Diário da Cuesta ANO IV
Nº 1171
QUINTA-FEIRA, 08 DE AGOSTO DE 2024
NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU
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SENSACIONAL LANÇAMENTO HISTÓRICO CULTURAL
Medalha Calendário: O império Brasileiro retratado através de uma enigmática medalha de 1867 – Edil Gomes e Gilberto Tenor
Em 1867, o Brasil estava em Guerra contra o Paraguai, aliado pela tríplice aliança com a Argen na e Uruguai, travando batalhas épicas com a presença a va do úl mo Imperador do Brasil, Dom Pedro II. Por outro lado, o país estava sendo representado na grandiosa Feira Universal realizada em Paris, nesse mesmo ano. Nesse cenário,foi cunhada uma medalha icônica pelo gravador da Casa da Moeda do Brasil, o dinamarquês naturalizado brasileiro, Chris an Lüster, a Medalha Calendário. Um verdadeiro manual de datas do Império Brasileiro, incluindo datas da Família Imperial e religiosas, sendo algumas que não são mais lembradas e comemoradas e que nos faz realizar uma viagem no tempo e conhecer um pouco do final do século XIX e de nosso Império que se estendeu por mais 22 anos. É fascinante como uma simples medalha possa transmi r e registrar tantas informações e sendo agora trazida a luz para medalhistas e historiadores.
medalha calendário
Edil Gomes
Gilberto Tenor
Lançamento dia 13 de setembro no Encontro Especial da Sociedade Numismática Brasileira em São Paulo, do livro “Medalha Calendário: O Império Brasileiro retratado através de uma enigmática medalha de 1867”, de autoria do numismata botucatuense Edil Gomes e do numismata, pesquisador e presidente da Sociedade Numismática Brasileira Gilberto Fernando Tenor. A medalha tem 41 mm, foi gravada por Christian Luster e cunhada na Casa da Moeda do Brasil, a moeda é um manual de datas do Império do Brasil, incluindo eventos imperiais e religiosos, muitas vezes esquecidos, que nos transportam ao final do Império Brasileiro.
O Império Brasileiro retratado através de uma enigmática medalha de 1867
Edil Gomes Gilberto Tenor