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Revista AgroFest - 40ª Edição

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O melhor da Agropecuária, Rodeio e Negócios Ano VI - Edição40 - Fevereiro / Março 2021

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06 AVICULTURA Importância da retirada de ração préabate para frangos de corte 14 INTERNACIONAL Exportações de carne de frango alcançam 291,6 mil toneladas em janeiro

12 e 13 CAPRINOCULTURA Leite de cabra: Benefícios e produção em Rio Preto

18 INFO Minas Gerais é o estado brasileiro com maior potência em energia solar 21 RODEIO Curso de narração de rodeio acontece em Barretos

22 e 23 EQUINOS A importância do casqueamento e ferrageamento em cavalos

24 FERTILIZANTE BioSoil Fertilizante Orgânico Composto 26 SUINOCULTURA Infecções urinárias e M.M.A em suínos

32 FRUTO Pequi: do paladar ao uso medicinal

38 LEITE Associação de Girolando fechou 2020 com maior número de registros 40 NATUREZA Prefeitura de Rio Preto replanta mudas para recuperação de área incendiada

42 INDÚSTRIA Agronegócio e produção de veículos no Paraná

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Av. Alberto Andalo, 2641 / Sala 02 – Centro Cep: 15015-000 - São José do Rio Preto/SP Contatos Redação e Publicidade: (17) 3022-2527 / 98152-5400

Capa: Apravel

Ano VI – Edição 40 Fevereiro / Março 2021

Diretor Geral Leandro Gasparetti contato@magazineagrofest.com.br

Tiragem 5 Mil Exemplares Periodicidade Bimestral Distribuição Gratuita

Diretor Comercial José Eduardo Costa comercial@magazineagrofest.com.br

AGROFEST - Uma revista inovadora, informativa e de alto nível. Que foca em temas como a Suinocultura, Avicultura, Pecuária, Piscicultura, Agropecuária, Eventos, Feiras, Exposições e Rodeios, com o intuito de aproximar empresas, técnicos, produtores, parceiros, clientes entre outros.

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Distribuição em 45 cidades Adamantina, Andradina, Araçatuba, Bady Bassit, Bálsamo, Barretos, Bebedouro, Birigui, Buritama, Cardoso, Catanduva, Cedral, Cosmorama, Fernandópolis, Fronteira/MG, Frutal/MG, Guapiaçu, Ibirá, Icém, Ipiguá, Jaboticabal, Jales, José Bonifácio, Junqueirópolis, Matão, Mirassol, Monte Alto, Monte Aprazível, Nhandeara, Nova Granada, Novo Horizonte, Olímpia, Orindiúva, Palestina, Paulo de Faria, Penápolis, Potirendaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Riolândia, São José do Rio Preto, Santa Fé do Sul, Sertãozinho, Tanabi e Votuporanga. Colaboradores Embrapa, Secretaria de Agricultura de São Paulo, Paulo Belarmino, Della Morena, Tonho Prado, André Silva , CapriMilk, Prefeitura de Rio Preto, Absolar

Jornalista Responsável Leandro Gasparetti MTB: 76039/SP Jornalista Gabriela Sauer – MTB: 0088662/SP Fotografia Leandro Gasparetti Projeto Gráfico | Diagramação Marcelo Arede - 17 99212-1016 Impressão Fotogravura Rio Preto - 17 3016-4000 Redes Sociais/Artes Leticia Pinesso Contabilidade Trevizan Contabilidade Auditoria Osmar Trevizan Auditores e Consultores

*Reproduções totais ou parciais das matérias e fotos, aqui publicadas, só serão permitidas por meio de autorização expressa dos editores. As informações prestadas nas páginas de publicidade, são de inteira responsabilidade dos clientes. Artigos assinados por colaboradores não expressam a opinião da Revista.


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AgroAvicultura

IMPORTÂNCIA DA RETIRADA DE RAÇÃO PRÉ-ABATE PARA FRANGOS DE CORTE

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programação de abate pelo peso das aves e uniformidade, deve ser o principal foco a fim de atender o mix de produto de cada mercado. Ao alcançar a meta de abate, existem vários fatores que podem impactar a qualidade e integridade da carcaça, um deles é o programa de retirada de ração pré-abate ideal. O objetivo principal da retirada de ração é reduzir a probabilidade de contaminação fecal e biliar das carcaças durante a evisceração, além de minimizar o desperdício de ração não digerida presente no trato gastrointestinal (GI). A quantidade e a consistência do conteúdo no trato GI no processamento estão diretamente relacionadas à ingestão de ração e água antes do carregamento e à taxa de limpeza do GI durante a retirada da ração, que é afetada pelas condições ambientais, programas e intensidade de luz, disponibilidade e ingestão de água, saúde geral do lote, composição da dieta e atividade e excitação das aves.

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As recomendações para retirada da ração para frangos variam de 8 horas a 12 horas, dependendo das características de cada empresa, quanto a logística, tipo e localização dos galpões e equipamentos, e tempo de espera. Considerando a suspenção das linhas de comedouros e corte de água em todo galpão, o jejum pode ser ótimo nas primeiras cargas e péssimo nas últimas, ou ao contrário. O tempo de carregamento do galpão completo é fundamental para que todas as aves tenham jejum próximos ao ideal. Para períodos mais curtos atenção especial deve ser dada à ingestão de água que contribui para a digestão e limpeza do GI. A água deve permanecer disponível após o corte da ração por no mínimo de 3 a 6 horas, dependendo da temperatura ambiente. O maior desafio é fazer as aves beberem água suficiente, especialmente em clima frio (<17°C). Para estimular a ingestão de água, pode-se caminhar lentamente entre as aves, além de aquecer o galpão 2°C a 3°C aci-

ma da temperatura desejada por curtos períodos de 3 a 4 min e observar o comportamento das aves e a ingestão de água. Esse procedimento pode ser repetido várias vezes e, quando adotado, deve ser seguido com a máxima atenção para evitar estresse por calor e mortalidades. O tempo ideal de retirada da alimentação deve ser longo o suficiente para permitir a limpeza do GI, mas curto o suficiente para reduzir o encolhimento. O encolhimento tem impactos econômicos significativos no peso vivo na granja e no rendimento de carcaça na planta. A perda de peso durante as horas iniciais (5 a 6 horas) da retirada do alimento é atribuída à limpeza do GI e pode variar de 0,3% a 0,6% do peso vivo por hora. Após 12 horas, considera-se uma perda média de 0,5%/hora. Por Eder Barbon, médico veterinário e especialista em Processos de Qualidade e Abatedouros da Cobb-Vantress na América do Sul.


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AgroDestaque

GERAÇÃO DE EMPREGOS CRESCE NO AGRO

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ados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pela Secretaria do Trabalho mostram que mesmo em meio a pandemia do Coronavírus, o setor de agropecuária tem maior geração de empregos dos últimos

anos. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) analisou dados técnicos do Caged, os quais revelam que a agropecuária foi o terceiro setor que mais gerou vagas no Brasil em 2020, ficando atrás somente dos setores de construção e indústria geral, com 61.637 vagas abertas e o melhor resultado desde 2011. As atividades que lideraram o ranking de expansão de vagas na agropecuária foram a soja com 13.396 vagas, uma das atividades que mais criaram postos com carteira assinada ano passado, seguida do café com outros 6.284 postos. No setor da pecuária, os que mais cresceram foram na criação de bovinos com mais 11.598 vagas e de aves que somam outras 5.993 vagas. Ainda de acordo com os dados, 3 em cada 4 vagas foram criadas no setor agropecuário estão na região Sudeste, especialmente em São Paulo, que teve crescimento de 46.475 postos de trabalho em 2020.

LOJA RODEIO COUNTRY EM MIRASSOL Reinaugurada recentemente em novo endereço, com espaço mais amplo e confortável, a loja Rodeio Country é completa e tem tudo o que a família sertaneja precisa em variedade de vestuário, selaria e acessórios. Há mais de dois anos no mercado, a loja dispõe de peças em couro legítimo, faz fabricação de botas sob medida, trabalha com produtos de tabacaria e ervas para tereré, entre outros artigos do mundo country. A nova Rodeio Country fica na Rua São Sebastião, nº 2135, no Centro de Mirassol e agora conta com estacionamento próprio para melhor receber seus clientes.

EXPOZEBU 2021 TERÁ PARTICIPAÇÃO DA RAÇA BRAHMAN

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raça bovina Brahman está confirmada para a 86ª edição da ExpoZebu (Exposição Internacional de Gado Zebu) em duas competições: Julgamento de Pista e Brahman a Campo. O evento que é a maior feira de pecuária zebuína nacional tem data marcada entre 1 º e 9 de maio. A expectativa da Associação dos Criadores de Brahman do Brasil (ACBB) é contar com cerca de 150 exemplares inscritos, mostrando o grande potencial do Brahman como uma raça de corte que vem contribuindo para a pecuária nacional e internacional.

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Foto: Divulgação


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AgroCaprinocultura

Fotos: Leandro Gasparetti

LEITE DE CABRA: BENEFÍCIOS E PRODUÇÃO EM RIO PRETO Q uando o assunto é leite, geralmente associamos apenas ao leite de vaca. No entanto, existem diversos tipos, de origem vegetal e de outros animais, como o leite de cabra que possui propriedades nutricionais e benefícios à saúde. O leite caprino contribui com a formação dos ossos, na prevenção da osteoporose por ser rico em cálcio, vitaminas e alto valor biológico. Em outros sentidos, destaca-se também a criação caprina por ter valores mais atrativos aos produtores e um retorno financeiro maior. Em São José do Rio Preto, a caprinocultura leiteira de um dos maiores produtores de leite da região é realizada de forma intensiva, ou seja, em confinamento. Esse sistema de produção é feito em apriscos, que são estruturas de piso suspenso e ripado, sua vanta-

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Dr. Guilherme Gonçalves Fabretti Santos


Fotos: Leandro Gasparetti

gem é que o animal não fica em contato com as fezes, evitando possíveis contaminações, além de facilitar a limpeza do local. “O animal se desloca menos e reserva energia, aliado à alimentação de qualidade e a boa genética, o resultado é um processo produtivo maior e mais seguro para prevenção e controle de verminoses”, explica o médico veterinário da Caprimilk, Dr. Guilherme Gonçalves Fabretti Santos. A Caprimilk é especializada na produção de leite de cabra e fabricação dos subprodutos, a empresa é referência

no país, porque cuida de toda cadeia produtiva. “Poucas propriedades fazem o que a gente faz, produzimos parte do alimento, criamos os animais, tiramos o leite com ordenha mecânica, o mesmo vai para o nosso laticínio onde também são feitos seus derivados, tudo é vendido e entregue por nós”, explica o criador e empresário, Sérgio João Mahfuz. No capril da Caprimilk, as cabras são da raça Saanen, considerada a mais leiteira do mundo. “ É um animal que tem uma elevada persistência de lac-

tação, isto é, fica muito tempo dando leite, 10 meses, 305 dias”, explica o veterinário. Produção leiteira: uma cabra produz em média de 4 a 6 litros de leite/dia, a ordenha é feita pela manhã. O animal tem vida produtiva de 6 a 7 anos, após esse tempo começa a ficar mais velho e propenso à distúrbios metabólicos, o que ocasiona uma diminuição do leite. Valores: Apesar de um custo maior implicado à criação, o retorno é muito bom comparado ao leite de vaca. O valor do litro varia em R$ 8,50 à R$ 9,00.

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AgroInternacional

Foto: Divulgação

EXPORTAÇÕES DE CARNE DE FRANGO ALCANÇAM 291,6 MIL TONELADAS EM JANEIRO

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s exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 291,6 mil toneladas no primeiro mês de 2021, de acordo com levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume total embarcado no período foi 9,9% menor em relação às 323,8 mil toneladas efetivadas em janeiro de 2020. O resultado das vendas de carne de frango em janeiro deste ano chegou a

verificamos que houve compra antecipada de produtos pelos importadores da Ásia, que seguem o calendário chinês. Com a passagem do Ano Novo Chinês e o início de um novo ciclo de embarques, espera-se que os níveis das vendas para a região retomem os patamares praticados em 2020. Além disso, o apoio brasileiro no suprimento de produtos a países prejudicados por crises sanitárias animais também pode influenciar na elevação das exportações”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

US$ 434,4 milhões, número 17,9% inferior ao efetivado no mesmo período do ano passado, com US$ 529,1 milhões. No caso das exportações totais de carne suína, o volume embarcado chegou a 63,1 mil toneladas, número 7,8% menor em relação ao mesmo período de 2020, com 68,5 mil toneladas. Em receita, o resultado das vendas do mês alcançou US$ 146,5 milhões, desempenho 10,7% menor em relação ao realizado em 2020, com US$ 164,1 milhões “Tanto em aves, quanto em suínos,

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Foto: André Monteiro

AgroInfo

A FESTA DO CAVALO DE AÇO

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paixonado pelo universo de duas rodas, o ex-presidente de Os Independentes, Marcos Murta lançará em breve o livro “ A Festa do Cavalo de Aço”, que conta a história de um dos maiores encontros de motociclistas do Brasil, o Barretos Motorcycles. O evento é organizado pela Associação Os Independentes, a qual Marcos

faz parte há 24 anos. “ Acompanhei de perto desde o início, são 18 anos de histórias, registros e arquivos, tudo foi documentado no livro, que já era uma ideia antiga, colocada em prática durante a pandemia, período em que fiquei impedido de trabalhar na área de eventos”, disse Murta. O livro conta com inúmeras fotos, relata fatos e acontecimentos de cada

edição do Barretos Motorcycles, os registros vão desde a época de quando um grupo de motociclistas de Barretos levou a ideia para Os Independentes e a oficialização do evento que só ocorreu durante a semana da integração de Os Independentes e a cidade de Barretos, quando duas pessoas registraram a sugestão para a realização de novos eventos no Parque do Peão.

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AgroInfo

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Foto: Divulgação

OLIGOS BIOTEC E O CONTROLE BIOLÓGICO DE PRAGAS EM DIVERSOS CULTIVOS

mbora haja evidência de que seja praticado há mais de 3.000 anos e de que os conceitos do controle biológico na agricultura moderna já sejam conhecidos há várias décadas, o controle biológico de pragas e doenças só ganhou força nos últimos anos, mas já possui uma importante fatia do negócio no Brasil e no mundo. Esse movimento foi essencialmente motivado pela busca dos agricultores por ferramentas para Manejo Integrado de Pragas (MIP) que apresentem menor impacto no meio ambiente,

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sem perder em eficiência, e ao mesmo tempo, atendendo as demandas dos consumidores por alimentos produzidos com menor impacto ambiental. Nesse cenário, podemos listar uma série de “ferramentas” como: - Substâncias Biológicas Naturais: Semioquímicos e Bioquímicos - Agentes Biológicos de Controle: Macrobiológicos e Microbiológicos Como cada uma dessas tecnologias exige cuidados especiais de produção, armazenamento, transporte e uso no campo, as empresas produtoras acabam se especializando em uma linha

de produtos para atender melhor o agricultor. Nessa linha, a OLIGOS BIOTEC especializou-se na produção e distribuição de fungos entomopatogênicos (Microbiológicos): Beauveria bassiana e Metarhizium anisopliae, bem como firmou uma parceria com a ESALQ-USP, para a pesquisa e desenvolvimento de novos produtos à base de fungo, e com esse foco, trabalha para ser uma das melhores opções dos agricultores nos cultivos de cana-de-açúcar, soja, milho, café, uva, laranja, morango, banana, pastagens, entre muitas outras.


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Fonte: ABSOLAR | Foto: Freepik

Minas Gerais é o estado brasileiro com maior potência em energia solar

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inas Gerais lidera o ranking dos estados brasileiros com maior potência instalada de energia solar na geração distribuída. Segundo recente mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), a região possui 862,9 megawatts (MW) em operação nas residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos. De acordo com o mapeamento, a potência instalada de energia solar em telhados e pequenos terrenos em Minas Gerais responde sozinha por 18,5% de todo o parque brasileiro de energia solar distribuída.

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O estado possui 74.511 conexões operacionais, espalhadas por 840 municípios, ou aproximadamente 98,5% das 853 cidades do território mineiro. Atualmente, são cerca de 103.733 consumidores de energia elétrica que já contam com redução na conta de luz e maior autonomia e segurança elétrica. Para Bruno Catta Preta, coordenador estadual da ABSOLAR em Minas Gerais, o estado é atualmente um importante centro de desenvolvimento da energia solar. “A tecnologia fotovoltaica representa um enorme potencial de desenvolvimento sustentável, econômico e social para

os paranaenses, com geração de emprego e renda, atração de investimentos privados e colaboração no combate às mudanças climáticas”, comenta. Para o presidente executivo da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, a energia solar fotovoltaica tem função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento socioeconômico e sustentável em todos estados brasileiros. “A tecnologia fotovoltaica é essencial para a recuperação da economia após a pandemia, sendo a fonte renovável que mais gera empregos no planeta”, conclui Sauaia.


AgroRodeio

Foto: Divulgação

BOLSONARO É CONVIDADO PARA O BARRETÃO 2021

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urante uma reunião em BrasíliaDF, o presidente da Associação Os Independentes, Jeronimo Luiz Muzetti, formalizou o convite ao Presidente da República Jair Bolsonaro para prestigiar a 65ª Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, que tem data marcada entre os dias 19 e 29 de agosto de 2021. Além de Jeronimo, participaram também da reunião o diretor de turismo da associação Os Independentes, Marcelo Flosi Oliveira, o locutor Cuiabano Lima, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, entre outros. Apoiador declarado do rodeio, em 2019, o presidente Bolsonaro participou da 64ª edição da Festa quando assinou o decreto que dispõe sobre a avaliação de protocolos de bem-estar animal, elaborados por entidades promotoras de rodeios e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abasteci-

mento, e recebeu um diploma de homenagem da associação Os Independentes. No ano anterior, 2018, quando ainda

era pré-candidato à presidência, Bolsonaro também marcou presença e ainda cavalgou pela Arena do Estádio de Rodeios no Parque do Peão.

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12 FERTEC,

Pioneira em produção de fertilizantes fluídos de alta concentração Em 2021 a Fertec completa 12 anos de mercado. Fundada em 19 de março de 2009, é especializada na produção de fer lizantes fluídos de alta concentração, com atuação destacada no desenvolvimento de novos produtos, visando prá cas agrícolas sustentáveis. A Fertec conta com a experiência de profissionais capacitados, com mais de trinta anos de mercado. Embora toda exper se, procuramos cada vez mais, entender as necessidades dos clientes, a fim de desenvolver produtos inovadores, sustentáveis e com alta tecnologia, e assim, podemos afirmar que

nossos produtos são o que há de mais avançado no setor para o aumento de produ vidade e aprimoramento do custo bene�cio para o produtor. Somos pioneiros em ofertar ao mercado soluções em adubação líquida, em subs tuição aos adubos sólidos, farelados ou granulados, no plan o ou em coberturas. Os novos produtos da linha Acelere e NYon Phós Max, são formulados com até 11 elementos em um único produto. Fale com a Fertec e saiba como podemos ajudar a sua lavoura a produzir mais e você a economizar!

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AgroRodeio

Foto: Divulgação

CURSO DE NARRAÇÃO ACONTECE EM BARRETOS De 25 a 27 de junho, acontece em Barretos, o 15° Curso de Narrador de Rodeio, sob organização dos locutores Barra Mansa, Paulinho 1001 e o Diretor do Rodeio Junior da Festa do Peão de Barretos, José Alexandre. Serão três dias de aprendizado, com provas práticas e teóricas. Ao final, os cinco participantes que mais se destacarem serão selecionados para uma participação no Rodeio Júnior da Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos. Aprendendo com quem sabe – O curso será ministrado por dois “monstros” do Barretão Barra Mansa é o mais tradicional narrador de rodeios do Brasil, desde 1977 levando emoção às arenas de todo país e também do exterior. Sua primeira narração da Festa do Peão de Barretos aconteceu em 1982, onde tornou-se locutor oficial, e permanece até hoje. Paulinho 1001 é locutor desde 1993,

participou do 1º Curso de Narrador de Rodeio sendo um dos escolhidos para narrar o Rodeio Junior, desde então participa da organização do curso juntamente ao Barra Mansa. Paulinho é o locutor oficial do Palco Amanhecer (anti-

go Esplanada) da Festa do Peão de Barretos há 11 anos consecutivos. O investimento é de R$1.750,00 com hospedagem e alimentação já inclusos. A inscrições devem ser feitas através do site: www.paulinho1001.com.br

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AgroEquino

Foto: Leandro Gasparetti

A importância do casqueamento e ferrageamento em cavalos

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s cascos são uma estrutura fundamental para os equinos. Se danificados e frágeis, promovem a perda do desempenho no trabalho, nas práticas esportivas e nas atividades recreativas, além de reduzir a vida útil do animal. A saúde do casco depende de vários fatores, dentre os quais se destacam o casqueamento e o ferrageamento, procedimentos cheio de detalhes que exigem técnicas adequadas do ferrageador e são muito importantes para garantir a funcio-

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nalidade do equino, além de prevenir doenças. O casqueamento consiste na limpeza e aparação dos cascos crescidos, corrigindo falhas estruturais. O procedimento deve ser realizado periodicamente, por um profissional qualificado e com as ferramentas específicas. Em São José do Rio Preto e região, Rogério Rocha atua como ferrador há 10 anos e explica porque deve ser feito. “ É de suma importância casquear o animal a cada 40 dias, deixando o casco no

formato ideal, o que proporciona mais conforto e aprumo, além de evitar fungos e doenças como a da linha branca (broca seca, formigueiro), muralha, entre outras”, esclareceu Rogério. Aliado ao casqueamento, o ferrageamento tem a função de proteger e preservar a integridade do casco. “Antes de ferragear, primeiramente é preciso fazer o casqueamento para garantir que o animal esteja alinhado e balanceado”, explica Rogério. O método de colocação de ferradu-


Rogério Rocha (Japonês Ferrador) ras, garante ainda a proteção do sistema locomotor, feita principalmente em cavalos esportivos ou usados para trabalho, já que o desgaste é maior. O ferrageamento também é uma opção para o tratamento de enfermidades. As ferraduras terapêuticas, assimétricas e de uso ortopédico são feitas de aço ou alumínio. “ A qual deve ser aplicada depende de uma avaliação feita junto ao médico veterinário, adaptadas de acordo com a necessidade e anatomia do casco do cavalo”, acrescentou o ferrador.

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BioSoil é uma indústria de fertilizante orgânico composto classe A, produzido com matérias-primas nobres e de eficácia abrangente, desenvolvido para proporcionar as melhores condições nos aspectos físicos, químicos e biológicos ao solo e consequentemente às plantas, durante todo o seu processo produtivo. Há 8 anos no mercado, a BioSoil conta com equipe que tem mais de 30 anos de experiência no ramo de adubos e fertilizantes. O Engenheiro Agrônomo e sócio-diretor, Haroldo Alcantara Castilho é responsável pelo produto que tem uma proposta moderna, consciente, sustentável, o que o torna diferenciado. O fertilizante é de uso geral, aumenta a aeração no solo, o fornecimento de nutrientes e se aplica desde pequenos vasos à grandes plantações, pro-

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porcionando alta qualidade no plantio, na formação e na colheita da lavoura. Os benefícios não param por aí, pois estão na promoção de melhor estrutura física, química e biológica; aumenta a liberação de Fósforo devido à carga microbiana; é sensível o aumento da Capacidade de Troca de Cátions (CTC), aumenta a capacidade de retenção de água (CRA), e aumenta consideravelmente a matéria orgânica do solo. Para as plantas, o Bio- Soil proporciona maior resistência às pragas e doenças; fornece nutrientes essenciais às plantas, que tornam as raízes mais desenvolvidas e a vegetação mais intensa; aumenta a resistência das plantas à seca e melhora a qualidade das folhas, grãos e frutos. Na floricultura, assim como nas demais culturas, o BioSoil supre o solo e a planta com nutrientes e matéria orgânica humificada que fazem o di-

ferencial no desenvolvimento, das flores, dos gramados e das floreiras, o BioSoil fertilizante orgânico classe A, é garantia de bela floração e riqueza no ambiente, com princípios de sustentabilidade diferenciados. Na horticultura é recomendado para tomate, abóbora, alface, rúcula, pimentão, quiabo e demais hortículas, o BioSoil se destaca associado às características do solo, onde promove uma melhor absorção de nutrientes. As qualidades e características do BioSoil fertilizante se aplicam também para seringueiras e reflorestamento com espécies nativas e eucalipto. É usado na produção e plantio de mudas, além do uso nas fases de formação e produção. O BioSoil fertilizante composto orgânico é vendido em sacos de 10kg, 20kg e à granel e pode ser adquirido através do contato: 17-99794-8111.


Foto: Leandro Gasparetti

Antônio Alexandre Bizão, Haroldo Alcantara Castilho, Dr Laércio Rui Neves, Cesar Martineli da Silveira e João Neves, durante visita técnica à BioSoil

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Foto: Divulgação

Infecções urinárias e M.M.A em suínos

evido à facilidade de proliferação e alta taxa de mortalidade, as infecções do trato urinário, também conhecidas como cistites, provocam grandes prejuízos aos produtores de suínos, assim como a Síndrome Metrite Mastite Agalaxia (MMA) quem têm um agente infeccioso em comum: a Escherichia coli. Os suinocultores devem se atentar aos diferentes sintomas entre a infecção urinária e a MMA. As cistites incluem sinais de apatia, perda de peso, dificuldade para permanecer de pé e inquietação. Em casos mais graves, é possível observar severa septicemia. Na MMA, os sintomas, que geralmente surgem três dias após o parto, en-

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volvem anorexia, febre e edemas nas glândulas mamárias. As cistites causam falhas reprodutivas nas matrizes e morte súbita, característica em outras infecções causadas pela E. coli. A MMA acomete as fêmeas de suínos no final da gestação. Durante o parto e no período de lactação, ela costuma acompanhar a metrite (infecção no útero) e pode ser causada por outras bactérias, não apenas a E.coli, o que é mais perigoso. “Por ser enfermidades graves e de fácil propagação, geralmente ligadas às condições do ambiente, é importante que os suinocultores estejam sempre atentos a quaisquer sinais de fraqueza dos animais”, alerta o gerente téc-

nico da área de suínos da Vetoquinol Saúde Animal, André Buzato. As condições dos alojamento dos suínos podem ser um fator de risco, também contribuindo para a propagação de bactérias. “Por isso, é importante manter o ambiente sempre limpo e na temperatura certa, o que dificulta a proliferação desses agentes infeciosos”, complementa o técnico da Vetoquinol. O mais indicado para o tratamento são os antibióticos injetáveis bactericidas, principalmente aqueles que têm como princípio ativo a marbofloxacina 16%, que se destaca pela dosagem de 8 mg/kg peso vivo em uma única injeção.


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Foto: Mauricio Meyer

APODRECIMENTO DE VAGENS DE SOJA NA SAFRA 2020/21

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ocorrência de apodrecimento de vagens na cultura da soja vem sendo observada em diversas regiões brasileiras, em especial no estado de Mato Grosso, desde a safra 2019/2020, expandindo-se na safra 2020/2021 para outras regiões adjacentes. O problema é caracterizado pelo apodrecimento de grãos e vagens, a partir do estádio R5.4 (51% a 75% da formação de grãos), causando redução de produtividade de até 20% e perda da qualidade de grãos e gerando níveis de desconto por grãos avariados que chegaram a 30%. A causa do apodrecimento de vagens está ligada a um conjunto de fatores relacionados ao ambiente desfavorável e à sensibilidade de de-

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terminadas cultivares. Em análises realizadas em grãos e vagens com e sem sintomas, foram encontrados gêneros de fungos já descritos na cultura, esses fungos são descritos como latentes na cultura da soja, podendo ser obtidos de diversos tecidos em diferentes estágios fenológicos. Em estudos preliminares, constatou-se que os grãos dentro das vagens deterioradas apresentavam elevados índices de enrugamento, resultantes da exposição das plantas a condições de elevadas temperaturas durante a fase de enchimento de grãos. Esse enrugamento normalmente é mais intenso sob déficit hídrico, mas pode também ocorrer em condições normais de

disponibilidade hídrica. O enrugamento afeta drasticamente a qualidade dos grãos e das sementes e propicia a infecção secundária, o que pode propiciar o apodrecimento das vagens, principalmente em situações de ocorrência de chuvas em pré-colheita. A Embrapa, em parceria com outras instituições e empresas, vem desenvolvendo trabalhos de pesquisa para ampliar as hipóteses e suas interações. Desta forma, irá continuar o isolamento de fitopatógenos, a avaliação da nutrição das plantas na ocorrência da anomalia, bem como a observação das relações entre o teor de lignina nas vagens e grãos e do enrugamento dos grãos com o apodrecimento.


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AgroFruto

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Fotos: Leandro Gasparetti | Freepik

PEQUI: DO PALADAR AO USO MEDICINAL

Pequi é uma fruta típica do cerrado brasileiro, tem gosto e cheiro marcantes, chama atenção pela versatilidade em receitas, há quem ame e quem odeie a frutinha de poupa amarela espinhenta, que além de estar muito presente na culinária sertaneja, tem diversos benefícios para saúde. É também conhecido como: piqui, pequiá, piquiá, piquiá-bravo, amêndoa-de-espinho, grão-de-cavalo, pequiá-pedra, pequerim e suari. Seu significado na língua indígena é “casca espinhosa”. Parte da cultura alimentar principalmente de Goiás e Minas Gerais, é encontrado em quase toda Região Centro-

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Oeste do Brasil, em parte do estados de Rondônia, Mato Grosso do Sul, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Bahia e nos cerrados de São Paulo. Cozido, em conserva, com arroz, galinhada, para fazer farofa, paçoca, doces ou licores, opções não faltam para aproveitar o fruto, que precisa de muita atenção para ser ingerido em razão de seus inúmeros e perigosos espinhos que ficam debaixo da poupa. O óleo extraído da poupa do pequi ajuda na prevenção de doenças, é fonte de vitamina A e E, sua ação antioxidante contribui para o combate aos radicais livres encontrados no organis-

mo, que causam doenças graves como o câncer, também é bom para a saúde cardiovascular já que é composto de ácidos graxos que contribuem com a diminuição dos níveis elevados de colesterol sanguíneo. Outro benefício é sua ação anti-inflamatória. As possibilidades de aproveitamento são várias, o pequizeiro pode ser cultivado para recomposição ambiental, proteção de nascentes e para fazer sombra em pastagens. A temporada do pequi vai de outubro a março, quando os frutos caem maduros e são coletados diretamente do chão.


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AgroVeterinário AgroColunista

Foto: Foto:Divulgação Divulgação

CISTICERCOSE BOVINA A

cisticercose bovina é uma enfermidade de distribuição cosmopolita de caráter zoonótico (doença que é transmitida entre homem e animal), causada pela forma larval da Taenia saginata, verme também conhecido como solitária. Essa parasitose se apresenta de duas formas distintas: uma intestinal, a teníase, que acomete apenas o homem e uma extra-intestinal, a cisticercose, provocada pela presença da forma larvária nos tecidos de bovinos, suínos e do próprio homem. A Taenia saginata, em seu estágio adulto, é um parasito intestinal do ser humano (solitária). O bovino é o hospedeiro intermediário e infecta-se ingerindo o ovo da Taenia saginata na água e pastagem contaminadas por fezes do ser humano parasitado. Após a ingestão do ovo, há a liberação da larva, que se instala em diferentes órgãos e tecidos, tendo predileção por tecidos com alta irrigação sanguínea, como cérebro e músculos. Ocorre então a formação de uma vesícula (cisto), contendo em seu interior a larva. Os maiores prejuízos decorrentes de

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infestações em rebanhos bovinos por Cisticercose, se dá ao fato de que, quando do abate dos animais, estes passam por um rigoroso processo de inspeção (SIF, SISP, etc), onde são localizadas as larvas alojadas nos tecidos, e consequentemente descartadas, parcial ou totalmente, as carcaças infectadas, dependendo do grau da infestação. Nos casos de descartes parciais ou totais, o prejuízo ao produtor pode variar de 20% a 50% do valor da arroba, tendo em vista que os frigoríficos descontam essa porcentagem do pagamento do valor total que seria pago inicialmente pelo animal abatido. A aplicação de medidas para o controle da teníase/cisticercose consiste em interromper o ciclo evolutivo do parasita, a fim de evitar a infecção no animal e no homem. Além da utilização de serviços sanitários básicos para evitar a disseminação dos ovos, a educação sanitária também é imprescindível para que haja o esclarecimento da população a respeito do modo de transmissão e prevenção da doença, evitando assim sua propagação.

Já nos bovinos destinados ao abate, recomenda-se a utilização de Sulfóxido de Albendazol, nas doses e protocolos recomendados por um médico veterinário.

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AgroInfo

Foto: Leandro Gasparetti

Hortaliça indiana ganha espaço no país A lgumas hortaliças são parecidas e usadas de maneira semelhante, a Coccinia Grandis, também conhecida como cabaça escarlate, tindora e fruta kowai, é uma videira tropical que cresce principalmente em climas tropicais e, geralmente é encontrada nos estados do sul da Índia, onde faz parte da culinária local. Sua distribuição é nativa e se estende da África à Ásia, incluindo Índia, Filipinas, Camboja, China, Indonésia, Malásia, Mianmar, Tailândia, Vietnã, entre outros.

Sendo uma planta trepadeira perene com gavinhas únicas e folhas glabras, as folhas possuem cinco lóbulos e têm 6,5 a 8,5 cm de comprimento e 7 a 8 cm de largura, podendo gerar flores femininas e masculinas que emergem nas axilas do pecíolo e possuem três estames. No Brasil também é conhecido como pepino em conserva, é encontrada principalmente em hortas, chácaras, até mesmo plantados em fundos de residências.

CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS É muito difícil controlar esta planta fisicamente, a colheita manual normalmente não mata a planta, mas sim quebra as mantas da videira em pedaços menores e a planta é capaz de se restabelecer quando toca o solo. Esses métodos podem piorar a infestação e aumentar a necessidade de métodos de controle mais rigorosos. Na medicina tradicional, as frutas são usadas no tratamento da lepra, febre, asma, bronquite e icterícia, possuindo potencial estabilizador de mastócitos, anti anafilático e anti-histamínico.

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Foto: Cassio Scomparin Planthec

AgroColunista

SAA-SP FOCADA EM DESTRAVAR A PRODUÇÃO DE MUDAS DE SERINGUEIRA

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m recente anúncio a Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo divulgou um novo programa de desburocratização e Boas Práticas Regulatória que em seus primeiros atos já gerou alterações na famigerada resolução 23, que rege a produção de mudas no Estado de São Paulo, ou melhor, que acabou com ela. A Secretaria não só já publicou alterações para garantir a janela de produção de sementes, mas também abriu uma consulta pública pela qual fará uma reformulação completa da Normativa. A Regulamentação deficiente da produção e mudas no Estado de São Paulo exterminou virtualmente todos os viveiros do Estado e congelou a expansão de área na região desde o ano de 2015. Repleta de equívocos e exigências inexequíveis (como a obrigatoriedade do uso de bancadas e emissão de CFO – Certificado Fitossanitário de Origem) são alguns exemplos da buro-

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cratização e confusão gerada pela normativa. A Apabor esteve junto da Câmara Setorial da SAA-SP debatendo e propondo medidas de ajuste desde antes de sua publicação. Infelizmente, a Secretaria até hoje não havia acatado praticamente nenhuma reivindicação do Setor, fora as extensões de prazo para comercialização das “mudas de chão” nos 3 anos que se seguiram da publicação. Com isso, a produção de novas mudas foi completamente inviabilizada. A Apabor esta comprometida em participar da consulta pública e junto com as demais entidades do setor reunidas na Câmara Setorial resolver de uma vez por todas este engodo. E as razões para não medirmos esforços para retomar a capacidade de produção de mudas do Estado de São Paulo são diversas principalmente por que mais mudas significam, mais se-

ringais que por sua vez preenchem a tríade da sustentabilidade: econômica, ambiental e social trazendo geração de renda, preservação e desenvolvimento econômico para o Agro Nacional.

Diogo Esperante - Diretor Executivo Apabor Com colaborações de Jom Jacob (ANRPC)


AgroInfo

Fonte: AgriShow

ÁREA IRRIGADA NO BRASIL CRESCE 18,96% EM 2020

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m levantamento realizado pela Câmara Setorial de Equipamentos de Irrigação (CSEI), da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), mostrou que em 2020, a área irrigada no Brasil aumentou 18,96%, ampliando em 249.225 mil hectares contra 209.500 mil em 2019. Dessa totalidade, 117 mil hectares foram de irrigação por aspersão com pivô central, contra 97,5 mil no ano passado (aumento de 20%). Outros 78.775 mil hectares de irrigação localizada por gotejamento ou microaspersão, no ano anterior foi de 68.500 mil (aumento de 15%). Mais 37.200 mil hectares de irrigação por aspersão convencional, fixa, tubo PVC ou canhão, em 2019 foi de 31 mil (aumento de 20%). E 16.250 mil de área para irrigação por aspersão com carretel, em 2019 foi de 12.500 mil (aumento de 30%).

“Esse aumento significativo se deve a alta das commodities no mercado internacional em dólar aliado a desvalorização do Real. Também foi um ano interessante para o produtor, pois fez ele aumentar os investimentos em tecnologia”, explica o presidente da CSEI, Renato Silva. Para Silva, apesar da alta de quase 19% em 2020, o setor de irrigação no Brasil poderia crescer muito mais para chegar

perto de outros países, como a China que irriga 70 milhões de hectares ano e a Índia que irriga 76 milhões de hectares ano. “Temos disponibilidade de 14% da água potável do mundo, plantamos apenas 9% da terra própria disponível sem a necessidade de desmatar e o nosso clima é tropical. Esses três pilares fazem com que o Brasil tenha o potencial de crescimento maior do que qualquer outra nação do mundo”.

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Agroleite

Fonte: Ass. Brasileira dos Criadores de Girolando | Foto: Gustavo Gonçalves

ASSOCIAÇÃO DE GIROLANDO FECHOU 2020 COM MAIOR NÚMERO DE REGISTROS

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ano de 2020 fechou com números positivos para a cadeia produtiva do leite. Com o produtor mais capitalizado no ano passado, os investimentos para formação de um rebanho de genética superior cresceram. De acordo com o balanço da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando. Os números de Registros Genealógicos da raça computados até o final do ano passado chegou a 90.135, ficando 10,7% acima do total de 2019, o número geral de 2020 ficará ainda mais acima do computado de 2019. Esse desempenho é o melhor dos últimos cinco anos da entidade, que

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é delegada do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para a execução dos serviços de Registro Genealógico da raça. “Em situações de crise aprimoramos nossa criatividade e capacidade de trabalhar com situações adversas. Em 2020 foi um exemplo disso. Enfrentamos a crise e estamos fechamos o ano com números acima do planejado, batendo não só o recorde de registros como também contabilizando uma grande quantidade de novos associados”, destaca o presidente da Girolando Odilon de Rezende Barbosa Filho. Em 2020, a associação teve a entrada de 366 novos associados, chegando a

quase 4 mil no total. Com atuação em todo o país, a Associação Brasileira dos Criadores de Girolando completou no dia 20 de dezembro 42 anos de existência. De 1989 até 2020, o banco de dados da entidade conta com mais de 1,8 milhão registros genealógicos. “O criador brasileiro já entendeu que só investindo em tecnologia e em animais geneticamente superiores terá uma rentabilidade maior de seu negócio. Prova disso é que, em 2020, as vendas de animais em leilões e nas fazendas e de material genético mantiveram-se bastante aquecidas”, destaca o presidente da Girolando.


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AgroNatureza

Prefeitura de Rio Preto replanta mudas para recuperação de área incendiada

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Prefeitura de Rio Preto, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo, concluiu em janeiro, a recuperação da área da Floresta Estadual do Noroeste Paulista, destruída em dois incêndios, em setembro e outubro do ano passa-

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do. Foram replantadas 85 mil mudas de árvores nativas, doadas pela empresa Tereos Açúcar e Energia Brasil. As mudas foram suficientes para restaurar os 80% de área de reflorestamento da Prefeitura, devastados nos dois incêndios de 2020. São cerca de

51 hectares recuperados com as novas mudas, área que equivale a 47 campos de futebol. Somado às mudas sobreviventes, o novo plantio fez o reflorestamento voltar ao patamar anterior às queimadas, que era de 106 mil mudas plantadas.


Fotos: Freepik | Prefeitura de Rio Preto

A empresa vencedora da licitação para o primeiro plantio, responsável pela mão de obra, ainda estava com o contrato vigente e iniciou os trabalhos de preparo do solo na área a ser reflorestada no dia 9 de novembro último, concluindo no tempo previsto de três meses. Como é uma área extensa, foi dividida por lotes que gradativamente receberam controle de plantas daninhas; preparo do solo com aração e gradagem; abertura de sulcos; colocação de adubo, calcário e gel para nutrição

das mudas; plantio das mudas e posteriores irrigações e manutenções, para evitar que mato e ervas daninhas cresçam ao redor da planta. A Tereos forneceu mais de 60 espécies, a maioria nativas da região e que possuem, portanto, grande adaptabilidade ao tipo de clima e solo local. Além de fornecer flores, muitas espécies terão frutos da região que servirão de alimento para a fauna nativa. Algumas das espécies nativas utilizadas são popularmente conhecidas como: abobreiro, algodoeiro, amen-

doim bravo, angelim, angico, aroeira-pimenteira, aroeira-verdadeira, cabreúva, cafezinho, caroba, cedro, congonha-do-campo, dedaleiro, embaúba, falso pau- jacaré, farinha seca, figueira branca, goiaba, ingá, ipê amarelo, ipê branco, ipê felpudo, ipê roxo, jatobá, jequitibá, jerivá, jurema preta, mamica-de-porca, maria-pobre, olho-de-cabra, paineira, passarinhão, unha-de-vaca, pau-d’alho, peroba-poca, pitanga, sabão-de-soldado, saguaraji, sombreiro, tamboril e urucum.

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AgroIndústria

Foto: Divulgação Valtra

Agronegócio e produção de veículos no Paraná

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ados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que o Paraná terminou 2020 com saldo positivo na produção industrial. O segmento cresceu 1,2% em novembro, sétimo resultado positivo consecutivo e nono mês com aumento na atividade em 2020, colocando o estado entre as melhores retomadas do país. Apenas Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais e Ceará acompanham o crescimento do Paraná no último ano. O professor de Economia dos cursos de MBA do ISAE Escola de Negócios, Robson Gonçalves explica que números positivos são reflexo do padrão histórico de flutuação na produção industrial paranaense. “O Paraná possui grande influência do agronegócio. Essa influência, por sua vez, afeta diferentes ati-

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vidades industriais ligadas à produção no campo, como o abate de animais, processamento de carnes e leite, entre outras. Outro ponto é a forte produção de veículos, tanto de passeio quanto pesados, que faz com que o estado tenha uma economia pró-cíclica. Isto significa que, quando o país como um todo entra em recessão, ela é mais forte no Paraná. Por outro lado, quando o país cresce, a indústria local cresce ainda mais”, aponta. Analisando os dados mensais, o grande destaque ficou para os meses de maio e setembro, que cresceram, respectivamente, 21,2% e 9,2%. Já os meses de março e abril, subsequentes à chegada da Covid-19, registraram perdas. Ainda assim, a produção industrial paranaense já apresenta saldos tão positivos quanto os alcançados em 2019, ano em

que o estado atingiu o maior resultado do país. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a indústria é o terceiro setor que mais gerou novas vagas em 2020, atrás apenas do comércio (11.832) e dos serviços (10.134). Ainda de acordo com Robson, o duplo aspecto positivo dos setores está se repetindo desde o segundo semestre do ano passado e tende a persistir no nos próximos meses de 2021, podendo alavancar ainda mais a indústria paranaense. “O bom momento do agronegócio está sendo impulsionado pela alta do dólar e pelo aumento nos preços das commodities no mercado internacional. Ao mesmo tempo, a recuperação dos níveis de emprego e renda no mercado interno estimula a indústria automotiva”, complementa o técnico.


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Foto: Divulgação

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APESAR DA PANDEMIA, O ANO SE APRESENTA COM PERSPECTIVAS POSITIVAS PARA A AVICULTURA

021 começou da forma como mais temíamos: novas cepas de Covid-19 contaminando mais e mais a população mundo afora têm retardado a estabilidade da economia em diversos segmentos. Para nós, da avicultura, temos mais aspectos positivos para comemorar do que simplesmente ressaltar nossos lamentos. Fechamos 2020 com crescimento e observamos este ano com boas perspectivas. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) – que se apresenta como um ótimo termômetro para futuras análises – faz um levantamento anual do setor, em âmbito mundial. E o Brasil, segundo a análise, deve apontar um novo recorde de produção, com crescimento estimado de 4%, o que significa, em termos absolutos, 10,4 milhões de toneladas produzidas. Tudo porque a demanda do exterior promete permanecer estável e a do Brasil mostra-se com crescimento. Analistas do departamento estimam que o consumo doméstico subiu de 68% da produção total de frango para 72%. Isso porque, no nosso país, os

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preços ascendentes, principalmente, da carne bovina estimulam o consumidor a optar pelo frango. O auxílio emergencial – que esteve presente durante boa parte do ano passado – estimulou a compra de produtos básicos e o frango se destacou como a principal proteína consumida pelo brasileiro, representando, no ano, 45% do consumo total de proteínas em âmbito nacional. A promessa de retorno desta ajuda por parte do governo, nos próximos meses, deve manter nosso mercado aquecido internamente. Apesar das altas nos insumos – tema da nossa última coluna –, o preço ainda continua mais atraente para o consumidor final. O custo da ração, para o avicultor, estará mais alto, sim. Porém, deve permanecer estável – sem grandes flutuações – o que, na atual conjuntura, é excelente para nós, avicultores, já que é possível precificar com mais equilíbrio e sem tantos sustos. Além disso, como trabalhamos no sistema de integração com os frigoríficos, isso nos proporciona mais estabilidade e segurança. Hoje em dia, o Arranjo Produtivo Lo-

cal de Rio Preto conta com 220 aviários distribuídos em 24 cidades e os investimentos, por parte dos produtores, vêm se intensificando. Em média, os abates estão aumentando cerca de 20%. Trabalhamos muito, mas sabemos que o agro ainda é a mola propulsora da economia no país e esperamos que as estimativas deste ano não só se realizem como nos surpreendam ainda mais positivamente.

Murilo Gil é idealizador dos

Encontros de Avicultura e diretor comercial da AgroAvi


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Fotos: Leandro Gasparetti

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01 - Mário do Cóti - Prefeito de Paulo de Faria e seu Vice Osmar Sampaio 02 - Fabio Magrini Presidente da Apabor e Odirley Maioli gerente da Camda Rio Preto 03 - Marcinho Costa Produções e Everton Neguinho

04 - Antonio Carlos Talarico Neto e Carlos Antonio Talarico (RESIL) 05 - Henrique Prata, Leandro Baldissera e José Uilson Freire 06 - Dr Sérgio Expressão, André Fachinetti e Tirso Meirelles 04

07 10 - Wagner Lima, João Carlos Machado Junior e Tiago Stábile (Tico’s Burger) 11 - Jovaldo Mendonça com o cantor Rionegro 12 - Os diretores da Bio-Soil Haroldo Alcantara Castilho e Mariangela Augusto Alcantara Castilho

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06 07 - Zé Cowboy com o amigo Jerônimo Muzetti 08 - Natal Leite e o empresário Pedro da RADADE 09 - Jorge Seif Junior, Jair Bolsonaro – Presidente da República, e Emerson Esteves - Presidente da Peixe/SP - Aquishow Brasil

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AgroColunista

MINEIROS NO EGITO NO ANO NOVO

Dois mineiros estavam no Egito em pleno Ano Novo, visitando os grandes monumentos, quando um deles pergunta: - Esses bichos gigantes de pedra tão durmino? E o outro mineiro que estava lendo uma placa respondeu: - Não. Aqui tá dizeno que esfinge.

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A PARTILHA Dois amigos se encontram depois de muitos anos. - Casei, separei e já fizemos a partilha dos bens. - E as crianças? - O juiz decidiu que ficariam com aquele que mais bens recebeu. - Então ficaram com a mãe? - Não, ficaram com nosso advogado.

MODERNIDADE

Um rapaz chegou num velório e a primeira coisa que perguntou foi: – Qual é a senha do Wi-Fi? Um parente incomodado disse: – Respeite o falecido! E ele perguntou: – É tudo junto?

Manuel está tomando banho, e grita para Maria: – Ô Maria, me traz um xampu. E Maria lhe entrega o xampu. Logo em seguida, ele grita novamente: – Ô Maria, me traz outro xampu. – Mas eu já te dei um agorinha mesmo, homem! – É que aqui está dizendo que é para cabelos secos, e eu já molhei os meus.

CUIDADO COM OS OVOS Um amigo nosso ia sentar ao lado de uma senhora em um ônibus, sem perceber um pequeno embrulho no banco. Antes que sentasse em cima do embrulho, a senhora avisou: - Senhor, cuidado com os ovos. Nosso amigo, curioso, abriu o embrulho e disse: - Mas não são ovos. E a senhora: - Pois é. São pregos.

SOLUÇÃO DO SEUS PROBLEMAS Monge: O que deseja? Mulher: Mestre, eu não sei o que fazer. Toda vez que meu marido chega em casa bêbado, nós brigamos muito. Não aguento mais!!! Monge: Eu tenho um ótimo remédio pra isso. Assim que o seu marido chegar em casa embriagado, basta pegar um copo de chá de erva cidreira e começar a bochechar com o chá. Apenas faça bochecho e gargareje continuamente... e nada mais. Duas semanas depois ela retorna ao monge e parecia ter nascido de novo. Mulher: Mestre, seu conselho foi brilhante! Toda vez que meu marido chegou em casa “bêbado”, eu gargarejei, fiz bochecho com o chá e meu marido desmaiou na cama sem me bater! Monge: Tá vendo como ficar de boca fechada resolve?

COISA DE CRIANÇA A mãe pergunta para seu filho. - Cadê a maçã que estava aqui na mesa? Seu filho responde: - Dei para um menino faminto. A mãe pergunta: - Quem era esse menino? E o garoto diz. - Eu, mamãe.

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A GENTE É COMO UMA FOLHA DE PAPEL

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a escola, por causa do meu caráter impulsivo, eu sentia muita raiva e explodia à qualquer provocação, magoando quem fosse, inclusive meus amigos. Depois que a raiva passava, eu um sentia culpada e envergonhada pelo o que tinha feito e tentava de todos os modos conseguir o perdão de quem eu tinha magoado. Um dia, meu professor me viu pedindo desculpas depois de uma mais uma explosão de raiva. Então, ele me entregou uma folha de papel lisa e disse: Amasse-a! Eu não entendi, mas obedeci e transformei a folha de papel em uma bolinha.

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Então, meu professor pediu-me para deixar a folha de papel como estava antes de ser amassada. Eu estiquei o quanto pude, mas, apesar do meu esforço, mas marcas no papel continuavam muito evidentes. Então, meu professor disse: Vê como é difícil apagar as marcas que deixamos nas pessoas? O nosso coração é como esse papel… a impressão que deixamos nele é tão difícil de apagar como esses amassados da folha que eu lhe entreguei. Fiquei sem palavras. Ele realmente tinha razão. As lembranças levam tempo para se apagar do nosso coração e, às vezes, não se apagam nunca.

Assim, antes de explodir como fazia antes, lembrava-me daquele dia e tentava me controlar. Com o tempo, aprendi a ser mais compreensiva e mais paciente. Quando sinto vontade de estourar, penso nas marcas que deixei naquele papel e que, até hoje, não se apagaram do meu coração. Depois que magoamos alguém, seja com nossas ações ou com nossas palavras, mesmo que a gente queira consertar o erro, na maioria das muitas vezes, já é tarde demais, não é mesmo? Pense Nisso e Deus Te Abençoe. Até a Próxima...


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