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Projeto - Centro Cultural da Mooca

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PROJETO ARQUITETÔNICO - INTERVENÇÃO CULTURAL

DIAGNÓSTICO ÁREA DE ESTUDO: RUA MONSENHOR JOÃO FELIPO / BORGES DE FIGUEIREDO - MOOCA

CENTRO CULTURAL DA MOOCA

1. PARTIDO

E CONCEITO

COEFICIENTE DE APROVEITAMENTO (4.577,91M²) = 0,87

GRUPO 04

A edificação tem como premissa estimular o acesso à cultura e o lazer da população da região da Mooca. Sendo assim, a concepção volumétrica é simples e visa facilitar o entendimento e a possibilidade de vivenciar a obra como um todo. Neste sentido, a composição volumétrica busca ser uma ruptura com a temática industrial da região, sendo uma mistura de cheios e vazios, e que tenha como resultado a leveza, diversidade e a harmonia.

COBERTURA VERDE 2º PAV. E ÁREA EXTERNA

ACESSO PRINCIPAL COM CIRCULAÇÃO LIVRE POR TODO O PROJETO

TAXA DE OCUPAÇÃO (1.975,39M²) = 37,65%

TAXA DE PERMEABILIDADE (417,93M²) = 0,08

ÁREA DO TERRENO: 5246,57M²

A partir disso, o partido concebido baseia-se no universo de possibilidades que um centro de cultura e artes cênicas proporciona para a cidade de São Paulo. Contudo, os elementos orgânicos que envolvem a edificação, por exemplo, além de ser um objeto que tem a função de atrair os olhares, simboliza a pluralidade cultural e o movimento humano proporcionado pelo ato teatral. Vale destacar também os materiais empregados na edificação e que buscam, de certo modo, serem mais convidativos ao usuário e estarem alinhados as práticas ambientais de ESG. Sendo assim, resultando numa arquitetura contemporânea e que provoca uma mistura de diferentes sensações em contraste com o patrimônio tombado e industrial.

1º PAVIMENTO TEATRO

BIBLIOTECA

Além disso, a intervenção deve promover a permeabilidade e urbanidade, uma vez que se busca uma conexão direta entre o paisagismo externo, o acesso a estação Juventus Mooca da linha 10 - Esmeralda da CPTM e os setores distribuídos pelo patrimônio tombado. Neste sentido, garantir a permeabilidade não se trata somente dos aspectos físicos, mas também visuais, utilizando divisórias pelo entorno e instigando o usuário a investigar o equipamento e observar os diferentes ambientes, dando seu devido destaque a cada atividade desenvolvida no centro cultural. Assim sendo, o convívio e o ESG são as palavras chaves que baseiam as decisões projetuais. Logo, a concepção e a disposição dos locais são pensadas de modo a proporcionar uma maior interrelação entre a comunidade e o patrimônio, sobretudo porque a cultura e o conhecimento são transmitidos através de gerações e das experiências, algo que com o crescimento do mercado imobiliário nas últimas décadas e a constantes verticalização dos edifícios, tem se perdido ao longo dos anos.

PROJETO ARQUITETÔNICO - INTERVENÇÃO CULTURAL

CAMILA SOARES DE CARVALHO RA: 3020107071

DANIELLE DUMBROVSKY RA: 3021104167

KAIQUE CAGNIN PAZINATO RA: 3021106016

BRISES METÁLICOS

PÁTIO CENTRAL COM VISTA TANTO PARA O ED. NOVO QUANTO PARA O TOMBADO

LUCCAS SCARABELLO TOLENTINO RA: 3020109516

NATHAN NUNES MINHACO RA: 420103958

SOLANGE DANTAS RA: 3021101650

UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO


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