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Aula 1 auto conhecimento 28 02 2015

Page 1

Aula 1 – do 1º Curso Direção de Negócios Inovadores


Mediação de: Prof. Dr. Fernando A. Dal Piero Realização: Unidade Bellas e Vaidosas


Aula 1

• Estruturas da personalidade dos seres humanos • Conhece-te – Auto Conhecimento


Apresentação Realizada em 28/02/2015


Coordenação Professores coordenadores. Fernando A. Dal Piero Antropólogo Social – Estudo de Comportamentos sócio produtivos. Iniciou no inverno de 1979 e continua. Doutor em Ciências Políticas - Universidad de Barcelona em 2004. Livre Docênte na Wilfrid Laurier University escritor com livros publicados sobre comportamento humano com habilitação em Métodos Estatísticos e Teoria da Decisão Credenciado em Elaboração, Gestão e Análise de Risco em Projetos. http://lattes.cnpq.br/9304143913113811 Miriam Gonçalves Graduada em Matemática pela FAFICLE – Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Jales, (1997). Pós-graduada em Educação (doutora H.C. pela Universidade Federal de Santa Catarina – Brasil) exercendo a função de Pesquisadora em Estudos de Empreendedorismos e Comportamento Humano, desde fevereiro de 2011. Experiência na área de Empreendedorismos Multinivel, atuando principalmente nos seguintes temas: Capacitação, Gestão, Migrações, Identidades, Imagens e expressões comportamentais como fontes à Ciência do Empreendedorismo. http://lattes.cnpq.br/9514685904763797


Ementa completa Ementa: Compreensão do nosso jeito de ser, pensar e agir (estrutura de personalidade). Desenvolver uma consciência crítica sobre as escolhas que fazemos associados aos padrões mentais, valores e crenças. Autoconhecimento e qualidade de vida. Ampliar a auto e hetero percepção. A concepção sistêmica da vida. Mudança de paradigma. Resiliência e flexibilidade. Estudar quatro elementos da roda da vida (competência pessoal, administração do tempo, trabalho e carreira e espiritualidade). Área de concentração: Direção e Gestão da Inovação


Fundamentação Teórica

1º Curso Direção de Negócios Inovadores

RECURSO METODOLÓGICO: Estudo de caso, Entrevista e Aplicação de questionário

TÉCNICA DE INVESTIGAÇÃO: Enquete e levantamento de dados estatísticos internacionais oficiais. PROCEDIMENTOS: Coleta de dados, seleção de variáveis, filtragem, construção de tabelas, gráficos e análise.

ORIGEM/PAÍSES PESQUISADOS: Brasil, Espanha, 5 Países de Lingua Portuguesa.


Objetivo Estrutura de Personalidade Como objetivo direto apresenta-se e PROCURA-SE pôr alguma ordem em todos os estudos comuns sobre a personalidade e o temperamento com a pretensão de que cada pessoa participante possa se situar e ver o nicho em que caem, contribuindo para facilitar a comunicação em sua vida pessoal e profissional. Área de concentração: Direção e Gestão da Inovação


Objetivo Estrutura de Personalidade Como objetivo subjacente iniciar uma diatribe na área entre as pessoas, sobretudo em nível local de Limeira, provocando maior interesse e, quiçá, avanços da teoria psicológica aplicada à vida pessoal e profissional. Área de concentração: Direção e Gestão da Inovação


O MAIS IMPORTANTE Negócios e vidas sob a Faixa de Moebius.

A faixa de Moebius é um tipo especial de superfície onde não há lado de dentro ou de fora, ou seja, nela só há um lado e uma única borda que é uma curva fechada. A tal faixa foi descoberta pelo astrônomo e matemático alemão August Ferdinand Moebius (1790-1868).


DISTRIBUIÇÃO DO ESFORÇO HABILIDADES E SUCESSO 88

Auto Regulação

91

Administração dos relacionamentos

89

Consciência Social

94

Comunicação 71

Auto-Aceitação

88

Gerenciamento de si

84

Competencia Social

94

Gerenciamento do Significado

91

Gerenciamento da Confiança

88

Gerenciamento da Atenção

Escala entre 0 e 100

0

10

20

30

40

50

60

70

80

90 100


DISTRIBUIÇÃO DO ESFORÇO HABILIDADES E SUCESSO 70

Catalisação de Mudanças 55

Gerenciamento de Conflitos

98

Compromisso com outras 59

Influencia Inspiração

91

Serviços

91 71

Consciencia Organizacional

88

Empatia 71

Otimismo Iniciativa

84

Superação

84 71

Adaptabilidade

91

Transparência

89

Auto Controle Emocional

Escala entre 0 e 100

0

10

20

30

40

50

60

70

80

90

100


MAIS CONFLITOS Nテグ RESOLVIDOS MENOS ENERGIA. QUANTO

A RODA DA VIDA


MAIS CONFLITOS Nテグ RESOLVIDOS MENOS ENERGIA. QUANTO


Mecanismos de aumento da energia produtiva


TNLP / Robert Dilts


Terceira Geração da PNL / Robert Dilts A 1ª Geração da PNL é o modelo original da PNL que foi desenvolvida nos anos 70 por Richard Bandler e Jonh Grinder. Centrava-se fundamentalmente no indivíduo e tinha como pressuposto uma relação terapêutica um a um. A maioria das técnicas desta 1ª geração tiveram foco na solução de problemas nos níveis de comportamentos e capacidades.


Terceira Geração da PNL / Robert Dilts A 2ª geração da PNL começou em meados dos anos 1980. A Modelagem e suas ferramentas começam a ser utilizadas em áreas de negociações, liderança, motivação, vendas, saúde e educação. As técnicas da PNL se ampliaram e incluíam temas dos níveis mais elevados como crenças, valores e meta-programas. Suas ferramentas integram o uso de novas distinções tais como: a linha do tempo, subomodalidades e posições perceptivas.


Terceira Geração da PNL / Robert Dilts A 3ª Geração da PNL está sendo desenvolvida desde os meados dos anos 90. Suas aplicações são mais sistêmicas e centram-se em níveis mais altos de aprendizagem, interação e desenvolvimento. Suas técnicas abordam os níveis mais profundos: a identidade, a missão e a visão. As duas primeiras gerações estudavam quase que exclusivamente a Mente Cognitiva. A 3ª geração ampliou o campo de estudo para incluir também a Mente Somática e o Campo Energético presente no sistema onde atuamos. 1 -Mente Cognitiva - que emerge do cérebro 2- Mente Somática - centra-se no corpo 3 - Campo Energético - vem através da nossa conexão e do relacionamento com outros Sistemas à nossa volta.


Terceira Geração da PNL / Robert Dilts

Três “Mentes” • Somática – Corpo/Sentimento • Cognitiva – Cérebro/Intelecto • Campo – Relacionamento/Sistema


Terceira Geração da PNL / Robert Dilts


Terceira Geração da PNL / Robert Dilts


Terceira Geração da PNL / Robert Dilts


MELHORES PRÁTICAS


MELHORES PRÁTICAS

[...] não é o sabor do sucesso que te impulsiona para frente, mas, sim, o desgosto com a situação...


MELHORES PRÁTICAS

[...] ele só aceita um pouco de "sofrimento" na Bolsa de Valores e depois cai fora. Ele tem seus limites e os respeita, e isso o tornou muito rico....


MELHORES PRÁTICAS

[...] Para a maioria das pessoas, não há nenhuma voz interior incentivando-as. Não existe nenhum cantor de fundo...


MELHORES PRÁTICAS

[...] SUA VOZ É A SUA missão: um propósito que o atrai para o seu futuro. Ela unifica suas crenças, valores, ações e a sua noção de quem você é. É uma trama tecida com os vários fios dos seus interesses, desejos e metas.


MELHORES PRÁTICAS Seus papéis individuais criam a base para todos os seus outros papéis.

AMIGO DE SI MESMA APRENDIZ ARTISTA ATLETA BOBO CAÇADOR CONTEMPLADOR

CRIADOR DESCOBRIDOR GUERREIRO HERÓI/HEROÍNA LÍDER MAGO SÁBIO SANTA


TEORIA DOS HUMORES


ESTRUTURA DE PERSONALIDADE

Humores

Teoria dos Humores Segundo a doutrina dos quatro humores, o sangue é armazenado no fígado e levado ao coração, onde se aquece, sendo considerado quente e úmido; a fleuma, que compreende todas as secreções mucosas, provém do cérebro e é fria e úmida por natureza; a bile amarela é secretada pelo fígado e é quente e seca, enquanto a bile negra é produzida no baço e no estômago e é de natureza fria e seca. Tudo determinando o estilo de comportamento humano.


ESTRUTURA DE PERSONALIDADE

Humores


ESTRUTURA DE PERSONALIDADE

Morfologia

Teoria da Morfologia Associa a forma física do corpo ao desempenho e competência. Estas teorias têm relação com as teorias bioquímicas, mas acentuam mais os aspectos morfológicos do corpo (tipos corporais). O psiquiatra alemão Kretschmer (1921) iniciou este modo de pensar sobre os temperamentos. De suas observações clínicas ele relacionou que o formato do corpo está associado à personalidade das pessoas, assim que um físico delgado e delicado está associado à introversão, enquanto um físico rotundo, pesado e curto está associado ao caráter ciclotímico, isto é, temperamental, extrovertido e jovial. Este autor chegou a explicitar três tipos distintos de comportamentos, os quais correspondiam a certos tipos orgânicos característicos.


ESTRUTURA DE PERSONALIDADE

Morfologia


MELHORES PRÁTICAS


MELHORES PRÁTICAS

Regimento e o Modus curandi Séc.VII [...] a caridade é a rainha da saúde (Fé, Esperança e Caridade), e se materializa na misericórdia e suas obras: visitar os doentes; dar de beber a quem tem sede; alimentar os famintos; assistir os presos; vestir os nus; acolher os estrangeiros e peregrinos; velar os mortos...


MELHORES PRÁTICAS

Regimento e o Modus curandi Séc.VII [...] a caridade é a rainha da saúde (Fé, Esperança e Caridade), e se materializa na misericórdia e suas obras: visitar os doentes; dar de beber a quem tem sede; alimentar os famintos; assistir os presos; vestir os nus; acolher os estrangeiros e peregrinos; velar os mortos...


ESTRUTURA DE PERSONALIDADE

MBTI MBTI ( Myers-Briggs Type Indicator) É um indicador preparado para classificar as pessoas segundo os tipos psicológicos da teoria de Jung.


ESTRUTURA DE PERSONALIDADE

MBTI

As pessoas se comportam segundo padrĂľes previsĂ­veis e diferenciados, decorrentes das diferentes maneiras como utilizam suas mentes.


ESTRUTURA DE PERSONALIDADE

MBTI

Jung em sua pesquisas dividiu as atitudes das pessoas sempre em duas facetas, sempre opostas. Ele classificou as pessoas pelo jeito que elas usavam sua libido: Extrovertidos (E): São as pessoas que usam sua energia de vida principalmente no mundo exterior, tem mais facilidade em se socializar. Introvertidos (I): Pessoas que são mais voltadas para o seu mundo interior, mais caladas. Dividiu os tipos em quatro funções e quatro funções em dois tipos, racionais e irracionais As racionais tem esse título pois são aquelas as quais passam pela nossa consciência, também conhecidas como funções de julgamento. Pensamento (Pe): A pessoa tende a seguir mais a lógica em suas ações, falta um pouco de sentimento em suas decisões Sentimento(St): O inverso do acima. As funções irracionais tem esse nome pois não passam pelo nosso julgamento, apenas as percebemos, por isso também são conhecidas como funções de percepção. Sensação(Se): A pessoa percebe as coisas mais pelo que ela são, ao olhar uma cadeira notará mais seus formato, material e cor. Intuição(In): A pessoa tende a entender a função daquele objeto, olhando a mesma cadeira a pessoa notará qual sua função naquela sala, para quem é destinada e como ela pode usar essa cadeira.


ESTRUTURA DE PERSONALIDADE

MBTI

Jung acreditava que cada pessoa tinha uma das funções como principal, e a oposta seria a mais fraca. Então alguém que tem sentimento mais forte sempre terá o pensamento mais fraco. A mesma coisa se aplica no outro eixo, uma pessoa com intuição forte terá a sensação fraca. Com essa matemática podemos dividir as pessoas em 16 tipos diferentes, que podem ser expressadas em um simples código, por exemplo: E PS se Aqui temos uma pessoa Extrovertida com Pensamento como função primária e Sensação como função secundária.

E PS in

E PS se

I PS in

I PS se

E ST in

E ST se

I ST in

I ST se

E IN ps

E IN st

I IN ps

I IN st

E SE ps

E SE st

I SE ps

I SE st


ESTRUTURA DE PERSONALIDADE

MBTI


ESTRUTURA DE PERSONALIDADE

MBTI

A mente, quando ativa, desenvolve duas funções: Coleta de informações, chamada por de Percepção Organização dessa informações e conclusões Julgamento


ESTRUTURA DE PERSONALIDADE

MBTI

Para cada uma dessa funções, duas maneiras opostas de agir: Percepção Sensação ou Intuição Julgamento Pensamento ou Sentimento


ESTRUTURA DE PERSONALIDADE

MBTI

 Onde as pessoas preferem dirigir sua atenção Extroversão (E) ou Introversão ( I)  A maneira pela qual preferem coletar  informações - Sensação (S) ou Intuição (N)  A maneira como preferem tomar decisões - Pensamento (T) ou Sentimento (F)  Como se orientam no mundo exterior - Julgamento (J) ou Percepção (P)


ESTRUTURA DE PERSONALIDADE

MBTI

Diversas aplicações no campo da psicologia aplicada:

Autodesenvolvimento Desenvolvimento de carreiras Aconselhamento sobre relacionamentos Aconselhamento acadêmico Desenvolvimento organizacional


ESTRUTURA DE PERSONALIDADE

MBTI

Palavras específicas usadas para descrever preferências em psicologia tem significado diferente do seu uso comum do dia-a-dia. ●

Extrovertido não significa falante ou barulhento.

●

Introvertido não significa inibido ou tímido.

●

Sensitivo não significa sensível.

●

Intuição não significa exotérico.

●

Racional não significa inteligente.

●

Emocional não significa emotivo.

●

Julgamental não significa crítico.

●

Perceptivo não significa atento.


MBTI ( Myers-Briggs Type Indicator) Onde as pessoas extraem suas energias vitais E

Extroversão

Em harmonia com o ambiente Preferem comunicação verbal Aprendem melhor fazendo ou discutindo Interesses diversificados Falam antes e pensam depois Sociáveis e expressivas Tomam iniciativas no trabalho e nas relações pessoais 59,73% das pessoas


MBTI ( Myers-Briggs Type Indicator) Onde as pessoas extraem suas energias vitais

I

Introversão

Direcionadas para o mundo interior Preferem comunicação por escrito Aprendem melhor através da reflexão Apresentam interesses profundos Pensam antes de agir ou falar Reservados e contidos Concentram-se facilmente 40,27% das pessoas


MBTI ( Myers-Briggs Type Indicator) Como se obtém informações - A função Percepção

S

Sensação

Focalizam o que é real Voltam-se a fatos e são concretas Observam os detalhes Observam e se lembram logicamente Orientadas ao presente Gostam de informações detalhadas Confiam na experiência 78,79% das pessoas


MBTI ( Myers-Briggs Type Indicator) Como se obtém informações - A função Percepção

N

Intuição

Focalizam o todo, as possibilidades Valorizam uma visão imaginativa São abstratas e teóricas Vêem padrões e significado nos fatos Orientadas ao futuro Vão a toda parte Confiam na inspiração 21,21% das pessoas


MBTI ( Myers-Briggs Type Indicator) Como se toma decisões - A função Julgamento

T

Pensamento

São analíticas Lógicas Persistentes Buscam a verdade objetiva e impessoal Racionais Justas 80,35% das pessoas


MBTI ( Myers-Briggs Type Indicator) Como se toma decisões - A função Julgamento

F

Sentimento

São cordatas, harmoniosas Levam as outras pessoas em consideração Guiadas por valores pessoais Calorosas Têm compaixão Compreensivas 19,65% das pessoas


MBTI ( Myers-Briggs Type Indicator) Como se orienta em relação ao mundo exterior

J

Julgamento

São programadas Organizadas, sistemáticas e metódicas Gostam de planejar Gostam de definições Evitam correria de última hora 69,43% das pessoas


MBTI ( Myers-Briggs Type Indicator) Como se orienta em relação ao mundo exterior

P

Percepção

São espontâneas Imprevisíveis, informais e flexíveis Adaptam-se facilmente às situações Gostam de desprendimento e são abertas a mudanças Sentem-se com energia em situação de pressão de última hora 30,57% das pessoas


MBTI ( Myers-Briggs Type Indicator) Vermelho - menos comuns negócios independentes Verde – mais comuns em negócios independentes

ISTJ

ISFJ

INFJ

INTJ

ISTP

ISFP

INFP

INTP

ESTP

ESFP

ENFP

ENTP

ESTJ

ESFJ

ENFJ

ENTJ


MBTI ( Myers-Briggs Type Indicator)


MBTI ( Myers-Briggs Type Indicator)


MELHORES PRÁTICAS


MELHORES PRÁTICAS • Reconheça seu estilo padrão • Reconheça a necessidade e o interesse de outras • Controle a “flutuação” de seus estilos – nem muito “I”… • Comprometa-se • Valorize o sucesso e o fracasso – PUNA A OCIOSIDADE.


DISC – Teoria


DISC – Teoria A origem dos instrumentos DISC está no livro Emotions of Normal People (As Emoções das Pessoas Normais), escrito por William Moulton Marston, publicado originalmente em 1928, o qual trata de 4 dimensões do comportamento. Em sua obra original são: Dominance, Inducement, Submission e Compliance. O psicólogo William Moulton Marston e os relatórios da teoria DISC se misturam, uma vez que os relatórios DISC se baseiam 100% na obra de Marston.


DISC – Teoria DISC é um modelo baseado no trabalho do Dr. William Moulton Marston (18931947) para examinar o comportamento dos indivíduos em um determinado ambiente. Para Marston, existem quatro tipos básicos de comportamentos previsíveis observados nas pessoas e tais respostas comportamentais ocorrem a partir da combinação de duas dimensões: uma interna (referente à percepção do poder pessoal no ambiente) e outra externa (percepção da favorabilidade do ambiente). Como resultantes desta matriz temos os seguintes fatores: Dominância (D) , Influência (I) , Estabilidade (S) e Conformidade (C). P.s. variações nestes termos podem ocorrer em função do referencial utilizado.


DISC – Teoria Dominância: Pessoas com alta pontuação no fator "D" são muito ativas ao lidar com problemas e desafios. Descritas como egocêntricas, diretas, ousadas, dominadoras, exigentes, enérgicas, determinadas. Já baixas pontuações “D” indicam pessoas mais moderadas e conservadoras, descritas como discretas, realistas, conservadoras, pacíficas, precavidas e modestas. Influência: Pessoas com altos escores de "I" gostam de influenciar os outros através de conversas e atividades e tendem a ser emocionais. São descritas como entusiastas, persuasivas, convincentes, amistosas, comunicativas, confiantes e otimistas. Já aqueles com baixos escores de "I" influenciam mais por dados e fatos e não com sentimentos, sendo descritos como reflexivos, seletivos, factuais, recatados, desconfiados, pessimistas.


DISC – Teoria Estabilidade: Pessoas com altos escores em "S" apreciam um ritmo constante, segurança e não gostam de mudanças súbitas. São indivíduos descritos como pacientes, confiáveis, calmos, leais, persistentes, gentis, previsíveis. Já baixos escores em "S" estão relacionados ao apreço por mudança e variedade e tais indivíduos são descritos como móveis, alertas, inquietos, impetuosos, espontâneos, impacientes e até mesmo impulsivas. Conformidade: Pessoas com alto escore em "C" valorizam aderir a regras, regulamentos e estrutura. Gostam de atuar com qualidade e fazer certo desde a primeira vez. São descritas como disciplinadas, cautelosas, sistemáticas, precisas, analíticas, perfeccionistas e lógicas. Já os com baixos escores em "C" tendem a desafiar regras e buscam independência. Descritos como independentes, obstinados, voluntariosos, teimosos, rebeldes, arbitrários e indiferentes a detalhes.


DISC – Teoria

Os 4 Fatores da Teoria DISC Dominância Indica como você lida com problemas e desafios. Os principais descritores são: competitivo, decidido, direto, orientado para resultados.

Fator "D" | COR: VERMELHO | EMOÇÃO: RAIVA


DISC – Teoria

Os 4 Fatores da Teoria DISC Influência Indica como você lida com pessoas e as influencia. Os principais descritores são: confiante, inspirador, otimista, popular, sociável, confia nos outros.

Fator "I" | COR: AMARELO | EMOÇÃO: OTIMISMO


DISC – Teoria

Os 4 Fatores da Teoria DISC Estabilidade Indica como você lida com mudanças e estabelece o seu ritmo. Os principais descritores são: agradável, bom ouvinte, paciente, sincero, constante, membro de equipe, estável.

Fator "S" | COR: VERDE | EMOÇÃO: NÃO DEMONSTRAR EMOÇÕES


DISC – Teoria

Os 4 Fatores da Teoria DISC Conformidade Indica como você lida com regras e procedimentos estabelecidos por outros. Os principais descritores são: preciso, analítico, perfeccionista, cuidadoso e minucioso.

Fator "C" | COR: AZUL | EMOÇÃO: MEDO


DISC – e Pessoas Famosas


DISC – e Musicas


DISC – e Musicas


DISC – Distribuição dos Comportamentos A Tabela abaixo apresenta a distribuição da população em 10 países, incluindo o Brasil


DISC – Distribuição dos Comportamentos Região

D

I

S

C

Leste 1*

16

11

40

33

Leste 2 **

18

18

32

22

Centro SUL****

14

16

30

40

Sudeste MOOCA ***

16

17

37

30

Oeste *****

21

13

16

50

Noroeste ******

19

17

20

44

Nordeste *******

22

14

16

48

* Itaquera, Vila Matilde, Penha e Josó Bonifácio ** Itaim Paulista, Jardim Helena, Gaianazes, Vila Jaqui e São Miguel *** Mooca – Tatuapé, Bela Vista, Carrão e Liberdade **** Jabaquara, Santo Amaro e Moema ***** Itaim BIBI, Morumbi, Butantã, Pinheiros, Lapa, Barra Funda e Pinheiros ****** Pirituba e Frequesia do Ó ******* Jaçana, Limão, Santa e Vila Guilherme

Respostas obtidas entre julho e dezembro de 2014. Corresponde ao percentual da população. Dados relativos ao score por categoria sob sigilo.


DISC – Distribuição dos Comportamentos Região

D

I

S

C

Engenheiro Coelho

12

15

33

40

Pedreira

18

18

32

22

Campinas*

21

16

30

43

Hortolândia **

21

23

27

29

Valinhos ***

20

14

26

40

Indaiatuba ****

23

17

20

40

Hortolandia e Sumaré*****

20

11

16

53

Engenheiro Coelho Pedreira * Campinas ** Hortolândia *** Valinhos **** Indaiatuba ***** Hortolândia e Sumaré

Respostas obtidas entre julho e dezembro de 2014. Corresponde ao percentual da população. Dados relativos ao score por categoria sob sigilo.


DISC – Distribuição dos Comportamentos Região

Cor

Porcentagem

Branca

72,47%

Negra

5,38%

Parda

21,60%

Amarela

0,49%

Indigena

0,07%

D

I

S

C

Limeira – Branca e Parda

12

12

35

39

Charqueada

22

23

30

25

Campinas

21

16

30

43

Capivari

23

27

28

22

Piracicaba

21

19

10

30

Rio Claro, Araras, Leme e Corumbataí

20

24

26

30

Americana e Artur Nogueira

20

23

37

20

Limeira Charqueada * Campinas ** Capivari *** Piracicaba **** Rio Claro, Araras, Corumbataí e Leme ***** Americana, Artur Nogueira

Respostas obtidas entre julho e dezembro de 2014. Corresponde ao percentual da população. Dados relativos ao score por categoria sob sigilo.


MELHORES PRÁTICAS


MELHORES PRÁTICAS • Reconheça seu estilo padrão • Reconheça a necessidade e o interesse de outras • Controle a “flutuação” de seus estilos – nem muito “D”… • Valorize o sucesso e o fracasso – PUNA A OCIOSIDADE.


PREFERENCIAS SENSORIAIS DA COMUNICAÇÃO


PREFERENCIAS SENSORIAIS DA COMUNICAÇÃO

• O SISTEMA VISUAL – 35% da população – Lembranças  mais visual – O que dizem as Pessoas Visuais:

“Deixe-me visualizar isso”, “É uma forma de ver um problema”, “Não ficou claro isso”, “Vamos focar”, “Ele é um colírio para os olhos”, “Deixe-me revelar”, “Sem sombra de dúvida”, “Vamos examinar isso” ...


PREFERENCIAS SENSORIAIS DA COMUNICAÇÃO • O SISTEMA VISUAL

CONSTRUÇÃO Para cima e para a direita

LEMBRANÇA Para cima e para a esquerda


PREFERENCIAS SENSORIAIS DA COMUNICAÇÃO Visual -gosta de organização, decoração, coisas coloridas em geral; -harmonia de formas; -fala alto e rápido; -não se importam exatamente com o modo como se expressam; -tendem a conversar por metáforas visuais; -tem necessidade de ver o interlocutor(geralmente não gosta de falar ao telefone); -aprende lendo(gosta de ler); -gosta de estímulos visuais (cartaz, transparência, etc); -é rápido em suas atividades; -usa predominantemente palavras visuais; -exemplos: enxergar, visível, vendo, espiar, claro, brilho, aparência, aspecto, á luz de. “Palavra Chave” VER


PREFERENCIAS SENSORIAIS DA COMUNICAÇÃO

• O SISTEMA AUDITIVO – 20% da população – Maior distinção dos sons do que das imagens – Se distraem facilmente com sons e dizem: “estou te ouvindo”, “estamos na mesma frequência”, “por assim dizer...”, “Silêncio!!”, “isso é música para os meus ouvidos”, “isso me soa familiar”...


PREFERENCIAS SENSORIAIS DA COMUNICAÇÃO • O SISTEMA AUDITIVO – Altera o movimento dos olhos! – Cochiche no ouvido de alguém com os olhos fechados, ou:

Lateral para a Esquerda Lateral para a direita CONSTRUÇÃO AUDITIVA

RECORDAÇÃO AUDITIVA


PREFERENCIAS SENSORIAIS DA COMUNICAÇÃO

AUDITIVO -são seletivos sobre as palavras que usam; -gosta de música; -exige boa qualidade de som; • O SISTEMA AUDITIVO -incomoda-se com ruídos em geral; – Altera a entonação da voz: -voz melodiosa; -gosta de ouvir seu interlocutor; bom tom, bastante ressonante -gosta de falar ao telefone; -tem ritmo médio; -respiração diafragmatica (médio); -anota tudo; -aprende ouvindo; -gosta de vários tons de voz; -utiliza palavras auditivas predominantemente; -voz uniforme. Exemplos: cochicho, estrondoso, dizer, fofoca, reclamar, som, voz, agudo, grave, perguntar. “Palavra Chave” ESCUTAR


PREFERENCIAS SENSORIAIS DA COMUNICAÇÃO • O SISTEMA CINESTÉSICO (45% da população) – Pensar cinestesicamente = acessar sentimentos – Pessoas cinestésicas tendem ao Diálogo Interno – Olhe nos olhos das pessoas e nos gestos das pessoas que andam nas ruas:

Olha para baixo, para o chão


PREFERENCIAS SENSORIAIS DA COMUNICAÇÃO

• O SISTEMA CINESTÉSICO – Escute os seguintes dizeres dessas pessoas: “gosto dessa sensação”, “posso pressentir que...”, “foi uma discussão quente”, “tenha calma”, “precisamos avançar/aprofundar isso”, “entrarei em contato com você”, “percebi/senti que você”... – a pessoa com preferencia cinestésica tende a falar calmamente e profundamente... Escutam mais que falam... Sentem as palavras ao ler...


PREFERENCIAS SENSORIAIS DA COMUNICAÇÃO CINESTÉSICA -estão sempre “agarrando” alguma coisa concreta; -gosta de conforto, aconchego, maciez; -é desorganizada; -paciente; -gostar de tocar fisicamente as pessoas, com quem conversa; predominante. Costuma usar palavras cinestésicas Espero,duro, salgado agradável, emocional, sensação, suave, macio, gostoso, firme,sólido... -tem ritmo lento; -fala devagar e tem tom de voz baixo; -tem respiração abdominal(baixo); -aprende fazendo (experiências); -gosta que A PESSOA QUE FALA: · se motive · chegue perto, se aproxime. “Palavra Chave” SENTIR


MELHORES PRÁTICAS


MELHORES PRÁTICAS


RELAÇÃO ENTRE AS FUNÇÕES DO SER HUMANO


RELAÇÃO ENTRE AS FUNÇÕES DO SER HUMANO


CONSIDERAÇÕES O erro fundamental de atribuição é a tendência a superestimar a medida em que o comportamento das pessoas é devido a fatores disposicionais, internos e para subestimar o papel dos fatores situacionais. A maioria das pessoas têm uma forte necessidade de manter a auto-estima elevada, e eles vão distorcer a realidade para manter essa imagem de si mesmas. Mesmo sob condições severas a pessoa que sofre tentará manter sua auto-estima por “pertença” ao grupo responsável pelo sofrimento em termos muito positivos (ver exemplos de trote de piloto militar feminina canadense).


Exercícios

Preenchimento das Escalas e questionários MTBI. Preenchimento das Escalas e questionários DISC. Questionário e Estudos de caso Empreendedor.


Almoรงo


Abertura 2ÂŞ Parte


Objetivo Conhece-te – Auto Conhecimento Como objetivo direto apresenta-se e busca facilitar o reconhecimento e a combinação de suas próprias habilidades, conhecimentos e crenças que permitem uma pessoa se envolver em um comportamento autônomo auto-regulado juntamente com uma crença em si mesma com atenção dirigida para alcançar e superar objetivos. Como objetivo subjacente espera-se que cada pessoa participante amplie a compreensão de si mesma, identifique seus pontos fortes e as limitações. Área de concentração: Direção e Gestão da Inovação


Resultados esperados Conhece-te – Auto Conhecimento Espera-se que cada pessoa desenvolva as competências necessárias para deliberar sobre a base destas habilidades e atitudes e assim venham a exercitar uma maior capacidade para assumir o controle de suas vidas e assumir o papel de adultos bem sucedidos na nossa sociedade. Área de concentração: Direção e Gestão da Inovação


Tipologia de Triandis


Apresentação

Harry Triandis desenvolveu um sistema integrado. Triandis reconheceu o papel fundamental desempenhado pelos fatores sociais e emoções na formação de intenções. le também destacou a importância do comportamento passado no presente. [...]propôs uma Teoria do Comportamento Interpessoal , ​em que as intenções e os hábitos são antecedentes imediatos de comportamento.


Tipologia de Triandis Crenças sobre resultados

Avaliação resultados

Auto Conceito Comportamento

Frequencia dos hábitos


Tipologia de Triandis – IBM e Brasil 0 objetivo deste estudo foi apresentar uma medida multi-fatorial de atitudes individualistas e coletivistas. Partiu-se da tipologia de Triandis (1995), acrescentando dois novos componentes destes construtos: o protoindividualismo e o individualismo expressivo. Participaram do estudo 604 pessoas, a maioria do sexo feminino (60,5%), com idade média de 33 anos. Estes responderam a Escala Multi-Fatorial de Individualismo e Coletivismo (EMIC), a Escala de Identificação Endogrupal e uma lista de variáveis demográficas.


OPÇÕES E “PAPEIS” AUTOCONHECIMENTO 1. Visão independente: definir-se em termos de pensamentos internos, sentimentos e ações, e não em termos de pensamentos, sentimentos e ações de outras pessoas.

3.

Vista interdependente: definir-se em termos de relações de um a outras pessoas; reconhecendo que o seu comportamento é muitas vezes determinado pelos pensamentos, sentimentos e ações dos outros.


CUSTOS DO AUTOCONHECIMENTO Há dois potenciais custos para os papéis sociais: 1. As pessoas podem ficar tão em um papel que suas identidades e personalidades pessoais são perdidos, com consequências negativas (ver Zimbardo et al, 1973 estudo prisoner_guard); 2. Existe um custo para agir de forma incompatível com as expectativas de papel (veja homem segurando exemplo bolsa feminina). Os papéis de gênero são especialmente problemáticos quando são arbitrária ou injusta, (por exemplo, as expectativas da sociedade com base no sexo do povo).


AUTOCONHECIMENTO – DIFERENÇAS DE GÊNERO

[...] há diferenças na forma como as mulheres e os homens se definem. 1. Os homens tendem a definir-se em termos de traços associados à dominância e mulheres se definem em termos de características relacionadas à “nutrição” PROVER meios. 2. Homens norte-americanos são mais propensos a ter uma visão independente de si mesmo, enquanto as mulheres se definem mais em relação a outras pessoas.


AUTOCONHECIMENTO – DIFERENÇAS DE GÊNERO

Em síntese Homens desejam relações íntimas, tanto quanto as mulheres fazem, mas é um tipo diferente de relacionamento, ou seja, as mulheres se concentram mais na intimidade e cooperação com um pequeno número de outras pessoas próximas, [...] enquanto os homens se concentram mais no poder e status com um número maior de outros.


DIFERENÇAS DE GÊNERO por REGIÃO Em culturas coletivistas que enfatizam a interdependência (por exemplo, China, Etiópia, África do Sul negros) homens e mulheres são igualmente propensos a manter uma visão / coletivista relacional do ser.


DIFERENÇAS DE GÊNERO por REGIÃO Em culturas coletivistas que enfatizam a interdependência (por exemplo, China, Etiópia, África do Sul negros) homens e mulheres são igualmente propensos a manter uma visão / coletivista relacional do ser.


DIFERENÇAS DE GÊNERO por REGIÃO Em culturas coletivistas que enfatizam a interdependência (por exemplo, China, Etiópia, África do Sul negros) homens e mulheres são igualmente propensos a manter uma visão / coletivista relacional do ser.


DIFERENÇAS DE GÊNERO por REGIÃO As diferenças de gênero mais “gritantes” são tipicamente encontradas entre culturas individualistas (por exemplo, Canadá, África do Sul branca, Nova Zelândia).


DIFERENÇAS DE GÊNERO por REGIÃO Homens em culturas individualistas que relatam completamente falta de interdependência. Os homens também, relatam interdependência como parte de seu autoconceito. Mas, é um tipo diferente de interdependência do que as mulheres descrevem. É interdependência coletiva. É interdependência em relação aos grupos sociais, tais como equipes de esportes.


Distribuição dos Comportamentos Região Itaquera, Vila Matilde, Penha e Josó Bonifácio

[...] coletivistas que enfatizam a interdependência

Itaim Paulista, Jardim Helena, Gaianazes, Vila Jaqui e São Miguel

[...] interdependência em relação aos grupos sociais – Corporativismo

Mooca – Tatuapé, Bela Vista, Carrão e Liberdade Jabaquara, Santo Amaro e Moema Itaim BIBI, Morumbi, Butantã, Pinheiros, Lapa, Barra Funda e Pinheiros

[...] culturas individualistas

Pirituba e Frequesia do Ó Jaçana, Limão, Santa e Vila Guilherme Respostas obtidas entre julho e dezembro de 2014. Corresponde ao percentual da população. Dados relativos ao score por categoria sob sigilo.


Distribuição dos Comportamentos Região Engenheiro Coelho

[...] coletivistas que enfatizam a interdependência

Campinas*

[...] culturas individualistas

Hortolândia **

[...] interdependência em relação aos grupos sociais – Corporativismo

Valinhos *** Indaiatuba **** Hortolandia e Sumaré***** Engenheiro Coelho * Campinas ** Hortolândia *** Valinhos **** Indaiatuba ***** Hortolândia e Sumaré

Respostas obtidas entre julho e dezembro de 2014. Corresponde ao percentual da população. Dados relativos ao score por categoria sob sigilo.


MELHORES PRÁTICAS


MELHORES PRÁTICAS • [...] obrigações sociais dos coletivistas são bastante dirigidas, enquanto os de individualistas são fluidas e podem ser convertidos em obrigações para com a sociedade em geral ao invés de em grupos específicos. • Pessoas em culturas colectivistas vêem o ambiente como normas estáveis, obrigações, deveres fixas e a si mesmos como mutáveis, pronto para "ajuste in” • As pessoas em culturas individualistas se vêem como mais ou menos estável (estável atitudes, personalidade, direitos) e o meio ambiente como variável (por exemplo, se o fizerem não gosta do trabalho que mudar de emprego)


Auto conhecimento


FUNÇÕES DO AUTOCONHECIMENTO 1. Ele tem uma função gerencial Função gerencial: Informar-nos de nossa relação com o mundo físico e social, organizando o nosso comportamento, e ajudando a planejar para o futuro.

3. Ele tem uma função organizacional Função organizacional: Atuando como um esquema que nos ajuda a interpretar e recordar informações sobre nós mesmos e do mundo social.

4. Ele tem uma função emocional. Função emocional: ajudando a determinar nossas respostas emocionais

.


A IMPORTÂNCIA DO AUTOCONHECIMENTO

Valoriza pequenos avanços – Seus e de outras Autoestima

Desafia o processo

Inspira outras pessoas

Auto conhecimento Modelagem Expectativas

Cria e divulga Visão

Constroi a Confiança


A IMPORTÂNCIA DO AUTOCONHECIMENTO 1. Conhecer os seus pontos fortes e fracos. Autoconhecimento ajuda você a explorar seus pontos fortes e lidar com suas fraquezas. 2. Motivação. A autoconsciência indica o que pode ser feito para melhorar o desempenho e a sua motivação escolhendo as suas “remunerações”. 3. Desenvolvimento de competências. Permite avaliação da diferença entre a situação atual e a situação futura desejada.


A IMPORTÂNCIA DO AUTOCONHECIMENTO 4. Desenvolver habilidades de tomada de decisão intuitivos. Líderes com uma bem desenvolvida autoconsciência emocional são pessoas tomadores de decisão intuitivos mais eficazes. 5. Estresse. Trabalhos que não se adequam a sua personalidade tendem a dar-lhe mais estresse do que os trabalhos que são mais compatíveis 6. Liderança. Quando entendemos "QUAL A NOSSA RAZÃO PARA CORRER” - o que nos deixa animado TRAZ MAIS PESSOAS PARA PERTO.


Roteiro para o autoconhecimento Identificar o que “nasceu conosco”

Traços de Personalidade

Socialização Primária

Identificar o que nos tornamos

Socialização Secundária

Formação Profissional


ENEAGRAMA

O Eneagrama ĂŠ um sistema que descreve a personalidade das pessoas e promove o autoconhecimento. Etimologicamente a palavra Eneagrama tem origem no grego e significa nove pontos (ennea = nove; grammos = pontos).


Identificar o que “nasceu conosco”


Identificar o que “nasceu conosco”


Identificar o que “nasceu conosco” Traços de Personalidade Ter poder, controle e desafios

Harmonizar, servir, integrar

Inovar, não ter rotina, criar

Sentir-se seguro, ter certezas Observar, analisar, não se envolver

Socialização Primária Não errar, ser correto

Ser útil, indispensável Atingir metas e resultados Ser único, criativo, especial


Paixões Identificar o que nos tornamos PREGUIÇA LUXÚRIA

RAIVA

GULA

ORGULHO

VAIDADE

MEDO AVAREZA

INVEJA


Teste Eneagrama _ Prova

http:// www.eneagrama.com/RHETI/eneagram


MELHORES PRÁTICAS


Modelo Cíclico para Autoconhecimento

__ SONHE __ Conheça-se e seu Contexto __ Identifique seus pontos fortes __ Identifique seus pontos fracos __ Identifique as suas preferencias __ Conheça opções - suportes __ Gerencie as expectativas __ Decida o nível de importância

__ Valorize a si mesma __ Admire a singularidade das suas forças __ Reconheça e respeite direitos __ Assuma responsabilidades __ Cuide de você mesma __ Desenvolva relacionamentos positivos __ SONHE


Modelo Cíclico para Planos _Imaginar

__ Definir os planos __ Sonhos __ Sonhos __ Sonhos __ Sonhos __ Sonhos __ Sonhos

__ Seja Criativa __ Ensaie mentalmente

O elemento final da componente de planeamento da ação Modelo Autodeterminação é ensaio visual. Estamos mais propensos a ter sucesso em nossas ações, se praticarmos e nos imaginamos ser bem sucedido como parte de nossa preparação. Psicólogos do esporte reconheceram longo a importância dos atletas ensaiando mentalmente e imaginando-se sucedendo antes de competir. Rehearsal (prática física real, se possível, ou, se não, na nossa imaginação) pode ajudar-nos a tornar-se mais confortável e confiante sobre nossas ações planejadas.


Modelo Cíclico para Ação

__ Corra Riscos __ Comunique seus sonhos assertivamente __ Busque – acesse recursos e apoios ● __ Suportes ● __ Pessoas

__ Negocie __ Resolva conflitos __ Reduza críticas __ Persista

Podemos ser capazes de alcançar nosso objetivo rapidamente por atropelamento sobre alguém. Entretanto, se queremos que essa pessoa (ou qualquer outra pessoa) a apoiarnos no nosso próximo esforço... Aprender a usar estratégias de negociação inspiradoras é recomendado para aumentar a probabilidade de conseguir o que queremos de uma negociação e ainda preservar relacionamentos positivos.


Modelo Cíclico para Triunfar

__ Corra Riscos __ Comunique seus sonhos assertivamente __ Busque – acesse recursos e apoios ● __ Suportes ● __ Pessoas O ditado "a prática leva à perfeição" aplica-se ao VIVER VALORIZANDO QUEM É VOCÊ e auto-determinando o que quer que você deseje! Na verdade, pode-se dizer que é somente através da prática em configurações aplicadas para ressaltar os atributos individuais que você vai chegar onde quer que deseje.


Modelo CĂ­clico para Triunfar


Aplicação Questionário de auto determinação


Aplicação Questionário de auto determinação A motivação intrínseca é o protótipo da atividade autônoma; quando as pessoas são motivadas intrinsecamente, eles são por auto-determinada definição. Extrinsecamente actividade motivados, em contraste, é frequentemente mais controlada (ou seja, menos autónomo). No entanto, o questionário diferencia tipos de motivação extrínseca em termos do grau em que ela foi internalizada, sugerindo que o mais completamente que é internalizado e integrado com si mesmo, mais ele será a base para o comportamento autônomo. Existem quatro tipos diferentes de regulação comportamental, definido em termos do grau a que a regulamentação de uma actividade extrinsecamente motivado foi internalizada e integrados. Eles são a regulação externa, regulação introjetada, regulação identificada e regulação integrada, em ordem do menos para o mais completamente internalizados. Introjeção refere-se a tomar em regulamento, mas não aceitá-lo como próprio; identificação refere-se a aceitar o valor da atividade como pessoalmente importante, e integração refere-se à integração que a identificação com outros aspectos de si mesmo. Regulação externa e introjetada são considerados formas relativamente controladas de motivação extrínseca, enquanto regulação identificada e integrada são consideradas relativamente autônoma. Finalmente, há um conceito de desmotivação, o que significa ser nem intrinsecamente nem extrinsecamente motivado, em outras palavras, para ser sem intenção ou motivação para um comportamento particular.


Exercícios Esta escala avalia a força de três orientações motivacionais diferentes dentro de um indivíduo. Essas orientações são entendidas como aspectos relativamente duradouras da personalidade. Existem três sub-escalas para a medida, e uma pessoa recebe uma pontuação em cada subescala: Nível de Orientação para a Autonomia avalia o grau em que uma pessoa é orientada para os aspectos do ambiente que estimular a motivação intrínseca, são otimamente desafiador, e fornecer feedback informacional. Uma pessoa alta na orientação autonomia tende a exibir uma maior auto-iniciação, buscar atividades que são interessante e desafiador, e assumir uma maior responsabilidade para o seu próprio comportamento. Nível de Orientação para a “ser” Controlada avalia o grau em que uma pessoa é orientada para ser controlado por recompensas, prazos, estruturas, ego envolvimentos e as diretivas dos outros. Uma pessoa alta na orientação controlada é provável que seja dependente de recompensas ou outros controles, e pode ser mais em sintonia com o que os outros exigem que o que eles querem para si. Em os EUA, pelo menos, uma pessoa alta na orientação controlada é susceptível de colocar extrema importância na riqueza, fama, e outros fatores extrínsecos. Nível de Orientação Impessoal avalia o grau em que uma pessoa acredita que alcançar os resultados desejados é além de seu controle e que a realização é em grande parte uma questão de sorte ou destino. Pessoas altas nesta orientação são susceptíveis de ser ansioso e para se sentir muito ineficaz. Eles não têm nenhum sentido de ser capaz de afetar os resultados ou lidar com as demandas ou mudanças. Eles tendem a ser amotivated e querer que as coisas sejam como sempre foram.


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FIM


Pr贸xima aula dia____/____/____


Sumário – Disciplinas Parte 1 – Primeira Etapa - Integração ambiente/ser humano – 08 horas — 2 datas Atividades 1. Conhece-te – Auto Conhecimento 2. Estruturas da personalidade dos seres humanos 3. Cozinhoterapia, caminhadas descalças. 4. Dinâmicas de Grupo - Produção de Peças origamis: Tsuru Ementa: A concepção sistêmica da vida. Mudança de paradigma. Compreensão do nosso jeito de ser, pensar e agir. Desenvolver uma consciência crítica sobre as escolhas que fazemos associados aos padrões mentais, valores e crenças. Autoconhecimento e qualidade de vida. Ampliar a auto e hetero percepção. Resiliência e flexibilidade. Estudar quatro elementos da roda da vida (competência pessoal, administração do tempo, trabalho e carreira e espiritualidade).


Sumário – Disciplinas Parte 2 – Segunda Etapa - Transferência de Conhecimento – 96 horas — 12 datas Disciplinas 1. Desaprendendo para Aprender 2. Economia, Independência & Negócios Inovadores 3. Habilidades e Competências para a Vida — Simplificação 4. Cinco princípios socioprodutivos 5. Lidando com a Independência 6. Processos de grupo: filiação e tomada de decisão 7. Preferencias Sensoriais e Comunicação 8. Sonhar, Imaginar e inspirar Negócios 9. Transformando Grupos em Rede 10. Coaching para negócios independentes — Auto estímulo e Motivação 11. Técnicas para Reunião. Reforço dos laços


Sumário – Ementa parte 2 Visão econômica da organização de processos produtivos. Conceituação dos recursos produtivos. Instrumentos de Gestão Econômica e Financeira. Avaliação de Resultado. Planejamento e Orçamento. Otimização de Recursos. Funções da Administração Financeira. Processo de Planejamento Financeiro. O impacto do tempo no seu cotidiano. Princípios gerais da administração do tempo: a cultura organizacional e o tempo. Organizando a vida pessoal e o caos. Propósitos e ações práticas. Métodos e instrumentos que facilitam o sucesso e a felicidade. Compreensão da sociedade contemporânea e seus impactos na vida pessoal e profissional. Estudo sobre o ser humano contemporâneo. Valores, crenças e a cultura nas relações socioprodutivas. Processos de mudança e os modelos mentais. Estilo de vida saudável os cinco elementos (hábitos alimentares, atividade física, comportamento preventivo e segurança, administração do estresse, responsabilidade social e sustentabilidade).Lidando com a independência e a autonomia.


Sumário – Ementa parte 2 - Continuação Posicionamento estratégico e mapeamento de oportunidades. Indicadores de Sucesso na rotina e na crise. Prática em situações simuladas. Autoavaliação de suas Competências. Conceitos diferenciais de grupos e equipes. Fases do desenvolvimento das equipes. Diferentes tipos de trabalho em conjunto. Processos grupais. Barreiras restritivas ao trabalho em equipe. Formação e desenvolvimento de equipes. Complexidade das situações adversas nas equipes. Avaliação e acompanhamento de resultados. Equipes Autogerenciáveis. A Liderança está morta. Reflexão e análise sobre os mitos da liderança. Liderança de si mesmo: liderança autêntica e plena. Liderança de alto desempenho: foco e gerenciamento da atenção em pessoas e tarefas. Sonhar, Imaginar e Inspirar na prática: comunicação, confiança, poder e influência. Inspiração e seu impacto no mundo atual. Management skills necessárias para linspiração.


Sumário – Ementa parte 2 - Continuação Identificação de características pessoais e profissionais. Levantamento de inclinações profissionais. Estabelecimento de objetivos profissionais e pessoais. Elaboração de plano de ação para as competências a serem desenvolvidas. Simplicidade, Natureza e limites da teoria dos jogos: a questão da racionalidade. Representação de jogos simultâneos. Estratégia dominante, maxi-min e equilíbrio de Nash. Estratégias mistas. Jogos de barganha. Modelos de liderança de quantidade e de preços. Jogos repetidos. Jogos de informação incompleta. Jogos de economia experimental e economia comportamental. Análise de Dados. Distribuição e Probabilidades. Modelos de Previsão de Demanda. Pesquisa Operacional aplicada à logística em transporte, produção e alocação de recursos. Conceitos de crise e problema. Crises com seus diversos públicos. Comportamento do consumidor. Comitê Emergencial. Comunicação como ferramenta estratégica. Análise de áreas vulneráveis pessoal e profissional. Público Interno. Crise e mídias digitais. Estudo de casos.


Sumário – Disciplinas Parte 3 – Terceira Etapa - Dinâmicas de Grupo – 16 horas — 2 datas Descrição 1. Identificando Estilo Negociação 2. Assertividade e Outros Estilos de Comunicação Interpessoal Ementa: Origem, história, evolução e tipos dos cenários prospectivos., Conceitos e definições de cultura. Identificação dimensões culturais e seu impacto no contexto das negociações. Identidade cultural. Choque cultural e o processo de adaptação a outras culturas. Diversidade cultural em equipes de trabalho e o papel da comunicação intercultural. Modelo de sensibilidade intercultural. Assertividade, Dimensões da comunicação. Comunicação intrapessoal: percepção, personalidade, mecanismos de defesa, escuta ativa, medo, assertividade, competência emocional, intuição. Formas de comunicação. Estilos interpessoais X impactos gerenciais. Estratégias de comunicação. Gerenciando a diversidade cultural.


Sumário – Disciplinas Parte 4 – Quarta Etapa - Retiros para Autoconsciência – 16 horas — 2 datas Atividades 1. 1 Técnica para uso pessoal – Jornada para o Sucesso 2. Técnica para formar equipes voluntária – recrutamento Ementa: O processo dos grupos. O papel e postura do profissional como facilitador de grupos e equipes nas organizações. O planejamento, o uso e aplicação de jogos e vivências para o desenvolvimento intra/interpessoal e profissional. Coletividade: formas de colaboração, competição, sinergia e contaminação. Tipos de inteligência coletiva: informacional, estrutural, reflexiva, de fluxo, noética. Memória de grupo e solução coletiva de problemas. Estratégias de “crowdsourcing” e o poder das multidões. Novas tecnologias para formar grupos e organizações voluntárias.


Ressalvas sobre Declarações Portadoras de Futuro Esta apresentação contém FATOS PORTADORES DE FUTURO. As informações não são apenas fatos históricos, mas refletem as metas e expectativas da coordenação do 1º Curso Direção de Negócios Inovadores e trabalhamos para que isso aconteça. As palavras “antecipa”, “deseja”, “espera”, “prevê”, “pretende”, “planeja”, “prediz”, “projeta”, “almeja” e similares, escritas e/ou proferidas, pretendem identificar afirmações que, necessariamente, envolvem riscos conhecidos e desconhecidos. Riscos conhecidos incluem incertezas, que não são limitadas ao impacto da ação dos nossos pesquisadores e analistas mas sim na aceitação das sugestões indicadas ao mercado ao comportamento dos competidores, aprovação regulamentar, tipo e flutuação de credibilidade pública e/ou institucional, regularidade no atendimento às demandas e operação, dentre outros. Esta apresentação está atualizada até 31 de janeiro de 2016. A Coordenação do 1º Curso Direção de Negócios Inovadores não se responsabiliza por operações ou decisões de investimento tomadas com base nas informações Professor Doutor Fernando A. Dal Piero, contidas nesta apresentação. coordenador do curso.


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Aula 1 auto conhecimento 28 02 2015 by Giacomo Nerone - Giacomo Nerone_ Pseudônimo de Prof. Dr. Dal Piero - Issuu