A essência de existir surge no fluir constante do tempo e nos ciclos que são desdobrados diante dos nossos olhos e dentro de nós mesmos. Cada estação do ano, repleta de mudanças traça esse caminho de transformação que faz emergir um processo que anuncia o fim de uma fase e o prenúncio de um novo começo.
O verão tem a energia vibrante de uma promessa de plenitude que inspira a uma explosão de luz e calor. É a vivacidade da nossa existência que aos poucos vai dando espaço ao outono que chega silenciosamente em um contraste de suavidade introspectiva. Aos poucos a mudança das cores nas árvores, a queda das folhas, o ar mais fresco aponta para um ciclo que termina, mas carrega a sabedoria da reflexão, da pausa para desacelerar e olhar para dentro.
A transformação do verão para o outono é um lembrete de que a essência da existência está na fluidez do ser. Não somos fixos, mas estamos em constante processo de metamorfose. É assim a cada estação que percebemos a beleza de existir. A metáfora com o novo de uma edi