores, o jurista Vicente Rao. No mesmo ano, participou da fundação (contra-capa do livro “História da Vitória Política da USP, por Armando de Salles Oliveira, Paulista - 1934”) juntamente com Paulo Duarte, Benedicto Montenegro, Júlio de Mesquita Filho, Cantídio de Moura Campos, Waldemar Ferreira, André Dreyfus, Sampaio Dória, Plínio Ayrosa, Luiz Cintra do Prado, José Carlos de Macedo Soares e tantos outros. Ainda em 1934, chancelou a estatização da FAZENDA LAGEADO (que estava insolvente) pelo Governo Federal, através do Departamento Nacional do Café (sucedido pelo INSTITUTO BRASILEIRO DO CAFÉ – IBC), transformando-a em FAZENDA EXPERIMENTAL DO CAFÉ, atendendo ao pedido dos deputados Dante Delmanto e Antonio Carlos de Abreu Sodré (respectivamente, deputados estadual e federal), eleitos com a maior votação do Estado, na CONSTITUINTE PAULISTA de 1934. Esse pedido, contou com o trabalho do secretário paulista da agricultura, Luiz Piza Sobrinho e o empenho político de Armando de Salles Oliveira. Durante o período democrático vivido pelo Brasil, foi efetivo o entrosamento entre o governo federal e São Paulo.

ALIANÇA POLÍTICA LEVA PAULISTAS AO MINISTÉRIO

De 1934 a 1937, exerceu o alto cargo de Ministro da Justiça e dos Negócios Interiores, o professor Vicente Rao e exerceu o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), o professor José Carlos de Macedo Soares. Com uma atuação polêmica em sua vida política, Vicente Rao viveu momentos de glória e de infortúnio: 1 – Apoiou, como militante do Partido Democratico, a campanha de Getúlio Vargas à presidência da república ( vencida por Julio Prestes); 2- Apoiou a REVOLUÇÃO DE 1930, liderada por Getúlio Vargas, sendo nomeado Chefe da Polícia Paulista. Tendo deixado o cargo após o rompimento do Partido Democrático com Getúlio Vargas pelo não cumprimento dos compromissos da Revolução de 30: redemocratização do país e convocação de uma Constituinte; 3- Participou ativamente da Revolução Constitucionalista de 1932. Derrotado São Paulo. Seguiu para o exílio com os demais líderes do movimento; 4- Com o ACORDO de Getúlio Vargas com os Revolucionários de 1932, realizado em 1933, volta do exílio e assume, em 1934, o Ministério da Justiça; 5- Com a candidatura de Armando de Salles Oliveira à presidência da república, no final de 1937, pede afastamento do Ministério e volta a lecionar na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP) e se engaja na campanha; 6- Com a implantação da DITADURA DO ESTADO NOVO e com o fechamento das Assembléias Legislativas, Vicente Rao passa a fazer palestras contra a ditadura, na faculdade de direito e para a sociedade civil. É perseguido e expulso da Faculdade de Direito; 7- Volta a advogar e, 1951, com a volta de Getúlio Vargas à presidência da república, pelas vias democráticas, volta a assumir um Ministério, agora o Ministério das Relações Exteriores; 8- Advogou até o fim em seu prestigioso escritório de advocacia que deu ao Brasil, anos depois, um outro Ministro da Justiça, o prof. Saulo Ramos que fez carreira profissional no escritório de advocacia Vicente Rao. É REGISTRO HISTÓRICO! (BLOG DO DELMANTO)

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“Lageado Cultural”será realizado no segundo semestre de 2025 com eventos gratuitos

“Lageado Cultural” vai oferecer programação musical gratuita no segundo semestre Como parte da programação comemorativa pelos seus 60 anos de atividades, a Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA) da Unesp, câmpus de Botucatu, está lançando o programa Lageado Cultural, que vai oferecer eventos artísticos e culturais gratuitos e abertos a toda a população, ao longo deste segundo semestre de 2025. Uma agenda de shows musicais já está sendo preparada pelo Comitê de Ação Cultural (CAC) da FCA. Além disso, outros eventos de natureza artística e cultural devem ser anunciados ao longo do ano, realizados nos espaços da Fazenda Lageado e contando com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Unesp, Comitê de Ação Cultural (CAC) da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) e Fundação de Estudos e Pesquisa Agrícolas e Florestais (Fepaf). O primeiro evento vai acontecer já na quarta-feira, dia 30 de julho, com o show “Pés na Terra”, com o duo AnieRafa, que traz ao público releituras de clássicos da música caipira tradicional combinadas a composições autorais com abordagem contemporânea. Formado por Aniela Rovani e Rafael Cardoso, o duo explora a sonoridade da música do interior em arranjos que mesclam viola caipira, violão e vozes em harmonia. O show “Pés na Terra” tem sido apresentado em diversas regiões do país, promovendo a valorização da cultura popular e da música rural brasileira.

SALVE! Ponte restaurada!

DIRETOR: Armando Moraes Delmanto

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Diário da Cuesta

Também já estão programados shows gratuitos com o cantor e compositor Claudio Lacerda, com o violeiro Rodrigo Zanc, com o pesquisador e violeiro Ivan Vilela e um show comemorativo de 40 anos de carreira do músico botucatuense Osni Ribeiro. “Celebrar os 60 anos da nossa faculdade com arte, música e integração com a comunidade é uma forma de reafirmar o compromisso da universidade pública com a formação cidadã e com o acesso à cultura”, ressalta o professor Caio Antonio Carbonari, diretor da FCA. “O programa Lageado Cultural representa nossa crença de que a ciência, a educação e a cultura devem caminhar juntas, contribuindo para o desenvolvimento humano e social. Queremos que a Fazenda Lageado seja, cada vez mais, um espaço vivo, diverso e acolhedor para todos”. Os eventos musicais do programa Lageado Cultural contam com a curadoria do músico Osni Ribeiro e do jornalista Sérgio Santa Rosa. (Fonte: Fototurismo Botucatu)

O Diário da Cuesta não se responsabiliza por ideias e conceitos emitidos em artigos ou matérias assinadas, que expressem apenas o pensamento dos autores, não representando necessariamente a opinião da direção do jornal. A publicação se reserva o direito, por motivos de espaço e clareza, de resumir cartas, artigos e ensaios.

É bom saber. O artista plástico e conhecido webdesigner botucatuense Marco Antonio Spernega, foi quem idealizou a Cuesta de Botucatu estilizada e com todo o seu simbolismo: a escarpa, o verde representando as nossas matas e o azul do céu... A criação do Spernega valorizou a nossa CUESTA que teve, em sua estilização, o impacto que as obras dos grandes artistas tem. Vejam no Expediente o logotipo do Diário da Cuesta! Marco Spernega tem exposto seus trabalhos em concorridas exposições. Esta ilustração é uma obra de arte e de simbolismo histórico!


culdade de Medicina Veterinária. É um sucesso! 3 Diário da Cuesta A FAZENDA LAGEADO assume - pela www.diariodacuesta.com.br sua história rica e grandiosa – ares mágicos de um passado substancioso a marFAZENDA LAGEADOde – imporcar o poderioAque foi a DO produção café. tante “campus” da UNESP – abrigando, No HISTÓRICO DA FAZENDA DO LAhoje, a Agronomia, a Engenharia FloresGEADO, apresentamos valioso trabalho tal e a Zootecnia e, para amanhã, abriEncontro de conA FAZENDA DO LAGEADO – imporFAZENDA DOa LAGEADO – imporde Apesquisa em várias garáque todapublicamos estrutura funcional da Fafraternização no tante “campus” da UNESP – abrigando, tante “campus” dadeUNESP – abrigando, Medicina Veterinária. É um edições do culdade “JOPRNAL DE BOTUCATU”, de Lageado, em 1936, sucesso! hoje, Agronomia, Engenharia Floreshoje, aaAgronomia, aa Engenharia Floresautoria da profa. Inês Antonini, da equiA FAZENDA LAGEADO assume - pela com a presença do tal eaapesquisas Zootecnia para amanhã, abrital Zootecnia e,e, para amanhã, abripe ede da Faculdade de Agrosua história rica e grandiosa – ares máPrefeito Municipal gará toda agicos funcional daada Fagará toda aestrutura estrutura funcional de um passado substancioso mar-Fanomia. É um resgate histórico a mostrar car o poderio que foi a produção de café. de Botucatu, Dr. culdade de Medicina Veterinária. É um que essas contam, sempre, culdade deconquistas Medicina Veterinária. É um No HISTÓRICO DA FAZENDA DO LANestor Seabra e do com a atuação cidadã de homens públisucesso! sucesso! GEADO, apresentamos valioso trabalho cosAAcompromissados com a comunidade Deputado Dante de pesquisa que publicamos em várias assume - pela FAZENDA LAGEADO FAZENDA LAGEADO assume - pela edições do “JOPRNAL DE BOTUCATU”, de que representam. Delmanto sua história rica – ares má-másuaHoje, história ricaedaegrandiosa grandiosa – ares autoria profa. Inês Antonini, da equio LAGEADO É O CARTÃO DE VIgicos de um passado substancioso pe de pesquisas da Faculdade ademargicos de um passado substancioso aAgromar- Botucatu. Bem a propósito. Houve combustível. Houve outras colaborações SITAS, O CARTÃO POSTAL DE BOTUCATU! nomia. Éfoi um a resgate histórico a mostrar car o poderio que produção de café. carMerecidamente. o poderio que foi a produção de café. comemoração. Registro da história. políticas. Conseguiu-se o objetivo: o maior que essas conquistas contam, sempre, No HISTÓRICO DA FAZENDA DO públiLA- Discursos. Nada mais justo. Hoje, com a atuação cidadã de homens No HISTÓRICO DApela FAZENDA DO LABem administrado UNESP, reprevolume de movimentação de terra já visto apresentamos valioso trabalho GEADO, cos compromissados com a comunidade o Campus do Lageado, pertencente na cidade. Faltava o asfaltamento... senta o mais importantevalioso POLO CULTUGEADO, apresentamos trabalho queque representam. de publicamosartistas em várias à UNESP, abriga vários outros cursos RALpesquisa de Botucatu. Ao depois, contatos políticos para Hoje, LAGEADO É O CARTÃO DE VIde pesquisa queoReunindo publicamos em plásvárias edições do “JOPRNAL DE BOTUCATU”, de universitários. Botucatu. Bem a propósito. Houve combustível. Houve ticos, cantores e atores teatrais. Possue SITAS, O CARTÃO POSTAL DE BOTUCATU! conseguir o asfalto. Muita luta. Muitas outras colaborações edições do “JOPRNAL DE BOTUCATU”, de Registro da história. autoria profa. Inês Antonini, daverdes equi- comemoração. Merecidamente. Mas eu me permito prestarpolíticas. um tesConseguiu-se o objetivo:Por o maior TRILHAda ECOLÓGICA, com áreas promessas. fim, num trabalho “interNada mais Hoje, volume autoria da profa. Inês Antonini, da equi-Discursos. Bem da administrado pela UNESP, reprede movimentação de terra já visto pe de pesquisas Faculdade deem Agrotemunho para quejusto. se registre o trabapreservadas e prédios históricos harna-corporis”, o Dr. Ricardo conseguiu da o Campus do Lageado, pertencente senta o mais importante POLO na cidade. Faltava o asfaltamento... pe de pesquisas da histórico Faculdade deCULTUAgroe a abriga liderança quem acrenomia. É um resgate aartistas mostrar monia com modernas eReunindo funcionais consUNESP, vários de outros cursossoube Ao verbapara necessária. Após quase RAL de Botucatu. plás- àlho depois,Reitoria contatos a políticos nomia. ÉOum resgate histórico a mostrar ditar no planejamento, exercer a sua ticos, cantores atores éteatrais. Possue universitários. truções. MUSEU DOeCAFÉ modelar. que essas conquistas contam, sempre, conseguir o asfalto. Muita luta.deMuitas um decênio lutas, estava tudo pronto... Mas eu me epermito tes- promessas. TRILHA com áreasde verdes partirprestar paraum a construção do PorVitória! fim, num trabalho “interqueOaessas conquistas sempre, LAGEADO é ECOLÓGICA, a prova provada que liderança com atuação cidadã decontam, homens públipara que se registre o traba- na-corporis”, o Dr. Ricardo conseguiu da preservadas e prédios históricos em har- temunho futuro. o FUTURO é POSSÌVEL! No entanto, é preciso que se destaque com a atuação cidadã homens públi-lho cos compromissados comde a ecomunidade e a liderança de quem soube acre- Reitoria a verba necessária. monia com modernas funcionais consApós quase Emplanejamento, sua primeira gestão Dire- a garra FUTURO, noO Lageado éaHOJE!!! ditar no exercer a suacomo e atudo persistência do Prof. Ricardo de truções. MUSEU DO CAFÉ é modelar. um decênio de lutas, estava pronto... que cosOrepresentam. compromissados com comunidade partir para a construção do Vitória! tor da eAgronomia, o Professor Ricardo Arruda Veiga e a competência de toda a OLageado: LAGEADO é aO prova provada que liderança “Fazenda Futuro é de Poso LAGEADO É O CARTÃO DE VIqueHoje, representam. futuro. o FUTURO é POSSÌVEL! Nouma entanto, sua é preciso que se destaque de Arruda Bem Veiga,a soube montar sível!”O CARTÃO equipe. OHouve respeito ao Plano Diretor e Botucatu. propósito. Houve SITAS, POSTAL DECARTÃO BOTUCATU! Em sua primeira gestão como Dire- a garra combustível. O FUTURO, no Lageado é HOJE!!! Hoje, o LAGEADO É O DE VIe a persistência do Prof. Ricardo de outras colaborações coesa equipe técnico-administrativa. . “É isso aí. “Fazenda Sem tirar nemOpor a postura de preservá-lo às naturais resistor da Agronomia, o Professor Ricardo comemoração. Registro da história. Lageado: Futuro é PosArruda Veiga epolíticas. a competência de toda a Merecidamente. Botucatu. Bem a propósito. Houve Conseguiu-se o objetivo: SITAS, O CARTÃO POSTAL DE BOTUCATU! combustível. Houve outraso maior colaboraç Sem descuidar damontar área docente, arreHoje, o sível!” Lageado é o Cartão de Visi- de Arruda Veiga, soube uma sua equipe. tências dos contrários às mudanças... O respeito ao Plano Diretor e Discursos. Nada mais justo. Hoje, Bem administrado pela UNESP, reprevolume de movimentação de terra já vistoo ma comemoração. Registro da história. coesa equipe técnico-administrativa. . isso aí.de Sem tirar nem porMas políticas. Conseguiu-se o objetivo: a postura de preservá-lo às naturais resistas,Merecidamente. o Cartão “É Postal Botucatu. é gimentou excelentes colaboradores. Valeu a pena! oEntregou Campus do Lageado, pertencente descuidar àda área docente,mais arresenta omuito mais importante CULTUHoje, o Lageado éPOLO oLageado Cartão derepreVisina cidade. Faltava o asfaltamento tências dos Hoje, contrários mudanças... Discursos. Nada competência dojusto. arquiteBem administrado pela UNESP, mais, mais! Hoje, o é a Sem Oàs Lageado, é a certeza ... de volume dehoje, movimentação de que terraojá v gimentou excelentes colaboradores. tas, o Cartão Postal de Botucatu. Mas é à UNESP, abriga vários outros cursos Valeu aapena! RAL de Botucatu. Reunindo artistas plásAo depois, contatos políticos para... to Eugênio Monteferrante Netto o Campus do Lageado, pertencente prova provada que o futuro eé éa Entregou à competência do arquitefuturo é possível... É a maior obra turísticosenta o mais importante POLO CULTUna cidade. Faltava o asfaltamento mais, de muito mais! Hoje, o existe Lageado O Lageado, hoje, é a certeza de que o universitários. ticos, cantores eprovada atores teatrais. Possue incumbência da elaboração do Plano conseguir o asfalto. Muita luta. Muitas ! to Eugênio Monteferrante Netto a possível, agora, já prova de que o futuro existe e é -viária deobra Botucatu dos últimos anos... à UNESP, abriga vários outros cursos futuro é possível... É a maior RAL de Botucatu. Reunindo artistas plás-incumbência Aoturísticodepois, contatos30 políticos p Mas eu permito prestar um tesdame elaboração do Plano do Lageado. Não é preciso com áreas verdes TRILHA ECOLÓGICA, possível, agora, já! nos -viária dediBotucatu dos últimoso30 anos... promessas. Por fim, num trabalho “interBotucatu não viu, últimos 20 Diretor Desde seu início com tantos profesuniversitários. ticos, cantores e atores teatrais. Possue do Lageado. Não ése preciso di- obra o asfalto. conseguiu Muita luta.da Mu viu, nos últimos 20 Diretor Desde início conseguir com tantosoprofestemunho que registre o trabazer que opara resultado foi uma pri-o seu preservadas e Botucatu prédios históricos em haranos, volume igual denão obras. Pensou-se na-corporis”, Dr. Ricardo sores desbravadores e competentes. Com zer que oMas resultado foi uma obra pri-prestar eudaí, me permito um tesanos, volume igual de obras. Pensou-se soresacredesbravadores e promessas. competentes. Com TRILHA ECOLÓGICA, com áreas verdes Por fim, num trabalho lho e a liderança de quem soube ma... a partir mãos à obra... grande, sem os adminículos dosdos políticos monia com modernas funcionais cons- ma... a partir daí, mãos à obra... a firmeza Direção do Kimoto, doquase Júlio “in Reitoria a na verba necessária. Após grande, sem os e adminículos políticos a firmeza na Direção do Kimoto, do Júlio temunho para que se registre o trabapreservadas e prédios históricos em harna-corporis”, o Dr. Ricardo conseguiu Lembro-me que em 1987 fui conLembro-me que em 1987 fui conditar no planejamento, exercer a sua menores. menores. truções. O MUSEU DO CAFÉ é modelar. Nakagawa, doe,lutas, Flávio Abranches e, por Nakagawa, doum Flávio Abranches por estava decênio de tudo pronto... lhopelo e apelo liderança de quem soube Ricardo para pro- para Lá,éno Lageado, provou-seque que se vocado vocado Dr.para Ricardo promonia com modernas eprovada funcionais consduas vezes, comduas o comando seguro Reitoria adoverba necessária. Após no Lageado, provou-se se liderança eDr. partir a construção do acrevezes, com oRi-comando seguro do Ri- qu OLá, LAGEADO a prova de que Vitória! mover um contato com o então Viapostar no futuro, com competêncardo Veiga. ditar no planejamento, exercer a sua mover um contato com o então Vipode apostar no futuro, com competênOépode MUSEU DO CAFÉ é modelar. futuro. cardo Veiga. um decênio de lutas, estava tudo otruções. FUTURO POSSÌVEL! cia e persistência. Lá restou provado que ce-Governador Almino Affonso, a Valeu a pena! No entanto, é preciso que se destaquepron ce-Governador Almino Affonso, a comemorar liderança eassessoria. partir para construção ciaOO e FUTURO, persistência. restou que eu prestava Fomosa Valeu pena! LAGEADO éLageado aLáprova provada de quequem Em sua primeira gestão como Dire-ao hoje no é impossível gerir um empreendiVitória! Hoje, um aniveréprovado HOJE!!! adogarra emais aapersistência do Prof. Ricardo de eu prestava assessoria. Fomos aquem Sãofuturo. Paulo bem cedo, o Dr. Ricardo, sário, mento sem um Plano Diretor que o dehoje é impossível gerir um empreendiassume a a Agronomia (Lageado) Hoje, ao comemorar mais um anivertor da Agronomia, o Professor Ricardo o FUTURO é POSSÌVEL! “Fazenda Lageado: O Futuro é PosNo entanto, é preciso que se desta Arruda Veiga e a competência toda a o Dr. Monteferrante e eu, levados fina, o limite e o projete para o futuro. certeza de que ésário, o CartãoadeAgronomia Visitas, o Car- (Lageado) de a São Paulo bem cedo, o Dr. Ricardo, mento sem um Plano Diretor que o deassume a Em sua primeira gestão como Direde Arruda Veiga, soube montar uma O FUTURO, no Lageado é HOJE!!! pelo Adilson. Falamos com o Almino, sível!” a garra e a persistência do Prof. Ricardo Lá, no Lageado, houve uma equipe que equipe. O respeito ao Plano Diretor e tão Postal de sua Botucatu. O Lageado e o Dr. Monteferrante e eu, levados fina, o limite e o projete para o futuro. certeza de que é o Cartão de Visitas, o Carchegamos à Secretaria dos Transporacreditou no planejamento e coesa equipe técnico-administrativa. UNESPRicardo comemoram o futuro que che- e a competência torAdilson. da Agronomia, ocom Professor isso aí. Sem tirar nem por. racional “Fazenda Lageado: O Futuro é Posatão postura dede preservá-lo às naturais resisArruda Veiga dee tod pelo Falamos oagou. Almino, Lá, “É no Lageado, (ligada politicamente ao Almino) Postal Botucatu. O Lageado apostou houve tudo nele.uma E teveequipe sucesso. que Tan- tes Botucatu comemora a descoberta de Sem descuidar da área docente, arrede Arruda Veiga, soube montar uma Hoje, o Lageado é o Cartão de Visisível!” tências dos contrários àsomudanças... tentar conseguir a Patrulha sua equipe. aoque Plano Direto chegamos à Secretaria dos Transporque hoje já está em sua segunacreditou to noé assim planejamento racional e para uma equipe competente e arrojada que lheO respeito a UNESP comemoram futuro chegimentou excelentes colaboradores. (Serviços de técnico-administrativa. máquinas tas, o“ÉCartão Botucatu. é Rodoviária equipe da experiência administrativa à. frente a grande obra deste final século. Valeu a de pena! tescoesa (ligada politicamente aodeu Almino) isso aí.Postal Semde nem porMas a postura de preservá-lo às naturais re apostou tudo nele. Etirar teve sucesso. Tangou. Botucatu comemora a descoberta de para terraplenagem, abertura damais! Agronomia da o UNESP, tendo éuma Visitem o Lageado! Entregou à competência do arquitemais, muito Hoje, Lageado a pesadas para tentar conseguir a Patrulha Sem descuidar da área docente, arreO Lageado, hoje, é a certeza de que o to éHoje, assim hoje já está em sua segunoque Lageado é o Cartão de Visiuma equipe competente e arrojada que lhe tências dos contrários às mudanças... . de estradas, etc ) para abrir as novas magnífica obra para mostrar. Vejamaque o futuro é possível...” to Eugênio Monteferrante Netto Rodoviária (Serviços máquinas prova deadministrativa que odefuturo existe e é évias futuro é possível... Édeste a maior obra de comunicação (avenidas) dode La- colaboradores. da experiência à frente gimentou excelentes deu a grande obra final de turísticoséculo. dia 24de Maio comemorou-se tas, oprovada Cartão No Postal Botucatu. Mas (“Memórias de Botucatu”, Armando Valeu a pena! Para para isso seria pago apenas o do incumbência da elaboração Plano pesadas terraplenagem, abertura ! mais um aniversário da tendo Agronomia de geado. possível, agora, já M. Delmanto, 2ª edição, 1995) da Agronomia da UNESP, uma -viária de Botucatu dos últimos 30 anos...de qu Visitem o Lageado! do arquitemais, muito mais! Hoje, o Lageado é a Entregou à competência O Lageado, hoje, é a certeza .) para deto estradas, etc abrir as novas Diretor do Lageado. Não é preciso dimagnífica obra para mostrar. Botucatu não viu, nos últimos 20 Vejam que o futuro é possível...” Desde o seu início com tantos Eugênio Monteferrante Netto a futuro é possível... É a maior profesprova provada de que o futuro existe e ézer obra turísti viasque de comunicação (avenidas) dopriLa- sores(“Memórias o resultado foi uma obra dia 24igual de de Maio comemorou-se de eBotucatu”, Armando anos,No volume obras. Pensou-se desbravadores competentes. incumbência da elaboração do Plano ! possível, agora, já -viária de2ªBotucatu dos últimosCom 30 ano geado. Paradaí, issomãos seria àpago apenas o aM. mais um aniversário da Agronomia de ma... a partir obra... Delmanto, edição, 1995) grande, sem os adminículos dos políticos firmeza na Direção do Kimoto, do Júlio

Diário daCuesta Cuesta 4 Diário da

Lageado: o Cartão de Visitas de Botucatu

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Lageado:ooCartão CartãodedeVisitas Visitas Botucatu Lageado: dede Botucatu

Diretor do Lageado. Não é preciso di-

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Botucatu não viu, nos últimos 20 Lembro-me que em 1987 fui conDesde o seu início com tantos pro menores. Nakagawa, do Flávio Abranches e, por zer que o resultado foi para uma proobra prianos, volume igual de obras. Pensou-se sores competentes. vocado pelo Dr. Ricardo Lá, no Lageado, provou-se que se duas vezes, desbravadores com o comandoeseguro do Ri- C ma...um a partir daí,com mãos àentão obra... grande, sem os adminículos dos políticos a firmeza na Direção do Kimoto, do J mover contato o Vipode apostar no futuro, com competêncardo Veiga. Lembro-me que em 1987 fui conmenores. Nakagawa, do Flávio Abranches e, ce-Governador Almino Affonso, a cia e persistência. Lá restou provado que Valeu a pena! vocado pelo Dr. Ricardo para proLá, no Lageado, provou-se que se quem eu prestava assessoria. Fomos duas vezes, com o comando seguro hoje é impossível gerir um empreendiHoje, ao comemorar mais um aniver- do Aniversário da mover um contato com o então Vipode apostar no futuro, com competêna São Paulo bem cedo, o Dr. Ricardo, Veiga. (Lageado) mento sem um Plano Diretor que o desário, cardo a Agronomia assume a Agronomia, ce-Governador Affonso, certeza a MonteferranteAlmino e eu, levados cia eopersistência. Lá restou fina, limite e o projete paraprovado o futuro.queo Dr. deValeu que éaopena! Cartão de Visitas, o Car1986: Delmanto, eu prestava assessoria. Fomos Adilson. Falamos com o Almino, hoje impossível gerir umequipe empreendiLá, noéLageado, houve uma que peloquem ao comemorar mais um tão PostalHoje, de Botucatu. O Lageado e ani Monteferrante e, ao à Secretaria dos Transpora São Paulo bem cedo, o Dr. Ricardo, acreditou noum planejamento racional mento sem Plano Diretor que oede-chegamos a UNESP comemoram o futuro que cheassum sário, a Agronomia (Lageado) alto, o prof. Ricardo politicamente ao Dr. Monteferrante e Almino) eu, levados apostou tudo nele. E teve sucesso. Tan- tes o(ligada fina, o limite e o projete para o futuro. gou. Botucatu a descoberta de o C certeza decomemora que de é oArruda Cartão de Visitas, Veiga conseguir Patrulha to que hojehouve já estáuma em sua segun-quepara pelotentar Adilson. Falamosa com o Almino, uma equipe competente e arrojada que lhe Lá,é assim no Lageado, equipe tão Postal de Botucatu. O Lagead de máquinas da experiência administrativa àracional frente eRodoviária chegamos(Serviços à Secretaria dos Transpordeu a agrande obra deste final de acreditou no planejamento UNESP comemoram o século. futuro que c pesadas para terraplenagem, da Agronomia da UNESP, tendo uma o Lageado!comemora a descoberta ao Almino) Visitem apostou tudo nele. E teve sucesso. Tan- tes (ligada politicamenteabertura gou. Botucatu de estradas, etc.) para abrir as novas magnífica o futuro é possível...” to é assimobra quepara hojemostrar. já está em sua segun- para tentar conseguir a Patrulha Vejam uma que equipe competente e arrojada que viasRodoviária de comunicação (avenidas) LaNo dia 24 de Maio comemorou-se (“Memórias de Botucatu”, Armando (Serviços de domáquinas da experiência administrativa à frentegeado. deu a grande obra deste Para isso seria pago apenas o M. Delmanto, 2ª edição, 1995) final de século mais um aniversário da Agronomia de da Agronomia da UNESP, tendo uma pesadas para terraplenagem, abertura Visitem o Lageado!


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RELEMBRANDO

Passeio guiado “Personalidades de Botucatu” acontece neste domingo na Fazenda Lageado FOTO: ACONTECE BOTUCATU

Atividade gratuita convida participantes a uma imersão histórica pelas origens da cidade, com vagas limitadas. A Prefeitura da Estância Turística de Botucatu realiza no próximo domingo, 19 de abril, mais uma edição do passeio guiado “Personalidades de Botucatu”, uma experiência que propõe uma verdadeira viagem no tempo pela história local. A atividade terá início às 8 horas, com ponto de encontro em frente à nova portaria da Fazenda Lageado, na Avenida Universitária, no Jardim Paraíso. O percurso será feito a pé, com duração aproximada de três horas e nível de dificuldade classificado entre fácil e médio. Ao longo do trajeto, os participantes serão conduzidos por momentos marcantes da formação de Botucatu, desde o período anterior a 1881, quando a região era habitada por populações indígenas, passando pelas fases das plantações de algodão, a expansão dos cafezais, o período do Departamento Nacional do Café, até a atual configuração da Fazenda Lageado. A proposta é destacar personagens e acontecimentos que

ajudaram a construir a identidade do município. As vagas são limitadas a 20 participantes e serão preenchidas por ordem de inscrição, que deve ser feita previamente por meio de link disponibilizado pela organização. https://www.botucatu.sp.gov.br/pagina/121/inscricoes-para-passeio-guiado/ Para garantir uma melhor experiência, a organização orienta que os participantes utilizem roupas leves e confortáveis, calçados adequados para caminhada (como tênis ou bota), além de itens como repelente, boné ou chapéu para proteção solar. Também é recomendado levar água, lanche leve e, para quem tiver, câmera fotográfica ou binóculo. A atividade está sujeita a alterações conforme as condições climáticas. Mais informações podem ser obtidas junto à Secretaria Municipal de Turismo, localizada na Rua Benjamin Constant, 155, na Vila Jahu, pelo e-mail turismo@botucatu.sp.gov.br ou pelos telefones (14) 3811-1490 e (14) 98164-6352. Também é possível entrar em contato com a guia de turismo responsável pelo passeio, Renata Corvino, pelo telefone (48) 99352-330. (Acontece Botucatu)


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