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SISTEMA NACIONAL DESEGUROSPRIVADOS
FENASEG
FEDERAÇÃONACIONALDASEMPRESASDESEGUROSPRIVADOSE DÈ CAPITALIZAÇÃO
Nao hi duvida que são aUaniente preocupantes os Tndices de
roubos
e furtos de Automóveis. E também nao ha dúvida que esses Tndices_precisam ser dra_s ticamente reduzidos, pelos sérios e graves problemas (não s5 economicos, mas tam~ bem sociais) que estão implicados na desenvoltura com que hoje agem os criminosos. E os crimes não se confinam tao-somente ãs lesões patrimoniais, estendendo-se por vezes ã prática ate mesmo de lesões corporais. O combate aos furtos e roubos de Automóveis, por ser de
elevada
prioridade, nem por isso quer dizer que constitua objetivo a ser perseguido ataba
lhoadamente, sem um planejamento racional e eficaz. ^Da importância e interesse na redução daqueles crimes, pode-se ter boa idéia através de um simples dado: mais de uma centena de dispositivos ja foram inventados, todos eles visando evitar ou
dificultar o furto de veículos. E as idéias não se limitam apenas ao uso de disp£
ÍNDICE DAS SEÇÕES
sitivos dessa natureza. Estendem-se também ao campo das medidas orientadas no sen" tido de criar obstáculos e impedimentos tanto ao registro da propriedade do veTcu"
Io, quanto ã falsificação dos documentos necessários a legitimação e ao
registro
da propriedade.
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS
EDITORIAL
FENASEG
CNSP
SUSEP
SINDICATOS
IRB
NOTICIÁRIO DAS SEGURADORAS
EXECUTIVO,LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO
Em meio a essa vasta e diversificada gama de inventos e idéias, na
turalmente torna-se por sua vez um problema eleger um esquema antifurto que, alim de ser na verdade eficaz, também possa alcançar a acolhida e o consenso de quase duas centenas de inventores e de autores de idéias ou sugestões. E claro que a palavra e a decisão final e das autoridades:
poli-
ciais, administrativas e legislativas. E ao que se sabe essas autoridades
estão
"lobil izadas, empenhando-se na elaboração, aperfeiçoamento e^execução de
projetos
gue tragam os instrumentos necessários e eficientes a redução dos Tndices de rou bos e furtos.
A__fenaseg e a classe seguradora, por seu turno, tem feito tudo
a
6u alcance. E não lhes cabendo a decisão final sobre o melhor e definitivo esqu£
IMPRENSA
antifurto, ao menos obtiveram recentemente mais uma conquista: autorização para
giJe cada seguradora, a seu critério e escolha, possa (se guisar) distribuir a seus lORNAI.DO COMMERCIO(PÁGINA DE SEGUROS)
OUTROS JORN AIS
^gurados os dispositivos antifurto que entendam aconselháveis.
DIVERSOS FUNENSEG
ESTUDOS E OPINIÕES
MERCADO DE AUTOMÓVEIS
FIDES
MERCADO CAMBIAL
ATAS DE COMISSÕES TÉCNICAS BI.782*Pãg.01*01.10,84
U A
Federaçõo Nacional dasEmpresas de Seguros Privados
e de Capitalização ■ FENASEG F E N A S E 6
(ATA NO 09/84) Resoluções de 25.09.84
01) Toinar conhecimento da Lei Municipal nQ 514/84, que torna obrigatória a
cobrança
da assistência médica prestada a vitimas de acidentes de transito pelos hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro, quando haja seguro DPVAT cobrindo o aciden te.
(830 427)
02) Aguardar o julgamento do Supremo Tribunal Federal, no processo relativo ao Decre to no 13.860/71 do Governo do Estado de Minas Gerais, a propósito da realização do seguro de Órgãos do Poder Público, a fim de ser esquematizada providencia no tocante a Lei n9 4.367/83 do Município de Ribeirão Preto. (830 566)
03) Homologar a resolução da Comissão Técnica de Seguros Habitacionais, que considera apliciveT ao seguro do projetado "Sistema de Consórcio de Bens Imóveis Residen ciais" as condições particulares da apólice habitacional (Cobertura Compreensiva) para operações de financiamento nao enquadradas no SFH, feita as adaptações neces sãrias. (840 QD4T 04) Instruir a CTSVS-AP no sentido de aguardar circular da SUSEP reformulando as "Nor mas para o seguro de vida_^em grupo no plano temporário por um ano, para emprega ~ dos e membros de associações", a fim de serem promovidos os estudos para revisão
das Normas de seguro de vida em grupò de prestamistas. .
(840 295)
05) Oficiar ao IRB, propondo a criação de Grupo de Trabalho, integrado por represen tante daquele Instituto e da Fenaseg, com a incumbência de promover-se estudos so bre as condições do "Seguro facultativo de vida de clientes do Banco do
S/A, por operações de credito rural, contratados sem constituição t^eal.
BrasiT
de garantia (840 431)
06) Oficiar ao IRB, propondo esquema de transferência do "run-off" do Consórcio de Riscos do Exterior-Londres, desligando-se as seguradoras, em definitivo, do men cionado Consórcio.
Dirigir circular ãs participantes do Consórcio referido no item anterior, envian do cópia do oficio em que será proposto ao IRB o esquema de transferência do "run-off".
(800 503)
07) Tomar conhecimento do Relatório da Assessoria Econômica, a propósito do projeto de implantação do Centro de Estatísticas da FENASEG. (830 721)
Compareceram ã presente reunião os Srs. José Carlos Lino de Carvalho e Clénio Bel
landi, representantes da FENASEG na Comissão de Segs^ Automóveis do IRB, que fizê ram exposição dos estudos em curso para a reformulação das bases e condiçõe? do seguro de frota (de funcionários de um mesmo empregador), no ramo Automóveis.
BI.782*Pãg.01*01.1Q.84
Hssessoria Econômica - Resenha Semanal NO 57
SEMANA DE 17.09
ATE
23.09.84
PANORAMA ECONÔMICO
As Autoridades Monetárias estariam decididas a im
plementar de forma rigorosa as metas de expansão monetária de 95%. Somente na semana que passou foram feitos tris leilões informais pelo Banco Central quando foram vendi dos Cr$ 2,65 trilhões em ORTN e LTN. O total acumulado vendido neste mês chega a Cr$ 3,697 trilhões.
Ao governo parece não haver alternativa a não ser
apelar uma política monetária restritiva pois a queda real de receita tributária
de
6% até agosto alim da rigidez dos gastos dos órgãos e empresas públicos não deixa mar gem de manobra para a política fiscal. O descontrole da inflação, também, contribui para aumentar o déficit público na medida em que reflete-se em aumentos, via correção
monetária, de desembolsos para resgate dos tTtulos públicos. As perspectivas quanto a inflação não são animado
^às pois o governo está adiando os auméntòs de preços administrados para tentar "fe -
char" a inflação deste ano no mesmo nível do ano anterior. Além disso, devido a pro blemas com o crédito agrícola a área plantada pouco cresceu e poderá prejudicar a oferta de produtos agrícolas para o prÕximo ano. O governo estaria adiando para
o
P>"oximo ano tensões inflacionárias e criando sérias dificuldades para a próxima admi nistração.
Outra limitação ã futura administração seria
a
concessão de benesses pelo atual governo como parece ser o caso do subsidio aos mutuã
•""los do BNH. O Decreto-lei 2.164 criou um sistema de abono mensal temporário, com du *"açao de 12 meses, que reduz as prestações dos mutuários. Este abono será absorvido imediato pelos agentes financeiros, mas coberto pelo Tesouro Nacional no prazo de 3nos. Isto representará mais uma fonte de despesas para o futuro governo. Márcio Valério Ronci Assessor Econômico
BI.782*Pág.01*01.10.84
Q
U
A
D
R
O
PREÇOS, TAXAS DE JUROS
E
CÂMBIO
FEVEREIRO
MARÇO
ABRIL
MAIO
JUNHO
JULHO
AGOSTO
3702,38 8,92 69,93 182,43
4059,66 9,65 70,12 185,87
4481 ,46 10,39 66,18
4867,31 8,61 68,39 201,20
5295,15 8,79 71 ,01 202,45
5909,39 11,6 73,81 197,04
8285,49 9,80 18,14 168,52
9304,60 10235,07 11145,99 12137,98 13254,67 14619,9 10,30 9.2 8,9 10,0 8,9 12,30 88,9 108,47 58,9 73,0 32,68 45,9 194,52 187,3 190,5 185,20 184,95 182,62
8892,1 12,3 23,3 230,1
9777,0 10,0 35,5 229,7
INPC
(nao ajustado) Var.mensal Var.semestral Var.12 meses ORTN
Var.mensal Var.no ano
Var.12 meses
192,93
6330,73 7,6 70,99 190,59
IGP-DI
(não ajustado) Var.mensal Var.no ano
Var.12 meses
10651,1 8,9 47,7 228,9
11594,7 8,9 60,7 235,5
12667,2 9,2 75,6 226,5
13974,3 10,3 93,7 217,9
15458,7 10,6 114,3 219,3
INTERNACIONAIS
MOEDA, BALANÇA COMERCIAL
\ JUNHO
FEVEREIRO
JULHO
AGOSTO 1 1 1
Base Monetária
(Cr$ bilhões) Var.mensal
4365,1
-i.o_
42PÕ 0
5559,1
5!59,5
- 1 ,-j
3,1
10,8
1 s
tf •■5"
Var.no ano
4,0
'•
'!
Var, 12 meses
78,3
/1
'
a
32,4
46,7
98,9
100,7
!
!
i
índice de Preços Consumidor-FGV
Var.mensal Var. no ano Var.12 meses
7104,3 10,5 21,4 190,1
7791,7 9,7 33,2 191,5
8454,1 8,5 44,5 192,1
9236,0 9,2 57,9 198,6
10145,2 9,8 73,4 195,2
11220,4 10,6 91 ,8 190,2
12328,7 9,9 110,7 194,6
índice de Preços por
i
Meios de Pagamento (CrS bilhões)
1
10743,5 11989,7
7514,2
9,4
11 ,6
1
38,0
54,0
i
111 .9
132,8
2505
2570
2507 1
E01
1156
1369
1158
-.7
1349
1201
1349
A
7
Var.mensal
1 .1 -3,5
*\
Var. no ano Var. 12 meses
89,0
.1
Exportação FOB
1867
■: n- '.
Importações FOB
1011
U'i- ■;
Z1
Atacado-DO/FGV
(base=média 77=100) 0138,1 Var.12 meses
11,9 23,3 255,2
Poupança
12,861
Var.mensal Var.no ano
11163,4 12235,1 10,1 9,6 48,8 35,8 253,2250,9 10,550
9,440
13313,9 8,8 62,0 258,3
14522,3
9.1 76,7 243,6
16083,5 10,8 95,7 232,5
9,44
9,74
10,85
17562,5 9.2 113,7 229,8
Saldo
Taxas de financiamento
{US$ milhões)
"overnight" % a.m
i
856
•
(média mensal simples) LTN
ORTN ADM
InterinstituiçÕes
11,89 11 ,89 11,98 11,90
10,35 10,36 10,49 10,36
1213,00 12,3 23,3 218,0
1335,00 10,0 35,7 219,7
nd
nd
9,67
9,79 9,68
9,04 9,05 9,04
9,71 9,71 9,75 9,72
1453,00 8,8 47,7
1582,00 8,9 60,8
1728,00 9,2 75,6
219,4
220,5
218,2
nd
Prime
11 ,00
11 ,05 11,05 11 ,10
9,96 9,95
Libor (6 meses)
10,5
1905,00 10,2 93,6 211 ,3
2107,00 10,6 114,1 214,0
nd
.
13,00 '
1,
12,63
(taxa de fim de período)
Taxa de cambio (Cr$/ ÜS$ valor de venda
pelo Banco Central, no fim de mis) Var.no mes Var.no ano
Var. 12 meses
BI.782*Pig.02*0l. 10.84
fru78C*Pag.O'3*Êí.i10.84
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS
sijrr::RiNTi::Nnr:NCiA uii: seguros í^rivaijos CIRCUIAR SUSEP NÇ
039 r DE
13 DE
setembro
DE 1984
Altera a Classe de Localização da Cidade de
Cornélio
Procõpio - Estado do Paraná, nn TSIB. 0 SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRI VADOS (SUSEP), na forma do disposto no art. 36, alínea "a", do Decre
to-lei nÇ 73, de 21 de novembro de 1966; considerando o proposto pelo
Instituto de Resseguros do Brasil e o que consta do Proc.
SUSEP
nV
001-5352/84; resolve: 1 - Enquadrar a cidade de Cornélio Proc5pio -
Paraná
na classe 2 de Localização da Tarifa de Seguro Incêndio do Brasil, pa ra aplicação nas apólices emitidas ou renovadas a partir da vigência da presente circular.
2 - Fica vedada a rescisão dos contratos em vigor, vi
sando ao benefício de redução de classe de localização
oriundo
do
novo enquadraunento.
3 - Esta circular entrará em vigor na data de sua pu
blicação, revogadas as disposições eij). contrário. Francisco de Assis Figueira CIRCULAR SUSEP N9
040
DE
13
DE setembro DE 1984
Aprova a Apólice Onica do Seguro de Kosponsabilidade
Civil do .Transportador Rodoviário em Viagem Internacional. 0 SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRI
VADOS (SUSEP), na forma do disposto no art. 36, alínea "c", do Decre to-lei n? 73, de 21 de novembro de 1966; considerando o proposto pelo Instituto de Resseguros do Brasil e o que consta do Proc.
SUSEP
n-P
00 J-037 4 3/Ü4; rosoivtsi
1 - Apiovai' à Apólice Onica do Soijuro do Hcspoiisabl' lldüde Civil do Transportador Rodoviário em Viagem Internacional, cons titulda de Condições Ger.*\iB, Condigoos Especiais, Convênio Mútuo tre Sociedades Seguradoras para a Operação do Seguro, Tarifa e
formulários de Averbação e Certificado de Seguro, na f^rma do
en dos
anexo,
que fica fazendo parte integrante desta circular. 2 - Esta circular entrará em vigor na data de sua du-
bllcação, revogadas as disposições em contrário. Francisco de 'Assis Figueira CONDIÇÕES GERAIS PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL DO TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO EM VIAGEM INTERNACIONAL
1 - OBJETO DO SEGURO
1.1 - O presente contrato de soguro tem por objeto, nos
termos
das presentes Condições Gerais, das Condições Especiais a ele anaxadas e do Convênio sobre Transporte Internacional Terrestre dos Países
do
Cone Sul, indenizar ou reembolsar ao Segurado as quantias pelas quais vier a ser civilmente responsável, em sentença judicial transitada em
julgado, ou em acordo autorizado de modo expresso pela Sociedade
Se
guradora e relativas a:
1.1.1 - Danos corporais ou materiais causados a
passagei
1.1.2 - Danos corporais ou materiai.s causados a
terceiros
ros.
nao transportados.
BI.782*Pag.01*01 .10.84
^ 1*2 -__Constituem parte integrante do presente contrato de Seguro
as Condições Especiais para o Seguro de Responsabilidade Civil Transportador Rodoviário etn Viagem Internacional - Danos Causados
do a
Pessoas ou Coisas Transportadas ou Não".
1.3 - O presente segup garantirá dentro dos limites da importán
cia segurada fixados na apólice, as custas judiciais e honorários
de
p) Comprovação de que o Segurado ou qualquer outra pessoa, agindo por sua conta. obstrua o exerçícj.0 dos direitos da
Sociedade
Seguradora estabelecidos nesta apoiice. q) Danos ocasionados em conseqüência de corridas, desafios ou competição de qualquer natureza de que participe o veículo "segura do, bem como os seus
atos preparatórios.
3.2 - Nos casos das exclusões pre%'istas nas letras (i), (j),(k),
advogado da vítima, quando seu pagamento for imposto ao Segurado
por
decisão judicial transitada em julgado. 1.3.1 - A Sociedade Seguradora, a seu critério, poderá pres
tar ao^Segurado a assistência jurídica que este solicite e que
seja
necessária. Os honorários devidos não afetarão a importância segura da.
1.3.2 - O Segurado deverá requerer autorização (acordo) da Sociedade Seguradora para utilizar serviços de advogado que eleja pa ra sua defesa.
Nesse caso, correrão por sua conta os honorários
que
(n) e (q), a Sociedade Seguradora pagará as indenizações
cabíveis,
respeitados os valores segurados, ressarcindo-se das quantias indeni
zadas- contra o Segurado e todos os que civilraente sejam responsáveis pelos danos, mediante subrogaçao de ações e direitos do indenizado. 4 - PAGAMENTO DO PREMIO
Fica entendido e acordado que o pagamento do prêmio devido pela presente apólice será feito ã vista, em dólares norte-americanos, ob
servada a legislação interna de cada país. 5 - PREJUÍZOS NÃO INDENIZÂVEIS
vierem a ser-devidos.
1.4 - Entende-se por passageiro toda pessoa que seja
portadora
de passagem ou que conste na lista de passageiros do veículo segurado. 1.5 - Entende-se por Segurado, para efeito da responsabilidade co berta por este contrato, indistintamente, o proprietário do veículo" segurado, o empresário do transporte ou o condutor do veículo,
devi
Além das exclusões previstas nesta apólice, também não serão in denizadas as reclamações resultantes de: a) Reconhecimento de culpa ou de direito à indenização ou realização de transações de qualquer espécie que formalize o Segurado sem autorização escrita da Sociedade Seguradora.
damente autorizado.
2 - ÂMBITO geográfico
As disposições deste contrato de seguro aplicam-se a ocorrências fora do território nacional de cada país, salvo se algum país signa
tário do Convênio quiser adotá-lo internamente.
b) Reconvenção em conseqüência de o Segurado ter ingres sado em juízo para ressarcir-se de danos e prejuízos que se tenham originado por um fato coberto por esta apólice, sem haver obtido pre viaraente o consentimento por escrito da Sociedade Seguradora. 6 - LIQUIDAÇÃO DE SINISTROS
6.1 - A liquidação de qualquer sinistro coberto por esta apóli
3 -. RISCOS EXCLUÍDOS
ce processar-se-á segundo as seguintes regras:
3.1-0 presente contrato não cobre reclamações provenientes de: a) Dolo ou culpa grave do Segurado, seus representantes e prepostos.
b) Radiações ionizantes ou quaisquer outros tipos de
ema
nações decorrentes da produção, transporte, utilização ou neutraliza
ção de materiais físseis ou seus resíduos, bem como quaisquer eventos resultantes de energia nuclear, com fins pacíficos ou bélicos. c) Furto, roubo ou apropriação indébita do veiculo
trans
portador.
d) Tentativa do Segurado, seus representantes ou prepostos em obter benefícios ilícitos do seguro a que se refere este contrato.
a) Apurada a responsabilidade civil do Segurado, nos ter mos da Cláusula I - Objeto do Seguro, a Sociedade Seguradora indeni zará ou reembolsará os prejuízos que o Segurado tenha sido obrigado a pagar, observados os limites de responsabilidade fixados na apóli ce.
b) Qualquer acordo judicial ou extrajudicial com o tercei ro prejudicado, seus beneficiários e herdeiros, só será reconhecido
se a Sociedade Seguradora tiver dado prévia anuência por escrito. c) Proposta qualquer ação cível, o Segurado dará imediato âviso à Sociedade Seguradora, nomeando, de acordo com ela, os
advo
gados de defesa.
insurreição, revolução, confisco, nacionalização, destruição oü requl
d) Embora não figure na ação, a Sociedade Seguradora dará as instruções para a defesa, intervindo diretamente na mesma, se lhe
siçao decorrentes de qualquer ato de autoridade de fato ou de
convier, na qualidade de terceiro,
_
Atos de hostilidade ou de guerra, tumultos,
to, civil ou militar, e em geral, todo e qualquer ato ou
rebelião, direi
conseqüên
cia dessas ocorrências, bem como atos praticados por qualquer pessoa,
agindo por parte de, ou em ligação com qualquer organização, cujas atividades visem a derrubar pela força o governo ou instigar a sua queda, pela perturbação da ordem política e social do país, por meio de atos de terrorismo, guerra revolucionária, subversão e guerrilhas. f) Multas e/ou fianças', impostas ao Segurado e/ou as
des
e) Em princípio, o exame da responsabilidade do Segurado nos sinistros que causem danos a terceiros, cobertos ou não pela pre sente apólice, é de competência exclusiva da Sociedade SeguradoraT que poderá indenizar aos reclamantes cora base na apólice, ou recusar suas reclamações.
6.2 - Se a Sociedade Seguradora concluir pela responsabilidade total ou parcial do Segurado no sinistro e se o valor das reclama
crimi
ções referentes ao dito sinistro exceder ou vier a exceder â impor tância segurada, a Sociedade Seguradora não poderá fazer acordo ju
g) Danos causados ao Segurado, seus ascendentes, descenden
dicial ou extrajudicial, sem a expressa concordância do Segurado, da
pesas de qualquer natureza, decorrentes de ação ou processos nais.
tes ou cônjuge, bem como a quaisquer parentes que com ele residam
oü
da por escrico.
Não obstante, a Sociedade Seguradora poderá
pagar
indenizações até o limite da importância segurada, devendo registrar
que dele dependam economicamente.
h) Danos causados aos sócios ou aos emprege^os e prepostos do Segurado, quando a seu serviço.
i) Condução do veículo pelo Segurado, seus prapostos
ou
terceiros por ele indicados, sem habilitação legal, ou quando esta li cença esteja condicionada â observação de um requisito que não tenha sido atendido.
j) Utilização do veículo para fins distintos dos
permiti
dos em seu Itcenciamento.
que tais pagamentos não comprometem a responsabilidade do
Segurado
nem implicam'reconhecer fatos ou direitos de terceiro. 7 - VIGSNCIA E CANCELAMENTO DO CONTRATO
7.1-0 presente contrato vigorará pelo prazo de 1 (um) ano,
a
partir de zero hora do dia seguinte em que o prêmio for pago, não po dendo ser objeto de renovação através de endosso, e somente poderá ser cancelado ou rescindido, total ou parcialmente, excetuados os ca sos previstos em lei, por acordo entre as partes contratantes, obser
vadas as seguintes condições:
k) Responsabilidade decorrente da condução do veículo se gurado por pessoa em estado de embriaguez ou sob a influência de qual quer droga que produza efeitos estimulantes, alucinógenos ou sonoríros. Exclui-se, também, a responsabilidade assumida, quando o conautor se negar a fazer exame de teor alcoólico requerido por
autori
dade competente.
a) Na hipótese de rescisão por proposta do Segurado,
do, de acordo com a tabela de prazo curto. b) Se, por iniciativa da Sociedade Seguradora, além
emolumentos, esta reterá, do prêmio recebido, a parte
1) Perda^indireta ou lucro cessante que resulte para
ceiros como conseqüência de algum acidente. m) Danos a pontes, balanças, viadutos, rodovias e a
ter
a
Sociedade Seguradora reterá, além dos emolumentos, o prêmio calcula dos
proporcional
ao tempo decorrido.
7.2 - Para que se rescinda o presente contrato, deverão ser de
tudo
o que possa existir sob os mesmos, devido ao peso ou dimensão da car
ga transportada, que contrariem as disposições legais ou regulamentaITÔS •
volvidos à Sociedade Seguradora os documentos originais do seguro. 8 - SUB-ROGACÃO
A Sociedade Seguradora ficará automaticamente sub-rogada em to
dos os direitos e ações que competirem ao Segurado contra terceiros,
, Danos causados a terceiros em um acidente de trânsito, logo apos se verificar a fuga do condutor do veículo segurado.
,
Terremotos, tremores, movimentos telúricos, erupção vul
canica, inundação ou furacao.
por motivo de sinistro, ao pagar a correspondente indenização,
bem
como nos que competirem a terceiros contra o Segurado, nas hipóteses
estabelecidas na Cláusula 3.2 destas Condições Gerais.
"
BI.782*Pág,02*01J0,84
BI , 782*Pãg.03*01 .10.84
9 - PRESCRIÇÃO
4.2 - Conservação de Veículos
Toda reclamação com fundamento na presente apólice prescreve nos prazos e na forma que a legislação de cada país signatário do Convê
O Segurado é obrigado a manter o veículo em bom estado 4.3 - Alterações do Risco
10 - SOCIEDADES SEGURADORAS CO-RESPONSAVEIS
Serão co-responsáveis da Sociedade Seguradora que emite esta a-
pólice
de
conservação e segurança.
nio estabelecer.
4.3.1 - O Segurado se obriga a comunicar, imediatamente
e
por escrito, ã Sociedade Seguradora, quaisquer fatos ou alterações de
as Sociedades Seguradoras mencionadas nas Condições Particu
importância verificados durante a vigência desta apólice, com referên
lares, que fazem parte integrante desta apólice.
cia ao veículo coberto, entre outros:
11 - FORO COMPETENTE
~
a) Alterações no próprio veículo ou no uso do mes
O foro competente será aquele em cuja jurisdição tiver ocorrido
mo, que signifiquem agravaçao do risco,
o sinistro. Será competente para responder pela reclamação ou pro cedimento judicial o representante da Sociedade Seguradora, indicado nas Condições Particulares desta apólice.
b) Alterações no interesse do Segurado sobre
o
veículo, ficando entendido que a responsabilidade da Sociedade
Segu
radora somente prevalecerá na hipótese de concordar,
expressamente,
com as_alterações que lhe forem comunicadas, efetuando na apólice, as
necessárias modificações.
CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL -
4.4 - Outras Obrigações
DO TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO EM VIAGEM INTERNACIONAL - DANOS
4.4.1 - o Segurado é obrigado a comunicar a contratação ou
CAUSADOS A PESSOAS OU COISAS TRANSPORTADAS OU NÃO
cancelamento de qualquer outro seguro, garantindo os mesmos previstos nesta apólice, sobre o mesmo veículo.
riscos
4.4.2 - Dar imediata comunicação do sinistro às
autori-da-
1 - RISCO COBERTO
Considera-se risco coberto a responsabilidade civil do Segurado,
de acordo com o previsto na Cláusula 1 das Condições Gerais, e prove niente de danos materiais ou pessoais causados pelo veículo transpor
des públicas correspondentes.
Constituirá causa específica de exclu
são a fuga do Segurado, proprietário ou condutor do veículo, do lugar onde ocorreu o acidente.
tador ou pela carga transportada, a pessoas ou coisas transportadas ou
não.
Entende-se por veículo a definição constante do Artigo 19,
4.4.3 - Nos casos em que a Sociedade Seguradora ou
le
Representante assumam a defesa do.Segurado nas ações de
tra e do Capítulo I do Anexo II do Convênio sobre Transporte Interna
o
seu
indenização
que promovam vítimas, o Segurado é obrigado a outorgar os marvlsi-hng que
cional Terrestre.
lhe sejam solicitadosL pondo ã disposição da Sociedade Seguradora to dos os dados e antecedentes que permitam a mais eficaz defesa, tudo
2 - RISCOS EXCLUÍDOS
Além das exclusões previstas nas Condições Gerais, este seguro não cobre, ainda, reclamações provenientes de: ^a) Danos a bens de terceiros em poder do Segurado, para guarda ai
dentro dos prazos que fixem as leis processuais respectivas, para evi tar a exoneração da responsabilidade da Sociedade Seguradora.
custódia, transporte, uso, manipulação ou execução de qualquer traba
tões que a Sociedade Seguradora ou seu Representante realize,
lho.
por via judicial como extrajudicial.
b^ Acidentes que decorram de excesso de capacidade ou do peso
dimensão da carga, que contrariem disposições legais ou
e
regulamenta-
res.
_c) Responsabilidades assumidas pelo Segurado por contrato ou con
""
4.4.4 - Apoiar, com todos os meios ao seu alcance, as ges
tanto
5 - CUMPRIMENTO DO CONTRATO
O não cumprimento, por parte do Segurado, de qualquer Cláusula da presente apólice, exceto nos casos expressamente previstos na mes
ma, liberará a Sociedade Seguradora do pagamento de indenizações, sem direito à devolução do prêmio.
vençoes com terceiros, incluindo os casos em que as referidas respon
sabilidades existam para o Segurado, mesmo na falta de tais contratos
ou convenções.
CONVÊNIO MOTUO entre SOCIEDADES SEGURADORAS PARA A
d) Danos sofridos por terceiras pessoas transportadas em
locais
não especificamente destinados ou apropriados a tal fim-
SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL
DO
OPER.AÇÃO DO
TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO
EM VIAGEM INTERNACIONAL, SEGUNDO ACORDO SUBSCRITO PELOS
3 - IMPORTÂNCIA SEGURADA E LIMITE MÃXIMO DE RESPONSABi;,IDADE
SENHORES MINISTROS DE OBRAS POBLICAS
3.1 - são as seguintes as importâncias seguradas e os limites má
E
TRANSPORTES
DOS PAÍSES DO CONE SUL.
xlmos de responsabilidade para o presente contrato, por veículo: 3.1.1 - Para danos a terceiros não transportados a) Danos corporais - US$ 15,000.00 por pessoa.
b) Danos materiais - US$ 15,000.00 por bens.
3.1.1.1 - Na hipótese de várias reclamações
rela
cionadas com o mesmo evento (catástrofe), a responsabilidade da Socie dade Seguradora pela cobertura prevista no subitem 3.1.1 fica limita
Entre a Sociedade Seguradora a seguir denominada Representante, representada pelo Sr ambos domiciliados em e a Sociedade Seguradora a seguir deno
minada Segurador, representada pelo Sr ambos domiciliados em
: acordam o seguinte:
da a US$ 80,000.00.
Art. 19 - A Representante obriga-se a dar cobertura a
3.1.2 - Para danos a passageiros
das as reclamações por acidentes de trânsito ocorridos no da República
a) Danos corporais ~ US$ 15,000.00 por pessoa.
to
território
e nos quais estejam
eni-
volvidas pessoas ou entidades seguradas pelo Segurador, observadas as
b) Danos materiais - US$ 250.00 por pessoa.
3.1.2.1 - Na hipótese de várias reclamações rela cionadas com o mesmo evento (catástrofe), a responsabilidade da Socie
Condições Gerais e Especiais estabelecidas pela apólice de Seguros Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário em»Viagem Interna cional .
dade Seguradora pela cobertura prevista no subitem 3.1.2 fica limita-
Art. 29 - A Representante compromete-se a proporcionar to
da a assistência aos segurados do Segurador por ocasião de
• da a:
US$ 200,000.00 - para danos corporais.
ocorridos na República
US$
sabilidade Civil abrangida pela referida cobertura.
5,000.00 - para danos materiais.
4 - OBRIGAÇÕES DO SEGURADO
acidentes
a título de Respon
Art. 39 - A Representante compromete-se a dar atenção
a
todos os segurados do Segurador, como se seus segurados fossem,
ado
tando todas as medidas, julgadas oportunas, para defender os interes ses do Segurador.
4.1 - Ocorrência de sinistro
4.1.1 - Em caso de sinistro coberto por esta apólice,
o
Segurado se obriga a cumprir as seguintes disposições:
As decisões da Representante, nesse sentido, deve
rão ser aceitas, obrigatoriamente, pelo Segurador.
nistro , devidamente preenchido.
Art. 49 - A Representante compromete-se, desde o momento em que tenha conhecimento de sinistro de um segurado do Segurador, le vando em conta as circunstâncias e todos os elementos conhecidos, a avisar, de imediato, ao Segurador a ocorrência desse sinistro e a pro ceder a liquidação do mesmo,
_ b) Entregar a Sociedade Seguradora, de imediato, qualquer reclamaçao, intimaçâo, carta ou documento que receber e que
gurador, a efetuar:
a) Dar i.mediato aviso â Sociedade Seguradora ou
a
seu representante local, entregando-lhe o "Formulário de Aviso de Si
. 59 - A Renresentante coraproraete-se, cor conta do
se relacionar com o fato (sinistro).
a) Todos os pagamentos e adiantamentos relativos a
Se
sinis
tros, observadas as garantias acordadas no contrato de seguro.
BI .782*Pãg.04*01 . 10.84
b) As ações contra os autores dos sinistros ocorridos
na
Republica
BI .782*Pãg.05*01 .10,84
c) A defesa perante os tribunais de justiça da República observadas as condições do contrato de seguro.
Art. 69 - O Segurador compromete-se a reembolsar e a pagar
à Representante, pelos sinistros por ele administrados e liquidados: a) O valor da indenização relativa aos danos e
que se tenha pago a vítima, apurado por Acordo ou por Decisão cial transitada era julgado, e outras despesas efetuadas,
Judi
3.3.1 - Para os fins deste seguro, conside
ra-se como data de saída aquela era que o_veículo deixar o
b) Uma comissão de administração, resultante da aplicação do percentual de % sobre o valor total das indenizações pa %
sobre o valor total das
observado o mínimo absoluto de ..^
Não obstante, o
Segurador e a Representante poderão acordar oütras remunerações sistemas de compensação pela representação exercida. Art. 79 - A Representante compromete-se a prestar
ou
Território
Brasileiro, contando-se o prazo de duraçao da viagem até o seu
rein-
gresso no Brasil.
indeniza
ções recuperadas (excluídas desses valores as despesas e honorários),
decla
rada neste seguro fica limitado ao indicado na respectiva averbação.
observadas
as condições da apólice.
gas e do percentual de
c) A 5a. via permanecerá em ooder do Segurado. 3.3-0 prazo de cobertura de cada viagem
prejuízos
2.3.2 - Na hipótese de a viagem não se com
pletar no prazo previsto na averbação, o Segurado, antes de esgotado esse prazo, deverá solicitar a prorrogação à Seguradora, obrigando-se
ao pagamento da diferença de prêmio devida em função ca duração total da viagem, conforme tabela contida no Anexo 1, desta Tarifa.
contas
ao Segurador, ao menos trimestralmente, dos sinistros que tenha aten
dido em nome do Segurador durante o período, através de um
borderô,
anexando cópia dos recibos e dos respectivos laudos de liquidação dos
Art. 49 - prEmios
sinistros.
Art. 89 - Ura sistema de contas correntes deverá ser
esta
belecido entre as partes, no qual será registrado o movimento de si nistros, despesas ou outros valores provenientes das operações do pre sente Convênio. Da mesma forma que o estabelecido no Artigo anterior, a prestação de contas será efetuada trimestralmente, em conjunto -com
4.1 - Os orêmios desta Tarifa, aplicáveis por ve^
cuIo7"Viagem redonda" (ida e volta ao Brasil) são os constantes
4.1.1 - Esses prêmios são mínimos, proibida a concessão de quaisquer descontos.
os borderôs.
Aos saldos apurados após a prestação de trimestralmente, serão abonados juros de
%
contas
ao ano, a
partir
de
da
tabela que constitui o Anexo I.
4.1.2 - Para os casos não previstos na
ta
bela, o prêmio será fixado em cada caso concreto, pelos órgãos compe tentes, mediante prévia solicitação do Segurado, com antecedência mí* nima de 72 horas úteis do início da viagem.
Art. 99 - Todos os valores que tenham sido pagos pela
Re
presentante serão convertidos a dólares norte-americanos, ao câmbio de compra vigente no país da Representante, na data do pagamento.
4.1.3 - Quando um "veículo/viagem" puder ser
enquadrado em mais de uma das classes de risco prevista na tabela prêmios, aplicar-se-á aquela que conduzir ao prêmio mais elevado.
de
Art. 109 - Toda divergência entre a Representante e o Segu
rador será resolvida seguindo o procedimento arbitrai que estabeleçam as partes.
Art. II - Este Convênio entra em vigor no dia em que
seja
4.2 - Na emissão da apólice, cobrar-se-ã um
pre-
mio depósito equivalente a USS 300.00, utilizando-se para conversão a igente taxa oficial de câmbio de_compra pelo Banco do Brasil S.A., vigen na referida data de emissão.
assinado pelas partes.
Art. 59 - PAGAMENTO DO PRÊMIO
Art. 12 - Este Convênio vigorará por prazo indeterminado .
No entanto, fica reservado a qualquer das partes contratantes o direi
to de rescindi-lo a qualquer momento, mediante aviso prévio de 6Í5" (sessenta) dias, continuando em vigor para todos os riscos incluídos nas apólices emitidas durante a vigência do presente Convênio. Art. 13 - Este Convênio cessará seus efeitos,
automatica
mente e de pleno direito, se disposições legais ou regulamentares, ditadas pela autoridade competente dos países de origem das Socieda
des Seguradoras que o subscreveram, determinarem a impossibilidade de sua existência ou sua legalidade.
5.1-0 prêmio depósito, bem como o Custo de Apõli
ce e o Imposto Sobre Operações de Seguros sobre ele incidentes, serão pagos era cruzeiros, através da rede bancária e de acordo com o dispôs to na "Cláusula de Pagamento ao Prêmio", que constitui o Anexo ta
dcõ
Tarifa.
5.1.1 - Esse prêmio deposito, conforme defi nido no subitem 4.2, será devolvido em cruzeiros, após o pagamento da última fatura mensal.
5.2 - Os prêmios correspondentes às averbações
en
Art. 14 - Sem prejuízo do estabelecido no presente Convê nio, as partes contratantes poderão efetuar as modificações necessá
tregues pelo Segurado serão cobrados mensalmente através de faturas, isentas de Custo de Apólice, sendo os prêmios líquidos devidos em dó
rias para sua execução.
lares norte-americanos e o Imposto Sobre Operações de Seguro em _ cru
zeiros (calculados em dólares e convertidos ã taxa oficial de
câmbio do
TARIFA PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL DO TRANSPORTADOR RODOVIÃRIO EM
VIAGEM INTERNACIONAL
ieguro Responsabil: gens Internacionais Contratado em Moeda Estrangeira", as quais cons -
Art. 19 - APLICAÇÃO DA TARIFA
tituem os Anexos II e III desta Tarifa.
As disposições desta Tarifa aplicam-se a todos os seguros de Responsabilidade Civil do Transportador Hcdoviário, devi damente habilitado a realizar viagens internacionais, quando era trânsito fora do Território Brasileiro, não
exclusivamente ultrapassando,
Art. 69 - CüRRETAGLlM
Poderão as Seguradoras remunerar o corretor
ofi
cialmente registrado, que tenha angariado o seguro, com uma ^comissão
porém, os limites compreendidos no âmbito geográfico dos países do Co
de corretagem limitada ao máximo de 10%(dez por cento) do prêmio lí -
ne Sul (Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai).
quído recebido, convertido à taxa oficiai de câmbiq de compra Banco do Brasil S.A., vigente na data de emissão do cheque.
pelo
Art. -29 - COBERTURAS
O seguro regido por esta Tarifa abrange,
dentro
das condições específicas de cobertura constantes das apólices,
as
Art. 79 - DISPOSIÇÃO TRANSITÓRIA
Os dispositivos previstos nesta Tarifa
vigorarão
a titulo precário, oelc prazo de um ano, contado da data fixada seu inicio de vigência.
garantias de DANOS CORPORAIS E/OU DANOS MATERIAIS.
para
Art. 39 - APÕLICE DE AVERBAÇÃO
3.1 - Para os seguros sujeitos â presente
Tarifa
deverá ser emitida apólice de averbaçao, observado o disposto na "Cláu sula de Averbações" (Anexo IV), sendo expressamente vedada a emissão de apólice de prêmio fixo, cobrindo, englobadamente, diversas viagens por período de tempo determinado, sem a especificação de cada uma.
3.2 - A Seguradora fornecerá ao Segurado formulá rio de averbação era 5 vias, numeradas e assinadas (permitido o uso de chancela), com a seguinte destinação:
Art. 39 - DISPOSIÇÃO FINAL
As Cláusulas que constituemi os Anexos II, III e IV desta Tarifa serio obrigatoriamente juntadas ou datilografadas nas
Condições Particulares aa apólice, fazendo parte integrante e insepa rável do contrato de seauro. Art. 99 - CASOS JiUSSOS
Os casos omissos da presente Tarifa serão
resoIvi
dos pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP.
a) A Ia. via será entregue ao motorista do veículo transpor tador, para fins de comprovação, perante as autoridades competentes , da realização do 'seguro.
b) As 2a., 3a. e 4a. vias serão entregues, antes da viagem, â Seguradora, sob protocolo ou através de remessa
do início postal
registrada.
BI .782*Pag.06*01 .10.84 BI .782*Pãq.07*01 .10.84
TIPO
OE
TRAíISPCftTÊ
I - vzicjLCè DisTr:Jí.'Oi* AO TJULNsr: 1-1 02 ?or:<mo.
3 - RATIFICACAO 2 - VZlZVLCi» 0SSTINA:X)S ao rs os CAÍvCAS INFZAy^VEIS, ccaí>' riVA5 00 "> PLC2:vv.:.. 2C,:;
3.1 - Ratificam-se as demais Cláusulas e Condições Gerais da pre
sente apólice, que nao contrariem os termos desta Cláusula.
3 - c£.ha:s '/rlcvLori oc:-7ikaooo 7aíwSS?Cr7£ CE CARGAS.
TAV. r:v* r\ •/.'".u'. s/,
A_NEXO
lo *''.-rE c^y.r -vi rr::LO- a l ítt-^AOs OE '
rr\A.S2> Gí'!£ Cí..'<?Cj?A PtLCf
?ú.óC*OACtP
'.
clAusula de ANEXO
II
AVERBAÇÕES
1 - As averbaçoes serão, obrigatoriamtenre, entregues â
Seguradora
antes do inicio de cada viagem, cora todos os esclarecimentos
clAusül/í de pagamento do prêmio
i - Fica entend^du e ajustado que qualquer indenização por forç a presente contrato sonente passa a ser devida depois que c
do
paga-
mente do prêmio houver sido realizado pelo Segurado, o que deve ser feito, no máximo, até a data limite prevista para este fim, na Nota de Seguro. 2 -
IV
ÍIE&CCAIX'».
relati
vos à mesma, tais como nome do Segurado-Transportador, placa do veí culo, discriminação do tipo de transporte, data de saída do Territó rio Brasileiro, duração da viagem, local de saída e países estrangei ros que serão percorridos. 1.1 - Para os fins deste seguro, considera-se como data de saída aquela em que o veículo deixar o Território Brasileiro, contando-se c
A data :imite oara nay-rento do prêmio náo poderá ultrapassar o 30Ç dia da emissão d-i apólice, da fatura cu da conta mensal , do
prazo de duração da viagem, até a data de seu retorno ao Brasil. 2 - são nulas e reputam-se nao escritas quaisquer estipulações fei tas nas averbaçoes que sejam contrárias às Condições Gerais ou Espe
aditivo QG rínuvação, dos aditivos ou endossos dos quais rc suite
ciais da apólice ou que nelas não estejam convencionadas.
aumento do orênio, ou o -J5d dia, so o domieílic do Segurado
não
for o mesmo da agência bancária cobradora. - Qua.ndo a cata
ilir.i te
c.iir
i ar; que não haja expediente
e."-
oan-
cário, c p.t--ament
êr..io poderá ser efetuado n > primoiro dl.'
útil e.m .cuG h.ouvc:
tente bancário.
; íca, dinca, ..nten : t
4-0 prazo de cobertura de cada viagem fica limitado ao indicado na
correspondente averbação, observado o disposto no item 1 desta
a;ustaao qc;- o. - sir.iutrL ocorrei
tro cc piauc de I _ _ia;rn_;;tc
3 - Decorrido o prazo de vigência da apólice sem que o Segurado haja
averbado qualquer viagem, não caberá a restituição do prêmio depósito cobrado quando da respectiva emissão.
prênio, sem c -e r.le aci:e
cen
ef'=-t;-cido,
o direito à indor.iraç.io nao ficará pre:..dicado, se o prêmiu res pectivo for pdg' .;nr.a nucuele ur^-t-o.
- Decorridos os pratos rc:'ridcj nos itens anteriores sem que te nha sido quitada a r.-spectiva iiota de Seguro, o contrato ou adi tamento a ela referente ficará automaticamente
dc pleno direi
to cancelado, independente de qualquer interpelação judicial
ou
Cláu
sula.
4.1 - Na hipótese de a viagem não se concretizar no prazo previs to na averbação, o Segurado, sob pena de perda do direito a indenização nos sinistros ocorridos após aquel8 prazo, obriga-se a, antes do encerramento do mesmo, solicitar à Seg uradora sua prorrogação, obrigando-se ao pagamento da diferença de prêmio devida em função da duraçao total da viagem, conforme previs to na tabela contida no Anexo I da Tarifa para o Seguro do Responsabilidade Civil do Transportador Ro doviário era Viagem Internacional.
prêmio ja paga
condições
- A presente cláusula pr val.ace sobre quaisquer outras que dispuserem em contrário.
AVERBACAO DE SEGURO RESFDKSAEiLiCALE CIVIL 00 TRAKS®ORTADOR RODOVIÁRIO EW ViAGEV ISTERNACIONAL
ANEXO
III
CLAUSULA de seguro RES.i^ÜNSABl!,idade
CJVJL
rodoviário em vi.agens internacionais MOEDA
DO TRANSPORTADOR
contratado
em
ESTÍUNGEIRA
1 - PAGAMENTO DE PRÊMIO
l.i - Fica entendido c conccrdado que, tendo sido a presente apó
lice emitida em dólares r.^irte-.tmericanos (USS), o primio deverá
ser
pago nessa mesma rrioeda, media.nte aquisição de cheque nominativo, a favor do IRB, emi qualquer estabf?leci.mento bancário autorizado a ope
rar em câmbio no País, observadas, inclusive, as disposições da "Cláu
.'SO ;» SEGURiMíí
sula de Pagamento do io Prêmio" anexa à aDÕlice.
1.2 - Nao está sujeito aos dispositivos acima o pagamento do pré mio depósito.
~ TIUfEI"
^ " LIQUII^AÇAO DL SINISTROS
hivkj Tn^a^TR
2.1 - Pagamento a beneficiário residente no exterior:
2.1. 1 - r^.-do u lualquer pagamento de indenização ou despe sas com sinistros na moeda ustrajige i ra indicada na presente apólice e/ou na averbacão, efetuado i be.nef J ciário resicente no exterior, se rá feito nesàa mesma moeda, através ic IR3, mediante remessa ao bene ficiário residente no exterior, através do .lanço do Brasil S.A., cu
na for.Tia prevista .lO "Ctaivêni'- Mú>,uo éiiLie Sociedades Seguradoras", se for o caso.
•, Pagamento a bencíiciãriõ resídcrnte no Pais : 2,2.1 - Ciando i indenização oj '.d-spesd com sinistro
devida a beneficiário residente no Territórie Nacional, o
for
pagamento
será feito em c-uzeiios.
BI .782*Pdg.08*01 . 10.84 :i . 78:^-Pag . 09*01 . 1 O .84
Utk
CERTIFICADO DE SEGURO
LOMTirO 01
RESPONSABILIDADE CIVIL 00 TRANSPORTADOS
Conselho Haolonol de Seguros Privados-CNSP
rodoviário em vagem internacional
loexTtFtcicIo u >e(m.o
iiicn roíi t» itiiiTiiiio -KCioML
RESOLUÇÃO CWSP N9 ll/8'3
O CGI.SLLHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS (CNSP) , usan
do das atribuições conferidas pelo art. 32. item XII, do Decreto-lei no 73, dr- 21 dc- novembro de 196Ó, e tendo em vista o que consta do processo CNSP r.9 16/84-E , RESOLVE: A concessão de reçLStri Lioitrs oe looCNiztcio poi pts»oa/Btss CifrOS CCtPOMIS COt6llLl|4S
A POK PESSOA
VI?IHaO<
1
ÍKSOS V^iTEdlA) S
♦
1
HAGAfiCKS LIHTTC POA PESSOA
DVTOS COftPOKAIS
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USS li.000
OATlOS
rtuctihos
^
POI PÍSSOi VITIHAOA
1
OVnCA 63IS LlKlTt P0« LHS P. ATI NCl DA
USt 13.000
;
13.000
quff
a) sociedcdus comerciais;
HATEtUlS SAGAOniS
líSt s.uoo
(KiO TMHSPOKTAOOa) ^
seguros,
estejam organizadas sob a lorma do:
li Si ;oc.ooo
•
fA$£ÂÇSinOS
crt/uta^giiTAoos)
como corretor de
somente será outorgada às sociedades regularmente constituídas,
b) sociedades civis, de fins lucrativos;
OAMOS COfirOAAlS C/OU HiTClUlS
c) sociedades civis organizadas sob a forma de
USI SO.OOO
so-
ciedcjdes mercantis.
zítTirio.sc Ke nt coarotiioioc cs> i AvimçÀo t Jfóíicc Í.VÍÍCieiS. 1 fUCÍt ACIMA OtSCIITA, S£ lACOir»! StOJlAOÁ M[STA cctrAMHiA. £• rcuos 01 itf:ra'Mori.io.<oi crviL. po ciamstoitapoi tCICI lAMIO £m HACIM JMreUACIOMAl.
2. Nãc será concedido registro, por igual, às
socieda
des CUJOS sócios e ou diretores:
a) aceitem ou exerçam emprego em pessoa jurídica dc Direito Público;
b) mantennam. relação de emprego ou de direção
(REPRODUZIDO DO DIÃRIO OFICIAL DA ÜNISO DE 21-9-84 - SEÇAO I - Pigs. nOs. 13 821/82'
com
scciedado seguradora.
2.1 - Também não poderão registrar-se
a5__ socieda
des das quais participem pessoas }urLdica5 integradas por sócíos^^ ^^ou acionistas q^e se encontrem nas situações previstas nas alíneas "a" e "b" deste item.
3. As sociedades, atualmente em funcionamento, que não
atendam às condições estabelecidas nesta resolução deverão, no prazo dc 120 (cento e vinte) dias, promover as necessárias adaptações,
en
seus atos constitutivos.
3.1 - Findo o prazo aludido neste item, as correto
ras, no prazo de 60 (sessenta) dias, ficam obrigadas a submeter
a
aprovação da SUSEP as ért^eraçòes procedidas em seus instrumentos cons
titutivos o quadros soci^ários.
4. Esta Resolução entra em vigor na data de sua
publi
cação.
Brasília, IL dc setembro de 1984. ERNANl', &,>lvdas Prcsiluv.c
do CNSr
RESOLUÇÃO CNSP N9 12/84
O CONSELHO NACION.\L' DE SEGUROS TRIV/iDOS (CNSP) , no uso
de suas atribuições legais, apreciando o que consta do processo
CNSP
nÇ 12/76-E. RESOLVE:
I - LIQUIDAÇÕES DE SOCIEDADES DL SEGUROS £ CAPITALIZAÇÃO 1.
O percentual do
(cinco por cento) arrecadado pe
Ia SUSEP, si..bre o valor do ativo apurado das Sociedades ifie Seguros
e
Capitdlizaçaii, em regime de liquidação extrajudicial, previsto no art. 106 do üOv:roto-iei
n9 73, de 21 de novembro de 1965, destina-se ã for
mação de um Tundo Especial, de natureza contábil, para atender aos en cargos da autarqui a, diretamente relacionados aos processos de liqui-
daçao, inclusive g ratificação aos servidores encarregados de executar os trabalhos de
li quidaçào.
2.
Semgre que ocorrer a realização de valores ativos,
os Liquldantes ef(»tuarao o 1
dlretéunente ao
recolhimento do percentual referido noiteín
Banco do Brasil S.A., em ficha usual de
depósito.
em conta já existente, sob a titulação "Superintei lendência de
Seguros
Privados - bUSEP - C/l-'undo Especial em decorrência decorrênci. do DL 73/66", ipeciai em
de
vendo uma via do comprovante de depósito ser remetida a Coordenadoria
de Liquidações (COORO) e outra à Divisão de Finanças da Diretoria Ge ral, acompanhadas de correspondência explicativa. 3. As disponibilidades da conta do "Fundo" a que
se
refere o item anterior serão aplicadas pelo Superintendente, em con sonância com o item 1 da presente Resolução, observados os seguintes cri terios:
os LIÜUIDANTES DE SOCIEDADES DE SEGUROS E CAPI-
ALIZAÇAO perceberão g-ratl ficaçoes mensais, em cruzeiros, até o equi-
va ente a 20 'Vinte) vezes o maior valor de referência de que trata a
BI . 782*Pág . 10*01 . 10.84
BI.782*Pãg.01*01.10.84
Lei n9 6.205, de 29.04.75, vigente no País na data da decretação da cncpD ' arbirrada pela Superintendência de funcionários Seguros Privados •SUSEP - ^ e ser reajustada de acordo com o aumento dos Públi cos da União;
b) os^AUXILIARES DO LIQUIDANTE perceberão, a criti
no da SUSEP, gratificações mensais, era cruzeiros, até o nontante equl valente a 50% (cinqüenta por cento) do valor da remuneração atribuída ao respectivo Liquidante;
,
. c) o pagamento da gratificação mensal excluirá o beneficiário de qualquer outra forma de participação nos resultados
da'liquidação. 4. Cabe à Superintendência de Seguros Privados - SUSEP
decidir sobre a necessidade de efetuar adiantamentos de recursos, por conta do Fundo Especial de que trata o item 2 desta Resolução, ãs
INTERAMERICANA COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS - Através úeste "Bo
letim Informativo", a Interamericana Companhia óe Seguros Gerais comunica ao Mercado Segurador que transferiu as instalações de todo o Grupo de suas empresas no Rio de Janeiro para o Edifício Linneo de Paula Machado, Av. Almirante Barroso n"? 52. ' Após
pesas administrativas da liquidação, previsto seu reembolso quando da realização dos respectivos ativos.
efetivada a transferência, concluída no dia 24 de setembro, é a seguinte a disposi ção das diversas diretorias da empresa: 149 andar- Diretor-Superintendente, Direto ria Administrativa e áreas afins, Diretoria Técnica e areas afins, Diretoria Finan -
5. Na impossibilidade do reembolso dos
ceira e areas afins e Diretoria de Sinistro; 69 andar - Diretoria da Sucursal Rio de
massas liquidandas sem disponibilidades imediatas, para ocorrer ãs des
adiantamentos
de que trata o item precedente, fica a SUSEP autorizada a, com baseno relatório final da liquidação, determinar o registro dos saldos daque les adiantamentos, eventualmente não cobertos, a débito de "Despesas^ do Fundo Especial. 6. Anualmente, após o encerramento do exercício,
SUSEP prestará contas da movimentação do Fundo Especial ao Nacional de Seguros Privados, independentemente de outras
a
Janeiro e ãreas afins, Diretoria VG/AP e areas afins. A Interamericana comunica ainda que o acesso telefônico as novas instalações poderá ser efetuado através do n9 292-2121, havendo também outro acesso auxiliar, exclusivo as Diretorias, pelo n9 220-7191.
Conselho exigenciag
SEGURADORA AGROBANCQ S.A. - A Superintendência de Seguros Pri
legais que se fizerem necessárias.
7. Os_encargos da SUSEP, diretamente relacionados" aosprocessos de liquidação de Entidades Abertas de Previdência Privada,
vados divulgou no "Diário Oficial" da União de 3 de setembro (Seção I, Página 12 849) a Portaria n9 167, de 27 de agosto, que aprova a alteração introduzida art, 59 do Estatuto da Seguradora AGROBANCO S.A., com sede em Goiânia, relativa
n9 no ao
inclusive gratificação aos servidores encarregados de executar os tra
aumento de seu capital social de Cr$ 524 milhões 400 mil para Cr$ 1 bilhão 200
mi
II - LIQUIDAÇÃO DE ENTIDADES ABERTAS DE PREVIDÊNCIA PRIVADA
balhos da liquidação, serão custeados pelas próprias massas liquidan das, a elas debitando-se os respectivos valores.
7.1 - Aplicam-se, nos casos de liquidação de Enti
dades Abertas de Previdência Privada, as disposições constantes
dos
lhões 476,00, mediante subscrição em dinheiro, conforme deliberação de seus acionis tas em Assembléia-Geral Extraordinária realizada em 20 de agosto. Na edição da mesnw data, o DOU publicou a Ata da AGE da sociedade seguradora.
itens 4, 5 e 6 desta Resolução.
8. As gratificações a serem pagas aos
Liquidantes
e
respectivos Auxiliares obedecerão aos seguintes critérios: a) Os Liquidantes de Entidades Abertas de Previden
cia Privada perceberão gratificações mensais, em cruzeiros, ate o equl
.
medida, a ser arbitrada pela Superintendência de Seguros
CORRETORES DE SEGUROS - A Superintendência de Seguros Privados
^?^'"®tora Nadir Maria de Almeida teve o seu registro cancelado temporariamente, a
valente a 20 (vinte) vezes o maior valor de referência de que trata a
Lei nV 5.205, de 29.04.75, vigente no País na data da decretação
^
vDelegacia de São Paulo) informa o Mercado Segurador que cancelou, em caráter defini tivo, os registros dos corretores Hermelino César Lago e Antônio Egydio GuaglianoneT
da
Privados
SUSEP e reajustada de acordo com o aumento dos funcionários
Públicos
da União;
b) Os Auxiliares dos Liquidantes perceberão, a cr^
tirio da SUSEP, gratificações mensais em cruzeiros, até o
montante
equivalente a 50% (cinqüenta por.cento) do valor da remuneração atri buída ao respectivo Liquidante: c) O pagamento das gratificações mensais referidas nas alíneas "a"
e
"b" deste item excluirá os beneficiários de qual-
quer outra forma de participação nos resultados da liquidação.
9. As gratificações de que tratam os itens 3 e 8 des ta Resolução serão pagas:
a) Integralmente, durante_os 24 (vinte e
quatro)
P . -.
BRASPECTOR-COMISSARIO de AVARIAS - Cadastrada na FENASEG como
Bra rad c?g?r
de Avarias (sob o n9 146) e reconhecida_pelo Instituto de Resseguros do ^ está BRASPECTOR-Supervisão, Vistoriaprograma e Inspeção Ltda. cientifica o Mercadoespe" Segu desenvolvendo um extenso de treinamento de mao-de-obra
Bra
a fim de ampliar o seu atendimento as sociedades seguradoras. Atuando no
estl-f^diada Exterior, atravésdedeInhaúma, ampla rede agentes e representantes, a BRASPECTOR a Rua Visconde 58-99deandar - Telsv263-0920, 263-1622
<J3-5163 e 233-5215.
primeiros meses contados da data da decretação da medida;
b) Parcialmente, a partir do 259, na
proporção^de
50% (cinqüenta por cento) do valor inicialmente fixado, era
consonân
cia com o disposto na alínea "a" deste item.
nas alíneas "a"
e
9.1-0 pagamento das gratificações referidas "b" deste item poderá ser suspenso ou ter seu va
lor revisto a critério do Superintendente da SUSEP, observadas as dis
posiçoes do item 3 desta Resolução. 9.2 - Nos casos de substituição de Liquidante ou de Auxiliar de Liquidante, cabe ao Superintendente da SUSEP deci dir quanto ao pagamento de gratificação ao servidor que assumir a fun
ção, observadas as demais disposições desta Resolução. 10. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publ^
cação, revogadas as Resoluções CNSP n9s 05/80, de 06.02.80, e
07/81,
de 02.09.81.
os
.
AMERICAN HOME ASSURANCE COMPANY - Com o objetivo de aprimorar
tran^f no Ri nP 52° P
® partir do dia 24 de setembro, as instalações do seu Grupo de empresas
Perint A ^ afins
® disposição das suas diversas Diretorias: 149 andar-Diretor-Su Diretoria Administrativa e ãreas afins, Diretoria Técnica e área?
a American Home Assurance Company informa o Mercado Segurador que para o Edifício Linneo de Paula Machado, ã Av. Almirante Barroso
Ma d ^^^etoria Financeira e áreas afins, Diretoria de Sinistro; 69 andar- Direto -
^ican H efetn
Rio de Janeiro e ãreas afins, Diretoria VG/AP e áreas afins. A Ameinforma ainda que o acesso telefônico as novas instalações poderá ser
. através n9 292-2121, havendo também outro acesso auxiliar, exclusivo as 'retoria. pelo nÇdo220-7191.
Brasília, 11 de setembro de 1984 (Of. n9 200/84)
CORRETOR DE SEGUROS -- nA Superintendência de Seguros Privados 1 >-»r\ uu uiucilucriL. Id uc ocyurub rrivi de OlivoH mercado que suspendeu, a pedido, o registro do corretor Pedro José 'veira Muller.
ERNANE GALVÊAS
^OmumV
Presidente do CNSP
(REPRODUZIDO DO DIÁRIO OFICIAL DA UNIAO DE 21-9-84 - SECÁO I-Pig, nÇ 13 821 BI.782*Pág,01*01.10.84 BI.782*Pig.02*01.10,84
EXECUTIVO,LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO LIDERANÇA CAPITALIZAÇAO S.A, - O "Diário Oficial" da União de 20
de setembro fSeçao^I, Pag. n? 13 739J publicou a Portaria n? 169. de 31 de ago^ to, da Superintendincia de Seguros Privados, que aprova as alterações introdu zidas no Estatuto da Liderança Capitalização S.A., com sede em Sao Paulo, den tre as quais a relativa ao aumento de seu capital social de Cr$ 651 milhões 294 mil para Cr$ 3 bilhões 150 milhões, mediante aproveitamento de reservas dispo
níveis, Incluída a correção monetária do^capital. O aumento foi deliberado pe los acionistas em Assembliia-Geral Ordinária, realizada cumulativamente com
a
Assembléia-Geral Extraordinária, em 30 de março. Na edição da mesma data, o DOU divulgou a Ata das AGO e AGE e o Estatuto da companhia de capitalização.
PODER JUDICIÁRIO Apelaçao Cível nÇ 288 593 19 Tribunal de Alçada - SP 69 Câmara Relator: Juiz Nelson Altemani - Unânime SEGURO - SUICÍDIO. EMENTA
"Nao é voluntário e obrigaa cobertura o suicídio levado a efeito em circunstancias criadas por violenta emoção." Apelação CTvel n9 56 198 19 Tribunal de Alçada - RJ 29 Câmara Re1ator: Juiz Emerson Santos Parente - Unanime SEGURO - DEFESA DO SEGURADO. EMENTA
"Nos embargos de execução por titulo extrajudicial,
a executada pode alegar qualquer matéria que lhe seria licito deduzir como defesa no processo de conhecimento, inclusive nulidade do titul^o exeqüendo. Nulo e o contrato de seguro, em que há fraude ou falsidade na declaraçao do segurado, no tocante a seu estado de saúde."
Apelaçao CTvel n9 60/80
Tribunal de Justiça - Campo Grande - MS Turma Cível
Relator: Desembargador Athayde Nery de Freitas - Unanime
RESPONSABILIDADE CIVIL - ACIDENTE DE TRANSITO - MORTE - CULPA - CALCULO DA PENSAO. EMENTA
Age com culpa o condutor do veiculo que, desenvol
vendo velocidade incompatível, em frente a Colégio regularmente sinalizado atrooela e mata transeunte.
BI.782*Pág.Q2*01.10.84
^
- . _ Obrigação do condutor de indenizar as despesas fu nerárias^ com juros e^correçao iionetaria, a partir da citaçao, bem como de pensio nar a viuva, pelo período de ci ico anos, correspondente a metade dos ganhos que a BI.782*Pág.01*01.10.84
vitima efetivamente auferia, com seu trabalho, a contar da data do evento. E M
Inexiste impedimento legal quanto a acumulação da
"O aguaceiro no momento da descarga, nao constitui
pensão providenciaria e a devida por ato ilTcIto."
CU53 elidente da responsabilidade quando seus efeitos podem ser evitados pela açao
(j-jllgente de fechar imediatamente os poroes ou cobri-los com proteção adequada que
O navio deve possuir para essas contingências,"
Apelação CTvel nO 72/80 Tribunal de Justiça - MS Turma CTvel
Apelaçao CTvel n9 15 891
Relator: Desembargador Jesus de Oliveira Sobrinho - Unanime
Tribunal de Alçada - MG
ACIDENTE DE VElCULO - PERITO DO SERVIÇO DE TRANSITO - TESTEMUNHA - NULIDADE - CRUZA
23 câmara
MENTO NAO SINALIZADO.
Relator: Juiz Lellis Santiago - Maioria de votos
DENUNCIAÇAO DA LIDE - COMPANHIA SEGURADORA - OBRIGATORIEDADE EMENTA EMENTA
"Não constitui nulidade a audiência do perito
Departamento de Trânsito, como testemunha, visto não estar entre os impedidos
do
ou
suspeitos de depor.
"A Companhia Seguradora deve ser denunciada da 11^-
(le, mesmo que efetue os pagamentos segundo a apólice, independentemente da apuraçao
^ _ No cruzamento nao sinalizado de duas ruas, em que uma e de transito mais intenso, constituída de duas pistas separadas por canteiro central e a outra e de pista simples e de duas mãos, cabe ao motorista que trafegar por esta tomar os devidos cuidados ao atravessar aquela, ainda que venha pela direi
da culpa.
A finalidade da denunciaçao da lide é tutelar o iji teresse de terceiro, evitar a possibilidade de decisões contraditórias e promover a economia processual.
tã ■
VOTO VENCIDO DO JUIZ ANTBAL PACHECO: Nos contratos
(REPRODUZIDO DA REVISTA FORENSE - NÇ 283 - JULHO / AGOSTO - 1983)
de seguro e desnecessária a denunciaçao da lide da Companhia Seguradora, uma
vez
que esta, independentemente da apuraçao da culpa, efetua os pagamentos dentro
dos
limites da apólice." Apelaçao CTvel n? 45 378 - RS
Apólice Cível. nQ 3/81
Tribunal Federal de Recursos 23 Turma
Relator: Ministro Paulo Tãvora - Unanime
Tribunal de Justiça - PR
TRANSPORTE MARTTIMO - AGENTE DE NAVIO.
23 Câmara Relator: Desembargador Abrahão Miguel - Unanime CONTRATO DE SEGURO - CLAUSULA DE RATEIO.
E M E -N T A
"O sujeito passivo ad causam da ação de indeniza -
EMENTA
ção por falta ou avaria e o transportador emitente do conhecimento de carga.
No caso de transportado^" estrangeiro nao estabele
cido no Brasil, seu representante, inclusive para receber citação, e o agente do na vio no porto de descarga. O agente do navio nao responde em nome próprio pe la indenização das faltas ou avarias."
"Nos seguros de bens, em princípio, a importância segurada deve corresponder ao valor em risco do objeto do seguro. Constando das condições gerais da apólice a cláusula de rateio, convencionada livremente entre
as partes, sua aplicação proporcional serã empregada nos casos em que o objeto do seguro foi segurado por valor inferior ao respectivo risco, ficando o segurado co mo segurador da diferença. Pendendo litígio sobre o objeto do pagamento, caberia a seguradora, na forma do art. 973, inciso V, do C. Civ., consignar a indenização que entendeu de direito,"
Apelação CTvel n9 45 243 - RJ Apelaçao Cível nQ 33/82 Tribunal Federal de Recursos Tribunal de Alçada - PR 2Q câmara
23 Turma
Relator: Ministro Paulo Tãvora - Unanime
Relator: Juiz Negi Calixto - Unanime
TRANSPORTE MARlTIMO - FORÇA MAIOR. BI,782*Pdg,03*01 ,10.84
BI.782*Pig.Q2*01.10.84 tlÉlllÉ\ H
PODER EXECUTIVO RESPONSABILIDADE CIVIL - AÇAO DE INDENIZAÇÃO POR FURTO DE VETCULOS - COMPETÊNCIA. EMENTA
BNH COMUNICA ALTERAÇAO
"Ê da competincia do Tribunal de Justiça, o conhe cimento, processamento e julgamento das ações de reparação de danos por furto de veículos em estacionamento publico."
DAS "NORMAS E ROTINAS" DO SEGURO HABITACIONAL
Apelação CTvel nO 1 042/80 O Banco Nacional da Habitação distribuiu ao mercado a
Lircular DESEG n9 17/84, comunicando a alteração dos subitens 4.1.3 e 13.5, das "Nor"las e Rotinas" divulgadas pela Circular CFG n9 12/77 (Seguro Habitacional-Normas e Ro
Tribunal de Alçada - PR Câmara Relator: Juiz Luiz Perrotti - Unanime
tinas-Aplicãveis i Cobertura Compreensiva Especial). Anteriormente, aquele tinha a
J
. l»M- U 4
^
n CA
A ri
subitem
A í* i-i 1 k Q v nr>\/a Çpni iy*a H Ava
AC
ACIDENTE DE TRANSITO - SUB-ROGAÇAO - CULPA - CORREÇÃO MONETARIA. EMENTA
"Quem faz conversão i esquerda sem as cautelas le gais, provocando acidente, responde pelos danos causados,
Nas "Normas e Rotinas", o subitem 13.5 tem a seguinte
nedaçâo:
A correção monetária Õ devida porque a seguradora
pagando a indenização e estando sub-rogada nos direitos e açÕes do segurado,
faz
jus aquilo que ele teria direito e mesmo porque a correção monetária e inerente a
■^snte preenchido (Anexo 9), encaminhados os seguintes documentos:
reparação do dano."
^
^
^
Através da Circular DESEG, o BNH comunica que
scentada ãs diversas alíneas daquele subitem a alínea "i".
foi
Apelação CTvel n? 169 C I RCULAR
Tribunal de Justiça - AC
Relator: Desembargador Jorge Araken Faria - Unanime
Abaixo-, reproduzimos na integra a Circular expedida
pelo BNH:
CONTRATO DE SEGURO - NAO PAGAMENTO DO PRÊMIO - CANCELAMENTO. EMENTA
DEPART.^MENTO
"Não' solvido o primio em tempo hábil, o contrato de seguro fica automaticamente cancelado, independentemente de qualquer notifica ção, interpelação ou protesto."
DE
SEGUROS
B OUTRAS
GARAJ^TiAS
Rio Jo Janeiro, 1 9 de £:o.Lornbro
(REPRODUZIDO DA REVISTA FORENSE - JANEIRO - FEVEREIRO - MARÇO DE 1983)
CIRCULAR DESEG NÇ
de
17/84
Comunica d altcra-ção dos subitens G 13.5,
1984
das Normas e Rotinas
4.1.3
divulgadas
pela Circular CFG n9 12/77.
■^^■^ados Senhores :
^
Sirvo-me da presente para comunicar a V.Sas.
que
-am alterados os subilcns 4.1.3 e 13.5, das Normas e Rotinas divu_l pela Circular CFG n9 12/77, corriL- sl-íjuc.
BI.782*Pâg.04*01.10.84
BI.782*Pãg.01*01.10.84
o subitem 4.1,3 passa a ter a seguinte redação: "4.1.3 - Na hipótese de o Financiador escolher nova Seguradora/ os sinistros avisados até 25 de janeiro seguinte se.
De acordo:
rão pagos pela antiga Líder/ sendo de responsabilidade da nova Líder
CARLOS PINHEIRÍXCKMBERS RAMOS
■-J ^
os sinistros avisados apcs r3guela data.
Diretor
4.1.3.1 - Fra exceção ao disposto nes te subiteni/ correrão por conta da nova Todcír os sinistros de morte e
invalidez permanente avisados c\te 25 de janeiro, orri que a documenta ção aiudica nas alíneas a a i, do subitem 13.5 destas Normas e Ro
Dirigida ã A'dminlstraçao da Caixa Fconômica Federal e suas Filiais, Caixas Econômicas Estaduais, Associações de Poupança e Empréstimo, Sociedades de Crédito Imobiliário, Companhias de Habitação, Coopera ticas Habitacionais,
lAPAS,
Institutos de Previdência Estaduais, A-
Qcntes ri o Prcigrama Fimaco, Agentes Promotores, Bancos de Investimen
tinas, não tenha sido entregue ã antiga Líder até aquela data.
tò5, Cv.imp^ann ias de Desenvolvimento Estaduais,
Carteiras
rias dos Clubes Mi litares, Fundaçõc;, Empresas, 4.1.3.2 -• Para a hipótese de que tra ta o subitem 4.1.3.1, devera a antiaa Líder transferir a nova lide
togui auc r vi; ' Vui rvos,
i HP ,
Auênoijis,
Imobiliá
TNOCOCP's,
Unidades Centrais do BNH
ABECIP, e
'PKEViíAi- .
rança, ate o dia 10 de íovereiro, toda a doournon Wjçao recebida do F_i nanciador,. relativa ao sinistro".
O subitem 13,5 passa a contar
com a seguinte ali
i)
ocorrência do
nea:
documento comunicando a
si
nistro, recebido do Segurado ou de quem suas vezes fizer, para a hi
põtese de que trata o subitem 10.3, das Condições Particulares para Riscos de Morte e Invalidez Permanente, da Apólice do Seguro Ha bitacional".
Atenciosamente,
d.-/ '-''
i
h
b; b J '■ r
• -IaJIZ HEITOR LIMA DA 'v/EJGA
Departamento de Eequros o Outras Garantias Che f e
BI.782*Pãg.03*01 .10.84
BI.782*Pãg.02*01.10.84
IMPRENSA
|om€xi do Cominercio
Aldeia
Global Luiz Mendonça
dos
seguros
do
comércio
exterior
da
"/Vossas aíívidades são exercidas em üüses puràmenle comerciais. Porlanio.
UniUrri Soviética: seguros de cargas, de novos, de aviões, de veículos terrestres.
uor>3 negocios são os que deixam resui-
cio "containers" o do outros riscos. In clusive resseguros. Em data mais recen
lúaos posiuvüs O fiessoii, naluraliiiGntô. procuramos expandir nossas operações, i-fá negócios que por vánaa razões se lar-
iiám deZ/c/tários e, ôntâo, o mercado /nlernacional costuma empregar remédios
te passou s.ihiiiddoe
a operar seguros de responcivi/ das empresas soviéticas
coberturas. Entretanto, nós os encaramos
de transporte internacional, tanto de car gas como ae passageiros. A "Ingos' strakh". em suma, opera esquema cto' absorção dos riscos inerentes ao comér cio exterior do seu pais; um esquema
também a longo prazo, considerando que
para reduzir ao mínimo o coeficiente de
como a elevação de taxas e iranquias, a limitação de responsabilioades e de circunstâncias desfavoráveis fazem parte
■mportações de seguros para tais riscos.
00 próprio negocio de seguros". Essas
Mas
foram declarações recentes do sr. L. L.
mundo inteiro, prevalece uma comezinha noçào técnica: os grandes riscos (sem
Bogdanov, em resposta ao editor da pu
toda esauema securatório, no
blicação alemã "D/e Versicherungs Runds-
pre há um segmento deles) são focox
cnau", especializada em seguros. O en
potenciais de desestabilização. Melhor è submetê-los a um re^me de trocas com
trevistado é presidente da "Ingosstrakh" flnsurance Company oí the URSS). Até 1947 havia na •■Gosstrakh" (a aeguradora estatal da União Soviética) um
cepartamento de operações
internacio
na/s de seguro e resseguro. Naquele àno tsi departamento foi desmembrado, sttf9'ndo então como empresa /ndependenfe
parceiros internacionais. Assim, o esque ma se amplia (inclusive geograficamente). obtendo o ganbo técnico de uma disper
são maior, não só dos riscos, mas tam.bém e sobretudo das perdas que etef
possam gerar. Com mais uma vantagem: a utilização de poupanças externas na reparação
de
grandes
perdas
internas.
y "/ngossfra/fb", A opção administrativa
(departamento ou empresa autônoma) foi
Compreendendo isso, a União Soviéti
• í-—i fí/ta questão de escolha do me
ca tornou-se parceira de outros
lhor meio para a realização do mesmo tim: "evitar que a URSS se transformasse
dos. nas trocas internacionais de resse-
merca
em exclusiva importadora de serviços de seguros de outros países", como acres
strakh" teve que submeter-se è suas re
aifos- Ê entrando nesse joqo, a "Ingos gras. adotando (como disse o sr. Soada
nov) obietivos puramente comercfals. Tam
centou o sr. Boodanov.
bém em matéria de seguros e ressegu Portanto,
a
"Ingosstrakh"
ocupa-se
ros o mundo é, sem dúvida, uma aidéia ■-Intai
BI .782*Pag.01 .01 . 10.84
IRB deve assumir todo
o prejuízo de Londres MlüUCilUO SG»lJKAiM)ll
EdUor: Albc- ioSalíno
Com base em estimativas de balan
ços provisórios que o Instituto de Resse
guros do Brasil (IRB)
possui sobre a>
atividades do consórcio de Londres, a*empresas seguradoras pretendem repa.ssar definitivamente a sua parte de res
ponsabilidades — elas ainda respondem por cerca de 15% dos negócios ali reali zados — ao ressegurador estatal. A in formação é do presidente da Federação Nacional das Empresas de Seguros Pr.
Sinistralidade alta
vados e de Capitalização (Fenaseg). Vic tor Arthur Renault.
te, como vem ocorrendo há algum tem
po, apanhadas quase de surpresa ao fim de cada exercício quanto ao montafitc
dos pr^uizos havidos no Escritório 'd'.» Londref. "Dessia forma" — reitera — "o
que pretendemos é vender definitiva mente a parte das nossas responsabili dades ao IRB". Para ele. essa seria ainda uma for
ma de encerrar os negócios decorrente? do consórcio, uma vez que o IRB já fe-
cliou definitivamente as operações do aceite no mercado ressegurador da ca
Victor Renault adianta que o que
muda o habitacional
companhias de seguros sejam anualmen
pital inglesa, lassim como a maioria das
está em negociação é um esquema d^pagamento dos prejuízos do Escrito"i;"
ram as operações de seus departamen
de Londres ao IRB, "Seria" — diz ele —
tos internacionais.
"uma venda das responsabilidades não
seguradoras privadas também encerra
cobertura aos danos intrínsecos oausado,'' ao apartamento do sistema habitacional
conhecidas e das conhecidas c não pa predeterminado."
teando mudanças no seguro habitacional compreensivo, victor Renault, presidente da
"Ou seja-, aqueles que são decorrentes da
Não há dúvidas, na sua opinião, dc que de Londres ladnda surgirão sinistro." que irão além de 1986, não em grand-'
Elsse processo, ainda segundo ele é usual
qualidade da construção, e, portanto, de
volume, uma vez que as aceitações dp
mente praticado em todo mercado re.«
Federação Nacional das Empresas de Segu
novos riscos pelo escritório foram oroib:-
sprnsabilidade civil do construtor", reite
segurador do mundo.
ros privados e de Capitalização, revela que 03 estudos para Isso já estão elh andamen
ra, acrescentando que ehs inclusive gera ram perdas, embora nóo as tenha quantifi
das em final de 1982. o que significa que
to junto ao BNH e ao IRB (Instituto de
cadas. que levaram a uma rápida deterio ração do .«seguro.
Em
Virtude
da
alia sinistralidade, as
einipr:sas de seguics .privados eslüo plei
Resseguros do Brasil) e vi=am, com a partici.paçáo da Fenaseg, criar uma nova orien
tação paxa a apólice-
Alem disso, de acordo com suas pala vras, essa deterioração da apólice do BNH
Victor Renault adianta que o trabalho dos trés órgãos está, mais precisamente,
foi agravada pelo grande número de apo-
sendo norteado para mudar as coberturas Indenlzáveis do seguro, dando uma maior
Social
rigidez às condições gerais da apólice. Nes
Jaitas Pâs.-arinho. da Previdência Social, ressalta Victor Renault, foram feitas de for
se caso, por ex:miplo, diz ele, seria excluído da cobertura o dano causado ao imóvel pelo
.-"ntadorlas registrado junto à Previdência por
invalidez
permanente.
Muita?;
ma
fraudulenta, Entretanto, s'"gundo
ele,
não há uma estimativa do quanto elas re
ó de responsabilidade
presentaram em indenizações para a car teira habitacional, "pelas próprias declara
"Inevitavelmente, as taxas ds prêmios tainbém serão objeto de exame", confessa, Sig
nifica que o preço do seguro poderá ficar mais caro.
preço
Os entendimentos no
momento -
prossegue — caminham para se definir as perdas que ainda advirão do escrito rio londrino, "dentro de estimativas
mais próximas possíveis da realidade o prazo, entre do's a três anos, e as con
dições de pagamento a serem estabeic cidas junto ao IRB, da parte que cabe às empresas seguradoras assumirem.
a partir desse ano as perdas vão decrescendo gradativamente.
Estimar os prejuízos que ainda vêem pela frente, para Victor Renault. não ó difícil porque em função dos negóch).-; assumidos pode-se calcular as reservas necessárias para enfrentar o risco. Cál
culos do LRB, já algum tempo divulgados por seu presidente.
Ernesto AIbrecht.
dão conta que o escritório ainda regis FIM
Com isso. o que se pretende, diz c
presidente da Fenaseg, é evitar que as
trará perdas da ordem de US$ 160 mi lhões. sendo que US$ 100 milhões sdrão contabilizados este ano e o restante do 1985 em diante.
de oausar enorme (preocupação"» salfunta. O president-e da Penaseg observa que é justamente em virtude desses fatos que a
cart';lra errcontra-se hoje altamente deJIcltária. Ainda sobre a elevação do preço do
È do conhecimento geral, afirma Renalt, que a lapóiior compreensiva, embora
seguro, Renault lembra que nessa apólice compreensiva do BNH existe uma cláusula
feita basicamente para cobrir b morte do
de reajuste automático do prêmio que pode
mutuário e o dano físico ao imóvel, pro
S'T acionaria quando a taxa de sinistralida
veniente de incêndio, inundação
de fica muito elevada, como está atualmen-
acentuadamente, nos últimos anos, danrti'
um
ções do Ministro Passarinho, as fraudes são
DISTORÇÕES
etc., '.em
por
del-as. como já admitiu o próprio Ministro
emprego de material de baixa qualidade, que civil do construtor.
gas,
t.°. p já de algum Jempo.
Seguro de crédito do SFH depende da Abecip O presidente da Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e o'.Capitalização (Fenaseg), Victor ArihUi Renault, afirma que a inipiantaçàodoso • guro de crédito do Sistcmi F.nanceiro da Habitação (SFH) está na dependên cia de uma manifestação da A.ssoclaçáo Brasileira das Entidade.? de Credito Imo
biliário e
Poupança (Abecipi, que no
momento analisa o projeto, a ela entre gue pela Fenaseg há cerca de trés mese-
Victor Renault adianta que a pari'oipação do Instituto de Resseguros cio Brasil (IRB) está garantida, declarada, segundo ele. em várias oportunidade-, durante a elaboração da proposta, num
processo que o Instituto acompanhou rtr perto, pelo presidente do órgão, E"ne.?to AIbrecht, e seu Diretor -de Oceraço"'Nacionais. Gilberto Formiga.
O seguro
de
crédito surge
agoru
para ocupar um espaço vazio deixado
pelo BNH depois que resolveu extingüi esio cobertura no .seguro habitacional .
Possivelmente, ele será operado através
de um sistema de pool, com a participa
ção de todas empresas seguradoras pr; vadas do mercado, que bancarão cerca de 80% dos ri.scos. Os 20% restantes se
riam ressegurados no IRB. o .seguro co-
b"-irá as perdas com
do agente financeiro
a inadimplência do mutuário
SFH
REPRODUZIDO DA EDIÇAO DE 28-09-84) BI .782*Pãg.02*01 . 1 o.84
BI .782*Pig.03*01 .10.84
Outros VI
SEGUROS
Há uma apólice para cada imprevisto no cinema e TV glAucia maha machado Correipond«nfe
cerca de Cr|5 bilhões para que as dificuldades fossem superadas e o fil me pudesse ser concluído e refeito
LONDRES — Quando Richard
em algumas partes.
Burton e Elizabeth Tay^lór abando
naram as filmagens de "Cleópatra", em 1960, e iniciaram um dos casos de amor mais públicos e tempestuo
Hoje em dia mesmo no mais mo
desto orçamento de cinema está in cluída a cláusula "morte e/ou desas
sos da história do cinema, os escritores e os leitores de fofocas interna cionais deliraram. O mesmo não se
tre", que inclui uma gama imensa
pode dizer de três entidades — o exmarido de Taylor, Eddie Fisher, a
com a falta de diretores, operadores
de possibilidades. Curiosamente os
produtores estão mais preocupados de câmara e iluminadores do que de
ex-mulher de Burton, Sybil, e a com
atores — os últimos são mais substi-
panhia de seguros.
tuíveis, os primeiros são segurados a ura prêmio muito mais alto.
Enquanto diretores, técnicos e de
Mas não só dessas chuvas e tro-
mais atores aguardavam a volta dos dois pombinhos da fuga cinemato gráfica, a seguradora teve de de sembolsar o equivalente a USí 12 milhões, na época (cerca de Cr| 24 bilhões). O seguro no cinema está
"Dr. Jivago", pegou fogo, o prejuízo
cheio de histórias semelhantes de
nário armado em um cemitério de
gastos astronômicos, no entanto nem sempre por motivos tão char
Madrid.
mosos.
Afinal, um dos axiomas mais im
portantes que impulsionam HoUy-
wood é "o show não pode parar". Natalie Wood estava no meio de uma
filmagem quando morreu afogada. Os produtores tiveram que encon trar uma substituta e os seguradores
voadas está sujeita uma filmagem. Quando a rua de Moscou, do filme somou centenas de milhares de dóla res, apesar de não passar de um ce
Outro caso interessante-, o pombo que foi treinado para voar através das asas de um avião no filme "Es ses homens maravilhosos e suas má quinas voadoras" sofreu um aciden
te fatal antes de concluir sua parte. Não se sabe se, como conseqüência, o menu daquela noite foi pombo com arroz, mas sabe-se que o seguro foi quem pagou o pato.
REPRODUZIDO DE O GLObü - 24-9-84) BI .782*Pãg.01*01 . 1 O.84
i.
......
tiveram que pagar US» 2,5 milhões,
..iffian
1
Seguro de Transportes
O anteprojeto de lei sobre a legislaçâ
portuária e o seguro(n) LUIZ LACROIX LEIVAS* Dizíamos merecer atenç&o o pa-
Interessada responderá pelas despe sas com o seu perito e correrão por
rágralo V. do Art. 9® do anteprojeto conta da parte que for responsabili sob exame, o qual determina que o zada pela íálta ou avaria, além da "Poder Executivo disciplinará os indenização do valor das mercado procedimentos a serem adotados na íixaçâQ das responsabilidades por falta e avaria de mercadorias
rias, as despesas com a movimenta
ção, abertura, contagem, pesagem e armazenageem das mesmas".
Seria muito importante que fi Procedimentos, nesse sentido, Já sfto objeto de vários diplomas legais, casse nos novos dispositivos reafir Inclusive no Dec.—Lei n" 116, de
mada de maneira clara e indiscutível
25/01/67, cuja revogação está previs
essa abrangência de responsabiliza
ção, principalmente quanto às des porém, ao Decreto n" 64.387 que veio pesas com a armazenagem, as quais regulamentá-lo após mais de dois geralmente não são acolhidas pelos
ta no anteprojeto, sem referência,
dúvida, estariam propensos a uma pronta composição com os prejudi cados, reesbedores/seguradores, re conhecendo a sua responsabilidade e compromentando-ss a aceitar os ter mos da prójdip.a listoria a ser efetua da com a 3UQ presença, para consta tação da extensão dos prejuízos. As sim seria evitada a realização de ■'dstorla adu.aneira, única possível nas importações, com economia de tem po e despesas para todas as partes interessadas, inclusive para os ór gãos oficiais, desafogo dos serviços administrativos e pronto desembara ço das marcadorias,
ÍÍETIFICAÇÂO
Umk parcela de tiragem da edi
anos de sua vigência, ou seja, em
causadores dos prejuízos identifica
ção do Jornal, de 28/08/84, que publi
22/04/69.
dos nas vistorias.
cou o nosso artigo com comentários
Em nossa opinião, alguns atos
legais Já incluem normas de procedi
Atente-se, ainda, para o item XIV da mesma Portaria: "A realiza
mento bem definidas e objetivas pa ção da vistoria prevista na presente ra fixação das responsabilidades, Portaria poderá ser dispensada, des cumprindo, talvez simplesmente, de que assim o requeira a parte ou aperfeiçoá-las e atualizá-las no que entidade responsável pela falta ou avaria, recorüiecendo a sua respon couber, como por exemplo, a Porta ria n° 740, de 30/08/48,do então Minis
sabilidade e a obrigação que lhe as
tério da Viação e Obras Públicas, a qual contém até mesmo "Minuta do
siste de ressarcir os ísejulzos".
Termo de Vistoria". Essa Portaria foi
baixada, como se vê de seus "consi derando", devido à maneira alar mante com que se avolumavam as reclamações dirigidas ao MVOP "pe
lo comércio de cabotagem, pelos Sin dicatos de Armadores e de Segurado res e por outros órgãos, contra os prejuízos conseqüentes de avarias e roubos parciais e totais de volumes (extravios)". Ressalte-se, ainda, o constante de seu item XI:"Nas visto
rias realizadas para verificação de faltas ou avarias visíveis à simples conferência dos volumes, cada parte
sobre o "Decreto n" 89.874—de
28/06/84 — que regulamentou o Transpoite Rodoviário de CargaTRC", nesta Seção "Marinha Mer cante em todo o Mundo", sofreu um
lapso de composição, sendo mencio nado o nome de outro articulista
como autor do referido artigo, en quanto o nosso nome era citado na
Presentemente, principalmente nos casos de avarias com mercado
autoria do trabalho de sua produção.
rias importadas em que são respon sabilizados oficialmente os Armado
atenção às interpelações recebidas de nossos leitores.
res, não assumem os mesmos essas
despesas, agravadas pela demora na rea^ação das vistorias. A eles não importa nem prejudica tal demora, pois não lhes caberá o ônus das des pesas com a armazenagem corrida durante o período de aguardo da realização da vistoria. Se, pelo con trário, estivessem cônscios dè que
Hotel Bristol, à Rua Mariáns Foiatefi,
m 277, no próximo mês de outubro, com número de vagas limitadas a
cinqüenta (50), sendo dada preferên
cia para a freqüência do mesmo aos
proiessorsE já inscritos na 8ECS e que vêm lecionando as diversas ma térias nos últimos anos. Os professo
res que darão o curso virão do Rio de Janeiro, razão pela qual as aulas serão ministradas mas 6^3 feiras (dias 5 e 19 de outubro), das 14 às 17 horas
e das IS hs às 21 hs, e noa sábados (dias 6 e 20 de outubro), das 9 às 12 hs e das 14 às 17 hs.
Esclarece a Sociedade Brasileira de Ciências do Segtu'0 que para par
ticipar do Curso em questão, "com 24 horas/aula de grande interesse para o aprimoramento e o desenvolvimento do ensino do seguro no Estado de São Paulo, estão convidados os téc
nicos e especialistas que vêm, nos últimos anos, com muita dedicação, formando a mão-de-obra especializa da para o Mercado Paulista de Segu
ros". Ressalta a SBC3 que se trata de iniciativa de alta sigiüíicaçâo, Inerida dentro da perspectiva de se plantar, com o tempo, em nosso
País, uma carreira de seguros bem
Este esclarecimento é feito em' estruturada e organizada-,
" Luís Lecreix Leivas — é Téenieo d«
de Ciências do Seguro, organizadora
Seguros Transportes, ex-Diretor des Seguradoras, "Plnaae" © "UrílvcrMl", •x-mombro da Comissão do Seguros Transportes, Cascos ® RCTK-P do Sindicato das Improsas de Seguros
desse Curso, promovido pela Funenseg — Fundação Escola Nacional de
do gstedo de São Paulo @ associado da Sociedade Brasiloira d© Ciências
Seguros—, está mvulgando a sua rea
do Seguro a da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro.
RE©SSTRO
Cur«o de Didétíca psra Rrofesieores
de Segures; a Sociedade Brasileira
lização no Centro de Convenções do
teriam também de arcar cora a inde
nização das rçferidas despesas, por certo outra seria a sua atitude. Sem
(REPRODUZIDO DO O ESTADO DE SÃO PAULO DE 25-9-84 SEÇÃO ELABORADA POR EUREKA
F.S.C.)
BI.782*Pág.03*01.10.84 BI.782*Pãg.02*01,10.84
DIVERSOS
A
SEGURANÇA
EM
DESTAQUE
EngO. Antonio Fernando de A. Navarro Pereira ***
coisas.
A memória nacional e bem fraca quanto a uma série de Passado o sensacionalismo provocado pelas notTcias, vai se esquecen
do lentamente de cobrar as soluções ou definições, ate que, finalmente, deixa -se de exigir o cumprimento das soluçoes pelo simples fato deja as ter esquecido.
Esta semana os noticiários dos^principais jornais do PaTs comentaram o acidente ocorrido em uma mina de carvão em Urussanga - SC ,
no qual vieram a falecer virios^mineiros. A partir da deflagração das notf cias, começou-se a cobrar soluçoes governamentais, bem como passou-se a
exi
gir que a empresa concessionária da lavra justificasse o porque da não adoção de medidas preventivas de acidentes de trabalho.
A posição de cobrar-se solu
çoes apos as ocorrências demonstra o pouco respeito a vida humana. Os acide^ tes, de quaisquer natureza, podem ocorrer a qualquer instante, demonstrãndõ" com isso o seu carater aleatório. Entretanto, nao se deve permitir que pas sem a ser freqüentes.
No acidente em questão,^observamos por tudo o quanto foi noticiado, que não existiam os meios e condições necessários a segurança máxima da vida dos operários. í como se a vida daquelas muitas pessoas, que trabalham subterrãneamente, em todos os sentidos, tivessem pouco ou nenhum va
lor. Não existiam equipamentos especiais necessários ao__salvamento de
pes
soas, tais como máscaras contra gases especificas, macacões, etc. No nosso entender, a política nacional de prevenção de acidentes de trabalho deve ser bem mais rigorosa no tocante a exigir-se das empresas que forneçam a seus em
pregados e mantenham em suas instalações os equipamentos de proteção^individu^ al e coletivos mínimos necessários à segurança máxima dos mesmos. Nao basta pagar os adicionais de periculosidade (30% do salario base do trabalhador) e
de insalubridade (40% do sal_ário mínimo - valor máximo) para se estar quites com a legislação.
Também não basta cumprir o mínimo exigido em lei. O "Jornal do Brasil" em sua coluna "Tópicos" do
dia 13.09.84, página 10, fez uma brilhante apreciaçao a respeito, a qual reprodu zimos parcialmente:
"No caso das minas de carvao, o desrespeito começa pelas próprias condições de trabalho; e culmina no risco permanente a que es tão expostos os mineiros.
O mesmo desrespeito pode ser visto em muitos
ou
tros aspectos da vida brasileira; fica patente, is vezes, na incapacidade dos bombeiros para lidar com determinados tipos de incêndios, que em outros paT ses seriam facilmente contornados.
O pais é pobre; mas isto nao autoriza ninguém a brin_ car impunemente com a vida humana."
*** Engenheiro Civily -pSs-graduaâD em segurança do trabalhoy com vários cur sos de especialização em segurança industrial e proteção de instalações,
BI.782*Pág.01*01 .10.84
o
FORO
NO
CONTRATO
DE
SEGURO Pedro Alvim
Aparece no estudo que vem sendo examinado pelo Grupo de Trabalho da AIDA, sobre a unificação do direito do seguro, um 'dispositivo disciplinando o foro do contrato, assim redigido: "A seguradora respondera na sua representação mais próxima do domicilio do segurado; na sua falta, no foro da capital do Estado." Pouco difere das normas em vigor.
Com efeito, esta
belece o Decreto-lei n. 2.63, de 07.03.40, que as sociedades são obrigadas a manter, pelo menos nas respectivas capitais, nos Estados em que tiverem ris COS em vigor ou responsabilidades nao liquidadas, representantes para atender aos portadores de ap5lices ou interessados em contratos de seguros (art.127). O Decreto-lei n. 73, de 21.11.66, silencia a respei to, mas o conselho Nacional de Seguros Privados, usando de seus poderes am
plos, manteve o mesmo princípio: "Na Unidade da Federação em que houver ris COS em vigor ou responsabilidade não liquidadas, a Sociedade Seguradora é
o-
brigada a manter, pelo menos na respectiva Capital, um Representante... (Reso lução CNSP n. 19, de 20.07.78, Ttem 5.1") Verifica-se, pois, que a inovação proposta é
muito
pequena._ Mantém a exigência do fóro da capital, mas faculta ao segurado propoi" a açao na representação mais próxima de seu domicilio. I um benefício que nenhum prejuizo traz i seguradora. Se ela possui uma representação local ou em cidade próxima, não ha por que obrigar o segurado a demandi-la na capital do Estado. A lei processual comum nao favorece o segurado ao es
tabel^ecer a prioridade do domicilio do réu, como elemento fundamental do foro, Dispõe, por isso, que a pessoa jurídica responde no foro onde esta sua sede. agências ou sucursais respondem apenas quanto as obrigação por elas con r
tnaidas, no seu foro. Se não houvesse uma disposição especial na lei de segu
no, alterando essas normas do direito comum, isto e, do Código de Processo CT
vil, o segurado poderia encontrar grandes dificuldades para acionar uma segu~ nadora, quando o seguro fosse feito por sociedade sediada em outro Estado, o pue ê muito comum. O exame do dispositivo proposto suscitou algumas du
vidas aos ilustres membros do Grupo de Trabalho da AIDA. A primeira, com re lação ao que se devia entender por representação. As seguradoras mantêm fora da matriz escritórios com atribuições diversas. Nem todos dispõem de uma es trutura adequada para representar a seguradora em juizo. Foi sugerido, então, um acréscimo ao dispositivo, segundo o qual se entende por representação o Ór 930 com poderes para receber primeiras citações. A mencionada Resolução CNSF
dere^' de 20.07.78, dispõe sobre órgãos de sociedade que devem ter aqueles po Uma outra duvida surgiu quando se considerou o segu-
o^de pessoa em face do dispositivo. Pode acontecer uma pessoa em
transito
por outro Estado, distante daquele onde reside, procurar uma seguradora para
81.782*Pãg.01*01.10.84
Fundoçõo Eseela Heieional de Seguros-FUNOISEG celebrar um seguro de__vida ou transferir sua resider;"] para outro Estado onde a seguradora da apÕlice-vida não tenha represent-::;çã Quando isso ocorreg estara a seguradora obrigada
FUNENSEG PROMOVE I CURSO DE INSPEÇÃO
a
E REGULAÇÃO DE RISCOS DE
manter um representante na Capital do Estado para atiT-der a esses casos? Uma
ENGENHARIA
interpretação rigorosa das disposições vigentes p-Dde:"!?, levar a tanto. A norma que se propÕSg no entantOg não impõe a obri
gação de um_^representante da seguradora na capital dos Estados onde haja segiJ Até o dia 24 de outubro, encontram-se abertas na Fundação Es
rado. Dispõe^ apenas, que ela responderá no juizo dc capital ou na represen tação mais próxima do domicilio do segurado.
cola Nacional de Seguros-Rua Senador Dantas, 74, SQ andar- as inscrições ao I
Curso
onde a seguradora não tenha representação local pode constituir um Ônus. Te
de Inspeção e Regulação de Riscos de Engenharia. O Curso tem como objetivo
formar
rá,_todavia, o mérito de ensejar maiores facilidades a seus segurados.
profissionais habilitados a inspecionar e taxar riscos de Engenharia, bem como regu lar sinistros. Ê limitado a 40 alunos, em razão das instalações disponíveis e dos critérios pedagógicos aplicáveis.
Sem duvida, a propositura de uma ação numa
capital
E e
um ônus menor que a manutenção de um representante no local. A medida estara
em perfeita consonância com o objetivo fundamental das seguradoras, qual seja o de prestar serviço a seus segurados.
Segundo informa a FUNENSEG, o currículo compreende as seguin
tes disciplinas: 1) Ficha de Informação e Tarifação; 2) Inspeção do Risco; 3) Regula çao de Sinistros. As aulas, no total de 72 cargas horárias, terão inicio no dia 29 de outubro vindouro. I NSCRI ÇÕES
Para inscrever-se, o candidato devera dirigir-se ao Centro de
Ensino da FUNENSEG, no horário das 9 as horas e das 13 ãs- 16 horas, atendendo as seguintes exigências: 1) entrega de copia autenticada do Certificado de Aprovação no
Curso de Seguro de Riscos de Engenharia e formação superior em Engenharia, Arquitetu ou Química; 2) entrega de c5pia autenticada de documento oficial de identidade ■ entrega de dois retratos 3 x 4cm, recentes, de frente; 4) pagamento de taxa de ma
^nicula e de material didático no valor de Cr$ 148 mil. No caso de pessoa física, o referido pagamento poderá ser des
^obrado em duas parcelas de Cr$ 74 mil cada uma, com vencimentos no ato da matricula ^
dias apôs o inicio das aulas. A Lei nO 6 297/75 concede benefícios fiscais em favor das em-
P^^esas em geral, relativamente a programas de treinamento e aperfeiçoamento de seu Pessoal, Desta maneira, a FUNENSEG está habilitada a proporcionar is seguradoras e Pessoas jurídicas que se valem de seus serviços de natureza educacional o respaldo neces'^ã»-^ario
para que as partes interessadas possam usufruir dos benefícios
previstos
diploma legal. 8I.782*Pág.02*01.10.84
BI.782*Pág.01*01.10.84
Comissões Técnicos
C E A J ATA n? 08/84
Resoluções de 17.09.84:
Conparecimento: Comparecerão a sessac cs Srs. AcTton Fimentel, Joaqucm A. de Que^ roz, Jonas Mell:^ :e '^arvalho, Jose Cunha Soares, Jcse Sollero
Lho, Luiz P. Gui.maraez, Luiz Vieira Pinto, Regina Augusta de Ca£ tro e Castro, Valda Alves C. Pereira, Vilson R. de .Andrade,
Vir
gilio Carlos de Oliveira Rajaos e Carlos Frederico Pinto Guedes Rc cha.
01) Sinposio Nacional de Seguridade Social de Profissionais Liberais - a) A ComÍ£ são recebeu a visita do Dr, Walter .Arrendola, ilustre vice-presidenre da Caixa
de Assistência dos Advogados do Istado do Rio de Janeiro que lhe fez
e>ç)OS^
ção sobre um Simposio Nacional ie Seguridade Social de Profissionais
Libera
is. A Comissão reconheceu a utilidade e irrportância do Sinposio e recomendou a analise pela Diretoria desta Federação no aludido Aimposio, e b) agradecer a visita do Dr. Amendola.
,
(840483)
02) Estende aos securitãrios dispositivos da CLT - Refine de seis horas de traba lho - Dizendo o processo a respeito a indagação sobre as conseqüências econc micâs e financeiras relativas a aprovação do projeto de Lei n? A Comis são decidiu que cai)e a Diretoria da FENASEG definir os termos da resposta
a
SUSEP e o processamer.io a ser adotado na ti^amitação legisiariva do
processo
na forma do voto do relator.
(840359)
03) Cria o serviço dos bancários e .'jecuritarios - SESBS - Aprovado por unanimida de o encamirliaiTento ã Diretoria desta Fedeiaçao prestados os esclarecinentos
de natureza jurídica.
(830578)
04) Cláusula para instituir a líder como piecuradora das cosseguradoras - solicita ção da PCTROBRAS - Dar vista do processo.
(830025)
05) Imposto sobre a renda - Dedução dos Prêmios de Seguros - Aprovado por uiiariind dade o encaminhamenrc do proca.so ã Diretc.riã com as conclusões do relatório. (750295)
BI . 782*Pig .01*01 . 10.84
C. T. R. E.
''aliança da BAHIA" - "GENEEALI" - "ITAÚ" - "NACIONAL" - "SUL AMÉRICA
02) PROCESSO 771297 - EQUIPAMENTOS DE BAIXA VDLTAGEM
(ATA N? 10/84)
Os membros Miriam Carelli e losÉ Raimundo fleaiarri incumbidos de confron
RESOLUÇÕES DE 22,08.84
tar as Condições Especiais de "Quebra de Máquinas" com aquelas que forcar, apresentadas vele Relator do ?'rcces3c de modo a que se reunam as dusT'.Çç_ cativas do enauadr^amentc decidido na reunião anterior.
01) PRESENÇAS
esti-veram presentes os representantes das seguintes Companhias: "AJAX" "ALIANÇA DA BAHIA" - "BAMERINDUS" ~ "GENEEALI" - "NACIONAL" -
"SUL C. T. R. E.
AMÉRICA".
(ATA N9 12/84)
02) EKPEDiEN'1'E
-carta da "AJAX" credenciando Erancisco Guerras Franco para substituição
do seu representante Carlos Alfredo Roza de Carvalho durante o seu pe-
RESOLUÇÕES DE 19.09.84
riodo de convalescencia
-telex da "BRASIL" Justificando a ausência do seu representante
01) PRESENÇAS
-carta da "BRADESCO" comunicando as férias do seu representante durante
"AJAX" - "ALIANÇA IA BAHIA
o pertodo de 20/8 a 10/10
"NACILJNAL" - "SATMA"
03) PROCESSO 771285 - REFORMULAÇÃO DA TARIFA DE "R. ENG."
_
_
"gTJ\JVS ^ 'T"
02) DISTORÇÕES DOS CUSTOS DA COB. ADICIONAL DE "R. CIVIL"
Foi aprovado o novo modele do mapa da TABELA-1 do GRURO-I da CIRCULAR
Nc desenvo ■ vimente aa aseluç.;/ da ATA. N. 1
16/8S da SUSEP que vai ser encam.inhado ao IRB para sua aprovação.
miatêria lendo-se a varticivaça..
det.ireu-se de k. :'
esta
escriza rece:"id.a ic mercado.
O membro Matias d'fvíd.a ficou u 2V-.;.vr' í: 04) PROCESSO 771297 - EQUIPAMENTOS DE BAIXA VOLTAGEM
y ■ fl
trabain/ trazendo-:
íe nr
vo numa das prRximas reuníoes.
Foram iniciados os trabalhos de analise da matéria que compõe este Pro
cesso rendo sido decidido por unanimidade que os mesmos deverão ser de
C.
03) PROCESSO 771297 - EQUIPAMENTOS DE BAIXA VOLTAGEM
senvolvidos dentro das CONDIÇÕES ESPECIAIS da modalidade "QUEBRA DE MÁ
Na imposcib ' ' i lade que houve em se apreciar este Processoj compr^'\e:c-
QUINAS" ■?- não com a criação de novas condições especiais.
roj-n-se ■ v; srus r e ■>..izor-''s em ■■oresentar o ro. i e/-tudo n.i próxima mnia..
T.
R.
E.
04) PROCESSO 830322 - ATUALIZAÇÃO AUTOMÁTICA DA "I. S." (ATA N? 11/84)
Continua-se aju^ /rdxind/ que : IRB forneça os prometiom.'quisa qu: Ue f
íc.en'
sclici-:d:>s pelas Relatores deste Prace.-^s^
RESOLUÇÕES DE 05.09.84 05) PRÓXIMAS REUNIÕES
em
01) PRESENÇAS
estiverojt presentes os representantes das seguintes Seguraacras: "AJAX" BI .782*Pãg.02*01 . 10.84
ii
Xi
Ilituor.
-r
BI .782*Pdg .03*01 . 10.84
CTSA-RCF-DPVAT 11.130
ATA 119 11/^n
Psesoluço-^s de j 7 .
13.130
. o-- :
VW
6.80 6.90
1.979.427 2.248.031 1.275.218
1.339.163
1. (PROCESSO N2 770.342) - Tabela de Prêmios de Referência - Circulari zar ao mercado alertando para o fato de a.SUSEP, através da lar n2 034/84, de 24-03-84, haver alterado.o PR da Kombi tipo) e o PRM fixados pela CTSAR-DPVAT, divulgados pela (Circular n? 50/84, de 01-08-84) conforme abaixo; PR -KOMBI (qualquer tipo) = PRM
Circu " 3. (processo N" 770.342) - Prêmios do Referência - Aprovar os seguintes
(qualquer FENASEG
votos
do
relaLcr:
3.1 - Veículo
rOP.D ESCORT CONITIRSÍVEL
a - para que se infoime às consulentes o PR 2.263.057;
579,988
b - para que se informe os órgãos competentes a inclusão na ta
1.394.806
bela de PR (s) item 1 - subitem 1.2 - DIVERSOS MODELOS
PECIAIS,
!•
2. (PROCESSO N5 770.342) - Tabela de Prêmios de Referência SAVEIRO) - expedir circular ao mercado segurador:
ES
o veículo FORD ESCORT CONVERSÍVEL - PR 2.263.057:
(PICK UP 3.2 - Veículo FORD ESCORT TARGA
a - para que se informe a consulente o PR 2.165.137:
a - esclarecendo que por erro na composição da tabela divulgada
pe
Ia Circular FENASEG n® 50/84, de 01-08-84, o veículo mencionado constou indevidamente entre os modelos movidos à óleo diesel do
b - para que se informe os órgãos competentes a inclusão na Ta bela de PR (s)
item 1 - subitem 1.2 - DIVERSOS MODELOS
ES
PECIAIS, o veículo FORD ESCORT TARGA - PR 2.165.137:
fabricante VOLKSWAGEN;
b - informando que em conseqüência do exposto, o subitem 2.1 da
r£
ferida tabela deve ser corrigido como segue:
^^ ~ Veículo DIPLOMATA SUMMER CONVERSÍVEL a - para que se informe a consulente
o PR 2.512.520:
b - para que se informe os ,órgãos competentes a inclusão na Ta
bela de PR (s) _item 1 - DIVERSOS MODELOS^ ESPECIAIS, o
"2 - Veículos destinados ao transporte de carga
culo DIPLOI4ATA SUMMER COFT/ERSÍVEL - PR 2.512.520;
2,1 - Nacionais FABRICANTE
veí
PR
MARCA E TIPO
3.4 - Veículo SCANIA
VABIS REBOCADOR - L 111.42 - FORA DE
FABRICA
VOLKSWAGEN
ÇÃQ SEM 3° EIXO
MOVIDO A GASOLINA OU ÁLCOOL GOL FURGAo
422.153
para que se informe a consulente que,
quer p^ra caminhões
ou
furgAo
379.727
rebocadores utilizar os PR (s) previstos na tabela de PR (s)
PICK UP (cabine simples)
622.742
item 2 ou 3 - subitens 2.1 ou 3.1, nacionais^modelos fora
PICK UP (cabine dupla)
723.342
fabricação, e no caso de veículos dotados de 3^ eixo, acrescer
PICK UP SAVEIRO (qualquer tipo)
499.946
-
de
20% ao PR, conforme prevê a Tabela;
^•5 - Veículo FORD F-100 - CABINE DUPLA
FURGÃO
842.475
para que se informe a consulente que nos casos de veículos do tados de cabine dupla não original de fabrica (adaptações por
PICK UP (cabine simples)
915.583
concessionários ou outras empresas especializadas) , o PR
MOVIDO A ÓLEO DIESEL
PICK UP (cabine dupla)
1.021.682
deva
ser fixado com base no veículo original, acrescido de 20%; - Veículo MOTO AGRALE SXT A25 c.c
BI .782*Pig■04*01 .10.84
para que se informe a consulente que na data de efetivação
do
B I . 782*Pãg . 05*01 . 1 O .84
CRI-LC-TM
lançamento do referido veículo, em novembro deste ano, esta co
ATA
missão se fará pronunciar na forma habitual;
Resoluções de 06.09.84 :
N? 18/84
(
\
3.7 - Veículo FIAT - TURBO CORONA CONVERSÍVEL Gl) Cia. Brasileira de Pneumaticos Michelin Industria e Comercie -
para que se informe a consulente que os dados apresentados não
Estrada da Cachamorra n? 5000 - Campo Grande - Rio de
foram suficientes para determinar o PR do referido veículo;
3.8 - Veículo DIMO- GT
,
idem item subitem 3.7;
Rio de Janeiro - Renovação de Tarifação Individual Por unanimidade, recomendar aos órgãos superiores (IRB/SUSEF) a renovação da Tarifação Individual, representada pela taxa
3.9 - Veículo SCANIA VABIS T.142 E
i
nica de 0,40% (quarenta centésimos por cento),para as
cluído na Tabela de PR (s) item 3 - rebocadores, subitem 3.1 /
rs
com 3^ eixo, PR 5.199,259;
3.10 - Veículo FIAT - UNO
exceto
a - para que se informe às consulentes que o PR calculado é
cobertu
"sprinklers" devendo ser obsefVado, áihdá, Ô
suBitên)
5.1 da Circular n9 12/78, da SUSEP.
569.499:
(810582)
02) Gordon Comestíveis S/A. - Rua Visconde de Pirajá n? 47 -
b - para que se informe os órgãos competentes a inclusão na Ta Io UNO (qualquer tipo), com o PR de 569.499; 3.11 - veículo MERCEDES BENZ L-2216 - DIESEL
rau, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a
a - para que se informe a consulente que o PR calculado
Rio
de Janeiro ~ Renovação de Desconto por Extintores Aprovar, por unanimidade, a renovação do desconto de 5% (cinco por cento), por extintores, aplicável ao pavimento térreo e i_i
Ia de PR (s) item 1 - subitem 1.2 - fabricante FIAT, o
e
partir de 10.04.8^, data
da concessão ora em vigor.
3.205.306;
( 7410 20)
.
b - para que se informe aos órgãos competentes a inclusão na
^ lA
03) Cia. Têxtil de Castanhal - Av. Presidente Vargas n? 4267 -
MERCEDES BENZ, o veículo L-2216 - DIESEL, com 3? eixo, com
netama - Castanhal - Fará - Renovação e Extensão de por Extintores .
PR de 3.205.306.
Por unanimidade, aprovar a renovação do desconto de 5%
bela de PR (s) item 2 - subirem 2.1- Nacionais,
fabrican í
Alatair Mello Moreira, '.""arlos Augusto Carneiro,
nio Be 1landi,Erancisco Guerras Franco, C rge Carvalho, Cose
(cinco
na
planta incêndio com os n?s 2,3,5,5-A,7,8,9,11,11-A,11~B , 11-C,
Carl^
•
Ia
Desconto
por cento), por extintores, aplicável aos locais marcados 02) CO MP.AEE CIMENTO :
u
ras de Incêndio, Raio e Explosão, pelo prazo de 3 (três) anos, a partir de 01.10.84, data do vencimento da concessão ora em vigor, já considerados os descontos por instalações de preven ção e combate a incêndio existentes ou que venham a existir
para que se informe a consulente que trata-se de veículo já in
À
Janeiro
11~D,12 (1? e 2Ç pavimentes.)., 13,14,15,16 (IÇ e 2? pavimentes)
Ck <
Líno de Carvalh.-, noberto. Ricardo aa Si-va Arrento, Mauro Fernand^'^'
17,18,1920,21, 21-A> 22 (19 e 29 pavimentes), 23,24^25,26, 27,
Rita Maria Rolrlta-:.: e Roberto Helenio ''d-ac; Martins.
30,31,32,33,34,37,39,40,41,42,43,44,46 e 49 e extensão e exten
são do mesmo benefício aceS de n9s 12-A,16-A,17-A (1? e 29 pav^ mentes), 18-A, IB-B,30-A,33-A,35,36,37-A,38 e 47, pelo de 5 (cinco) anos, a partir de 14.05.84, data do
BI .782*Pãg.06*01 .10.84
praZo
vencimento
da concessão anterior. (760182)
BI .7B2*Pig.07*01 .10.84
04) Vulcan Material Plástico S/A. - Estrada do Colégio n9 380 - Kli
de Janeiro - Renovação de Tarifação Individual
1605,
Por unanimidade, recomendar aos orgãos superiores(IRB/SUSEP)
a
1649
renovação da Tarifação Individual, representada pela taxa única
de 0,25% (vinte e cinco centésimos por de 30.09.84 ,
3.11.1
B c/B
15%
3.11.1
B
1-%
c/C
b) aprovar, por ur.animidade, a renovação dos descontos abaix^-
cento), aplicável a
do conjunto industrial, pelo prazo de 3 (tres) anos, a
1631 e 164b
por hidrantes, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a partir
partir
data do vencimento da concessão ora.-em vigor,
04.11.84,
iâ
considerados os descontos por instalações de prevenção e comoa te a incêndio existentes ou que venham a existir, excetc "cprúg.
data de
Planta n9
Subi tem
Proteção
1509 ,16 10 ,1613 , 16 14 ,1617 ,:ò18,
S.í: ,.
B c/A
. 0%
H c/B
i■
B
.
16 29 , 16 3U , 16 32 (781 169)
e
1B11,16 i 5 ,16 1 f , ! ■ ■ :'
da
ta de vencimento da concessão ora em vigor. (78n"06 )
06) Laboratórios Beecham Ltda. - Estrada da Agua Grande n9 19Gb-Ric
de Janeiro - RJ - Concessão de Desconto por Hidrantes
Des ::u
e
7, i t. 4
15^9 ^^9)
.1 : . .
Gordon Comestíveis
S/A,
-
Rua
: /C
leixe-cc: Juiu cr nv
cs
■'-9) TREU S/A, Máqui tias e Equipamentos - Av. Brasil n9 21002 -
ra extensivos ãs Plantas n9s 23^, 24 ,24-A e 25-C, conforme
n
de Janeiro - c., - Jc-nceosao de.-Des■^'ontos por Hidrantes
(840451)
Por unanimidade,
n9 1122/83, de 24.08.83. (
07) H. Stern Com. e Ind. S/A. - Rua Garcia D'Avila n? 11'^ - Ric
hidrantes,
de
data do pedido inicial aa Planta
Aprovar, por unanimidade, a concessão do desconto de 8% (cinc.. por cento) por extintores, aplicável aos 19, 29 e 39 pavimentes
2 (19 ao
do prédio epígrafado, pelo prazo 4e 5 (cinco) anos, a partir de 17.08.84, data da solicitação da líder do seguro. ^ I u -
)
08) Cia. de Cigarros Souza Cruz - Rua Conde de Bonfim '9 118: - '■'1
pelo prazo ae
rcncessãc dos descontos abaixo, por (cirico) anos, a partir de .7,^. .84, ider do seguro Subitem
n9
29 pavimentos) e
8 (térreo e jirau)
Rio
Proteção
Desconte
5.3,3"b"
B
c/B
15%
5 .3,3"a"
B
c/B
2 O % ( 8 4
Mineração Ric do Norte S/A. - Margens do Rio Trombetas
-
cípio de Oriximiná - Para - Concessão de Tarifaçao Individual a) Por unanimidade, recomendar aos orgãos susperiores
abaix.. ,
tes condições;
uni
1 - Riscos industriais e todos os demais, dos os de classes de construção mista e
ficação de vencimentos: 3,11.1
Proteção B
c
A
(IRB/
SUSEP) a concessão da Tá^rifação Individual, pelo prazo de ^ (tres) anos, a partir de 24.07,84, representada pelas seguin
por hidrantes, pelo período de 0 3.07.84 ate 04.11.34, para Subitem
1 4 ")
Hldran
tes
16 30 ,
aprovur^ •
■)
Janeiro - RJ - Concessão de Desconto por Extintores
Planta n? 1609 ,1610 ,1613 ,1614 ,16 28 ,1629 ,
..t
Janeiro - Concessão de Des'.:on"c por Extintores Aprovar, por unanimidade, a concessão do desconto de c% (cin por cento) , por extintorei , aplicável aos riscosem referênc ld, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a partir de 1^.1084 , para uni f_i_ cação de vencimentos com cs demais locais .
agg
a) Por unanimidade, aprovar a extensão dos descontos
%
- ax .
Por unanimidade, foi decidido reiterar junto ã Seguradora suas providências para a remessa dos referidos documentos,
de Janeiro - RJ - Renovação e Extensão de Descontos por
-
16 3 3
16 01 , 16 0 2 ,lBJu, '--i^,ib
05) Gordon Comestíveis S/A. - Av. Ataulfo de Paiva n9 1320 - Rio 1e
terraço, pelo prazo de 5 (cinco) anos,a partir de 14.10_.84,
vencimento da concessão anterior:
16 20,1623,1624,1625 ,1627, 1628 ,
klers".
Janeiro - RJ - Renovação de Desconto por Extintores Aprovar, por unanimidade, a renovação do desconto de 5% (cirii_o por cento), por extintores, aplicável ao 1? pavimento, jirau e
de
Desconto 23%
rior e cs indicados em 2,3, e 4:
taxa
excluí infe
espec_i
al e única e 0,12%(doze centésimos por cento) BI ■782*Pag■09*01 . 10.84
1632 e 1633
BI .782*Pãg.08*01 .10.34
mm
2 - Almoxarifados ou depósitos de classe
menor
que 04 e oficinas de reparos e manutenção, ex cluídos os de classes de construção mista e inferior: taxa especial e única de 0,25% (vinte
e
14) Gordon Comestíveis S/A. - Rua Sargento Silva Nunes n9 408 Rio de Janeiro - RJ - Renovação de Desconto por Extintores Aprovar, por unanimidade, a renovação do desconto de 5%(cinco por cento), por extintores, para os riscos marcados na plan
ta-incendio com os n9s 1 (19 ao 39 pavimentes) e 2, pelo zo de 5 (cinco) anos, a contar de 14.10.84, data do
cinco centésimos por cento).
3 - Riscos administrativos: escritórios, hospitais, ambu latorios, laboratórios de pesquisas, segurança, resi^
pra
vencimen
to da concessão ora em vigor. (790742)
COS de classes de construção mista ou inferior: taxa
Fundições S/A. Estrada Governador Raymundo Padilha, s/n9 - Barra do Piraí - Rio de Janeiro - RJ - Renovação de Des conto por Extintores Por unanimidade, aprovar a renovação do desconto de 5 (cinco por cento), por extintores, aplicável aos riscos assinalados na planta-incêndio com os n9s 8,8,9 ,9-A,10,15 (19 pavimento e Jirau),16 ,2 3,24 ,(19 e 29 pavimentos), 31 (19 e 29 pavimentos), 32,33,34 e 39, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a partir de
veis pela TSIB.
27.08.84, data do vencimento da concessão anterior.
dencias, escolas e clubes recreativos,, excluídos
os
de classes de construção mista ou inferior: taxa
es
pecial e única de 0,10% (dez centésimos por cento). 4 - Cinemas e Supermercados: taxa especial e única de 0,25% (vinte e cinco por cento) e
5 - Almoxarifado ou depósitos enquadrãveis em classes de
ocupação igual ou maior que 04 e todos os demais ri^
b) Negar, por unanimidade, a extensão da Tarifação Individual para riscos localizados fora da área ocupada pela ativida de principal do segurado. ( 840375 )
12) Cia, Eletromecãnica CELMA - Rua Alice Hervê n9 356 -
Petropo
lis - Rio de Janeiro - RJ - Extensão de Desconto por
Extinto
15) Thyssen
( 740909)
16) Cia. de Cigarros Souza Cruz -Rua Princesa D. Paula n9 423 -Cor
rêas - Petropolis - Rio de Janeiro - RJ Renovação e Extensão de Desconto por Hidrantes a) Aprovar, por unanimidade, a extensão do desconto abaixo,por hidrantes, pelo período de 09.02.84 data do pedido da requeren te, ate 09.08.84, para unificação de vencimentos:
res
Aprovar, por unanimidade, a extensão do desconto de 5%
(cin
CO por cento) por extintores, para os prédios assinalados
na
Planta n9
Proteção
Desconto'
1808 e 1816
B c/B
20%
planta-incêndio com os n?s 39,40,41,42,43,45,46,48 e 49, pelo
b) por unanimidade, aprovar a renovação do desconto abaixo,por
período de 04.07.84, data da solicitação, ate 26.05,86,
hidrantes, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a contar de 09.08.84,
para
data de vencimento da concessão anterior:
unificação de vencimentos". (110214)
13) Ind. IWEGA Ltda. - Rua Laudemiro das Merces Ferreira, s/n9 Nova Friburgo - Rio de Janeiro - Concessão de Descontos
oor
Extintores
Planta n9
180 2 ,180 4 ,1806 ,180 7180 8 ,1812 ,1813,1815 ,
Desconto
B c/B
1816 ,1827 ,1831 e 1832 1809,1817,1819,1828 e 1830
Por unanimidade, aprovar a concessão do desconto de 5%
Proteção
A c/B
20%
(cin
(740854)
CO por cento), por extintore^s, apficãvel aos risco epígrafado
Ind. Química de Sintese e Fermentações Ltda. - Av. Rui Barbosa Campos - Rio de Janeiro - RJ -Concessão de Desconto por Hidran tes Aprovar, por unanimidade, a concessão dos descontos abaixo,por
pelo prazo de 5 (cinco) anos, a coritar de 20.0 3.84 data do pe
dido da líder cjo seguro. (840443)
hidrantes, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a partir de 11.07.84, data do pedido da líder do seguro: BI .782*Pâg.10*01 .10.84
BI .782*Pag. 1 1*01 , 1 O .84
Planta n?
Subitem
1,2,5-A(2? pavimento),7,7-A,8,9,
5 .3.3."b"
Proteção
Desconto
15% - •
A c/B
ÍRB, na reunião do dia 21.08.84, o Presidente apresentou pare
cer sobre os quatro topicos controversos da matéria que,
apos
10,ll,12,14,155l5^A,15-B,15-C,16
prolongado debate, recebeu propostas alternativas, ficando en
17,18,18-A,18-B,18-C,28 e 51
tao acertada a convocação de uma reunião extraordinária
desta
25(1? ao 4? pavimentos),26(1? pa
Comissão para o dia 4 de outubro, no mesmo horário, a fim de qtie, apos exame e reflexão individual, os membros da CTSH pos sam chegar a ponto de vista a ser submetido a Diretoria da FE-
vimento e jirau),27,27-A,29,32,
NASEG, para encaminhamento ao IRB.
3,3-A,4,5,5-A(1? pavimento),5-B,
5.3.3."b
15%
B c/B
6,6-A,6-B,6-C,6-D,13,19,20,21,22
33(19 e 2^- pavimentos),34,35,36 (800.690)
37,38(1? pavimento e jirau), 39 40,41,41-A,41-B,42,42-A,43,
44
(1? pavimento e jirau),45,
46,
46-A,47,48(1? ao 3? pavimentos) 49,50,52,53(1? ao 3? pavimentos) 54 e
55.
.
11-A e 23(1? ao 2? pavimentos)
"b"
C c/B -
10%
24 (1? ao 4? pavimentos)
"b"
B c/B
20%
3.3.1
(840353)
18) Industrias Químicas Resende S/A. e Sandoz S/A. - Av. Basiléia n? 590 - Resende - Rio de Janeiro - RJ - Renovação e Extensão
de Tarifação Individual Por unanimidade, recomendar aos orgãos superiores (IRB/SUSEP)
a renovação e extensão da tarifação individual,
representada
pelo desconto percentual de 25% (vinte e cinco por cento)) so bre as taxas normais da Tarifa, aplicável aos riscos assinala
dos na planta-incendio com os n?s 4,10,10-A,11,11-A,11-B,28-A 35,73,73-A,74,74-A,74-B,74-C,74-D,82,83 e 100, pelo prazo
de
3 (três) anos, a partir de 30.05.84, data do vencimento
da
concessão anterior, devendo ser observado o subitem 5.1
da
Circular n? 12/78, da SUSEP. (771408) CTSH
ATA
N? Ü9/84
R e so i u ç a o d e 2ü . U 4.8A :
01) Seguros do SFfi - Limi tes máximos de indenização e Cobertura de Catástrofe.
Apos comentar sobre como o processo foi discutido na CTSH,
do
BI.782*Pig.12*01 .10.84 BI, 782*Pãg.13*01 .10.84
A\ FENASEG
FÉÈI^ÇÃO NACIONAL DASEMPRESASDESEGUROSPRIVADOSE DE CAPITALIZAÇÃO
DIRETORIA E CONSELHO DIRETORES EFETIVOS
DIRETORES SUPLENTES
Presidente
Victor Arthur Renault
Ivan Gonçalves Passos Mário José Gonzaga Petrelli
Primeiro Vice-Presidente
Nilo Pedreira Filho
Luiz de Campos Salles Segundo Vice-Presidente Alberto Oswaldo Continentino de Araújo
Octávio Cezar do Nascimento Pedro Pereira de Freitas
Roberto Baptista Pereira de Almeida Filho
Primeiro Secretário Hamilcar Pizzatto
Segundo Secretário Ruy Bemardes de Lemos Braga Primeiro Tesoureiro
José Maria Souza Teixeira Costa
Segundo Tesoureiro Délio Ben-Sussan Dias
CONSELHO FISCAL(EFETIVOS)
Adolpho Bertoche Filho
Augusto Godoy
Alfredo Dias da Cruz
CONSELHO FISCAL(SUPLENTE) Luiz Martiniano de Gusmão
EXPEDIENTE
n BOLETIM INFORMATIVO FENASEG
Membro Fundador da.'Ái! Ir,í;
Publicação semanal,editada pela Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Copitalizaçao
^^^^tor-Responsavel
ictor Arthur Renault
Editor
Luiz Mendonça{Reg. MT n." 12.590)
Redator
Mário Victor(Reg. MT n. 11.104)
Dantas,74-12. andar Tel.:240 2299. Telex: 2134505 FNES BR registrado no Cartório do Registro Civil das Pessoos Jundicas so.b O n.' 2.771/76
trnpresso na FENASEG.Tiragem: 2.500 exemplares
m
mDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESASDE SEGUROSPRIVADOS E DE CAPITAUZAÇAO
O XVI
RIO DE JANEIRO, 08 DE OUTUBRO DE 1984
NO
783
A apólice de seguro é um contrato, contendo os_direitos e obrigações das par1 posto sobre serviços^ ^ emissão constitui fato gerador do im Assim desse decidiudocumento o SupremonaoTribunal Federal/não recõnhe^
^^^CIARIQ)^'"so ^^^'"^o^dinãrio da Prefeitura Municipal do Recife, (ver seção PODER O Mimsteno do Trabalho (Port. nÇ 3 170, D.O.U. de 3 de setembro Último) aoro 2 o fínquadramento sindical das entidades de previdência privada (fechadas ê c grupo especifico: o 49 do Grupo, no plano geral tmpresas de em Credito.
da
Confederação
3 0serUoy^ de Londres mantém um fundo para honrar indenizações que deixem de pagas por seus Sindicatos. Segundo noticia da publicação "Business Insu-
FENASEG
DPrH^c'^^ ' recentemente foram reservados 9,5 milhões de libras para o pagamento rt hn A
seriam atendidas por Sindicatos sob a gerência de P.C.W. Underwri
Nuele^s■^^^^^ realizada em julho último teria revelado que membros ^^^ds a possuiriam recursos para cobrir o montante das perdas ocord^SuràdorLHTíí^L'^^^'"^"^ avolumado por causa de suposto desvio de prêmios para HyiqentpfH. Dpu ' através de operações de resseguro feitas em proveito de h
Sr. lan DaviH Segundo declarações do'"ChiefdosExecutivo" Lloyd's, divulgadas^pelo se os membros Sindicatosdo não cobrirem suas faci lidades, poderão ser suspensos pelo Conselho do Lloyd's.
4 No ouprimeiro semestre do corrente ano, o mercado segurador brasileiro reais arrecadacao de prêmios da ordem de Cr$ 1 096,2 bilhões. Em relação ao Um decrLcim^de 13 2%°
deflacionados, tal arrecadação acu
5 Promovido pela International Securit^Association - ISA, seri realizado no HoternaM
®
° " Congresso In-
'''^^^tSnciTcnhrl segurança, Segurança.em setores Conferencistas de renome discutirão temas da maior como, por exemplo, os de computadores fi -
V^eiro 'ía são Ornnn
-RJ.
P'"evençao de incêndios, refinarias e usinas nuclea>-es
A Co
do Congresso esta instalada na Rua Senador Dantas nÇ 80-19 an-
R PREVFr d®
o Sr. Octãvio Cezar do Nascimento assumiu a presidência da
*^0 tezar ri n m
® Industriais S.A. _Com a investidura nos novos cargos, o Sr Octã
l'^-r
^^^i^etoria da Sul América Seguros
P^ivaria= '^®^"Simento, que também e presidente do Sindicato das Empresas de'seau~
® profissional
®
de ativi-
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS FENASEG
Editorial
FEDERAÇÃO NACIONAL DASEMPRESASDESEGUROSPRIVADOSE DE CAPITÂLIZAÇÃO
A intervenção fiscalizadora do Estado, na area do seguro, i exercida com o propósito evidente e declarado de tutelar o interesse dos segurados. Esse inte resse consiste em que a empresa seguradora se conserve técnica e economicamente saudá
vel, isto i, em condições de saldar seus compromissos com pontualidade e rigorosa exa ção.
O objetivo dessa fiscalização estatal pode ser atingido por diferen
ces caminhos, haja vista a pluralidade de escolas doutrinárias de que dá
testemunho,
"^essa matéria, a história do seguro mundial. Hoje em dia, o direito do seguro (comparado) divide as
ÍNDICE DAS SEÇÕES
legislações
existentes em duas principais escolas. Uma preconiza o controle rígido das operações.
Submetidas estas a coberturas padronizadas, com tarifas mínimas e comissões máximas, caso, prevalece a tese de que a fiscalização deve voltar-se preferencialmente para SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS
EDITORIAL
FENASEG SINDICATOS
^ ^ controle do preço, fonte de adequação da receita da empresa seguradora ao seu equilT ^ o operacional. A outra escola valoriza/e advoga, não esse controle, mas o do esta^^^'"'inionial da empresa, ai se concentrando a ação fiscal izadora do Estado para ga-
CNSP
SUSEP
IRB
NOTICIÁRIO DAS SEGURADORA^
patrimônio e "underwriting", uma adequada relação de equilíbrio. E
Pa EXECUTIVO,LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO
^ de solvência", que cuida de ajustar o potencial econômico da ^3pacitã-la a cobrir carências do "underwriting".
a
empresa
A "margem de solvência" i a formula hoje adotada nos países onde há fnenos
^ados seguradorescontrole preço.operacional. E esses países são, por sinal, os que possuem merde maiordeescala lORNAL DO COMMERCIO(PÁGINA DE SEGUROS)
OUTROSlORNAlí
^ (1q
DIVERSOS
FUNENSEG
ESTUDOSE OPINIÕES
MEROADO DE AUTOMÓVEIS
FIDES
MERCADO CAMBIAL
ATAS DE COMISSÕES TÉCNICA?
Vamp» âo F
De certa forma, isso leva ã conclusão empírica de que, em matéria de seguro, os estilos e escolas variam em função da escala operacional
^ í^Tgido controle de preço, minudente e bem mais laborioso, vai progressi terreno a outros esquemas que, sem perda de eficácia.
possibilitem
o exercício de uma ação vigilante, dinâmica e mais desembaraçada, na medida isso ^eie dele reclame reciamp , h escala i . - . . segurador. . a ...hL mudança da das operações do mercado BI.783*Pág.01*08.1Q.84
Assessorla Eeonomica - Resenha Semanal
NQ 58
i
SEMANA DE 24.05 ATE 30.09.84
j PANORAMA
ECONÔMICO
A política monetária tem sido intensamente utilizada para enxugar a liquidez da economia.
No ultimo trimestre o Banco Central
realizou
treze leilões informais onde foram vendidos um total de Cr$ 8,4 trilhões de ORTN
e
tTN. Praticamente metade daquele montante foi colocado em setembro. O estreitamento da liquidez foi seguido de imediato por um aumento nas taxas de juros reais. Para os CDBs pÕs-fixados as taxas subiram
om média cinco pontos passando de 21% a 23%, julho para 27% a 28% em setembro. Isto ocorreu porque os bancos para se adequarem aos novos limites do compulsório pressio naram bastante as taxas.de juros na captação. A tendência das taxas de juros será
^0 elevação se persistir a atual política monetária junto com o elevado déficit pú ''lico global (19.9% do PIB em 1983). Os efeitos imediatos desta contração monetária já se
fazem sentir na escasses de créditos para a exportação e agricultura. De qualquer não se deve temer uma desaceleração imediata da produção industrial pois
9®cal os efeitos de um aperto monetário se fazem sentir em média seis meses de
em
depois
seu inTcio como mostra a FIG. 1. Isto quer dizer que, dada a continuidade
da ^^^al polTtica, o crescimento industrial deverá sofrer queda somente por volta de "^arço-abj.^-^ de 1985 que deverá se prolongar por outros seis meses, mesmo que o prõxi
9overno reverta a atual pol Ttica.
p - ,
Para o setor segurador a recuperação da Produção de
mar^^^ Reaisde iniciada no geral primeiroa Produção semestrede(FIG. 2 e 3) deverá continuar de o-abri1 85 pois em Prêmios Reais segue-se, com depois uma defasa a recuperação industrial.
Mareio Valêrio Ronci Assessor Econômico
BI.783*Pág.01*08.10.84
i
t
FIGURA 1 - TAXAS ANUAIS DE CRESCIMENTO MONETÃRIO VERSUS PRODUCSO INDUSTRIAL
( 1980 - 1984 )
—
^
S
t
u
a
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o s e a.
CSJ I
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oduciio
i.tria
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5
^5
NOTA: Produção industria} medida pelo índice Geral do FIBGE que indica a variai de Janeiro até o mes indicado sobre igual período do ano anterior.
BI.783*Pã9.02*08.}:
BI.783*Pig.03*08.10.84
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INDICADOR DE PRÊMIOS REAIS - ACUMULADOS ATE' A DATA
FIGURA- 3
RTE- RELAÇAO DAS TARIFAÇOES ESPECIAI! AN EXO 01
f 1. O 2
à Carta n[:Tri/\-030/84 de 18.09.84 o^-n"
o 3-
SEGURADO 04 -
Oc
01 -n'; 00 PROc.
OKÜtM
' /i
JW /P ÜC
02 -
05
APOLI CE
[fiMÚslria de Papéis de Arte Jívsé Ts r rie r k a s s k y
nnp.üOP.Pdi
S / A.
Ilrtiano/Auburb , Pui i r i
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-
SEGURAOONÁ
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l^auel 7.800,210.2
Senurador^a
544-4 f
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726/78 f' ' P lí n" PI as b a té S / A
Te r re s t re
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0035/79 Certepal
Motors
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5.105.520
S/A,
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0726/83 Y a n e s
Te rres tre
Allianz-Oltramar leira de Seguros
EMORATEL ' Enpresa Brasileira de Teleconunica
400.041-3
Gerling Sul América S/A,
ções S/A.
Fluvial/Lacust
IndustriaTs
C a m p i n g L t d a.
139.000,357
1
0729/84
21
DETHA
-
--
a carta !d2-N'2
03-
0£ ORDEM
01 -N°. CX) PROC.
■Dl
065Ô/83
12
0307/82
Seguros
669-6
COD>:
ANEXO
Compan.í^ia 593-2
/
11 18 Olí-l/821-SEFOm
-
—
nCTHA - 030/84 ri e 18.09.84
fl.Ol
SEGURADO 04 0?
-
NOME
-
APOL 1 CE
05
'
Fábrica de Aço Paulista S/A. .
2017-0 Terrestre
A. Modelar S/A. Comer cio e Importação
-
SEGURADORA
Companhia Internacional ros
-
de Segu
530-4
81 5-3 Terres tre
03
0298/82
Mamoré Mineração e Metalurgia S/A.
18.021 Terres tre
04
0577/84
Inter
Continental
de
Gafe
S/A.
30.778 Terrestre
05
0426/74
KSR Comércio e Industria de Papel
S/A,
2347
e
2348
Ter res tre-lIrb/Sub 06
0115/81
Seara
Industrial
S/A.
597.000.132 Terrestre
07
08
0278/82
0841/74
Cia. Química Industrial placNordeste S/A.
de Laminados e Formi-
Rradesco
Seguradora S/A. 544-4
031 .000 .072/079 Terres tre
Orew Produtos OuTmicos S/A.
002.002.997 Terrestre
09
0482/78 Akzo
Industria e
Comércio Ltda.
/'
1 0
0582/74
Cia.
Brasileira
1 92 . 00,0.01 0 Terrestre
de
Tratores
171 .000.011 Terrestre
1 1
0355/82
Cris-Metal
Moveis
para Bantieiro Ltda.
438.000.072 Terrestre
\
OETH A
COD.:
11 18 Oll-l/821-SEFOPSí
RTE-RELAÇAO DAS TARIFAÇÕES ESPECiAiS
p
ÍN F >(0
fl. 04
ã Carta nETN/i-030/84 de 18.09.84 0?-N°
O 3-
SEGURADO
OF ORDEM
33
04 01 -N°. 00 PROC,
APOLI CE
05 -
SEGURADORA
O ? - 'J O H E
0311/82 Banco Holandez Unido S/A. »
Seguradora Brasileira f-'otor Un_i_
K830
Cia. Aytnore Credito
TT tulos/Malotes on Americana S/A,
Invest. Financiamento, Banco Aymoré de Invest^
-
526-6
mentos, Aymore Distribuidora de Valores riübil_T ãrios e Credicenter Empreendimentos e Promoçoe 34
1 .560
0681/84 Black & Decker do Brasil Ind. e Com. Ltda.
Terres t. , iJrb/S Jb 1.474 e 1 .475
0857/74 Cia. Souza Cruz Ind. e Con. e Cia. de Cigarros Souza 36
Te rres tre
Cruz
0346/78 Industrias de Moveis Gue.lmann
do Parana S/A.
3.505 Te rres tre
37
38
39
0099/81
0873/77
São Raimundo Agro Industrial Ltda.
Cooperativa TritTcola Regional Sto. Ângelo Ltd
0310/82 Refinadora Catarinense S/A.
Yorksín* re-Corcovado Companhia dí Seguros 564-9
334.018
Universal Companhia de Seguros
Rodo-Fluvial
Gerai s
30,078 Terrestre
Cia. Su1 Brasil de Seguros Ter^ restres e Marítimos 520-7
297.000.046
Atlântica Seguros S/A. - 638-6
-
512-6
Terrestre 40
41
0672/83
0177/81
Indústria de Componentes Neo Life da Amazônia
000.165
Ltda,
Ae reo
I.A.T, Companhia de Comércio Exterior
002.000.003
Pruden;tiâl -Atlântica Cia. Drasi
Te rres tre
leira de Seguros
4.101.656.9
Sâo Paulo Cia. Nacional de Segu
Terrestre
ros
35/84 Transportadora Fonseca Ltda.
43
Finasa Seguradora S/A. - 553-3
-
528-2
529-1
4.100.274
0675/84 Fundição Brasil S/A.
'Suburbanb
oçrwA
COD,: 11 18 011-1/821-8680»!
ANEXO 01
â Carta DETNA-030/84 de 18.09.84 0?-N°
03-
SEGURADO
0£ ORDEM
01 -N°. DO PROC.
22
6458/70
fl. 03
Ott -
02 - NOME
Companhia Siderúrgica Nacional
APOL1 CE
05 -
SEGURADORA
166.307 / 308
Sul América Terrestres, Maríti
T e rre s tre
mos e
Acidentes Cia. de Seguros 524-0
23
0679/84 Balfar Indústria Brasileira de Moveis
197.537.0 Terrestre
24
0678/84 Irmãos Janiski Ltda.
197.410.2 Terres tre
25
0614/74 FOREST - FaÔrica de Condutores Elétricos Ltda.
83.148 Terrestre
26
0071/80
Pérsico Pizzamiglio S/A.
General i do Brasil Companhia fia cional de Seguros - 590-8
35.81.085
Terres tre/Urb.S Lib . 27
0728/84 De Millus S/A. Indústria e Comercio
2233-80.956 Aéreo
28
29
0531/74 Hartmann e Braun do Brasil
0880/74
Control ére,InsfÜru-
mentaçao Ltda.
1227400075 Terres tre
Volkswagen do Brasil S/A. e Companhia Vale do Rio Cristalino Agropecuária
022000737 e
Companhia de Seguros América do Sul
Yasuda
-
641-6
12275-00325
Terrest,,Urb/Su b. 30
0145/79
IRPASA - Indústrias Reunidas Paranaenses S/A.
Concórdia Companhia de Seguros
022
Terrestre 31
32
0657/78
0143/76
660-2
Cooperativa Agrícola Cotia - Cooperativa Cen
197
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Terrest.,Urb/Su b.
Expio Indústrias Químicas e Explósivos S/A.
100.568
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Terres ^re í
Companhia de Seguros Cruzeiro
Sul
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557-6
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COD.: 11 18 Dll-l/821-SER)ftl
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Terraço Itália em comemoração ao seu 129 aniversário. Na oportunidade ,
Conde
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Purm-Mentor; Joaquim Coelho Gonçalves - Secretário; Milton Mar-
Juni- ^ Piscaiizadora. ' ^^^oureiro; Nilson Neves Garcia, Paschoal Acquaviva e Rudolf A. Weichert -
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tora de Seguros Ltda. cientifica o mercado o seu novo endereço: Rua CarijÕs, 101 -29
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Aquela operar
como corretora, tendo sido cancelado o seu pedido. Analise Administração e Correta gens de Seguros S/C Ltda. e Sidinei Soares de Oliveira Júnior retornaram ao exercT cio de suas atividades.
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1) motivo de saúde e idade; 2) não exercício da profissão; 3} falecimento. Delegacia informa ainda que Corretagens de Seguros íris S/C Ltda. deixou de
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gistros, a pedido e em carater definitivo, respectivamente pelas seguintes razões: 0
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Eglantina Braghini Afif e Sidinei Soares de Oliveira tiveram cancelados os seus re -
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rio, Silvio Pires Coimbra de Siqueira, José Roberto Peiretti de Godoy e Tencor-Administracio e Corretagem de Seguros Ltda. S/C. Os corretores José da Conceição Alves,
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registros dos seguintes corretores: Francisco de Assis Conrado Ribeiro, Durval Silve
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(Delegacia de São Paulo) informa o mercado que cancelou temporariamente, a pedido, os
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CORRETORES DE SEGUROS - A Superintendência de Seguros Pr"''vados
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CORRETORES DE SEGUROS - A Superintendincia de Seguros Privados
EXECUTIVO.LEGISLATIVO ElUDIClÃRIO
comunica ao mercado que o corretor Germano Datz retornou ao exercTcio da orofis^ sio. Ao mesmo tempo, aquele Órgão cancelou o registro do corretor Ary Milesi , por motivo.de falecimento.
PODER JUDICIÁRIO
W MEMORIAM ■V"
Mo dia 29 de òztmbAX), moHAzu. m con^aqUâncda de, p^obZejncu,
Jícàtdào Publicado ao dDiácio da justiça I AGO 19S4
ca/idlacoÁ FEÃI/IO ROBERTO GARCIA VA ROSA, ckz{^e. do òeXon, de, ZmpKe,òòão deMte. "Boleddm Jniamcutivo".
'^riUnJ,
Mo cUa 11 de. ma/iço dzòte, ano, domingo, moAAoAa tom
bem de. pA.oblemaò caAdlaco^ Õ/iZando Pae4 de AvetíoA, c/ie^e daquete òeto/i. E FZÁvio, {fUnctonoAio exempiat, a&óimiu a chefia do òetoa. VoK iAoyUa do deA tino, moKKeiL -óeXó me&e^ depoiò, nm gabado. Vo compankeÁAo Ttavio, (^ieam
SEGUNDA TURMA
08.06.84
em noó-óoó mentem U lembnanç.a da òua ^igu/ia extrovertida, de maneira a^avet,
de coZega cumpridor do^ òeuÁ deveret e, acima de tudo, de um Amigo inetque-
cZveZ. Em tão poucas Zinkaò, e di^ZciZ descrever o que VZãvio representou para todoò no^, da ^amiZia FEMASEG, em termoò de dedicação ao trabalho e de companheirtòmo. Maò, a presença, permanente da sua imagem e o bastante para coZocã-Zo na gaZeria dos melhores funcionários que já trabalharam nesta en tidade. X famZZia de VZávio, os nossos sentimentos.
RECURSO EXTRAO-OaNARIO N9
100.178 - O
RECORRENTE
:
PREFEITURA MUNICIPAL DO RECIFE
RECORRIDO
;
HO.^IE MERCANTIL SEGURADORA S.A.
PERN;k_M3UC0
E OUTRAS
EMENTA: Direito Tributário. I.S.S. Para a incidên cia do tributo torna-se necessário o exercício de uma ativida
de que represente "serviço" constante da lista anexa â lei
7
devendo a prestação emanar de empresa.ou profissional autôno
mo, Segundo bem observou o acórdão a emissão da apólice de se guro é um instrumento do contrato, onde se inserem os direi -
tos e obrigações das partes contratantes, A apólice destina -se a provar a existência do contrato de seguro.
A simples emissão da apólice pela seguradora não constitui
fato gerador do I.S.S. , pois é a própria seguradora que, me diante atividade inerente a operação de seguro, emite a apóli ce correspondente, O venerando acórdão recorrido adotou a melhor exegese. Se
ria aplicável, pelo menos, a Sümula 400. Recurso extraordiná rio não conhecido.
BI.783*Pãg.02*08.10.84
BI,783*Pãg.01*08.10.84
Apólice de seguido e ins trumcn':^c dc cor. trato de seguro^ comirr. ao seguraacr
£
ao segurado3 no interesse de ambos emi
tido. Sua emissão nao ê serviço presta do a terceiro. Não incidência do impos^
ACÓRDÃO
to municipal sobre serviço. Voto vencido.
Vistos, relatados e discutidos estes autos, accraaii:
os MijiistiX)S cocçonentes da Secunda Turca do Suoreso Tribunal Fe
•ACÓRDÃO
deral, ã unanimidade de vetos e na confonnidade da ata do julga-
Vietoa, relatados e discutidos estes
Inento e das notas taquigrãficas, em não conhecer do recurso. Brasília, 08 de junho áe 1 984.
autos de
Apelação Cível nP 85.510, da comarca do Recife,
sendo
Apelantes A Home Mercantil Seguradora S/A, Vera
Cruz
Seguradora S/A, The Home Insurangc Company e a Compa nhia Internacional de Seguros e, apelada a Fazenda Mii
nioipal, acordam por maioria de votos os Deeembargado res componentes da Segunda Câmara Cível do Tribunal ífe CX
DJACl/ FALCAO
Justiça do Estado de Pernambuco, em desprezar a ques Presidente
t!"-"
e Relator
tão constitucional, e, ainda por maioria, em' dar pro vimento ã apelação para reformar a sentença, e conce der a segurança, invertidos os ônus processuais.
RECURSO EXTRAORDINÃRIO N9
100.178-0
PERNAMBUCO
Reste integrado o relatório de fls. assim de cidem pttos motivos expostos nos votos proferidos
na
sessão de julgamento, transcritos nas notas taquigrã ficas anexas, as quais, autenticadas passam a fazer
RELATOR
O SENHOR MINISTRO DJACI FALCAO
RECORRENTE
PREFEITURA MUNICIPAL DO RECIFE
RECORRIDOS
HOME MERCANTIL SEGURADORA S.A. E OUTRAS
parte integrante deste. Custas, na forma da lei. Recife, 25 de novembro de l 981.
Ca) ilegível. Vencido, conforme notas taquigrãficas. Ca)
Guerra Barreto." Cfls. 210 a 211).
RELATÓRIO
RELATÓRIO O SENHOR MINISTRO DJACI FALCÃO: Trata-se de mandado de
Adoto o da sentev^a ã$ fls. 120, o qual S
segurança objetivando o reconhecimento da
não incidência
I.S.S. sobre a emissão de apólice de seguro, á consideração
do
o
seguinte:
de
*JmptUoix HOhiE MERCAWru SEGURAPcJRA S/A, poA.
que somente incide o I.O.F..
I.nttA,mzdio de. advogado, Itgaímznte. habilitado, o pA.e.6zntz Mandado de SeguA.ança contA.a o S/l. A sentença de fls, 130 a 135 denegou a segurança. Con»
•.
tudo, veio a ser reformada em grau de apelação conforme a seguin te decisão:
EMENTA: Ato normativo da Administração Pública cuja validade ou invclidade é indife -
rente ã decisão ou causa. Rejeição, p£ Ia Câmara, de questão constitucional
Pl/ietoA. de T/LÍbutação da Sec/ieta/iia de Einan-
çaÁ do Município do Zeci^e, objetivando exi ~ v\i/i-&e do pagamento do JSS que lhe e4tã 6endo exigido pelo ^i^co municipal, de aco/tdo com Ciãto de iniKaqão acostado a inicial. Como litiAcon'})0/Lte6 ativot, ing/ieò^a/iam no ieito t/ERA CRUZ SEGURADORA S/A . 37/3S1, THE HOME IWSURAWGE COMPAAi/, GREAT AMERICAW IWSURAHGE
suscitada. Voto vencido.
BL783*Pig.03*08.10.84 BI ■ 783*Pãq.02*08.10.84
Á
COMPAWy (í£i. SlfòO),
«OWARCA
CÚMPAWKIA OE
mo dznííio a ScgLi^-.íDiça impztAada, ficando azvo_ gadcLi;, V ic. dt co ni Q.qu.znc.i(i, ai> liminaAZ6 con-
SEGUROS
g9/90| c a COUfPAWHIA TWTEPíOCIp
czdidci.il CL in\v
lyAl OE SEGUROS (í^4. 9S/Í021, íoda^ com o meó
KO objC.tivo. AEcgam (jtie, yã -tnc-ttíZncío 4oEA.e as ope-taçoci de 6e.gufLo, qaz e^c.tuam, o ISOF, de conipeícnc-ia da Un^âo, nao pode a ciun^c-EpaE^da
de coòAaA. TSS, ^aztndo-o KzcalK íambem aoU/lc a neABia opzA,ação, antz a pAo^b^ção IzQaí e con^-tc-euc-EonaZ. ReiJeaem-óe a £eg-có^ação atÁ -
nzntz a mcL.tzA.-ia A.zpoA.tan-fdo-òz à coinpztznci.a txtbutãA.ta do í-lu.ntc.Zpto z analtòando o ^ato qz H-CLdoA. do tAU.bato impugnado, AA.A.ima'òz, poA. otUA.0 lado, em CÍA.culaA. da SUSEP, qaz conòidz
e
Ix-tiii coniiOAizò .
 sentença foi publicada nO dia onze de ahrit ãa mil novecentos e oitenta,
A vinte '3 cinco de abril apelaram as Companhi^ ojs Bome Mercantil Seguradora S/A, Vera Cruz Segur^adora S/A, The Uomc Incurange Company e a Companhia In -
teTTiacional de Seguros (ve fls, 127). Na apelação, r_e nova.ram suaa alegações de que o custo das apólices in tegra o valor dõ prêmio e, coma tal, sujeito ao lOF .
A Fazenda Muyiiõipat contra-arrazoou, renovando suas q_ p" iniões jã apresentadas. No recurso ainda oficiou o Dr, Representante do Ministério Publico,
Aa a poAczta tobAada pzla zm-Uião da apõ^-Ece coojü intzgAantz do pAÍmio, JuntaAom pAocuAa -
ÇÕZÁ z docamznto^, AzqazAzndo mzdida liminaA,
Preparados os autos, nesta Segunda Instância o Dr. Procurador opinou pelo provimento da apelação j
quz Áomzntz nao ^oi conczdida à ultima litiò-
com o seguinte Parecer: Cie o Parecer).
AOnàofitz, Hoti{^izada, a autoAidadz apontada co oo coaío-^ia pAZòtou in^oAjnaqõzò a ^l6, 77/SO . Em longa zxplanação, 6u6tzntou a Izgalidadz da
Oe autos foram ao Des. Revisor e S. Exa. pe -
âiu para julgamento.
cohAança, aAgumzntando nao ázá a paAczla òo~ Esta feito o relatório.
bAZ a qual 6z ijez incidia o ISS paA.tz intzga^ tz do pAzmio, maí 6im "taxa do zxpzdizntz", Jzita a tãibutação municipal, no& tZAjnoò dz
VOTO
r9 14, da lÍÁta do òzAoiq.06 anzxa ao Voc^Lzi $34, AAAimou-òz zm znòinamzntoò doutAÍnS.Aj.o4>
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RELATOR
Conceitua o Código Civil Brasileiro, art. ...
£w tzAmo da zòpzciz, zitudando a ba^z do cal-
culo z o ^ato gzaadoA do tAj.buto malòinado,pz dindo, afinal, a dznzgação da òzguaança impzr taada. A ^l6. è6/ê7 paazczA do Rep. do-M. P , Qíie, acolhendo a tz6z da Fazenda Municipal , pKonunciou-&z pzlo indzézkimznto do pzdido-.B^
1,422:
'Aa-C. 1,431, Conò-idzAa.-òz zonthato dz àzguho CLquztz pzlo qaaí uma. dcu> paAtzò òz obA-íga paAa com a outha., mzdiantz a. paga dz.um pAemE-O, a lndznizã.-ía do pnzjuZzo Azsultantz dz A-í-ò •
Ae pa^teceA. ^oi mantido, con^oamz cota dz ^là, lis, apoò tzA òido adm^-tído o ultimo litiòcon
coi {fUtuAoi, pAzv-iiioò no zontn.ato.'
^OAtz^.
E togo, disciplina:
O Dr, Juiz assim julgou a causa:
*AA-t. 1,433. Uitz contAuta nao obAlga àn-te<s de ■Xzduzldo a zicAlto, z conildzAa-òz pzA^zlto dzòdz quz o òzguAtidoA AemeCe a apõllcz ao iz-
I .
*WSo ue/o, aáá^m, i.lzgo,lLd<idz, multo mznoò In COnAtltixclonixíldadz no ijaío de iJazeA o Mutt-tc-í
: 1
p-co do RecE-iíe E.ncE.d-cA o ISS iobnz o ato matz-
guAado, ou da opzAação. '
noi llvAoò o lançamento atual
Alal dz zxpzdlção dz apõllcz dz izguho, 6za.vI ço qiuz zon&tlíul como iJEcou dzmon&thado, ^ato gZAadoA do t-xlbuto zm tzla, AáiEm áendo:
E
Bnittda, pelo Segurador, e , a apólice, o ins'
■rrurtento do contrato dc seguro. Com esse significado,
COn^-ídeAando tudo o qaz mai& conòta doi autoò,
julgo Impxoczdzntz o pzdldo paAa dznzgah, coBI.783*Pãg.04*08.1G.84
BI.783*Pag.05*08.10.84
Assim,
tomando, ao acaso, exemplos da lista le -
gal: na consulta médica, o medico examina o cliente e,
repetidamente vem no texto do Codigo Civil: <irt. 14ZS, 1,438, 1.446, 1.447 e §, 1.448, 1449, 1.450, 1460 1,461, '1.463 e §
este, sai com a adequada prescrição; na barbearia, sai o freguês com a barba feita, ou o cabelo aparado; no hotel aproveita, o hóspede, da esludia; do alfaiate ,
,
e 1.472.
obtêm, o cliente, a ar-r.fecção da roupa. Tem razão, a douta sentença, ao dizer* qtie e o
prêmio que remunera o Segurador pelo risco, ãao inte gra o prêmio, o que o Segurado paga pela emissão da
Ora, a apólice ê o instrumento do contrato de
tênaia tributaria constitucional do Município, pode
Seguro, ê a prova, do negócio feito da qual se valerão ambas as partes para, no futuro, demonstrar que o Se guro fora contratado, e as condições em que o foi,Con_ têm, inclusive, o recibo do prêmio passado pelo Segu rador, t a própria apelada quem admite que tleio as
ria ter, o ato da Susep, dispondo sobre a integração
fls.
apólice.
Igualmente, nenhuma repercussão sobre a aompe_
183):
do prêmio de Seguro pelo preço da apólice. Essas
da apõíizz z cu4>to dz papzl, da ZmpA.z^ óão dz zxpzd-íção da apÓi^ícz, zn£À,m, do expede
premissas, porem, não são as únicas su
fiaientes ã resposta ã questão que o pleito suscita . Outra ha, mais importante, mais abrangente; hã de ser,,
zntz dzòznvolvÂ.do pzZaò &zguA.adoA.aÁ paA.a tnatízaA. o
ContA.ato. '
a emissão da apólice de Seguro, considerada "serviço", A apólice consignará o prêmio devido ou pago
assim considerado o ato guridico, sobre o qual incide
peto Segurado (importando, no primeiro caso,
o ISS?
obriga
ção do Seguro e direito do Segurador, e, no segundo ca Nas suas razões, traz, c Apelada, satios ensi^ namentos. Deles, escolho o de D'Amati, citaât por Ataliba Nogueira. Leio ãs fls. 179:
00, recibo, pelo Segurador, da importância recebida), c quaisquer outras obrigações que, no contrato, forvn estabelecidas,
(C.C. arts.
1.434/1.435) como,
por e -
xemplo, a do Segurado pagar o- prêmio em prestações fu 'O Que i> & iKibiita, &m ouatQu.2.h. c.o.i,c, z g_ ato,
turas CC.C. art. 1.4491 ou, a de manter determinadas
{ato ou nzqoc-ío e não a itmoZzó ct-izur.ótâncta dz Z6ta'l ^ p-iziznça um pzdaq.o dz paczi ou um
condições de segurança em relação ao bem objeto
do
contrato.
mzho tzx.to ziC'iito, mc-imo poA.qaz, dz outA.a ma
nztKa, o ■importo \zipzctivo ÁZA.ta az p-ioduçao ou dz consumo z não um -ímpo&to <sofa-':i c ato ju fildizo. '
Ora, como o define a lei, o imposto
••
ser
va da existência do contrato - a servir ãs duas par tes - consignando recíprocos direitos e obrigações,se possa dizer seja serviço, peta parte que o faz, pres
y-ipo temj como fato gerador "a pres tação or Z.
tado ã ouzra parte contratante. Nem estã, a emissão da
ou pro fissional autSnono, com ou $ em estcce 'ecimento fixo, de serviço constante da lista anexa. " 'Zecre to-
cpoliae de Seguro, nas hipóteses do item XXV, do § 29 crt. 43 ca Lei Municipal nÇ 10.466 - CÓdiao Tributá -
—lei n9 406 de 31,12,1968).
2*io Municzpal
Trata-ac, e bem dc ver, e, a cônsul-,
i
soore
Não vejo como, da feitura, por uma parte do tnstrumento do contrato, do documento que será a pro
z
lista
o comprova, de serviço prestado a-outrem, ç'.
retira
'uma vantagem pessoal da atividade pres tador:
Io
con
texto com base no Decreto Lei 834 de
oito de sevembro de 1963, pelos quaie, incide o ISS eobre os de datilografia, eatenografia, se oretaria e congcney^es, Naquelas hipóteses, o cliente
-
tribuinte.
i ,.l BI.783^Pãg.Q7*08.10.84 BI.783*Pag.06*08.10.84
na
oontvata a realização, e o prestador presta um servi' ço .daqueles, e, finda a prestação, tem, o cliente, o serviço prestado e, o prestador, o pagamento ajustado.
circular n9 5/69 da Susep. DESEMBARGADOR
GABRIEL
CAVALCANTI
Uão é isso o que ocorre com a emissão da apo~ A indicação estã na inicial - alegação de in-
lice de Seguro. Não vai, o cliente, ao emissor da ap£ lice, pedir-lhe preste o serviço de confeccionar
aonstitujionalidade
uma
eu não percebi.
apólice. A emissão da apólice estó'na ponta de icza se rie de atos, inst-tumentando um contrato que lhe e su£ jaoente: o contrato de Seguro, e, como se viu, não e,
DESEMBARGADOR GUERRA
BARRETO
(
REVISOR)
Qual se vê da inicial das informações ãs fts
a apólice, emitida para que dela use e goze, o Segura do, mas, para provar o Seguro contratado, a demonstrur
80,
e da sent^aça as fls.
122.
08 direitos e deveres dos contratantes.
trovêrsia e a alegação de inconstituaionalidade
.
0 ponte central da con
da
circular nÇ 5/69 da Susep.
O simples fato de, ao Segurado, se impor o p£ ■gamento pela emissão da apólice, .não desnatura a apó_
DESEMBARGADOR
lice, que continua a ser o instrumento do contrato de Seguro. Com essa exigência, ficou, o prêmio, na sua in
tegralidade, destinado a cobrir os riscos do contrato,
atendido o custeio da apólice pelo pagamento exigido
GABRIEL
CAVALCANTI
Srs. Desembargadores, data venia da propos ta
do.Des. Revisar, não me parece necessário vã, o feito,
ao Tribunal Pleno. Mesmo porque, não vejo que a alega çÕo desta inconstizucionalidade, seja fundamento
ao Segurado.
do
pedido nem terã influência na decisão.
Dou, asssim, provimento ao recurso, para ref^ mar a sentença,
conceder a segurança, custas ex lege.
O Municipio do Recife entendeu de cobrar o im
posto sobre serviço relativamente d feitura de apóli ces pelo Segurador. Ocorre, na verdade, que a decisão
DESEMBARGADOR GUERRA
BAFãETO
da Susep - Superintendência de Seguros Privados -,man da que seja pago c lOF - Imposto de Operações Pinan -
L^IVISORl
aeiras
Qual se vê da inicial, das informações e
-
sobre
esse
da
sentença Cfls. 1321, o ponto central da controvérsia € a alegação de inconstizuaionalidade da aix*cular nÇ S/$9 da Susep, arts, IÇ e 29, e dispõe o art. 480 do
a
Cód,
de ser resolvida,
de Proa.
Civ.:
4S0. A^galda fi inconÁtitacionaiidadz de tZ'L ou dz ato noimat-ivo dc podzfi pubiico,
A.zla.toK, ouvido o A.a a quzi^tão ã
o
Público, ou câmara, a que -CocaA, o
conhecimento do p^^occi^o. '
2omo V.
Meu voto,
decisão da Susep, eua
existência
z ■.ra
19 e 29
não toca na
a decisão da causa. A espécie po
2Znsiderando-se ser, a emissão da apólice pelo Segur Z-..OV, ou não, serviço a ser tributa — do pelo Município -- Recife, dentro da sua competência constitucional ços.
Somente
Segurado,
trí . -A-arva
sobre o
..^l deva incidir o imposto sobre
o
te não o for, pouco importa que a -.ande, cobrar imposto sobre isso;
se for entendido c. =.
Seguradora, obriaa
de impõr imposto sobre servi
; izer apólice e serviço prestado ao
isso.
eerviço, ou não ê?
Voto, assim, ' no sentido de se cindir o julga mento da apelação, para submeter ao Tribunal Pleno, a
Exas perceberam,
:alvo para dizer que, ê irrelevante
Susep mande, ou r.S::
alegada inconsti tucicrxalidaàs dos arts.
ato.
sim, meu voto foi contrário, - a dois impostos, oairã pela via
da
BI.783*Pãg.08*08.10.6
BI.783*Pag,09*08.10.84
Ouso discordar, respeitosamente, do incisivo
pronunciamento do eminente Revisor, Nao me parece se ja o ponto central da controvérsia, a quaestio cor.st^
que entender, a fim de discutir se deve pagar o impo^
tucional oriunda da circular S/69 da Susep, Sendo azo
toe sobre serviço ou o imposto sobre operações finan ceiras.
normativo do poder publico, veio a baila, a menciona da circuT ur, porque disciplina a cobrança do lOS so -
O fato de a Susep, uma Superintendência de guroe (não ê um Ministério, nem estamos ã face de um
ore operações de seguros, com inclusão, na base de cálculo, das parcelas relativas ao custo da apólice ou
decreto, muito menos de uma lei), entender, em um ato
do bilhete.
administrativo normativo, de exigir que as Segurado -
ras paguem o- lOF sobre o fato da emissão da apólice ,
Tratando-se de puaestio constitucional inciden
essa ação individual da Susep não pode constranger o Município, a não cobrar os impostos municipais que Vie
ter tantum, necessário seria, para a sua submissão ao Tribunal Pleno, que a argüição de inconstitucionalidade fosse acolhida, ao menos por maioria de votos, nes ta Egrégia Câmara Cível (Apud Pontes de Miranda, tn Comentários ao Cód. de Proc, Civ, - Tomo VI edição
sejam devidos.
O ponto central em que me situo é esse,
Í9?S - pág. 83) Não se discute a cons titucionalidade do ato da
Susepj discute-se se emitir apólice do Seguro é servi ço sujeito ã competência tributária municipal.
Tenho como estranha ao âeslinde da controver -
Vai, porque, com a vênia que peço ao Des,- Nevi_
sor, não vejo como seja necessário, não vejo que exis ta a questão constitucional a ser apreciada pelo Tribu nal Pleno.
sia sub judiee, a auaestio júris prejudiciales da in oonstitucionalidade da circular em epígrafe. Apenas,ad argumentandum tantum, destaque-se a regra de ouro se gundo a qual, a inconstitucionalidade das normas jurí dicas, somente deve ser apurada se indispensável à so lução do litígio.
PROSSEGUE O DESEMBARGADOR GABRIEL CAVALCANTI
Acompanho o voto do Exmo. Sr. Des, Gabriel Ca
A Turma está em divergência quanto a necessida_
valcanti.
de de submeter ao Tribunal Pleno, o problema, possível, DECISÃO
da oonstitucionalidade do ato da Susep, manaando co
—
brar lOF sobre a emissão de apólice de seguro.
•POR MAIORIA PE VÕTÕS, REJEITOU-SE PRELIMTWAR
DESEMBARGADOR JOSÉ PESSOA
PE SUBMETER O FEITO AO TRTBUWAL PIEWO, APRECIAR MATÉRIA CO.VSTITUCIOWAL.'
Peço vista.
PARA
PROSSEGUE O DESEMBAEGADO?. GABRIEL CAVALCANTI
ADIADO A REQUERIMENTO DO DESEMBARGADOR JOSÉ PESSOA Peço, no mérito, o voto do Des. Revisor, DESEMBARGADOR JOSÉ PESSOA DESEMBARGADOR GUERRA BARRETO (REVISOR)
Recebi o presente feito no dia 23 do corrente,
e após o decêr.dio legal, é a primeira sessão que
se
realiza, Estou, portanto, dentro do prazo legal.
1
.
No mérito, eu acolho o Parecer da douta Pro.?»
radoria da Justiça, c negc provimento
á
BL783*PãgJ1*08,10,84
<
BI.783*Pdg.10*08.10.84
1 tramitando regularmente Cfls. 244 a 257 c 259 a 261).
resealtando^ também, os fundamentos da sentença cons tante das fZs, 121/154,
Perante esta Corte a Procuradoria-Geral da República
®iDÍtiu o seguinte parecer:
desembargador GA3FIEL CAVALCAiVTI
A Turma estÚ em divergência quanto ao mérito, O DeS' Rclaüor dá provimento à apelação e o Des, Revi^
"J. DOS FATOS
HOME MERCANTIL SEGURADORA 3.A. E OUTRAS impe
6or nega provimento ã cpetaçao.
traram o presente Mandado de Segurança contra ato do Sr, Diretor de Tributação, no Município de Reaife^que lhes exigiu pagamento de IS-R incidente sobre receita de custo de apólices.
Ponho o voto em discussão. nEEEMRARGADOR JOSS PESSOA
Concedidas as liminares
Sr, Presidente:
initio, foram cas
sadas com a denegação da segurança,
Data venia, ainda, do pronunciamento do Exmo Esta decisão foi reformada pelo Tribunal local.
Sr, Des, Revisar, eu dou provimento ã apelação. Alega a impetrante, ora apelante, que a expe
Inconformado, recorre extraordinariamente o Mu
dição da apólice de seguro, não stá sujeite ã incidên
nicipio impetrado, com, fundamento no art, 119, inciso
cia do imposto sobre serviços. Eu entendo que esse im-
JIJ, alínea a, da Constituição Federal,
.posto recai sobre serviços prestados a terceiros. Se a apólice de seguro é um documento comum, Ó o instrumen to do seguro, não é serviço prestado a terceiros, In clusive porque, na própria apólice, vão mencionadas as
hipóteses exceptivas da responsabilidade securitãria ,
II, DO DIREITO
A incidência do I^S se-dã sobre o serviço pres tado a outrem, que dele se beneficia.
e ê de todo o interesse da seguradora expedidora da a-
police, que ela seja expedida e entregue ao segurado . Nessas condições não e serviço ao segurado, i um ins trumento de seguro comum a ambas as partes,- Acho
que
Esta vantagem não ocorre quando da emissão da ÇLpolice de seguro, que é instrumento do contrato de se guro, onde constam os direitos e obrigações das partes
èstã imune, nao esta no campo da incidência do impôs to
contratantes, A apólice simplesmente documenta a
Bobre serviço,
existência,
sua,
O item 14 da lista anexa ao Dec.-lei 406/68 ,
È o meu voto," Cfls. 212 a 226).
em que se lê, in fine, expediente, não contempla a hi A vencida interpôs recurso extraordinário com base
na
pótese sub judice como de incidência do tributo,
letra a do inc. III, do art. 119, da Constituição Federal, ale -
A decisão impug^nda, portanto, deu ã legisla -
çando negativa de vigência ao art. 8Ç do Dec.-lei n. 406/58, na •JTcdação do Dec.-lei n. 894/69.
çao federal, senão a melhor, pelo menos, interpretação razoável, impondo a aplicação da Sümula 400,
O recurso foi admitido pelo despacho de fls. 240 a 241,
BI.783*Pãg.12*08.10.83
BI.783*Pig.13*08.10.84
fryWgfcIfcJy
Jiih
Peto HÃO CONHECIMENTO dú apelo extremo.
t a própria apelada quem admite que (leio ãs fls.183): Braezliaj 22 de setembro de l 983.
^Cuüo da apÕticz í cuòto dz papzl, dz .(a) Edylcêa Tavares.^ Nogueira de Paula - Procuradora da
República.
^ão, dz expedição da apÕlizz, zn^im, do zxpzdV. zn-tz dz6znvolvõdo pzlaò 6ZQafiadon.a6 paAa ^oA.ma tÃzah. o Contxaio.'
SUBSCREVO:
(a) Mauro Leite Soares - Subprocurador Geral da Repú hlioa."
A apólice consignara o prêmio devido ou pago pe
(fls. 270 a 272).
V
O
Io Segurado C iniportando, no primeiro caso, obrigação do Segurado e direito do Segurado, e, no segundo caso, recibo, pelo Segurador, da importância recebida)e quais
O
quer outras obrigações qu<, no contrato, for^r^estabele-
aidas, CC.C. arts, 1.434/1,435) como, por exemplo, O SENHOR MINISTRO DJACI FALCÃO (Relator) ; O ilustre-Das.
Gabriel Cavalcanti, depois de referir-se ao conceito legal do cot
a
do Segurado pagar o prêmio em prestações futuras CC.C. ^rt, 1449) ou, a de manter determinadas condições B&gurança em relação
de
ao bem objeto do contrato.
trato de seguro, tece as seguintes considerações:
Não vejo como, da feitura, por uma parte do ins "
Ora, como o define a lei, o imposto sobre ser
viço *tem, como fato gerador "a prestação vor empresas ou profissional autonor.o, com ou sem es tabe lecimer. to fí xo de serviço constcn te da ■ lista anexa ". CDe-creto-lei
trumento do contrato, do documento que será a prova da ^^istenc*ia do contrato - a servir ãs duas partes - con ^"^gnando recíprocos direitos e obrigações, se possa di seja serviço, pela parte que o faz, prestados ã ou
"^^a. parte contratante. Nem esta, a emissão da apólice
nÇ 406 de 31.IZ.1968).
Trata-se, é bem de ver, e, a consulta ã lista o comprova, de serviço prestado a outrém, que
retira
uma vantagem pessoal da atividade prestadora do contri buinte.
Seguro^ nas hipóteses do item XXV, do § 29 do art. da lei Municipal nÇ 10.466 - Código Tributário Muni <^ipal texto com base no Decreto Lei 834 de oito de
^^temhro de 1963, pelos quais, incide o ISS sobre os Serutpoe de datilografia, estenografia, secretaria e °^ngeneres. Naquelas hipóteses, o cliente contrata
Assim, tomando, ao acaso, exemplos da lista le
gal: na consulta medica, o médico examina o cliente e, este, sai com a adequada prescrição; na barbearia, sai
o freguês com a barba feita
ou ou cabelo aparado;
no
hotél, aproveita, o hospede, da estadia; do alfaite
,
obtém, o clienze, a confecção da roupa.
a
^^^lização, e o prestador presta um serviço daqueles , finda a prestação, tem, o cliente, o serviço presta o prestador, o pagamento ajustado,
Nao é isso o que ocorre com a emissão da apóli
ãe Seguro. Nao vai, o cliente, ao emissor da apóli— pedir-lhe preste o serviço de confeccionar um apó-
Ora, a apólice e o instrumento do contrato '
de
I
Seguro, e do negócio feito da qual se valerão am bas as partes para, no futuro, demonstrar que o Seguro fora contrataao, e as condições em que o foi, Contem , inclusive, o recibo do prêmio passado pelo Segurador .
^ emissão da apólice está na ponta de uma serie
^ títoe, instrumentando um contrato que lhe e subjacen o contrato de Seguro, e, como se viu, não é, a apÓ emitida para que dela use e goze, o Segurado,mas, provar o Seguro contratado, a demonstrar oo direi
fi deveres dos contra tanteo.
,i l
iag.jUMl
BI.783*Pãg.14*08.10.84
BI.783*Pig,15*08.10.84
Jh0<mUvm**9CM
o simples fato de, ao Segurado, se impor o pa
gamento pela emissão da apólice, nao desnatara a apó lice, que continua a ser o instrumento do contrato de Seguro. Com essa exigência, ficou, o prêmio, na sua tegralidade, destinado a cobrtr os riscos do contrato, atendido o c-.-.zteio da apólice pelo pagamento exigido
tegrante do contrato de seguro/ a beneficiar ambos os contratan tes, não havendo por conseguinte prestação de serviço
sujeito
ao tributo em causa. Ademai.s, não ha uma prestação de
serviço
por pessoa estranha ao negócio jurídico, era que intervém para a sua facilitação.
ao üegurado." (fls. 217 a 219).
Lembrou, a
Era conclusão, decidiu a egrégia Segunda Câmara Civil, 1 1
respeitável decisão que não se con
por maioria^de votos, que a apólice de seguro é ura instrumento
funde a espécie com a prestação de servi "O de datilografia, est^
do contrato respectivo, comum ao segurador e ao segurado,
nao
nografia, secretaria e congêneres, previstos na legi"Slação muni
constituindo a sua emissão serviço prestado
Daí,
cipal (fls'. 219). Em conclusão, não hã que falar na incidência
a terceiro.
não incidir o I.S.S..
Esclareço que o recurso não cuidou de matéria consti
do item 14 da lista anexa ao Dec.-lei n. 406/68. No caso,
não
existe uma prestação de serviço a justificar a incidência
do
X.S.5.•
tucional.
Ao ver da recorrente a decisão negou vigência ao art.
Desse modo, a meu juízo, a interpretação adotada pelo
89 do Dec.-lçi n. 406/68, na redação do Dec.-lei 834/69, que re
acórdão é a melhor. Quando assim nao fosse seria pelo menos ra
za:
zoável (Sümula 400),
"
Art, 89. O imposto, de competência dos Munic^
pios, sobre serviços de qualquer natureza, tem como fa to gerador a prestação, por empresa ou profissional au tÓnomo, com ou sem estabelecimento fixo, de serviço
Cingindo-se o recurso à alínea ^ do permissivo consti
tucicna.l, dele não conheço, ê o meu voto.
constante da lista anexa."
EXTRATO
DE
.ÂT7.
Não procede a argüição. Para a incidência do tributo torna-se necessário o exercício de uma atividade que represente
RE 100.178-0 - PE
Rei.: Ministro Djaci Falcão. Hecte.: Prefeitura Municipal
"serviço" constante da lista anexa â lei, devendo a prestação e manar de empresa ou profissional autônomo. Segundo bem observou o acórdão a emissão da apólice de seguro é um instrumento
contrato, onde se inserem os direitos e obrigações das
do
do
^^cife (Advs.: Liú-Siú de Carvalho e João Manoel da Silva Carva
lho Neto). Recdas. r Home Mercantil Seguradora S/A e outras (Advs.: Ivo de Carvalho Aroucha e outros),
Decisão: Nao'conhecido. Unânime. Ausente, ocasionalmente, ®®nhor Ministro Moreira Alves. 2a. Turma, 08.06,84.
o
partes
contratantes. A apólice destina-se a provar a existência do con trato de seguro.
^ Presidência do Senhor Ministro Djaci Falcão. Presentes
a ses
cs Senhores Ministros Moreira Alves, Decio Miranda e
Aldir
f^ssarinho.
Ausente, justzficadamente, o Senhor Ministro Francisco Rezek. Na verdade, a simples emissão da apólice pela segura
dora não constitui fato gerador do I.S.S., pois é a
í''bprocurador-Geral da República, Dr. Mauro Leite Soares.
própria
seguradora que, mediante atividade inerente a operação de segu ro, emite a apólice•correspondente. Nas circunstâncias do caso, a emissão da apólice pela empresa seguradora constitui parte in
BI.783*Pãg.16^
Hélio Francisco^Marques
\_Xecretãrio (ACORDAO publicado no DIARIO da justiça - BRASÍLIA) BI.783*Pág.17*08.10.84
IMPRENSA
Seguro de Vida em
atualização Luiz Mendonça
do marido tradicional, mantendo
'nuiher e filhos unicamente com sua renda.
íV*minas, nossabs/sfe sete porSegundo' cento das EstadosemUnidos. a P^^^uisa, a tamIlia-padrSo é a sus-
rnm^n casal, a mulher contribuindo m 40 por cento da renda e o homem com -
cenfo. Mas esse avanço das mulheres ainda não se refletiu, rn a mesma intensidade, nas estatistiças
Assim, o "marketing** do seguro de vida nos Estados Unidos, daqui para frente, nSo
vai apenas limitar-se ao tratamento mais ade
quado das potencialidades da cHerttela femi nina; vai lamòém adaptar-se cada vez mala
à nova tendência emergida das atuais condi
ções sócio-econõmicas do palS: a de colocerse na segurança pessoal mais ênfase do que
na proteção tamfiiar. Essa fendôncla, atlâs, de certo modo retrata-se no perfil da receita
da <3 por cento das apólices 5âo titulares apenas em vigor.
de prêmios das seguradoras: 42 por cento da receita orlgina-se de seguros vinculados
^^Suradoras do ramo estariam por
à mortalidade; 28'por cento, de seguros vin culados à sobrevivência, garantindo uma ren
"ma f'®po«ías a desenvolver um trabalho de
1 .
'
para a mudança de
da periódica; 30 por cenfo, de seguros-saúde.
Qgf ® captação de clientela feminina, J^odividida em quatro segmentos: o da lidaríV assoc/ada ao marido nas responsabiflrtanceiras da família; o da mulher f PP'^ '/gwra já escassa do marido lia P mulher que dirige a ramjÊ '/mn rharldo; o da mulher que vive só.
Diga-se entre parênteses que a mesma ten dência no Brasil, ao monos de limitado seg
ass/na/ar que a mulher com
iuira dependãncla econômica está enffa/a-
spflnas em um desses quaíro segmanfoa
V
famíL tulría^
presença esfá reduzida às PP'' PPP^P ^0^®® a® conad-
oubJ®s transformou alicerçadas na "avia rara" em o marido tradiiconal.
óbvf^^
rea//d8d9 sócio-econômica é
atuai 5"^ ^lestra e diversifica a demanda
boM de vida, fazendo-a trans. .P®'" rJo ^^Quros modelo clássico de proteção secu-
tula ' nhni
l/á
mento da população, está abrindo espaço
para a chamada previdência privada, que ó
um pseudônimo do seguro de vida destinado sobretudo à oomplementação da aposentado
ria, alvo de uma aspiração de segurança pessoal.
Nos países em doson^ro/v/menio que opta
ram pelo modelo americano de sociedade Induhtrial, a eafruíura tamiliar famòóm carfilnha para aquela mesma feição sdc/o-econôm/ca que tem nos Estados Unidos, Mas com uma diferença substancial: nos Estados Uni
dos, que têm multo maior e bem me/Por dis
rnodelo, talhado para uma estru-
tribuída renda nacional, 150 milhões de pes
P'^tro tipo, basicamente ali-
soas têm alguma forma de seguro de vida, (sfo ó, em cada três americanos dois coní^ com esse esquema de proteção para «opa
necessidades do que era a famlde outra época: a família sob in-
ímí do cebeça-de-casaL seu "'CO ^^Psridência arrimo financeiro.
Interesses.
£
.,^aÍaiíÊIÊÊÊÍÊÊÊÊÊÊiÊÊÊÊÊÊÍÊÊÊÊÊÊÊm
lllVAim SliGIlllADOlI
Kclilor: AlbertoSaliiH
Inflaçáo começa a abalar resultados patrimoniaií Ao que parece, a esperial iiiflacionária
prazo, entretanto, foram exceções, pois fica
ramente, o desgaste da inflação, dt
reservou uma smpresa desagradável ás em
ram superiores neste semestre em 2,23% e
presas de seguros no primeiro semestre deste ano. Ao contrário de períodos anteriores, os
8,80%, respectivamente, comparados com os seis primeiros meses de 1983. As aplicações
do uma alta de 0,52% O quadro iJ^i monstra mais clairamente a posiçW ;
resultados patrimoniias deixaram de avançar
do circulante decresceram 2,03% A soma dos
presas seguradoras
três, no entanto, chegaram a superar ligei
de 1984:
acima doa índices de preços, apresentando quedas sensíveis em relação ao mesmo espa
ço de tempo do ano passado. É a primeira vez
suitados patrimoniais alcançados f
no primeiro '
positivos (5,03%), o patrimônio consolidado das empresas seguradoras, somado a ele, conseguiu derrotar a persistência de uma in flação a nível de 227,77% (lOP-DI), como a
média registrada de Janeiro a junho de 1984. O resultado do período mais o ativo líquido despencaram 4,64% em relação a um ano atrás.
dóls anos. Cláudio Aíif foi deito para o car
go, ém 24 de setembro passado, pelo Conse
As reservas técnicas declinaram 12,53%,^ o que não chegou a ser novidade. Entretanto,
bilhões. Nem mesmo auferindo lucros reais
, Com posse marcada para o dia 25 de ou tubro na Sociedade Harmonia de Tênis, em
Calo Cardoso de Almeida, cwn mandato de Cr$ mUhõeg
tro anos.
de Cr$ 448 bilhões para Cr? 1 trilhão e 363
prega unidade nhias de Seguros (ACS), em substituição a
Resultados Patrimoniais até 30 de Junho ãe 1984
ou melhor, da estagnação, há cerca do qua
o patrimônio liquido caiu 7,17%, ao passar
ACS,Afif São ]^ulo. Cláudio Aílf Domingos, da In diana Companhia de Seguros Gerais, assu me a presidência da Associação das Compa
MOVIMENTO CONSOLIDADO DAS EMPRESAS SEGURADORAS
que isso ocorre, desde o início da recessão,
À frente da
(a)
(b)
(a/b)
30.08.84
30.06.83
NOnjJnaJ
604.723
210.020
2) Patrimônio Liquido 3> Resultado do Período 4> Patr. Llq. p Pes. de Per (2-3) 5) Ativo Chrcuiante 6) Passivo Circulante 7) Ativo Clxc. Líquido (5-6) 8) Aplicações (Circulante) 9i Aplicações a Longo prazo 10) TnvP':llmpnto,e; ÍPPTTnftnpntP) 11) Imobilizado 12) Apllc, Cir. c c. L. Prazo (8-9) 13) Aplic. e Invest. (8-9-10)
1.363.199 403.795 1.766.994
448.012 117.291
Inflação média (IGP-DI)
10.250,5
TITULO.S 1)
Provisões Técnicas
1.502.536 507.717 994.819 971.847 181.485 683.236 578.318 1.153.332
1.836.566
.
565.303 497.066 154.821 342.245 302.639 50.891 203.897
196.194 353.530 557.427
3127,3
186,71
204,28 244,27 212,67
lho Diretor da Entidade, que congrega hoje ✓
"1
mum acordo com a Fenaseg (Federação Na
cional das Empresas de Seguros Privados e
227,94
190,67 258,61 235,09 194,77 228,23 229,47
. Em seu programa de atuação, Cláudio Aflf revela que procurará trabalhar em co
202,23 221.12
45;^presa5 de seguros,
'Í (
de Capitalização). dentro de uma política de resp>elto mútuo. Para ele. a atividade de ambas as entidades não se chocam, se com
plementam. "O caminho da ACS é essen-
^'1
(
227,77
clèimente o da prestação de serviços e o da Fenaseg é basicamente voltado para os pro blemas técnicos", conceitua. '• Além disso, segundo ele, amarrada a pre
ceitos legais, estabelecidos pelo Ministério do 'lYabalho, a atuação da Fenaseg toma-se
As anllcações do permanente e de longo
mais normatizada .enquanto a da Associa
ção é mais livre. Não há dúvidas, para ele que é preciso evitar a duplicidade de íui.' ções. como também não deve haver atritos entre si. Manifesta-se consciente ainda de
qyç'existem problemas estruturais, comuns,
G)m 21 votos,TFR dá ganli
era tomo dos quais o mercado deve se unir. "A'ACS e a Fenaseg devem trabalhar df comum acordo", reitera.
Cláudio Aílf acredita que a limitação do
de causa á Gente Seguradoi^ Com- 21 votos favoráveis e apenas I con tra, o Tribunal Federal de Recursos (TFR) deu ganho de causa na qulnta-íclra da se mana passada, em Brasília, ao mandado de
segurança
impetrado pelos acionistas
da
Gente Seguradora S. A., com sede em Porto
Alegre, contra a decisilo do Conselho Nacio nal de Seguros Privados (ONOP) de negar autorização ipara o funcionamento da em presa, tomada em outubro do ano passado. Com essa sentença, sobe para 95 o número
de seguradoras existentes no mercado.
dor brasileiro, retoma o prestígio desfrutado
companhias seguradoras ch'=gou a
no setor. Deve-se salientar que nos últimos anos, devido principalmente à concentração dos n-egócios no sudeste, o mercado gaúcho perdeu a sede de cerca de dez comipanhlas
fez com que o Brasil ocupasse uni^
seguradoras e teve sua participação reduzi da de 7% em 1970, paia 536%, em 1983. na movimentação nacionai de prêmios. Além disso, mais recentemente, perdeu também, a nível de Brasil, o 3.® lugar em termos de
Peru.
receita para o astado do Paraná. Ao mesmo tempo, é Importante salientar
mercado propicia de fato o surgimento de atritos, criando situações que levam multa» vezes a se combater os efeitos e não as cavi •
sas dos problemas. Atribui por isso, a aspec•
tos 'conjimturais os desentendimentos exis tentes entre seguradoras independentes e de bancos. "Hoje, a venda do seguro está sen
do disputada numa faixa restrita do merca do". proclama, acrescentando que o merca
mas colocações no "ranking"
do é potencialmente grande, mas não está
dendo para países como a índlSr
.sendo suficientemente
exnlorado. como &
área de pessoas físicas. "Precisamos alargar suas fronteiras", conclama.
A Gente Seguradora vai
vMnente no Sul do País, por ter ^
(REPRODUZIDO
DA
EDIÇAO
DE
5-10-84)
ticas regionais, e c<m5ta, er^tre
a criação de um Oentro de PesqU^ guros, que servirá não só para
mento de seu quadro funciona!,
Com o Início das operações da Gente
que a participação do mercado de seguros
bém para o do mercado de uiU^
goradora, possivelmente em janeiro do 1^*6-
no PIB «üu sensivelmente, chegando em
geral. O Rio Grande do sul ^
ximo ano, o Rio Grande do 3ul, a quarta
1983 a 0.75%, menor que há 13 anos, quan
sem mencionar a Gente, a sede
fatia mais importante do mercado segura
do a contrtbulçáo da receita gerada pelas
empresas de seguros.
BI.783*Pag,02^08.1Cji BI.783*Pag.03*08,10,84
Oistr©^
Fenaseg quer o seguro sem influência estatal A Federação Nacic«tal das hmpresas de Seguro(Fenaseg) vai elaborar um documen
onde SC enconira o maior numero de sinis tres desta natureza, nunca há men<K de seis
to a ser apresentado ao proximo Governo
assaltos por semana.
reivindicando a privatização do setor. Os SEGURO i;LA.ÍíaiAOON,AL
principais pontos deste documento .serão: o
seguro de acidente de trabalho, atualmente nas-, mãos da Previdência Sccial: o seguro
saudc, que vem sendo administrado por en tidades sem fins lucrativos; e o seguro de
crédito para o Sistema Financeiro da Habitação, que foi retirado das seguradoras com a criação pelo BNH do Fundhab.
Segundo o presidente da Fenaseg, Vitor Renauii, com a crise econômica o setor vem
Mas uin cios maiores prejuizcb que o setor \em lendo e com a Garieira de Seguro Flabitaciona! do Sistema
Financeiro da
Habitação, que desde 1^83 è uma apólice deficitária, principalmente pelo excesso de fraudes para invaüdez permanente junto à Previdência Social. Vítor Renault disse que a falta de qualidade dos imóveis financiados
diminuindo a sua participação no PIB
pelo SFH também muito contribui para o prejuízo desta carteira, pois e muito grande
(Produto Interno Bruto), devendo atingir este ano 0,8^0, isto é, cerca de Cr$ 1 tri
o numero de imóveis que sofrem danos e ate
mesmo que desabam ames de serem en
lhão, quando em 1979, seu melhor ano, os
tregues aos mutuários. Este seguro quita o seguros tiverem uma participação de 1,2%. imóvel para o adquireme da casa prc^ria no Apesar disso, ele salientou que não houve caso da perda total doimove!, invalidez per casos de quebra e todas as 96 companhias, manente ou morte do mutuàno, e paga os representadas por 60 grupos, encontram-se reparos necessários para os imóveis que numa situação muito sólida, pois "sou sofrem danos parciais, mesmo aqueles beram aproveitar os bons ventos da década' causados por acidentes como enchentes ou
de 70. capiializando-se e estruturando-se
vendavais.
fisica e materialmente". Devido ao "enorme prejuízo" desta car MAL DA CRISE
teira, Vitoi- Renault disse que a Fenaseg e o BNH formaram um grupo de trabalho com
Ele expliccaj que, quando o empresário
o objetivo de estudar uma reorientaçào para
ou a pessoa física tem disponibilidade fi
as condiçóes de cobertura, que podem in
nanceira, o seguro sempre è muito pro
clusive
curado, mas, com a crise, a tendência foi
Atualmente, esta taxa, que consta do con
deixar de segurar os bens cujo eventual
trato e e paga pelo mutuário, è de 0,(X)7% do valor do imóvel para danos fisica; e de U.04%. para casos de morte ou invalidez
prejuízo poderia ser suportado, mantendose apenas aqueles de risco mais exposto. As canciras que mais cresceram nos últimos
anos foram a.s de seguro saúde, devido à
resultar
num aumento da taxa.
permanente. Isio dá um total de 0,0'i8%, que para as seguradoras è um percentual
falência da Previdência Social; e o seguro
muito baúxo e não vem dando rentabilidade
contra roubo de automóveis, em função do
a caneira.
aumento do número de furtos. Reunait disse
Que só no eixo Rio-São Paulo a expectativa
do setor para este ano e de que sejam fur tados cerca de 100 mil veículos. Os seguros que continuam crescendo, embora com ín
dices abaixo da inflação, são: incêndio, vida e acidentes pessoais. Há seítxes. contudo, que embora te
Quamo aa reflexa da recuperação cconÍKUica do seicx, o Presidente da Fe
naseg dis.^c que ainda não foram sentida, poi^ as companhias seguradOTas sentem o
reflexo das mudanças na economia sempre com unia dctasagem de .seis meses a um
ano. Assim, a crise econòmiica que teve
nham crescido, vêm dando prejuízos para o
inicio etetivamcnie cm 1978, so começou a
setor. Neste caso encontram-se as carteiras
ser sentida pelo seta dc segura a partir de 1Ó79 PcK" i^so, \iior Renault acredita que,
de roubo de residência, principalmente as de veraneio; responsabilidade civil; e seguro
havendo
uma
recuperação
econômica
global de bancos. Ele informou que nos úl
eletiva em 1'1S3. --o a partir de i986 e que as
timos três meses o número de assalit^is a
•.eguiado-a- coruísaAo a scniir a seus
bancas tem diminuído, mas em São Paulo,
eteiKí-
(REPRODUZIDO
DO
JORNAL
DO
iOMMERClO
é li
30 -9-84)
Hí .783*Pag,01*08.10.84
DIVERSOS
ANÁLISE DE RISCOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL
; 1' r'
EngO Antonio Fernando Navarro
Um dos problemas com os quais os técnicos do Mercado SeguJ^ador se defrontam e o da Analise de Riscos, ou a Avaliação de Riscos, na construção
■"VTl, principalmente quanto aos seguros de Responsabilidade Civil Geral e Riscos
de
engenharia.
pg^.
^
Algumas vezes surgem perguntas dessa ordem: O que e
mais
ras? n°' ^ ^°"strução de um viaduto ou a abertura de valas para assentamento de aduto
mentn Ade lençóis ^^P^^ssenta risco: A abertura de galerias subterrâneas ou o rebaixa ~ de aguamaior subterrânea?
guns yrupos perfeitamente,distintos. De um modo Dentre geral , eles as construções podem ser divididas em al~ destacamos;
• Obra^
especiais (portos, túneis, viadutos, pontes);
Pr.., ! ^s^terra (muros de contenção, esoavaçÕes, aterros);
^ ^onstruçoes de edifTcios; , 05«
do
'''^'"í^oviarias e rodoviárias;
rnantimas (cais, dolfins,
"piers"á quebra-mar).
um qranH
destes grupos relacionados, entre outros, exis
^due.desenvolvimento de atividades, cada uma com suas particularidades.
Alem
divic;-oes^ construções ser grupadas para fins de estudo também o podem ser pa~ de tarefas e poderem para a execução. Invis"' ^nvisTw
Mpr i( ^ primeira
divisão corresponde a infraestrutura, ou a par-
^^ P^^^® inferior Estão na os iços Qe d escavação, parterebaixamento inferior da da deestrutura. estrutura. Estão incluídos incluídos na infraestrutura' i " lençoes freiticos e fundações.
^ura intny,™
^ segunda divisão é conhecida como mesoestrutura, ou estru
Em rn caso^de pontes e viadutos é a parcela correspondente aos pila" ^^^^utura® ao prédio. de edifícios podemos dizer que é a parte relativa ao esqueleto, ou
Pn^^^^utura hh
U p-iVx Dief*
M
~
Finalmente, a terceira e última parte é denominada de supe
. rnlampntn construção V.U11Í) LI uvau uc de nnccn pontes racr. puiiutíb ee VldQULOS viadutos eÍ ia a^ parcela correspondente ao tabulei~ . superestrutura ^Pi^esenta a decomplementaçao rolamento._ Nn Noda nosso caso especifico de edificações", a estrutura do prédio (alvenaria, acabamentoK
hf. ^0 - fdse<; Q «
graus de riscos.
análise de riscos, pode-se dividir essas vaEsses graus de riscos podem envolver tercei-
qnp podem ser obraatingidos e fora dafora obra. Em semerecem tratando de análise para fins de segu da obra maiores atenções. BI.783*Pig.01*08.10.84
Cada evento, ou etapa de serviço, possui uma carga de sinis*
São eles:
tralidade implícita e explicita, que pode variar de grau, dependendo de uma sirieí^^ seguir, essas varias etapas construtivas e os graus de riscos que podem representai"'
1) Objetos que caem (pã de pedreiro, martelo, pregos, parafu_ sos, baldes, tijolos, etc);
a) Locação da Obra
2) Materiais que caem (tintas, argamassas, etc);
fatores, e Inclusive, da equipe supervisora dos serviços. Procuraremos comentar, '
3) Falta de cuidado na montagem de formas para a concretagem
Os tipos de sinistros possíveis de ocorrerem são os seguin
da estrutura do prédio;
tes:
4) Falta de cuidado na montagem e desmontagem de andaimes de madeira metálicos, com risco de queda de partes dos mes mos, até o desmoronamento integral da estrutura;
1) Movimentação de terra visando-se a futuras fundações, çÚ judicando a estabilidade do solo e pondo em risco as co"; truçoes vizinhas;
5) Elevadores de carga e descarga mal projetados e sem prote_ ção que, além do risco de quedas de objetos e materiais ,
2) Deficiência na real_ização dos serviços de rebaixamento(
nível do lençol d'ãgua subterrâneo (lençol freatico)* .
súbita elevação do nível , provocada principalmente
ainda tem o risco d-e desabamento dos mesmos;
Pi
problemas de bombeamento, poderá levar a uma erosão terreno, com desmoronamentos;
6) Gruas trabalhando com excesso de carga, com possibilidade
de queda da própria carga ou de parte da lança da grua.
3) Escavaçao de terra muito prÕxima i 1 inha-^divis_5ria do d.
reno. Caso não haja uma proteção compatível com a esc3_'' çao, poderão ocorrer danos as propriedades de terceiro^'
De um modo geral, a possibilidade de danos, em termos percen
tuais, relativa a cada etapa de trabalho, quanto ao risco de acidentes pode ser assim distribuída, aproximadamente:
4) Movimentação de equipamentos pesados próximos a edific^i
Locação da obra Escavações Fundações diretas Fundações profundas Estruturas pre-moldadas
çoes ci^rcunvizinhas. As trepidações provocadas pela \í\0\ mentaçao poderão causar rachaduras nas paredes dos pre di"' proximos.
b) Fundações
Estrutura concretada "in situ" Al venaria Acabamento
j
Caso as fundações sejam do tipo superficial (baldrames, tas, fundações corridas), os acidentes prováveis podem ser idênticos aos enumera^^l
Serviços de 1impeza
no item 2 anterior^^ Porim, se as fundações forem do tipo profundas (tubulões, cas) os danos possíveis poderão ser:
15% 35% 40% 60% 50% 45%
30% 35% 25%
Logicamente, ao pretendermos apresentar percentuais de danos j'
1) Rebaixamento deficiente do nível do lençol freãtico, f retando recalques totais ou diferenciais (afundamentos ^ tais ou parciais) nas fundações dos prédios vizinhos»
para cada tipo de serviço, tomamos por base que, na execução dos mesmos, não se est^ va levando em consideração a utilização correta de meios e sistemas preventivos danos. Poderá ocorrer a situação da construção de uma grande edificação na qual
Tndice de acidentes seja zero, do principio ao fim.
2) Vibrações provocadas pelos equipamentos de cravação des tacas, provocando danos ou rachaduras nas outras const'' çoes:
de o
Também cabe esclarecer que, em nossa análise, procuramos co
mentar, de maneira superficial , os acidentes com maior freqüência na construção ci vil. Existe uma infindável possibilidade de ocorrencias^de acidentes não cataloga das, que mereciam estudos mais cuidadosos com fins de analise de riscos.
3) Escavações não protegidas, causando o descalçamento
V
fundações dos prédios vizinhos, podendo inclusive acaf' tar o desmoronamento dos mesmos;
Sugerimos aos que queiram^se dedicar a este^tipo de analise a consultar periódicos sobre técnicas de construção civil, publicações da FUNDACENTO
(Ministério do Trabalho), Associação Brasileira para a Prevenção de Acidentes, Asso 4) Desmonte de rochas, tanto a frio quanto a fogo, com de execução das^fundaçÕes. Os danos mais comuns são chaduras nos prédios vizinhos, alem do arremesso de
ciação Brasileira de Normas Técnicas^(ABNT), etc. Recentemente, a ABNT^publicou Norma NBR-7678 - Segurança na Execução de Obras e Serviços de Construção —
a
bastan-
te abrangente no assunto.
cas de pedras atingindo carros, pessoas e fachadas de ^ ficâções vizinhas.
* EngtnkzAA-o aom do, S^guAonça . JndíUtAÃ.cit, do, va/ilo^ cuAòOò <soò-te StguAança e de. ?n.ojeX.oò de. EquÁ.pame.vvtoò, Enge.nheXA.o de ZUco-ò de companfUa òe~ QuAadom. **
c) Elevação da Estrutura
Existem uma série de fator
nesta etapa de trabalho que
dem resultar em sinistros. A maior parte desses deve-se a descuidos dos operário^ BI.783*Pãg.03*08.1D.84 BI.783*Pag.02*08.lO
Mêící^uciI d@ Segwõs-^FUMElfSEG FUNENSEG E SINDICATOS PROMOVEM DE
INSPEÇÃO
RAMO
INCÊNDIO
EM PE E MG CURSOS
DE
„ .
.
FIInfwccp'' ^
^
RISCOS
DO
Em convênio com o Sindicato das Empresas de Seguros Privados
Estado de Pernambuco, a Fundação Escola Nacional de Seguros
promovera no Recife o XVIII Curso de Inspeção de Riscos do Ramo IncendiOc As abertas aos interessados até o dia 19 de outubro, na sede do Sindi
d-jpgx
.
Em Belo Horizonte, a FUNENSEG realizara em convinio com Sin-
XIX r
Empresas de Seguros Privados e Capitalização no Estado de Minas Gerais
o
tflç ate o dia 16Inspeção de Riscos do Ramo Incêndio, cujas inscrições encontram-se aber de outubro. PERNAMBUCO
cão de R-
Segundo informa a FUNENSEG, as aulas do XVIII Curso de Inspe
te currTr^i°^ Incêndio terão inicio no dia 22 de outubro, abrangendo o seguin" nal; 3) 5' 1) Relações Publicas e Relações Humanas no Trabalho; 2) Ética Profissio Rlsco-
® Interpretação da Tarifa de Seguro Incêndio do Brasil ; 4) Inspeção dõ
Segurança Patrimonial.
guintes Gx' '■
inscrever-se ao curso, o candidato devera atender as se
^endio- ^^""^^i^cias: a) apresentação do Certificado de aprovação no Curso de Seguro In" '^^^^ãcuia
Ue tres retratos 3x4, recentes, de frente; c) pagamento da taxa dê
o refep^^^
material didático no valor de Cr$ 69 500,00. No caso de pessoa física,
tom vencim
poderá ser desdobrado em duas parcelas de Cr$ 34 750,00 cada uma,
mente no ato da matrTcula e 30 dias"'apos inicio das aulasM I NAS
^^vel midiQ H
GERAI S
° objetivo de proporcionar a formação profissional,
em
^'"tmoverã f' t- Pessoal habilitado a inspecionar riscos do ramo incêndio, a FUNENSEG tonvênin^com oemSindicato Belo Horizonte o XIX Curso de Inspeção dos seguradores naquele Estado.de Riscos do Ramo Incêndio, mediant
inscrições serão processadas na Secretaria do
Sindicato
ti ^ertif seguintes exigências: 1) entrega de copia autentica Ue dnrl^^ aprovação no Curso de Seguro Incêndio; 2) entrega de copia auten Qfl ^^0,00* de identidade; 3) pagamento de taxa de matrTcula no valor de Cri 39 P»^eenchimento das fichas de inscrição. No caso de pessoa física, o pa la cad^^^ma,matrTcula poderánoseratodesdobrado em atê com vencimento da inscrição e 30duas diasparcelas apos o de inTcio das Cr$ au
'idêntico ^0 do curso a ser ministrado terão inTcio no dia 22 de outubro, sendo o currTcuno Recife. em fp,wn
fw...
^^dora«;
^
A FUNENSEG informa que a Lei nÇ 6 297/75 concede < u^cínoli:. l ínurma que a L.ei nv b zy///b concede
benefícios benefi.
empresas em geral , relativamente a programa de treinamento
pessoal. Assim, a entidade esta habilitada a proporcionar .
8
ãs
edüra e demais pessoas jurídicas que se valem de seus serviços de 's benofT^'^^ respaldo necessário para ■"^neticios ofiscais previstos na lei , que as partes interessadas possam usuBI.783*Pãg.01*08. 10.84
f
Comissões Técnicas
k COMISSÃO PERMANENTE DE COORDENAÇÃO GERAL F E
N
A
S E
G
k
Reunião n9 12/84 - Rio de Janeiro - 10/9/84 Presentes
Alfredo Dias da Cruz - Commercial Union Arthur Luiz S. Santos ~ Internacional
Ary Pinto Portugal - Bamerindus Gerolamo Zirotti - Generali
Ivan Gonçalves Passos - Sul América Jorge Carvalho - SeguroS da Bahia Sérgio Charles Túbero - Aliança da Bahia Stefanos Melher - Bradesco
Ubirajara Barroso de Alencar - Minas Brasil Virgílio Oliveira Ramos - Brasil Wilson Araújo Rosa - Previdência do Sul
Anton^io Paulo Noronha - Itaú Ausentes
Ernani João Pinheiro - Fenaseg
justific.
Sérgio Ramos - América Latina
Ausentes
Caleb do Espírito Santo - Sasse César Jorge Saad - Nacional Paulo Antonio S. Abarno - Porto Seguro
1.
PRÊMIO DE REFERÊNCIA DO FIAT UNO Processo n? 840.412.
Íl
A CTSAR, através de carta dirigida ã CPCG, informa que a aprovação do "Prêmio
de Referência" do veículo "UNO" foi feita rrediante aplicação de formula
com
base nos veículos "Fiat", como abaixo; Modelo
Valor FOB
PR(s)
147 - STD
9.S70.110
371.219
iiat (denais)
12.986.100
454.342
Totais:
22.556.210
825.561
=
852.561
X
15.560.000 =
569.499
22.556.210
PR DE AUTOMÕVEIS
A CPCG aprovou proposta do membro Ivan G. Passos de se sugerir à
CTSAR-DPVAT se calcular a taxa
PR
para todos os veículos,
FOB
BI.783*Pãg.01*08,10.84
bem
ÉÉ
S - Veòconto tmedZato na taxa de Roubo pata 00 v^eZcuZoò que òatam da ^ãbtZca com dtòpoòZtZvo antZ~{^utto . Eòòe' deòconto òeta petZodtcamente teajuòtado pata matò ou menoò, de acotdo com a expetZêncZa que òe vetZ^Zcat pata o modeZo. íòto obtZgatá aò montadotaò a zeZatem peZa e^ZcZencZa do dZòpoòZtZvo que
conto propor medidas corretivas imediatas para os casos em que < taxa resultar discrepantemente baixa.
3.
deòenvoZvetem.
SEGUROS DE AUTOMÓVEIS - SUGESTÕES
A CPCG julgou muito válidas as sugestões apresentadas pelo meiti'' bro Ubirajara B. Alencar e decidiu_encaminhá-las ã CTSAR-DPVAT
SEGUROS DE AUTOMÓVEIS - VENDA DE SUCATAS
para análises e estudos criteriosos, visando implementação do q'!' se julgar cabível. WO PiA^O
Em função de sugestões apresentados pelo membro Sérgio C. Túbero, a CPCG decidiu sugerir ã CTSAR-DPVAT que estude uma regra defi nindo claramente quando um salvado de perda total deve ser vendi
As sugestões estão transcritas abaixo:
JMSTJTUCJÕMAL
do como sucata, sem entrega do certificado,
Pe,pAs.-6.e,ntante da FEMASEG no Conòztko Mac^onaZ de. TxãnòZto ' CONTRAhi
DESCONTO NA TARIFA INCÊNDIO
Rzio^ço da ZnlcZatZva e. atuação da PENASEG naò A.z^o^muZaçõí^
Processo n9 780.745.
taxt^ãataò da çaatttKa
serem de meios próprios de detecção e combate a incêndio.
EZabo^.ação, pçZa FEHASEG, do. um mçmoKtaZ em quz òçjam anal^^
tor Dr. Ivan G. Passos.
doò 06 pa.obZ2.ma0 de. a.oubo de. veZcuZoò e paopoòtaò òoZuçõ^^'.
O Dr. Ivan G, Passos informou que irá discutir o assunto com a CTSILC e procurará dirimir diretamente algumas controvérsias exis
Envto dçòòç mate.h.laZ aoò çandtdatoò ã Pa.e.òtde.nçta da Re.pi^^^^
Concessão de descontos aos riscos que dispu Rela
tentes.
ca, Senadote4, Ve.patado-(i e aò6octaçÕe.6 de, c-^a-6-óe. 'OZ\JuZqaç_ao peZa tmpaenòa.
~
Contatai com aò pzòòoai, e e,nttdade,ò actma, vZé^ando obtca. ' RISCO
4eu engajamento naó òoZuçõcò.
"Lobb^", no Congte.i^o, vt-òando ã ioa.muZaçao e ap/iovação
a) analisar o quadro de taxas proposto pela CT;
Ca,taçao de um Centao de Inioamaçocò na PEHASEG, com aec uO-ò 0^ de tn^oamattca e comuntca^çao, paaa a pae-òtação doò òegu A,n
b) estudar agravações e descontos, por Região;
òea.vtçoò de apoto:
■4
4.3 -
Cadaòta.0 negattvo
Relator Dr. Arthur Luiz S. Santos.
O assunto foi debatido, mas náo se chegou a nenhuma conclusão. De cidiu-se dar vistas do processo ao membro Wilson A. Rosa que, se possível, deverá:
HO PLAHO AVMlHISTRATIÍ/0
4
VENDAVAL
Processo n9 &20.423.
dí
Zetò que vZabtZtzem aò òoZuçoeò.
4 -
DE
c) debater o assunto com o Sindicato do Rio Grande do Sul, onde o de mauò
a^òcoò {moa.atò e ^a^òtcoò
problema se originou e onde a situação desse risco é mais ara va;
ContaoZe de bonuò, tntctaZmente, apenaò como tntea.m^^i aKio naò conòuttaò entte òeguaadotaò, zeZand o pata
d) contatar os institutos m.etereológicos do Ministério da Agricul
aò aeòpoòtaò òejam dadaò com uagencía e que ptooenha!^^ de ^onteò autoatzadaò . Huma òegunda etapa, o Centto P-^
tura, visando estudar a possibilidade de que os mesmos forne-~~ çam sistematicamente para a FENASEG boletins de ocorrência de
dea.a dtòpoa. de dadoò em memoata que peamttam a teòpO'^'
vendavais, granizo e etc.
ta "on Ztne",
SEG um banco de dados que permita propor alterações na tarifa"
Com isso poderá ser montado na FEN?^
com melhor embasamento.
ConttoZe de maluò, que òetã vtãveZ quando o Centto ttngtn. a òegunda etapa do conttoZe de bonuò
ConttoZe da òlntòtaaZtdade getaZ, pot ttpo de cobetZ^' ta, pot modeZo de veZcuZo, pot Eòtado, etc., petmZtá^' do oò ajuòteò tatZ^ãtZoò de acotdo com a teaZZdade. 4.5 ~ Cadaòtto de veZcuZoò òegutadoò que tenham òtdc touba doò, cabendo-lhe paòòat^dZatZamente, pata 00 VETRAHò eòtaduaZò, aò comunZcaçõeò tecebZdaò daò òegutadotaò'
4.4 -
7.
GARANTIA DE OBRIGAÇÕES CONTRATUAIS
Processo n9 830.369, Reajustamento da importância segurada e par celamento do prêmio,
Decidido encaminhar o processo ao membro Jorge Carvalho para que o mesmo reapresente o assunto após discussão final do trabalho da Comissão Técnica de GOC, da qual o mesmo é Presidente.
MO PLAHO TARÍPARIO , (
5 - EòtabeZectmento ó.e duaò cobettutaò baòtcaò, que òetZam de "CoZtòao e Jncendto" e de "Roubo", òeyido {^acuZtada a conttt' taçao de ambaò ou de cada uma 0 epatadamente. 6 - CtZação da pattZcZpação obtZgatotZa na cobettuta "Roubo". 7- - ReaZZdade tattf^ãtta ptZncZpaZmente na cobettuta "Roubo",co^ òZdetando-òe a ex.petZêncZa de cada Eòtado, de cada modeZo
de veZcuZo e do ano de ^abtZcação.
8.
COMISSÕES TÉCNICAS DO IRB
A CPCG decidiu sugerir ao Superintendente Geral da FENASEG para que, se possível, obtenha junto aos Presidentes das Comissões Téc nicas da FENASEG que sao membros de Comissões Técnicas do IRB
a~
apresentação de relatórios sobre essas Comissões, informando, den tre outros:
assuntos importantes tratados; freqüência de reuniões
e etc.
BI.783*Pãg.03*08.10.84 BI.783*Pãg.02*08.10.84
d-155 ,B-124,C-:5-T,C-24ü-ç^r_4; ^ E-'3ü-B , F-26 5-X e 3T-004 e extensão dC' mesmo be-.efíjic,
CTSILC-TM
^ -
ríodo de 21.05.34 ate 31.03.?3, para unifisacãc se vencimento,pa ra as Plantas C-141-C,E-2 G O-E ,B-1 35-A ,- -1
(ATA N9 16/8^) .
.1-:?.- T ,^-5 O-9 ,
E,T-500 ,3T-103 ,BT.10í- e BT-iOS.
3"-^
(& 304 3:)
Resoluções de 25.09.8H:
01) CIAPESC-COMPANHIA AMAZÔNICA DE PESCA-RODOVIA ARTHUR BERNARDES,KMS-
ITTS e 18-ICOARACI-BELEM-PARA-PEDIDO DE RENOVAÇÃO E EXTENSÃO
d1
DESCONTO POR EXTINTORES.- Aprovar, por unanimidade, a renovação e
extensão do desconto de 5% (cinco por cento) pela existência
e 14, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a contar de 30.11.84, da^ ta do vencimento da concessão anterior.
Extensão: Plantas n9s. l-A/5,2,9,16,17 e 18, pelo período 24.08.84, data do pedido, ate 30.11.89, para unificação
de do
vencimento.
ESTADO
DO
ESPIRITO
SANTO-PEIIDO
RENOVACAO
DE EA?
uperiores (IR5/SUSE?) (739931)
TO
M9S.12 86
CESSÃO
S
LTDA-AV.PEREIRA
BARRE
E 1 340~SANTC AL'DPE-E3TAI"0
DE TARIFACAO
INDIVIDUAL.- Enca
;nar' aos orgac." superio r 5 4 ■; 43c)
res (IRB/SUSEP).
03) COMISSÕES TÊCNICAS-EXPEDIENTE GERAL n
ícaminhar
a
Diretoria. (F.::42/62)
.10) LINHAS çORRENTE LTDA—RlNOVAçOúc lE DlSCONTOS.Ce ■ inrormar a ccnsu—
b) Rodovia Arthur Bernardes, Km.18-Icoaraci-Belêm-Parã: Extensão: Plantas n?s. 1/2,3,4,5,5,9,13,14/14-A,17,19,21 e 22,
pelo período de 24.08.84, data da solicitação, ate 30.11.89, (790796)
02) DEPÓSITO DE SEMENTES DE SOJA-COBERTURA PARA O RISCO^ACESSÓRIO DE VENDAVAL-CONSULTA SOBRE TAXAÇÃO.- Por unanimidade, ratificar a decisão tomada .pela CTSILC do Sindicato de Minas Gerais.( 840487) 03) VEGETEX EXTRATOS VEGETAIS DO ERASIL-BAIRRO ROSÂPOLIS-PARNAÍBA-ES
TAPO DO PIAUÍ.PEDIDO DE CONCESSÃO DE DESCONTO POR MANGOTINHOS.-' Aprovar, por unanimidade, a concessão do desconto de 10% (dez pof cento), por sistema de mangotinhos, aplicável aos riscos marca ^ dos na planta-incêndio com os n9s. 2 e 9, pelo prazo de 5 (cinco)
anos, a contar de 23.08.84, observado o disposto no subitem 5.3.^' (840445)
04) QUIMITRA COMÓRCIO E INDÚSTRIA QUÍMICA S/A.-ESTRADA DOS BANDEIRAK TES N9 1099-JACAREPAGUA-RIO DE JANEIRO-PEDIDO DE CONCESSÃO
DESCONTO
NO
)A0 INDIVIDUAL.- Encamiihar aos ortas?
) FESTO MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS PNEUMÁTI
a) Rodovia Arthur Bernardes,Km.1^,5 - Icoaraci-Belêm-Para: Renovaçá-o: Plantas n?s . I (19/2? pavimentes), 3,4,6 ,7,8 ,11,13
alínea "a", da Circular n? 19/78, da SUSEP.
LOCAIS
de
extintores, a saber:
para unificação do vencimento.
07) TELZST-TELECO MUNI CAÇOES DO ESTADO DO ESPÍ-:":? SA-NTO S/A-DIVER o o
lente que, nao obstante a regulamentação \'igente nao prever con dições para concessão de taxa única, cs benefícios tarifário" na forma de tarifaçao individual devem fa^er parte de eventual pedi do de taxa única e portanto não neces.titam, no caso, ser solicitados ou renovados em separado.
(82C231)
U) CIRCULAR N9 19', DE 06 .3 3.7 8 , da SUSEP-REFORMULAÇAO . - Acusat c re cebimento da carta n9 HR-074/84, de 30.03.34. da Editora Manuais Técnicos de Seguros Ltda. e informar que a mesma foi alvo de
apreciação desta Comissão Técnica. CTSRD ATA
N9
-
Sub-Comissao
de
(780745)
].oubo
08/84
Resolução de
2 8. 0 9. Ba:
DE
POR MANGOTINHOS.- Por unanimidade, aprovar a concessão
do desconto de 10% (dez por cento), por sistemas de mangotinhos,
Comparecimento:
Estiveram presentes os Srs.
Deoclecio Fernandes Me
n9s.
nezes, Jose de Lima Veiga, Sérgio Mezzette, Carlos
10,13,30,30-A e 31, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a partir de 13.01.84, e negativa do benefício acima para os de n9s. 2-A/B, 22 (19 pavimento) e 31-A, por nao estarem totalmente protegidos.
H. Possiede e Ângelo R^3»erto Rocha (representante
aplicável aos locais assinalados na planta-incêndio com os
(840034)
05) BANCO NACIONAL DA HABITAÇAO (BNH)-RUA BARAO DO RIO BRANCO N? 1127-CAMPO GRANDE-ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL-PEDIDO DE CONCESç
SAG DÊ DESCONTO POR EXTINTORES.- Aprovar, por unanimidade,a
cõí
cessão do desconto de 5% (cinco por cento), por extintores, aplJ cavei aos locais assinalados na planta-incêndio com os n?s. 1,2, 3 e 4, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a contar de 24.07.84, dat^ da solicitação da requerente. (840367)
06) BASE BRASILEIRA S/A. INDÚSTRIAS QUIMICAS-RUA IDRONGAL N9 287-GUA,
RATINGUETÃ-ESTADO DE SAO PAULO-PEDIDO DE REVISÃO E EXTENSÃO d| DESCONTO POR SISTEMA DE BOMBA-MOVEL.- Por unanimidade, aprovar ^
do Sindicato de Sae Paulo na Comissão de Roubo) .
REFORMULAÇÃO DA TARIFA DE RGUEjO:
A Sub-oomissão se reuniu para discuLisãft e et^rudos preliminar Revisão da Tarifa de Roui.-o, SiO ItoivavU
":as .- .00 ãs 14 .00 horas.
Ricou decidido que a próxima reunia';.' -ia Sub-Comissão será no 04.10.84 ãs 14.00 hora.,
da
dia
la EENASEU.
manutenção do desconto de 10% (dez por cento), por sistema
bomba-movei 5 para os locais designados na planta-incêndio com B*'
BI.783*Pâg.05*08.10.84
.i f
BI.783*Pãg.04*08.10.
COMISSÃO :::spj::ciAL de c.^it/^xizaçãq/fenageg
ATA N9 08/b4 C B I C A
Resoluções de 19.09.84 (Ata ng 17/84)
Aos 23 de agosto de 1984, às 10 hoj-ar; , na $':'de da FENASEG, sit^
RA - RIBEIHAO PRSTO - SP - CONCESSÃO DE DESC0Na?0 POR INSTALAÇÃO
ã Rua Senador Dantas, 74 - 139 andar, nesta Cidade do Rio de
neiro, realizou-se a 8- Reunião de Ccníissao Especial de Capita'' lização neste ano de 1984. hstiverarr, preserftes os representantes da
01)' 3-^M PO BRASIL LTOA - m. 7.8 BA ROI)OVlA RIFBIBAO PRETO/ARAHAQÜA-
DE SISÍTBMA FIZO AUTOM^TICO^ DK 002 - Por unarLimidade, aprovar O voto do relator favorável a concessão do desconto de 405S(quaren ta por cento) às plantas 49-A -somente para a verba da maquina denominada "Maker de Refletivo"- e 49-1)» pela existência de sis temas automáticos de 002, com um abastecimento de agente
Dk B/vüIA,
R/^dÇA, NACIONAL e SULACAP.
Abertos os traba lii'.")s, liouvo troca de iníorinaçÕo.s e- comentário^ .
extin
tor, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a partir de 27«.04®84, data do pedido da Seguradora. Esta concessão fica condicionada a
. ^ -f
acerca do inici.o da.s (operações fio i3R/vDLSC0 e da tran:.;£crenci3
apresentação reguAar dos relatórios semestrais demonstrando as condições de manutenção e funcionamento do sistema» (840232)
02) FIRMAS IR3PETQHAS DE_^IITSTAMÇ5£S DE DETECÇÃO E PROTEgÃO CONTRA INCteroiO - AÜTORÍZÃÇAO (CIliUSaiA 308 JA TSIB) ~ Por maioria, a CEIGA decidiu aprovar o modelo de carta a ser encaminhada
ae controle da LETI-tl c da llASrA>. ,O
O representante da ALIAT^ÇA DA BAHIA, apresentou sugestão para formulário dos indicadores de de sfnnpfTiho.
as
firms-a que solicitarem autorização para efetuar serviços de inspeção em equipamentos e instalações fixas de proteção contra incêndio. CPOG.
Encaminhar o processo ã Diretoria por intermedie da (820193)
Nada mais havendo a tratar foi cncerjad.i o reunião c marcada ra o dia 27 de setembro de 1984, no mesmo local c horário,
próxima.
MARIO GUIMARÃES AnVES Vil.ELA
Representante da SULAC/vP -Prcs idcn Le-
BI.783*Pãg.07*08.10.84 BI.783*Pá9.06*08.
A\ FENASEG
FEDERAÇÃO NACIONAL DASEMPRESAS DE SEGUROSPRIVADOS E DE CAPITALIZAÇÃO
DIRETORIA E CONSELHO DIRETORES EFETIVOS
DIRETORES SUPLENTES
Presidente Victor Arihur Renault
Ivan Gonçalves Passos Mário José Gonzaga Petrelli
Primeiro Vice-Presidente
Nilo Pedreira Filho Octóvio Cezar do Nascimento Pedro Pereira de Freitas
Luiz de Campos Salles Segundo Vice-Presidente Alberto Oswaldo Continentino de Araújo
Roberto Baptista Pereira de Almeida Filho
Primeiro Secretário Hamilcar Pizzatto
Segundo Secretário
Ruy Bemardes de Lemos Braga Primeiro Tesoureiro
José Maria Souza Teixeira Costa
Segundo Tesoureiro Délio Ben-Sussan Dias
CONSELHO FISCAL(EFETIVOS)
Augusto Godoy
Adolpho Bertoche Filho
Alfredo Dias da Cruz
CONSELHO FISCAL(SUPLENTE) Luiz Martiniano de Gusmão
EXPEDIENTE
n BOLETIM mFORMATIVO FENASEG
Membro Fundador da.•''.'"■i 1í f
Public iF:açao semanal, editada pela Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de
"^apitalizac
ao
Oi
^ur Renault
Editor
Luiz Mendonça (Reg. MT n; 12.590}
Redator
Mário Victor (Reg. MT n.' 11.104)
REDAÇÃO
!;^^^bo?.í!^^^^°^^as,74-12.'=andar TeL:240-2299. Telex: 2134505 FNES BR ^'egistrado no Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas sob o n.' 2.771/75
I"
^^^ipre sso na FENASEG. Tiragem: 2.500 exemplares
t
^^4
FEDERAÇÃO NACIONAL DASEMPRESAS DE SEGUROSPRIVADOS E DE CAPITALIZAÇAO
ANO XVI
RIO DE JANEIRO, 16 DE OUTUBRO DE 1984
NÇ
784
A Superintendência de Seguros Privados divulgou no "Diário Oficial" da União
as Circulares nÇs 41 ^e 42, respectivamente de 21 de setembro, 1 I' rebpeoLivdmence ae á\ ee 25 ííd ae seteiTiDro, Na Na primeiprimeiConsnrr?M/n Concüçoes Especiais do Seguro de Quebra de Garantia para Dõe uore a Destinados a Aquisição de Veículos Crédito Interno); na segunda, dis obrioatoriedadp dp nnr(ramo atjiãr-ÍA í4nc Kalan»~ftí> das Sn^^L^^ assinatura, por atuario, dos balanços e balancetes
denria D Seguradoras, Sociedades Capitalização «ncia Privada, quando publicados, (verdeseção SUSEP) e Entidades Abertas de Previ-
▲
Aseguradores elegeu a sua nova Junta Diretora para o pe-
Vicp D
^ ^ seguinte a composição: Presidente-Mãrio Batres Pineda; 10
^^^^etirir
J. RodrTguez; 29 Vice-Presidente- Ruben Alvarez h;
FENASEG
o
Tesoureiro- Armando Hinestrosa; Vogais- Jaime Rosenthal
Gõmez
Ovidio Florentino, Roberto Ordonez, Lila de Montes
lacp w 4-^1
outubro, será realizado nos salões do Belo Horizonte Othon Pa-
e
n
nas Gpr • ° n_CONGREGI-II Congresso Regional dos Corretores de Seguros de Mi
Sâ
D Corrpf°
S ^ ^®9urado ® Distrito O evento constará dos seguintes .®9i^racJa^ q ° ® os Reflexos da CriseFederal. EconômicaFrancisco Guilherme Gonçalves;painéis 2) O càn ^ oertamp
®
Conjuntura Econômica- Alberto Oswaldo Continentino de AraG
Desafios da Profissão-"Como Enfrentá-los- Roberto Silva Barbo"
^stad^H^ de Minaspromoção Gerais.do Sindicato dos Corretores de Seguros e de Capitalizl Se
^®guro ^^quele
Japão atualmente utiliza cerca de 80 mil robôs e, para eles, o disponível é o de quebra de máquinas. A associação de seguradores
cobrinS!^^' no^entanto, realiza estudos para o lançamento de um novo tipo de ^ Câri^^^r com Pí]®Juizos decorrentes de falhas funcionais: o robô, quando não dede '^"tagens, acarretando tarefas quevultosos lhe cabemprejuízos. na linha de produção, interrompe toda
à
Encontro Nacional de Exportadores Brasileiros-ENAEX, realizado aprovado documento elaborado pela Associação de Exportadores >ao Em ^ 'ros-AEB, suaerindo a reformularão do Ho c:pnu^^r^ .4^, Qpgdito 'sugerindo a reformulação do sistema de Seguro d a Ex "de ° documento, a reformulação poderia ser implementadi
^cao «"r ™Pfesa especializada n em Seguro de Credito a Exportação 'Cre lirfoi^OCCQe rnr»4 I» a . -r
fruto
da
interesses privados e o apoio publico —, com características de em i nternacional, com pré-requisitos básicos para atuar com eficiência
^ I
1 1
T
'W. r^^^des segurados dos Estados Unidos (nas moda do M ® opção de pagarem os prêmios através dos • s° a Seis%'rH'^° MasterCard e Visa. Trata-se de plano experimental por ora t >rido '^^lifornia. Colorado, Maryland, Missouri e Wiscon"t ^ 5®^Soas ít! ® ° "há l?:- ?5S milhões J: Kennedy, assistentedaqueles da Vice-Presidência de portadores dois cartões dede segu credir^
5
Pontn\^;
: 7 "marketing",j 1 porcaaores daqueles dois car nova modalidade de pagamento
_. facilitar as renovações de seguros, bem como para atrair
e um efici' novos
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS
FENASEG
■I
'
.
FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS DE SEGUROS PBIVflDOS E DE CAPITALIZAÇÃO Editorial Em épocas de inflação, a tendência do público ê para abster-se
de compromissos a longo termo. Isso e particularmente valido para o seguro, cu ja procura se restringe a minoria dos que desejam e podem assumir os encargos de uma prolongada indexação de preços.
Essa experiência do mercado torna contra-indicada, econômica e socialmente, a generalizada e obrigatória correção monetária nos contratos de
seguros. Mantê-la facultativa, como a instituiu^a legislação vigente, ê sem dú
vida a melhor política, pois a opção ê a única formula capaz de incorporar atender as diferentes tendências do público.
e
ç Essas considerações nos vem a propósito do Projeto-de-Lei do senado nO 25/79, que visa a modificar o artigo 14 do Decreto-Lei nÇ 73/66, tor nando obrigatória a correção monetária nos contratos de seguros.
índice DAS SEÇÕES
O poder corrosivo da inflação tem, evidentemente, correlação d^
com o período de vigência do contrato.
Os seguros de longo pnazo_^— mais
vulneráveis, portanto, aos efeitos da instabilidade monetária — não são comuns, ^odavia, no mercado brasileiro. Contam apenas.com limitada e escassa procura ^utonoma.
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS J EDITORIAL
CNSP
SUSEP
SINDICATOS
IRB
NOTICIÁRIO DAS SEGURADOR/'
EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO
JORNAL DO COMMERCIO (PÁGINA DE SEGUROS)
j
J
OUTROS JOR#
pOs seguros de vida em grupo, por exemplo, exatamente os que in£ tos a elaboração do Projeto-de-Lei em referência, há longos anos são contra se ^ /^f^ovaçao periódica. E em cada período (anual), os valores do ^contrato
de m ® atualizam. Para isso, a escala de capitais seguráveis ê revista, Com ° nívelcompatibilizar-se, só com o nível atual de inflação, mas também atual de renda dosnãosegurados. fyvyi
i FUNENSEG HDES
ESTUDOS E OPINIÕES
MERCADO DE AUTOMÓVEIS ,
MERCADO CAMBIAL
ATAS DE COMISSÕES TÉCNIÕ
Por
'"vando-o do desgaste apontado pelo autor do Projeto. Us
J
Esse processo dá flexibilidade aos valores contratuais.
o beneficiário do seguro, no momento da indenização, pode sempre us^
em d-iJaneiro ^^neflcios ajustados a suas-,necessidades atuais. - o capital segurado o beneficiário terá Quando_^esse condições de beneficio investi-lo,e
J
DIVERSOS
Nos seguros de vigência anual , que estão bem próximos da totalJ_
inst operações, e nos de prazo menor, a experiência brasileira consagrou strumentos e mecanismos satisfatórios de preservação dos valores çontratuais.
FENASEG
IMPRENSA
(j .
Há, portanto, nas práticas atuais do mercado brasileiro, fórmu-
de defesa dos valorescontratuais do seguro contra a infla cão ^^tisfatõrias O carater facultativo da utilização dessas formulas ajusta-se aos intere^ ses'
tendências do público segurado, pois a reconhecida e inegável diversifica - publico cAiyc, exige, em termos de seguro, seguro, um um esquema esquema de opções que conduza, tant Assim, a cor quanto possível, a soluções de cunho quase individual^izado. ASSim, Ifeçl f^onetária obrigatória, em vez de criar soluções, será, ao contrário, fatQr cão
Ve]
criação de problemas, tornando-se por isso mesmo altamente desaconselháAprovação do Projeto-de-Lei que pretende institul-la. BI.784*Pãg,01*16.10.84
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(ATA NO 10/84) Resoluções de 09.10.84:
01} Propor ao IRB: 1) que seja incluída Cláusula Especial de Riscos de Guerra nas Ta rifas de Vida em Grupo e Acidentes Pessoais; 2) que seja concedida cobertura de
catástrofe para os seguros com a cláusula aludida no item anterior.
(830 093)
02) Tomar conhecimento do telegrama do Senador Nelson Carneiro, informando que encamj_ nhou as sugestões apresentadas pela FENASEG sobre o projeto-de-lei de reforma do
Cõdigo Civil.
(750 457)
03) Aprovar o projeto da CTSILC-TM, estabelecendo Normas sobre o tratamento tarifário de sistemas especiais de proteção por veículos de combate a incêndio. (840 351)
04) Ouvir a CPCG sobre o projeto de reformulação da Circular SUSEP-12/78 ( Tarifações Individuais no Ramo líicendio).
(840 347)
05) Informar ao Sindicato de São Paulo que a FENASEG vai pleitear a representação do njercado segurador na Câmara Brasileira de Usuários e Transportadores Rodoviários de Bens, representação essa que depende de alteração no Decreto n9 89.874/84. (840 500)
Tomar conhecimento das cartas PRESI-01000.061/84 e PRESI-01000.062/84, da Ajax ^bordando uma serie de atuais problemas réleVantes do mercado s.egurador, para cusoluções a FENASEG vem longa e empenhadamente pleiteando medidas das autorida competentes.
(840 499T
Ouvir a CTRD a propósito da carta da FINASA, sugerindo reestudo da cobertura âtastrofe no seguro de equipamentos móveis.
de
(820 528)
reunião, o Presidente da FENASEG saudou o novo Presidente da s Companhias de Seguros, Sr. Cláudio Afif Domingos, e o Presidente da Associação Comissão
mos' convidados de Assuntos JurTdicos FENASEG), Sr. Virgílio Carlos de Oliveira Ra permanentes da (da Diretoria.
^Jjcante a reunião foram objeto de exame pela Diretoria os_estudos em^curso: 1) so drp ^°^'^cÕes para os problemas relacionados com as operações do Consórcio de Lonsobre o projeto RENAVAM; 3) sobre as operações da DPVAT; 4) sobre a apó-
sgg® habitacional; 5) sobre a reformulação do Plano de Contas das companhias de ■
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BI.784*Pig.01*16.10.84
Assessoria Econômica - Resenha Semanal
NO 59
previdência
SEMANA DE 1.10 ATÊ 7.10.1984 PANORAMA
privada
A SUSEP decidiu■prorrogar ate 30.11 .84 os prazos que a Circular nQ 36/84 concedeu as entida
des abertas de previdência privada para: 1) submete rem a aprovação o folheto explicativo dos planos ven
didos (subitem 3.2) ; 2) adaptarem (item 6) seus pla nos às exigências da Resolução CNSP-10/83. A SUSEP vai expedir nova Circular, esclarecendo questões rela^ tivas is normas constantes da sua anterior
Circular
nO 36/84.
EC0N5MIC0
A Balança Comercial Brasileira apresentou, em setem -
bro,_um superávit de US$ 1,024 bilhão abaixo, portanto, daquele de agosto, US$ bilhão. A CACEX prevê superavits mensais menores ate o fim deste ano.
1,349
Apesar das desvalorizações constantesjio cruzeiro freji
te ao dólar para manter a competitividade de nossas exportações uma serie de poderão prejudicar o desempenho de nossas contas externas a médio prazo.
Um
fatores
destes
seria o crescimento da relação salario/câmbio mantida baixa desde a maxidesvaloriza -
ção de fevereiro de 83, responsável em grande parte pelo aumento de nossas exporta
-
ções (FIG. 1). Esta vantagem poderá ser parcialmente perdida com a^nova lei salarial em votação que concede reajustes de 100% do INPC atê tres salários mínimos e 80% do INPC para as demais faixas, liberando a livre negociação atê o limite de 20% do INPC e produtividade por categoria profissional. A nova lei, dada as expectativas infla cionárias altas, poderá dar margem a uma serie' de reposições de poder aquisitivo e àu mantos salariais alem do INPC integral. Este efeito só será abrandado caso a políti ca monetária arrefeça a demanda por mão-de-obra e, em conseqüência, os reajustes sala riais.
Alem da relação salário/câmbio podemos citar como fa
tores negativos a retirada gradual do credito prêmio e dificuldades de financiamento das exportações — os financiamentos atrasados chegam a Cr$ 1 trilhão.
A política econômica norte-americana, com sua curiosa , mantêm as taxas de juros altas provocando a valorização do dólar também tem prejudic^ combinação de dêficits fiscais crônicos aliada a uma política monetária restritiva
do nossas exportações.
Isto ocorre porque as desvalorizações do cruzeiro estão atre
ladas ao dólar e quando este se valoriza o cruzeiro também se valoriza frente as tras moedas tornando, em conseqüência, menos competitivas nossas exportações.
ou
Se a atual política for mantida para a área externa a
próxima administração federal será obrigada a realinhar o cambio ou criar novos inceji tivos ãs exportações que não levantem ruidosos clamores protecionistas dos paTses de senvolvidos.
Isto será necessário pois o mercado financeiro internacional nao recupe
rará tão cedo o nível de liquidez anterior a 1982 e o pais terá que contar com recur sos próprios para financiar suas despesas em divisas estrangeiras.
Márcio Valêrio_Ronci Assessor Econômico
BI.784*Pãg.02*16. 10.^ BI.784*Pág.01*16.10.84 \
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PREÇOS, TAXAS DE JUROS
-
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CÂMBIO
FIGURA 1 - RELAÇAO SALARIO/CSMBIO FEVEREIRO
MARÇO
ABRIL
MAIO
Var.12 meses
3702,38 8,92 69,93 182,43
4059,66 9,65 70,12 185,87
4481 ,46 10,39 66,18 192,93
4867,31 8,61 68,39 201,20
ORTN
8285,49
9304,60 10235,07 11145,99 12137,98 13254,67 14619,9 9,2 10,30 12,30 10,0 8,9 8,9 58,9 73,0 88,9 32,68 45,9 108,47 194,52 184,95 187,3 190,5 182,62 185,20
JUNHO
JULHO
AGOSTO
INPC
{nao ajustado) Var.mensal
Var.semestral
9,80 18,14 168,52
Var.mensal Var.no ano
Var.12 meses
5295,15 8,79 71 ,01 202,45
5909,39 11 ,6 73,81 197,04
6330,73 7,6
70,99 190,59
IGP-DI
JA
(nao ajustado)
8892,1 12,3
9777,-0
10651,1 8,9
11594,7 8,9
12667,2 9,2
47,7 228,9
60,7 235,5
75,6 226,5
13974,3
10,3 93,7 217,9
15458,7 10,6 114,3 219,3
23,3 230,1
10,0 35,5 229,7
7104,3 10,5 21 ,4 190,1
7791,7 9,7 33,2 191 ,5
8454,1 8,5 44,5 192,1
9236,0 9,2 57,9 198,6
10145,2
11220,4 10,6 91 ,8 190,2
12328,7
9,8 73,4 195,2
(base=niidia 77=100) 10138,1
11163,4 10,1 35,8 253,2
12235,1 . 13313,9 9,6 8,8 48,8 62,0 250,9 258,3
14522,3 9,1 76,7 243,6
16083,5 10,8 95,7 232,5
17562,5
Var.mensal Var.no ano
Var.12 meses
índice de Preços Consumidor-FGV Var.mensal Var. no ano Var.12 meses
9,9 110,7 194,6
índice de Preços por Atacado-DO/FGV Var.mensal Var.no ano Var.12 meses
11,9 23,3 255,2
Poupança
12,861
10,550
9,440
9,44
9,74
10,85
11,89 11 ,89 11,98 11,90
10,35 10,36
nd
nd
nd
10,49 10,36
9,67 9,79 9,68
9,04 9,05 9,04
9,71 9,71 9,75
1213,00 12,3 23,3 218,0
1335,00 10,0 35,7 219,7
1453,00 8,8 47,7 219,4
1582,00 8,9 60,8 220,5
9,2 113,7 229,8 0
Taxas de financiamento
"overnight" % a.m
(media mensal simples) LTN
ORTN ADM
Interinstituições
9,72
11 ,05 11 ,05 11,10
nd
9,96
9,95
NOTA: Índice salários nominais da FIESP (1978=100) Taxa de cambio (Cr$/
índice de taxa de cambio (1978=100)
US$ valor de venda
pelo Banco Central, no fim de mis) Var.no mes
Var.no ano Var,12 meses
^905,00 2107,00 10,2
10,6
93,6
114,1
211 ,3
214,0
BI.784*Pag.ü3*í6.>Í0.84
I
'' •
1728,00 9,2 75,6 218,2
I
BI.7a4*Pág.Q2*16.lOj
U
A
BALANÇA COMERCIAL
E
Q MOEDA,
D
R
0 -
TAXAS
Sindicato das Empresas de Seguros Privados e Capitalização no Estado do Rio de Janeiro
II
DE
JUROS
INTERNACIONAIS. >
FEVEREIRO
MARÇO
ABRIL
HAIQ.,
JUNHO
JULHO
AQOSTt S
E
R
J
Base Monetária
5014,4 5393,3
5559.1
6.159,5
17,0
7,6
3,1
10,8
2,1
19,5
28,5
32,4
46,7
78,3
79,6
96,4
100,5
98,9
100,7
7514,2
8088,0
4365,1
4286,6
Var.mensal
-1 ,0
-1,8
Var.no ano
4,0
Var.
(Cr$ bilhões)
12 meses
(ATA NO 09/84) Resoluções de 08.10.84
01) Encaminhar à FENASEG a sugestão da FINASA sobre a cobertura de catástrofe equipamentos moveis.
Meios de Pagamento (Cr$ bilhões)
9315,0 9822,1
10743,5 11989,7
Var.mensal
U1
7,6
15,2
5,4
9,4
Var. no ano
-3,5
3,9
19,7
26,2
38,0
54,0
Var.
89,0
105,1
116,2
117,0
111,9
132,8
12 meses
(820 528)
02) Tomar conhecimento do parecer da SOTECAUD, a propósito da redução patrimonial do SERJ no caso de cancelamento de dTvida de sociedade em liquidação.
11 ,6
para
(810 618)
Üj) lomar conhecimento do Acordào do Supremo Tribunal Federal , declarando improcedeji te a incidincia do ISS sobre custo de apólice.
(740 821)
J
Exportação FOB
1867
2063
2134
2338
2505
2570
Importações FOB
1011
1061
1073
1201
1156
1369
115Í
856
1002
1061
1137
1349
1201
13l'
Saldo
(US$ milhões)
04) Encaminhar ã FENASEG estudo do Assessor Jurídico sobre a jurisprudência a respe^ to da inconstitucional idade do FINSOCIAL, bem como a propósito do cabimento da
ação de repetição de indébito quanto a'os recolhimentos feitos no Exercício de 1982. ' ' (820 348)
J
Prime
11,00
11,50
12,00
12,50
13,00
Libor (6 meses) (taxa de fim de período)
10,5
11,06
11 ,38
12,60
12,63 J
BI. 7Sa*Pãg.Q'r 46.11^;'
BI.784*Pãg.01*16. 10.84
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ir
MÉiaÉÉliHHÍMÉiM
mn
us a
i
Superintendência de Seguros Privados-SUSEP
SUPERINTENDE^C1A DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N<?
041 , DE
21
DE setembroDE 1984
• Aprova as Condições Especiais do Seguro de Quebra de Garantia para Consórcios Destinados à Aquisição de Veículos (ramo Cre dito Interno).
~
0 SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRI
VADOS (SUSEP), na forma do disposto no Art. 36, alínea "c", do Decre
to-lei nÇ 73, de 21 de novembro de 1966; considerando o proposto pelo Instituto de Resseguros do Brasil e o que consta do Proc. SUSEP
n9
001-04583/84; resolve:
1 - Aprovar as Condições Esoeciais do Seguro de
Que
bra de Garantia para Consórcios Destinados à Aquisição de Veículos, de conformidade com as disposições em anexo, que ficara fazendo parte integrante desta circular.
j 2 - Esta circular entra em vigor na data de sua oubli cação, revogadas as disposições em contrário. ~ Francisco de Assis Figueira
ANEXO Ã CIRCULAR N9
041 /84
CONDIÇÕES ESPECIAIS DE SEGURO DE QUEBRA DE GARANTIA PARA
CONSÓRCIOS DESTINADOS A AQUISIÇÃO DE VEÍCULOS Cláusula 1 - DEFINIÇÕES Para os efeitos deste seguro, entende-se por: 1.1- ESTIPULANTE
A empresa administradora de consórcios, denominada.. 1.2 - SEGURADO
Cada um dos grupos de consórcio administrados
pelo
ESTIPULANTE, iniciados no período de vigência da apólice, de que tra ta (m) o{s) Certificado(s) de Autorização da Secretaria da Receita Fe deral do Ministério da Fazenda n9(s)
1.3- GARANTIDO
Cada consorciado, domiciliado no país, integrante de grupo de consórcio segurado, selecionado conforme, critério declarado pelo ESTIPULANTE na pronosta de seguro, que tenha sido conterplado
cora
o VEÍCULO.
Cláusula 2 - OBJETO DO SEGURO
A presente apólice garante ao SEGURADO, nos termos de suas
Condições, uma indenização pelas PERDAS LÍQUIDAS DEFINITIVAS que o nes mo venha a sofrer em conseqüência da insolvência dos GARANTIDOS,
ca-^
racterizada conforme item 1.2 da Cláusula 1 das Condições Gerais
da
apólice ou quando:
2,1 - For concluído acordo entre o SEGURADO e o GARANTjnn
serv^Srnf. n no item 4.1 da pagamento díviSTcom redS^o! ob^ servado o disposto Cláusula da 4 destas Condições. entrado na poLõ
buiçSes mensais oobertafpor est/segurí
quaisquer ccntri-
consideradas apen^^as õon?ribÍSse
DEFINITIVA serão
ser anterlorL ã mort^Sfm^?ido
BI,784*Pig,01*16.10.84
Cláusula 10 - AVERBAÇÃO
10.1 - O SEGURADO obriga-se a fornecer à
SEGURADORA,
até o último dia do mês seguinte a cada mês de vigência do [■
I
, ,' 1 [ ;
1)
Este seguro abrange todos os grupos de consórcio definidos
como SEGURADOS no item 1.2 da Cláusula 1 destas^Condições
tribuições mensais com vencimento entre a data da entrega do
3) 4) 5) 6) 7) 8) 9)
con
VEÍCULO
e o encerramento do respectivo grupo segurado.
3.1 - Estão, também, cobertas as eventuais diferenças
de
parcelas, em quantidade nunca superior a 6 (seis), decorrentes do pa
gamento de contribuições mensais por valor inferior ao devido, contri buições estas posteriores ã entrega do VEÍCULO, desde que ocorra a
valor '3í VEÍCULO; valor ai"-.s encargos; n9 de participantes do grupo; cotas contempladas; n9 de ordem e data da assembléia; ^me dos consorciados; v_lor dos lances efetuados indicando a quan
tidade de contribuições mensais por
falta de pagamento de parcela(s) inteira(s) e se caracterize o sinis
10) nos casos de grupos constituídos com mis de
uma categoria de veículo, a relação conten
3.2 - Este seguro não cobre as parcelas ou valores adicio
do,
nais decorrentes de substituição ou adesão de GARANTIDO após o início do grupo, salvo declaração expressa na apólice, mediante aplicação de adicional ã taxa do seguro e desde que tais valores estejam ^rangi dos pela garantia da Alienação Fiduciária ou Reserva de Domínio do
por categoria:
a - n9 da cota;
b - nome do consorciado;
c - marca, modelo, tipo ou espécie do
VEÍCULO.
10.1.1 - Cora base nas informações supra, a SE
A cobertura concedida por este seguro vigora a
partir
momento em que o GARANTIDO recebe os documentos de entrega do na forma do Regulamento dos grupos de consórcio
do
VEÍCULO,
administrados
pelo
ESTIPUIiANTE, com Alienação Fiduciária ou Reserva de Domínio do mesmo, em garantia das contribuições mensais vincendas, e entra na sua posse. 4.1 - Para efeito deste seguro, não se admite a disponibi
lidade do VEÍCULO gravado, enquanto o GARANTIDO não quitar o seu sal do devedor para com o SEGURADO, de conformidade com a
legislação
de
consórcios divulgada pela Secretaria da Receita Federal do Ministério
GURADORA extrairá a conta mensal do prêmio, para o respectivo paga mento .
Cláusula
11
O SEGURADO se obriga a iniciar as medidas judiciais ca
bíveis contra o GARANTIDO inadimplente^ era até 180
a substituição do VEÍCULO por out^o, zero quilômetro, de valor
igual
ou superior.
dias a contar da medida judicial intentada,
11.1 - Fica alterado para 150 (cento e cinqüenta) o prazo para protesto,
integrante desta apólice.
Ê vedada qualquer alteração nas
de aquisição dos VEÍCULOS, durante a vigência deste seguro,
parte
condições sem
pré- "
via e expressa anuência da SEGURADORA. - LIMITE DE RESPONSABILIDADE
O Limite Máximo de Responsabilidade a que se refere a Cláu sula 6 das Condições Gerais da apólice será o equivalente ao valor dõ
VEÍCULO PADRÃO objeto de cada grupo, sendo seu valor reajustado até a data da apuração da PERDA LÍQUIDA DEFINITIVA ou do encerramento do
(cento e oitenta)
dias a contar do
.vencimento
da primeira contribuição mensal não paga pelo GARANTIDO, sob ,
pena
de cancelamento automático da cobertura relativa ao mesmo GARANTIDO.
Cláusula 12 - ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE Fica alterado para 240
(duzentos e quarenta)
dias o pra
zo para isenção de responsabilidade de que trata a cláusula 17 Condições Gerais da apólice. Cláusula
13
- ADIANTAMENTOS
finitivamente a insolvência do GARANTIDO e não apurado o valor PERDA LÍQUIDA DEFINITIVA,
dições Gerais da apólice e 15 destas Condições Especiais, a
efeito
PADRÃO da categoria em que o GARANTIDO tenha sido contemplado.
sive seu reajustamento, será considerado o valor do VEÍCULO a que cor responder a primeira contribuição mensal não paga pelo GARANITDC. Ha vendo coincidência de datas, considerar-se-á o VEÍCULO de nenor valor. Cláusula 7 - PARTICIPAÇÃO OBRIGATÓRIA DO SEGURADO
RADO narticipará com
%
(
apólice, SEGU
oor cento) em cada PERDA
LÍQUIDA DEFINITIVA. Cláusula 3 - TAXAS
As taxas do presente seguro serão estabelecidas pelos
gãos competentes em cada caso concreto e explicitadas nas
ór
condições
particulares da apólice. Cláusula
não
paga pelo GARANTIDO inadimplente.
13.1 - A obrigação da SEGURADORA de adiantar será ca racterizada cora a comprovação da mora do GARANTIDO, nos termos do to da Ação de Busca e Apreensão do VEÍCULO alienado fiduciariamente
ou da Ação Executõria com base na nota promissória emitida de acor
do com o Regulamento dos grupos de consórcio, ou, ainda, da ação ca
bível contra o GARANTIDO.
O primeiro adiantamento será feito
nõ
prazo máximo de^BO (trinta) dias a contar da data da apresentação a SEGURADORA de cópia dos seguintes documentos: 1)
Nos termos da Cláusula 7 das Condições Gerais da
adian
§ 29 do Art. 29 do Dec. Lei n9 911, de 01.10.69, e com o ajuizamen-
6.2 - Quando o mesmo GARANTIDO participar de mais de uma categoria ou grupo segurado, e tiver sido contemplado com VEÍCULOS de valores diferentes, para efeito de Limite de Responsabilidade inclu
fica expressamente ajustado entre as partes contratantes que o
da
tal como definida na cláusula 19 das Con
tar ao SEGURADO, por conta de eventual indenização, % ( por cento) de cada contribuição mensal vencida e
para
das
A SEGURADORA obriga-se, ainda que não caracterizada .de
VEÍCULOS
los classificados era mais de uma categoria, prevalecerá,
Contrato de Adesão para participação em gru po de consórcio;
2) 3)
""
Termo de Cessão e Transferência (se houver); Contrato de Alienação Fiduciária ou Reserva de Domínio;
4) 5) 6) 7)
Contrato ou Termo de Compromisso (se touver); Ficha Cadastral do GARANTIDO;
Posição do Débito do GARANTIDO; Comprovante da Mora;
8) Petição Inicial acompanhada do
comprovante
do preparo inicial do feito.
9 - PRÊMIO MÍNIMO
Os demais adiantamentos serão feitos
O SEGURADO, contra a entrega desta apólice, pagará em favor da.SEGURADORA, observadas as disposições vigentes sobre a ma téria, a quantia correspondente a ( ) vezes
k,
DORA no prazo de 180
ocorrer,
dos
de limite de responsabilidade e seu reajustamente, o valor do VEÍCULO
rp: '
destas
Condições Especiais deverão ser comunicados pelo SEGURADO ã SEGURA
pelos respectivos índices oficiais de aumento do preço
6.1 - Sempre que o grupo segurado seja integrado ccm veícu-.
'1I
das
grupo era que participe o GARANTIDO, conforme o que primeiro
que compõem os diversos grupos segurados.
■ ,.
estabelecido na letra "a" do item 15.2
11.2 - Os sinistros abrangidos pelo item 2.2
delos acham-se anexos ã proposta deste seguro e passam a fazer
■j
os documentos discrimi
Condições Gerais da apólice.
A aquisição do VEÍCULO deverá ser efetuada nos exatos ter mos do Regulamento e das Condições Gerais dos grupos de consórcio ad ministrados pelo ESTIPULANTE e do Certificado de Autorização emitido pela Secretaria da Receita Federal do Ministério da Fazenda, cujos mo
,í
oiten
nados no item 13.1 da cláusula 13 destas Condições, sob pena de can
Cláusula 5 - CONDIÇÕES DE AQUISIÇÃO
i
(cento e
ta) dias contados da data do vencimento da primeira contribuição raen sal não paga, e apresentar ã SEGURADORA, no prazo de 60" (sessentaT
4.2 - Desde que não haja impedimento legal, permitir-se- ã
: ,
-*MEDIDAS JUDICIAIS
celamento automático da cobertura relativa ao GARANTIDO respectivoT
da Fazenda.
I-.! '
veí
culo .
Cláusula 4 - INÍCIO DA GARANTIA
Cláusula 6
eles
quitadas.
tro nos termos da Cláusula 2 destas Condições Especiais.
! i„ 1 ,
nÇ do grupo do consórcio;
2) duração do consórcio;
Especiais,
iniciados no período de vigência da presente apólice e cobre as
:
seguro,
as seguintes informações:
Cláusula 3 - ÂMBITO DA COBERTURA
o Maior Valor de Referência em. vigor na data de emissão da apólice. Esta importância, que corresponde a 'om mínimo de prêmio para esta apólice, nao renderá juros ao SEGURADO e será utilizada para o pa gamento dos prêmios efetivamente averbados até este valor.
v^ente, respeitada a ordem dos vencimentos normais das
sucessi-
contribui
ções mensais, guardandor-se entre o vencimento da contribuição men sal e a obrigatoriedade do adiantamento por parte da SEGURADORA o mesmo prazo de 30 (trinta) dias observado no primeiro adiantamento,
BI.784*Pig.03*16J0.84
BI,784*Pag.02*16.10.^ í ■U!:
ficando o SEGÜPÍÜDO obrigado a dar ciência, por escrito, à SEGURÍiDORA, do andamento dos feitos judiciais. 13.2 - A SEGURADORA suspenderá a concessão dos adian tamentos e terá direito a reaver do SEGURADO os adiantamentos
efe
tuados, se ficar evidenciada a paralisação do feito por inércia
ou
desinteresse do SEGURADO.
13.3 - A soma dos adiantamentos não poderá
ultrapas
sar o Limite de Responsabilidade para o GARANTIDO, referido na clãu
sula 6 destas Condições Especiais, dedxizida a participação
obriga
tória do SEGURADO.
13.4 - A concessão de adiantamentos não significa nem poderá ser invocada como reconhecime.nto formal ou implícito da exis tência de cobertura. O SEGURADO obriga-se a devolver à SEGURADORA qualquer adiantamento feito se, posteriormente, for verificada a inexistência de cobertura.
13.5 - Tão logo seja apurada a PERDA LlQUIDA
DEFINI
TIVA ou verificada a sua inexistência, o SEGURADO obriga-se a devol ver ã SEGURADORA qualquer excesso de adiantamento porventura feito. Cláusula 14 - APREENSÃO E REVENDA
0 SEGURADO, sob pena de perder o direito a qualquer in denização, é obrigado a promover todas as medidas necessárias a apreensão do VElCULO e a incumbir-se de sua revenda, a fim de redu zir o mais possível a PERDA LÍQUIDA DEFINITIVA.' O SEGURADO poderá
recuperar da SEGURADORA, na proporção do risco coberto, as despesas
CIRCULAR SUSEP NÇ 042 , DL 25 DE
efetivamente realizadas e comprovadas para apreensão do VElCUIX).
setembro
DE 1984
Dispõe sobre a,, obrigatoriedade de assinatura, por atuá
dos balanços e balancetes' das Seguradoras, Sociedades de Capita
14.1 - Os honorários de advogados e o valor de reven
lização e EAPP.
da do VEÍCULO deverão ser prévia e expressamente aprovados pela SE GURADORA.
O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRI
VADOS (SUSEP), na forma do disposto no art. 36, alínea "b", do Decre
Cláusula 15 - PERDA LÍQUIDA DEFINITIVA
15.1 - Entende-se por PERDA LlQUIDA DEFINITIVA o
lor do crédito sinistrado inicial, assim considerado o
to-lei n<? 73, de 21 de novembro de 1966, no art. 99, inciso II, da
va
somatório
das contribuições mensais não pagas pelo GARANTIDO e cobertas pelo Seguro, corrigido de acordo com o item 15.3 abaixo, observadas
as
cláusulas 3 e 6 destas Condições, acrescido das despesas para
sua
1^1 6.435, de 15 de julho de 1977 e no art. 39, § 29, do Decreto-lei 261, de 28 de fevereiro de 1967; considerando o disposto
no
1 - Os balanços e balancetes das Seguradoras,
«adea de Capitalização e das Entidades Abertas de Previdência recuperação, deduzidas as importâncias efetivamente recebidas,
as
sim como o valor da realização de qualquer garantia ou caução
e
o
art.
letras "a" e "d", do Decreto-lei n9 806, de 4 de setembro de 1969 ® o que consta do Proc. SUSEP n9 001-01985/83; resolve;
quando publicados, deverão conter, obrigatoriamente, a
Socie-
Priva-
assinatu-
^a, o nome e o registro do atuário responsável pela assessoria
atua
rial, nos termos do art. 69 do Decreto-lei r.9 806/69.
de todos os bens cuja restituição tenha sido conseguida.
15.2 - A PERDA LÍQUIDA DEFINITIVA deverá ser
apurada
no prazo de até 30 (trinta) dias, a contar da data de revenda do VElCULO, observado entretanto o prazo máximo de 90 (noventa) dias da
data da liberação judicial do VElCULO ou de documento que a
1.1 - Ã mesma exigência deste item deve ser obser
vada quando do encaminhamento de tais balanços e balancetes à
SUSEP,
Sem o que não serão aceitos.
justi 2 - Esta circular entra em vigor em 19.01.85, revoga-
fique.
as as disposições em contrário. 15.3 - O crédito sinistrado inicial e os
adiantamen
tos concedidos ao SEGURADO por conta de eventual indenização corrigidos pelos mesmos índi.ces de reajuste, na forma
serão
estabelecida
Francisco de Assis Figueira
na cláusula 6 destas Condições Especiais, até a data da apuração da PERDA LÍQUIDA DEFINITIVA ou do termo final do grupo de conforme o que ocorrer primeiro. t
•
'
consorcio,
15.4 - Fica entendido e concordado que o valor resul
tante da revenda do VElCULO ou da realizaçao de qualquer garantia quitará, ao. preço do dia, tantas contribuições mensais vencidas e não pagas quantas o seu valor comportar, na data da revenda
ou
(REPRODUZIDO DO DIARIO OFICIAL DA ÜNlAO DE 5-1Ü-84-SECA0 I-Pigs. nPs 14 602/604)
da
realização de qualquer garantia. 15.5 - A indenização pagável por esta apólice
será
calculada aplicando-se ao valor da FERDA LÍQUIDA DEFINITIVA a
per-
centagem de cobertura (100% menos a percentagem de participação obrigat5ría_do SEGURADO, resultante do disposto na cláusula 07 des tas Condições). Cláusula 16 - OBRIGAÇÕES DO SEGURADO Ao ESTIPULANTE do seguro, na qualidade de mandatário do
SEGURADO, cabe a execução de todas as obrigações atribuídas ao
SE
GURADO nas Condições Gerais da apólice e nestas Condições Especiais, não respondendo a SEGURADORA pelas indenizações deste seguro, caso de não cumprimento de tais obrigações.
no
Cláusula 17 - RATIFICAÇÃO
Ratificam-se as Condições Gerais da apólice naquilo que não tenham sido modificadas pelas presentes Condições Especiais.
il.''! r,: ' 'I
BI.784*Pág.04*16,10^
BI.784*Pd9.05*16,10,84
1
Il 1
EXECUTIVO.LEGISLATIVO ElUDICIftBIO PODER JUDICIÁRIO 'j
1
I •
Apelação CTve1 nP 94 340
t
19 Tribunal de Alçada - RJ 8? Câmara Juiz Eduardo Rabello
responsabilidade civil - ACIDENTE DE AUTOMÜVEL - INDENIZAÇÃO DEVIDA. E-M E N T A
^"Em caso de acidente automobilístico, o responsa Iav, P^go svento responde pela importância global da indenização que ultrapassar o vapela seguradora." Apelaçao CTvel n9 97 876
Juiz Batalha de Matos - Unanime
gONSAB^LIDADE CIVIL - DIREÇÃO DE VETCULO CONFIADA A TERCEIRO - CULPA DO PROPRIETAEMENTA
a ^
"O proprietário do automõvel que entrega a dire•"esponde pelos danos causados pelo mesmo. Não é carecedor de ação o proprietário do veiculo e nao o seu condutor, quando do evento.
Apelaçao CTvel nQ 98 504
f^árnara
- RJ Carpena Amorim - Unanime
Idade civil - seguro obrigatório - açao direta do beneficiário contra o se I
I
EMENTA
I
idade
ir\.. I il -s •
TM V L'!c ' l i-
~
beneficiário do seguro obrigatório da respon-
» Uma Vp> contra caso do sini^ avau direta uifcca cuiiura o u...... segurador btiyurdUUr em eill tdbU do UU não-pagamento íidu-payan nilO a af + ■; rM il a rvv.0»,-; _ -T ^ ....a-CT J /..H ,4a " ^ que a estipulação prevista no contrato a ele esta dirigida . .REr ^ODuzinA DO BOLETIM DE JURISPRUDÊNCIA ADCOAS - NQ 25 - 10.9.84 - ANO XVI) BI.784*Pág.01*16J0.84
Apelação CTvel n9 44 719'-RJ Apelaçao CTvel n9 97 880
Tribunal Federal de Recursos
II Tribunal de Alçada - RJ
Turma
Relator: Ministro Lauro Leitão - Unanime
Camara
-lUíor; Juiz Paulo Roberto Freitas - Unanime
TRANSPORTE DE MERCADORIAS - EXTRAVIO - REEMBOLSO - COMPANHIA DE SEGUROS.
IDADE CIVIL - ACIDENTE DE TRANSITO - ATROPELAMENTO - AUSÊNCIA DE CULPA DO
EMENTA
'■ l' , i .
DA VIATURA - SEGURO OBRIGATÕRIO.
"A lei exige que a vistoria se realize em da ao termino da viagem, na presença do transportador marítimo.
EMENTA
"Responsabilidade Civil.
Assim, quando inocorre esse procedimento, não lí de prosperar a exigência de reembolso da Seguradora.
>
Apelaçao desprovida.
Sentença que se confii^'
Obri-
o
dentad
®^sur o mãxim
ca, e havendo a lei criado para o aci'"^sponsabilidade civil automobilTsti direito a indenização, independente ndependentemente, de culpa do autor do acidente
. ^^^.PC^niissas uma mtida responsabilidade^objetiva do dono da viatura ate
tal
""^Uenizãvel segundo o seguro DPVAT vigente a época, quer tenha
celebrado
QiJer não o tenha. Se ele contratou o seguro, poderá a vitima acionar Ser ^ClOnAiHi^ ^ segurador; se-1 não contratou, ou . não. . exibe o. respectivo bilhete, oode _ . r
Apelaçao CTvel n9 61 130 - RJ Tribunal
Atropelamento.
(DPVAT). Sendo obrigatório Seniiv^n Z indenizar nos nos limites limites do ao seguro seguro obrigatório oorig
guracio^°H^*^°' diretamente pela vitima, que teria direito de se ressarcir junto ao se
Federal de Recursos
19 Turma
Relator: Ministro Lauro Leitão - Unanime
Apelação Cível n9 93 264
CIVIL - ACIDENTE DE TRANSITO - AÇAO REGRESSIVA DE INDENIZAÇÃO.
!? Tri
de Alçada - RJ
DâfT
EMENTA
"A ausência de contestação leva a que se reP^
ié
^uiz Salim Saker - Unanime
como verdadeiros os fatos afirmados pelo autor, de acordo com o art. 319, do CPC'
CIVIL - ACIDENTE DE TRANSITO - INDENIZAÇÃO - PROPRIEDADE DO VETCULO
'dO PROVISÓRIO DE VENDA.
Ademais, resultaram comprovados o acidente ^ J despesas hospitalares com as vitimas, sendo, portanto, de responsabilidade da
E N TA
dora a indenização pelas despesas efetuadas pelo lAPAS.
Apelaçao desprovida.
Sentença que se conf^*
^3'
Oitli D ^ Sào d D
Drim^i. listro Publico.
^ 'mitlvo proprietário- . "
(REPRODUZIDO DO DIARIO DA JUSTIÇA - BRASTLIA - Pãgs. nOs 15 837/838- 27-9-84)
"Veiculo vendido pelo reu. Recibo provisório Sem valor contra terceiros. Indenização devida também Apelação CTvel n9 91 721
Apelaçao CTvel n9 28 283
de Alçada - RJ Tribunal de Justiça - RJ 29 Câmara Relator: Desembargador Penalva Santos - Unânime
r•
1
.
___
Fonseca Costa - Unanime
VENDA DE VEÍCULOS ABANDONADOS E RECOLHIDOS PELO DETRAN - INTELIGÊNCIA DA LEI N9 ^
^^^CAo^^^jLjDAOE CIVIL - COLISÃO - PROPRIEDADE DO VEÍCULO - REGISTRO NO DETRAN - PRE
DE 30/09/78. EMENTA EMENTA
"Venda judicial .
A venda judicial dos
abandonados e recolhidos pelo Departamento de Transito do Estado do Rio de
J^^ ^
^
de propriedade. Apresentado recibo de compra e venda em data anterior ^ a ai . achando-se o automóvel na posse do ao indiqitado inaigitaoo ccomprador, e de admitir ^^ hação anterior, tanto mais que nenhuma prova se fez da pretendida posse."
1q
Apelação CTvel n9 91 432
(DETRAN) ê permitida, exceto para os recolhidos ao depósito por ordem judicial ^
que li se encontrem a disposição policial (art. 69 da Lei n9 6.575 de 30.09.78)' C.P.C,
Aplicação da regra dos arts. 686 e seguinte^^i'
Interpretação favorável do art. 19 da Lei n9 6,575/78.
Provimento do
so
(REPRODUZIDO DO DiARIO OFICIAL DO RIO DE JANEIRO - PARTE III - PODER JUDIClARIoj"''! BI.784*Pig.02:^
"O registro no DETRAN gera apenas uma presunção
^0
^ Csldunai de Alçada - RJ • Juiz Francisco Faria - Unânime RT
7fiá*Pãa
in ftA
:ZGURO - AÇSO REGRESSIVA DA SEGURADORA OBJETIVANDO RESSARCIMENTO DE QUANTIA PAGA A SUl
Outros
SEGURADORA - INEXISTÊNCIA DE DIREITO DE REGRESSO. EMENTA
"Inexistência do direito de regresso contra o tenso causador do dano, se este fez composição
amigável com dita segurada,
recebenij'' fi'
plena quitação da mesma com relação a todos os danos, dias antes que a_Seguradora zesse o pagamento ã segurada, que, inclusive, afirmara a outra
parte nao ter qualquí
seguro, a não ser o obrigatório, e, só contra o pagamento, efetuado posteriormente í composição, e que a Seguradora adquiriu o direito de regresso, que nao pode ser exer^] do contra aquela, em-^face da composição e da quitação dada."
Agravo de Instrumento n9 24 766 19 Tribunal de Alçada - RJ 3a câmara
A diversificação de mercados acentua importância do seguro por Sônio Jourdoni d© Sõo pQuIo
são
Relator: Juiz Thiago Ribas Filho - Unânime operações
SEGURO - TRANSPORTE MARTTIMO - AÇAO REGRESSIVA DA SEGURADORA CONTRA A TRANSPORTADORA'' EXECUÇÃO.
"O depósito judicia^, sob protesto, do valor calculo do contador, simultâneo à apresentação de apelaçao de que não se conheceu, çio, verificado por calculo atual realizado,"
brir vendas a terceiros, re
Um problema básico de
presenta menos de 1% dos USI120 mil gastos com prê
fluxo de caixa. Entra pouco de um lado porque a procu
forma camuflada de segu
rante uma proteção contra
ções com garantia bancá
por isso, o que não aconte
ras QupPJ"^'®s exportado.
ceria se os exportadores fossem obrigados a contra
perdas que, em 1975, pode riam ter chegado a USJ 300 milhões, não remetidos por
daí os exportadores acha rem
tar sempre a cobertura, pa
conta de vendas efetuadas
averbadas. Assim pedem
CO.
gresso, configurando uma
ro. Isso porque as opera
ria têm risco quase nulo, que não devem
ser
urgente, a
ra todas as vendas e não
cober-
importando o risco. Assim,
Na época, a Singer recebeu
as exportações "boas" co
Primeirn _ ''ternas, num ^^sbalançar C'a brasif^! inexperién-
do IRB a cobertura máxi
bririam com folga os pre-
ma de 90% e negociou o pa
juízos das "más",
gamento do restante com
exigir^ nos casos de ina
os
inadimplentes,
dimplência do importador, que o exportador devolva recursos que lhe foram en
tura de cocf
as vend^ H'"?
m'
Ferlauto lembra que, paexportação,
existem
dos quais apenas a Turquia
dois tipos básicos de cobér-
ainda não regularizou sua
nacion
Pfo-
tura. O seguro de risco co
situação, embora já tenha
tregues por conta de adian
mercial protege o exporta
acertado, o reembolso em
tamentos sobre contratos
dor contra uma eventual
dez anos a juros de mora de
insolvéncia do Importador. O de risco político e ex
7.5% ao ano.
de câmbio, por exemplo. O banco, portanto, deve re
cebimento do produto de
iriPo/tante é que o
uma venda nos casos de
seja for.
impossibilidade de transfe
do
reconheci.
Solide» f? indenização. Podrci po. f iiaçâQ Pm nicdida pela op® o encon-
D!8iiros do r S^®cadariA?''^^i^ (IRB):
rência de divisas por pajrte do pais importador. O RISCO
POLÍTICO
Experiência com este ti po de cobertura tem a Sin-
ger, que dirige a maior par te das suas exportações pa empresas do
próprio
grupo e, portanto, está im
(REPRODUZIDO DO DIARIO OFICIAL DO RIO DE JANEIRO-PARTE III-PODER JUDICIÁRIO - 2-10.^
possibilitada de contratar seguro de risco comerciai.
doi ^"*0 ê 9 resistência "P^n^os. o 'Jorft^njpreg.^ ra« ^cs, u^^^^^laçâo de
risí^^''ir uSf
P^Sev,:S;''"=«4oar.
ia a,, ^0 de
°
Que o
Com 8
recursos
zam
bertura de seguro. Se não for pela necessidade de ampliação das vendas ex ternas
nos
mercados
previstas para este ano. O que a empresa faz para co
a garantia de uma
apólice própria de seguro,
de tornar obrigatória a co
na qual são averbadas as
operações de exportação refinanciadas pelo banco para
de
empresas
que
não
grande risco, será por for ça do elevado custo,finan-
contratam
ceiro cobrado nas opera
aberta, também calcada no principio de globalidade de risco que obriga a averbaçâo de todas as operações
ções
de
retorno duvido
so.
mais comum, a garantia bancária, pela qual a insti
seguro de risco comercial, ' Pois com eles
rão uma decisão no sentido
brado na sua alternativa
que deverão cobrir expor ^ífi^iado o®''^"^®'®«• tações de US$ 35 milhões
São poucas as institui
ções financeiras que utili
Singer, e para nós o único
USÍ 120 mil em prêmios,
pagamentoem atraso.
em crise era breve força
seguro possível é o de risco
rente financeiro da empre sa. Seu supervisor de segu ros. Roberto Almeida, re velou que a Singer desem bolsa uma média anual de
comprador que deixou o
nistro gerada nos países
O custo do seguro real mente é menor do que o co-
político e extraordinário", explicou Oirton Cizotto, ge
solver o problema com o
Almeida acredita que o crescimento das í exporta ções e a expectativa de si
sas vendas em unidades da
"Colocamos 80% das nos
B
países
direito de regresse, o que significa que não poderão
« cres.
Rosa Fer-
ra
à Nigéria, Zaire e Turquia. *- e geralmente conseguem — que o banco abra mão do
Deníf
ra
I: íi:li
de
muito de outro justamente
Vista do
' ,♦
pedidos
operações de alto risco. Sai
ra do seguro é maior para
traordinário garante o re
"Seguro obrigatório. Pagamento efetuado do prazo fixado pela seguradora, mas depois do fato, obriga a cobrir o risco."
aos
dispensa de direito de re
O que importa, segundo Roberto Almeida, é que a política da empresa lhe ga
l>uto"
EMENTA-
margem
mios.
seEsta em adver. apenas
Apelação CTve1 n9 96 178
SEGURO OBRIGATÓRIO - OBRIGAÇAO DE COBRIR O RISCO.
lêmicas em debate no mer cado segurador, pois ele dá
está perigo-
comércio
19 Tribunal de Alçada - RJ 39 Câmara Rei ator: Juiz Mello Serra - Unanime
indeniza
samf .
d"
pode ser aceito como pagamento, se o seu valor corrigido não corresponde ao da cond^'^^
as
8undo° nt K porbanS Kuradoras
EMENTA
-
pagas
ções.
tuição financeira — me diante o recebimento de uma taxa — assume a res
ponsabilidade pela cobran
ça do valor da exportação contra a oferta de aval da-
do por banco estrangeiro em nome do importador. garantia
BANCARIA Surgiu desse recurso
uma das questões mais po
cobertura.
Trata-se de uma apólice
efetuadas a crédito (exceto as fechadas com cartas de crédito irrevogáveis confir
madas no Brasil, em que não há risco).
O Banco de Crédito Na
cional(BCN)tem a primei ra apólice de banco refi-
nanciador emitida no Pais, na década de 70. O Banco América do Sul abandonou a sua há alguns anos, mas
foi bastante utilizada para financiamento
direto
ao
importador estrangeiro por prazo acima de 180 dias e sem garantia bancária.
BI.784*Pãg.04*16.lOy {REPRODUZIDO DA GAZETA MERCANTIL - 5-10,84) ' I'•
BI.784*Pãg.01*16,10,84
"Fringe benefit", política vantajost
-bameiite relpt?
médico. Prl-
realizar uma consulta, tratamento, exames
'..^raüdes
escala reduzida",
complementares, de laboratório etc.» O que demonstra, para ele, que poucas pessoas sa
a
No entanto.
bem que o seguro-saúde tende, na verdade, a cobrir o grande risco (internação e/ou ci rurgia). A atenção exagerada ao pequeno
nefit (ben^ício) está ganiiando importân
salário tem um valor marginal, decrescen
te. quando se sobe na faixa salarial, por
empregado/empregador. Quem garante é o
questões fiscais,
diretor da Generali do Brasil — Compa nhia Nacional de Segurce, Guido Blasco, um
especialista no aí^unto, que associa
ainda ao fenónaeno a pssada carga fiscal dos salários.
médico, clínica e
salário pago a um funcionário tem uma
o
relação esíorço-beneficio bastante ingrata. Em termos práticos, ressalta, significa di
salienta que fringe benefit ê garantias a
até 3 cruzeiros, além de arcar com custos
brar que aumentos salariais também são
necessidades básicas, como, resumidamente,
fator alimentador da inflação", afirma.
constituir família, adquirir casa etc. e criar
"não é Inílacionário e é mais barato,. poL«!
A primeira delas, enumera, é a da pro
coisa ao próprio funcionário". Ê por tais
teção patrimonial. Já que ele como supor te financeiro da família precisa deixá-la
amparada, com uma quantia em dinheiro, no caso de sua morte, A segimda, acres-
o:nta, é a do resguardo da sanide. além
daquele oferecido pela assistência social, uma vez que é tarefa do IStado dar a to dos um benefício base. E a terceira, por
fim, é do preparo para o futuro, concJul
ele. que é dispor de recursos suficientes para manter na aposentadoria o mesmo padrão de vida desfrutado na ativa. Blas co julga que a colocação dessas necessida des não aconteo? n-íssa ordem por acaso,
mas admite que, na medida que se aproxi
ma a idade da aposentadoria, por exem plo, a necessidade de proteger a família fica atrás da de uma complímentação de renda. AS RAZÕES
Do ponto de vista individual, diz ele, o irabaliraddr pode ir ao mercado e adqui
nefício possui
dois
gastando menos a
razões, divulga, que cada vez mais as em presas estão sendo orientadas em todo o
esses elementos combinados, hoje, prescre
compensações indiretas, é mais inteligente que um aumento salarial.
e ^
VIDA E SAtTDE
^
ele. nermi-
permitir o que poderá Prêmio. bem
5®cessldades doa que todos
Algumas exclu-
funcionários benefivlo-.. Aqui, é claro, as sinala, existe o serviço da assistência social, que no entanto, "sem entrar no mérito da
vidência privada, entendida como a posslbUldade de oferecer uma disponibilidade a mais de recursos no momento que o tra balhador se retira da vida ativa do traba
lho. Guido Blasco salienta que, em ter
a previdência privada como uma fórmula capaz de manter o fxmcionárlo aposenta do com o mesmo padrão de vida qimndo
produtivo, mesmo porque soas nece^ida-
b&n é evidente, para ele, pois o funcioná
com a sua sustentação, que é uma das trèa^
rio quando se afasta da atividade produ tiva tem uma queda real de renda, Já que o salário pago pela Previdência Social, como ocorre em" todos .os lugares do mun
do.
inferior ao que ele recebia antes d«
aposentar-se.
funções do salário, as outras duas são cum prir obrigações familiares e realizar pou
pança, exigências que não existem apiós s aposentadoria. Na área de benefícios, afirma Blasco.
aí incluindo os seguros de vida em grupo e
O retomo que uma wnpresa obtém, ao
saúde e os planos de previdência privada, o
adotar esses benefícios, é de acordo com
elemento de suma Importância é o custo,
a sua ejqjressão, notável. Primeiro, com
que deve ser o mínimo possível, não neces
plementa, porque reduz a pressão salarial, uma vez que os funcionários de uma flr»
sariamente em cruzeiro,
da ele perde direitos adquiridos. "E s« considerarmos ainda — aventa — que hoje
multas firmas gastam fortunas no treina mento de mão-de-obra, conclul-se Que é extremamente importante • cada cruzeiro investido na previdência privada, que per mite também a empresa traçar uma polí tica de renovação de seu quadro funcio
nal, ellmüiando os problemas que surgem corá o funcionário quando chega próximo a Idade da aposentadoria", Além disso, ressalta, a previdência privada permite a
empresa a estabelecer uma programação de longo prazo na área de recursos hu manos.
Guido Blasco crê que a comunidade e
o próprio Estado também ganhara com a previdência privada, ramo em que a Ge-
com um grau de imobílizaç^ grande, ond<
«S até sur-
os setores público e privado encontram re
^ h?iH® pareça acrescentando
cursos para se financiar. Nos países onde
ha área dos
O benefício deve perseguir a mesma li
nha. pois, segundo ele, não se deve olhar
des não são mais as mesmas. Um aposen tado, declara, deve se preocupar apenas
clarece^ cria uma poupança qualificada,
oferecer a seu''
nos devem ser realistas, não patemall^**.
se colocou no mercado, apesar de tei' uma antiga tradição. Aqui, a necessidade tam-
mento Especializado. Issc porque ela, es*
^1ei>W'aca
acrescentando que "a prevldtocia privada terá a mesma problemática da eodal ae
mos de tempo é o mais novo produto qu®
nerall do Brasil atua com um Departa
Na área de saúde na sua opinião, é in
cios a seus empregados a um custo nor
zoes. O aumento salarial, apregoa, princi palmente por,causa da Inflação, nem sem
q^c™
que a família não fique completamente abandonada, o que cysta dinheiro e que nem sempre é dedutfvel. Os gastos que en
teresse também a fiima
é extremamente lmp>ortante, por várias ra
mííiwi
cipalmente, se ele possuir baixa renda, pois
agindo dessa forma garante esses benefí
ntíca do salário indireto, do fringe bencflt,
Po, que il%,é uma ótima S^^clas^^jte diferenciar o Assim.
'«r.^^^qen„<^braíirtai ^ niVeíS
gundo ele, que a morte de um chefe de fa
seguida respcmdé; "porqtie o empresário
Pf.ra ele, não há dúvidas de que a po-
® orçamento
bré-f^T 5®Us
de mais urgente de seus funcionários e 6 mais barato, é do conhecimento geral, se
cados como salário.
política de salário indireto".
franquia que.
de saúrio
ca. os pnÁlemas da Previdência Social se
seguir os mesmos pa^os; por isso os pla
c 56-
íaiSa^®!® ^o plano de
»hqií)f!?^d^Cina ^ ®' a partir orri^Uda setnH^® escolha, o
uma empresa deve dar para entrar na área de benefícios, porque satisfaz a necessida
te, bancar os custos de compra desses
PREVIDÊNCIA PRIVADA
vidual. Outra vantagem, apontada por ele, é a de que o benefício ajuda a man ter o trabalhador na empresa. Já que náo será lima diferença de 10% no salário que o fará a mudar de emprego, se nessa saí
do
C ^6 ? o
Contratar um seguro de vida em grupo é. para Guido Blasco, o primeiro passo que
uma empresa deveria, .parcial ou totalmen
sa a oferecer ao seu funclonallfimo uma
Wfth
ve, adotar uma nolítica de benefícios, de
volvem a morte de um empregado, portanto, frisa, terão que ser praticamente classifi
malmente mais reduzido, por economia de
nã?
tava no patamar superior a 200%". Com
Entretanto, ooasidera que no campo
da saúde e da previdência privada é sem pre importante fugir da demagogia. "Es perar que. como um toque de vara m&giInteiramente fora de cogitação", sent^cia,
vads. pressiona maiores aumentos de sa lários para formarem uma poupança Indi
mo se verifica nos dias atfials, não existia o achatamento salarial e a Inflação não es
FUNÇÃO COMPLEMENTAR
é relativamente caro.
saúde a car-
JHa ^tai. existe, por exemplo,
anos a pressão fiscal não era tão forte co
com Isso ela procurará dar um jeito para
escala, e também porque com isso ele pas
que
m(» de investimento para a eoonoznlA.
jam solucionados pelo setor privado está
ma que não tem plano de previdência prt'
ra, a dar o fringe benefit. "isto porque en
dentre uma variedade enorme de opções, destmando parte do salário para obter
produtOB?", indaga Guido Blasco, que cm
^ 'V a cert^w,\^"C o segura-
tre nós — salienta — há cerca de quatro
tentação financeira, além de criar proble mas da própria firma onde trabalha, prin
grande vantagem. "Por que, no entanto,
mioplanos á ho
mundo, já há alguns anos, e no Brasil ago
ras. ou seja. um seguro de vida, saúde e um plano de previdência privada aberta,
d? um prisma empregado/empregador que
malça porém,
empresa dá a mesma"
mília a deixa desamparada, sem uma sus
essas necessidades se transformam numa
o orçamento caso «1®
pontos importantes:
rir os produtos que contêm essas cobertu
rssas exigências. Mas, para ele, é dentro
particular
até de cobrfp ® não
e/ou cirurM
^ o segiÍrS«?.®>®°te, essa neo. c segurado com livre esri. tjuscar o serviço, Í5 BrasU. segu-
Em função disso, anuncia Blasco. o be
poupança. Mas além dessas necessidades, prosseígue, existem outras que ele procura satisfazer comjprando-a^ no mercado,
^ é certo.
^ Ponto
Sde
provenientes de encargos, férias, décimo terceiro, etc "Mas não é só. deve-se lem
na sua opinião, o empregado satisfaz suas
cada
representam o elemento principal em ter-
qual no Brasil, de uma maneira geral, ele
O terceiro grupo de benefícios é a pre
Eiessa forma, explica, cada aumento de
zeiro liquido, a empresa tem que dlspender
risco, com altísima freqüência, leva se
gundo ele, a encarecer o plano, razão pela
médico, dei-
o seu pp,S,r?
Simplificando o conceito. Guido Blasco cedidas aos trabalhadores, Com o salário,
ílma. através do ■ B^rantir a^ sua cobertura íl-
fis tira da
zer que para um empregado receber i cru
mais, nãojflnancelra, além do salário, con
avançada, nesse f^uiclonârio esco-
pre atinge as necessidades dos empregados. Particularmente, pondera, a elevação do
cia cada-vez maior no Brasil, na relação
por
nada mais
bcttra. reduzidc» para o empresário, o fring® be
saber,
® lue um
2? iielxar n ® eervlço médíJi? Por não ser ínflaclonário e c-er custos
atendimentos, em
exemplo, em quanto será reembolsado ao
üe soluciaTf<f,^' delas, na tenservirá ^problema, criaram em
para o empresário
pequenos
procuraram reali-
í ccmvêniàs ritr* 1?
pois um plano
pode ser caro, mas sair extremamente ba rato do ponto de vista da utilidade. "O empregador que escolhe o caminho do be
nefício pode estar certo de que não sairá caro, conslderando-Ge oe benelícioa que terá' e. normalmente, não é no preço que é feito a diferença, mas na estrutura do produto" reitera.
Além disso, para ele, é importante sa ber diferençar o que é custo e o que é for ma de custear. G\iido Blasco acha indis
pensável que o empresário brasileiro se conscientize sobre a importância dessa úl
tima expressão, porque os recursos alocados para .sustentar um. plano de benefício é certamente deslocado de outra área, razão pela qual o custo de oportunidade desses recursos deve ser o menor possível. Ele acredita de fato que financiar um plano de nrevidêncla nrivada. imobilizar capital e deixar de seguir constantemente a sinis-
tralldade de um plano de saúde podem ter custos bastante elevados, podendo refletir no balanço de empresas das mais sólidas. Em virtude disso o Diretor da Oenerali do
Brasil aconselha, primeiramente, a conhe cer o produto, numa segunda etapa a sua
estrutura e, posteriormente, a forma de custeá-lo. Um trabalho de conscientização, finaliza, é uma escolha dos profissionais
a tradição nessa área é multo maior do
oue sabem exatamente como Identificar os pontos Importantes dos planos e a forma de custeá-lo, revestlndo-se de fundamental
que no Brasil, atesta, os fundos de pensão
importância para o futuro doe beneficio:
REPRODUZIDO DO JORNAL DO COMMERCIO - 5-10-84)
qualidade", tem pontos negativos, na rela ção empregado/empregador. Já que ao bus car um mMico do Inamps o empregado nesse dia deixará de trabalhar, ê eviden
te que, diz ele, o sistema de saúde oficial, em todo o mundo tem problemas de fila. agenda, prioridades, etc., razão pela qual as empresas iá passaram a procurar outras
BI.784*Pãg.03*16c10,84
31,7S4*Pag,02
5.10^
I í;: , ■
■'..T-saMãüi
^^aBSHáâAUUilSSSSI^KB
mmm' ., aiit\■
A comercialização do seguro e o papel do corretor Diz-se que no Brasil o seguro
valores constantes) de Cr$ 166,6 bilhões em 1950, passou a situar-
ainda não é um "produto"
Os fenômenos de marketing,
dor, pois em alguns países tem
todavia, nem sempre costumam
sido
se em torno de Cr$1 trilhão em
vestir-se com tante simplicidada.
QXQmplõ, a mala direta, como
A tese, por exemplo, de que a
yictor Arthur Renault
1983, acusando portanto cresciíTienio real de 500% {o que eqüi
Presidente da Fenaseg
vale, ao longo de todo o período,
, procura de seguro é exclusiva
instrumento de vendas postais e até domésticas.
comprado, mas vendido
J
J
Tudo isso indica a necessidade, 3 esta altura, de rever e atualizar entre nós o conceito antigo de gue seguro não se compra, se
mais condições de subsistir, de pois do grande salto que deu o
mercado .segurador,
crescendo
clusive a ter outros horizonte^
*^ende; um conceito no qual tem
encerrava a idéia de que a com
que lhe dão nova mentalidade.^
Permanecido implícita a tese da
economia do País mudou de es
pra do seguro era, por excelên
nesta, a que se incorporam valf rcs culturais adquiridos com ' vivência econômica, ganha noV sentido e mais força o espírit'' de previdência, isso porque ^
predominância absoluta da iniciaiva do vendedor, no processo de
cala; 2) essa mudança não se limi
tou a elevar a ordem de grandeza
comercial ização, Esse conceito,
de
cia,
um
ato
trabalhosamente
cavado pelo vendedor. Sem pré via e longa preparação, sem antes ser submetido a paciente cate-
não foi talhado especifica-
^^0 o duas categorias de produ-
cursos para investir na sua segi"
^ natureza da respec-
urno, neste separando e classifi-
rança econômica.
^
A economia brasileira, ineí^
de imprevidente. Havia nisso, porém, uma elevada dose de con fusão entre a falta de espírito de
velmente, deu um grande saK
previdência e a falta de recursos
formação estrutural, aumentano''
nicflrs
pacidade produtiva, tanto ass'"
^xtrPfYi ' traçar
nos últimos quarenta anos. Exp^ rimentou extensa e intensa trai^
para a sua prática. Passou o tempo, e o Brasil mu
em termos consideráveis sua ^
dou. Alterou-se substancialmente
que hoje, em termos de PIB,
a economia do País, daí resultan
creve-se em boa e avançada
do inevitáveis mudanças em ou
tros planos, inclusive no sóciocultural,
Entre outras coisas, é
evidentequeo/?o/T70 economicus, na medida em que participa cada vez mais do processo tanto de criação como de distribuição da riqueza, adquire novos hábitos e necessidades
de
consumo.
Em
outras palavras: altera e melhora seu padrão de vida, passando in
ção no ranking mundial. Essa^^^ pansão econômica, obviamaf^^
P a "P-
sum^ *^Pderna sociedade de conUso r\
'argo 0 intenso
e meios de comu-
"fazer a cabeça" do
^°''^a-se em verdade d'^'cil e relativo a
'sso, e
procura
® ^ induzida. Por variedade
Zam
implicando crescimento e div^^ sificação do consumo, tamb®^ ^apda) trouxe como conseqüência a
^ sarviços se comerciali-
fixos (pontos de
Pdais acorre o com-
^^ssidadl ^^^i^ado pela nebor \j Q *^a compra, daí resulta midor. E durante esse perío^f ^''^ipadn! ^ cômoda e simde tantas mudanças, o mercai be esnr^^ " '"aduzir à categoria
dança de mentalidade do con^
de seguros, por igual e inevita^, mente, transformou-se: a arrey
dação de prêmios, que era 1^
investi
mento, por exemplo), pois tam
de ter mais o que perder e prot^' ger, também dispõe de maisr^
era costume rotular o brasileiro
poupança e
bém produziu as transformações
agente econômico, então, aléi^
seguro. Isso ocorria — ou ao me nos se pensava que ocorria — na mesma época em que também
(consumo,
macroeconômicas
ârcar todo o universo do con-
transformaria num comprador de
dificilmente
variáveis
^-nte para o seguro, pretende
alguém se
quese,
:• •-
de persistente catequese, não tem
500% de 1950 para cá. Saldo des sa ordem foi dado porque: 1) a
Originalmente, esse conceito
/f.\
mente induzida, cavada á custa
3 um aumento anual de 5,6%).
brocij^g
tão-somente a
fais 'ocais. produtos vendidos
culturais inerentes à própria evo
lução havida na economia; 3) nesse
novo
contexto
cultural,
certamente ganhou força e valori zação a idéia de segurança econô mica, por ser esse um objetivo já então mais próximo da mira e do alcance do consumidor.
Portanto, em termos de capa cidade e de propensão para o consumo desse "produto" su/^e-
neris (segurança econômica) que é o seguro, mudou de forma acentuada o perfil do consumi dor brasileiro. O que não mudou, na mesma extensão e com igual intensidade, foi o processo de co mercial ização do seguro. Este nem sempre é algo que se possa colocar em vitrina ou prateleira, num ponto de venda a ser procu rado pelo comprador; o que não significa que seja um produto a cuja necessidade esteja sempre
alheio ou indiferente o compra
uti lizada
com
êxito,
por
Dois fatores, na verdade, tém
contribuído
altamente para o
peso que o conservadorismo sem pre teve no processo de comer
cialização. O primeiro deles resi de na própria natureza do produ
to. Com este, o que se adquire é segurança
econômica,
um
imaterial,
subjetivo.
Portanto,
bem
algo que não se destina a prover uma necessidade imediata, mas
de longo prazo; que o consumi dor valoriza, mas cuja aquisição tende a adiar e por vezes a descu-
rar. O segundo fator, que é de corrência direta do primeiro, consiste no fato de pouco investi mento ser feito em pontos de venda pelo segurador, mantido na crença de que o comprador,
vulnerável á tendência para o adiamento da compra do seguro, de preferência e sempre que necessário
deve ser
procurado
por um vendedor.
Essas características, tanto do produto quanto de sua comercia l ização. dão largo campo à atua
ção do corretor de seguros, inter mediário que aproxima e põe em contato as duas partes - compra dor e vendedor. Assim, enquanto essas características forem predo minantes na compra e venda do seguro no Brasil, o corretor sem
pre terá grande e importante papel em nosso mercado segura dor.
(REPRODUZIDO DA REVISTA A PREVIDÊNCIA - OUTUBRO/84) BI.784*Pa9,04*16.lQy
[l ■' ' '■ '
BI.784*Pag.05*16.10.84
Seguro de Transportes o anteprojeto de Id sobre a legislação portuáqia e o seguro — (EI)
DIVERSOS
TARIFA DE SEGURO INCÊNDIO DO BRASIL
p) Loii L<croix L»tv««
( A hora
repressão ao contrabànflb, a awíCaittP'
Continuando os comentários, faze
çfio de direitos aduaneiros e outros im
mos mençào ao Art. 15 e último do
documento, o qual pretende a revogação
postos, exceto a retribuição dos serviços portuários, a cargo das administrações
Decreto» ns. 24.508 • 24.511 dt
ção. guarda e conservação das mercado
dos seguintes diplomas legais:
29/06/34; o primeiro, define os porto» orgsnizedo», como sendo os perto» naeionai» aparelhados, cujo tráfego se rea lize sujeito às disposições do Decreto n« 24.511 e os serviços prestados por suas administrações, tais como a utUlzaç&o do porto, atracação, capatazlas, armaze
'grifo é nosso), e ainda o Ministério da
armazenagem em armazéns gerais, ar
Marinha, através das Capitanias dos Portos. A esta cabem, entre tantas, as
mazenagens especiais, transportes, esti
va das embarcações,suprimento do aparelhàmento portuário, reboques, supri
atribuições de Üscahzação,registro e vis
acessórios, além de uniformizar as taxas
toria e Inspeção de embarcações, segu rança e tráfego das embarcações,saldas
portuárias quanto à sua espécie, inci dência e denominação, dando outras provldlnclas. Estabelece como compo
estivadores. Igualmente, os Ministérios
mento d'água às embarcações e serviços
nente o Ministério da Vlação e Obras
entrada das mesmas nos portos, fiscali zação e matricula de tripulantes e de
ção, da Baúde e da Justiça têm as suas
tes), através do Departamento Nacional de Portos e Navegação (posteriormente Departamento Nacional de Portos e Viasi Navegáveis, também extinto e substituí do pela atual Pertebrés, pela Lei n° 6J222
competências definidas no Decreto.
portos, diretamente ou sob a sua fiscali
Doerolo-Lei n* 2.827 da 3/12/99 que
Daeratft-Lai n* 3.844 da 20/11/41 —
Daerato Lal n* 6.460 da 02/05/44 —
dá outras providências,definindo os por tos organizados na conformidade do
que regula a construção e a exploração de Instalações portuárias rudimentares.
estabelecido no art, segundo do Decreto n" 24.442, de 22/06/34;"São portos organi
que regula o serviço de armazenagem
zados" os que tenham sido melhorados,
vidências: classifica as diversas esjjiéclea
administração de perto a quem caiba a consorvaçãe das instalações pertuáriss. Este Decreto, que não se encontra entre
opini~^^
Dacrato-Lei n' 8.439 da 24/1145 —
mercadorias. Estabelece prazos, perío dos, Isenções, abandonos e leilões, além de adicionais e multas.
Continuaremos na próxima semana
a discorrer sobre esta matéria.
ganizados as atribuições conferidas a
Segures Trsnspgrte», ex-Dlre1or das Se-
bro di Comissão da Seguros Trsnsper-
tão Ministério da Viação e Obras Públi
ta», Caseos a RCTR-C do Sindlcite dss Empresas da Seguros de Estsdo da São Pauie a associado da Sociedade Brasilal-
a fiscalização, a poUcla aduaneira e a
idéia da necessidade de reformulação que se faz necessária, comen ^ seguir algumas das rubricas da atual Tarifa: ~ dif
Pelos atf ^uaçao ai àtua]^
nítida
riiciaa
^°olica, o álcool potável deveria ter uma classe de ocupação menor do que
a
Na Rubrica 012 - Algodão, as taxas'de alguns riscos (ativida
o^^tante n Huse^s Pm
comum a existência de locomotivas a vapor, as c^uais produziam PLieima das toras de madeira. Esse tipo de locomotiva ainda existe hoje, pequenos desvios ferroviários particulares. Situação idêntica a
esta
outras Rubricas.
Na Rubrica 292 - Inflamaveis^ os tanques de armazenagem sub-
Pt^ovidos de bomba, possuem classe de ocupação bem mais elevada do que a dos livre, quando se sabe que os primeiros sao mais suscetíveis de danos
ra da Ciências do Seguro « da Asaeeiaçie Paulista dos Técnicos da Seguro.
^0
EUREKA
A Rubrica - rt Álcool e Bebidas Alcoólicas ri uur icd 010 ulu iLuui e Deuiudb rt iLuui iLab faz id^ uma unid
H
° álcool industrial, ou combustível, ou o álcool potável. Entretanto, Processos de fermentação e produção" adotados, como também pela menor gra-
r^h fQ.j ^Sravadas pela proximidade dos mesmos a linhas férreas. Na época em que a Tã"
(REPRODUZIDO DO O ESTADO DE SÃO PAULO - 9-10-84 - SEÇAO ELABORADA POR
poderá,
guredores, Finess a Univarsal, ax-mam-
mesmos subordinadas, tais como o en
tado pelas alfândegas e mesas de renda,
de profissional s do mais alto gabarito.
de armazenagem quanto aos seus locais
e ainda de acordo com a procedência das
* Luís Lscrõlx Leivss — é tècnke d«
outras,de exercer com atribuições, entre ou
nossa
nos portos organizados e dá outras pro
ta no anteprojeto, define nos portos or
cas, o Ministério da Fazenda, represen
A quem
- '""^^rcamblo^de ii^tercâmbio^de informações, experiências e estatísticas, estudar essas re^ormuT informações, experiências que ^ apresenta-las ao Mercado, para que o mesmo possa opinar a respeito. Para
os diversos atos cuja revogação é previs
diferentes Ministérios e repartições aos
proce-
esse trabalho de modificação? Ao IRB? A 5USEP? A FENASEG? Em Esse ^ tarefa de reformulação cabe ao õrgao de classe das Seguradoras.
gão
Da«f«tó-Lal n* 2.574 da 12/09/40 —
de mão de obra.
execução dos lorviçe» portuários o a
Entretanto, torna-se
que altera tabelá de atracação.
rios ou arrendatários. O segundo regula
tráfego se realize sob a direção de uma
nossas reais necessidades seguradoras.
oportuno lembrar que ja se faz presente o momento de revê-la com o intuito de cabp^^ ^ completa reformulação na mesma. Por outro lado, cabe a pergunta:
séhs.
que revê legislação sobre remuneração
ou aparelhados, atendendo-se ãs neces sidades da navegação e da movimenta ção e guarda de mercadorias e cujo
em
quase mundial,^ Desde essa época ate hoje, poucas foram as modificações introduzi-
extingue as taxas de Abertura da Arma-
zação, quando a cargo de concessioná a utilização das Instalações portuárias e
instituída
aüa um dos estados da Federação. Na época, optou-se pela tarifa inglesa, de aceita -
da Agricultura, do Trabalho, da Educa
Públicas(atual Ministério dos Transpor
de 10/07/75), para a exploração d^es
Quando a Tarifa de Seguro Incêndio do Brasil foi
ni nosso Pais, na década de 50^ tentou-se unificar as varias tarifas que existiam
ao pagamanto da diraites aduanairoí (O
nagem interna, armazenagem externa,
verdade )
Engo ANTONIO FERNANDO DE A. NÂVARRO PEREIRA *
dos portos, a fiscalização da movimenta rias sujeitas ao pagamento de direitos aduaneiros, o desembaraço aduaneiro das mercadorias Importantes do estran geiro e a spursçáo d» responsebilidsd» sobra avarias, quebras ou quaisquor da nes,am volumas da mareaderias sujaitas
da
F.S.C.)
do
a nitiH Quanto a tipografias e processos assemelhados, a TSIB ainda ^9^avanH Rubricas 301 - Jornais e Revistas, e a 529 - Tipogra A ^^ilizaâçao de substancias ultima. Entretanto, o processo de trabalho é praticamente identT inflamáveis no processo nao i levada em consideraçáoT
BI.783*Pág.01"^16.10.84
BI.784*Pig.06*1^
RISCO
DOLOSO
PEDRO ALVIM
Vários seriam os exemplos que poderíamos continuar a co
mentar, o que, além de enfadonho, não é nosso escopo aqui. O maior objetivo é (
O esboço sobre a unificação do direito do seguro, sub-
de conscientizar o Mercado para o fato de que a TSIB necessita ser revi^
metido a exame do Grupo de Trabalho constituído pela AIDA, inclui o seguinte disposi
tamente, sob pena de penalizarmos ocupações com pouco ou nenhum risco e beneficia; mos outras de risco iminente. Não poderemos deixar de lembrar que o sucesso dess^ empreendimento somente será conseguido com uma correta AVALIAÇAO DE RISCOS.
'i
h
y
p _
"Será nulo o contrato de risco doloso do segurado, do beneficiário ou de seus representantes"
^
* Engenhe^Aú CivÁZ, pSò-g^iaduado em òzguAança do t/iabalho, com voAÃo-i cu/uoé zópzcíatízcLção em ^zguAanca indiMi^Ual e pA,otzcão de iyutaíaçõeyi.
Emergiram da discussão algumas dúvidas sobre o alcance da pai avra "representante".
prüf,
Abrangeria apenas o mandatário ou os prepostos
Preposto e o empregado, a pessoa que recebe ordens
u
do
' P^^^ticipando geralmente de uma hierarquia administrativa. Não deixa de com mandato verbal ou escrito.
,
>
Tanto um, quanto o outro
estão
Anulam o contrato de seguro os atos praticados
pelos
Panados ^^ alguém, ai cumprindo suas ordens.
^
ÍT
'epo
j.
^^guro
dolosos? Em outras palavras, pode a seguradora negar o
pagamento
^ ^°9o foi posto pelo empregado? ou se o guarda da vigilância estiver Com os assaltantes de um banco?
f !'
fi
Pl^OV Sq
A solução da questão parece que depende da prova.
Se
^ inocência do segurado, que não participou de qualquer forma do
ato
. "''"^do pelo empregado, a indenização é devida. O mesmo pode acontecer com ■
'h
'
H
cíq ,( '
°
rabnira
^in o
•• » ,
atos ou representante. O segurado não deve responder pel "landatari ni o que excedem os poderes recebidos. A situação aqui e um pouco
no caso do preposto. j
Provado que o fogo foi posto por ordem do ge _
^ seguradora pagar a indenização, mesmo que se prove ter
—
ele
de mandato?
■' 1 1
São qu estões casuTsticas cuja solução depende geralmen_
t , )
I ,
i.
♦ •, ii ,1 ■
isso mesmo, e ntenderam alguns membros do Grupo do I BI.784*Pág.02*16.lOjZ
^
Trabalho
dispositivo a parte final . Ficaria assim redigido: " Será segurado ou do beneficiário". Os atos praticados
de risco doloso do s
BI.784*Pag.01*16.10.84
•M
'•'SL
pelo mandatirio ou pelos prepostos só anulariam o contrato, se ficasse provada a cipação do segurado no dolo.
Esta solução parece correta aparentemente. A elinrí'^aí^ cí da parte final do dispositivo importara na inversão da prova. A seguradora ficara 1 1. ;, , I
o Ônus da prova de conluio do segurado. Se somente o áto doloso do segurado ou do^ neficiãrio anula o contrato, caberá a seguradora pagar a indenização, a menos que ve estar o mandatário ou o pfeposto cumprindo ordens do segurado.
permite hoje a cobertura de riscos socialmente úteis, oriundos de ato intencio-
loso Oso °pe]Q £ ou do próprio segurado. Nada impede, por exemplo, que um pai ze TUturo de uma filha, ainda criança, faça um contrato de seguro para paga "«ento
^idd um casar-se, como ocorre em alguns países. Segundo a orientação suge0 pue ^oguro dessa natureza seria nulo, porque o casamento é um ato intencional ° »"tsco segurável não é o fato de ser um acontecimento bom ou mau,
Se o ato doloso do representante também anula o con 1 ■
vontade do segurado; mas sua incerteza quanto a realização
de seguro, como consta do dispositivo acima, o Ônus da prova para receber a indeni^^^
ou
®Poca de sua verificação.
I"
ção será do segurado. E é justa esta oolocação, pois o representante e elemento confiança do segurado, havendo, por isso, uma presunção que favorece a seguradora-
'^Os
A discussão do dispositivo ainda nao esiava quando surgiu outra duvida.
"Não se pode é dar guarida ao ato doloso que e uma for
"'â de
ence
ilícito. porque ele envolve um ato intencional com o objetivo de causar da nao
^Oínpadecendo, por isso, com a ordem pública".
Foi sugerida a substituição da palavra "dolo" pela
LiS , , py incluiu no original do Anteprojeto do Codigo Civil. Posteriormente, foi alterada
sao "ato intencional , de acordo com a sugestão do Prof. Fábio Konder Comparato
"ato ilTcito intencional".
A Comissão Jurídica da FENASEG prestigia o enten ié do Prof. Comparato e propos recentemente a seguinte redaçao para o Art. 762 do ,
jeto, ora em discussão no Senado Federal: "Nulo será o contrato para garantia de
r^'
proveniente de ato intencional do segurado, do beneficiário ou representante de de outro". il
Segundo o Prof. Comparato, ao justificar sua propd^ evitou "o emprego das expressões "dolo" ou "doloso", que se encontram em algumas ^
estrangeiras (Cod. Civil Italiano, art, 1900); lei argentina de 1967, art. 70; jí xicana de 1935, art, 77), porque elas tem, em direito privado, um sentido de ma^^ ludibrio, ou engano, quando na verdade basta a voluntariedade na provocação do ^
iíT
tro para excluir a garantia. Também não me pareceu prudente suscitar, neste pa*^^ ^ lar, a controvérsia plurissecular sobre a natureza da chamada culpa grave, e sua valéncia prática com o dolo".
Sobre essa questão já tivemos a oportunidade de alhures:
"Admite o Prof. Konder Comparato que basta o 'ato
cional ' para tornar nulo o contrato de seguro. Acontece que a evolução técnica BI.784*Pág.02*l^
íayttHÍiii
UÉIIttHÉlMÉÉIÉIÉIIÉ
BI.784*Pág.03*16.10.84
CRI-LC-TM
..jÍ ata N9 19/8^ ^ Resoluções de 20.09.8'4 01) ESSEX Química, Industria e CorrErcio Ltda. - Estrada dos Bandeirantes,n? 3191 Jacarepagua - Rio de Janeiro - RJ - Renovação de.'Eesconto por Hidrnntes Aprovar, por unanimidade, a renovação do desconto de 15% (quinze por cento), por hidrantes, , de acordo com o subitem 5,3.3. alínea "b" - Proteção A, B, e C com C, aplicável aos riscos marcados na planta-incêndio com os nÇs 1, 2, 2-A, 4, 4-A, 5, 6, 6-C, 7, 7-A, 7-C, 3, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 18-A,
319,
20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27 e 28, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a partir
de
13.10.84,,data do vencimento da concessão ora emivigor. (800596)
CbiTErcio e Industria INDUCD S/A. - Av, Osãrio de Melo n? 11.800 - Paciência
Rio de Janeiro - RJ - Renovação de Tarifação Individual Fbr unanimidade, recomendar aos õrgãos superiores (IRB/SUSEP) a renovação da Ta rifação Individual, representada pelo desconto percentual de 25% (vinte e cinco por cento) sobre as taxas nomais da Tarifa, aplicável ao local assinalado na planta-incêndio com o n9 6 - Rubrica 192.42 .r Classe de Ocupação 05, pelo prazo de 3 (três) anos, a partir de 14.12.84, data do vencimento da concessão ora em vigor, devendo ser observado o subitem 5.1 da Circular nÇ 12/78, da SUSEP. (771444)
03) RIGA Organização Comercial de Restaurantes Industriais S/A. - Rua Miguel Ângelo n? 735 - Cachambi - Rio de Janeiro - RJ - Concessão de Desconto por Extintores
Aprovar, por unanimidadeya concessão da desconto de 5% (cinco por cento), por ex tintores, para os riscos marcados na planta-incêndio com os n?s 1 (térreo, meza nino, 2? e 3? pavimentos), pelo prazo de 5 (cinco) anos, a partir de
27.08.84,
data do pedido da líder do seguro. (840453) Qü\
^ S/A. Wlnte Martins - Rodovia Washington Luiz nÇ 17.408 - Santa Cruz da Serra
Xerem - Rio de Janeiro - RJ - Extensão de Desconto por Extintores Por unanimidade, aprovar a extensão do desconto de 5% (cinco por cento), por ex
tintores, para os locais assinalados na planta-incêndio com os n9s 3-A, 5-A,6-A,
8 e 10, pelo prazo de 04.09.84, data da solicitação da requerente,
até
15.12.85, para unificação de vencimentos. (800792) .;V. ;í
BI.784*Pig.01*16J0.84
"*■'■^4 A'
05) Standard Eletrônica S/A. - Praça Aquidauana n? 7 - Rio de Janeiro - RJ - Reií
ção e Extensão de Desconto por EÜdrantes
^
Aprovar, por unanimidade, a renovação e extensão dos descontos abaixo, por •
09) Aeroton
drantes, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a partir de 20.11.84, data do vencijn^
Janeiro - RJ - Extensão de Descontos por Hidrantes e Extintores Por unanimidade, aprovar a extensão dos descontos de 5% (cinco por cento), por extintores, para os riscos assinalados na planta-inoindio com os n9s
da concessão anterior:
renqvaçAo Proteção
Deso^
1/4, 4-B, 4-C, 6, 6-A(19/4Ç pavimentos),5-B e 6-D
5.3.3."b" B c/A
icí
drantes, para os de n9s 9-D,10-G,ll-C,ll-D,ll-E,ll-F,ll-G,13-B,15,21 e
16,15-A e -25
5.3.3,"b"
C c/A
5l
pelo pelo período de 22.08.84, data do pedido da Seguradora ate
22
5.3.3."b"
C c/A
Planta n9 I.
Gases Industriais S/A. - Av. João )OC[II, s/n9 - Santa Cruz - Rio de
Síibitem
10-G,11-C,11-D,11-E,11-F,11-G,13-B e 26 e de 15% (quinze por cento), pot hi 22
16.06,87,
para unificação de vencimento. (770587)
EXTENSÃO
10) XV Globo Ltda. - Ria Zara n9 33 - Rio de Janeiro - RL - Concessão de Ifescon Planta n9
Subitem
Proteção
4-A
5.3.3."b"
C c/A
Descoj
to por Extintores Aprovar, por unanimidade, a concessão do desconto de 5% (cinco por cento)por extintores, aplicável ao risco irarcado na planta-incendio com o n9 1(subsolo
(770Í* 06) EXPLO - Industrias Químicas e Explosivos S/A. - Rua Muniz Barreto n9 1600 Ia Cava - Nova Iguaçu - Rio de Janeiro - Renovação e Extensão de Desconto f Extintores j
a)Por inanimidade, aprovar a renovação do desconto de 5% (cinco por cento), f extintores, aplicável aos prédios assinalados m planta-incêndio com os ^
19 e 29 pavimentos), pelo prazo de 5 (cinco) anos, a contar de
data da solicitação da líder do seguro. (840475)
U) Cia. Industrial de Papel Pirahy - Av. Darcy Vargas n9 325 - Piraí - Rio
de
Janeiro - RJ - Desconto por BoT±)as Míveis - Recurso
2/4,6,8,11,13,14,14-A,15/34,37,38,41/44,47/49,51/67,81,82,88/95,93-A,94-A, t
05.09.84,
Por unanimidade, aprovar sujeito ã homologação da CTSI-LC-TM da FENASEG,
I
I
(19/49 pavimentos), 100/102,105/106,lll(subsolo e 19 pavimento),113,114,116
a
concessão do desconto de 10% (dez por cento) pela existência de bomba -movei
119,122/125,127,128(19 /29 paviirentos) e 129/132 e extensão do mesmo benefJ^
nos locais assinalados na planta-incendio com as letras EF e EG, pelo prazo
aos de n9sl,5,7,7-A,8-B,8-C,39 ,40,46,50,70-A,8ü,96 ,97(19/49 pavinentos),105/^
de 5 (cinco) anos, a partir de 24.04.82, data do pedido da líder do seguro.
112,112-A,115,121,124-A,124-B,129-A,136, e 139/142, pelo prazo de 5 (cinco) —
.
(820268)
*
nos, a partir de 08.08.84, data do vencimento da concessão antenor; b)
n®
o benefício acim para o de n9 137, por motivo de proteção insuficiente. (790&*
CTsh
n9 IÜ/H4
07) Laboratórios Beecham Ltda. - Rua das Oficinas n9 188 - Rio de Janeiro -
Renovação de Desconto por Extintoras j Gomunicar â Seguradora a aprovação do desconto de 5% (cinco por cento), por
I
luçao de 4.10. BA :
tintores, para as plantas n9s 3-B,7-A,13,14,14-0,17-0 e 18-E, pelo prazo de
(cinco) anos, a partir de 30.05.84, nas condições mencionadas na carta SERJ-243/84, de 14.05.84. t.
(810"!
'.
j'' '
Seguros do SFH - Limites Máximos de Indenização e Cobertura de Catástrofe.
08) Confecções Gladistela Ltda. - Av. Brasil n9 8785-B/O e Rua Pirangi n9 62 -
;i '• 1 , -'
M, , I. }
l
,
de Janeiro - RJ - Renovação de Desconto por Extintores
J
Aprovar, por unanimidade, a renovação do desconto de 5% (cinco por cento)j extintores, aplicável aos riscos rrarcados na planta-incêndio com os n9s 1,
2,3,4,5,6,7 e 8, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a partir de 13.11.84, data vencimento da concessão ora em vigor.
(74^' BI.784*Pãg.02*16.10.84
Reiniciadas as discussões em torno da matéria, os membros
da
chegaram afinal a um ponto de vista comum a ser expresso
em
uta de carta FENASEG/IRB, a ser submetida ao plenário na proxir euniao.
(800.690) BI.784*Pãg.03*16.10.84
1 COMISSÃO PERMANENTE DE COORDENAÇÃO GERAL 04) REVISÃO DOS SEGUROS PRAZO CURTO/LONGO F E N
A S
Processo n? 840094
E G
O pi^ocesso esta com vistas do Dr. Virgílio 0.Ramos Reunião n? 13/84, - Rio de Janeiro - 08.10.84 Presentes :
Alfredo Dias da Cruz -Cominercial Union
5) REFORMULAÇÃO DAS RUBRICAS 500. SOJA, 403-90 DA TSIB
Caleb do Espírito Santo - SASSE César Jorge Saad - Nacional
x
Processos: 830190, 830567 e 810278
Gerolamo Zirotti - Generali
i
I
I r''í
O orocesso esta com vistas do Dr. Sérgio Tubero
Sérgio Charles ' Tubero - Aliança da Bahia "•^Stefanos Melher - Bradesco
Ubirajara B.de Alencar - Minas Brasil Ernani João Pinheiro
■
i
- FENASEG
Carlos Alberto de Zoppa - Itau
Virgílio 0.Ramos - Brasil Ausentes Justific,
Sérgio Ramos - América Latina Antonio Paulo Noronha - Itaü
Ausentes
Ari Pinto Portugal - Bamerindus Ivan Gonçalves Passos - SATMA Jorge Carvalho - Seguros da Bahia Artur Luiz S.dos Santos - Internacional
Paulo Antonio S .Abarno - Porto Seguro Wilson Araújo Rosa - Previdência do Sul
01) CRÉDITOS NA CONTA-CORRENTE DO IRE, REFERENTES A COSSEGURQS ACEÍ TOS ■Processo
n?
840511
Encaminhar o processo ao Sr. Ernani João Pinheiro para tomar pfj meiro contacto no IRB a respeito da possibilidade de atendimen'
to a solicitação do Sindicato do Rio Grande do Sul.
02) COBERTURA DE ACUMULAÇÃO DE RESPONSABILIDADE-CASCOS. Processo
n?
,
810575
Encaminhar o processo ã Comissão de Transportes desta Federaçãí' para que a mesma estude e apresente um projeto que solucione o
problema de que trata a Resolução do dia 12.09.84, encaminhan ' do-o posteriormente a esta Comissão para decisão cabível. 03) SPRINKLERS-INSPEÇÕES TRIMESTRAIS.Processo: ,
'
I
820193
Encaminhar o processo ã Diretoria da FENASEG com a manifestação favorável da CPCG a que a CEICA di seguimento ao processo forma preconizada.
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Bl.784*Pãg.05*l6.10.84
BI.784*Pãg.04*16.10.8j
FENASEG
FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESASDESEGUROSPRIVADOSE DE CAPITALIZAÇÃO
DIRETORIA E CONSELHO DIRETORES EFEniVOS
DIRETORES SUPLENTES
Presidente
Ivan Gonçalves Passos Mário José Gonzaga Petrelli
Victor Arthur Renault Primeiro Vice-Presidente
Nilo Pedreira Filho
Luiz de Campos Salles Segundo Vice-Presídente Alberto Oswaido Continentino de Araújo
Octávio Cezar do Nascimento Pedro Pereira de Freitas
Roberto Baptista Pereira de Almeida Filho
Primeiro Secretário Hamilcar Pizzatto
Segundo Secretário
Rviy Bemardes de Lemos Braga Primeiro Tesoureiro
José Maria Souza Teixeira Costa
Segundo Tesoureiro Délio Ben-Sussan Dias CONSELHO nSCAL(EFETIVOS)
Augusto Godoy
Adolpho Bertoche Filho
Alfredo Dias da Cruz
CONSELHO FISCAL(SUPLENTE) Luiz Martiniano de Gusmão I
I ' '.
EXPEDIENTE ''
BOLETIM INFORMATIVO FENASEG
t
n Membro Fundador da ■''lí
Publicação semanal, editada pela Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de ^'•upitalizaçao b
ictoj
^sponsável
Renault
! ' '
Editor rxjJíor
Luiz Mendonça (Reg. MT nS 12.590)
Redator
Mário Victor (Reg. MT n." 11.104)
I *
I
REDAÇÃO iL
TeL:240-2299. Telex; 2134505FNES BR r i
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registrado no Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas sob o n. ' 2.771/75 presso na FENASEG. Tiragem: 2.500 exemplares
FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESASDE SEGUROSPRIVADOSE DE CAPITALIZAÇÃO
ANO XVI
RIO DE JANEIRO, 22 DE OUTUBRO DE 1984
NO 785
No II CONEC (Congresso Estadual dos Corretores de Seguros de SÍo Paulo), o Pre-
-j sidente da FENASEG, Victor Renault, fez de improviso uma palestra sobre a reprj^
' vatização_do seguro de acidentes do trabalho, em que abordou os variados as Jemonstra que a volta daquele seguro a iniciativa privada será altamente vantajosa
pectos da questão. Desde o angulo jurídico ate o de ordem pratica e funcional , tudo
«nto para empregados e empregadores, quanto para a economia e o PaTs.
2 Dia 25 de outubro (quinta-feira) será realizada na Sociedade Harmonia de Tênis, capital paulista, a solenidade de posse da nova Diretoria e Conselho Diretor
Mde
A
Companhias Seguros. A Diretoria tem como pre oAssociação Sr. CláudiodasAfif Domingos,deque substitui o Sr. Caiorecém-eleita Cardoso de Almeida.
30_Presidente da República sancionou a Lei nÇ 7 223, modificando a redação do p£ ^agrafo 4o do artigo 543, da Consolidação das Leis do Trabalho. Segundo a nova exercV ou indicação "considera-se cargo de di^reção ou representação sindical aquele decorre de eleição prevista em lei".
FENASEG
cujo
4^ oDepartamento Nacional de Estradas de Rodagem informa que se desenvolverá no de Janeiro, no período de 21 a 26 de outubro, a 109 Reunião Mundial da "InFederation". O certame, que reunirá cerca de 5 mil participa^ r^Pectos à
Pi^incipal tema "A Eficiência na Administração Rodoviária", abordando políticos e sociais da estrada de rodagem, bem como itens relatj[ "■^ação e segurança nas rodovias. ""
5
o noticiário da imprensa, o Superintendente de Seguros do Estado de No-
av
para cobrir o riscode perdas resultadas do inadimplemento da divida r--' u vuui I r u t I :>cu uc pci uu j t >-ju 1 U-- -w . . rww mij.. ■ w uc\ u I V I Ud Brasil , das Filipinas, do México e da Venezuela, O objetivo
Pnetende examinar (e revisar, se for o caso) a apólice comprada
ua A
pelo
seguradora "possui reservas suficientes para cobrir possíveis recla-
segu^^^^tituiçao bancária e capacidade de repassar a maior parte do risco a ouj,
^ "Cn •
Riscos de Guerra" do Lloyd's (Londres) anunciou que os prêmios de conf trafegamos pelo Golfopara Pérsico em queda. ^ oi^midade embarcações com fontes doqueLloyd's, prêmios quem continuam embarca petróleo na em torno de b% sobre o valor do casco e de 3 a 4% sobre o va-
Embora persistam os ataques a petroleiros — acentuou a mesma fonte
^
Q^j "Itimas tem sido pequeno e as investidas com mísseis não têm resultado em "incêndios de monta
^1h
^
^^rib o
representantes de diversos países, teve inicio ontem,
em
(Honduras), o X^Congresso de Seguradores da América Central, Panamá
Pnomovido pela Gamara Hondureha de Aseguradores, o evento tem como * ^stacam-se: 1) O Seguro de Vida; 2) O Seguro de Danos; 3) Aspectos Ge-
""iOj .^Dtercãmbio de experiências e o debate de problemas comuns do mercado. •1 -
Pf
A
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS
FENASEG
FEDERAÇÃO NACIONAL DASEMPRESAS DESEGUROSPRIVADOSE DE CAPITALIZAÇÃO
Editorial
.
1967 foi estatizado o seguro de acidentes do trabalho.
quele mesmo ano era implantado no Pais um novo seguro: o de responsabilidade
Na
civil
de automóveis, criado pouco antes (novembro de 1966) pelo Decreto-
•
^ responsabilidade,_no acidente de trânsito, tinha por funda -
^õdigo Civir^
mento a t
segundo a tradição jurídica e norma legal estabelecida pelo
^^ce^da^d-f•
teoria que a vida moderna viria tornar inadequada, em
^omobiiTqf^
ordem prática geradas pela volumosa e intrusa circulação au
^ seguro foi então reformulado, nas suas bases jurídicas: a responsa '^dade DerdPu perdeu on ........ conteúdo de culpa, passando a ter suporte ... risco.
na
^indo efi "
índice DASSEÇÕES
^ seguro de acidentes de transito então modernizou-se, adqui -
"lecanismn"'^^^'
? "^^valo-de h
Surgiram então alguns projetos-de-leis no Congresso Nacional .
j tio Governn F
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS d
proposta estatizante a necessidade de fortalecer uma segurado
"°.''®"eraK Isso numa época em que o préprio Poder Executivo,
í C^Pfivati ^'i lVdtÍ7a " n«3 f ç
EDITORIAL
FENASEG SINDICATOS
sobretudo, simplicidade operacional , particularmente
^Qi^fiou-se fli como odos de acidentes trabalho, esse novo seguro ®ivo da sanha nunca tal incontida ideólogos do da estatizaçao.
,Vfi
CNSP
SUSEP
IRE
NOTICIÁRIO DAS SEGURADOF
n
.
sensTveT
® —^ necessidades da economia do Pais, empenhava-se S.WV-.V.II . u -uw v-,np^tMiava-sc numa iiuiiia polTtica pu ^
.-...-v-.
denoi
«vv.
mesmo uma Comissão Especial para dar execução a wiiiw
wvuiii ijocv
f^ui u
uai
cAcuuvau
a
essa
Republica, fiel a essa polTtica, enviou projeto ao Con -
'^ederal ^'"^'^^tormado em leiseque autorizava a privatização da seguradora do Go E a privatização consumou.
Agora, os ideólogos da estatizaçao se apegam a outro cavalo-de ° esbulho da iniciativa privada e a distorção da economia de mercado,
EXECUTIVO.LEGISLATIVO E lUDICIARlO
v'"âdo ^®9dro..1-, de acidentes (o seguro chamado DPVAT) deve ser l;v "mU 0yr-l ■ uuiucnuca de uc trânsito uiattoi - 9tii«. , e)(ri^^-° usiw;ím^«4.. n... r._..i salvã-U OU desdpertd-la do pela Previdência Social
'"'cit em que se debate.
IMPRENSA
p^í^nonii^
OUTROSJO^ (
JORNAL DO COMMERCIO(PÁGINA DE SEGUROS)
^"■s Seja'
_
-
Nao ha outra coisa em que confiar, no interesse da sociedade e
"^0 bom-senso da classe polTtica. Isso ê_^o quanto basta para que
Pceservado contra mais uma calamitosa estatizaçao.
DIVERSOS FUNENSEG FIDES
■ ;
ESTUDOS E OPINIÕES
MERCADO DE AUTOMÓVEIS
MERCADO CAMBIAL
ATAS DE COMISSÕES TÉCNI
BI.785*Pãg.01*22.l0.84
giÜTTl (I
bJI
I'»
NO 60
ÂTÊ 14.10.8^
'Vi ^'M '■ < r ]
1
ceu 6,57% ein ^ijos- ■
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_■ :iies:nu n;sr oc r:':;:
"^os 12 meses itê a. as
Estas tax?s
oito 1 >-?: ? i?r^-jL-ç50 industrial
. iiu:-! a -I, :c
cres-
: ■ . £ 3,24% nos ulti
':r;ic.vt-.rh^;'ite anteriores (Fig.
tos
i:r.aa;; s-nao SMstantadas pelo cresciíaento ass exportações e o bom
desempenho da aciri---...ltJi -c. C coir.Grcio interno, rto entanto, continua apresentando um p fraco„ pe acordo cc;:,' os dados da Federação do Comercio do Estado de Sao o comercio na ur:;iío met.- oooi itana de Sao Paulo sofrei; uma queda real no
seu
da janeiro ati agosto, quando comparado ccm igual período
do
ano lho
^
Pequeno crsiscimonto d.e ,737o am; agosto comparado com o mes de juA execução da política monetária tem apresentado grandes difi-
es
— un governo vem tentando controlar a base monetária através de emissões IT-
^ títulos públicos qiíG ate o final de setembro foram de
(dos
P ^is Cr$ 2.55u bi ihões so no mes passado), no entanto, a expansão da base
sobre a
Setembro ficou cou p. 0: ;i 8,3% representando um rasultatio dcsanimador.
^^ntn ^
•nonefã--
ílâ 5
Mcv-: t {|C'S] iCSi "i i i Ci UcC-IrOs pátc. u ix-sgaic de títulos
^
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pressões
Previd ■ ' 'oencia Sócia I , Bnd, conta acúcar, subsidio ao Iricio e a própria corre-
; I '•»
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inonei.arie concTnuam sendo os gastos públicos elevados para financia
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Cr$ 5.589 bilhões
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públicos
, ,.i u-i i -ii ii i I pLiul ico deve- se, em oarre., a c/vnde tolerância I
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-k' ji c-iiitentos do gc'c;' ,r.' nac urrificados que facilinii hot-üf èi> vc.-çameptrirln
'.tk m:d-Jc ec
'^«'"ece faitEi- í ír-e V'C i
. i .e i.i:.rir.ri
c c- '•abelecída.
ij ..o-.oi ,- o descontrole dos gas-
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A
D
R
O
PREÇOS, TAXAS DE JUROS FIGURA
CAMBIO
FEVEREIRO
MARÇO
ABRIL
MAIO
(não ajustado)
3702,38
8,92 69,93 182,43
4059,66 9,65
4481 ,46
Var.mensal Var,semestral
4867,31 8,61 68,39 201,20
- INDICADOR DE PRODUÇÃO- GERAL
E EVOLUÇÃO EM 12 MESES *07
E
JUNHO
JULHO
AGOSTO
INPC
(Base: últimos 12 meses = 100)
Var.12 meses ORTN
Var.mensal
1f
Var.no ano
Var.12 meses
8285,49 9,80 18,14 168,52
70,12 185,87
10,39 66,18 192,93
5295,15 8,79 71 ,01 202,45
5909,39 11 ,6 73,81 197,04
6330,73 7,6
70,99 190,59
r II I
Ml.
9304,60 10235,07 11145,99 12137,98 13254,67 14619,9 10,30 9,2 8,9 8,9 12,30 10,0 88,9 108,47 32,68 45,9 " 58,9 73,0 194,52 190,5 185,20 184,95 187,3 182,62
n I 1
IGP-DI
(não ajustado) 1
8892,1
12,3 23,3 230,1
Var.mensal
lOÍ
Var.no ano
Var. 12 meses
/
Consumidor-FGV
Var.mensal
/
1 DO
7104,3 10,5
21,4 190,1
Var. no ano
/ /
\,
Var.12 meses
/
1
13974,3 10,3 93,7 217,9
15458,7 10,6
7791 ,7 9,7 33,2 191,5
8454,1 8,5
9236,0
10145,2
11220,4
9,2 57,9 198,6
9,8 73,4 195,2
10,6 91 ,8 190,2
12328,7 9.9 110,7 194,6
11163,4 10,1
12235,1 9,6 48,8 250,9
13313,9 62,0 258,3
14522,3 9,1 76,7 243,6
16083,5 10,8 95,7 232,5
9,44
9,74
10,85
9.71 9,71 9,75 9,72
nd
11,05 11,05 11 ,10
9,96 9,95
1728,00 9,2 75,6 218,2
1905,00 10,2 93,6 211 ,3
2107,00 10,6 114,1 214,0
44,5 192,1
8,8
Var.12 meses
Poupança
12,861
10,550
9,440
11,89 11 ,89 11 ,98 11,90
10,35 10,36 10,49 10,36
nd
nd
9,67 9,79 9,68
9,04
1213,00 12,3
1335,00
1453,00 8,8 47,7 219,4
1582,00
Var.no ano
:
9,2 75,6 226,5
11,9 23,3 255,2
Var.mensal
1
12667,2
8,9 60,7 235,5
114,3 219,3
1
Atacado-DO/FGV
(base=mêdia 77=100) 10138,1
\
t
11594,7
8,9 47,7 228,9
índice de Preços por
S
L
10651,1
índice de Preços
/
/ \
9777,0 10,0 35,5 229,7
35,Ô 253,2
17562,5 9,2 113,7
229,8
1
qn
Taxas de financiamento 1
A
A
,1
^1
11
N
1
c;
M
"overnight" % a.m
(midia mensal simples) f i3
8^ ♦
LTN ORTN
ADM
Interinstituições
(1) Este indicador compara os dados dos doze meses ate o de referência com os doze imediatamente anteriores, envol vendo portando informação dos ultimes vinte e quatro me
9,04
Taxa de cambio (Cr$/ US$ valor de venda pelo Banco Central ,
no fim de mês) Var.no mes Var.no ano Var. 12 meses
ses.
9,05
nd
23,3 218,0
10,0 35,7 219,7
8,9 60,8 220,5
FONTE: FIBGE
BI.78;5*Pãg.03*22.10.84 í !'vl
BI.785*PÍ9.02*22.10.84 "i, hiiftiin 'h f't - • i
^iíWUÉbÉltfMliHMMUMá
1M.';..
i:l!!
Q Q
U
A
D
R
U
A
D
R
0
-
I
0 - II j
PREÇOS, TAXAS DE JUROS MOEDA, BALANÇA COMERCIAL
E
FEVEREIRO -MARÇO
ABRIL MALO. JUNHO
JULHO AGOSÍj
i ';
MARÇO
ABRIL
MAIO
JUNHO
JULHO
4365,1
4286,6
5014,4 5393,3
5559,1
6159,5
Var.mensal
(não ajustado)
3702,38
4059,66
4481 ,46
4867,31
5295,15
5909,39
6330,73
Var.semestral Var.12 meses
69,93 182,43
70,12 185,87
66,18 192,93
68,39 201 ,20
71 ,01 202,45
.73,81 197 ,04
70 ,99 190,59
ORTN
Var.no ano
Var. 12 meses
78,3
79,6
96,4
100,5
98,9
100,7
AGOSTO
8,92
8285,49
9,65
10,39
8,61
8,79
1 1 ,6
7*5
9304,60 10235,07 11145,99 12137,98 13254,67 14619,9
Var.mensal
9,80
12,30
10,0
8,9
8,9
9,2
10,30
Var.no ano Var.12 meses
18,14 168,52
32,68 182,62
45,9 185,20
58,9 184,95
73,0 187,3
88,9 190,5
108,47 194,52
tCr$ bilhões)
7514,2
Var,mensal
8088,0
(não ajustado) Var.mensal Var.no ano Var.12 meses
9315,0 9822,1 10743,5 11989,7
7,6
15,2
5,4
9,4
11 ,6
19,7
26,2
38,0
54,0
8892,1 12,3 23,3 230,1
9777,0 10,0 35,5 229,7
10651 ,1 8,9 47,7 228,9
11594,7 8,9 60,7 235,5
12667,2 9,2 75,6 226.5
13974,3 10,3 93,7 217,9
15458,7 10,6 1 14,3 219,3
7104,3 10,5 21 ,4 190,1
7791 ,7 9,7 33,2 191 ,5
8454,1 8,5 44,5 192,1
9236,0 9,2 57 ,9 198,6
10145,2 9,8 73,4 195,2
11220,4 10,6 91 ,8 190,2
12328,7 9 ,9 1 10,7 194,6
(base=média 77=100) 10138,1 Var.mensal 11,9 Var.no ano 23,3 Var.12 meses 255,2
11163,4 10,1
12235,1 9,6
13313,9 8,8
14522,3 9,1
16083,5 10,8
17562.5 9,2
35,Ô 253,2
48,8 250,9
62,0 258,3
76,7 243,6
95,7 232,5
113 7 229,8
9,44
9,74
10,85
-3,5
3,9
Var. 12 meses Exportação FOB
89,0 1867
105,1 2063
116,2 117,0 111 ,9 132,8 2134 2338 2505 2570
^ 25» índice de Preços por
Importações FOB
101 1
1051
1073
1'
(Usfmilhões)
856
1002
1061 1137 1349 1201 ^
Prime
11 >00
11 '80
. 12,00
12',50
13,00
Poupança
Libor (6 meses)
10,5
11,06
11 ,38 12,60
12,63
Taxas de financiamento
(taxa de fim de período)
1 1 56
1 359
S 'I
1
JT ■ ^11
l'
}
'I ' íi' ;
•"!■ I
índice de Preços
Var. no ano
1201
,1
i'l '
IGP-DI
Meios de Pagamento
i
INPC
Var.mensal
Base Monetária
{Cr$ bilhões)
CÂMBIO
FEVEREIRO
>■
'i
E
TAXAS DE JUROS INTERNACIONAIS
Consumidor-FGV Var.mensal Var. no ano Var.12 meses Atacado-DO/FGV
12,861
10,550
9,440
'I
"overnight" % a.m
(media mensal simples) LTN ORTN ADM Interinstitüiçoes
1 1,89 11 ,89 1 1 ,98 11 ,90
10,35 10,36 10,49 10,36
nd 9,67 9,79 9,68
nd 9,04 9,05 9,04
9,71 9,71 9,75 9,72
nd 1 1 ,05 1 1 ,05 1 1 ,10
nd 9,96 9,95
no fim de mês)
1213,00 12,3
1335,90 10,0
1453,00 8,8
1582,00 8,9
1728,00 9,2
1905,00 10,2
2107,00 10,6
Var.no ano Var.12 meses
23,3 218,0
35,7 219,7
47,7 219,4
60,8 220,5
75,6 218,2
93,6 21 1 ,3
1 14,1 214,0
■ial
S\
Taxa de câmbio (Cr$/ US$ valor de venda
pelo Banco Central,
BI.7"85*Páq.04*22jf Var.no mis
i!l» / >.|'i I,
BI.78;!?^Pãg.03*22.i10.84
WT
\ 'n. '' 1
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS ! ).('
MOEDA, BALANÇA COMERCIAL FEVEREIRO
E
-MARÇO
TAXAS DE JUROS INTERNACIONAIS
ABRIL MAIO, JUNHO
JULHO AGOSl* J
Superintendência de Seguros Privados-SUSEP
Base Monetana
5014,4 5393,3
5559,1
6159,5
17,0
7,6
3,1
10,8
2,1
19,5
28,5
32,4
46,7
79,6
96,4' 100,5
98,9
100,7
4S65,1
4286,6
Var.mensal
-1,0
-1 ,8
Var.no ano
4,0
Var. 12 meses
78,3
(Cr$ bilhões)
8UPERL\TmüEjNClA DE SEGUROS PRIVADOS
Ministério da Fazenda CIRCULAR SUSEP n9 043 t DE 03
DE 1984
Aprova nova tabela de prazo curto para os Seguros Co
Meios de Pagamento
(Cr$ bilhões)
DE outubro
7514,2
8088,0
letivos de Acidentes Pessoais em Períodos de Viagem \Circ.
9315,0 9822,1 10743,5 11989,7
SUSEP
nO
12, de 07.04.69) . 0 SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRI
' Var.mensal Var. no ano
1,1
7,6
15,2
5,4
9,4
VADOS (SUSEP), na forma do disposto no art. 36, alínea "c", do Decre
11 ,6
to-lei n<? 73, de 21 de novembro de 1966; considerando o que consta dc Proc. SUSEP n9 001-07483/82; resolve:
-3,5
3,9
19,7
26,2
38,0
54,0
1 - Dar nova redação ao título IX das
normas
para
aceitação de Seguros Coletivos de Acidentes Pessoais em Períodos
de
Viagem, aprovadas pela Ciro. SUSEP n9 12/69, conforme a seguir:
Var. 12 meses
89,0
105,1
116,2
117,0
111 ,9
132,8
"IX - TABELA DE PRAZO CURTO
11 - Fica estabelecida a seguinte tabela de prazo curto-
Exportação FOB
1867
2063
2134
Importações FOB
1011
1061
1073
2338
1201
SalcJc
(US$ milhões) [
í '■
1002
1061
1137
1 156
1349
2570
até
1369
de 5 a 7 dias — de 8 a 10 dias — de 11 a 15 dias —
ll^
1201
4
dias —
5% da -taxa- anual 7% 10% 13%
" " "
" "
"
de 16 a 20 dias — 17% " de 21 a 25 dias — 19% "
"
•
de 26 a 30 dias
'
"
—
20%
"
11.1 - Para os prazos superiores a 30 (trinta)
y 11 ,00
11 ,50
. 12,00
12',50
13,00
guando o número de dias de vigência do seguro não coincidir
Libor (6 meses)
10,5
11,06
11 ,38
12,60
12,63
blicaçào.
T-' (taxa de fim de perTodo)
dias
adotar-se-ã a tabela de prazo curto da TSAPB, acrescentando-se, para cada dia, 0,5% da taxa anual até atingír-se a percentagera seguinte,
Prime
i
i*' ' ir
856
2505
dos prazos previstos naquela tabela".
cora
ura
2 - Esta circular entrará em vigor na data de sua pu-
(Of. nv , í8/á4l
/ Francisco de Assis Figueira
{reproduzido do DIÃRIO oficial da ÜNIAü de 15-10.84 SEÇÃO I - Página nÇ 15 001)
BI.7'85*Pig.Q''4^22.j/
BI.785*Pag,01*22.10.84
I li
ç.
_
INTERAMERICANA CIA. DE SEGUROS GERAIS - A Superintendência
ae
eguros Privados publicou no "Diário Oficial" da União de 3 de outubro (Seção I, Pade gina n9 14 417) a Portaria n9 178, de 21 de setembro, que homologa a alteração intro CÍU7')H3 C ■ ■ !. I /Wj 1-1 V^uv- i iwiMuiuya a ai LCiaVaU l íILíU Jan • Estatuto da Interamericana Companhia de Seguros Gerais, com sede no Rio dê"
^inn' '^^''^tiva ao aumento bilhões 565 MIMtlUtíi milhões 179 "ÍQn nn uutn<_nu>_; de uc seu ocu capital social owv^ iqi de uc CrS v-i ^; 6 u ui i i iuco .JUsJ nese 8 bilhões 28 foi milhões 89 mil 356,52, mediante em aproveitamento de .^ísponTvei s. O aumento deliberado pelos acionistas Assembl ei a-Geral ^ta a AGE e o realizada em 19 da de companhia agosto. Noseguradora. DOU da mesma data, foram publicados a Estatuto Social miÍ1
' r 'I
' I ,
I
1»'
ITATIAIA COMPANHIA DE SEGUROS - Através da Portaria n9 184, de setembro, a Superintendência de Seguros Privados aprovou a alteração introduzi
^3
ti
50 do Estatuto da Itatiaia Companhia de Seg uros,__com sede no Rio de OaneT
776 of para Cr$ 8® umento de seu capital social de CrS 5 bilhões 433 milhões 382
miT bilhões 433 milhões 382 mil 910,32, mediante subscrição em_dinhei-
f,.
!?■ -nfo..3 ,eli beração de seus acionistas em Assembl éias-Gerais Extraordinárias rea
bto
^^
agosto e 24 de setembro.
No "Diário Oficial" da União de 4 de outU
Atas w!"? !. Pig s. n9s 14 479/480) foram publicados: 1) a Portaria da SUSEP; 2) as age s da sociedade, seguradora.
'8ol inf KYOEI DO BRASIL COMPANHIA DE SEGUROS - Por intermédio destç 7^Unica ^oi^inativo", a Kyoei do Brasil Companhia de Seguros, sediada em Sao Paulo, d ^""^Livo , a Kyoei do Brasi l Companhia de Beguros, sediada em Sao Paulo,
^"4854
Rij^ jercado que a sua Sucursal do Rio de Janeiro está funcionando em novo en Setembro n9 99, 109 andar. Tels. : 224-5661 , 242-8262, 224-1675 e
f.
■ ! 1'
~
^to T^spdencia
Seus a oanpct
acionist da
» .. ' h
f" ■
BANESTES SEGUROS S.A. - O "Diário Oficial" da União de 5 Pag. n9 14 divulgou a Portaria n9 172, de 10 de setembro, 14 604) 604
de da
Seguros Privados, que aprova as alterações introduzidas no Esta-
Seguros S^A. , com sede em Vitoria (ES), conforme deliberação em AssemblÍia -Geral Extraordinária realizada em 17 de agosto. ®ni
de No
^ data, foi publicada a Ata da AGE da sociedade seguradora.
' '
em 3
BRASÍLIA SEGURADORA S.A. - Em Assembléia-Geral Extraordinária de setembro, os acionistas dã_^¥rasTlia Seguradora S.A. , com sede np
/\ j ' .deliberaram sobre a introdução de alterações no Estatuto Social
^t, .
da
foi homologada pela Superintendência de Seguros Privados atra
200 , de 4 de outubro.
No "Diário Oficial" da União de 11 daquele"
Agp p' PâQS. n9s 14 909/910) foram publicados: 1) a Portaria da SUSEP; ° Estatuto Social da empresa seguradora.
2) a
Vqii
L IDERANÇA CAPITALIZAÇÃO
'Ca
lUm jr ■ i ^ !f'i
■ 1''.'i i' 'ir
S.A. - Através deste "Boletim Informa-
^^"derança Capdtalizaçao S.A. informa o mercado que, a partir do dia 16
Tiy ^^3 Sucursal do Rio de Janeiro passou a funcionar em nova sede prõpria ^dentes n9 50 - Centro - C EP 20 060.
de :
BI.785*Pag.01*22.10í84
PARANA COMPANHIA DE SEGUROS GERHANO-BRASILEIRA - A Superintendén cia de Seguros Privados divulgou no "Diário Oficial" da Unia'o de 15 de outubro_(5e' ção I, Pag. 14 999) a Portaria n9 186, de 28 de setembro, que aprova a alteraçaoi!! troduzida na redação do art. 59 do Estatuto da Paraná Companhia de Seguros GernatiO'
EXECUTIVO, LEGISLATIVO E TUDICIÁRIO
-Brasileira, com sede em Curitiba, relativa a conversibilidade de suas ações em es*
criturais, conforme deliberação de seus^acionistas em_Assembliia-Geral Extraordina* ria realizada em 17 de agosto. Na edição da mesma data, o DOU publicou o Surfiin" da Ata da AGE da sociedade seguradora.
CiGNA SEGURADORA S.A. - De Cr$ 4 bilhões 155 milhões
467,00 foi aumentado para Cr$ 7 bilhões 555 milhões o capital da CIGNA S.A. , com sede no Rio de Janeiro, mediante subscrição em dinheiro.
298
PODER JUDICIÁRIO Acidente pessoal, suicídio e ato perigoso imoüvado (estudo tópico de direito securiiário)
mi'
Seguradojj
A elevação _
NAPOLEAO XU>'ES MAU FTUHO Procurador do Estado do Caari
capital foi objeto de deliberação dos acionistas em Assembliias-Gerais ExtraordinJ' rias realizadas em__30 de agosto e 19 de outubro. No "Diário Oficial" da União 15 de outubro (Seção I, Pãgs. n9s 15_000/001) foram publicados: 1) a Portaria
SUivíAKIO: J. O cuntrato de seguro de acidentes pessoais. 2. Limitação ^con
tratual dos riscos assumidos pelo segurador. 3. A exclusão de certos riscosío suicídio e o ato perigoso imoiivaào. 4. A Súmu
201, de 5 de outubro, da Superintendência de Seguros Privados, que homologou a deC beraçao dos acionistas; 2) as Atas das AGEs e o Estatuto Social da companhia segiJ'"/
la n. lOÍ do STF.
dora.
1.
CORRETOR DE SEGUROS - Por meio deste "Boletim Informativo") ®
perintendincia de Seguros Privados (Delegacia de Sao Paulo) cientifica on
merca
a pedido, o seu registro.
1.1. O contrato de seguro em geral está conceituado no art. 1.432 do C. Clv. Brasileiro
como sendo aquele através do qual uma daa partes, o segurador, mediante o pagamento
de determinado prêmio, se obriga a indeni zar a outra parte, o segurado, do prejuízo
te, nada tem que indenizar o segurador." 4 .Está claro que, para CLÓVIS BEVILÁQUA, o estipulado no contrato de seguro é que de
O dispositivo legal brasileiro é, con
vável modelo holandês, uma vez que o art.
1-432 do C. Civ. fecha a conceituação do contrato de seguro, dizendo que o dever do ^SUrador indenizar o segurado está limitado riscos futuros "previstos no contrato".
1.3. Em reforço a essa dicção legal da previsão dos riscos assumidos pelo segurador, o art. 1.460 do C. Civ. estabelecendo que
QPando a apólice limitar ou particularizar os
'j; j ' I.
^^cos do seguro, não responderá por outros ® segurador". E^dentemente a lirnitação da responsabilidade do segurador aos riscos pre vistos no contrato já estava definida no art. 1-432 do c. Clv., o que levou CARVALHO
:r 1
a afirmar que era supérfluo o refe"ao art. 1.460 do C. Civ. 2 !I
1.4. Para o grande tratadista brasileiro,
■l :
suficiente o art 1.432 do 0. Civ.:
"A
}
responsabilidade
do
fica
estrita ao risco assumido, isto é, ao risco pre
«aduzir dos termos do art. 1.432, ao conceliiar o seguro, quando se refere à obrigação "indenizar-lhe o
prejuízo
resultante
'^coí futuros previstos no contrato." s
de
Também esse seria o pensamento do mesCLóVIS BEVILÁQUA, devendo-se admitir o art. 1.460 do C. Clv. é apenas um re-
BI.785*Pig.02*22,ly
pecial, e o objeto sofrer por acidente diferen
limita t-odo o universo das responsabilidades
do segurador, e-m caso de sinistro, isto é, na hipótese de emergir o prejuízo do segurado, em função de evento coberto pela apólice. E tanto isso é verdade que CLÓVIS achava que a assunção da responsabilidade do segurador deveria ser expressa para que este pudesse
ser responsável por vícios intrinsecos.
Não
haveria, assim, a possibilidade de um seguro
tácito, Isto é, de o segurador assumir riscos
que não estivessem estipulados claramente na apólice.
1.6.
Na opinião de SÍLVIO RODRIGUES,
o contrato de seguro é bilateral, oneroso, alea
tório e solene; 5 para apresentar a caracte rística solene, ao seu ver presente no contrato
secuiitário, SÍLVIO RODRIGUES
assinala a
dispasiçào contida no art. 1.433 do 0. Civ., consoante a qual o contrato só obriga depois de reduzido
segurador
visto no contrato. Nem outra coisa poder-se-á ■
promisso, não sendo total a perda. Mas não
termos bastante aproximados dos adota 1.2.
I
prejuízos sofridos, de acordo com seu com
obrigou. Se o seguro determina um risco es
tudo, mais especlficativo do que o seu pro
i •
na apólice, ou simplesmente Indenizá-lo dc«
wnceltuação legal esteja o art. 242 do Código
dos em nosso Código. i
I
de verificar-se o sinistro, segundo o estipulado
responde pelos vícios intrínsecos do objeto segurado, salvo se, expressamente, a isso se
Holandês, que define o contrato de seguro
I
'O segurador é obrigado a pagar, ao se
gurado, a soma pela qual se obrigou no caso
resultante de riscos futuros, previstos no con
trato. É possível que por trás dessa nossa
,
Com efeito, assim se expressa CLÓ
VIS:
9,
que Una Corretora de Seguros Ltda. encerrou suas atividades, tendo sido cancelai^®
1,5.
O SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS
a escrito.
Contudo,
ORLANDO
GOMES acha que o contrato securiiário é bi lateral, simplesmente consensual e de adesão,® argumentando que, de acordo com o mesmo art. 1.433 do C. Civ., considera-se perfeito o contrato de seguro desde que o segurador re
meta a apólice ao segurado ou faz nos seus livros o lançamento usual da operação. O ca ráter de adesão,
assinalado por
ORLANDO
GOMES, parece ter estreita vlnculaçâo à cir cunstância de
as condições do
contrato de
^orçamenfco do art. 1.432 do mesmo Código.
seguro serem imodificável_s pela convenção
»
r
lices de seguro estão fora do alcance das dis-
^
2 "Código ClvU
CLÓVIS BEVILÁQUA. "Direito
das Obng*ç6es".
®31tora Blo, 1977, edlç&o hlEtórlca. p. 383, i IM. Brasileiro Interpretado",
®ft8tQ6, lfl77, vol. Xrs. p. 370. 3
láem, íbidem.
Breltas
das partes, isto é, as condições gerais das apó 4 5
Op. cít.. p. 386. "Direito Civil". SeJ-alva.
6
"Gontratoe". PORHEtSE. 1875, p. 493^
1972, voi.
m,
p.
348.
I .785*Pãg,01*22. 10.84 c a
PfTT
«Ííím" niif^iii' lif ■
..L—
■- -- -
A. JkvJdMJLiJbJbòdfl irarJai
o evento que satisfaça, simultá® completamente, os requisitos contidos
p
securitário de acidente pessoal
de acidentes pessoais, contratados pelas socie
MARTINS, advertindo para a Ijputa doutri
dades seguradoras autorizadas a operar em
nária a respeito do caráter cctaiiensual do con trato securitário, a?;rma qae - contrato de
seguros dessa modalidade, no Brasil. 1.9. O objeto do seguro é vinculado à
seguro é consensual, bilateral cneroso, alea
ocorrência de um acidente pessoal. Não basta
tório, formal e de adesão, 7
quando resultantes exclusivamente
Ihp
la 3 — Riscos Cobertos e Excluídos, item 3.1
paga, mas ?ê-lo-á aos benefl-
Htadrn:
designados e legalmente habl-
Arst
do valor do seguro,
ceito Ho de aciHoS+i excIulnHí?
estados
senticèmicos, de feri
mento visível causado por acidente coberto; e i) queda nágua ou afogamento (Cláusu — Riscíís Cobertos).
São esses (e somente esses) os eventos susceptíveis de
classificação como
acidente
contratual definidora do con .pessoal, para efeito de cobertura do seguro de pe&soal, para fins do seguro acidentes pessoais. ainda mais além,
Ções nnp . °^.^^rangêncla do conceito sltuavista, poderiam estar nele
2. LIMITAÇÃO CONTRATUAL DOS RISCOS
lateral e aleatório. 8
em função indenizatória, mister se faz verifi
. íTioléstlaa ou enfermidades,
car a ocorrência de um acidente pessoal, pois
P^cvocaHo5^ sejam as suasou causas, ainda que ou agravadas, dl-
facultativo; não se confunde com o seguro de
í'essalvadaç
lizado obrigatoriamente em favor de empre
trato securitário nos permite- :dentificar:
a) a existência de dois çclcs subjetivos, o segurador e o ser-irado;
b) o vinculo de direito tz-st um e outro, consistente na obrigação de ULdenizar, se se verificar a ocorrência de prejuízo em virtude de risco coberto (previsto na apólice); c) o risco assumido em função do qual o contrato é celebrado, risco esse'definido cla ramente na apólice;
d) o prêmio, que é a prestação pecuniária» devida pelo segurado ao segurádor. 1.8. O contrato de seguro insere-se, se
somente em tal hipótese é que a apólice for nece a cobertura contratual, de natureza se
curitária. Na linguagem comum, na semântica
usual, tem-se como acidente, quase sempre, qualquer efeito traumático sobre a criatura
humana. Tanto que se fala em acidente operatório, acidente vascular, etc. Na linguagem técnica securitária, a expressão "acidente pes soal" possui um significado próprio, perfeita mente definido nas condições gerais das apólices_do seguro de acidentes pessoais. É em função de um acidente pessoal, tal como de lindo na apólice, e somente em função dele, que se movimenta
a cobertura
securitária
gundo a opinião de ORLANDO GOMES, no
dessa modalidade de contrato de seguro. O
âmbito do Direito Comercial.» bastando a
conceito de acidente pessoal, para fins de co bertura securitária, é este:
exigência de que o segurador seja uma socie dade por ações para que o contrato se deslo
que do campo do Direito Civil para o do Di
reito Comercial, tomando-o um'contraio mer cantil.
O contrato de seguro de acidentes pessoais
não possui, como o contrato de seguro de vida,
disciplina detalhada no C. Civ. «"arts. 1,471 a 1.476). A regência do seguro de acidentes pes soais está nas condições gerais das apólices, pois são estas os instrumentos dos contratos
securltários. As condições gerais das apólices especificam minuciosamente todo o detalha mento do seguro a que se referem, indicando
as hipóteses de cobertura, os riscos não abran
gidos na amplitude da cobertura securitária,
I :|/'i j *'
ciári^
e
MONTEIRO é que o contrato i= seguro é bi 1.7. Os elementos confiriradores do con
h
segurado, a indenização não
h) iníecções
a existência do contrato de seguro de aciden tes pessoais para que venha o segurado a receber _a indenização. Para que entre este
A opinião de W.ASHINGTOK DE BARROS 'I.'' ■
g) tentativa de salvamento de pessoas ou bens;
híripi"^ ^ obrigação jurídica do segurador ° segurado, na proporção da extentg '^^tureza do dano pe.^.v^al. Evidentemenfor n ^ resultado danoso do acidente pes-oal
sân
posições de vontade dos coii-a-^ntes. FRAK
f) escapamento de gases e vapores;
o objeto do seguro, o prêmio e outras cláusu las que obrigam juridicamente as partes. A apólice constitui um sistema fechado de di reitos e obrigações, reciprocamente outorgados e aceitos pelo segurador e pelo segurado: em função das disposições contratuais contidas
nas apólices é que se dissipam as que.stóes re lativas à execução do contrato securitário, No
contrato de seguro de acidentes pessoais há, como em todos os contratos, um objeto da
estipulação. No contrato securitário de aci
dentes pessoais, o objeto do seguro é "garan tir, dentro dos limites e sob as condições ge rais" da apólice e/ou especiais (expressamen te convencionadas) "o pagamento de uma in
denização ao segurado ou a seus beneficiários indicados, caso venha ele a sofrer um acidente
pessoal" (Cláusula 1.— Objeto do Seguro). Essa é uma estipulaçáo-padrão. inseria obri gatoriamente em todos os contratos de seguro
"Para os fins deste seguro, acidente pes soal é o_ evento exclusivo e diretamente exter no, súbito, involuntário e violento, causador de lesão física que, por si só e independente mente de qualquer outra causa, tenha, como conseqüência direta, a morte ou a Invalidez permanente, parcial ou total, do segurado oo torne necessário um tratamento médico"
(Cláusula 2 — Conceito, item 2.1). Dessa conceituação de acidente pessoal que é a conceituação vigente no âmbito do Direito Securitário, e a que motiva o paga mento de indenização securitária, em virtude de contrato de seguro de acidentes pessoais, pode-se extrair os seguintes elementos cons titutivos:
a) -exterioridade — o evento, para que possa ser admitida como acidente pessoal, nac pode conter qualquer contribuição volitiva
2% ■
b)°
pertinente à exigência do sucesso repentino
do evento, sem possibilidade de evasão, acautelamento ou aos seus efeitos; c) violência — o evento deve ser de
ordem e natureza que a sua intensidade sub
d) lesividade — o evento acldentário de
verá ser lesionador da integridade física do
acidente coberto;
agudo'
d' sincope, vertigem, ede-
dútros); ' ^arto do miocárdio, trombose ou
acidentais de trata-
í^dientosoc ,*ames clínicos cirúrgicos, medi-
?' radium ^ meio de agentes físicos, raios ou exam ddj:ros quando tais tratamenaciripnf ^ sejam exigidos diretamente
d)
coberto;
%âo a rfl?u!?^^'^ação radioativa e/ou expoÍ?P^^rizadn<, 2.°^® nucleares ou ionizantes, ca?^ades doenças, moléstias ou enfer^gravaHo^^ provocadas, desencadeadas
^'dente cobertxf^^^^^ 1,
Indiretamente, por
embora pudessem, eveno conceito de acidente, ^ empregado na semântica
Como n não
®*eito dp ^.^^^isuram acidente pessoal, para Sí^vista „^^^Pc^ar a cobertura securitária ^cssoaLs A ^Pc^ice de seguro de acidentes '^J^tíertura securitária é reservada PUceítuarin? ■ eventos acidentários
•ft ^^arnam H
apólice ç que tecnicamente
lesôpR J
riscos cobertos e compreendem
a) a
de:
^íluêricii^f^^ temperatura do ambiente ou ficar ^^^^sferica quando -a elas o segu-
"&rtQ.
®üjelto em decorrência de acidente
en^v?« ^
animais e os casos de hidrointoxicações deles
ASSUMIDOS PELO SEGURADOR j
2.1. O seguro de acidentes pessoais é con
tratual. É uma modalidade de seguro privado acidente do trabalho, por exemplo, que é rea gados em empresas privadas, na Previdência
Social. Sendo um contrato, as suas normas de regência sào as incluídas no Instrumento da avença, sendo esta circunstância de extrema relevância para a compreensão de todos os
aspectos a ele referentes. O seguro privado se
distingue do seguro social, embora possa ine gavelmente ter efeitos sociais. Mas ter efeitos sociais não é o mesmo que ser social. Tal é a condição, do seguro privado: ele tem efeitos
sociais, mas é contratual, regendo-se por
cláusulas prévias, restritivamente interpreta
das, no tocante à abrangência da cobertura.
2.2. Os riscos'assumidos pelo segurador estão limitados pela especificação do contra to, do que a apólice é o instrumento. A limi
tação dos riscos securltários tem base legal
fundando-se diretamente nos arts. 1.432, 1.434^ 1.435 e 1.460 do C. Civ., dentre outros dispo sitivos legais. De acordo com as provisões desses dispositivos do Código, pode-se con cluir: .
a) o prejuízo indenizável pelo segurador é o resultante dos riscos previstos no contrato
de seguro (art. 1.432 do C. Civ.); b) os riscos assumidos são os coTisig^nados 7ia apólice de seguro (art. 1.434 do C. Civ.) ; c) as cláusulas das apólices de seguro re gularão os contratos seciíriíários (art. 1.435 do C. Civ.); e
" d) o segurador não responderá por riscos não previstos na apólice (art. 1.460 do C. Civ.). 2.3. A Jurisprudência Brasileira vem en
tendendo que a obrigação indenizatória se
curitária é restrita aos riscos consignados na apólice e assumidos pelo segurador, não
srP^fasitár/ó-^ as doenças - infecciosas tçs; as transmitidas por picadas de In- .comportando as cláusulas do contrato de se guros interpretação extensiva:
Q)
® tentativas de seqüestras,
dn,? ® ato«! ^..^pcssões, atos de legitima de^^ humaiP dever de solidarie^mana;^
meta totalmente a reação do segurado, transpondo-a e subjugando-a;
de ferimento visível,
^apopiexia denominados acidentes médicos
e^Prrente<ç
a subitaneidade c
por acidente coberto,
quanHr.^f iníecções e estados septicêml-, ^^dsado nn
do segurado, pois que deve ser, por definição, exterior a si; , b) suhitaneidade —
(Clausula 2 - Conceito,
elétrico e raio;
Sivas;
com substâncias ácidas ou cor-
"O segurador somente responde pelos ris cos que tenham sido consignados na apólice e que formam o objeto do contrato, cuja inter pretação, dada a sua natureza, é feita restri tivamente." 10 "O C. civ. perante oa Trlbunale", DIRCED A VICTOR RODRIGUES, voÍ. U, p. 147.
segurado, daí se verificar a experiência trau mática; e-
e) eficácia — diz respeito à produç^ de efeitos físicos e é variável em intensidade,
7 "Contratos e Obrigações Come:=^i5". FORENSE 1977. p. 439.
B "Curso de Direito Cirtl". Saiai-ra 1975, yol p. 328.
9 Op. cit., p. 491.
2"
podendo produzir a morte (eficácia letal), a invalidez permanente (comprometimento irreversível de membro, quer seja parcial ou totalmente) ou apenas tornar necessário um tratamento médico.
BI . 785*Pag.02*22. 1 O.Sj
BI . 785*Pig.03*22. 1 0.84
iU
2.4. O TASP fixou orientação no sentido
rj
de não admitir que se expanda a abrangência da cobertura securitárla. no seguro de aci dentes pessoais, para Incluir situações fáticas (eventos) que não se compreendam no con ceito de acidente pessoal, definido nsis con
êncla:
dições gerais da apólice:
contrato e as obrigações assumidas pela^
"Se o
contrato de seguro de
acidentes
pessoais conceitua, de modo até exaustivo, acidente como evento exclusivo e diretamente
externo, súbito involuntário e violento, causa dor de lesão física que, por si só, tenha como
IJ'!"
ARNOLDO WALD observa com percud-
conseqüência a morte ou invalidez permanen te, não se vê como possa enquadrar-se situa
ção diversa, nos casos de cobertura."
t':!'
2.5.
A limitabilidade dos riscos assumidos
pelo segurador, mediante estlpulações contra
contrato de seguro, devendo conter a enu meração dos riscos transferidos ao segura
dor, os dados sobre o prazo de vigência do partes.
acidentes pessoais iCláusula 2
exclusivamente os constantes da apólice den
CQDirt Risfnc
2.2) e estão especificados ^ — Riscos Cobertos e
tro dos limites por ela fixados, não
pelos riscos cobertos é que responde o segu SAMPAIO DE LACERDA, escrevendo
"É o risco o elemento essencial do contr®' to de seguro marítimo. Desaparecendo o nulo será o seguro. O verdadeiro objeto seguro é o risco e não, como comument^ -i
diz, a coisa. Sendo assim, a noção de
normas pertinentes à disciplina do tráfego.
fundamental para o estudo do seguro
mando a limitação da responsabilidade do
segurador aos riscos consignados no con trato:
"Seguro — Cobertura — Não se há de
^cident tiientar
^
dos termos da apólice, sem que responda los danos resultantes de vício oculto nn coi
n
VILÁQUA:
"É este um dos cânones fundamentais do
contrato de seguro: a responsabilidade dò se gurador é limitada ao risco assumido."" 2.8. Quanto à exigência de o contrato instrumentado na apólice de seguro consignar ( *
i
os riscos pelos quais o segurador se respon
I
,
sabiliza, assevera CLÓVIS:
"Risco é o perigo,(^ue pode correr o objeto segurado, em conseqüência de um aconteci mento futuro, estrarüio à vontade das partes.
Os riscos devem ser declarados na apóli
' I,
ce de modo preciso, especificando-se a sua I' 1 '
RISCOS
14 "Código Civil comentado por Olóvla Beviláqua": Francisco Alves, 1957« 5» vol.. p. 168. 15 idem, ibídem, p. 156.
em
^^dos;
deixando levar por meras probablt^^aes sem
rião sejam de slm-
3.5 Para SÍLVIO RODRIGUES, o aera vamento do risco eqüivale à Inserção de um
aeronaves oficiais ou mi-
ou de condução de autorida-
cm aeronaves furtadas
^
®Pn,senii
pilotos não legalmente habl-
®htornoni^
.0^ indireta de quaisquer percompreendidas entre elas
^de uso fortulto, álcool,ocasional de drogas ou
operações de guerra, reoutras perturbações da
hca e delas provenientes;
furacões, ciclones, terremoerupções vulcânicas e outras ^ues da natureza;
tos e Riscos Excluídos), a apólice indica. dois processos complementares, a latitude abrangência da* cobertura do contrato; -
primeiro processo, de indicação positivei,
dennt-4 ^P^isquer situações decorrentes acidentes
médicos
ou
consignados os riscos cobertos (item Cláusula 3 — Riscos Cobertos e Riscos
Ostras 2 — Conceito, Item •as \ b e c)^ Cláusula ;
incluívels no conceito de acidente
otivado por necessidade justifica-
(Item 3.2 da mesma Cláusula contratual) •
apontados os eventos que estão /ora da gência da cobertura securitária. A discriih^ çâo dúplice é uma técnica que bu"ca 16 "CuTBO de Direito Brasileiro, Obrigaçfies « tratoe". Sugestões Literárias. 1974. p. 387, n.
17 "Curso de Direito Privado da Navegaç6o"i ' tas Bastos. 1969, voJ. l.v. p, 315. n. 217. ^gr' 18 "Instituições de Direito Civil". pobeNSE. vol. in. p. 330.
'■econftecidamenfe perigoso qzc
ilícif5„
i)
por parte do segurado, de
ou contrários à lei;
i^^^cos Q
P®o de material nuclear para fins
>5^ Psões n
PP PP transporte de arnucleares, bem como ex-
py rnintares, ainda que resultantes de
3.3 ^ com quaisquer íinaUdades. Pci^' ^stes riscos excluídosnada apólice abran da cobertura estão securitária,
'iil
fundamento (art. 1.456 do C. Civ.i
ftual. f.w? A exoneração desequüibrio. na equação contr^ de responsabilidade do segurador, em virtude do agravamento do risco do seguro, ja foi proclamada pelo rtp 20
o dever de abstenção é nma das obrigl^ do segurado, legalmente Imposta (art no contrato, ou me lhor, transposta expressamente para o coo trato.
3.6. CLÓVIS BEVILÁQUA diz que o seeu rado esta obrigado, pelo contrato a "nina fazer, nem deixar que se faça. no S7ntido de piorar a posição do segurador" 21 piorar posição do segurador significa ampliar a rínc sibilidade de sinistro, mediante ato do próprio
" ■^it^aç5es%iSls-
do
5^hietif«- 'CXames clínicos, cirúrgicos, medi-
h)
(art. 1.454 do C. Civ.), devendo o JuL
° competente atestado de
H'
n
3A Essas situações descritas como excluí das da cobertura do seguro limitam na ver dade o campo da responsabilidade do seeu rador. Ao segiirado cabe a obrigação de abst€r-se_da pratica de atos ou envolver-se em
a equidade no exame desses casos
® ou rt p
riscos assumidos (Cláusula 3 — Riscos
Pelo segundo processo, de indicação
p. 407.
ocorridos
,i ! I
condição especi7íca de cobertura.
viagens era aeronaves que não em
^ssoal, para os efeitos do seguro (Cláu® 2 — Conceito, Item 2.2), indicam eventos ^ ^ nao serão fidos cottio acidentais. Ao defihu^ objeto do contrato, Isto é, ao discrimiJ^^^^f
dos), abrangendo as situações (ou eveot^j,
11 "Jxirlspnidêncla Brasllôlia", vol. 3.», ps. 337-338. 12 Julgamento da Ap. n. 13.461 (DJ do Ceart de 10.10.80. p. 3). 13 "Boletim Adcoas" de 1880, verbete n. 71.229,
acidentes
3.1. As apólices de seguro de acldeb ^
natureza e extensão, porque constituem ele
sarcimento do dano, se este se verificar.""
suas
rnotor, inclusive treinos preparaló-
pessoais, logo ao dar o conceito de
mentos essenciais do contrato. Alguns auto res consideram-nos, até, o próprio objeto do contrato. O objeto do contrato é, antes, o res
e
tária. O conceito de acidente pessoal n'o abrange tais eventos. Sendo o conceito de acidente pessoal inelástico. não se nod rá amplia-lo para nele incluir eventos não pre vistos 6 nao abrangidos na conceltuação. To davia. mediante disposição especial e oxpressa. poderá o segurador assumir riscos extra ordinários, para tanto se estabelecendo uma
situações materiais que sirvam para aaravír o_ risco, isto é, facilitar a ocorrência de um Sinistro. A agravaçao do risco, por ato do se gurado, acarreta a perda do direto ao sPcrnL
havegabiHH^j
nem além dos riscos cobertos."'^
3. A EXCLUSÃO DE DETERMINADOS
aborto
que se cogitará do pagamento de' indenização securitária, em função dela, se vier a ocorrer
competições em aeronaves e veí-
tensiva."^
2.7. A propósito da limitação da respon sabilidade do segurador aos riscos assumidos no contrato, diz magistralmente CI^VIS BE
o
^®htal~ I ^h^Ções mentais, salvo a alienaçào coh f ^ incurável, decorrente de aci-
pagar em dinheiro o valor segurado,
no contrato de seguro, cujas cláusulas, neste particular, não comportam interpretação ex
ou
quando provocados por ^ perturbações e intoxicações ali-
qU er pe-rf-» eV vapores, ou entorpecentes; cu lAJi ca , quáisquoio-
"A obrigação principal do segurador -
estender a cobertura a riscos não estipulados
P^í'to
^°'untár?' ° e a tentativa de suicídio, namentn involuntários; os envenenasubst^f' absorção to de g^^"^'^s^tóxicas,acidentais, exceto porpor escapamen-
rtos;
CAIO MARIO DA SILVA PEREIRA
obrigação assumida pelo segurador:
de origem traumática, e suas
^
geral.""
que o objeto do contrato de seguro é o nao sendo viável o contrato cujo objeto h® í^e.ia definido. E acrescenta, a propósito u
^^(^^vidos da cobertura:
conspníi^' ^
securitárla. é o elemento axlal do seguro.
considerados como tais os que contravenham
decidiu, confir
^
2.9. O risco, tal como definido na cláu sula contratual dellmitadora da cobertur®
seguro marítimo, assevera:
NASCIMENTO, assim
r^icam ■^'^^^uidos, item 3.2, Riscos Excluídos).
interpretação extensiva, nem analógica."
"É válida a cláusula inserta em contrato de seguro de acidentes pessoais, exoneratlva da responsabilidade do segurador, quanto aos
DO
riscos estão excluídos
— pn
ANTÔNIO CARLOS COSTA E SILVA:
412/79, de que foi Relator o Dee. NUNES
um sinistro. Em condições normais, isto é a praxe comum, longamente repetida, é a 'cie que o seguro de acidentes pessoais não abran ge esses riscos. Na ausência de cláusula esoepial expressa, dilatando a amplitude da co bertura securitária, os danos conseqüentes a esses eventos não ensejam indenização securi
do
bre a mais antiga modalidade de seguro,
2.6. O TJPR, no Julgamento da Ap. n.
são riscos descobertos ou excluídos que, mesmo podendo produzj' Drnn^"^ idênticos aos dos riscos cobertos, não çáo^^« "^uritudo, o direito à indeniza
oeríos, como também os descobertos.
Os riscos cobertos pelo segurador saO
rador.
segurado, se atos ilícitos ou contrários à lef,
comum de acidentes pessoais. Só se a apólice contiver cláusula(s) especial(ais) prevendo expressamente a inclusão desseís) risco(s) é
"A apólice é o Instrumento probatório ào
tuais. Já foi julgada Juridicamente válida pelo TJCE. consoante acórdão lavrado pelo Des
'acidentes resultantes da prática, por parte do
? P^svisão dos eventos possíveis, isto é, esgo^ hipóteses que eventuais segu« ?°'^^dicados ficam de nãoatingir só os oevenlos
3.7._ Dos riscos excluídos da cobertura se
cuntaria dois serão objeto dc análise
rí -'
talhada; o suicídio do segurado de aclden*pç pessoais e a prática, por parte dele de'ato
reconhecidamente perigoso e não motivario por necessidade justificada.
3.8.
Suicídio do segurado
_ O suicídio ou autocidio é a causação da
própria morte. Dá-se o suicídio quando a 19
Op. eií., p. 355.
20 REVISTA FORENSE. 148/297, 133/505 e 133/v^l
apud smviO RODRIGUES, op. cit., vbidem.
21 "Direito (das Obrigaçóeí", clt., p. 355, | les, 2«
ii' m'- H'-"
BI . 785*Pig.04*2
285*Pag,05*22. 1 o . 84
tl
pessoa ocasiona, voluntariamente ou não, a morte dela própria. Múltiplos são os meios
propiciadores desse resultado, sendo os mais comuns o uso da arma de fogo, o enforca mento e o envenenamento, A modalidade vo-
luniária do suicídio pertine às sitúaçôes em
que o indivíduo, com plena consciência e assentimento da vontade, põe termo à própria vida. É comum os suicidas deixarem explica
ções escritas do seu gesto. Outros porém se matam silenciosamente e levam para a sepul
tura os seus motivos, às vezes recônditos mo tivos sentimentais, amarguras familiares, cri
ses financeiras, conhecimento de que são por tadores de um mal sem cura, desgostos pro fundos, desilusões dos mais variados matizes.
Ocorre que pessoas de alto acatamento social,
Quase sempre tratado como um caso
um exemplo de
coragem, embora não se faça a apologia do suicídio. O suicida involuntário, pelo contrá
rio, é aquele que, não desejando a própria morte, assume todavia o risco de produzi-la. Um exemplo do suicida involuntário é o do imprudente que pratica a chamada "roleta russa", que consiste em fazer girar completa
mente, mediante acionamentos incompletos e sucessivos do gatilho, o tambor de um revól ver carregado de balas, com o cano da arma encostado no ouvido. Evidentemente o que o
exibicionista quer fazer é provocar a admira
ção dos clrcunstantes, mas às vezes provoca a própria morte, sem que tivesse voluntaria mente desejado tal efeito. Também pratica suicídio involuntário quem se lança à frente de um veiculo em disparada, para dele livrar-
Iv
circunstâncias que possam influir na aceita
vera empregado a expressão "proponente", pois o risco ainda não está aceito e ainda não se configurou o contrato securitário. 3.11. Esse entendimento dos Tribunais
'se tiver havido premeditarão, o suicídio do segurado, no- período contratual de carência,
do relativamente à contratação dó seguro de Vida e em função da prévia deliberação de cometimento do suicídio. Por essa razão, o se guro de vida tem a sua eficácia precedida por um período de carência, que é um lapso de terminado de tempo, geralmente de dois anos, em que nao há a obrigação de indenizar, mesmo que ocorra o evento morte. Esse período carencial temporal tem precisamente o efeito
de desestimular a contratação de seguro de vida por suicidas deliberados (voluntários), isto e, evitar que a deliberação de suicidar-se seja re/orçada pela perspectiva da indenização securitarla, firmada em favor dos beneficiá
rios. Apos o decurso de um biênio, reputa-se superada a premeditação.
3.12. Relativamente ao seguro de aciden
tes pessoais o quadro é diverso; primeiro porcídio é um evento expressamente excluído cobertura. Assim, no seguro de acidentes pes' soais torna-se inviável o êxito da premedita ção do segurado pois, se ele cometer suicídio, voluntário ou involuntário, não haverá inde~ nização a pagar. No seguro de vida, pelo con-
3.10. A prática do suicídio, em qualquer das suas circunstâncias de voluntarledade, vida e de acidentes pessoais. Nos contratos de seguro de vida há a exclusão da cobertura securitária, se o suicídio do segurado ocorre
sem o
dependência da causa acidental, haverá cobertura, compreen-
^Quela" n
acidental exclusivamente
carência e, em segundo lugar, porque o sui
tTarío, haverá cobertura para o suicídio, desde Que transposto o período de carência.
ouirem, limpar uma arma carregada, cruzar
^■^5. Teoria do ato perigoso imoiivado
aproximação de comboio, enfrentar um touro
seguro de acidentes pes-
^'do nnr
®
visào
conceito de perigo. No julga o TJRS, através
visti
Gamara Cível, esposou ponto
ato
homp^ ^^hipanha" os
r,^^nsbordnn+ nublem Dara
^^rostamenfn^
os jul-
n ^ssimn o ^^eíçoaram a um critério persoS!rigoso para avaliar o caráter 0n°hdiçõçg pratlcado. Embora deixar de reconhecer que as ^êm influência na deter-
ambém. nnf ^ perigo, forçoso é admitir, Pode avaliação da intensidade do C5e, . ^vos rriQi! ^PÇ^^urada por critérios quanrí o at.n f objetivos. Por perigoso há de d nem consciência do homem co-
o Professor NICOS PULANTZAS foi liin doe mala
indenização está adstrita não sd ao resultado
(como no seguro de vida), mas sobretudo à causação desse resultado, que deve ser urn
22
"O Estado em Crise", "O Estado, o Poder, o Socíallamo" e "Hegemonia o Domlnaç&o no Estado Moderno" —, estáo traduzidos em diversos Idiomas, inclusive o
acidente pessoal, tal como definido exaustiva
Português.
de acidentes pessoais, o dinamismo indeidza-
mente nas cláusulas contratuais. No seguro
feroz, entrar num prédio em chamas ou amea çando ruir. etc., são atos que, sem dúvida ne
nhuma, sempre representarão perigo, por mais esperto que seja quem os praticar. Mas, a exi gência da cláusula securitária, para efeito de exclusão da indenização, é que o ato reconhe cidamente perigoso não seja motivado por ne
cessidade justificada. Se a prática do ato pe rigoso for motivada por motivo altruístico, ou para evitar perigo maior, ou para salvar pes
' W I
soas ou bens, nao se aplica a norma contra tual excludente da inderüzabilidade do even
que o determinaram; no dia 4 de agosto de 1959. um mcendio de vastas proporções irrom
peu na Casa de Saúde Dr. Césaf Cais Sn
Forta eza Os doentes internados no referido
hospital tenam morte horrorosa por <íufoca mente e queimaduras. Um jovem estudante de apen^ 17 anos de idade. João Nogueira TT, l e da saudoso Desembargador Juca Filho sua mulher, Dona Maria JosNo gueira de Menezes Jucá, chegando ao local
do sinistro, corajosa e heroicamente penetrou no prédio em chamas, por repetidas vezes remôvendo os internos e isolando.os tubos dè oxigênio, de modo a evitar explosões Er^ conseqüência da sua exposição ao fogo e daí
nem covarde, assim consl-
exigir que o segurado, a
no
°
3.2
excludente da indeni-
acidentes pessoais (Cláu-
Cobertos e Riscos Excluídos,
Excluídos, letra g). Para
faz i"
• PPtiertura, em caso de verificar se há um
dn biotivou npricr bip^^ação rin T ,
. cartífer perigoso do ato reconhecimento ® semi-social na
período carencial.
renomadoe. talvez mesmo o maio renomado político marxista contemporâneo. Os eeua livros principais
11, .
graves queimaduras recebidas, o estudante Juca veio a falecer no dia 11 de agosto de ai^nira « „il. prática de ato perigoso, 1959, precisamente no dia dedicado à clas<íp erS perigo e passe a ver estudantil, que ele heroicamente dignificou Vfiil^oiacân Hr, apenas fora da rotina. Na Posteriormente, a Câmara Municipal de For dft ^^cará perigoso, o Juiz taleza deu a uma, das ruas do Bairro da Ser sih ^^^0. mpnc, as circunstâncias nnha o nome de Rua Estudante Jucá em rip do perigo, bem cautelosamente a inten-a' justa homenagem ao jovem e inesquecível como investigando m Seciinfâmbito do heroi. Uma ação como a do estudante Jucá ornada com a heroicidade, ensejada por mo tem-se o ato reconhecida2a ® justif^r^^ ® ^e>tivado por necessi- tivos exclusivamente altruístas, deve ser sem <;p K
de
^eja
No seguro de acidentes pessoais a
perigos era a rotina da
entrar no mérito do entendi-
sempre que se verificar o evento morte, ainda 3.14.
"1^"^ da campanha, pois o 23
^®nto
linha do trem estando aberto o sinal de
to. A necessidade justificada absorve a prá de um rio caudaloso, por' tica do ato perigoso e neutraliza o dispositivo labor rural ("homem da indicador da exclusão da indenização. expressão gaúcha). EntendeDeve ser recordado em caso de nra^ travessia de um rio tica 3.17. de ato eminentemente perigoso, mas ole^nn^^^nía ato perigoso para o namenfe justificado pelos altruisticos motivas era representativo de
Vida A,. *7^
3 16
3 ^ Ri®
que por suicídio, desde que já transposto o
^ periculosldade
quem o pratica. No caso
^Qva-se o °.J^^B^an:iento da Corte gaúcha, tra-
gura é a vida do segurado, devendo o segu rador pagar a indenização correspondente,
carência da apólice de seguro de vida, a não
°
snh « " A
da eficácia do seguro. Todavia, os Tribunais têm entendido que a cobertura securitária é exlgível do segurador, mesmo que a morte do
ser que o segurador prove (o que é bastante
levado a uma excessiva
^®nto Ho A da sua ia
3.13. Não há confundir, assim, os dois contratos securitários, pois cada qual tem ob
segurado ocorra por suicídio e no período de
ser enten-
perigoso. Essa ausência de pro-
^^bjetivaf.3^^
na fluência do chamado período de carência
jeto distinto: no seguro de vida o que se se
mente perigosos. A prática da "roleta russa", o manuseio imprudente de arma carregada por pessoa não adestrada, apontar arma para
na rnnn ^ satisfizer às exigências previstas ^onceituaçao securitária.
ção da proposta ou na taxa do prêmio". Me lhor seria se, ao invés de "segurado", se ti
me o risco de tal efeito, mediante a prática
especial ao estudo dos contratos de seguro de I ■ ■ 1 •
declarações verdadeiras e completas, omitindo
que^no seguro de acidentes pessoais não há
interessa ao estudo do Direito Securltárío, em
; ■:
consciência. "Tal hipótese estaria regulada pelo art. 1.444 do C. Civ., que prevê a perda do direito ao seguro, "se o segurado não fizer
-se, com agilidade, no último segundo. Não quer morrer o suicida Involuntário, mas assu de um ato perigoso.
■' ■ .
evento que já estava deliberado na sua
não exime o segurador do pagamento do segu ro". A orienta.ção jurisprudencial tem por base a relevante circunstância de ser praticamente rapossivel provar a premeditação do segura
luntário, em alguns casos,
' 'Á
tuito de fornecer indenização securitária para
motivos ideológicos — é o caso do Professor
patológico, pode-se contudo ver no suicida vo
■
vida foi contratado pelo segurado com o in
pta prestigiado pelo STF, que inclusive edi^tou súmula (n. 105) preconizando que, "salvo
3.9.
1 .
escrito idôneo) que houve premediíaçáo por parte do segurado, isto é, que o seguro de
acolhidas e respeitadas, por efeito de "exces so de consciência", numa espécie de "desilu são ideológica", se matam. Um exemplo recen te do "suicídio ideológico" — ou suicida por NICOS PULANTZAS, em Paris. 22
t
difícil, exceto quando o segurado deixa um
mfníe
Tem-se como reconhecida-
rt bi; Q
' n ato temido pelo homem co-
Ponte p^^S.cnnium não se disporá a saltar
do aí, a mergulhar na sanPuriBoSH seriam SOsos em^n manifesta manifp.«;t.fl ^tos mínifLL p reconhecidarppnnV.o/vi.^«_ senam não nao «SV^SOS, ws, como 6 ''urupruaência BrasUeira", toI. 3. p. 279,
pre lembrada como exemplo de desprendi
mento e virtude.
3.18. Não é a casos desse tipo, evidente mente, que se destina a norma contratual do seguro de acidentes pessoais, excludente da indenizabitidade do evento. Também não se aplicaria a caso como o da jovem mãe de família do Rio de Janeiro que, tentando evitar
a queda de uma criança do terceiro andar de um prédio de apartamentos, despenca ao solo juntamente com o menino que pretendia socorrer.
4. a SÚMULA N. 105 DO STF 4.1.
Através da Súmula n. 105, o
tr; • STF
assentou;
•1
I .785*Pag.06*22. 1
BI . 785*Pãg.07*22. 1 O.84
ifri i "íiMííÍTl(11itfÉMÍ
jiiiHd
do seguro de acidentes pessoais. CllondIçÕes de
cobertura e tarifas essas que são emanadas do próprio Poder Público, qual a Superinten"Salvo se tiver havido premeditaçao, o
suicídio do segurado no período contratual de carência não exime o segurador do pagamento do segura."
4.2. A primeira observação a íazer pertine à circunstância de que a referida Sumura diz respeito ao s>iro de vida, e não ao de acidentes pessoais, que é de outra modali dade, embora o próprio Supremo já tenha ensaiado estender a orientação da Súmula n. 105 também a este outro tipo de contrato
securitário. Mas deve ser assinalado que, den tre essas duas modalidades de seguro privado,
só o de vida é que tem período de carência, Não existe período de carência no seguro de acidentes pessoais, precisamente por- , visar este tipo de seguro à cobertura de danos pes soais (inclusive a morte) decorrentes de even
tes, e por isso os tribimais belgas e franceses, segundo OLAVO DE ANDRADE, têm resolvido
sempre que quando as companhias estipulam que o contrato ficará resolvido em caso d? suicidjo, tal cláusula deve ser entendida res
tritamente. no sentido de só atingir o suicídio voluntário." 25
4.4.
Contudo, como adverte o Min. CHA
VES. essas conclusões são aplicáveis ao con trato de seguro de vida, mas não ao de aci dentes pessoais, cuja cláusula contratual
tam normas jurídicas baixadas pelo Poder Publico a que se pretenda negar aplicabili dade. As normas operacionais das sociedades seguradoras, baixadas pelos órgãos públicos normativos integrantes do Sistema Nacional
®^Suros Privados (DL n. 73/66, arts. 7.° e
'jí possuam eficácia plena, pois com inseridas ^tao elas no ordenamento jurídico, nível jjp^^^^Qnico comparável ao dos decretos fetflr
^ Infração a tais normas regulamen-
constitui, na lição do mestre FREDERI-
ef ..^^I^QUES ofensa a Direito Federal, para j.jq 2 tratari-
admissão de recursos extraordináinfalível observação do eminente
das
cluídos da cobertura vários eventos, entre os quais o suicidio e a tentativa de suicídio, vo
enseiQH^ a direito federal objetivo, jaaorainfração do recurso extraordinário.
a sua causa, inclusive se vier a ocorrer por
luntários ou involuntários. Analisando decisão
suicídio, após a transposição do período de carência. Ora, são dois tipos sccuritárius ma
entendendo que "no (seguro) de acidenteç. pessoais, também não se exonera o segurador
nifestamente distintos: enquanto no seguro
se a morte ocorreu por suicidio involuntário
de vida se dá ênfase ao evento final (morte
do segurado", o Min. PEDRO CHAVES observa
do segurado), no seguro de acidentes pessoais
que essa decisão se fundou na assertiva do seu
se enfatiza a causa inicial (ocorrência de um acidente). O seguro de vida tem maior ampli
eminente reiator, que considerou irrelevante
da morte do segurado, qualquer que seja a
^ ^Esobservâncía de normas contl-
^^gnlamentos, regimentos ou decretos
CONCLUSÕES
denil'
hipóteses de danos acidentais, excluído defi
"Dado o sentido restrito do objeto, no con
nitivamente o suicídio, quer voluntário, quer
trato entre a seguradora e a empresa, bem poder-se-Ia mserir a cláusula
exoneratória,
no tocante à perda da vida em acidente, u que o assegurado desse causa wluntária on involuntariamente." 26
zação do Poder, Publico e que as condições operacionais dependem
de
regulamentação
precisamente para a Ucitude das estipulações
Pais, e ainda porque a procura voluntária do
morte de alguém por ele mesmo praticada, só o considera voluntário quando executado
sob premeditaçâo, por pessoa em seu juizo."24
FORENSE. 1977.
MONTEIRO, WASHINGTON
DE BARROS, "Cureb de
Direito ClvU". Saraiva. 1975.
invoiun,..9® riscos de suicídio, voluntário ou
PEREIRA, CAIO
hiotivari
RODRIGUES, DIRCEU A. VICTOR, "O Código ClVÜ perante os Tribunais".
outfog ^ bertyp'
'®
prática de ato perigoso não.
necessidade justificada, dentre expressamente excluídos da co-
®^SUrn ,,®®^Pritária deferida pelo contrato de ^ acidentes pessoais.
MARIO DA
SILVA, "Instituições de
Dlrélto ClvU". FORENSE, 1970.
RODRIGUES. SÍLVIO, "Direito CivU", Saraiva. 1972.
SANTOS. J. X. CARVALHO, "O Código ClvU BrasUelro
Interpretado", Freitas Bastos, 1977. SANTOS, RICARDO BECHARA. "Considerações a Excludente
de Suicídio em Seguro
sobre
de Acidentes
Pessoais".
Direito Processual CivU", Saraiva, P. 178.
WALD, ARNOLDO. "Curso de Direito CivU BrasUelro", Sugestões Literárias,' 1074.
UZIDO
DA
REVISTA FORENSE - NÇ 283 - 1983 - Pãgs. n? 85/93)
de sua cobertura, o suicidio, voluntário ou
impeça às partes convenientes, num contrato
gurado, que se referindo ao suicídio, que é a
cessual ClvU", Saraiva, 1975.
MARTINS. PRAN, "Contratos e Obrigações ComerclalB",
"Afinal, as condições de acidentes pessoais
dessa natureza, segundo o qual ele deve ser independente da vontade do segurado. tanta magnitude à inexistência de nexo entre a verificação do sinistro e a vontade do se
cisco AJves, 1957; "Direito das Obrigações", Editora Rio, 1977.
CHAVES, PEDRO. Parecer. 1972. GOMES. ORLANDO, "Contratos", FORENSE, 1975.
excluem, legitima e expressamente, do âmbito não.
Dá a lei tanta importância à questão da
BIBLIOGRAFIA
BEVILÁQUA, CLóVIS, "Código ClvU Comentado". Fran
blico, dizendo:
risco fere o principio angular dos contratos
voluntariedade na procura do risco, atribui
As normas constantes das apólices
BECHARA SANTOS,27 que chama a atenção contratuais celebradas entre as partes contra tantes, sob a égide fiscalizatória do Poder Pú
A proibição encontra ampla justificativa
VIL
securitárias se integram no ordenamento ju rídico positivo com nível de direito federal objetivo.
oficial. Outra não é a observação de RICARI^
assim considera a que resulta do duelo ou sul-
na circunstância de serem ambos esses fatos atentatórios da moral social e da lei penal do
função dos quais se estabelece
do seguro.
4.5. PEDRO CHAVES observa ainda que as sociedades seguradoras estão sob fiscali
proíbe o seguro contra a morte voluntária e cidic.
que expressamente recusou assumir e pelo qual não percebeu qualquer contraprestação.
MARQUES. JOSÉ FREDERICO. "Manual de Direito Pro
o prêmi
finalmente consagrado pelo C. Civ. Visando proteger a atividade produtora do homem, contra o risco da morte, a lei civil
responsabilidade pela indenização de um risco
Min. VILLAS BOAS (...), como relator do a sua docência:
nossa legislação, posteriormente tolerado e
IV.
VI. Embora possa haver compadecimento da situação dos beneficiários de um segurado suicida, não é jurídico impor à seguradora a
LACERDA, SAMPAIO DE, "Curso de Direito Privado da Navegação". Freitas Bastos. 1969.
assumiri ^^^^ratualmente limitada aos riscos
E não há na lei nenhuma proibição qúc de seguro de acidentes pessoais, estabelecerem
a excludente de suicídio, qualifique-se ou não. Se existe algo em discussão, diz respeito ao seguro de vida e não de acidentes pessoais. Aliás, o suicídio, voluntário ou não, é incom
patível, por si só, com as tarifas e condições 25 RT, vol. 105/223. 26 Parecer citado, Vm.
27 ín "Considerações sobre a Excludente de Sui
24 Parecer datado de 18 de setembro de 1972.
''
entendido como substituto da Previdência So cial.
conceituado na apólice, que n-strumento do contrato securitário.
dapri ^ i^ipóteses da causação acidental do
contra acidentes peescais, assim manifestando
larga prática hoje, foi de início proibido pela
estipulação essa que não pode sofrer elasLérlo
interpretativo: o seguro privado não pode ser
éo
do contrato. O seguro de acidentes pessoais
"O contrato de seguro de vida, fator eco nômico e meio de previdência social de tão
V. É legal, legitima e lícita a estipulação que as partes (segurador e segurado) fazem, relativamente às condições de cobertura securltária, sob a fiscalização do Poder Público,
confunde as duas cspecies de seguro, PEDKO OI^VES cita doutrina do "eminente mestre
indenizabUidade exclusiva-
é mais restrito, só fornecendo cobertura às
4.3. A respeito do seguro de vida escre
ria ou involuntariamente.
tuentp ■
RE n. 31.331, salientando tratar-se de seguro
veu o Min. PEDRO CHAVES:
vencido o período de carência da apólice; o seguro de acidentes pessoais excluí o suicidio da cobertura, quer se dê este evento voluntá
a distinção entre o seguro de vida e o de aci dentes pessoais. Divergindo dessa diretriz que
riamente nos dois primeiros anos de vigência
involuntário.
do segurado, mesmo que por suicidio, após
^^^nro de acidentes pessoais a in-
està ^ do dano ocorrido ao segurado trin„f\'^®P®^^ência da causa respectiva, ads-
legaPp ^ responsabilidade do segurado^ é
como tal entendido aquele praticado volunta
;* ' í
causas várias que obliteram a vontade do se gurado está compreendido entre os riscos pre vistos pelo segurador, risco que só pode ser excluído por convenção expressa entre as par
(item 3.2) frisa expressamente que estão ex
sua causa, ressalvado o suicídio premeditado,
,i à
"O suicídio involuntário determinado por
d^èncla de Seguros Privados, publicadas no DO com força de lei." 4.6. É realmente contraditório que exis
tos exclusiva e diretamente externos, súhitof, involuntários e violentos. O seguro de vida dá cobertura ao evento morte, qualquer que seja
tude de cobertura, pois garante a indenização
'' ■ (
No mesmo trabalho doutrinário, o Min. PEDRO CHAVES aduz:
IV. É juridicamente relevante distinguir o seguro de vida do seguro de acidentes pes soais, para efeito de apreciação das respecti vas coberturas: o seguro de vida cobre a morte
cídio em Seguro de Acidentes Pessoais".
Mí»
BI .7B5*Pãg.08*22.10.8/ BI .785*Pãg.09* 22. 1 O.84
r I
I
iv i' 1
PROCESSO NO 845/83
Quanto ao mérito, verifica-se que o autor portava jóias seguradas,
3? Vara CTvel Comarca de São Paulo
.colocando-as no bolso interno do paletó, quando se encontrava no aeroporto interna -
Relator: Juiz Pedro de Castro Júnior
f
Milão, na Itália, tendo as mesmas desaparecido sem que se apercebesse o au
aconteceu, percebendo, apenas,^o desaparecimento, quando verificou, como o "•3 constantemente, se ainda as possuía.
V I S T O S, etc.
JÚLIO LERNER, qualificado na inicial, propos a presente açao ^
Quer dizer,ao então, subtração jóias não ocorreu mediante ^oubo ou furto qualificado, menos que nos atermos em quedastais situações vêm caracteri-
indenização por ato i liei to contra PORTO SEGURO COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS,
cláusula 2à da apólice, que cuida dos^riscos cobertos pelo contrato de segu gando que estava no aeroporto internacional de Milão, na Italia, em local repletO' ro, u"? Vai ffi o s do — ^^i^õrar aqui que a cobertura securitaria se liiimita exclusivamente aos tere, após a entrega da bagagem, locomoveu-se para o salão de espera para embarquE^ contrato, cujas normas não podem ser interpretadas ampliativamente. como portava, normalmente, objetos de valor de propriedade de sua irma, a todo i^;
tante verif^icava se os mesmos estavam em seu^poder, notando então a falta dos objt
efeito, não ocorreu, como pretende o autor, o furto qualificatos que foram subtraídos, dirigindo-se a policia para registro da ocorrincia. " do cara t lo, e ^cerizado no contrato, dado que nao houve destruição ou rompimento de obstác^ Brasil, surpreendeu-se com a negativa da ré em pagar o valor das jÓias, que esta' de entrad escalada ou utilização de outras -vias que não as destinadas a servir vam seguradas, posto tratar-se de furto qualificado, porque mediante rompimento j
obstáculo e com esforço, inexistindo falta de cautelas. Pede a condenação_da J ao ressarcimento dos prejuízos causados ,^apurãveis em processo de liquidação ? ^ sentença, com os juros, a correção monetária, as custas processuais e os
bonon
rios de advogado.
Na contestação, pediu a re a denunciaçao da lide ao DE RESSEGUROS DO BRASIL. No mérito, aduziu que o seguro foi contratado contra
de
local onde se encontravam os bens cobertos, como também inocorrem em-
^ gazua e instrumentos semelhantes. O que aconteceu foi a burla ® vigilância do autor de modo a classificar a subtração como simples furta situação, não constitui objeto da cobertura securitaria.
Acresce que o autor mantinha as jóias em um bolso do paletó, r^spQç QM JJg® o contrato de seguro, em sua cláusula 4a, ao cuidar dos riscos excluídos,
en-
comn K cobertura para a perda e danos de jóias seguradas, quando transpor/^•"dade °-^9agem, a menos que levadas em maleta de mao. A atitude do autor, na é limitado, contratualmente excluídos eventos que nao são da responsabilidade , Para a ° enquadrou na previsão excepcional (maleta de mão) e, tudo indica, ser ré, como os constantes da cláusula 4^, letra "G", cuja inexistência de gt ^gi^avar os riscos do seguro.
bo, de modo que o risco segurado assumido pela seguradora e restrito pela apoli^^
torna improcedente o pedido do autor^ pois o sinistro, como ocorreu, — desapa''^j; mento de jÓias e não provada a existência de roubo ou furto qualificado, —
Diante do exposto e pelo mais que dos autos consta, JULGO IMPROCE-
tem cobertura.
de iní
o autor responder pelas custas processuais e honorários de ad-
sobre o valor da causa.
Na réplica, impugnando a contestação, o autor insistiu no inicial.
' • • ofereceu . . r. adu^i Deferida a denunciaçao da lide, o denunciado contestação
do que a posição do Instituto no feito deve ser entendida como 1itisconsórcio ^ efeito meramente processual, traduzindo a posição de assistente-Impar. Argoi^ív-j' bém, a ilegitimidade de parte do autor, por não ser este o proprietário das 1 sinistradas.
Vo
. Torno esta pública em Cartório, para que, após Uvrado o respecti6ja registrada no livro próprio, fazendo-se as intimaçoes necessárias. são Paulo, 19 de julho de 1984"
No mérito, subscreveu a defesa da seguradora. Contrariou o autor a defesa do denunciado, insistindo no
1' ' ! ■ '
.pe
ass ,i inicial, soorevindo despacho saneador_^contra o qual interpuzeram a ré e seu seu aS tente agravo retido. Em audiência, não hòuce conciliação e tão pouco produção
provas, reiterando cada uma das partes as razões já anteriormente expostas E O RELATÕRIO.
DECIDO.
Em face da interposiçao de agravo retido contra o despacho^
dor, cumpre voltar a questão rejeitada por aquela decisão, relativamente Í ■> ' midade "ad causam" ativa.
Inicialmente, "data venia", entendo que q agravo nao deve nhecido na interposiçao da re que nao pre-questionou a matéria em sua contes pois a questão somente foi levantada na defesa apresentada pela assistente. No entanto, a arguiçao do Instituto merece rejeitada,
legitimidade "ad causam" do autor decorre dos termos da apólice em que figura autor e/ou sua irmã, com o que atribui-se a um ou a outro a legitimidade. Ma
BI.785*Pãg.11*22.10.84
nho, portanto, o despacho saneador.
BI.785*PãgJ0*7^ rs •-
-
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r Ml imüÉii i
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IMPRENSA
íornol d@ Oonuttereio
1i ' f 1
Seguro e Custo de Vida Luiz Mendonça I
Discute-se agora na França se o seguro
sobrevivência,
eficial do índice de custo de vida. A discus-
transporte,
sào nào é nem poderia ser ociosa.- surgiu porque a compra de seguro já é item da or
'
t
t
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t75 variações de preçós em itens fígados à
■privado deve ou nào figurar no cálculo
alimentação,
vestuário,
habitação,
higiene, lazer,
educação. Não se tem notícia de que alguma
vez já se haja cogitado de apurar as osci
dem de 2- a 3 por cento, no orçamento doméstico de cada francês. Esse é um prato novo para os economis
lações de comportamento nos preços pelos quais as pessoas costumam comprar se . guros: mesmo porque esse costume ainda
ta daquele pais. E nos círculos governanentais alguns especialistas começam a opor-se à inowçõo. A legam que iria ocorrer
está longe, nesse item do seif orçamento^ de
'duplicidade no cálculo do índice, pois na es-
^tura deste Já estão incorporadas as
denizaçôes de vários tipos de segures (sodretudo do seguro de automóveis). Assim
sendo, a inclusão do preço do seguro
(prêmio) realmente daria lugar á dupla con tagem.
Os técnicos em indexação acrescentam ^tro argumento contrário à nova idéia: a
'^riedade das tarifas de seguros, provocadas pelas diferentes combinações de coberturas
dos planos comprados pelo público, iria lor-
Jjor impraticável ou muito dificü o còmputo ao seguro no custo de vida. Portanto, o
^fUério atual, que considera tão-somente as tftdenizaçòes, continua a ser o melhor in dicado.
O que o francês aplica na compra de
^uro privado pode já ser expressiva fatia ^0 seu orçamento — expressiva se compurada cotn a de outras países; mas cer-
tqmente perderá expres.são se posta em *^otejo com o que o próprio francês dispende previdência social. Esta última, sim, P^sa no cu-sto de vida — cotio pesa era lan-
>os outros países, desenvolvidos qu não. No Brasil, o cálculo do índice de custo de não pretende quantificar mais do que
não é muito difundido. O brasileiro ainda
chegar aos 2 ou 3 por cento dó francês Exatamente por não ter significação no orçamento doméstico, deixa de ter cabi mento sequer discutir se o seguro, no Brasil, deve ou nào figurar no cómputo do índice de custo de vida. As raras oscilações de preços do seguro são aparentes: consistem em reajustamentos tanto do prêmio quanto da
importância segurada, deixando intacta a tarifa, isto é,* a relação entre aquelas duas variáveis. E assim mesmo as oscilações, quando ocorrem, não chegam a emparelhar
com a taxa da inflação. Em tais condições, a
inclusão do seguro no cálculo do índice de custo de vida, nem mesmo serviria para criar a ilusão de uma alta menor daquele ín
dice. Fhjis oseguro, além de pouco represen tativo como item orçamentário dos brasi leiros. é percenlualmente tão ralo ccmo componente do custo de vida, que a ele
vação deste último em nada se influenciaria, ainda que as tarifas das empresas segu radoras baixassem. Além disso, a verdade é
que hoje .se compra menos seguro no pais,
mesmo sem elevação do seu preço. Quando
muita gente corta despesas nos demais itens e aié mesmo no item alimentação, não se
pode esperar interferência alguma do seguro no índice de custo de vida.
BI.785*Pãg.01*22,10.84 -j.
T-rrvr-w-w,— .
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NMCADO SüKiUUAIXm
F.dilor: AlberloSalino
Albrecht não quer resseguro livi
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Decisão sobre Uaico só com
novo Govemó o prciidcrue do Insfiiuio de Resseguros do Brásil (IRB), Ernesio Albrecht, manitcsiou-se oniem contra a tornada dc qualquer decisão sobre o desimorda
RESSEGURO EXTERNO
Uniied Américas Insurancc Co, (Uaico), ainda dcn tro de sua gestão. "Vamos esperar mais h mc^cs c
O resseguro, tanto inierno quanto externo, nào deve ser li\Te no Brasil. Esta é a posição do
presidente do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), Ernesto Albrecht, manifestada no II Congresso Estadual dos Corretores de Seguros de São Paulo, que termina hoje. Para ele, a
rigor, nenhum proveito ou vantagem resultaria da liberdade do resseguro interjjo — de ordem
técnica, econômica e muito menos de natureza
operacional. Em termos operacionais — pros seguiu — só se poderia esperar dificuldades ex
Sobre a sua posição contrária ^ liberação do resseguro externo. Albrecht a fundamentou
fazendo um histórico do processo de monopolizaçào desse tipo de operação, bem como da
sua necessidade, que culminou com a criação
do IRB, com o objetivo de integrar o seguro na ~ec(aiomia nacionahtixie estè^calcaJo em cima
de duas razões basicas: aplicações dás reservas na economia onde foram geradas, e a inevitável tendência do seguro para a internacionali zação.
tremas, a começar pela definição de áreas e de
■í
!
planos para demarcação de fronteiras entre as c^eraçòes do IRE e as de outras empresas resseguradoras.
"Para que tornar complicado o que pode ser até extremamente simples?", indagou. O
ressegiir*^ —~ disse eie — é tecnicamente um ins
trumento de divisão de riscos e, nessa função,
a ele se eqüivale o coseguro. Na sua opinião, fazendo uso cada vez maior do co-seguro, para
alcançar mais dispersão das responsabilidades
do seguro original, o mercado terá um caminho ipara «obter., .em; í«gim.e de. liberdade, maisaproveitamenio de capacidade reLeniiva em operações de primeira linha; sem com isso in troduzir perturbações ou dificuldades fun
l: y:
cionais nos mercados de segunda e terceira
linhas, que são os de resseguro e da retrocessào, aos quais está reservada a importante mis são de resguardar o próprio mercado interno
'
causa, de acordo com suas palavras, a falta de incorporação ou de integração da atividade seguradora à estrutura econômica brasileira.
Dai, revelou, a missão inicial do IRB, ajustada às circunstâncias da época: "nacionalizar o mercado de seguros". Entretanto, admitiu que
e importante manter aberta a janela de ligação do mercado interno ccxn o exterior.
dodia 21 de setembro passado. Admitiu, entretanto,
que a transação, que pressupõe existir a iniençàQ.de alguém compr-ar, proporcionaria bom rendimenió; ia que em aplicações a Uaico possui US$ 40 milhões,
guradoras nacionais (25®-'q), operando no mercaüòlle Nosa Iorque. Hà pouco mais de I mês, seus scVros, incluindo ai norte-americanos e alemães, levantaram
a possibilidade de aumentar seu capital para USSi25 milhões, em siriudc dc uma nova realidade surgKJa
depois-que o Departamento de Seguros daquele-, tado baixou instrução para quo.os corretores não
coloquem seguros em empresas com capital infenq^ a USS 20 milhões, bem como co-responsabilizandòjus pelo
Ernesto Albrecht crê, dentro de sua análise,
que também è de suma importância manter um esquema de centralização do resseguro. Se isso nào acontecer, previu, a janela que o resseguro
abre para o exterior, hoje estreita, certamente ira
escancarar-se
de
forma
sistemática
e
que tanto maior, mais enfraquecerá o mercado segurador, como ao mesmo tempo mais imporá
dos prêmios do meroado interno".
Vargas, "o sangue e a vida da nacionalidade",
Victor Afthur. Rcoault, há três semanas. çonlc9|ne
publicou o JORNAL DO"COMMERCIO na cd^o
A Uaico é u ma empresa brasileira, com capiiajiie USS H milhões, controlado pelo IRB í.M)«'o) éfm.-
tancial volume de divisas, que tinha como
terior, hoje mantido na modéstia média de 4^o
terá exportado essa poupança, que e. como dis se ele, usando as palavras do presidente Getulio
pelo presidenfe da federação Nacional das EmprHfc^ de Seguros Privadotv e de Capitalização (Fenasag),
segundo ele, se drenava oara o exterior subs
cia externa. "Uma dependência — salientou —
ecOTÕmico que a tenha gerado. Portanto, pon derou, quanto menos cobertura de seguro: ou de resseguro se compre no exterior, menos se
Dessa forma. Ernesio Albrecht procurou iiao comentar a proposta de venda da seguradora, feita
embora também tenha compromis.sos a saldar.
cc*itra uma crescente e desfavorável dependên
Seguro, segundo ele, è instrumento de cap tação de uma ptxipança sul generis, que deve ser aproveitada ao máximo no próprio contexto
tir dc 15 de março (do próximo ano), definir o'ü^uc Jeseser feiiocom a empresa", anundou ele.
absoluto de capitais e empresas estrangeiras,
gradual. "E nenhum de nós — garantiu — terá condições de prever até que nível se elevará o
á economia nacional um crescente e desneces sário sacri ficio de divisas." 1
Quando o seguro no Pais era de controle
dei.xar para a nova adminisiração, que assume a wr-
Índice de transferência de negócios para o ex
A centralização do resseguro, assinalou, permitindo aglutinar toda a massa de exceden
te das empresas seguradoras, para em-seguid*' redistnbui-la até o esgoiament,o de twla a capacidade retentiva do mercado interno, é na
verdade a fórmula insubstituível para mini mizar o índice dos resseguros passivos nego ciados com o mercado externo. "E negociados COTi maior poder de barganha, porque a cen tralização significa a negociação era bloco", setenciou.
que vier a acontecer ao segurado nos cascí'âe
falência.
'''i
Sobre essa ,exigência legal, Albrecht saliefrtou dcsconhecê-la. "O que há — afirmou — è que as em
presas de resseguros com capital abaixo de USS 20 milhões nào conseguem realizar bons negócios": De qualquer forma, as empresas brasileiras rejeiiatTLa proposta de elevação de capital da Uaico, decisão,qjue
o IRB acata e segue, segundo garantiu .seu presii;^.
te. Para afastar a hipóiese da capitalização, secundo Albrecht, as seguradoras nacionais argumentam que nào vale á pena no momento investir num mercado que está bastante retraído, o que torna ainda mais
difícil acompanhar suas operações à distância.
Sobre o desempenho da Uaico, Ernesto Aibrechi assinalou que o seu coeficiente sinisircprémio esta acima da média do mercado norte-americano, qüe e
de lüTUy, girando um volume anual de prêmioseairo US$ 15 a 18 milhòe.s, embora este ano suas operaç6es mantiveram-se pieralisadas. Adiantou que na pró
xima semana os socios da empresa se reunirão màis uma vez, em Nova Iorque, para discutir o aumeríio
dc capital, que, em assembléia passada, já havia ^ntlo deliberado, ficando a diretoria autorizada a frrumovè-lo. Enireianio, prosseguiu, sem fixar quando e de quanto será a elevação.
BI.784*Pãg.03*22.10.84
1
As contas
do Lloyd's
O plano de ação da ACS,segundo Afif 'Vif;
o Lloyd's é instHuiçio trâdicíonaJ e
sul gerreris. N6o se trata na verdade de uma empresa, mas simplesmente de uma
4
tachada para 430 s/nd/cafo« entre $1 in' dependentes. Os sindicatos sào composfos de membros (pessoas tísicas) e hofe,
plantar o Código de Eiica dos Segu
no conjunto, e/es somam 23.438 sócios,
sociação das Companhias de Seguros (ACS), entidade que congrega em-
radores.
geralmente ieigos em matéria de seguros.
Assinalando mais uma vez que a
Não só leigos, mas também ausentes,
prcias ilc seguros de iodo l'ais, em 24
Associação das Companhias de Se-
pois os sindicatos s3o adfn/n/jíMtfoj por
de setembro passado, Gáudio Alitl
guroi>se dedicará á área de prestação de sersiços, Afií Domingos salientou
firmas contratadas.
qqc.Ch aspecios ictnicos dojncrcado
dades do Lfoyd's aprovaram novo siste
Beílo para a presidência da As
i;
Luís Mendonça
Domingos, que substitui Caie Cardoso
de Almeida, iravovi as meus, cm li nhas'gerais, que a sua diretoria seguirá prioritário que será dado a preparação
segurador estão afetos aos sindicatos e á Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capiialiiaçào
de sersnços para as seguradoras as
(Fenaseg),
sociadas.
duplicichde de funções entre as duas
no biênio 84/86, reiterando o proposio
O novo pre.sidente da entidade, que è membro eletivo do Conselho Naoonai de Seguros Mvados (CNSP), destacou, entre os pontes de seu
não
havendo, portanto,
entidades,
A nova diretoria da ACS, a ser em
Há pouco mais de 10 dias, as autorh
ma de contas para tala sindicatos. O obje tivo dessa reforma é taier com que as
■demonstrações financeiras se tornem cla ras e realistas ("irue and fair"). de tal ■maneira que no encerramento contábil da$ operações os sócios fenftam noção exata dos verdadeiros resultados dos ne
para a formação dc prollssionais do
possada no próximo dia 25, em São Paulo, é composta ainda pelos seguin tes empresários; (.^rnilo Marina, Francisco Cauby Vidigal, Ja^me Bra.sj!
setor, alargando o mercado de tra
Ciartinkel, Joaquim Borges Aranha,
Afoore publicou, no Pnancíôl Times, ma téria sob o titulo "A Revolução Cutturel
balho. e a formação de um Cadastro
Pedro Pereira de Freitas, Rubens dos
dá mais um Passo". E no corpo da ma
Nacional de Carros Roubados para ser
Santos Dias ç Sérgio Charles Tubero.
lailt/afiis pelas cireunseriçòcs regionais
Caio Cardoso dc Almeida foi eleito
de tránsilo. Além. disso, pretende im
presidente emérito da entidade.
téria citou declarações do sr. lan Hay DaWsofl, a respeito do fíovo sistema de
programa, a implantação de iciccursos
gócios de seus respecffvos sindicatos. Sobre essa reforma o Jornalista John
contas: "Enfrentamos um grande proble ma educacional e temos um longo cami
nho a percorrer. Mas. há dois anos, tais
(REPRODUZIDO DA EDIÇÃO DE 12-10-84)
reformas seriam impensáveis no Lloyd's".
(O sr. Davlson ocupa um cargo de cria ção recenfe no L!oyd't.* o de CWeí Exe.cirtive).
Ao longo doa aeua quase 900 anos de oxistêncla. o Uoyd*s sempre teve .engre ''
* '•
nagem movida por um eixo propulsor: a confiança existente no releclonamento en
,, ':i'
tre seus membros. Por isso mesmo, suas
r''.
/egras e normas sempre forem tidos e
- 1"', i ■'. f
1970 os sindicatos apenas totalizavam 5 999 membros, quando hoje atingem um número de sócios que é quase Quefro
aceitas como Inquestionáveis. Entretanto, a Instituição cresceu muito, sobretudo nos últimos quinze anos. Basta dizer que em
v'.
vezes aquele. Além dessa nova dimensão, ocorreu também uma onda de escânda
los. abrangendo casos de alegadas apro priações indébitas de recursos dos sindi catos, ultrapassando a marca dos cem
„' ,1 1
milhões de libras.
Tudo
isso
velo
de
novo
à
tona
na
matéria do jornalista John Moora, certa mente è guisa de justlHcação para a re
forma contábil agora efetuada $ que será
de aplicação obrigatória e partir de 1995. As novas normas não sa limitam aos as
BU785*Pig.04*22.IflJÍ
pectos twmals das demonstrações finan
ceiras e prestações de contas. Estendemse Inclusive è documentação, que deve toda ela ser guardada num arquivo cen tral do Lk>yd's. Esse novo esquema de contabilidade
e de arquivo, como diz o Ilustre lornaltsta, é mais um passo è frente na revolu
ção cufturai (?) do Lloyd'«.
B1.785*Pãg.05*22.10.84
monopólio cai 'A pa.rlir de uma redefinição da po
1
I
Já que o Brasil não possui volume de
lítica do setor, deve-se pensar natural-
riscos que .permita negociações Isoladas,
j;ienie num mercado mais aberto, com menos tutela do Governo e conseqüente
caso a caso, no mercado intemaclcKnal
mente. com maior iiberdade de açáo," A declaração é do Presidente da Federa ção Nacional das Empresa,s de Seguros Privado.s e de Capitalização (Fenesegj, Victor Aithur Renault, feita ao comen
claro ainda que o IRB é necessário na
em condições vantajosas. Renault deixa atual estrutura do mercado segurador
a produção üidustriai venna
ascendo, o nível de emprego elevandoDIVISÃO DE ABEAS
orkiLSs.
nutenção do monopólio estatal de resse
Uma vez liberado o resseguro inter
guros, tanto Interno quanto externo, ma
no, criando ^im novo espaço de atuação para as gra.ides empresas seguradoras, o Presidente da Fenaseg concorda que
Paulo.
Na redefinição da política setorial, que provavelmente será promovida no
próximo Governo, Victor Renaut inclui,
entre os temas merecedores de det^te, a liberdade de comissão de corretagem, em primeiro lugar e numa etapa seguin te, a de tarlfaçào. "Esta evidentemente — diz ele — não 3X>derá existir, ou coexistir, com um sistema de resseguro Interno monopolistlco."
sinais de recuperação
nacional.
tar o pronunciamento favorável à ma nifestado pelo presidente do Instituto-de Resseguros do Brasil (IRB), Ernesto Albrechet, na semana passada, no II Con gresso Estadual dos Corretores de São
Mercado ainda não sente
dal possa originar-se uma segmentação do mercado, pois, com a queda do mono pólio. as companhias de seguros opera riam no setor de acordo com o seu por te e capacidade. "Hoje, ao contrário, to das elas disputam em todas as faixas de negócios", explica,
Varejista reagindo, as
Anesar das dificuldades, Renault laz
f^^^^^edendo a desempenhos
rar5^ «nda qualquer sinal de recupesuvSrt" oontrárlo. até mesmo os repatrimoniais, que vinham em
questão de frisar que as seguradoras nao estão em vias de encontrar problemas de liquidez "O mercado c sólido e está pre parado estrutural e tecnicamente para atravessar .períodos de crise como o de
infiAivs^ persistência dos rigores de umo
asora", ressalta, acrescentando que issO vem sendo demonstrado, pois em outroí»
sem
real j^ltiva, já começaram a
sent^H^'^
^ aquecimento, verlíi-
Para ele, não há dúvidas, entretan to, que o resseguiio externo deva conti nuar centralizado nas mãos do Estado,
cado ,
Uzarãft
Privados e de Capita-
tacâo^-^® atingiu 55® voltados para a exporo mercado de segumicaH^ reflete a situação econôeie somentA
Conglomerado assumiria resseguro dente da. Vera Cruz Seguradora, defende o fim do monopólio do resseguro Interno, me dida que, se adotada, eliminaria os confli
tos existentes hoje no mercado segurador braaUeiro, em especial entre os corretores e as empresas independentes, de um, lado. e 08 conglomerados financeiros, de outro. Já
as operações de resseguro externo, segundo ele, continuariam a ser centralizadas pelo Estado e negociadas em bloco com oa ressegxu*adores Intemaclonale.
Manhfces Barreto acredita ainda que náo haveria dificuldades para se disciplinar um sistema de resseguro interno lirre, que funcionaria fundamentalmente com as gran des seguradoras privadas, sem a partlcipa-
çfio do IRB (Instituto de Resseguro do Bra sil). Mesmo atuando no atacado, as com
panhias ligadas i£ instituições bancárias, diz
I'
4.
uma
toda aquecida. Prevê,
mente entre as independentes e os conglo merados financeiros, assim como entre aa
corretoras desses conglomerados e os corre tores, Estes, pensa ele, que também atuam
principalmente com empreaa», desejara con correr entre si em condições de Igualdade,
sem que haja alguém ganhando vantagem
reta da
área
de
empresas, .participariam
desses negócios, num sistema de resseguro livre
RLNT.ABU.IDADE BAIXA
Sobre o desempenho
negativo dü>
resultados patrimoniais, que até o come
ço deste ano vinham permitindo às se guradoras fecharem seus balanços com iucro. Renault explica que a rentabilida de de alguns ativos não tem acompa
nhado o ritmo inflacionario.
Cita, por
exempo, o cas»-> dos imóveis, que desdí 1&81 vém se desvalorizando. Mesmo mercado acionário, de uma maneira ge
TirAmil Inchando com uma produção
nhos patrimoniais das companhias. Ape nas um grupo de .papéis está proporcio nando rendas roais positivas", ^egura. Como ó do conhecimento público, sa
^r 7*^ ^ueçida a economia. Vlca aWo í'^ o empresário venha
lienta, as aplicações das empresas de se
guros estão basicamente direcionadas para imóveis, ações, CDB-RDB (os úni
êur<v?
adequados no item sc-
^ão TTíil» trimS íato A j?,
coberturas de seu pa-
ele, as eanpresas esde seus valores reais. O
investimento que também só vem acom
S
^ empresário atual-
rentabilidade desses ativos, na sua opi
Ha
fi.zer {poupança, no sen-
do
gastos, em cima de
jtuga poder adiar, acreditanpossibilidade de sinistro mais
do que ela é, Além disso, as des-
cos com taxas atrativas) e ORTN,
panhando de perto a inflação, A 'baixa
nião, explica o declínio dos resultado! patrimoniais. As despesas administrati vas, por sua vez, contrapõe, crescem aci ma da espiral infiaclonària e os índices de sirustralidades continuam elevados.
arcando oom um custo bem mala re
duzido do que aquele que dlspende hoje ao disputar essa latia no T&rejo,
pennai»cerlam operando -^omí as diversas modalidades de seguros voltadas para as
terá prejuízos ficando á margem do resse
Manh&es Barreto afiança que o IRB n&o
pessoas ííslea», tala como os seguros de vida, acidentes pessoais, saúde, automóveis, real-
guro Interno, Já que ®eu lucro, como de
i')'l x] l ^
monstra o balanço de 1983, provém jirftdo-
, 1, I
dcnctal, etc. Ele entende que os pontos de
nünantemente de ganhos patrimoniais pro
veada doe banco» não podem simplesmente negados.
porcionados pelo giro de recursos, n&o só
Já as seguradoras Independentes, por sua
garantia de operações administrados por ele,
pecialmente com òs ecguror, destinados às pessoas Jurídicas, nos quais os conglomeradOB financeiros estariam presentes através do resseguro, üsa atótemáUca, para Maaháes Barreto, significaria a Implantação de uma política de segmentaç&o do merca
do, ao contrário do que ocorre hoje onde
;
das reservas, mas também doe fundoe dé
funç&o
aliás
que
continuaria
exercendo.
Nessa sistemática, segundo ele, o IRB diaporia de recursqfi suficientes para cobrir suas despesas administrativas e os prejuízos do exterior. Com isso, finaliza, ele estaria
i
■:
ainda em condições de nonnatlzar o merca
do anexando funções da Susep (Superln-
BeÍMltocia de Soutos Priradoe), qu» po
BI ,785*Pag.07*22. 10,84
deria aer extinta.
BI,785*Pág,06*22,1^ ' .V'f 'l
setor de seguros,
ral...segupdo ele, não vem corresponden
sólido
a principio, A segmentaç&o do mercado, reitera, é
proveito» para todo mundo. Os conglome rados financeiros, assinala, fora da aç&o di
verificarmo.s Inúmeras empresas em sê-
ruis dificuldades, o que não ocorre no
do às necessidades de reposição de ga
a de um nrir ano ®®^dr, atrás,em termos reais, que
'■ 'íii
segmentos da economia é comum hojé
ainda será um ano de
Com Isso, o presidente da Vera Cruz cri na eiimlnaç&o dos atritos exlatentes atual
ele, n&o seriam afastadas do varejo, onde
vez, de acordo com a sua análise, trabalha riam em todas as áreas do mercado, mas es
Míilf:!]'
todo mundio disputa ipraticaunente mesma faixa, estreita, de negócios.
defasada, Dessa forma ^ atividade seguradora
riores à ^ ^ crescer a taxas supeWver tÍAi ^ quando a economia es•assirn
presi
dígitos, apre-
ocoírr?u no <l"üedas primeirogeneralizadas, semestre deste como ane.
ele, já se verifica atualmente no merca do financeiro, onde as grandes institui-, seus esforços ipara obter um número ca da vez maior de clientes, enquanto os pequenos bancos na sua atuação pro curam atingir faixas específicas do mer
Carlos Alberto Manhâes Barreto
demons-
tendência, aliás, exemplifica
çóes bancárias trabalham direcionando
ma dos índices de inflação
seguros continuam a per-
denu ^ Victor Arthur Renault, PresJPretLao Foóeração Nacional da.s Ein-
Elssa
pesa.^ aaniinisirativas das companhias .-seguradoras, lembra, estão crescendo aci
:
■Mt;
ag»aror7
,
'
í
" í'
Seguro pode garantir
Outros
passageiros de barcas O leque de coberturas oferecido pelo mercado segurador brasileiro atualmente,
em pontos como a eua extens&o, ou nluo,
possivelmente será ampliado ainda este ano, com a inclusão de uma nova modaIl«
Mas é claro que os estudos da DPC n&o 56 esgotam al. Há um anteprojeto-de-
hs embarcações da Marinha de Oucrrs.
dade de seguro, o de danos pessoais cau sados por embarcações ou por sua carga
lei, elaborado por empresa» segtá^oras,
envolvendo-a na regulamentação da ma
(Dpen), que operado no sistema de sorteio será de caráter obrigatOrlo. O projeto está
téria e que, certamente, precisa ser esqua
sendo analisado, no rriOmento, pela Direto
questão, há o artigo que lhe da competên
drinhada com minúcia. Entre os pontos em
ria de Portos e Costas íDPC) do Ministé
cia para coordenar administrativamente o seguro, tomando-o, por exemplo, o ôrg&o
rio da Marinha.
Se implantado, o seguro terá grande alcance social, berwíiclando por exemplo, todos os passageiros que utilizam os servi
Semro de Transportes O anteprojeto de lei sobre a legislação poríeária e o seguro (lY-conclusão) LLMZ tÁÇROíK LElV.áS (*)
responsável pelo relacionamento entre os
segurados, seus beneficiários e as socieda des segtiradoras. Pela prestaç&o desses
ços das barcas na travessia entre Rio € Niterói, na Baia de Guanabara. As cobertu
serviços, u DPC receberia lõTíj dos prêmio» líquidos arrecadados com o seguro.
ras de morte e Invalidez do seguro atingi rão, evidentemente, as milhares de pessoas
Recebendo o sinal verde da Marinha,
da Amazônia, que têm praticamente, como
n&o há dúvidas de que o seguro de dano»
unlco meio de transporte os rios da reglào, O seguro não é na realidade uma Idéia nova, pois está previsto no Decreto-Lel 73/66, a chamada Lei de Seguro, necessitan do apenas de uma regulamentaçáo. A DPC da Marinha está examinando a pos-
pessoais causados por embarcações, para
Bibllldade de sua iraplantaç&o, detendo-se
Nacional.
ser de fato implantado, precisará percorrer outros trâmites legais, como os corredorea da Superintendência de Seguros Privados
(Susep). do Conselho Nacional de Seguro» Privados (CNSP)
e do próprio Congresso ~
O crt. 19 do Ato projetPdo, a que
ras na fiscalização, controle e trânsito
^ Ifigató: .
sabilidade das Administ^;ações Por
rão de nitító 03 aemimies Instrumenf?" Ra, liei 2ó,12 66, que
■ í:-'
mercadoria estrangeira, traz em seu
tj^;.^^bafnadouro8 rie uso privativo e de volumes em movimentação, auto l^taiaçôes rudimentares e dá outras rização para trânsito de veículos e
aduaneira de mercadorias, â merca
adorlíis movimentadas em terminais
fi7»
*-5^. rf e 16.07.55, que auto-
Cni,
provenientes de servi-
cie mora
25.01.67, o sobre as operações ínemercadorias
portos brasileiros,
responsabilidades e
flecrptí'^ J
vidas que existiam sobre a questão, determi
Aduaneira, enumerando os casos de
responsabilidade do Transportador pelo conteúdo dos volumes.
que operam nos navios, cais e portos, encontram facilidades para a prática
®
de suas ilícitas atividades e evandin
revogação jjnh
sob exame. antéíriorraente
•^OTXieutéxins, ent«ndecom as etivlda-
^'*^"0ídoi:asrnó'defP-nções comprova-
rotinas,
M? rea^' ^"^»lCiõeR, irientificavííl«-'=i caracteriza-
O
avarias e extra-
® PiaJBo.?, procfissos de dír ví.storlas,
códi-
^>5 s
dínritos, deveres e
de-4»efti ser imnutados operações
BI.785*Pig.08*22.#
^'^trejiiador.' embarcador/'
dey.>oaitÁrio/ consií?na-
"'
I •' 1
''^''butHdor, 3í"ham-se
íh
ll
mada Vistoria Oficial, ou melhor.
^ quase '^íbGrte 2 «t^i^rçproduçáo, limitou nàc quase se
dos Securitarios.
i . '-'.Í í Im::
Formula conceitos e disciplina deta lhadamente o pr(Xíe8samento da cha
rias reiâcionadas com essas operações e afetadas,pelos .diversos instrumen
do quase semore à punição e até mes
mo à sindicância quanto aos crimes que praticam..,"- "... as freqüentes, reiteradas e justas queixas e reclama ções dos armazéns, seguradores e co mércio em geral contra a virtual im roubos 8 furtos nos navios e caís ".
19-10-84
do Decreto-Lei n" 37 antes enunciado
se faz sentir, devido aos conflitos de competência...": "... os malfeitores
Conclui instituindo uma Delegacia
do Sindicato
neiras conforme disposto no Art. 276
a wja vni.u«u. ediç&.o. pcirpor-
punidade com que sâo perpetrados os
ponente terá de recolher a contribuição sin
• ■ .!•' ■;
vem se intensificando há muitos anos
doria estrangeira e a conferência finâl
reguiamentado pe-
'^•3R7. C!Ti22.04.ft9, mais
. propostos se encontram enquadrados no 2,"
' íf .1 i 'ii
de manifesto pelas repartições adua
Portos e Litoral íD.GP.L.): assinala mos. entre os seus eon$jder#nde "... o
nova Lei,, que visa disciplinar as ope rações portuárias no País. Apenas, no que concerne Às atividades securltá-
dependência deste e mediante remuneração. Dessa forma, segundo ainda o parecer, oe
'' M 'i '(Vi 'i
dispondo sobre a Delegacia Geral de
mercantil, estão no entorpecimento da repressão, a qual atualmente mal
natureza não eventual ao preponente sob a
DE
qual regulamenta a vistoria de merca
ri a e altamente nociva ao intercâmbio
a
Significa que, a partir de agora, todo o pre
Decrato n' 63.431, dè 16.10.68, o
anteriormente neste trabalho. Decreto-Lei n* 8.8Õ6, de 24.01.46,
realíza-
ai'* dúe
vTupo do Plano da Conífederaçáo Nacional doe TrabaD-iOdores nas ESnpreaaa de Crédito.
avaria e extravio.
de prazos
®
serão considerados empregados em
EDIÇAO
M.V.V.O.P., de 30.08.48, já destacada
Nâo vemos necessidade de nos
virtude de 'j^ mesmos prestarem serviços de
DA
do então
deter mais em torno da projetada
^
ir cs pessoas fí.sicas ou jurídicas ainda que não mantenham normalmente o vínculo empre-
(REPRODUZIDO
740,
mantes ..."; "... que as causas princi
^
na que os prepostos de corretores de segu
dical de preposto» em favor
n"
pais desta situação anômala, vexató
6p„-i ' Ybb»
da CES. que elimina definitivamente as dú
r i ,'
Portaria
eoro recomen-
dpí;, ■-
aprovado
apuração, além da previsão de puni ção Indenltárla por tributos nâo reco
Úiidos em conseqüência de danos ou
ri as:
minosos de mercadorias em trânsito
de
dramento de preposto de corretor. A declsáo
gáticio
ponsável pela guarda das mercado
e, agora, assumiu proporções alar
k-^monPi
por unanimidade, em sessão ordinária de 27 de agosto passado, versando sobre o enqua i i i. '
nos ou avarias e extravio e íorma de
por ocasião operí«5&o no
(CES),
do conselheiro
Pinto da Silva,
espaços, assistência à conferência aduaneira pelo Fiel do Armazém, res
dlsposi-
Federação Nacional dos Corretores de Se guros e de capitalização (Penacor), a Co óreâo do Mimstérlo do Traí»iho (MT), aca
bojo normas quanto à conferência doria abandonada, â mercadoria ava riada e extraviada, conceituando da
clamor público contra os desvios cri
® mãng entj^gadoras e
pecificamente para a Importação de
para realização de vistorias em seus
faltas e avarias. Sste perto aos Interesses
Em reepoeta a requerimento feito pela
Carlos Frederico
zéns e dependências, sua competên
marítimo e estada nos cais e.arrnaPansahiué^ ® ^ delimitando as res- zéns portuários..."'; ".., esse grave rrial e/ou avarias
decide a CES ba" de divulgar o parecer
tuárias sobre as mercadonas em trân
cia para entrega das normas após a liberação paia Alfândega, verificação
^eliTríl j ®
missão de Enquadramento Sindical
D«erttfo-Lei n* 37, d6 18.11,66, que
dispõe sobre o Imposto de Importa ção. reorganiza os serviços aduaneiros e dá outras providências Voltado es
PortuáilOA !ncid'^nt,6S aobre mer-
ínir
empregado,
de mercadorias. Reconhece a respon
sito ou depositadas nos seus arma
oual
M
similaridade. Apresenta caracterisUcas de mais objetividade e energia.
ptateiftce .oormap, pora cobrança, pe rfis Arimijú8r,F3çõe« Portuárias, de ta-
8d»r.i^'' concessionárias e "fimíji-craçõesP<5la8 rta pf:rt,os.
f ,
tando, a exemplo daquela, um modelo de Termo de Vistoria, com alguma
Qos refr;rirnos, promie ainda a revoga
-
Preposto é
Oocrato-Lej nt 126, de 31.01.67, o
qual define as atribuições dos Portos Organizados e Repartições Aduanei
tí jpiomas legais.
1^,
^ ^'dimento nos ocorre rw possíveis re pôs rewogacõíís oreten-
^
.
....
,
proletadâ.
i
'V
regu-lamen-
•' acluie referido.
Geral de Portos e Litoral diretamente
tos legais a que acima nos referimos, supomos que uma consolidação dos conceitos de responsabilidade e dos
procedimentos de operação, contidos nos mesmos, deveria ser formulada, siraplUicando-os e unlformlzando-os,
sujeitando-os a rigorosa aplicação, com preocupação em procurar abre viar oa prazos para realização das vistorias nos .portos e da determina ção da obrigatoriedade de ressarci mento poi parte dos responsávpis pe
subordinada ao Chefe de Polícia com
los danos das despesas potuârias de
dos crimes e atividades contra os bens públicas e particulares, em trânsito
comí> expuzemos riO inicio destes eo-
nal. lacramos o destino e sobre qual tem sido a atuação desse órgão, po rém não é segredo que em boa parte o
tência às operações de carga e descar
bem vivas, decorridos quase quarenta
faltas e avarias. Outra falha que se nota nos trabalhos portuários ê a de
a finalidade de prevenção e repressão no litoral e domlmo marítimo nacio
quadro pintado ainda tem suas cores
anos.
correntes Inclusive de armaizenagem, mentáidos Por outro lado, facilidades ao exercício das atividades de assis
ga por parte dos Comissários de Ava rias nos portos deverão ser estimula das, com vistas à mlnimização das
D»cmto n" 50.876 de 29.06.61, o
nâo se possibilitar a formalização de protestos e de realização de vistorias
primir as faltas e as avanas nos trans
após a nacionalização de mercadorias importadas, o que resulta em prejuí
qual dispõe sobre normas para com
portes marítimos e para disciplinar as vi.storias das mercadorias: repete em
zos para os Im^rtadores e/ou segura
parte disposições do Dec m 116 e de
dores, pois muitas vezes ocorrem rou
seu reguiamentador, o de m 64,387, e
bos e/ou avarias durante o espaço cie
-da Portaria de m 740, incUisive ado
tempo decorrido entre o ato do de-
'•"'ilv •! 785*PaQ.Q1"*2?.in,ft4
çembaráçc sdiiíiíisiro.e ^ retiracla dos
volumes das depexidihcias portuâtifts, quando oB mssraos airída perma necem dentro do limite dessas depen
dências, porém com os tributos Já pagos, nâo sendo então admitida qualquer reclamaçáo Esss situação
naull, descreve o setor, principalmente, em 1984,
SEGUro<
deve ser examinada, em busca de uma solução.
"Curso do Plarejamftnfo do Snsirto o Avaliação d* Aprarrdiiaoem" Coníomie?- anunciéTamos nesta cola Nacional de Seguros — FUNENSEG e destinado aos Téçnicos-Professores, cadastrados pela Sociedade
No ano passado, o merca
Além da retração na ar
cresceu 3% e, neste ano,
'seguradoras convivem agora com outro dilema: o
do segurador brasileiro de-
vêm noÊ últimos anos rniiústnmdo Ss
aulas COS profissionais do ramo de
apesar da reativação de al guns setores, "encolherá
íjeguros neste Estado,'foi aberto no ülltlinodia clncí^(sexta-íeíra)«we ciff-
recadação de prêmios, as
significativo aumento das
80 didático, o qual prosseguiu no dia seguinte, sábado, d^endo ser con-
mais ainda, voltando aos
indenizações. "Hoje, o que
níveis de 1980", . assinala
mais cresce, no setor, é a
ciSdo nos dias 19 e 20 do corrente
Renault. No primeirOv se
mês. Sob pande interesse, realizaram-se as primeiras aulas, roinistraCnrz Azavedo, Mayse de Lacerda Freire e Lygla Sü\m L-site, as quais procederam óo Rio de Janeiro, espe cialmente para eaae üm. ac-Cimpa-
.
nbando o Chefe do Centro de Ensino
na^S de 10%
da FUNENREG,.Oel. Artur de Mene
ses Ca^^oso. Na" íoto, ns professores que deram as sutól. inclusive o Presí-
d
dente da SBCS,Er. Ivliranda Fontana.
(•) Luii Lacmi* üüvais — k í«cnico d»
S«9uroE Tr^nsoprt»», «a-Diirstrf dás S«9ursderQ5
• Univertab ex-
Mambro do
dn S^ggrM
•^enouit
e danos) para o automó
Cr8 1,090 trilhão em prê
mento nominal de 185% so
vel", diz Renault. mas lembra de que se trata de um "seguro de alto risco". Se
bre os primeiros seis meses
gundo dados da Fena&eg, •
de 1983. Em termos reais
somente no Rio e em São Pãuio, são roubados atual
tle
istodo dc São Paulo « at&ociado d«
tificaram outros Cr| 75 bi lhões como "sinistros pen dentes" (ou seja. no con-
da produção de prêmios cm
junto, as indenizações re presentaram
44,47%
na receita
grandes obras públicas.
prêmios,
coeficiente
prejuízos
trial em declínio, as com
por lu.
(REPRODUZIDO DD O ESTADO DE SÃO PAULO-16.1Q■84-SECfiO ELABORADA POR EUREKA f-'
mente 100 automóveis por
de Cr? 411.3 bilhões e iden
termos reais, à falta- de
' Ss J^ionaig
i^íkcvcjwi 4*i
20% (equivalente, hoje, a
de Cri 2,25 trilhões, diante de uma arrecadação de Cr? 1,030 trilhão em 1983. Renault credita a queda
A
Sociodadft Brasileiro da
&»quro a d« Associação PfiuÚste ÜA*
porém, houve queda de
dja. No primeiro semestre,
ao Rio
dkotc Átt Emeresaa do Soquroi do
revelando cresci
Cr8 383 bilhões). Até de zembro. a Fenaseg estima uma produção de prêmios
P^Qiios
TraREportMr C:£««os « ÜCTR-C do
procura de proteção (roubo
mestre. o setor arrecadou
mios,
das pelas prc^essíaoraa Neiza Dias da
4 •• I
INDENIZAÇÕES
cas".
Brasileira Ciências do Seguro e que
1-
ceiras,
os efeitos da retração da economia com um certo
coluna, promovido peip. Fundação Es
'I
mais atividades econômi
"ano da fase mais aguda
da.recessão nas empresas seguradoras, que acusam
Eeglstro
I
atraso em elação às_ de
273 bilhões em títulos mobiliários (ações e debêntures) e mais Cr| 339,1 bi lhões em depósitos bancá rios de curto prazo. Nos úl timos dois anos, os lucros do setor de seguros resulta ram das aplicações finan
presiden-
Com sua atividade indus
panhias de seguros procuram
contrabalançar
as
perdas com as^aplicaçôes financeiras. No final de ju
ais seguradoras pagaram indenizações no montante
ura
dos
considerado por Renault muito elevado). No caso es
pecifico do seguro faculta tivo de automóveis (sem in cluir o obrigatório), o^noercadC^arrecádoú érri prê mios Cri 182 bilhões, no pri
Nacional
nho, o mercado segurador, como um todo, tinha apli
meiro semestre, e pagou
^«Pitaliza-
cado Cr? 360 bilhões em
indenizações de Cf| U4.,.5
a"!® de Seguros
Vlctoí Re-
títulos da dívida pública fe
deral (ORTN e LTN), Cri
bilhões.
(I^EPR ODUZIDO da gazeta mercantil - 16-10-84)
i <
|l
BL785*Pag,03*22,10,84
PT
09*??
DIVERSOS II
COMPANHIA DE SEGUROS DA IGREJA DA INGLATERRA COBRE
ÜIL I ■
„
, J'
'
DANOS
SOFRIDOS
POR
CATEDRAL
Os danos causados pelo incêndio ocorrido na igreja York Mins-
elevar a 4 milhões de dólares» mas as indenizações do seguro permitirão
^stauração do monumento medieval.
jg-
. _ Tal como todas as catedrais britânicas e a maioria das igre » a York Minster estava coberta por uma apólice da companhia de seguros ^siva da Igreja da Inglaterra — a Ecclesiastical Insurance Office.
i:
% _
Ií'"Í : li :!;!'-li ■>
Vaiii'a r -Se
(,'p , ! ■
.
Doze horas apÕs o incêndio ter-se declarado, no dia 11 de ju-
õo século XIII, dois comissários de perdas e avarias já esta -
dentro de 36 horas, o gerente geral da^EIO, Bernard Day, deslocava -
a York com um cheque de 500 000 libras (655 000 dõlares).
I .!)■ ,
ll 1.
Pagôi^nf. O Sr. Day declarou que essa importância representa apenas um tal da ^"^®c1pado para cobrir despesas imediatas, enquanto ê calculado o custo to Perigg ®^^3uração. Pagara a recuperação da nave danificada — protegendo-a das intem í^^ovoraH * °pela bombeamento da água usada para combater o. fogo e a limpeza dos fumaça. fl
^9idos ^® ■
fs pQ
estragos
semanas se avaliaro custo a extensão danos in e mais Levará tempo ainda parapara se calcular total real dos dos reparos.
.
john McArdell, gerente geral adjunto da EIO, informou que igre vTtimas de incêndios, por mais antigas que sejam, sao geralmente substT
à
^'^^'^icações modernas por ser muito mais econômico do que tentar reconstruir medieval ce também •••>-vj^cvai L-aiiIucill purgue porque ptrt permite itn i igreja construir templos menores de U
m/l/Havria C ^ tendência dasf congregações modernas
Ky
"Mas quando se trata de catedrais ê um pouco diferente , acres_
^Ontf
® trabalho de pedreiros, vidraceiros_e marceneiros especialipedra e madeira que que combinem para restaurar a igreja.
'Ork Minster faz parte da historia do paTs e da sua herança.
'Io
a parte mais pesada das despesas de reparaçao. Também sera necessiA apólice "cobrirá amplamente essas despesas , disse o Sr
tdçoes.
Mc
Não revelou, entretanto, as condições de cobertura nem tampou^ Dissee apenas que o limite da apólice era "de alguns milhões de BT,785*Pãg.01*22.10.84
'Thil' I ''
Estudes e Opimees As autoridades ainda nao determinaram a causa do incendiOi ' suspeitam que tenham sido um raio.
A companhia de seguros "cativa" da Igreja da Inglaterra, da em 1887 para cobrir riscos de igrejas, vem-se expandindo nos ultimes anos.
funí
SEGURANÇA A
j
IMPORTÂNCIA
DO
INDUSTRIAL
CONHECIMENTO
DE
SEUS
CONCEITOS
;í
Recentemente, a EIO ampliou sua esfera de ação, deixando o .í
gurar somente igrejas. ^Na verdade, a cobertura de igrejas representa atualmente aPj .
,íl"
BngÇ Antonyco FeAnando de A. MavaAA.o PeAcxAa*
15% dó seu volume de prêmios, em parte porque a companhia não visa a lucros nos ne9
cios realizados com ordens religiosas.
48 milhões de libras
-
No ano passado, a companhia registrou um volume de premi (62,88 milhões de dólares), 20% provenientes de seguros de ÍQ*"
Falar sobre a importância da Segurança Industrial nos dias de hoje
fâlar sobre o obvio. O que nos conduz a este tipo de raciocínio é o fato de que a
ijanidade, desde os tempos idos, vem sofrendo continuados reveses com as perdas ve-
O restante da produção da EIO decorreu de seguros de gredi''^
rio
A companhia segura ainda colégios, universidades, clTnica^
as p ^^^^"''siçoamento de maquinismos, equipiamentos e processos, tem-se observado que
comerciais e industriais, inclusive propriedades pertencentes a fundos de pensão.
indivíduos.
Em nossos dias, devido ã sofisticação verificada em todas as áreas,
repouso e imóveis que abrigam obras de caridade.
sicàn
A EIO ressegura seus riscos como fazem outras seguradoras»^^) bora não se acredite que recorra a "underwriters" do Lloyd's de Londres como resse3
sifn
A EIO, sediada em Gloucester, no oeste da Inglaterra, oficialmente ao Ali Churches Trust e a maior parte dos seus provedores e constitu
'
gue diz respeito a valores envolvidos, são cada vez maiores, e de repo
mais lenta.
d1 os
dores.
sacerdotes.
guando da ocorrência de incêndios. Essas^^perdas, produzidas por variadas grupos fonam responsáveis pela falência e dissolução de pequenos e grandes
l surg-j^ 3 ^Prirfiorad
. .
Apos a conclusão de inúmeros estudos acerca das causas dos incen que alguns deles poderiam ter sido perfeitamente previstos, e as-
evitados. De aperfeiçoamento da têcnica^para evitar-se os incêndios,
^urança Industrial". Posteriormente^ essa técnica foi evoluindo e sendo ^onjugg de forma e tratar não somente do^incendio em si, mas também de todas as ri Sobreis '•'atores que conduzem a um incêndio. Desta forma, verifica-se que fa^No ano em curso, a EIO deverá pagar 725 000 libras (949 75« interr Industrial e o mesmo que falar sobre uma gama de atividades, tosiacionadas.
lares) do seu excedente ã Igreja da Inglaterra,
Dentre essas atividades podemos citar:
Durante toda a sua existência, pagou cerca de 7 milhões àe \f bras (9.17 milhões de d5lares)^a instituições da igreja, embora a maior parte dess portância tenha sido paga nos últimos dez^nos.
Í'"*!
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l'' ' !
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atividades
diversas
^
1 I
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BI,785*Pág.02*22.
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Ú
BI.785*Pga.01*??, in,Sa
Ml 'Àn Iji. 1 li
Uma das maximas populares diz que: "Ê olhando-se o passado quo
de-se a caminhar no futuro". Assim sendo, com as experiências adquiridas com as as fiu lações dos incêndios, foi-se aprimorando as técnicas de combate e de extinção. . i fatores que contribuiu para essa evolução foi a utilização de novos produtos, algií com alto grau de inflamabilidade.
ÍNDICE REMISSIVO
Em nosso PaTs, o trauma provocado pelas ocorrências de "incêndio^i
gindo grandes edificações, como os edifícios Andraus e Joelma, ambos em SÍo Paulo'
Índice do boletim informativo
edifício AstÕria, no Rio de Janeiro, dentre outros, nos quais as perdas materiais' ) manas foram bem grandes, vem motivando uma completa reformulação em nossos codigo^ regulamentos, visando adequa-los as novas necessidades. Esse trabalho de reformula;!
da
fenaseg
DO MES de julho (BI, NÇ 769 AO BI. NÇ 773)
ainda está insipiente, tendo como principal agravante o fato de que todo esse trabai
Páginas
não visa a unificação dos mesmos, Quem quiser elaborar um projeto^de Segurança inji? trial, devera observar os regulamentos existentes elaborados por vários õrgãos dist'' tos, tais como:
A
assuntos ECONOMICOS
. Corpos de Bombeiros Estaduais;
. Regulamentos do Mercado Segurador; . Regulamentos do Ministério do Trabalho; . Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas; . Regulamentos Municipais £ Estaduais;
B
boletim informativo da fenaseg
, Regulamentos Internacionais, na ausência de regulamentos naciof' específicos.
Como pode-se observar, vários são os regulamentos que regem a J matéria. Essa diversificação de regulamentos, alguns no mesmo Órgão, como no caso! Corpos de Bombeiros, somente prejudica a implantação de programas de Segurança I#' trial.
A Segurança Industrial pode ser definida como o resultado da ass^! ção de um conjunto__de técnicas, as quais, após sua aplicação, tornam uma instai'' mais segura, nao só quanto aos riscos de surgimento de incêndios, mas também quant^'.
segurança dos operários. Dessa forma, o universo de aplicação da Segurança Indust';
ç
ttSgcSg»™:;;;;;:;;;;;;;;;;:;;;;;:: conferências e semelhantes —■
'•"RRETORes de seguros
-
D
"'VERSOS E
ê bastante abrangente, abordando desde a implantação da indústria, ate a expedição' produtos acabados.
...
^ :
AssõcíÃnvÂs':::::::::::::::":^:
/
* A^^tol^co fcAnando de A. SlavanAo PeAexAa e Enge,nkeXAo CajjáI., po^",
praSop®
duado em S^guAonça. do TKabaíko, com voJvLOh cu/ló04 de
em ^eguAonço. 'indoÁtxlcd. e phX)tz.çdo de ■ivdtatdQ.õzÁ.
o SEGURO
—
H
^"^^"agens pt CONGRATULAÇÕES J ■v.
Ír^AMo o
""^^^'ZAçõÈr:
"
Pí BI.785*Pig.02^''
tf
'^CNICOS E OPERACIONAL
...f.V
I' r 1
nomero
secao
ASSUNTOS ECONÔMICOS M
MARKETING MERCADO SEGURADOR BRASILEIRO --MERCADO SEGURADOR MUNDIAL MODALIDADE DE SEGUROS
Resenha n9 44 - semana de 18.06 a 24.06.84
769
ASSESSORIA ECONÔMICA
Resenha n9 46 - semana de 25.06 a 01.07.84
770
assessoria ECONÔMICA
Resenha nQ 47 - semana de 02.07 a 08.07.84
771
ASSESSORIA ECONÔMICA
Resenha n9 48 - semana de 09.07 a 15.07.84
112
ASSESSORIA ECONÔMICA
Resenha n9 49 - semana de 16.07 a 22.07.84
112
ASSESSORIA ECONÔMICA
770
ÍNDICE REMISSIVO
772
ÍNDICE REMISSIVO
769
CAPA
772
FENASEG
770
CAPA
4
4/5 5 6
N
NOTICIÁRIO -DAS SEGURADORAS
'í' W.í BOLETIM INFORMATIVO DA FENASEG
P
PREÇOS DE VEÍCULOS — PUBLICAÇÕES NOS DOU
-
índice Remissivo de abril de 1984 - BI 756 ao 760
R
índice Remissivo de maio de 1984 -- BI 761
RESOLUÇÕES DE COMISSÕES
6/7
RESSEGURO E RETROCESSOES
7
S
SEGURO -
—.
7
ao 764
COBRANÇA BANCÁRIA A Seguradora Agrobanco comunica ao mercado os dados relativos a sua Agencia Bancaria
SEGURO DE IMPORTAÇÃO EXPORTAÇAO
7/S
Alterações relativas às Agências Bancarias
SEGURO DE R.CIVIL
8 8
cobrança bancária de Resseguro das Cias. Federal de Seguros S/A, Inconfidência e
SEGURO R.C. FACULTATIVO
8,
Cia. Sol de Seguros
SEGURO DE TRANSPORTE
8/9
SEGURO SAODE
9 9
SEGURO INCÊNDIO SEGURO OBRIGATÓRIOS
SEGURO DE VIDA
—
9
SEMINÁRIO SERJ SUSEP
-
COMEMORAÇÕES
1289 aniversário do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro
>
■iii ' '
Tribunal Marítimo comemora 50 anos de ati vidades
771
V VISTORIAS E VISTORIADORES
CAPA 'if !
10
CONGRESSOS, CONFERÊNCIAS E SEMELHANTES ||>|R
Atendimento ao público e tema de Simpósio -
será em Fortaleza no período de 8 a 10.08 o 29 Simpósio
771
OUTROS
772
CAPA
773
CAPA
770
CAPA
773
CAPA E CNSP
JV Congresso Latino-Americano do Direito do
^Êguro sera de 5 a 8 de agosto IV
> 1.
I
Segu^"^'"®^^o^Latino-Americano do Direito do início no próximo dia 5
^^0 no Hotel Glória
de
S P 1' 1!"
de 15.6.84 do CNSP^publi80U"9de3/84 29.06.84 - Seção I, Pág.9388
.'lí
JflSp
« 9' Publicou no DOU as resoluções de nOs julho
■ 11 nu.
4» cr.
nomero
seção
NOMERO
CORRETORES DE SEGUROS
■.^1 T
Edital de Intimação a corretora - OfTcio 769
SUSEP-DEFIS/DINEJ-N0.916 - 26.06.84
i.T
1,
tive de vinculo com seguradora
770
NOTICIÁRIO DAS SEGUR#
771
NOTICIÁRIO DAS SEGU#
endereço
vo endereço
771
noticiário das SEGU#
>1 :
turando em ritmo inferior ao da inflaçao
769
EDITORIAL
770
EDITORIAL
mun
771
FUNENSEG
ros
772
JORNAL DO
Trans-Seg e CBS fundadas pela SUSEP
772
JORNAL DO
Suspensão de Corretor pela SUSEP
773
LM
dial, importa saber que nos EUA, o Seguro
de Automóveis vem registrando diminuição do numero de sinistros
de
A Souza Cruz assina integralmente o capi tal social da Eldocar Corretagem de Segü
i í!:
de Dados" vai realizar
Na presente crise do petróleo, que é
Previdente Corretora de Seguros Ltda - no
(/ ■
O Seguro DPVAT também serã tema de analise e debate no Seminário que o "Tndice-Bancos O mercado segurador brasileiro continua f_a
Amparo Corretora de Seguros Ltda. - novo
Curso para Habilitação de Corretores Seguros
EDITORIAL
SUSEP í
SUSEP - cancelamento de corretora por mo
SEÇÃO
771
EDITORIAL
772
EDITORIAL
l.Í' i ■ i
Maior liberdade não significa menos respoji sabilidade das empresas, nem necessariameji te implica menor açao fiscalizadora do Po
COMMERCif
COMMERCI" yiif''
noticiário DAS SEG
der Püblico ENTIDADES' ASSOCIATIVAS
li ,
ABESP comunica que Escola Superior de Esta tTstica ministra desde 1983 disciplinar no campo do seguro
769
CAPA
Clube dos Executivos - novas instalações
771
NOTICIÁRIO DAS SEGURADORAS
772
NOTICIÁRIO DAS SEGURADORAS
773
NOTICIÁRIO DAS SEGURADORAS
771
FENASEG
772
CAPA
772
OUTROS
772
OUTROS
771
FUNENSEG
773
FUNENSEG
DIVERSOS
ií''! •!!;• ■*■1 •
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'J! ' .•;(,( .It i>l - '
■ : í't.'í' r' 'i.r I i ,. ■ 1'
. '
;n r,
:ír'
769
SUSEP E JORNAL D"
Evasão no DPVAT - Artigo de Luiz Mendonça
770
JORNAL DO COMMERC"
Os bravos soldados do jogo - Dahas Larm
770
OUTROS
'í
' ' '■ ( *•'•
771
■.
■
do Bechara Santos
~
Sempre a fraude - Artigo de Luiz Mendonça
em 27.7. p.p.
Resoluções da Diretoria de 11.07.84 - Ata no 07/84 771
ESTUDOS E OPlNlO^^
77?
JORNAL DO COMMER'^' '
772
DIVERSOS
O Corpo de Bombeiros e Seguro
772
DIVERSOS
do
"Caderno de Seguro"
Seguro cria seu sistema de segurança con tra fraude
Jdvogado, suspeita de muitos - Sul América
Apresentado pela FIAT o automóvel UNO com a presença do Presidente da FENASEG Sr. Renault
FUNENSEG aceita pedidos de assinatura FRAUDES CONTRA O SEGURO
tem defesa própria 773
CAPA
773
JORNAL DO COMME"
Linguagem das apólices - artigo de Luiz
I í t'
JORNAL DO COMMER'^"'
zido do "World Insurance Report"
Mendonça
VC
ria
FENASEG
Seguros de Acidentes Pessoais e RC Facul tativo - Embriaguez - Falta de Habilita ção - Danos a parentes e Afins - de Ricar
Victor A.
1
Clube Vida em Grupo - posse da nova diret£ Clube Vida em Grupo - posse da diretoria
Grécia "Buraco Negro" para cargas - Tradu
• [.f
'' i ii ..
CO*'
Novo Tributo - Artigo de Luiz Mendonça
Seguro Japonês - Artigo de Luiz Mendonça
í 1
fHÜENS^ Cí«
Cu r ^ n
^ecii
habilitação de Corretores
_ Informações
^•"niâçóes sobre cursos
de
Jl
3.
'
1 ■
nt
JiiiÊ
i
' •»fc''*'aiteatfe.-
NDMERO
SEÇÃO
MERCADO SEGURADOR BRASILEIRO
NOMERO
SEÇAO
HOMENAGENS E CONGRATULAÇÕES
FENASEG congratula-se com o Sr. HamTlcar Pizzatto com sua eleição para o Conselho de Administração do Banco Bamerindus Brasil S/A
do 771
CAPA
INFLAÇÃO
O presidente do Grupo Sul América de Se situação não mudou
769
OUTROS
Preços altos impedem expansão.
771
JORNAL DO COMMER Cl^
R
B
IRB divulgou a carta DEINC 926/84
de
12.6.84
RTEH - Relação das Tarifações Especiais Homologadas
769
770
CAPA-E IRB
IRB
JORNAL DO COMMERCIO
Ganhos patrimoniais garantem setor
770
JORNAL DO COMMERCIO
Apesar da queda 14 ramos crescem
770
JORNAL DO COMMERCIO
tração - estatTsticas do IRB
770
JORNAL DO COMMERCIO
Sinistrai idade continua elevada
770
JORNAL DO COMMERCIO
770
JORNAL DO COMMERCIO
presa
771
JORNAL 00 COMMERCIO
Reformas: Receita para o incremento
771
JORNAL DO COMMERCIO
te da FENASEG
773
CAPA
FENASEG quer nova política para o setor
773
OUTROS
769
CAPA
769
ESTUDOS E OPINIOES
770
CAPA
771
CAPA
772
CAPA
772
CAPA
772
CAPA
773
CAPA
Cr$ 123 bilhões; as despesas com adminis
ta
Indiana lança produtos para família e em
í baixa a participação dos seguros no Pro duto Interno Bruto - palavras do Presideri
MERCADO SEGURADOR MUNDIAL
RTE - Relação das Tarifações Especiais Homologadas
770
Fogo, auto e vida concentram 54% da recej_
guros ,^LeonTdio Ribeiro Filho acha que a
I
Mercado recua 8,9% no 19 Trimestre
773
IRB
INDENIZAÇÕES
O ano de 1983 registrou o maior déficit da historia no mercado segurador nos Estados Unidos
O transportador rodoviário se tornara res
O maior déficit do mercado desde o terrem£
ponsivel pelo pagamento das indenizaçõesT caso não haja seguro
770
CAPA
^0 período de 21 a 25 de outubro serã rea
JURISPRUDÊNCIA
Ementas de decisões dos tribunais - Matérias relacionadas com o seguro privado
lizado em Tegucigalpa (Honduras) o X Con -
770/ 773
9>"esso de Seguradores da América Central ,
PODER JUDICIARI''
o fato de que os corretores não trans
773
CNSP
"29 SimpÕsio Nacional de Atendimento ao Pu blico" será realizado no período de 8 a 10.8 84
771
Criatividade pode estimular demanda
771
'ÇAPA ^ JORNAL DO COMM^'^
rance Report" dá notTcias de informe divuT gado pelo "International Martine Bureau"
^ guerra entre Irã e Iraque continua tra ando preocupações ao mercado
diretoria da Asociaciõn Guatemalteca
MERCADO SEGURADOR BRASILEIRO
• •• ■. '•i-'
ferem os prêmios aos seguradores"
Buraco Negro" para cargas, O "World Insu
MARKETING
Mercado Segurador quer ampliar faixa d_- al teração
o
maior problema de nossa indústria^ parece
Resolução nO 06/84 - Altera a resolução nÇ
a::
Panamá e Caribe
Editor de "Tsuckim Life" declarou que "
LIMITES TÉCNICOS E OPERACIONAL
08 de 21.12.83
to de São Francisco de Terry Dodsworth
® Instituciones de Seguros 769
OUTROS
Area de Seguros reflete desaquecimento
769
OUTROS
Bens garantidores dos resgates
769
OUTROS
^ Tndia instituiu o principio de responsa-
J'idade objetiva, em relação a acidentes trinsito
5,
■il ..
1f nOmero
seçso
MODALIDADE DE SEGUROS
NOMERO
Caderneta com Seguro, uma opção
770
OUTROS
RESOLUÇÕES DE COMISSÕES
NOTICIÁRIO DAS SEGURADORAS
Sul América Cia. Nacional de Seguros - A^ mento do capital social
~
Cia. Paulista de Seguros - autorizada escrever a atividade de microfilmagem
a de
771
NOTICIÁRIO DAS SEGH
'Iv,
documentos
772
SEÇÃO
SEGD! noticiário das
Bamerindus Cia. de Seguros - Auxiliar Se guradora S/A - Cia. de Seguros Marítimos
CSI - Ata da reunião de 19.6.84
771
SINDICATO DE MG
CTSRD (6.7.84) e CTRE (11.7.84)
771
COMISSÕES TÉCNICAS
CTSVS-AP (6.7.84), CTSILC-TM (10.7.84), CEREX (10.7.84), CPCG (9.7.84) e CEICA (11.7.84)
772
COMISSÕES TÉCNICAS
CSI - Resoluções de 10.7.84
773
SINDICATO DE MG
CTSCGF (11.7.84)
773
COMISSÕES TECNICAS
770
JORNAL DO COMMERCIO
e Terrestres "Phenix" - Noroeste Segura^ < >
('
.
M
' I ,
J
'
t
•li l
RESSEGURO E RETR0CESSÕE5
ra S/A. - Bradesco Seguros S/A - Sul Amé rica Bandeirantes de Seguros S/A - Aumen
,
Resseguro componente - Cr$ 21,8 bi
to de capital Social
772
noticiário das
Nova América ja tem 84,6% da Yorkshire
772
JORNAL DO COMME"'' '
Ajax Cia. Nacional de Seguros - Cia. Coli
na de Seguros - Sul América Unibanco Segü
SUSEP aprovou cláusula para os Seguros de
radora S/A - Cia de Seguros Cruzeiro
do
Sul - Cia. de Seguros Previdência do
Sul
Estabelecimentos Financeiros
771
CAPA SUSEP
Desvio de carga gera um novo Seguro
772
JORNAL DO COMERCIO
772
OUTROS
773
SUSEP
769
CAPA
769
SUSEP
Cia. de Seguros Aliança da Bahia - Aumen to de Capital Social
773
noticiário DAS
Seguros Dr. Victor Renault anuncia os
PREÇOS DE VEÍCULOS I
vos
•
Tabela de preço de carros - novos e usados
71
outros
■'''
l ,'
769
CAPA
<1.
Publicada no DOU de 3.7.84 Seção I - Pagi
, f
sobre TRCFV
jEGURO INCÊNDIO
Carta DEINC - 926/84 de 12.06.84 do IRB 770
CAPA
770
CAPA
âlerta sobre Decreto 61807/67 que tornou obrigatório o seguro incêndio de bens per
na 9539/9548 - Circular n9 027 de 14.6.84-
M i
tencentes a pessoas jurídicas
Circular n9 24 de 13.06.84 - altera a cla^
RESOLUÇÕES DE COMISSÕES ^' ''í
;ií i
CTSH - Resoluções de 19.7.84, CTSILC-TM-Re
:Í:
lí I »';!?■
;;!■ V' i it; 1
II
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I , 1'
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Apro
rada para os Seguros de Exportação"
Resolução n9 03/84 de 15.6.84 da SUSEP; pu blicado no DOU de 29,6.84 (Seção I - Pag." 9388) prorroga para 19 de agosto a vigên cia da Resolução CNSP n9 2/84
de 17.07.84 -
va "Cláusula Especial de Importância Segu
Portaria 11/69 de 30.6.84 - Dispõe sobre normas técnicas para publicações no DOU
planos da FENASEG
Circular SUSEP - 028
t.
'm'> 1 'I
no
SEGURO DE IMPORTAÇÃO EXPORTAÇÃO
PUBLICAÇÕES NOS DOU '
SEGURO
soluçoes de 24.07,84, CTSA-RCF-OPVAT- Resõ
773/
luçÕes de 02,07.84
774
COMISSÕES TECNI''
CSI - Resoluçoes- de 12.06.84
769
SINDICATO DE
CTSTCRCT-AER (20.06.84), CEICA
769
COMISSÕES TECNI
CTSILC-TM (26.6.84), CTRE (27.6.84), CEAJ (18.6.84), CEICA (27.6.84), CTSH (28.6.84) e CRI-LC-TM (28.6.84)
770
COMISSÕES TECNI'' '
de localização de Cidade de JundiaT na tsib
cA
7.
iÍ« •> .•
nOmero
seção
NOmero
mURO TRANSPORTE
SEGURO INCÊNDIO 1 1
Carta DEIN.C- 926/84 de 12.06.84 Seguro in cêndio Cobertura de Acessórios
A Secretaria Municipal
da
769
IRB
Seguros de transportes terrestres RR/RF +
1
RCTR-C - "o caso fortuito ou força mai(X) de Luiz Lacroix Leivas
U
Habilitação um
Seguros de transportes terrestres RR/RF +
"Manual de Controle de Equipamento Contra
RCTR-c - "o caso fortuito de força mai-
(São Paulo) distribuirá a população
M M.
Incindio"
770
or (XI) de Luiz Clacroix Leivas
CAPA
â Circular 08/83 As garantias para roubos e colisões
770
OUTROS
Uma competição salutar
Resolução CNSP - 08/84 - de 10.07.84'
773
CNSP
parágrafo 19 item VIII da
Circular nO 027 de 14.06.84 - Aprova
de Civil (TRCFV)
773
SUSEP
772
OUTROS
773
CNSP
773
CNSP
769
çào I pãgs 9539/548 a Circular 027
SÜSEP
^^SP - Resolução n9 05/84 ^®soiuçao CNSP n9 09/84 - da nova reda -
de
14.06.84
773
CNSP
770
770
CAPA
771
SERJ
769
CAPA
ao item 70 do anexo ã Resolução CNSP ^9 10/83
CAPA
SEGURO DE TRANSPORTE I' , >l
Seguros de transportes terrestres -
RR/
mkí;. fj:
RF + RCTR-C - "o caso fortuito ou
força
maior (Vil) - de Luiz Lacroix Leivas
Resolução
^^iução CNSP n9 7 de 25.10.83
A SUSEP publicou no DOU de 03.07.84 SE -
i.
OUTROS
^'^SP n9 011 de 21 .05.76 alterada pela Re
a
reformulação e a consolidação da Tarifa de Seguro Facultativo de Responsabilida
h
773
CNSP - Resolução n9 07/84 - nova redação
FACULTATIVO
'.I !.
• : M
OUTROS
Hguro^saode
SEGURO DE R.CIVIL
SEGURO R.C.
772
Circular 029 da SUSEP de 17.07.84 - alte
SEGUROS OBRIGATÓRIOS
I I'
seçao
O QTr 769
- Centro de Treinamento Empresarial
^•"omoverã em São Paulo no período de 16 a
OUTROS
20 de dulho, i, um seminário de Exportação
Seguros de transportes terrestres - RR/RF
e RCTR-C "O caso fortuito" (VIII) - Luiz Lacroix Leivas
779
OUTROS
Condições de frete - Henrique Gruikraut
770
OUTROS
771
OUTROS
Transportes de cargas perigosas -
Re;
■soluções da Diretoria de 09.07.84 - Ata
S,
°2/84
de
Paulo Affonso Leme Machado
Ci
•"cular SUSEP - 25/84 - Data de sua no DOU
Seguros de transportes terrestres RR/RF +
pu
RCTR-C - "o "caso fortuito ou força maioH' (IX) de Luiz Lacroix Leivas
'■ i)
771
OUTROS
I' 9.
mOmero
secao
FENASEG
SUSEP
OfTcio/SUSEP/DECON n9 2739 - refere-se portaria 11/69 dispõe sobre normas
t
a
tecni
FEDEMÇÃQ NACIONAL DAS EMPRESAS DE SEGUROS PRIVADOS E DE CAPITALIZAÇÃO
cas para publicação de atos no Oiãrio Ofi II,.)!,
ciai e Diário de Justiça
769
SUSEP
771
CAPA SUSEP
773
SUSEP
SUSEP aprovou cláusula para os seguros de
y.".
estabelecimentos financeiros
Circular 029 de 17.07.84 - altera o
item
1 .4 da. Circular SUSEP nÇ 08/83
r/i
VISTORIAS E VISTORIADORES ', ' I i '
I v:
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,■
Classificadora de Navios
1
A'l '
'J
i';; I
Diretores efetivos
DIRETORES SUPLENTES
Presidente
Ivan Gonçalves Passos Mário José Gonzaga Petrelli
Victor Arthur Renault Primeiro Vice-Presídente
Ministro da Marinha revogou o reconheci mento do "BUREAU COLOMBO" como
DIRETORIA E CONSELHO
Luiz de Campos Salles . Segundo Více-Presidente 1' Alberto Oswaldo Continentino de Araújo
Sociedade 772
CAPA DE P
Nilo Pedreira Filho Octóvio Cezar do Nascimento Pedro Pereira de Freitas
Roberto Boptista Pereira de Almeida Filho
Primeiro Secretário Hamilcar Pizzatto
Seguírdo Secretário
Ruy Bemardes de Lemos Braga
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1 •■f-
Primeiro Tesoureiro íosé Maria Souza Teixeira Costa
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Segundo Tesoureiro DélioBen-Sussan Dias CONSELHO FISCAL (EFETIVOS)
•í:'í '
Augusto Godoy
I
Adolpho Bertoche Filho
" ", /n'
CONSELHO FISCAL (SUPLENTE)
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Alfredo Dias da Cruz
Luiz Martiniano de Gusmão
EXPEDIENTE
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BOLETIM INFORMATIVO FENASEG
r» Membro Fundador dâ •-1: 'i'#
semanal, editada pela Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Stc
\,^iQr r?
Ihur Renault
Editor
Redator
Luiz Mendonça (Reg. MTn;^ 12.590)
Mário Victor (Reg. MT n. ' 11.104)
' . 1 ' iI ' t ■'
1 ' !'
W ! ;ti!l
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74-12."andar Tel.: 240-2299. Telex: 2134505 FNES BR
registrado no Cartório do Registro Civil das Pessoas Jundicas sob o n.' 2.771/75
apresso na FENASEG. Tiragem: 2.500 exemplares
FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS DE SEGUROS PRIVADOS E DE CAPITALIZAÇÃO NÇ
RIO DE JANEIRO, 29 DE OUTUBRO DE 1984
ANO XVI
786
Na ultima quinta-feira, 25 do corrente, julgando processo em que também foi re
O/il -: .
querente o SERJ, o Supremo Tribunal Federal deu ganho de causa aos autores da 1 a ' ÊC30, considerando inconstitucional a "Taxa de Recuperação, Reaparelhamento e 2^]^^®'^cia__Educacional", criada no Rio de Janeiro pela Lei nÇ 713, de 26 de dezembro e isR.-q i^ão cabe recurso da decisão do Supremo.
• l i:
O Governo do México decidiu reprivatizar as companhias de seguros que,
naquele
2 pais, haviam sido transferidas para o Estado. Em telex encaminhado ao Dr. Al-
Flizondo Trevino, presidente da Associação Mexicana de Seguros, o Secreta da reueraçao Federação inieramer Interamericana de Lmpresas Empresas ue de ocyurub-r Seguros-Fides, Sr.. uuiyc Jorge jM.i. Benícana oe luea, or
^errio daquelenomeado seguro privado nas Américas, a classe seguradora e o Go paTs pela justa e importante decisãofelicitou . Na
FENASEG
quinta-feira passada, 25 do corrente, tomou posse a nova Diretoria da Asso -
^"■ação das Companhias de Seguros, presidida pelo Sr. Cláudio Afif Domingos. EsSqcí-^Í®* 1^0 seu discurso, acentuou o cariter de prestadora de serviços que tem a AsiçgiJ entidade por isso tendente a atuar em^sintonia com as organizações sin-
Cl1?., , . do mercado segurador,
pe ' "dentro de uma convivencia^calcada no respeito mutuo ^ersnc° Domingos expressou ainda a opinião de quê ha no mercado segurador, em dj_ 'Sso o f®9nientos, uma procura potencial a ser atendida e incorporada, reclamando para esforço conjunto de profissionais e érgãos do setor.
s
^ ^ClSEP distribuiu ao Mercado a Circular n9 46, dispondo que as Sociedades Segj£ r?
desejarem adotar Limites Técnicos inferiores a 10% do Limite Opera, (critérios estabelecidos pela Resolução CNSP n? 6/84), deverão apresentar ^ '-irnii-"^^'"^*^^®'^déncia formulário acompanhado de demonstrativos do Ativo Liquido e ® Operacional, (ver seção SUSEP)
S?^Oundo revela o jornalista Tom Camargo (correspondente da Gazeta Mercantil, em
I'
ndres), o Lloyd's e a NASA, em parceria, realizarao programas de resgate
ç-.—
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r' ^.^
d o L]^®Í|^6s danificados ou que não conseguiram entrar em órbita certa.
•
é recuperar pelos menos ÜS$ 180 milhões que teve de pagar pelos
^6S
Vb.
danos
mait funcionamento -Cl I y-*1 nn Q ^ r\ dos Ar\r satélites t ^ . do mau
das Empresas de Seguros Privados e Capitalização no Estado da Bahia 6 ^^indicato ^cabt de empossar a sua nova Diretoria, Conselho Fiscal e Delegados-Representaji n ^ presidência da entidade será exercida pelo Sr. Geraldo João Goes de
■ -JÜI V:: !- 'y
de
O objetji _
i
Ma *^^ani ■ '^^legados no Conselho de Representantes da Costa. FENASEG serão os Srs. Pedro ne_ Bittencourt e José Maria Souza Teixeira
•;■ ;!
> ■^(1
a cooperação da Sociedade Brasileira de Ciências do Seguro e o apoio do Sin ^35 Empresas de Seguros Privados e de Capitalização no Estado ^ f-® ^0 Sindicato dos corretores naquele Estado, a Fundação Escola Nacional ae
^cÍq^^^NEnseG deu inicio em Campinas, dia 26 de outubro, ao LXXII Curso Para HabiCorretores de Seguros
! .f Ii4^ ' ' '>'}
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• ■ T V J-*T T' fr- •-
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I'' I iH. f
IHjlMtliiaÉiBui
m
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS FEDERAÇÃO NACIONAL DASEMPRESAS DESEGUROSPRIVADOSE DE CAPITALIZAÇÃO
.' ,
Editorial
A responsabilidade civil, assente na tradicional teoria da
I
cul
pai e instituto jurídico que continua amplamente válido (e ate insubstituível) na so
ciedade moderna. Amplo na validade, entretanto não mais universal na aplicação do mo único que a tradição jurídica consagrou. Em áreas especificas, tornaram-se freqüentes as
circunstâncias
pouca ou quase nula margem para o emprego correto e funcional do conceito de cul•
A '
^erit
automobilística Í uma dessas areas. Multiplicam-se os casos de acj^
âmar
torna impraticável a prova de culpa, ficando as vTtimas condenadas a sofridos e, o mais das vezes, sem recursos próprios ou
ÍNDICE DAS SEÇÕES
^ teoria antiga, transformada em instrumento inÕcuo e inadequado, te-
C3n«Hova
EDITORIAL
FENASEG
CNSP
SINDICATOS
IRB
^^tstituTda, a fim de que o instituto da responsabilidade, assumindo fei^adquirisse a eficácia indispensável ã- garantia da reparação dos danos.
y,
No Brasil, em matéria de circulação automobilística criou-se
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS
,. i;í m
condições
um
o p^, ^^^torio que, abandonando a teoria da culpa pela teoria do risco, viria tor
SUSEP
^ ^at
NOTICIÁRIODASSEGURADOf^^^' ^nia-j J^ danTv,,-p .
EXECUTIVO,LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO
responsabilidade do proprietário num instituto objetivo e eficien-
indenização i o puro e simples vTnculo entre o acidente e o da
absoluta das vTtimas, com recursos limitados pelos respectivos e modes '"snda, teria no seguro uma garantia que não era proporcionada pela teo-
'i i DO '^4.
Esse objetivo do legislador, que inspirado com realismo no inte'o I
.
IMPRENSA
novação jurTdi° mecanismo do seguro obrigatório uma ini
. i
Peu JORNAL DO COMMERCIO(PAGINA DE SEGUROS) '^Pl
DIVERSOS FUNENSEG
ESTUDOSE OPINIÕES
MERCADO DE AUTOMÓVEIS
FIDES
MERCADO CAMBIAL
ATAS DE COMISSÕES TÉC#
^ moderno o instituto da responsabilidade civil, está agora
sendo
Continua disseminação de uma forma de irresponsabilidade; a abstenção do veiculo, que deixa de fazer o seguro obrigatório. E isso sob as vis-
^cent
autoridade, que renova o licenciamento do automóvel sem prova (exi
existência do seguro. Esse Ó o grande problema, que urge resolver.
BI.786*Pág.01*29.10.84
Ui W
I
Assessoria Econômica - Resenha Semanal
NO 61
SEMANA DE 15. 10 ATÉ 21 ,10.84
PANORAMA
I
ECONÔMICO
1 1
' r-
Em uma nova tentativa para controlar a inflação o Governo convo-
ou na semana_passada representantes das principais entidades de classe da
indús
tria e comercio_para pedir moderação nos reajustes de preços dos produtos. Segundo governo nao ha justificativa para a manutenção de expectativas de inflação alta.
^Apesar do apoio dos representantes^de classe a iniciativa do go-
Cddo°
pr-ovivel que o atual ambiente inflacionãrio seja radicalmente modifi-
QUnH alimentam inflação_continuam presentes. y nao técnicosPt^incipais do Banco fatores Central oquecontrole da abase monetária (emissão primaria Sede
oedaj esta cada vez mais difícil devido a necessidade de se financiar as empresas
^ 3^.215, socorrer a Previdência Social , sustentar o Sistema Financeiro de Habita -
ao e os Bancos Estaduais. Alem disso, as expectativas inflacionarias estão altas
ouio revela o mdice de preços por atacado (IRA) industrial que evoluiu de 9%, en mes àbril(20,5%). , para 12,2%, em setembro, muitosalarial alem da permitira inflação media dida pelo ?IGP-DI A recente modificação que as do ex ctativas inflacionarias extravasem para aumentos de salários. , existem poucas condições reais para o êxito desta nova vesnaa contra a Portanto, inflaçao restando apenas a esperança de que.ela mantenha a infla
o no atual patamar de 200% anuais evitando temporariamente uma explosão dos pre ~ - ,
.
Em relação ao setor segurador o primeiro semestre registrou
uma
(vp Fir^ 11 ^""^^cadaçao de 11 ,4 %,_^em relação ao mesmo período do ano anterior Pou
.Espera-se uma recuperação dos prêmios para o segundo semestre em res
. ao crescimento industrial do primeiro semestre — em geral a recuperação do? 3 recuperação de produção industrial com certa defasagem — compen primeiro semestre ficando o crescimento real anual dos prêmios zerado. ~
Márcio Valêrio_Ronci Assessor Economico
BI.786*Pág.01*29.10.84 íii 'i' [
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Io ÍGP-OG medio.
refere, ;cia com os dados correspondentes ao mesmo perTodo do ano anterior também deflacionados ue-
Este indicador compara os prêmios acumulados, deflacionados pelo IGP-OG médio, até o trimestre de
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O
PREÇOS, TAXAS DE JUROS
FEVEREIRO
MARÇO
E
CAMBIO
ABRIL
MAIO
JUNHO
JULHO
AGOSTO' ^
INPC
(não ajustado)
3702,38
4059,66
Var.mensal Var,semestral
8,92
9,65
69,93
70,12
Var. 12 meses
182,43
185,87
4481 ,46 10,39 66,18 192,93
4867,31 8,61 68,39 201 ,20
5295,15 8,79 71 ,01 202,45
5909,39 11 ,6 73,81 197,04
n. 70,
DE
JUROS
INTERNACIONAIS
MAIO.
JUNHO
JULHO
6014,4 5393,3
5559,1
6159,5
Var.mensal
-1 ,0
-1 ,8
17,0
7,6
3,1
10,8
10 114
Var.no ano
4,0
2,1
19,5
28,5
32,4
46,7
217,9
215,i
Var. 12 meses
78,3
79,6
96,4
100,5
98,9
100,7
10145,2 9,8
11220,4 10,6
12328.
7514,2
8088,0
73,4 195,2
91 ,8 190,2
Var.mensal
1,1
7,6
15,2
5,4
9,4
11 ,6
Var. no ano
-3,5
3,9
-■ 19,7
26,2
38,0
54,0
Var. 12 meses
89,0
105,1
116,2
117,0
111 ,9
132,8
Exportação FOB
1867
2063
2134
2338
2505
2-570
2507
Importações FOB
1011
1061
1073
1201
1156
1369
1 158
856
1002
1061
1137
1349
1201
1349
11 ,00
11 ,50
12,00
12,50
13,00
10,5
1 1,06
11 ,38
12,60
12,63
187,3
9777,0 10,0 35,5
10651 ,1 8,9 47,7
1 1594,7 8,9 60,7
12667,2 9,2 75,6
1 3974 ,3
1 5458,'
Var.no ano
8892,1 12,3 23,3
1-0,3 93,7
IVar.12 meses
230,1
229,7
228,9
235,5
226,5
7104,3 10,5
7791 ,7 9,7
8454,1 8,5
9236.0 9,2
21 ,4 190,1
33,2 191 ,5
44,5 192,1
57,9 198,6
iõ,í 108,1
190,5
! Ind ice de Preços
ABRIL
Heios de Pagamento (Cr$ bilhões) 194
9315,0 9822,1 10743,5 11989,7
7.
Iíndice de Preços por 'Atacado-DO/FGV (base=média 77=100) 10138,1 Var.mensal Var.no ano Var.12 meses
1 1 ,9 23,3 255 ,2
Poupança
12,861
11163,4 10,1 35,8 253,2 1 0 ,550
12235,1 9,6 48,8 250,9 9,,440
13313,9
8,8 62,0 258,3 9,44
14522,3 9,1 76,7 243,6
9,74
16083,5 10,3 95,7 232,5
17562-; H
113..
229j.
10,85 y
[Taxas de financiamento [(media mensal simples)
|ORTN :adm
JlnterinstituiçÕes
Saldo
(üS$ milhões)
["overnight" X a.m ilTN
1 1 ,89 11 ,89 11 ,98 1 1 ,90
Prime
10,35 10,36 10,49 10,36
nd
nd
9,67 9,79 9,68
9,04 9,05 9,04
9,71 9,71 9,75 9,72
AGOSTO
Sase Monetária
(Cr$ bilhões)
IGP-DI
Consimidor-FGV Var.! lensal Var. no ano Var.:2 meses
TAXAS
4286,6
184,95
j Var.mensal
0 - II
4365,1
185,20
(nao ajustado)
E
R
-MARÇO
182,62
Var. 12 meses
MOEDA, BALANÇA COMERCIAL
D
FEVEREIRO
9304,60 10235,07 11145,99 12137,98 13254,67 12,30 10,0 8,9 8,9 9,2 32,68 45,9 58,9 73,0 88,9
Var.no ano
A
190,?y
8285,49 9,80 18,14 168,52
ORTN Var.mensal
U
Q
6330,f
nd
11 ,05 11 ,05 11 ,10
Libor (6 meses) 9' ' (taxa de fim de perTodo)
7
[Taxa de câmbio (Cr$/ iUS$ valor de venda
'pelo Banco Central , 'no fim de mes) lVar.no mês
jVar.no ano IVar.12 meses
BI.7"86*Pâg.O-8*23.v10.84
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS
Superintesidêneia de Seguros Privados-SUSEP
MINISTÉRIO
DA
FAZENDA
SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS
•r
CIRCULAR SUSEP N? 0^ 6 / DE
1 1
DE OCcÍJu_(a^DE 1984
Aprova modelo de Demonstrativo de Limite Técnico. O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRI-
VADOS (SUSEP), na forma do disposto no art. 36, alínea "b", do Decre-
do p ^
de 21 de novembro de 1966 ; e considerando o que consta SUSEP n? 185.916/75; resolve:
nicQg .
1 - As seguradoras que desejarem adotar Limites Téc-
ci(3og ^^^^^iores a 10% do L.O., de acordo com os critérios estateleResolução CNSP nO 06/84, apresentarão ã SUSEP o demonstra'iíttn
,
.
, j
tj*
juntamente com os demonstrativos do Ativo Líquido Operacional.
-
e
.1
do
2 - Esta circular entrará em vigor na data de sua pu-
revogadas as disposições em contrário.
Assis Figueira
perintendente H/
BI.786*Pag.01*29.10.84
: I
SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS
I
CIRCUL.^R SUSEP NÇO-Ji , deOSc^e outubro de 1984 ANEXO
A
CIRCULAR
SUSEP
N9 oAg/84
Prorroga, por prazo indeterminado, a
SEGURADORA.:
CÕDIGO: DEMONSTRATIVO PARA L.T. INFERIOR A 10% DO L.O.
vigência
da
planos previdenciãrics de entidades abertas de previdência privada. 0 SUPERINTENDENTE
DA
SUPERINTENdEnCIA
DE SEGUROS
73, de 21 de novenbro de 1966 3 considerando o que consta do proce^
(Valores em CR$ 1' Período de Vigência:
so SUSEP n9 001-04047, resolve:
1 - Prorrogar, por rrazc inãeterinina'"0, a vigência
AM
PRIVADOS
(SuSEp), na forma do disposto no art. 36, alínea "b", do Decreto-lei
Limite Operacional:
R
Circular
SUSEP nÇ 10, de 23 de narço de 1984, no cue concerne aos corretores de
da
Circu
lar n9 10, de 29.03.84, no que ccncerne aos corretores de rlanos previ ^enciârios de entidades abertas de previdência privada.
O
1) Prêmios retidos no ano anterior
2 - Esta circular entrará em vigor ni data de sua publicação,
revogadas as disposições em contrario. (Of. nç 41/84) Francisco de Assis Figueira
2) - Prêmios retidos até o trimestre do ano anterior.
%/V 3) + Prêmios retidos até o
(reproduzido do DIARIO oficial da UNIAO DE 18.10.84-
trimestre do ano em curso.
I,
I
; í ' ,''i t
SEÇAÜ I - PAGINA NP 15 270)
4) 1 + 3 - 2 =
5) (4 ♦ L.O.) . 100
6) LT a ser adotado
W'
'fi: , :,v„
Observações;
a) A expressão "ano anterior" é adotada em relação à data limite para a entrega do demonstrativo. b) Quando o demonstrativo se referir aos LT a serem adotados no 19 semestre, o trimestre a ser considor»^ itens 2 e 3 é o 39 (terceiro) e quando se referir aos LT para o 29 semestre, considerar-se-á nos iteM
>L:PERL\TENDt:.\CIA DE SEG JROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N9 04S , DE 1 5
DE
outubro
DE 1984
3 o 19 (primeiro) trimestre.
'I
c) Os valores dos prêmios e do L.O. devem ser expressos em milhares de cruzeiros, com uma decimal.
Aprova comissão de corretagem.
d) Este demonstrativo deve ser entregue juntamente com o de A.L. o L.O.
0 SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRI
MADOS (SUSEP), na forma do disposto no art. 36, alínea c , do Decre-
^o-leí nç 73, ie 21 de novembro de 1966; considerando o que consta ao ^roc. SUSEP n9 001-04813/83; resolve:
J
(AGUARDANDO
PUBLICAÇÃO
NO
DIÁRIO OFICIAL
DA
UNIAO)
1 - A comissão de corretagem para o Seguro de
^catícia ê de 10% (dez por cento).
Fiança
2 - Esta circular entrará em vigor na data de sua pu-
blicação, revogadas
í ir. fi
as disposições em contrario.
FRANCISCO DE ASSIS FIGUEIRA
(reproduzido do DIARIO oficial da UNIAO de 23.10.84 SEÇÃO I - pagina NP 15 483)
Mr 1";:' l':iÍ!
BI.786*Pãq.02*2j/í BI.786*Pdg.03*29.10.84
m
I
E^çvTivOji^^aTivoEmDiaaam PODER JUDICIÁRIO Apelaçao Civel n9 50 477
Ji"ibunal de Justiça - MG Câmara
Desembargador Monteiro Ferraz - Unani me
DE RENOVAÇÃO DE LICENÇA - INCONSTITUCIONALIDADE. EMENTA
i '3cali2açg . . "A exigência da taxa de renovação de licença e base de calculo p-i constitucional que veda adecobrança de taxas, tomando a dispositivo que tenha servido para a incidência impostos." Apelaçao CTvel n? 1 259/80
S-!Sara''®
- pr
r\
^Esp
®^®"'dargador Renato Pedroso - Unanime
'^^^BILIDADE - TRANSPORTE DE MERCADORIA - DENUNCIAÇAO A LIDE - SAQUE DA MERCADORIA. EMENTA
"A responsabilidade civil do transportador abran
obr^ QarS
J n icopui i:>aui i iuauc v-ivi l uUCian ° de indenizar os danos decorrentes do saque de mercadoria.
Não se conhece de agravo retido se não hi apela-
P^^tensão rí denunciante e ã do denunciado, ^ denunciadosoba lide, ao contestar, tem que oporpena de se responder po ■ perdas e
Apelaçao Civel nQ 459/82
pai ,
^ ^^Çada - pr 1
Calixto - Unãni me
DE REPARAÇAO DE DANOS - ACIDENTE DE TRÂNSITO
PREFERÊN -
EMENTA
.
"Evidente a culpa exclusiva do motorista que nao
""encia a preferencia de passagem do ' veículo que vinha da direita (RCNT, ar BI.786*Pãg.01*29.10.84
tigo 38, IV). Obrigação de indenizar nos termos da sentença. Apelaçao Civel n9 10 027 Tribunal de Justiça - MT 19 Gamara
Relator: Desembargador Licinio Carpinelli Stefani
AÇAü ORDINÁRIA DE INDENIZAÇÃO - SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL - AUTORIA SABILIDADE DA SEGURADORA - CORREÇÃO MONETÁRIA. E N T A
imeo meio
Se o reu se furta a audiência para posten^^' ''
te pleitear nulidade, torna as alegações preciosas, como expressa o art. 245 do
Luís Mendonça
digo de Processo.
As disposições concernentes aos seguros de ^ ponsabilidade civil dos proprietários de veículos, considerando a urgência do ^
o seguro social é um esquema para
dimento, dispensou as indagações pertinentes a causa do evento. d
Exclui-se a responsabilidade da seguradora ® gf
poe-se a obrigatoriedade do particular se este agiu de forma a impedir-o cump''^ to das cláusulas do contrato.
_ImpÕe-se a aplicação da correção monetária a espécie da lide, consoante a lição advinda dos julgados dos Tribunais."
'■resu(tèntes de acidentes de trânsito). Se*
pôsicos: a doença, a invalidez, a velhice
dunào a matemática dos autoras da Idéia,
t» a morte. O caráter social de tal esque'
Previdência 'Social, aepotéi de cumpri*
custeio: parte dos recursos ó de origem
«tos rodos 03 encargos do seguro fossas-»
externa. Contribuem os empregadores e
Jiãhhfà méõico-hospitãiar às Vitimes dos-
a União, sob dois fundameníos; o econô mico, que reside na falta de at/fo-suMc/ôn-
iitn dinheiro, nos
cia da massa de segurados; o jurídico,
■rfaorfe^.
tuada para o déficit, ao longo do tempo acumularia fortes pressões de custo. £n-
Apelação CTvel n9 10 245
ire essas pressões, duas ganham desta* Q^e. Houve de um fado o aumento da
Tribunal de Justiça - MT 19 câmara
Relator: Desembargador Flavio José Bertin - Unanime
Brasil a padecer as agruras de um gran
de déficit, isto é, de um desequilíbrio
beneficiarão e nem prejudicarão os demais."
tjue utge corrigir. Disso não se cuida, oelo menos a curto prazo. As fórmulas surgidas, ao Invés de atacarem as cau sas, preferem ter como alvo OS efeitos
do problema: tratam simpleamente da im i '.k I
feçõo de novos recursos fexfernos) com ■que seja costurado. o déficit. Quando a costura venha depois a rebentar, a essa
Apelação CTvel n9 10 285
■pdura então se pensará em como. fazer
Tribunal de Justiça - MT
\pUtro remendo.
29 Gamara
B como será preciso muito carretei, pre
Haja linha para costurar o déficit atual-
Relator: Desembargador Benedito Pereira do Nascimento - Unanime
tende-se que pelo menos um deles seja
'dbf/do do seguro privado. A Idéia (já em '•éxame no Congresso Nacional) não pode
RESPONSABILIDADE CIVIL - COLISÃO DE VETCULOS - IMPRUDÊNCIA.
ter mais simples: transfere-se para a Pre*
vidôncia Social a operação do seguro que todo proprietário de veiculo é obrigado a
EMENTA
da
^evidência
Soolaí
é
camente ativa, A fronteira do seguro de
trânsito vai mais alem, pois se estende a toda a popula -
O tato é que hoje,,por essas e outras razões, a previdência social volta no
f
Ironteira
çio do País. O seguro de "f^ôns/ío tem. /urid/camente, Óffgeiü % fP
destos padrões materiais.
EMENTA
A
sua massa de contribuintes, sempre um pouco menor que a população economi
vida média, gerando incessante e volu
onerosa mesmo piiarido praticada em {mo
LITISC0N5ÕRCI0 - DESISTÊNCIA.
co-autores litigantes nao prevalece quanto aos demais, visto que os atos de Lim
casos de fnvalldex e
moso Oesc/menfo do número de inativos
e pensíonfsias. De outra parte sobreve/0 o encarec/niwjfo da medicina moderna,
"Havendo Titisconsõrcio, a desistência de
^dentes e pagamentos dás fndenfzdçõès
que faz da suplementaçâo externa de rsO seguro social, com tendência acen
i'i,
ainda vai sobrar "algum" para o déíiàt
ma está na sua própria estrutura de
cursos um instrumento da paz social.
I'
iazer (psra cobertura dos dands pès$oaí9|
compensar os eleitos de quatro eventos
naiidades que lhe são próprias e especi ficas: vincula-se è reaponsabilldade civil
do proprietário de veiculo e eo conae* gúente ônus deste, no tocante à repara ção das conseqüências de acidentes. Apesar desses elementos que os se caram e distinguem, os dois sistemas
possuem um ponto de Interseção: as vi timas de acidentes de trânsito, cobertas pelo seguro especifico de ocorrências des-88 natureza, em bom número da casos são atendidas pelos serviços médicos do INAMPS e da sua rede de entídedes con-
veniadas. Esse ponto de interseção, longe de justificar a estatização do seguro, gera tãc-somente um problema administrativo
para o INAMPSt o do faturamento dos
serviços prestados, para subseqüente co brança de honorários. Não se trata de uma questão insolúvel. Fórmufas existem e serão pralicáveis a contento, de modo a permitirem que o INAMPS tenha o
reemboiso de seus dispôndios. Será que esse fim justifica a estatização como um meio ">
"Ê culpado pelo acidente^o motorista que, ao ,i
tuar_conversao ã esquerda a fim de atingir outra rodovia, nao adota os cuidados cessarios ã segurança do transito." (REPRODUZIDO DA REVISTA FORENSE - ABRIL/JUNHO DE 1983 - VOLUME 282)
BI.786*Pã9.01*29.10.84
BI.765*Pãg.02*29,
TítT
..ii 1.
' I,,-
J. ■)
, I
c-
-w-i^wr-v-
NEIU^AIN)SEGURADOR
"É hora de se promover a abertura
Editor: AlberloSíli"®
O Diretor-Técnico da Itaú Segura dora, Antônio Paulo Noronha, defende o resseguro interno livre. Prática, entre
tanto. para ele. que deve ser implantada
Previdência: Fenaseg
paulatinamente, com cuidado, e, ao lon go do tempo, ir avaliando seus resulta
porque as empresas de seguros nâo en frentam aqui problemas sérios de ca
que chegou a hora de se promover uma pequena abertura nessa área, pois n
tástrofes naturais. Admitiu, no entanto,
exercitar o resseguro.
O presidente da Federação Nacional da-"!
No campo do resseguro externo, An tônio Noronha concorda com a manu
^ação (Fenaseg), Victor Artbur Renault. disse ontem que a posição da entidade é do
mercado tem empresas capacitadas para
serviços para a iniciativa privada de
paulatina, onde a matéria seria constao* mente, ou permanentemente, debatida co
ttador Roberto Campos, que propõe privatl-
HA ESPAÇO
Previdência e Assistência Social.
Victor Renault explicou que é desejo do
aiercado segurador prlvatizar, numa primei* ra etapa, o seguro de acidentes do trabalho,
fue antes de 1968 era operado pela lnl:iaUr. va privada. Na área de saúde, ele quer a lalda do Estado da assistência médica que e&O seja social, deixando para as empresas
privadas de seguros uma íalxa de atuação situada da classe média para cima.
Para Antônio Paulo Noronha, o lem» Itaú seguradora, onde ocupa a Direção
nica é trabalhar mais e reivindicar meO^
grandes riscos, razão pela qual muitas pontas sao oferecidas a resseguradores estrangeiros.
Para Antônio Noronha, a ilvre nego
de Resseguros do Brasil) exercida nas
ciação do re.sseguro no mercado interno
de riscos
deve avançar na medida que a própria
brasileiros para o exterior. De acordo com o seu pensamento, o País nâo esta
de transferências
economia brasileira vai se desenvolven
preparado para
gar uma série de serviços hoje prestados pela
que as seguradoras nacionais não têm condições de reter parcelas elevadas de
tenção centralizadora do ERB (Instituto
operações
o Governo.
tpoiar no Congresso o projeto-de-lel do Se>
que a retenção no Pais não é táo proi bitiva como se procura afirmar, mesmo
dos. Não há dúvidas, na sua opinião, dc
apoia idéias de Campos Empresas de Seguros Privados e de Captta-
Diretor da Itaú manifestou-se convicto
de que há empresas com porte e knowhow para operar com resseguro. RIp crê
colocar seus negócios
do, implantando-a de forma prudente e
não escancarada. "A gente ainda é pe
excedentes lá fora, de forma individual
queno em termos de mercado interno",
e livre, embora reconheça que, tecnica
reiterou, acrescentando que a presença do IRB nessa fase é Importante e náo
mente, é um processo de aprendizado. Em termos de mercado interno, o
est»^ pois puio a a empresa entende «lii/cuuc que existe um
deve ser afastada.
CO na área de saúde para a iniciativa
da, que poderá ser alargado na niedWa que for ocupado com mais Intensidade.
sa forma, ele acredita que se possa revcr^. o processo de estatlzaçâo. Mésmo tende que a Previdência Social sampre, uma vez que 6 Ehtado tem
Só 4% da receita saí do País
.
Segundo ele, o projeto do Senador Rober
ção de prestar serviços mínimos de sau
A colocação de riscos brasileiros no
to Campos é de fato bastante abrangente e
aposentadoria. A titulo de incentivo, o
exterior levou o Pais a desembolsar di
das coberturas contratadas para os se
complexo, como mencionou o Ministro Jarbas Passarinho, da Previdência Social, hé
o Governo poderia fazer hoje,
visas da ordem de Cr$ 49 bilhões 963
guros de incêndio, lucros cessantes,
jj-
três diag à imprensa. Nâo há dúvidas, assi nalou Renault, que o assunto privatização
é permitir o abatimento no imposto de j. da dos prêmios pagos pelo seguro-saude vado, bem como adotar uma política ^ c
dessa área precisa ser mais amadurecido, para isso. ele propõe uma transferência de
contos, na contribuição do inamps. empresário que optar pelos planos
milhões no
primeiro semestre deste
ano, segundo dados dd Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), Essa
Com o resseguro interno, o IRB fa
diretos feitos no
turou nos primeiros seis meses deste ano algo em torno de Cr| 277 bilhões 198 milhões, contra Cr$ 84 bilhões 871
ps ramos que mais contribuíram
milhões em l^al período de 1983. A
para"á^saida 'de divlsâs; âtravék dOTes- • . evolução I nominal dessaii.i<ac6itas girou seguro'externo, operação que é realiza pouco acima de 226%. Jã os sinistros da com exclusividade pelo IRB, foram pagos situaram-se em Cr$ 73 bilhões
Mercado não tem porte para assumir resseguro do Brasil (IRB), Ernesto Albrecht, afirmou que as empresas do mercado segurador bra'
cado segurador não oferece
süelró não têm porte patrimonial para assu mir as operações de resseguro interno, num
liberar o resseguro interno, pois ^
sistema de livre angariação desses negócios.
O presidente do IRB ressaltou
Ernesto Albrecht salientou ainda, fun
vez a necessidade de se manter a
basta o Governo elevar a capacidade de re
tenção do Eure (Excedente único de Riscos
Ehctraordinàrios). onde o mercado tem parti cipação. para que as seguradoras protestem, de imediato contra a medida. "Ora — In
dagou ele ~ se as empresas não querem as sumir o risco
diretamente como irá assu
mir a responsabilidade do resseguro?" Em tese. entretanto, Albrecht manlfes-
os de riscos de engenharia, aeronave:> e embarcações. Juntos, responderam
611 milhões, redundando numa peque na taxa de slnistralidade de 26,56%.
por prêmios pagos a resseguradores in
Além disso, o crescimento das indeni
ternacionais no valor de Cr$ 35 bilhõe.s 69 milhões, mais de 70% do montante total colocado lá fora. O.s 307r restan
zações que foi de 188,51%, em relação a um ano atrás, foi bem menor que o do faturamento.
ções, para ele, a análise das clrcu^^t^ deve ser realista. "As coisas devem dentro de seu prisma prático acrescentando que "o atual
damentando sua tese sobre o resseguro, que
global de bancos, riscos diversos e ga rantia de obrigações contratuais.
nas 4,56% do total da receita prove mercado interno.
Ao reiiejav ontem sua posição favorá
por conta
quantia, entretanto, representou ape niente dos seguros
vel à manutenção do monopólio do ressegu ro, o presidente do Instituto de Resseguro?
tes ficaram praticamente
Atividadesda Uaico
'
^^^$9
param até junho de 85
guradoras são pouco capitalizadas • j
A
Uaico (Unlted
Américas Insurance
mercado para empresas naclonsls
Co.), empresa controlada majoritariamen-
cou o monopólio do resseguro
de fundamental importância, não
te pelo Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) e seguradoras nacionais, ficará com
permite uma negociação em bloco
suas operações no Estado de Nova Iorque Estados Unidos, paralisadas até 30 de junho
excedentes com
o
mercado
in
mas também porque, num esforço
j,.
zado. mantém controlada a saída d®
Com a quebra da centralização, ele
\ íl^,'
qüe não haverá meios de se
do próximo ano, no que se refere a aceite.s de novos negócios; Essa decisão ficou acer tada segundo Ernesto Albrecht, presidente do IRB, em assembléia realizada semana passada na sede da empresa, que continua
nível se elevará o índice de transfer
rá sendo administrada pela Dunckson Holt
negócios para o exterior, hoje — ^
por
tou-.se inteiramente defensor da teoria de
na média de 4% dos prêmios gerao
livre mercado. Ma.s em determinadas situa
economia nacional
mais oito
meses, conforme
adiantou
pitalizada, salientou Albrecht. a Uaico náo tem condições de atuar no mercado americano.
De qulquer forma, ponderou, até junho de 1985 há tempo suficiente para a nova sd-
ministraçáo do Instituto, que assumirá (jom o novo Governo, resolver o que fará da enj-
presa. As seguradoras nacionais no momenLo, são contra a elevação de capital para
cerca de US$ 25 milhões, jã que as dinculdades do mercado Internacional de r&ssc-
?uro6 náo aconselham qualquer tipo de now nvestimento. Os sócios da Uaico, íncluinao
Victor Renault, presidente da Federação
americanos e alemães, em assembléia, já
Nacional das Empresas de Seguros Privados
iecidiram pela elevação, sem, entretanto,
e de Capitalização (Fenaseg). Sem estar ca
íxar data e quantia para Isso.
BI.786*Pãg.03*29.10.84 BI.786*Pãg.0Í I
'rrr;,-
REPORTAGEM
fl, !■ I, .
' l
I
1 . 1
I ,
"Os rfsuitados operacionais da^ coinpasivos e crescentes prejuízos, pois vem aumen tando a sinistralídade. as despesas fixas, o custo de angarlação e as receitas nâo se cor
rigem éz acordo com os índices de inflação", ' I, I
I
nosso REPÓRTER NA ROTA DOS
Lucro financeiro cobre ineficiência, diz Afif nhl-as seguradoras vèm apresentando suces
A afirmação foi feita ontem, pelo empresá
rio Cláudio'Aflf Domingos, , ao tomar posse no cargo de Presidente da Associação das
Companhias de Seguros, entidade que reúne companhias seguradoras de todo o País. O novo dlrlgiente assinalou que a ativi dade seguradora passou a se confundir com a financeira, com reservas Incrementadas e
rendimentos subsidiando a ineficiência, le vando â acomodação perigosa, tomando as aplicações d>3s reservas passíveis de estatização. denunciou também a existência de "uma perigosa concentração no mercado.
ESPECIAL
CARROS
ROUBADOS
Os carros-sao roubados no Brasil, por quadrilhas poderosas — e: bem armadas; atravessam a Ponte da Amizade (ou o Lago de Itaipu) e che gam^ao Paraguai, onde são blanqueados (legalizados) e vendidos. A
devido ao agígantainenio de poucas empre
sas, tendendo ao aligopôllo".
policia brasileira não faz quase nada. A polTcia_^paraguaia contem -
Cláudio Aflf Domingos defendeu a im
pia. O repórter Valdir Sanches e o fotografo José Pinto percorreram
plantação de um Código de Ética entre os seguradores 2 o retorno das companhias à
essa rota.
obtenção de rentabilidade operacional, en
E contam como é o trafico.
carando os lucros financeiros como ativida
de secundária e nâo principal.
.
O ex-ipresld-mte da entidade, Caio Car
_
Presidente Emérito da Associação das Com
panhias de Seguros, em seu .discurso fez 56" vcrao Federal tem dedicado ao setor secu-
rltário, estendendo suas acusações aos OO"
vemo-j Estaduais, que mantêm companhia seguradoras
em
concorrência
desnlvclada
CoraciÓn com cer
â atravessar a Ponte da Amizade, sobre o Rio Paraná. E desse modo passar de Foz dõ" guaçu, no Brasil, para a cidade paraguaia de Puerto Stroessner.
doso de Almeida, que ontena passou a sC veias críticas á falta da atenção que o G^'
Um carro encomendado por LÓpez "Doido"
Jeza chegara a seu destino, o Paraguai. O "portador" não terá nenhuma dificuldade pã ç
^
Os documentos do carro serão falsos, assim como as pia -
Mas se nao forem, também não haverá problemas. Ninguém, no posto de fronteira âsileiro, se preocupará em investigar isso. Muito menos do lado do Paraguai.
com n livre iniciativa.
Mesmolago. assim,A massa outros deladrões de carro a seguran^^ ainda. maior da travessia pelo agua que cobriu preferem 1 .300 quilômetros
(REPRODUZIDO DA EDIÇAO DE 26.10.84)
Huadrados, acima da Barragem de Itaipu, facilitou a vida de ladrões, contrabandistas hçso, ^ f- • colocar barrancas do rio,sobre acidentadas, vez a verdadeiras praias. Com ficou facil um carro uma balsa deram improvisada e navegar até a margem -íraguaia, / quilômetros adiante.
'Jçmi p niíf A -r íssàs aguas são patrulhadas por uma lancha da Receita Fe libnM ^ Policia Federal. Mas se esses homens surgirem, também nao havera tà!k- nin ^ ^ atribuição de impedir a travessia de carros roubados ( como Ch^h eS muito superior. ponte), E E,nemno querem O poderio e sofisticação de fogo dos .naidos caso dater. Receita Federal, as equipes são proibidas ^ andar armadas.
Í-V, :.i :;
ti-
pccai+
\bflrL o carr
ladrões que usam o lago são geralmente os qué tomaram
® Partiram para a fronteira — sem tempo para falsificações.
Ou
^ííltp m/m pcn.m P^rani e temem que uma comunicação rápida com a policia de Foz re nrocfa interceptã-los. Por isso correm direto para o lago. E o lago pe uito bem ao transporte de comboios de carros roubados. \
e?
terra, na margem paranaense, os riscos de uma
hha tnHn n
h i
Delegacia Subdivisional de Foz de Iguaçu tem 23 homens
He Ouedas) 107
disDor Doli 1^30 laqo ® °
BI.786*PÍg.g5
topada
^rea que, margeando o lado, chega a GuaTra (onde havia as ° norte.
A Secretaria de Segurança tem um projeto
nos municípios atravessados para che doessesinilitares homens começaram a chegar a apenas umpelos delesbandidos — São, José BI.786*Pãg.01*29.10.84
p A casa dc López "Tavora" (Doido) Coración, um ex-garçom que matou dois em Foz do Iguaçu e acabou \irando o maior fornecedor da fronieira, llca a qua tro quadras do centro de Puerio Sirocssner. Tem, no térreo, dois salões com por tas de aço bem trancadas. Deriro deles
pode estar, entre outros car os, um Scort XR-3, quase novo.
za muitas autoridades brasileiras ligadas ao problema. Em 1981, o iongev o gover no do general Alfredo Siroessner criou, com uma lei, o que os paraguaios cha mam de blanqueo. Ela permitiu que os carros em situação ilegal fossem blanqueados, clareados — legalizados — som necessidade de se provar sua oiigem. E
UM NEGÓCIO
brasileiras.
~ Com isso (diz a autoridade) o go verno resolveu viabilizar as aspirações de
DE BOA CLIENTELA
É a resposta-padrão local; se brasilei ros roubam os carros, que culpa o Para
sua classe média, facilitando a legalização
Em um ncgcScio dinâmico,afinal, sem pre surgem boa.s ofertas. Interessados que procuram López para vender ou comprar.
guai tem disso?
teressados de cidades vizinhas, a busca se
faz "de boca em boca". Mas se o objeti vo for um carro quase novo, então basta procurar distribuidores noiórios como
López "Tavora" ou os irmãos Roja. E fazer a encomenda.
ônibus de turistas. Os ladrões o oferece
Mas uma outra autoridade, o comis
sário Pastor Mendoza Larramendia, res
ônibus no depósito que José Roja (um dos irmãos)tem no quilômetro 3,5 da ro dovia para Assunção. Ali a polícia para guaia. obrigada a agir, o encontrou.
ponsável pelas investigações sobre furtos na região, tem uma resposta mais
dual) nào cobre a fronteira, junto ao pos
de bancos, de pneus. Os distríbuidoits fa
culos roubados restringem-se, natural
to da aduana. .Sc i.sso acontecesse, os car
mente, aos automóveis. Um Dei Rey, por
ros roubados não passariam.
exemplo, muito pro- dores costumam pacurado, é cotado por gar dc 8 a 12 milhões
o delegado divisional dc Foz do Iguaçu,
larão por telefone com quadrilhas esp>ecializadas dos Estados do Paraná, Sâo Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul. Em dado momento o carro enco
por cia. E interes
Edival Antônio Ribeiro,.sobre a saída dos
lhões de cruzeiros. sam-se|xu "quania-S
carros pelo lado brasileiro. Mas estamos
uma rua qualquer da capital ou inteiióí
Mas há e.xceçòes pa
tiver". A entrada desses
no Paraguai c, a propósito, o que faz o comissário Larramendia contra os depó sitos de carros roubados existentes em Puerto Stroessner?
aqui entre 7 e 8 mi
Basta a qualquer paraguaio lazer co
rascana Brazinha, na Avenida Brasil, a
mo certo proprietário de uma Brasília 1980, ilegal: há dois anos. meses depois
principal de Foz do Iguaçu. Aí por 19T7
que têm clientela também entre os fa zendeiros bta.silciais
dá-se sem o menor
problema. Ma.s(con tara agora um natu
viu-se ameaçado por um pai-de-santo e
es >aíhados por uma ral muito bem-in
dc baixada a lei dc Wtf/iíywfo.eleloià Dire ção Cicra! ue Aduanas, preencheu uma
um amigo deste. Armou-se. Um dia Ló
gr.indc área do Pa
pez e seu irmão defrontaram-se com os
raguai. O.s distribui- quer dificuldade sur
declarución jurada de reiiiilarizoción /is
inimigos. Mataram os dois. E pa.«;saram
cai de hienes. Pagou uma taxa de 122.000 guaranis (o que hoje representa uns
a fronteira.
calcula existirem hoje no Parcguai.
E A CLASSE MÉDIA QUER TER SEU CAFiRO
O garçom conseguiu um emprego no cassino, em Puerto Stroessner. Aqui mui0 turista perde tudo o que tem e acaba
deixando o carro como pagamento (são muitas as pessoas que confirmam isso),
t Lopez acabou cuidando justamente
desses carros, até perceber que havia meios mais práticos de obiê-los, e em Mas não deixou de ser lUcasaJociele-
gadodogoverno-oqueequivalea go vernador do Estado, no Brasil. • várias casas, também no in terior e em Assunção. É conhecido "em
a República" como o grande fome-
^or da fronteira. Homem forte também E essa "demanda" tende a í.umentar.
Uma importante autoridade, em Curiti ba, ou qualquer cidadão bem-informado
fisicamenie.com um grande bigode,exi bindo sempre muitas pulseiras e corren
tes de ouro, foi apelidado "Doido" por
de Foz do Iguaçu,tem uma opinião so bre a classe média paraguaia que surgiu
que nunca se sabe como vai reagir", se
no início da década passada: ela conse
.AJém disso bebe muito e tem boas armas.
guiu chegar à TV em cores, agora quer
Quem freqüenta sua casa diz que esse López Doido não tem um escritório para
um carro.
É exatamente isso o que adiante dirá
mendado será achado pelos ladrões em
ra camionetas, como
de auioridades interessadas no assunto,
positiva: — A Polícia do Departamento (esta
Os interesses no ativo comércio de veí
a F. KXX) da Ford, carros no Paraguai
E mais um carro roubado no Brasil ga nhou cidadania paraguaia. Um entre os 30.001) que o deputado Sérgio Spade (PMDB-PR),integrante de uma comissão
E sobre o blanqueo dc carros só tem a dizer que é assunto para a alfândega:"A polícia não entende disso".
ram a um outro distribuidor importante,
desaparecerá.
trânsito da Prefeitura emplacar o carro.
Dom Vera acrescenta que sua polícia trabalha cm colaboração com a de Foz.
o paraguaio Uminaga. Este guardou c
(ou no trânsito) e seguido. E
lia pouco). Obteve um certificado de re gularização e pôde ir ao departamento de
It'
Eni Puerto Stroessner esse dinamismo re-
suliou, recentemente, no roubo de um
situação.
SOO.aK)cruzeiros, mas naquela época va
Ii-vVm á-:'
cê (em que perguntar às autoridades
Escolhem-se marca, modelo, cor, tipo
López Coración era garçom na Chur-
v'> Hií
comentando: "Chegou mais um". Ou:
este ano uma nova lei sacramentou essa ' l' .
um largo sorriso sob seu bigode bem aparado: — Carros roubados? Mas se o roubam lá, no Brasil, nào posso dizer nada. Vo
mais alto.
Em Assunção, a capital, carros "lega lizados" F>odem ser encontrados à venda em anúncios de jornais. Em Puerto Stroessner, para onde também viajam In
É essa "nacionalização" que horrori
ao deixar uma cerimônia pública, abre
"Mais um comprador".
CARRO É "LEGALIZADO".
compra, sc o carro já nào estiver com pla ca do Paraguai, basta naciunalizá-lo.
si. Usa o telefone da sala mesmo. Inter rompe bebedeiras com os amigos para atender-o telefone, a cada pouco. E vai
guém no Paraguai. Para o governo, se ria permitir a saída de divisas. Para os ci dadãos, pagar um preço sensivelmente
dos carros roubados no Brasil.
ro custaria de 20 a 25 milhões. Ltepois da
/!';
aquelas pessoas — nào interessa a nin
E ASSIM,o O freguês pagará por ele de S a 8 mi lhões de cruzeiros, dependendt dos op cionais. importado legalmente, esse car
'
Mas a importação desse carro — dizem
gundo um paraguaio que o conhece bem.
formado) se qual
— Estou há dois anos aqui e nunca soube da existência desses depósitos. Pode ser que alguém venha comprar car ros aqui... Mas os carros roubados costu mam ser levados a Assunção e daí di
reto,para a Bolívia. Quem sai do cen gir, bastará entrar cm contato com Ló
pez ou outro grande. A policia de fron
tro da cidade e toma
teira receberá um recado — e 1(X).(XX)
a rodovia para As sunção encontra um
guaranis por carro.
ristas, um brasileiro e um paraguaio, es
tão detidos, aguar*
Os carros recém-chegados nào circulam
posto de controle do
pK-if Puerto Stroessner. Sc foram rouba
Exercito 28 quilôme
dos longe dc Foz, sâo guardados nos inú
tros adiante. O co
diz que já comuni
meros dcpcSsilo.s (.sempre fcclindos c vigia
mandante é o coro
cou as apreensões à
dando decisão da Justiça. O coronel
dos)existentes cm Puerto Stroessner. Ca
nel Leandro Cabrcra
polícia de Foz, que
so contrário passam direto para Assun ção. Em muitos ca.sos os carros só vão pa rar num posto de gasolina que há no qui
Carduz, que chegou
aqui há 25 dias, com
entretanto desconhe ce os fatos.
lômetro 7 da rodovia para a capital. Aqui
são
são abastecidos, trocam de motorista ~
conirabandislas. tra ficantes de droga.s e, diz. ladrões de
c ^cgucm viagem.
"A POLICIA
NÃO ENTENDE DISSO"
28 homens c a mis
de
combater
automóveis. Nesses 25 dias, os homens do coronel
apreenderam dois E a polícia paraguaia nào vê nada dis so? O chefe de polícia em Pueno Stroess ner, Vera Navarro, apanhado por Afina!
carros, um deles um Dei Rey que ainda pode ser visto junto
O coronel Carduz está
subordinado
diretamente
ao
Estado-Maior das
Forças Armadas. A
missão que integra, diz, "faz paae de
uma decisão do go verno de impedir aquelas ações crimi nosas"."Todo
o
ao posto. Os moto
BL786*Pãg.03*29.10.84 BI.786*Pag
f' i;
informada da fronteira.
h: I
Exército está nisto" — revela. Sobre roubos de carros, o coronel diz
O delegado Edival está conseguindo manter boas relações com seus colegas do
que há oito grandes quadrilhas, que têm dez ou 15 "puxadores" cada, agindo no Paraguai; e outro tanto no Brasil. Fala
outro lado da fronteira, "na base do fu
num trabalho conjunto entre as policias dos dois países (desconhecido na Secre taria da Segurança do Paraná) mas, sur preendentemente, ao fim da entrevista faz esta afirmação: — Em 95*^0 dos casos, os carros que
entram no Paraguai são vendidos por seus 1 "'',
donos brasileiros, que depois cobram o seguro (o golpe do seguro). Se não é as sim, como esses carros passam pela aduana?
Encerrada a entrevista, o coronel e um
amigo que parece ser militar do serviço M':
reservado se afastam numa camioneta
l' i."
M
F.lOOO sem placas. Em Puerto Stroessncr, quem quiser saber mais detalhes c procurar a casa
I .'í t
las de 9 mm ou Waliher.txim silenciadof
Em ttxcieiro, quando assumiu, o de legado Edival Antônio Ribetro andou de
No Paraguai é fiai comprar Isso tudo.
lojas üe Puerto Stroessner, os piaraguaios (onde hà k>ja.soom leírdro em Gsstdhano), Po' essa razão, e outras de caráter di
trazem o carro até Pueno Stroessner.
saconselhou" o delegado a continitar com
vendem-no aqui e depois voltam à sua ci dade para dizer que foram roubados e exi
compiam lodo o re^to no lado brasileiro
plomático. o Ministério da Justiça "de aquele trabalho.
^^pois disso o secreiáíio da Seguran
gir o pagamento do seguro. Mas para os
ça do Paraná, Lui^ FelijK Haj Mussi, foi
bandidos mesmo, as facilidades na ponte aumentaram ainda mais desde que um
ao minissro Abi-Acke! pedir um controle
pregada. E reclama
mero
ção: "Está viajan
rá da visita: "Mas
do". E na de José
não é só meu pai..."
certificados de pro priedade em branco foram roubados, em
o nu-
do chassi do
carro e das plac_^
falsas ,que lhe sao colocadas. Então,
de um outro distri
diversas cidades bra sileiras. Mais de
buidor conhecido,
15.000, segundo cál
Roque, situado a
culos do delegado
um carro é passado para um "laran ja", um inocetite
divisional de Foz do
útil (mas geralmen
Iguaçu. Esses cenifi-
te não tão inocen
não está — desmen
uma quadra da rua central, pode-se en contrar seu pai,
te), que tem por in
tindo uma primeira
Crescendo:
cados são preenchi dos pelos quadrilhei
cumbência trazê-lo
— As vezes alguém vem aqui oferecer
até Foz e deixá-lo às vezes na porta de ura
carros roubados, mas nós não compra
hotel, com a chave no contato. O paga
mos. É muito perigoso, há a polícia...
mento por esse serviço é feito na hora da
Nós indicamos o López, os Roja.
contratação: 300.000 cruzeiros.
30: no mínimo 15 pelo Lago de llaipu,
dos
Isto também tem aumentado os índi ces de roubos no Brasil. Carros que vão para aqueles países, via Paraguai. Ou o golpe do seguro, aplicado por brasileiros:
ouvirá esta informa
até recentemente, informa. Mas outras fontes situam esse niimero em redor de
Thompson de 120 tiros, fuzis Fali, pisto
Bolívia.
ros, recebem
No estacionamento
dios sofisticados. Usam metralhadoras
mcsra^u que aqueles carros eram rouba
vam carros roubados ao Chile ou ã
ladrões que passam direto pelo país e le
Um "puxador" dos distribuidores pa raguaios completa o serviço, passando pe la Ponte da Amizade. Carro entregue, os quadrilheiros brasileiros recebem uma or
dem de pagamento, pelo banco. Mas ha outros tipos de "puxadores" que viajam desde uma capitai como São Paulo dire
jvo dw carros que travessam a pon te. Recebeu pjomessas de apoio, que ain^
Em Foz, o dele
gado Edival acha que a solução para o prob é simples <pdo menos do pon to de vista polidâl):
- Bastai ia colocarmos dois policiais
VIS (daqueks que "farejam" os ladrões do posto da alf^id^trabalhando saa entrada junto da ponte.
„ C rorlnvía'*'"
Io aSiTa
^ Amizade, dctíois que
pa a roíih
jovem cm suas ruas, E alcança o la. y
bai«5 feitas <te pot ferro Ha
Z
engenho d«
— Sc o carro foi
comprado por al
Amizade. O delega-
deixados perto õe
sabe qualquer pes soa
ses. .As vezes, con- para retirá-los. Ura
cairos negociados sob encomenda, como medianamente
crâários de outros
atirar e depois con
Foz,com colhas seEstados e autorida des federais. Criou
preocupou de tal
um
Batalhão
de
Fromeii^, da Polfcia Milhar, que está sen
Nasceram também um Colegiado de
Segurança da Região Sul e, a partir de ju lho, as bases para uma (Dperaçào Lago de Itaipu. A idéia é colocar policiais mílitarra nos barcos da Polícia e Recaia Fe
derais, Capitania dos Portos c Itatpu Binacional — já que a Polida Eistadual não tem barco.
Mas são apenas idéias, planos e títu
unidos entre si
Civil, OU de iron-
motor de
«em uma
bordo —
tos do Rio Paraná, capitão José Cláudio
da Matta, diz que a Marinha "pode orientar", no tocante à navegação; mas
que seus interesses sào específicos. A mes ®
díssas com um carro ■ " triou outras técn»-
oneus pneus ILigara o carro; c asMurcham rodas, trabaos
ma tônica tem surgido nas manifesiaçÔ« dos órgãos federais. Maldosamente ou não,em Foz conta-
se que, ^quanto as autoridade discutiam
o problema, reunidas na cidade, num dia de julho último, oito carros roubados atravessaram a Ponte da Amizade '8
chegar à Ponte da quatro Scorts foram
do Edival garante hotel e isso chaque ele e seus ho- niou a atenção dos mens apreenderam policiais. E estes, a 116 carros novos nos dos ladiòcs, porque últimos quatro me- ninguém apareceu
desistir.
contrarmos (diz Edi val), primeiro vamos
los. O comandante da Capitania dos Por
ras
pedjr tempo é sinal
"tanlfestação de prolcs-
büMães init
via de Curitiba a Foz, e na Estrada Velha de Guarapua- larn. sem muilo
claro de que devem
de carros roubados, come^Iguaçu, IW
Sai la «rezinlia do ® Curitiba. Passa que por Iguaçu, cidade
Eles têm montado comandos na rodo
tá a maior clientela de
duas reoniõss on
telex
Mas o delegado, e mesmo seus policiaLs. conhecem a regra do jogo: se seus
se começarem a
— Se nós os en
ná, qúe ele já fez
bam achando em Pueno Siroessner.
borar, há chances.
tro cidades do O^U do Paraná.
^ ladrões de carro
bradas de terra, muito ba-
e os documentos do carro são "frios' •
pode esquecer — diz
Têm mandados de prisão por latrodr
nio e outros crinis era pdo mesios qua
do ativado; e um ss-
ros que os donos, ou amigos deles, aca
o delegado. E justamente ai es
Moura e Adão Pedro Borba.
tema Integrado de
Edival lem conseguido recuperar car
Recentemente
Campos (o primeiro ex-PM), S&gío de
modo o seoetárú da
ros. Os policiais de Foz do Iguaçu garan
caminhos para se
Uma das maiores quáirilhas da região é formada pdos irmãos Milton e NOton
S^urança do Para
tem que sabem reconhecer "pelo faro ^ quando um motorista é um "puxador'
guém do governo,
ta cautela. Há um mês,odekgado Edival correu para lá, eris busca do carro rou bado do delegado de polícia de uma ci dade próxima. Deu com os bandidcs e travou-se um grande tiroteo, son feridos ou presos, mas com dois carros — um era o do delido — apreendidas.
KKMTcm no lago. E isto
semanalmente,
colegas paraguaios se dispuserem a cola
não serem vistos neut da margem para guaia. Usam metralhadorasTaunise mui
Mesmo asam rstaria o lago. A área httir! grande Lago de An«e 1as^ levavam servida a lugaresdedeestradas. boa lavoura
outro tanto pela Ponte da Amizade,
\a — os únicos dois trabalho.
Por sua vez, os polidais de Foz consi deram incursões n^sa área como "(sperações de guerra" Apagam as luzes do carro 5 quiiômi^ros ântes do lago, pam
versar. Senão, eles é que farão isso. Essa situação toda
tamente até Puerto Stroessner. Entregara
o carro, passam para Foz e voltam d® avião. Quatro operações dessas por raês rendem pelo menos 2 milhões de cruzei
lhando, fazssn a Bâsa navegar Os quadrilheiros falam entre st por rá
bados entre polícias de vártos Estados)
fendo inoiorisiK de cairos bra.sileiros com placas paraguaias, que transitavam em Foz dl Iguaçu. ^Sa5 se os turistas brasi leiros I 'uscam supérfluos nas centenas de
guaios se empenham bastante em apanhar
grande número de
Em Foz do Iguaçu, o delegado divisional Edival Antônio Ribeiro diz que hoje apenas uns dez carros roubados passam para o Paraguai, poi semana. Eram 40
1 :|
Em compensação, os policiais para
informação aa em
GOLPE DO SEGURO, CERTiFlCADO ROUBADO...
, 1.-)
menor valor, por aqui. Às vezes devolve ao Paraguai bandidos presos em Foz.
de López Coración
Roja, que fica ao la do do depósito (sem pre fechado) do qui lômetro 3,5, o filho, um rapaz de uns 23 anos, dirá que o pai
, !.' i"'
tebol e do churrasco".Ofícios não têmo
levantamento juuio à Operação Polvo (troca de iníoniiíiçóc-s sobre carros rou
(reproduzido da revista afinal - 16-10-84)
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Ék
BI,786*Pag.05*29.10.84
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Seguro de Tn
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DIVERSOS
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I' I ,11
REGULAMENTAÇÃO DAS RESERVAS TÉCNICAS LUI2 LACROSX LEtVAS Pacrocmada pela F^NASEG, reali zou-se no último dia dez, s anunciada
sobre a -Importância do Transporte e do
respecüvo Seguro nas Exportações Bra sileiras". O tema despe^u significativo
por ceato dos prêmios do aeguro no estudo e controle co risco, pois os resul
interesse entre os rníMtantes do ramo.
Ko de Janeiro e de São Paulo, além de
contínuos facilitar i a reserva de verba para esse fim. Julg i ele ser easa a lorma
O conteencista exerce as atividades de viatoriador (Comissário de Avarias), asistente a carga e descarga nos pw^
mais viável, princi lalmente no mereãdo brasileiro, com a i iflütuição de um fun do de prevenção para ser investido em determinados setores. Neste ponto, nós achamos que estória com a palavra o IRB, pois a experiência tem demonstra
e outros pontos de irãnsito e de técnico no pr^>aro e acompanhamento de carre gamentos «n divCTsos países da Europa
de despesas efetuadas nesse Eeniido. por
Resseguros do Bra^ da Representante da SUSBP e da Diretoria da FEN^EG.
e de outros Continentes.
risco de graves prejuízos, decorrentes de diversos fatores, passíveis, noentanto.de ser núnimÊados ou mesmo evitados com
a adoção de uma série de medidas, as
quais designou sob o nome de 'Estudo e Controle de Risco".
Afirmou que a adoção de tais serviços
estará a carga sujeita e à verificação da existência de equipamentos adequadoa ao seu manuseio no destino finai ou nos locais de trânsito e dç transbordo. Há
portos, sobretudo ia Áírlco, em que as operações de car^ a e descarga ae dão
através da utiliza jão de embarcações auxiliares, cora ag avamento doe riscos pendentes sobre oi bens transportados. o Sr. Fedorovicz, ilustrando a sua
palestra, procedeu à exibição de slides
reveladores de diversos tipos de carrega-
damente 25'^ dos preiuizos. levando,
mentos.
tábuas laterais cnizada^j e^j^fCi»-■
efeitos da regulamentação das aplicações das Reservas Técnicas com
rela
excessivo e espaços umb avaria pode de espaços vazios,
ção a operação das seguradoras.
mi.» rnaus exemplos, coi' -^
■
ma.'-- bem eíitientes.
cuichòes e balões de ai '-J
poí
ços vazios entre os
Inicialmente analizamos os principais motivos para a regula
do.-- .lavios. O transpí'U^^g^e tos industriais com
des peças de formas
^
qP f
esMvagem difícil e. e ci
^
mente do íreie. Fora"'
leite em pó, em saco°- '' ças soldadas no
as duas partes, seguiado e segi^ador, da rnercadoria e da viagem, maiores cui dados com a escolha do transporte,sendo
cada um, embarcaü£« do Canadá para a
taçao das Reservas Técnicas na legislação brasileira. Em seguida apresen^ tamos os resultados de um trabalho recente que mostra evidencias do efei to adverso da regulamentação sobre o setor segurador.
casos de carregan^^^ge^U. ,' farelos, em
mendàveís ou nao
O PORQUE DA REGULAMENTAÇÃO
pressão dos «dormes madaa Iníeriorefi
a posterior condeosaC cação dos farelos e em até imensos
ou destruição. Viu-^ ^ to de arroz em
avariados também
A teoria econômica tradicional via a regulamentação como uma
g
enfemijadas úosyoío^^^e-f-*'
intervenção necessária para corrigir o rumo da alocação de recursos ou a
sideraçôes do coníar
presença de imperfe içÕes no mercado que o afastassem de uma situaçao ideal.
Merecem meditat
Um exemplo clássico seria a regulamentação dos monopólios e
oligopólios
evitar o abuso do poder econômico.
Aménca do Sul, sendo oito caminhões
evitados navios não equipados para em
em cada navio "ro-ro" especial, sem
barques especiais. Por outro lado, esti
comparamenos estanques. Os cami-
mule à cnaçáo de novos pentose a obten
nhôe; achavam-se .segures quatro a qua
ção gradativa òe maior experiência pelos
tro, p tr um sistema central de correntes,
//I
réííí
• Lon Laeroix
ma'icvnen%. nos Transportadores, preo
rigidí mente fixados,de modo a acompa nhar us movimentos do navio,sem possi
cupar-se c«u £ lEe^JLoria de seus serviços
bilidades porém de movimentar-se eles
e a observar ir.^íor ■.•:':r. çía fíom o trans-
própnoa, pois se tal viesss a acontecer,
membro ^ ^**"^íro.C •*"* "
mesmos ao lempo em que obriga, auto-
mentação das atividades das seguradoras e a evolução recente da regulamen_
Euas laleraiB, do do armador,
Um deles, refena-se ao transporte de giga) -.escos caminhões "fora de estíada". 10 valor de um milhão de dólares
procurando-se um melhor conhecimento
»'
Frisou o conferencista que o estudo
podert evitar a ocorrência de aproxima tam oém. a uma maior aproximação entre
' I l| i
dos
e cona-ole do risco nSo deve Umitar-se à embalagem e ao navio, sendo recomen dável que se estenda aos transportes complementares, quer iniciais quer fi nais das viagens, a que eventualmente
em qiie pese, porrân, quanto seguro, o
,
Este artigo tein por objetivo fazer uma breve avaliação
danificação. Ao contrn""®exemplos, engradadí»'
ressantes casos de
do transporte nas expOTtaçôes brasilelrM e a imporblociade sua realização no Pais,
' '. "i
Márçio Vaiéno Rqhct (*)
mas fonte fértil de
em vez de pregos, se aconselhável, espaços ' do o deslocamento da
(abncação e importação italianas, contrastajado «md a atual situação do pais,
Re!eriu-M à partKdpaçào do seguro c
I
Foram mostrados
slides de desastraíi^<^^j^^''
aviões
I '
parte do IKB. Acreditamos que o mesmo devena reformulai- os seus critérios a
SEUS REFLEXOS SOBRE 0 MERCADO SEGURADOR
dados, embalagem
procedimentos, no interesse geral
de produtos manuíaiuradcs e semimanufaturados, como fabricante até de
I
dificuldade na obtenção da recuperação
y
coto.v
respeito, simplificando os respectivos
em acelCTado progresso na exportação
II
do que as seguradoras encontram certa
rais Qo Atlântico Sul,
foram realizadas, sem
que ao vir pan: o ÍSissil. em 1^3. aqui adquiriu um liquicliQcador elétrico, de
Iniciou a sua paJesti-a, recwdando
'if.i
tados se mofitrarâf ^ altamente compen sadores, espedalrr ente nos embarques de vulto e ressalte u que os embarques
todas » de Departamentos e Divisões defft* Carteira, do instituto de
• '1 1
os cliantes estão cJspostoa a Investir dez
dai a acorréncia ao Auditório daquela
F^tíençfio doa maíR destacados técnicos de seguros Itan^iortes dos mercados do
I (,
misss I de normas e recoiiiendãçc>es, cla ras e !mpest.r,'.-i.'c, para o êxito dóí;arvic/o. C Sr. Yanua mostrou que na liluropa
palestra do Sr. YANüS FISDOROVICZ,
,
dos s o sua responsabiUdaüe. Sem dúvi da. n o deverá ssr descurado ura bom sistei a de comunicações, cora a trans-
E
guradoreS/
pone oe carga qaií" .íisà e cmúada. pois
dwastre de sérias conseqüêncíss. até
porte*, Casco* • ^
COQS caiam que c iicepaiti <^iciente de condições para obUííição òe ressarcimen
mesmo fatal para o barco, viria a ocor rer. Os estudos procedidos para o.sses
P.ulo e
tos conira etes. pcc
doe consignatá-
embarques foram de tal eficiêncm que,
nos e»ou segurados,faiamumxe os conde nara ao reembolso dos preiuizos verifica
atrav assando as z<jnas de ciclones co
Empresas de ^*9^
Dentro desta visão existem quatro diferentes fatores que tor
nanam necessária a regulamentação do mercado segurador;
^ S^;i ^
4oC'*j#
«U
ra de Ciências do ^ ^ ^ Paulista do» Tecn'c®*
muns no Golfo do México ou de tempo
a)
a importância da solvência da seguradora;
b)
a assimetria de informações e poder de barganha
'. i i
entre
aquele que compra e o que vende o seguro; (REPRODUZIDO DO O EETADO DE SÃO PAULO - 23-10-84 -
c)
estabê1ecimentú de tarifas;
SECRO ELABORADA PELA EUREKA F.S.C.)
d)
a promoção de objetivos sociais.
BI.786*Pig.01*29.10,84 BI.786*Pag. '".UoM
ÍíiilMl\->hWÍiikiii'»Éi'Tiilti'É^ l i 1
U I
' if V
Destes fatores o primeiro, solvência da seguradora, e o mais
As reservas de riscos expirados em um determinado ano representa
portante objetivo da regulamentação. Uma explicação para a grande preocupação^ a solvência e o fato do seguro consistir em uma promessa de pagamento futuro. ' ' • ' l
}
'I • í
Th
! : i- : V
"montante das indenizações dos sinistros ocorridos no exercício, avisados a segur^ ainda pendentes de pagamento.
tem tanto valor quanto a empresa que a suporta. O consumidor típico difícil^ poderia avaliar e acompanhar a situação de uma empresa de seguros por ser extr^^ Seu
mente técnica e complexas os procedimentos contábeis usados. Portanto, desde consumidor não esta em posição de proteger-se nesta transação cabe ao governo gé-lo.
Psssivo e sejam cobertas por ativos que devem ser aplicados em detemrinadas pro
5.
As aplicações das seguradoras no Brasil foram regulamentadas, pela Resolução nÇ 338/75 do Banco Central do Brasil.
de um segurador. Casas destrurda^s sem fundos para reconstrução, viuvas coni j sem pensões ou instalações industriais danificadas paralizadas sem recursos
As chamadas Reser-
'^"'cas podem ser de três tipos;
fi'
^
(a) Reservas Não - Comprometidas ou Reservas do Segundo Grupo
reaparelhamento etc. , são algumas situações decorrentes da impossibilidade de seguradora em cumprir seus compromissos. Portanto, a severidade das. perda^ ® jt tensão das mesmas a um grande numero de pessoas decorrentes da falência de ^
-
São aquelas correspondentes aos riscos de eventos aleatórios ainda não ocorridos;
radora tornam clara a importância da regulamentação.
(b) Reservas Comprometidas ou Reservas do Terceiro Grupo - São aquelas destinadas ao atendimento de eventos já ocorridos.
if'
Uma terceira explicação seria a necessidade de prover
no
Porçòes.
Uma segunda razão para a regulamentação da solvincia seria"'^, problemas sérios aos quais estariam expostos os segurados decorrentes da
A lei impõe que o segurador mantenha um mínimo de reservas
às aplicações das Reservas Técnicas.
(c) Garantia Suplementar ou Reservas do Primeiro Grupo - Corres
ponde ã metade do Capital . As duas formas principais de promover a solvência das s
ras tem sido a formação de reservas e a regulamentação de suas aplicações-
As tabelas 1 , 2 e 3 resumem a evolução do conjunto de restrições pr
As
Expirados.
Reservas Técnicas dividem-se em Riscos Nao Expirados ^
mas sim ao seguinte. Os americanos chamam a estas reservas, com muita Reservas de Prêmios Não Ganhos (Unearned Premium Reserves) . Portanto "i!
prêmios puros das apólices emitidas em 30 de março iriam para a riscos não expirados a ser constituída no último dia do ano e
"'"^cnicas. Note-se nULc-bc que que aa as r\coci Reservas vuj Comprometidas possuem uiiiQ uma pai participaui^i ^/a-
^^evada de ORTN e LTN cuja maior liquidez permitiria a seguradora
u. prêmios . puros que embc^® . ... re^• A primeira se refere ao ........ montante de
a apólices com inicio de vigência em um exercício não pertencem a este ■a
^^0 ri)Q'
saldar
^f^Tdez ..... compromissos ..... .
^ J
do
Das duas formas de regulamentação da solvência a primeira, Reser
tf'
sua fundamentação numa exigência técnica de natureza atuarial . podemos dizer que se trata propriamente de uma regulamentação e sim por meio de uma lei daquela restrição. As reservas seriam necessã Pue não existisse uma regulamentação especifica.
^
dos prêmios puros do exercício. (*) Vi! iV';
(*)
A SUSEP adotou um procedimento simplificado no qual as reservas de expirados são iguais a 30% dp vaçpr dos prêmios puros arrecadados todos os ramos, exceto transportes, credito interno e vida.
Para
a
j J
Com relação a regulamentação das aplicações devemos ter em mente
mo
Ha
assegurar a solvência estatica, dada pela disponibilidade em determi-
^fíient o de ativos suficientes e líquidos para cobrir os compromissos no passi-
pelas Reservas Técnicas, ela pode prejudicar a solvência dinâmica relação Patrimônio Liquido e Prêmios Arrecadados — quanto mais
lhes ver Circular nQ 44/71 da SUSEP.
®sta relação melhores condições terá a seguradora de absorver possíveis au81.786*
montante de sinistros pagos.
A regulamentação na medida em que possa afe^
^^•^^ormance das aplicações se refletira sobre o Patrimônio Liquido piorando a BI■786*Páq.03*29. 10.84 •-
JilÜ
>
--
solvência dinâmica minando, portanto, a longo prazo a capacidade da empresa segura dora em cumprir seus compromissos.
tlísso, ela formará reservas e contratara resseguros para homogeinizar sua
carteira
riscos.
Existe ainda uma dificuldade pratica em compatibilizar os objéti
vos de investimento das seguradoras com os da regulamentação. Enquanto as segurado
ras procuram maior eficiência na aplicação de seus recursos o governo, através da regulamentação compulsÕria, pode ser tentado a financiar o déficit publico.
Isto
O segundo tipo de risco refere-se as aplicações financeiras
fica claro quando observamos a grande participação de títulos públicos nas Reservas
ssgurad
do 29 0 39 Grupos. A recente modificação (Resolução 955/84) que aumentou as aplica ções de 30 para 35% em LTN e ORTN e 10% em Títulos Públicos Estaduais das Reservas
lev
da
A teoria de finanças indica que na formação de um portfÕlio devemos e m conta alem da rentabilidade esperada do total das aplicações os possíveis
"los da rentabilidade esperada.
Demonstra, ainda, que estes desvios dependem da
siçào da carteira de investimentos, isto ê, da proporção que nela tenha cada ti
do 29 Grupo parecem confirmar aquela dificuldade.
Po de af dcivo financeiro, e que existem composições -ótimas de ativos para as quais ^itabiii^ , esperada ^e máxima _ . -f . Idade e seus desvios mimmos.
Vemos, portanto, que a visão tradicional da regulamentação dev^
~a
ser melhor qualificada podendo ocorrer ocasiões onde o interesse da seguradora con flita com aqueles do governo comprometendo o seu equilíbrio atuarial . O
QUE
A
EVIDÊNCIA
EMPlRICA
,
Ê possível , também, selecionar entre portfõl ios de
diferentes
aqueles que mais se aproximam da chamada fronteira eficiente, isto ê, um Poctfõlios cujas rentabilidades são máximas e os desvios mínimos. Para
REVELA
As seguradoras administram dois tipos de riscos de natureza di^í
CíiP|. . ^^'^istraçio dos recursos aplicados pelas seguradoras seja eficiente a
sua
Em um trabalho recente (3) foram calculadas as fronteiras
efi-
de ativos deverá estar o mais prõximo possível daquela fronteira.
rentes'; o risco inerente as operações com seguros e o risco especulativo de aplicações financeiras.
No primeiro caso o risco deve preencher os seguintes
^
oriO^
criteri
que
para ser segurãvel;
mesmas em termos de acréscimo de risco. Constatou-se, ver tabela ^^9ulamentação o risco médio das seguradoras aumenta 8,89%.
iii'
(a) haver um grande número de objetos expostos a riscos da meS natureza e que a ocorrência de sinistros na maior pa rte ti "'
/li l i í ;
objetos expostos seja bastante difícil;
^ iJiJi Qp
Ufn efeito adverso em termos de variabilidade dos rendimentos
'"lOs Sn;
§centi^os.
Este fato adquire maior relevo quando constatamos que nos
^nos os resultados das aplicações financeiras tem compensado os to
do segurado ou segurador; I'
é\
netãrios.
déficits
^'On •^hâi-
irnõi
mais arriscada a operação global de uma seguradora pois poderá ocorrer queda de retorno das aplicações acentuada juntamente com um déficit
^P®9amento de sinistros maior que os prêmios arrecadados) . Neste caso L iquido da seguradora arcaria com todo ônus do ajuste.
Os agentes econômicos, na presença de incerteza, transferem
tipo de risco para as" seguradoras transformando a perspectiva de rendas incerta^ ^
■r'! .iiiü
rendas certas.
A seguradora administra este risco mediante a cobrança de
formação de um fundo para atender indenizações futuras em caso de sinistro.
pa
quanto
I evidente, portanto, que a maior variabil idade dos retornos das apl^
(b) os sinistros devem ser acidentais, independentes da vont^ (c) as expectativas de perdas devem ser mensuráveis em termos
Portanto, a
^'"'^■'nado portfol io a seguradora poderá ter tanto retornos maiores
I'. ; '
■'■ '
restrições, dada pela regulamentação em vigor, e calculada a "di^
BI .786*Pág.05*29. 10.84
^
BI.786*Pãg.04*29.1^
L.,A. Vli.
' \ \
'íiir
i'
i;' ii
RESOLUÇÕES NOs 338/75
TAB.
CONCLUSÕES
': (
e 398/78
Constatamos pelo exposto que a regulamentação do Setor Segurati^' pode ser necessária por razões técnicas (caso da constituição das Reservas Tecnic^^
DISCRIMINAÇÃO
ou para aproximar o mercado das condições ideais de competição. No entanto, veH? camos que a regulamentação das.aplicações das seguradoras, apesar de melhorar a 5''/ vencia estática, prejudica a rentabilidade e aumenta a sua variabil idade. Este^"!
to introduz um elemento adicional de risco nas operações das seguradoras aumenta''^!' a possibilidade de ocorrência simultânea de uma queda de rentabilidade das aplica
ções financeiras e déficit operacional.
! '.il i:
APLICAÇÕES
{7o sobre o total do grupo) M I N.
M A X
1 - Reservas não Comprometidas (29 Grupo) 1.1.
Ações, Debintures e Debêntures Conversíveis
30
45
1.2.
LTN e ORTN
30
45
1.3.
Recursos Remanescentes
■ » i:
'l ■''
I B L I O G R A F I A
,ir ■
a)
Depósitos a Prazo
b)
Quotas de Fundos de In
1 . DORFMAN, Mark S. Introduction to Insurance, 1978, Prentice-Hall
vestimento
,1
c)
Mm' '
2. ELTON, Edwin J. & GRUBER, Martin J. Modem Portfolio Theory and
Investimentyj
lysis, 1981 , John Wiley / Sons.
d)
M I
■' '
20
—
Títulos com correção monetária
3. FIGUEIREDO PINTO, Antonio Carlos Efeitos da Regulamentação Econômica: O Casoj^
f:
,
20
—
Imóveis de uso próprio ou não
M ' í 'j
20
—
20
Investidores Institucionais, 1984, Tese de Doutorado EPGE/F6V.
/.
2, .1 ;
4. TEIXEIRA, José Paulo As Seguradoras como Investidores Institucionais no Mer^
y. > ' ■
t .í 'l»'?! ! I '
■"i; !'( il . 1 iEjW/ .) I.:
de Capitais,
RBMEC, Rio de Janeiro, set/dez 1981.
I
»;í4 ' ;
M'
V" ' i' ■ '
a)
ORTN e LTN
b)
Depósitos a Prazo
c)
Ações Debintures ou
50
—
25
—
25
Debentures Conversíveis
11.
(*) Assessor Econômico da FENASEG
O autor agradece a revisão e sugestões do Dr. Luiz Mendo"^
r
.1 i ,1''
Reservas Comprometidas (39 grupo)
3,
Garantia Suplementar (19 Grupo )
Sem
Limites
' •
i»f! ' i/lr' !
I
,
•
i
BK786*Pig.07*29,10.84 BI.786*Páa.06*29;
i '-
ÍlaUlláÉU.\AJ>
!■
fcili-.*.-
ÉlMiLc4\«.
'.iíMiMMJm ■
TAB. 2
n
RESOLUÇÃO NO 687/81 e CARTA CIRCULAR NÇ 587/81
- APLICAÇÕES
(% Sobre o total do Grupo) DISCRIMINAÇÃO M I N
M A X
tures conversíveis
30'
45
1.2.
ORTN e LTN
30
45
1.3.
Recursos Remanescentes
1.
Reservas não Comprometidas (29 Grupo)
1.1. Ações, Debintures e Deben-
a) Depósitos a Prazo
^
^
20
—
b) Quotas de Fundos de In vestimento
20
—
c) Imóveis de uso próprio ou não
J N
l' ''I -'i-i 'i I ''JU ii]
d) Títulos com correção
t .!' ;f
e) Título de Dívida Publica dos Estados e Municípios
■
monetária
20
—
20
—
,'j
e Obrigações da Eletrobras
20
-
2.
Reservas Técnicas Comprometidas (39 Grupo)
a) ORTN e LTN
50
—
b) Depósitos 1 vista/Letras de Câmbio
25
—
c) Ações, Debintures e Debin tures Conversíveis
3.
Garantia Suplementar (19 Grupo)
25
—
Sem
Limites
BI.786*Pag.08*29 lOj
'
.'
. .Ir- ''t'i T . y, I
j.-.
/- ■ f
■■ 'T (it
■
-
I.
i> \ .
> . IiLtulV-\v'-
• rr;"
,f i,/i,S'S' t'V{i-A'
.ii'íí'vi*ík4 süaiÉÉ
TAB.
as
APLICAÇÕES DAS RESERVAS TOTAIS
5
(EVOLUÇÃO % S/TOTAL DAS RESERVAS) TAB.
acréscimo de risco
4
SOCIEDADES SEGURADORAS
AWTRIM RETORNO
■ t ' ■' • •!,
*,
RISCO
RISCO
S/RESTRIÇAO
C/RESTRIQAO
ORTN
LTN
ACRÉSCIMO PERCEÍ DE
RISCO
AÇÕES/ DEB.
IMÓVEIS
SOC.CAP.ABERTO
79
CDB/
OUTROS
LC
29
27,50
4,29
24,12
24,19
13,19
6,69
39
29,05
2,23
26,31
24,04
12,52
5,84
49
25,74
2,94
24,47
24,45
12,69
6,70
19
25,99
3,02
30,19
25,27
12,17
3,36
29
28,97
0,10
27,17
23,71
12,62
0,36
39
28,48
0 ,46
28,27
22,67
13,25
6,87
26,99
2,73
24,84 ..
26,50
13,55
6,39
19
29,11
2,75
24,99
26,09
12,61
4,45
29
31 ,29
0,92
21 ,93
25,52
12,31
8,03
39
35,64
0,42
22,27
23,44
n ,84
6,39
49
29,31
0,66
22,36
31 ,26
9,56
5 ,85
19
29,30
0,68
25,30
29,02
9,40
6,30
29
27,41
2,08
26,85
26,33
9,72
7,61
39
29,79
1 ,03
26,56
25,20
10,04
7,38
49
28,63
2,00
21 ,98
30,00
8,91
8,48
19
30,72
1 ,52
23,06
28,30
8,50
7,90
-0,85%
0,97444
-0,8%
0,98063
-0,75%
0,9995714
1 ,3187198
31,93
-0,7%
1,0273894
1,2481358
21,49
-0,55%
1 ,0607855
1 ,2008909
13,20
-0,6%
1 ,0946972
1 ,1797915
7.77
-0,55%
1 ,1269281
1 ,1854668
5,19
-0,5%
1 ,1547896
1,2087576
4,67
-0,45%
1,1813424
1,2370202
4.71
-0,4%
1,2150312
1 ,2647391
4,09
-0,35%
1 ,2560581
1 ,301 3055
3,60
-0,3%
1 ,3120952
1 ,3573426
3,45
-0,25%
1 ,3737918
1 ,4274039
3,90
-0,2%
1,4751403
1 ,5149241
2,70
-0,15%
1 ,5758654
-0,1%
1 ,6864305
29
27,05
4,03
25,89
26,75
9,20
7,08
-0,05%
1,8056372
39
24,40
5,53
23,20
30,83
9,46
6,58
0%
1,9341789
49
26,04
3,43
25,06
32,14
7,48
5,85
0,05%
2,0705661
19
30 ,75
0,51
24,58
30,68
8,03
5,45
0,1%
2,213862
29
29,37
0,19
27,24
28,55
8 = 26
6,39
0,15%
2,3645494
0,2%
2,5214515
80
81
52
83
84
1
^onte: o- SUSEP
Acréscimo médio de risco = 8,89% (1,
' ,í f '
Fonte: FIGUEIREDO PINTO, Antonio Carlos, Efeitos da Regulamentação Econômica]/
dos Investidores Institucionais, tese de doutorado EPGE/FGV,1984
Úlú'
:■
iq.10*2j BI.784*Pag
ÍH i'' i'
m !í í
:a,786*PEg. 11*29. ;n r'4
: ■ 'To,
V
lía—niilTintrinfniÉtiÉii
-..i. ..
■ '•*
T-
PERTCIA
JUDICIAL
perícia. Assim sendo, em sua investigação, todos os pequenos de ENGO ANTONIO FERNANDO DE A. NAVARRO PEREIRA', rr : 'r : ' "í ' '"['í ,
talhes, por mais insignificantes que possam parecer, devem ser investigados com a mesma ênfase que os grandes detalhes. Em. al gumas situações, somente após a montagem da "colcha de detalhes",
O desenvolvimento da Perícia Judicial em nosso país é decort^^^® de inúmeros fatores, dentre os quais podemos citar: demandas diciais promovidas por empregados de empresas reclamando indÊ"^^
semelhança da "colcha de retalhos," é que se pode concluir
zações por riscos profissionais; apuração das causas de sini^ |
fma das .perícias mais complexas de serem realizadas e a perícia
tros com fins de ressarcimento por prejuízos materiais; açÕe^ ! promovidas pela União ou por terceiros; apuração de responS'^'^^^'|
Periculosidade do trabalho, principalmente quanto a inflamáveis.
dades civis, etc.
se tratando de inflamãveis,os peritos devem observar:
Com o passar dos tempos tem-se verificado que o número de P® il;' ,
^ Características físico-qulmicas dos materiais e substâncias
as realizadas tem aumentado constantemente. Dentre as causa^ ^àei
I I í
se
empregadas em todo o processamento; quantidade dos produtos utilizados que possam provocar danos ^ saúde e à vida dos trabalhadores;
aum.ento tem-se a aculturação das pessoas no tocante a noÇ^leS
de direito próprio. I
li ■ if
í / hV v!'. , -i,;!'., .'(I h I
Por exemplo, a algum tempo atras se um automóvel fosse dani
c)
do em uma via pública devido a uma falha no calçamento da
via <i
d)
dificilmente era impetrada uma acao . Se uma pessoa era atib*?^dâ "
e)
proteções individuais e coletivas fornecidas;
por qualquer objeto que caísse de uma construção também
ig
f)
^
9)
^^Idade do meio; controle da utilização e guarçia dos produtos;
!('' '
nao ocorriam ações judiciais. Essa mentalidade, entretanto;
I: ,
em dia é bem outra. De um modo geral,houve um sensível
]r,i
tií
Mudou muito também a organização e metodologia de trabalho fui ! ,
1- ''
i
IVf • l i ' fl
r • i
'
É da maior importância, para a conclusão com sucesso do dimento, que o perito crie sua própria metodologia e condid'^ de trabalho. Essa metodologia está diretamente associada a) Connecimento especifico do oerito;
''' ,
''•V 'hf
h)
^c>ndições ambientais (temperatura, umidade, oressão, aeracao,
1)
condições de utilização de produtos ou substâncias que pos -
gadas pelos" peritos .
rl.lln ' ; '
formas de acondicionamento dos produtos; ^^tobos de prevenção de perdas utilizados;
mento das técnicas adotadas, eiT' quase todos os tipos de P®
i I
'ii
o
trabalho.
j)
^
representar risco ã vida dos trabalhadores;
presença de outras substâncias capases de potencializar
^®íto ou as conseqüências do emprego dos inflamãveis.
j
^■crmairnent-.:.
dos®
inflamaveis seguintes situações:podem ser encontrados,sendo utillza-
b) Tempo disponível para a realização da perícia; c) Existência de roteiros e formulários éspecíficos;
Solventes;
d) Reais necessidades dos juizes ou das oartes;
temovedores;
e) Fatores técnicos relevantes.
=iesengraxantes metálicos;
Um perito é, antes de tudo, um investigador técnico que descobrir as causas ou condições que motivaram a realizaç^P
o
^gentes desidratantes; ^ ^r iger an te s;
lubrificantes;
.
QUANTO VALE A PERDA DE UM FILHO ?
inibidores de corrosão;
. coinbustíveis, etc.
(Introduzida nos EUA a Indenização por "Perda de Sociedade")
As Perícias Judiciais também podem ser solicitadas para causas que não as trabalhistas. Normalmente esse tipo de perícia é
re
querido quando estão em andamento acÕes civis ou criminais.
De
um modo geral, para que ocorra uma ação desse tipo, alguém
deve
Stephen TarnofT
,
Spri.ngf i el d, 111 - Pela primeira vez em Illinois, réus
acusados
^^morte culposa poderão ser obrigados a indenizar pais que aleguem "perda de socieda ^ decorrente da morte de um filho.
ter sido prejudicado moralmente ou materialmente, ou então estar
se sentindo prejudicado, neste caso, por um risco iminente.
Numa decisão divulgada em fins de julho, a Suprema Corte Estadual sstabel ^ -. eceuquea "perda de sociedade" esta vinculada a "perda pecuniária" dos pais,
com a legislação sobre morte culposa, cuja interpretação excluía, até então, "Po de indenização.
Com inflamaveis as possibilidades mais comuns de danos a tercei ros
são :
conv^v .
vazamentos
"Sociedade" incorpora os conceitos de companhia - no sentido
oompanheirismo
acidentais
. contaminações ambientais . explosões.
de
amor e outras características de uma relação entre pais e
- -
^ Alguns advogados entendem que a decisão poderá abrir as portas compensações para querelantes que tenham perdido um filho. Ócv írn
Mas a decisão também estabelece que os custos com a criação
^OfUpe'
atingisse a idade de dezoito anos, deverão ser deduzidos de
®nvní^° "perdade de18 sociedade". vam por menores anos.
* Ayvtüyiio formando de, A. iVauo-vio PeAe.íAa e EngendeiAo CiuAX, poò-giaduadc ew
a do
quaique»-
Limita, igualmente, as compensações aos casos
StguAan(:.a dc T^Uibcitko, com yjoAÃ^oò CLotòo^ de e^pec-éa^zacão e/n òtguAança uiduA Ha ad dü vogados que também entendem que, embora a decisão não aborde aa lõg lógica do raciocínio sugbre^â sua aplicaçao eventual em outros como os de ferimentos pessoais.
h
Vujxt e p-toíecio de ■inòtataQ.õi-h.
sos '
A acao em foco foi Impetrada pelos pais de um jovem de 17 anos, nT?no^r^^í^^^PÜência em da colisão de um caminhão com o seu carro, numa pista de mao du de Illinois.
r mi
acusação, o rapaz dois foi forçado fora da pista, p ^°~ceboque doacordo reu, com que atentava ultrapassar veículos.para Aparentemente
'^hãn
^ direção do carro e deu uma guinada, colocando-se no trajeto de outro
'
o atingiu.
A ação é movida não s5 contra o motorista do caminhão.
P seu empregador — a firma Linvingston
Ela tam -
County Ready-Mix Inc.
o caso suscitou a interpretação da legislação estadual sobre mor-
^ Per,PPiarios" prevê resultantes indenização deao óbito. cônjuge sobrevivente ou parente mais próximo por
'i iif,rt:! BI.786*Pág.14*29. 10.
%I. .JâíTi -III qq
,
Nas suas instruções ao Jüri , o tribunal acentuou que os
jurados
^ "perda da sociedade" dos pais e admitir a vítima como parte
cuniiria.
de
O tribunal de apelação sustentou que essa instrução era imprõ-
iii li
U\ii I,'ri•
j V i'| ■ t.»
■liS: !■
BI .786*Pag.0l*29. 10.84
m.
"Trata-se de uma decisão importante," declarou o Dr. Gomien, do es
.
.
yio de advocacia Gomien â Root, da cidade de Morris, Illinois.
^ Entretanto, a tendência de decisões recentes em outros Estados
conceder^1ndenizaçao aos pais por perdade sociedade, disse o Juiz Underwood, e que lei de Illi nois tem concedido indenizações semelhantes em casos de esposas que per
cr^^^stão
a
OS maridos.
O Dr. Gomien acrescentou que ainda e
Disse ainda que não poderia caracterizar a decisão como^favorãvel a qual -
® ti jas partes litigantes, embora a dedução dos custos com a criaçao do menor benefiqueí* ^éu.
O tribunal rejeitou o argumento do rêu de que a legislação estaí^.
deveria determinar
se o estatuto sobre morte culposa permite ou nao tais indenizaC"^' ço>~Tam
r, n
Cl
de um que seria incoerente negar aos pais essa forma de compensação, ' perda sentenciou O tribuf^^
^os
Ao mesmo tempo, a Corte negou substancia Í presunção .-a-' -
decisão era "bastante aceitável", especialmente tendo em vista a sua noras e a dedução das despesas de criação. líie
limitacio
da jeguradoras da acusada — Livingston County Ready-Mix. Contudo, um advogado de de ^3 ^ decisão poderá acarretar vereditos e acordos mais elevados.
sao.
"A
advocacia
O Dr. Strong representa a Aetna Life & Casualty Insurance Co. , uma
os pais perdem, automaticamente, proventos com a morte de um 016^0^ o que 1 ega serviude damento para os pais serem indenizados num caso de morte culpoL anterior a essa
;í':í?í''í'
O advogado de defesa, Kenneth Strong, do escritório de
. pson, Strong â Blackeman, de Pontiac, Illinois, disse que do ponto de vista da de-
denizações semelhantes seriam concedidas em casos envolvendo a o Ç
O Dr. Gomien considera que esta é uma "maneira pouco realista de abordar "
aa-o. a q ue5
Concluímos, todavia, considerando nossa decisão anterior de ti"',!
"Com a decisão, aumenta a probabilidade de vereditos mais substan
pi-esunçao remonta a uma ipoca muito distaU^^' anos 80, ^ aduziu o tribunal . "Entretanto tal como se spn ciais*"
tempo e dos valores^ ta hoje, a nçao de que os filhos proporcionam aos pais substanciais nanceiros pouco tem a ver com a realidade da família moderna."
benefíci»'
Hde cse verem privados ■ ^ da obstante, pais poderão perdaL^refutado pecuniária median^^ na hiP^ sociedade os do menor, embora invocar isto possa provacao de que pai e filho nao viviam juntos. refutado para educar o menor caso ele nao tivesse morrido.
"Ela aumentou de maneira significativa a vulnerabilidade
^
dos
De acordo com a antiga lei, esses danos eram limitados a uma perda
csrgivel e, portanto, a uma certa margem de cálculo, explicou o Dr. Hoppe .
ao apreciar um caso de perda de sociedade, o júri terá, daqui por diante ,
Sivel' T .
despesas que teriam h
\[iiai5 difícil
Ponderou ainda o tribunal
nem os cônjuges arcam com as mesmas responsabií^dàderf 0. .os co.sor..s ,0. ™ p., „so„,
^ Bel l .
arbitrar em dinhe iro o valor de um relacionamento humano, que poderá ate ser ines-
lí
O tribunal estabeleceu ser deduzido importância• que os pais venham^atambém receber, o montanteque dasdeverá LspeLs auferiamde
Donald Hoppe, advogado de defesa e que trabalha para a firma de Chicago processos de morte culposa de um menor."
^
I ,(
um pouco prematuro" para an-
^ o impacto que a decisão poderá ter sobre futuros vereditos, mas que ela "pro te^íP^pa aos jurados uma maneira mais real ista de aval iar o relacionamento entre pais
wooo.
I
atual ."
foq''
~ De 23 jurisdições em todo o paTs que apoiam estatutos legais cisoes limitando as indenizações por morte culposa a perda pecuniária, 14 permiteni pais serem compensados pela perda de sociedade de um menor, acrescentou o Juiz
. 1' '
"Ela vem coloca?
aval iar o que representa para a família a morte de um filho sob um en-
^
;>
jyr-i
"o maior problema são os elementos imponderáveis do dano, que tor-
seguradores aval iar a reclamação."
Concluindo, o Dr. Hoppe disse que a decisão abre a porta para que
^ avaliar "todo um elenco de provas" sobre a qualidade do relacionamento pai e um -... filho, , 1 1 ,nj^ obrigando-o uuriydnuu-u — ã ele, juri^— a considerar assuntos íntimos
deveriam ser necessária
te , petd. atribuírem um valor em dinheiro á perda da um número, baseado nas provas apresentadas mip ro
riam caso o menor vivesse." acSu o frlbuna^
h a extensão sei^^necessariamente público.- indaga "Será oqueadvogado. teremos de espe^lar sobre do amor de um debatidos pai por seuem filho?"
" .■"'-te.cplpo,. tr.duPir ^k-^^rheaar^"' i^enor, como também c 9
* Traduzido e adaptado de Business Insurance de 16/7/84 por
^
Alberto Lopes
*.
•
A
de sociLad^r^:
jurados - prosseguiu o tribunal - deverão ser induzidos 3 /
;
Hz, 1Q ^ ^ e nao setribunal também limitou questão da ao^ perda de sociedade res de 18 anos pronunciou quanto ã suaa aplicação ftlhos malfres. ao^
/
Na opinião do advogado Roger Gomien, que representa os postu^^t
o
tribunal
za emociona ■j ■'
BI .786*Pâ9.03*29. 10.84
reconhece que o va or de um filho para a sua flil laTveatmente de
i , e que o vazio deixado com a sua morte é um direito legitimo que o
' 'I
BI .786*Pãg.02*2? hàteáiieÉihÉÜiãàáltBMâLijLih y/.i fr-vr"
Comissões Técnicos
CTSVS-AP
ATA NO 11/84 RESOLUÇÃO
DE 05. 10.84
PROBLEMAS DE AQUISIÇÃO DO SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS
Considerar validas as ponderações do Sindicato de São_Paulo e sugerir ã Diretoria que, revendo sua decisão de 1 1 .03.80, autorize esta Comissão a apresentar nova exposição de
niotivos para encaminhamento aos órgãos oficiais.
(825.1 70)
C E I C A
RELAÇÃO DE CHUVEIROS ALÍTONLATICOS CQNTR.A INCÊNDIO PORTADORES DA MARCA "ABNT" DE CONFORMIDADE Ã NORMA EB-I52
!
(.Elemento sensível tipo ampoia.)
F I RMAS
DIÂMETRO POSIÇÃO DE TEMPER.ATURA DE DE ORIFr INSTALA-CAü FUNCIONAMENTO CIO í mmT
TIPO
RESMAT LIDA
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(18-79-95-141
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08-79-95-141 n8-79-95-14 1
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08-79-95-141 08-79-95-141
'
BI,785*Pág,01*29.10,84
M.r.irü
1
ÍNDICE REMISSIVO * ,1 1 • I
7'
Índice do boletim informativo da fenaseg
DO MÊS DE AGOSTO (BI.NÇ 774 AO BI.N9 777) i'' '
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Paginas r
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^CIDENTES DE TRABALHO Í^IPfNTES DE TRÂNSITO
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SpS CAMBIAIS SOS CONTÁBEIS KOS FINANCEIROS
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'^SUNTOS ECONÔMICOS
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informativo
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Sngre«Í° de avarias CORRFTnn?^* CONFERÊNCIAS E SEMELHANTES
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DE SEGUROS
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CüRs» DE SEGUROS
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DAOES ASSOCIATIVAS
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Páginas
NOMERQ
SEÇÃO
777
OUTROS
775
CAPA
777
CAPA
775
MERCADO CANBIAL
777
MERCADO CAMBIAL
777
JORNAL DO COMERCIO
777
CAPA E P.EXECUTIVO
774
ASSESSORIA ECONÔMICA
775
ASSESSORIA ECONÕMIA
776
ASSESSORIA ECONÔMICA
777
ASSESSORIA ECONÔMICA
777
ÍNDICE REMISSIVO
775
CAPA
ACIDENTES DE TRABALHO
AIDA: Seguro de Acidentes do Trabalho deve
voltar ás Cias. de Seguros M
'
ly I" i;.vi
ACIDENTES DE TRANSITO
MERCADO SEGURADOR BRASILEIRO MERCADO SEGURADOR MUNDIAL -MODALIDADES DO SEGURO
Acidentes de transito: tragédia nacional e penal
'"'1 N ! 'M I 1 J '
' 1
Limite de indenização (máxima) a ser
NOTICIÁRIO DAS SEGURADORAS -
aos passageiros e suas familTas em caso de
P
acidente de ônibus
ih
PREÇOS DE veículos
ASSUNTOS CAMBIAIS
PRÊMIOS
;|
paga
PROJETOS DE LEI
Mercado Cambial - taxas de câmbio 10.08.84
(
R
Mercado Cambial - taxas de cambio 21 .08.84
RESOLUÇÕES DE COMISSÕES ROUBO DE veículos -
e 24.08.84 CONTÁBEIS
S
seguro
-
SEGURO DE CRÉDITO SEGURO DPVAT
SEGURO INCÊNDIO SEGURO DE LUCROS CESSANTES SEGURO TRANSPORTES SEGURO DE VIDA SUSEP
-
8
Salanço pode ser semestral já em 1985
8 8
FINANCEIROS
8 9 9
^•"omulgada a Lei 7214 que extingue o centa^ (Dou de 16.08.84)
10 10
les
no 50 . semana de 23.07 a 29.07.84
onama Econômico Re
^snhâ "9 51 - de 30.07 a 05.08.84 - Pano
^conô mi CO Re
52 - de 06.08 a 12.08.84 - Pano
Econômico !
''
.( ,i > ,
do Boletim Informativo nÇs 765 a 768
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■ de 13.08 a 19.08.84 - Pano
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Solicita comunicarem mudança de en
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V-,L
NOMERO
SEÇÃO
NOMERO
Instalado IV Congresso Latino Americano do '1
1
Direito do Seguro
774
promovido pela AIDA
777
JO.RNAL DO COMERCIO
777
DIVERSOS
Antonio F. Navarro
777
ESTUDOS E OPINIOES
Garantia provisória de Pedro Alvim
777
ESTUDOS E OPINIOES
774
EDITORIAL
775
EDITORIAL
776
EDITORIAL
777
EDITORIAL
775
NOT.SEGURADORA
775
JORNAL DO COMERCIO
777
CAPA
776
FENASEG
777
CAPA FENASEG
Queda da Bolsa - Artigo de Alberto Lopes p-im de uma teoria - Artigo de Luiz Men -
CONGRESSOS, CONFERÊNCIAS E SEMELHANTES CAPA
SEÇAO
donçô
Atragcdi'^da "Plataforma de Enchova" -de
CORRETORES DE SEGUROS
Cancelamento temporário do registro de cor retor
775
NOT.SEGURADO!^
775
NOT.SEGURADOR'*
Cancelamento a pedido do registro de corre toras pela SUSEP Posse da nova diretoria do Sindicato
. •'(
Seguro Educação - pretende-se
775
NOT,segurador'^
isentado de pagamento das anuidades esco lares quando perde o pai
Cancelamento temporário de corretor a pedi_ do feito pela SUSEP
777
NOT.SEG
URADOR'*
Governo Brasileiro vem colocando em alta
prioridade o aumento das exportações
Intimaçio feita pela SUSEP á firma Monteiro-Administração
Na China a atividade seguradora e obvia
e Corretagens de Seguros
Ltda. e a seus corretores responsáveis
777
mente monopolizada pelo Estado
NOT.SEGU
Todo patrimônio esta sujeito a risco de
CURSO DE SEGUROS » . r'
perda
SBCS e FUNENSEG promovem XVI curso
sobre
inspeção do Ramo incêndio
775
DIVERSOS
ENTIDADES ASSOCIATIVAS
f;::'
Clube de Seguros de Vida no Estado do
DIVERSOS
Concorrência predatória - Artigo de
I .!'•
O risco não compensa - de Antonio
774
de Seguros
OUTROS
A Eundação Centro de Estudos do Comércio
Compensa generalizar a indexação nas tari fas de Seguros? de Caleb do Espirito Santo
774
ESTUDOS E " A,'
^^terior promoverá encontro preparatório
Seguro e Educação - Artigo de Luiz Mendonça
775
JORNAL DO
I
A hora da unificação - Antonio F.Navarro
775
n CO^J'i' nPl" ESTUDOS E "
Em época de crise toda a segurança e pouca
776
OUTROS
Equipamentos de combate a incêndio Vfli
Mesa redonda sobre tarifa de RCFV promo
vido pela Associação Patilista de Tecni 774
"l f,',
I
JORNAL DO
Caldas
Alves
i<il 'I'-
naná - Posse da diretoria
jpC'
Luiz
Mendonça
,i'f i)ií'
em
qualquer nível de ensino o estudante seja
dos
ií?i
Corretores do Parana
que
""^ansp.
'^^^Qluçòes da Diretoria de 14 .08.84 - Ata
serão
úteis assim? de Antonio F. Navarro
776
08/84
ESTUDOS ^ ^
•''"esDc.ndència FENASEG~1562/84 dirigida
'f\
O si gni fi cado ,das dificuldades do Lloyd's
P
Richard E. Stewart
776
ESTUDOS E ^
O Seguro nupcial - Artigo de Luiz Mendonça
777
JORNAL DO
(í
Nacional do Transporte - Brasi l
I
''"isão de Transportes do IRB
refere-
ã r-
Circular DITRAN-476/84 referente ta
y
diferenciada para os seguros de ^Pov-tes terrestres
3.
NUMERO NUMERO
SEÇÃO
Ementa de diversas decisões dos tribu nais - Assunto de interesse do
FRAUDES CONTRA O SEGURO
-
Seguro 776
Privado
Mulher identifica morto como marido para receber seguro
774
Ementa de diversas decisões dos tribu
OUTROS
nais - Assunto de interesse do
Policia desbarata a quadrilha do Golpe do Seguro de Vida
775
Judi ci ãrio
II!
-
Seguro 777
JUDICIÁRIO
775
OUTROS
775
OUTROS
775
OUTROS
vras do Pres. IRB Sr. Ernesto Albrecht
775
OUTROS
Sinistralidade sobe, arrecadação diminui
776
OUTROS
774
CAPA
ferido o auto seguro - custos altos es tao provocando nova tendenci^
774
CAPA
^Pectos do Ramo Vida nos EUA
774
OUTROS
775
CAPA
9Uros
775
CAPA
^^•"adoras tentam recuperar satélite
775
OUTROS
776
CAPA
776
CAPA
Privado
OUTROS
SEÇÃO
MERCADO SEGURADOR BRASILEIRO FUNENSEG
SECORI - debate nova proposta de
Debate sobre seguro de Lucro Cessantes -
seguro
de aluguel
promoção da Funenseg no auditório do IRB
774
CAPA
Após sucessivas perdas, mercado espera es^
Iniciado este ano a realização de deba -
te ano queda de sõ 37c
tes sobre aspectos técnicos e operacio nais dos diferentes ramos de seguros Funenseg promovera no IRB debate
774
FUNENSEG
775
CAPA FUNENSE^
HOMENAGENS E CONGRATULAÇÕES
■'Üítw
AIDA - Associação Internacional do Direi_
'(.'''li i',;
to do Seguro homenageou o Presidente
,ii:í -ií
IRB Sr.
'1 ,
, "M .. .
MERCADO SEGURADOR MUNDIAL
Ernesto Albrecht
775
CAPA Dl
verso^
Na Austrália o Governo Federal tem 775
IRB
775
IRB
•r I (,•■ ■
IRB perde Cr$ 107 bilhões em Londres
;1
no
19 semestre.
cial - Transportes
I
LI
y.. 'i ■
IRB
I {
, 1 > |l .
Bandeirante da IAM
é
indenizado
US$ 700 mil
777
JORNAL DO
Ementas de diversas decisões dos tribu -
^ . 1 -líl'
nais - Assunto de interesse do Seguro FV'i_ 774
vado
Ementa de diversas decisões dos tribu
vado
l:'.'' .-.' 1 ■ :. ;• ,1 ' ■
■ 7
^UA poderã elevar os prêmios
de
Us$ 48,2 bilhões o volume de premj_
'^Hidos no ramos de automóveis
judiciário fS —
l: il'il I
Se
EUa .
à criminalidade esta custando
-
bilhões de
nais - Assunto de interesse do Seguro Pri_
I
2^.10184
Se
JURISPRUDÊNCIA
:, ■!, ' , ú\>i 1
é í!,l:':
t
de 15 a
pQj ^t^al Deposit Insurance Corporation -
em
»)'/ .'- l, I ■
í^; Ifi;
•"õleo e Seguro" no período A p /j
\
'1 ;;i Ví'^'1 ' h '
777
INDENIZAÇÕES
') '• "''li" 1 '
pre
^^*^3 realizado em Paris o siminário "Pe-
DETNA-027/84 - Referente Tarifaçao Espe
vi
O Paquistão estabelece proibição da col^ boração externa de Resseguros
IRB
bal de Bancos t . ,
Sem fiscais - falta fiscalização - pala
do
Comunicado DEOPE-003/84 - Ref. Seguro G1 o
'ííl'
seguros
queiram ou não
sobre
seguros de Lucro Cessantes
Os Bancos nunca mais sairão dos
775
JUDICIÁRIO
francos
NUMERO NOMERO
SEÇÃO
Sul América Capitalização -
L'loyd's aumenta o prêmio de seguros p£ ra cobertura de navios que
altera
ções introduzidas no Estatudo
trafegam
SEÇÃO
777
NOT.SEGURADORAS
776
OUTROS
776
SUSEP
777
OUTROS
774
CAPA
774
COM.TÉCNICAS
774
COM..TÍCNICAS
775
SIND. MINAS GERAIS
775
COM.TÉCNICAS
775
COM.TÉCNICAS
775
COM.TÉCNICAS
775
COM.TÉCNICAS
776
SIND. MINAS GERAIS
776
COM.TÉCNICAS
776
COM.TÉCNICA!
PREÇOS DE VEÍCULOS
pelo Golfo de Suez
776
CAPA
Preços de carros novos e usados Realizou-se em Madri o I Curso' de For
mação de Executivos da Srea Fides
I i .v ,, I
Ônibus Espacial Discovery - Nasa
''fj. . !' i j >v
776
PRÊMIOS
CAPA
Circular SUSEP-032 de 10.08.84 - Pror
assi
roga o prazo de Recolhimento de
na contrato com seguradora para resga
mio de Seguros
te do satélite indonésio Palapa B.2
777
CAPA
li' T.
I, I.
Presidente da FENASEG - Dr. MODALIDADES DO SEGURO
Garantias de locaçao
775
OUTROS
Uma idéia para substituir o fiador -S£
í !-
776
OUTROS
Banco Central - o Ministério da Justj_ ça examinam projeto de lei sobre guar
NOTICIÁRIO DAS SEGURADORAS
da interna dos bancos
Cia. de Seguros América do Sul Yasuda -
''', 1 1
fM
resoluções de comissdes
Sul Brasileiro Seguros Gerais S/A - Sa fra Seguradora S/A. - Cia. de
Seguros
CRILC-TM - Ata nQ 14/84 - Resoluções
Inter Atlântico - BCN Seguradora S/A. i .<i '
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t :l - !
Iwi i;-' iv';l
Aumento do Capital Social
de 12.07.84 774
not.segur
CEICA - Ata n9 13/84 - Resoluções
Residência Capitalização S/A. - Mudança da Razão Social para Bradesco Capitali zação S/A. e aumento do Capital Social
•Ííi; '
- Ata da reunião de 17.07.84 774
NOT
CEAJ -
Vitória - ES.
Cia. Sol de Seguros - Cigna Seguradora
'f/Ç
NOT. SEGU''^'
CTRe -
774
^TSRd , Ata n9 07/84 - Resoluções
NDT.SEGU
C RI
de
de
LC-tm - Ata n9 15/84 - Resoluções de 26.07.84
o"'/
Seguros Gerais - CAS - aumento de capipital social
de
03.08.84
S/A. - Federal de Seguros S/A.-PanAmerJ_ cana de Seguros S/A.-Cia. Adriãtica
09/84 - Resoluções 01 .08.84
Agências Bancarias - alterações em di -
'■'i M■ ' '
'i, '■' f':'
de
16.07.84 774
versas Cias.
;ii liP
po 06/84 - Resoluções
América Latina Cia. de Seguros - encer
,1^ .( ,'■ /
de
25.07.84
ramento de suas atividades na cidade de
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PROJETOS DE LEI
guro locação M
Victor
Arthur Renault prevê redução de nos primisl em 1984
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775
not.se
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'^^soluçao n9 108/84 Resoluções de 27.07.84
Cia. de Seguros da Bahia - Porto Seguro
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Itl. 1 • (ál I ''
Cia. de Seguros Gerais - Santa Cruz Cia
'I' àl:
de Seguros Gerais - Cia. Internacional de Seguros - aumento de capital social
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" Resoluções de 08.08.84 - Ata ;oluçõi n9 14/84 777
NOT
.segu" 7.
NOMERO
CSI - Resoluções de 07.08.84
777
SEÇÃO SINO.MINAS gerais
nomero
seção
774
CAPA
774
CNSP-IRB
um Conselho Nacional de Proteção con
CTSILC-TM - Resoluções de 14.08.84
tra incêndio
Ata nO 13/84
í
777
COM. TÉCNICAS Comunicado 0EINC-001/84-Incen-002/84 ■
"1. CTSH - Ata n9 08/84 - Resoluções
de
referente a Tarifa de Seguro Incêndio
16.08.84
CPCG - Reunião de 010/84 -
1. ''
CTSCGF - Ata nÇ 07/84 -
COM. TÉCNICAS
no Brasil - TSIB-Publicação nP 49
777
COM. TÉCNICAS
Circular Presi-035/84 - Geral 04/84 -
l!
Normas para utilização e remuneração
Resoluções de
15.08.84
11
777
777
COM. TÉCNICAS
dos serviços técnicos de peritos
em
regulação de sinistros
774
IRB
774
DIVERSOS
775
DIVERSOS
775
DIVERSOS
776
SUSEP
775
CAPA
CTSTCRCT-AER - Ata nÇ 14/84 - Resolu -
ções de 01 .08.84
777
COM. TÉCNICAS
Cobertura de danos elétricos no segu ro incêndio
CTSA-RCF-DPVAT - Ata n9 09/84 - Resolu
ções de 20,08.84
777
COM. TÉCNICAS
Limitações impostas ãs unidades Exti_n toras
CRILC-TM - Ata n9 16/84 - Resoluçõescb 09.08.84
777
COM. TÉCNICAS
ROUBO DE VEÍCULOS
Ex-goleiro envolve-se com ladrões
de
carro
775
OUTROS
776
CAPA-OUTROS
SEGURO
Circular n9 031 oe 08.08.84-altera
a
classe de localização de cidades
na
SEGURO LUOROS CESSAf-;"ES
Funenseg promovera debate no audito rio úo
IRB
SEGURO RESPONSABILIDADE CIVIL
Ministro de Transportes elabora
ante
Tabela de Prêmios Básicos e de Impor
projeto sobre sistema
e su
tância Segurada e Coefici-inte do Segij
777
procedimento sobre seguros
CAPA-EXECUTIVO
SEGURO DE CREDITO 775
JORNAL DO comer''
74
FENASEG
Ci rcular Presdi-037 '84-Trcns/VN-007/
;i .i
de 27.07.34-Reference a R.. 110 Transoor
SEGURO DPVAT
tes Naci onai s-RCTRC-i nstrucões
Homologada tabela de prêmios de referin cia
774
FENASEG assina contrato .
IRB
775
CAPA
"1 a Funca -
ção etülio Vargas para . .e esta continu : a coletar nensalme' le dados 774
SEGURO incêndio
774
fenaseg
cia Segurada e Coeficiente do Seguro RC Facultativo - Circular 49/84
soore
operações de seguro
Tabela de Prêmios Básicos e de Importãn
Clube de Engenharia sugere criação
ro RC-Facul tati yo-Ci rcul c^" 49 FENASEG SEGURO TRANSPORTES
No credito ha uma analise de risco
■'. ''.,1,1
mnimas
Tarifa de Seguro Incêndio do Brasil
Ladrões roubam e furtam um automóvel a
cada 10 minutos na grande São Paulo
Hidrantes-Exigênoias
FENASEG
cale-los de Tna ces para .-^eava 1 i ação das Tarifas de eguro AuTomõvel
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NOMERO
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SEÇÃO
O decreto n9 89874 de 28.06.84 que regij
FENASEG -•hf
lamentou o transporte rodoviário de car
ga-TRC
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Carta DETNA-027/84 do IRB referente
776
FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS DE SEGUROS PRIVADOS E DE CAPITALIZAÇÃO
OUTROS
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tarifação especi al -transportes nacionals
777
IRB
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SEGURO VIDA 1' I
Alguns aspectos do ramo vida nos EUA
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OUTROS
DIRETORIA E CONSELHO
SUSEP
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DmrroREs efetivos
DIRETORES SUPLENTES
pagamento de prêmios vencidos e a ven cer no presente mês de agosto
Presidente VictorArthur Renault ftimeiro Vice-Presidente
Ivan Gonçalves Passos Mário José Gonzaga Petrelli
í-uizde Campos Salles
Octóvio Cezar do Nascimento Pedro Pereira de Freitas
SUSEP autoriza dilataçao dos prazos
■I
774
Motorista sem o seguro obrigatório de pagar até Cr$ 1,8 milhão de multa
776
CAPA
po
Nilo Pedreira Filho
Vice-Presidente 776
&rto Oswaldo Contineníino de Tlraújo
OUTROS
Roberto Baptista Pereira de Almeida Filho
^"me/ro Secretário ^ínnilcar Pizzatto
^Mído Secretário I JJyBemordes de Lemos Braga ■ Y^ineiro Tesoureiro ' ''^séMaria Souza Teixeira Costa Tesoureiro
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®Íio Ben-Sussan Dias CONSELHO nSCAL (EFETIVOS)
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^^9üsto Godoy
Adolpho Bertoche Filho
Alfredo Dias da Cruz
CONSELHO FISCAL (SUPLENTE) . •!
Luiz Martiniano de Gusmão
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EXPEDIENTE
;J, i|
: *,
BOLETIM INFORMATIVO FENASEG
(j^licação semanal, editada pela Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de '
l^italizacao
f^^ior-Hesponsável
Editor
Redator
'^^'jfArthur Renault
Luiz Mendonça (Reg. MT n." 12.590)
Mário Victor (Reg. MT n.' 11.104)
REDAÇÃO iiL
((j^^SienadorDantas,74-12.'^andar TeL: 240^2299. Telex: 2134505 FNES BR ®stá registrado no Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas sob o n.' 2.771/75
'Ri^stoe impresso na FENASEG. Tiragem: 2.500 exemplares ' i4V-v
àiliíu.:,
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n Membro Fundador da.
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WSSbê&
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FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESASDE SEGUROSPRIVADOSE DE CAPITAIJZAÇÃO
ANO XVI
RIO
DE JANEIRO,
05
DE
NOVEMBRO DE
N9
787
Registramos com profundo pesar o falecimento de Arthur Autran Franco de
Sa,
■] ocorrido na ultima quarta-feira, 31 de outubro.
▲
'' I ■, • yi ' '
1984
Em longa vida
profissional
vos Hfiasse firmou solida e além merecida reputação. dos nomes (como representatiseguradora: de vários mandatosTornou-se em órgãosum sindicais o de Di{jg / fENASEG em alguns períodos), foi eleito e sucessivas vezes reeleito membro Panh Técnico do IRB. Posteriormente, também no IRB, iria representar as comseguros como membro do Conselho Fiscal da entidade, órgão a que repetida'^conduzido,
nhi55 d
° fi"*
vida.^ Grande parte de sua atividade profis-
fiesenvolvida ainda na época das agencias e representações gerais de çompa
binais ^uros. sócip de uííiQ agenda» ele seda depois titulardêFrancodeSa s/at Jirng dante. Diretor de companhias por ele anteriormente representadas. Por ui'Airè u..? ! I
1' '
FENASEG
^ data do seu falecimento, Franco de Sã foi Diretor da SequradOra BfâSlunion Americana S/A.
Luiz Carlos Freire de Carvalho Gonçalves Tourinho faleceu em São Paulo,
dia
der 1 ultimo. Diplomado pela Faculdade de Direito da Universidade Fe -«tpos Bahia em 1962, Luiz Carlos no entanto também iria ser segurador, coOç'' ^®nhia da família, da sua e de gerações anteriores. Eleito Diretor da ® Seguros Aliança da Bahia, exerceu aquele cargo desde novembro de 1967 .
LNas^q e Ha registro, aqui deixamos consignadas as condolências dos *— «^«1 «w. Oa própria aa nmny»ia classe /*laeea seguradora e oni i va/Irtva .
' I
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dirigentes
3
revela a imprensa, o Lloyd's de Londres dobrou o prêmio cobrado de pe
tK ^Ura IQO*
navegam na área de alto risco perto do porto saudita de Ras TaGolfo Pérsico. O seguro de uma carga de US$ 50 milhões passou a eus em vez dos anteriores ÜS$ 50 mil.
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"Business Insurance" (edição de 30.7.84), três produto-
Paqa ■ ^'^^"santo Co. Tenneco Inc. e Ocidental Chemical Corp.) concordaram *"5 In ^"^^"'•^ações a vTtimas de incêndio ocorrido em loja de departamentos WJ ^Ount 'í Moines (EUA). De acordo com a decisão da Corte Distrital de
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utilizado no isolamento da fiação elétrica teria atuado co-
Pi^opa gação do incêndio ocorrido. •
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® comerciais.
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° custo total das reparações de defeitos em
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edifícios
E um corretor, com base nesse estudo, elaborou proje-
^^sponsabilidade civil sem culpa) para aquisição pelos proprietários
^_,cobertura é pelo prazo de 10 anos (período em que aparecem 95% dos remm p Ha nr^Hom Ha um H rí/N-io
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essas perdas das seguradoras na assembléia anual
Entretanto, mostram-se preocupados com os aumentos das taxas
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190%), Os prêmios pagos pelas
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de
empresas
^ de aviaçao, anualmente US$ 625 milhões, o que corresponde a cerca de 1% dos eus—
iSfüPM^.ii."'I I I
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS FENASEG
FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESASDESEGUROSPRIVADOS E DE CAPUALEAÇÃO
Editorial
No comircio exterior, as exportações de bens e serviços fiao raro tem o complemento das chamadas "exportações invisíveis", dentre elas in
cluindo-se os seguros que oferecem garantias ao objeto das vendas externas. Atualmente, o Governo brasileiro vem colocando em
P''ioridade o aumento das exportações nacionais como um imperativo da
alta
política
visa ao equilíbrio do balanço de pagamentos do Pais. Em decorrência dessa po lltiíca existe intensa e extensa ação estatal no sentido de estimular investimen -
' I í.
tos
e financiamentos brasileiros no exterior. Nessas operações, invariavelmente,
^"tervem o Banco Central e o Banco do Brasil, este ultimo através da CACEX. Nas vendas externas do Pais, tanto como nos investimentv
ÍNDICE DAS SEÇÕES
.1 ]
I f-; (
brasileiros no exterior, nem sempre existe, todavia, o necessário e recomenda complemento do seguro feito no mercado nacional. Como este último i, sem dú-
importante fonte de captação de divisas, torna-se obviamente indispensável ri'
SISTEMANAÇIONALDESEGUROSP^
.ir
EDITORIAL
das autoridades no sentido de que promovam não sõ estímulos, mas também ^"^nente atividade suasória , no sentido de que interesses brasileiros de comer-
^Íq
Exterior sejam sempre segurados no mercado interno. Tais são, por exemplo ,
ç ^^guros de crédito a exportação, de transportes internacionais de mercadorias
FENASEG
CNSP
SUSEP
SINDICATOS
IRB
NOTICIÁRIO DAS SEGURADOR
C05
casos de contratos para prestação de serviços fora do Pais, seguros de ri£
de engenharia e de garantias de obrigações contratuais.
EXECUTIVO,LEGISLATIVO E JUDIOIARIO O mercado brasileiro tem maturidade, estrutura técnicocapacidade econÕmico-financeira e, sobretudo, condições
tarifárias
Realizar, no Pals, os seguros que se destinem a proteger interesses nacio Vinculados a negÕcios com o exterior.
IMPRENSA )"
JORNAL DO COMMERCIO(PAGINA DE SEGUROS)
OUTROSlOF
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Na verdade, nada justifica que, havendo
possibilidade
Peão, o empresário brasileiro prefira comprar seguros no exterior, quando o ^^teresse real e maior, como o da própria economia doméstica, e compra-los ftiesmo, dentro das nossas fronteiras.
FUNENSEG
ESTUDOSE OPINIÕES
MERCADO DE AUTOMÓVElS/í
FIDES
MERCADO CAMBIAL
ATAS DE COMISSÕES TÉCF BI.787*Pãg.01*05,11.84
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federação Naeional das Empresas de Seguros Privados
ede Cc^italização - FENASEG CIRCULAR
Rio de Janeiro, 31 de outubro de 1984.
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DPVAT - NOVA TABELA DE PREMIOS E INDENIZAÇOES.-
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Em anexo, estamos divulgando a Tabela de Prêmios
''s Seguro DPVAT, bem como os Limites de Responsabilidade, com vigência a parvi í; '"'r ;v, '11
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^1*1" de 01 de novembro do corrente. Sendo o que temos para o momento, subscrevemo-nos,
a ' -'! ; i'/
Cordialment tí'. ' "/f
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Carlos Frederico P. G. Rocha
Superintendente 'lí ' i
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(d) está prevista a eliminação para o próximo ano de cridito-primio ãs exportações. OÍ 0 A
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Cabe destacar ainda como fator negativo adicional a exces
Jd!cotaij^o aerendencia de nossas exportações ao mercado norte-americano (aproximadamente 301 que torna as nossas exportações extremamente vulneráveis era relação ã poli 9 econoimca dos EUA (por exemplo, protecionismo).
\woimca . cambial a fim de Será necessário, portanto, maior realismo e flexibilidade viabilizar a meta estabelecida.
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Com relação a dívida externa no imcio do mes de novembro uma etapa de sua renegociação. A^posição brasileira tem sido bastan.■íju a liicMciuimr que i i -- novos -mpi co u jniua V moneyj mas chegando-se a mencionar que iiau não navci haveráa ow solicitação de empréstimos compromissos Ih mOney J mas tão tsn somente condições mais favoráveis para nA»*A aa rolagem V*nlSQem dos dos OOfnnvomT c c
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^^Mhando são:
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Comparando o período de janeiro-julho de 1984 com
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Penodo de janeiro a setembro foi de US$ 9.663 milhões superior, portanto, a meta ini cialmente estabelecida para o ano, US$ 9 bilhões.
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^,^um saldo na balança comercial no mês de US$ 1 .024 milhões. O saldo acumulado
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'noes, enquanto as importações ficaram^em US$ 1.239 milhões, proporcionando, desta fo7
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No mis de setembro, as exportações chegaram a US$ 2,263 mi
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PANORAMA ECONOMICO
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Assessoria Econômica - Resenha Semanal
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a) saldo na balança comercial de US$ 10 bilhões;
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b) déficit na conta de serviços de US$ 14 bilhões; BI.787*Pã9,01*05.11.84
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BI. 787*Pig. 02*05
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Desta forma, a necessidade de recursos para o ano se
riam de US$ 5,7 bilhões os quais poderiam ser obtidos atravis de investimentos dfS tos, recursos do BIRD e do BID, créditos de fornecedores e parcelas do FMI. O fiO'
verno espera que não havendo solicitação de novos empréstimos e com um saldo de rf' servas_1nternacionais de aproximadamente US$ 6 bilhões ao final de 84 possa obte'
condições tao favoráveis quanto aquelas obtidas pelo México e Venezuela recenteisei^'
(não ajustado)
te.
Var.i ensal
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,
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No entanto, dado o número de fatores negativos que p®'
derao influenciar o saldo da balança comercial no prÕximo ano seria mais
prudeP^
solicitar novos empréstimos para aumentar o saldo das reservas internacionais perij tindo, desta forma, uma margem de manobra maior para a próxima administração ral.
6330,73 7,13 70,99 190,59
6956,21 9,88
9304,60 10235,07 11145,99 12137,98 13254,67 14619,9 10,30 12,30 10,0 8,9 8,9 9,2 88,9 108,47 32,68 45,9 58,9 73,0 190,5 194,52 182,62 184,95 187,3 185,20
16169,61
13974,3
15458,7
10,3
10,6 114,3 219,3
17083,3 10,5 136,8 212,9
4059 ,66
4481,46
4867,31
5295,15
9,65
10,39
8,61
8,79
70,12
66,18 192,93
68,39 201,20
71,01 202,45
Var.semestral Var. 12 meses
185,87
ORTN
Var.mensal
\íar.no ano Var.12 meses
5909,39 11,6 73,81 197,04
71 ,33 191 ,54
10,6 130,6 200,2
IGP-DI
'1']. .
Márcio Valirio Ronci Assessor Econômico
9777,0
(não ajustado)
10,0 35,5 229,7
Var.mensal Var.no ano
Var.12 meses
10651,1
8.9 47,7
228,9
11594,7 8,9 60,7 235,5
12667,2
9,2 75,6 226,5
93,7
217,9
h'
índice de Preços 7791 ,7 9,7 33,2 191 ,5
8454,1 8,5 44,5 192,1
9236,0 9,2 57,9 198,6
10145,2 9,8 73,4 195,2
11220,4 10,6 91,8 190,2
12328,7
110,7 194,6
13590,6 10,2 132,3 195,7
11163,4 10,1 35,8 253,2
12235,1 9,6 48,8 250,9
13313,9 8,8 62,0 258,3
1-4522,3 9,1 76,7 243,6
16083,5 10,8 95,7 232,5
17562,5
19525,0
9,2 113,7 229,8
11 ,2 137,5 220,5
9,44
9,74
10,85
11,15
11 ,05
Consumidor-FGV Var.mensal Var.no ano
Var.12 meses
9,9
índice de Preços por Atacado-DI/F6V
(base=média 77=100) Var.mensal
Var.no ano Var. 12 meses ii '• ^
Poupança
10,550
9,440
s ' ''
iVj ('
m
Taxas de finançiamento
"overnight" % a.m (media mensal simples) LTN
jí,
ORTN ADM
InterinstituiçÕes ' ■/?
1
iií 10,35 10,36 10,49 10,36
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nd
9,67 9,79 9,68
9,04 9,05 9,04
1453,00
1582,00 8,9 60,8 220,5
9,71 9.71 9,75 9,72
nd
nd
nd
11 ,05 11 ,05 11 ,10
9,96 9,95 10,01
11 ,81 11 ,95
1905,00 10,2 93,6 211,3
2107,00
11 ,89
\:í
Taxa de cambio (Cr$/ ljS$ valor de venda
pelo Banco Central , 1335,00 no fim de mês) 10,0 Var.no mes
8,8
Var.no ano
35,7
47,7
Var. 12 meses
219,7
219,4
1728,00 9,2 75,6 218,2
10,6 114,1
214,0
2329,00 10,5 136,7 215,6
Bl.787*Pãg.02*05.11:
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B1 .787*Pãg.03*05.n.84
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MOEDA, BALANÇA COMERCIAL E TAXAS DE JUROS INTERNACIONAIS
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS MARÇO
ABRIL
MAIO
JUNHO
JULHO
AGOSTO
4286,6
5014,4
5393,3
5559,1
6151 ,3
6621 ,2
Var.mensal
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17,0
7,6
3,1
10,6
7,6
Var.no ano
2,1
19,5
28,5
32,4
46,7
57,7
Var.12 meses
79,6
96,4
100,5
98,9
100,4
135,5
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SETEMBRO
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' 1
Base Monetária (Cr$ bilhões)
Meios de Pagamento {Cr$ bilhões) 8088,0 Var.mensal
7,6
Superintendência de Seguros Privodos -SUSEP
SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS 9315,0 10747,7 15,2
15,4
11533,1
12507,5
13427,9
7,3
8,4
7,4
CIRCULAR SUSEP N9 046 , DE 23
DE outubro
DE 1984
Aprova modelo de Demonstrativo de Limite Técnico. 0 SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRI
VADOS (SUSEP), na forma do disposto no art. 36, alínea "b", do DecreVar.no ano
Var.12 meses
3,9
19,7
38,1
48,2
105,1
116,2
133,3
121,8
60,7
72,5
139,2
142,5
to-Lei n9 73, de 21 de novembro de 1966; e considerando o que
^
do Proc.
consta
SUSEP n9 185.916/75; resolve:
1 - As seguradoras que desejarem adotar Limites nicos inferiores a 10% do L.O., de acordo'com os critérios
Téc
estabele
cidos pela Resolução CNSP n9 06/84, apresentarão â SUSEP o demonstra tivo anexo, juntamente com os demonstrativos do Ativo Liquido e do
Exportação FOB
2063
2134
2338
2505
2570
2507
2263
Limite Operacional. 2 - Esta circular entrará em vigor na data de sua pu
Importações FOB
1061
1073
1201
1156
1369
1158
1239
blicação, revogadas as disposições «n contrário. (Of.
n9 147/84)
Francisco de Assis Figueira
Sal do
(ÜS$ milhões)
1002
1061
1137
1349
1201
1349
1024
ABEIO
1
CTICPTAR
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ecu^oDi
■ISDMDOWli
Prime
11,50
12,00
12,50
13,00
13,00
13,00
12,75
DBtoManuiTivo
l.t. iiFga.T08 a loi do l.q.
OperacionalI (veione «■ cu UOO)
Libor (6 meses)
11 ,06
11,38
12,60
12,80
12,30
12,25
11,75
(taxa de fim de período)
Período de vigiaciet a
A
K
0
1; Prêmio* retido* me mno tatMior 3> - PxíbIo* retidoa atd o trlMatxa do ano anterior.
3)
• Prêmios retidos atS o triJMstre
do
ano
4)
1 « 1 - 3 •
5)
(4 « L.O.) . 100
41
LT a ser adotado
em curso.
Cfcierveeôee;
a) A aiçraaaâo 'ane antarior* i adotada aa ralação à data liaita para a entreqa do danonatratlvo. Quando o drasonitracivo sa reíarir ao* l/t a aaraa adotado* no 19 •«aaatre. o trlMatie • aar conaidared*
icans 2 • 3 d o 19 (terceiro) * quando a* ralarlr toa 1.7 para o 29 •aaaitr*. eoostderar-ee-ã ao* Itas*
M*
1
«
3 o 19 (priaaico) trlMacre.-
o) O* valoras do* prãnio* a do L#0. devaa **x a^reaacç oi allhara* d* oroMirt^. .«.e. *** d*oi.a*l* d) Est* doorutratlvq dava soe antrequa luncaaaota cemt o da JLL. a L.O.
PRODuzi DO DO DIARIO oficial DA UNIAO DE 30-10.84 - SEÇÃO I - PAGINA N9 15 871) Bl.787*Pãg.04*05.1l4
BI.787*Pig,01*05,11.84
bistãtuto de Resseguros do Bre^-ERB
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^tHGTiniTO DE RESSKWfEÔS 00 DHASU ,'avcri [)a marechal címaka, iti C*;x.«
>'OSTAl
I.íiíiO - CMt'.
TEl. isepis-«iP
BIS OC JAMCIAO -
• r',.-- C.O.C. - 33,37 é ,<5ây/OOÜ 1-9 I - f.K.RjI. - O 7, «-3 10?6 1,00 - CEP: Í0,023
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034/84
Em 18.10.84.
P*"' Assessor Técnico da redenação Nacional das Empresas de ^®9uros Privados e de Capitalização
1.'hi
LS T A
Tarifação Especial - Transportes Nacionais
Conforme entendimentos mantidos com essa
ao »
^^SíQi nhamos, em anexo, a RTE - Relação das Tarifaçoes Especial», ho "^gadas em
outubro
do corrente ano, para publicação no Boleti»
^rif ativo dessa
Entidade.
Atenciosas saudações.
'ii i:
Rael de Brito Goulart
,!!• i. í
Chefe do Departamento de_ Transportes Nacionais e Automóveis
:nv
BI.787*Pãg<,01«OI.H.84 Cl.» i*lfc I I iliiiiw;ypi«e»i SWBMFMM'—MMaar»aM7gn
RTE- RELAÇÃO DAS TARIFAÇÕES ESPECIAIS ANEXO
ET 02-ti°o
K;CARTA DETNA-034/84 DE 18.10,84
O 3 - SEGURADO
DE ORDEM
Oi -K% 00 PROC.
01
0358/82
04 - APÒL I CE
05 ' SEGURADORA
000121-5
Companhia Internacional de Se
02 - NOME
vepar OTeos Vegetais Parana S/A. Ind. e Com
Terrestre
0513/84 Companhia
02
Siderúrgica de Tubarão
guros
000756-1
Ha rT ti mo 30,536-0
0125/80 Mitrocarbono S/A.
03
Terrestre
30.474 e 30.475
0764/84 Infibra S/A. e Perraatex Cimento Amianto S/A.
04
Terres tre
0786/84 Eriez Produtos Magnéticos e Metalúrgicos Ltda
05
0357/82
06
2246-6 e 2245-8
e CEM Componentes e Equip. Magnéticos Ltda.
Urb/Suburb.
Serraria Ciceres S/A. e Cãceres S/A. Agroflo-
21 .001.185
restal e Industrial
Terrestre
21.000.856
0356/82 W.S. Transportes Rodoviários Ltda.
07
Itau Seguradora S/A
Terrestre
0729/83 Telecomunicações 0730/83
08
0306/82
09
21 .000.191
do Amazonas - Telemazon
Terrestre/Fluvial
Industria de Papel e Celulose de Salto S/A
5062.960;5068.343
Brasil Companhia de Seguros G£ rai s
Terrestre 5.071.321 Terrest./Urb.Sub.
9235/7Z Eternit 3/A.
5.070,372
V
^r£ - fteLAÇAO DAS TARIFAÇÕES ESPECIAIS
1^-' ^ CARTA DETNA-034/S4 DE 18.10.84 Mfrn
DE
0 3 -
,
ORDEM
01 -Ni DO PROC.
12
0359/82
-
04 -
ÍIOME
Indústrias Brasilit da Amazônia S/A.
14
0763/84 Brazul
0767/84
Transporte de Veículos S/A.
Autometal
• —
SEGU RADO 02
APÓL 1 CE
5.105.517
F1uvi al/Lacustre 13
■'
-
S/A
22000329 Terrestre
05 -
SEGURADORA
Brasil Companhia de Seguros Ge rais
Companhia de Seguros América do
Sul
Yasuda
12274-00090
Terres t./Urb.Sub.
Mitsui Brasileira Importação e Exportação Ltda
15
0768/84
16
0601/74 Companhia
Industrial Farmacêutica
21001776 F1uvi al
H-4220'
The Home Insurance Conipany
Terrestre 17
1112/74 Merck Sharp &
Dohme Industrial
Exportadora Ltd
" 1032
Terrestre 18
0765/84 Caetano Branco S/A.
Indústria e Comércio
000.314
e
000.641
Companhia Paulista de Seguros
Terrestre 19
0488/77
Rolamentos
Schaeffler
do
Brasil
Ltda.
13.925 Terrestre
20
0788/84
HetalgrSfica Iguaçú S/A.
21
0638/75
Química Industrial Barra do Pira! S/A.
3.671 Terrestre
Companhia de Seguros da Bahia
4,316 Terrestre
22
0964/7É
Cristais Hering S/A?
1 OETH A
350.127
Sul América Bandeirante Segu
Terrestre
ros
S/A.
COO. t
11 19 Ol).-1/Q21-SEFORM
RTE- RELAÇÃO DAS TARIFAÇÕES ESPECIAIS mlF
1
AN
A CARTA DETNA-034/84 DE 18.10.84 Í02-K?
0 3-
1 DE
foROEM 23
01 -1»? 00 PROC.
SEGURADO 04 -
02 - NOME
12376/6 9 Roja Transportes Ltda.
APOL1 CE
05 -
Yorkshire-Corcovado Companhia de Seguros
T-4.945 Terres tre
24
Perstorp do Brasil Indústria e Comércio Ltda.
639/76
SEGURADORA
T-3.322
Terrest./Urb.Sub. 25
Sperry S/A.
6078/70
T-4.233 Terrestre
26
Port Tradi ng S/A.
0762/84
2.200.836
Urbano/Suburb. 27
Dow Química S/A.
0560/74
Interaineri cana Companhia de Se guros Gerais
2.200.311
Urbano/Suburb. 28
29
Companhia Vale do Rio Doce S/A.
0947/74
0093/79
Delta Metal S/A.
1 66.067-7__
Sul América Terrestres, Maríti
Terrest. e Aéreo
mos e Acidentes Cia. de Seguroí
7800080.9
Companhia de Seguros Aliança dc Bahi a
Terres tre 30
CIMEPAL - Comercial Importadora Mercantil Pau
0787/84
1ista 31
32
0345/78
0343/82
Ltda.
Zorba Texti1
S/A.
Companhia União dos Refinadores de Açúcar e Café
^
América Latina Companhia de Se
4052100380 Terres tre
guros
21-01-010-589
Porto Seguro Companhia de Segu
Terrestre
ros Gerais
10,210.885-0
Comind Companhia de Seguros
Terrestre
C.a.N( do Brasi'\ Ltda,
50.015-3 V
Commercial
a.Ts. - / M y.V> -
o rio T- a
Uniort
do
Brasil
Se-
S/A.,
tuern
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A CARTA DErNA-034/84 DE 78.70.84 l02-H°, u
OE
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SEGURADO
OROEH
01 -N® DO PROC
34
0950/75
Cotonifício Gávea Ltda.
0191/75
Cremar S/A. Produtos Texteis Cirúrgicos
35
36
37
38
39
0153/79
0700/76
11121/70
0930/77
02 - NOME
Telecomunicações de Minas Gerais S/A - TELEMI i CESP - Companhia Energética de São Paulo COEMSA - Construções El etroinecãni cas S/A. Eluina S/A. Ind. e Com., Laminação Nacional de Metais S/A., Bongotti S/A. Ind. e Com., Mibco
Industrial S/A., Indústria de Auto Peças Eluma Ltda. e Aços do Brasil S/A. Ind. e Com.
04 - APÓL1 CE
05 - SEGURADORA *
2-810.007 Terres tre
597.000.001 Terres tre 011.000.001 Terrestre
——
American Home Assurance Co.
Skandia Boavista Companhia Bra sileira de Seguros
Bãloise-Atlãntica Companhia Brasileira de Seguros
001 e 476 Terrestre
de São Paulo
2143.81.259 Terrestre
Nacional de Seguros
10.667 , 10.668 10.669 , 10.670
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Companhia de Seguros do Estado
Generali do Brasil Companhia Vera Cruz Seguradora S/A.
Urbano/Suburb.
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COO.: 11 18 Oli-l/821-SEFORM
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SEGUBAOOft*
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Yorshire-Corcovado Cia.de Seguros
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Eluma S/A. Ind. e Com. (Controladora), Ba
Glasurit do Brasil Ltda.
Tintas Coral S/A.
Cia. Siderúrgica Nacional B & D Eletrodomésticos Ltda. e/ou B & D Black & Decker do Brasil Ind.
Universal Cia. de Seguros
Porto Seguro Cia.de Seguros Gerais Vera Cruz Seguradora Sul América T.M.A.
Seguradora Brasileira Motor Union Ame ricana S/A.
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05
06 07
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(Controladas)
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Fertilizantes Mitsui S/A. Industria e Com.
Concórdia Cia. de Seguros 10 00
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União Fabril Exportadora S/A.
Phoenix Brasileira Cia.Seguros Gerais 09
e Com. Ltda.
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Fabrica Diadema
Ind. e Com.
S/A. Ind. e Com. de Radladores , Industria de Peças Eluma Ltda. e Aços do Brasil S/A.
naçao Nacional de Metais S/A., Bongitti
turite Com. e Representações Ltda., Lami-
Cirragos Souza Cruz
ricana S/A.
de
Cia. Souza Cruz Ind, e Com. e/ou Cia.
de
Seguradora Brasileira Motor Union Ame
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Centro de Pesquisas e Desenvolvimento
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Telecomunicação Brasileira S/A.-TELEBRÃS
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OtfD. li IB 932-3 SEFORH 1983-1
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J^:rjeyir - /r£-JL>tÇj4a Í7j^S T.mffii^AÇO£S ESPÉCÍAíS HOMOt-ÓGADAS
Cynamid Química do Brasil Ltda.
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1 1, ■.'
EXECUTIVO, LEGISLATIVO E lUDICl ARIO POPER JUDICIÁRIO Apelação CTvel nÇ 88 727
Sí£a''
Juiz Fonseca Costa - Maioria de votos
Oo^J^^^RROVIARIO - COLISÃO NA VIA FÉRREA - CULPA RECIPROCA - REDUÇÃO DA INDENIZAEMENTA
tra 'I ,í
em
'^®ssia da Passagem
-
° motorista que, desatento, tenta a Concorre, porem também com culpa a ferrovia que não instala,
^cào o ^ j nível, suficientes meios de segurança. reduzida i metade."
Havendo culpa reciproca a inde
M
Apelação Cível n9 94 911
Alçada - RJ t
:
íW»
1
•
"^af^tinho Campos - Unânime
® Comerct», "^xi-IAL _ ACAO RENOVATORIA - VALOR DO SEGURO. EMENTA
•mente corrigido."
"O valor do seguro deve corresponder ao valor do
ihÜ Apelação Cível nÇ 95 230
de Alçada - RJ \h S°iL
'I
'A
^
Navarro - Maioria de votos CIVIL - COLISÃO EM TRASEIRA DE VElCULO PARADO ATENDENDO A DETERMINA•^UDOVIARIA - INDENIZAÇÃO - OBRIGACAO 00 PROPRIETÁRIO DO VElCULO ABAL -
.( !
Iv. '
^
EMENTA
hu • Qç; oi
j
eventual culpa concorrente da autoridade
hão
indenizar que se impõe ao proprietário do veiculo abalroador."
probatórios contidos Anoscolisão autos ocorreu não informam, cabalmente, do evento, num trecho em curvaa
^ ®sfaw a obstruídaps^uena reta, deemmanobra declive desuave. Desprovido de acostamen» em virtude uma carreta e vários carros es
EMENTA
tavam parados, aguardando a conclusão da manobra, em atenção a determinação da N cia Rodoviária, que não sinalizou o trecho, a distancia, com placa de advertencü' 'I <
t
Juiz MARDEN GOMES.
Co
■
"Descabe culpa a motorista que, dirigindo, colide seu estacionado, se coloca na pista de trafego no local do evento."
tenha saldo imediatamente antes da calçada, onde se achava, irr^
Apelação CTvel nQ 93 714 Apelação Criminal nP 20 397
19 Tribunal de Alçada - RJ 7â câmara - RJ
Relator: Juiz Carpena Amorim - Unânime
Ou*
RESPONSABILIDADE CIVIL - SEGURO OBRIGATÕRIO - RECEBIMENTO - NEXO CAUSAL __ LEGHn DE ATIVA AP CAUSAM DA COMPANHEIRA E FILHOS MENORES.
Rebello de Mendonça - Unanime
Trânsito - ofuscamento - imperTcia.
EMENTA
EMENTA
"Acidente que nao produziu a morte
L
que criou as condições clinicas desfavoráveis que conduziram ao mesmo resuU
veTc
^
gitimidade ad causam nos termos da lei que regula o seguro obrigatório."
f
(REPRODUZIDO DO DIÁRIO OFICIAL DO RIO DE JANEIRO DE 23.10.84 - PARTE"III -
°
DICIARIO)
"Apelante que alega, para ser absolvido ter sido ofu^ Hue trafegava em sentido inverso. Excludente inaceitável, face a_ ser ° corriqueiro e previsível, sendo imperito o motorista que dele nao sà evitar. Perdão judicial incabTvel. Recurso desprovido."
diário oficial do rio de janeiro de 10.10.84 - PARTE III - PODER JUDI CIARIO)
Apelação Criminal n9 13 794 Tribunal de Alçada - RJ 49 Câmara Relator: Juiz Malta Ferraz - Unanime I 1 1
DELITO DE TRÂNSITO - PROVA PREVALECENTE, NA AUSÊNCIA DE TESTEMUNHAS. EMENTA C"
"Na ausência de testemunhas presenciais
prevalecem as conclusões do exame pericial do local do acidente quando ^ ^ lógicos dos elementos fâticos devidamente salientados no respectivo laudo-
da colisão, como demonstrou a perícia, decorreu da culpa da infeliz vTtii^®^^ d" imprudência, adentrou, em franca contra-mão de direção, a faixa de rolamo'^ -ônibus. Absolvição do acusado mantida."
(REPRODUZIDO DO DIÃRIO OFICIAL DO RIO DE JANEIRO DE 17-10-84 - PARTE lH' DICIARIO) Apelação Criminal n9 17 632 Tribunal de Alçada - RJ 19 Câmara
Rei ator: Juiz Mario de Magalhães - Maioria de votos DELITO DE TRÂNSITO - CULPA - CONSTATAÇÃO.
BI.787*Pâg.03*05.11.84
i' i
ín.O? BI.787*Pag
' Wi-''y /.
Oytros
Seguro ãe Transportes
cessão;' Fmmuíáilo Avtii"ba^ü;Cláusula
Especial de Vistoria paia Seguros de Importação; Cláusula Espacial da Fran
quia para Segi^os cie Importação; Cláu
Transportes internacionais
sula de Rejeição; Cláusulas e Condições Especiais para Seguro de Bagagens;
Condições.Especiais e Disposições Tarilárias para os Seguros de Bagagens de Passageiriss Transportados em ônibus,
Cláusula para Ss^os Transportes de
instruções sobre
Títulos (em malotes); Cláusula para Se guros de Mofitzuários sob a Responsabi lidade de Viajanteo Comerciais, Cláusu la para Seguros de Mereadories Condu
zidas íKJr Portadores, Cláusula de C&untty Damage; Cláusula de Seguros Trans portes Viagens Intemacionalâ Contrata
operações do seguro(I)
dos em Moeda Eatraa^ira; Condições Gerais e Cláusula p.:'Xa 03 B^igaroa de Transportes Terrestres de Mercadorias; "Cláusula Todos os Eiscos Terrestees — Viagens Internacionais; Formulário
P.T.VJ.(Pedido de Taxas para Viagens
Internacionais): Instruções para Tarifa-
çâo Especial Transportes(I.P.T.E.); Ins truções sobre Processos de Tariíação Adicional (I.P.T.A.); e Certificado de Se guro Transportes.
Na próxima semana, prosseguire mos com a transcrição do índice das
Woithftijng
Instruções em questão e a eeguii com o seu teor propriamente, passando a ofere
segundo fomos
cer aos nossoa leitores um panorama do
eos aà:TeoíhfiSÉ® Têcfflcar db^siafliíâí^
mente, alicraçados em sua iMrimttc ad quirida no teatD doa pfrAlemâs do dla-a-
cias do Seguro, da Araoeiação das Com
dia do mercado detentor de pondmável
de
de inteirar-se do mesmo e ate de exter nar as possíveis sugestões que tenham a
parcela da Carteira, sem dúvida terão-
tativos dos Corretores de Seguros, do Quadro de Professores da FDNENSEO e, na medida do possível, até mesmo
preclosa contribuição a ofarecer. Acredi
técnicos do Exterior, Paralelamente, se
De nossa parte, como abelhudoa, eternos fascinados pelo seguro de Trans
g^os artigos técnicos pela imprensa, como forma de melhor esclarecimento e
fazer a respeito, e das quais teremos o prazer de ser porta-voz, através desta coluna.
i Tètnlee .de
Segure* Trensperte*, EH-0ireí€r da*^ portas, Cascos « KCTt-C do Sindicato das
de
problemas
"Instruções sobre Operações de Seguro
Condições de Cobertura (Inclualve Dls-
receu acolhida da competente Comissão dà FBNASEG.a qual,por sua vez.desig
sições Gerais. O Capítulo I atualiza e
nou aub-comiasões por sub-ramos, para
TRANS- 26/78, de 08.12.78, incoiporando
téria.
(LTp.I.)", compreendem: Capítulo I:
1!^,
posições Tarifárias) e Capítulo II: Dispo
substitui a Circular PEESI 124/78-
os textos das dáusnlas e Condições pa
ra 06 Seguros do Viagens Intenmcioaala
vigentes, enquanto o Capítulo n apre
senta instruções eomplementares co
Paulo e essoeiado d« Sociedade Brasilei-
Novamente a Comissão paulista, pa
rè de CIênelas do Segure a da Associação
ra "não deixar a peteca cair", subtíivldiu-se em Grupos e já em oututeo do mesmo ano aprovava e encaminhava á
Paulista dos Técnicos de Segure-
do, hoje, por revelar que as projetqdas
O referido Relatório da Comissão Técnica do Sindicato de São Paulo me
rio em São Paulo para debate da ma
Empresas de Segures do Estege de Sio
portes, vamos nos intrometer, começan» no Ramo Transportes Intemadonaís
até projetar a realização dê üm seminá
membro da Comissão de Segures Trans
tamos que as cópias do üabalho a eles dirigidas devam estar a caminho..
divulgação das matérias em discussão.
dar Parecer sobre o teabalho e pretendeu
guradoras "Finau" o "Universal"; ^x-
de São Paulo, pois os mesmos, oértã-
panhias de Se^iros dos ócgfice represen
riam promovidos debates, p&lnéls, con ferências, nss principais capitais e dlvul-
trabalho, com eventuais comentários, proporcionando-lhes, aaslm, condições
(^) Lu» Láo«Íx Leivss
í^^tesètttât^ordis B*|(tiraaãi^ e de outeossaeses b^^essados,tecnica mente capacit^os, tais.como represen tantes da Sociedade Brasileira de Ciên
muna aos diversos sub-ramos compreen-
dld£M na Carteira Transportes Interna*' citmala '
FENASEG teabalhos maiá detalhados
então, para "Seguros de Transportes
(REPRODUZIDO DD O ESTADO DE SÃO PAULO DE 30.10.84 -
Viagens Nacionais", de "Importação" e de "Exportação", manifestando a espe-
■-rança de ver aproveitados os seus subaí-
SEÇSO ELABORADA POR EUREKA F.S.C.)
■ dlos e 08 das Comissões da PENASEO como base para início do precenlzadD era sua proposição inicial.
O fato, porém, não se sabe par culpa
de quem, é que a "peteca caiu...".
No entretanto, os esforços não foram
de todo inúteis. Algumas semeiltes ger- -
minaraffi Aos poUCOS, HO deCOlTer dOS
'üHkhw
iS^deaignatíâoí
\
tempos, ceitos atos baixados pelo lEB e
emergên-
pela Susep atenderam algumas das su gestões levantadas e outros preenche
Oomlasfio <ie Trabaüio
dUefMitiM
ram iftciinax ou omlsões. Algo contànufl,
mcumblincumbi-
porém, por ser feito e dentro *deie a
PM etoe^SS®® ®SBuntos vS^ e ^® controle das íiV^tarefei rÁo%-)LHt«U, P®^UUUt concluVBÉ
matéria agora posta na mesa da Comis
são da F«iaaeg pelo IRB, a que nos referimos no in&io destes comentários. Trata-se de trabalho de fôlego, ao que
nos pareceu à primeira vista, pois em seu exame não tivemos ainda oportunidade
subme-
O Trabalho é aoompanhádo d» M
Anexos, a saber Apólice — padrão pam
os Seguros MarltUnos, Fluviais e Lacnra^i
três ~ Condições Gerais; Cláusulas de Carga Aérea (Todos os Riscos), excluin
do Remessas pelo Oorrelo; Condições Especiais pare os Seguros de T^anspor^
tes Aéreos de Mercadoriaa oom a OaranMtia de Riscos de TraMporíes ^reos (RTA), excluindo Remessas pelo Gob<, relo; Cláusulas de Carga do Inatitiíto
Cláusulas de Carga do Imdátisto (B^. Cláusulas de Ca^, do Instituto (O);" Cláusula Especial de Importância Segu rada para Seguros de Importação; Cito-
sula Especial de , Importância Segurada para Seguros de Exportação, Cláusula
Especial para Seguros de Impostos so'bre Mercadorias Importadas; Cláusula
Especial para Seguros do Imposto sobre Operações de Câmbio relativas ãs Im-
port^óes de Bens e MercackHias aOC^
eiáusiOa Especial de Lucros J^peradoc
de nos ai^fundar. Sentimos, todavlSi
que deveriam 8« V dçte trabalhos
para Seguros de Importação; Cláusula
nos, até mesmo uma injustiça, de parta
IR^ "quanto os
do IRB e da Suaep, nãó procurar auscul-
de Pagamento do P:ràmio; Cláusula Es pecial de AverlMições para Seguros de
'"B e homologação
*Técifleaa diy
desde JA que seria uma falh^ p^mltamJar tag^ém a valiosà opinião dos.técnl-
ImiyntaoãP ^ InatrucOes
fug con-
BI,787*Págo01*05 J1.84
V
BI .787*059.02*05.Ijy
L... . .... ... ■
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^àÊÈSài
iOHÉllâií
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Estudos e Opiniões
PROBLEMAS DE RESSEGURO INTERNACIONAL
cessão; FanHuiárío Averba^ãü;Cláusula Especial de Vistoria para Seguros de Importação; Cléusula Especial de Fran quia paia Seguioa de Importação; Cláu sula de Rejeição; Cláuaulae e Condições
PONTO DE VISTA
Especiais para Seguro de Bffgagens;
Condições Especiais e Disposições Tariíáriaa paia os Seguros de Bagagens de Passageiros Transportados em ônibus, Cláusula para Seguros Transportes de
'I ! f
Aicc/iaeZ A. JoAdtn * .n
Títulos(em malotes); Cláusula para Se guros de Mostzuázios sob a Responsabi
Toijos n(5s, da atividade Brasileira de Seguros, estamos cientes dos pr£
lidade de Viajantes Comerciais, Cláusu
blemas advindos da aceitação dos negócios de Resseguro Internacional;
■y 'Ah
- os problemas do IRB em Londres, de notório conhecimento públi -
!': .W
la para Seguros de Mercadorias Condu zidas por Portadores, Cláusula de Coontry Darnsg»; Cláusula de Seguros Trans
portes Viagens Intemacionala Contrata dos em Moeda Estrangeira; Condições Gerais e Cláusula para os Ssguios de
CD;
Transportes Terrestres de Mercadorias; Cláusula Todos 08 Riscos Terrestres —
Vlagena Internacionais; Formulário
- a existência de problemas em Nova YcrK; e finalmente
P.T.V.I.(Pedido de Taxas para Viagena
Internacionais); Instruçtea para Tarifaçâo Especial Transportes(LP.T.E.); Ins
- as dificuldades que o mercado segurador enfrenta dentro de seus
truções sobre Processos de Tarifaçáo Adicional (I.P.T.A.); e Certificado de Se guro Transportes.
próprios departamentos de operações internacionais,
Na próxima semana, prosseguire mos com a transcrição do índice das
Instruções em questão e a seguir com o
^ !
seu teor propriamente,passando a ofere
tudo envolvendo cifras astronômicas, de que □ país hoje não po
cer aos nossos leitores um panorama do trabalho, com eventuais comentários, proporclonando-lhes, assim, condições
de dispor.
de inteirar-se do mesmo e até de exter
nar as possíveis sugestões que tenham a fazer a respeito, e das quais teremos o prazer de ser porta-vrs, através desta
Como surgiu este problema? - Infelizmente nós devemos compartilhar da
coluna.
culpa.
Quando nós cameçamos a aceitar negócios reservas adequadas não foram
(*) Luit LáCTQlx Uaivas — 6 Táeniee jto Seguros Trenspofiot, Ex-Dlr*tor das S*«
guradoras "Finasa" 9 "Unívarsal"; ^x*
estabelecidas anteriormente.
mtmbro da Comissie de Sogures Tranap>erta8. Cascos•RCTR-C do Sindicato das
Muitas companhias brasileiras começaram a aceitar negócios internacio nais com somente $100 no banco.
Empresas de Seguros de Estage de Sle Faule e associado da Sociadade Brasilei
ra de Ciências do Segure a da Associação Paulista dos Têçnicos de Segure.
Em
acréscimo, nossa inocência foi explorada por aqueles que perceberam
Que poderiam ganhar dinheiro fácil diante desta simplicidade e eviden temente o mercado brasileiro tem levado desvantagem por esta falta de
(REPRODUZIDO DD O ESTADO DE SSO PAULO DE 30.10.84 -
SEÇSO ELABORADA POR EUREKA F.S.C.)
experiência no "underwriting". D Brasil tornou-se o depósito de
■Ir lUi
i'
lixo
péssimos negócios e em alguns casos ri e fraudulentos riscos de segu ros .
Nem todos os negócios aceitos têm sido ruins. Infelizmente os maus ne gocias tiravam os lucros dos bons, a tal ponto que, em muitos nao existem fundos suficientes para pagar nem o bom nem o ruim.
casos,
O que pode ser feito sobre esta situação? Na minha opinião, bastante. Contudo, a solução não e encerrar o depar II
;
■
M,
&7
BI.787*Pãg.02*Q5.1íy
BI. 787*P^, 01*05.11.84
• ^ vi
M' . 'ÁJá'-r -'rktàít'VV
f
no princípio? Todas as reservas têm sido contabilizadas? Todos os prê mios foram subscritos e pagos? Verifique todas as proteções de Excesso tamentü internacional das companhias e nem desistir inteiramente
dos
de Danos. Também verifique todos os aspectos da "contabilidade criati
negócios. Isto somente causará uma maior crise no capital de giro
das
va'
empresas porque, freqüentemente, os sinistros pendentes são apresenta dos assim que um contrato é cancelada.
Se notar alguma coisa que você não entendeu, pergunte. Não tem impor tancia se as perguntas forem simplórias, mas exija uma resposta. Escre^
Se existem problemas, é preciso um departamento internacional mais
do
va também ao corretor pedindo a informação de que voce necessite,
,1 Ml 1
que nunca. O problema não pode ser ignorado, eles não deixarão de bxí_s
■ i'
obrigação dele responder. E lembre-se também que escrever cartas dá ao
tir, pelo contrário, somente se agravarão. É necessário
pessoal com experiência em resseguro internacional
destinatário tempo para uma resposta que seja conveniente para sua in vestigação. Por outro lado,as respostas freqüentemente tornam-se úteis tempos depois, porque as pessoas tendem a contradizer-se quando as co^
para
sobreviver os dias difíceis que se seguem, porque o "runoff" dos negó cios podem continuar por mais cinco anos.
í '■ ( I
ê
sas não estão completamente em ordem. A primeira coisa a ser feita é ter uma real avaliação da sua
carteira Freqüentemente o contrato inclui o arbitramento para resolver disputas.
de Resseguro Internacional. 51 í( '' I
Normalmente isto não lhe é favorável, pois tal sistema é elaborado para Classificar, do ponto de vista dos resultados e do capital de giro
proteger □ lado que redigiu o contrato. E nele foram fechadas todas as
cada assunto em três categorias básicas - bom. . . ruim. . . e duvidoso.
saídas e você é que vai ficar responsável.
Mantenha os bons negócios e avalie os duvidosos.. . Valerá a pena espe
toda maneira evite litígios. É extremamente oneroso eocusto decor rente será melhor utilizado para um acordo com a outra parte. Tente sempre negociar um acordo.
rar por mais um ano na esperança que as coisas melhorem. Mesmo se
os
resultados sejam limitados, sera válido mante-los para evitar um escoa mento de seus recursos.
Você se defronta agora com os casos problemáticos. Como devem ser ava
^ tiedida extrema a tomar-se e o exame dos registros da cedente,
mas
'^bidado, pois se nada errado for encontrado, não haverá motivos
para
liados?
recusar o pagamento.
Primeiramente, é preciso estar bem informado.
Esta informação pode vir de publicações especializadas ou de outras resseguradoras. Informações sao de livre acesso, e so procurar, è pre
%
® alguém já experimentou analisar os livros do Resseguro sabe como i£ so
ciso viajar e visitar outras resseguradoras, corretores e as companhias que tiveram problemas com voce. é uma falsa economia não gastar
US$1D,GD0 ' 1 ' ,ifi
® "difícil, O sistema é eng^drado para ser o mais complicado possí -
Vei
dólares em uma viagem quando deixa-se de pesquisar casos du
forma a tornar praticamente impossivel uma analise.
Nq
^^Malmente a contabilidade é correta, mas nem sempre, e raramente se-
vidosos de 100 mil ou de um milhão.
®hcontrados erros, Mas é um ponto de partida. O próximo passo é em seu próprio escritório. Examine os documentos aprs
^Ifícli propor modelos apropriados para tais exames de livro,
sentados e os "slip" bem como o contrato. Freqüentemente, anos depois,, informações deliberadamente viciadas, prestadas no início do contrato
Caso difere de outro; mas achamos que um modo pratico de faze- Io Ser
se tornam evidentes.
Examine as contas subscritas do ano base de "underwrite", após
alguns
anos isto se torna revelador. Como elas diferem dos lançamentos
dados
pois
be&A
através de uma amostragem de negócios. Por exemplo, escolha-se um de sinistro de valor substancial e verifique-se de onde veio
êd cio.
quem eram os corretores, É aí que
seu
sistema de informações
^^ilissimo. Se encontrar um nome conhecido por passar negócios duviI
BI.787*PÍg.02*05.1l/
f:'.
BI.787*Pag.03*05.11.84
i;
-M
■ .ni • —^ ^
I VllllMWilil
-^1-
b'
dasüs, continue sua busca. Peça cópias de"slips" provas de sinistros , etc. Leve-os e mostre-os a outras pessoas, use a experiência deles ... é espantoso o que vem a luz.
FENASEG
i 1!: i !
A maioria das companhias com maus resultados tem no seu histórico al -
FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESASDESEGUROSPRIVADOS E DE CAPITALIZAÇÃO
gum caso escabroso.
Elas não desejam que você conheça algo a respeito. S6 querem que
voce
pague.
Em alguns dos piores casos, descobre-se que a cedente está em liquida -
çio e perquirindo mais um pouco encontrar-se-á uma cadeia completa
de
companhias falidas. Você será o ultimo elo daquela corrente e terá
de
DIRETORliiç CONSELHO
haver-se com o liquidante. Se isso acontecer, uma nova estratégia é re
querida. G liquidante quer é dinheiro e qualquer dinheiro que você pa
'Diretores efetivos
gue não irá às mios do segurado, mas nas do liquidante para seus honorá_
Residente
DIRETORES SUPLENTES
xtor Aríhur Renault
Ivan Gonçalves Passos Mário José Gonzaga Petrelli
rios e credores preferenciais. Ele está decidido a tomar medidas rigo
rosas para recuperar o que puder ísè ele concluir que os custos envol
%meiío Více-Presidente
jüizde Campos Salles
Nilo Pedreira Filho
^gmdo Vice-presidente
vidos compensam].
Octdvio Cezar do Nascimento
j^rtoOswaldo Continentino de Araújt v^Jneiro Secretário
Entretanto,insolvência nem sempre e o fim do episódio. Mesmo em liqui
^ilcar Pizzatto
dação uma companhia tem um período de competência.
^lifido Secretário
Pedro Pereira de Freitas
Roberto Baptista Pereira de Almeida Filho
JiyBemardes de Lemos Braga poieiro Tesoureiro Uma nova burla da falida e ter uma companhia especialida em "tirar
o
corpo',' quase sempre formada pelos proprietários da própria companhia
falida. Então você terá de haver-se com o liquidante mais esta outra
Maria Souza Teixeira Costa
^ffUi]do Tesoureiro ^lioBen-Sussan Dias
CONSELHO nSCAL(EFETIVOS)
companhia.
'^9usto Godoy
Adolpho Bertoche Filho
Alfredo Dias da Cruz
O panorama pode ser alarmante. Se voce se encontrar em apuros, procure
CONSELHOnSCAL(SUPLENTE)
ajuda. Você" precisará de todo auxilio que puder e isso não é tão difí
Luiz Martiniano de Gusmão
cil. IMão se atemorise por erros... aprenda com isso. Se você tiver fa ma de combatividade quando uma dificuldade aparecer, isso atemorizara
EXPEDIENTE
\
O
os fraudadores em tentar novos golpes no futuro.
BOLETIM INFORMATIVO FENASEG
Membro Fundador da
'vf^^licação semanal,editada pela Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de ^italiizacao
V^or-Pesponsável
Editor
Redator
'^rArthur Renault
Luiz Mendonça{Reg. MT n." 12.590)
Mário Victor(Reg. MT n.' 11.104)
mm !^
4'^nadorDantas, 74-12. andar Tel,: 240-2299. Telex: 2134505 FNES BR
* UlchcLzt A. JoA.den e Ge/ten^e de OpeAaçoeó JyiteA.yiacÁ.oyLCic& da "São Pau to" Companhia f^adonaí de Szgu/wò.
BI.787*Paq.04*á
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^fiHr'Tqf
-ãi if i inhriÉ<ftf>iiÉnh nJ fc ni ■■■'fd
\^Jietim está registrado no Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas sob o ii. 2.771 75 f^istoe impresso na FENASEG.Tiragem;2.500 exemplares
..
'
FEDERAÇÃO NACIONAL DASEMPRESASDESEGUROSPRIVADOS E DE CAPITAUZAÇAO N?
RIO DE JANEIRO, 12 DE NOVEMBRO DE 1984
XVI
A FENASEG distribuiu ao Mercado Segurador a Circular n9 93/84, com os
788
novos
valores de custo de apólice, vigentes a partir de 19 de janeiro de 1985.
A
1 Tabela foi atualizada com base no MVR (Maior Valor de Referência) fixado pelo
v' I ,
TOto nç 90 395/84 e de acordo com o disposto no item 2 da Resolução CNSP-08/82.
'Ver seção FENASEG) I' /
Segundo revela o "Financial Times", a Donaldson, Lufkin and (Ampersand) Oen -
2 '"ette — uma das firmas de Wall Street com lucros mais sólidos
nos últimos
anos — concordou com sua compra pela Equitable_Life Assurance, em um negócio tintado em US$ 430 milhões. Embora o acordo formal nao tenha sido assinado — acen
^ o jornal^ londrino —, a posição do grupo de seguros foi fortalecida ainda
A
Á
FENASEG
mais
3í ► h.
opção de compra adicional de cerca de 18,5% de novas ações emitidas pela DLJ. As maiores frotas de navios mercantes são as da Libéria (67,5 milhões de TBR),
J do Japão (41,1 milhões), Grécia (37,5 milhões), Panamá (35 milhões) e
URSS
•rjsp Í25^milh0es). A verdade, porém, é que a marinha mercante enfrenta a
maior
W^^^ômica dos últimos 50 anos. Segundo o "Lloyd's Register of Shipping",
a
íl^í^ndial caiu de 424,7 milhões de TBR em 1982 para_422,6 milhões em 1983. Not^ Street Journal", reproduzida pela publicação "Experiodica" da Swin-Re ,
Smr Sos • r
s VÇÇ - 4. pndes
seguradores norte-americanos estão sendo cada vez mais atraídos asiático. Enquanto o crescimento da atividade seguradora nos Estados na média de 7% ao ano, durante o período 1979/82, na Malásia, a me-
®
— ^
vi iiyapuiu, de 25,9%. ^ ....... . . — , ,particularmente, — — Cingapura, O .ramo Vida, _
oferece
^°^®"^^'alidades. E a respeito cita-se Hong-Kong,^onde apenas 5% da popula -
j^^o^^seguro de vida. E esse baixo índice é atribuído ã superstição asiática
de
de vida seria um fator de antecipação da morte, por ele atraída, em vez
w entJjstrumento de reparação das suas conseqüências. Os norte-americanos esperam, t:
'Uâr? i^emover essa superstição, em face da crescente influência, na As ia, da ci*'^0 ' ocidental.
4 Fundação Getúlio Vargas dará inicio neste ano a uma série de cursos destina
Oh^ ^ pessoas de empresas e instituições, a nível executivo, de assessoria e \ t^iha^^''^^nal. Dentre os cursos programados, destacam-se: 1 )^Administração Fi'Administração de Pessoal ; 3) Análise e Avaliaçao Econômico - Financeira ^ . A) Analise «..oc c Interpretação de Balanços. Os interessados deverão diri iTeze de Maio n9 23, 129 andar-RJ.
"^tendência de Seguros Privados comunica ao Mercado Segurador^que fo-
\•^1^5^anQ ^ ^^'"^dosCIGNA os dados relativos a Companhia Colina de Seguros, Brasll^ia Segu Seguradora S.A. e The Home Insurance Co., na relaçao das dancarias Representantes, (ver seção NOTICIÁRIO DAS SEGURADORAS)
' g. ^P®t"Tntendência de Seguros Privados divulgou no "Diário Oficial" da União w hg ^^^"culares n9s^47 e 48, de 26 de outubro. Na primeira, aquele õrgao alte? Tabela de Prêmios Referéncia-ramo Automóveisdo(Circular n9 18/83); na altera o artigo 31, dadeTarifa de Seguro Incêndio Brasil-TSIB. (ver seção
má.:
—
.
ÉiimáiiiiiMimiÉi
k
t
watojqfc.-...
: i 'S' i i
FENASEG FEDERAÇÃO NACIONAL DASEMPRESASDE SEGUROSPRIVADOSE DE CAPITAUZAÇAO
Editorial
o projeto-de-lei n9 4.403/84, apresentado hã pouco ao Congresso Nadispõe que as montadoras devem cuidar do problema da proteção dos veTculos lontra o furto. o autor do projeto na realidade vislumbrou um caminho certo para
o
*ionaiiiento do problema: a proteção do veiculo ainda na fase da sua montagem. No a medida
proposta ainda e muito restrita e limitada, alem de não parecer a
•"ecomendãvel tecnicamente. Pois o projeto-de-lei refere-se expressa e especifiEmente a obrigação das montadoras de equiparem os veTculos com alarme antifurto.
índice dasseções
Sabe-se que muitas dezenas de equipamentos antifurto, com diferen -
"•atodos de ação e de bloqueio das diversas partes do veiculo (circuitos elétricos. L
^ combustível, mecanismos de traçao), estão inclusive patenteados no or-
Oficial .j
.
>
.
.
Qe registro da propriedade e direitos de invenções. Assim, a rigor
^
nao
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS '%^onstif matéria de lei a escolha de um tipo determinado de equipamento ant^ ^ liais indicato é que a lei tão-somente crie paara a montadora a obrigação
EDITORIAL
FTINASEG
CNSP
SUSEP
í
SINDICATOS
IRE
NOTICIÁRIO DAS SEGURADOBÍ*',
° veiculo
contra
furto.
A escolha do equipamento antifurto
deve,
à prõpria montadora, que para isso reconhecidamente dispõe
no de
^ ""^cursos técnicos, não s5 porque conhece em todos os detalhes os veTculos
EXECUTIVO.LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO
Tiontagem, mas também pela circunstância de estar capacitada a subme -
li rL
Dais
" •'igorosos testes, para efeito de escolha final, os dispositivos antifur^szenas existem no PaTs, patenteados ou ji comercializados.
IMPRENSA
E claro que a instalação de equipamentos em veTculos novos não visa
JORNAL DO COMMERCIO(PÁGINA DE SEGUROS)
ím'
OUTROS JORN^)v\ Qua
prazo, pois hã o problema de toda a grande frota de veTculos nto a estes últimos, no entanto, de alguma forma pode atuar o efeito-de -.
de*
proprietários a procedimentos semelhantes. Esses proprie-
1|j 'l-l Vq
^ pressão do risco do furto, de outra parte terão o exemplo e possam resultar da eficiência dos equipamentos que tenham sido insta-
FUNENSEG
ESTUDOS E OPINIÕES
MERCADO DE AUTOMÓVEIS t ^Peu
FIDES
MERCADO CAMBIAL
ATAS DE COMISSÕES TEC#
de curto
^ Contadoras.
BI.788*Pig,01*12.11.84
■W:
WIF
Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados ede Capitalização - FENASEG
CIRCULAR
FENASEG-93/84
Rio de Janeiro, 7 de novembro de 1984
TABELA DE CUSTO DE APOLICE
A partir de 19 de janeiro de 1985 passara
a
ser aplicável a seguinte Tabela:
PRÊMIO (em Cr$) ACIMA DE
CUSTO
DE
AP(5LICE (em Cr$)
ATE
>
43.999
4.400
87.997
8.800
175.994
13.200
175.994
351.989
17.599
351.989
879.972
26.399
879.972
1.759.944
35.199
43.999 87.997
•
li
'
43.999
1.759.944
A Tabela acima foi atualizada com base no MVR
fixado pelo Decreto n9 90.395 (D.O.U. de 7.11.84) e de acordo com o dispo£ ^ "O Ttem 2 da Resolução CNSP-08/82. Coti os protestos da mais elevada consideração,
I i 'r, '
subscrevemo-nos, atenciosamente.
:'i<l
(icte/Arfthur Renault Presidente
BI.788*Pág.01*12.11.84
;}í:if
/'/■:
■"- . '■
»r»7'i^RlpW"jK^ 'i-wr-p "
ifiinfc
i'Ui
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS '('ili '!
Superintendência de Seguros Privados-SUSEP SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CiBCULAR SÜSEP n9 047
, DE 26
DE Outubro
DE 1984
Alt»ca_ a Tabela de Prêmios de Referência - ramo Auto móveis (Circular n9 18/83").0 SUPERINTENDENTE DA SÜEERINTENDÊI-iCIA DE SEGUROS PRI
VADOS (SÜSEP), na forma do disposto no art. 36, alínea "c", do Decre to-lei n"? 73, de 21 de novembro-de 1966; considerando o que consta do Proc. SUSEP n9 001-6159/84; resolve:
1 - Aprovar as seguintes inclusões na Tabela de
Prê
mios de Referência, divulgada pela Circ. SUSEP n9 034, de 24,.08.84: "1.2 - Automóveis Nacionais para Transportes de até 9 pessoas FABRICANTE
PRÊMIO . DE REFERÊNCIA
MARCA E TIPO
UNO (qualquer tipo)
FIAT
569.499
Diversos Modelos
Especiais
2.512.520
DIPLC»1ATA SUMMER CONVERSÍVEL FORD ESCORT CONVERSÍVEL
2.263.057
FORD ESCORT TARGA
2.165.137
2.1 - Nacionais
MERCEDES BENZ, c/valor do 39
eixo jâ incluí do
3.205.306
L-2216-Diesel
2 - Alterar, no subitem 2.1, o posicionamento do veí culo PICK-UP SAVEIRO (qualquer tipo), para veículo "Movido à Gâsolina ou Álcool".
3 - Esta circular entrará em vigor na da a de sua pu
blicação, revogadas as disposições era contrário. Francisco de Assis Piguetre.
CIRCULAR SÜSEP N9 048 , dE 26 OE OUtubro
DE
984
Altera o art. 31,da Tarifa de Seguro Inc-ndio do Bra sil - TSIB.
O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRI-
ADOS^ (SUSEP), na forma do disposto no art. 36, alínea
do Decre-
o-iei n9 p, de 21 de novembro de 1966; considerando o proposto pelo
■ !i!i li
ÍÍÍt UOl-04387/84;Resseguros resolve: do Brasil e o que consta do Pro^ . SUSEP
n9
art. 31 da TSIB/c;n?Õrmnbalro/"''^°
do
'
onstante
RUBRXCA 015 ~ Anurvciríc uncios Luminosos, Letreiros e Paint is
10 - Fábrica e/ou oficinas de confecc -io ou raontavide material empregado
20 - Quando afixado na parte interna da edificavide nota 1
afixado na parte externa ou sobre
edificação
vide nota 2
a
Quando instalados ao ar livre, em área ocupa parcialmente pelo prcprietario
arrendatário do luminoso........;.
ou
02
BI.788*Pág.01*12.11.84
^5»
n
19
T!
Noticiário dos Seguradoras BOAVISTA COMPANHIA DE SEGUROS DE V^A E ACIDENTES - A Supe rintendincia de Seguros Privadas divulgou no "t)ian'o Oficial" da União de 19 de outu bi"0 (Seção I, Pãg. nÇ 15 340) a Portaria n9 202, de 8 de outubro, que homologa a al~ teração introduzida no artigo 19 do Estatuto da Boavista Companhia de Seguros de Vi da e Acidentas, com sede no Rio de Janeiro, relativa a mudança de sua denominação so ciai para Mundial Seguradora S.A., conforme deliberação de seus acionist-as em Assem-
^eia-Geral Extraordinária realizada em 28 de setembro. Na edição da mesma data, o WU divulgou a Ata da AGE e o Estatuto Social da companhia seguradora. 50 - Quando instalados em outros locais
que
não
sejam os citados anteriormente
07
-
da
instalado o
orrespondencia CT,N9 41/84-DISEC, a Sasse Companhia Nacional de Seguros Gerais cien pca o mercado que, em reunião realizada em 22 de agosto, o Conselho de Administra
Aplica-se^a taxa correspondente â coluna "prédio" que
J^.^M®9uradora concedeu ao Sr. Chrispim Jacgues Bias Fortes, conforme seu pedido. issao do cargo de Diretor da Diretoria Economico-Financeira.
NOTAS; 1 - Aplica-se a taxa correspctidÊnte à coluna "conteúdo"
própria ocupação do risco onde
estiver
anuncio luminoso.
2
for aplicável ao pavimento de ocupação mais elevada
do
.
SASSE COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS GERAIS - Através
da
edifício.
^ ~ Aplica—se a taxa correspondente à coluna "prédio". Nes ses casos/ o anúncio luminoso não agrava nem é agra vado, para fins de isolamento de risco.
4
....... ^ CORRETORES DE SEGUROS - A Superintendência de Seguros Pri-
y« i
Em todos os casos deverá ser destacada verba própria para a coberturá do anúncio.
os comunica ao mercado que suspendeuV a pedido, os registros dos corretores SETASeguros, Técnica e Administração Ltda. e MAC Corretores de Seguros Ltda. C
2 - Incluir, no índice remissivo, em "Anúncios nosos", as palavras
Lumi
Letreiros e Painéis".
r^v4l1l l 11 l ^
l U yW
^ uvjm •
w
i inw
vv^i c
^ siw
uumcw
Cflh Z 2 com companhia ^fretor Pedro vTnculo Paulo Borges Tavares.seguradora, aquele Õrgão suspendeu o registro do
3 - Esta circular entrará em vigor na data de sua pu blicação, revogadas as disposições em contrário.
,u . 19
Of. N9 150/84.
Francisco de Assis Figueira
(PUBLICADO NO DIARIO OFICIAL DA UNIAO DE 5-11-84 SEÇAO I - PAGINAS NÇs 16 156/157)
, ^
de
H {Seção I, Pags. n9s 15 341/342J publicou a Portaria n9 205, de 11 de no F ^^Psrintendincia de Seguros Privados, que aprova as alterações introduzi_ ^tiçj.Assemhl'^"^^ da Letra Capitalização S.A., em conforme deliberação de.seus acionistas ,j °'®''a-6eral Extraordinária realizada 11 de outubro, destacadas as seguinde sua denominação social para Bamerindus Capitalização S.A.;
cia de sua sede do Rio de Janeiro para Curitiba.
Kos Priv H
Suranr 2
11 ' ■
LETRA S.A. CAPITALIZAÇÃO - O "Diário Oficial" da União
Suros
mil
2)
(ií
COBRANÇA BANCARIA DE COSSEGURO - A Superintendência de Se-
informa o mercado que.foram alterados os dados relativos a The
Nome
Seguradora S.A., BrasTlia Seguradora S.A. e Companhia Colina de de con-
.0070445
, >!!
t.',™»
■l! m. l
BI.788*PÍ9.01*12.11.84
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BI.788*Pãg,02*12.11 .84
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í
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i,r-r
I^B 'T
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lii
EXECUTIVO,LEGISLATIVO ElUDlClARIO
PODER EXECUTIVO
:'í '
I
Ministério do Interior BANCO NACIONAL DA HABITAÇÃO RESOLDÇAO da diretoria - RD - N"? 21/84
■ "Ir Dispõe sobre a implantação das novas ta
xas de prêmios da Apólice de Seguro Ha bltacional.
?■» A DIRETORIA DO BANCO NACIONAL DA HABITAÇAO, no uso de suas a tribuições estatutárias, em reunião realizada no dia 25 de outubro de 1984 ,
CONSIDERANDO O que dispõe a Resolução do Conselho de Adminis tração - RC - nÇ 18/84, de 27 de setembro de 1984, RESOLVE:
1 - A partir de 19 de novembro de 1984 , as taxas de prêmios, rela
tivas âs coberturas de danos físicos e de morte e Invalidez permanente*, da Apólice de Seguro Habitacional, passarão a ser fixadas em função do Valor de financiamento (VF), conforme tabela abaixo:
TAXA
CLASSE DE VALOR
(UPC)
0 < VF < 800 < VF < 1400 < VF« 1800 < VF «; 2250 < VF < ACIMA DE
800 1400 1800 2250 3000 3000
1
DE
PRÊMIO <%)
DANOS Físicos
MORTE/INVALIDEZ
0 ,00690
0,04143
0,00784
0,04705
0,00863 0,00932 0,01035 0,01103
0,05179 0,05597 0,06215 0,06624
il II .'S
2.-0 disposto no item precedente aplica-se a todas as operações Contratadas a partir de 19 de novembro de 1984.
'!í>'
3 - Com relação às operações contratadas até 31
de outubro
de
^984, as novas taxas previstas no item 1 deverão ser aplicadas a partir
'í!
de iç de janeiro de 1985, ou a partir do mês de qualquer alteração con tratual, se esta ocorrer primeiro.
4 - A presente Resolução entra em vigor em 19de novembro de 1984, revogadas as disposições em contrário. OF. N9 132/84
Rio de Janeiro, 25 de outubro de 1984.
í
ANTONIO LUIZCANDAL FONSECA
Diretor, no exercício da Presidêncit
(REPRODUZIDO DO DIÃRIO OFICIAL DA UNIAO DE 19-11-84 11
SEÇÃO I - PAGINA NO 16 124)
I i*
n/i
h li
i!''! 'itl' Pi h'U,
SECRETARIA DE PLANEJAMENTO Gabinete do Ministro PORTARIA INTERMINISTERIAL SEPtAN/MF N9
i 'a,C l' It. ■
DE 31DE
OÜTOBRO
DE
161/84
EVOLUgAO DO COEFICIENTE DA ORTN
1984
VARIAÇÕES MENSAL, TRIMESTRAL, ACUMULADA NO ANO E EH 12 MESES
■ti'. ,1 ■
OS MINISTROS DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA DE PLANEJAMENTO
PRESIDÊNCIA
DA
REPOBLICA
E
DA
DA FAZENDA, no uso de suas atribuições e ORTN
tendo eiD vista o disposto nas Leis nÇs. 4.357 , de 16 de Julho de
1964,
PERlODO
e 6.423, de 17 de junho de 1977, RESOLVEM
Li ACUMULA
& %
A %
MENSAL
TRIMESTRAL
NO i»tífO
A% 12 MESES
JAN
6,5
21,4
6.5
100,2 102,1
Cl'Ê '
Fixar, para o mês de novembro de 1964, em: 1983
I) 2.011,871
um)
(dois mil e onze vírgula oitocentos e
set^ta
e
o coeficiente de correção monetária das Obrigações Reajustáveis do
Tesouro Nacional - ORTN?
II) 12,6% (doze vírgula seis por cento) o acméscimo referente ã correção monetária apllcavei as ORTN;
III) Cri 20.118,71 (vinte mil, cento e dezoito crxaelros
e
se
tenta e um centésimos) o valor de cada ORTN.
'i
ERNANE GkLVfiAS
ANTONIO DELFIM NETTO
1984
BKSUJÇJÓ lENSKL DO CCEFICianE -mS UüftlEApOBS IKVTUStílVEIS DO lESOQRD NAdCNAI. - CSON
J ANCS
BBV
I«R
1964 1965
1,130
1,130
1,130
ABS
MAI
_
_
1,340
1,340
JUN
1,340
JUL
tCD
sgp
_
_
-
1,520
1,520
1,570
onr
W?
1,000 1,590
ÍJ
FEV
6,0
12,9
MAR
6,7
20,5
105,4
ABR
9,0
31,3
113,2
MAI
9,0
43,1
120,3
JON
8,0
JUL
7,8
AGO
9,0
SET
8,5
OUT
9,5
NOV DEZ
156 ,6
JAN
7,6
7,6
159,2
9,8
18,1
168,5
MAR
12,3
32,7
182, 6
ABR
10,0
45,9
185,2
MAI
8,9
58,9
184,9
JUN
8,9
73,1
187,3,.
1966
1,660
1,705
1;730
1,760
1,828
1,909
1,987
2,043
2,101
2,161
2,216
OUT
10,5
1967
2,323
2,378
2,428
2,464
2,501
2,546
2,618
2,684
2,725
2,738
2,757
NOV
12,6
1966
2,848
2,898
2,940
2,963
3,039
3,120
3,209
3,281
3,341
3,388
3,439
1969
3,562
3,627
3,691
3,743
3,801
3,848
3,900
3,927
3,956
3,992
4,057
1970
4,235
4,330
4,417
4,467
4,508
4,550
4,620
4,661
4,705
4,761
4,651
1971
5,051
5,144
5,212
5,264
5,325
5,401
5,508
5,618
5,736
5,861
5,979
1972
6,152
6,226
6,309
6,381
6,466
6,575
6,693
6,789
6,846
6,895
6,961
7,319
7,403
7,497
7,580
7,648
7,712
7,787
7,840
8,269
8,373
8,510
8,691
8,980
9,375
9,022
10,190
10,410
1975
10,676
10,838
11,018
11,225
U,449
U,7U
U,927
^,131
12,320
12,570
12,843
1976
13,334
13,590
13,894
14,224
14,563
15,017
15,460
15,855
16,297
16,833
17,440
1977
16,365
18,683
19,051
19,483
20,045
20,690
21,380
21,951
22,401
22,715
23,030
1978
23,832
24,335
24,899
25,541
26,287
27,088
27,904
28,758
29,557
30,329
31,049
1979
32,682
33,420
34,197
35,051
36,364
37,754
39,010
40,071
41,224
42,880
44,647
1980
48,783
50,833
52,714
54,664
56,686
58,613
60,489
62,425
64,423
66,356
66,479
1931
73,850
77,543
82,583
87,786
93,053
98,636
104,554
110,827
117,255
123,939
131,004
1982
145,396
152,666
160,299
168,314
177,571
167,337
197,641
209,499
224,164
239,855
256.645
1983
291,093
308,559
329,232
358,863
391,161
422,454
455,405
496,391
538,584
569,749
646,955
1984
754,598
828,549
930,461
1 023,507
1 U4,599
1 213,798
1 325,467
1 461,990
1 616,961
1 786,742
2 OU,671
29,5
FEV
10,6
7,232
140,3
156,6
SET
7,157
97,0
8,4
1,000
8,147
136,9
145,9
1,605
7,087
81,6
152,1
9,2
8,062
125,5 130,4
136,7
10,3
1974
54,6 66,6
9,7
JUL
B73
26,9
115,8
AGO
J
23,3
26,0
35,6
29,5
34,8
89,0
191,1
108,5
194,5
130,6
200,2
154,8
203,0
186,9
211,0
(REPRODUZIDO DO DIÃRIO OFICIAL DA UNIAO DE 1-11-84 SEÇÃO
I - PAG. no 16 053)
»(■/
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1
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BI.788*Pãg.03*12.11
Bl.788*Pãg.02*12.J>'
.0!
GOVERNO
ATUALIZA
Parágrafo único. Os valores de referência a serem ado
COEFICIENTE
tados em cada Região, já atualizados na forma do caput deste ar tigo, constam do Anexo ao presente Decreto.
DOS VALORES DE REFER£NCIA(MVR)
Art. 2ç O coeficience fixado no artigo l9 deste Decre
to aplica-se, inclusive, às penas pecuniárias previstas em lei e
..pfite ;
aos valores mínimos estabelecidos para alçada e recursos para os
Segundo o Decreto n9 90 395, assinado pelo presi" República, em 6 de novembro, o maior valor de referencia (MVR) adotado de Cr$ 87 mil 997,20, abrangendo as regiões 139, 159, 169 e 229. O
Tribunais.
de atualização monetária, previsto no parágrafo único do art. 29 da Lei 75, foi estabelecido em 1.805, aplicável sobre os valores padrão vigente
Art.
39 O presente Decreto entra em vigor em 19 de no
verobro de 1984, revogadas as disposições em contrário.
de maio deste ano.
De acordo com o dipl^oma legal, um contrato na que determine o pagamento de 3,5 salários mínimos regionais, passa" a
.a re3" Brasília,
g,j
06
de
novembro
de 1984;
1639 da Indepen
dência e 96? da República.
gamento de Cr$ 240 mil 962,00. O coeficiente de 1.805 aplica-se, ind^^^^a^' penas pecuniárias previstas em lei e aos valores mínimos estabelecidos P
JOÃO FIGUEIREDO
da e recursos para os Tribunais.
Ernane Galvêas Delfim Netto
DECRETO ANEXO AO DECRETO N9 90.395, DE 06
Ê o seguinte o_ato assinado pelo Presidente da ■' n
DE NOVEMBRO DE 1984
NOVOS VALORES DE REFERÊNCIA
e publicado no "Diário Oficial" da União de 7 de novembro (Seção I,
VALORES E REGIÕES QUE OS UTILIZAM
ros 16 289/290): REGIÕES E SUB-REGIÕES
VALORES VIGENTES NOVDS VALORES
EM 01/05/84
(CrO)
(Cr$)
Atos do Poder Executivo
I T
75.679,
nc 29 DE ABRIL DE 1975)
62.375,00
34,á4fi,40
(TAL 0^^D
CEFINIDAS PELO DECREOO W
.a
,a
_a
«a
..a
4., 6. , 6. , 7. , fl ., Oi
'2.
_
,
Sui>
rwjtao, TeiTltório d?»
mm
NoitHílio,
109,
11^,
139
dç -29
Sub-
região.
Decreto n"? 90.395, de 06 de
novembro
de 1984.
30.142,10
&8.84ü,5Ü
ção monetária previsto na Lei n9
6.205,
41.546,20
74.990,90
14?, 17? - 2? Sub-região, 18? -2? Sub-região.
de 29*de abril de 1975, e dá outras pro
45.343,00
81.844,10
17? - 1? Sub-região, 18? - 1? Si.ibregião, 19?.
48.751,90
87.997,20
13?, 15?, 16?, 22?.
vidências .
O Presidente da República, no uso da atribuição que lha oon fere o artigo 81, item III, da Constituição e nos termos do arti
1^, 2^ f., y? -1^ Sul>-região,12^
-1. Sub-região, 20., 21?.
Fixâ @ Qo^fioiente de atualisa-
Exemplos de Cálculos:
go 2Ç, parágrafo único, da Lei n9 6.205, de 29 de abril de 1975,
Os valores apresentados acima passam a substituir os relativos ao salá rio rrájiiiro em cada região, como exerplificacio abaixo:
e da Lei n9 6.423, de 17 de junho de 1977,
19 exemplo: ür, contrato na -n região, que detertTuna o pagamento de 1 si
iãrio mínimo regional, passa a exigir o pagamento
ií;
de
Cr? 62.175,no ^sessenta e dois mil, cento e setenta e cincxj
DECRETA;
C!"uzeiros).
Art. 19 O coeficiente de atualização monetária, a que se refere o parágrafo único do artigo 29 da Lei n9 6.205, de
2? e:<eniplo: Qr. contrato na 3. região, tjue detemlric o pagamento de 3,5
(três e meio) salários mínimos regionais passa a exigir
29
de abril de 1975, será de 1,805 {um inteiro e oitocentos e cinco
milésimos), aplicável sobre os valores padrão vigentes em 19
cencos e sessenta e dois cru.'-'j..rr ii .
de
39 exenplo; Uma multa de 50i [ciivçdcnta per ror.tcA do aoior salário mí-
niiTio do País pissa a
maio de 1984.
ú-j 'Ji"? 43.99d,'^'' touarenca e
tres
mui, novecentos o noventa e oito cr-anoiix)S) .
BI.788*Pãg.05*12.11.84
BI.788*Pag.04 ■ ■
o
pagamento de Cr$ 24C.962,C0 iduzentos e quarenta mil, ncFVf^e-
iFir-VTsn-!s»~*oT--g'-irr'
\
1- L'.
-t ;■ ' ■ ■4 ; -.ÉA.
-Ti'"
FMia
I
IMPRENSA
[orncd do Conunereio
^'Laisser
passer
99
Luiz Mendonça
O tema da liberdade no setor de serviços
^tou à cena emforos internacionais. É 6bque a iniciativa desse retomo nSo teve
origem no Terceiro Mundos vasta região
minada pe/o tentar da liberdade da raposa ''ogaUnheirtx
A o que se aparenta e diz, no entanto, alguns países industrializadas(empunhando a
Jizadas ou em industriafízaçãa
seguro privadofaz parte, é segmento do htge Uto desttpsado efecundante setor de serviços. Portanto^ igualmente está apto a dissèminár as beneficias prometidos pelo salutar clima de liberdade internacional.
Tris principais argumentas esOta sendo
<q>resentados como recheio da tese liberal, aplicada ao segura i) a eficiência de mer
bandeira) detfícam-se a boa e nobre
cado fortahce as economics nadonaò em
cousa, de generalizado interesse. Trata-se
geral, mas esse fortalecimento depende de uma boa estrutura de serviços {pnde não podefaltar um dinâmicoseguroprivadd^;2)
* reativar e e^qntndir o comércio interoacionai. Desguamecendo-se^ toda parte ® fronteiras eccnbmicas, pelas portas que
abertas sairá a^gentada a crise,
o maior fluxo da tecnologia securatórta.
beneficia consumidores e segurtslores,
focando atpaçopara a gloriosa entrada do
Ljuioionais e ip/mneiaimuisf-d)^fm_pmfe-da;
f^ogressa
Joram que, na estmtura moderna de todas
pràpria natureza do seguro a dispérsOo máxima de riscos, e a disper^serásempre acanhada e insuficiente quando a ela se
* ® sconomias, o setor de serviços è o mais
oponham barreiras nacionais.
Os paladinos da liberdade qfirmam e
^o para afançOo de alavanca docomércio
Até é posdvel que cs pregoeiros da liber
mtemacional, caja expansão beneficiará
dade internacional tenham razáa Mas suas
os parceira do novo e amplo inter-
idéias certamente nOo terõh guarida no mer
*^bia O elogiode talsetor é ilustrado com ® mtrato da economia da Estada Unidos, ele ocupa 70% da força de trabalho,
mpresenta 65% uo PNB, é o mais imporcanal de novas atividttdes empresattUm de eu.stituir a princ^lfsnte de
^'i'Káo{90%)tk K.ova emprega. O retrato é exibido para iue nele se vejam as sememanças de mtras econamkss, industria-
cado segurador brasileiro^ habituado a con viver e progredir (muito) com a tese con trária, há mais de 40 anos.
Note-se, par último, que em relação ao fiuxo internacional de mercadorias o en
tusiasmo dos países industriaíizadas pela liberdade não i, agora, tão grarule qmmto o que mostram peh "kisser passer" no setor de serviços.
BK788*Pâg.01*12.11,84
1 \'ws"^,':rssrm.
--Ti-r'-
Fenaseg aprecia balanço de seis
Kditor: Albertoísaliiio
I^RCADO SEGURADOR
em seis meses O trabalho final quecna um novoplanodecom
Roubo leva seguradoras
para as companhias seguradora-s estará cm ^ xame na
10. ,
próxima reunião da diretoria da FenasegtFdderaçào Nacional das Empresas de Seguros Privados e de
Capitaliz^ao), para em seguida ser apreciado, com pedido de aprovação, pela Susep (Superiniendcncia
a rever tarifa de auto
do Brasil). Junto com o plano de contas ssrá ana lisado também a implantação do balanço semestral,
Em face dos elevados índices de furto e
1979, ocasião em que loi instituída a tran
roubo de veículos, que vem preocupando sobremaneira as empresas seguradoras, a
quia, de 35 a 40°^, que representa a pane
dos prejuízos bacanda pelo segurado Nes
empresas regidas pela Lei das Sociedades A lônimas
tarifa do seguro de automóvel será bre
sa reformulação foi implantado lambem segundo ele, o chamado prêmio de re
(a LeidasS.A.)
vemente revista. "Para isto há estudos em
andamento", revela José Carlos Uno de Carvalho, presidente da Comissão Técnica de Seguro de Automóvel da Fenaseg (Federação Nacional das Empresas de
Seguros Privados e de Capitalização) e diretor da Bradesco Seguros. Uno de Carvalho atribui o agravamen to do problema, principalmente a partir de ]98'2, à facilidade com que os carros roubados são comercializados no Pais, embora reconheça que o aprofundamento
compensar a franquia.
balho misto, composto por representantes da Fe
Com
essas
mudanças,
em caráter obrigatório, eliminanco-se, con isso, os
cionados ainda pelo aprimoramento das rodovias e pelo avanço tecnológico dos
baiancenies trimestrais. Dessa t irma, os oalançuv
da^ seguradoras pertencentes at grande- congltv mi-rados poderár- figurar lado a ido do du^ ixjra
errrpresas do grupo. Com essa pcrspecnta pode
assinala, houve, paralelamente a queda do
no aperfeiçoamento de dispositivos antifurto. Para ele, somente através da im plantação de medidas conjugadas se con seguirá colher resultados efetivos.
Ele salienta que os sinistros propor ciaiados por perda total represeniavanrina ocasião dos estudos da tarifa implan lada em 1979, cerca de 10% do volume total das indenizações pagas pelo mer
atirmar que os e-tudos do grupo Je irabali>i< loran ordenados para dispor o plano d ^onias q. dLuru. com a Lei das S. A
cado, o que significa que 90% dos desem
bolsos das seguradoras era atribuído a cdisão. Hoje, segundo ele, esse quadro ai terou-se, pois a perda total passou a re
presentar 50% das indenizaçC^s pagas, cm conseqüência da elevação do futuro c
Centro de Estatística
sai em janeiro de 85
roubo de veículos.
carros roubados. Apesar da importância, o projeto continua em estudos no Depar tamento Nacional de Trânsito (Denatran), órgão do Mínislério da Justiça, onde deva-á permanecer adormecido ainda lon
Portanto, de acordo com o pensamento de Uno Carvalho, a tarifa de 19"'U. el^'
go tempo por falta de recursos.
O prêmio de referência, acrescenta, foi
Diante desse quadro, que apresenta como vítimas preferidas dos ladrões os veículos novos, especialmente Dei Rey e Plck-Up diesel, safras 1983/84, Uno de Carvalho ressalta que as empresas de
maçáo de balaríços semestrais, que ele estabelecera
lar índices menores de sinistros, propor
manca do seguro.
cia útil do automóvel, coibiria a venda de
dotar o novo plano de contas dc uma estrutura de
custos que permita as companhias de seguti^ a for-
penho da carteira, que passou a apresen
exemplo, apenas na área da repressão ou
tação ijnica, reconhecida em todo terrilíwio nadonal.e válida para toda a existên
naseg. Susepe IRB. O fundamental do trabalho directonou-se para
houve uma sensível melhora do desem
risco de colisão, um aumento violento do roubo, prejudicando novamente a perfor
bcM-ada em consonância com a situação
época, não atende mais a realidade atuai-
truiurado para representar 90% de preçC' do seguro, parte ccwrespondente de dano^ parciais, ficando os 10% restantes paf®
garantir as perdas lotais. "No momento p
D Centro de Estatística do mercado se-
gurador brasileiro estará em pleno fúncio fomento a partir de janeiro do próximo ano.
Quem garante isto è o presidente da Fede
rão Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização (Fenaseg), Victor Arihur Renault. Na elaboração do projeto, Coordenado pelo economista Pau Io Rabello de
lará a geração de dados nor iniemic lio do próprio mercado. Atualmente esse trar alho é feito exi lusivamente peio íRB (Insti; ito de Ressegu os do Brasil). Para ele, a cria ào do
'^tro e que faz parte do plano de reesiru-
se engajaram cerca de dez canpanhias de
Centro pt^sibiliiarâ fúndaineniar o c- mportamento do mercado, bem como ü- suas reivindicações junto aos íx aãos oficiais do sis
seguros.
tema.
pecializadas, tendo em vista a recuperação dos veículos pela policia, "o que acontece
50% do custo do seguro e o restante para
resultado de aplicação de um percentua
em número bastante satisfaiório". "Estou
sobre a importância segurada".
VictOT Renault adianta que no momento ^ estudos estão voltados para a aquisição de
certo de que, ao fornecermos a fôsas delegacias uma listagem de carros se
gurados roubados, ficará mais fácil a sua recuperação", diz ele.
As alterações de tarifa que surgirarn ^ partir dessa premissâo, segundo ele, nâ implicará necessariamente em um aurnem
10 de preço para o consumidor. "Have^ã aqui" — garante — "uma melhoria dc
A TARIFA
Uno de Carvalho explica que a última reforma da tarifa de aulCMnóvel ocorreu em
furaçào da entidade, onde será implantado,
equipiamentCB necessários ao funcionamento
doCentrcx que, possivelmente, exigirá ainda
Um< vez implantado, a finalidade do Centro Je Estatísticas da Fenaseg, na exDlicaçãc de Renault. será, pnmeiramente, a de análise do próprio setor, para, num segun
mente, segundo ele, as informações estatís
do pass'.>. desenvolver pesquisas na relação do abragenie que é a de analise dos doorsos
ticas, a serem processadas pelo Centro, se
setores econômicos.
a contratação de uma empresa especializada, '^tada para o mereço de seguros. Inicial
setor com a economia, até chegar na fas- mais
custos para os carros usados, pois será
novo que se encontrará o equilíbrio prêmit' sinistro que se tinha passado".
BK788*Pãg-.g^^
BI.788*Pag.Q3*12.11 .84
y. ■
,
basearãoem dados de balanços das em, re&as. Reconhecendo o vazio hoje existe ite no setor de elememce numéricos, Renauli essalta a importância da iniciativa, que re; esen-
que pretendemos é corrigir essa situação • pondera ele, ressaltando que "o nov prêmio de referência deve representa
seguros procisam desenvolver um trabalho de nível nacional com as delegacias es
• L.l»;
<11
volvidos durante cerca de sete meses, desde abril úl
prossegue,
fenômeno. Está convicto de que o combate ao roubo não surtirá efeitos desejados adcKando-se ações isoladas, como, por
(Renavam). Acredita que uma documen
Se receber o sinal vçrdedessas três eni!d..de5, tais
novidades passarão a vigorar a partir dei? dojaneiro do próximo ano. Os estudos, para isto, foram desen timo. sob a responsabilidade de um grupo de tra
automóveis. A partir de 1982, no entanto,
Entretanto, na sua opinião, a sdução
pois atualmente as seguradoras apenas o -eaiizam anualmente, ao contrário de como fazem a ■ demais
ferência (PR), bem como situou o bônus (desconto dado ao segurado) variando en tre a faixa de tO a 65%, como forma de
da crise econômica seja parte integrante do
mais eficieme para o problema seria a criação do Registro Nacional de Veículos
'íi K
de Seguros Privados) e IRB (Instiiutodc Resseguros
r
teHUÉMM
Osfurtos
''
de carros Luiz Mendonça o turio dB automóveis, no Brasil como
í !!
no e*íef/of, 6 hoje importante ramo da «conomia clandestina. Uma "Indústria" organi
zada, com dimensão por vezes internacional, que procura eficiência e maior escala de -produção" na chamada divisão racional do
^i'v ü:
rraí>a/óo* distribui tarefas erttre especialistas,
Novo Governo
como o "puxador". o falsário que "esquenta'' documentos, o mecânico de "transplantes'*,
receberá estudo
e sabe-se té quantc^ outros expertos mats.
Move-se, ó claro, antigo combate a essa "Indústria", mas a despeito disso ela tem
dos corretores
progredido ao longo dos anos. ê indispensá vel mantê-la sob repressão policial, para que ae desmantelem quadrilhas e se recupere o
Tendo em visia a sucessão presidencial, que sufragará em 15 de janeiro do próximo ano, no
produto do crime. Mas talvez de Importânçja
Colégio Eleitoral, o nome do novo Presidente da
ainda maior ó reduzir os próprios índices do furto contra ela opondo-se barreiras preven tivas onde e como prevenir? Onde o circuito
República, para dois meses depois começar um novo (jovemono Pais, os corretores'se apressam a desen
volver estudos na área de seguros para apresentá-los,
começa, que ó no trabalho do "puxadort. o
em forma de reivindicação, ao Presidente eleito.
onde ele termina, com a venda do carro
A análise dos aspectos filosóficos do sistema de seguros está a cargo do Sindicato do Rio de Janeiro, enquanto as questões gerais do mercado de seguros
furtado Numa ponta, a estratégia ó dificultar o furto instalando-se no veiculo equipam^ tos aue o imobilizem quando "puxado , Na outra ponta, o objetivo é armar o comprador aesprevenido contra a aquisição do furto.
estão sendo examinadas pelo Sindicato de Mina. Gerais. Uma sez pronios,esses dois trabalhos será )
'« 'M,
transformados em apenas um, para, cm seguida . ser submetido à diretoria da Fenacor. Ultrap:sada essa fase, será finalmente apreciado pelt > delegados da entidade, o que representa uma íorrr i
Os equipamentos antUurto são numero^
gos Há anos, num concurso instituído pela
Fenaseg. tal foi a avalanche de invenções
de consulta à classe. Os estudos, ora sob a respoi -
(ma/s de cem) que os engenheiros da Oomlsíào Julgadora desistiram de seelcionar as
sabilidade do Rio de Janeiro e Minas Gerais, fora i
j/'ii
melhora (para premiaçèo). Não quiseram
pedidos pela Fenacor. O documento linai será ei • tregueaonovQ Presidente, logo depois de eleito cm 1 5 ícrjan-éif-Dde 19S5.
•; f
arriscar-se a injustiças, premiando ajgumaa
poucas em meio a dezenas delas, todas por
'<1
-lli
J
(REPRODUZIDO DA EDIÇÃO DE 2-11-84)
'^"^'sã71m7ados e escassas os recursos nart, oroduzir e comercializar toda a paralernália desss fértil Inventiva
seia mais prático que as montadoras ehml nem a atual tranca-de-diregèo (de comprova
da ineficiência) e passem a
^"
culos com aparatos (mecémcos ou cosj aprovados em testes
do/elas oróprias. Por enquanto, as emfyesas desegur^, de sua parte, que poderio fazer? O aue seu órgão de classe (Fenaseg) propôs. B a autoridade (Susep) aprovou:
aos set/s segurados, sem à"us para estes
os aparelhos antlfurto da pre eréncta de cada
uma delas. A experiência Indicará os mais
eficientes, que no futuro,
fádoras ou segurados, até poderão (quem
Sabe) justificar descontos nas ta/lfas de se-
^"^^Contra a venda do carro furtado, bom
esquema é o Renavam, um Registro Nacional
criado pelo Código de Trânsito e cuia im
íH,r
plantação o Governo Federal não pode con tinuar retardando. Com o teleprocassameriio
i-Vir
eletrônico de dados, em qualquer lugar do Pais será possível obter, rápido, informação sobre o veiculo e respectivo propr/efárro. Sd não ficarão protegidos os habitueis com pradores de naPov em secos — e sempre os hé, ora msis, ora menos.
BI.788*Pig.05*12.11.84 BI.788*Pag,Q4* Ty.f.f
d/j --rr; w----.
t»'TWr-y)F|^<'cr'yTrTTT^TT-w-.--rT-ri"
■-w: ir;:.; ■ i'i iciécias ^ Tu IIII I
M'
í
ir "
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I
■a
MlüllCADO SECÜIJIIADOH
Luiz Freitas (Interino)
relação de firmas e pessoas físicas Im
Disse Da Matta que cabe à Segura dora mover medida cautelar em juizo
Seguradoras teráo garantias do BNH
V*
','í
pára provar o vício de construção quan
pedidas de operar com o SFH. chegandose até o responsável técnico da obra
do este ocorre. Ele, então, tem que pro
passando-se pelos diretores, acionistas
var que o vício existiu, recuperar ou re-
majoritários e das demais pessoas ju
rídicas onde essas pessoas fteicas tam
^astrulr o Imóvel, ipara depois entáa
bém façam parte. Isto ainda acontece hoje, de acordo
eventualmente se fessarcir junto à «uconstrutora.
Para
com o Presidente do BNH, e é justamen
evitar a repetição constante
desse problema, inclusive porque mul-
te para impedi-los que pretende criar a figura do Garantldor de Perfonnflnce,
construtoras, depois de cada obra eram dissolvidas tendo seus proprietários
com a ai^&ção oitrigatá^a' dbvMasuuà' de Apresentação, Elxecução e de Fiscali zação de Projetos.
criado outra, com nova razão social, explloou Da Matta que o banco criou uma
' ' ■r J i;,
O Presidente do Banco Nacional da Habitação (BNH). Nelson Da Matta. anunciou a sua disposição de criar um
m^ianlsmo ipara gerar uma nova figu ra no mercado do seguro habitacional
que é a do Garentidor de Performance.
"Ele será o elemento que atuará entre õ
l-'i
construtor e o financiador, ensejando às seguradoras a garantia da qualidade da
/
construção habitacional."
Segundo Da Matta, a criação do Garantldor de Performance será viabiliza
da no inicio do ano que vem. quando circulará um Manual de Apresentação Execução e de Fiscalização de Projetos,
que, de acordo com o Presidente do ENH^ trará upna grande contribuição para a
meüharia da qualidade da construção habitacional no âmbito do Sistema Fi nanceiro de Habitação.
As afirmações de Da Matta foram
feitas durante .uma homenagem que Ih:foi prestada pela Itatiaia Companhia df
Seguros e que reuniu para um^ almoço no JockQr ciub do Rio de Janein'* o Pre. sidente do IRE, Ernesto Albrecht- presi dente da Fenaseg, Victor Renault; Pre sidente da Associação das Oompánhias de Seguros, Cláudio Domingos Afif- e o Presidente dá Federação Brasileira de Bancos, Roberto Boníhausen, além de inúmeros dirigentes de empresas seeuradoras.
A saudação a Nelson Da Matta foi feita .pelo Presidente da Itatiaia, CândiOQ Gulnie Paulo Machado, que em pou cas palavras exaltou a atuação do homenageado à frente do BNH
VÍCIO DE CONSTRUÇÃO flc^undo Da Matta, uma dae (rxreoc^çóes das administrações das admi-
^^oes do banco (ao longo de sua existência) tem sido o vicio de constru
ção. que, apesar das providencias toma das no sentido de punir maus constru
tores, pessoas físicas ou jurídicas, e os ''®^P®nsáveis técnicos das obras, conti-
nua causando" danos aos imóveis fln^clados pelo SPH.
Ele é de oplnl&o que o adqulrente da ca^ prqpria tem que ser protegido de
to<^ as formas e por todos os meios, ta^. "CoMtrulr, comercializar e finan-
pote e para ele que o sistema está vol
claT a moradia própria para depois frus trar o adquirente, poi^ue ele vai perder o imóvel (por vício de construção, não é o que nós queremos."
■'f, M
Além desses aspectos levantados pe lo Presidente do BNH, as seguradoras atoda contam, como um doe principate sinistros do seguro habitacional, os da nos físicos aos imóveis, que juntamente
Computador j á é usado para combater incêndio
d cofaertura dos sinistros de inva-
lldez permanente ou morte do mutuário,
foram responsáveis por uma relação si nistro/prêmio, recentemenite, de 120%Para tentar resolver a questão dà
qualidade da construção dos imóveis fl*
nanciados p^o. âRH, já que muitoe pro'" Jeíos apresentados para flnanclamentOt segundo o próprio Da Matta, não passa«'am de rabiscos, o banco optou pelo pro cesso de indução, pois as normas técni cas já existiam.
"Era iprecLsc induzir o projetista a produzir um projeto completo, através de normas de padronização da apresen tação do projeto. Notem que não esta
mos falando de projetos padronizados
mas de apresentação padronizada. "Contratamos, {para tanto, o Institu
to de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo para a elaboração de um Munual de Apresentação, Execução e dff
Fiscalização de Projotos Ele já está con
cluído e será Implantado após teste n»
prática, em plano-iplioto, E isso vai ocorrj^r já no ano que vom. Estaremos,
s^, dando mate ura passe firme na dir^' Çao da melhoria da qualidade da con®* truçao habitacional no âmbito do SFU"Queremoá, contudo, ir mais adian te, chegar ao mecanismo de Períorman-
A Feira de Informática, que vai até
cem veículos roubados ou furtados. Quando uma delegacia receber alguma
do Inúmeras novidades para o setor de n&o só na pairte de aplicação do ^^omputador para agilizar o trabalho de ®®?nradoras e coiTetoras, como também ^ aspecto preveEktlvo de sinistros. Um exemplo é o projeto Guardião roubo, vazamento de gás e In cêndio, desenvolvido pele empresa Slste-
queixa de iroubo, furto, estelionato, apro
^®°ilngo, no Rlocentro. está apresentan
JJA Perranti do Brasil. O dl^xeltlvo po^ Ser utilizado em prédios, plataformas
chções de apresentação, execução 6 f i.caJização áos projetos. (5om o
nismo de Performance estarismos crian'
d.T uma nova figura no mercado, qu© ® a do Oarantidor de Performance. lie rá o elementos que atuará entre o con^
truitor e o financiador, ensejando às guradoras a garantia de qualidade ófl construção "habdtaciohal". garantiu Matta.
imagem arranhada
Segundo o
Presidente
do
BNS,
banco não quer mais ficar resolven»'^ casos consumaidos, por isso mesmo eap®'
® pode detectar, através de tipos èe sensores, qualquer sltuaÇao anonnal, como fumaça, calor, chagás ou a aproximação de pessoa® om
telras interestaduais ou intemadonate. TERMINAIS DA ITAUTEC
.
Mais uma novidade da feira do Rlo
da
«que estão sendo utillzadoa
Um dos projetos mais recentes é o
da empresa Brasil Cia- de Seguros Gerais
que está ligando cinco de suas sucursais
jpiblenfces monitorados- Todas essas In-
ao computador géral da empresa, um IBM 4381, que concentra todos os dados
^I^WMnputador que em fração de segun-
relativos aos clientes da companhia em
lonuações são
para um ml-
?Pf aciona alarmas contra roubo ou coma Incêndio.
DE AUTOMÓVEIS
.
Outro sistcsna apresentado na Feira Infonnétlca é a apUcação do Projeto do Serviço Piorai de Procersa-
todo Pais. Pelo terminal de vídeo tniáaladò em
um dos seus escritórios, o funcionário da Brasil consegue, teclando apenas o nome do cliente, teir acesso a todas as suas fichas, valor da apólice, data de
^ ^ roubo de automóveis-
vencimento, beneficiários, banco recoIhedor, se o sinistro foi avisado, e toda* as demiate informações necessárias.
^^l|?ando-se as informações das Dele
presas de seguro vem permitindo aou
de Dados — Serpro, na preven-
^ acordo com o projeto do Serpro.
gacias de Roubcte e Furtos das Secreta-
de Segurança dos Estados, cria-se
yma base de dados integrada ao Cadas-
tro <te Veículos e Proprietários (Projeto
ijOlvo). Cc«n lato fica constituído um ^tema nacional com Informações sobre veículos com ocorrências poUclas, que constantemente atualizado, à medi
de listagens de todos os vekulos, mar
registradas.
O Projeto Polvo dispõe, no momento,
cas, laças e chassis, com os nomes dos
tuoprietárlos enclereço e crâ*. Acresccntando-se as ocorrências policiais, o Pais passaria a ter, de acordo com o Serpro,
tim slst^na completo sobre registros
iLiáki
de minutos,
pelas empresas de seguros para vlabllleação de planos de Infonnárica internos.
ranham a imagem de todo o sistema, .1^ que persistem, apesar dos cuidados q^®
•y-p-T-—7~
em questões
O Guardião é baseado etn um mlcro-
da que outras ocorrência venham sendo
BI.788*Pãg.06*1i
Pais,
possibilitando o fechamento das fron-
centro foi a apresentação de tennlnals
ra, com esse novo mecaniamo, preveni os vícios de construção que até hoje ar se procurou tomar {para evitar a s«a repetdçâo.
itodo
g^iarlnas, refinarias e plantas Indus-
ce, o que poderá ser obtido após a iD^'
plantação, que será obrigat<>rla, das con-^
priação indébita, extiávlo de placas ou de documentos, Imediatamente dá en trada com os dados em um terminal de vídeo e dissemina as tnfoimações para
O sistema computadorizado das em
seus diretores e técnicos um controle sobre o volume de negócios. Informações imediatas aos clientes e emissão de apó lices pelo computador. Este beneficio é
estendido também aos corretores que
passam a contar com Informações multo
mais rápidas para renovações e novas véndas de apólices.
De acordo bom o pessoal da Itautec^ o sistema de terminais nas empresas se
guradoras e corretoraf permite qus os clientes, por telefone, possam fazer, por
exemplo, lun seguro de automóvel- O corretor, na hora, poete calcular o vator
da apólice, seguro especificações forne cidas pelo clientes como marca do auto móvel, ano etc.
BI.788*Pag.Q7*12 J1 .84
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Outros
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Número gravado nos vidros
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evita roubo de automóveis
reunião para mudar cursos
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Hoje, na sede da Federação Nacio
',,•11
nal dos Corretores de Seguros — Penacor. será realizada uma reunião com
a participação dos presidentes dos oito
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sindicatos de corretores de segu ros do Pais e de educadores ligados ac
como
uma
já implantou o dispMítivo chamado "Identificação Anti-Furto" — lAF—cm milhares de carros cariocas e paulistas, dos quais apenas um foi roubado.
número de veículos brasileiros -que já
mecanismo eficaz contra roubo de auto móveis. Existem 400 mil vdàik» com a
identificação, na Inglaterra, e destes ape nas 0,01% foi roubado. A firma brasileira,
reciclagem para os
hcações que estão sendo introduzidas
em automóveis com a identific^o "di
minuiu drasticamente porque os preços àoi vidros sáo caros boje em dia. Um ladrão não teria condições de arcar ctnn a
(REPRODUZIDO DA EDIÇÃO DE 9.11.84)
inventar uma maneira de destruir ou
escapar da lAT*, observou Mkbel.QHBtantine.
de Sáo Pauk), a empresa tem rej^esen-
finaõ dos chassis dos automóveis em
':"ce e se discute em sua área de atua
gravaçáo, por v^cuio, é de Cr$.4Ò mil. ^Até hoje, nenhum ladrão cog^guin
Como é A 'identificaçáo Anti-Furto" — dis
todos os vidros. Os números sáo gravados com uma pistola ligado a um material abresivo que não permite adulteração e Dão se assegunxi Constantíne. Segundo ele, os números de roubos
ção. dai a necessidade de uma atuali zação constante para evitar uma defa>agem proíis.sional
k)cadOf<a, bancos, emi^esas e centenas
de motoristas particulares. O qj^o da
de Janeiro, onde possui um escritóno na
em um sistema de gravaçáo dos números
Entende o presidente da Fenacor que o bom profissional tem que estar r-empre atualizado com tudo que acon-
mas informa ^e tem entre seus clienta companhias seguradoras de auton^eis,
lançado em 85.
mento de Cr$ 250 milhões — constitui-se
de inovações que Já se avlzl-
nham.
possuem a "Idratificação Antiforto",
A Sodedade Antomotiva Br^ileira tem maior número de clientes e automó
positivo que custou à Sociedade investi
no setor, em todas as frentes, e as pers
Constantíne recusa-se a revelar o
está desenvolvendo também um dispositi
vo de segurança para motos, que será
profissionais, tendo em vista as modi-
pectivas
tar vestígios terão que destruir os vidros e arcar com o prejuízo de sua troca".
recomendado pela Interpol e pelo Kfinis-
Segundo revelou Roberto Barbosa, presidente da Fenacor, a evolução do setor de seguros nesses últimos ano.s exige uma reformulação nesse currí culo e também a criação de um Cur so de Atualização para ser aplicado em tpdo pais. Disse ele que o novo curso funcio
nará
um francês e um alemão — a firma
Sociedade Automotiva Brasileira Ltda.
tério do Interior daquele pais como um
cola Nacional de Seguros — Punenseg ■ I.
troca dos vidros e os mterceptado(q%
temem ser descobertos porque pára evi
Segundo um dos sócios, Michel Constantíne, o sistema foi desenvolvido na Inglaterra, há oito anos, e hoje é
setor para discutir a reformulação do currículo do ensino de seguro para for mação de corretores da Fundação Es
t i
Sio Paulo — Cnada há dnco meses
nesta Capital por três sòdos—om inglês,
veis com a identificação antífurto no Rio
Rua Senador Dantas. Acualmentê, além tante em Belo Horizonte. ''Até .q,inkfo
do nóxiiDO ano, estaremos em.váiiai
C^xtais do BrasíT', informou Constan tíne,
Segundo, ele, a identificaçáo antffurtò leva vantagem sobre outio^ siste-. mas de segurança, como alarme e trava de direção: "O diqx>sttívo é passivo, oáo exige do proprietário ou do motoris ta cada vez que entra e sai do carro. Uma vez feite, 8 identificação é definitiva t
I"'
não há como adulterá-la ou descobrir nm« forma de torná-la ineficaz".
(REPRODUZIDO DO JORNAL DO BRASIL DE 5-11-84)
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y. -r".
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AUianz cresce no exterior Seguro de Transportes do Finonciol Times A AUianz da Alemanha
operações em trinta países.
No ano passado, o grupo co
Ocidental, maior compa
letou mais da metade de
nhia de seguros da Europa,
seus prêmios em operações
concordou em assumir o controle efetivo da Riunione Adriatica di Sicurita
I.'
fora da Itália.
A compra dos 30% res
tantes de propriedade da
(RAS), segundo maior gru
família Pesenti será adia
po de seguros da Itália.
da até o início do próximo
Nem a AUianz nem a Ital-
ano, para auxiliar a Ital-
mobillare, "holding" italiana que está vendendo sua participação de 38% na RAS, revelaram o preço de
r:K
mobUiare a evitar impos
venda, que se deve situar em torno de 550 bilhões de liras(US8 293 m llhões).
Pesenti,
"chairman" da Italmobiliare e filho do falecido Car
firmou o acordo em
também
maior parte pelo banco de
prar a empresa.
teroatíonal de Novs*® tentaram Yof^
tem sido alvo de intensas
especulações desde sua morte, há seis semanas.
Pesenti declarou que a AUianz decidiu comprar
inicialmente uma partici
pação de 8% na RAS, com
COOI'
A RAS, que coot». Ol9
British Reserve
liare pague aproximada
Group da Grã-Brei teve um lucro líquida^ ió
mente todas as suas dívi
bilhões de liras no -
das, estim adas entre 500 bi-
sado, um aumento de
representa um rude golpe para o "chairman" da OU-
lUIZ LACROiX LEIVAS
^Antea
*®Hmo8 ser necessário um ligeiro es-
^'«cimento, endereçado àqueles jT** leitores menos afeitos às lides
^ seguro de Transportes, (jo explicar que, dentro painel, desse seguro, dois o
Pnbcipais foram consUtuídon: TRANSPORTES NACIO-
AUianz, que teve ui^ %
celta em prêmios
5.06 bilhões em 1983,
analisando há muito teJpo uma compra no exieíjor.
vetti, Cario de Benedetti,
Tentou sem êxito coihI,rír
que na semana passada de
a
clarou que "a venda da RAS seria uma tolice". De
Bretanha e posteriorrKgflt« as operações de segv„.ç<j>
Benedetti detém uma par ticipação de 15% na Italmobiliare, através de uma
Armco,
Eagle
Star
da
retomar as considera-
wbre as Instroções em pauta,
já foi objeto das novas
sobreOperações deSe^ - w Ramo Transportes LTp.N.", Kffl^daa pela Circular do IRB, (TRANSATN 007/83). e o Ramo TRANSPOR-
ocupando, inteexime,distri-
americano de siderurgjs«
membros dá Co-
^í
Trampor-
*'Plane de Segurança para Situações de Bmergénda". mais uma leováv^
retoria deste último, decidiu pleitear
Inieiativa da Portotarás, Identificade
a partidpaçáo da classe seguradora nos trabalhos da C&mara Brasileira de Usuários e Transportadores Rodovláilos de Bens, órgte criado pelo Decreto n» 89847/84. que regulaiaeii-
tou o tranQMTte rodoviárto de carga. I^)lgamos em coMtatar a reesonftpHa do contido em nossos artigos nesta coluna a re^>eito.
Em 14.6.84. comentando o Decre
to em quMÃáo, detivemo-Doe em seu Ali.
o qual criava a Câmara Brasi-
Rodoviáiloi de Bens, com a finalida TranqMMtes e o DNER e estranhamos
que na composiç&o da mesma n&o estivesse htcluida a instítulç&o do se
guro» entre as diversas entidades per
ttclpantes especificadas, a exemplo.,
Especiais doe Usuários dos Portos. Relacionamos, na ocasllo, um por
CAPÍTULO I
um. o nome do extenso número de represratações de todos os segmentos interemadOs direta ou mcUretamente
na carga transportada, partktinantes do OoMelbo Especial dos Usuários do
de Cr$ 20,8 bi
viajantes CoCivil do AT-
IW^guros Marítimos, "•wiofi PluviaiB e Laeuaties.
HiblUçâo (BNH) está com Nacional déficit dedaCt% Í0,8 bi-
seguradoras to-
t
cAPntJLo n
« buh^s e as Indenizações ® desteCr| ano,173.1 Crf iw,3
Cerai»
Os dados, levantados pelo BNH. reveiam ainda que foram registrados, nos pri meiros oito meses deste ano, 18.125 indenizaçMs das quais 4.796 correspondendo a invaUdez permanente do mutuário, obrlpndo as companhias de seguro a desem»
através do qual. Já em outubro de 1681. ae levantava o problema e se recomendava aos órpàos superiores do sistema de seguros,com Justificati
No caso de morte foram apurados 7.318
Cr|93,1 bilhões contra uma receita, desti-
á presente
<1® próxima tarça-
ífi?f Cr| 107,5a bilhões, no mesmocobertura, peyíodo dedejaneiro
feíáSlíSàS,
agosto deste ano.
Para danos provocados ao imóvel, em
ENTIDADB
contra Cil 24,8 bilhões de desembolso.
^R^ÍLHOS ESPB-
A situação mais critica das companhias
USÜARIOS DOS
está, contudo, na cobertura de invalide:
permanente do mutuário. O seguro pago
ro, atividades de Caráter Permanente,
caiocteikadoo segundaocana estado
ponsável por aiadlcáncia e análise, para apuração de causas e responsa
bilidades. O trabalho da Portobrás é
meticulrao, desdobrando-ae em Capi tuJoa como "Objetivo", "Conceitos" "Participantes do Plano", "PnxvcU mentos da Admlnlatraçfco Pcirtuária
em Situações de Bmergtacia" "Pro^ oedlmentos doe Órgãos da AdnUnis^ tracfto Central da PwtotnAs era Si
tuações de Emergécxtia de Grmde
Porte" e "ProvidAneias das Organiza Entenderíamos como extrema
reçâo da POTtobrás, ne8ta-(^)ortunida de, oferecendo a sua colaboração com vistas ao exame conjunto do referido
Plano, pois muitas iníonnações se riam de relevante interesse para as
tal partlcipeçAo. Em 28.08.84, eonti-
sub^dios teriam a laaiwmitir, earl-
Câmara, dentro em pouco estará na
mwima representada. Nâo é preciso
qúaceixkH).
Essa apraxiinaQAo, por oubro do. talvez pnyorcwmasge a oportuni dade da disoTKaio da eonvmlêncla da inclusão do representante do Segure
ips Consribos Espedais dos Usuários dos Portos.
A medida em que liamos o "Pia no", acorriam-nos à memória lem
branças de alguns sinistros ooorrtdoe
em áreas portuárias, prind^mente do Porto de Santos,capa^ de Justifi
car a importância de que se re^^este o
alterar o Decreto. Dentre os seus ter
novo trabalho elaborado pela Direto
mos, é possJvel o atendimento à pre
ria de Operações da Pcatobrte, tats
tensão Justa do Seguro.
como o destelhamento de um anna-
tém recém-eonstzuído na ocasião, do
ciais dos Usuários do Portos, nâo foá
Pwto de Santos, jarovocado por um
ftinrta intentada nenhuma iniciativa pl^teando a participação nos mes
de um armazém depositário de abu-
mos e as^m voltamos a martelar so bre a matéria, desta feita acrescep-
vendaval. o desabamento das parodee
bos, devido a chuvas, no mesmo Por to. o incé^ío que destruiu totalnoen-
pelos compradores de Imóveis, nos pri meiros oito meses deste ano, atingiu, no caso, Cr| 10,7 bilhões, enquanto o desem
bolso chegou a Cr|55,4 bilhões.
BI.788*Pag.03*12
(REPRODUZIDO DE O GLOBO DE 6-1
788*Pig.02*l|^ '^MMÜMIÉÉIÉI ■ ■
■■ ■ ■
►
J IÉÍ'1 .> 1
i ii' ■
de açfto cmergécial e o terceiro, res
seguradoras e estas, per seu turno,
No que tange aos Conselhos Espe
conseqüência de enchentes, ai segurado ras obtiveram Cr| 33.1 bilhões de receita
eaçfo e Coordenação"/ "HI-Aaáiise e
eom a soa experiência, diversíficaelos
SDS ao seu dispor, Junto ao M.T, e a
Containers.
significando um desembolso de
I T' ,!
InvestigaçAo", eooetituindo o primei
vas. se movimentassem Junto à POR-
ches. N&o temos dúvidas de que, se realmmte empenhar todos m
I ' l ií
■ li .l i
dade portuária". Essa Erupiesa sinte tiza o "Plano" como oompreendende três fwtáçioa (Marintos e inter»deciottadBsr-»*! Piewuçáu e Treinamento"/ "U-Situação de Emogéncia-Comuni-
TOBRÁS. no sentido de reivindicar
8EG obtenha êxito em suas demar-
'■ I f.
veAçáo e análise de sinistros na ativi
mação. por parte das entidades reore tentativas das seguradoras, com a dl
Fazemos votos para que a FENAou Jurf-
env<Hve. também, treinammzto, lue-
tx^Mdho da Comissào Técnica de Se
Transcrevemos também trecho de
■ ri
eunatandfti caso de emergência, mas
sim como uma estratégia global que
mente válidc a busca de uma aproxi
uma ftçO" das seguradoras, procuran do tentar corrigir a ®íiomalia.
bolsarem Cri 55.4 bilhões.
mente adotadas em faoe de um clr-
gão representativo das seguradora.
de representante do seguro na ci^a Câmara. Julgando tempestiva ainda
(lpcl\ttive Cláusu-
pela mesma " náo apenas como • conjunto de medidas a serem {wonta-
ções Portuárias".
nuamosa comentar o aludido Decrete ^ voltamos a lamentar a náo inclusão
resultado desde
atenção por parte d« seguradoras.
Porto de Santos, com exceç&o do ór
guros Transportes do Sindicato local,
O seguro habitacional obrigatório para todos 08 compradores de imóveis finan-
I
Resoluções de sua Diretoria, de 09.10.84, atendendo a sugestfto da Di
entfio diaíamcks. de igual situaçfio no tada na constituição dos Conselhos
tem déficit
^ ®
Queremos nos referir ao anunciado
de de assessorar o Ifinistário doe
justaziaente estas
Seguro do SFH
Üw,.
de Sâo Paulo que a prizckeira, entre as
^
^
i /'•
tando um fato novo. merece<Mx- cie
Itíra de Usuários e Transportadores
grupo
energia.
Lem« DOS Boletins da PENASBO e do Sindicato das Seguradoras
ÍJIV^RNACIONAIS. cujas no-
(REPRODUZIDO DA GAZETA MERCANTIL DE 5-11-84)
1/.
l -i'\
i
de Benedetti e da
neste ano. O negócio com a AUianz, efetuado em sua
0 negócio com ^ AUianz
ros, aço, engenharia pesa da e outras companhias
Transportes internacionais - Novas instruções sobre operações do seguro (II)
após prolongadas
ções. Além das
tos sobre ganhos de capitai
GOLPE
endividado grupo de segu
..rr!
O "chairman" ^8' lianz, Wolfgang Sp?®
Ihõps e 600 bilhões de liras.
io Pesenti, cujo fortemente
*
uma aliança finance^^^''
dois grupos de ri"' , franceses e a Ameru8"t°.
Morgan Granfell, contri buirá para que a Italmobi-
no último dia de outubro,
Giamplero
nas, tentou persu família Pesenti a
investimento d.e Londres
O negócio íoÍ anunciado, por
companhia de sua h
dade e. nas últimas
li;
DIVERSOS te o Armazém, de número doze,se não nos falha a memória, com vultusa
quantidade de mercadorias importa das. causado por defeitos em- uma
empilhadeira a gás, incêndio em uma
CLUBE DE engenharia:PROPOE REFORMULAÇÃO
esteira rolante, outro que destruiu o navio grego "Ais Glorgios", quando
atracado no Porto de Santos e cujos restos ainda não puderam ser retira
DOS CÕDIGOS DE SEGURANÇA
dos do estuário até hoje. a colisão daproa de um navio, destruindo vários
metros do cais do armazém frlgorlliCO, a destruição de parte do cais do Porto de Itajaí,pori3nmdação,comas
Eng9 Antônio Fernando de A. Navarro Pereira
suas operações até agora prejudica das, o incêndio no terminal de trigo e soja do Porto do Rio Grande, cora
Em recente reunião deliberativa, promovida no dia 13.08.84,
s^ios prejuízos e muitos outros mais.
Diretor do Clube de Engenharia - RJ aprovou o envio, a Presidência da Re-
A presença do Seguro na mesa do Conselho de Usuários dos Portos seria
^eoü
de significativo valor no aconselha mento e assistência a medidas de se
gurança nas operações de carga e
descarga de navios, principalmente de determinados produtos, providên
cias quanto ã adequa^ prot^ão da
do relatório conclusivo elaborado pêTas Divisões Técnicas de Engenharia
SfgjQ f j .
carga, e^:>ecialmente quando estiva
o
íüa 5^® lor ^'scentemente no bairro do Flamenqo - RO, no prédio "Therezinha Gradys", na Vergueiro, com um saldo de 4 mortes, não mais ocorram.
tos, medidas preventivas, com peri(^
W
O objetivo principal desse relatório foi o de propor, aos
^^^*"^15, medidas de segurança mais enérgicas, de forma que episódios como
da nos pátios, em caso de mau t«npo. exames em aparelhos e equipamen
de
Urbanismo e Construção, acerca da proteção contra incêndio nas ãreas urba''ural e florestal.
dicas vistorias e inspeções,exame dias apólices de seguros, melhoria de ta xas e condições de cobertura das ins talações portuárias, sugestões sobre
E a seguinte a síntese do documento, publicado no "Boletim
tivo" n9 193 do Clube de Engenharia:
os seguros de danos e de responsabili dade, de transporte e de equipamen tos. faculdades de trabalho aos Co
missários de Avarias,estudo de condi ções tendentes a racionalizar e abre
Jíído p ,
viar•realização de vistorias de mer
"O Governo Federal, por meio de projeto-de-lei a ser apre-
.^0 Conti° Legislativo, um Órgão Conselho_Nacional de ProteJ a Incêndio C... v^ criara ^ ^ ^ denominado ..vm •..>
cadorias com faltas e/ou avarias.
Farão parte desse órgão, em número igual, técnicos representan
do
^Ofi Gove
* Luiz Lacrotx Ltives ~ « Técnico dt Soguros Transportei, ex-Dirttor das
federal e técnicos de entidades nacionais de Engenharia, Arquitetura e
Seguradoras "Finasa" • "Unívorsal", ox-mombre da Comissão de Segures
Transportes, Cascos e RCTS-C do Sin dicato das Empresas de Soguros no Estado de São Paulo e associado de
Hf|
tíí
V
Cr
Sociedade Brasileira de Ciecías do So-
n.
programas pI I OIIIO w
^nientalidade s^stematização do desenvolvimento da educação preventiva, com a finalj^ de segurança em todos os níveis de escolaridade e nas carna
is da população.
guro e da Associação Paulista dos Téc
nicos de Seguro.
O Ministério M I I I I VW I IV da S4U Educação e W Cultura VWIVMIW estabelecera I Stf W w t W
'
(REPRODUZIDO DD D ESTADO DE SSD PAULO 6-11-84 - SEÇAD ELABORADA POR EUREKA F.S.C.)
V de
-
O Instituto de Resseguros do Brasil determinara que os seriscos afins de edifícios, independentemente de sua ocupação,
tarifárias inversamente proporcionais ao grau de segurança , CriadftÇ "inron+iv/nc Tr-I hn-fa vi ac náva ae iniHiieéviac
contra
sm normas tecni-
%s^ eqqj^^^^^iados segundotributários classificação «m ftft... lllfl incentivos paraestabelecida as indústriascomquebase mantiverem suas pr£ de proteção contra incêndios.
'j íi'
sg.
A lei determinará que os equipamentos de proteção
contra
somente após aprovados por Órgãos competentes e
com
'Ormidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
H
í1 .
~
Estados criarão leis e órgãos capazes de dar
perfeito
específica e garantia, ém cada Município, a constru
'teis destinados ao corpo de bombeiros.
V da
varas de^construção de edifícios, quaisquer que sejam
condicionarão a ocupação e a utilização do imóvel a fins determina-
ihodificaçoes de uso sem aprovação do Órgão municipal competente. BI,788
BI.788*Pig.01*12.11.84
ás
■
l Serão criados nas quadras, sempre que possível, acessos
aos pontos de recursos de emergência. Nas ruas de pedestres não deverão ser çqIocÍ dos obstáculos irremovTveis, permitindo, assim, o trânsito livre dos veTculo^ d® •' i' 'l'..í i-r: :
Corpo de Bombeiros.
ICM SOBRE VENDAS DE SALVADOS E SOBRAS
As prefeituras^estimularão a realização de cursos de preyenÇj e primeiras noções de combate a incêndios
para síndicos, empregados e moradores"
Josi
edifícios de habitação em condomínio.
O equipamento de proteção contra incêndio de cada edifício''®' verá ser testado, periodicamente, por bombeiros ou Engenhèiros de Segurança."
im
as Sociedades Seguradoras uma audaciosa campanha de fiscalização e autuações e ICM sobre vendas de salvados e sobras nas liquidações de sinistros de veículos.
preocupação com a segurança a médio e a longo prazo, e não a curto ou de
prazOí como a situação assim o induz. _Outro fator que nos preocupa sobremaneirj^^
e
Legislar sobre direito civil, direito comercial e seguros tributar operação de btiyuru sequro ütiiuc desde aa emissão da apólice «v>, ate «a liquidação do -r"-'"VOU ut . . -v sinis "■"O. . .. _• 1 de J- f I.... criado __i. - _ O, Om em consonância com o Sistema Nacional Seguros Privados pelo P«Decreto -
Este fato, associado
r
bem ao de que a sociedade se manifesta quando" ocorrem situações que a afetam propostas, apesar de validas e
mente, nos mente, nos fazem fazem crer crer que que todo todo oo rol rol de de medidas medidas
Um/ * 21.11.66, ê da competência exclusiva da União (arts. TTT 89, n9 alT av.+- «*5 Hr, XV.II, COdlgÕ" Cf Eb" o® "c", e^ \ nÔ VI, da Constituição Federal e art. 63, nO r\Q III, do
tunas, logo estarão esquecidas ou postergadas.
t
Soares
apedeutisnío jurídico e incompreensão dos limites consJ^tUCienais e legais do seuPorpoder tributante, desfechou o Estado do Rp de — Janeiro
As medidas gropostas pelo Clube de Engenharia refletem
que nosso Pais e prodigo em leis que nao sao cumpridas.
Cunha
nbutario Nacional).
o que a sociedade pode, e deve fazer, ê cobrar dos Õrgãos bllcos e dos Corpos de Bombeiros o cumprimento das legislações existentes. ^
,
Iqc
~
CV
Uma das sugestões que podemos dar ê a de que se exijs dos í dicos e proprietários, periodicamente, os laudos de funcionamento e instalação -l''
Mnn
equipamentos de detecção e combate a incêndios. Outra solução, também imediata
é a de que os Corpos de Bombeiros inspecionem regularmente as grandes edificaç^y aplicando medidas punitivas ou coercitivas sempre que os fatos assim o determi''^
'i
» pela Jurisprudência, pela Doutrina e pelo Princípio Geral de Direi
HiHIn idem". \
.
O art. 23, n9 II, da Constituição Federal e o art. 19
Vai n ^
A médio e a longo prazo, poderão ser estudadas medidas tivas mais abrangentes, que tratem dos moradores dessas grandes habitações coifl^
^e 31.12.68, só atribuem competência aos Estados e ao
do
Distri to
instituição de impostos sobre operações relativas a circulação de merca mer >-ealizadas por produtores , industriais e comerciantes, impostos que cumulativos e dos nas quais se abaterá, termos do disposto em lei "®r, o montante cobrado anteriores pelo nos mesmo ou por outro Estado.
, "^^'tuiçao de . impostos soore -ÍM/Juírfv-iaic operdçues iciaoivo^ a v..i i.uiavau UC Micrn ctí h^"Maç ias, n QUandn a rnmoyrlantpc - Imnnctnc
res humanos dignos de respeito, e nao, simplesmente, como fonte de lucro.
Para que se possa ter uma idéia da insignificãncia dos
Toda a operação de seguro ja ê tributada pela União com
Ppderia mais sofrer, em nenhuma das suas fases, o ICM sobre o mesmo fato de bitributação vedada pela Constituição Federal, pelo Código Tri-
€
com a segurança,-comparativamente com os outros gastos de uma obra, citamos
uma construção de grande porte, com escadas enclausuradas de incêndio, hidrant? " sprinklers" e detectores, os custos de instalação desses sistemas variam d e 3^ 5% do custo total da obra.
^ i] ^
I i'V
Como se vi, as normas constitucionais e. da legislação fede
JssfSÍ® ^^Jtorizam a incidência de ICM sobre vendas mercantis e poupam ou isentam ^""^«Cao as vendas civis.
iS'
Nas primeiras sao as mercadorias que formam o seu
que nas segundas são 95 C01595, HO SentídO ClVÍl, qUÊ fOffflam o seu
I r
". .. as coisas mSveis. consideradas como objeto da circula
I ti
11'
%ND0NCA ^ ^^®t^"cáo entre "coisa" e "mercadoria", no magistério de J.X CARVALHO
çao comercial, tomam o nome especifico de mercadorias . K "mercadoria" está, portanto, para a coisa como a especie para o genero. Todas as mercadorias sao necessariamente coisas; nem todas as coisas, porim, sao mercadorias. Não
lll
hã, como se vê, diferença de substancia entre coisa e mer
cadoria; a diferença e de destinação. Tudo que pode ser objeto de comércio, vendido ou locado, i mercadoria. Mer cadoria i a coisa comercial por excelência, na frase de
I
VIDARI.
Nesse sentido fala-se de "mercar", isto e,
■■,4 1 , 1 '<
com
prar e vender, especular, e de "mercancia", significando "mercadoria"... As "coisas", quando objeto da atividade mercantil, por outra, quando objeto de troca, de circula ção econômica, tomam o nome específico de "mercadorias". BI.788*Pág.Q1*12.11.84
BI. 788*Pág. 02:11^
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, -r.,.
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M/o ■'■ '■/ liMiiaiiÍMÉiÉiiifci'iiii lá-
"Commercium quas.1 c"ommutat1o mercium". A coisas enquanto se acha na disponibilidade de industrial» que a produz, chama-se "produto", "manufato", ou "artefato"; passa a ser merca doria logo que e objeto de comercio do.produtor ou do comer ciante por grosso ou a retalho, que a adquire para revender a outro comerciante ou ao consumidor^!
lecer: I - a instituição de tributos... III - a definição do
da fato gerador da obrigação principal... IV - a definição aUquota do tributo e da sua base de calculo, ,. V - a comi na
çao de_penalidades"... Portanto, o_CTN com o caráter de le§ 19) exige gislaçao complementar da Constituição (art
Deixa de ser "merca
a configuração absoluta e integral
doria" logo que sai da circulação comercial e se acha i^po der ou propriedade do consumidor"... ("Tratado de Direiío Comercial Brasileiro"
m.
Freitas Bastos, Rio
cando no art. 114 ate as condições lógicas da implicação du pla (necessária e suficiente), ou seja, de equivalência. C£
33 ed., 1938 ,
Vol. V, 13 Parte, pags. 10 e 28).
mo ensina o eminente catedrático de HEIDELBERG, ULRICH KLUG,
em sua_famosa "Juristische Logik", ao tratar precisamente das
Quando ocorre um sinistro coberto por apólice de seguro,
condições suficTente, necessária e ainda da necessária sufi ciente: "as três classes indicadas de condições ou pressupôs tos correspondem respectivamente a implicação extensiva e a
veTçulo envolvido se encontra em poder e é de propriedade do consumidor ou usua ^ rio, como coisa de seu uso e fora de comercialização e da noção de mercadoria. ^
pagamento que faz a Seguradora em liquidação do sinistro, dentro da operação de seguro, e uma indenização do valor representado pela coisa antes da sua deterio''Í çao e a transferência de propriedade para a Seguradora dos salvados, por efeif
implicação intensiva; a condição necessária e suficiente a uma das premissas da relaçao de equivalência. No caso da equivalência, tanto o antecedente como o conseqüente podem
pra mercantil. A_^venda dos salvados, assim, não poderia caracterizar revenda o" venda mercantil ja que a sua finalidade e de apenas redução de prejuTzo e
nunc
de lucro.
chamar-se implicantes.
Isto decorre de que, reunidas a
ne
cessária e suficiente, a equivalência constitui uma implicaçao dupla"... Por conseguinte, em nosso sistema jurídico
Por isso, o Supremo Tribunal Federal consagrou o pt* incípi'!.
da não-incidência do imposto sobre vendas e consignações, que é o antigo nome mesmo tributo hoje conhecido por ICM, na sua Súmula nÇ 541, "ipsis litteris":
-tributário as condições "necessária e suficiente" para ser exigido imposto ou multa, preliminarmente requerem a existên cia de lei com prefiguração de todos os requisitos do art.
"O imposto sobre vendas e consignações não incide sobre venda ocasional de veículos e equipamentos usados, rej se insere na atividade profissional do vendedor e não al]
97, ou seja, tipificação legal plena, também chamada de tipo logia taxativa ou ainda "t1picidade~fechada". Sendo a obriqaçao fiscal protótipo da obrigação "ex lege", o seu "prius" ê, pois, a hipótese de incidência ou previsão em lei"...r'ü'i
lizada com o fim de lucro, sem caráter, pois, de comerei dade"...
reito Tributário Aplicado > e Comparado", Forense, Rio, 29 ed",
1977, Vol.I págs. 307 a 309).
Contudo, em sua heterõclita cavação fiscal, o Estado do 'r
Janeiro
'i hr7;
de equivalência (implicaçao^dupla). ^Especialmente a condi ção suficiente correspondera conseqüência da implicação ex tensiva; a condição necessãria_corresponde a conseqüência da
da sub-rogação legal e contratual , não e operação de compra e muito menos de coiH' 'i .yi
hipotizaçao de inciden
cia nos textos legais como pré-requisito da incidência, colo_
ignorou as técnicas de minimizaçao do poder que caracteriza a demo d5
cia e sao impostas por normas constitucionais e de lei federal, dentre as
35
Preleva salientar que parte dos recursos do lOF ja incidente seguros foi destinada a formação de reservas monetárias para programa dei- desenvolvimento econômico, de conformidadei com o § 49 . ~ I. 1 _ - C j_ JAr, J_ .nt.» —
avultam o sistema de divisão de poderes, de competências e de potestades^P^?'
e a ética econômica, como lembra MAX WEBER, para tentar invadir a competinoi^^^o/ gislativa da União e editar as hostilizaveis normas do art. 49, n9 I, do -Lei Estadual n9 5, de 5/3/75, e dos arts. 272 a 274 do Regulamento do
»
Ha r ^3 Constituição Federal e o § 39 do art. 49 do Regulamento do PIS e ex-
ul
^0
l^lssima verba":
it. i^^
do pelo Decreto Estadual nQ 1 .086, de 28/1/77, marcadamente inconstituci^onai^^gj'
"Art. 49. As empresas estão sujeitas a duas para a constituição do Fundo de Participação:
gais e arbitrários, por ofenderem indisfarçavelmente textos, que lhes são de' samente contrários, da Constituição Federal, do Codigo Tributário Nacional 3
contribuições
mais legislação federal.
§ 39.
• a/ Nenhum
As instituições financeiras, SOCIEDADE5 SEGURADORAS e
outras empresas QUE NAO REALIZAM OPERAÇÕES DE VENDAS DE MERCADORIAS PARTICIPARÃO Dõ PROGRAMA DÊ INTEGRAÇÃO SOCIAL UM UMA COfiTRIBUIÇAO, AO FUNDO DE PARTICIPAÇÃO, DE RECURSOS PRÓ PRIOS DE VALOR IDÊNTICO AO QUE FOR APURADO NA FORMA bUTMK-
Estado poderá criar novo fato gerador de^
fiscal além daqueles preestabelecidos na Lei Maior e no CÕdiqo Tributário —1 T . I. . 1 . •. I . . ^ nal, nem ampliar os lindes dos que foram criados no plano da lei orgânica- (ja butação, como preleciona RUY BARBOSA NOGUEIRA:
GRAFO ANTERIOR'"..'.
"Por simples desconhecimento do Sistema JurTdico Nacional, pretendeu a Fiscalização da Fazenda do Sao Paulo coagir coaqir a ora consuiente consulente a pagar paqar o ICM,
a coaçao pela lavratura de auto de infração, que e
ria de ocorrência de fato típico ou fato gerador,
esta plenamente juridicizada ja no plano da 1egislaÇ30^ constitucional ("loi quadre, Rahmengesetz") ou pel3 1® 1 j gãnica da tributaçaõT que e o Codigo Tributário Nacion nestes termos: 114. termos "Art. Art. 114,
Fato aerador obrioaÇSO P.ri^ gerador da obrigação ^
nç 7
& ''U-
Isso e repetição do disposto no art, 39 § 29 da_Lei Comple 7.9.70, e tornaria mais aguda e ostensiva a bitributaçao pretendida
do Rio de Janeiro em seu recrudescente arbítrio fiscal, ja que a União Estados esses e outros recursos para os mesmos fins sociais invocados.
As operações de seguros estão disciplinadas pelos arts. 56 a n9 73^ de 21.11.66, em toda a sua extensão, inclusive os seus inais de liquidação dos sinistros, como atividade privativa das Sociedades Se
pai é a situaçao definida em lei como necessária e suf, te a sua ocorrência". "Art. 97,
Somente a
pode
Bl.788*Pág.03*12.11.84
BI.;88*Pág.02'*12jJ'''Í ' i' . '
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guradoras, que se subordinam tão-somente i legislação geral no que lhes for aplicá vel e ao seu estatuto legal especial, sendo-lhes até mesmo vedada a exploração de
qualquer outro ramo de comércio ou indústria {arts. 19, 72 e 73 do Decreto-Lei
n?
73, de 21.11.66). Jamais poderia, pois, tal atividade privativa e regulada por lei federal ser objeto de imposições emanadas de legislação estadual, "a fortiori" ^
FENASEG
matéria fiscal da exclusiva competência da União e quando esta jã ocupou Flíièsnío es
FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS DE SEGUROS PRIVADOS E DE CAPITALIZAÇÃO
paço com a tributação das operações de seguros com o lOF.
Dos mesmos vTcios e defeitos apontados padece a pretensão dc Estado do Rio de Janeiro de tributar também com o ICM as vendas de peças substituí das nos consertos de veículos afetados por perdas parciais e arroladas pelos cais'sob a denominação casuística de vendas de sucatas ou sobras... ;■: ' I :
Num e noutro caso não ha falar em compra e venda mercantil sobre que possa incidir ICM, mas de venda^puramente civil. Sabe-se que a compra ^
DIRETORIA E CONSELHO
venda mercantil compreende as duas operações conjugadas de compra para revenda com" objetivo de lucro representado pela diferença entre o preço de aquisição e o alienação.
^Na aquisição pelas Seguradoras de salvados, sucatas, sobras»
restos, peças substituídas, resíduos, refugos, rebotaihos, despojos, cisalhas " qualquer outro nome que se lhes empreste, por efeito da sub-rogação, tudo a distai' cia e distingue duma compra e venda até mesmo civil: a) é acidentai, aleatória e íj
voluntária, dependente da ocorrência do sinistro como evento incerto e casual,
do compra e venda é ato voluntário, certo e elTcito; b) na compra e venda o preço®
o elemento natural do contrato__(já dizia l^PI.ANO que "sine pretio nulla
coisa deteriorada ou destruída como se estivesse em perfeito estado de uso...) ® sim indenização a que se_obrigara a Seguradora pelo contrato de seguro (arts, 985 ' nÇ III, 988 e 1.524 do Codigo Civil); c) a compra e venda e transação autônoma e sub-rogaçao e mero efeito ou conseqüência de um pagamento noutra transação; d) n?' L
...
jir.
.
.
~
.V
vendas de salvados e sobras a Seguradora não objetiva lucro, mas simplesmente redl' zir o prejuízo que foi obrigada a ressarcir ao Segurado... recebendo sempre men", do que i- íf' ']
DIRETORES SUPLESfTES
'icíorArthur Renault
Ivan Gonçalves Passos Mário José Gonzaga Petrelli
J'izde Campos Salles
^gmâo Vice-Presidente
Nilo Pedreira Filho Octóvio Cezar do Nascimento Pedro Pereira de Freitas
Wo Oswaldo Continentino de Araújo
Roberto Baptista Pereira de Almeida Filho
Vice-Presidente
vendia fceíro Secretário
tio"...), mas na sub-rogação não se trata de preço (ninguém iria pagar o valor í® -
DOtCrORES EFETIVOS
desembolsara!
E, pois, concludente que a legislação e regulamentação do
tado do Rio de Janeiro a respeitoJe ICM sobre vendas de salvados e sobras sao i"^
constitucionais, ilegais e arbitrárias, sendo indevidos, nulos e abusivos os lanç"
^^'nilcar Pizzatto
d.
b Secretário
ABemardes de Lemos Braga i;'íie]ro Tesoureiro
I^María Souza Teixeira Costa Tesoureiro
''■oBen-Sussan Dias CONSELHO FISCAL (EFETIVOS)
WoGodoy
Adolpho Bertoche Filho
Alfredo Dias da Cruz
CONSELHOnSCAL (SUPLENTE)
mentos fiscais conseqüentes.
Luiz Martiniano de Gusmão
EXPEDIENTE BOLETIM INFORMATIVO FENASEG
r\ Membro Fundador da J !
v^^açáo semanal, editada pela Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de ' ^lizacao
^'ç^-Responsável ^Arthur Renault
Editor
Redator
Luiz Mendonça (Reg. MT n. ' 12.590)
Mário Victor (Reg. MT n. 11.104)
VnadorDantas,74-12. andar Tal.;240-2299. Telex: 2134505 ENES BR
V
BI.788*Pág.04*12.1];^ f'-:^ f
registrado no Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas sob o n." 2.771/75
stoe impresso na FENASEG. Tiragem: 2.500 exemplares
^
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ilÉÉIlTillll
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FEDEFIAÇAO NACIONAL DAS EMPRESASDESEGUROSPRIVADOSE DE CAPITALEAÇAO
RIO DE JANEIRO, 19 DE NOVEMBRO DE 1984
XVI
NO
789
j:.; : <\i t.
Com a finalidade de reprimir o roubo de carros, o Presidente Alfredo Stroes^ 1 ner, do Paraguai, autorizou o exercito a intervir na cidade de Presidente
' 'li, JÍI VI ;,
Stroessner, na fronteira com o Brasil, junto a cidade de Foz do Iguaçu. O che do Departamento de Roubos e Furtos da PolTcia foi destituído além de outros fun •^lofiarios envolvidos no trafico de veículos roubados.
V.
^íltl
Dia 8 de novembro, a nave espacial "Discovery" foi lançada com a missão de res
2 gatar dois satélites em 5rbita errada por falha de seus motores propulsores ,
Os dois satélites, depois de resgatados, serão trazidos de volta para a Terra. Ij. o "Palapa B-2, encomendado pelo governo da Iiidonesia, e o "West Star", de "Opnedade da "West IJn inn". Denois Órbita errada, as ' compa Union". Depois oue que se colocaram em em_5rbita as seguradoras tiveram de pagar cerca de US$ 180 milhões para seus proprietários. ^
_
as sociedades seguradoras estão pagando US$ 10,5 milhões ã Administração Na
nai de Aeronáutica e Espaço (Nasa) para resgatar os dois satélites.
FENASEG
^ o Ministério do Trabalho divulgou no "Diário Oficial" da União a Portaria MTb
J nP 3 246, que estabelece os novos valores de recolhimento da Contribuição Sindical. Segundo a Portaria, as firmas ou empresas com o capital social supebilhões 398 milhões 400 mil recolherão a Contribuição Sindical
máxima
'Wj 850 milnP635,00. ato ministerial os valores das tabelas ^"íaidas "li^hões pela Portaria 3 095/84.O (ver seção PODERatualiza EXECUTIVO)
4 Nos próximos dois anos — informa "O Estado de São Paulo" —, o "Lloyd's Regi£ Ter Cf Shipping" implantará uma rede mundial de mini computadores para mel^ho 3 comunicação, processamento e armazenamento de dados em seus escritórios países.
iV
Quando entrar em funcionamento, o sistema permitira maior ra-
Trabalhos de supervisão do "Lloyd's Register of Shipping" proporcionando in ^Tualizadas de todos os navios por ela classificados. É prevista a instaTiais de 100 minicomputadores "Prime 2 250".
N^Jokio Marine completou 25 anos de Brasil. Aqui iniciou com uma Representa Geral, a cargo da seguradora inglesa "Yorkshire". Ainda nessa fase de reA presentação, participou do capital acionário da Concórdia. Finalmente, adqui-
ij^V^S^'^Trole acionário de uma antiga seguradora,fundada em 1887: a "Varejistas". A t"ea]_izada em 1972, quando então a empresa tomou^a denominação socraAate ■J^'^Tida: América Latina Companhia de Seguros. No Relatório Anual de 1983,^ puuha ' Hin
^'âçoes.
•'I , IM . ^
excelente apresentação, a América Latina registrou uma resenha histórica da Tokio Marine no Brasil, jubileu pelo qual registramos nossas con -
A Association Internationale des Sociétés d'Assurance Mutuelle,^com sede
em
Amsterdãm (Holanda), acaba de editar o quarto volume do "Dicionário de Termino
^■ /lu|ogia Mutualista". Com 264 paginas e apresentação de Otto Saxer,
presidente
o "Dicionário" e um trabalho de importância fundamental para todos aqueles
no Mercado Segurador, dando uma visão global do sistema de seguro mutuali^ diversos países.
Í,.Kk.i*L.<-àáÊÉiB^lÊàtMí^íU.íi':fukj'.km
IIÉÉÉii
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1 I
A\
SISTEMA NACIONAL DESEGUROSPRIVADOS
FENASEG
k
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FEDEEtAÇAO NACIONAL DASEMPRESASDE SEGUROSPRIVADOSE DE
Editorial 'j t'
íise Shuiac rnn
kv
' cuja extraordinária consagração se credita a suas mui
grave nconveníeníp^H •«iodr araue T! a
eficiente meio de transporte, possui, em contrapartG tuir-se um pesado tributo social. Um tributo sobre
''%unho estatilr""^
Secessão). E também e sabido que, na conformidade dõ
.'Lp
'stados mundo inteiro ja imolou milhões de vitimas. Já foi dito que no? 'ísíLiimI n=- ^"de a^sua invenção, o automóvel fez_mais vitimas do que todas as quer ° eacidente de transito e hoje a principal causa de mortal ida ogo aoaixo do câncer das cardiopatias.
"Refira? mãn •
pelo seu alto poder ofensivo, o automóvel é
inegavelmente
^^íatividarir^"^
produzir chagas sociais. Que fazer? Ate agora, a tecnologia e
^'^dpntP
melhoria dos Tndices de segurança do veTculo, com redução cor-
i
i-rSc voltado para tentativas de soluções que se podem distri i-res especies detem-se grupamentos; -
ÍNDICE DAS SEÇÕES \nhac-
melhoria do desempenho do homem no uso do veTculo, através educativas e preventivas;
^de ppomovp utilização crescente do seguro comoresultantes instituiçãodefinanceira ver a reparação dos danos mateirais epessoais acidentes.
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS EDITORIAL
responsabilidade das falhas da máquina na freqüência e extensão dos aci
de Ihl''!!
ca-
dp criticas, ^ ^ curioso, todavia, e que a opinião pública transforou de reclamações, os responsáveis pelos dificilmente acidentes, isto ê, as
FENASEG
CNSP
SUSEP
SINDICATOS
IRE
NOTICIÁRIO DAS SEGURADOí^ i]\.assim des^°^°
falhasdos humanas (na construção e conservação dasveículos pistas de (rola condução veículos) e deficiência dos próprios em
Y Cw pm as e i
mecânico ou de condições de resistência a colisoes). Aqui no Bra ° expiatório e quase sempre o seguro, sobre ele concen ~
í
EICECUTIVO,LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO IMPRENSA
JORNAL DO COMMERCIO(PÁGINA DE SEGUROS)
FUNENSEG
ESTUDOS E OPINIÕES
FIDES
MERCADO CAMBIAL
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J.
hnma ^em relação emocionais originárias da insegurança cada vez maior experimen'O nomem a sua máquina.
em toda parte, tem procura'.V''^rriorar-sp ^pesar disso, o seguro, no Brasil comoos. Na medida em que evoV'"Udan e q atendimento dos seus beneficiari àS tran%^^*"^^~^ problemas do transito e do do automóvel, automóvel, nesse nesse mesmo mesmo passo passe
• iim traha?u adaptadoras do seguro a cada nova contingência ou situação . difícil , cansativo, retorno ou recompenOUTROS JO#i ^®atê in9lorio, por nemsistemático, sempre ser reconhecido. Ossos dosemoficio
BI.789*Pág.01*19.11,84
MERCADO DE AUTOMÓVEIS
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Federação Nacional dos Empresas de Seguros Privados IHn I
ede Capitalização - FENASEG
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(ATA N9 11/84) 1;
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Resoluções de 13.11.84:
ü, ' V.; : {■
Oi) Sobrestar o exame do projeto de Normas para Liquidação de Prêmios de Cosseguro em
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Moeda Estrangeira, para audiência dos Presidentes da CAC e da CPCG.
(830 157)
*^2) Submeter a SUSEP o projeto de Normas para o Sequro Grupai de Reembolso de Despe sas de Assistência Médica e Hospitalar no Plano Temporário por um ano.
(760 556)
Expedir circular, reproduzindo teor da sentença do JuTzo da 15? Vara Federal, no tocante à cobrança do FINSOCIAL no exercício de 1982.
(820 348) L
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Ofici ciar ao
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IRB, solicitando que na Circular PRESI-045/84 seja previsto o pagamen
to de honorários a árbitros reguladores, pelas companhias de seguros, quando es-
tâs processarem a liquidação do sinistro, mesmo havendo cessão de resseguro.
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(840 574)
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(ATA NQ 10/84)
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Resoluções de 12.11,84:
01) Tomar conhecimento da carta do Presidente da Cia. Internacional de Seguros, propósito da intermediação do Presidente do SERJ no encaminhamento de soluções pa ra problemas de classe.
(S-0077/66)
^2) Tomar conhecimento da carta do Escritório Daudt Miguez, Andrade e Sobral, comunj_ cando que, na ação das companhias de seguros sobre ICM de salvados, o Qrgão Espe ciai do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro proferiu decisão que permitira re IO
»
curso extraordinário, se a 4? Gamara daquele Tribunal vier a julgar improcedente a
ação das seguradoras.
(F-0398/69)
conhecimento do Relatório do Dr. Ricardo Bechara dos Santos a propósito de
casos de fraudes contra companhias de seguros é solicitar dele que, em relação a
casos de inquéritos policiais e procedimentos judiciais em curso, promova comun^ caçao às seguradoras interessadas sobre providências cabíveis. (800 105, 800 744, 810 325, 820 625)
Aprovar a previsão orçamentária para o exercício de 1985, a ser encaminhada ao Ministério do Trabalho. (840 506)
'Designar o sr. José Carlos Lino de Carvalho para coordenar Grupo de Trabalho que, li ■ l
também integrado pelos Srs. Antherro Ferreira JCínior e Carlos Frederico Rocha, estude e proponha medidas com vistas: 1) á redução dos Tndices de furtos; 2) ã implantação de um serviço de informações sobre fraudes nos seguros de automóveis (inclusive sobre furtos de veTculos). (830 657)
BI.789*Pág.01*í9.11.84
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Noticiário dos Seguradoras COMPANHIA INTERNACIONAL DE SEGUROS - A Superintendência de Segu
'"OS Privados-divulgou no "Diário Oficial" da Un1ao de 1T de novembro (Secao I, Pagina
JM6.640) a Portaria nÇ 215, de 23 de outubro, que homologa as alterações introduzi das no Estatuto da Companhia Internacional de Seguros, com sede no Rio de daneirc^ den jre as quais a relativa ao aumento de seu capital social de Cr$ 25 bilhões para Crl^
^bilhoes^ mediante subscrição em dinheiro, conforme deliberação de seus acionistas JjAssembleias-Gerais Extraordinárias realizadas em 12 de setembro e 18 de outubro.
a edição da mesma data, o DOU publicou as Atas das AGEs e o Estatuto Social da comoa
ifiia seguradora.
p.
CORRETORES DE SEGUROS - A Delegacia da Superintendência de Segu t comunica Seguradoreque foram cancelados, a pedidoT .^^^registros dos°corretores: Novo ao RumoMercado Administradora Corretora de Seguros S/C Ltda.,
"^não
Seguros Ltda,, Aurora Duarte (cancelamento definitivo, em virtude
^ profissão), Adelmio Norberto da Silva Júnior (cancelamento def^ Costa Lourenço Frediani .(cancelamento ? _CorretoradedeOliveira SeguroseLtda. (cancelamento temporário). temporário, A Delegacia da
^(iido) fcp
nrorma ainda que retorno:u ãs atividades de corretagem o Sr. Dalmaci Novaes.
Í6|ng3
.
. ^ ASSOCIAÇÃO PAULISTA DOS TÉCNICOS DE SEGUROS - Fundada em abril
do setn
^^í^cado Segurador, no que diz respeito ao debate de problemas especTfi
> Luiz Sn í General
GENERALI DO BRASIL - COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS - O D-. Ardos Santos acaba de assumir o cargo de Assessor da Vice-Presidência
Vpssiva
I':
Paulista dos Técnicos de Seguro e hoje uma das entidades
mais
de R ®PÇoes í' ^^®9undo revela este "Boletim Informativo" Sr.com Clenlo di~ Públicas da aAssociação, a entidade conta ohoje 149 Bellandi, associados, era 41 socios fundadores.
Merr^do H Segurador, Companhia Nacional__de ele atuará na área Seguros. técnica Profissional com amola experien :ca daquela empresa.
isjjòmico, o
^anhia \p
CORRETORES DE SEGUROS - Através do seu Departamento de Controle
dperintendencia de Seguros Privados informa o Mercado Segurador que su£
do corretor Jorge Campei Io de Figueiredo por motivo de vTnculo com
aquele Órgão anulou o registro de Unigrupo Corre-
""distração de Seguros Ltda., devido a "erro de fato".
BI.789*Pág,01*19.11.84
lüÉiMMÜJÉÉi MUlitri ifc t'
i .. L ..L
«MWtti
SSBShS
■ 'í li
EXECUTIVO,LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO ::à ■1 ni/i.! , l
f Apelação CTve1 nÇ 29 858
; 1
' I '
®^_Câinara Hunal de Justiça - RJ
.■ iilt ;
Desembargador Paulo Pinto - Unânime
^^URO- ACAO DE COBRANÇA - PRESCRIÇÃO - INTERRUPÇÃO. EMENTA
íijj
"Interrompe-se a prescrição da ação de cobran expressa e.inequTvoca declaração de reconhecimento do direito da segurada"
seguradora exige elementos e esclarecimentos declaradamente para que o efeito
"^"íata ao processo de liquidação. Não pode ser alegada a prescrição a partir ^ da ^ 1 ^^'^^Dicaçao do sinistro com fundamento em infração, pela seguradora, de nor decorria a obrigação de preservar a sua escrituração, uma vez que ela ê legislação comercial e fiscal, a mantê-la em seu estabelecimento e foi
^atado
consumido pelo incêndio para cobertura de cujo risco foi o seguro con-
h!'"
Apelação CTvel n9 31 237
jhipuiara de Justiça - RJ
^®^6fnbargador Basileu Ribeiro Filho - Maioria de votos
EM GRUPO - Nflo RENOVAÇÃO DO SEGURO. EMENTA
"E iTcito ao estipulante deixar de apresentar i^lVsta f^eyçjag-^^^^vista na apólice para a renovação do seguro feito pelo prazo de um ano. 'oga tà de Hp 3arn° j'"'' constitui ad rescisão unilateral vedada pelo artigo 13 do D.L. 73/66, rescisão umiacerai
acordo com a circular nÇ 23/72 da SUSEP
Vencido o Des, Emerson Parente."
Apelaçao CTvel n9 31 490
\l]
Justiça - RJ
Desembargador Porto Carreiro - Unanime BI.789*Pãg.01*19.11.84 v-T*
rVh
-
EMENTA
SEGURO DE VEICULO - TRANSFERÊNCIA DE PROPRIETÁRIO - PRÊMIO INTEGRALMENTE PAGO.
.y-, , "Lesão corporal culposa. Acidente de trânsito no 3 vitima e seus companheiros através de depoimentos contraditórios, desmentidos colhida^ procuraram incriminar Culpa e que nos iiiMiiui a u apelada. upc I uuu. uu I }JO não I lau comprovada u vauo c LjUc HOS
E M E N-. T A
-
l
,
^
_
a»! , ^OS' Culposos CUlpnÇnc hã ha /-(q r- rv W./-1 extreme de duvidas, o que não aconteceu. .... de ficar sempre
"Ação ordinária de cobrança de seguro.
naçao do veiculo segurado não foi comunicada imediatamente, como reza a apólicei por isso perdeu ela seu efeito, fazendo jus ao seguro, já que seu primio foi mente pago, o ex-proprietãrio e/ou o novo. A verdade i que o seguro deve ser
'1 Ha "
do.
I' „
Apelaçao Criminal n9 21 673
!LJt)unal de Alçada - RJ 'slat
Recurso desprovido."
'h. f|'|
n i. . Rècarso
^sprovido."
(':
(REPRODUZIDO DO JORNAL DO COMMERCIO DO RIO DE JANEIRO DE 8-11-84)
^
Menna Barreto - Unânime
transito - CULPABILIDADE - FALTA DE CUIDADO OBJETIVO EMENTA
Apelaçao CTvel no.93 268 - SP
"Crime de transito.
Autoria e materialidade in -
^'Jlpabil idade decorrente da falta de cuidado objetivo, ainda que prova-
Tribunal Federal de Recursos 53 Turma
Perfp^f ^ ^^istencia de ÓleoDesprovimento e areia na pista, a derrapagem na curva, Altamente previsível. do recurso."
Relator: Ministro Sebastião Reis - Unanime
CIVIL - MOTUO hipotecário - CONTRATO DE SEGURO - COMPREENSIVO - ESTIPULAC^O
constitui
DO DiaRIO OFICIAL DO RIO DE JANEIRO DE 7.11.84 - PARTE III - PODER JUDI -
TO DE FINANCIAMENTO - QUITAÇAO DO SALDO DEVEDOR. CIÂRIO) EMENTA
"Embora tenha havido evidente lapso cluir no contrato de financiamento cláusula expressa fixadora i lAouur-d do uu chamado uriaiua«-
Ha R®' 1/ Apelaçao Cível nQ 74 255 - RJ Ik
ensivo, em favor de seguro com idade que desautorizava tal garantia, sal^'^ . .
..
1 wrt fp ,.(t'C
das prestações paçtuadas, o certo e que a mutuante recebeu as prestações
de Recursos
a morte do segurado,
^*
aP
Recusa valida do segurador em expedi correspondente.
A
Responsabilidade da financiadora po^ nao retificado ate a morte do segurado, impondo-se a quitação do saldo, d®
M*
'
k ^'^istro Leitão Krieger - Unanime "iSAB IUDADE CIVIL - TRANSPORTE AÉREO - EXTRAVIO DE BAGAGEM - COMPETÊNCIA.
5eü
proveito do espolio.
EMENTA
1> '^ Julaa
compete ao Tribunal Federal de Recursos apre
SUSTÍf ° '"^^Ljrso 'cv-ufiu interposto, I ti ter pub LU, a Ltur da ua Súmula ouniuia n9 uy 21. suscit a teor Conflito de perante o EngO Supremo Tribunal Federal."
Negou-se provimento ao recurso volu^
(REPRODUZIDO 00 DIÃRIO DA JUSTIÇA - BRASTLIA - 31.10,84 - Pãg. nÇ 18 390Í
corapetênciã'
Remessa Ex-OffTcio nQ 93 728 - RJ
Fede^3l de Recursos ,
""listro Armando RoTemberg - Unanime
Apelação Criminal nÇ 21 236 20 Tribunal de Alçada - RJ
EMENTA
2? Câmara
Miíai:: Juiz Ulysses Valladares - Unânime
mSo nor q 4- -
ACIDENTE DE TRANSITO - CULPA - COMPROVAÇÃO.
l de tal ? previdência privada, e nao por sociedade seguradora, esta \^ Tributo (Dec.-lei 1.814/80, art. 69, e Decreto 85.450/80, artigos 22.
\ 'Oh, BI.789*Pai^
. - . "Iniposto de renda - O pecúlio por morte,
ainda
'" Concessão/ de segurança confirmada."
CO DIARIO DA JUSTIÇA - BRASÍLIA - 18.10.84 - Pâgs, n9s 17 339 e 17 390) BI.789*Pâg.03*19.11.84
•VT-,h
fW^rr*!
...
'A.
,(
^DER EXECUTIVO
Embargos Infringentes.na Apelaçao CTvel nÇ 63 087
GOVERNO ASSINA PORTARIA ATUALIZANDO
19 Tribunal de Alçada - RJ 29 Grupo de Câmaras Cíveis
OS VALORES DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL
Relator: Juiz Paulo Roberto Freitas - Maioria de votos
RESPONSABILIDADE CIVIL - ACIDENTE DE TRANSITO - ATROPELAMENTO - PONTO DE TRAVES^''
1' -
HABITUAL DE PEDESTRES - IMPRUDÊNCIA DO MOTORISTA.
As firmas ou empresas e as entidades ou instituições.
capital social seja igual ou inferior a Cr$ 5 milhões 599 mil 850,00 estão obriga
,i;i) ■':(}'
tabpi'®ce ^ ^'^'^o^bimento da Contribuição mTnima de 52 mil do 798,00, Ê o que es~ a Portaria MTb n9 3 246, de Sindical 7 de novembro, do Cr$ Ministério Trabalho.
EMENTA 1 '■ I
■''!
t
:
ór
civil. Atropelamento por bus em lugar de travessia habitual "Responsabilidade de pedestres. Sendo o lugar do atropelanief^J.. írej,
i
!
:
_
^
ncr upc i uhk-h
f/w
habitual travessia de pedestres, ainda que não sinalizado, configura-se uma nec sidade de o motorista exasperar a atenção, para prevenir atropelamentos." VOTO VENCIDO — Impossibilidade de inversão
ônus da prova, ante o que determina expressamente o art. 333, inciso I do CPCj .j, que incumbe ao autor o ônus da prova, quanto ao fato constitutivo do seu incumbindo tal ônus ao reu somente quanto ã existência de fato" impeditivo,
cativo ou extintivo do direito do autor (art. cit. inciso, II). Em se tratant^J., culpa extracontratual ou aquiliana, ainda que levíssima, tem ela que ser proV^''
e, em nao o sendo, impoe-se a improcedência da ação."
WP
Segundo determina ainda a Portaria, as firmas ou em ° capital social superior a Cr$ 70 bilhões 398 milhões 400 mil recolherão a
sindical maxima de Cr$ 24 milhões 850 mil 635,00. A Portaria atualiza os tabelas expedidas pelo ato ministerial n9 3 095/84, para calculo da contri
° sindical das diversas categorias.
~
PORTAR I A
_ Ê_^a seguinte, na integra,_a Portaria MTb n9 3 246, pu no 'Diário Oficial" da União de 8 de novembro (Seção I, Pãgs. n9s 16 435/436)7
Juiz Francisco Fari^
Apelação CTvel n9 76 336 19 Tribunal de Alçada - RJ
Ministério do Trabalho
39 Câmara
Rei ator: Juiz Miguel Pachã - Unânime
SEGURO - TRANSPORTE MARÍTIMO - CO-SEGURO - INTEGRAÇÃO DA LIDE POR TODOS OS CO'
GABINETE DO MINISTRO
RADORES — NECESSIDADE. PORTARIA DE
EMENTA
. te/'
^ ^ co-seguradores rem a l ide, na hipótese sub judice,"Necessidade e bem assim dede todos todos osrequererem, na noti çao-, a interrupção da prescrição. Aplicação do disposto no artigo 668 do CodTjí mercial. Inexiste solidariedade quando, na apólice, estão expressas as quan^ a que cada seguradora se obrigou. Carência da ação relativamente a todas aS
radoras, que nao integraram a notificação interruptiva do prazo."
DE MOVENÍBRO DE
1984
O Ministro de Estado do Trabalho, no uso de suas
atribuições
legais,
considerando o parágrafo único do artigo 29 da Lei n9 5.205 r de 29 de abril de 1975, combinado com a Lei n9 6.423, de 17 de junho de 1977 ;
considerando a Lei n9 7.047, de 01 de dezembro de 1982^ altera os itens II e III e o § 39 ao artigo 580 da Consolidação
que das
Leis do Trabalho;
considerando o Decreto n9 90.395 de 06 de novembro de 1984, que
fixa o coeficiente de atualização monetária, aplicável sobre os res-padrão vigentes em 19 de maio de 1984 e est^elece os novos
valo vaio
res de referência a serem adotadcs em cada região, resolve:
(REPRODUZIDO DO DIARIO OFICIAL DO RIO DE JANEIRO DE 6-11-84 - PARTE lU - PO
N9 5246 - I - Atualizar na forma dos anexos que acompanham a presen te Portaria, os valores das tabelas expedidas pela Portaria Ministe
rial nç 3 . 09 5 , de 07 de maio de 1984 para cálculo da
corjtribuiçao
sindical das categorias indicadas.
DICIARIO)
II - os efeitos desta Portaria vigoram a partir de 19 novembro
de
de
1984.
,MURILLO MACÊdO UUI
BI.789*Pãq.04*1^ BI.789*Pãg.01*19.11.84 .•ir.i
/i/7
TABELAS PREPARADAS PARA C5-LCÜL0S DA CQMTRIBUICÃO SINDICAL, ANEXAS Ã
PORTARIA MTb n9
" Hr- -ini-amh-rr. Jg 191:4 TABELA
I
Para os agentes ou trabalhadores autônomos
(inclusive do
se
tor rural; , e para os profissionais liberais (item II do artigo 580 da CLT, alterado pela Lei nÇ 7.047, de 1? de dezembro de 1982, e § 39 do artigo 49 do Decreto-lei n9 1.155/71) , com o arredondamento da fração de
i'.
29)
cruzeiros.
CAPITAL SOCIAL DE Cr$95.000.000,00 I - classe de enquadramento:
kili.
30». X CrS87 , QQt ^20
CrS26.400,00
Contribuição devida
Cr?26,400,00
TABELA
Cr$13.199.700 ,01 [
de dezembro de 1982, e Decreto-lei
Cr$95.000.000,00 X
§
LINHA
CLASSP oe
1,09 atl 6.599.850,01 ate
Cr$190.000,OG + Cr$79.198,20 = PARCELA
AI.lQUOTA %
5.599.850,00 CCaitrib. 13.199.700,00
0,8
única de
I
I - classe de enquadramento;
Cr?131.997.000,01 i
13.199.700,01 ate
131.997.000,00
0,2
79.198,20
131.997.000,01 até
13.199. "700.000,00
0,1
211.195,20
'de
13.199.700.000,01 até
70.398.400.009,00
0,02
10.770,955,20
de
70.396.400.000,01
NOTAS: 1 - As firmas ou empresns e as entidades ou instiruiçoes
cujo
social seja icual ou inferior a Cr$6.599.850,OC estão o
bricadas ao recolhimento da Contribuição Sindical mínima de Cr$ (cinqüenta e dois mil, setecentos e noventa e oito -.-".er. conformidade com o disposto no
^ ei-í.13.199.700-00'3,00 (4? linha)
II - alíquota correspondente à linha: °
24,850.635,20-
«an diante, ccntribuiçao única de
Cr$269.198,00
39) CAPITAL SOCIAL DE Cr$925.000.000.00
52.798,80
de
52.793,00 cru.'.elrcs
Cr?190.000 , O O
A
ADICICNAR Cr$
de
capital
=
IV - contribuição devida:
CrS87.998,00
DE CAPITAL SOCIAL CrS
de
-
III - parcela a adicionar: Cr$79.198,20
n9
1.166/71) .
Base:
1.000
donde:
ou
trabalhadores autônomos e profissionais liberais organizados em firma ou emoresa e oara as entidades ou instituições com capital arbitrado (item III, alterado pela Lei n? 7.047, de
;í 1
2
0,2% ou
49 e Ç 59 dc artiao 580 da CLT e £ 19 do artigo 49 do
(3? linha)
II - alíquota correspondente ã linha:
II
Para üS empregadores 1 inclusive do setor rural) , agentes
i Críl31.997. 000, 00
1.000
donde:
Cr$925.000.000,00 x ^
III - parcela a adicionar: IV - contribuição devida:
• = Cr$925.000,00
Cr$2I1.195,20
Cr$925.000,00 + Cr$211.195,20
=
Cr$l.136.195,00
§ IÇ do artigo 580 da CLT '"alterado pela Lei n? 7.047, de 19 de dczemorc
de
1982).
49)
I - classe de enquadramento:
2 - As firmas ou empresas co.m o capital social superior a Cr$.. 'r;
79.398.400.000,00
(seter.ua bilhões, trezentos e noventa e
milhões e cuatrocentos mil cruzeiros) "elscentos
dc disposto no § 39 do artigo 580
CLT
~
na
forr.ia
(alterado pela Lei
e
trinta e
cinco
cruzeiros
0,02% ou
da
ní 7.047, de 1? de dezembro de 1982) .
2
000
donde:
Cr$48.600.000.0O0,0D x MODO CL
1 - enquadre o capital social na "classe de capital" correspondente;
III
= CrS9.720,000,00
IV - contribuição devida:
li
Crí9,720,000,00 + Cr$10.770. 955, 20
=
Cr$20.490.955,00
for enquadrado a capital;
- adicione ao resultado encontrado o valor constante da
"parcela a adicionar", relativo à linha do enquadramento do
coluna
capi
59)
tal.
EXEMPLOS PRATICOS DE cSLCULO 19)
10.000
III - parcela a adicionar: CrSlO.770 . 955, 20
CALCULAR
II - multiplique o capital social pela alíquota correspondente a nna onde
(5? liràia)
II - alíquota correspondente ã linha:
sindical máxima de Cri24.850.t35,00 (vinte e quatro milhões, o^ - ~
1 Cr$70 .39S.400.000,00
Cr$13.199.700.000,01 I
oito
recolherão a contribuição
torentcs e cinqüenta .m-ii,
CAPITAL SOCIAL DE Cr$48.600.000.000,00
69)
CAPITAL SOCIAL DE Cr?lG.900■000,QO
A contribuição devida serS de Cr$52.798,00(contribuição mínima)
,
posto que o capital está situado abaixo do limite superior de 6.599.850,00, da 1? classe de capital.
Cr$
CAPITAL SOCIAL DE Cr$80.000.000.000,00
A contribuição devida será de cr$24.850.635,00(contribuição maxima)
I ~ classe de enquadramento;
Cr$6.599.850,01 |
CAPITAL SOCIAL DE Cr$5.400.000,00
j Cr$13 . 199 , 700 ,00
linha)
visto que o capital está situado acima do limite superior de
Cr$
70.398,400.000,00, da quinta classe de capital.
II - alíquota correspondente a linha: 0,8% ou
8
UOOO
donde:
CrSlO.900.000,00 X
1.000
=
Cr$87.200,00
III_ - parcela a adicionar: nao existe IV - contribuição devida:
Cr$87.200,00
BI.789*Pãg,03*19.11.84 8I.789'^-Pag.02*19.11.84
'MÈ'' '''■
Outros
SEGUROS
Dr. Comind e Hospitaü . A disputa pelo rentável negócio da saúde.
I '■ ff ' ! r t
SAO PAüliO — Há um próspero e
JíDtável negócio por trás do seguro jospitalar, que as companhias üga-
•hs aos grandes conglomerados fiSínceiros começam a explorar com
íiV
1 1
*íito DO mercado.. "Devido à crise e às dehciências da Pre
sencia Social, o seguro saúde pas•eu a ser um produto de primeira ne-
f II
^idade", explica Pedro Pereira
. Freitas, Diretor-Executivo da
. nipanhia Seguradora do Banco
jwércio € Indústria de São Paulo,
n lançar o "Dr Comind" Dom'^ . ? ® sua presença nessa im-
•^Jantefatiaprazo do mercado, de 15 meses, o Co lo
conseguido o retor-
íjj. j "^vestiroentos que realizou PlsDO
seguro
Pereira de
indicam a ven-
Hig.
'P" planos, abrangendo 180
totji biui
com uma arrecadação prêmios no valor de Ct% 30
''Em
desenvolvendo todos os
""*«3
exemplo do que ocorreu com a ca
de Planejamento da Itaú.
dernetas de poupança, hoje conheci
Consolidar a sua presença no mer cado só não basta. A grande preocu
das por todo mundo" ~ comenta
pação das seguradoras ligadas ao
Freitas.
As pessoas, em geral, não se satis fazem com os convênios médicos
que as empresas em que trabalham mantêm. "Todos querem ter a liber dade de escolher o médico e o hospi tal", afirma Luiz de Campos Salles,
Diretor-Superintendente da Itaú Se guradora, a primeira a ingressar no
°® mercado do seguconquista de uma
do negócio superaram as expectati
precioso mercado é per-
■
Luís Salles, do Itau
mercado em agosto do ano p.assado, lançando o "Cheque Hospitaü". Salles confessa que os resultados
P®*"® consolidar a
^^^âúde"
Pedro Freitas, do Comind
® Justificável. O Comind,
vas iniciais. "Até o momento, já vendemos 150 mil planos, engloban
do mais de 450 mil pessoas e no final
Sr ftvn? ' ®®^ma que o potencial h^ro Pa • ^® ^ enorme. Segundo
deste ano esperamos atingir a mar ca dos 180 mil, fazendo com que a ar
Noas P
recadação mensal dos prêmios, hoje em Cr$ 3,5 milhões, salte para Cr| 5
de Freitas, existe
de dois.milhões de
Í^Prar os planos Poder deaquisitivo para seguro hospi-
necfisl? í^®®' P® sua opinião, se-
milhões em 31 de dezembro.
banco é aprimorar o produto lança do. Assim, cada uma estuda fórmu las que possam simplificar cada vez mais as necessidades do cliente. "O
produto já teve uma boa aceitação. Agora, cabe a nós trabalharmos pa ra melhorá-lo", observa Molica.
Em linhas gerais, os planos ofere cidos não divergem muito entre si. Cada seguradora oferece, em mé dia, quatro opções com preços dife rentes, todos baseads nas tabelas de INPS. O único ponto comum, entre eles é destinados a famílias ou pes soas que possuam uma boa renda mensal. "Atendemos, principalmen te, a classe média e a classe A", diz Pedro Pereira de Freitas, do Co
mind. Talvez, por esse motivo, as di mensões desse mercado sejam res
tritas, apesar do potencial que ele
Em julho deste ano, a Itaú Segura dora detinha 80 por cento do merca
apresenta.
"São
planos
sofisticados
para
íNntrao!"® due outras segurado-
do de seguro-saúde, onde já investiu
quem possui um razoável padrão de
disputa, facilitan-
US$ 2 milhões. As vendas têm sido
vida, mas não teria condições de ar
do produto: "eu
tão boas que em menos de dois anos
car coip uma despesa hospitalar, em
®Pca j®®''^®ting ideal seria a mais concorrentes, a
as despesas já deverão estar cober
caso dô urgência", lembra Luiz de
tas, garante Flávio Molica, Gerente
Campos Salles, da Itaú Seguradora.
f ii
!/;
ííW
HjJáa cn? dpcSa V^áte
Bradesco terá 170 mil filiados até dezembro — o Bradesco, o Quaü*o meses após e Cr$ 1 bilhão As suas previs-oes, no entanto, são
PJ'ivado da América "® disputa por ura pede uma forma
tituição, a carteira cresceu razoa
firmou um acordo
pantes que, de acordo com as previ
janeiro deste ano a
3 Oaij
fiçjj ®jden Cross, pelo qual aca iiS
investidos em publicidades, conta Sérgio Mota Corrêa, Diretor da Ins
®®^ uma carteira con
niil rrtnf»»»f contratos. Em junho
entrou definitivamente na lançando o "Saúde
velmente: reúne hoje 135 mil partici
sões, deverão somar 170 mil até de-
esüma que de 2,5 a 3 milhões de
famiüas no Brasil dispõem de renda suficiente para adquirir planos de seguro-saúde:
— &ó tem cjõndições de comprar
— TraU-se de um mercado novo
que precisa ser muito bem conquis
(REPRODUZIDO
DE
O
GLOBO
esse tipo~^pToduto quem ganha, no mínimo, dez salários-minimos por mês —afirma. uni'
- 13-11-84)
'! íi
BI. 789*Pãq.01*l9J1.84
i.
rnâi^m
ii'
zembro de 1984.
tado, comenta Mota Corrêa.
i.-/-
bem mais otimistas que as do Dire tor da Comind Seguradora, Corrêa
■am
üãSSBSüi
O seguro habitacional, imiá. garantia de bem-estar social
Segwro de Transportes
Para Melhorar o Comércio Mundial !' ■ ,. ( , : I' . I ' t'' i
i-w áfpeffiü^ da mesruf^isas-m
í| : ' r
LUIZ LACROiX UEIVAS £m tomo desse tema desenrola-se o
interessante hlme pertencente ao grupo se gurador CIONA, exibido em nosso mlnlaudltório. na Última quarta-leira, por iniciati va de seu Oerente do Departamento de
cidad&o tendo nas máos a maquete de um navio, mot^ndo-a em todas as direções e Inclinações, para baixo e para cima, de monstrando as diversas forças dinâmicas que atuam, em conseqüência desses movi mentos, com enormes tensões, sobre a carga
Seguros Transportes, Sr. OTÁVIO PERRU CIO POSSEDENTS e destinado acs mem
tiansportada, em Izánslto. dai a importân cia da adequada arrumação dos volumM nos ptuões do navio, a fim de que não sejam
bros da ComisB&o de Seguros Transportes
avariados devido a esses movimentos.
do Sindicato daa Smpresas de Seguros de São Paulo, da qual também íaz parte, tendo
Aconselha a não-utillZBçáo, por exemplo, de
como operador o Sr. ALEXAinJRE bÍAU RO FERREIRA PEDRO, igualmente da Conaissio e Gerente do Departamento de Seguros Transportes da Seguradora. Seguradora AMÉRICA LATINA.
O referido documentário, com cerca de
riscos tradicionais do trans
porte marítimo, como os de incêndio, enca-
mente evitados, com a devida identificação
de suas causas e o emprego da ciência e da
positários, até aos Diretores (executivos) dRS empresas e particularmente aos ho mens do seguro Trang^Mstea, pois visa, es sencialmente, à mlnlmteaçáo dos i»ehi&os decorrentes de dance à carga. Começa por referir-se ao comércio
dade, em decorrência da mudança de tem
dlçOes dos portai de destino, seus equipa mentos, etc. i^zrovdtaioM para informar
que centenas de mllhõca de dólares, deriva
dos de danos à carga, podem ser perfeita tecnologia. Sobre i»™ dessas causas, & umi
peratura, explica que o navio contém cente nas de litros d'água no ar, os quais se
condensam, ocasionando os daims. O mes
O SFH soíreu o primeiro impacto
quando a taxa de aumento do nível de ifira imprópria. E o segundo, com
uma políüca salarial que comprimiu a ca-ia própria pelo SFH. Para eafrrmíar essa realidade, fo
ram criados o bóous e a equivalência
salarial por categoria profissional O primeiro, como medida de emergên cia. A segunda, como um mecanismo de preservação estrutural do Sistema. O Brasil como Nação procura o desenvolvimento econômico acelerado
desfavorável,
aliviar o corapromRiimento de ronda dos adquirentes da casa própria com o pagamento de suas prestacôe.s. Não obstante, o BNE, convicto da necessidade de tal ajustamento, nSo hesitou em assumir a responsabilida
de que lhe é atribuída na Apólice, para garantir o limite de oitenta e cinco por cento.
Entretanto, essa garantia oferecida,
pelo BNH é indissociável de outro dis positivo do Seguro Habitacional como última instância
administrativa:
a
competência para decidir sobre as co berturas, as controvérsias e os casos
quando uma família adquire sua casa
omissos.
de preservar essa conquista.'
Mercado Segurador com suas opera- .
Alguém indagará qual é a lucro do
proteção de determinados produtos, p^ há
de eventuais dificuldades. Mas essa 1 Kiaçâo social do BNH deve ser res-
esse volume que Incentiva a iniciativa
manchando a embiüagem e a mercadoria. É
fiiidada pelos demais segmentos en
recomendável o teste de umidade em algu mas embalagens.
Neste sentido é que se desenvolve
de construção, que os operadores de
do e a iniciativa privada, representa
está tentando, aos poucos, eliminar. Isto porque o adquirente dc casa pró
pintura ou camadas de óleo ou graxa, para a
dos pelas empregas aéreas. Portanto, a pre
quanto a estes, a inOufencia dos símbolos
Os procedimentos e providências cuja
Mostra tipos de carga unitizada, contalnere IntCTmodals e navios "laah" e o roubo
lacUltado de mercadorias mãi embaladas, o crime organizado e a adoção de medidas especiais como caminhões com Eterna de alarme, a rápida entrega da carga e outras. Demonstra que o manuseio dos volu mes não é igual em todos os portos do mundo, indo desde o manual, em alguns, o uso de carroças com tração animal, em
e aviões com containers especiais forneci
paração da carga para a vlageindeve prever todas essas clrcimstáncias.
adoção são recomendadas visam assegurar que a mercadoria embarcada e transporta
da chegue ãs mãos dos consignatários em boas condições.
volvidos na habitação.
uma perfeita integração entre o Esta
da pelas construtoras, agentes finan ceiros, promotores de vendas e segu radora.?.
0 BNH entende que a livre iniciati va desempenha papel importante na consecução dos seus objetivos sociais, e que a liberdade de prwiuzir é tão im portante quanto a liberdade intelec tual.
Em sendo escassos os capitais, seu uso deve ser racional, para gerar o
máximo de riquezas para um nlimero cada vez maior de pessoas e ao menor custo pos.sivel.
Nossa visão é de que o mercado se
Luiz Lacroix Leivs» — à Técnico do Segu ros Trsnsportos, Ex-Oíretor do Seguradoras
gurador tem sabido compreender a
privada a operar com nossa apólice. Uma das preocupações dos Admi nistradores do Banco tem sido o vicie
seguros bem conhecem e que o Banco pria tem de ser protegido por todos ns meios, uma vez que é para ele que o Sistema rinanceiro da Habitação está. voltado. Nos momentos de crise, todas as re^.
formas são duras e difíceis, mas nem.
por isso se deve Largar o barco. Temos
de prMurar as melhores soluções, dentro de um objetivo comara ao Go verno e à Iniciativa Privada, em
neficio da Justiça Social. ' Precisamos voltar a crescer, não aói
porque queremos, mas também por que podemos fazá-lo. £ esse crescimento certamejaie po
vocação social do seguro habitacional,
derá se realizar pela retomada da
ra^o das Emaresa», associado da SBCS o ds
porque a função do BNH é social. A tarefa do BNH é estipular as co
todos sabemos, são a criação de em
APTS
berturas que julga necessárias para o
pregos, a dinamãação da indústria de,
Sistema Financeiro da Habitação e es
materiais de c^struçlo, a movimen
tabelecer a mecânica operacional pe-
tação ãa-iodústfia de móveis e eletro.,
o ox-membre da CSTC de Sindicato de Sio
domésticoai enfim, todo um efeito
balhar.
multiplicador de atividades que ati
Neste caso, é de se destacar, como Apólice, o próprio custo da cobertura, que é bastante reduzido. Examinando-
KA F.S.C.)
construção habitacional, cujos efeitos,
In qual o mercado segurador deve tra
representativo do aspecto social da I
época bastante
sação, utúüzar papei impermeablüzante.
(REPRODUZIDO DO O ESTADO DE SÃO PAULO DE 13.11.84 - SEÇAO ELABORADA POR EUREI
em
quando todo o esforço do Banco «e Cí»centrava na busca de soluções para
ções no Seguro Habitacional. A res posta está na massa de operações do Bistema Financeiro da Habitação. E
comentar esae exospcional trabalho. O filme mostra ás ocorrências de danos á carga por água, roubo e furto, salientando,
se rotineiramente conhecidos. Fax referén-
Note-se que a elevr.ção dc receita global da ApóUe Habitacional ocorreu
cianal como um todo.
O Banco está atingindo seus objeti
lacrados e, para evitar oe efeitos da conden
outros, até o transporte ferroviário moderno
clE aos riscos de quebra, cuja ocorrência deve-ae-geralmnite á embalagem imian^pila gg insufletente, .ao manuaeift doe .voluotes •
tacional.
vos quando oferece aos adquirentes de moradia as condições para superação
acondlcionar a carga, de serem selados e
ramo de seguros de Transportes. Talvez ainda ret^nemos em outra oportunidade a
çfto doe ladrões, convldando-te ao roubo de determinadas mercadorias, de malu* atzação. Recomenda, ainda, quanto á conve niência cia freqOente mudança de outxos Bímbolng, que, com o tempo, váo tomando-
içíe.^ e contrações da Economia na-
própria. Ao BNH se imp^ a obrigação
certos materiais passíveis de purgarem^
lumes, cuja ídentlflcaçAo desperta a aten-
Resolução da Diretoria do Banco, ele
vando em 35 por cento o valor global
exposta durante meses nos portos, aguar
que a CIQNA edita, outroamlm, periodica mente, um vahoso trabalho, do qual tive mos opcRtunidade de compulsar exen^ilares de sua 11* EtUçioonesparihole da 19* em inglês. Ambos dedicam várias páginas resuEQlndo as condições e aerviços doa mais importsintes portos do mundo, a par de curloaoa ewdsredmentoe, gráficos, estatísti cas e enainamtMitos sobre o seguro maríti mo, seus riscos, eauaas prhvdpais de perdas e embalagens, endqueeldoa com Uusinções fotográfica». Juntamtsite com o filme exibi do, constitui coiabonc&o de grande signifi cado para todos aqueles que Tnintam ao
descritivos utiUsados na marcaçfto dw vo
do Conselho, já regulamentada por da receita dos prêmios de seguro habi
e, ao mesmo tempo, a justiça social. A função social do SFH não termina
do exame prévio dos cantainer* que vão
cento. Isso foi feito através de decisSo
Esses constrangimentos não tive ram sua origem no Sistema, mas nas
mo quanto á carga embarcada em tempo seco, com a precipitação de chuvas durante as operações de carregamento, ou ainda
dando embarque. Refere-se à conveniência
BNH n? 18/ 84, pela qual o Banco ga rante a parcela que exceder aos W por
rador.
rrriria da maioria dos compradores de
peratura. Aponta
gens, ao pessoal dM eaaitótiM de ImportaÇáo e exportação, aos tsaniportadores, de
sotffe a carga, sendo impartimte que o ex portador procure também conhecer as con-
sando a superação dos constrangi mentos que têm atingido os adquirentis da casa própria, está ampliando seu diálogo com todos os setores do Sistema, enfre eles, o mercado segu
viagem, por influência de mudança de tem
piepa^orea, manh>tüadQres de emburia-
manlpuiaç&o e sob distintas condições cUmâti^, as quais exercem lorte Inflrrfncla
O Banco Nacional da Habitação, vi
atual administração do BNH já corri giu es.sa situação, através da Resolu ção do Conselho de Administração do
preços passou a se comportar de ma-
Ibe, naufrágio. E afirmy^ quanto a outros,
diversos roeloe de transporte, com várias espécies de embalagem, diferentes t^ws de
• Recentemente, essa relação foi alterada, chegando a 120 por cento. Mas a
madeira verde, nas embalagens, capaz de provocar danos à mercadoria por molbadura ctmseqüente de condensação, durante a
trinta tníQutoe de duração, intereata a to dos os psrüdpantM de um processo de operaçto tio comércio mundial, desde os
mundial, mostrando o seu üuxo, através de
NELSON DA MATTA
fc a relação siniatro-prêmio da Apóli ce de .Seguro Habitacional, verifica-se
vam o mercado de trabalho e geram bem-estar social.
NELSON DA MATTA é economista e Presidente do Banco Nacional
qne, ero termos jurídicos, elá se situa
da Habitação {BNH)
em lorao de 85 por cento.
BI.789*Páq.02*lE (REPRODUZIDO
DE
O
GLOBO
16
-
11
-
BI.789*Pag.Q3*n.1K84
-
itv
"
L.
1 Jir
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1
I ,
.V:POR QUE OCORRE UM ACIDENTE DE TRABALHO ?
Eng5 ANTÔNIO FERNANDO NAVARRO* '3is serão os motivos por que ocorrem os acidentes de trabalho? O que Hbs representam para a Naçao, para os empregadores e para as segurado • li y
®creto Lei de n' 83.060/79 define o acidente de trabalho como sendo
que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, pro lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte,
ou
3 Ou redução permanente ou temperaria da capacidade de trabalho,
Param-se ao acidente de trabalho, entre outros, para fins de
con-
de benefícios: profissional ou do trabalho;
^^idente sofrido pelo empregado no horário e local de trabalho devi— 3 atos de sabotagem, ou terrorismo (praticado inclusive por comeiro de trabalho, ofensa física intencional motivada por disputa Acionada com o trabalho, imprudência,' negligencia ou imperícia de (inclusive companheiros de trabalho), ato da pessoa privausü da razão, desabamento, inundação ou incêndio; sofrido pelo empregado, ainda que fora do local de trabalho ^ h°^QrÍQ ®Qb
de trabalha, na execução de ordem ou realizaçao de serviço
Autoridade da empresa, na prestação expontânea de qualquer servi^ empresa para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito,
em
96") a serviço da empresa, no percurso para o trabalho ou desse pa ^Rbela, no percurso para o local de refeição ou de volta dele em
—
^^aio de trabalho, a definição de acidente de trabalho é bem vasta, nao abran -
somente, como se poderia depreender a princípio, o acidente ' Por um empregado de uma empresa, no horário e local de trabalho ^^uçao de uma tarefa determinada,
camente várias sao as formas de avaliar-se a incidência de ade trabalho, Sao eles; Taxa de Freqüência, Taxa de Sravidade e BI.789*Pãg„01*19.11.84
TT.
■'{
índice de Avaliaçao da Gravidade.
IMosso Pais, em princípios da década de 70 era a campioníssimo em acideU
jndustria de produtos alimentares
uGS de trabalho# Infelizipente éramos também os "maiores" e os "melhorES em índices de acidentes. Muita coisa foi feita desde então, com o obje
industria mecânica
tivo de redòzir-se esses índices a valores considerados como aceitavei^
12,7% 12,3%
construção civil
h] jndice de Dias-Homem perdidos até a 5- colocação
pelos organismos internacionais. Entretanto, ainda hoje, apesar de o esforço, nossos percentuais sao bastante elevados. O Dr. Francesco 06
Cicco, em um excelente trabalho publicado pela FUNDACEMTRO, intitulado'' BRASIL, 1980 : Estatísticas de Acidentes do Trabalho," fez uma catalog®" çao de acidentes, baseado em trabalhos da DATAPREV e do M.P.A.5,. Pef® exemplificar com alguns dados reais obtidos através da Coordenadoria
Informática da Secretaria de Planejamento do INPS, citemos alguns dado* relativos ao ano base de 1980,
I) Acidente Típico
industria de madeira e cortiça
6.992.659
çornercio varejista
5.954.939
incapacidade permanente c/ auxílio suplementar incapacidade permanente c/ auxílio acidente
industria de produtos alimentícios
5.411.544
K a apresentação destas números pode-se ter uma pálida idáia do que ^f^íesentam os acidentes de trabalho para o País. para os^empregadores ser reduzidos ao mínimo, ou quem sabe, completamente eliminados?
^niminaçio total não ã possível, porque a possibilidade da ocorrãncia acidente não é dependente de um único fator, mas sim de uma xnfi-
de fatores, agravados inclusive nor condiçães de momento. : 2G7. 375 (13,0^) • 791.5D4 (52,6^)
^ 473.964 (31,5<) 9.911 í 0,6Í) 13,118 ( 0,9^)
aposentadoria por invalidez
4.896 (
obitos
4,824 ( 0|3^)
'perário final de turno está semore mais propenso a acidentes do início de turno. A perda do seu time de futebol para um outro ti
(jtambám | ^m fator preponderante para a ocorrãncia de acidentes. PeIps de recessão econômica, dias de pagamento, final de mes, vésperas
tjsriados, etc. são fatores que propiciam o surgimento oe acidentes , s® "ê, todo e qualquer fator que motive o desequilíbrio psico-so ser humano é um fator de acidente;
III) índices de acidentes por setores de atividades mais significante*
imaginenins que todos esses fatores podem ocorrer com cada ura dos de uma comunidade operária, a todos os instantes, envolvendo os
ate a 10— colocação:
, 1-
5.756.678
industria mecanica
as seguradoras. Entretanto, perguntamos se esses números nao po-
3.713 acidentes ( D,35Í) 55.967 acidentes ( 3,8%)
II) índices por acidentes liquidados acidentes com simples assistência médica incapacidade temporária (menor que 15 d) incapacidade temporária (maior que 15 d)
23.055.472
j.nnstruçao civil
: 1.404,531 acidentes [95,9%)
Doença Profissional : Acidente de Trajeto :
12,8%
industria da madeira e cortiça
27,3%
indústria do mobiliário
20,6%
\ "^i®® participantes e terceiros. D que se observa então á que a erra ^ Çao dos acidentes e uma obra impossível. Entretanto, a redução sem=-
indústria extrativa mineral administração de portos e aeroportos
16,7% 15,1%
'V^
indus tria metalúrgica
14,2%
I. ^anisntD adequado e equipamentos e materiais adequados.
industria de bebidas
13,4%
\í ^tement -"•••*-"1.6 um fato nos chamou a atençao, apresentada oelos jornais de
desde que sejam criadas condições condignas de trabalho,
\'V circulação, Foi uma reunião de mais de l.DDO pessoas em uma cida' 1'
ncrdeste, apresentando parte dos membros superiores amputada
por
BI.789*Pãg.02*19.1lJ/ BI.789*Paq.03*19.11.84 • ■
f^rfffllÍMÉÉiÉÍiÍÉi'-riliMillÍf'i< ' laiMÍlii > Vlt.su ,A,^iÊÊÊÊÊÊÊÊm
, — ._..u .u
í
motores de desfibrar sisal.
A cena
apresentada
das pessoas
expondo
85
partes de seu corpo amputadas foi chocante para todos nos, O que faltou^
FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS DE SEGUROS PRIVADOS E DE CAPITAUZAÇAO
I
!■'
J
aqueles homens e mulheres para que nao tivessem sido acidentados? Sei*
' I
que uma maquina adequada ja nao teria sido suficiente, ou quem sabe ü' treinamento específico para esse tipo de operação? Falou-se também quB essas pessoas recebem por produção, isto e, ganham pelo que produzem ' Nessa condição quanto mais rápido trabalharem mais produzirão e, conse' té
M
^
quentemente, mais receberão» Se montarmos a nossa seqüência lógica doí
DIRETORIA E CONSELHO
fatos apresentados, verificaremos que tratam-se de pessoas humildas, sí^ muito ou nenhum recurso, trabalhando sem qualquer tipo de treinamento^ OnETORES EFETIVOS técnica, em equipamentos inadequados e condições adversas» Ora, todos
r
/'íu., ' '
&
DIRETORES SUPLENTES
^^idente
Ivan Gonçalves Passos Mário José Gonzaga Petrelli
qífieiro Vice-Presídente
Nilo Pedreira Filho Octóvio Cezar do Nascimento Pedro Pereira de Freitas
esses fatores sao contrários a qualquer medida de prevenção ou erradicí
jborArthur Renault
çao de acidentes. O resultado e uma reunião de mais de l.ODD pessoas
l;^de Campos Salles
'^ndo Vice-Presidente
pondo suas chagas e brigando por seus direitos»
i-íVi
Jj^rtoOswaldo Continentino de Araújo
n
d^ejro5ecre/ário
Roberto Baptista Pereira de Almeida Filho
SilcorPizzatto Secretario
* Antõyilo fzAnando dz A. NavoAXo V^qmicl Í EngenheÁxo CxvZl, poÁ-gxaduado em Segm ^■[yBemardes de Lemos Braga ça do JxcLbatko, com odjbioò ccLtóo-6 de, còpe-cloLízação em ScguàanccL IndoÁtAÀjoX e Paoíí' ^%/ro Tesoureiro
T)'
^Maria Souza Teixeira Costa
ção de, Inòtolaçõe^.
Tesoureiro
'•oBen-SussanDias
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CONSELHO FISCAL (EFETIVOS)
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Adolpho Bertoche Filho
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CONSELHO FISCAL (SUPLENTE) Luiz Martiniano de Gusmão ,i.i
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BOLETIM mFORMATTVO FENASEG
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%^ação semanal, editada pela Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de 'lalizaçQo
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'^r-Responsável
Editor
Redator
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Luiz Mendonça (Reg. MT n.' 12.590)
Mário Victor{Reg. MT n." 11.104)
BI.789*Pag,04*19.11
;%nadoi Dantas, 74-12; andar Tel.: 240-2299. Telex: 2134505 FNES BR
q^^lGtim esto registrado no Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas sob o n. 2.771/75 '^stoe impresso na FENASEG. Tiragem: 2.500 exemplares
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ãl FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS DE SEGUROS PRIVADOS E DE CAPITALEAÇAO
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NO 790
0_^Sindicato^das Empresas de Seguros Privados e Capitalização no Estado do Par^
/iii ' ! '•
■j na promovera no dia 29 (guinta-feira) um "FÕrum de Debates Sobre Seguros e Se-
,
v.í
.t ■ .
RIO DE JANEIRO, 26 DE NOVEMBRO DE 1984
,'i i,
' !' l
gurança nos Roubos de Veículos e Cargas". .0 FÕrum se insere no programa adot^
pela FENASEG de coletar dados e experiincias do Mercado Segurador e entidades lig£ 90S setores de segurança e transportes locais, a fim de aperfeiçoar e/ou
adaptar
seguros de automóveis e transportes a realidade nacional, (ver seção FENASEG)
A "Skandia International Insurance Corporation" obteve autorização do Governo 2 japonês para operar em resseguros dos ramos elementares. E a__segunda ressegu^radora estrangeira a entrar naquele mercado. A "Skandia" dara inTcio a suas íoes, no Japão, em 19 de janeiro próximo.
No dia 28 de novembro, o "CLUSVIP" - clube composto pelas seguradoras do Para
3 da -premiara os jornalistas que durante este ano promoveram e divulgaram
FENASEG
L.. ""jstituiçâo do seguro naquele Estado. Neste ano, os destaques foram:
Jss
a
1) Luiz
V"'^r"F"olha do Comercio"; 2) Almir H. de Lara - "Gazeta do Povo"; 3) Odone For
Sdo"° •
'Indústria e Comircio"; 4) - Carlos Alberto Duarte Queiroz - "Jornal dõ -'"CLUSVIP" "Industria O "CLÜSV " ' entregara também os primiós dos concursos instituídos ao "Corre "nciador" e ® "Empresa Destaque-84". O Presidente^do Sindicato das Empresas dê
■Pâa Privados
Clnk^
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®e
Capitalização «rt no re4-aHrk Estado Ha do Dat^dna Paranã, Sr. UamTlrav» HamTlcar DiTTaf+^rt Pizzatto,
câv«a serã
Seguradoras do Rio de Janeiro e São Paulo,^Srs. Aurélio Rodrigues
e
com o titulo de "Sócio Benemérito" do "CLUSVIP", bem como os Presidentes
? ^âttach. O evento se desenvolvera nas dependências do "CTrculo Militar do • tver seção FENASEG)
4>
Brasileira de Estudos Resseguros InternacionalOrdinária. realiza hoje Üia no auditório da FENASEG, as 18de horas, Assembleia-Geral Na Na
^°'"^nidade, serão tratados os seguintes assuntos: 1) aprovação do balanço re o
financeiro de 1983/84; 2) indicação dos novos membros da Diret£ ®
respectiva eleição; 3) assuntos gerais.
Em face
g pela '? paratemas a serem abordados, o Presidente da entidade, Sr. Newton Ã, o comparecimento de todos os associados.
da
Internacional de Navegação e a Federação Internacional de Navegação ^ JarTtima enviaram^mensagem ao Secretãrio=Geral da Organização das Nações Uni Sr.
it'
Javier Pirez de Cuellar, no sentido de interceder junto aos governos para que cessem os ataques aos navios que trafegam na região do Golfo
Em seu apelo, as entidades lembram que os ataques contra tripulações Inoceji
% Ln H
por toda a comunidade mundial. No âmbito do Mercado Segura -
as investidas contra os navios que trafegam naquela região constituem para as companhias de seguros, que são obrigadas a elevar os prêmios
Cobertura de sinistros. ■ ' :í^FO
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■ 11,
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A\
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS
FENASEG
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FEDEEIAÇÃO NACIONAL DASEMPRESASDE SEGUROSPRIVADOS E DE CAPITALIZAÇÃO
Editorial A "Lockwood, Dipple & Green Inc." (LDG) é uma empresa de corretagem de seguros que os norte-americanos denominam de atacadista. Em outras palavras, e uma empresa que executa intermediação em larga escala (ho r iW,
rizontal), utilizando vasta rede de corretores retalhistas.
A LDG, abrindo mais o leque, hi cerca de dois anos uma
empresa subsidiaria, a "American Sports Underwriters Inc.", que (o nome indi ca) seri especializada no desenho e venda de seguros para atletas.
.rn-
Não i na realidade uma inovação, no mercado norte-ame
'"icano, a elaboração de planos de seguros com o sentido da especialização, i^ planos concebidos e dirigidos para determinada classe de usuários. A especialização i bom caminho, em termos de "marke -
'! ■
ÍNDICE DAS SEÇÕES
Í1ng'? Nao ha duvida que sim. Fica evidentemente difícil e impraticável de senhar ap5lices com a pretensão de que elas possam, na generalidade dos seus
^xtos. abranger todo o amplo e diversificado- espectro de seus usuários poten E esse espectro Í tanto maior quanto mais elevado seja o grau de evo-
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS
''cão da economia, pois esta sempre caminha (na medida em que se desenvolve )
íl
a multiplicação e variedade dos bens e serviços que produz.
EDITORIAL
FENASEG
CNSP
SUSEP
SINDICATOS
IRB
NOTICIÁRIO DAS SEGURADOR^' ^Uirio e a procura, que estende o elenco das profissões e entre estas
O desenvolvimento econômico — que diversifica o con-
instala
IhUitas vezes a diversidade dos estilos e condições de vida —naturalmente
EXECUTIVO,LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO
o seguro se ajuste a todas essas realidades do processo, E esse ajusta ^nto implica o imperativo de que o seguro deixe o caráter de "serviço' extre "•íine nte padronizado, passando a desdobrar-se segundo as necessidades especTfi
l^RENSA JORNAL DO COMMERCIO(PAGINA DE SEGUROS)
exige
de cada segmento (que seja diferenciado) do amplo universo dos
OTTROSJO^
usuários
D
instituição,
Esse desdobramento do seguro, que supÕe a multiplici-
'e dos planos e respectivas apõlices, eexige constantes pesquisas mercadol^ DIVERSOS
requer agilidade, espTrito empresarial e animo de investimento somente
l^imulados pelo regime de liberdade de oferta. Dito de outra forma, pelo re fTJNENSEG FIDES
ESTUDOS E OPINIÕES MERCADO CAMBIAI,
MERCADO DE AUTOMÓVEIS ATAS DE COMISSÕES TÉCNlO
91%
em que as seguradoras tem liberdade para lançar seus planos no
mercado ti i,
^"1 '''ÊSponsabilidade, obviamente).
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BI.790*Pãg.01*26.11.84
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Federação Nacional dos Empresas de Seguros Privados ede Capitalização ■ FENASEG
SINDICATO DO PR PROMOVE FORUM
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DE
DEBATES
ROUBO
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E
SOBRE
FURTO
DE
SEGUROS, VEÍCULOS
Promovido pelo Sindicato das Empresas de Seguros
í-apitalização no Estado do Paraná, será realizado em Curitiba, na prõxima
Privados
quinta-
(dia 29), um FÕrum de Debates Sobre Seguros e Segurança nos Roubos de Veículos O certame da prosseguimento a diretriz estabelecida pela Federação Nacio -
Wd d ,r''
cole-
Seguros Privados e de Capitalização-FENASEG, no sentido de
® experiências do Mercado Segurador e entidades ligadas aos setores de Segu-
Vç." ® Transportes Locais, a fim de aperfeiçoar e/ou adaptar os seguros de ® transportes a realidade nacional. _
automÕ-
Pela sua extensa faixa fronteiriça, o Estado do Paraná é
o
3 roubos 6 furtos de veTculos^e cargas e, por conseguinte, vem apresen
P?r ""liciativa das autoridades responsáveis as melhores alternativas de combate
W H n°
crime. Através de suas Comissões Técnicas, a FENASEG vem
promovendo
não conjunto com os Sindicatos regionais^e autoridades com a finalida aperfeiçoar as tarifas de seguros como também ampliar aos demais Estados penencias de repressão ao roubo e furto de veículos e cargas. T E M A R I O
Ê 0 seguinte o temirio a ser debatido no FÕrum de Curitiba: ■
EXPOS ITORES— Abertura: Presidente do Sindicato \ >resas de Seguros Privados e Capitalizaçao no Estado do Paraná; José Carlos Li-
ílítrv-.r^^^^Valho, (Pre<;irlP (Presidente da Comissão Técnica de Automóvel da FENASEG) - "O Seguro facão ^ Furto"; Orlando Ferreira (Presidente da Comissão Técnica
iã)_
de
M ^^'^'^SEG) - "Cláusulas e Características do Seguro Transportes no Brasil
Valmor Weiss (Presidente do Sindicato das Empresas de Transporte no Pa
Mr 1 6^^^ticipaçao da Felipe Iniciativa Privada(Secretário no Combate deã Criminalidade e Segurança 15)^'^'^ Cargas"; Luiz Haj Mussi Segurança no Estado do P^ Alternativas Para Uma Ação Conjunta".
Li
BI.790*Pág.01*26.11,84
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SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS
V V I!
Superintendência de Seguros Privados-SUSEP l-H '•y.
SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N9 49, DE 12 DE NOVEMBRO DE 1984 ALTERA A CIRCULAR NÇ 50/81.
Privados O Superintendente da nfiSuperintendência Je.Seguros . e art.36. alínea c I 00 Oei fSUSEPl na forma do ^{ennef-A disposto np art.36, alínea 'c'i do Oecreto-lei n9 73. de 21 de novembro de 1966-, considerando o que consta no processo SUSEP n9 001-07052/83. RESOLVE:
I-Incluir na Circular SUSEP n9 50/81. o subite- 9.2. confor me abaixo: endossos, com ajuste de prêmio gerando sal^ cada cosseguradora for^infenor ao *ai
ração. fica ^acultado.as cossegurad brara e nem pagara
or ,0
a„e • líder nao
co
U''
^ respectivo documento,
^,50 de sinistro, quando a lí
e/v?gor n. d,U d. sg. pdbUcçio.
revogadas as disposições em contrario.
(Of. n9 159/84)
Francisco de Assis Figueira
(REPRODUZIDO DO nigRIO OFICIAL DA UNIAO DE 19-11-84 - SE
ÇAO I - PAGINA NO 16 981)
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iv
Jtl 1 •rt.
BI.790*Pag.01*26.11.84
i„* .^2'iV^. ^TAi^áAüái^i^ifeáb*
1
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Instituto de Resseguros do Brasil -IRB cM-r'
• ITCSTI lUTO 1
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DE rE:;rK*^iCÍÜS M
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AVCnitA HA.7ECHÍ.L C.ÍJ<At'ÍÂ, 1?1 Cíiíii PObTii l.uno - iHo. rti, iRgfi>s-Pi.'. "50 J C,G,C. - 33,37 6.909 /000 1-9 1 - r.P.k.I. - O?,^-3 10T61,00 - tlT: V0,023
0£ J AR El RO
-
RJ
li') Í1 C, I'
DETNA-
'
Eni 12
37/84
de noveir.bro de 1984
Sr. Assessor Técnico da
; 'L
Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização li E S T A
"I , ■!'
I
hf. .' Tarifação Especial - Transportes Nacionais
Conforme entendimentos mentidos com essa Federação,
^ficaiíii nhamos, em anexo, a RTE - Relação das TarifaçÕes Especiais, ho-
""ologadas em novembro jo corrente ano, para publicação no Boletim ' ^f^formativo dessa Entidade.
• ã:
Atenciosas saudações.
-/K^^aX
r
Rael
dl.
de Brito Goulart
Chefe
do Departamento de^
Transportes Nacionais
e Automóveis
r !: .
BI.790*Pãg.01*26.11.84 '-.f-líV \
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OLOGADAS PELO
TO". íflfciWWÇiiÇiffiWis
INEXO
à carta DETNA-37/C4 2-H°,
0 301 -N<J 00 PROC.
01
643/75
12 de novembro de 1984
SEGURADO
DE ROEM
de
02 -
0» - APÓL 1 CE
NOME
DETRE
05 -
SEGURADORA
Terrestre 0000036
Du Pont do Drasil S/A
FINASA SEGURADORA S/A
lates cio Brasil Papel e Celulose 3/A
Terrestre 000172
Industria Elétrica Brov/ri Boveri S/A
192.000.012
DETRE 02
405/75
03
349/76
Urb/Subu rbano
DETRE
04
846/84
05
576/84
Robert Bosch do Drasil
139.000.006
Anazonia S/A
Terrestre
DETRA
Cacique de Embalagens S/A Ind. e Comercio
426.000.131 T e rres tre
DETRE 06
500/74
Texaco do Brasil S/A
2-100.253
Produtos de Petróleo
601/77
2.200.520
Levi Strauss do Drasil Ind. e Comercio Ltda.
08
124/77
flewllett Packard do Brasil Ind. e Com. Ltda.
2.200.149
09
DETRE 494/77
Hércules do Brasil
Terrestre 2.200.145
Produtos Químicos Ltda.
02-N?
0 3-
781/83
GERAIS
T o r-*-css-t-T-e
\
*SV\V. F>.T\Ç. UT C A. VlUlGPktlCO StCVlRA.-
-ix v
\
•S./rv
carta
DETNA'37/84
de
12,de
novembro
de
1984
SEGURADO
DE
11
DE
.
a
ORDEM
SEGUROS
CIA
Terrestre
DETRE
01 -«"í DO PROC.
INTERAMERICANA
Ter. e llrb/Sub.
DETRE 07
BRADESCO SEGUROS S/A
Aé reo
DETflA
04 - APÓL \ CE
05 -
02 - NOME
DETNA
Uetalurgica fíococa S/A
SEGURADORA
Terres tre 198.532-4
SUL ANERICA TERRESTRES, DETRE
(^ a r T t i m 0
Cia, Siderúrgica Nacional
12
925/76
DETRE
TTtu 1 os /ria 1 0te
13
1045/74 Banco Lar Brasileiro 5/A
166.140-7
14
082/81
DETNA
Ter. e
417/82
Urh/Sub.
Ltda.
50.015-3
Enersul - Empresa de Energia Eletri.-ca do í'ato
Terres tre 3401340.8
Lucas
Cav
do
Brasil
DETNA 16
16G.309
riARÍTIflOS
COflERCIAL
E
ACIDENTES
UNION
SEGURADORA
DO BRASIL
S/A
Grosso do Sul
15
DETNA
Terrestre
716/83
0.8301077.7 0.8401381.2
Enqexco Exportadora S/A e Transportadora e Co
mercial F.fl. V. Ltda.
18
Trorion Gaúclia Ind. de Poliuretanos Ltda.
7900037.8
DETRE
Terres tre
585/74
Ferragens Maga S/A.
000.320
DETRE
Terrestre
973/78
LanifTcio Vale do ParaTba S/A
21 .35-1 0.037
893/78
DA
BAlil A .r
Terres tre
DETRE 17
CIA DE SEGUROS ALIANÇA
BANERJ
SEGUROS
S/A
i -o
Q>i IQ O 00
19
GEMERALI DO BRASIL CIA NACIO NAL de SEGUROS
£
HOUOLOGADAS PELO DEPl^^Ê ^
« 1^
(
1
A N e X fl
a carta DETnA-37/y4 de 12 de novembro de 1984 OS-HÍ
0 3 -
ne oroeh
01 -u'i OOPROC.
SEGU f? ADO 02 -
on - apól { CE
NOHt
DE IN A
ii-4282
Coca-Cola Indústrias Ltda.
[1-4.1 72
Pioquima S/A.
Terrestre 4574
i lempel Tintas flaríti.mas S/A.
Terres tre i l-4.557
TRU nission
Indústria It-da.
Terrestre 4578
Rrasiiientol-Caçapava S/A. Ind. e Cor.iercio
1 2274-ÜÜ22 5'
DETRE
Terrestre
545/75
21
SEGURADORA
Te rres t re
Outermann Linhas para Costura Ltda.
418/82
20
05 -
ÜETNA 22
102/81
23
789/74
DETRE
DETNA 24
084/79
25
030/75
TI IE
ÍIOnE
IflSURANCE
COnPANY
Terrestre
DETRE
CIA ÜE SEGUROS
AíiERICA DO SUL
YASUDA
Terrestre
DETNA
Takenaka S/A Indústria e Comercio
832/84
26
12274-00149
Terrestre
DETNA 27
147/81
28
777/83
ACE-Acessõrios Elétricos Ltda.
00220'0Ü31 8
Brother Interameri cana nãquinas e Acessórios
Terres tre 0022000956
DETtlA Ltda.
\
V
L
-
//CPJ-/C7LoàAo/is p^Lo Dep¥f^De'^fh^fí-§9oí^^§:5''~^^é¥69^f^ §^^ê9éfí(S9e ã carta DETNA'37/84 02-H?
0 5-
SEGURADO
1
DE ORDEM
OI-n", DOPROC.
29
424/82
04 -
DETNA
30
APOL 1 CE
02 - NOME
Transfer - Transportadora Ferroviária de VeTcu los
Automotores
Ltda.
05 -
SEGURADORA
Terrestre 1052100187
""
DETNA
Terres tre
063/81 fiotoradio da Amazônia Comercial e Industrial
1212100/79
Ltda.
AriFRICA Terrestre
DETNA 31
de 12 de novembro de 198
856/84 National do Brasil Ltda.(Controladora) e Natio
nal Componentes Eletrônicos do Brasil Ltda
LATINA
CIA
DE
SEGUROS
DA
SEGUROS
2059/79; 00392 2057/79
(Controlada )
32
DETRE
Terrestre
857/76 Comércio e Indústria Induco S/A.
2220042/77
Ter. e Urb/Suli.
DETNA 33
066/8^
Proquigel Ind. e Com. de Produtos QúTiiicos
Ltd j. 5TTR-4366 COrTANIlIA
DETNA
34
855/84
-."5
''anah S/A (Controladora) e Adubos Nordestinos S/A - ADU5A (Controlada).
0002 e 0008
A d u b 0 s T r e V 0 S/ A.
6323455
869/7É
ARGOS COflPANMIA DE SEGUROS flarTtimo
DETRE "CJ (U \ iO
36
Sò9/7f
BAHIA
Fluvial
DETRE 35
DF
PíarT timo
Adubos Trevo S/A Gru[)0 Luxma
6823456
o cn
DETN A
COO,: 11 18 011-1/821-SEFOW1
iinnnLOGAnAS pelo r—1—iNExo
à carta DETrJA-37/84 de 12 de novembro de 1984 02-H?
0 3-
OE ORDEM
01 -NÍ DO PROC.
37
01/79
SEGURADO 02 -
0« -
NOME
OETRE
APOL 1 CE
05 -
SEGURADORA
F1 u V i a 1 640.052
Industria e Comercio de Oinérios S/A - ICODI
■( Con t ro 1 ado ra) e Autapa^ F l ores ta 1 e Celulose S/f
640.063 234.018
AMCEL e Côi.ipanhia Dendc do Amapa -CODEPA (Controladas) DETNA
354/84
38
Rodo-Fluvi al 640.057
Minraçôes Crasileiras Reunidas S/A.
UNIVERSAL
COMPANHIA
<;FniiRn"s
DETRE
nFPATs;
Terrestre
434/76
39
DE
Inustria e
Coinorcio
de
Minérios
S/A -
64Ü.053;640.05!
ICOMI
(Controladora), Anapa Forestai e Celulose S/AAíiCEL e Coi ipanhia Dendê do Ainapã-CODEPA (Contrc
•
640.062 234.019
T a d a s ).
40
DETRE
Terres tre
794/74 Seagrain Continental de Pebidas S/A ( Con t ro 1 a do a) e Seagram Distribuidora de Bebidas Ltda; IJilliam Lonqinore Empresa de P-ehidas Ltda; Fa
2,1 /0309 PHOENIX
zenda São Francisco Empresa de Bebidas Ltda; Calvert Empresa de Bebidas Ltda. ; Maison Fores tier Empresa de Vinhos Ltda. (Controladas)
SEGUROS
799/78
Companhia Nacional de Frigoríficos - CONFRIO
41 80'0006 5
084/30 Britanite Industrias Químicas
BCN
1
Terres tre 466
DETNA 42
CIA
DE
GERAIS
Terrestre
DETRE 41
BRASILEIRA
Ltda.
SEGURADORA
CIA PAULISTA
S/A
DE
SEGUROS
"U Q>»
gy
\
RE
Terrestre
CIA
00126-5
Perdas
ou
danos
resultantes
de:
Correm por
São
indeniza-
conta
Veis
por:
do:
Direito
gresso
de
re
CO ntra o
tra nspo r ta d or ;
Vicio proprio
Pro pr i eta r i o
for tu i to
Ca rga
Reparação paga pe
Prejuízo
1o
nal
tra ns portador
e reembolsãvelpor:
Não
Nao hã re pa raçao
cendio,
Seguro de Tran:
Seguro
Transportador
veTcu1c
explosão
do Transportador
O
S im
Acidente
com
o
veiculo transpor
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Terrestre
*
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Terres
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SEGUROS
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Pro pri e tãr io
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DE
Nao hã cobertu
da
Caso
INTERNACIONAL
ta d or, incêndio
Seguro
Seguro
RCTR-C
RCTR-C
CTí
ou explosão.
(*) Considerados em relaçao ao transportador. OERENCIA
DE
R I 8C0S - ADMIN ISTR A pA O
DE
SEGUROS
COMPARATIVO DAS PRINCIPAIS CARACTCRTSI 1CAS DOS SLGUKOS DZ IRANSPDRTtS T£Rk£STK£S [ DK KtSPDNSAOUIDAüI CIVIL DO TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO CARGA (RCTR-C)
i i.i.SEGURO DE
SEGURO DE TRANSPORTE
DA
PROPRIETÁRIO
SCGURAD.O
1. 1
■. ií
Noticiário dos Seguradoras
TRANSPORTADOR
CARGA
Reeisíiolsar reparações pecuniárias pelas
Indenizar prejuízos decorrentes de perda ou ava pia dos bens transportados causados por um dos eventos indicados "em RISCOS CDDERTOS
Objeto
RESPONSADILIDADE CIVIL
DO TRANSPORTADOR RODOVJARIO-CftRGA (RCTR-C)
TERRESTRE
por disposições legais, o transooriadír ior respansável Cín virtuae das perdas ou caros
fridos pelos oens transportados e causííis^*
NOROESTE SEGURADORA S.A. - A Superintendincia de Seguros Pri-
• ua dos eventos indicados era RISCOS CC5£2^5 ;
*ados divulgou no "Diário Oficial" da União de 13 de novembro (Seção I, Pãgs.
'5 763/764) a Portaria nQ 218, de 5 de novembro, que homologa as alterações introdu zidas no Estatuto da Noroeste Seguradora S.A., com sede em São Paulo, conforme deliWão de seus acionistas em Assembleia-Geral Extraordinária realizada em 25 de se-
Riscos Cobertos
Colisão, capotageri, descarrilamento e tomba -
Básicos
mento.
nÇs
- Colisão, capotagm, abalroacKnto ou do veículo transportador.
Incindio, explosão e raio; inundação; trans - - 'Incêndio ou explosão bordamenlo de cursos d'içua, represas, lagos/
^*0. Na edição da mesma data, o DOU publicou a Ata da AGE e o Estatuto Social da ^Panhia seguradora.
ou laaoss; desmoronamento ou queda de terras,
pedras, obras de ai-te ou outros objetos. Roubo oriundo de assalto a mao aruada ou desa
parecimento do carregamento total tio veiculo.
Água doce ou de cbuva , anassan^to ou arcolça- - A_cobertura básica r^o e suscetível
Adicionais
loento, arranhadura, contaminação, contato ccm
çao.
outras mercadorias, derrame, deterioração por
descongolamsnto, incêndio em armazim, portuá rio, operações de carga e descarga, quebra , roubo, vazamento e outras nao expressamente / proibidas.
ILé i'
CORRETOR DE SEGUROS - A Superintendência de Seguros Privados
ao Mercado que suspendeu o registro do corretor José Amorim Costa, por motj_
I' ' ' - Dolo do Seçurzdo, dos seus prepostos cu
Atos ou fatos do Segurado, do enbarcador, do
ExclusÕes
destiratãrio ou seus empregados, prepostos ,
(OBS: as comuns as duas nxDdali-
sentantes.
agentes, representantes ou seus sucessores
aposentadoria.
- Extravio, cuebra, tíSTame, vazanentp,
dades não sao mencionadas)
tíura, araolgcmento, axassamcnto, conian^'*'/ contato com cutra carga, má estiva, /
fM
ou de chuva, oxidaçao ou ferrugSE,
rótulo, paralizaçáo cs maquinasfrircrii' roubo total ou parcial.
i
-.Inobservância a disposição que discípH''^ transporte de carga por roaovia.
COMIND-COMPANHIA DE SEGUROS - Em Comunicado publicado no "Oiã
- Caso fortuito ou força maior - Greves.
-Inportância Segurada
Deve corresponder ao valor real do bem segurado
■
'
/
^^icial" da União de 19 de novembro (Seção I, Pãg. nQ 17 030), a COMIND-Compa Seguros, com sede em São Paulo, informa o "público em geral e aos seus clien
A apólice estabelece um liai te máximo ce
se o segurç for efetuado por valor inferior ao sabilidade da Seguradora, por evento.
';)
real, o segurado será considerado segurador
J
prejuízos verificadas (CLAUSULA CE RATEIO) Liquidação de Sinistros
especial que estã constituindo, em regime de subsidiária integral, uma emprepara operar planos de Previdência Privada Aberta, que receberá a denode COMIND-Previdência Privada S.A., e ao entrar em funcionamento, assumira
da
diferença, participando, proporcionalmente, dos
A indenização serl feita com base na avaliação/ o reembolso tera por oase o valor fia pecuniária a oue o Segurado estiver ooriç- f pelo bem segurado. São indenizaveis', ainda, os .acrescioo d=s'custas judiciais e fionorári'j'
da extensão da perda ou dano material sofrido / eventuais desembolsos decorrentes ae orovidsn -
advogado ou procurador norieado oelo
cias tomadas pelo Seguraco, para aefesa, salva
de acordo com 'a Soçuradora, bem coro
V
guarda e preservação do objeto seguraoo ou para ses de socorro e salvamento, arrnazenagco, uv Binorar as conseqüências do sinistro, na propor da, rewibalaçCT e outras que tenham çao
do valor segurado.
para salvaguardar os bens transoortadcs c
correfites de medidas solicitadas pela Se?' '' Taxas Básicas
Variam entre 0,052 e 1,362, de acordo cora a dis
Variara entre 0,02% e 0,321, de acordo cS" Kl. «.
tância da viagem e são aplicadas ao valor segura tinciê oa Tiaoem, e são aplicadas ao vaío^ i do. Para viagens nos perímetros urbarejs, suPurbc
nos ou regiões metropolitanas 0,0152
bem ou mercadoria declarado no conheciB®^/
atualmente contratados junto a COMIND-Companhia de Seguros e por co£
• L .fih^la os direitos e obrigações a eles relacionados, sem qualquer alteração; fica
atuais Participantes do nosso sistema de Previdência Privada Aberta
u
de manifestação sobre a modificação neste ato anunciado, no prazo de 15 (quin 3 Contar da publicação deste comunicado".
manifesto de carga. Para viagens noSpei''i^|j'
urbanos, suburbanos ou regiões metropoli^ j 0,0152 Adicionais
/
Incêndio nos armazéns dos consignatirios- 0,150' (para 30 dias ou fraçto)
A cobertura básica nao i suscetível dí
incêndio em armazéns pcrtuãrioç-D.l-0D2 (para 3C
ção.
dias" ou f ração )-
Dctoriorizaçao por descongolafnenLO-D,152 Roubo-O.Dl ■
Üt*Bins riscos adicinr>ôis- a critério da segurado
ra, foni um mTnnm) d' 0,01
Obrigatoriedade Legal
EM.ii-.el iT id.i
di> ?1 . 1 1 .h.,.
al íni-i "ii" d(i art.rO dn OJ
m.irli
7
1 sTpUiclçr id,i [K.'la alTfx.'a "b" do art.'""'/
1 ilr Dl.ll .Mi u rt'quJ.iiMfntJdJ to i .ipítuln VI fio / '
peU"'
n*.' 01/:.?, de IV.O.i.;;?
Dl•( ri'• 1' fi" I'
BI.790*Pãg.Q1*26.11.84
* Vojxto BaAbo.òa Jac.queA e. coyií>u/.toA. de ?jnp/Leõaó
BI .790*Pãq,0S*^_Í
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, ■ ■ |,ri f i'i ii '-' i fíVrTHfiÉiiiiilaMáNrftiêi''MiíÉi<ái
ütiHU
'i
T—!=!
EXECUTIVO,LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO PODER JUDICIÁRIO
Apelaçao CTvel nQ 316 632
jjíribunal de Alçada - SP }' Caínara : Juiz Marcus Andrade - Maioria de votos
,|(A DE LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO - RENOVAÇÃO ANUAL PELA MUNICIPALIDADE - BASE
DE
K^5,[;0NSUBSTANCIADA NO NOMERO DE EMPREGADOS DA EMPRESA EM - ADMISSIBILIDADE - SEGU 'AÍADENEGADA - VOTO VENCIDO. EMENTA
. .
_
"Admissível é a renovação anual da taxa de loca
íc]: * '^'[icionarnento e instalaçao, como contraprestaçao pelo exercício do poder dê Metora H empreendimentos ' consistente particulares. na atividade administrativa, disciplinar, cautelar e Inexiste, por outro lado, qualquer ilega -_rw. . i*. i u^jw, v^uol•^uc^ i i cy^ 'OqMe fornece a dimensão calculo consubstanciada no numeroda deatividade empregados de empresa, crité adequada do desempenho administrativa." Uj
/''ádí» na hae
l . 'i l'A
Apelação CTvel n? 322 558
de Alçada - SP Si varo Galhanone-Maioria de votos CIVIL - ATROPELAMENTO E MORTE DE MENOR POR MOTONIVELADORA - CULPA DE
ÍEHnNrBflnA - RESPONSABILIDADE DO PREPONENTE - VITIMA QUE NSO EXERCIA ATIVIDAvnrn "" IRRELEVSNCIA DEVIDA POR 00 ARBITRAMENTO - DECLAut vuio ^ VQTo VENCIDO EM INDENIZAÇÃO PARTE - APLICAÇÃO DO FIXAÇBO ART. 1 553 CC. EMENTA
' r w,»'-
"Demonstrada a culpa do motorista preposto
no
morte de menor, responde o preponente pela respectip reparação e, nao
V| p *
atividade remunerada, a indenização aos pais serã puramente compen
^^0 alimentar, devendo ser arbitrada na forma do art. 1.553 do CC." Apelaçao CTve1 n9 324 657
j.%^' .l||
gbunal de Alçada - SP vara
X-
'1, * •! ', f
Alexandre Germano - Unânime
BI.790*Pã9,01*26.11.84
SEGURO - ROUBO - SEGURADO QUE, SOB AMEAÇA, DESCONTA CHEQUE EM BANCO E ENTREGA ^0 DINHEIRO AOS ASSALTANTES - FATO QUE, NO ENTENDER DA SEGURADORA, TERIA CONSTITUÍ
DO EXTORSÃO, ESTANDO TAL RISCO EXCLUTDO DA COBERTURA - ALEGAÇAO REJEITADA - DIS TINÇÃO SUTIL DA QUALIFICAÇÃO JURTDICA DO FATO IRRELEVANTE NA ESPÉCIE - AÇAO Ot
EMENTA
COBRANÇA PROCEDENTE - RECURSO NAO PROVIDO.
"Provados os danos e a^^falha objetiva do serviço,
qyg ,^eria ser prestado ao usuário, sujeito, até, ao gedagio, com fim especifico p^
EMENTA
I 1 1 I ■.1
ra
"Nao fica afastada a responsabilidade da se guradora pel^a cobertura do roubo, risco incluTdo na ap5lice, pelo fato de a aç9
' ■' ' ■; -iv i I
nielboramentos e conservação da estrada, patente e a responsabilidade adminis -
fu
"I
delituosa nao se ter restringido a um sõ ato, pois na esfera criminal os agente^ responderiam basicamente por crime de roubo, seja de natureza simples ou em con
Apelação Cível n9 306 227
tinuação ao crime de extorsão."
1? l^-íbunal de Alçada - SP Agravo de Instrumento nÇ 324 872
Câni3'"^
19 Tribunal de Alçada - SP 3? Câmara Relator: Juiz José Osório - Unanime
Juiz Ferreira da Cruz - Unânime
ACIDENTES PESSOAIS - SUICÍDIO INVOLUNTÁRIO - HIPÕTESE EXPRESSAMENTE EXCLUL
hl» CLAUSULA CONTRATUAL - INEFICACIA - INDENIZAÇÃO DEVIDA.
EXECUÇfiO DE SENTENÇA - REPARAÇSO DE DANO POR ACIDENTE DE VEÍCULOS - MUNIClPA^*já
EMENTA
DE CONDENADA - DEBITO A SER DEPOSITADO NO VALOR CORRESPONDENTE EM ORTN - LEL«'-„|)5
DE - VIOLAÇSO DE DISPOSIÇÃO CONSTITUCIONAL E ALTERAÇAO DA ORDEM CRONOLÓGICA
"Tratando-se de seguro de acidentes pessoais, de
PAGAMENTOS - INEXISTÊNCIA - AGRAVO NAO PROVIDO. E
M
E
N
ê 9 "indenização em caso de suicídio involuntário do segurado, sendo inoperante cláusula contratual que exclui a hipótese da cobertura securitaria." T
A
"A vitima de ato ilícito não e credora Í ^4
importâncias sucessivas^ isto e, do principal e, posteriormente, da
.!
lei orçamentária anual, nem infringencia de ordem^de apresentação, uma vez
f
tiria, mas, sim, de um único valor,_não havendo,que se falar em_desobedienc
Apelação Cível n9 169 937-8
e
169 938 - 1
5^ Tribunal de Alçada - SP
casul desde o primeiro momento a Municipalidade ja sabia o valor de
Juiz BÓris Kauffmann - Unanime
ORTN, certo como e que a totalidade dos débitos ajuizados sofre correção
1-0
ria por força da lei."
MO - SEGURO OBRIGATÕRIO DA EDIFICAÇAO - CONTRATO SILENTE A RESPEITO - RESPON -
^^ILIDADE do LOCADOR PELO PAGAMENTO DO PRÊMIO.
Apelação CTvel n9 314 204
E
19 Tribunal de Alçada - SP
^0
59 Câmara Relator: Juiz Laerte Nordi - Unânime
RESPONSABILIDADE CIVIL - AÇAO DE INDENIZAÇÃO POR ACIDENTE DE TRANSITO 7
T
A
"Nada impede que contratualmente seja estabelecj_
que o^seguro obrigatório deva ser_pago pelo inquilino.
Mas, silente o contrato
íí tiy, locação a respeito, a própria razao do seguro demonstra a responsabili_dade ^Iirietãrio pelo pagamento do prêmio, não podendo ser exigido do locatário."
do
DO RÉU A AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO E JULGAMENTO - REVELIA E CONFISSÃO FitiA DO PROCEDENTE - APLICAÇAO DO ART. 319 DO CPC.
Apelaçao Cível n9 50 890
í^^^unal de Justiça - MG
EMENTA
5^|Caiiiara
V,
"Apontando a inicial a culpa do reu e n do ela sido elidida por prova alguma em sentido contrário, mas confinn^o®
Desembargador Ayrton Maia - Maioria de votos \
ÍAuBINA - SEGURO INSTITUÍDO PELO COMPANHEIRO - PARTILHA IGUAL ENTRE A ESPOSA LEGÍ
confissão resultante da aplicação do art. 319 do CPC, a lide não compo»^" solução a não ser sua procedência."
E OS FILHOS HAVIDOS DO CONVÍVIO DO "DE CUJUS" COM OUTRA MULHER.
\i'URO , - instituição a CONCUBINA - INTELIGÊNCIA DO ART. 1 .474 DO CC.
Apelaçao CTvel n9 315 998
EMENTA
19 Tribunal de Alçada - SP 49 Câmara Relator: Juiz Benini Cabral
"i : ;
"Seguro. Instituição a concubina. Inteligência 1 .474 do CC. Se o instituidor do seguro estiver vivendo com outra mulher se casados fossem,__^e separado definitivamente de sua esposa, não ha como admi
- Unanime
RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO - ESTRADA MAL CONSERVADA - FALTA DE SINAL - ACIDENTE DE VEÍCULO - INDENIZAÇÃO DEVIDA. BI.790*Pãg.
1.. ■
OF I C I AL
ii nmiinr ii¥
,,f
seja a instituição do benefício ã concubina ofensiva ao disposto no
^4 do CC.
art
BI.790*Pâg.03*26,11.84
Entretanto, se o instituidor do seguro
dois lares concomitantes,_ou seja, com a companheira e a própria esposa
comum com a concubina e economicamente dependentes do pai, a eles deve ser ^ ^ ^ da metade do respectivo prêmio instituído.
Jomal do Conunercio
Voto vencido: Se o segurado era separado h
Devagar, Tobias
esposa e convivia maritalmente com outra companheira hã muitos anos, legit^^^sf®
seguro instituído em beneficio desta, mesmo porque o Direito não pode aliniç.J
de abstrações, firmando-se em preconceitos superados e sem vínculos humanos '"'^c devendo informar-se no meio dos negócios e das realidades. (Des. Danilo f
i 'Í.í
«I Ai
IMPRENSA
i inegivel^^que esta ocorrência caracteriza verdadeiro adultério, que i da proibição legal contida no mencionado preceito. Existindo, todavia,
Em livro recente {"The Invisible Bankers". besfseller nos EUA), o sr. Andrev.- Tobias desanca a
aplicação da teoria da culpa nos aciaentes de trânsito. E cila inclusive argüiçâo antiga: a do jovem bacharel Richard Nixon. A este, no dinâmico mundo de 1936.
aquela teoria parecera um anacronismo, desajustado
(REPRODUZIDO DA REVISTA DOS TRIBUNAIS - AGOSTO/84 - VOLUME NÇ 586)
às grandes rodovias e aos velozes carros de então, que tornavam quase instantâneo o inten>alò~entre o erroe o acidente. A culpa, disse ele. teria sido viável nos dias das estradas precárias e dos autiynoveis ron-
ceiros, quando ainda se podia, em Juizo, ser algo
preciso na descrição de um acidente e na detecção de
(; "t' ,1 ,
responsabilidades. Por sua vez diz o sr. Tobias que. no acidente, a
gravidade das conseqüências e mais uma questão de sorte que de culpa. E que também depende de sorte (da vitima) o culpado e responsà\el pelos danos ser alguém de largas posses, hipótese em que se tornam boas as perspectivas de indenização. Caso contrá rio...
Portanto, suprima-se a sorte, que não (.nsiumaser
justa para muitos, criando-se sistema mais equita-
tivo, protetor e ejicaz para todos. Para isso basta
elirninar a culpa e seu apêndice, a lide judicial. Não havendo uma, perde sentido a outra, por falta de ob
jeto para o conflito forense. Em lugar de ambas en
trará o seguro, fórmula extrajudicial de reparação
cena em todos os acidentes, substituindn n reparação
incerta, dependente de que o eventual culpado tenha recursos para honrar suas responsabilidades.
O sr. Tobias propõe então um seguro "nofault". Até ai, nada de original, porque no seu pais o seguro
1 ' ■ ''i'!
"sem culpa " é praticado em alguns Estados. Mas ele o reformula, amplia e inova, levando-o para o plano nacional com a porta fechada para demandas judi ciais em torno de acidentes. A originalidade da
proposta no entanto, corre por conta de outros itens. O seguro, antes de mais nada. perde a característica de uma instituição de mercado. Assume ostatus de um Fundo Nacional, sem que por ele alguém seja res
ponsável, já que o sr. Tobias nàose dá o trabalho de
il"
apontar quem pagará as déficils. .Mas idealiza, ^to
sim, uma original fonte de recursos (para as des-
pê^s correntes), lendo o cuidado de coloca-la a satvo dos habituais sonegadores do obrigatoriedade de seguro. O custo do seu seguro "nofault .pagavelpor todo dono de carro, será incluído no preço da gasolina
(40/50 centavos por galão), como o e o imposto fe derai Ele vê, nesse lipode tarifa {"pay as vou drive , como o chama), a virtude de emparelhar a ia.xa do seguro com o risco de acidente, ambos em correlação com a quilometragem rodada pelo veiculo. O sr. Tobias acha que sua proposta não atenta
contra a livre empresa. Tanto que. para 'ivrar seu plano da burocracia federai, entrega o atendimento
BI.790*Pãg.04*26.1l.^
dos segurados ás empresas seguradoras {de outras ramos), que nessa tarefa possuem agil> de e "knowhow". Contra a livre empresa ou não ^idem do Sr.
Tobias é de causar inveja ao Presidente da Oosstrakh. entidade que na União Soviética monopolizo o seguro obrigatório de automóveis e todos os demais seguros. Bem entendido, se lá existem sonegadores, burlando
fórmulas menos eficazes.
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1»^ ,áiÉÉiÉUfeáàÉIÉÉÍÍili
Luiz Mendonça 1
TniUÉtiiiiÉiifamíM iiii
BI.790*Pãg.01*26.11.84
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Fim das fraudes na previdência melhora o seguro Na opinião dos seguradores, a sduçào para o caso da cobertura
de invalidez permanente virá á
nados até 31 de outubro. Para os'
Fenaseg, Victor Renault, lembrou que o próprio ministro da Pre
contrates assinados neste mês e em
vidência, Jarbas Passarinho, ad
ses valores è imediata.
\ígcH'ar no seguro habitacional, a partir deste mês para as aquisições
De acordo com o presidente da Fenaseg, que já se manifestara
de I ° de janeiro para as anteriores,
ma fraudulenta.
performance
adotado quando a taxa de sinis-
tes neste campo. O presidente da
por invalidez foram feitas de fw-
ff
que terá uma nova tabela vigoran do a partir de I de janeiro próximo para os contratos assi
mitiu que muitas aposentadorias
ái
prevê um reajuste automático do prêmio do seguro, que pode ser
do prêmio do seguro habitacional
vá eliminando as fraudes existen
medida que a Previdência Social
Mercado espera
apólice compreensiva do BNH
acabou se decidindo pelo reajuste
As novas taxas que passaram a
dezembro, a entrada em vigor des
favorável
a . esta
iniciativa,
a
Uati^a Companhia de Seguros,
Flávio Gradin, observou que como se isso não bastasse ainda existem
t"í ', i
O
presidente
da
imóvel, decorrente de erros na
Federação
execução do projeto pela consirutora não figura como ^ P""* cipal, dentre as trés modalidades
Nacional das Empresas de Seguros Privados
e
de
Capitalização
(Fenaseg), Victor Renauli, revelou
que
o
"seguro
anunciado
Classe de Valor ciamenloem UPC
do
Taxa
Finan-
presidente
lemenie,
vem
ao
ao imóvel por incêndio, enchentes, etc.), acredita Victor Renault que a sua redução poderá trazer um grande ccmtribuiçào para dimin
encontro dos
formulados pelas segu
radoras às diversas administrações do banco, desde os tempos de
o déficit.
divulgados pelo BNH,
Segundo Renault, quando José Lopes assumiu o banco o pedido
foi
reiterado,
mas
apesar
O anúncio da criaçào do seguro
de performance, ei^edíenie que vai garantir o cumprimento do cc»i-
trato de construção do imóvel, dentro das especificações téc nicas, pelo construtor, foi feito
por
Da
Matta
há
ao pericdo janeiro/agosto. P uma arrecadação de prefni
da
crer."
poucos
Victor Renault
sários
sobre
o
assunto,
tação
desta
medida,
o objetivo de evitar de
tem
os
vícios
construção,responsáveis
por boa parle dos sinistros do seguro habitacional. Alguns empresários do setor de seguros, que operam como lideres regÍOTais do seguro habitacicHial, garantem que somados todos os sinistros do seguro habitacional
sirúslros a soma
j-Jt.
dem de Cri 20.8
Renault diz que quer ver para crer a
criação do
niímero já está defasado, seg fontes das seguradoras 4 ««.«m cm.rn habitacional. operam no seguro — Seus técnicos afirmam
déficit, em outubro, chegou dos Cr$ 60 bilhões.
Mas o que pesa
novo seguro
é a cobertura para danos ao imóvel. De janeiro a 10,
Morte/lnvalidez
0,00690 0,00784
0,04143 0.04705
até 1800
0,00863
0,05179
Para tentar amenizar o pro
até 2250
blema, enquanto não se consegue
até 3000
0,00932 0,01035
0,05597 0,06215
0,01103
0,06624
acabar com as fraudes das aposen
acima de 3000
!
tadorias por invalidez o BNH
a
arrecadação de
No final do ano passado sinistro passou dos 94% Adet^eriorizaçãoda carteira de
Já no primeiro trimestre/do atual exercido a taxa de sinistralidade do seguro ultrapassava o limite, chegando a 85,66%. Ou seja, de uma arrecadação de CrS 33,1 bilhões, as empresas
seguro nabitacional começou no chamenio do exercício indicava
No Rio, três
"•y® ^'"'^^'■alidade da ordem de 94,U2/o, comprometendo, portan
seguradoras
to, quase que por completo a rewita que fora de Cr$ 74.7 bi-
controlam a
Ite. Nos dois anos anteriores (81
arrecadação
se comportará bem abaixo do
dos prêmios
ea ) o coeficiente sinistro/prêmio imi e considerado suportável pelo BNH. que é de 85%. Em 1981 o
seguradoras
O seguro habitacional é uma das maiores carteiras do mercado
segurador, sonenie sendo su perado pelos seguros incêndio,,
*^""PQg°^^''mento foi 61,87% e, M ja ort^em de 65.9%. em 1982 a situação começou a preocupar, pois o pagamento dos sinistros começou a crescer mais que a arrecadação prêmios. Enquanto a receita
crescia nominalmente n8..'í8%.o
desembolsaram
CrS 31,6bilhôes.
automóveis e vida em grupo. Este desembolso crescia 153,94%. Em
tipo de seguro é sorteado pelo
1983, quando o índice de sinis-
BNH entre as empresas do setor, divididas em oito regiões. No Rio, as principais arrecadações estão com a Itatiaia, Atlântica e Ajax,
iraiidade
quase igualou com
a
arrecadação, este crescimento foi maior ainda — a receita aumentou
152,47% e o desembolso cresceu 260.15%
que juntas respondem por quase 90% dos seguros da região
w
nesta modalidade chegou
disse
que
valCH- de Cr$ 152,3 bilhões,^ seguradoras desembolsaram ^ bilhões, o que dá um défict
dias. Ele, ao informar os empre apenas que era a primeira prio ridade do BNH em 1985 a implan
Danos Físicos
0 a 800 até 1400
^0 passado, Na ocasião o te-
Segundo os últimos
Maurício Schulmman.
prcwnessa de serem incrementados os estudos, nada pode ser feito. Como a questào já se arrasta p<x muito tempo, o presidente da Fenaseg prefere aguardar ou, pelo que deu a entender, "ver para
(%)
validez do mutuário e danos 'isicos
do
BNH, Nelson Da Malta, recen-
apelos
Prêmio
de
de cobertura existentes (morte, m-
performance",
pelo
sào as-seguintes:
outros não — de encenações de mortedos mutuários.
provocado por danos físicos ao
Luiz Freitas (interino)
de novembro e dezembro e a partir
O diretor de produção da
vários golpes — alguns detectados,
i; fi
tralidade ficar elevada, o que está ocorrendo há algum tempo.
33,9 bilhões contra sinistr
(morte, invalidez e danos físicos aos imóveis), o déficit ultrapassa a casa dos Gr$ 60 bilhões este ano, e
não apenas os CrS
21 bilhões
anunciados no inicio deste mês
pelo BNH.
A relaçào sinis
tro/prêmio
do
Cr$ 24,6 bUhões. No seguro por morte do mutu anecadaçào dos oito meses do ano apcmtw
> iç,.or
de Cr$ 107,5 bilhões
pagos de Cr$ 93,1 bilhôes. Agran-
habita
de evasão está no seguro por i
cional, portanto, teria passado da casa dos l20°7o, quando o máximo
validez do mutuário, onde en
seguro
que poderia ser abscxvido pelo mercadoera 85%.
Embora
o
tipo de
sinistro
quanto se arrecadou em prêmios a
cifra de Cr$ 10,7 bilhões os des^íj?" bolsos chegaram a Cr$ 55,4 oi-
Segufe de eFéditc ainda sem definição da Abecip , J?®"' y^ieressante" foi, até
participação de todas empresas seguradoras privadas do mercado que bancariam cerca de 80% dos
y^ico comentário dado .^"'cos da Associação
ri
Entidades de
que culminou com a implantação do plano de equivalência salarial,
riscos. Os 20% restantes seriam
pela Fenaseg propondo a 'mplan ação do Seguro de Crédito
é que o assunto começa a ser
seguros dó Brasil — Irb. Este ói»
examinado.
gào, p<x sua vez, já se manifesta
Crdao Imobiliário e Poupançao ® encaminhado há quatro
modificações
introduzidas
pelo
BNH na comercialização do SFH,
O presidente da Fenaseg, VicDr Renault, disse que até agora W ouvíu
nenhum
comentário
ficial sobre o assunto por parte os dtngenies da Abecip. Na enti
dade, por sua
assegurados pelo Instituto de Res-» favorável a esta
Pela proposta original da
Ihões.
■ 1,1 li':: 'li
somente agora, depois da série de
A h
F""enaseg, o seguro de cródito è a opção encontrada pelas segura doras para substituir a cobertura
antes existente no seguro habi-
participação já
que seus técnicos paríicijfòram ativamente da elaboração da
proprctn
encamiJ»+fada
pela
Fenaseg à Abecip. Este seguro, tal como o que foi extinto pelo BNH. servirá para cobrir a inadimplên
lacionail, extinta pelo BNH. De acordo com cs estudos de poderá
cia do mutuàriodoSistema Finan
ser operado por umpoN com a
ceiro da Habitação.
Bi.yeo^Pag.os^ae.n.84
"'IL
BI.790*Paq.Q2*2^A -V T-f;-
Jjr., • • • ".T'"
l'.*!'!
í
'■ • ■
•:
i.
'
1 .
1.
Sai semana que vem dados
Outros
sobre corretor de seguros A empresa de procesíamenio
Segundo infornraçàoda direção
Secretaria de Relações do Tra
permitirá que se trace um perfil
balho, órgão do Ministério do Trab^ho, já definiu cb critcrios
de dadoB Dapax, contratada pela da Fenacor, a Circular da Susep Federação Nacional dos Corre
tores de Seguros -^Fenacor— para computar os dados do cadas*
tramento dos
profissionais da
área, garantiu (xuem que entrega a listagem de computador até
quinta-feira próxima, dia 29, para que a Superintendência de Se
guros PrivadosCSusep), proceda a depuração e emita o Cadastro Nacional de Corretores de Se guros.
A informação foi dada ontem em reunião realizada na sede da Fenacor, no Rio, no mesmo momento em que a Susep expedia, para publicação no Diário Oficiai da União, uma Circular criando definitivamente o Cadastro Na
absoluto da classe dos corretores
em lodo Pais, dissipando as dúvidas existentes e enquadrando
para reunir os diversos segmentos da área no âmbito da Consoli
dação das Leis do Trabalho (QJ).
todos os profissionais que» aluam
Para efeito de enquadramento
nos diversos ramos do mercado
sindical os profissionais foram
elementar, vida,
divididos em dois grupos: os que
capitalização, previdência privada
seguradcx"
—
atuam na previdência privada aberta e os que aluam na previ
eos preposios.
dência privada fechada. Em vista De acordo com os critérios des
sa Circular da
Susep, o Cadas
tro, que será emitido ainda este
disso, os profissionais de um ou de outro grupo poderão até criar as sociações de classe distintas.
Outra definição no âmbito
novos profissionais que surgirem
trabalhista é com relação a si
no mercado e dando baixa em
tuação do preposlo do corretor de
outros que por qualquer motivo
seguros, que agora passou a ser
cional e regulamentando o sistema de cadastramenio com base em
Com relação especificamente aos profissionais que atuam na previdência privada, a Comissão
considerado, perante a Lei, como empregado do corretor. Com istoo recolhimento do imposto sindi cado dos prepostos paMOU a wr
são de registros de corretor de seguros.
de Enquadramento Sindical, 'da
_ Seguro de Transportes
íransportes Internacionais - novas
listruções sobre Operações do Segin*o (UI) LUIZ LACROIX LEIVAS
entender sobre operações de câmbio, ao converter moedas,devendo,conse
Continuando as considerações so
quentemente,saber sobre os seus sím
bre esboço das Novas Instmções, en
bolos e denominações(USS dólar itut-
caminhadas pelo IHB aos membros
te-americano, L libra esterlina, do
tomar o fio da meada e a fim de
Reino Unido, yen japonês ou SKr coroa sueca, por exemplo); lida com os vários meios de transporte, trens
da C8TC da FENASEG. antes de re
pennltlr um melhor entendimento da
ano, poderá ser facilmente reatualizado, acrescentando-se os
tenham seus registros cancelados.
critérios para anulação e conces
m|i
desta coluna menos familiarizados
(vagões abertos ou fechados, gaiolas, frigoríficos), caminhões, aviões, na
^as operações do seguro de Trans pira ou aos iniciantes nas atàvída-
vios (cargueiros, de passageiros, pe tzoleiros, tanques, graneleiros, rebo
quilo que se vai expor àqueles leitores
^dessa Carteira, vamos tentar uma ^ira dissertação sobre a estrutura,o
«queleto desse ramo de seguro, suas
local para outro alguma coisa, tal
de bandeira, nacionalidade, armado res)- obriga-se a conhecer noções de Direito de Navegação, Comercial Ma rítimo e Terrestre, Códigos Civil, de Pnx^sso Civil, Comercial, Contratos,
r™ "Oa sujeito à ocorrência de ris-
fteau amento das Estradas de Ferp,
^cterísticas e mecanismo de fun cionamento.
Toda a vez que se transjjorte de
canalizado para o Sindicatos dos Securitàrios'.
^cuja efetivação resultará em prepara o patrimônio de seu proPassíveis de indenização
^
da Instituição do seguro, no
tat?
o avô do seguro. É o mais 3® todos os tipos de seguro e,
«o o seguro de Transportes, conhe-
Montadoras com anti furto
de tentados, vamos deixar pa-
O presidente da Federação Nacional das Em
presas de Segures Privados e de Capitalização — Fenascg, Víctor Renault, disse estar de acordo cora a
hitíAo seu curioso wíjx)estender em outrasobre ocasião,
criação de um dispositivo anti furto para automóveis,
a
haja obrigatoriedade para um ou dois sistemas, tendo
clonaíT
mas ^scolha do equipamento deve ser livre, sem que
em vista a existência de inúmeras invenções brasi leiras jà patenteadas,
^ra o dirigente da Fenaseg, o Instituto Nacional de Propriedade Industria) — INPI. dispõe de um a^rvo considerável de invenções de brasileiros que
podem ser utilizadas pelas montadoras no cumpri mento de uma possível lei que as obrigue proteger os veículos com dispositivos de segurança, já durane a sua fabricação. Sendo assim, entende que a escolha doequipamentodeve caber aos próprios fabricantes. Segundo Viçior Renault. a instalação de
seguro e cativa dele se ocupam. Para o
atividades tecno-opera-
tos toas
ramo de seguros Transporenvolvido nas mes-
dr
possuir ou procurar adqui-
toènta* um nível de conhecidi^gerais acima da média requedho rio ® demais ramos. No desempefunções,ele utiliza conhe-
PolítiPn , e Geografia econômica, física, quando está no-
flestinh
ou cidades de Inicio ou
prazo, pois há o problema de dimensionameruo da
dõs idftJ*.J*®8ens, municípios, estados n^^^oando rios, mares, ocea»éré^r^®' ferrovias, rodovias, rotas CobrTioL ^^'^^do a conhecer algo toémio tS?'®Çflo aduaneira e do coQiãjytr,,f*^rior. no momento em que
frota brasileira de veicules usados. Mas com relaçàoa
ÇSo
Declarações de Importa-
bfiíi
aduaneira e suas alíquotas
equipamentos novos não visa resultados a curto
de Importação e de
estes, acredita que os seus proprietários poderão ser
da^ *25 o desembaraço de mercado-
sensibilizados e passarem a adotar os sistemas exis tentes no mercado, que não sâo poucos. Dezenas de equipamentos anti furto, com di
ãdba®Pdcaçâo e cálculo de Direitos
ferentes métodos de ação e de bloqueio das diversas partes dos veículos (circuitos elétricos, alimentação de combustível, mecanismos de tração, etc) estão sendo comercializados hoje e. portanto, é só esperar que a pressão do risco do furto e o exemplo do incentivo
resultante da ericiéncia dos equipamentos que te nham sido instalados pelas montadoras façam com que os proprietários de veículos usados se sensibi
lizem e passem a utilizar os métodos disponíveis no
cadores, "lash"". porta-contalner. "roU-on-roll-off", sua tonelagem, ida
(Imposto de Importação e
Códif "3 Brasileiro do Ar, Convenções Internacionais, como as de Varróvi^ de Hamburgo, as Regras do YorKAntuérpia, decisões da UNCTAD, Le gislação Portuária e Aduan^. Con^tos de Transporte. Conhecimento
de Carga e Manifestos, Fatu^ Co
res do seguro, as QarantlM, Cláusu Ias os diversos cálculos de val^ seéurados, de conversões, de f^ ama. de prêmios. Ele deve íct noções também, de Idiomas estrange^
principalmente o inglês, para enter^
mento de cláusulas, correspondénma^ laudos e outros documentos que lhe chegam com freqüência às mãos suú desembaraçt de redação e intim dade com a temimologia objeto das •Incoterm de aso comum no comer
cio internacional. lgüalroent«^?*^
conhecimenios de Química, Físjca Matemática lhe são nao rararnente exigidos, especialmente na anaii^ reg^ação de sinistro do ramo, além da utilização de escalas de pesos a medidas e mesmo conhecimento de
de Produtos Industriallzadoa
manter-se a par do deaenvolvtmente
«da situação política internacional, de relevo na aceitação e taxação de em barques envolvendo áreas vitimadas por conflitos, como no caso ixesente do Golfo Pérsico, com influência ?ra-
vosa nas taxas especiais para cober-
teta n??'u® variados tipos de embala-
tiira dos riscos de Guerra ou nos casos de greves, motins, tumultos ou como
teq
ções civis, freqüentes em zonas por tuárias ou aeroportuárias, em ferro
propriamente e para o
mercado.
tãs ?®d8porte, tais como vidros, la-
(REPRODUZIDO DA EDIÇAO DE 23.11.84)
de papel, de fibra, de plásticos, W^tes. bombonas, páletes, contai-
de madeira ou de papelão,
V á granel fardos, engradados, amarrados, etc, etc,; necessita
ao técnico do seguro de Transporte o exercício de suas atividades, exlgindo-lhe, porém, permanentes estudo e
aperíelçoamento. Refreemos esse entusiasmo e vol temos "à vaca fria"..
Conforme jã enunciamos no se
gundo artigo desta série, o seguro de Transporte foi dividido em dois gitmdes grupos: Viagens Necíois.is e Via gens internacionais. Atendendo-se à natureza dos
meios de transporte, classificam-se esses seguros em marttímes,fluviais e lacustres, terroviários, rodoviánes,aé
reas e postei. Independido do meio de transporte, enconteam<M outros ti pos de seguros de Transportes,os das chamadas Modalidades Especiais,
compreendendo, entre outros, os se
guintes: Seguros de Títulos am Malo
lidas per Pertáderes, Seguros de
dlveíai??®^clatura de mercadorias, •dercflri r® 08 seus conhecimentos t^^aoiõgicos, ao classificar, para ft^m^diatértas primas, produtos prt'°^uíatu.Tado6 ou semi-maaoç^^dos, desde os mais comuns ^wllzadt» no acondicionamento
Essa diversificação e dinamismo contribuem para tomar tão atrativo
de Ressarcimento, leitura constate de pubUcaçôes técnicas e perii^cos
História, carecendo particuiarmente
raros e sofisticados; tem que
ciário sobre o tempo,fator decisivo no
tes, Seguros do Mostruéries sob a Res-
nejo das tarifas, o pleno conhedinen to das condições Gerais e Partícula
vias ou em paralisações de cami nhões, capazes de repercussão nas coberturas especiais dos riscos de
Greves, sendo indispensável, outrossim, que se mantenha atento ao noti
U i ■ ■
feliz transcurso das viagens segura das ou responsável por graves trans tornos nas viagens marítimas.
merciais, Conferências de Frete, Ju risprudência sobre decisões e Açô^ diários. Aíora, é claro, do domínio que esse técnico deve exercer sobre o ma
!' 'í j ■ I
pensabilidade de Viajantes Cemercieis, Seguros de Mercedorías CenduTransportes que ibranjam Operações Isoladas, Seguros de Bagagens Acam panhadas. O Seguro de Transportes é con tratado através de um instrumento
denominado Apõíica, pare o qual ser ve de base a Prepesta, nele inteira
mente reproduzida, oontendo todas as características do seguro, tais co
mo o valor segurado(verbas),o objeto
segurado,com especifica^ da quan tidade de volumes, tipo de embala
gem, marca ens.,espécie da mercado ria,a viagem,origem e destino,o meio de transporte, a data de saída, os riscos cobertos, a taxa aplicada, a
franquia, es cláusulas apropriadas, as condições de pagamento do prêmio e dos sinistros, o Limite de Responsabi
lidade, o cálculo do prêmio, a data de emissão, as Condições Gerais da Apó lice geralmwite impressas no verso
ou em anexo, as assinaturas do segu rado e do corretor, na proposta e da
seguradora, na apólice. Sâo utilizados dois t^jos de apóli
ces de seguros Transportes. Para a cobertura de embarques Isolados ou raramente contratados, emlte-ae a
apólice denominada únies, «vuIm ou
timplM, isto é, cobrindo exclusiva mente uma determinada viagem, fin
da a qual a a^Üce este extota. Esra apólice discrimina os detalha especí ficos da viagem segurada e o prêmio correspondente à mesma deve wr pa go antes do início do ri^. Nâo é demais esclarecer, na oportunlda^, que "prêmio" é o valor em dinto^
resultante da apltoaçâo da texa devl-
BI.790*Pag 01*26.11.84
1 ■ r
da sobre a importãacia segurada, ecmstante da apólice, pago pela segu
rado à seguradora, esn troca do com
promisso desta em assumir a cobertu ra dos riscos contratados, pan indeni
zação ao segurado dos prejuízos resul
0,1.
tantes de eventuais ocon^ncias de
sinistros cobertos pela apólice.
Ih'l f. hj
IRB e o
Nos casos de^Üimas com embar
ques numerosos e freqüentes, é utili zado outro tipo de apólice de aeguro
Transportes, a denominada apólice aberta ou de averfoaçéet. Essa apólice
resseguro livre
é emitida contendo todos aqueles tó
picos citados quanto fc apólice almplet, porém de íoreia genérica, sem
m.
parücularizaçfto dos embarques, os
quais ser&o avisados b Kgurâdora b
'.'ii i I
Convidado a falar neste
medida que se forem verificando a^ •i -7 'i f I
U
vés de um documento chamado de
Congresso (II Conec), aceitei a
avertMçáo. Esse documento deve con
tmvocação e o tema
ter todos 08 elementos relativos ao
mposto, no qual se indaga tére a compatibilidade do fmeguro livre com as funções
embarque a que se referir e será entre
gue b seguradora antes da salda do meio de transporte, a nào ser quando
J ífi
^nde interesse e sobre eie
cional. A existência de mecanis
iempre é oportuno conjecturar
mos que cimentem e garantam essa integração é imposta por
Èrrarto AIbrecht
duas razões básicas. A primeira delas está na própria natureza
Veja-se, por exemplo, o caso do Brasil. A primeira empresa se guradora — a Boa Fé - foi orga nizada em 1808. E depois da in dependência política, proclama da em 1822, outras seguradoras
çba definitiva. No Inicio de cada mês,
^rnídentedo IRB
a seguçadora emite uma fature ou conta menu!, englobando todas as
institucional do seguro, que fun
aqui viriam a ser criadas. No en
ciona como um captador de pou
tanto, mais de um século depois
prêmio devido, corr^pondente bs
panças para a repartição financei
da independência política, o se
Outro documento utlUzado no ra
ra de perdas aleatórias. São pou
guro, ainda mantido sob o con
mo de seguros Transportes, aliás, em qualquer Carteira de Seguros, é o cha
panças sui generis, que se devem
mado Endosso, como usualmente co
radicar na economia onde foram
nhecido ou Aditivo como seria mais
geradas, para aí — e em nenhum
aprt^rlado. Trata-se do documento
A matéria continuará a ser desen-
voivirift na próxima •^^rca-feira,
de Transportes de carga e dcw contêineres.
divisas — ou, no dizer do Presi
ra que o seguro adquirisse escala internacional, remonta à mais re cente expansão do colonialismo.
Transportas, Cascos a RCTR-C do Sin dicato das Empresas da Saguros de Estado do São Paulo a associado da Sociadada Brasilaira da Ciências de
(REPRODUZIDO DO 0 ESTADO DE SAO PAULO - 20-11-84 -
SEÇAO ELABORADA POR EUREKA F.S.C.) I I.
Í'1
integrado.
Era
um
segmento
País, por onde se drenava para o exterior substancial volume de
dente Vargas, ao inaugurar o IRB, "economias que constituem o sangue e a vida da nacionalida de".
De suas metrópoles, as empresas
A sangria cambial era, no en tanto, o efeito. A causa, por de
do o mundo colonizado, plantando-se solidamente onde chega vam. Com esse amplo raio de
trás dela, estava na falta de incor
seguradoras irradiaram-se por to
Seguro o da Associação Paulista dos Técnicos do Segure.
'f
ponto inevitável, tendência do se guro para a internacionalização.
Sagures Transportas, ax-Dirator das Saguradoras, "FInasa" a "Untvarsai", ax-mambro da Comissão da Saguros
nomia nacional, nesta realmente
aberto e voltado para fora do
O primeiro e grande passo, pa
fortalecer cada vez mais, adqui rindo vigor patrimonial e mon tando bem articulada rede de
poração ou de Integração da ati vidade seguradora à nossa estru tura econômica. Daí a missão inicial do IRB, ajustada às cir cunstâncias da época: nacionali zar o mercado de seguros. Nacio
operações, tão extensa quanto
nalizar no sentido de torná-lo um
as próprias bases geoeconòmicas dos impérios construídos. Assim, os sistemas seguradores das me
dentro da economia nacional e
ação, tiveram condições para se
trópoles coloniais alçaram-se a
l ■ ■.')■
>■ .
iMMdÉd
v'!;
mercado brasileiro, voltado para para as efetivas necessidades na cionais; um mercado técnica e
Bl.790*Pãg.03*26.1l.84
BI.790*Pig 02*26. IJX
k'i'
trole absoluto de capitais e em presas alienígenas, ainda não era um verdadeiro segmento da eco
outro lugar — produzirem os be nefícios e proveitos para que fo ram captadas. A segunda razão deriva da acentuada,- e até certo
* Uuii Lacreis Larvas — á Técnico da
-
econômica mundial.
averbaçóes que lhe foram entregues no mès anterior, para- cobrança do
legítimo para a formalização de qual quer alteração, correção, acréscimo ou aviso a ser procedido na apólice ou averbação.
íí
essencialmente político, de rele
depois arredados por outros siste mas que viessem a emergir ao longo da história da evolução
segurado a averbai codos os seus em oarques permite-se que faça entrega
mesmas.
.♦i'I
do IRB subordinam-se a objetivo vante interesse público: a integra ção do seguro na economia na
tuída post^ormente por uma averba-
. irli
da qual dificilmente poderiam ser
íH/a/í do ÍRB. o tema é de
de uma cvcrbcçáe proviiória. com os elementos principais, que será substi II
vantajosa posição de vanguarda,
êutemiticc pela qual obrigando-se o
contratada a ciáuiui* dc cobcrtun
'í
Na abordagem dessa importan te questão, cumpre antes de mais nada ter presente que as funções
i'. •, . 1 í i •( 1
Wr\
à- 'í iV
i;
operacionalmente
afeiçoado às
características
interesses
e
da
própria demanda interna, isto é,
O volume de prêmios expandiuse em ritmo bem maior que o do PIB. No entanto, a economia do
movendo-se em função de mode los e soluções nacionais; um mer
País também mudou de escala.
cado que, para funcionar com es
tante o salto considerável então
ses padrões e objetivos, deveria, enfim, e necessariamente, ser ocupado e dominado por empre
dado, mesmo assim teve que pro
sas nacionais.
O IRB cumpriu, integral e sa tisfatoriamente, item por item,
sua importante missão inicial. A volumosa sangria cambial dos anos 30, que tanto enfraquecia e
preocupava, tornou-se, a partir do IRB, comparativamente, um filete. Nos últimos cinco anos, mantendo-se tendência já ante
E o mercado segurador, não obs curar uma fórmula para reforço
de sua capacidade retentiva, sob pena de elevar-se o índice de es coamento de divisas. Criou-se na
quela época o Excedente Único
de Riscos Extraordinários, com a participação do Tesouro Nacio
nal, para trazer ao mercado um suplemento de capacidade reten tiva.
A tendência para a internacio nalização é, pois, inerente à ativi-
riormente consolidada, os resse
pois sabemos que daquele merçí'
do o Lloyd's de Londres extraia metade da sua receita anual
prêmios. Nos Estados Unidos,'' resseguro é livre, e lá ultimaríi^"'
de Cr$ 20 bi em 9 meses
te se vem procurando outra mula de contenção do fluxo riscos e de divisas para o
rior. Criaram-se, à imagem c ^ ■ melhança do Lloyd's, as
de Seguros de Nova York Cíi''
Cri 10,7 bilhões e desembolso de Cr|55.4
primeiros casos, o imóvel é quitado pela seguradora e, na terceira hipótese, a casa
bilhões.
que chamamos de rarrioj'. ^iv
tem as obras pagas pela companhia de se
20 bilhões, ocasionado pelos pagamentos
tares, foi superior a US| proposto pelos orgg^ 1 r-aan|>a deste Congresso, certarqg^®
da velha tese cia ''^erdaq^
pagar indenizações de Cr$ 199,7 bilhões.
•O BNH poderá cobrir o déficit de Cr|
guros.
do seguro habitacional, com recursos do
Os dados, do BNH, continuam apresen tando maior déficit na cobertura corres
Fundo de Assistência Habitacional
(Fundhab), no período de outubro a de
pondente à invalidez do mutuário, já que
zembro. Em janeiro próximo, os mutuá
neste caso a receita atingiu Cr$ 12,8 biIbões e os desembolsos das companhias
rios terão reajuste de 30 por cento na taxa
Cri 63 bilhões, ou seja, uma diferença de
ção. A informação foi dada ontem pelo
de seguro, o que deve normalizar « situa Presidente do BNH, Nélson da Matta, ao
Essa tendência vem se registrando
explicar que. pelo acordo que está sendo
desde julho deste ano, quando a arrecada
ção referente ao preço do seguro chegou a
acertado, as companhias de seguro ban cariam até 85 por cento do prejuízo,fican
Cr| 100,7 bilhões e as indenizações a Cr|
do o banco com o resto.
i-u
"A volumosa sangria cambial dos
tor de serviços no cornércj. dial. E essa nova onda, pr rece, já terá envolvido q
anos 30, que tanto enfraquecia e
GATT. Sobre essa
rior. Por quê? A resposta, a expli
preocupava, tornou-se,
teramericana de
cação disso, reside na feição nova do processo de internacionaliza
a partir do IRB,
guros), em sua recente
comparativamente,
conjunta com o Comitê
ção do seguro.
um filete."
do mercado interno com o exte
berdade, a FiDES (Feq
O avanço da industrialização,
dade seguradora, E dessa tendên cia nenhum sistema segurador até noje conseguiu desvencilhar-se nao importando nem mesmo a natureza da organização econô
dos setores de atividade econômi ca. A conseqüência de tal mudan ça foi acentuar-se em toda parte a necessidade de pulverizar, ex ternamente, o que os mercados
os sistemas, de alguma forma em maior ou menor proporção, inte-
internos não eram capazes de ab
grarn a comunidade internacional
mica (capitalista ou socialista) do país em que ele funcione. Todos
de divisão de riscos. A esse res
dos chamados grandes riscos. A
peito, convém não esquecer que
propósito desse fenômeno, lem
o mercado segurador dos Estados
bro seus efeitos no caso especí fico do mercado segurador brasi leiro. Neste, a fase áurea, a de
Unidos, faturando na economia interna do país o equivalente a
quase 50% da receita mundial de prêmios, ostenta, ainda assim, la cunas de capacidade retentiva, E
por isso paga elevado tributo.
(REPRODUZIDO DE O GLOBO - 21 .1 1 .84)
Perspectivas para o
|i^
Corretor de
Seguros num mercado recessivo
ros da Comunidade Econôit^^ Européia, acaba de fir^gj. ção. Ressaltou a FIDes •
trimonial, foi a da década de 70.
'
cena internacional, mais
permaneça aberta para a ligação
maior e incomparável crescimen to, tanto operacional quanto pa
çfio(BNH) CrJ 179,7 bilhões e tiveram de
Cri 50,2 bilhões contra as seguradoras.
e relevante. Trata-se
te reduzida nas dimensões atuais,
sorver: o elenco cada vez maior
fOl
pode ser omitido um
inevitável que essa janela, bastan
dos riscos em numerosos e varia
ra este caso. Cr| 7,1 bilhões e pagaram,
apresentou o seguinte quadro; receita de
I
valores absolutos. Entretanto, é
apoiado num extraordinário pro gresso tecnológico, mudou por completo a escala dos investi mentos e, portanto, a magnitude
to porque as seguradoras receberam, pa
deste ano. As seguradoras receberam dos mutuários do Banco Nacional da Habita-
A apólice habitacional dá três tipos de
me
Não direi que esse volume de
receita apurada de janeiro a setembro
cobertura: morte, invalidei do mutuário e danos provocados ao imóvel. Nos dois
que, em conjunto, não totaliZ®'
Na análise do tema
resseguros passivos, na verdade bem pequeno em termos relati vos, deixe de ter importância em
corrente basicamente da cobertura de in validez do comprador da casa própria. Is
ram US$ 300 milhões, volume de prêmios do segurador do país, abra
cago e MIami. As três, nó passado, realizaram operaçB^^
Ihões.
pela economia nacional.
110,3 bilhões. O problema do déficit é de
o seguro babitacioaal. obrigatório para todos os mutuários de imóveis fioanciados, está com déficit de Ct|20 bilhões na
sob a forma de indenização, Cr| 22,4 bi lhões, Em agosto, ainda na parte referen te aos mutuários que conseguem a quita ção do imóvel por invalidez, o seguro
guros transferidos ao mercado in ternacional não ultrapassaram a média de 4% dos prêmios gerados
Seguradoras têm déficit
-
Guilherme Afif Domingos
América Latina, quase toqíjí
países mantêm '"^servas qg iiif cado em favor de empresas
nais de seguros, po^deranq^d''j abolidas tais reservas,
seguradores da região
expostos a verdadeira devast0*.| E para essa devastação ng^ íf
necessário que os mercaqoj j/
grandes e poderosas econíJií^^' centrais recorressem
Bastariam as diferenças
que os distinguem: nos pgqii^ mercados, as tarifas por defidUí'
são maiores, em face de Irwp^ J vos técnicos e econômicos; grandes mercados, tambéif
definição, as tarifas são med''-/ colocando-os em grande
gem competitiva. Guilherme Afif Domingos
(REPRODUZIDO DA REVISTA A PREVIDÊNCIA
SETEMBRO / OUTUBRO DE 1984)
BI.790*Pdg.04*26
"Caro amigo, Dr. Francisco de Assis Figueira, superintendente da Superintendência de Seguros Privados, que hoje nos honra sumamente com a sua. presença, vindo nos prestigiar neste momento em que pre tendemos transmitir alguns pontos de vista da atual conjuntura e o merca do de seguros diante dela. Meu caro amigo. Fontana, presidente da Sociedade Brasileira de Ciência de Seguros; minha cara D. Haydée Judith BI„790*Pag.Q5*26.11 .84
i «üji- . .
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é^á.ifiÉi'iáiiiÉtááÉÍiÉatÉi'i >
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Zemella, delegada da Susepe em São Paulo: Sr. Antonio Carlos Seriquio, aqui representando o Diretor do Clube dos Corretores de Seguros: meus companheiros de Diretoria da Indiana Cia. de Seguros, nreu pai, Jamll Domingos. Cláudio Afif Domingos. Luciano Afif Domingos e Agostinho Filijpelli Meus caros e queridos amigos, companheiros da Indiana. Cor. retores de Seguros que também em tanta quantidade e qualidade, hoje. aqui se encontram presentes. Pretendo, nesta palestra, transmitir alguns
pontos aos senhores, que julgo do maior interesse, e prometo me esforçar 80 máximo para que vocês tenham a recompensa de terem vindo a esta
Fui buscar num historiador muitas das explicações das coisas que estamos vendo no dia-a-dia, na situação real. Este historiador, hoje des ponta no mundo como uma das maiores personalidades, sendo uma das maiores autoridades em História. O seu reconhecimento é tão grande que a Academia Francesa acaba de acoihê-io em seu selo, o que é um
qrande prêmio para uma pessoa que está com 85 anos de idade. Para que vocês tenham uma Idéia de quanto ele conhece o Brasil, é o fundador
Bem, creio que a granae preocupação de todos nos. sem dúvida, é a crise. Porque não se fala de outra coisa senão da crise. Somos bom
do Departamento de História da Universidade de São Paulo. Em 1936. Veio para -cá juntamente com um grupo de franceses, com a finalidade de
bardeados todos os dias ao ligarmos a televisão, ao abrirmos os jornais. Os gráficos dificilmente indicam uma melhoria — a não ser alguns, na tentativa de melhorar o aspecto do doente. Se chegarmos para um doente, todo dia, 8 lhe falarmos que está com olheiras, está branco, está abatido,
fundar a Universidade de São Paulo. Trata-se do professor Fernand Braudel. Este homem fez um trabalho de pesquisa muito aprofundado, um
esta situação, temos que falar que esta melhor, está melhorando. Enfim,
algum esforço em termos de mostrar com alguns gráficos, a guerra contra a mfiaçao, Mas. na verdade, creio que devemos se'- absolutamente realista_s quanto ao que está acontecendo, A situação é difíci l, mas acredito que
nao podemos nos isolar do que está acontecenao no restante do mundo. Creio que precisamos entender que c mundo .jassa oor período característico de uma nova fase.
.'7.
sncontrar caminhos, novos caminhos 8 entender a nossa realidade.
reunião, com alguma nova idéia.
estaremos contribuindo para piorar seu estado de ânimo; para evitar
'f.
Associação Comercial e na Confederação das Associações Comerciais, porque nossa peregrinação tem sido muito grande por todo este País,
Estarnos vivendo num período de mudanças aas .nais profundas na Historia da Humanidade. E, eu creio que é importante para todos nós entendermos urn pouco este momento. Por isso. eu gostaria de fazer, na primeira parte da minha exposição, uma exDÍanacàü a respeito do que estamos enxergando e. depois, adaptar a con,untura do mercado de segu
trabalho que visava, antes de mais nada, analisar os fatos que não entraram para a História, que é escrita... Nós conhecemos os grandes heróis, grandes batalhas, os Idealistas, mas. na verdade, ele escapou um pouco da análise desses fatos, preferindo analisar a História através dos motivos que geraram os fatos históricos e dos quais não se tem registro. El^e tem
órna conclusão excepcional, que eu considero fora de série, ou seja: quem dá o curso para a História não são os grandes heróis, os idealistas, as Srandes batalhas- mas o cidadão comum e a sua necessidade de sobre vivência no dia-a"-dla". Não há instrumento legal que possa ser imposto quando as necessidades dos cidadãos os Impelem a uma determinada direção, é necessário, isto sim, que esta tendência seja acompanhada por todos.
E. quanto ao Braudel, tenho aqui alguns trechos de um trabalho que de grande importância para transmitir a vocês e que serão facil'^ente inteligiveis quando eu abordar o mercado de seguros dentro desta
ros a esta realidade.
^salidade.
E vou ser muito franco com vocês: uuimamente não tenho dado muito ouvido aos economistas, embora os respeite demais. Porque, na
Perguntaram ao Braudel porque toda essa inflação, desemprego, derrocadas aparentes, tanto nas sociedades capitalistas quanto nas so cialistas, pobreza no' 3." Mundo, oscilações desnorteantes do pêndulo
medida em que grandes autoridades na matéria Gconômica. sejam elas
autoridades em postos de comando no-País ou no comando de cátedras na Universidade, hoje, também sentem-se ate frustradas nas fórmulas. nem tudo que se esta propondo da certo. E nos, quando assistimos a
um debate na televisão, se alguém propõe uma medida, que vise refor. mular, temos aquela sensação de já termos assistido a este filme. Porque
talvez, ha 2 ou 3 anos. alguém já falou da medida, tentou adaptar. . - e a coisa nao aconteceu.
Tenho procurado então, em minha atuação não so como emoresãrio mas, acima de tudo, como representante dp ciasse, no nosso núcleo, na
Político,'ora da esquerda para a direita, ora da direita para a esquerda,
^iiás. está aí a França para demonstrar isso. Sem dúvidas, na próxima eleição a direita ganhará na França e depois a esquerda ganhará de
oovq. e assim sucessivamente. O pêndulo político é desnorteante no mo-
P^snto em que estamos passando. Veja, responde Braudel, estamos em a uma longa crise, que os historiadores chamariam de crise secular. Quando um político diz "logo sairemos desta crise . o historiador tem vontade de rir. Continuaremos nesta crise até o ano 2.000, porque é P® Uma crise de estruturas. Porém, ele pede para não nos assustarmos
BI.790*Pig.07*26.11.84 BI.790*Pãg.06*26.11^7
r.ah
iiiii
i ''
do sistema, porque ele é quem vai dar ou ditar as regras do jogo. E o que é que está acontecendo no mundo inteiro?
com a história de estrutura secular porque trata-se do mundo real e não do mundo abstrato. No 3.° volume do livro "Civilização e Capitalismo", do século XV ao XVIil. apresenta três espécies de explicação do mundo atual. Numa base existe uma vida de "debrut", de grandes, de mercados
É lógico que a crise está aqui. A medida em que os governos avançam
^1 ' , , í"'
nessas áreas e vão estatizando a econOmia, ninguém quer estatizar onde
existe regime de mercado, todo mundo quer estatizar onde existe cartório. Aliás, a coisa que mais se gosta é de ter cartório. Uma atividade em que ninguém nos Incomode. Há reserva de mercado aqui no Brasil, não se fala
negros — não pago meus impostos, não preencho minha declaração de
noutra coisa, então temos que abrir o olho porque quem quer reserva de
renda — e essa camada é muito considerável. Essa economia clandes
mercado não quer competir.
tina, que não aparece nas contas de rendas nacionais, representa talvez
Então, aqui acima nós, estamos assistindo a oscilação do pêndulo
30% da economia nacional francesa e 40% da italiana. É a salvação das pessoas comuns que dizem: "precisamos ir em frente", "precisamos encon trar um jeito". Braudel cita a Itália e deixa perplexos muitos americanos. O governo faliu, as grandes indústrias se encontram no caos, os terroristas
político. Estamos assistindo, não só no Brasil como em todo mundo, ao
Invés de produção e produtividade, déficits constantes. E já que isso tem força, se repassa o déficit para o restante de toda a sociedade.
pululam. Ainda assim, a vida de todo dia continua na Itália. No geral, a
Nós estamos assistindo ao repasse dos grandes países para os me
sociedade resiste à crise. Braudel cita uma cidade italiana chamada Prato,
nores, das grandes empresas para as menores, dos governos para os seus contribuintes. Vejam a França que François -ivlitterrand, na alucinação da socialização, estatizou as grandes empresas para distribuir os grandes lucros pela população. E o que aconteceu? Ele assumiu e está distribuindo prejuízos, porque há a maior inflação da história da França. E o pêndulo
perto de Florença. que faz melhor do que resistir à crise. É. no momento, uma cidade totalmente próspera, cheia de empresas minúsculas. O povo trabalha 12, 14 ou 15 horas por dia, tem 2 ou mais empregos. Não se preocupam muito em respeitar as regras, mas estão extremamente
peros. É assim que as coisas são: quando tudo vem abaixo, no topo da
vai voltar, os mesmos grupos vao voltar e pensar na privatização mas,
pirâmide, é da base que surge a salvação.
na verdade, a cúpula do sistema econômico no mundo está em crise.
A crise atua! ocorre no topo do sistema, e não na base do sistemaComo pode ser isso? Segundo Braudel. a vida• econômica consiste em
Na Itália, diz Braudel, a primeira camada praticamente não mudou, apesar da crise econômica. A economia de mercado também vai em frente com as pessoas pensando e continuando a comprar e vender. Só
diversas camadas. Aqui eu fiz um quadro para explicar melhor a pirâmide braudeliana e depois mais facilmente podermos adaptá-la a realidade
a camada do topo. a camada capitalista, é que Foi fortemente atingida. Em época de crise, diz Braudel, isso é muito importante, todos os
brasileira.
Na base, se encontra o que nós chamamos de vida material, atividade cotidiana do camponês, do artesão, da pequena indústria, do pequeno comércio, do emprego clandestino, do motorista de táxi, trabalhando po'' conta própria, fora dos canais estabelecidos e sem grandes preocupações com o pagamento de impostos. É a camada da vida material que é quase a atividade informal. Essa camada representa 30% do PIB da França e
Qovernos se tornam opressivos, impõem taxas altas demais, e o mundo dos grandes negócios é muito atingido. É quando emeige a economia paralela, é quando emerge a cidadezinha de Prato, é quando emerge vamos nacionalizar os exemplos — Santa Cruz do Capibaribe, que ninguém conhece mas está no sertão de Pernambuco. Possui 1.500 indústrias.
A Sudene não conhece porque não foi feita com incentivo fiscal, mas
também 1 300 delas existem por debaixo do pano. E aquela economia
40% do PIB italiano.
informal e hoje, a nossa luta é pela formalização desse universo, através do estatuto da micro empresa, que visa incorporar a economia formal a
A segunda camada de Braudel, já dentro do campo da economia formal, é a economia de mercados, o transparente livro de oferta, procura e compensações, como se lê nos manuais de economia. Aliás. aqui. vamos encontrar as pequenas, médias e grandes empresas que são as que en frentam, efetivamente, o regime de mercados, o regime de competiçen-
força da informal que, à medida em que a opressão do governo vem. a necessidade de sobrevivência do cidadao faz com que ele escape e vá progredindo.
Existe, na base do sistema econômico, muita vitalidade. O que preci
Acima destas duas camadas está o terceiro mundo de Braudel,
samos é entender esta vitalidade e não reprimí-la, deixá-la florescer. O Estado sábio não tenta manobrar a sociedade dentro de um esquema,
é o sofisticado mundo do Capitalismo, que tenta manipular as condiçõ-® das camadas que lhes estão abaixo. Aqui, a concorrência é muito poucaSão os monopólios, os oligopólios e as grandes instituições financeira
encoraja as camadas inferiores, encoraja as economias de mercado. E,
em todo mundo — sendo esta uma classificação mundial. O que
a briga política e o pêndulo político oscilando para a conquista da cúpd'®'
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BI.790*Pãg.09*26.11.84 I
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aqui, cabe sua grande frase: "Deixa-as livres para se tornarem criativas". Portanto, ouvintes, esta é uma tendência da história mundial.
Esta base está crescendo com a própria crise, só qúe não aparece nas estatísticas oficiais. E, aí, nós temos que adaptar o nosso mercado de seguros à realidade da pirâmide de Braudeí. Onde está localizado o mercado de seguros neste universo da pirâmide brasileira? Bem, em primeiro lugar, as últimas estatísticas demonstram que os
seguros de sorteio do governo atingem, hoje. quase 50% do mercado. Portanto, vejam a participação da estatização no volume da cúpula. E a disputa? Isto é quase um sistema de reserva de mercado em termos da
distribuição do seu sistema de seguros e, portanto, não entra na faixa
de competição. Os outros 50% do mercado atingem muito aqui na pirâmide, ou seja, a concentração do mercado está exatamente nesta área. Muito pouco o mercado atingiu na base do sistema econômico.
Ora, se o mercado se concentrou no topo do sistema econômico, está localizado na própria criise. Se está cúpula está em crise, o mer cado de seguros está em crise. E se olharmos detidamente as nossas
estatísticas perceberemos que há aí um esforço muito grande para o saneamento do mercado, feito no início da década de 70. Me recordo
multo bem que a filosofia das fusões, das incorporações", pretendia, corri uma expansão projetada de mercado, fazer com que os seguros chegas sem a 3% do PIB no final da década de 70, em 10 anos de trabalho.
E o que aconteceu? Saímos em 70, com 0,69% do PIB, fomos cres cendo e atingimos o ápice em 1978. quando atingimos 1.03 do PIB. E o que está acontecendo agora? A queda foi constante e hoje o seguro atinge a marca de 0,76% do PIB. Portanto, um indicador igual ao de 1971. Está certo que o PIB cresceu, mas a nossa proporção — em termos de mercado — caiu.
A medida, portanto, qus o governo, de acordo com a filosofia do Braudeí, se torna opressivo na .<5ua ÜCÜO, vai atingindo o mundo dos gràhdes negócios que se retrai, Ao 36 rGtrair. também lovo para
h
Aliás, nos tornamos agiotas de nós mesmos, Hoje, o déficit público, E o mercado de seguros, há muito tempo deixou de ser caracterizado pela aplicação de reservas, voltado ao desenvolvimento da empresa privada
cada dia mais crescente, é financiado pelas aplicações que todos fazemos. nacional.
Hoje, é quase desestimuiante aplicar em determinados tipos de Papeis, porque os papéis de governo são aqueles que nos dao ma,or rentabilidade com menor rfsco. E, hoje, a relativa rentabilidade do setor de seguros e toda ela advinda da operação financeira, o que leva, a nivei de captaçao de empregos a uma concorrência que cada dia mais sentinnos na pele, seja a níveMos grandes, dos médios ou dos pequenos corretores. O que sobra deste mercado que não interessa a essa concorrência quase que
predatorlfé rfamigerado seguro de automóvel que hoje, sinceramente, e E a fatia livre de mercado é a que não está vinculada a esta dura con-
corrência fa que sobrou para o pequeno e médio corretor principalmente
e que, lada'a uma parcela de produção fos ramos considerados nob^
- que ainda consegue manter sob seu controle - compoem a produção a
ser enca^hadrà seguradora escolhida pelo proprio corretor.
Aí vem o famoso drama da composição de carteira onde. com esta
inflação dos prêmios de automóvel o i iaçao. aa velocidade yetociaaae da ud correção v ^jg sinistralidade nem esemu, fala perior a dos outros ram " reparos com que nos detronP is, alem da inflaçao n l^nf.pntTr um assustador nivel de aumento ^arnos, hojo ainda temos que enfrenta narpnp £íPm nrere
■íB sinistralidads no roubo de automoveia^ o Cjue me parece sem precedentes na história de seguros em nosso i^ais.
Será que diante deste quadro e, com as. perspectivas de manutenção
do próprio processo, não há mais mercado para se atuar.
lógica do quô 68ta acontecendo. E o que ocorre? Bem, disso os sennores são testemunhas Acirra-se
damonlG nosla faixa, temos um mercado a sei a
a concorrência, principalmente em cima dos ramos chamados nobres.
procurado.
Cada dia mais, os grandes conglomerados tentam manter posição no
im ririadão Que estava procurando Lembro-rne agora da es . ori... Àa i pogte. Procurava, procurava e todos chave que havia perdido jun "Mas o Sr. tem certeza que o aj^udavam a procurar. Alguém g poi lá". "Mas o
seguro. Se pensa no quê? Nos ganhos financeiros advindos das operações
com papeis de governo, que financiam o déficit público.
■Ali »
muito mais comprado do que vendido.
baixo o índice de expansão do mercado e §§tg é umâ CORClUSãO baStantÔ
mercado que encolhe. Os métodos são os mesmos. Aliás, o que assistimos no mercado de seguros, parece que e muito pouca criatividade. As con dições são as mais estapafúrdias possíveis sobre os mesmos negócios. Não se pensa mais a ^nívei de segurador na rentabil idade do negócio
■f! ' i-í U
cEu .tenho u certeza . nnis sea sei estamos que avíQtpmp^cado atingidoatuando e que concentranunca foi y
restá^íiciaidfa u? ""Nr idurinlo" hã lul". E eu penso que
nós, todos, em matéria de seguro não procuramos a chave aqu, porque ®stá escuro.
E penso que a grande motivação que temos, gerada peta cnse princi
Palmente. é buscar, é Iluminar o novo campo de açao que teni pescaria ® eu garanto a vocês que tem. Posso até dizer, de ca e ra. qu c n eço
BI.790*Pãg.11*26J1.84 BI.790*PagJ0*26.11.84
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3 ou 4 milhões de cruzeiros, acredito que, logicamente se escolherá a proposta maior.
esta base do sistema econômico porque tenho procurado defender esta tese para todo o País, baseado na realidade que estou vendo.
Acontece que o nosso mercado não tem se adaptado às mudanças com a velocidade que necessita, pois a tendência das concentrações so
nos fez enxergar os grandes riscos que. por coincidência, inspiraram todo
o sistema tarifário vigente.
Aliás, esta não é uma autocrítica que faço ao setor de seguros. A polí tica das grandes concentrações inspirou tudo neste País em matéria de legislação fiscal, de concepção, está adaptada à real idade das grandes
A I
l>
concentrações. Esquecernos de tratar os desiguais de acordo com suas características próprias. Até mesmo o corretor se acomodou com esta situação. É muito custoso, com as condições burocráticas em vigor, tra
(!»
balhar com pequenos riscos.
Só no caso da tarifa de incêndios temos as variáveis para a taxaçao
i'!'
de riscos que exige vistoria para qualquer negócio. Para se estabelecer os pontos básicos de nosso famoso "L.O.C.", são 4 as classes de localização, 20 e tantas as de ocupação e 4 as de construção. Isto sem
considerar, com a nossa famosa cláusula de rateio, a difícil adaptação aos pequenos negócios, tanto na contratação como na própria liquidação. Resultado: nem corretor, nem conglomerados procuram estes pequenos negócios.
Em pesquisa real izada recentemente, se indica que 70 a 80% dos
pequenos estabelecimentos não possui seguro. À propósito, eu quero lem brá-los dos episódios do último mês de agosto, quando tivemos algUf^^ saques na periferia. Recortei aqui o "Jornal da Tarde", de 17 de setembro de 1983.
O jornal relata que um cidadão teve seu mercado saqueado, a cober
tura era de 80 mi l cruzeiros em cigarros e 760 mi l cruzeiros em massa de tomates, há a relação dos prejuízos, cerca de 2 ou 3 mi lhões de cru zeiros e. . . "todo esse preiuizo não será ressarcido pois conforme exphca Laudemir. o Banco de onde e cl iente não mostrou muito interesse em
fazer o seguro de seu estabelecimento. Eles so querem que a gente faÇ^ o tal do top-clube". É uma declaração- feita a um jornal . A realidade que
temos constatado no dia-a-dia, ou seja, aqui io que teria que ser feito
adaptado à necessidade dele, como mercado comprador, não existe como produto.
No caso de riscos residenciais, por exemplo, as pesquisas indicam que 80% das pessoas nunca procurou um corretor de seguros. Aliás, o cor retor, entre nós, é um agente especial izado que só opera nos riscos res. É raciocinar custo e benefício. Entre ter o mesmo trabalho para
Por falta de produtos adaptáveis, em termos de criatividade, a esta realidade da base do sistema econômico e pela complexidade do próprio
ramo, o seguro não tem trazido para os seus quadros, na velocidade que as mudanças requerem, gente nova para abrir um mercado novo. Assim, vemos muitos jovens universitários com diploma na mão aliás, sempre
repito, em minhas palestras na Universidade, apavoro-os um pouco porque, se eles estão no 4,° ano, digo que serão os mais novos desempregados
do Pais, porque esta é a perspectiva em termos de geração de empregos. Eles tem que arranjar, Inclusive, salários proletáriwo muito abaixo de suas reais perspectivas.
E eu pergunto: será que este contingente de mão-de-obra qualificada
intelectualmente — o seguro exige gente com qualificação intelectual, preparada e acima de tudo frustrada - não poderia ingressar em nossas fileiras para uma nova atividade' Será que a crise porque passamos não
seria a mola propulsora para a agressividade que falta no mercado de seguros.
Recordo-me de um filme de Woody Ai ien, no qual o ator representava
o papel de um bandido considerado de altíssima pericuiosidade. E, um belo dia, não sei o que aprontou lá na prisão, seria torturado com um castigo exemplar. O trancaram numa solitária subterrânea, umida, durante 15 dias, mas o diretor do presidio achou que só aqui lo nao era o suficiente, colo-
' ili 'ri
cou-0 então junto a um corretor de seguros.
Esse enredo dá para se ter uma idéia do que nos Estados Unidos, significa a agressividade do corretor de seguros, talvez comparada para
'Villi
nós com a do vendedor de enciclopédia. Isto representa a imagem da agres sividade constante num mercado extremamente competitivo. Eu acredito que um mercado só se amplia através do esforço e acréscimo de mao-
de-obra E será que faltarão compradores para vendedores agressivos? A edição da "Folha de São Paulo", do último domingo, contem uma belís sima reportagem relativa á síndrome da violência urbana. E, ouvintes, violência urbana aumenta incrivelmente o potência
e compra.
Mercado comprador existe mas, em minha opinião, faltam vendedores. Falta gente para atingir esse mercado. Exatamente um foco de radiaçao, porque não adianta pensar que cartorialmente ou atras de um balcao nos
vamos vender esse tipo de seguros. A grande mensagem que eu quero transmitir aos senhores, é a de um grande desafio a todos nos que ope
ramos no mercado de seguros, será que nao esta na hora de quebrarmos
um pouco a nossa comodidade? Uti lizarmos todo nosso potencial de
agressividade, forçarmos nossas seguradoras na busca de produtos adap tados a esta real idade e que simptlfiquem a venda de seguros. Não,
rar uma proposta de 100 mil cruzeiros de prêmios e uma proposta de .
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BI.790*Pag,13*26.11 .84
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Então, porque não criar um seguro que seja adaptado a esta situação, a esta realidade? Ai nasceu este seguro residencial que além da cobertura logicamente, no seguro tecnificado, pois esse tem uma regra que exige um alto grau de aperfeiçoamento. Mas isto é daqui para cima, daqui para baixo é massificação. E massificação sem simplificação não existe. É por isso que hoje quero agradecer sinceramente à Superintendência de Seguros Privados, na pessoa deste querido amigo Dr. Figueira, que tem entendido e atendido às novas solicitações de mercado na criação de novos produtos adaptados a esta realidade. Nós criamos um seguro aos pequenos negócios e hoje, rompemos com o conceito da cláusula de rateio.
Pela primeira vez, nos pequenos negócios, admitimos um seguro sem cláusula de rateio e logicamente, adaptado a determinada característica. Incluímos uma cobertura dé saque na cobertura do seguro de roubos porque assistimos aos saques de abri l , que atingiram principalmente o grande número de pequenos negócios. Quando a característca da carteira
de tumulto, em sua concepção (existe muita gente que faz seguro de tumulto, mas em cima dos grandes riscos) de que um seguro de saque
de incêndio, a cobertura limitada do seguro de roubo, cobre também os "acidentes pessoais", num piano 20% da cobertura de incêndio para morte ou invalidez ou, no outro plano, 40% da cobertura de incêndio para morte e invalidez, e que também cobre assistência medica e diaria suplementar por um custo absolutamente compatível.
Ouai o nosso objetivo? Dar equilíbrio as duas carteiras - acidentes
pessoais e incêndio - com uma outra, a de roubo. Mais um seguro, efe ivamente caracterizado pelo aspecto do beneficio social. Portanto acredito que possuímos os instrumentos para atuar numa venda simplicada. E aqui lanço o desafio à criatividade de cada um. Sera que nao esta na hora de começarmos a expandir nosso mercado, seja a nível do grande, do médio ou do pequeno corretor?
Será que não está na hora de comerçarmos a agregar mais gente para em absoluto, nenhuma tecnicidade, mas grau intelectual? E pessoas com
trabalhar rnnosco na busca desses tipos de seguros que nao requerem,
simples. Talvez a solução seja tirar um negativa da cláusula de roubo e
grau intelectual e desocupadas, compõem a maior massa de mao-de-obra que está o mercado de empregos. Será que nao esta na hora de trazermos
passar a incluí-la e limitá-la dentro do valor da carteira de incêndio.
esse sangue novo?
para pequeno risco nunca havia sido pensada, embora seja uma "coisa
A concepção do produto já foi feita para equil ibrar a carteira, porque dentro do seguro de incêndio, do de roubo ou saque, é mais um seguro dê riscos diversos para valores em trânsito, dentro do estabelecimento
ou em mão do portador, a própria concepção do seguro já dá um equilíbrio no prêmio de. no mínimo, 50°'o entre o ramo nobre e o não tão nobre.
Temos agora a mesma concepção aplicada ao seguro residencial. Tenho visto o lançamento de tantos tipos de seguros residenciais sendo, no entanto, um cópia do outro. E o que cobrem? Incêndio, roubo. E então vem aqueia quantidade de seguros que, para o consumidor, dão a impressão
que queremos vender seguro de incêndio para caixa d'água ou seguro de enchente para alto de morro. E aí vem o problema do alagamento, desmo ronamento. impacto de veículo, queda de aeronave, e alguém fala: ' Mas isso pode ser vendido para quem mora lá no Campo de Marte", e ninguém pensa em queda de aeronave em outro lugar. Na verdade, são todos iguais. Partimos para a concepção, eliminando todas estas superficialidades. de uma outra cobertura muito simples de ser detectada e que atende aos anseios da população com relação a segurança física. Pela primeira vez, se cria o seguro de acidentes pessoais ao portador, para riscos dentro
da residência que inclui os familiares e também o empregado doméstico. Na hora de um acidente em casa. muitas vezes, levamos a empregada doméstica ao nosso próprio médico, ao nosso próprio hospital, devido ao grau de relacionamento da família com esta empregada e a própria natureza
que temos. É só procurar pessoal de mvel universitário para ver como e
E vejam o nosso conceito, o porquê de estarmos fazendo uma
ÍÍÁ 1
palestra d rígida aos corretores de seguros parte da idem de que achamos que não são as grandes estruturas de vendas que vao poder atingn e Lssificar mas um grande número de pequenas estruturas de vendas. Exatamente porque essa venda pode ser feita a nivei de uma d, usao, a nivel de um conhecimento que não o "porta em por a
mas exatamente
aoroveitando aiQum grande relacionamento e ir-multipiicando. Hoje nos
emos qu comreu^disse, uma platéia de quase 300 representantes da
nobre classe dos corretores de seguros. Se Drincassemos, dizendo que cada um ooderia agregar mais cinco pessoas, trabalhando como, freelancer" em. sua empresa e preparadasCOíTIO paraUm3 a busca de novos pacotes, . . ., 1 cnn RiaSSS 08 tfSDSlhO 0 6m
teríamos ai agregaoas I.Süü pessoas Lumu busca de novos negócios.
É só assim que eu acredito na expansão do mercado de seguros atualmente, porque o sistema cartorial esta rnurchando e neste sistema
ele está decaindo E é nosso compromisso buscar a base do sistema econômico e isso só fazemos incorporando gente. Aqui esta lançada a
semente, e aqui fica a mensagem de uma época de crise como falam os surge a necessidade de criatividade e inovação, e a este desafio eu sei
chineses: "crise é risco e oportunidades . Acrescento que e "a crise que que teremos resposta.
do acidente.
BI.790*Pãg.15*26.11.84 BI.790*Pãg.14*26.1
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.. , 1!''
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Transportadores terão ■li
seguro contra cargas roubadas nas estradas
Para ilustrar o assunto, trouxe um filme que uma vez assisti e que foi produzido na Hungria. O filme demonstra muito bem a necessidade da constante inovação e da criatividade para que não sejamos ultrapas sados no mercado. Este filme eu acredito que encerra todo o nosso pontode-vista, de que quem não criar vai ficar para trás ou será atropelado pelos fatos. Tenho a certeza que estamos nos dirigindo a uma platéia que entende o que é criatividade, que entende o que é o ramo da sensi bilidade. O que nos faltava era o rompimento de determinados precon ceitos e conceitos para simplificarmos um pouquinho o que é o seguro e para que possamos atingir uma massa de mercado, mas sempre através da nobre ciasse dos corretores de seguros que tanto respeitamos.
Porto Alegre — Ainda este ano deverá ser aprovado tf
I M-V
seguro de desvio de carga, uma segurança para os transportadofêi
I ' | i ' 1'
que freqüentemente têm suas cargas roubadas na estrada.
m' .
regulamentação do seguro está sendo debatida por um gn^
constituído de representantes do Instituto de Resseguros ao
Brasil, Superintendência de Seguros Privados, seguradoras «
transportadores.
1 ,
A infonnaçáo foi dada, ontem, por Artur Miranda, diretor
comercial do Grupo Pamcaiy, que atua na área de seguros de transporte. Segundo ele, o grupo voltará a se reunir este mfe para discutir o nível de .taxas de prêmio que seja compatível parã
! ' ''^ ú.'
segurados e transportadores, e frisou que a idéia é de um prêotíd mais reduzido, "masaficando o seguro". Cora uma arrecadaçâÔ
Nós, da Indiana, respeitamos o corretor de seguros por uma questão de origem. Foi assim que nasceu a Indiana. Porque crise maior que o meu avô enfrentou, acho que não estamos enfrentando nos dias de hoje, me refiro a crise de 1929, e como comerciante quebrou. Foi à partir daí que ele se tornou um pequeno corretor de seguros com uma pasta na mão.
de Cr$ 3 milhóes/mês, o grupo é o primeiro do País em volume de
prêmio arrecadado, como corretora de seguros. O grupo, que
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cobre todas as fases de liquidação, é formado pela Pamcaiy
Corretagens e Seguros, Pamcary Administração de Serviçtó
1 ' 1 'D! '! as I ; . 'f
Técnicos e Pamcaiy Reguladora de Sinistros.
Multa gente que está aqui se recorda do velho Guilherme Afif. Ele começou como corretor de seguros e conseguiu, depois de muitos anos de trabalho,
(REPRODUZIDO
numa época multo mais difícil de vender seguros do que a época de hoje. de sua carteira fazer uma empresa de seguros. Portanto, nós damos rnulto valor à origem e a base do sistema, que são os nossos corretores de seguros. Por isso que. numa palestra de lançamento, estamos aqui para trazer esta mensagem e, principalmente, este desafio. Eu acredito muito no nosso futuro, mas precisamos agora acreditar em nós mesmos e na
DO
JORNAL
DO
,r,
BRASIL - 23 - 11 - 84)
veículos
criatividade.
Revendas e seguradoras iniciam
Agora vou projetar o filme que, por si só, transmitirá tudo o que expus aos senhores sobre a necessidade da criação de novos produtos e de ouvirmos novas idéias. Muito obrigado". [Palmas)
ofensiva contra roubo de carros
?aZ.ej>tn/i pnj}yiuncÁadci no dÁjx 26 de, junho, etn ÁotejuAade, fim JUzada, no Suíao BandeÃAarvteJi de. São Paulo H/Mon HoteZ,
tkeJimt
Gul
VonUngo^ e VÁJieXofL-?fiej>lde,nte, da IvuLiam. Campa -
nkÁja de, Se,gufioi QeJuxÀJi. A ^loras
mSiipài
tando de forma dramática
do Brasil (IRE), o voEume
cobrirmos depois que um
e que o número de recupe
das indenizações represen
carro, que compramos com
rações de veículos rouba dos não vem crescendo na mesma proporção' . diz
ta 67,2% do volume total de
a documentação aparente mente em ordem, era rou
Cláudio
segmentos mais significati
Afif
Domingos,
presidente da Associação das Companhias de Seguro.
prêmios no caso dos segu ros de automóveis — o Índi
ce mais elevado entre os vos do setor.
um ano, a empresa reem bolsava mensalmente, em
média, os proprietários de
lV\Sastro
oito a dez automóveis rou
até o en.
Aa'n<i f^^^ricantes r®de
:'íV
BI,790*Pãgo16*26.11,84
bados, dos quais pelo me nos quatro eram depois re cuperados; no mês passa do, 52 proprietários de veículos
tiveram
de
ser
reembolsados e, deste to
- tóTd? passo a ser
tal, apenas 4 veículos fo
A «ntamento estatlsti-
ram recuperados,
'\tx
ter uma
'V
agrava-
Existem outros indicado res. Hoje, conforme apurou
; K Ontudo, que o núme"Está
a repórter Maria Angela
'oubos vem aumen-
ao Instituto de Resseguros
Jabur, de São Paulo, junto
Para resolver a questão,
8 Abrave e as seguradoras nizar um cadastro nacional de carros roubados e recu
dicador, os números da em
Cia. de Seguros Gerais: há
bado", conta.
pretendem, de início, orga
Domingos cita, como in presa da qual é diretorsuperintendente, a Indiana
As revendedores de veículos, a situação preo-
cupa por outro angulo. José Carlos Gomes
presidente da Abrave. dl* São ler dúvidas de que mui-
perados. "Hoje, se um car
ro é roubado em São Paulo e achado em Salvador, por
exemplo, ficamos sem sa ber que ele foi recupera do", queixa-se Domingos.
tos automóveis novos estão deixando de ser vendidos
porque os consumidores
têm medo das conseqüên cias que poderiam advir da
Ostentação que. um carro ?ero quilômetro represen ta,
E há, também, o proble
ma dos carros usados que são oferecidos como entra da na compra de um novo.
;.
. .
•■■■, r 1'rti li- I<I ti'
'■•[Vi iltM'ÍiÍl^ltr'
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Vi
i I
.1, ,
1^1
' : ' ( 'A'. O cruzamento dos dados
das próprias seguradoras será o passo seguinte "pa
ra possibilitar a identifica
ção daqueles que colocam no seguro um carro que vai
ser 'roubado' pouco depois, como forma de receber a
indenização". Quanto às montadoras.
"Está ficando comum des
BI.790*Pãg.17*26.11.84 umjímw.hiíi
i ' 'i ;
No Rio, 30% a mais por Sonio Rocy
passado.
Os roubos e furtos d« auto
1-i
O
ievoniomento
mostra oindo que, nos primei ros dez meses deste ano, fo
do Rio
ram roubados 6,9 mil outomóveis, diante de 6,7 mil em
móveis no Estado do Rio de Joneiro aumentaram 90% neste
igual período de 1983, ou seja,
ono em relação o 1983. Segun
um aumento de 30%.
do estatísticos do Secretorlo
de Justiça, de [aneiro a outu
Os técnicos do Secretaria de Justiça afirmam que os furtos
bro de >984 foram furtados 13
e roubos de veículos vém cres
mil corros, diante de 9,9 mil no mesmo período do ano
00 mês.
DIVERSOS
cendo à taxa média de 5,5%
SEGURO para conseguir seu engaja
Para se ter uma idéia, o
mento na ofensiva, a idéia
preço de referência de um
é oferecer a vantagem de
Dei Rey aumentou 198,8%
prêmios menores para au
entre setembro de 198.3 e
tomóveis que atenderem
1984, passando de Cr$ 373.490,00 para Crí
determinadas exigências das seguradoras e revende dores como, por exemplo,
1.115.894,00; o do
DE
TRANSPORTE
ii\ *
E
Monza
SEGURO ÜBRIGATÕRIO DE RESPONSABILIDADE
deixou os Cr$ 280.307,00 pe
maior facilidade de identi ficação através de núme
los Cr$ 806.683. com varia ção de 187,7% ; e o preço de
CIVIL DC TRANSPORTADOR R0D0VI.5RI0
ros nos chassis (em alto re
referência do Fusca saiu dos Cr$ 138.338,00 para
CARGA
levo), motor, câmbio e vi dro.
-
RCTR-C
mesmo período, o preço
destes
mesmos
O valor total do prêmio
de São Poulo
Paulo Barbosa Jacques *
modelos
DISTORÇÃO
por Maria Angolo Jabur
I
A obrigatoriedade legal de dois seguros que se referem
sofre deduções, ainda, de A elevada proporção en
acordo com a data de fabri
tre o volume de indeniza
cação do veículo: 10% para
ções por roubos de automó veis e o total de prêmios ar
e 8 anos de uso; 15%, de 9 a
11 anos; 25%. de 12 a 14
único problema das compa
anos; e 30% para os de
nhias
mais.
de
seguros
que
altos custos das apólices, ao lado da redução do po der aquisitivo da popula
Aqui,
Savio
tora de Seguros, detecta outra distorção: o valor, na
ção, estão gerando a eva
verdade, é semelhante pa
conforme atestam diversos
ra "um mesmo modelo, se ja ele O km ou com cinco
empresários do setor. "O
anos de uso". A quantia co
brasileiro está disposto a
berta pela indenização, no
assumir maior dose de ris co, em troca de menor vo
entanto, varia de acordo
Pedro Pereira de Freitas,
diretor da Comind Compa nhia de Seguros,
MODALIDADES Atualmente, existem três
tipos de seguros para auto
móveis: o compreensivo, contra incêndios, colisão e roubos; um contra incêndio
e roubos e outro apenas contra incêndios. Seus pre ços correspondem, respec
tivamente, a 100%, 40% e
^^ndo a falsa idéia que eles constituem uma duplicidade de seguro.
Casson,
diretor da Agrimisa Corre
são de potenciais clientes,
lume de despesas", afirma
mesma coisa, ou seja. bens objeto de transporte rodoviário, vem
automóveis na faixa entre 6
recadados (67,2%) não é o
atuam neste segmento. Os
1
DE
atingir os Cr$ 424.528, com variação de 206,9%, No
Outras causas da aumentou em, respectiva mente, 241,5%, 210% e demanda menor 266.8%.
I
TERRESTRE
com o preço estimado para cada automóvel que sofre
íh
Objetiva o presente trabalho desfazer esta dúvida, mos que os seguros de Transporte Terrestre e de
Responsabilidade
Tra n s por t a d o r Rodoviário - Carga (RCTR-C) apesar de, em
l^^'''inadas circunstâncias, funcionarem, c o nc om i t a n t eme n t e , alem
de-
de
■ ^sentarem caracterTsticas nitidamente diferenciadas, garantem inte ^^Çuriveis
reajuste anual de até 120%. Mesmo no caso do seguro
inteiramente distintos.
total, o proprietário arca com a franquia de 15%. Conforme Pereira de
Freitas, o cerne desta ques
A primeira diferença entre as duas modalidades de
co-
refere-se ã natureza das mesmas: o seguro de Transporte
Ter-
tão encontra-se na "defasa-
gem existente entre as nor mas técnicas sobre as quais se montou o sistema tarifário e a realidade
atual", uma vez que, na
^ Um seguro de danos materiais, isto é, tem por objeto
indeni-
ou danos sofridos pelos bens transportados; o de
RCTR-C
ocasião, a incidência de dan nos causados por colisòe$
25% do preço total de refe rência, que, por sua vez, é
era muito maior que a da
reajustado a cada quatro
perdas
meses, a partir de pesqui
por roubos. Daí, ele insistii
totais
motivadas
sas mensais realizadas pe
na necessidade de o IRE —^
la Fundação Getúlio Var gas, sobre a evoiução de
Instituto de Resseguros dd
custos de peças de reposi ção, mão-de-obra e do pre
Brasil, que também tabela o valor de todos os prémioa de seguros — reformular"
ço FOB do veículo.
estas bases.
(REPRODUZIDO DA GAZETA MERCANTIL
seguro de r es po n sa b i 1 i da de civi l e, como tal , se destina a reem^ Wr
.-r. .. . . , '"eparaçoes pecuniárias que o t r a ns por ta dor seja obrigado a var > por disposições legais, em virtude de perdas ou danos sofr2
fie] os
bens transportados.
BI.790*Pág,01*26.1 1 .84
- 23- 11 -84)
BI.79Q*Pãg.18*26.11.83 •• ■'■'-■-■-wrp-jirs:,»
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3.1 Assim, enquanto o primeiro funciona quando os bens segurados sofrem avaria, independentemente de a mesma ser imputãvel
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1
a responsabilidade do transportador ou não, o de RCTR-C só pode ser acionado naqueles casos em que a perda ou dano seja de responsabili'
4.2 Já o Seguro de Transporte Terrestre, cobre todas as i^arias ou perdas que os bens segurados sofra'm durante o transporte,
SKcluindo apenas aquelas que, normalmente, nao são garantidas por íiiaiquer espécie de seguro, tais como; riscos de guerra, riscos nu 3.2 Cabe lembrar que o CÕdigo Comercial , embora estabô' cleares, terremotos, ciclones, erupções vulcânicas e outras convul
dade do transportador.
1
íí -1 1!'
leça o principio da responsabilidade presumida do transportador
admite que este dela se exima quando ocorrer vTcio próprio, , força
5òes
da natureza e vicio próprio.
maior ou caso fortuito (arts. 101/103) A confusão maior' entre as duas modalidades decorre 3.3 Conseqüentemente, o fato de o transportador ser, '"fato de que, em determinadas circunstancias, funcionam concomitan tas vezes, responsável pela carga, não elimina totalmente o interes' Sente.
se segurãvel do seu pr opr i eta> i o. que se não fizer seguro,, teri: a) de arcar com os prejuízos resultantes de caso foí tuito ou força maior e:
b) obter do transportador o ressarcimento dos prejuj
5. 1
Isto ocorre nos casos em que os bens transportados
sofrem perda ou avaria imputãvel ã responsabilida de do transportador, e esta esteja abrangida
pela
cobertura do Seguro RCTR-C.
, nos dema i s ca sos . •
n
5 1 1 Exemplificando: O veiculo da empresa transporta3.4 A obtenção deste ressarcimento do transportador podí ,S, por i^pericia ou negligência do res^pecti vo motorista, provoca im? 1 i ca r er.i des pesa s ^^'"^"istrati arim-i n n c 4..,. a. • vas que serão eliminadas nedian^-a^ ^
. j 1 e/ou judiciais e ei.- delon(,a^ ~ *=aidnte a contratação de seruro, pt^lo P''^'
ra wi
^
^
prietirioda carga.
,Acidente, em c ons eqü p-pc i a da qual , os bens transportados sofrem
S- O segurador do proprietãrio da carga (Seguro de Transporte) j^«6niza os prejuTzos verificados e, subrogado nos direitos do proda carga, pleiteia do transportador o correspondente res
(Seguro Quanto à amplitude da cobertura proporcionada, a di' í|,^imento. Este,por seu turno, obterã de sua seguradora do O reembolso da reparação que tenha pago a Seguradora ferença entre os dois seguros i mais acentuada ainda. brietãrio da carga.
4.1 O Seguro de RCTR-C, além de so abranger perdas
avarias imputa-yeis i responsabilidade do transportador, tem sua bertura limitada aos casos em que tal responsabilidade resulte acidente com o veTculo transportador ou de incêndio ou explosão
0^ CO'
5.1 .2 Esquema tizamos abaixo o funcionamento das
duas
M idades de cobertura: d"
mesmo ou da carga transportada.
BI. 79Q*Pãg.03*26.n.84 BI.790*Pãg.02*26.
Jí Ui . £
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t" líli iimi,,i-^UÊÊÈÊÊÊÊ6aiÈÍÊÊi
. .>• ^
..1'
J
>■
'* • - .1.
1 1
m
PROPRIETÁRIO SEGURO
DA
CARGA
TRANSPORTE
5.4 Finalmente, no caso em que a perda ou avaria do bem
^''ânsporta do resulte de ato ou fato nao imputãvel a responsabil idade transportador (queda de uma barreira, por exemplo) , os prejuízos/
l i-íi'.
•^"*30 indenizados pelo seguro do proprietirio da carga (Seguro ""^nsporte Terrestre) , não assistindo ao respectivo segurador o
gito de regresso contra o transportador.
S E G U R 0
TRANSPORTADOR
1 /■
REEMBOLSA
R C T
cado ao
5.3 Quando, porém, perd-a ou dano cau^
'
nao esti ver abrangi-
do, embora de responsabilidade do transportado do pela cobertura do seguro por ele c o n tra ta do
S.4. 1
|^gg^bol so do
^^
Como mostra o esquema abaixo, nesta hipótese, nem
®9uro RCTR-C, nem o transportador sao acionados:
rctr-C), ape^gbendo ao respecti
nas o seguro do proprietirio da carga funcio nara^ ^ ^ ^
vo segurador o direito de regresso contra o
R -C
transporta-
_
de di
PROPRIETÁRIO
SEGURO
INDENIZA
Seguro
TRANSPORTE
DA
CARGA
hipótese , terá de arcar com os prejuízos, sem RCTR-C.
5.3. 1 O esquema abaixo ilustr?
hi po
lese formulada, evi'
^ gnibora o transporta denciando que o Seguro de RCTR-C não i 3^""1onado etáno da carga:
dor tenha de ressarcir a Seguradora do pnoP'""'
SEGURO
TRANSPORTADOR PROPRIETÁRIO SEGURO
DENIZA
DA
CARGA
transporte
Cumpre ressaltar que as taxas do Seguro de Transporte são estabelecidas levando em conta as possibilidades de acima mencionadas. Isto significa que, se inexistisse/
\
^^ ^
da d e , as taxas do Seguro Transporte teriam de
ser
às atualmente estabelecidas. SEGURO TRANSPORTADOR '
RCTR-C
I'
Outra
particularidade que deve ser ressaltada e a
de
na hipótese da transportadora contratar Seguro de Transporte dens por ela transportados, é obrigatéria a inclusão de clausu i.HI
Habe1ecendo que : BI.790*Pig. 04*26jy BI . 790*Pag.05*26. 1 1 .84
—TV''*".'
r
I.
Estudos e Opiniões "quando o sinistro for conseqtUente de culpa do segui"^ do-transportador, seus empregados, agentes
o
repres^'^ _
tantes ou prepostos, a Companhia efetuara o pagam' aos beneficiários, da ind-enizaçáo correspondente
EngÇ Antônio Fernando de A, Navarro Pereira o mundo e cheio de modismos, cada um surgindo em épocas disti£
riscos cobertos por esta apõl ice, apresentando a
qiie ^ Alguns desses modismos são bastante importantes.
?wntros de ensino para seus funcionários. 0 que notou-se então e que essas empre\Pâssaram a ter uma política mais agressiva junto ao mercado, com grande sucesso de
prazo
de dez dias, contados da data da entrega da
lís.
re
nota dibi to" .
c oQ^
deixa evidente oue, ao contratar
ro Transporte para bens de terceiros que recebe para_ t r a n s por
transportador age como simples mandatário de seu proprietário -
ficisr-se de uma indenização a oue na o lem direito,para se a uma responsabil idade cue
ocyui ww j ^
——
r
^
^
^
^
L.
e é leaalmente atribuica -
recursos
Dizem os entendidos que a melhor maneira de conhecer-se
uma uma
de seguros é na hora de um sinistro. E nessa hora que verifica-se todos os V,i cometidos. Ai vem aquela estória do segurado que nao conhecia a existência da de rateio, ou a apólice não dava cobertura para danos elétricos,, e, enfim, o t de um rosário que todos nÓs ja conhecemos.
Por outro lado, a cláusula em questão realÇ^ que o I
interesses seguráveis do transportador e do proprietário da
^
para a venda de seguros.
Fü'
i'? Ir:
c
são nitidamente diferenciados,, razao pela qual as modal idades de au r o
um
!cfil^®mais levas de profissionais cada vez mais capacitados, com melhores
é quem neles tem interesse seourável - náü podendo por isso
i: I
Em seguros, a venda de produtos ê cercada de certas particulaAlguns sequrados contratam um seguro devido a uma imposição gerada por um fj_ í'í>lliento bancário. Outros são obrigados a contratar devido a_uma operação de arren ,, o mercantil. Existem aqueles que contratam devido a relações de amizade. E, fi_ b^te, outros uucros que que avaliam avaliam tecnicamente tecnicamenue uma uma contratação, em função .-..v-- dos interesses de H*esa, ou o seu próprio, e elegem uma seguradora e um corretor olhando o lado \|li« » . ^ acU r urUÜI --3-' z ^. .''rn r IU, » C . ^ C iil-fimrt /«acA nua a +-v>a-;_ ambos, em termos de prestação de serviços. í nesse ultimo caso que o treié melhor aproveitado. Sim, formadas,11.continuamente , "5 A . apíUVClUGUU. >^1111, porque graças a ele, ', sao 1 I
Esta cláusula
Dentre esses cumpre destacar o
'treinamento por empresas. No mercado segurador, algumas empresas^cnaram verdadei-
guir a nota de débito ao segurado-transportador: se obriga a efetuar o seu pagamento no
TREINAMENTO
ue os protegem são igualmente distintas.
s
Uma apólice elaborada tecnicamente, na qual não
participem
|v"' fatores «açores que nao puuerci ser i»cr questionada quc:>Llunaua ou uu contesta cuiiuca^a não os técnicos, diticiimence dificilmente podara
. iSf»
. •». wArt •; r»a/^a e nav*a av/alíav- tArlnc AC ric Pot^que as^ pessoas que a elaboraram foram treinadas para avaliar todos os ri^
í;^|vidos, como também para justificar, junto ao segurado, os motivos que as leva proceder.
jjiç
1;C
'"l i '/ 1 0.
O treinamento, da forma como hoje é feito,* i uma mixórdia
de
algumas ultrapassadas, que não se completam. Fala-se de teorias mas nao de ou vice-versa. A alguns anos atrás, testamos um método, em laboratórios, que
Completamos estes esclarecimentos apresentando.
l^5^^®|jsinar-se teoria através da pratica. ^^Observamos que o método teve resulta a) no anexo 1 - quadro demonstrativo do funcionamento
do
dóis seguros e do posicionamento dos mos, bem como do proprietário da carga
do transportador em relação aos diver^ tipos de avaria ou danos oue os bens
produtivos. AT então tivemos a idéia de estender ao ensino do seguro es-
^^^ias ^ justificativa que damos e perfeitamente comprovada, na grande maioria das _
Porque nao associar a teoria e a pratica na confecção de pro__ices e endossos? Muitas são as teorias e técnicas existentes. Porque não OU retiram delas o que ha de melhor? Será que já não e o momento de pro-
' ^ um encontro desses educadores do mercado de seguros para saber-se o que pen -
nham a sofrer durante o transporte,
b) no.anexo 2 - quadro comparativo das principsis cara'' risticas das duas modalidades de segur^ :íi:
BI.790*Pãg.01*26.n.84
11 i !'>il! '\'l
,;í
BI.790*Pig.06*26.j 7. » V .ti a'iM:
úmÊL-
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'I
l"i 'l'
FTDERAÇAO NACIONAL DASEMPRESASDE SEGUROSPRIVADOSE DE CAPITALEAÇAO
ir' '')!
DIRETORIA E CONSELHO
WoRESCFEnVOS
DIRETOiUIS SUPLENTES
l^idente .^rArthurRenault ^íiíe/ro Vice-Presidente
Ivan Gonçalves Passos Mário José Gonzaga Petrelli Nilo Pedreira Filho Octóvio Cezar do Nascimento Pedro Pereira de Freitas
jSde Campos Salles
i^cío Vice-Presidente ^rtoOswaldo Continentino de Araújo
ii
Roberto Baptista Pereira de Almeida Filho
iteo Secretário Jrl;
í^ilcarPizzatto Secretário
^íBemardes de Lemos Braga Tesoureiro
^Maria Souza Teixeira Costa 'fiüido Tesoureiro '^li, 'oBen-Sussan Dias CONSELHO nSCAL(EFETIVOS)
^toGodoy
Adolpho Bertoche Filho
Alfredo Dias da Cruz
CONSELHOnSCAL(SUPLENTE) Luiz Martiniano de Gusmão
EXPEDIENTE
'' d
r\ BOLETIM INFORMATIVO FENASEG /! . iV
Membro Fundador da M "fí!: :
\ ilação semanal,editada pela Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de
i ^^lizacão iVn
S^^^ponsável Renault
Editor
Redator
Luiz Mendonça (Jornalista Reg. MTb nP 12590)
Mário Victor (Jornalista Reg. MTb nP 11104)
■4
REDAÇÃO
Àlí^°'''^antas,74-12.°andar Tel.:210-1204. Telex: 2134505FNES BR está registra^no Cartório do Registro Civil dasPessoas Jurídicos sob o n "2 771/75 « «npresso na FENASEG.Tiragem:2,500 exemplares ^
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DE CAPITALIZAÇAO
RIO DE JANEIRO, 03 DE DEZEMBRO DE 1984
NQ 791
Dando prosseguimento às providências para implantaçào do seu setor de Estatís
ticas (que se constituirá inclusive num banco de dados para a classe seguradoa FENASEG acaba de celebrar contrato de prestação de serviços com a Dei -
Js Serviços Técnicos S.A,, cabendo a esta o encargo do processamento eletrônico de "s extraídos das demonstrações financeiras das companhias de seguros.
Na ultima quinta-feira (dia 29), realizou-se em Curitiba o "FÔrum de Debates Sobre Seguro e Segurança de Veículos e Cargas", por iniciativa do Sindicato das Empresas de Seguros Privados e Capitalização no Estado do Paraná. O Fórum
Participação dos diferentes setores interessados no combate ao furto e roubo ^eicuios e de cargas, destacando-se a presença do Secretário de Segurança Pública do Presidente da FENASEG, do Presidente do Sindicato das Empresas de Trans
àjp de Cargas no Estado do Paraná (SETCEPAR) e dos Delegados locais do IRB e
dã
outras palestras, registramos a do Sr. Valmor Weiss (Presidente
do
']fjP^"da_de ■íQi sobre a "Participação da Iniciativa Privada no Combate a Criminalidade e Veículos e Cargas", e a do Sr. Luiz Felipe Hag Mussi, Secretário da Sesobre "Alternativas Para Uma Ação Conjunta". Em Porto Alegre, a e o Sindicato da classe seguradora no RS promoverão no dia 12 de dezembro um Sobre "Seguro Casco na Bacia Sudeste",' O evento se desenvolverá no auditÔ
IRB e dele deverão participar representantes de diversas entidades ligadas dT indiretamente ao Mercado Segurador, (ver seções EDITORIAL e FENASEG) ~ Atravis da Portaria nÇ 215, de 28 de novembro, o Ministério da Fazenda conce u ^ "Gente Seguradora S.A." autorização para operar em ramos elementares
e
o Estatuto Social da empresa, com restrição a redação do art. 59 do Es
Viedad contidas na Resolução nO 5/83,para do cumprir CNSP".~ is]. ? i^.terá o adequá-lo prazo de as 90 disposições dias, a contar da publicação da Portaria, ^""*^0 no art. 45 do Decreto n9 60.459/67. AgÕs o cumprimento das formalid^
i' fi i)uhli^ Portaria —, a SUSEP a Carta(Seção Patente. __A Portaria ggj ^ âssina^a 00 "Diárioa Oficial" da União de expedirá, 29 de novembro I, Pagina número h em como a Ata da Assembleia-Geral e o Estatuto Social da seguradora.
,, - _
publicado no DOU de 29 de novembro (Seção I, Pág. 17 710), a FENASEG a todas as empresas de seguros privados e de capitalização, que ope -
'iVtiva 'fdç
Estados econômica, e localidades não existemSindical, Sindicatos representativos da que onde a Contribuição correspondente ao Exefc^
'^ Caixa recolhida em favor da entidade no decorrer de janeiro prÔxi(1q c-ief ^^onomica Federal, ao Banco do Brasil ou aos estabelecimentos integran ^'srema de arrecadação de tributos federais.
G 3 de novembro,^a Federação ^nteramericana de Empresas de Segiuros-Fides (Bolívia) Assembliia-Geral Ordinária. Na oportuniuaue, oportunidade, a '. '^h^vaHn ^ PQz", em que condena a ingerência do Estado no se-
i:li
^ Q^fende a sobrevivência dosa mercados de seguros no Continente Americau Hn aocumento, a Fides condena ainda "precipitação de estabelecer a liberaliza-
5eçIo^FIDES)°^ serviços no âmbito segurador", em prejuízo dos pequenos mercados. m
II; ■;> t' L
a
p:
'
I
!!I 1'! í;
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS
FENASEG
V', ■
1
FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESASDE SEGUROSPRIVADOS E DE CAPITALIZAÇÁO
4
Editorial
O Sindicato da classe seguradora no Parana promoveu, semana '< 1''
teda, Fórum de Debates para amplo exame e discussão do grave problema dos roubos e
Vtos de veTculos e cargas. 11 ■ I i
iiihi
I
Na prevenção e repressão aos roubos de cargas o Estado
do
t
*\
•li
1 r'
tem um bom exemplo a dar. Ali foi implantado um esquema que a experiência tem
^vado bem. No depoimento dos que fazem o transporte, os veTculos de carga têm con-
I it.
: J'
I '9iíido trafegar em segurança nas rodovias daquele Estado, graças a um sistema de co-
iWações e de fiscalização que permite o acompanhamento de motoristas e
ÍNDICE DAS SEÇÕES
viaturas
\ ■ ' v
'"espectivos trajetos. Diminuíram e, no testemunho de muitos, ate mesmo foram er-
^ficados os assaltos e roubos de carga. Por que não generalizar um sistema de efi jã provada?
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS
Os furtos de automóveis de passeio, esses ainda
I
.. íhiü
' fK
esquemas e .planos, pois lamentavelmente ati hoje não se conseguiu implan . .
Hfi
EDITORIAL
continuam
FENASEG
CNSP
SUSEP
SINDICATOS
IRB
NOTICIÁRIO DAS SEGURADORAS ^ ^ir resultados expressivos.
L ® experimentar, em qualquer ponto do PaTs, um sistema na verdade em condições de Nao se diga que o problema afeta apenas as compade seguros, sangrando no caixa com o crescente e volumoso desembolso de indeni-
EXECUTIVO,LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO
^ .
Afinal, essas companhias detêm os seguros apenas da parte menor (bem menor ) nacional de veTculos. Assim, os prejuTzos maiores são enfrentados, no con -
\ * POÍ" outros segmentos da economia — e por pessoas fTsicas, que possuem os carIMPRENSA JORNAL DO COMMERCIO(PAGINA DE SEGUROS)
^Postos i ação criminosa das quadrilhas em plena operação. 'n •. ■ ■ ? •
OUTROS JORNAIÍ
LS'
Na realidade, o problema dos roubos e furtos (de veTculos e \
DIVERSOS
í I
Uide n-
que jã atingiu importante dimensão econômica, ê um problema cuja solução setores isolados, mas da conjugação de vários setores, desde as mont^
de 1
V.
FUNENSEG
ESTUDOS E OPINIÕES
MERCADO DE AUTOMÓVEIS .
HDES
MERCADO CAMBIAL
ATAS DE COMISSÕES TÉCNlC^^
~
liii '■ >i:!
"
i:
^^Tculos ate a atuaçao preventiva e repressiva de autoridades de transito e ®des policiais.
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■ I ■[ ■ i!
V. i''
BI.791*Pãg.01*03.12.84 i
f'
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,
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I .-
1%'^ '
FENA5EG E SINDICATO DO R5 PROMOVEM
EM
PORTO ALEGRE
SEMINÁRIO
SOBRE
"O SEGURO CASCO NA BACIA SUDESTE " t
> '
ijp.
^
A FENASEG e o Sindicato das Empresas de Seguros Privados
í
e
2 Estadosobre do Rio"Seguro GrandeCasco do Sulna promoverão em PortoO objetivo Alegre, dia de ^^Dro, um°seminário Bacia Sudeste". do 12certame 9a r as características principais daquele seguro entre os usuários (armadores),
ffetores e seguradores e, ao mesmo tempo, proporcionar que os demais participantes
.bestem seguradores suas dúvidas e dificuldades que acaso encontrem em seu re-•'vcm aos a" ^ .
'onamento com o seguro, notadamente no que diz respeito aos sinistros.
No seminário, serão também examinadas as influências do meio
e social da região sobre a situação de risco, no âmbito do Transporte Hi com vistas ao aperfeiçoamento das coberturas e a eventual redução dos aci-
' O certame se desenvolvera no auditório do IRB e dele deverão participar re-
\av
BNDES, Marinha, IRB,da Brasil Registro Brasileiro de Navios bemdocomo representantes classeSalvage, dos armadores.
e
T E M S R I O
E o seguinte o temário do certame: >1
^ Abertura: Presidente do Sindicato das Empresas de ^ ^^pitalização no Estado do Rio Grande do Sul, Dr. Benito Carlos íh VOhir. .
Seguros Fagundes
Temas e Relatores: "A Iniciativa da FENASEG em Criar o Ciclo
debates" — Expositor: Carlos Frederico Rocha (FENASEG); "Esquema das Co
O
Aào
Seguro Casco no Brasil" — Expositor:Edson Jeronymo (BRASIL SALVAGE); "Ã Ressegurador Obrigatório e sua Atuaçao no Âmbito do Ramo Cascos"-
Adelny de Mendonça Leite (Assessor do DEPAC - IRB); —,, "O_ Problema da — Classi•ífirT-í'- ^delny Antônio Carlos da Silva. Porto Or H Embarcações '"♦aCUcb na rid Bacia DdCi.. Sudeste" — Expositor: , nn
Dnk>A \
1.-
-
.
. . .
.
.
nj
—j.
_
n
i -.
•
■
RBNA); "Influências Ambientais nos Riscos da Bacia Sudeste e Peculiarida-
de Sinistros na Reaiao." — Expositor: Alberto Lúcio Vaquero (BRA k\ ISííí^^âcao ENCERRAMENTO: Benito Carlos Fagundes da Silva.
• ' ^11
■! I -h jf' f BI.791*Pãg.01*03.12.84
'iií/"
/
iiíéilÉil iní^ifaÉÉlIiMÉ
federação nacional das empresas de SEGUROS PRIVADOS E DE CAPITALIZAÇÃO
FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS DE
C.G.C.(M.F.) 33.623.893/0001-80
SEGUROS PRIVADOS E DE CAPITALIZAÇÃO C.G.C.(M.F.) 33,623.893/0001-80
Rio de janeiro, 30 de novembro de 1984,
CIRCULAR
FRACIONAMENTO DE PREHIO
FENASEG-104/84 *í I•
Tabelas de Coeficientes
'•j;
PerTodo: 01.01/30.04.85
tabela 1
;u í
I
Coeficientes (C^) para determinação do valor de cada parcela do fraciona
FRACIONAMENTO DE PRÍMIOS.-
mento.
'■ 1 ;<
Seguem, em anexo, as Tabelas de Coeficiente^
2 parcelas 3 parcelas 4 parcelas 5 parcelas 6 parcelas 7 parcelas
As novas Tabelas baseiam-sè na taxa
de variação da ORTN no perTodo agosto a dezembro deste ano.
0.5258
0.3683
i.i .1 I >'
0.2900 0.2433 0.2125
0. 1907 ■ , 1 'i
V
'V
.uiuhiá;:
COEFICIENTE (C.
FRACIONAMENTO
para calculo de fracionamento de prêmios, com vigência no perTodo de 19 de J®' neiro a 30 de abril de 1985, conforme modificação da Circular SUSEP nP 012/^^'
Com os protestos da nossa elevada considfi'*^ cão, subscrevemo-nos,
'l* '! |ít>:lír
ÍJeELA Coeficientes para determinação, em cada parcela, do correspondente prêmio
/ I '■
[P|^) e respectivo adicional de fracionamento (Aj^).
IM.
Atenciosamente,
PRÊMIO (P,^)
Irura Marino Vianna
ADICIONAL (A,^)
"€hefe~-éa-D-w4-&ãô I
0.5258
Administrativa e Financeira
0.4742
' '
0.0516
i - --•
X 810.043 M.1-1/31
M.2-1/11 C.1.22
0.3683 0.2995
0.0688
0.3322
0.0361
0.2900
anexos; conf.texto
NE/IMV/IMM
0.2127
0,0773
0.2358
0.0542
0.2615
0.0285
0.2433 0. 1609
0.0824
0. 1785 0. 1979
0.0648 0.0454
0.2194
_x.
0.0239 r' ;
BI.791*Pãg.a2*a3.11.84
BI.791*Pãg.03*03.12.84 I ^ ..
f
I ''
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^ .!■■■ ..
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çrfrTVjiiKiivíC
FT
t !■ 1,
SEGUROS PRIVADOS E DE CAPITALIZAÇÃO C.Q.C.(M.F.) 33.623.893/0001-80
■
-
Anexo nÇ 2 - El. 2. i 1
!
K
PREMIO (Pj^)
1? ■
0.2125
1
0.1267
1
6
2a 3a 4a
i
5?
0.1405
0.0720 0.0567 0.0397
0.1728 0.1917
6?
OS
SEGURADORES
^.
As dificuldades, embaraços e postergações ao desenvolvimen-
J$economico em muitos paTses estão diretamente vinculados a uma desnecessária inge-
Jencia do Estado nas atividades produtivas — que competem a iniciativa privada e na
0.0208
empresas privadas, para sua função produtiva.
i : 1
7
1
1
i
INGERÊNCIA DO ESTADO
QUEREM sobrevivência DOS SEUS MERCADOS
0.0858
0.1558
A
NA ECONOMIA E DIZ QUE
1 ADICIONAL (A,^)
n
1
FIDES CONDENA
1 1
ia
0.1907
2a
0.1025
0.0882 0.0770
5? 6^
0.1137 0.1261 0.1399
0.0508
0.1551
0.0356
7a
0.1720
3a
i
4a
i
0.0646
0.0187
Esta observação consta da "Ata de La Paz", elaborada duran-
vf.J'^^ssTibliia-Geral Ordinária da Federação Interamericana de Empresas de Seguros-a
Jíies, realizada dias 2 e 3 de novembro, na capital boliviana. No documento,
IC|P<v considera rnní-íj ■■ . . Jes "perigosa a precipitação de estabelecer a liberalização do comércio I serviços no âmbito segurador, já consolidado nos principais foros internacionais
!
|.
seguradores — acentua o documento — são amantes da liberdade, porém são defi da sobrevivência dos seus mercados".
J
1
Na Tabela 2, £ e o numero total de parcelas do fracionamento; K ê o
ATA
nOmero de ordem da parcela.
E o seguinte, na integra, o documento aprovado pela Fides:
DE
LA
PAZ
''.4'
%
"A A&òmbléÃa-GoAal OJuUmnÀa. da. VtdoAXLção
^2. SeguAo-6 —
r■
I^
ddo
dtpo^ dt pAolanda^anãtUo, da p^obZejnãtÃ.ca zaonômlca, 60cÁ.al e po-
^
^òtguAadoaana AmeAlcaA,^otv2.u: Latina., e òÃXaando ntÁéz aontoxto o papoX pnÁvada,
t
I - tÁayU.Í2Áta^, m nome, do òzqujio p^Ávado noó AmínÁ.ca6, Áe.u
U -w
^alho ^
•
^ é^^zndo pA.eóeM^e dò aolonldadu hJUt^piiotÒjaM 4eu p^oiando haveAm ^e^otvZdo com ÁupeAlo^dadz, jaòtZca e acatlòmo, tão dt-
i
doò cn
k%vame ftg da ■ 04
aplauÁO a A.e.p^vatização doò com^anhiaò de 4>^guAo^ no^ó
Me.}Ucano^, íeticltando ^e,iià^colegaó daqual& palò pelo iÕAlo e Ci^^caz
\ln
BI.791*Pãg.04*Q3.12.84
IviWumvú^cjxna.
KtayUda ywl Cldado, dt La Paz, Boílvla, dica 2 e 3 do.
'
II - kpoÁjoh. dcdcUdame-nte, a CãmoAa Vomlnlcana de AóeguAodo ^ ReoóeguA^doAe^ Ine,, poK òua denodada e jiiòta de-
dejiegu/io6 oMtJumgeJjuxÁ, ZegaZmente paZó, KeòíLÍdiante ^ tjuiacloníí de Aaa& openxiçõeòtn^taladaò no meAcadonotntQJino, de de Atenda òobAe umacomo ba&ee uòual. pAe&umtda e ÁJUieat, e não 40<^4 e^etojoi -ÓNpo^-to dãÁ contoò Ae&ultado,
: "íi'■
i
^ woi^/T as autofuÁades ^ ^daquelei^isn, pAogAamoAão aò medldaò compatíveis e se diAlpaisÁeVunão.
l/ BI.791*Pág.01*03.12,84
fa. -1 1 ,1M wiÁa
riia.iii p.-wr»Miyyi»ry'
«Vi
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■ ■■ t\i^yyvr~
Ü' I
i 'f' ■
■1 í! ni - €xpA.ej>JiaA vtmante. e
fL^patòd ao
j
c) inteAcâmbio inAostAito de ope/iações de AesseguAo _nos meAca
^0 Ocidente, poAa que se obtenham os pAcnclpios básicos da disseminação de aís-
estatal no pfwc^Áòo e,conomcco, porque aò
ejjibíiAaço4 e poá-tGAgacõeó ao cíe6£i^oo£u^erE;to eJM multoó pa^2Á OAtao cUa^Xí^ ^ QÁjJíaÁo^ a ma d^Mne^uAada ÂMgQAÍncia do E^tãdo mu ativÁ-dado^ pA^odatcvcU ^ compoXom a úiicÁJxtiva e fzotuAeza mzòma da mpn.e^a. pnÁvada — e pon.q\xt o cÁJOYii&mo fizpn.2Jit¥vta -incAmtmto dupAopoação nado do òzXoa pu.btlco, cmiuòão moneXã/Ua òupoAtz e poA durmcUda Xncu/uÕo no mzAcado dc,
^ (compensação de economias;
^ ^ ^ p^'
dcXAÃjneyvto daò ne,cc^6Ãdadu dt cÁídito doò mpAuafi pAÃvadaò, poAa òua
d) mecanismos de lioAe conveAsajo e txmsieAhicia pojoa o siste
* ^^nico meio poAa sua viabilidade e segWiança;
e) limite ao ingAesso de novas empAesas seguAodoAas no meAca^
io
jLAesponsavelmente a o^eAta o^zaí duxnte de uma demanda insu^ici^ QtííUido se estimula iAAesponsavelmente
datÃva. ht'
OÁ
JV - VAocufioA, m toda cÃAcanÁtâncÁa, ojUÁlogo
em AetAação, está-se condenando o sistema.
CP.
KZÁ pVLbtic.oii e dmaJj) ò2toK<u <i(iondr(ú,c,oò ^
Jteft
IX - ConclamaA todos os Membros da HdeAação poAa que
-
0^ ^^ntAo de seus Aespectivos meAcados, implantoA e desenvolveA os pAinclpios emm
mo cm^co mexo dt aonvisjtncta e pAogAUòo que tohAc^ponda a tnadiçao dc. A" O
a Áim de que o sistema seguAadoA pAivado possa cumpAiA plenamente sim íun-
çõu.
instAumento eaonômico-social que contAibui com maioA justcça e estabAZcdade
V - ViutacoA, dentAo do contexto enanctado, (U^
^ ^^envolvimento e bem-estoA dos povos livAes.
do òÁJitma òcgüAodoA pntvado como meio moÁt njx dt&òtpoA a inccAtcza c gafianttA o pAogAci^o òociaZ:
b4.
a) peto ^exí. papel AegaladoA da economia,
»iO{^
existe libeAdade política sem libeAdade econômica. A Ve^ e um pAocesso impossível sm a emp^e^a UvAe, cm plejna concoAAência.
caò vcuUaçoeò que alteAem o equtilbAto doò (íiovuoò òittmaò economicoò t AÍ_ Lr.... ^.. ^ M. ■..T. ■ I.. r. . peAda de vidoò oa ben^ , oa danoò ao patAimonio deu naçoei, gAapoi ou vyOÁaO^
La Paz
(Bollviaí, 3 de novembAo de 19S4
b) pela 4ua contAibulçao à economia e capital^^^^^^^jÃ^ iP'
na do^ paZòeó, pAopoAcionando e^goAantindo investimentos que pAeseAvairJ ^ vaò fontes de tAabalho e pAoduçao;
. it"
^ c.aP^ c.) pela sua condição de sistema AemuneAadoA de V Li#' mundo ocidental, baseado na disseninaçao do Aisco ineAente a atividade
Wíl1 iam R. Phelan ''RESIDENTE
- AssinalaA, como peAigosa, a pAecipitaçÕo de esKí^' ^' o^'
ceA a tibeAolização do comvucio dos seAviços no âmbito seguAodoA, jd nos pAincipais {^oAos inteAnacionaiò. Os seguAadoAes são amantes da ^
/u-
•
Líc.^^Gonèafo B^oyà H.
Dr. Jorge
PRESIDENTE DE LA ASAM-
SECRETARIO GENERAL
re nchetr í t
: >>
A
BLEA
^ 1 1
Am são deiensoAes da sobAevivencia de seus meAcados. A entAada de dos, m pequenos meAcados, causoAia a devastaçao destes.
Un - CondenoA, na {^oAma mais eneAgica, a pnátse^
de
sas estAangeiAos que, sem estoAm autoAi^^
AoA em deteAminados paZses, emitem apólices cobAindo aíscos nas mesmas
kpoioA decididamente qualqueA ação que^ com o eAAadicoA estas pAÕticas, Aeaiizem os oAganismos de supeAvisão eíouos de seguAadoAes daqueles poises; l/ni - VestacoA, com
envase, a necessidade da
toA, Aealçando a uAgencia de que os goveAi^^ ík rin K n/inh nAr\h n k nk v^n P j í'J r n k Oe nk í vt k t h í imeJA^ com as associações nacionais de seguAadoAes as políticas os instAum vos que estabeleçam:
ííi
•
t
1
l
</ a] plena libeAdade pouia que o sistema desenvoi^^^^P^
ço tecnológica, sem contAoles abusivos, poAem tampouco inexistentes &
l i
1 1'
veis',
[■í.
b) pAmios que, obseAvando a mais completa
^
" V
I
ido a todas as bAe sinistAos, peAmitam Aesultados equilibAados, atendendo empAesa seguAadoAa, incluindo a AetAibuição do capital investàdo. capacidade, e a função pAimoAdial dos oAganismos de supeAviòao;
<
BI.791*Pãg.03*03.12.84 BI .791*Pag
■I ^ '
, ■!
;.Lli
«
'•
a
Instituto de Resseguros do Brosil-IRB
CF.EETIR- 056/84
Em 19 de novembro de 1984
(
Senhcr Chefe,
í
] 1 ii
:|i l/y "
I
M'
I, I.
Temos a satisfação óe encaminhar a V.Sa. o foxniulârio "Relação ^ Tarifações Especiais Hotiologadas" (REEH), em anexo, referente âs TarifaÇões Especiais homologadas por este Instituto para o Ramo Transportes Interna no mês de
novembro de 1984.
i^roveitamos a oportunidade para reiterar protestos de elevada
e consideração.
Silvio Tabaiíãra dos Santos Corrêa Chefe do Departamento de Transportes
!r
Internacionais e Responsabilidade
i'i ('
rt' 1
Formulário RIEH
íio.
•
Dr. Ernani João Pinheiro
Chefe da Divisão Técnica da Federação Nacicnal das Hiipresas de Seguros Privados e de Capitalizai^ão ífe. •„ Chefe do Departameito de Transportes Internacionais e Responsabilidade
'!'q I i; : í ''iV I ; ! ! <S]l '
Iki'
1:ETIR-240/82
BI.791*Pig,01*03J2.84 li fl'''- ■ ti
SAÍ
RELAÇÃO DAS TARIFACÕES ESPECIAIS HOMOLOGADAS
w
NOVEMBRO
0 2-H° DE
03 -
SEGURiOORft
ÜU -
SEGURâüO
0 ROEM
12
Cia. de Seguros Aliança da Bahia
TAXA INOlV.t TI)
07 - PRAZO
M
DP
01.11.84/85
C
DP
01.10.84/85
extensão
DP
01.09.84 a 30.04.85
C
DP
01.11.84/85
extensão
TI
01,11.84 a 30.06.85
Refinações de Milho Brasil Ltda. e Refina
Yorkshire-Corcovado
ções de Milho Nordeste S/A, 14
Yorkshire-Corcovado
Alcan Aluminio do Brasil Nordeste S/A,
15
Sul América Bandeirantes
Solorico S/a, Ind. e Com„
Companhia União Continental de Seguros C.N.D.A. Cia. Nacional de Defensivos Agrí colas 1
17
MANUTENf ÂO (M >
Bra
sil Minério e Metais Ltda.(Controladas)
16
06-
OESC. P ERC. ( DP 1
Union Carbide do Brasil Ltda.(Controladora) Eletro Manganês Ltda, e Tungstenio do
13
0 6-
CONCessÃo (c )
Sul América T.M.A. Cia.de Seguros
Cia, Cervejaria Brahma (Controladora); Cer vejaria Astra S/A,; Cervejaria Miranda Cor
rêa S/A.; Cia. de Bebidas da Bahia- CIBEB e Cervejaria
extensão
de Brasília S/A.-CEBRASA
e
(Controladoras)
nanutenção
TI
01.11.84/85
)
.
\
02-m'2 DC
03 -
SEGURADORA
'lu
-
^ > C ) DESC.P ERC. { DP)
H ANU TEfipÃO (M >
OftOEN
01
0 6-^ CONC E SS AO
SEGURADO
Seguradora Brasileira Motor Union Ame
07 - PRAZO
TAXA IHOIV.I TI)
I.C.I, Brasil S/A-
M
DP
01,11.84/85
ricana S/a, 02
The Home Insurance Company
Industria de Pneumãticos Firestone S/A.
M
DP
01.11,84/85
03
The Home Insurance Company
Industria
M
DP
01.11,84/85
04
Cia, Internacional de Seguros
Johnson & Johnson S/A. (Controladora) ;
M
DP
01,11,84/85
Farmacêutica Fontoura Wyeth S/A
Ethícon S/a. e Johnson & Johnson do Nordes
te S/a, (Controladas) 05
Cia, de Seguros Aliança da Bahia
/ Engesa Engenharia Especializadas S/A*(Con extensão troladora^; Engesa Eletrônica Ltda. e Enge indeferido ^
se s/A. Equipamentos Especializados 06
Interamericana Cia,de Seguros Gerais
Equipetrol S/A,
M
DP
01.11,84/85
07
América Latina Companhia de Seguros
Moto Honda da Amazônia Ltda,
M
DP
01,11,84/85
08
Nacional Companhia de Seguros
Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A.
M
TI
01.11.84/85
09
Itau Seguradora S/A.
Equipamentos Villares
M
DP
01.11.84/85
10
Sul América Bandeirantes
Empresa Folha da Manhã S/A.
C
DP
Or.11.84/85
11
Safra Seguradora S/A,
Laborterãpica Bristol Química e Farmacêu
M
DP
01.10.84/85
tica
1
DETI R
PO
DFP^oTAMFNTa
OtfD. 11 IB 032-3 SEFORM 1983-1
-
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS
Superintendência de Seguros Privados -SUSEP
SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP Ni 05C
, DE
12 DE
novembro
OE 1984
Altera a Classe de Locallíação da Cidade de São
José
dos Campos - SP, na TSID.
0 SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRI
VADOS (SUSEF), na forma do disposto no are. 36, alínea
do Decre-
to-Lei ni 73, de 21 de novembro de 1966; consideraAdo o prorjosto pelo Instituto de Resse^-uros do Brasil e o que consca do Proc. SUSEP ni
001-0616C/84; resolve: 1 - Enquadrar a Cidade de São José dos Campos —
Sac
Paulo, na olasse'l de localização da Tarifa de Sequro Incêndio do Bra
sil, para aplicação .-■as apólices emitidas ou renovadas a partir da vi
gência da presente circular. 2 - Fica vedada a rescisão dos contratos em vigor, vi
sando ao benefício de*redução de classe
."ri
localização, oriundo do nc
vo enquadramento.
3 - Esta circular entrará err. vigor na daca de sua pu
blicação, revogadas a.s disposições em contrário. Francisco de Assis Figueira
CIRCULAR SUSEP N9 -l , DE ^2 DE novembro DE 1984 Al^-ara a Ciasse de Localização da Cidade de ba - SI- ,
Soroca
na TSI5. , t,
i'!
VADOS (SUSED)
0 •SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRI na forma do disposto no art. 36, a-inca "C ao Decre-
Instituto de Resseguros do Brasil e o q
001-06225/84? resolve:
1 - EncTuadrar a cidade de Sorocaba •19 Distrito; - Sao
T^Paulo, 3 3 12 jde iocalizaçao 13 da de Secturo Incêndio na classe aa Tarifa lai. = r.a3-^-ir do Bra iã
sil, para aplicação nas apólices emitidas ou renova..as a partir vigência da presente circular.
2 - Fica vedada a rescisão dos contratos
em vigor, do
■ j Aa ..wcer» de oriundo visando ao ^beneficio ae redução de --assue Iocalizaçao, \ novo enquadramento.
3 - Esta circular entrará em vigor na data de sua pu
li
blicação, revogadas as disposições em contrari-. (Of.
n9
165/84)
Francisco de r.s.çis
."igueira
1i
BI.791*Pig.01*03.12.84
■ptfiiiiipi.pii
-x-n-
•VJ
)\
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'
LJ
Wi'
CIRCULAr- SUSLt" Ní'
do
14
o&no\£r^brc
Qe 1984
Corr.pler.enta a Circular i:uSh.F ní- IC , de 20 de marco
1954,
oe
objetivando viabilizar, ec caráter perm.anence, a orçanizacao e a
tenção dos registros dos corretores e respectivos prepostos
manu
rnos
ter
mas do dispxDSto no art. IC e seu parágrafo único, da Lei n9 4.594,
de
29 de dezembro de 1964,
O SUPERINTLNDLNTE
DA
SUPERINTEI-ídEnCIA
DE
SEGUROS PRIVADOS
ÍSUSEP), na forma do disposto no art. 36, alínea "b", do Decreto-lei nÇ 73, de 21 de novembro de 1966; corsiderar.co aue, e.\-vi do art. 10 e
seu paragrafo único,__Qa Lei n9 4.594 , de 29 de dezeri5ro~de 1964 , a or ganizaçio e manutenção dos registros dos corretores e respectivos prê postos deve constituir atividade permanente dos seus sindicatos de clffi
se, cabendo à SüSEP estabelecer um-a rotina que perrrdta a constância a rapidez do fcrnecimento dos dados necessários à viabilização
ê
de tal
2.3 - Js sindicatos ca classe prcsccrãc as ir.fcrraçÕes ne cessárias ao cunpr:n.ento das ijxigências conscantes cc item 2 e dos suo itens
2.1 e 2.2 .
3 - Os corretores de seguros dos raros elementares, de vida ,
de capitalização, e de pianos previdenciános - pessoas físicas ou
ju
rídicas - deverão r.anter atualizados, junco à SUSEP e sindicatos classe, os seus dados profissionais, inclusive endereços.
da
objetivo;
3.1 - As alterações serão feitas nos íorr.iulários
I!
S O
V
1 - Os corretores que nao tenham cumprido a exigência
estipu
lada no itemi 2 da Circular n? 10, de 29 de março de 19 84 , desta SUSEPT no prazo nela previsto, e que tenham,, portanto, sofrido a pena de can
celamento do registro, ficarão desobrigados
ce novo procedimento de rê
gistro, caso tomem as providências necessárias à ootenção do restabelê cimento de seu registro, no prazo de 90 (noventa) dias, a contar da dã ta do cancelamento.
1.1 - l'lo prazo acim.a referido, os corretores deverão
diri
gir-se ao sindicato, sob cuja jurisdição preterideren, voltar a exercer suas atividades profissionais, obedecida a distribuição abaixo estabe lecida, apresentando preenchido, em duas vias originais, o formulário RGC competente, instituído no item 1 da Circular SUSEP n9 10/84,bem co mo a prova de quitação da contribuição sindical. Estados do Acre, Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do
Norte, Paraíba, Pernamiiuco e Territórios Federais do Ar.apã e
li !i ^
Roraimia;
Sindicato dos Corretores de Seguros e de Capitalizaçao no Estado
de
Pernambuco: Av. Dantas Barreto, 564 - 139 andar ss. 1301/3 - Santo tônio - Recife - r-E - CEP 50.000;
An
Estados de Alagoas, Sergipe e Bahia; Sindicato dos Corretores de
Segu .
ros e de Capitalizaçao no Estado da Bahia: Av. Estados Unidos, 27
Ed^
ficio Cidade de Aracaju S£. 416/7 - Salvador - BA
-
CEP 40.000;
Estados do Espirito Santo e Rio de Janeiro: Sindicato dos
-
CEF 20.041;
Estados de Goiás, Minas Gerais e Distrito Federal: Sindicato dos Corre
tores de Seguros e de Capitalizaçao no Estado de Minas Gerais: Rua ritiba, 862 - 119 andar ES. 1101/2 - Belo Horizonte - MG
Cu
- CEP 30.000;
Estados de Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo:S1na^ cato dos Corretores de Seguros e de Capitalizaçao no Estado de São Pau Io: Rua Libero Badaró, 293 Conj. 15 C - Sao Paulo - SP - CEF 01009;
Estado do Paraná: Sindicato dos Corretores de Seguros e ge
Capitaliza
çao no Estado do Paraná: Rua Voluntários cia Pátrià, 4 7 5 Lc.. ksa andar Cj. 1104 - Curitiba - pr
-
estes providenciar a recepção e, eri^seguida, o envio de duas vias ori 3.2 - Os sindicatos da classe urescarão as inforr-.ações
ne
cessárias ao cuitiprimento das exigências constantes do item. 3 e do sub item 3.1 .
4 - No caso de cancelamento voluntário do registro de correto
res de seguros de viça, de capitalização e de planos previdenciãrios,e de prepostos, o interessado comunicara à bUSEF, mediante relação em três vias, constando nome, CPF ou CGC, e númiero de registro dos corre tores ou prepostos a serem cancelados. ^
^ gU5£P encaninnará à FENACOR duas vias
da
referida
;í .: ■)
relação, para efeito de baixa nos registros ativos e necessária comuni cação aos respectivos sindicatos de corretores. 4 2 - F SUSEF com.unicará ã FEI4AC0R os pedidos de cancelamen
to de registro dos corretores de seguros dos ramos elementares,
pari
fins de baixa e conhecim.ento dos respectivos sindicatos. ^ - r><^ corretores de seguros dos ramos elementares que,
ante
riormente à vigência da Circular SUSEF^r.9 10/84 solicitaram a SUSEP a
suspensão temporária do seu registro, iicarao obrigados ao recacascra prof issão.
cep bo.ooo;
■ 'íl' .
6- - Os ,corretores e preposuos, registrados nesta Superinten - •* 1 íJfl Circular SUSEP n9 10/84, ficam obrigados ac uenca apos a da Circui. circular,
.Jl
cumprimento do aisposto no icem
7 - correte à FENACOR proceder à coordenação e centralização
geral no tocante ao processamento de dados do Cadastro Nacional de Cor reteres de Seguros, de Capitalizaçao e oe Planos Previdenciãrios e dos Prepostos de corretores de seguros dos ramos elementares.
0 ,• A SUSEP quando julgar necossário, soltcltarli das socieda /íac (-omissões de corretagem- pagas em determl
119
u.ac. a., cadastro
Nado
nal de Corretores de Seguros.
Lst.Tao de Srinta Ca':rntinai Sindicato dos Corretores de seguros e de
Ca
9 - Esta Circular entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrario.
Estado do Rio Grande do Sul; Sindicato dos Corretores de Seguros e de Capitalizaçao no Estado do Rio Grande do Sul: Rus Dr. Flores, 106-Conj.
(Of. n9 163/84)
-
I'
ginais ã SUSEP, por intermédio ca FElxACOR.
pitalizaçao no Estado de Santa Catarina: Rua X'> de Novenioro, 534 6, - Blumenau - .£C - CEP Í59 .100 |
512 - Porto Alegre - RS
I
a
mento previstò na referida circular, quanoo retornarem, ao exercício aa
Corretores
de Seguros e de Capitalizaçao no Estado do Rio ce Janeiro: Rua do Rosa rio, 99 - 59 andar - Rio de Janeiro - RJ
I .
supracita
dos, fornecidos pelos sindicatos dos corretores de seguros, caoendo
E:
Francisco de Assis Figueira
CEP 90.000 .
1-2 -_0s esclarecimentos necessários ao cumprimento
do ora
estabelecido serão prestados pelos sindicatos a que estejam' jurisdicio
nados os corretores de seguros, de capitalização e de previdência
pr^
vada, caoendo a esta bUBEf, atenaiaas aa cAiycncias reieriaas, restaoe
(reproduzido do DIARIO oficial da UNIAO DE 23.11.84 - SEÇAO I - Pá
lecer os registros que tennam sido catncelados.
'1 i''ii V Ji
2 - Para obtenção do registro ps RUFFo, oc n'^•r»-o•f•o^es de ^egu ros dos ramos eler.entares, de vida, de capitalização e ae planos previ denciários - pessoas físicas ou jurídicas - deverão, tamuém,apresentar o respectivo formulário RGC - Registro Geral de Corretores, em. duas
■il;»
ginas n9s 17 308/309)
vias originais, devidamente preenchidas, com exceção dos itens constan
mentares^^'^ a
a
corretores de seguros dos ramos ele Z
tratando de registro de prepostos, o formulário
f 1 devidamente a noKeiâçao de Preposto" anexa à originais, Circular SUSEP r.Ç 10/64 preenchidas, .
1 <1
é
11
form.ulãrios aludidos no item, 2 e no subitem 2.1 se
sindicatos de corretores sob cuja jurisdição os
ressaaos exercerem, suas atividades profissionais.
inte
~
BI.791*Pãg.03*03.12.84
BI.791 *Pág^02^)2H^^''
i.i,
I.
-4.
'77Tír""
"
I
f
EXECUTIVO,LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO ÍPER JUDICIÁRIO r«-
1
Apelação CTvel n? 324 140
f;i
ii
Tribunal de Alçada - SP Gamara
Juiz Marcus Andrade - Unanime
I
Habilidade: CIVIL - acidente de transito - veiculo alienado antes do evento - inexis '':v
yj DE transferência JUNTO A REPARTIÇÃO DE TRANSITO - ACAO REGRESSIVA DE
t::
O antigo proprietário do veiculo -^ilegitimidade passiva de parte - CARÊNCIA DECRE - INAPLICABILIDADE da SOMULA 489 DO STF.
:i!|
■ 1
SEGURADORS
' ! EMENTA
li
"A transferência de domínio de bem imóvel ope -
b.J®J®.'^';'adição e as providências junto à repartição de trânsito constituem mero expe
, Administrativo, que cabe ao comprador e que não interfere no negocio jurídico." i
1
, , W.
Apelação Cível n? 21 918
Íía'''
... . Gudesteu Biber - Unânime civil - AUTOMÕVEL ESTACIONADO - CHAVE NO PAINEL - FURTO DO VElCULO - CO-
CULPA DO proprietário - INDENIZAÇÃO DEVIDA.
EMENTA
\
OFI CIAL
"Acidente de trânsito. Responsabilidade civil.
■íVio^*^H °
danoso, por total negligência, o proprietário de veiculo que o dej^
Niu" pública, com a por chaveladrão de ignição painel, de tornando-se responsável JUÍZO ocasionado a terceiros que se noaproveita seu desmazelo,"
,
Apelação Cível nÇ 1 051/82
Alçada - PR
úuiz José Meger - Maioria de votos TRANSPORTADAS EM RODOVIA ~ ACIDENTE - DANOS - INDENIZAÇÃO PAGA
ÍÍTS nn DO Cr
PELA
^ESTA CONTRA A TRANSPORTADORA - AÇAO IMPROCEDENTE - APLICAÇAO DO ARTIGO EMENTA
OFI
CIAL
„ "Transporte terrestre. Avaria. Ação do segura haver indenização paga por perdas e danos de carga transportada por
stre, Seguro de mercadoria transportada por caminhão. Ação regressiva da segu-
•■ 'Li'
"HT''
í V
81.791*Pâg.01*03.12.84 ÉlL
tllil.T.fMldi iVl
k
s ■I-. .'•J
radora pretendendo ressarcimento da indenização paga i dona da mercadoria. OescabínienW'
A responsabilidade pelas perdas e danos, tratando-se de contrato de transporte, ç [^atéd' regulada, precipuamente, pelos arts. 102 e 103 do CComercial.
' 'ípRODUZido do DIflRIO DA JUSTIÇA - BRASÍLIA - Pãgs. nÇs 19 298 e 19 330)
Estando a mercadoria segurada uma vez, não se segura-la pela segunda vez, nos precisos termos do art. 1 .437 do CC.
Apelação Criminal no 20 959
Se o contrato de seguro e feito entre a seguradC^
de Alçada - RJ
e o dono da mercadoria para efeito exatamente de cobrir as perdas e avarias, dura'!? o transporte, não provenientes de vTcio próprio, força maior ou caso fortuito, ria" tem a seguradora ação regressiva contra a transportadora. Ação improcedente, sen' tença mantida.
Juiz Weber Batista - Unanime
DE TrSmsITO - PORTARIA - DÊNONCIA - PRESCRIÇÃO.
Apelação não provida, por maioria de votos."
(REPRODUZIDO DA REVISTA DOS TRIBUNAIS - AGOSTO/84 - VOLUME 586)
EMENTA
thjçj
"Delito no trânsito. Portaria. Denúncia. Pres ® autoria era conhecida no dia seguinte ao fato, tanto assim que o proce~ pelo Ministério Público não interrompe o prazo da prescrição. Extinção da
Recurso Extraordinário nÇ 103 600-1-RJ
iniciou, corretamente, por portaria policial, a denúncia oferecida, poste-
^ 'Idade do fato pela prescrição da pretensão punitiva."
Supremo Tribunal Federal 1? Turma
Relator: Ministro Soares Munoz
Unânime
DO DIÁRIO OFICIAL DO RIO DE JANEIRO DE 14-11-84 - PARTE III - PODER JUDI CISRIO)
EMENTA
"Responsabilidade civil.
te.
Atropelamento e
Culpa do preposto da re que, dirigindo um autocarro, ocasionou a morte doni^''^
Apelação Criminal nÇ 16 386
do e pai_das autoras, respectivamente. Cumulação da indenização do dano moral c^o condenação de pensionar os dependentes da vitima. Recurso extraordinário e provido para excluir-se a parcela referente ao dano moral."
conhe^
Juiz Genarino Carvalho - Unânime
*oente OE transito - ACRO TIPIFICADORA DA CULPA.
Apelação em Mandado de Segurança n9 98 133 Tribunal Federal de Recursos
EMENTA
2a Turma
Relator: Ministro Costa Lima - Unanime
íJWg E
M
E
N
T
A
"ADMINISTRATIVO.
ÇAO DE PREPOSTO.
"Aci4ente de veículos. Age com culpa quem, pà-
em outra estrada, ioflete ã esguerda sem cautela, colocando seu veículo ^ ^oria de outro que trafega era sua mao de direção,"
CORRETOR DE SEGUROS.
REQUISITOS.
Apelação Criminal nP 19 789
1 . Apenas os Prepostos de Corretor de Seguros, que completaram o interstício de V anos de exercício da profissão sob o império da Le1 n9 4.594, de 29.12.64, adqui'pi5
de Alçada - RJ
ram o direito à habilitação profissional como Corretor de Seguro, dispensada outra
£• Jui^ Genarino Carvalho - U-nanime
va de capacidade tecnico-profissional.
Z._ "A prévia aprovação em exame de capacidade tecnico-profissional i^exigencia J?; nao se atende com a simples habilitação profissional adquirida por_tTtulo ou pe1 í ' ^ curso do tempo. Esta supria a falta de curso profissional. Mas nao poderá subS V j
'to
transito - FALTA DE HABILITAÇAO - CULPA - PRESUNÇÃO.
tuir a exigência de aprovaçao em exame de capacidade porque, sendo ambas disposíy legais incompatíveis, a última derroga a primeira, nos termos da lei civil e do? sinamentos da melhor doutrina" - sentença de fls. 77."
!
BI.791*Páq.02*03.
III iwiWMfn«'^1 í'<1 mil I I
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BÍ.791*Pãg.03*03.12.84
J
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não se prea.uitie.
O fatj? de nSo ser
caJ-tSriP «eTculo, aggltgencia pop si "só, outtao inippudência, demonstra a sua fmpepícfa. Ante a p« ms-Qe l~n!l de pmms de FLossivel ijnpSfern-se a absolvição. (fiEPRDDU2I'Dí) DO DÍARIO OFICIAL DO RIO Dg JARSIHO DE 31-10-84 - PARTE III - PODER
IMPRENSA
Jomcd do Commercáo
Embargos Irrfringentes na Apelação „C1vel n9 8 /I?
.ll'i
'Tf-itiunal de jfi'tiçâ ^ dF ..Relator; D_e:s.embargadi3r HèllEdío I»to-teiro - Unãniiiie
..
.
_
M
I
.
Seguro-saúde
E M E N. T A
! c'i' ('i;
h
(Luiz Mendonça)
"Reparação de danos - Acidente aütoniobilTsti^
- A gsposa e os fiThos do motorista morto em acidente causado por caminhão dirigiílo ípor;pr.eposto da aut.ora9 culpado pelo acidente, tem direito a indenização correspon'
-^.dènte a uma pensão ate a vida provável do aeidenta-do, no impojvte de dois terços qu.e glntiava mais o 139 salãrlo.
Em 1850 foi promulgado nosso Código Ccmerciai, ^jo art. 686 proibiu "o seguro de vida de alguma
Embargos Infringentes na Apelação Civel no 11^0 Tribunail de Justiça - Q? Relator; D.gs:eiiLbapga4Ç,r Laf^ eil£çcdí0 A- Abreu - Mâtoria de v^os E
Kâ çâbal de c"üTp:e.
.M
E
T
tesoa livre". Pck trás dessa ríorma legal havia um
Pfeconceito morai. O escravo podia ser objeto de ^?uro; o homem livre, NÃO. O escravo, adquirido transação de compra e venda, era um bem eco-
PÔniicQ, um investimento em mào-de-obra. Seu opos-
|p. o homem livre, nâo podia ter igual tratamento e
'icar, dessa maneira, sujeito a avaliação em dinheiro, P^ra fins de seguro. Dai o preceito ético: posta no
A
^fro, a vida do homem livre passaria a fonte
"Acidente de Transito. Ação dê regresso, Pro' Incomplêto o laudo pericial a respeito dòs motivos cleterminantes
do acidente,^co'mpete a autora a prova cabal de culpa que imputa ao reu, se este ale' falfiá"meêsUiioa do veiculo pertencente a própria autora."
'"^orai) de lucro para empresas seguradoras. Hoje, diante da expansão do seguro-saúde, contra te se vcátam alguns médicos de Santa Catarina, Julgando notas (na imprensa) bolorentas ccano a proibição do an. 686 do Código Comercial.
00 PrgRro PA JUSTIÇA - BBASiLIA - tS-M-aá - Rãg. nS 19 529)
®tc, e da sua época do navio a vela, trazem de volta
^ a era do ônibus espacial o mofado preconceito ^ra o seguro, tachando-o de "i'uma forma de inter'''edilaçào lucrativa da saúde'
*•«'••1 ov CZI^UlllOd Jomem-se algumas WIIUI^IOO cirurgias pAi parao llliOtiai ilustrar «aa dura
'n-
d o quadro financeiro que enfrenta o doente. Wlal
cu sto dos honorários médicos e despesas hcs-
certas cirurgias estão para o a-çamentodo dos mortais assim como o ônibus espacial está
çj® o feco-teco. Os preços sobem tão alto que, lá de se tornam inalcançáveis por quem está na
^'cie financeira da classe média. No entanto, os Si tiih'Santa Catarina (alguns) passam por desse problema, fazem vista grossa, abstêm-se
de indicar solução. Estão somente preocupados cm exumar o falecido preconceito contra o lucro, es
quecidos de que visam lucro tanto o hospital parti cular quanto a indústria e o comércio de produtos farmacêuticos. Até parece que, a seu ver, o problema
^ estaria resdvido: para os ricos e abastados, a medicina particular de alto preço; para os outros, a "barata"imedicina social do atendimento como for possível. Esse atendimento como for possível é que dá an-'
gúsiia cm muita gente, a inquietação que1e\^oanseio de trocar a medicina social pela
^»/ pârticular
fi nanceiramente, o seguro-saúde é a fórmula que pos
sibilita pór via indireta essa almejada troca, para os que não fêm orçamento capaz de agüentar o embate direto dos preços da medicina particular. Portanto, com o seguro-saúde todos lucram: o segurado, dis pondo de tratamento que não teria cora suas com balidas fi nanças individuais; a medicina particular, deixando a tare de marfim dos ricos para se espa
lhar, também, na planície da classe média; e as em presas seguradoras, que têm no lucro o atrativo de uma recompensa provável, nessa moeda de duas faces que é o risco econômico da iniciativa empresarial. Quem precisa de seguro-saúde e o pode cOTiprar, decerto faz ouvidos moucos ao anacrônico e inútil
preconceito ahtilucro, há mais de cem anos ensaiado
sem êxito contra o seguro de vida. Pois o dispositivo
do Código Comercial não pcgoi, logo virando letra morta
.
BI.791*Pãg.D4*03;1í,i BI.791*Pãg.01*03.12.84
ta}S.'M.
mm
IH 'VW
lià.
CIS pode lançar novo produto
Entre independentes,a maior em prêmios Nos seis primeiros meses deste
24,8%, agora baixou para 21%
ano a Internacional ficou em sexto
(os números do semestre estão no
lugar na arrecadação de prêmios. Se fcr considerado que as cinco maiores empresas em prêmios per tencem a conglomerados finan ceiros (Bradesco, Sul-América, Itaú, Bamerindus e Nacional), en
das contenções de gastos e da nova cM-ieniação mercadológica.
Diretorfaz segredo mas
controle acionário transferido da
famiiia Rocha Miranda para o
grupo empresarial de Nagi Robert
indícios apontam para
Nahas, está fazendo uma série de
modiílcações em sua diretoria e na comercialização de seus produtos
de seguros. Para 1985, a empresa
seguro^saúde
deverá lançar novos produtos, mas
o seu aluai presidente, Gabriel Paes de Carvalho, faz sigilo "para nào alertar os concorrentes". Há
de
indícios, contudo, que a nova in vestida seja no ramo de seguro-
Vinícius
saúde.
Sendo a sexta companhia do ranking de seguros do Pais (veja
quadro) em termos de arrecadação de prêmios (Cr$ 32 bilhões no
primeiro semestre deste ano, a In ternacional, a partir da mudança de seu controle acionário e da falta
de informações detalhadas sobre
processamento
e
sistemas;
Ferraz Machado —
diretcr econòmico-financeiro; e Malcolm Sidney Bentley— diretor regional de São Paulo. Cc»n essas primeiras inicia tivas, segundo Gabriel Paes de Carvalho, pode-se dar uma satis fação ao mercado e começar a im plantar o novo esquema de tra balho. Ele disse que um dos pon tos que mais preocupavam à direção da empresa era o cwnprcxnetimento de 32,7% da ar
siderada a lider entre as independentes(Quadro III).
Ele observa que a maior parte
rência das medidas de comer
com os nossos resultados, haja vis
ta a queda em lermos de resultado
eles serão reativados na medida do
|em, além dos produtos novos, a
cialização já postas em prática, ou
possível, desde .que não c<xnprometam o desempenho eco-
Internacional pretende revitalizar
^ ^^'^Panhia internacional de
nwnico-financeiro da empresa ao
tcvidència Privada, que hoje tem
seja. uma atuação maior nos ramos menos gravaa do seguro. Com isto, a sinistralidade que era da ordem de 43,1% em junho,
fi nal do exercício.
Sobre
a comercialização,
acredita Gabriel Paes que a não ser o lançamento de novos pro
dutos, os quais faz questão de não revelar por enquantQ e ^ pncridade para cs mencB gravosos, oi se^ os tipos de seguro que apresentam
pequeno índice de sinistralidade,
urna atividade minima dentro do
to reíletiu diretamente no resul
zados
pouco, apesar de negativo. Em
politica"
junho o Índice negativo era de
Paes.
Outro ponto destacado pelo
-Apesar da atuação dos grupos
reverter esta tendência, houve um
praças. "Pretendemos uma mau*
comentando a
corte de pessoal da ordem de 15%
Cr$ 40 bilhões, mediante subs
(o número de empregados passou
buscando encontrar uma equação
'Manifestação do Banco Central ^obre o assunto, considerando a
crição de ações novas integralizadas em dinheiro, o que já foi feito. Outra providência foi fazer várias alterações na composição da diretoria, que passou a contar, além do presidente Gabriel Paes de Carvalho, com os seguintes
le 1.760 para 1.500, em todo o
eficiente entre pessoal adminis
Pais). Outra providência
trativo e pessoal de produção. Teremos prc^ramas intensivos de treinamento, aproveitando a gran
l^oradesco tem )empresas operano no setor, 5ui-América tem 7,
de experiência de nossa associada, a Royal insurance, da Inglaterra,
^nterindus te n 4, Nacional tem 3 ^ o baú tem !), como abusiva e
diretores: Maurice Albert Bercoff
~ diretor vice-presidente; Louis André Joseph Armagnat — diretor superintendente; João Carlos de Rezende Martins — diretcw de ad
ministração e controle; Christopher Amaral Paterson — diretor
foi á
mação da empresa. Com relação ao corte de 15%
do "pessoal, Gabriel Paes de Cárvalho explicou que ele fd feito
^ prêmios, o atual presidente CiS, Gabriel Paes, disse que a '^^Çào da empresa não empunha bandeira da discussão sobre esta Participação no mercado. Conrecente
atuaçào dessas organizações, com fMais de uma empresa do ramo
um dos mais expréssii^ griipos
•^onfliianjç cor i a lei vigente, disse
seguradores europeus. E tarnbem
Y®, que o fato é imp<M"tante e que
usaremos o know-how da Com
^ certa forna surpreendeu a
de empregados ao volume de
panhia Hannover internacional de Seguros da Alemanha cot a qual temos negócios para atendimento a
iodos.
seus clientes no Brasil — disse o
presidente da Internacional.
Seguros enviou aos seguradores,
'üanceiros, que ocupam as cinco corretores -e às autoridades do P''inieiras posições na arrecadação setor, em setembro último, re
segundo critérios administrativos normais, para adequar o número negócios da empresa. Contudo, explicou que o quadro poderá vol tar a crescer, desde que a situação da Internacional melhore, a partir
caiu, em outubro, para 36%. E is
os
efeitos da
—
mudança
observou
Gabriel
Não se combate mais gruposfinanceiros
esfcffços de vendas nessas duas
aceleração do projeto de auto
Mas todos nós esperamos que a
tado industrial, que melhOTOU um
Paulo, concentrando seus maiores
produtividade de nosso pessoal,
pelo menos no primeiro semestre.
eontexto de cOTcrcializaçào da
tentar
Para
industrial. Mas no pródmo exer
cício as coisas tendem a pio-ar,
^tripresa.
maiores empresas (veja quadro II, cduna).
manento não estamos sequer con
econcmia do Pais dê uma volta por cima assim que forem neutrali
segunda
corretores
m
I
acidentes pessoais. Para o ano que
A primeira iniciativa da nova direção fCH aumentar o capital da ccsnpanhia, de Cr$ 25 bilhões para
os
CIS que o fato de ser um ano de transição polilico-adminisiraiiva, seja quem for o presidente eleito para governar o Pais, ocorrerão
'ncèndio, vida. transporte e
coma empresa.
tadamenie,
anteriores.' Acha o presidente da
seguindo acompanhar a inflação
empresa nos ramos de seguro de
recadação do prêmio com despesas
lógica, deixou o mercado, no-
tenda que em termos de inflação o
presidente da CIS, è a queda da
1984 os programas
ficaram congelados — seminários, debates, financiamentos de programas de televisão, e pro moções artísticas —, mas em 1985
administrativas, o terceiro maior comprometimento entre as 10
mercado
ano será mais difícil que os anos
sinisiralidade da empresa, no balancete de outubro, em decor
dente, em
que
orientação
revitalizada
mudanças econônicas que per turbarão um pouco as ordens das coisas existentes hoje. "Neste
do volume de prêmios arrecadados de janeiro a junho(CrS 32 bilhões) 'oi conseqüência da atuação da
operam com seus produtos, na ex pectativa do que poderia acontecer
nova
Paes está esperançoso, embora en
Outro corte de despe.^s atin
giu as promoções culturais da In ternacional. Segundo seu presi
pouco vai mudar. Garantiu que a Internacional continuará utilizan do os serviços dos corretores de seguros que trabalham com a casa, e dará ênfase maicr nos tnercados do Rio de Janeiro e de São
sua
Para o ano que vem, Gabriel
deverá ser
pela direção da companhia
tende Gabriel Paes de Carvalho
que sua companhia pode ser con
■ Luiz Freitas(Interino) A Companhia Internacional de Seguros (CIS), depois de ter o seu
Quadrei).
Previdência
latando as mudanças na empresa,
consta que seu maia acicntisia, Na gi Robert Nahas, é o presidente do conselho de administração e acionista controlador do Banco
Sogeral, estabelecimento bancário associado à
Sociéié Generale de
Paris.
Entretanto, Gabriel Paes não debca de reconhecer que a questão levantada pelo Banco Central éde grande importância,e que marcará uma nova etapa de discussão sobre o assunto. Ele ressalta ainda a atuação de Celso da Rocha Miran da, que agora faz parte do Con
selho Consultivo da CIS, que durante anos debateu esta ques tão.
QUADROI
RANKING / RESULTADOS (JUNHO 84) Resul tado Indus trial
Resul tado Patri monial
"
^30 Sobre a atuação dos bancos no iM^rcado segurador, é totalmente opostoá postu"a da direção anicrior, liderada por Celso da
pocha Mirand i, que durante anos lutou contra esta participação, ttnbora nào t uisesse comentar o
sssunto, no documento que a
Companhia Internacional de
Patri mônio
ant.
liqui
Corr.
do
. .fi
Monet.
posição da atual direção
^ ClS, de nào entrar na discus-
Resul tado
Bradesco Sul América Ilaú
1 2 3
Bamerindus........
4
Nacicmal
5
Internacional Brasil
6 7
43
Aliança Bahia
8
15
COTmind Real
9
46
10
42
49
51 50 33 47 48
2
2 I
4
7 8 27 10 3 12 5
7 5 9 51 12 3 22 6
2 1 3 4
6 10 13 5 9 7
1 ■
-Ri '!' f BI.791*Pág.02*03J^
ÍiUÉé ^..,..1
BI,791*Pag.03*03,12.84
i
KW Ifei.> a.
■UbátABB iAm uiWA
Outros
Seguro de Transportes !^í QUADRO II
RESULTADOS COMPARADOS,EM % DAS DEZMAIORES(JUNHO 84 Empresas
Sinistros Pagos P.Liquidos
— Bradesco ... ■ — Sul-Amèrica . — Itaú — Bamerindus..
Desp.Administr. Res.Industrial P. Líquidos P. Uqaidos 20,0
(5.8)
31,5 /
(20.8) (12,2) (3,9) (22.6) (24.)
— Nacional — — Internacional
43,5 39.5 39,2 26,5 32,9 43,1
— Brasil
45,4
— Aliança Bahia
31.1
— CcOTimind ... — Real
34,1
23,8
(17.) (3.0) (26.4)
39,0
37.8
(24,9)
28,7 33,7 54,3 32,7 22,1 29,0
Res.Patrim.
Res. Finai
P.liquido
Patr. Liquido
36,9 56,0
17.1 5,5 13,9
38,4 54.4 66,0
Transportes internacionais - novas instruções sobre operações do
12,2 11.4
21,2
0,3
52,6
21,6
165.0 58,0 143,0
18,0
seguro(IV)
15,1 21.3
relacionadas com a matéria, entre QUADRO 111
AS DEZ MAIORES POR PRODUÇÃO DE PRÊMIOS <^nho 84)
Prêmios
Fatiado Mercado
(em CrS milhões)
OJo
1) Bradesco(9 empresas)
166.232
14,84 14.05 7,77
2) Sui-América (7 empresas) . ..
157,373
3) Itaú (2 empresas)
85.900
4) Bamerindus(4 empresas),. .. 5) Nacional (3 empresas) 6) Iniemacional(2 empresas)...
50.832 42.536
7) Brasil (1 empresa) 8) Aliança da Bahia(l empresa) 9) Còmmind (1 empresa) 0)' Real(3 empresas)
6 Meses 83
180.47'Vo I84.90<79
üjj^ACRÕÕT LEIVAS * «Ao rnodo gerai assobre instru ÇMs e ^ normas existentes as frações do seguro de TVanspor i^nlcas, aplicáveis tanto às
narf^ nacionais quanto às inter arifi
necessárias
4.53
2l l,13'7o
Tt H? * faí/\ 2
3,79 2,86
208,57^0
IW
125,56ffl
tnicÁ *^^4/83. já atuali7.ara as Ins
2,84 2.64
272,77<7í
lYfln o con
27.136
2,44
23].4l«7í
gnp a
instrumentos entre
26.820
2,40
219.70070
missa
dos técnicos da Co Transportes da Fenaseg
32.338 31 ,805 29.509
220,26^0
167.02^0
caso. No artigo atentáramos para o com a Circular
relativas ao Ramo de Nacionais. Agora com
taa Pàra oeditar instruções distinRamo de Transportes
F(Miie:IRB/ClS
{REPRODUZIDO DA EDIÇÃO DE 30.11 .84
das casos
mesmo que o teor e normas, em muitos
Desan ÇÔes p
praticamente iguais. assim, as adapta-
tri2es
dentró tíirios o
Ramo terá as suas dire'
separadamente, embarques marí-
vlaifi ' , ® aéreos, terrestres, fiu-
PsDect •sr.hrZ
e às modalidades recomendacõevS
e Ütiiwaçào de i?ver
padirtft
tarifações especiais e
rempffH
°
rasgy/ - taxas ao IRB Com ra-
documentos
exatarn^ Pelo IRB é constituído
íjo
normas em vigor
ou
Transportes Nacionais
Notamos a inclusão, entre os
documentos sob exame, de condi
ções para seguros das modalidades especiais de Títulos transportados em Malotes, Mostruárlos sob a Res ponsabilidade de Viajantes Comer ciais e de Mercadorias Conduzidas
sileiro, continuando pendentes de estudos.
Teremos alguma coisa a comen tar sobre este assunto, pois em
agosto de 1983, ainda atuando na Comissão Técnica de Seguros
Transportes do Sindicato local das Seguradoras, tivemos a oportuni dade de participar de uma subco missão incumbida de examinar tais cláusulas
Como introdução aos nossos co
um percento sensivelmente-mais elevada do que as aplicadas aos
mentários, devemos explicar que a Apólice Padrão Marítima Inglesa, a "S.O.Porm", adotada pelo mercado segurador londrino em 1779, de ori gem porém incerta, teve o sentido
Até há algum tempo atrás, es
te muito tempo discutido. No en
por Portadores, sujeitos à taxa de
embarques no território nacional
sas coberturas não teriam razão de ser em viagens internacionais. Ago ra com a nova posição do País no comércio de exportação, talvra en-
contrem campo, pois é pí^ vel a existência de vendedores viajando
de suas duas letras "S. e O."duran
tanto, hoje se admite tranqüila mente que o seu significado decorre
dos termos "ship and goods",isto é,
"navio e mercadorias", pois a apóli ce poderia garantir tanto o navio quanto a carga. O formato tradicio
com mostruárlos de nossos produ tos ou de portadores conduzindo
nal dessa apólice foi algumas vezes combatido e a respeito, em um Se
sente nova área a merecer a aten ção dos corretores do ramo de segu
Peruana do Direito Marítimo, em
ros de Transportes.
Sr. Donald 0'May que presidiu um Grupo de Trabalho sobre as novas
cwtas mercadorias. Talvez repre
Observamos também, fazendo parte da documentação, um volu
moso "Cadastro de Embarcações-
minário reali2,adü pela Associação Uma, no Peru, em agosto de 1982, o
Cláusulas do ICC, repetiu as pala vras de um comentarista:"Si un tal
por nome de navio", contendo cer
contraçto tuviera que relatarse por
ca de 150 páginas, trabalho bem
primeira vez hoy en dia,se le tomi' ria como ia obra de un lunático
Kuros rf ^ existentes para se-
ÊntanH
viagens internacionais,
interessante, porém nào atin^os
fwehtt»
que a sua intenção é
como se situaria a sua manipulação
dotado de un sentido muy persow)|
para atualização, no bojo das ins truções, se a intenção tem era mira
dei humor".
a "Classificação dos Navios", para
como um marco na história do ae-
taxação dos seguros.
guro marítimo, com a decia&o do
evenhi .^'^Kestões no sentido das
Julttnrio^ alterações ou adaptações in^?«T normas, tari^vOestiaeessárías e cláusulas nas a serem edi-
O mês de janeiro de 1982 fieari
caráter definitivo para
Igualmente integrando o pacote
íeoii??' ® í^gular as operações do
focalizado, encontramos as "no
terar radicalmente o clausulado
vas" Cláusulas de Carga do Institu to", "A", "B" e "C" editgíías em
"instifcute Cargo ciauses — Ali
atinente às viagens intema-
BI.791*Pag.G4*03.12.84
elas a necessidade de reformulação das Condições Gerais para os Segu ros Marítinu». Pluviais e Lacustres, objeto de estudos anteriores mas não utilizados quando da atualiza ção das normas referentes ao segu ro dos Transportes Nacionais.
Sistema de Seguros e conseqüente mente pelo mercado segurador bra
Cifín^®' ^ as naihi? obedecendo à mesma esAcreditamos que HOfi ^nicosfot^eiro. do mercado de seguros
^ansportei nào parderâo a
Ol.OLÍ?,
Instituto de Segura-
dofea de Londres.
lEiMfi Instrumentos, até estg(fi ta, não foram ofícalmente ou for-
mercado segurador londrino de al
predominante encabeçado pelas Risfta", "Institute Cargo Ciauses — WA" e "Institute Cargo Ciauses — FPA", universalmente adotadas,
jMrtunidade de propunciar-se so-
#Ti-.iímente aprovados p reconheci-
^
com raras exceções, há mais de dois séculos, e de substituir, inclusive, a
dos- i.'ei;wí úos.'^a.s autoridades do
"S G. Form",
ipnportaptes questões
BI.791*Pãg.01*03.12.84 Li'AiilÉrtfiii< I fi I iiraiiTi
ic."» —■
IR
ví <r' ■
ridas com descarga, armazenagem
e remessa do objeto segurado para o destino originalmente previsto".
Muito contribuíram para apres sar os estudos e a atitude dos britâ
CLÁUSULAS DE CARGA (A)
UNCTAD,em Genebra, analisando
os mecanismos jurídicos das apóli ces e das cláusulas dos seguros. A conceituada revista "Le
DROIT Maritime Prançajs" dedi cou várias páginas ao exame deta lhado das novas cláusulas e assim referiu-se ao histórico aconteci mento: "Cest un changement radi cal qui vient de s'opérer. Plusíeurs
siécles de tradition et de pratique on été purement et simplement
abandonnés. Peu-tétre s'est-il produit une véritable revolution juridique outre-Manche?..." Voltando a nos referir à Subco missão da CSTC, transcrevemos o seguinte trecho de seu Relatório;
"Por outro lado não nos cabe discu
tir o mérito das novas Cláusulas, dada a natural impossibilidade de
se propor alguma alteração em algo que já está em plena vigência no mercado internacional, tendo in
clusive o IRB, ao que nos consta, renovado seus contratos de resse
guro com o mercado londrino sob a égide dessas cláusulas. Assim,deci dimos nos ater aos aspectos técni
O texto original não foi alterado se
comparado com as antigas I.C.C. (ALL RISKS), porém a tradução apresentada difere da anterior, in
clusive no título que era "Cláusula . de Colisão Ambos Culpados". Quando muito poder-se-ia adotar a expressão "Cláusula de Colisão por
Responsabilidade Mútua" para me lhor definir o conceito do que se
está estabelecendo, porém, S.M-Jsomos pela manutenção do texto original, como mati; apropriado. Item 7 - "Cláusula de Exclusão de Greves"
Entendemos que o texto correto seja o abaixo:
"7 - Em nenhum caso este segura cobrirá perda, dano ou despesa:
. 7.1 - causados por grevistas, traba lhadores em "lock-out" ou pessoas
participantes de distúrbios traba lhistas, tumultos e comoções civis,
7.2 - resultantes de greves, "locK outs", distúrbios trabalhistas, to
muitos e comoções civis;
7.3 — causados por qualqu®* terrorista ou pessoa agindo por mO'
cos e redacionais dos conjuntos
tivos políticos.
Item 9 — "Cláusula de Término do
vra "náo", no seguinte trecho, do
segundo parágrafo da Cláusula 12; "Esta cláusula 12, que "náo" se
aplica-.", o que propomos seja cor rigido, pois tal omissão altera total
de perdas" e nâo "Perdas reduzi das". como constou no texto apre sentado.
— Item 16 — "Cláusula do Dever do
lo, em 17.08.83, por unanimidade e
mentação ora objeto destes nossos
"O texto original inglês nâo
textos virão preencher algumas la
lece prazos para a comunicação o - na viagem, se Bíerindo alterações
xima terça-feira a transcrever tre chos do mencionado relatório. • Lüír Lacroix Leiva» — é Técni co de Seguros Transportes, ex-
sas de Seguros do Estado de São sileira de Ciências do Seguro o da
Associação Paulista dos Técnicos de Seguro.
apenas a prontas notícias,
to a tradução apresentada flx® JJJ. prazo prazü ae de cmco cinco oias dias para para a a coniun' cação dessas alterações. Ainda fl" seja compreensível a intenção o IRB em estabelecer tais prazos, a tendemos que nâo podemos
®UZID0 DO O ESTADO DE SAC PAULO - 27-11-84 - SEÇÃO ELABORADO POR EUREKA F.S.C.)
Seguradora cria plano para quem
o sentido das cláusulas,senáo remos descaracterizando o
como sendo a tradução das Cláus
não é fumante
pela exclusão dos prazos estabe
TORONTO, Canadá — A compa
Ias Inglesas e, sendo assim, sonj^ cidos".
-
Item 12 — "Cláusula de Despa®** de Remessa" g, O texto que segue talvez fosse «n
nhia de seguros de vida Laurier Co., que garante ser a primeira a cobrar
Ihor assimilado, sem prejuízo o® seu correto sentido:
reta interpretação do que se preten
"Quando, como resultado da ocu
já gerou 84 milhões de dólares (CrJ
rência de ura risco co^rto por
252 bilhões) em novos contratos,
se fizerem necessárias para sua me
.
seguro, o trânsito segurado
. 1:1
1
prêmios muito pequenos de pessoas que nunca fumaram, anunciou no
cm muitos trechos dificultam a cor
lhor compreensão, sem prejuízo de
í; i< i.i'i
Diretor das Suguradoras "Finasa" e "Universal", ex-membro da Comis
cesso DETIR-152/83-Vol.n)as quais
deu estabelecer, face a adoção de tradução literal do texto inglês. So mos partidários de uma tradução com as adaptações lingüísticas que
%
nões apontados. A título de colabo ração, pois, prosseguiremos na pró
Paulo e associado da Sociedade Bra
o Relatório: "QUANTO À REDAÇÁO": Entendemos que os novos
apresentadas (fls. 310 a 332 do Pro
'I '!'
comentários permanece com os se
são de Seguros Transportes, Cascos
essa observação à luz das traduções
i\ 1
nos, pois a tradução das Cláusulas que examinamos anexada à docu
e RCTR-C do Sindicato das Empre
faztf presente na tradução para a língua pátria, sob pena de não atin gir os objetivos desejados. Fazemos
ri '.Hi
remetido aos órgãos superiores, pa rece Dão ter chegado aps seus desti
de Viagem"
edição das nova cláusulas deve se
■.ll' !
dicato das Seguradoras de S. Pau
Continuamos transcrevendo trech
mos todavia necessário enfatizar que o mesmo espírito que norteou a
Ti
O Relatório em causa, apesar de
estudos mais detalhados das de
ligíveis, inclusive pelo Segurado, geralmente leigo no assunto. Julga
' ,r
aprovado em reunião da Comissão de Seguros de Transportes do Sin
Contrato de Transporte;
tecniclsmos exagerados, as novas
1
Segurado": este Título poderia ser substituído por "Cláusula de Obri gações do Segurado".
Item 10 — "Cláusula de Mudança
cláusulas são mais facilmente inte
I)
— O título "Minlmlssing losses" de ve ser traduzido para "Minlmizaçào
Guerra e Greves, mais usuais no
do relatório da Subcomissão:
í
mente o sentido da frase.
mercado, reservando-nos para, nu ma segunda etapa, procedermos a
cunas existentes, principalmente no que tange à correta interpreta ção do elenco de garantias concedi das pelas diversas Cláusulas. Utili zando linguagem moderna e sem
í
- Item 3 - "Cláusula de Colisão por Culpa Mútua"
"A", "B" e "C". bem como aos de
mais cláusulas editadas. Continua
"v.;
"Alertamos ainda para a omissão,
na tradução apresentada, da pala
nicos, os trabalhos consagrados ao
exame do seguro marítimo, pela
Continua o Relatório:
início da semana que essa promoção
nar em um porto ou local que n» seja o mesmo para o qual o oW®
O prêmio que estes seguros pagam é 30 por cento inferior ao pago por
segurado estava destinado confo
não-fumantes em outras empresas.
• i:'
me previsto na apólice, os segor»
seus efeitos. Como exemplo das di ficuldades mencionadas destaca
dores reembolsarão o segurado P^
A Laurier é uma das menores se
quaisquer despesas extraordin
guradoras do Canadá mas sua estra
mos os seguintes trechos:
rias devidas e razoavelmente inco
ií
tégia tem-lhe valido muitos rendi mentos. O sucesso do primeiro piano foi tão grande que agora a empresa
instituiu um outro, o "Fumante Apo sentado", para os que deixaram de fumar há cinco anos. Os segurados-
BI.791*PâSP
podem dispor de uma cobertura qu^ varia de cem mil a três milhões de dólares. 1,.^
(REPRODUZIDO DA GAZETA MERCANTIL - 27 - 11 -
BI.791*Pá9.03*03.12.84
As perdas guro Cia. de Seguros Ge
era desenvolvimento e. por-
rais e presidente da comis • tanto, a obrigatoriedade
com o
são técnica da Federação
Nacional das Empresas de Seguro Privado e Capitali
seguro à
zação (Fenaseg). Menezes observa também que mui
tas empresas, na ânsia de exportar, não selecionam os seus compradores do ex
exportação
terior com o devido cuida
Em um período de forte
expansão das exportações, as companhias de seguro apresentam elevados pre
ção (ramo 49), segundo apurou a revista Balanço
diversas
Apesar de tudo, cora a expansão das exportações brasileiras os seguros nes
sa área vêm apresentando contínuo crescimento. No
primeiro semestre deste
presa brasileira tem conhe cimento prévio de dificul
igual período do ano passa-
ano, em comparação com
do, a taxa de crescimento
dades por parte do impor tador, não deixa de realizar
foi de 67%,em média.
o negócio. Simplesmente
superaram, amplamente esse nível está a Porto Se guro. cuja posição no ramo 49 (seguro de crédito à ex portação) passou uo 21- pá
guro de crédito", diz ele. A seu ver, a solução seria a obrigatoriedade do segu
guro de crédito à exporta
estratégias
do. "Mesmo quando a em
vem correndo à segurado ra e fecha o contrato de se
juízos na modalidade de se
aumentaria os nossos ris
cos"
Entre as empresas que
ro de crédito à exportação,
ra o 6? lugar, segundo Me
Financeiro, em sua edição
estabelecido pela Lei n?
de dezembro.
4.678, de junho de 1965, cujo
que representava 0.05% da
semestre
não cumprimento generali
deste ano, as perdas das se guradoras nessas opera ções são calculadas em Cr| 11 bilhões, sendo Cr|6,3 bi
zado é apontado por Mene
No
primeiro
zes como uma das causas
mercados
ra O 20% no último semes
tre. ou seja, registrou um crescimento de 300%." Estratégia inversa foi ramo de seguro de crédito adotada pela Sul-América à exportação. BandelT-ante. A representaA questão e controversa tividade do seguro de crédi entre as próprias segurado ras. Wladimlr de Oliveira, to à exportação, informa gerente de supervisão de Oliveira, caiu na empresa sinistros da Sul-América mais de 500% de üns de 1983 para o final do primei Bandeirante de Seguros, por exemplo, não crê que a ro semestre deste ano, bai obrigatoriedade represente xando de um patamar de
pendentes e Cr$ 4,7 bilhões a sinistros liquidados. Muitas empresas expor tadoras, quando vendem os
arrecadação da empresa
no final de 1983, passou pa
da desastrosa situação vi vida pelas síompanhias no
lhões relativos a sinistros
para
nezes. "A nossa carteira,
dos
países desenvolvidos ou pa ra clientes capazes de ofe recer garantias, não fazem o seguro, no pressuposto de poderem assim aumentara
realmente uma determina
ção legal. "O fato é que o
sua margem de lucros. I
Contudo, quando expor
}•
mercado a ignora comple
'l' fcvi
Cri 80 bilhões em prêmios
para apenas Cri 13 bilhões.
"A carteira hoje não repre
senta mais do que 0,04% de nossas operações, quando, no final do ano passado, era gócios com o exterior, só de 0,23%. Saímos da inco viria trazer transtornos moda posição de 3? maior ainda maiores ás segurado captador do mercado para ras", comenta Oliveira. uma faixa em que podemos "Uma grande massa de respirar mais aliviados: 16 nossas exportações é feita em julho", conclui. exatamente para países tamente. Depois, se exigi
tam para países em desen
da, no estágio atual dos ne
volvimento,em que se veri ficam elevados índices de inadimplência, não deixam
de contratar o seguro de crédito. O resultado é que as seguradoras acabam ar
cando com altos riscos.
(reproduzido da gazeta mercantil
28- 11 - 84)
o prejuízo das seguradoras Hã um descompasso na
ãfea do seguro de crédito á exportação, que ocasionou
ài eompanhias segurado ras um prejuízo calculado
cem
maiores
garantias,
preferem não fazer o segu ro. Não deixam de fasè-lo. contudo, quando exportam
pm Cri 11 bilhões no pri-
para países em desenvolvi mento nos quais se verifi
Rjefro semestre deste ano.
cam Índices relativamente
Segundo Informa a revista elevados de inadimplência. lalanço Financeiro, cujo
"Como as taxas são cal
numero de dezembro já es tá circulando. Ocorre que,
culadas para a média do mercado, ai seguradoras ficam só com a parcela de
nuítaa empresas exportadoráf, quando vendem pa
alto risco e acabam per
ra 01 mercados dos países
dendo", afirma Deoeléeio
ifldttstrialisados
Fernandes Menezes, ge rente técnico da Porto Se-
ou
para
que
ofere
BI.79í*Pãq.04*03.12.8^:
BI.791*Pag.05*Q3.12.84
rííiil
'li jJÚ
*'» 'L' 'I-'^- "" »f e-
DIVERSOS I
F
O
G
O
EngÇ Antônio Fernando de A, Navarro Pereira *
Fogo! Fogo! Fogo! Que palavra tão estranha e mística que
' I
iJil.
desperta,
Si muitos casos, o pavor nas pessoas. Quando essa palavra esta associada ao pinito tem-se, em determinadas situações, resultados quase sempre desastrosos.
A alguns dias atras tivemos no Rio de Janeiro alguns eventos em que Ssta palavra esteve envolvida.
*
,í : í;
»
i!, ; ''
Em um caso pelo menos, na Rua Senador Vergueiro, a
Associação com o pinico resultou em um saldo de^quatro mortos. Infelizmente, toda AVÊZ que ocorre uma situação como essa a opinião publica e mobilizada, pela revoJ_
ta popular, e a seguir, com o passar do tempo, "tudo volta como antes". Os Órgãos legislativos nomeiam Comissões para averiguar os casos, com os lorocessos arrastan''o-se meses seguidos, sem contar que o resultado algumas vezes e inocuo.
!
Em nosso PaTs varias são as legislações existentes sobre o assunto ,
'^endo algumas completamente conflitantes. Essas legislações referem-se unicamente
'F Cl
' Afis equipamentos de detecção e combate a incêndios, a características mínimas de /ida sistema, distribuição geométrica, etc.
Pouca ou nenhuma legislação existe .sobre o treinamento dos ocupantes
!s grandes construções. Nesse aspecto, o Mercado Segurjdor Brasileiro sobressajs-se 3 demais instituições nacionais, já que exige a existência de Brigada de Incêndio Wnada, para que se possa pleitear algum desconto, pela instalaçao de equipamen= 'Os de detecção e combate ã incêndio. Mas o que fazer com todo o restante das pes_
,^Oas que co-habitam, na maior parte do tempo, essas grandes edificações totalmente 'Olneraveis ao fogo?
r !)
f, Uma das soluçoes que pode ser dada ao problema, alem da unificação % virios regulamentos existentes sobre os equipamentos de combate a incêndio, Õ ^ conscientização e alerta dos habitantes dessas grandes edificações, através divulgação de orientações e mensagens, por meio de folhetos, apostilas, jornais, jc., os quais poderiam ser patrocinados pelo Mercado Segurador, que novamente to-
Via a dianteira na divulgação de instruções para a salvaguarda de bens e pessoas. if
Acreditamos que as Seguradoras ao encamparem esta sugestão, além do
jtor divulgação do seguro, estarão contribuindo, sobremaneira, para a redução, ou 'Jemsabe, a eliminação da grande maioria desses casos fatais.
.'r.
q,
Os gráficos que apresentamos a seguir ilustram a ocorrência de incêri
, 'os em várias situações.
ni '■ t f
n: :
-
• Antônio fc/mando de, A. hiavoÂAo PeAeÃAa o, íyiqznkeJjio Z-ivLt, p00~gn.adua.d0 m Scgut
do TnxiboJihü, com voâZüò cu/tóoZi dt e-òpoc-iatização m SiigíiAanç.a Indas-C^caí
c
\Wecão de, íyu,talaçdeÀ. 1 l :<( (ih
BI.791*Pág.01*03.12.84 yW»fy'''i.^'i"f'||*HíW
YiWTTgyTr—
.^^eniam. v> ;. —— —
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-.kÀlÉÉaiiiÉÉailtf«áiiiieÉ
OCORRÊNCIAS
50
40
30
M 27.e0/AN0 S 10.62
■20
10
1978
1980
1979
1981
1982
PERÍODO
FIG. I - OCORRÊNCIAS DE INCÊNDIOS INDUSTRIAIS
OCORRÊNCIAS
200
179
. M 169.70/AN0 S 21.97 150 147
'l46
lOO
50 ca
iO * TI cu» to
1978
1979
'
1980
FIG.2-0C0RRENCIAS DE INCÊNDIOS EM EDIFICAÇÕES
1931
1982
período
643
OCORRÊNCIAS
600
M 553.4O/AN0 S 53.45
513
500
19TB
1979
\960
1981
1962
PERIOOO
f\G.3-0C0RRl.NC\AS Ot\NCÊ.KO\OS EÍA-..CslAS CCN\ERC\A'.S E RES»ntNC\AS
OCORRÊNCIAS
866
2800 2770
M 2723.80/AN0 270O
S 92.59 2667 2653
- - ■ -4
260O-
.v*-á5a
250O
v£> X"O a> t un
1978
1979
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1980
1981
1982
período
FIG.4-OCORRÊNCIAS DE PRtCIPlOS DE INCENDiOS
CO 4i»
I
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E ''
FEDERAÇÃO DOS SECURITRRIOS
CRIA
EM SEGURO DE TRANSPORTE TERRESTRE
SALVADOR 1? DELEGACIA ADMINISTRATIVA
A Federação Nacional dos Empregados em Empresas de Seguros e
Capitalização acaba de criar a
Delegacia Administrativa na cidade de
Salvador'
(BA). A Delegacia foi instituída "ad referendum" do Conselho de Representantes da Federação e será responsável pela clefesa dos direitos e interesses dos
SEGURO OBRIGATÕRIO DE RESPONSABILIDADE
securita*
CIVIL DO TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO
rios da região Norte/Nordeste.
CARGA - RCTR-C
DE
Paulo Barbosa Jacques
A Delegacia será dirigida pelo securitãrio Derivaldo de
sus Bastos» que integra o quadro funcional da Companhia de Seguros Aliança da^ hia. O novo 5rgão funcionara temporariamente na sede do Sindicato dos securitãrio^
[Vaalo Bcutboòa Jacqu.e4 é con&utto^ de. emp^Lt&<Lò
da Bahia.
E&ta mxtvüjji QJitã. òOJido Kzzdítada, poK tex òcu DE
ATO
C R I AÇÃO
do inc.ompteJ:a na ótcÒo VIl/ERSOS do ^-790, oi
Abaixo, reproduzimos o "Ato de Criação" da 1? Delegacia Ad"!!
cZuZda a pofute ÍJumoI na ieçõo
I£B)
nistrativa:
'; ' 1 . i'
"A Diretoria desta Federação, no uso de suas atribuições H gais (Art. 14, alínea "b" do Estatuto), resolve instituir, "ad reii rendum" do Conselho de Representantes, na cidade de Salvador-BA,Del®
gacia Administrativa, que será responsável pela defesa dos direití^^ e interesses dos securitários do Norte/Nordeste, de modo especial
queles que labutam em cidades onde ainda não se organizaram associ^'
A obrigatoriedade legal de dois seguros que se referem Uma
iiesroa coisa, ou seja, bens objeto de transporte rodoviário, vem land o a falsa idiia que eles constituem uma duplicidade de seguro.
ções ou sindicatos da categoria.
A Delegacia Administrativa funcionará, temporariamente, sede do Sindicato dos Securitários da Bahia, Rua Comendador Gomes 0^
Objetiva o presente trabalho desfazer esta dúvida, mos
Ciue os seguros de Transporte Terrestre e de 'Vil
ta, '36 - Barris - telefone: 243-6833.
Com efeito, a Diretoria nomeia, "ad referendum" do Conse de Representantes, como Delegado, o securitãrio DERIVALDO DE JESUS
TOS, 29 Vice-Presidentc desta Federação, o qual exercerá as suas
Responsabilidade
^0 Transportador Rodoviário - Carga (RCTR-C) apesar de, em '^^^âs circunstâncias, funcionarem, concomitantemente, além
dede
^^®ntarem características nitidamente diferenciadas, garantem inte seguraveis inteiramente distintos.
ções em tempo integral, devendo-se, para tanto, solicitar â Cia. de ^
yuros Aliança da Bahia, a concessão dc frcquãncia livre ao empregad"'^^ forma da Cláusula 20, da Convenção Coletiva de Trabalho celebrada
tre os Sindicatos das categorias profissional e econômica, com vigé"" entre 01,01,84 a 31. 12.84.
■
io
cio outubrcj de ,
ric» 1984
ALCYR
ELY
co-
\1 '"ii 5
~
*^das ou aanos danos sofridos pelos bens transportados; o de sorridos pelos bens transportados; o de
RCTR-C RCTR-
f'. \\
iM ,l
^ eguro de responsabilidade civil e, como tal , se destina a reera ^
*"eparações pecuniárias que o transportador seja obrigado a v*, por disposições legais, em virtude de perdas ou danos sofri
—•, K
ALVARO FARIA Dl Presidente
^
í^efere-se a natureza das mesmas: o seguro de Transporte TerHrç G Um seguro de danos materiais, isto e, tem por objeto indeni 'A
Hxo dc Jancim
^ primeira diferença entre as duas modalidades de
K ^ A
.
®los bens transportados .
ITAS
^ r. Nf ?'E^ANDES norte ^Gtetác^i FER
,SlM
•■' .'.Lfi
CAÍIDGSO DE BARros
BI.791*Pãq,gi!^
BI.791*Pãg.07*03.12
i1
3. 1 Assim, enquanto o primeiro
funciona quarido os bens
segurados sofrem avaria, independentemente de a mesma ser imputavel a responsabilidade do transportador ou não, o de RCTR-C sõ pode ser
4.2 Jã o Seguro de Transporte Terrestre, cobre todas as
acionado naqueles casos em que a perda ou dano seja de responsabili dade do
^varias ou perdas que os bens segurados sofraTn durante o transporte, s^cluindo apenas aquelas que, normalmente, nao são garantidas por
transportador.
3.2 Cabe lembrar que o CBdigo Comercial , embora estabe
leça o principio da responsabilidade presumida do transportador admite que este dela se exima quando ocorrer vicio prõprio, ,
r,-|
qualquer espécie de seguro, tais como: riscos de guerra, riscos nu^^eares, terremotos, ciclones, erupções vulcânicas e outras convul da natureza e vicio prõprio.
maior ou caso fortuito (arts. 101/103)
, I íi 1
> ''
3.3 Conseqüentemente, o fato de o transportador ser, i""'
■■', ;''i
' '''j
Iff :1J
tas
.!■' '
vezes,
responsável
se sequravel
nela carga, nao elimina . •« + preS' peia totalmente o inter
A confusão maior" entre as duas modalidades
^^fato de que, em determinadas circunstâncias, funcionam concomitan ^ÊiTiente.
do seu pronrs o +
« , ..?• etano, que se nao fizer seguro, terá-
1'
sofrem perda ou avaria imputivel ã responsabilida
tuitü ou força maior e:
de do transportador, e esta esteja abrangida
b) obter do transportador o ressarcimento dos > nos dema is casos .
•-«^«'-cimento do transportador
que serão el iminadas
nedi;in+
prietirio da carga.
er deio"^'
5. 1 . 1 Exempl ificando: O veiculo da empresa transporta-
Io '"a
' por impericia ou negligência do respectivo motorista, provoca Acidente, em conseqüência da qual, os bens transportados sofrem
Judiciais e et..
^ contrataç.-o de senuro, ptlo
O segurador do proprietário da carga (Seguro de Transporte) os prejuízos verificados e, subrogado nos direitos do pro-
Pi-
ferençs entre os To^s eg"oT i"''■ " proporcionada, ^"ros e mais acentuada ainda. ^• 1 O Seguro dp rttd r
bertura limitada aos casos ^ ^ ® ® acidente com o veículo trans""
mesmo ou da carga transportadT
^
"
dí'
da carga, pleiteia do transportador
o correspondente res
/^^iniento Este,por seu turno,- obterá. de... sua seguradora (Seguro :: do ^^'^) o reembolso da reparaçao que tenha pago ã Seguradora
•«CTd ..
°P^i etário da carga. 0^
^"
avarias imputiveis ã respon h • i ■
pela
cobertura do Seguro RCTR-C.
.1
ra implicar em despesas administrativas e/ou iuH-
; L
5. 1 Isto ocorre nos casos em que os bens transportados
prejuízos resultantes de ca-SO
■■ d<l iJ
decorre
abranger perdas
transportador, tem sd bi 1 i dade resuU®
cO-
1^^
5. 1 .2 Esquema ti zamos abaixo o funcionamento das
duas
idades de cobertura:
BI.791*Pãg,09*03, 1 2.84 BI.791*Pig
TT—-p—»j'
í\
DÜVaÉtWllKiWWirtàJ
»'
indENi"2^\^ PROPRIETARl-0
SE©iJRO
TRANSPORTE
DA
CARGA
&
5,4 Finalmente, no caso em que a perda ou avana do bem
transportado resulte de ato ou fato não imputãvel ã responsabil idade ío trans portador (queda de uma barreira, por exemplo) , os prejuízos/ ierao indenizados pelo seguro do proprietário da carga (Seguro de Wnsporte Terrestre) , não assistindo ao respectivo segurador o di^Sito de regresso contra o t ra ns por ta d or .
BOLSA
5.4.1 Como mostra o esquema abaixo, nesta hipStese, nem 'seguro RCTR-C, nem o transportador são acionados:
SEGURO
TRANSPORTADOR
R C T R -C
5.3 Quando, porém, perá-à o dapo causado a kbem +transporta An transpoy«4.
do. embora de responsabilidade o" ^ador pie contraf ' do pela cobertura do seguro po*"
.
- ,
/ç,.,
j, rarg3 ^un^in
nas o seguro do proprietário o®
„c<;o contra ^
SEGURO
DA
TRANSPORTE
^ estiver abrangi
9uro RCTR-C),
PROPRIETÁRIO
INDENIZA CARGA
ape--
' cabendo ao respectj.
vo segurador o direito de regresso ^ a q tran^r. - , c orejuizoí; ^Portador, que, nest9 h i potese
tera de arcar com os pr J
s,
®®nibol so do
Seguro
RCTR-C.
5.3.1 O esquema abaixo ilustra
denciando que o Seguro de RCTR-C não e
hipótese formulada, evi onado
dor tenha de ressarcir a Seguradora do Prop^^
S E G U R 0
TRANSPORTADOR
"^^ora o transporta o da carga :
R 0 T R - 0
CuiHDre ressaltar que as taxas do Seguro de
rH
TRANSPORTE
são estabelecidas levando em conta as possibilidades
PROPRIETÁRIO DA
CARGA
Transporte de
l,^^arcimento acima mencionadas. Isto significa que, se inexistisse/ D
possibilidade, as taxas do Seguro Transporte teriam de *
ser
Priores às atualmente estabelecidas.
;■ 'i-.f. ' 'l i ;»:'"
Outra particularidade que deve ser ressaltada i a
, . •' /!?' l l' ' ■); .
■;
TRAhSPORTADOR
SEGURO
RCTR-C I-
de
*^3 hip5tese da transportadora contratar Seguro de Transporte
*^5 bens por ela tra ns por tados, é obrigatória a inclusão de clãusu^ ^stabe1ecendo que :
M•M.
'■n
BI.79í*Pãg.tO*B3jj^
BI.79l*Pãg.M*Q3.12.84
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ou explosào . .
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Acidente
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transportador ,ij2 Transportador
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Outras causas
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COV.PARAÍiVO CAS PRINCIPAIS CA RAC TtPl SI 1C A S DOS SLCOKOS OC IRANSPORlLS TírRrs"Kí:5 í Dt KEsPürtSAQIilDADl CIVIL DO TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO CARGA (RCTR-C)
SEGURO
SEGURO DE TRANSPORTE
DE
RESPO.NSADILIDADE
DO TRANSPORTADOR
TERRESTRE
Estudos e Opiniões
CIVK
RODOVIAR ID-CARGA
(RCTR-C) OA
PROPRIETÁRIO
SEGURADO
TRANSPORTADOR
CARGA
SEGURO Objeto
TRANSPORTE
DE
MERCADORIAS
por disposições legais, o transooriador for / rcspo.nsável Cín virtuce das perdas ou canos so
VIA TERRESTRE - POSIÇÃO
DA
SEGURADORA
fridos pelos oens transportados e causados por
SUB-ROGADA-RESSARCIMENTO, HIPÓTESE
EM
QUE O PROPRIETÁRIO
A
Indenizar prejuízos decorrentes de perda ou ava
Reembolsar reparações pecuniárias pelas Quais,'
ria dos bens trcjnsporterios causados por um
do*s"
eventos indicados "êd RISCOS CCDERTDS
• ua dos eventos indicados et RISCDS CElâEftTOS
DA
CARGA POSSUI
MODALIDADE DE SEGURO RR E INEXISTE
Riscos Cobertos
Básicos
DE
- Colisão, capotaoem, descarrilamento e tomba -
- Colisão, capotagen, abalroanento ou tcmoaoent
PARTE
do veículo transportador.
jnento.
- Incêndio, explosão e raio; irjjndsção; trans - - 'Incêndio ou explosão
DO
TRANSPORTADOR
JURISPRUDÊNCIA -
bordamento de cursos d'2çu;, represas, lagos/ ou lagoas; desmoronamento ou cueda de terras, pedras, obras c^ arte ou outros objetos.
O
Vilson Ribeiro de Andrade *
parecimento cio carrè-gacento total do veTculoT - Agua doce ou de chuva, amassanento ou aniolgamento, arranhadura, contaminação, contito com outras mercadorias, derrame, ceterioração por
- A cobertura básica r^o é suscetível de eoplií çâo.
Do Contrato de Transporte.
descongolamento, incêndio em armazém, portuá
rio, operações de carga e descarga, quebra
RCTR-C
CONCLUSÃO
- Roubo oriundo de assalto a riao armada ou desa
Adicionais
POR
,
roubo, vazamento e outras nao expressamente / proibidas.
ExcVusÕes
- Atos ou fatos do Segurado, do ertbarcador, do
destinatário ou seus empregados, orcpostos ,
(06S: as_comuns is duas modali-
agentes, representantes ou seus sucessores
- Oolo do Segurado, dos seus prepostos eu
" Princípios Gerais.
sentantes.
- Extravio, cusbrs. derrame, vazamento, arranPj
óades nao sao mencionadas)
dura, amolgEmento, amassaroento, contaniniçàpt contato com outra carga, má estiva, aguâ ««s
Por contrato de transporte entende-se aquele em que uma
ou de chuva, oxideçao ou ferrugem, c>r,cní
rotulo, paralizacao de maquinasfriçcrífiMs i
Ssoa ou empresa se obriga a transportar pessoa ou coisa, de um local
roubo total ou parcial.
-.Inobservância a disposição que disciplinea í transporte de carga por rooovia.
;Vô outro, mediante o pagamento de um preço
- Caso fortuito ou força maior - Greves,
léportlncia Segurada
Deve corresponder ao valbr real do bem segurado
A apólice estabelece um limite máxino de respoj
se o segurç for efetuado por valor inferior ao sabilidade da Seguradora, por evento. real, o segurado sera considerado segurador da
. O Transporte de Mercadorias no Código Comercial.
diferença, participando, proporcionalmente, dos
prejuízos verificados (CLAüSULA CE RATEIO)
Liquidação de Sinistros
A indenização sera feita coro base na avaliação/ o reembolso terá por base o valor da reparaçío da extensão da perda_ou dano material sofrido / pecunisria a cje o Seguraco estiver obriçíCo , pelo ben segurado. Sao indenizãreis, ainda, os .acrescido das'custas judiciais e honorários df
n
eventuais desembolsos decorrentes ce providên - advogado cu procurador nomeaco pelo SeçuraQO,,
o ao
transporte terrestre, como acontece com outros contratos
de acordo com ã Seçuradora, fcen coroo d2S oessê , _
cias tomadas pelo Segurado, para defesa, salva
guarda e preservação do objeto segurado ou para
Binorar as conseqüências do sinistro, na propor çio
O Código Comercial nao possui um capítulo especial dedi o
sas de socorro e slivar.enío, arroazenaoes, 9^11 j nas 36 referindo, nos artigos 99 a 118, aos "condutores de da, reeir.ba iacero e outras oue tenham sido feitiM •
■
do valor segurado.
,
-
generos
transporte". Sendo o Código- promulgado em 1.850, é na ^1 a forma estabelecida, em razão da precariedade dos meios de trans
Taxas Básicas
Variam entre 0,052 e 1,362, de acordo com a dis-l, Variam entre 0,022 e D.322, de acordo ccr 3 íii tãncia da viagem e são aplicadas ao valor segura tincia da viaoem, e são aplicadas ao valor do. Para viagens nos perimetros urbanos, suourbs bem ou mercadoria declarado ru5 conhecimento
nos ou regiões metropolitanas 0,0152
e da época
manifesto de carga. Para viagens nosoenrefOS' urbartos, .suburbanos ou regiões netropol1una$ 0,01St
Adicionais
Incêndio nos armazéns dos consiqTatanos- 0,150" (para 30 dias ou fraçGO)
A^cofaerterá básica nao é suscetTvel deanpi'í|ii jla Responsabilidade do Transportador.
Incêndio eni armazéns Pcrtuarios-0.1-002 (para
çao.
3E
dias" ou fraçao ).
Del.erionzaçao por descongelamento-0,15t RouLmj-O.dI Deiaiis riscos adicionais- a critério da senuradm
ra, rnni um niímimi d' íl.Gl '
Obrigatoriedade Legal
Esl.diel rr i ri.i pdj a I Iti'- i "h" do .iri TH do lU
d.- H.li.í.'.. TI JI, I
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Mrt.i [I< 1 U ( .i|. i Lu In VJ du /
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71.11 h(, e r<-nui..m-nt,id. ,u l.iíw-n; CN''r n'.' ül/};7, de I/.,0.i.;;2
BI . 791 *Pãg . 1 4*03.!_ iipirwj?i
^ TTdHsportddoT dssume várias responsabilidades ao contratar o Sport.c de mercadorias. As principais dessas responsabilidades sSo BI .791*Pãg.0i*03.1E.84 ■ i )■
II
i;
A apólice de Transporte Terrestre (RR), destina-se a co
as seguintes:
'íir quaiquer perdas, danos materiais causados à mercadoria segurada , "a) Perdas, furtos ou avarias nas mercadorias trans portadas.
'""'^Uanto que o seguro obrigatório dos Transportadores (RCTR-C) se des-
'ífià a cobrir a Responsabilidade Legal do Transportador perante o
Correm por conta do transportador as perdas, furt^^ ou avarias que as mercadorias sofrerem desde o momento que as receber ate o momento da entrega ao destinatário Excetuam-se os danos causados por vicio próprio
em
^^^Cador ou seu segurador, durante o transporte, excluindo qualquer
^^Sabilidade, no ato de carga, casos fortuitos ou de força maior. Em relação ao custo do seguro de Responsabilidade Civil
mercadorias, caso fortuito ou força maior (Código Comerci'^^
^^tansportador se trata de ônus do próprio transportador e, por con-
art. IÕ2), bem como a.queles provocados por culpa do ca^j^ggc
^inte, nenhum embarcador está obrigado a pagâ-lo, enquanto que o eus
dor (Dec. nÇ 2,681, art, IÇ),
^ ^0 seguro de Transporte Terrestre (RR) á de competência do embarca-
•,
■ I
b) Danos relativos à entrega da mercadoria foro prazo
ajustado,
" pa Jurisprudência.
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)■
(. ■ ; u» : .
Nao convencionando as partes o prazo em que n
caaorva deve ser entregue, o transportador dil-igênciarõ a A Súmula do Supremo Tribunal Federal de n9 188, assim
ra transporta-la com brevidade, seguindo a ordem do rçQQ^i mento. Constando, porém, do contrato de transporte prau^ certo para a entrega da mercadoria, se essa não for entre" gue no prazo ajustado, o transportador responde pelos p^e" JUÍZOS sofridos pelo remetente ou consignatãrio (crt,lii "
sub-rogação; "O segurador tem ação ,regressiva contra o causa
dor do dano, pelo que efetivamente pagou, até o limite do contrato de seguro"
código Comercial)
Em que pese a Súmula do'-STF, o Tribunal de Alçada
do
reiteradamente tem decidido que nao cabe ã Seguradora ação contra o transportador, nos casos em que o proprietário da
3J r» Das Modalidades de Seguro - RR e RCTR-C.
í te. ®ssivd
Fiantinha
3fX " Estabelece o Decreto-Lei n9 73 de 21 de novembro de 1.966-
o RR,' alegando em sua tese que a mercadoria segura-
^ vez, não poderia segurá-la pela segunda vez, nos precisos ter ío ^J^tigo 1. 4 3 7 do Código Civil.
"Art, 20, Sem prejuizo do disposto em leis espe' ciais, sao obrigatoi^ios os seguros de-: letra b: responsabilidade civil dos proprietários' de veículos automotores de vias terrestre, fluvial, laouê tre e marítima, de aeronave e dos Transportadorea em rol
ge^
Com este entendimento foram decididas no mérito às ape ■ números 604/80 da 15a. Vara Cível; 1.321/80 da 4a. Vara
Cl
i p ■ •|^ ^í^imeira Câmara Cível; 1.051/82 de Guaraniaçu - Primeira Camara Acórdãos
números 15.592, da Ia. Câmara Cível, de 11 de
maio
1 '982; Apelação Cível n9 14.029, da 2a. Câmara Cível de 18 de ages 1.981; Acórdão de n9 13,350 da 2a. Câmara Cível,de 14 de abril
(RCTF-Oj
^■981.
letra h: incêndio e transporto de bens pertencen" tes a pessoas jurídicas, situados no País ou nele trans-'
Entretanto, a tese abraçada pelo Tribunal do
Paraná,
encontrado respaldo em outros Tribunais,
portados (RR),
Portanto, em sua finalidade as duas coberturas .791*Pag.Q2*03. 1 2.84. '"TT-
BI.791*Pãg.03*03.l2.84
: jíii
r O Tribunal de Justiça de São Paulo-SP julgando ã P lação eivei n9 239.575 assim manifestou-se.' " Conclusão
"Seguro - Transporta Terrestre - Ação Hegress^^ da Seguradora - Culpa - Prova - Caso Fortuít.-: -
torç
^
Jã comentamos ã respeito das modalidades de seguros de
^ ^CTRC-C\ Pela análise verificamos que são duas modalidades com -
Maior,
^ente distintas, não ocorrendo infração ao art, 1.437 do Codigo , ' veda expressamente a realização de duplo seguro sobre o
A impossibilidade de ação regressiva^ tratarão do SC de transporte terrestre, é questão há muito supo^ã
Bem;
: ' I;
cív'^'
O Decreto-Lei n9 73, de 31 de novembro dc 1 .966,que re
Ainda, o mesmo Tribunal definiu-se na apelaç3°
• 1,1,^ i,.
n"? àèi.éSS:
° Sistema Nacional de Seguros e regula as operações de seguro de "Seguro - Transporte Terrestre - Ação HegT^^'
siva da Seguradora - Culpa - Prova - Caso
m
Vli q
Força- Maior - Voto
civil de transportes em-geral (art. 20, letra b) ,
Fortuito
^5uiainentação desse dispositivo, distingÜiu duas espécies d®
Í^^Ü3^tõrio, consoante os arts. 10 e 12, do Decreto 61.867, de 07
Vencido.
',^^2embro de 1 . 967 , em função das normas de transportes estabeleci-
- Somente a prova de caso fortuito ou foVÇ'^ maior pode ilidir a responsabilidade do transpovií dor pela perda, em razão de incêndio, da carga. tra^£,
'
a = Seguro de responsabilidade civil, que as
portada. Deste modo, a Seguradora que paga o sini^ tro tem ação regressiva contra o transportador
i I
ou jurídicas de direito público ou privado, que se incumbirem
^^^^nsporte da carga, são obrigadas a contratar em garantia das per
haver o reembolso da quantia dispendida",
\
(in
RTJ
n9
80 4)
70,
derouj
vãmente pagou, até
^orça maior e caso fortuito, inerentes a
transportes rodovia-
'JUando objeto de transporte em território nacional
o limite do Contrato de TranSp^'-
te", Esta implicito, nesse principio, que o segui"^ dor nao se acha obrigado, no exercício da ação gressiva, a provar a culpa do transportador, pois "3
para
pessoas b - Seguro de responsabilidade civil, que as Ni Cas de direito público ou privado, sao obrigadas 5 contratar 1 "Cobertura dos bens ou mercadorias de sua propriedade, contra ris
A Súmula estabelece que "O segurador tem regressiva contra o causador do dano, peto que ■*>V:
Bobrnvlndo ãs cargas que lhes .tenhnm sido confiadas
âe
Em fundamentação de seu voto,o Ministro como relator do RE 77.359-PR - 2a. Turi la
Código Comercial, respectivamente;
Portanto, juridicamente não há qualquer infração â dis o civil
I ^
V
a regra sumulada se reporta a contrato de transp^í" t" B * ^
regido pelo direito comercial, onde vigora o pri^^^
pio de que "as perdas ou avarias acontecidas as
^
culpa do transportador ê sempre U^umula Supremo Tribunal Federal) , e dela sõ poderá se eximiro tr-ans comprovar que foi causada por vício proprio, fo,..ça maior ^ fortuito.
zendas a,Ui'a>'it c o transporte, nao provindo de alg^^'^ das causas designadas no artigo pvecedente, oorr&^ conta do condutor ou comCssarto de transporte
lOZ do código Comercial)".
Dispõe o art
102 do código Conieicial, '1- f
BI . 7gi*Paq,.05*03. 1 2.84
^2 BI.791*Pig.04*0Í '"II
' '
d'.,MÊÈÍ^
LÜÍÜkááÉM
d vi
"Durante o transporte, corre por conta do dono o risco que as fazendas sofrerem proveniente de vício proprvOj força maior ou caso fortuito.
'Ua transportada, comprovado o pagamento pela seguradora que opera-
A p2'ova de qualquer doa referidos oinis troc in I I
I4sub-rogaçao, ressumbra, de forma inequívoca, â
cumbe ao condutor ou com'i.ssãric de transportes".
í^tansportadora, por culpa presumida e pelas razões *"2ldas.
• 'W
0 transportador, pois,somente se isentaria de
i.i
!i«i|' I
bilidade se ocorrer à hipótese prevista no artigo suscitado, sendo 's,
ifl I
responsabilidade
juridicamente
Portanto, data venia aos entendimentos contrários,
so
da opinião de que o segurador tem ação regressiva contra o causa-
lhe seu,o ônus da prova. . "(
dos danos pelo que efetivamente pagou, até o limite do
contrato
g^tansporte (Súmula 188 STF), sendo irrelevante ao ressarcimento, o
í
A sub-rogaçâo da seguradora esta definida
(art. 985, III e 988 do Código Civil), sendo-lhe facultado os dir®^ '' ao proprietário possuir sobre a carga, objeto da açao, o seguro tos
e ações de seus segurados. Pagando a indenização, sub-rog^.gg
- (Riscos Rodoviários).
queles direitos, tendo ação regressiva contra o causador do dat^o precisos termosi da Súmula 188 do Supremo Tribunal Tribi Federal.
parecer
Ratificando essa posição, estabelece o art. 72q
M. J.
do
digo Comercial;
■< \b
V^lson lUj^'iro de Andrade , Pagando o segurador um dano acontecido à
segurada, ficara sub-rogado em todos os direitos ® apoeg
que ao segurado competirem contra terceiro e o segurat^^
J
| * VlZ&on HíbejJLO de AncDiadz. é memò/LO da Comiòòão B6pe.claZ de Aòòuyvtoò JanZ
não pode praticar ato algum em prejuízo do direito ad ^
\
dico-6 da FESíASEG.
O
tfiabatko
objeto de eòtudoò em Ajzzõo
da
posição adotada peto T^bunat de Alçada do PoAaná, em fieeewtot aedn,dãoò.
quirido dos seguradores",
Na doutrina encontramos na obra de Washington d©
ros Monteiro (in Curso de Direito Civil - Direito Obrigações nç 0^'
pãg. 361 - 2a. Ed. Saraiva 1.959), ao comentar o contrato de segu^
O'
"O segurador que paga a indenização, sub-roga se no direito respectivo contra o autor do sinistro, po dendo reaver, destarte, o que desembolsar (art. 98S, , ^ III)".
Comprovada, pois, a existência dos contratos de
ros, e de transporte, e sendo incontroverso que houve perda da
ô
^ lí,
A
BI.791*Pág.06*Q3.12;>^
BI.791*Pãg.07*03.12.84
; PBiy.fW';w ' liliiÉfH áin í
L.-^
arrifiii
1 < u*. :'''At)luiihiiÀjàitÊiÊKlâit '
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A\ FENASEG
FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESASDE SEGUROSPRIVADOS E DE CAPITALIZAÇÃO
DIRETORIA E CONSELHO
WORES EFETIVOS
DIRETORES SUPLENTES
.esidenfe
Ivan Gonçalves Passos Mário José Gonzaga Petrelli
.ctorArthur Renault
^do Vice-presidente
Nilo Pedreira Filho Octávio Cezar do Nascimento Pedro Pereira de Freitas
■feoOswaldo Continentino de Araújo
Roberto Baptista Pereira de Almeida Filho
^eíro Vice-Presidente
•ide Campos Salles
I
■1
J'
.''ííieiro Secre tário 'Villcar Pizzatto
,Wdo Secretário
^Bemardes de Lemos Braga ''íiejro Tesoureiro
^'SMoria Souza Teixeira Costa
fedo Tesoureiro %Ben-Sussan Dias CONSELHO FISCAL (EFETIVOS)
feto Godoy
Adolpho Bertoche Filho
Alfredo Dias da Cruz
CONSELHO FISCAL (SUPLENTE) Luiz Martiniano de Gusmão
EXPEDIENTE
V
BOLETIM INFORMATIVO FENASEG
n Membro Fundador da ã"'
•|^!cação semanal, editada pela Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de '^'talizacao
•i^^-Responsàvel
Editor
Redator
^Arthur Renault
Luiz Mendonça (Jornalista Reg. MTb nP 12590)
Mário Victor (Jornalista Reg. MTb nP 11104)
REDAÇÃO
?^nadorDantas,74-12.°andar Tel.:210-1204. Telex: 2134505FNES BR
i tioletim está registrado no Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas sob o n/' 2.771/75 i^sto e impresso na FENASEG. Tiragem: 2.5(X) exemplares
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«XVI
RIO DE JANEIRO, 10 DE DEZEMBRO DE 1984
Na forma da lei sancionada pelo Presidente da RepOblica, entre os benefícios fis
! i cais concedidos a microempresa (esta entendida a que tenha receita bruta anuaT H, não superior a dez mil ORTN's), inclui-se a isenção do imposto sobre seguros (an
j'9oIOF).
2 Na próxima quarta-feira (dia 12), a FENASEG e o Sindicato das Empresas de Segu idos Privados e Capitalização no Estado do Rio Grande do Sul promoverão um semi-
nario sobre "Seguro Casco na Bacia Sudeste", O certame^tem como objetivo divuj_
í as características principais daquele seguro entre os usuários (armadores), a es-
A
FENASEG
^ proporcionando oportunidade de manifestarem aos seguradores dúvidas e dificulda 3caso encontrem em seu relacionamento com o seguro, principalmente no que diz
i,PeUo aos sinistros. Do seminário participarão representantes do IRB, Brasil SalRegistro Brasileiro de Navios e Aeronaves, bem como elementos ligados a classe ^armadores.
O Grupo Cruzeiro-Federal Seguros acaba de adquirir a Sao Paul o Companhia Naci Naci onal 3 Seguros^ uma das mais tradicionais empresas do Mercado Segurador^ Fundada hã 65
, anos pelo taker, Exteriores e da Fazenda, José Maria Whit pelo ex-Ministro ex-Ministro das das Relações Relações Exteriores
\
® integrar o grupo Cruzeiro do Sul Sol de Seguros e Federal de
Seguros,
liderança do empresário Gustavo Capanema Societã Assicurazioni Crediti Esteri voltou, na última semana, a efetuar ope4 ^^CÕes de seguro de credito ãs exportações com destino ao mercado brasileiro
\ ^^""^entrevista ã jornalista Vera Saavedrâ Durão ("Gazeta Mercantil"), o
portarisco
de alto K ^^CEX, Sérgio Ribas, disseAssicurazioni que o Brasil Crediti deixou de ser não um pais In «s exportadores, A Societa Esteri dava cobertura
5naçoes para o mercado brasileiro desde 1982, o que resultou numa queda
ãs
superior
vendas italianas ao Brasil.
^Associação Brasileira dos Distribuidores de Veículos (Abrave) e a Associação Companhias de Seguros solicitaram audiência ao Ministro da Justiça, Ibrahim
''C[jl^^^"Ackel, para abordarem a questão da criação de um livro de propriedade
do
i%a conteria os dados de todos os proprietários, acompanhando-o durante toda SsDundo revela a "Gazeta Mercantil", o livro de propriedade, registrado \lfí » permitiria que todo comprador de um veiculo usado tivesse condições de V Qç ® procedência do carro ou caminhão através de um contato com o Detran e/ou proprietários, Na opinião de de Cláudio Afif Domingos^ Presidente da nao AsA ^«0 das Companhias de Seguros, o índice recuperação dos veículos roubados \ ç^^scendo na mesma proporção dos roubos, elevando o desembolso por parte do Mer^®9urador.
Asociación Panamericana de Fianzas instituiu o "Prêmio Bienal 1984/85", que V2 a classificar trabalhos relativos a Fianças de Contratos, Fianças de Eideli-
,V «ade e Seguro de Credito, Poderão participar do concurso funcionários e colabo i) das companhias-membros da Associação, estudantes universitários e profissio -
'Cí^hculados as atividades de Fianças. O autor do melhor trabalho recebera a impor de US$ 3 mil e uma placa comemorativa, (ver seção DIVERSOS)
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SISTEMA NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS
FENASEG
FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS DE SEGUROS PRIVADOS E DE CAPITALIZAÇÃO
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Editorial
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Seguro de garantia de obrigações contratuais.
Que vem a ser isso? — eis
'una pergunta que todo leigo naturalmente faz, ao encarar tão extensa denominação
de
a família de seguros.
O norte-americano tem, para esse gênero, a denominação globalizadora de bonds", em que se alojam variedades como o "performance bond", o "maintenance
y* o "advanced payment bond", e outras. (
{
A expressão brasileira, embora extensa, parece-nos mais apropriada. E ap£
^^iJisso, para que o público possa compreende-la sempre carece de esclarecimentos adi-
o seguro, no caso, destina-se a reparar prejuízos que decorram da inadimplên-
'íJas obrigações do contratado, em muitos tipos de contrato, índice DAS SECOES
.
Nos Estados Unidos, os "sureties" tiveram impulso no último apõs-guerra ,
vastos programas de retorno do parque industrial ã produção para uma economia
^"^2, impl é SISTEMA NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS M • !/■
I :t • -it
S pana a realização de tais obras tivessem a garantia de que eles fossem cumpridos Que fazer, por exemplo, diante de uma inconclusa obra de construção civil ,
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papa freqüentes e numerosas obras, começaram a exigir que os con-
EDITORIAL
FENASEG SINDICATOS
Jetada para a instalação ou expansão de uma fábrica? Como obrigar o contratado ina-
CNSP
SUSEP
IRB
NOTICIÁRIO DAS SEGURADORAS 1,
se lhe faltarem recursos para cumprimento de suas obrigações contratuais? A
. c50| evidentemente onerosa e não contemplada no projeto inicial de investimento do ''^tante, é a celebração de outro contrato, substituindo o contratado anterior.
EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO
ij^
Ser substituído pela solução via seguro, No Brasil, o decreto-lei nQ 73/56 a primeira tentativa de implantação de tal gênero de seguro, tornando-o obri ^ para a incorporação imobiliária (incorporadores e mutuários). Depois, o decre-
IMPRENSA
JORNAL DO COMMERCIO (PÁGINA DE SEGUROS)
Esse tipo de solução, sobrecarregando os custos de qualquer projeto, pode
OUTROSIORNAl^
nç 200/57 (Reforma Administrativa) admitiu o seguro como forma opcional, junta -
^ I i
a fiança e a caução, para garantir os contratos de obras publicas. DIVERSOS
FUNENSEG
ESTUDOS E OPINIÕES
FIDES
MERCADO CAMBIAL
\
A falta de legislação, portanto, não explica o passo tardo daquele gênero
' 9uros, entre nos. Qual a explicação, portanto? Pelo menos em grande parte, o que MERCADO DE AUTOMÓVEIS , dizer ê que falta, não apenas (e de forma geral) maior intimidade do brasileiro ATAS DE COMISSÕES TÉCNlí^^ hábito de avaliar riscos e comprar seguros, mas também (e sobretudo) maior divul3 respeito daquele gênero de seguros,
BI,592*Pág,Q1*10.12.84
. iíl ai i
PANORAMA
ECONÔMICO
O quadro político da disputa presidencial parece ter estabili
zado em favor do candidato da Aliança Democrática. Isto decorreu de uma opinião pú
JiTca francamente favorável ao candidato, a atitude passiva do Governo em
relação
flO candidato do PDS e a assimilação pelos militares da candidatura da oposição. No momento, no entanto, existem poucos elementos para
avaliar
^ í|Ue seria o programa de governo do futuro presidente. Consultas a vários segmenda sociedade estão em andamento. Ha uma multiplicidade de propostas de progradefendidas por diversas correntes de economistas para o combate da inflação e juste da economia: indexação total, nova moeda, desindexação total e, imediata,
^jescimento econômico, negociação política da dívida externa etc. Houve, também, Ofitactos entre a equipe econômica do governo e o candidato das oposições.
^ -
De qualquer forma independente do candidato o futuro
governo
9oci í^estrições seriam as limitações Oimpostas ne ciaçoes em andamentoprincipais. com o FMI e Aosprimeira banqueiros internacionais. próximo pelas governo
^ ^61^1 a condições de uma negociação em termos mais ampjos a partir do fim do prÕxj_ i ^no. Os acordos em andamento seriam somente transitórios pois os banqueiros in~ ^_''®'^''onais desejam negociar diretamente com a nova administração. A segunda resSç seriam as enormes demandas de vários setores da sociedade que se tornam qua-
SqlJ^^^sistíveis depois de quase três anos de ajuste da economia com sérios efeitos npi° "^vel de emprego e produção. Neste caso a idéia de um Pacto Social , sugeri" ^^sse de^^ndidato das oposições, onde durante um período os empregados se absti . fazer greves e os empresários congelaram preços,^poderia contribuir para~ ^ont•"olar aquelas demandas. S ETOR
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A taxa de crescimento do PIB dos EUA no terceiro trimestre foi tdAO uc uí cic Hiictí tu uu riL> uus uum mu teruc tru tr imcbtre roí
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feprebcncanao, portanto, um aecrebcnnu em reidçau aos crimescres ancerio-
s In
t-. '"®P*"osentando, portanto, um decréscimo em relação aos trimestres anterioocorreu devido ao consumidores, das taxas de ju-fíieses precedentes que menor afetougastoo dos mercado imobiliárioaumento e diminuiu o investi
"to em capital. . A recente queda da prime foi conseqüência da queda dramatica 1 taxas de redesconto praticados pelo FED (Banco Central dos EUA), esta taxa caiu
reaesconto prancaaos peio rtu voâncu ueutrai uu^ e.um;, tístci taxa cai ílMl [i ' 1 -5 ^ para 9 1/4 %. Os agregados monetário não tem crescido além do planeja ^ oferta monetária tem crescido bem abaixo dos 6% planejados para SeJJ°"De2embro. Isto pode ser decorrência de uma queda da velocidade de circula -
L ^ "loeda, isto é, devido a segurança do ambiente econômico nos EUA as II.
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pessoas
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3 manter encaixes maiores de moeda amortecendo, desta forma, a expansão mone
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V. .
No entanto, persiste como elemento desestabilizador o enorme fiscal do governo norte-americano — é esperado para o corrente ano fiscal
aefidt de US$ 205 bilhões. BI.792*Pág.01*10.12.84 .
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O Presidente Reagan se mostra relutante em aumentar. impostos ou cortar os gastos militares. Alem disso, cortes mais profundos em gastos sociais pa
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recem improviveis^devido a maioria do partido democrata na Câmara dos Deputados. Por
tanto, não e possTvel prever por quanto tempo conseguira o FED manter as taxas de jÚ ros atuais diante da necessidade de financiar o enorme déficit público. Podemos, oortanto. orever que dificilmente os atuais níveis da
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COMPANHIA DE SEGUROS CRUZEIRO DO SUL - A Superintendência
de
ij^guros Privados divulgou no "Diário Oficial" da União de 26 de novembro (Seção I, Pa
jíjna n9 17 393) a Portaria n9 219, de 5 de novembro, que homologa a alteração introdU no Estatuto,da Companhia de Seguros Cruzeiro do Sul , relativa a mudança de
prime se manterão para o próximo ano. Isto terá reflexos negativos sobre o balanço
sua
social da cidade de Sao Paulo para a cidade do Rio de Janeiro, conforme delibera seus acionistas em AssemblÓia-Geral Extraordinária realizada em 24 de setembrã
de pagamentos do Brasil.
'^DOU da mesma data, foram publicados a Ata da AGE e o Estatuto Social da companhia Em relação a renegociação da dTvida externa em andamento
como
observamos interiormente dificilmente se chegará a um plano plurianual para pagamen
to. A negociação de metas do programa de ajustamento com o FMI tem sido difTcil. dos pontos principais de discordância entre o Fundo e o Governo brasileiro tem sido a meta do superávit operacional que mede as necessidades de financiamento liquido do
setor publico. O Fundo deseja um superávit operacional de 4% do PIB enquanto o Governo_brasileiro acha factTvel entre-1,2 a 1,5% do PIB (a previsão para 84 é de
iwadora. 1
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j^Mnformativo", a Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais Informa o mercado que, a ^
superávit de 0,5% do PIB). O Fundo acredita, portanto, que mais austeridade fisc^i e necessária para o caso brasileiro. De qualquer forma, a nova carta de intenções f sera__aprovada pelo "board" do Fundo em final de fevereiro e inTcio de março
.
sando
provável que elementos da equipe econômica do novo governo participem da redação nal.
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monetãria
e
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dezembro, passou a funcionar um novo telefone em sua linha tronco-
CORRETOR^ DE SEGUROS - A Superintendência de Seguros Privados ^0 mercado que foram alterados os dados relativos a Companhia Excelsior
de
na relaçao das Agências Bancarias representantes, para os seguintes: a) Ban-
^ ~
política
PORTO SEGURO COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS - Através deste "Bole
^^^''^eiro de Descontos S.A. ; b) Av. Rio Branco, 131-Rio de Janeiro; c) CÓdigo da ^ - 468; d) Código do Banco - 237; e) N9 da Conta - 300 073-7.
preços
'■ú.
Houve colocação maciça de tTtulos públicos em novembro^ O BaJJj íti•vi uj . INDIANA COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS - Por intermédio deste "Bo co Central neste mês vendeu Cr$ 6.017 trilhões em ORTN e LTN. Esta colocação ^ Hifi ^^°*""iâtivo", a Indiana Companhia de Seguros Gerais, com sede em São Paulo, ci~ facilitada a partir do mis de setembro devido a ampliação da demanda compulsória P o mercado que, "visando a um melhor atendimento", a sua Sucursal do Rio de papéis do governo através do depósito compulsório dos bancos sobre os seus depÕsii'^^ JIq funcionando em novas instalações: Av. Graça Aranha, 333 - 99 andar - Cas
a prazo.
A demanda compulsória permitiu, desta forma, a colocação de tTtulos públ
COS sem que as taxas de juros disparassem. No entanto,__jâ no fim de novembro os
^ companhia informa também que permanecem inalterados os n9s do
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telefon"ê
COS jâ estavam enquadrados nas novas regras e houve no último leilão de LTN daqu®.
mes uma clara tendência de alta das taxas de juros {as taxas oferecidas pelas
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tüições financeiras ficaram entre 11,3 e 11,5% para as LTN de 91 dias acima, port^f to, dos 11% das semanas anteriores). O BC não aceitou as taxas oferecidas nianteP.j os tTtulos em carteira mas ficou claro que o artificio do aumento do compulsório ^ ®s^tpu seus efeitos positivos e dada a necessidade de financiamento do déficit blico serã necessário aumentar as taxas de juros para atrair compradores, caso cor^
^ CORRETORES DE SEGUROS - A Superintendência de Seguros Privados de São Paulo) informa que foram cancelados temporariamente, a pedido, os re I
corretores Nilda Potesti e Leonor Fernandes. O corretor Roberto Caetano y em virtude de seu falecimento, teve cancelado definitivamente o seu re-
trario o BC nao terá controle sobre a expansão da moeda.
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1 .
Os preços sofreram alta em novembro de 9,9% segundo o índice
COMPANHIA INTERNACIONAL DE SEGUROS - Os Srs, Henrique da Silva
flÇ
® Artur Luiz Souza dos Santos desligaram-se da Companhia Internacional de Seresponsáveis, respectivamente, pelas Diretorias de Operações e Têcni
ral de preços (IGP-DI) apresentando uma queda em relaçao a outubro (12,6%).
y
o comportamento do IGP em novembro foram: os preços administrados pelo 99^®!"°
V' [)^^*^^s®9Úência, a Diretoria atual da empresa está constituída dos seguintes mem
acumulada em 12 meses subiu de 211% para 215,3%. Os produtos que mais influencia^ ,
troleo, trigo e energia elétrica) e os preços dos produtos agrícolas principalme §
o milho, arroz e hortigrangeiros. Em relação aos produtos agrícolas vale a pena saltar que a produção de alimentos por habitante caiu de 499 kg em 1970 pai^a 327 1984 indicando possíveis problemas de abastecimento a médio prazo. '! /VI
Márcio Valério Ronci Assessor Econômico
^'"^tor-Presidente- Gabriel Paes de Carvalho; Diretor Vice-Presidente-
Mauricê
^coff: Diretor-Superintendente- Louis André Joseph Armagnat; Diretor de Admi
e Controle- João Carlos de Rezende Martins; Diretor de Processamento e Sis-
Joj^riÇi^nistopher Amara Paterson; Diretor EconÔmico-Financeiro-Vinícius^Ferraz Ma-
Paulo- Malcolm Sidney Bentley. As atribuições da ant^ V^Uho de Operações Udr '-'pciavucb — ininforma a empresa — ficaram diretamente a cargo do Dire '"'intendente, que também está respondendo interinamente pela Diretoria Técnica ^Ste cargo seja preenchido.
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EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO
^DER JUDICIÁRIO Apelação CTvel nÇ 449
Ij Tribunal de Alçada - RJ L'Camara
xitor: Juiz Hilário Alencar - Unanime
'^SPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO - ACIDENTE DE TRANSITO - VALOR DOS DANOS - PROVA. EMENTA
"Provada a culpa do motorista do Estado e 'Ijl^stindo ^1 nexo causai entre o evento e^os danos sofridos pelo veTculo de terceiros,
3 ação, obrigando-se o Estado ã^reparaçao dos prejuízos que forem devidamente V^ovados. E prova idônea e satisfatória do valor dos danos a serem indenizados o Lamento fornecido por oficina especializada contra a qual nao se opõem elementos ob Ij^ivos que desacreditem esse orçamento ou possam de qualquer forma diminuir tal va~
Apelação ClveT nÇ 991 de Alçada - RJ
. i-
Juiz Batalha de Matos - Unanime
^^^^^BILIDADE civil - ACIDENTE DE TRANSITO - PAGAMENTO - COMPROVAÇÃO DA PROPRÍEDA-
' 1
EMENTA
"Paraí; que se configure ^^"« lyuic o u pagamento payamenLO putativo pUT;atTVO • considerados os figurantes da por quitação. comercial assessoria .-.ww que paga indenização, Miucíi lí-ttyuu, pw. .« x-M. u COmo avaria emEmpresa veTculo, a que oc secomapresenia apresenta como cCâria i n-i r+• 1 ^ la Hn do woTriil^í veTculo csinistrado, com cirnnloc simples r-prihn recibo, nan não nrvHp pode 3alegar o« pagamento
'*0 previsto no art. 935 do CÔd. Civ.
Quem paga mal paga duas vezes."
•íODUZlDO DO BOLETIM DE JURISPRUDÊNCIA
A D C O A S
-
N9 29 - 20.10.84)
Apelação Cível n9 98 ^4 if'' í;: ' - íi ri
de Alçada - RJ
SL' Juiz Martinho Campos - Unânime
■i.
Habilidade civil - transporie marítimo - imprescindibjlidade da vistoria. B1.792*Pãg.01*10.12.84
litiair "i
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Apelação Criminal n? 21 342
Li:
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EMENTA
Tribunal de Alçada - RJ
jg ei p- Câmara toria oportunamente realizada na presença de seu representante. Simples certidão « Slâtor: Juiz Adolphino Ribeiro - Unanime tldade portuária ôu vistoria realizada em armazém da entidade portuária, 13 ^1^® "A responsabilidade da transportadora
' ^'■ITO DE TRANSITO - CULPA - SURSIS - CONDIÇÕES.
A^ representante da A-, transportadora, 4. 4.-J«w.a pSO descarga, sem a presença .... ou notificação do
a sua responsabilidade." E
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G sem atentar para o transito ao seu redor, Interceptado o fluxo direcional
Piot Si
Relator: Juiz Weber Batista - Unanime
Condições.
As condições para a suspensão do cumprimento da pena devem ajus
T
Se ao rèu nao se atribui deficiência
Conl.^2^0 causa direta ou remota do acidente de transito, apresenta-se impertinente
DELITO DE TRANSITO - CULPA DO MOTORISTA - CONFIGURAÇÃO. N
de
icleta que trafegava ao seu l_ado, vindo a causar colisão e morte do piloto desta. as circunstancias do evento danoso.
E
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- ^df'ndo fazer manobra de retorno em via de duplo sentido de direção, procede brusca -
29 Tribunal de Alçada - RJ 39 Câmara
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A
"Obra com manifesta imprudência o motorista que, pre
Apelação Criminal nÇ 21 288
E
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VI -
a
de abster-se de dirigir veTculo enquanto nao prestar novo "exame de vista" em se apresentando apto dentro do prazo estabelecido no último exame fTsico."
A
"É evidente a culpa do motorista que
carro, sem parar, em cruzamento sinalizado com a placa de pare, indo o veicu'
Apelação Criminal nÇ 21 388
de frente, contra a lateral traseira de carro que vinha, normalmente, pel^ ^ ciai. ^Absurda, de fato e de direito, a afirmaçao de que, na hora do embate»
>
ív
!ii -íibunal de Alçada - RJ
preferencia de passagem."
Juiz Ulysses Valladares - Unânime
(REPRODUZIDO DO BOLETIM DE JURISPRUDÊNCIA A D C 0 A S - NÇ 30 - 30-8-84)
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de transito - CULPA DEMONSTRADA. T
.'I li
A
Apelação CTvel n9 6 517 St-
19 Tribunal de Alçada - RJ 49 câmara
"Sentença que se refere aos elementos de prova "ícaram o reconhecimento da culpa do nao pode ser acoimaci de nula. do apelante "
que
"flo rejeitada. Apelante que imprudentemente dirigindo na contramão de direção, Pre cõ . ....— __ j» 4.... A^ -y Ar-y .imr. A^ obvlamentê" ^Qf,^^nprovado, causa acidente do qual resulta-a morte de uma das vitimas,
Relator: Juiz Raul Quental - Unânime
"induvidosa a sua culpa.
RESPONSABILIDADE CIVIL - RESSARCIMENTO DE DANOS ^ ACIDENTE DE TRANSITO. EME N T A
,
,
Recurso desprovido." Apelação Criminal nQ 19 96Q
- " o que se discute"Naê ação de ressarcimento de danos deco acidente de transito a existência de prej uTzo concreta^^f-do ly ^ rí"^unal de Alrada ^ -' ri
pelo autor, questão que nao se confunde recessariamente com a da proprie^i^ Nao se justifica, assim, o indeferimento da inicial por não instruída com ^
joí-
comprobatorios daquela propriedade."
^
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Juiz Llzardo de L ima - Unanime
^ DE transito - PROVAS - CULPA DEMONSTRADA. í
Apelação Cível n9 6 296
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"Homicídio culposo.
19 Tribunal de Alçada - RJ 49 Câmara
Relator: Juiz Marcus Faver - Unanime
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SEGURO - TRANSPORTE MARiTIMO - INDENIZAÇÃO - ClAUSULA LIMITATIVA DA RESPONS^®''"
impunha.
ementa
"Nao implica clausula de não indeniza^
do conhecimento de transporte limitando a indenização ao valor nele mencicCj.^^a sula limitativa da responsabilidade da transportadora e consagrada pela pF® til em todos os continentes e não se confunde com a da irresponsabilidade»'
(REPRODUZIDO DO BOLETIM DE JURISPRUDÊNCIA A D C O A S - NÇ 33 _ 30.11.84)
^
Age com culpa o condutor
de
ti que. em trecho tr-GLiiu encurvado, cnuurvdao, no no mesmo mesmo ingressa ingressa em em mareia marcra incompatível incompatível para para o 10L . ^ovocando o acidente, ainda que a derrapaçem teniia se dado também por outro fatécnica. Se aa [jcí perícia, no que que apurcu apurcu ee conciuu, concluiL, nao não aeixa deixa auvioa dúvida acerca a çktmç ^v,v.n.^a. .jc icid, no lili, Uf^ 5' na •: 4uT de ser o seu prevaleclmento i .-,^4..........4-.. sobre versão de na vprriarlp verdade, nrru^v^on ocorreu, iimpositivo ha ^nhas nao totalmente isentas de parcialidade. Iriputacao comprovada. Condenação
L í
Apelo nao provido."
•^Duzido do diário oficial do rio de janeiro de 28.11 .84 - PARTE III - PODER JUDI
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tí l' ã Uij'
CIÁRIO)
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BI.792*Pãg.03*10.12.84
BI.792*PâSí I .
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g H g M T A \ - TAXA DE RECUPERAÇÃO. REAPARELHAMENTO E AS
STF DECLARA A INCONSTITUCIONALIDADE DE
ARTIGOS- DA
LEI
N? 713/83
^ISTÍNCXA EDUCAClONAt.
DO
3 Imposição tributária, cobrada sob a rubrica de taxa, em
ttaão de*'serviços que* alêm de não existirem, não constitui
GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
rian^ se «xistissem* exercício do poder de polícia, nem* cor
|[*epmderiam ã ut^ixação efetiva ou potencial de serviços gfiblicos espeelficox e divisxveis, prestados ao .oontribuinte oti poxtos ã sua disposição (art. 18, l,'âa CF). Inconsti-
•' ' llí
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A Taxa de Recuperação, Reaparelhamento e Assis^.cacional ínstituTda pela Lei n9 713/83, do Governo do Estado do r-íq ^
^Ucionslidade dos ertiços 79 e 18, inclusive, da Lei n9 713,
^du
^ 2$ ée dezembro de 1983, do Estado do Rio de Janeiro.
de
ro, trata-se de "imposição tributaria, çobrada sob a rubrica de
Taxa em
de polTcia, nem corresponderiam i utilização efetiva ou potencial de
ftesentação julgada procedente.
^1-
de serviços que, alem de nao existirem, nao constituiriam exercTr-;
Re
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do r,
A C O R D Ã O
públicos específicos e divisTveis, prestados ao contribuinte ou nncf
pustos à p
disposição.
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VistpSf relatados e discutidos estes autos, acordam os Mi
Supremo Tribunal Federal, em sessão Plenária, na con
Este pronunciamento consta de voto do Minist^-n e
noz (Relator), do Supremo Tribunal Federal, que julgou procedente a tação do Procurador Geral da República e declarou inconstitucional =
-
^Idadc da ata do julgamento e das notas taquigrãficas,
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^'^Amldado de votos, julgar procedent'« a Representação e decla
cobraricfl
jj* * incoifKtituclonalIdade dos artigos 7Ç a 18, inclusive, da
da mencionada taxa. A Procuradoria encaminhou a representação atendend
^ ftV 7xj^ de ?6 de
dido de entidades financeiras e representativas das classes produtoras ^ declarou assim 10^605^^^^18001 O íll5P0Et0 Mi âbtigos J. U , 1O0_
1983, do Estado do Rio de Ja
iro.
àâ Lèi nf 7)^f
^
^
por
*^lllUai 2Ü e QUtUbFQ ãs 1911.
I §
ÁLaixo, reproduzimos o Parecer da Procuradoria Gerál 3^
IRA
AtaVeS
Republica, ôâ ârgumenm âprgsçntgdoã pêlo Govêmo da Ê&tado do Rio de janei ro e o voto do Ministre Soares Munoz: ■ te.m,
Relfttür
fiOARCd nuRoz
i/i t/Ct
TRIBUNAL plèno
.10.84
TRIBUNAL PLENO HEPRESENTAÇÃO N9
janeiro
k REPRESENTANTE
: PROCURADOR-ÜERAL pA
kL'P]^gEK'TADOE
Í
ACAo U9 i.isa-B
RIO DE JANEIRO
c;OVHftNAtX)R fí assembléia legislativa do DO DO BiQ pÉ ^lÁflEIRQ
0I,79?*Pag,ü4*io.l2.8'^
f O 8|SNN0R MINIÊTRò soares Mufloz , PROCUWVDOR-qçr;^;,
REPOBLICA
''^^RNTADOS I govebnapor e assembléia legislativa DO ESTADO op |í*0 DE janeiro
BI.792*Pãg.05*10.1^.84 niinfj ip[yi^i|fPTii|>f:pipr'>-
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*t^.lMII
í I .
RELATÓRIO
forneciniGnto de merenda escolar e alimentação ao menor"; "da
^
^^imlnaçao do "déficit" educacional" e da "construçãc , conserva .
--
^-y--
G aparelhamcnto adequado ao programa de escolas da rede
■ .
*^^sino do Estado"
curador-Géral da República ajuizou, perante'p\áúpre^
Ora, alegam os argüantes, tais serviços não
Federal, representação argüindo a inconstÍtudÍpn'all4ade_^
^^istem, e nao se pode cobrar taxa para custear servi tos inexis
tigos 79 a 18 da Lei n9 713, de 26 de dezembro de 1983, do Esta I.l'
I
7 : ,v .1
O SENHOR MIN IsTRõ''s.oÀtes!^M|A6á:í
■ ( .ll .
I
de
pois, SC não estão implantados, não podem estar à disoo
do do Rio de Janeiro, que criou a Tax^a de Recuperação, Reapare-
do contribuinte como exige o texto constitucional;
mesmo
Ihamento e Assistência Educacional, a ser cobrada das empresas
' ^1 tíjb
existissem, não são de nenhum modo nem específicos, nem
comerciais, industriais e prestadoras de serviços, bantd^S comer
^■^Veis,
ciais e de investimentos, sociedades de crédito, financiamento^
di
condicocr essenciais nara que pudessem fundamentar
\
a
e ^ investimento, corretoras de câmbio, de títulos e ;valores , iin£ , ^tiante ainda as argüentes, é de evidente incompatibilidade
ativo permanente aplicado no Estado do Rio de Janeiro.
% ^ texto constitucional, uma vez que é calculada sobre o
1 1
A representação atendei^ià ^solicitV-.ÇaO de en
.i
K ' ll
va
tidades financeiras e representativas de classesprodutoras, pro
total do ativo permanente dos estabelècimentos contrlbuin -
pugnando pela declaração da inconstitucionalidade dos diapositi
excluídas as parcelas de bens imóveis e do ativo diferido,
■.rt,
-
fvi v>!
•-
vos legais em referência, por ofenderem o art. 18, n9 I e §; 29, da Constituição Federal, porquanto a prestarão dos serviços de '
'n
tignifica que ela é calculada sobre o valor dos bens
mo
" ^'tilizados Tíara a manutenção do est abelecimento e. sobre
o
'M
''
particiraçõos societárias permanentes, Esses bens inte
Recuperação, Reaparelhamento Escolar e Assistinci^^
que se constitui no fato gerador da Taxa fluminense, nao se
^ ^ ^ base de cálculo dos tributos que incidem sobre a
».3
quadra no conceito de exercício regular do poder de ^ ri
^ 'í f:. fc .
De seu turno, a base de cálculo escolhida,
biliârios etc., na percentagem de'0, 5Í'sobre d valoí total do
n
I
produ
G® a circulação das mercadorias, especialmente o imposto"
,
de-
face da definição do art, 78 do C.T.N., nem na de utilização J
^açao, o ICM, o IPI e o imposto sobre operações de crédito,
fetiva ou potencial de serviços públicos, espeçí
^ e seguro e sobre ooerações relativas a títulos e valores
veis, prestados ao contribuinte ou postos â sua disposição*
A taxa destina-se ,a , atenderj
novas nege^
V' i'
V
Solicitei, no dia em que me foram conclusos
sidades essenciais da empresa localizada^no Estado
qualificação técnico-profissional" , através da ."formagão.e felçoamento de mão-de-obra especializada nos diversos nivele";
, isto é, a 20 do mês próximo passado, informações
1, ^
ao
^^^^ernador do Estado e ao Sr, Deputado Presidente da Assemia
Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.
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BI.792*Pág.06*10. 12.84
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V-! ' f, ,1í
BI . 7 92*Pdg.07*1 o. 12.84
Os autos se achavam na Secretaria do
Supre
mo Tribunal Federal, aguardando as informações, quando recebi a
:
O Plenário, unanimemente, deferiu a liminar I
I
representação aditiva de fls. 50/51, do Dr. Procurador-Geral da
fSra determinar, nos termos do art- 175 c.c. o art. 21, inciso
Republica, instruída coro petições do Sindicato dos Bancos do Es
:ldo R.I.-s.T.F., e 119, item I, alínea-"p", da Constituição i[
•
tado do Rio dé Janeiro, da Potrobras e do Sr- Ministro das
( . 1,
'
'
'
a suspensão provisória da execução dos artigos 79
nas e Energia, pedindo a suspensão imediata da execução dos dis
.
i 1
_
Solicitadas informações aos senhores
02.03.1984, obrigam os indigitados suj^4tos oassivos da mencio
"7'
do Rio de Janeiro. I
do Estado do Rio de Janeiro, através da Resolução n9 1.081, de
a
inclusive, da Lei n9 713, de 26 de dezembro de .1983, ^do Es-
positivos raalsinados da Lei estadual n9 713, de 26 de dezembro
de 1983, que, regulamentados agora pelo Secretário da Fazenda
.t, (
Gover íi.
W do Estado do Rio de Janeiro e Presidente da Assembléia Le Wiva do mesmo Estado, foram crestadas as de fls. 85 a 93 e ■
nada obrigação tributária a preencherem documento de informação 39# resoectivamente.
que, segundo o ait. 10 do ato regulamentar, lastrearâ o lança mento e é entendido como cadastramento de contribuintes do
pugnado tributo, sendo que o pagamento da taxa, ainda consoante
a referida Resolução, deverá ser efetivado até o ultimo dia
do
mês de abril corrente, sob pena de mora e correção monetária.
• If/! i' <
'""nstltucionalidade da Taxa, divergindo frontalraente dos funntos da Representação e relembrando as razoes, jurídicas e j
'
•
iiis, que levaram o Executivo Estadual a submeter à
Assem
%
da República que, além do expediente do Sindicato dos Bancos do
Estado do Rio de Janeiro, em que é fundamentado o pedido de li
"NÍo 'mH duvida dc qu«, 5 luz da Conítj.
minar, outro também foi oferecido pelo Sr. Ministro das Minas e
tulçSo (art. 18) e do Codigo Tributário Nacional
Energia, pelo que se caracteriza o perigo de grave lesão ãs fi
Estados da Federação podem institair t_axa£, para sa r*
nanças públicas em razão de inopinado e vultoso desembolso que
munerareiD de serviços apenas postos a disposição
do
contribuinte. A utilização do serviço não precisa sar
mo, por exemplo, na Petróleo Brasileiro S.A. (petROBRAS),
atual, basta que seja potencial, segundo admitem,
seria onerada, anualmente, em aproximadamente Cr$ 13.000.000.000,00
I. 'üiN
( I
I
oa
provocará o ato legislativo nas emptesas públicas federais, co que
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» Legislativa a Mensagem n9 37, encaminhando o projeto que ^'«nsformou na Lei n9 713/83, "in verbis":
Assinalou, por fim, o Dr. procurador-Geral
li'
As do senhor Governador do Estado defendera
im
ílr ; I./
m
ia
expressas, o texto cons ti.tucional e o da Lei Complencn
(treze bilhões de cruzeiros), assim como nos bancos oficiais tar (C.T.N., art. 77).
dos Estados-membros e no próprio Banco do Brasil S.A.
11.
Ora, existe neste Estado, notoriamen
Os dispositivos cuja inconstitucionalidade
é alegada têm o seguinte teor: (leu fls. 29 e 30, arts. 79
a
:
te, um serviço público ja funcionando, embora com def^ ciências que todos reconhecem, a começar pelo Governa
18).
BI .792*Pig.08*10.12.8^,
dor, e que tem por objetivo, entre outros, treinar
é
BI „ 792*Pig,Q9*10„ 12.84 ■ MZrflfil 1i il«MieÉliá'ü'Í'^Í'll^ll I I
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Vki.i jÊk 1 ■
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•
especializar niao-de-obra para emprego nas atividades •
15.
conomicas dos contribuintes indicados pela lei, entre
ce, nao ser possível medir assim o montánte da ta.xa
os quais se incluem os bancos associados do Sindicato»
pagar, porque os bens do ativo das empresas jã foram
12.
Estes, se quiserem, poderão valer-se
16.
no
13.
contratar
a
rf:
Ora,
esqúcce-se a Representação
de
q.u€ um mesmo bera pode ter mais de um significado ccon£
dação da taxa, com o objet*ivo de treinar e especiali -
nham-a
!
ill
ampliados e aperfeiçoados através do produto da errec£
tanto o existente agora como o que V£
'
ao que pare
submetidos a tributação diversa, anteriormente.
dos estabelecimentos da ensino mantidos pelo Estado,
zar seu pessoal,
Sustenta a Representação,
mito, apto a denunciar capacidade contributiva e, como i®l, paiiRÍvíi l d« Bttf tomado como fato gerador ou
b«*e
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!;■ "1 1 I
];i l. M
futuro.
d® calculo de f rí lml". A trnrifiíercncia d« propriedade
Ê evidente, pois, a prestaç ao dc^
utd
imóvel da lugar a cxigeTicia d o. i mp o s t o de transmissão;
%
serviço publico, existente e colocado à disposição dos contribuintes, que o usarao a seus gosto;
* propriedade dc imóvel c-nsc^^a a cobrança dc imposto
servíç-u
predial e diversas taxas. Onde a incompatibilidade se
í: ., 1 'I'-
cn
- ítrrCfrí^ en» *rfii é^éês
essas exaçoes?
especificas, perfeitamente divisívis c me n s u r ave i • • 17.
nha-se em mente os empregados, prcséncesou futuroSi de
Dc mais a mais, c preciso ter cm
con ■ '
que se valerem os contribuintes, "que freqüentem a rede
ta que a base dc calculo (em gcral -^ preço de aquisí -
escolar mantida com o produto da taxa ou nela hajam
Çao) utilizada para dimensionar os tributos que inci -
concluído seu treinamento.
Ser?í possível,
a cada
tribuinte que quiser contratar
um empregado
pela rede estadual de ensino,
dimensionar
'I
"li'ri
na circulação de bens, como.TOK, I CM e IPI , aludi
con do s
habili^®^® perfeitamente
na representação,
muiito raramente
corresponde
ao
^alor atribuído a esses mesmos beqs quando integrados
®o ativo permanente das empresas, seja por efeito
de
o valor do beneficio que estara auferindo como resulta
depreciação, seja pel.a correção de sua expressão mone
do direto da açao do Estado.
®
tãria. Portanto, não é certo que a Taxa, ao lançar mão
çonstitucionalidade da taxa, suscitada pela Represent£
desse crítãrio - valor do ativo permanente - como-baae
çao. Resta apreciar a oposição à base de calculo do
de cálculo, esteja necessariamente infringindo o
tributo, ou seja "o valor total do ativo permanente»
CGÍto inserido no parágrafo único do art. 77 do CTN
excluídas as parcelas representativas dos bens imóveis
^ mais provável e que não ocorra esse apregoado defei
e do ativo diferido"
to.
Afásta~se, assim, uma das objeço®®
<art. 99 da Lei),
18, BK 792*Pag. 10*10. 12.
Pode se dizer,
alem disso, que o
ler de certas parcelas do ativo e tomado mais como
e
V£
r£
BI.792*Pãg.11*10. 12.84 i 'li
J ii.i«iiü"i'aí'íiniiiii 11 I I I
i i liÉirtf»
■
1, 1
f..
llí:
da Taxa; na verdade, esta se constitui numa exação pe_r
ferencial, mero processo de quantificação do tributo i
feitamente justa, adequada e moderada, sob o pon^o
pagar. E não pode haver dGvida de que o valor do ativo bem express.a a pujança da empresa, suas dimensões eco
vista da igualdade e da justiça fiscal. Em outras pala vras, colher-se-a resultado muito importante, social -
nômicas, logo, sua possibilidade de utilizar o serviço
"lence, sem que os contribuintes da Taxa se sintam esp^
de 1;!! '
publico, pelo maior emprego de pessoal advindo da rede escolar, que ira colocar, em açao o equipamento materi al do estabelecimento. Mas não e o ativo, como tal,que
estS sendo tributado; esse elemento.ajuda apenas a «í. rir a capacidade contributiva do sujeito passivo. Cai por terra, nessas condições, '
derradeira acusaçao de vício engendrada na represent»"
ç5o do Sindicato dos Bancos, mero pretexto par. que • florem idiossincrasias estranhas ao aparente proble»»
liados, porque de fato isso não ocorrera, dada a modi^xdade da imposição.
22.
E jã que chegamos a este aspecto, pe£
ttita V.Exa. que se aborde, em breves traços, o carãter
:i ; í!
y
lucionais vigentes•
23.
t
■ '
J
i' 1 .
|.
V
o Governo do Estado, empossado hã po£
^o mais de ano, tem como ura de seu» primordíai» objeti o cuidado cora a infância e a juventude, traduzido
*
. Vista do exposto, tem cabimento,
bora sem necessidade, relembrar a clSssica lição
âe
população. Incxistc, a nosso ver, objetivo de govcr que exceda a esse cm iraportãncia e prioridade, pois
tradição dos autores nor t e-amer i c^os. sustenta a toT'
® o futuro que por aí se constrói.
te presunção da constitucionalidade de um ato, legi»'*
24,
tivo ou executivo, requerend o-se, par. ,ua invalida'"" que se tenha por caracterizado o vício "acima de
dõvida razoivel", clãusula que se encontra no ensino de "todos os comentadores do estatuto norte-am.r,c ("Hermenêutica e Aplicação do Direito" - 9.. ed..
307/308). Aqui a dGvida, pelo menos, sobre a prop-l**" incons ti tuci onal idadec, , afieura-ccz diigura-se indiscutível• j-
passar despercebido, aind»'®
fato de que nada se alegou, entretanto, quanto vel excesso fiscalista. na determinação dos parãmetr<"
M': L
Todavia, a exagerada centralização po
e administrativa que marcou o período de autor^
tarisrao que se começa a findar, deixou Estados e Muni *^ípios ã mingua de recursos, embora sem lhes r* K
encargos, como e público e notório25,
Q termino dessa fase de nossa hislo ~ 9
^ia, que se aproxima celerèmente, sugere a oporCuniJa~de esforço no s entido de, ainda que por via de con£ I 1:
^ruçao exegêtica, restaurar~se nos Estados os atribu 1
tos de sua autonomia, dentro do quadro federativo.
BI.792*Pãg.13*10.12.84 BI.792*pio. 12*
k
proporcionar escola e alimentação para essa faixa
insígne Ministro Carlos MaximiUano que, respaldada n»
«íâilUltáktttMliiMÉail
•..1 • lí.:
socialmente justo e relevante que distingue a taxação foco, em perfeita consonância com os ditames const£
consti tucional. 20.
i
\ * V
Vislumbra-se a possibilidade de
26.
•
ciar, através da tributação, um processo de rtnovaç^^
priaa bases da oportunidade individual".
social, "çera sangue, .suor ou lágrimas'*, na feliz
(apud
frase utilizada pelo saudoso Min. Aliooar Baleeiro
cas da Corte Suprema" - Forense, 2964_, pág,
I
t
("Limitações Constitucionais, Forense, 5a. ed. , pag^
I
28.
Em 1934, ainda sob os reflexos de
Sabe-se. ademais, que os textos
de
direito positivo nem sempre se exprimem com a precisão
se .econômica em tudo comparável a que hoje atravesg^ ^
mos, a Suprema Corte norte-americana, sensibilizando-.,^ com os problemas sociais ocorrentes, dispôs"#® #
! f ^
e clareza desejáveis, abrindo espaço ao trabalho do in «
terpreCe, in casu sob amparo doutrinário que o compat^ biliia com os princípios constitucionais geralmente a-
trair do ordenamento, com espírito inovador,
plicãveis em temas tributários: ps nele ínsitos, na voz do "Juspicc" Uughesí
"Ora, no direito tributário, os prin-
"Embora urna crÍBC nao poasa trazer
^
exiatcncia urn poder que nunca exi
oxpioB da capacidade aontributiva e da distribuirá^
r£
riquezas estão na própria
viüj pode proporcionar um motivo po.ra
gesencia do direito estrutural. exercido de um podar exio tente
outorgQ^
Do mais das vezes
tais princípios
do".(...J
"Ê evident ct pela revista de nossas
são, nos textos positivos, defluentes
das
aspirações dos juristas e não consignados
li
decisões, que tem havido uma aprecto.çao crje
cente das necessidades públicas e da ncces^
eidadc dc encontrar terreno para
1
338).
308).
^7,
Carl B. Swisher, "Decisões histori -
compro
misso racionail entre os direitos individuais
e o bem-estar público. O estabe leci^^^'^o q
com a precisão e clareza desejáveis. Com" preende-se por capacidade contrihutiva aque Ia potencialidade do sújeito passivo da re lação tributária de agregar, ao patrimônio
a conseqüente contração do domínio público^
e necessidaaee do Erário, recursos que
a pressão de uma densidade demografiva cre^ cendo ininterruptamente, a interrelação das
afetem sua própria possibilidade de gerã-loa, risco de a tributação se transformar em ooj^
atividades de nosso povo e a aomptexidade
fisco. Entende-se, por outro lado, como, fun
de nossos interesses econômicos, tevou-nos,
ção T^edistrihiitiva de riquezas aquela fina
inevitavelmente, a um maior uso da organiza
lidade estatal de reciclar seus ingressos
ção 4o sociedade, a fim de proteger as
tributários, permitindo que outras pessoas
pro
BI.792+Pãg,14*10.12
não I
atinjam capacidade contrihutiva, sem
preju
BI . 792*Pig.15*10. 12.84
'1 1
dicar a capacidade oontTÍ.butiva daqueteo qug 08 criaram" (IVES G. DA SILVA MARTISS^ "Teo
cia de tributo" C"Doutrina e Pratica das Taxas",
ed.
ria da Imposição Tributaria"^ Ed. Saraiva ^
Revista dos Tribunais, Sao Paulo, 1976, pag. 61). As
798Z, pãg, 28).
sim, a taxa, como tributo, e uma prestação pecuniária,
Entende o Governo Estadual, cotn basg
29.
"devida era razão de obrigação jurídica, instituída unj^
em tais premissas, que esse E. Supremo Tribunal
lateralmente pelo Kstado como emanàçao de sua sobera
ral, fiel a suas tradições e atento ao momento hístõr^
nia", logo prestação cbmpulsoria, cobrada mediante ^tí^
CO nacional, bem agiria ao reconhecer a legitimidade
vidade vinculada, nao se constituindo sançao por
t
da imposição questionada na Representação, seja
Pel^
•Ita finalidade social que tem em mira, como pela
1 , H
ato
ilícito, sendo devida, diretamente ao Estado, como
brigação de carater fiscal (recursos financeiros) ou
compatibilidade com os princípios constitucionais
in®
rentes à técnica da tributa,çõc" (fls, fí8/93).
como obrigação extrafiscal, nesta hipótese objetivando resultados economicos, soei-ais ou políticos, em ambos
E as informações do Senhor Deputado Presl ^
os casos para atender .to bojn desempenho das funções
dente da Assembléia Legislativa assinalam que ela se limitou
tatais, como demonstrado por Rubens Comes de Souza
ánrovar o Projeto de Lei encaminhado pelo Senhor Governador
Relatório que informou o anteprojeto de reforme tribu
Estado, com a alteração proposta na Emenda Modificatlva n9 i,(3q
taria. Enquanto analisada por essas características co
autoria do Sr. Denutado José Haddad, que aumentou de 30^
muns ãtj imposto, estaria afinada ccm cs prcpositos po-
para
no
t
50% o percentual da receita nroveniente da Taxa, a ser anlicado I
'
no Municinio de origem,
Xíticos e sociais demonstrados pelo Exmo. tr. Governa ■ ,S'
dor do Estado em suas informações.
O Dr. Procurador-Geral da Reoüblica anrovou
Entretanto, quando se examina as
o parecer do ilustre Procurador Dr. João P^aulo Alexandre
Bar
racterísticas çjlpjL''-L£Olí1
ros, no fienhWV-, dn nrr.codõnrl n dn renrr-scntnoão, r>dU7.1n^^^'
en
conclui.-pa qUf a
tre outros, os seguintes fundamentos:
tributo, e.
ca^
dc
tributSria n5o 5 jur^
dicamcntc cabível tendo era vista ot, fins a que se des-
"A figura tributaria da taxa reúne ca
tina. Disse o Senhor G o v r rn a .-i o r , p r e nmb u 1 a rme n t e , que
racteristicas comuns ao imposto, ja que e tributo como
"existe no Estado do Rio de Janeiro, notoriamente,
também o é aquele. "O carater de prestação pecuniária"
serviço público iâ funcionando, embora com deficiências
- diz Bernardo Ribeiro de Moraes - "exigida* compulso -
que todos reconhecem (...) e que tem por objetivo,
riamente pelo Estado, como emanação de seu poder fie -
tre outros, treinar e especializar mcc-de-obra para em
cal, em virtude de lei, é que~òferece ã taxa a essen -
prego nas atividades econômicas dos contribuintes ind^
um
er\
cados pela Lei ... (si c). Nao ficou claro, ai, que ti BI.792*Pág.16*10.12.84
po de serviço público seria esse. Leva-nos, a proposí■WPwlWl W ti*
• V ;;
■
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(ii.v
fiLfc,
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^%''if^psrTrw
^
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BI . 792*Pâg, 17*1 O. 12.84
íI íi- I m
ção» .a uma primeira idiia de um aprendizado industrial, a todos atinge porque indispensável ã realização
das
comercial e de serviços, compartimenCado por area, p finalidades do Estado.
exemplo dos que sao proporcionados por instituiçoes • trocinadas por entidades de classe, de que sao nota -
O proprio texto legal impugnado (art^
vels exemplos o SENAI e o SENAC, e, mais recentemente^
go 79) identifica as at ivi dadcs biai cas a que o Estado
tüftdações instituídas por conglomerados financeiros.
do Rio 'de Janeiro pretende remunerar com a nova taxa:
tt
Entretanto, cm seu prosseguimento,
mão-de-obra especializada^ noe diversos
informações demonstram' que se referem a "rede cscolajn^
**féà€ estadual de ensino"^ nas próprias palavras
dg
X - foT^açÕ.0 e aperfeiçoamento
'
i ■ 1 '
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de
n£
■S .
veis;
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\ ' t p
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•.'i
étsínente autoridade. Ora, ensino, educação e atividade
XI - fornecimento de merenda escolar e
I
I
£4iltural sao finalidades precípuas do Estado, assim
alimentação ao menor;
flio também o sao, a saúde e a Segurança públicas»
III — eliminação ao deficit educacional
fundamental da organização d^s finanças estatais/nc1^ a« incluindo a instituição dtt ímpos to, "tributo cuja ©
jy - construção, conservação e aparelha
Wíigação tem por fato gerador uma situação índcpenden-
mente adequado ao programa de escolas da re
éé de qualquer atividade estatal eapecifica, relativo
de de ensino do Estado'*.
aò contribuinte" (art. 16 do Cod i go' T r ib u t ár i o Nacio -
bra* fls atividades enumeradas sao in^
riil). É o mínimo que o Estado proporciono aos cidadão^ para o que c exigido, coatívamentc, de quantos tenham
tentes so prGprio Estado en. benefrcio do grupo politi
capacidade con t rib u t i va , a prestação pecuniãrio setr. .
Eeiros. estejam domiciliados no territSrio sSo destina
contrapartida de qualquer vantagen^ ou serviço especifi^ C0| na lição do saudoso Mestre, Aliomar Baleeiro-
O
'l , 'i
proveito do imposto reverte a todos, indistintamente,
contribuinte ser
cidadão ou estrangeiro residente, abrangendo aqueles que, domiciliados no País, estejam fora do
território
nacional, pertençam ou nao.ao grupo p o 1 i t i-c ame n t e or_ ganizado
^Baleeiro); também são irrelevantes, pa^a
incidência do imposto, a
a
idade, a incapacidade civil,
V.»
a situação de falência (artigo 126 do CTN), O imposto BI . 792*Pãg. 18*1 O . 12.84
í :S
>'|t
ii. .r
camente organizado c todos aqueles que, mesmo cstran -
tSrios das obras e serviços governamentais custeados
Com imposto. A educ.cõo, inspirada no perncípio da uni j ,
.
,
de liberdade e solidarieda-
<lade nacional e nos ideais oe
pouco importando, para a condição de
:í ;:li
d. humana. S direito de todos c dever do Estado (arti go 176 da Constituiç-ao). Nesse passo, S a educaçSo obri gaçio principal do Estado-membro e supletiva da União Federal (artigo 177 da Carta Política). Por outro -lado, os empresários ja
pa
gam ura tributo, denominado, SALÃRIO-EDUCAÇÃO , a fim de que seja realizado o ensino primário gratuito de seus empregados e o ensino dos filhos destes, entre os sete BI . 792*Pãg.19*1 O■ 12.84
mÊÈm
V
t lil
^
e os quatorze anos, se não o prestam diretamente,
Brasileiro", ed. Revista dos Tribunais, Sao Paulo, 6a.
termos de imposição constitucional (art. 178). -
ed., pág. lOA). Ainda segundo o autor citado e em lin
Assím, a ter eficácia a norma
guagem menos ticnica, "o poder de polícia ? o mecanis '■ M
'•
'i'
ca instituídpra da Taxa de Recuperação. Reapare Ihan,^^
mo de frenagera de que dispõe a Administração Publica,
to Cí As s i r. tên ci a Educacional bera asBiro as
para conter os abusos do direito individual" (
tcgul^ ^
mesma
mentaiD sua base de cálculo, definem o sujeito passiv^^
obra e pEgina). È " segundo Caro iSciCo - o conjunto
impõem pena pelo não pagamento e definem os agentes estariam os contribuintes de todos os municiptí^s
de atribuições concedidas E Administração para disci plinar e restringir, ets favor do interesse põblico ade quado, direitos c liberdades individuais" ("Poder de
tado do Rio de Janeiro, desde que suas empresas
polícia e seus limites" (RDA 27/1).
recadadores do sujeito ativo da obrigação tributari^^
r.
l
l
(
A educação e dever conatitucional
as características definidas- na lei como capa
Estado; f und ame n t a l ir, c lU e dos E s t ado s-memb r os e do Dis
colhendo um novo impôs to mascarado de t_axa..
trito Federal: a Uniõo se obriga em carEter supletivo
Justiíica-se a pecha de imposto di| ^
cias locais". Supletiva ou basicamente, E dever do Es
doras da argUição de inconstitucioneli dade . na®
tado ressalvada a hipõtese do artigo 178 da Constitui. çSo (salSric-educaçac ou prestaçEo direta do ensino prima. Io gratuito d .■ r. u s o .n p i o p. ad o s e o ensino doa fi. lhes destes, pelas empresas comerciais, industriais e
re^
gal da Taxa-
cxcTcicio ão Doder de pott'CÍ'^
2)
utilização efetiva ou potenoi^
serviços vüblicoe eavccf.fic^'' i ' f'i ''
rV
1 1
•
)'1,
■ ^'1!
I
)
V
i:
■!>
■ L
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), k!
' r
I de
àrvi^
prestados ao oontvihuinte ou postos o.
"ÍP
ti
ou
2)
■
í' '\1
deficiÕn
farçado porque, como bem d emon s t r a d O nas peças foririui^ Tiirani os pressupostos que autorizariam a eXi&enCia
ã
e por tcido o País "uos estrito» limite» das
i
bii
do
contributiva, obrigados a um bj_5 in idem t r ib u t ar i o,^ ^
l.
' I
agrícolas) . NÍo liS assim, como iraaginar-se a educação
a, ouq
aendo uma das atividades do poder de polícia.
- V
Quanto ao outro pressuposto autorixa-
1 ^ i. . '
tivo de cobrança da taxa (serviços públicos especifí -
disposição;
estas as únicas previsões de cobrança de taxa-
COS utilizados ou postos ã disposição do contribuinte),
1 h
e cultura não e atividade estatal exercida mediante po
nao e a educação, nos aspectos de eliminação do déficit
i
der de policia; este se constituí na "faculdade de qug
educacional, de construção, conservação e apareIhaaen-
dispõe a Administração Pública para condicionar e re*
to adequado ao. programa de escolas da rede de ensino
tringir o us.o e o gozo de bens, atividades a dí
do Estado e fornecimento de merenda escolar, serviço
-•'íi
tos
individuais, em beneficio da coletividade ou do pioprio
público específico; e dever estadual, inspirado
.
no
Estado" (Hely Lopes Meirelles, "Direito Administrativo BI .792*Pãq.20*10.12.8j •i j
P4||p(^
.WVRHIUmpi.Pf
^•*1
*j
v;í'": í 'I:
:í! 'r;
Dl»'.' i:&*.
BI . 792*Páq.21*10. 12.84
i:
princípio da unidade nacional e nos ideais de liberd«>
Pretende o legislador que se "aplique" parte da
de e solidariedade humana; a empresa privada, volta:da S atividade norteada por esse princípio, S notoria e* ceçSo; a regra geral S o espírito capitalista a rege,
no prSprio Município; de concluir-se que o percentual
taxa
restante será "investido" em outras regiões; o cexto
legal permite a inferencia de que o dinheiro está ien .
os negScios_da empresa. Evidente, pois, que nao e
do esperado para a realização das atividades propostas
o
contribuinte da "taxa de educaçio" o beneficiário dir,
pela prSpria lei instituidora da taxa; entretanto, s
to dos serviços do ensino.
ordem constitucional s5 admite a cobrança de taxa.quan
II (.
* i'í V
.1 ,
L
' V >
No que diz respeito a "formação e aptç «
do relativa a serviços, se prá-existentes estes
**•
(pras
tados ou postos 5 disposição do contribuinte). A,Theo
trou o Exmo, Sr. Governador do Estado do Rio de Janei^
doro Nascimento, comentando o tema,afirma:
ro ou o Exmo. Sr. Presidente da Assembléia Legilstiva
tt
- as dignas autoridades informantes, a existência das*.
v«ito direto, a vantagem retirada paio con
18 atividade, que, pelas informações, parece ser
tribuinte de uma atividade estatal eapccífi,
to ■ govcrnaraent a I.. Demais disso, "a atividade estatal
oa i elemento que concorre para aaraateri -
esjiecial dirigida ao contribuinte só exprime o caratar
xar a taxa, a despeito de quem possa supor
P^Si
1 ' ■ IP ^1 Si
I
V'
i;
especifico da taxa quando ligada a''pessoa que recebe
ao contrário. Se não houver o elemento
eeee etivldede do Poder Publico", sendo esse conceito
tagem individual que beneficie o oontribuin
un dos elementos característicos da taxa (cf. Bernardo
te poderá ser um imposto especial mas nao
Ribeiro de Moraes, "Doutrina e Pratica das Taxas"» rtf,
será taxa, Sssa vanvagem é que motiva a àe_
hlbliogrãfíca jã citada, pãg. 71)í.,
"t
^ V )
feiçoamento de mão-de-obra especializada"» não dementa
taza vor serviço prestado^ o
i•
van
cisão política que leva o Estado a auotear
De verificar-se que o próprio texto
1
o serviço através da taxa e não através do 1 '1^
legal demonstra que a exação em comento não esta liga» da ã pessoa que receberia essa atividade do Poder Pu blico e mais: não remunera serviço público
1. t!
ifTipoe to.
; t
O proi>eito direto do contribuinte
prestado
e
f li >1
o elemento que diferencia a taxa do impoêto
por que inexistente. £ o que permite concluir o artigo
especial. A contrapreetação fa a dvstrnguo
16 da malsinada Lei Estadual 713/83, verbi's:
do imposto geral. O proveito direto distin-
m ■ 'BM^ ly"
I
i:
0
"
Da rece-Cta proven-Cente da Taxa, S0%
CcínqÜenta p02* cento), no
gue~a do imvosto esveoial* Este è o tributo ^
pixcadoe no Município de ovLQe^' • BI .7 92*Pág.22*10.1^-
n (l i
1 .1 i
l: : ii'LtÍMJmàiÊilÉIÍ
li' .' .-iii' ij!v.iL<j' h..aÍLii../i i. \ ihiái iL
X• I, ' ./ iií» i.vt
dos grupos de base terjritovidX ou tJ cotego rias econômicas profissionais, retiram eoma B I . 7 9 2* Piq,23-^10. 12.84
||iiP|!i| .1 1,1,
!■
exigido de quem, por pertencer a determina'^
' í
■
1^'
■titin
maior de beneficias de serviços de caratev nal
geral. Vara alcançar os que retiram maiores
ao poder de tributar assim redigida; "
benefidos do serviço geralj o imposto e3pe_
Árt,
18
ciai ê superposto ao imposto geral que atiT^ § 7.9 , Para a cobrança de taxas
ge indistintamente a toda a coletividade clusive os que serão submetidos ao imposto
se poderá tcmar como base de cálculo a
especial", (in "Tratado do Direito Tributá
tenha servido para a incidência dos
rio Brasileiro", Volume VII - "Preços,
tos " .
^9.
xas e Parafiscalidade", do autor citadoi ^2.
da base de
cálculo e ,
«®
seqüência, o fato gerador. Estabe1eceu-ee , no artigo
calculada
sobre
o valor dos
bf.-ns
s ob re c valor de pari t-^lp ações socíc^-arias, menoj?"
nao
faz do que gravar parte de capital das empresas.
Por
tributos que incidi-Ki sobre a produção e circulaçio
A base de cãlculò da Taxa é o
valor
mercadorias (v-p. , iraposCo de impottaçSo. ICH, IPI,
total do ativo permanente aplicado no Esta
mentos integrantes do balanço do exercício
liários) .
anterior, excluidas ao. parcelas representa
A propósito da inconstitucionalidade
tivas dos benc imóveis e do ativo diferido .
dn base de cálculo, vale reproduzir oé fundamentos O código Tributário Nacionalf ungido
que foi pela Constituição de 1967, com a Emenda n9 I
de 1969 , e a lei complementar de que trata o §
*^0
artigo 18 da Carta e, ao estabelecer normas sobre
as
TAlCf^, depois de reproduzir o texto constitucional (ar tigo 77), veda expressamente o calculo da taxa e®
e
do imposto sobre operações de crídito, câmbio e seguro c sobre opcraçârs relatrvas a titules e valores imobi-
do do Rio dc laneiroj de acordo com os ele"
íK
I
Outro lado, tais bens integram a base de calculo
99 da indigltada lei, quet
"
impoa
móveis utilizados par.i maiiutetiçao do estabelecimento e
Outro aspe*cto a caracterizar a Íncon£ t i tuc iona li dad e e o exame
que
: .
Or;i ,
renoc, Rio^ 197? (Ia, edição) pág, 111)*
nao
fun
çao do capital das empresas (artigo 77, parágrafo úni
co), Guarda a norma estreita relação com o que estabe lece o 5 29 do artigo 18 da CF, limitação constitucio-
de
senvolvidos pelo primeiro argUente. o Sindicato . dos Bancos do Estado do Eio de Janeiro. „ ^ da Lei 73 3 determina -)i
t ' 1 '
base de cálculo da taxa é "o valor toi
ativo permanente apUvado no Estado do de .Janeiro", de acordo com ob eUmentoí,
tegrantes do balanço do exercido anterior, epcluídaa ae parcelas representativas
doe
bens imóveis e do ativo diferido. B1.7 92*Pig.24*10. 12.8^,
De acordo com o art, 3 79, àa Lei $404,
II !.nj lywiiiiwis^iiiii(ij|j||pw^ I|| IIIJ
BI . 792*Pãg.25*1 O. 12 .84 lie"
■:3T-"
>:
"Cntegyam o ativo veirmanente tTes
operações de crédito^ câmbio, seguro e
de oontae:
so
bre operações relativas a titules e valores cl) Ab participações societás^&B
mobi liãrioc.
permanentes claasificâveia como ínve^
Neste sentido diz o art^
62 nP IV
do
timentos. CTN:
h) C ativo imobilizado^
"
direitos que tenham por oh^eto
Artd 62. O imposto, de competõn -
cia da União, sobre operações de cre-^
destinados a manutenção do objeto
dito, cambio c seguro, e sobre opera"
ciai.
çÕec rc latfvas a trtulos e Valores mo
o) Ò ativo diferidOi i,e, ae apH caçoes de recursos ou deepesae
tado em naic de um exerdoio social»
A lei estadual excluiu^ expressamefítea
' 'I ^ i)
:
í',
,
í
%
hiliávíos
que
contribuirão para manutenção do r^eut^
■ T: | 'Çi
! \
tem como fato gerador:
■
cK'i oparaçoSB relati "
li tí
:
vas a titulou e valores mobiliàrioSfa
emissão, trayismiosão, pagamento
■ gi
ou
rcopate acates, na forma da lei apli"
da b^se de calculo os heno imóveis ^ qual^^^^ oãvol"•
que fosae a sua classificação nas contas do
De acordo com as regras do art, 64
a
ativo permanente, e os Valores classifica " base de calculo do imposto e:
doQ no ativo di ferido.
"
Por consepuíntc, a taxa tera de
IV - quanto as operações relati -
seT* Pí2G a titules e valores mobiliários: i
neceesariaweyzze calculada sobre os valoTSB'
pQrvygipaçQ^s
d) na emissão, o valor nominal
b) na transmiQsão, o preço ou
permanent es.
b) Üoú bôriQ fnóVêia do ativo .unob-i^' li aadu.
Valor nominal
q
ou o valor da cotação
0^^ Bõlaa, oofno ietêminar a lei; l'
Em ambos os cwjoa estes valores
píh*-m ãbuse de calculo de impostos federais»
c) no pagamento ou resgate, o prs ço". t
Senão Vejarnoü ,
I'i
I (
f^aÍB'0 ágio, se houver;
lor conseguinte, o preço das partici-'
As participações societariaê inteÇT^ a base de calculo do impôstç federal
1.:
paçoes societárias pe rmanentee fã e expreM~
eamente previsto com b&ae de &álêut& ãm im
■ib) ' >
««A»
1 o
g ■í
gigt; l'
t
"
tf» m çIm :>;■: ■ ' ..J, VV
rm»':
posto fedes^al espea-Cfiao „ sas taxas. Onde a incompatibilidade
Quanto ao valor doa bena movevs,sohrs * essas exaçoes? ale incide:
a) o Imposto de Importação de
a
cordo-com o art. 20, nP II e III,
do
" <pãg, 89), O fato jurídico gerador nao eaci
t29
t^lto ao significado economico do beta. Sao os atos-íâ-
CTN;
1'
tos -jurídicos praticados ou ocorridos em função
I ,
I
i
do
b) O IPI de acordo com o art. 47
biSB
garam a obrigação tributaria e nao a axistancia
,
do Crn;
r'
c) O ICM dc acordo com as dispõe^
I'
pura € simples; assxtn c que o ato-fato jurídico
gera a obrigação do impcisto de transmissão e
çoea do art. 29 do Decretclei "406 ,
lí
a
I
. •
'
•■ ■ t
r
s ii
^'^«noferenci a de propriedade do bcin; o fato jurídico
que substitui-u no particular o art,
gera a obrigação do imposto prediol c a propriedo-
e seguintes do CTN.
Em todos estes oaeoa, como ae ve,
estática do bem imõvel» e a titularidade do bem; as
o
texas que sobre o imóvel incidem são decorrentes
tributação incide diretamente sobre o preço
de
da mercadoria transacionada ou seja a mesma
•®tviços do Poder Publico utilizados pelo contribuinte
base que vigara para o calculo da malei^^^^
postos B sua disposição. E foi para evitar que,
■
; ^'1 •
o
•
1 *
de ter um bem econômico ou o ato de Lransíerí-Io,
taxa", (pãgs, 19-22)^
*^^trete
Ficara ao dcsaraparo jurídico as
um caudal tributário irrefreável, que
'."li
o
t i tuinte cuidou dc instituir limitações ao poder
nações quando afirmam, ve rb í s :
.1^ ■
tributar, a exemplo da que consta no § 29 do artigo
Ora^ esquece~ee a Representação de que um mesmo bem pode ter mais de um ò-tgni-
"
ficadü economico, apto a denunciar
tomar como base de cálculo
capacÁdcL'
de contributiva e, como tal, paeaZvol
Para cobrança de taxas nao
-Se pode,
o. que tenha, ^en
^4
vido para a incidência dos impostos",
ser tomado como fato gerador ou base de oa^
Compreensível, para nos, a açao
li dos
culo de tributo, A transferencia de propvif,
tigentes dos Poderes Legislativo e Executivo do Esta
dade imovel da lugar a exigência do imposta
*1 do Rio (fe Janeiro, buscando produzir, no âmbito
de transmissão; a propriedade do imõvel en"*
®via competência, recursos em meio a crise e conom í co"f i
seja a cobrança de imposto predial e
n.nceira por que atravessa a RepGbUca. e num momenEo
de
•dverso do sistema federativo, resultante de dístorçSes
ií' í s
11^
BI ,792*Pãg.28*10 BÍ.792*Pãg.29*10.12.84
ííi Tiifníi
laaMMBeas
identificáveis inclusive no sistema tributário vigente cuja revisão parece ser, hoje, preocupação de governa dos e governantes.
i;
Porem. Carabera enCcndnrnos impossívcl
■ permiti'r que vicejem ;>j1i:çüc'. , como a da Taxa de
ji
V
Recu,
peraçao, Reaparelhamenco e Assistência Educacional,q
.
buscam resultados financeiros ao arrepio do ordenamen-: to constitucional e legal regentes do sistems tributá i • '■
rio pátrio, dcsequiiibrandti a ordem jurfdica.
O SENHOR MINISTRO SOARES MUROZ(RELATOEI:
" >
O pare ce r c pela procedência da rcprc^
Os
scntaçao em razao dos fundamentos de Direito desenvol
Estado do Rio de Janeiro, criaram a Taxa de Recuperação,
Reapa
^®ihainento e Assistência Educacional, a ser cobrada das
empre
comerciais, industriais e prestacioras de serviços,
bancos
comerciais -e de investimentos, sociedades de créditos,
financia
vidos nas argUiçoes de inconstítucionalidade ofer_6ci -
das pelos interessados, inclusive jurisprudência cita da, com os acréscimos porventura aqui produzidos" 144/157).
, £ o relatório.
, -
Extraiam-5o cópias oara serom aos
^ .
ôttigos 79 a 18 da Lei n9 713, de ^26 de dezembro de 1983, do
'
I
Q investimento, corretoras de cambio, de títulos e
.
tes
envició^s
valo
mobiliários, na percentagem de 0,5% sobre o valor total do
permanente aplicado no Estado-do- Rio de Janeiio. Destina-se a taxa'^a atender "âs novas neces
Senhores Ministros.
^idades essenciais da empresa loca]izada no Estado em termos de
Brasília, 10 de outubro de 1984
(
'^"^lificaçêo técnico-profissional compreendendo as seguintes ^^^^idades: I - a formaçóo e aptyrfeiçoamento de mão-de-obra es ^^'^iaiizada nos diversos níveis; II - o fornecimento de merenda ^'^lar e alimentação ao menor; III - eliminação do déficit íucacional; e IV - a construção, conservação e aparelhamento ^®^üado ao programa de t)scolas da rede de ensino do Estado" Ministro SCAÍtES MUMOZ
79 da Lei
n9
713/83) .
Relator
»
■;
f
BI,792*Pdg.31*10. 12.84
BI . 792*Pãg.30*10
'fJi '
•
4...
Esses serviços, no entanto, não existeya té,
Por.igual, não podem os serviços
de conseguinte, nÍo se acham ã dispxDsíção dos contribuintes, co mo o exige o art. 18, I, da Constituição Federal, para que pu dessem fundamentar a cobrança da taxa. Mesmo que existissem, não
seriam, de nenhum modo, específicos nem divisíveis,
condições
indispensáveis para que fossem passíveis de retribuição atravêS'
•
íiQ art. 79 da Lei impugnada ser considerados emanação do exerci ílo do poder de polícia, porquanto nenhuma conotação têm com es
te.na acepção legal que lhe dá o art. 78 do Código Tributário Na
cional, "in verbis": "Considera-se poder de polícia a to
de fat O, em razão de interesse público concernente a segu
ã higiene, ã ordem, aos costumes, ã disciplina da produ-
procura-se afastar a mencionada inconstitucionalidade dizendo-sfi
que "existe no Estado do Rio de Janeiro, notoriamente, um servi
ǫo
ço público já funcionando, embora com deficiências, entre
'«nt
® do mercado, ao exercício de atividades econômicas
tros, treinar e especializar mão-de-obra para emprego nas ativl
dades econômicas dos contribuintes indicados pela Lei**-
i - 11-
depen^
de concessão ou autorização de Poder Publico, ã tranqUi® publica ou ao respeito a propriedade e aos direitos ind£
Uai s ou coletivos."
Demonstrou, no entanto, o parecer da Procu-
são do que "a rede escolar", ou "rede estadual de ensino",
e
que "ensino, educação e atividade cultural são finalicSades
pre
cipuas do Estado, assim como também o são a saúde e a segurança
parecer do Dr. Procurador-Gefal da República, é
ao
dever
®tiÍtucional do Estado, fundamentalmente dos Estados-membros do
distrito Federal. Não há, assim, como imaginar a
!í
educação
lima das atividades do poder de polícia (sic, fls. 126).
públicas, a serem atendidas mediante a instituição ^ imposto ,
tributo cuja obrigação tem por fato gerador uma situação inÚe -
,1
A educação, consoante salienta com proprle-
radoria-Geral da República que os serviços invocados outros não
pendente de qualquer ati^^idade estatal específica,
direi
* interesse ou liberdade, regula a pratica de ato ou a absten-
Nas informações do Sr. Governador do Estado,
ou
atividade
administração publica que, limitando ou disciplinando
de taxa, segundo a exigência constante do dispositivo.constitu cional em referência.
•
Acoima-se, ainda, de ofensiva ao § 29
'.I I
do
^8 da Carta Magna a base de cálculo da taxa em discussão , ^lecida no art. 99 da indigitada Lei, "verbis":
.1 i :,'
contribuinte (art. 16 do CTN).
i
Salienta o parecer, por outro lado, que
"A base de cálculo da Taxa e o va
os
empresários já pagam um tributo, denominado "salário^Êducaçao",
lor total do ativo pe r man en t è ap IJ.
a fim de que seja realizado o ensino primário gratuito de
seus
cado no Estado do Rio de Janeiro,
empregados e o ensino dos filhos destes, entre os sete' e quator
de acordo com os eleoicntos inte —
ze anos, se não o prestam diretamente, nos termos de imposição
grantes do balanço do exercício ^
constitucional (art. 178).
terior excluídas as parcelas repjre
'' !' ■ -M''
scntativas dos bens imóveis e
do '■
BI.792*Pãg.32*10.12.84
11
ll
í
1.
ativo diferido." '■V; ■i.y 1
BI . 792*Pãg.33*10. 12.84 l"!''
-
Não encontro, porém, afronta direta ^
SI»
EXDWrO DE ATA
tal ao dispositivo constitucional. A Taxa teria a mesma b
calculo do imposto de importação, do ICM, do IPI
e do iOf> I »
tretanto, nenhum desses imoostos incide sobre o valor do ait.
I
I
V
permanente como tal considerado, mas sobre determinadas ^1
ç5es de circulação de mercadorias ou riquezas que envolve^
^
mencionado ativo. No particular, dou razão ãs informações
^ 1,182-8 - RJ
Governador do Estado quando assinalam que um mesmo bem pode
U Rei.: Ministro Soares Hufloz. Repte.: Procurador-Geral da Repü
Repdos.; Governador e Assembléia Legislativa do Estado do
mais de um sign.í ficado econômico, apto a denunciar a capacirt
^ de Janeiro. contributiva (fls. 165).
Todavia, para a declaração da ir^^onsti
.
^ t>ecisio: Julgou-se procedente a Representação, e declarou «-se
Uç^^constitucionalidade dos artigos 79 a 18, inclusive, da
Lei
Elç '13, de 26 de dezembro de 1383, do Estado do Rio de Janeiro. ^isSo unânime. Votou o Presidente. Plenário, 25.10.84.
nalidade da chamada Taxa de Recuperação, Reaparelhamento o As
sistincia Educacional basta o fato de tratar-se de S-íio
.tributária, cobrada sob a rubrica de taxa em razão de
servi 90s
que, além de não existirem, não constituiriam exercício do
der de polícia, nem corresponderiam â utilização efetiva ou v:
tencial de serviços públicos específicos e divisíveis,
P^^est^ , 1f
dos ao contribuinte ou postos à sua disposição (art. 19/ I,
í!; : ^. Presidência dn c u
CF).
^^ro-MoreÍJ:a-Alves-,Vlce-Eresidente^.
cientes à s^ssL o r '^rermnistros Djacl Falcio, Soares Mu
^ • Rafael Maygj^
Ante o exposto, julgo procedente a
Sydney Sanéh = ^®>íesvdnev
tação para declarar a incon.stl tucional idade dos artigos 79 a ig
silveira, AlUir Passarinho, Francisco Siivex
I .
es
'"'Usente, li inclusive, da Lei n9 713, de 26 de doz'embro de 1983, do do
^«"ci ado, o senhor Ministro Decio Miranda.
Estado
(■
'' I'-' 1
\
,1
,1,
I
i'
^identel e r\ ^^^^damente^ os o» srs. Ministros Cordeira Guerra
Rio de Janeiro.
Corrêa.
da República, o Prof. Inocêncio Mártires Coa Secretário
nese Aguiar
'
BI .792*Pig.34*1ü.12.8í
BI .792*Pag.35*10.12,84 -rr^;
IMPRENSA
't ''
íh
Jornal do Commercio '(
MERCADO
ri '■ kl
SEGURADOR Avaria grossa (liiiz Mendonça).
i.t
Surgindo na viagem mariiima o risco iminente do '«S:ucesso, deve o capitão tudo prover para salvá-la.
prática nâo exige dos parceiros mais do que simples
' |!
bom^senso.
cusios financeiros do salvamento depois se reparentre os que dele se tenham beneficiado. Assim
J^nda um velho Insiituio da navegação maritima, ."^em 1850 entrou com o nome de "avaria grossa"
envolvidos e sacrifícios realizados, há necessidade de
outras línguas tema designação de "avaria geral"
ampla coleta e análise de dados e fatos. E estes, às vezes, prolongam-se no tempo, adiando a época e conclusão do ajuste — ou da chamada regulação da "avaria grossa", regulação que, assim, nâo raro se transforma num processo lento e demorado. A in flação. sendo mais rápida (como a brasileira, hoje da
j^eausa da e.xiensâo dos seus efeitos: atinge nâo 1?^ algum, mas todos os participantes da aven^tiariiima.
t l^iantc do perigo (real e presente noaconiecimenpôs a viagem sob ameaça), torna-se próxima e a perspectiva de malogro da expedição. E
t( ^uc o malogro seja evitado, pelo menos em parbasta a diligência do capitão em salvar navioe Itte. È preciso, que suas medidas e providências
yam o respaldo (financeiro) de todos aqueles a
o salvameriio afinal aproveite. Dai o rateio na'proporcào do que salvar-se de cada um —
todos distribuindo os custos dos atos pratipara salvamento e benencio cwnum. Em re-
^"(>1 sâo ingredientes necessários e simultâneos da fia grossa": Decorrência de faicconcretoque a viagem: 2) prática de atos deli-
O segurador (tanto do navio, como da carga),
quando incorpora aocontratode seguros ci riscos e ins titutos da navegação, assume o lugar do segurado, fazendo às vezes dele e até o substituindo nos conflitos
com outras partes. No caso particular da avaria gros sa, c quando o valor do seguro é pactuado em moeda nacional, surge por vezes um problema: a quota de
contribuição do segurado no rateio das despesas, se reajustàvel em função de oscilações monetárias, tor na-se maior que o próprio valor segurado, n regra
de poT qiiátítra maí^ qúè-iíVegúYádâv^retudo por
te I), 'O jurídico a uma associação natural e espon-
■íl! 'I
ordem de IO,5®^o aomês). introduz nesse processo um
de todos os participantes; 3) dlsiribuiçào dos '^sses atos entre os que deles se beneficiem, na se ve, a avaria grossa e instituto que dá
a associação dos que, diante de perigo comum, precisam e procuram safar-se através de indis-
^^àvel esforço também comum. Como. quando e Onde ocorre essa solidariedade, tudo isso na
'.* |M k! f I
elemento explosivo, desavindo as partes.
yoos visando ao salvamento da expedição, no indo resultado iitil de cada um.
■ ií. Í*
Mas em paises de moeda sujeita a fone insta bilidade, nem sempre o bom senso é o quanto basta. Na avaria grossa, para correto ajuste entre interesses
? t)ireito brasileiro, através do Código Comercial.
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universal (de direito) éqtie o segurador nunca respon ' 1
sim. para que o segurador não termine pagandomais do que deve. e para que o segurado não tenha cc^er-
■■ I i
lura insuficiente, torna-se indispensável que o seguro
(do nasio e da carga, esta pelo menos em relação à avaria grossa) sempre ■ faça. quando em moeda /Ge
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nacional, com cláusulas üe reajusiamentoautomático do\alor segurado.
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BI.792*Pãg.01*10.12.84 \
IJ, _J.^ i.ll 1. 11,11 tlUP
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que esta determina inclusive o preço do seguro. As
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l/enda liVre para o Dpvat
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A sistemática
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prejudicadas. Para . elas» a adcçào apenas do critério' de ativo liquido beneficiava as
de comer
cialização do Dpvai (o seguro
obrigatório de veicules) será ■ membros do Caiselho Nacional
de Seguros Privados (CNSP), que se reúnem em Brasília, na •g
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dução de prêmios dcs seguros-
próxima terça-feira. Só que
de autanòvei e de responsa
desta vez o enfoque principal da matéria girará em torno da Hberalizffçào da venda do produto, proposta ago-a en-
elaborada por um gnjpo de •
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bilidade civil facultativo de veículos, que chegou a .ser • trabalho do CbSP,
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mas re
campada pela Superinlcndén-
jeitada por ele prí^río pos
cia de Seguros Privados (Su-
Dessa experiência vieram à
teriormente.
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tona ccmi maiiyvigcr as diver
gências que o CNSP abriga
,:1 r I
sobre o assunto. A livre comer
cialização do seguro, que teoricamente, continuará a beneficiar as seguradtras que
possuem píxitos de vendas, acabará
com a divisão peíon.
fnénós
prcciáará mais apreciar .a
Na verdade, esse sistema de
previamente estabelecidce em
IL'
caisiderasse também a pro
esses critérios legais, defen sep), e que deverá sair ven- didos pela Susep, volta e meia c^ora da reunião para co eram desrespeitados. Entretan meçar a vig(xar a partir de to, garantiam às pequenas janeiro. seguradoras uma participação „ Uma decisão do CbSP nes fixa na aiigariaçào de receita do se sentido acabará com o sis seguro obrigatório de veicules, tema de cotas, em vigência há N^rios anos no mercado. Tal es- . numa espécie de reserva de quèmazairejava o irabalho das .. mercado. . At'-; f-x-.-T* empresas alinules dc produção
ra Vi
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grandes seguradoras. Elas..desejavam uma formula que
Í0os:garantia^^
mais uma vez debatida paios
^ iCQ *0 ^
1,
função do ativo liquido, que
cotas sempre causou polêmica
matéria
uma vez atingidos implicavam
no setCH-. A discordância maior
na suspensão obrigatória da venda do seguro. Na prática,
partia das empresas de porte
anOjComo acontecia. Além do mais, quem não è favorável à
a
cada
final
de
médio, que sempre se sentiram
livre ccxicorrência?
Fides defende
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sobrevivência |£ E 3 «.2
do segurador
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Empresas de
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O primeiro ponto da Ala
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"os segura-
e Reasscguradores, por sua atuação em defesa das com panhias estrangeiras que
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operam
Stíj V ò «n" Tt ^
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~
naquele do
pais,
gravame
dis
se procurar o diálogo com os setores públicos e demais setores econômicos e sociais, "como único meio de c(mivivência
suas operações no mercado
corresponda à tradição de
interno,
nossas nações".
H ^ em U Ea Paz, Raz, na na
da sobre-' uma base pre
.yt^ Ata de La {t( ""Assalta que "as
sumida e irreal, e não sobre
embaraços
e
JvÇ) ^ ao desenvcdA A Econômico
em
^'ses estão dire-
\39culados a uma ^'"ia ingerência do
resultante da
in
os saldC6 efetivos das contas de
resultado,
como
é
usual".
e
progresso que
Os pontos de destaque abordados
ainda
no
do
cumento sào os seguintes; — Condenar, na forma
mais enérgica a prática de empresas estrangeiras que,
Com relação especifica
sem
estarem
ao intervencionismo estatal
para
operar
no processo econômico, dl?
nados paises, emitem apólices cobrindo riscos nas
a Cana de La Paz que deve
ti iVi
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ção do setor realçando a ur gência dc que os governes
i 'A;
ciações
ocasião da ' Assembléia fhpj^'dade, realizada
cidência do imposto de ren
ên
fase, a necessidade da aten
Destacar,
combinem
criminatório e irracional de
f ^ ^ Bolívia. Co-
^ ^
5 4ÍÍ65
no
da Fides
%y^ '©0
"" o 2 S
seguros
—
liberar o seguro
com
Dominicana de Seguradores
"diante
2Í| i|S^
de
de
acentuan-
dos
perigoso
aplauso a
México. Em seguida a Fides dá apoio decidido à Câmara
sào defensores
é Ití J ;S ig
1 -'S
seu
Principais foros dantes da liber-
S« 6® «
considera
nome do seguro privado nas Américas,
mesmas
autorizadas
em
nações;
qualquer
ação que.m com o objetivo de erradicar estas práticas, realizem os organismos de supervisão o ou as asso ciações de seguradores daqueles paises.
Entidade
iniciativa privada". de La Paz manifesta, em
Y^^^^radcM-, já con-
decididamente
aúviüades
William R.
V 5 ^^0 de"perigosa esiabeyÍQ í^eralizaçào do V sç ^ serviços no u
nas
produtivas que competem à
assinado por
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Estado
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determi
com
com
as
nacionais
de
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í' iiüií'ti/É lÉitáii i ái íliiiitiúiA
DA
EDICAO
DE
se-
guradcM-es as políticas e os instrumentos
.01'
normalivce
que estabeleçam plena liberdade para que o sis tema desenvolva seu avanço tecndògico,
sem controles
abusivos, porém tampouco inexistentes e irresponsá veis; prêmios que, obser vando a mais completa in formação
sobre
sinistros,
permitam resultados equilibrados, atendendo a tcdas as funções da empresa seguradora, incluindo a retribuição do capital inves tido.
apoiar
BI.792*Pag.02*10.12.84 (REPRODUZIDO
asso
7. 12.84) I.792*Pag.03*1 O.12.84
■■ .' 1
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r
maio passado, antes de ditada a pena pelo
2.° CLICHÊ
Morto pode ser condenado por causa de seguro
assassinato, por dinheiro, de sua segunda
mulher, Nancy, e do filho do casal, Mitchell, em maio de 1981,
Caso fosse sentenciado, Morgan ficaria
impedido de se beneficiar do seguro de vi da de ura milhão de dólares que havia feito para suas vítimas e o dinheiro seria en
tregue âs herdeiras da mulher, no caso sua mãe e uma irmã.
LOS ANGELES — A disputa em torno
de um seguro de vida de um milhão de dó» lares pode fazer com que um morto seja
No entanto, por não ter sido ditada a sentença, o seguro passou a fazer parte
condenado à prisão perpétua. A petição,
dos bens de Morgan e seria herdado por
encaminhada por um promotor público de
sua primeira mulher e os quatro filhos
Los Angeles, será julgada nos primeiros dias de janeiro e está agitando os meios
que ambos tiveram. Contra isso se insur giu o promotor, que considera a mulher e
jurídicos da cidade.
os quatro filhos "abutres voejando em
.1
)
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torno da sepultura" e decidiu reibrir o O bizarro episódio envolve Clifford Morgaa. que morreu de cfioccr ósseo em
caso, para que a mfic e a irmã de Nancy
recebam o seguro.
(REPRODUZIDO DE O GLOBO - 1-12-84)
^ 'i
Apesar de tudo, resultados satisfatórios ^pesar de profundamente atingido
Jf/â inflação, o mercado segurador W/e/ro fechará o ano de maneira ^tisfatória, sem contudo apresentar bons resultados
operacionais, se gundo o presidente
da Federação Na cional de Seguros (Fenaseg), Vítor
atingiu, sem exceção, as pequenas e
cos, navios de grande tonelagem e
as grandes seguradoras — com rela tiva tranqüilidade.
aviões de grande capacidade.
Para as pequenas seguradoras, a solução é partir para a especialização e a disputa de um determinado seg
nova política para o setor, adverte Vi tor Renault. Tal proposta visa basica
verno e numa inflação de 180% para 1985. base em que está trabalhando
mente definir a posição do Estado,
sua empresa — a Companhia Nacio desse diagnóstico, nal de Sèguros. "Já há indícios alentaRenault classifica dores, como o crescimento prolon as carteiras qve gado da economia, beneficiado tam bém com a chegada do fim do mais sofreram en tre as que têm rela época tradicional de boas compras — diz ele.
desvalorização
Vitor Renault alude também aos
cambial, como os
corretores de seguro, "uma classe ne cessária, afetada pela lei vigente, que limita bastante sua atuação. Em rela ção à sinistralidade — aumentada, a seu ver, em conseqüência da dinâ
seguros de crédito RenauK
à exportação, de casco marítimo, de
faltar o pedido de definição de uma
mento do mercado, diz Vitor Renault, confiante com a entrada do novo Go
Renault. Dentro
ção direta com a
/45 perspectivas para o mercado se gurador em 1985 prevêem uma pauta de reivindicações, onde não deverá
afirma o presidente da Fenaseg. lem brando que existem hoje seis compa nhias do Governo atuando como se
guradoras privadas. Ele cita o caso da Companhia de Seguros Brasil Iraque
que, incentivando o comércio bila teral entre os dois países, não deixa de se constituir numa ameaça ao mer cado, onde atua como concorrente.
Outras reivindicações menciona
das por Vitor Renault requerem a volta do acidente de trabalho aos se
guros privados e a isenção de contri buição à Previdência Social, pelos
^'isporte internacional e aeronáu^^0 balanço que fez, o presidente da
mica da sociedade e do avanço tec
usuários do seguro saúde. Finaliza Re
]^ssegafirmou ainda que a continui-
nológico, que produz grande concen
nault: "Esse campo pode ser a grande
p de exercícios sem resultados
tração de riscos —. ele acredita que as empresas possam aprimorar o
Y^acionais poderá levar a proble-
'Mmais graves, embora no mo-
gerenciamento desses riscos, através de exames apurados dos diversos se
sem-número de fraudes, denunciadas
\kido e enfrentando a crise — que
tores. Como exemplo cie concentra ção de riscos, cita pólos petroquími
FYevidência
^fo o mercado pareça estar capi-
ajuda do mercado segurador privado à Previdência Social, pois diminuiria o
seu gigantismo, responsável por um inclusive pelo próprio Ministro da
(REPRODUZIDO DA REVISTA BOLSA - 3 DE DEZEMBRO/84 - NO 672) BI ■ 792*Pág.01*10. 12.84
' I 'Jli
SlCTROSTíUA
Alexander & Alexander negocia fusão com a canadense Reed Stenhouse
índices de avarias continuam altos De maneira geral, os índices de car
de cartões despersonãlizados pa ies avariadas continuam altos, mas ção ra ingressar no navio oferece muitas
^inaldo Lopes Corrêa, responsável brechas, permitindo que gente sem setor de falta e avarias da
®gencia de vapores Grieg, em Santos,
nada a ver com o trabalho adentre no
de Finoncial Times
ram 13,25 dólares canaden ses.
Se a fusão for concretiza
4 (Amper-
da conforme o planejado,
sand) Alexander, corretora de seguros norte-
os acionistas da Reed Ste
Alexander
americana, deu ontem um
nhouse ficarão de posse de 28,8% do controle da Ale
passo para consolidar sua
xander. Peter Densen, che
posição como o segundo
fe das finanças da Alexan
maior grupo do setor com o acordo de fusão com a
der, disse que a troca de
Reed Stenhouse do Canadá,
rada de tal forma que tanto
numa transação de US$ 263
os
milhões.
O acordo de fusio, sujei
to à aprovação pelas auto ridades, criaria um grupo
internacional com aproxi madamente 17.100 funcio-
ações estava sendo estrutu acionistas
canadenses
quanto os britânicos da Reed seriam
capazes de
manter seus atuais direitos de dividendos através de
empresas de controle na
nário» que operam ampla
cional. Cerca de 70% da Reed pertence a interesses
mente na América do Nor
no Canadá.
te, Europa Ocidental e Aus-
tràlásia. Em tamanho, fi caria próxima à Marsh and
(Ampersand) McLennan, a companhia norte-
americana que tem aproxi madamente o mesmo nu
mero de funcionários, mas receita um pouco maior, e uma folha corrida bem su perior em lucros. . John Bogardus, chair-
Na bolsa de Nova York.
onde os papéis da Alexan
nadenses. No ano passado,
scido porque as importações dimi-
o lucro liquido somou i->.£
"Nas operações de exportageralmente, não tomamos conhe-
milhões de dólares cana denses e nos primeiros no
ve meses deste ano atingiu 5,1 milhões de dólares ca nadenses. AS
juntas do
cançar cerca de US» wo milhões no próximo ano. Densen disse ontem que poderia haver çâo nos lucros a
10 para os acionistas da Alexander. em do acordo, mas
os beneficies emergirem rapidamente
Os negócios no Brasil
der 4 Alexander têm sido
por Mario Christlno Corvolh©
objeto de especulação rela
de Sflo Paulo
por outra empresa nos anos
A Aloxondor 8 Alwoedtr
recentes, a reação inicial foi a redução da cotação das ações do grupo em US8 1.378, para US$ 22,378. Myron Plcoulí. analista do
potsui no Bro«ll tr*» tos, do» quol» o ativo 4 q
caiu em peroimento.
man" e executivo-chefe da Alexander 4 Alexander.
nheimer, disse que a fusão combinaria "duas empre-
Pogio, e o Corrotoro
disse ontem que a justifica
sas fracas
tiva do acordo foi criar eficiências operacionais.
transformá-las
"Em uma época em que a
administração de seguro e
de riscos está ficando cada vez mais internacionaliza da, esta combinação com plementa muito efetiva
para uma
grande empresa fraca" A
Alexander & Alexan
der sofreu graves proble mas financeiros em
1982
após a aquisição da Ale xander Howden na Ingla
mente nossas respectivas
terra. Como resultado, os lucros recordes de US$ 58
troca de açoes Sob 08 termos do acordo, os acionistas da Reed Ste
transformados em prejuízo
forças", explicou,
nhouse receberfio o equiva
milhões
em
1981
foram
de US8 24 milhões em 1982 e somente
lucros
mínimos
em 1983. Nos primeiros no ve meses deste ano, a em
lente a duas ações da Ale xander Sc Alexander para
presa recuperou-se e obte
cada três de suas atuais ações. Baseado nas cota ções do fechamento de S de
16,6 milhões.
díezembro, isto confere às
ações da Reed Stenhouse aproximadamente USI
ve lucros líquidos de USI
QUEDA DE LUCROS A Reed Stenhouse tam
denses. Na segunda-feira,
bém sofreu um declínio nos lucros desde seu melhor ano em 1981. quando lucrou
as cotaçõpi da Reed atingi-
19,2 milhões de dólares ca-
15,83 ou 20.83 dólares cana
Para Reinaldo Corrêa, "lamenta
velmente, no Brasil, os setores que
manipulam as mercadorias são sindi calizados e autônomos, contratados
pela agência de navegação". Quando
^flÇÕes entre as avarias no cais do ocorre avaria de cargas, "a entidade
O Instituto de Resseguros do Brasil
(IRB), por ser a entidade que repassa todos os negócios, tew de pagar em
.1
1
.1
dólar ao imortador.
"Os prejuízos são enormes e afetam
estivadora não assume a responsabili
toda a nação, portanto, deve acabar
^ ^ bordo". Para não deixar dúvi- "Poderia ser descontado uma porcen
porém, posteriormente aciona o IRB,
®® relações como acontece nos Elstados Uni com a mentalidade que o seguro paga Snrt^ "a quantidade de gentenúmero esmo- dade, gido pelas ruas, o crescente dos e na Europa", explicou o agente tudo"; salienta Reinaldo Corrêa. j^utimbadinhas e a incidência de fur- que lança uma idéia para discussão: Realmente, o s^uro cobre os gastos,
Reinaldo Corrêa faz questão de tagem do pagamento de cada estiva que exige um acerto de contas por j^ue não está "acusando nem a, dor para compra de apólices de s^u- parte da agência. D^sa ÍMma, os produtos entram no mercado nacional 2!?"no 'âpenas admite que nãodehápesri- ro, que ficariam sob a responsabilida com controle na entrada o preço mais alto. A conclusão do de do sindicato da categoria. Em caso
^a bordo. de aumento de avarias, as apólices se critica bastante difundida — riam reajustadas; se houvesse dimi 2^ipalmente pelo Sindicato de Vi- nuição, a reforma do contrato ofere Portuários—define que a utiliza- ceria prêmios".
ii;
agente é que "as autoridades devem
ouvir os problemas afetos à navega ção e a busc& de soluções tem de ser de baixo para cima, não o contrário".
(REPRODUZIDO DA FOLHA DE SAü PAULO - 5-12-84)
Al.xondof & Aloxondjr Cor-
r«tor«t d« S«^'0» ttdo. d* Sõo Poulo. Ai outro» duoi iõo e Aloxondor S Aloxondof S*r viço» Ltdo. tombém d* Mo
em
J^rior",diz o agente. Tecendo com-
> >
f) .
cionada coro sua absorção
setor de seguro da Oppe
jjBjento, pois a reclamação é feita no
!
apreendido pela Receita Fed«^ e
navio.
que o número pode ter de
pof T»rrv Dodiwoiih
Já houve um caso de mercadoria
nacional para exportação ter ficado jogada no convés da embarcação, a^ a fuga dos ladrões. O lote foi
d« Soquro» Ltda- do R otarde de ontem, o diretor-
presidente do Al»xo/»d*r 4
Alexonder Corretoro d« Mau ro» Ltdo., Aloítolr MocFartane, nOo podia ««nentor oi po».lyel. reflexos do breo.empro.o» instolodo» no
[."m : h i;
Cinto de segurança. desafio para Detran
^,ii.
BrosH, me»mo
Qóclo oindo nflo ••'d con-
cluído e oindo depe^d»Jta aprovoçSô do» ôrqflo
lodor.. do. E.todo. Unido., do Conodô e do IngloM"® ■
GENILSON CE$AR Do nosso equipe de reportoqem
A Aloxondor í
existe hà dez anos no Brípn e, segundo MocForlone, "amplo portfóHo de
pflncipolmente no éreo *
guro» indusfrioli"- Fáois |n er-
Sem muitas pressões ou multas goveimamentais. os usuários da in
dústria automobilística vão iniciar o
ano de 1Ô85 com a obrigatoriedade de
moçõei nflo podlo forhecer por sor "o ompreM de cop toi
usâro cinto de segurança nos centros
limitado". Segundo o Sir^tcoto dos Corretora» de Seguros,
federal, mas ainda não se sensibiliza
urbânos, determinado pelo governo
o capital social da Alo/o"dof
ram. de que isso realmente é uma
4 Alexonder era de Cri w mi-
alternativa eficaz para evitar o alto
IhõjBS em 1963.
número de acidentes verificados no Pais dc^de 1980. Houve uma queda de
(REPRODUZIOO DA GAZETA MERCANTIL - 5-12-84)
quando passar a vigorar a obrigato riedade do uso dos cintos de seguran diretor do Detran de São Paulo, Abraão Khfouri Júnior, "A população nág está nada acostumada a usar os
cintos e nós não podemos sair por aí ameaçando punir os infratores"
quase dez mil no número de aciden
tes registrado de 1982 a 1983. De 32,4
fiscalizar todo mundo!"
mil em 1982, os acidentes caíram
Não será uma tarefa fácil, reconheçe o diretor do Detran. Ele não quem não esteja usando o cinto de
que;ocorre desde 1970 - mas certa-
segurança. A multa para quem não
m^e á melhoria das condições das
portar o cinto adequadamente é de
de pgurança dos automóveis. '5Iu realmente estou preocupado
,■
pretende desencadear uma operação de fiscalização intensiva para multar
segundo os técnicos do setor, isso não se dêveu ao incremento do uso dos cíiTt(fê de segurança — uma prática estradas e a melhoria dos sistemas
li
ça nos centros urbanos", admite o
acrescentou. "O nosso objetivo será ò de conscientizar a população para o uso do cinto, pois não podemos
para 22,3 mil em 83. No entanto,
BI .792*Pãq.Q2*10.l2,i
'com o que vai ocorrer em janeiro
F 1',
Cr$ 4.400 cruzeiros — "mas não ternos preocupação em arrecadar fundos para o Estado", observa Kníoun Júnior. "Nas estradas a
/'
)
I . 792*Paa .0.1*1 n
«a
j
fr^r<rtnr
fiscalização é mais fácil, mas nos centre» urbanos o negócio será cons cientizar a população." Usuários
Na verdade, para os usuários os maiores obstáculos ao uso dos cintos
de segurança são de ordem psicológi
colocado, pode
até enforcar a
pessoa", diz Seco. "E o subabdomi
Para os fabricantes, não há porque entrar no mérito dos vários tipos de
nal, frouxo, pode cortar o usuário ao cinto produzidos pelo mercado brasi-' meio, em caso de acidente". Ele - leiro. Aliás, segundo empresários, a
completa: "O melhor mesmo é o obrigatoriedade do uso dos cintos a cinto de "Três Pontas" — o que une partir de 1° de janeiro de 1985 em os dois anteriores, diagonal e o nada vai alterar uma produção que subabdominal, — pois assegura as se tornou sistemática desde fins da
década de 70, quando existiam no
lham, provocam medo de ficar preso
normas de segurança existentes em outros países". De acordo com a lei
País cerca de 46 fabricantes de cinto
de segurança. Um das três empresas
ca. "Eles são incômodos, atrapa
O apelo das jóias com seguro
DO automóvel em caso de incêndio e
615, de julho de 1983, o cinto de "Três
submersão, além das suspeitas de
Pontas" deve ser instalado em todos
que sobreviveram à crise da indús
que eles podem causar ferimentos no
os veículos fabricados a partir de
tria automobilística nos anos 80 — a
1983. Ele acha, porém, que, qualquer
por Donielo Chiaretti
corpo dos passageiros", diz um
Chris-Cintos de Segurança — é res
de Sôo Pouio
usuário. Mas há reclamações especí
que seja o tipo de cinto ainda é melhor que não usar nenhum. Ney Akiharu Yano, estudante de
ponsável hoje pela produção das
ficas. São três tipos de cintos. Dois deles pelo menos, o cinto subabdomi-
nal e o diagonal, já foram apontados como causadores de acidentes para
principais montadoras de automóveis do País.
administração de empresas, acha
Cora cerca de 1200 operários em
que o cintro de três pontas "é o ideal
cinco fábricas em São Paulo, a Chris
tanto para a cidade como na estrada, por ser mais fácil de manejar". Ele
responde atualmente por 240 mil infundada. O próprio presidente da cintos mensais produzidos com ex Associação Brasileira de Normas diz que já está treinando o uso do clusividade para a General Motors, Técnicas (ABNT), coronel Orlando cinto na cidade. Também d. Ana Ford, Fiat e parte da produção da Maria da Silva Corrêa, casada, dois Volkswagen. Segundo Cintos MiSeco, admite que os cintos atualmen os usuários. Não é uma suspeita
te comercializados — o tipo diagonal e o subabdominal — podem provocar
acidentes graves.
"O cinto do tipo diagonal, que atravessa o peito do usuário, se mal
filhos, que não tem o hábito de usar o
tropoulos, diretor-presidente da
cinto na cidade, afirma que passará a fazê-lo, assim como já procedeu após a entrada em vigor da obrigatorieda
rança dos cintos é das próprias
de do uso nas estradas.
mos o que eles nos pedem sob
Chris, a responsabilidade pela segu montadoras. "Nós apenas fabrica
receita",diz Mitropoulos.
jóias vem sentindo desde 1980- Assegurar o valor das
jóias pode representar, em um ano. um acréscimo de
A Dryzun Joalheiros. uma rede com cinco lojas no Estado de São Paulo, acredita ter encontrado
vendas próximo a 10% para a Dryzun, estima.
uma fórmula eficaz para
ço, a rede de joalherias de
atrair novos clientes. A em
tonou uma campanha pu
presa está oferecendo há duas semanas um seguro
blicitária utilizando revis tas e maio direta. No esfor
total contra roubos na com
ço de divulgação está in
pra de qualquer um de seus artigos, garantindo desde o
180 milhões.
furto de uma aliança de Cr}
Atualmente a composi ção do faturamento da em
40 mil ao roubo de uma jóia
Para prorauver o servi
vestindo ao redor de Cr}
que vale mais de Cr$ 10 mi
presa — que existe desde
lhões.
1967 — está dividida entre
O esquema é simples, explica Rubens Dryzun. dire
jóias, que respondem por
tor da empresa. Desde o lançamento do serviço,
(REPRODUZIDO DA FOLHA DE SÃO PAULO - 6-12-84)
cerca de 50% das vendas,
relógios (perto de 40%) e
quem adquirir um relógio,
artigos de couro. A diversi ficação vem sendo feita há
artigo de couro ou uma jóia
dois anos, lembra Dryzun.
da Dryzun e for roubado,
Naturalmente a empresa
providencia o boletim de
não escapou á retração do
ocorrência e o encaminha á Sul América/Unibanco Se
1980 vem registrando que
guradora. A avaliação leva cerca de quinze dias e o cliente recebe de volta o
valor da compra. O siste ma é válido por um ano.
com opção de renovação e
reajuste do valor do produ to, esclarece o diretor.
mercado de jóias. Desde da nas vendas, mas o de
sempenho do segundo se mestre deste ano está ani
mando" o 'joalheiro, Ele acredita que o faturamento da empresa em 1984 deve ser equivalente ao registra do no exercício passado,"o
Por sua vez. a Dryzun pa
que é bastante positivo",
ga um prêmio de 3% sobre
Num esforço de adequar o
o valor de cada objeto ven dido. Dryzun acredita que a iniciativa é válida e espe
ra um bom retorno. Ele
lembra que um dos maio res traumas do morador
dos grandes centros é o me do do assalto, aliás, um dos componentes que explica a
retração que o mercado de
preço das jóias ao poder aquisitivo do consumidor, a rede tem procurado novas matérias-primas. Há al
gum tempo, ela vem lan çando jóias com pedras brasileiras, além de combi
nações de prata e ouro e mesmo produtos que utili zara borracha.
(REPRODUZIDO DA GAZETA MERCANTIL -
7.12.84)
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DIVERSOS ASOCIACIÕN DE FIANZAS ABRE
O "PRÊMIO BIENAL 1984/85 " NO VALOR DE 3 MIL DÕLARES
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Se voei i funcionário ou colaborador de companhia-membro
^{sociaciõn Panamericana de Fianzas, estudante universitário ou profissional vincula a atividade de fianças e garantias, poderá receber um prêmio de US$ 3 mil, alem dê" Jplaca comemorativa. Basta escrever um trabajho sobre temas relativos a Fianças de
^^tratos, Fianças de Fidelidade ou Seguro de Credito e concorrer ao "Prêmio Bienal 84/ está sendo promovido por aquela entidade,
^ A obra devera abranger temas como: 1) aspectos técnicos; . sgais^ 3) econômicos; 4) financeiros; 5) comerciais; 6) instrução e treinamento; 7) t^S^izaçio e administração da especialidade; 8) resseguro ou refinanciamento. A obra
íjJ editada pela AsociaciÔn Panamericana de Fianzas, numa tiragem de 400 exemplares e •"iDuTda a todas as companhias-membros da entidade. REGULAMENTO
í o seguinte o Regulamento do "Prêmio Bienal 84/.85" inspela entidade:
Supa '
1 ~ VÁanzcu, Oò iuncÃ.onã/U.oÁ e aotabo/iadoKtò deu compcLyikícu-memb^o-i, A&ocÃXLcÃÕn de. o6 nÁtademteM uyUvtfU-ítãAÀOÁ o, oò p^o^lò^iloncuLò daíib2A£iü> u^ncu
'^^Idaáz de. i^anccu podoÀÕLo ap^z&znXoA obfuu IntcUtcu^ de, òaa autoKla, poAã ^ ^ "Pn-êmío Eíe.nal", no^ Idiomcu oíIqÁjOáM da AòocÃJicXSn: eupeuikol, 'Lnglíò poA. i^cíò;
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~ ^ empaco de.veAã teA com uma titulo e^^í^6ãoe Zn^ce. adequadano aoIdioma tema, c&eucAÃXa mãqoóia, coA^, duplo, colhido apelo autoaem
^ 004^-^04 com pseudônimo e Aemetí-loò a Se.cAetaAta PeAmaneyite da Aioc^c^ôi^
\tjp~ Qualquex petsoa podeAa apAcientoA mais de um tAabalko. f^este caso ' do— ^^zoA um pse.udonlmo poAa cada tAabalho,
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dzvvã xeimteA izchado, , contmdo cUndaum oòínvUope. itgaintzi dadoi: no1] qual nomz
z pai, emú,0A; 4) companhia LlT
Ia P^maní^p^T^Vn/Eíte zmzlopz ,z)ãÁofin dzpoiltado eAmaneítíe da^Asoclaclon PanameAA.cana dc Planzas e sampv\tp /ikoh-^r. X f\
k^Hamaçao dz ptíglo qaz iziTío^ f IT
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OPERAÇÕES DE CARGA E DESCARGA
Ü.-ÍÜX no p^dxÁmo conciMo, 4e kouveA. lí
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UM RISCO SEMPRE PRESENTE
- o Ja/U óQMÃ Á,yvttg^do p<iloi> l/^cz~PA^Zdznt^6 da AàooíacÃón, ttò doÁ Com^E^ Técnico z JunZcUco, atuando como Pxz&^dcyitz do Juáá. o 19 P/iz&idB^ da A6ocAM.cton, çom voto dz míneAua.
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Engo Antônio Fernando de A. Navarro Pereira*
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VJJI - o Jú/U p^onanctaAa 6zu vzKzdUto dzntAo dz ISO cUaà apo6 a daXã znczAAomzyitõ do concuAòo.
iu "^tre todas es atividades cobertas peles seguros,
^ „ da j yoc^oXon j d.° uencedo^ do pAÒUo ieAá /leoUzado duAa.ntída a 'GoaoI z a zntAzga da íauJiza òoÁã {ziXa pzlo PKZòidzntz ^ZU Vztzgado dzò^gyuido. ^ - O Jú/U. podznã conczdeA menção honAo6a ãò obKOò não
,'^ior risco iminente é e operaçãc de cargs e descerge. Esse risco é repre ^tado por uma conjugação de fatores implicitos a atividade, independen-
\
duAantz a Aó^embZztz^GçAoí.
^ ^Pfiraçoes de carga e descarga podem ser grupadas da seguinte forma:
- A Aóoc^cx-õn PanameAtcana dz PÁanzoò òz KZòzAoa o dit2ÂXo
caji oa amlc^ o PzguZamznto em qualqueA momznto, Ázm quz ntnguem tznha o cUa^
\
^ZctamOA ÒOb^Z t^batkoà ZÍabohàdoò ou m vájU dz pKzpaUação.
_
^PeraçÕes rodoferroviérias
f ®"gem o transporte e as operações envolvendo equipamentos rodoviários e
xn - OiUabalhci dzo^ iv. Kmaidoi a SecAeía^
(uacton-Pacuman 540 - Ptòo -20 (1049) - Buenos kOiQM - hLgzntXna,
operagSes gue podem tex ccrccterísiicas bastante simples,
i.
° carregamento e transporte de minério a granel em vagões, ou o trans
Xííl ~ () vznczdoA, do p.iòtU,o iziã cor.u-édíido a poAtíctpai da
'Gzaat
® carregamento de caixotarias em caminhões, até o transporte de car-
, a eatczoA-^òz no fÁzxtco, com toda^ oò dz&pz&aò oaaaÁ.
Pesadas ou especiais. Dissemos que são operações que podem ter caracte ^9s simples devido aos poucos acidentes envolvendo esse tipo de trans como também a forma rotinizada adotada por todos. O
Pfiraçoes marítimas-portuarias
ti ^Psraçoes que incluer desce o cam-narriento e descer reiçamento de ' li"' II
na-
,r • ate c trenspcrte ce. ecuiprrentoç ":ff-shcrE" ' ! c cC- i: t cu hook up 1 . Al S ' ~
Ijj ® dessas opereçoes oodem ser extremamente complexas e cemoradas, pode^
\ ^®®^volver-se durante várias horas consecutivas. Essa complexidade de-
do volume do material descarregado e do peso. Hoje em dia já é co-
ik ^ transporte de peças com mais de 3.CCCJ toneladas em atividades "off -
u
Peraçoes terrestres
®ssim consideradas todas as oosrsçoes ■''eitas em terra (on sho re) , uti—
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Pfiêmio, ma4 quz 4>zjam dignaò dz mzAÁto. Aò mznçõzó honAoóoò òzfião outo^g<^dai> ^
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urie des que apresentam
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lizando vários equipamentos, com a ;'f ineli-dece Üe"' posicionar ou mcvirr) cargas,
sem o trônsporte cc
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Toda aperaçso envolvenco o manuseie de cargas, em recintos abertas o^J chados,
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CABOS
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deve sempre ser cercada de todos os cuidados indispensáveis .
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em grande numero . Neste presente artigo trataremos, de modo simples^
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SBo 08 elementos utilizados na amarraçao e no içamento de cargas • '«Úe» Ser de fibra natural, fibra artificial ou de aço, sendo esse último
operações de içamento e transporte de cargas, em volume, içadas poj-
'as
de maior emprego, devido a sua durabilidade, grande resistência
de aço, ja que d&ntre tcdcs cs tipos de transporte esse e um ri os qu^ ^
Qs
''«590 e menores diâmetros. Sao constituídos pele união de vários fios re
tipo de faina, tendo em viste que cs acidentes decorrentes do manusg,-
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tí agem em;
cargas,
torcidos ao redor de um fio central
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forma que alguma subite mudança na direção do transporte nao provoque
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por
sue vez sao enroladas ao redor da alma do c£
tombamento ou o desequilíbrio Cc mesma,
ser fi traves de uma torção regular, ã direita ou a esquerda, também conhecida como torção
Toda carga a sex movimentada, ou em movimento, deve estar bem dispoe-^^ 'ii ,1. '
,
bo# A forma como os fios são retorcidos pode
CARGA central
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nado de alma) formando as pernas, que
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cabos e maquines de guindar#
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maior número de ecider.tes. ressc forma, procuraremos fazer uma rapiçj^
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a carga for única e trater^
Pemo
de um grande vc-ume, t;HV = r£o existir pontos definidos e facilmente locg]^-
È
em cruz (regular ley), ou uma torção em par^ leio, ou torção lang (lang lay), No primeiro caso a torção das pernas e oposta ã torção
zados de pega, também conhecidos como pontos de pega. Caso a carga compj.^
do cabo, e no outro tipo, o sentido de torção
enda vários volumes, o empilhamento desses devera ser executado de forme , que o conjunto permaneça em equilíbrio estável. Se os volumes estiverem
das pernas acompanha o sentido de torção
D
do
cabo#
So
bre um estrado (pallets) deverão ser projetados pontos de pega e pontos dg
Vários sao os cuidados que se deve ter pare
smarraçao dos volumes, rare □ içamento, os pontos situsr-se-ão de forma
com 08 cabos, de forme que sua durabilidade seja maior#
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Entre os cuidados recomendados
Q verificação da capacidade de carga suportada pelo cabo. A carga , no de um cabo de uso geral, especialmente quando há movimentação
A 1 kj c^iso cuvMc,6wa
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» nao deve exceder a 1/5 da carga de ruptura mínima efetiva do mes —
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^ ^atores de segurança mínimos recomendados são; ®bos B cordoalhas estáticas
^ ^bos p/ guinchos, guindastes, etc •" «>íTo üt forma
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Os para laços (içamentos)
^Qbos p/ elevadores de carga BI.792*Pag.02*10.12.84
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de 3 a 4 v ezes o valor da carga 5 vezes o valor da carga
de 5 a 6 vezes o valor da carga de 0 a 10 vezes o valor da carga
8 p/ elevadores de passageiros : de 10 a 12 vezes o valor da carga BI.792*Pãg.ü3*10.12.84 í
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Os cabos da aço, quando em serviço, devem ser inspecionados periódi 1
a fim de que sua substituição seja determinada sem que seu estado {sl *•
apresentar o perigo de ruptura* Em geral, uma inspeção visual compj.
Í'^f;í
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9g, 3
• X u * as seguintes observações:
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a) número de arames rompidos;
CERTO
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)f ' n.
b) arames gastos ^or abrasao; c) corrosão; ll, ^ { I
d) maus tratos ou nos; i
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e) tipo de cabo de acordo com a utilização;
ERRADO
I P
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f) resistência mecânica a tração e tipo e condições das emendas, III - MÁQUINAS DE GUINDAR '
li/!
f
ERRADO
são os vários equipamentos destinados a movimentar cargas* Suas dim ens
e capacidades de trabalho devem ser compatíveis com as cargas a movir^
'1
tombamento do e
^Pamento devido ao excesso de carga;
e com os locais de transito, de forma a obter-se um melhor aproveit^fj,
quebra da lança ^
do equipamento. Muitas vezes o espaço de trabalho destinado a °peraçaQ
tada ou ao exces
® carga do equipamento, devido a uma manobra mal execij
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de carga*
maquina e a condicionante principal na escolha do equipamento*
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" prevenção de FíIScds IV - T1PD5 DE ACIDENTES * J.
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3Ç30 desse tip^ risco para fins de seguros deve ser feita após O índice de acidentes envolvendo o manuseio de cargas e bem grande, devirio V-^^^erioso exame e Qnãlise das condições de transporte, tipo de carga, tia uma serie de fatores, dentre os quais destacamos:
«e carregamento, idoneidade da empresa que ire executar a movimentação, ^do de conservação c^qs materiais envolvidos na movimentação, local onde
a) imperícia do operador do equipamento;
'■ra executar os trabalhos, e enfim, uma série de outras condicionantes ^ssarias à AVALIAÇÃO DE RISCCS, porque caso esse trabalho não venha a
b) tombamento de cargas mal amarradas;
c) tombamento de cargas devido a quebra de ponto de pega mal dimensionado ou a ruptura das Xingadas;
Teito poderão estar sendo aceitas verdadeiras e inesgotáveis fontes de d) rompimento das Xingadas, das emendas ou a soltura de grampos de fixaçao' tç-t ros
e) tombamento do equipamento devido a pouca capacidade de suporte do solo;
BI.792*Pag.04*10.12^^
Wôítú? FcAnando de. A. NavcLfiAo VvieÀJia, é EngznkeÂAo Clvlt, põó~gAãdua.do em S^guAcm-
jjici^cLÍko, com voaIcò cu/uo^ de, còpccÁxitizaçãx) em ScguAança InduÁtAJjOÜi e. Vh.ote, -
% de lYUitaZoicõeM.
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FEDEEtAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS DE SEGUROS PRIVADOS E DE CAPITALIZAÇÃO
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DIRETORIA E CONSELHO
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Atores EFETIVOS
DIRETORES SUPLENTES
^^idente
Ivan Gonçalves Passos Mário José Gonzaga Petrelli
Mor Arthur Renault
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;Wdo Vice-Presidente
Nilo Pedreira Filho Octóvio Cezar do Nascimento Pedro Pereira de Freitas
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Roberto Baptista Pereira de Almeida Filho
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^ilcar Pizzatto
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SBemardes de Lemos Braga
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■ ^eiro Tesoureiro
^Maria Souza Teixeira Costa i^do Tesoureiro bBen-Sussan Dias
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CONSELHO nSCAL (EFETIVOS)
Vsto Godoy
Adolpho Bertoche Filho
Alfredo Dias da Cruz
CONSELHO FISCAL (SUPLENTE) Luiz Martiniano de Gusmão
V EXPEDIENTE BOLETIM INFORMATIVO FENASEG
n Membro Fundador da
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5ii Tj 'icação semanal, editada pela Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de ítalizacão
^^•Responsável Arthur Renault
Editor
Redator
Luiz Mendonça (Jornalista Reg. MTb nP 12590)
Mário Victor (Jornalista Reg. MTb n9 11104)
REDAÇÃO
)^^nadorDantas, 74-12."andar TeL;210-1204. Telex; 2134505 FNES BR
'f^^letim está registrado no Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas sob o n. ^ 2.771/75 ÍX)sto e impresso na FENASEG. Tiragem: 2.500 exemplares
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FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS DE SEGUROS PRIVADOS E DE CAPITAUZAÇAO
itó XVI
RIO DE JANEIRO, 17 DE DEZEMBRO DE 1984
NO
793
Na última quarta-feira, 12 do corrente, a FENASEG promoveu o tradicional almo CO de confraternização de fim de ano, realizado no Clube de Seguradores e Ban"
1
queiros.
O almoço teve a presença de figuras representativas de todos os se~
Jjres do mercado, inclusive Presidentes de Sindicatos de Seguradores, Presidente da
^PNSEG, Presidente da Federação dos Corretores de Seguros Privados e de Capitaliza Presidente do IRB, Presidente e membros do Conselho Técnico do IRB, Superinten"
l(, ■ ')
da SUSEP, Diretores do IRB e da SUSEP.
Saudando os presentes, o Sr. Victor Re
mt, Presidente da FENASEG, prestou inclusive uma homenagem a Ernesto Albrecht
^icisco de Assis Figueira, acentuando gue o mercado segurador Í altamente reconhe
ê
ço 3 atuação deles nas entidades que veem dirigindo hã cerca de 6 anos.
FENASEG adquiriu, semana passada, os tTtulos de duas publicações tradicio -
A na
is no meio segurador brasileiro: a "Revista de Seguros" e o "Anuirio de Se
guros"..
j
awiuo
l j<J J oo ^ um • < u , pwi I.UI I bu , u I j juu I I I uauc pela circula A partir Uc de 1985 assumira, portanto, a responsabilidade nparLi r
ambas as publicações, segundo planejamento^editorial que terã por
objetivo
fiel e correta imagem do seguro, através de veículos de comunicação
\pntas cada vez mais amplos dos circulos econômicos, empresariais e oficiais
FENASEG
com
do
3f^oi promulgada a Lei n9 7 278/84 (D,'OíU. de 11.12.84), alterando a redação do ant. 49 da Lei que regulamenta o exercício da profissão- de corretor de segunos. Pela nova redação, a obtenção do título depende^ a) da prova de conclu-
l V
curso técnico-profissional ou b) de atestado de exercício profissional ante Lei nO 4 594/64, fornecido por Sindicato da classe ou pelo extinto DNSPC. O Presidente João Figueiredo concordou com a implantação, a partir de 1985, do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Criado hã 17 anos, o
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Renayam simplificara os documentos exigidos para o registro de veículos, reu-
'íd num so cadastro todas as informações em cadastros separados dos Detrans, Serpro ^eita Federal. Segundo as autoridades__do Departamento Nacional de Transito
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registro nacional contribuirá ainda para diminuir as possibilidades de
J de veículos. Na seção PODER EXECUTIVO, publicamos a Portaria nÇ 6/84, tnan, que implanta, em todo o território nacional , o Renavam.
do
Atendendo a convite do Ministro Ibrahim Abi-Ackel, reuniram-se em Brasília os
\
■
^Secretários de Segurança Pública de todo o País com a finalidade de debaterem medidas de proteção contraio roubo de cargas. O Presidente da Associação Nados Transportadores Rodoviários de Cargas, Fatori Costa, disse que o problema atinge nao s5 o setor de transportes como o Mercado Segurador. O represen da NTC no Distrito Federal , Alfredo Peres, advertiu que a expectativa é que
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ti^^presas do setor se defrontarão, neste ano, com um prejuízo da ordem de 60 bi-
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SISTEMA NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS
FENASEG |i
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FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS DE SEGUROS PRIVADOS E DE CAPITAUZAÇÃO
Editorial ,( ■' ! ' l'ÍV ll''l
A FENASEG deu mais um passo, na execução gradual do
"'programa de instalar um centro de estatística: adquiriu micro-computador com adecapacidade de processamento e armazenagem de informações.
N
.
O seguro é atividade extremamente diversificada, em última análise acompanha a própria diversificação da estrutura do Pais, tan . Econômica quanto social. Assim, para a atividade seguradora i de fundamental im-
, ®ncia não apenas o conhecimento de si mesma, do seu desempenho e evolução, mas s£
índice DAS SEÇÕES
o conhecimento de sua posição relativa no contexto nacional (o que implica me
''Conhecimento da própria comunidade econômica do Pais).
^SISTEMANAÇIONALDESEGUROSPRIVJ^ EDITORIAL
(
Entendemos que a FENASEG, por ser o órgão de cúpula sindical das empresas de seguros, por isso situa-se,em posição que lhe con meios e condições indispensáveis para suprir antiga lacuna: a manutenção de
FENASEG
CNSP
SUSEP
SINDICATOS
IRB
NOTICIÁRIO DAS SEGURADORAS
° ® eficiente banco de dados, destinado ao uso e proveito da classe
seguradora.
I '^âção (variada, rápida e confiável) i sem dúvida e cada vez mais o elemento-cha-
ii
EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO
!
® O equacionamento e solução dos mais importantes problemas de qualquer ativida
1 ^omica.
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Esse papel da informação adquire relevo ainda maior na atividade segu-
■a.
IMPRENSA • A FENASEG, entretanto, para cumprir com exação essa
ç
JORNAL DO COMMERCIO (PAGINA DE SEGUROS)
OUTROS JORNAIS
ora se propõe no campo da informação (e particularmente da informação est£ i Óbvio que depende da colaboração das próprias usuárias do sistema: as com h ^ de seguros, que são as
DIVERSOS FUNENSEG HDES
de
ESTUDOS E OPINIÕES
MERCADO DE AUTOMÓVEIS
MERCADO CAMBIAL
ATAS DE COMISSÕES TÉCNICAS
T.r«
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grandes fontes dos dados necessários i agregação em n£
•íiercado. E com essa colaboração estamos certos de contar, pois o seu ^0 e final reverterá em beneficio de todas e.de cada uma das empresas.
produto
BI.793*Pãq.01*17.12.84
Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados ede Capitolização - FENASEG
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M N9 12/84) lesoluções de 12.12.84
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'ij Agradecer a colaboração da CAC e da CPCG na elaboraçao do projeto de Normas para
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a liquidação de prêmios e sinistros, nos seguros em moeda estrangeira. (830 157)
*^1 Tomar conhecimento da exposição dos representantes da FENASEG na reunião promovi da pelo Ministério da Justiça, dias 10 e 11 deste mes, a propósito da: a) implantação do RENAVAM; b) extensão a todo o Pais do "projeto carreteiro" (proteção contra roubos e fur tos, nos transportes terrestres.
(770 199/830 485)
■■ 11 í' 1.
^'Expedir Circular ao mercado, consultando is Companhias de Seguros sobre o interes
i'''
se existente numa convenção coletiva para execução da Circülar SUSEP-49/84 (dis pensa da quota de cada cosseguradora em acerto de prêmio e indenização de sinis -
tro, quando inferior a uma ORTN).
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(830 344)
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Assessoria Econômica - Resenha Semanal NOVEMBRO
63
PANORAMA
ECONÔMICO
Prosseguem as negociações com o FMI e o governo brasileiro
apesar
jâs dificuldades e incertezas que cercam o próximo ano. A dificuldade da atual roda ■■ô^negociacÕes tem sido o comportamento do setor publico medido, segundo critério do
Nprio Fundo, pelo superávit operacional (financiamento do setor público menos corre monetária e cambial).
As incertezas ficam por conta do desempenho da
■^•"te-americana em 85 e a sucessão presidencial .
economia'
Em vista deste quadro nao foi
sur-
o anúncio do adiamento da reunião da equipe econômica com os banqueiros intern^ Com relação a balança comercial o superávit acumul^ado ate
novembro
de u$ 12 bilhões, tendo o superávit de novembro, U$ 1,077 bilhões, ficando abaixo outubro, U$ 1 ,225 bilhões. As exportações em novembro totalizaram U$ 2,298 bi-
e as importações, U$ 1,221 bilhões. O governo prevê um superãvit_para o prÕxide U$ 12 bilhões.
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No entanto, para atingir-se aquela meta deverão ser criados
incentivos as exportações para compensar a gradual retirada do credito Exportações. política
_
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prêmio
fiscal
Até outubro, dentro das metas ajustadas com o FMI, o governo procu -
de um severo controle sobre as liberações de recursos fiscais, obter su-
fiscais mensais sucessivos que tem sido transferidos para o orçamento monetã
desta forma, as opções de endividamento e emissão primária para co~
Cs ^'"a das responsabilidades da União junto ás autoridades monetárias.
Esta polTti-
c^l^^^ssibi 11 tou a transferência atê outubro de Cr$ 1 678,5 bilhões do orçamento fis o orçamento monetário.
Vq
A receita obtida pelo Tesouro Nacional, no período de janeiro a outu
totalizou Cr$ 25 647,1 bilhões representando uma queda real de 4,4% sobre o mes-
^E>"iodo de 1983.
O imposto de renda contribuiu com recursos líquidos de Cr$
8 990, 7
PfiiD ^to'"eceita) no período janeiro - outubro apresentando um crescimento 175^ sobre produtos industrializados registrou recolhimento liquido dereal Cr$ de 2 909,6 o imposto sobre operações financeiras contribuiu com Cr$ 2 330
1
■ I.
bi-
li p.
. 9^ gastos totais acumulados ate outubro do Tesouro Nacional somaram 963,2 bilhões (inclusive os Cr$ 1 678 transferidos para o orçamento monetário)
^
queda real de 8% em relação ao mesmo âramente o esforço contencionista praticado pelo período governo. de 83.
Este fato mos.: 1
Márcio Valêrio Ronci Assessor Econômico
BI.793*Pãg,01*17.l2.84
'j I ií. i
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Sindicato das Empresas de Seguros Privados e Capitalização no Estado do Rio de Janeiro EFEITO
DA
CONTENÇÃO
DOS
GASTOS
POBLICOS SOBRE OS
1
' \l í PRÊMIOS
DE
R
J
SORTEIO
[ftTA NO 11/84) ^soluções de 10.12.84: % prêmio de sor teio s/ total fo
(Cr$ milhões 1983)
Mercado
'') Baixar o processo aos órgãos administrativos do Sindicato para que, em conjunto com o Grupo de Trabalho, elaborem orçamento de custos (e respectivas fontes de
custeio) para implantação de cadastro de informações, tanto sobre roubos e fur tos de veículos quanto sobre fraudes praticadas contra o seguro de automóveis. (830 657)
Tomar conhecimento da carta da Salvacarga-Serviços de Salvamento de Carga
SIZ
Ltda, historiando o esquema de proteção ao transporte terrestre, sua evolução e
resultados. Expedir Circular às companhias.
(830 193)
Tomar conhecimento do inteiro teor do Acórdão do Supremo Tribunal Federal, con siderando inconstitucional
a Lei n9 713/83 do Estado do Rio de Janeiro,
que
instituiu a Taxa de Recuperação, Reaparelhamento e Assistência Educacional. (840 003)
Instruir os órgãos administrativos no sentido de não fazer a correção monetária dos valores ativos e passivos do balanço do Sindicato, no ano de 1984.
C'.. U
(840 630)
O grafico acima mostra que os prêmios de sorteio cairam em termos reais e participação no total do mercado a partir de 1981. A queda foi ocasio
Adotar o seguinte calendário para as reuniões da Diretoria, para 1985: 14/JAN ; 11/FEV; 11/MAR; 08/ABR; 13/MAI; 10/JUN; 08/JUL; 12/AGO; 09/SET; 14/OUT; 11/NOV; 09/DEZ.
nada pelas menores taxas de crescimento do produ to juntamente com uma crescente contenção gastos públicos.
dos
'
Para 1984 a tendência ainda de
ve ser de queda. O ano de 1981 destoa do conjun
to pelo efeito defasado da expansão do
produto
no ano anterior.
BI,793*Pág.01*17.12.84 BI.793*Pig.02*17
1
lil
,■
1
Noticiário dos Seguradoras
YORKSHIRE-CORCOVADO COMPANHIA DE SEGUROS - Através deste
boletim Informativo", a Yorkshire - Corcovado Companhia de Seguros, com
sede
Rio de Janeiro, comunica ao mercado que, a partir do dia 8 de dezembro, seu tele-
W passou a ser: 292-1125.
CLUBE VIDA EM GRUPO-RJ - Em Assembleia-Geral
Extraordina
» idealizada no dia 27 de novembro, no Clube Comercial do Rio de Janeiro, o Clube 'Ida em Grupo do RJ aprovou, por unanimidade, a concessão de tTtulos de sÕcios hono-
aos Srs. Sinval Chaves de Oliveira e Luiz Alberto Machado Pedroso, respectiva
j
Diretor-Técnico da SUSEP e Presidente do CLÜSVIP-Parana. A concessão dos titu ^ decorreu dos serviços prestados pelos homenageados ao Mercado Segurador.
CORRETORES DE SEGUROS - A Superintendência
de
Seguros
®dos cientifica o Mercado Segurador que cancelou, a pedido, o registro do corre-
^osê Amorim Costa. Aquele órgão informa ainda que o corretor José Carlos do Nas f nto Júnior retornou i atividade profissional , desvinculando-se de companhia segu
^Ora.
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 BI.793*Pãg,01*17.12.84 ;»■
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EXECUTIVO.LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO ..
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1
PODER JUDICIÁRIO '
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Apelaçao CTvel n9 3 702
j? Tribunal de Alçada - RJ í Câmara
^^ator: Juiz Marcus Faver - Unânime
:' i '
iV' :
' 'vfC l
fePONSABILIDADE CIVIL - COMPOSIÇÃO 00 DANO ATRAVES DE PENSÃO - REVISÃO DO VALOR, EMENTA
rL ,
k t
"Nâ indenização em que o dano e composto atrapensionamento mensal é possível a revisão do seu valor para atualizá-lo, em fa-
; aa desvalorização da moeda. Não deverão, no entanto, ocorrer modificações na forma j çnizatoria e tratando-se de sentença de natureza constitutivo-condenatÕria Hos ocorrem desde a citação inicial."
seus
Apelação CTvel nO 1 647
ijjl^ibunal de Alçada - RJ amara
Juiz Pestana de Aguiar Silva
i^jfONSABILIDADE CIVIL - PREPOSTO - GUARDA DE VEÍCULOS - SUBTRACAO DAS CHAVES - COLI l' 'i;!
EMENTA
I
í
>prenn.t A . . ■ ~ "Se o estacionamento de veiculo na via pOblica, 'ícuin restaurante, em si, naolugar caracteriza a responsabilidade na guarda do Ij 0. a subtracao de suas chaves de mal guardado ou com inadvertida complacên
■'des
f. i
do restaurante, gerando o conseqüente furto do automõvel, revela a cuT
chaves. ^^Responde o preponente por colisão de veiculo?
® pelo eventual motorista do auto furtado."
íf. ii
Apelação Cível nO 4 984
Utibunal de Alçada - RJ
lAauiara
Juiz Marcus Faver - Unânime i.S|>
'I|.|.NSABILIDADE civil - TRANSAÇAO ENTRE O SEGURADO E O CAUSADOR DO DANO - EXTINÇÃO 00 ementa
j
dano, com ampla e geral
° segurado e o cauD' T.
TJ n
j.
—
'
1
nr JifMMMnpKikMM)
fl"!
sub-rogaçao, i seguradora."
tão de direito processual civil relativa a despesas, entre estas se inserindo "hono rãrios advocatTcios"), nao se configurando qualquer das ressalvas do referido dispo . sitivo regimental. Apelaçao CTvel n9 99 987
19 Tribunal de Alçada r RJ ' 23 Câmara
5. De outra parte, o bem fundamentado despacho do Presidente do colendo Tribunal
a
SlíÇ, ilustre Desembargador Raimundo Lustosa Cabral" (fls. 8/12), que inadmitiu
o
3pelo extremo dos autores, nao se infirmou, pelo agravo, de fls. 2, carente de müt_i_
Relator: Juiz Batalha de Matos - Unanime
vação.
SEGURO MARTTIMO - CONTRATO CELEBRADO APÔS SATDA DO NAVIO - AVARIA,
Do exposto, nego seguimento ao agravo.
(reproduzido do diário da justiça - BRASÍLIA - 23.11.84 - Pãg. n? 19 934)
EMENTA
Apelação Cível n9 6 288/84
"O contrato de seguro marítimo celebrado d®P^ ^
da saTda do navio ou mesmo na data de saTda, sem precisar a hora, faz presumif" P
/ ■
Tnibunal de Alçada - RJ
avaria ja era do conhecimento da seguradora, nao lhe assegurando o direito ao mento do^valor do seguro pelas avarias verificadas nas mercadorias seguradas, f"
t ,
Câmara
Í!litor: Juiz Miguel Pacha - Unanime
quando ha divergência entre a data da minuta e a aceitação do contrato."
[|QUIDAÇA0 DE SENTENÇA - ACAO DE REEMBOLSO PROMOVIDA POR SEGURADORA CONTRA TRANSPOR IADOR
(REPRODUZIDO DO BOLETIM DE JURISPRUDÊNCIA ADCOAS - N9 34 - 10.12.84)
CONVERSÃO DOS MARCOS EM CRUZEIROS NA DATA DO PAGAMENTO. EMENTA
"Liquidação de sentença. Do despacho, que tr_a norinas para a liquidação, não cabe recurso, devendo a apelaçao ser interposta da
Agravo n9 100 651 - O - CE
^^"isão a que alude o artigo 605 , do CÓdigo de Processo Civil . Impossibilidade de ^fnulaçào de correção cambial e monetária. A correção cambial, determinada na seji ^"^93 liquidanda, deve ser calculada utilizando-se o cambio no dia em que a sub-ro-
Supremo Tribunal Federal Relator: Ministro Néri da Silveira DESPACHO: - Vistos.
9âda efetivou o pagamento e não do da descarga do navio."
O acÕrdao recorr ido
esta ementa (fls. 14): "Contrato de Seguro. _Remoção dos bens segurados
diverso do designado na_apolice, sem concordância expressa da seguradora^ ^ seguradora clausula a prever a anuência, nas condições gerais de seguro-incendio, nao se se4 cogitar de prova de^agravação do risco para a eximiçao da responsabilidade da eé o dora; ao ao agir agir contrario contrario aos aos termos do estipulado, perde o segurado o Ji pr nhcCíP\/aHn o n navroní-Ma mav-Imi-» ,'. /Hâ*/n <v^ocnfill'ro. Honorários de advogado. Observado percentual1 máximo deve ser respe'
'"^produzido do diário oficial do rio de janeiro- 27. 11.84 - PARTE III - PODER JUDI "
Io
ra o ressarcimento dos honorários de cada um dos advogados, na hipótese he com procuradores diversos."
?à• Lamara
cia
mas ,
temas, indicando os recorrentes, por suas ementas, os julgados P
dois ás fls. 22.
aos
:>■
de Alçada - RJ
!£: Juiz Batalha de Matos - Unanime
1
e 1.456, do CCB, e do art. 20, §§ 39 e 49, do CPC, e dissídio pretoriano,
í
Apelaçao CTvel n9 97 876
mimmo de dez por cento (10%] sobre soore o valor da causa, na ausência de condenaC^,^
2. No recurso extraordinário, alegam-se negativa- de vigência dos arts. 1.454) ler''-
CIÁRIO)
v^^PONSABILIDADE CIVIL - ACIDENTE DE TRÂNSITO - ATROPELAMENTO - DIREÇAO CONFIADA A ''^CEIRO - DONO DO AUTOMÓVEL: CULPA AQUILIANA, CULPA IN ELIGENDO. EMENTA
Li ■í' !
3^ Invocou o aresto recorrido cláusula especifica do contrato de seguro,
çáo se fez, diante do exame dos fatos e provas referentes i falta de anuencT^^g)
guradora, no que concerne a remoção dos bens segurados, explicitando, ainda»
ver ocorrido, "sem razão de monta." Deu-se, dessa sorte, aplicação a espêd^ g tigo 1.454, do_CCB, a vista de cláusula contratual interpretada e de provas 1
a .
sa
maneira
nao ha como acolher
Invocaveis sao, sao, no no caso caso, as Súmulas 279 ^ a negativa de vigência dos arts . 1 .454, 1 455 ^
Ia "'"L"'d'J'^31 de Alçada - RJ ^
íel 3tor: Juiz Humberto Perri - Unânime
§ 49 do citado artiqo.
â4
Incide, na hioótese. o óbice do art. 325, VII
do R^
47 1? BI.793*Pig.02^ Ék«tiài
71)! •à;
1'
Apelaçao CTvel n9 97 244
4. No que respeita aos honorários advocatTcios, o acórdão teve presente a art. 20, § 39, do CPC, nao cabendo recurso extraordinário para discutir o ser fixado, certo estando nao haver o percentual excedido o previsto no
Não era, em realidade, diante da natureza da decisão, de apli^^-r^(4
O
. ^Pi^ietãrio do automóvel gue entrega a direção a terceiro, responde pelos danos l^^sados pelo mesmo. Nao e carecedor de acao quem demanda o proprietário do veTcu-
do CCB.
dispositivo.
Culpa aquiliana.
^ hao o seu condutor quando do evento."
apreciaram. Nao cabe recurso extraordinário para para reexame reexame de prova ou sinipl^|g4 4 pretaçao de cláusula contratual.
'Responsabilidade civil .
Pr
C amara
BI.793*Pag.ü3*17.12.84
iCUiW'
Apelação Cível n9 97 244 toER EXECUTIVO 19 Tribunal de Alçada - RJ
l i
13 câmara Relator: Juiz Humberto Perri - Unanime MJ DIVULGA PORTARIA SOBRE
■
RESPONSABILIDADE CIVIL - ACIDENTE DE TRANSITO - MOTORISTA QUE MESMO TENDO a
VEÍCULOS
O SINAL LUMINOSO VEM A COLIDIR COM OUTRO EM CRUZAMENTO - IRRELEVANCIA " CULPA mfAVnR
RENTE.
ESPECIAIS
O TRANSPORTE
°^Cor.
PE
PARA
VALORES
EMENTA •IA ^+-nrista que mesmo "Age com cul1 ja o motor ' ^ .tenn ''uo ^ favor o sinal 1 uminosp vem § çQlidlr cofíi outro em cruzamento. com ; w wri iHi t gviii UULÍU Ciii Li uz.aiiici> ■ todo motoris^g'" Q bu Zina e piscar osf faróis. Sendo previsível o acidente s é Afi\fer de ariHpntp
tã-lo, sob pena de contribuir também com parcela de culpa
rpnte
sua manifesta imprudência Hipótese em que se configura
^nubíica^"
imnrudpnfp mm miP amhnc nc mn1-r»»"T cí-ac co /^nnHi 17-i ram om vÍ3 r
a
modo
*
A guarnição dos veículos especiais para^^transporte de
I^lores serã composta de no mínimo quatro vigilantes, inclusive Q
responsãvel pgla COfl-
^30 do veiculo. I O qu0 GStâbelece a Portaria nO 511 , de 5 de dezembro, do Mlnlsté -
i^Na Justiça, que altera a de nÇ 139/84. De acordo com a nova Portaria, os veículos pciais cuja'utilização tenha sido autorizada pelas Secretarias de Segurança Pública Í^Estados, do Distrito Federal ou dos Territórios, ate 21 de junho do ano passado, po
^0 continuar sendo utilizados para o transporte de valores, pelo prazo de dois anos,
i^^ândo para tanto que sejam apresentados, por ocasião da vistoria, os
respectivos
'^^Ificados de autorização.
Apelaçao Cível n9 449/84
1|.
19 Tribunal de Alçada - RJ
O Ministério da Justiça divulgou ainda a Portaria n9
de 5 de dezembro, segundo a qual os cursos de formação de vigilantes poderão ' ípinistrados por órgãos de formação policial dos Estados, do Distrito Federal e dos
73 câmara
Rei ator: Juiz Hilário Alencar - Unanime
is ''^toriQs, observada a legislação aplicável. Na Portaria n9 511, estão especificadas
RESPONSABILIDADE CIVIL - COLISAO DE VEÍCULOS - RESPONSABILipj^^L^oo^J^Rncui ^^Tadq
^Sfacterísticas dos veículos para o transporte de valores.
COM BASE NO ART. 107 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL - AUSÊNCIA DE CULPA DO PAKl lEULAR. W
P
O
R
T
A
R
I
A
S
EMENTA
, ^-ivâ de Êstadü coin l
.rSrrisii; 1° c.usal entre o evento.os d.nos sofridos pelo«Sií" «eleol»,"'"rij?;. dí;,""'»'
no ndo
art. 107 da Constituição Federai nexo
^
Abaixo, reproduzimos ás^duaS PortarlôS, pUDlICâClaS
'°iSriQ Oficial" da União de 5 de dezembro (Seção 1 , Pig, nÇ 18 146);
'de a ri ^rAO. nhrinsndn_ca o n Estado r -l-=« .-1 Hnc prejU''^^ a H ca^pm . , procede ação» Obrigandg-se àn .-onav^aran reparaçao dos indeni
comprovados. E prova idonea e satisfat5ria do valor dos dao^s a serein
orçamento fornecido por oficina especializada contra a qual "8° ^ °&u
jetivos que desacreditem esse orçamento ou possam de qualque'" lor,"
^
''«dos,
o"
8' va-
^
Ministério da Justica
"/Jl" »■ ■>!
V I M
gabinete do ministro
Apelação Cível n9 1 756/84
PORTARIA N9 511, DE 05 DE DEZEMBRO DE 1984
19 Tribunal de Alçada - RJ 73 Câmara
O Ministro de Éstado da Justiça, no uso de suas atribuições
Rei ator: Juiz Carpena Amorim - Unanime
legais e tendo em vista o disposto no art. 9', e seus parágrafos, doDecre to n' 89.056, lie 24 de novembro de 1985, resolve:
SEGURO - TRANSPORTE MARÍTIMO - AÇAO REGRESSIVA - EXTRAVIO DE RIA PRECONIZADA PELO DECRETO-LEI N9 116/67.
^ GRANEL - VISTO
Art. ]'. Fica alterada a Portaria n' 1>9, de 20 de mar
ço de 1984, quo passa a vigorar coin a seguinte redação: "Portaria n» 139, de 20 de março de 1984 O Ministro de Estado da Justiça, no uso de suas_^ atri
EMENTA
buições legais e tendo em vista o disposto no art. 9', e seus paragrafos, do Decreto n' 89.056, de 24 de novembro de 1983, resolve:
"Transnortp Açãodaregressiva da Segura dora sub-rogada nos direitos do segurado contra omarítimo transportador carga, "^^rcadoria a granel. Indispensabilidade de vistoria preconizada pelo Oecreto-lei n9 llo/67. ^ Quando se trata de mercadoria a granel, a documentação de embarque e desembarque nao supre a exigencia de vistoria na presença dos interessados."
(REPRODUZIDO DO DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Art. 1?. A guarnição dos veículos especiais a que se re fere o art. 9«. caput, do Decreto n' 69.056, de 24 de novembro de 1983, será composta de no mínimo quatro vigilantes, inclusive o responsável
■li ,
Art'. 2'. Os veículos especiais para transporte de valo res terão as seguintes especificações:
4-12-84 - PARTE III -
I - carroceria furgão, com blindagem que
resista
ao impactCf de projeteis de munição calibre 9 mm. en. disçaro efetuado^com armas leves (.pistolas e submetralhadoras] à distancia maxima
PODER JUDICIÁRIO)
de
ate
5
(.cinco) metros;
BI.793*Pãg.04*17.12.84
jhfw. -ii... j.-,— .
pe
Ia condução do veículo.
BI.793*Pág.01*17J2.84
N-
de baia nos '-mi»®»
'^^bina metálica
'•'Sí •Jbc J oci dos n-■ " ■ !
rança e vísío »lidaL isolamento ent-P -
^O''' vidros a prova
• • et, ir.nJiçoes óe stg^,
ví' " '^^visões intemac ^
coniparticento Caníe-ciÍ^'^ corp-r-f Unte-camara)d° damotorista, guarniçic.o corf com tampa inviolãvpi ^1' " dc esconih-
diinetro que permita
P^^t-e externa
croqui laSeL^n
num
de tiro de 4& o^. fr s,
para os trincos; Sdos''externos^para^5't^^''^'^"'P^^^^^ com o mesmo padrão h«
parte interna da Lhtr. paredes divisíria^
^ permitir o tota] valores e o (anexo i) ■
Art. 7'. O veículo a ser vistoriado será
f
cabina do motorista
^ ® Item I e comando
"ternas com o mesmo VTTT
_
^Í_-
apresentado
com a guarnição e armamento empregado. Art. 8*. O órgão do Departamento de Polícia Federal ero^
pela
Art. 9®veículos não podeião trafegar tive Certificado de \'Í5toria.
Ari.
valores e paarao de blindagem a que se re
.
sem o respec
10. O veículo que. apesar de vistoriado.
trafegar
em desacordo com esta Portaria será reiidc, .-u i c i tando-sc o seu ^iroprie tário às sanções legais cabíveis.
acesso an
fere o item ' •
Fe
tira Certificado de Vistoria valido por um ano.
'o^naduras reforçadas, sem cò
se refer^
Parágrafo Onico. O órgão do Departamento de Polícia
deral determinará dia. hora e local para efetivação da vistoria especial.
do interior
"ove orifícios co^ distribuídos conforme
interna de ar^r
^
Art. 6'. A vistoria especial será requerida, pela ecipre
sa especializada ou estabelecimentc^financeiro a que pertencer o veícu lo, ao órgão do Departamento de Polícia Federal da circunscnção em que se'situar a empresa especializada ou estabelecimento financeiro.
Pavágraio Onico. Se o veículo pertencer a esta
1 ecimen
to iinanceiro. a ocorrência será comunicada ao Banco Central do
Brasil 7
para as providencias cabíveis.
Art. i'. Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu
outros veículos;
^trelamento coro -o condições de super garras" ou pára-choques de
a PTonta ação de defesi^dõc^^^P®^^?®^ assentnc ® Portas que facilite . • dos ocupantes, deiso]aH=
^
ficação do veículo-
blicação.
Art
-J-iun:a.a„te, «terna ,ne'perlua a ££ci. identi
-tav.a .a parre .nr ÍJj do^n^^r,^-«0 reservado a var T-v
permita
a
«passura a.epoa.a,
eo. Capa ..
de
PORTARIA N9 512, DE 05 DE DEZEMBRO DE 1984
O Ministro de Estado da Justiça no uso de suas atribuições 7.102. de 20 de iunho de legais e tendo em vista o
1983. regulamentada pelo Decreto n' 89.056. de 24 de novembro
de
1985,
resolve;
taa prote,r.ns por ccD
Ficam revogadas as disposições em contrário, es IBRAHIM ABI-ACKEL
fác
valores
3'
pecialmente a Portaria r,' 263, de 8 de junho de 1984.
Os cursos de formação de vigilantes a que se refere
-
yv
f, '
i-isores *
**
^®,;^^'»ij;;Comunicação VHF (ou UHF)
e
«tabe£eci.e„ro hnaLei^r'^ "" = """>
PetP conselho Nacronírie-rílol^r ='Ptpa.e„roI"eT" , iransito para veícuinc ^^essorios
pados coiá oorr„. ,L"n!r?f,°.°"ítP^"ico. Os Os v..,',veíoolos
pàlòjrj^:
!"ança
a
16
item IV
o
da Lei n' 7.102, de 20 de junho de 1983, poderão sermi
nistradAs oór Órgãos de formação policial dos estados, do Distrito
ral e dos Territórios, observada a legislação aplicável.
Fede
IBRAHIM . .ABNACKEL
- pneus traseiros
pados com outros
art
,
exigidos
de-^õõ- proprrerã poderão ser equi
estrutu^^®""^®sejam se" proprieta prejudiciais a se[>n-r considerada
i
V
), \h
a sepurl*" considerados segurança® do transporte rr»n<;norte de v
..ha
ànSs"bIs"L°do"Íjr?:^.r'' ° 'tanspJrtVdVvar"'" te^A T -®^P®^íivo£ ^"'"esentadoí^'"^^ ■ P®^o te poderão continuar senHn ^^°'
interna de forma a Dermir°
atendam as ^speci ficaçõ ^ ^
®"tori lacà^
^
os veículAc
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licns IX, XI • •YT\'
«casião da
prazo,
visto
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^onteíbam divisão
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1, e"® YvrT motorista e que do artigo an XVIJ
ij. ;
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í! ' !
Pecificações d^aí?? pecificações do art ->ç '"®f°rmados de modo a sua carroce '■ ■ enoer integralmente às es X. XIII ^""xiv"'' especificações técni
fi I
^-cante do vercul/-,p:-omprovadas por os veículos"^q^e trata o art. 19.
de^z^de'^ ^^Pecial, nos termos de novembro áè 1983, todos BI.793*Pág.02*17.12.83 BI.793*Pãg.03*17.12.84
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WMSTÉWO CA JUSTIÇA
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DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO
§ 19 - Dos cadastros de que trata este artigo,
deverá ser encaminhada ao DENATRAN uma cópia, em arquivo magné -
PORTARIA N9 QOí t de ii- de Dezembro de Igg
tico.
§ 29 - O fornecimento da cópia dos arquivos Hí=*c; tina-se â atualização do cadastro nacional e processar-se-á se 9Undo critérios, rotinas, periodicidade e formas de custeio a se tem estabelecidos pelo DENATRAN em conjunto com o DETRAN de cada
tJriidade da Federação.
O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO NACIOM;^^
Art. 79 - A partir da operacionalização do
SITO - DENATRAN, no uso das atribuições que lhe confere c do Art. 89 do Decreto-Lei n9 2Z1, de 28 de fevereiro de
í
inciso I do Art. 28 do Regulamento do Código Nacional qq aprovado pelo Decreto n9 62.127; de 16 de janeiro de 1968
^ o
NAVAM, em cada Unidade da Federação, fica proibida, nos
RE
termos
^0 Art, 19 do Decreto n9 86.009, de 15 de maio de 1981, a dis tribuição de quaisquer outros formulários destinados a presta ção compulsória pelos usuários, de informações sobre veículos.
era vista o disposto nos Ar.ts. 115; 116 do mesmo RegulajnentQ
Art, 89 - O RENAVAM, em cada Unidade da Federa
RESOLVE
C^o, é de responsabilidade do Dirigente do respectivo Departa ^ento de Trânsito; a integração a nível nacional será coordenada
Art. 19 - Implantar em todo o territõriQ nal; o Registro Nacional de Veículos Automotores - RENAVAm
DENATRAN que determinará periodicidade de atualização,
ganização e atualização observará as disposições desta
Art. 29-0 RENAVAí"! conterá as caracteríg^. destinaçãO; o uso, a propriedade e a procedência do veícuiQ gundo modelo aprovado pelo DENATRAN,
for
de acesso e fornecimento de informações, '
Art. 99 - Os casos omissos e as dúvidas decor
rentes da aplicação das disposições desta Portaria, serão resol 5^' ^idas pelo Diretor-Geral do Departamento Nacional de Trânsito.
Art. 39 - A inscrição no RENAVAM será idenf.
da por um Código Numérico, atribuído aos veículos novos, por
■ i
?
sião do primeiro registro e para os veículos jã em circulaçg
UIZ HORTA de/ALVARENGA
GERALDO
ocasião da primeira renovação da licença anual após a
Di.
ftor-Geral
do/DENATRAN
ta Portaria.
§ 19 - O Código de que trata este artigo^ posto de 9 dígitos, obedecerá faixa numérica estabelecida pgj NATRAN para cada Unidade da Federação,
°
(Publicada no Diário Oficial da União de 13.12.84 - Seção I -
§ 29 - O Código atribuído na forma deste art' C" será de caráter permanente, devendo ser mantido nos casos dg
ferência de propriedade ou de mudança de domicilio do Propriei-|^j,í'
II
Pág, nÇ 18 707)
' ' i)
t. !: í
Art. 49 - Para inscrição no reNAVAM_g indisrjp
i; I, i
vel o cadastramento dos veículos, segundo modelo padrão estabel^íí do.
1 .
Parágrafo Único - Os DETRANs, a seu eJíclusivQj.;rí^
1
I
r 1,
tério,■ poderão solicitar outros dados não previstos no modelo
(
drão aprovado, para atender as particularidades ou necessidades^?-
)
*í ••
pecíficas.
possuem cadastí'^ Art. 59 - Os DETRANs que não próprio, em sistema eletrônico de processamento de dados, manter^^ as rotinas de procedimento no r ecebimento e encaminhamento do foí''
raulário TRU/Cadastro para processamento centralizado. ,í ::
Art. 69 - Os DETRANs que possuem ou estejam
íí
plantado cadastro próprio, em sistema eletrônico de processamen^^ de dados, procederão sua adequação gradativa ao modelo padrão esta belecido.
BI.793*Pág.04*17,12.84 BI.793*Pág.05*17.12.84 m
'•-T.gggajSrrí-
IMPRENSA
Jornal do Conunercio
MERCADO SEGURADOR Imunidade
judicial LUIZ MENDONÇA
jg /fRuerimento ,da própria màe (e com autorização uma desinformada garota de 15 anos foi es-
^^da, nos Estados Unidos. Mais tarde, a vitima çj^endeu responsabilizar o juiz que autorizara a ffpa. Eniretanio, a Suprema Corte decidiu (em que o magistrado tem imunidade absoluta no
da funçào judicanie. E nào pode ser proces-
íj, por motivo de ato que pratique no desempenho
/ Ifunçío.
O falo é que a mudança de orientação da Su prema Corte (de 1978 para 1984) está causando in
m^istradcs, mesmo tendo que esbarrar no
da imunidade. Nos Estadas Unidos, durante
despencar sobre suas cabeças.
ao jugar? E se, com seu erro, prejudica ai-
!>F[j^'^Pre há os teimosos. E estes 1966-1978,
foram registrados 163
%j^sos dessa natureza. Depois, em um só ano(ode
h^ba' ^ subia para 6(X). Essa perseverança Net fruto, furar agora o escudo .^4 ? imunidade.conseguindo A Suprema Corte, em SdU í^llian, ganhodecisão de causa da mil juízaà queaos vai adversários custar USS 80
^«sima.
®^lores da ação foram os srs. Richmond R. detido per incontinência de linguagem, lincuaoem ep o n sr. «r
. Nícholson, detido por embriagês em púP^in
tipos de comportamento.
quietação na classe dos magistrados. Quantos outros
coação. Por isso. c para isé dado o escudo da imunidade judicial. Mas
5
também nào pode haver sanção penal para a falta de pagamento de fiança ou multa que se fixe para esses
furos, doravante, poderão ser feilce no escudo que a protege? E claro que muitos tentarão recompor a imunidade furada. Mas outros muitos, por outro lado, estão desde logo preferindo o caminho prático(e mais rápido) da compra de seguros de responsabi lidade profissional — para se garantirem do reembol so de prováveis e onerosas condenações que venham a
que, para julgar, o juiz precisa ter in-
\ tíç,
titucionais. Pois cm si mesmas a embriagués e a iin
gugem desabrida nào constituem delilOB, mas simples formas de má conduta, insuscetíveis de pnsào. Logo
serem e*i estarem "duros", dei-
respectivas fianças. Resultado:
i(Cj^sos. Mas os dois viriam a "descobrir" pos-
^^te, que a prisão violara seus direitos cons-
A 'Union Flre Insurance Co," lançou, em 1983 urr piano de seguros de responsabilidade, especai para magistrados. Vendeu pouco, apesar de emstirem qua^ 28 mii juizes no pais. No inicio de 1984 ad quiriu carteira semelhante (e também pequena) da sua concorrente "Calvert Insurance O»;" nue nâo
«: '
quis contmuar malhando no ferro frio da inLmi
bdidade dos juizes para o seu piano Afin^ a
Union" deu sorte e agora está apr'o«itando a^q' - ou a ^on^a" segundo expressão da advCda ^Aa M. Parrish (do "Na»iq0ai,,c««*r-Íoil,«ic E no Brasil? Alguma seguradora quer lançar um
piano de seguro de responsabUidade profission^pa"," I f .
? ^ e
?• ■A'
perseveraram
' Iv:
í lil-.
ss BB
"Lei do corretor écartorlai^^
os prejuízos
corretagem, fato que o leva a defender a sua lotaJ reformulação.
■ Alberto Salino Editor
"O que precisa ser refor mulada
Fenaseg quer pagar logo
é a lei do corretor
(4.594/64), porque está fora da realidade. é Ihnitaliva e carlcrial."
A opinião é do presidente da
Renault acha discriminação
afastar os
Federação Nacional das Empresas
bancos da área
de Seguros Privados e de Capi talização (Fenaseg), Vicior Arthur
de corretagem
Renault, para quem a tentativa de se afastar a corretagem de seguros das inslituiçCes financeiras, da
uma corretora, na sua opinião,
forma de como o problema vem
limita o mercado de trabalho do
sendo tratado, constitui um ato
conetor, razão pela qual considera
discriminatório.
bastante ilógico tratar o assunto
Victcr Renault entende que es
prdbindo apenas a presença dos
sa discriminação se caracteriza no
bancos nessa área. "Isto é uma
fato de se pretender impedir os
discriminação absoluta", disse.
Dentro dessa linha de pen samento, Renault
elaboração de uma nova lei, sem que se assinale tanto quem pode atuar na corretagem de seguros.
Somente dessa forma, segundo
ele. seria possivei eliminar o ca ráter cartOTial existente na atual.
Deixou claro que não é sò a lei do ccffretor que deve ser redefinida, mas sim toda a poiitica nacional
do mercado. O que cie espera que aconteça depcãs na administração do novo Governo, depois de 15 de
março de 1985. A retomada dessa discussão sobre a corretagem surgiu em fun-
c nada i feito, por e.xemplo, para
bfio há dúvidas para o premente
proibir que o prín^rioseguradocric sua corretora cativa. "Por que uma atividade econômica, como a automobilística, pode trabalhar na corretagem c a financeira não?", questionou ele, para afirmar em
da Fenaseg de que a Lei 4.594, que disciplinou em 1964 a atividade do
instituições fi nanceiras nessa área.
corretor, está ultrapassada, já que
O
foi elaborada dentro de um con
apreciado na reunião da últirnt
texto de dez anos atrás e que, por realidade.dcPaís de hoje. Acredita que ela é inclusive um fator de
terça-feira do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), o que não ocorreu a pedido da Seplan, que deseja examinar
achatamento
melhor a matéria.
seguida que isso significa criar uma repartição cartcríal.
tanto, não condiz mais coti a
arazAo
sugeriu a
çào da consulta que o Banco Cen
bancos de atuarem nesse mercado
de Londres
tral fez aos órgãos oficiais do setor de seguros sobre a presença das assunto
deveria
ter
sido
A maior fração dessa perda será contabilizada ainda este ano e
O presidente da Federação Nacional da Empresas de Seguros Privados e de Capitalização
(Fenaseg), Vicfor Arthur Renault, revelou ontem que o Instituto de
Resseguros do Brasil (IRB)vai as sumir totalmente o restante dos
prejuízos do consórcio de Londres. Para isto, segundo ele, a parte não conhecida e a conhecida e não
paga das perdas que cabe às se guradoras, cerca de 15%, será paga ao ressegurador estatal por um preço predeterminado. Vicior Renault adiantai que o
esquema de pagamento já está acertado. Será em 24 meses, con
tados a partir de janeiro do próximo ano com a incidêncU mensal da correção monetária. O
que ainda não está definido e o
é referente às operações realizadas em 1981, já que pelas leis inglesas os balanços são fechados trianualmente. O restante, de 1985, cor
respondendo ao exercício de 1982, ano que o IRB resolveu não mais aceitar negócios novos cm Londres, até o encerramento de
todas as responsabilidades exis tentes em carteira no Escritório.
Para Renault, isto ocorrerá dentro
de seis a oito anos. As perdas
acumuladas na capitai inglesa, contraídas de 1975, ano inicial das
operações, a 1980, somaram cerca de US$ 360 milhões.
O longo processo que ainda
falta para liquidar totalmente os prejuízos do caisòrcio londrino, segundo palavras do presidente da Fenaseg, é que levou as empresas seguradoras a buscarem o IRB
valor estimado dos prejuízos, que
para propor o desembolso de seu
uma vez determinado será trans
débito em
Legislação vai ser cumprida,diz Albrecht
formado em ORTNs. Renault es tima esse valer em cerca de
segurador — justificou Renault —
ticipanie do capitai de empresa
US$ 120 milhões, dos quais US$ 18 milhões são de respon
seguradora também
sabilidade das empresas de se
Qualquer entidade que funde
do
mercado de
Para o presidente do Instituto de Resseguros do Brasil{IRB), Er
possuir o
capita] de uma cexretora de se
nesto Albrecht, è preciso fazer cumprir a lei, que sobre a comer cialização do seguro é clara. Tanto a Lei 4.594/64 (a que disciplina a
guros. Albrecht frisou que não houve um adiamento dessa respos.
prensa, já que a matéria não
Decreto-lei 73/66 (a chamada Lei
chegou a ser discutida a pcdidodo
do Seguro) vetam os corretores e
ministro Delfim Neto, do Pia.
seus preposios manterem relação de emprego ou de direção em sociedade seguradora, aplicando-
nejamento, feito através de seu representante no 06P.
se essa proibição aos sócios «
A superintendência de ScgurOj
dlrigcnles das corretoras de se
Privados (íiusep). de actwdo cortl O parecer de seus técnicos, que ler,
guros,
Albrecht
que as instituições finantcirn
cional de Serros Privatks (CNSP),
possuem empresas segurador», não podem participar do capiUl
dó qual 4 membro, c espcci-
ficamenie sobit a corretagem de
EjPnegít» Albrecht
seguros. Isto significa, portanto,
itllíiVi i (iârticipaçâo dos ban
de corretora de seguros. Par»
íündailieiilada nus âspícil» Ifp'» da questão, o corretcr tem qUc mántér suá pcèícâb de Indepen
PânilíiiâÇíIíJ ílfc ln.stituiçâD finan
cos nessa área será tomada pelo
ceira no capital de uma au mais de
próprio BC.
dépçia em rel^âo ene *®»ura-
íâU, segundo ele, é apenas o de
qualquer
ã comercialização do seguro, o
responder à consulta do Banco
Central adote, para resguardai es-
presidente do IRB adiantcxi que a
Central sobix a poBsibilIdade de sa relação, deve merecer lodo o unia instituição financeira par Bpoió ao CNSP.
disciplinado peiQ gr
adoção de qualquer mêdída
Q papel do Clinselijo nj
JcSôS. bessa forma, pâlí medida que o Banco
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é desconfortável permanecer num período tão prolongado para sal dar dividas, dai a proposta de se
estimar o prejuízo e efetuar o
guros e representam a parcela que
pagamento num
está sendo negociada com o IRB,
curto".
prazo
mais t
plenário do Conselho, está certâ dô
Cenifal (ÜQ ao Conselho Na
urna seguraGvTca. urti ass-unioquc c
o
viria dí base paia ú6 díbflics no
esclareceu
ainda que a consulta dO DanCO
que nãg eslã spndo queMjOflgijg ^
anos. "Para
ta, conforme divulgado pela im
atividade do corretor), quanto o
Ernesto
dois
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tamente", afirmou. Ontem mesmo, ele estava tentando acionar judicial mente â revendedora para ressarcir seu prejuízo.
segundo Tambelini, ele sugeriu ao comprador do veículo o mandado de segurança. "Entendemos que o Júlio,
legal. Por isso.
indiferença da Itororó. "Acho que ela
dada em medida
também é vítima e não poderia dar outro carro a Júlio sem estar respal
Para José Roque Tambelini, advo
gado da Itororó, a conéessionária deveria me dar outro carro imedia
V
-
Á
do chassi
do
veiculo
não
falsos.
do
Rio
de
medida, a Itororó, de acordo com Tambelini, espera que ele agora adote outra medida judicial para que
mo Júlio se recusou a adotar tal
poderia perder a posse do carro até
de
Veículos
o
falso.
briu que o nome de Júlio Catelli era
denúncia do roubo, o Detran desco
Russo, que o passou a Itororó. Após a
vendeu a uma terceira pesoa, Luiz
Comércio
Simone
transferido
que o problema fosse resolvido inici almente", justifica o advogado. Co
certificado
com o Detran, o veículo teve seu,
passou por várias mãos. De acordo
Antes de ser vendido a Júlio, o Monza
documentos do carro eram
quando a aenúncia do roubo chegou, ao Detran, é que se descobriu que os
de Janeiro para São Paulo. Só depois,
para a transferência do carro do Rio
estava adulterado e foram apresen tados todos os documentos exigidos
número
diz que o órgão não tem culpa, pois o
Tambelini também culpa o Detran' por liberar o registro de certificado, do veículo sem descobrir que ele era roubado. Na Corregedoria do Detran, no entanto, o delegado Luiz Viganó
tou.
ditamos que só a Justiça poderá" resolver este problema", acrescen
"Nós também somos vítimas e acre
contra quem lhe vendeu o carro.
a revendedora também possa agir
Janeiro para São Paulo em nome de Júlio Catelli. Depois, a revendedora"
\-*Á
R«nat«F»b9;d
sendo pcfôsuidor legal do veículo, não
Júlio César: sem carro e sem dinheiro para comprar outro
alternativa de reclamar contra a
comprar outro, só restou a Júlio a
Sem
devolvido. "Mas vi que isto não tinha o menor sentido", justifica Júlio.
Detran para que o automóvel fosse
mandado de segurança
Itororó foi aconselhar a entrar com
Segundo Júlio, a única iniciativa da
lhe devolvesse o dinheiro da compra.
do Ipiranga, lhe desse outro carro ou
nária da General Motors, no bairro
conseguido que a Itororó, concessio
fevereiro, no Rio de Janeiro. Até ontem à tarde, Júlio não tinha
comprado por Cr$ 10 milhões, foi apreendido pelo Delran: tinha sido
3>
Folho Emergência Ao comprar um Monza — placa 'NP-1202, ano 1983 — da Concessioná ria Itororó Veículos e Peças Ltda., no último mês de outubro, Júlio César de Melo, 34 anos, pensou que tivesse
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Concessionária vende veículo roubado
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feito um bom negócio. No último dia 5 de dezembro, porém, o veículo,
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Seguro de Transportes Finanças SEGUROS
Tran§portes Internacionais - Novas
O Lloyd's expulsa
instruções sobre operações do seguro jV)
' underwriter" acusado
LUIZ LACROIX LEiVAS Retomando os comentários sobre
{[ trabalho entregue pelo IRB à
de desviar recursos O
por John Mooro
ciar financeiramente esta
do Financíol Times
empresa á custa dos "underwriters" cujos negócios
conselho
mercado
de
diretor
do
estavam sob a supervisão
seguro
da
dos dois.
Lloyd's expulsou ootem um dos seus principais "un-
JpTC-RCTR-C da FENASEG, espe^camente sobre o assunto interromMo na última terça-feira, quando ^«referíamos ao Relatório da Subco-
VAS ("A", "B" e "C"). Assim, o con
— 1.1,3 — capotamento ou descar rilamento do veículo terrestre:
to com uma seguradora ba
Fidentia lucrou 6,2 milhões
«»nosentido da definitiva aprovação
seada em Bermudas.
de libras (US| 7,4 milhões),
. Foi o primeiro caso disci plinar importante desde a onda de escândalos que
em grande parte através de negócios canalizados à
M a sua regular utilização pelo mer-
atingiu o mercado durante
provinham dos consórcios de seguro nos quais os "un-
derwriters" da Lloyd's eram agrupados. Não foi
mond Brooks deve ser "ex
indicada a existência de conflito de interesses aos
cluído da participação da LIoyd's" e que o sócio Te-
membros da Lloyd's. Quando a Lloyd's
rence Dooley nâo deve ser
cluiu seu processo discipli
autorizado
no
nar, uma comissão repre
mercado de seguro por um período de um ano e nove
sentando 260 dos membros
a
operar
meses.
O conselho da Lloyd's or
denou que Brooks e Dooley paguem
12.152
30.688
libras,
libras
e
respectiva
mente (US| 47,6 mil e US6
con
de consórcios da Lloyd*s sob a direção de Brooks e Doodley enviou carta a to
dos os participantes atuais e passados de consórcios
dirigidos por Brooks e Doo ley para verificar se existe apoio suficiente para mo
14,6 mil), para cobrir os custos do processo discipli
ver ação legal contra os
nar.
dois e seus interesses co
Os dirigentes da Lloyd's
foram de opinião de que Brooks e Dooley, que cui dam dos negócios de mais de setecenlos "underwriters" da Lloyd'8 fizeram operações com a Fldentia
Marine Insurance Co. de
Bermudas, que é controla
da por ambos, para benefi
merciais para tentar recu perar os 6,2 milhões de li
Iw 1 ' ^ ^cussão venha competena apressar ij^f^wtaçâo dos órgãos mpiantação das cláusulas referidas. segumdor.
i^Rstá acontecendo que os usuá-
lan'"portadores, pressionados pelos adores no Exterior, em suas yJJÇOes comerciais, dadas as con-
mil
chamado escândalo Fiden
(reproduzido da gazeta mercantil - 1 1-12-84 )
situação embaraçosa para as no atendimento de sua pre-
Uma vez que o IRB ainda nâo o seu uso. apesar dos anos
ftjr^Oos e tanto os exportadores
seguradoras não podem ter
Dju ^agócios prejudicados, além
perfeita delimitação dos riscos assu midos e excluídos, sem que seja ne cessário "interpretar" o sentido das
tura entre as Cláusulas "B" e "C", se
comparadas com as antigas WA e FPA, eliminando-se, por exemplo, a perda total de volumes durante a ope ração de carga ou descarga, da Cláu sula "0". quando tal cobertura fazia
parte da FPA. As coberturas das Cláusulas "C" sáo as seguintes:
Wei'' /C" "Cláusula de Rapidez Ba^^to original também nâo
— fogo ou explosão; — encalhe, naufrágio ou soçobraraento
relação ao texto, é
salientar que notamos a
° oa expressão "(exceto pira.í" o
subltem 6.2 das Cláusulas
ftal Quando os originais não
Vnte naexpressão, a qual aparece Cláusula "A"."
,.|?,^nda o Relatório; "Como ,joujçfio aQ presente trabalho, nu
íJic^ieiiLC
LiHUtuiiu,
08 textos das Cláusulas
' Icm.
textos, devido à carência
apguiram sem revisão gra-
^ontlnuando a transcrição:
do navio ou embarcação;
■ capotamento ou descarrilamento do veiculo terrestre:
— colisão ou contato do navio, embar
cação ou veículo terrestre com qual quer objeto externo que não seja água;
— descarregamento de caiga em por to de arribada;
Perda ou dano resultantes de:
TÉCNICOS: Nâo se
h ajas como sendo a revisão dos
"^5 aas antigas ALL RISKS, WA e
4.3 — Perda, dano ou despesas tes ou inadequadas ou ainda prepara
ção inadequada do objeto segurado (para efeito desta Cláusula 4.3 "emba
lagem" será considerada como in
cluindo o acondicionamento dos bens
em "containers" ou "liftvans", sempre
que tal acondicionamento for feito
pelo segurado ou seus prepostos, an tes de iniciada a cobertura do presen te seguro).
.
Ainda que não se trate de algo novo em termos de mercado nacional,
já que mau acondicionamento e insu
ficiência ou impropriedade de emba
lagem estão expressamente excluídos pelo Subitem 2.12 das Condições Ge rais, é importante salientar que este
tópico agora trata também de má preparação do objeto, como engraxar e lubrifícar uma máquina de forma a
evitar a ação da água do mar. bem como a má acomodação da carga em containers ou liftvans,
4,6 — Perda, dano ou despesa resul tantes de insolvência ou inadimplên cia financeira dos proprietários, acUni-
nlstradores, afretadores ou operado res do navio.
Sobre esta nova exclusão, permitam-
nos transcrever um trecho da palestra proferida por Donald R. 0'May, advo
— sacrifício de avaria grossa;
gado especialista em Direito Maríti
— alijamento.
mo, por ocasião de um Seminário so
A Cláusulas "B", por sua vez, além dos riscos acima, garante ainda:
— terremoto, erupção vulcânia e raio; — penetração de água do mar, rio ou
lago no navio, embarcação, veículo,
cQntaitipr, uft-vfln ou local em_que
esteja armazenado o objeto segurado: — perda total de volumes durante a
operação de carga e descarga do na vio ou embarcação:
simplesmente tratar as novas
ocorrência amparada.
causadas por embalagens insuficien
Perda ou dano razoavelmente
ilo J^^JO^oonceltojáestá assimilado
restre não explicitavam o tipo de
a uma cobertura intermediária entre as duas citadas. A novidade está na
atribuíveis a:
podendo portanto ser
se de uma Inovação, pois as antigas Cláusulas WA e FPA, ainda que esten dessem sua cobertura ao percurso ter
EXCLUSÕES (todas as Cláusulas)
tteft'?|segue o Relatório: s expressão "razoável pres-
— 1.1.4 — colisão ou contato...
veículo, com objeto externo... Trata-
frágio, encalhe, capotamento, romba mente, etc.) e o conjunto "B" se refere
tal eventualidade aos
da Nação,
íb'dlf«e ® apresentados em Ns onni alguns trechos que jul4 A j}®oessárlo adaptar para mepipPi^nsâo de seu exato senti-
BI. 793*Pãq.02*17.12.84
apenas os sinistros de maior expres
são, os quais geralmente atingem também o melo transportador (nau
servamos ainda que se procurou esta belecer uma maior diferença de cober
UjWercadorlas realizados no País,
"underwri-
tia.
nas: a.s Cláu-sulas "C", de cobertura
mais restrita entre as três, abrangem
seus seguros de transportes
a aplicação das novas Cláu-
ters" da Lloyd's poderiam
ter sido afetados pelos pro blemas que envolveram o
gendo todos os riscos de perdas e danos decorrentes de causas exter
palavras, o que muitas vezes levava as partes aos tribunais para decisão. Ob
A comissão acredita que de
referé à cobertura mais ampla, abran
oportunidades, das segu-
f ^ venda, vêm exigindo em
bras. cerca
RISCOS COBERTOS (Cláusulas "B" e
junto identificado pela letra "A" se
vestigadores da Lloyd's, a
as punições determinadas por uma comissão discipli nar, segundo a qual Ray-
(ALL RISKS. WA e FPA), corres
importantes nas novas cláusulas:
relacionado com as "novas"
trazendo a lume novamente o
1982. A Lloyd's confirmou
ANTIGAS
da CSTC do Sindicato de São
derwriters", após acusa' ções sobre seu envolvimen
empresa. Esses negócios
"B" e "C". Destacamos a seguir al guns pontos que nos pareceram mais
"C"):
.jjftjsulas de Carga do Instituto", jJ • "B" e "0", continuamos a trans-
AÇAO
forma abaixo:
nas a "danos deliberados" e "atos de
pirataria", excluídos das cláusulas
pondendo respectivamente às NO
do mesmo, na esperança de
Segundo parecer dos in
FPA. E lícito, todavia, se estabelecer um paralelo entre os conjuntos, na
— carga varrida pelas ondas.
bre as novas Cláusulas brglesas, pro
movido pela Associação Peruana de
Direito Marítimo, era Lima, no Peru, no mês de agosto de 1982:
"Também se considerou quemuitos destes casos (perdas ou danos causados por problemas financeiros dos armadores) jamais haveriam ocorrido se os embarcadores houves sem efetuado seus carregamentos através de transportadores de boa re
As demais cláusulas são cornuns a
putação e conhecida solvência. Verifi caram-se casos de transportadores
todos os conjuntos, exceção feita ape
fraudulentos e muitos outros em que a carga simplesmente desapai-eceu. A
BI.793*Pãg.03*17.12.84 sgy
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nas para tripulantes, mas também se
reúnem-se em tomo de organizações Esta associação mútua, gerenciada
agente em Londres, será representa
da pela Proinde, no Brasil. Os asso
^ Miller, garantia ofereci da "por esta nova aassociação é mais ampla do que qualquer outra cobertu
Segundo a publicação divulgada pe-
ça etc.
nais e depósitos, serviços de seguran
bustíveis, armazenagem em termi
pulantes, corretagem de com
O conceito de associação mútua im plica na disposição dos membros de compartilharem seus riscos uns com os outros, sejam do mesmo ramo ou de atividades compatíveis. A filosofia do Transport Intermediares Mutual (TIM) poae ser expressa numa idéia:
sociados, as despesas de resseguro e as de administração da associação.
renda teverte para os próprios segu
rados (denominados membros). O fundo de investimento deve ser usado para reembolsar reclamações .dos as
Intermediares Services Ltd como sua
ciados terão cobertura para gerenciação de navios, agenciamentos de tri
conhecidas como clubes) para defen der vantagens fundamentais: toda das), que nomeoua firma Transport
pela Thos R. Miller & ^n (Bermu-
de autocobertura coletiva (também
mais de cem anos, armadores e ou tros segmentos do setor naval
nefícios do sistema mútuo porque há ros, empresa integrante do grupo L. Figueiredo.
los Augusto, gerente da Proinde Segu
Carlos Augusto acredita nos be
Beneficies mútuos
marítima.
xas alfandegárias, impostos contra os armadores e multas por poluição
tos países o agente é resifonsávelr ta
refere a clandestinos, passageiros ou desertores; além de responsabilida des perante autoridades, pois em cer
as regras do contrato", ressalta Car
responsabilizar-se por tudo, conforme
de estar à disposição para
vez maiores. Portanto, "o seguro tem
que assumem responsabilidade cada
das e com central operações em Lon dres, terá existência no Brasil a partir de março. O objetivo é dar garantias às atividades de agentes e corretores
sociation Ltd, registrada nas Bermu-
Intermediários Mutua Insurance As-
res de navios, denominada Transport
de negligência, que é valida não ape
morte; custódia e controle a despeito
R*dotor da Folha
Uma nova associação de fundo mú tuo para agentes marítimos e correto
ra, uma vez que inclui responsabilida-
desa terceiros, quanto a perda ou ava rias de carga; responsabilidade por
HERALDO VAZ
portância que diferenciam as garan
dores não conseguiram nada, alguns
No entanto, ao acionarem estes arma^
dorias, que constavam no manifesto".
ceberam multas por falta de merca
mentos exigidos pela Receita Fedçral. Passados três ou quatro anos, re
armadores antes de assinar os docu
não verificaram o "status" de certos
econômico no Brasil, teve agentes que
ca que "na época do "boom!"
tias da TIM em relação a outros segu ros no mercado brasileiro". Ele expli
empréstimos bancários. Carlos Au tares", confirma Carlos Augusto.
impostos sobre rendas, investimentos e lucrus de capital, a associação con tará com 06 agentes londrinos do TIM para mantes um plantão de 24 horas.
de de vantagens quanto à isenção de
Registrada nas Bermudas em virtu
cessidade de contribuições suplemen
te de armadores, sem lastro financei-
tion também serva para proteger os agentes de prováveis calotes por par
mediaries Mutual Insurance Associa-
gusto argumentou com uma ponta de ironia: "O fundo da Transport Inter-
A única solução para os agentes foi assumir os débitos e recorrer a da organização será a de evitar a ne
bolsado i»lo6 associados. "A política
transferido para a reserva ou reem
dê para p^ar as reclamações com já eram insolventes e outros desapa folga, o ^do - ou superávit - pode ser receram.
plementar dos mebros. Caso a renda
reserva ou solicitar contribuição su
res poderão cobri-los com o fundo de
défícits durante um período, os direto
rior às saídas de caixa. Se ocorrer
A intenção básica da associação mutua é que a renda anual seja supe
operadores, os quais definirão o siste ma de cotações individuais, baseado no desempenho de cada membro, vi sando manter a igualdade entre todos.
ros, além de nomearem uma firma de
lidade são três pontos de extrema im
abrangência, a liquidação e a mutua-
Os membros elegem os diretores
respoi^veis pelo controle geral da Associação, que formulam a polUica de cobertura, investimento e ressegu
Trés pontos
sistência onde for necessário.
Para Carlos Augqsto, "a
Participação administrativa
guro sai pelo preço de custo".
"Não há acionistas a serem pagos, o todos os dias do ano, enauanto a rede que significa que, a longo prazo, o se- de conselheiros mundiais prestará as-
Em março, nova modalidade de seguro
C^%
rwnymv:
DIVERSOS SBCS E FUNENSEG PROMOVEM EM SP
W
CURSO PARA CORRETOR DE SEGUROS
Em convênio com a Fundação Escola Nacional de Seguros e o apoio do Sindicato das Empresas de Seguros Privados e Capitalização no Estado de
^'ío Paulo e Sindicato dos Corretores de Seguros naquele Estado, a Sociedade Brasileira
^Kiências do Seguro promovera o "LXXIV Curso Para Habilitação de Corretores de Segu^^s".
O curso será realizado na capital de São Paulo e tem como objetivo básico
pro-
Jcrcionar conhecimentos especializados de seguros, em seus vários ramos e modalidades, que os alunos aprovados possam habilitar-se a exercer a profissão de Corretor
de
'^guros.
alunos, Segundo informa a SBCS, o curso i limitado a 80 ,No- este total subdividido em — duas turmas- de- ^0 alunos, em razão dos critérios peda-
picos aplicáveis. Caso haja maior número de interessados, a Sociedade poderá organj_ novas turmas de 40 alunos, cujas aulas terão inicio em data a ser divulgada. REQUISITOS
^
As inscrições ao "LXXIV Curso Para Habilitação de Correto
j^Me Seguros" serão feitas na sede da Sociedade Brasileira de Ciências do Seguro, sT |Na na Praça da Bandeira n9 40-179 andar, Conj. 17-H^ até o dia 11 dejaneiro de e serão deferidas aos candidatos que satisfaçam ás seguintes exigências: 1) ida-
í"Mínima de 18 anos; 2) entrega de cõpia autenticada de documento oficial de identid^ V 3) entrega de tres retratos 3x4, recentes, de frente; 4) pagamento da taxa de insde CR$ 15 mil 540,00; 5) entrega de copia autenticada de documento oficial
que
escolaridade mínima equivalente ao 19 grau (antigo ginasial completo); 6) pre ^Mmento da ficha de inscrição. \
O candidato que comprovar a inscrição como Preposto
I ■;! (
- 'oi
de
i jTetor de Seguros e apresentar atestado de que está exercendo a atividade hã mais de ano, firmado por Corretor ou Sociedade de Corretagem de Seguros a que
^^lado, será dispensado da exigência do item 5.
esteja
Os candidatos serão submetidos a uma pri-seleção, median-
vexame psicotécnico de aptidão para a função de Corretor de Seguros. A prova de préconsistirá de uma entrevista pessoal e na aplicaçao de testes a serem respon-
por escrito, em data a ser marcada no ato da inscrição. 'k
a relação nominal dos selecionados, organizada em
• v^ologica,
será divulgada.
. . . ^2 de fevereiro na sede da SBCS. no dia , , de 1985, _
ordem Os candi_
ys selecionados deverão confirmar suas matriculas^ate o dia 21 de fevereiro, efetu-
o pagamento da taxa de matricula e material didático, no valor de Cr$ 184 mil, a
' poderá ser parcelada.
BI.793*Pág.01*17.12.84
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Estudos e Opiniões
SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Eng2 Antonio Fernando de A. Navarro
r,.„ - AsAlvares aulas serão ministradas nas instalações undaçao Escola de Comercio Penteado, com duração aproximada cedidas de seis
Pereira *
peU
O inicio de um pequeno foco de incêndio e sempre decorrente de
tradoc npia «íRpc
rn d^s^n
prosseguimento de estudos nos cursos minii
com a FUNENSEG. o curso está equiparado ao Curso Basi
uma serie de fatores conjugados, denti^e os quais destocamos:
cursos da FUNENSEG, FiiNFNRFr desde H isenção para determinadas matirias que haja compatibilidade de carga horária e deem programa®'
descuido fatalidade
concedem benefTrinc fie ® 297/75 e os Decretos nPs 77 463/76 e 86 652/®! namento e aoerfeicoamenín^L®^ empresas em geral, relativamente a programas de fej.
tauf atra^erd^eeíT • previsto naoueles dininmL^i
Pessoal. Em conseqUincia, a FUNENSEG esta habU'' ^«"eral de Máo-de-Obra. a proP»: serviços de natureza educacional o respai®
cionàr ás emore^rnufcl''"®?^" ü'
fruir das vantagens que lhellorim ?acMas"'"
interessadas possam usü'
situaçao prcpiciO
O descuido pode ser traduzido como o resultado de uma desaten-p
çao, OU de pressa, auto-confiança, enfim, outros fatores mais.
A fatalidade pode ser devida a um desarranjo mecânico dos equi pamentos, súbito e imprevisível. Normalmente tem suas
raízes'
em um plano falho de manutenção dos equipamentos.
A situoçoo propícia deve ser entendida como aquela na qual todos os fatores contrários ocorrem de uma unica vez; como
por
exemplo, temos uma situação de um operário rêcem-admitido
na
empresa e sem qualquer experiência anterior trabalhando em uma maquina de funcionamento bastante complexo, O desconhecimento do funcionário aliado a complexidade do equipamento poderá re dundar em um sinistro,
Quando ocorre essa nefasta conjugação de fatores
negativos'
tem-se a destruição de uma industria, ou de um lar, com prejuí zos materiais e algumas vezes a perda de entes queridos^
Apenas a título de ilustração , relataremos uma situação verda deira ocorrida a pouco mais de 2 anos: "Uma determinada empresa contratou os serviços de terceiros a fim de serem executados pequenos reparos em um galpao onde e-
ram feitos reparos em equipamentos bastante valiosos. A empre sa estava tendo uma grande quantidade de pedidos de compras de peças de reposição, e dessa forma, havia um intenso
movimento
de pessoas e peças embaladas. Com a manipulação dessas peças e a pressa na entrega, o material de embalagem das mesmas passou a ser disposto no fundo do galpao em reparos. Por coincidência BI.793*Pag.02*17.12.84 BI.793*Pag.01*17.12.84 lilf ÉllfiirfaÉIilTÉII
é
K
Ti"
a area de deposito desse material de embalagem servia tombem '
assim poderemos ter algum controle sobre o processo ontes mes-
como^area de repouso dos funcionários contratados. Um dos fun cionários esquentava sempre sua marmita com um improvisado fo-
mo que ocorra algum sinistro.
gareiro o álcool nessa mesma área. Em uma monhá, na pressa de
Se,entretanto,o temperatura ultrapassar essa última barreira '
retornar ao serviço, botou pouco quantidade de álcool, e como' mesmo ja estava quase consumido e a marmita ainda fria, a-
as substancias entram na faixo do temperatura de igniçõo , ou
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A
'
crescentou mais álcool. A sábito explosáo assustou-o, fazendo'
ponto de igniçao,ou seja, a temperatura na qual as substancias expontoneamente entram em combustão, quando em contato com o
com que jogasse a garrafa de álcool e o fogareiro poro o alto.
ar. Esta ultima situação e bastante perigosa em qualquer indús
garrafa e o fogareiro em chamas caíram,por coincidência, no deposito de material de embalagem. O resultado foi um grande '
tria.A título de exemplo fornecemos a seguir o temperatura de igniçao de algumas substancias bastante conhecidas por nos. '
incêndio, com grandes prejuízos materiais.
Sao elas:
Acetona
incêndio é o resultado da associação de elementos existentes em todos^os locais em que estamos presentes, os quais, istjlada mente, nao conduzem a nenhum perigo; porám, se reunidos em con içoes especiais e em volume adequados podem produzir resulta-
:
465°C
Álcool etílico
371°C
Acetileno
305°C
Asfalto
calor
Varsol
485°C 180°C 257°C 232°C
combustível
Madeira/papel
entre 300°C e 500°C
Éter
03 algumas vezes desastrosos. Esses elementos sSo:
Gasolina
comburente
1
Convém ressaltar, a fim de que tenhamos idéia do perigo que
A ossocicçao ideal é a qup r . " " ocorre nas proporçoes mínimas neces^
corremos, que a chama de um fosforo tem uma temperatura
entre
sanas a cada tipo de material.
400°C a 500°Co Um curto circuito, ou uma centelha elétrica
q ntidade de calor necessária para iniciar um processo de combustão variade substância para substância. Em vista disso' todas as substancias sSo classificadas de acordo com faixas de temperatura, definidas da forma a seguir-
pode ter temperaturas superiores a 600°Co Um cigarro aceso po
Ponto^de fulgor á a temperatura mínima a'partir da qual as ' substancias começam a desprender valores, os quais em contato' com uma fonte de calor iniciam ..m suDtraida a fonte de calor
^
*
^
processo de combustaooAo ser
~
^
^
á o primeiro . . * o combustao„ Essa. temperaturO prenuncio de um oerí^^ ; • u
*
,
de ter uma chama com temperatura superior a 600°C. Vê-se então
que qualquer descuido, em condições propícias, poderá provocar um incêndio. p
Apos analisarmos alguns
r
dados estatísticos fornecidos
pelo
Estado-Maior Geral do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, elaboramos varias tabelas sobre ocorrências de incên dio no estado do Rio de Janeiro, Comentadas individualmente.
perigo iminente que deve ser ob •"
Nos nossos dias,verifica-se que pelo menos na area industrial o
Caso o temperatura continue em elevaçáo, passamos o ter o ponto
numero de incêndios tem decaído bastante, tendendo a estabili zar-se. A fig.l apresenta um grafico de ocorrência de incen -'
servado.
p
J combustão. A diferença nesse coso á que o processo de com -
^
f
dios em industrias. Essa tendência ã estabilização, com a con-
s ao persiste mesmo com a retirado da fonte de calor. Ainda'
sequente redução no numero de ocorrências deve-se a maior uti-
B1.793*Pãg.02*17.12.84
BI.793*Pag.03*17.12.84
iitaiifi
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/-IL.
frtiliiÉi ri I li^"'• Hrfi Vl É iil
lizaçao de equipamentos de detecção e combate a incêndios, fT)£ tivada pela exigência dos Corpos de Bombeiros, como também da
II) Sistemas fixos
Política de Incentivo do Mercado Segurador, na qual sao premi
a) Sprinklers - 60% Tipos: cano molhado (chuveiro convencional do
ados com descontos nas taxas de seguros as empresas que pos-
tipo liga fusível ou bulbo de vidro) e
suam proteção projetada de acordo com as normas aceitas.
cano seco (chuveiro aberto)
Em
um pais com altas taxas inflacionarias, com o custo dos mate riais e mao de obra subindo assustadoramente, toda e qualquer
b) Detetores automáticos - 10% Tipos: detetor térmico (lamina bimetalica, r£
redução no custo do seguro e sempre bem vinda, porque torna o empreendimento da instalaçao desses equipamentos autofinancia
sistencia eletrica, fusível metálico ,
vel, com o custo amortizado em poucos anos, Como exemplo tom£ mos o caso de uma industria de porte médio, na qual deseja-se instalar equipamentos de combate a incêndio,
O tempo médio de amortização do investimento sera de:
»*
cabo sensível ao calor, expansão de lí^ quido, tubulação pneumatica, detetor ' pneumatico termovelocimetrico, detetor de efeito termoeletrico), detetor de
fumaça (detetor por ionizaçao, tipo raio, tipo feixe restrito), detetor de
a) Para extintores b) Para hidrantes
4 meses
chamas (ultravioleta, infravermelho) ,
2 anos
detetor de gases e detetor combinado ' (gases + calor + chamas ou fumaça + ca
c) Para chuveiros automáticos
7 anos
d) Para detetores
2 anos
Considerando que a vida útil desses equipamentos normalmente' e bem longa, podendo chegar o 75 anos, como para chuveiros a£ temáticos , ve-se que a exiquibilidade das instalações desses p
sistemas e muito promissora.
Associado a esse fato, tem-se também a diversificação desses' equipamentos, como outro fator que influi muito em sua insta
laçao, ja que pode-se instalar o equipamento correto no local correto, e dessa forma minimizar todos os possíveis prejuízos que poderiam advir com os incêndios. A tabela a seguir ilus tra a diversificação desses equipamentos , bem como os descon,
lor + chamas),
c) Mangueiras semi-rígidas, ou mangotinhos
ou
hose reels - 10^
d) Hidrantes (hose) - 25^ e) Gas carbônico - 60^ Tipo : inundação total ou pqrcial
f) Espuma química - 60^
g) PÓ químico seco - 60^
tos máximos que poderão ser usufruídos: I) Sistemas moveis
a) Extintores portáteis e sobre rodas - 5^ Tipos: espuma, gas carbônico, po químico seco, agua gas, agua pressurizada, soda-acido,
halon, liquidos vaporizantes„ b) Moto-bombas de incêndio - 10^
BI.793*Pãg,04*17.12.84
i' I
BI.793*Pãg.05*17.12.84
K
i
77mD3IEíFB$
r U
jom bostante reduzidos , senão estabilizados, conforme vemos'
r
no gráfico apresentado. Conjugado a essa política, a conces -
k!» A
A/
sao de descontos nos prêmios de seguros, devido a instalaçao' \
A
de equipamentos de combate a incêndios, auxilia sobremaneira'
OCOf?fi£NCIAS
sua implantação.
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FIO. l-OCCR^ÍCNClAíí ZZ INCÊ\2.0; IfCCTAir
A figura 2, apresentado o seguir, refere-se a ocorrência de ' incêndios em edificações. Através do grafico apresentado ob A
A#
^
/
• ,
serva-se uma nítida tendência de estabilização no numero
de
Fi3.2-0CCR3ENC!..S OE -'íCEliWOS EV, EDiFiCACC.cS
ocorrenciaSg A gradual redução verificada deve-se a uma serie de fatores, como por exemplo o trauma provocado pelos incen dios do Andraus, Joelma, Marques de Herval, Astoria, Barao de Maua e outros, com grande numero de mortos, provocando uma re volta popular que obrigou uma reformulação nos codigos contra incêndio^ alem de uma maior fiscalização por parte dos Corpos de Bombeiros, Atualmente sao exigidas para as grandes edifica çoes a instalaçao de extintores, hidrantes, chuveiros automá
dutos que propiciem um retorno do investimento a curto
ticos e escadas enclausuradas. Associado a esses fatos tem-.«ê
paro nao dizer curtíssimo prazo. Esse tipo de raciocínio con
também que as seguradoras que operam com seguros de condomí nio fornecem treinamento poro os brigadas de incêndio da edi
sidera a segurança como um "artigo supérfluo". A figura 3 apresentada a seguir representa a evolução dos incêndios no '
ficação, fiscalizando os sistemas instalados e atestando
Rio de Janeiro,
p
f
Na area de lojas comerciais e residenciais os números apresen
f
tados ainda se mantém em patamares elevados, com tendência de
I
\ ,4:
aumento em certos anos, A explicação para esse fato talvez es
teja na crise financeira pela qual estamos atravessando,
que
faz com que os empresários invistam somente em artigos ou pro
prazo,
ilr!
A
sua
eficiência, distribuindo instruções e programações visuais, e enfim uma serie de outros cuidados traduzidos por uma presta«V
-
íí: í V
W'
*
çao de serviços, que fazem com que os riscos de acidentes seBI.793*Pãg,07*17.12.84
BI.793*Pãg.06*17.12.84
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De um modo geral os números apresentados tem demonstrado o se guinte tendência:
rencias de incêndios. Nota-se nitidamente a tendência de agr^
A
grandes incêndios - declinando médios
incêndios
-
estabilizando
pequenos incêndios- estabilizando
Quanto aos princípios de incêndios - extintos rapidamente
o grafico da figura 5 refere-se a freqüência mensal de ocor -
a
pamentos do numero de sinistros nos meses de fevereiro/morço' e junho/setembro, Essa tendência deVe-se, no primeiro periodo, ao carnaval, e no segundo periodo as festas juninas.
tendência observada e a de crescimento, conforme pode-se ob -
Com o carnaval existem abusos quanto a bebida, o que faz
servar na figura 4. Acreditamos que esses princípios ocorram*
que as pessoas estejam mais propícias a ocasionar incêndios .
principalmente devido aos descuidos das pessoas e instalações
elétricas defeituosas (responsáveis por mais de 70% de ocpr rencias de incêndios). Quanto às instalações convém ressaltar os aparelhos de ar condicionado defeituosos, intolaçoes ele -
tricas sobrecarregadas, emendas de condutores nao protegidas' disjuntores sub-dimensionados, existência de derivações mult^ pias,
Quanto cs festas juninas e julinas, os balões e os fogos artificio
soo os
maiores
causadores
de
com de
incêndio,
f
A estatística deve nos ajudar no trabalho prevencionista. De_s sa forma, as inspeções rotineiras as instalações e equipamen tos devem ser redobradas nessas épocas.
't
: t,
fios e cabos condutores com revestimento inadequado,_
etc.
BI. 793*Pág. 08*17.lgjjl
■\ I i
BI .793*Pãg,09*17.l2.84
1 ^ A figura 6 refere-se ao período de tempo em que normalmente ' : ocorrem os incêndios. De um modo geral, até o ono de 1981 o
j período horário de maior incidência era das 12:00 às IBrOOhs. ' Atualmente nota-se o tendência para o período dos 18:00
às
■ 24:00 horas.
ocowgncus
í
i
«00
; É sabido que ao término de um expediente de trabalho, ou woo
no
tTOO
' Tiudanço de turnos é que ocorrem os incêndios, Essas ocorren ^íqs devem—se principolíPente Q folhos huniQDQS, motlV/odos pelo
lOOO
desgoste físico após uma jornada de trabalho, como também peia ansiedade para a saído da empresa,
isoo
MSo podemos nos esquecer do origem criminoso do alguns dos in
I40O
■=êndios, representando em torno de 30^ do total. Nesses casos,
!300
a criminalidade deve-se desde uma vingança pessoal, normalmen
te de ex-empregados, até como formo de encobrir fraudes
1200
balanços. Quanto o esse último coso, o figura 5 jo comentado' anteriormente, ilustro nitidamente olguns períodos em que o -
uoo
1000
correm sinistros, devido o problemas de balanço, ou sejo,
•00
no
início e em meados do anou
oprlmoromento dos técnicas, notodomente do engenharia ' de incêndio, é coda vez mais fácil detectar essos froudes. Is so porque existe uma gronde quontidcde de equipomentos dispo
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'Om
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o
níveis , específicos o esse fim, incluindo oté equipomentos '
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Para analises químicos. 400
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DIRETORIA E CONSELHO tflOO'!
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OmETORES SUPLENTES
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Ivan Gonçalves Passos Mário José Gonzaga Petrelli
•"Jeiro Vice-Presidente
Nilo Pedreira Filho
^de Campos Salles
Octóvio Cezor do Nascimento
IV
^do Vice-Presidente
Pedro Pereira de Freitas
'wo Oswaldo Continentino de Araújo
Roberto Boptista Pereira de Almeida Filho
^eiro Secretário
'''íiilcar Pizzatto Secretário
tBemardes de Lemos Braga
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;^e/ro Tesoureiro ^Maria Souza Teixeira Costa
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Jü/ido Tesoureiro
%Ben-Sussan Dias 1CCO-
CONSELHO nSCAL (EFETIVOS)
íüsto Godoy
Adolpho Bertoche Filho
Alfredo Dias da Cruz
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CONSELHO FISCAL (SUPLENTE)
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Luiz Martiniano de Gusmão i
EXPEDIENTE
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BOLETIM INFORMATIVO FENASEG OOOO/V^OO
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n Membro Fundador da ,
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'a^^v^4oo
Jicaçõo semanal, editada pela Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de ^talizQcão
m,«-OUAtXIO DCMONSTÜATIVO OA rREOdêsCIA HORÀRl* OOA INC^HOtOS
i^rResponsável
Editor
Redator
Arthur Renault
Luiz Mendonça (Jornalista Reg. MTb n9 12590)
Mário Victor (Jornalista Reg. MTb n9 11104)
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• hitonlo fzfuiando de A. Wo-covu? Pete-cAu e Engenhe^Oia CÀxiX.^ pÕ^-gJiaduado em SeguA/xnca ^ TiabaZho, com oaXÍo^ cuMoò dt càpccÂjjitização em ScguAonça InduAtJUai e Pfiote.Qdo de Iwi-íjiacõeá.
BI .793*PÍg. 12*17.12.84
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REDAÇÃO
^WadorDantas, 74-12."andar Tel.: 210-1204. Telex; 2Í34505 FNES BR
.lioletim está registrado no Cartório do Registro Civil das PessoGS Jurídicas sob o n," 2.771/75 ... i t^osto e impresso na rTrxTAorvi FENASEG. mTiragem: 2.500 exemplares
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ATAS
FENASEG
DAS
COMISSÕES
TÉCNICAS
OUTUBRO - 1984
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^aàgémÍÊÊÊÊÊÊlíÊÊá
COMISSÃO PERMANENTE DE COORDENAÇÃO GERAL
ATA N9 15/84 - de 12.11.84
PRESENTES: Alfredo Dias da Cruz - Comercial Union
Ari Pinto Portugal' - Bamerindus Ernani João Pinheiro - FENASEG
César Jorge Saad - Nacional Gerolamo Zirotti - Generali
Jorge Carvalho - Seguros da Bahia Sérgio Ramos - América Latina Ubirajara Barroso de Alencar - Minas Brasil
Virgílio Oliveira Ramos. - Brasil Wilson Araújo Rosa - Previdência do Sul Ausentes:
Antonio Paulo Noronha - Itau
Caleb do Espírito Santo - SASSE Ivan Gonçalves Passos - SATMA Artur L.S.dos Santos - Generali
Paulo Antonio Abarno - Porto Seguro
Sérgio C.TÜbero - Aliança da Bahia Stefanos
Melher - Bradesco
01) SEGUROS SUJEITOS Ã VARIAÇÃO DOS ÍNDICES DA FGV.- Foi aprovado, por unanimidade, o seguinte voto do relator: "que se encaminhe ã Diretoria a proposta desta Comissão, com o intuito de se obter junto aos orgãos competentes a homologação de um crité -
rio padronizado para alteração de datas e índices utilizados pa ra atualização dos fatores de seguros" (840095)
>
02) COMPOSIÇÃO DA CPCG.- Encaminhar ao Superintendente da FENASEG
a sugestão do membro Wilson Rosa acolhida pelo Plenário, no sentido de que todas as folhas do processo em trânsito na Fede ração passem a ser numeradas.
(830602) .•r
03) CIRCULAR N9 12/78, DA SUSEP-REFORMULAÇÃO.- Encaminhar o proces so ao relator de vistas Dr. Virgílio 0.Ramos. (840347) IP'
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0^) CONCESSÃO DE DESCONTOS AOS RISCOS QUE DISPUSEREM DE MEIOS PRÓ
FRIOS DE DETECÇÃO. E COMBATE A INCÊNDIO.- Foi aprovado ,
Dor
unanimidade, encaminhar o processo ã Diretoria da FENASEG com
as alterações' proposta pelo relator de vistas, no sentido ofíelç âp if^e § êl SU5EPi
de
(VSOy-fS)
CT SVS = AP
ATA
05) INSTALAÇÕES EL£TRICAS"PR0TECÃ0 E SEGURANÇA.-Encaminhar o pro cesso ao relator de vistas.
N9 12/84
Resoluçoés de 09.11.84
(840501)
06) RISCOS DE VENDAVAL.-Baixar o processo em diligencia a CTSILC, a fim de que aquela Comissão faça um estudo comparativo quan
01 -
REVISÃO DA TARIFA DE ACIDENTES PESSOAIS - Tomar conhecimento
do trabalho redigido pelo Sr. Presidente da Comissão, conten
to aos itens 10.2 e 10.4 da Tarifa e encaminhe posteriormente
do as alterações efetuadas por solicitação
as suas conclusões a esta Comissão para decisão final.
projeto de
reformulação da Tarifa
da Diretoria
no
de Acidentes Pessoais do
Brasil e reencaminhã-lo ã CPCG, chamando atençao para a evi dente inadequação existente entre dados constantes do desen
C 820423)
volvimento atuarial que constituí anexo do trabalho e os ele mentos finais apresentados. (820.071)
02 -
REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DO CORRETOR DE SEGUROS DE VIDA E CAPITALIZAÇAO - Conceder vista geral. (840.478)
03 - SEGURO
DE VIDA.PARA OS ADQUIRENTES DE PROPRIEDADES RURAIS FI'
NANCIADAS - Considerar louvável a críaçao da
poupança agra
ria, observando-se relativamente aos seguros que se pretenda instituir:
a) ouvir a comissão específica no que se
refere ao
Seguro
■k
de Credi to; e
b) acompanhar, caso aprovado o projeto, a regulamentação das coberturas propostas.
(830.634)
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b) Por unanimidade, negar o beneficio acima para os locais n9s 6,7,8,13,14 e 15, por não constarem atualmente da
planta-
incindio e consequentemente da apólice em vigor. CRI-LC-TM
(800034)
0^) S/A. White Martins - Rodovia Presidente Dutra, Km 120 - POMBAL
ATA N? 22/84
Barra Mansa - Rio de Janeiro -
Resoluções' de 08.11.84;
RJ - Renovação de Desconto por
Extintores.
01) Hoechst do Brasil Química e Farmacêutica S/A. - Rua Sá Freire
n? 58 - Rio de Janeiro - RJ ~ Renovação de Desconto por Extin tores
Por unanimidade, aprovar a renovação do desconto de 5% (cinco
por cento), por extintores, aplicável aos prédios assinalados na planta-incindio com os"-n?s 1 (1? ao 4? pavimentes e casa de maquinas do elevador), 2,3,4.,5 e 6, pelo prazo de SCcinco) anos, a partir de 25.11.84, data de vencimento da
concessão
Informar ã Consulente que para os descontos concedidos não
ram empregados critérios e sim aplicadas as normas
fo
conforme
item 7 "Disposições Transitórias" da Circular n9 19/78,
da
SUSEP, tendo sido o processo na ocasião analizada pela
Porta
ria n9 21/56, com descontos limitados aos da supracitada
Cir
cular. (780445)
^5) S/A. White Martins - Rodovia Presidente Dutra, Km 120 - POMBAL Rio de Janeiro - RJ - Extensão de Desconto por Extintores
ora em vigor.
e
(741147)
Hidrantes
Silvério
a) Aprovar, por unanimidade a extensão dos descontos
abaixo,
n9 27 - Cascadura - Rio de Janeiro - RJ - Concessão de Descon
por hidrantes e extintores, pelo período de 27.09.84 07.12.88, para unificação de vencimento:
até
02) DAFA
- Comércio de Tapetes e Cortinas Ltda. - Rua
to por Extintores
Aprovar, por unanimidade, a concessão do desconto de 5%
(cin
co por cento), por extintores, para os locais marcados na plan
ta-incindio com os n9s 1 (19 e 29 pavimen^^os), 2 (térreo e
Subitem
Planta
13-A,13-B e 13-C
rau), 3,4 (térreo e jirau), 5,6,7,8,9,10 e 11, pelo prazo
de
5 (cinco) anos, a partir de 06.09.84, data da solicitação líder do seguro.
da
EARP
n9 1109 - Bairro Palatinato - Petropolis - Rio de Janeiro
.11.1
Proteção A
Desconto
c/B
20%
Proteção
Desconto
EXTINTORES Planta
(840474)
03) Mattheis Indústrias Metalúrgicas S/A. - Rua Doutor Sa
HIDRANTES
n9
Subitem
13-0,54,62 e 52-A
5%
b) Por unanimidade, negar benefício por extintores para a plan (780445)
a) Por unanimidade, aprovar a renovação do desconto ,abaixo,poí"
"^6) VEGETEX - Extratos Vegetais do Brasil S/A. - Parnaíba - Bairro
hidrantes, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a contar de 09.1'2.8U?
Rosapolis - Estado do Piauí - Ampliação de Desconto por Hidran
data da concessão ora em vigor: n9
I,1-A,1-B,2,3,4, (1? e 29 pavimen
tes
Subitem
Proteção
3.11.1
B c/B
Desconto "15%
tos), 5(19 e 29 pavimentes), 9,10 II,12,16,17(19 pavimento),
, (
ta n9 19, por ser a mesma parcialmente protegida.
RJ - Renovação de Desconto por Hidrantes
Planta
i t
■17-A
17-8,18,19, 2d e 21
Aprovar, por unanimidade, a ampliação do desíconto de 5% (cin CO) pela existência de hidrantes internos e externos, conforme subitem 5.3,3.1 da Circular n9 19/78, da SUSEP, a contar de 23.08.84, data da solicitação da requerente, até 14.01.87, pa ra unificação de vencimento:
Planta n9 2 (Ia a 5a plataformas) 4.
Proteção q q/q C
c/
Desconto
25% 25%
(731950)
üíi
07) S/A. White Martins - Diversos Locais no Brasil - Concessão
de
lO) CETEL/RJ =■ Cia, de Telefones do Rio de Janeiro ^ Diversos Locais
Tarifação Individual - (taxa única) a) Por unanimidade, recomendar aos orgãos superiores
(IRB/
SUSEP) a concessão de Tarifação Individual, representada
pela
taxa ünica de 0,34% (trinta e quatro centésimos por cento), co brindo os riscos de Incêndio e Explosão, já considerados
os
descontos por instalações de prevenção e proteção contra incen dio, exceto "sprinklers". Ficam excluídos da aprovação os ris COS situados na Av. Brasil n? 13.629 - Rio de Janeiro -
RJ-
e Candeias-BA'. A data de vigência será fixada pela SUSEP; e b) por unanimidade, negar a inclusão da cobertura de explosão pela Cláusula 204 da TSIB.
no Estado do Rio de Janeiro - Renovação de Tarifação Individual
por unanimidade, recomendar aos orgãos superiores (URB/SUSEP) a renovação da Tarifação Individual para a segurada em referen
cias, pelo prazo de 3 (três) anos, a contar de 18.10.84, já consi derados os descontos por instalações de prevenção e combate a incêndio existentes ou que venham a existir, representada pelas seguintes condições; a) taxa única de 0,10% (dez centésimos por c€nto)"pare a
cober tura de danos elétricos, com franquia de 10% dos prejuízos, em
Rio de Janeiro - RJ - Concessão de Tarifaçao Individual
cada sinistro, limitada ao mínimo de 10 vezes o MVR vigente; b) adicional de 0,075% (setenta e^cinco miítésimos^por cento) pa ta a cobertura*de Danos Elétricosi'com franquia de 10% dos pre juízos, em cada sinistro, limitada ao mínimo de 10 vezes o MVR
Por unanimidade, recomendar aos orgãos competentes (IRB/SUSEP)
vigente;
a Qoncessão de Tarifação Individual, representada pelo "descon
c) adicional de o,05% (cinco centésimos por cento) para a
to percentual de 25% (vinte e cinco por cento) sobre as
taxas
tura de Explosão, com a Cláusula 204;
básicas dal Tarifa, aplicável aos 1?, 2? e 39 pavimentes
do
d) inclusão de verba própria para a cobertura de deficiências
prédio acima, pelo prazo de 3 (tres) anos, a contar da data
a
bens não explicitamente segurados, ã taxa de 0,20% (vinte
(830068)
08) Radio Globo S/A. e/ou suas subsidiárias -Rua do Russel n? 434
ser fixada pela SUSEP. (840549)
09) S/A. Fiação e Tefcelagem Ultra Moderna Chueke - Rua Getulio Var gas, s/nÇ - Marques de Valença - Rio de Janeiro - RJ - Exten
são de Descontos por Hidrantes a) Aprovar por unanimidade, a extensão dos descontos
abaixo,
por hidrantes, pelo período de 11.09.84, data do pedido da
lí
der do seguro, ate 31.10.88, para uniformização de vencimento;
b) informar ã Requerente que o desconto pela existência de
ex
tintores para as plantas n9s 7-B, 9 e 10 encontra-se aprovado, conforme carta n9 SERJ-38/83, de 21.02.83, em vigor
ate
31.01.88.
cober e
centé
simos por cento) acrescida do adcional de 0,075% (sçtenta e cin CO milésimos por cento), com as limitações previstas em "B", pa ra a cobertura de Danos Elétricos, e de 0,5% (cinco centésimos
por cento),para a cobertura de Explosão com a Cláusula 204 e in clusão nas apólices da seguinte Cláusula Especial "Em caso de sinistro, havendo deficiência de seguro nas verbas uespecíficas ou havendo bens não explicitamente segurados, fica entendido
e
acordado que se lançará mão de, no máximo, 10% da importância se gurada referente ã "Deficiência ou Bens não explicitamente segu rados" visando suprir a insuficiência de seguro, sem prejuízo da
Clásula de Rateio^ A indenização por conta da mencionada
verba
fica, em cada sinistro, limitada a 10% (dez por cento) dessa ver (770991)
ba". (750762)
Hotel Savoy Othon Palace - Av. Mossa Senhora de Copacabana
nÇ
995 • Copacabana - Rio de Janeiro - RJ -Renovação de Desconto por Ext intores Aprovar, por unanimidade, a renovação do desconto de 5% (cinco por cento), por extintores, aplicável aos subsolo, e 29 ao 139
pavimentes do prédio em referência, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a contar de 19,04,85, data de vencimento da concessão ora em
vi
gor.
(800209) 7,
»
). I i
EXTINTORES
12) INPAL S/A. Industria Química - (ADYPEL QUÍMICA LTDA.) - Av.Bra sil n'9 42.401 - Km 42 - Rio de Janeiro - RJ - Extensão de
Des
Desconto
Planta n?
1 (19 e 29 pavimentos),2, 3 (terreo e mezanino),3-A,
5%
3-B,3-C,4 (terreo, subsolo e jirau),5,6,7,8,9 ,10,12,
contos por Hidrantes e Extintores
Por unanimidade, aprovar a Inclusão da firma Adypel
Química
Ltda., na concessão «idos descontos de 5% (cinco por cento), por
extintores, e 15% (quinze por cento), por hidrantes, Proteção B com C, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a contar de 3-0.10.84.
16) S/A. Whitè--Martins - GLEBA "A" - Quadra "A" - Tibiri - São
Lu
i z -Estado do Maranhão - Extensão de Desconto por Extintores
(780024)
Por unanimidade, aprovar a extensão do descontode 5% (cinco por cento), por extintores, para os locais assinalados na plan
09 .10.84,
ta-incendio com os n9s 6,8 e 8-A, pelo período de 23.10.84, da ta do pedido da Seguradora líder, ate 10.12.87, para unifica
13) COMPOSIÇÃO DA CRI-LC-TM Tomar conhecimento da carta n9 DEINSP/RJ-359/84 , de
17 (19 e 29 pavimemtos), 18 e 19.
da Bradesco Seguros S/A., informando que o Sr. Aurínio
Bandei
ção de vencimento. (820770)
ra de Menezes estará de ferias no mis de novembro de 1984. (830655)
14) Aeroton GAses industriais Ltda. - Av. João XXIII, sfnSÍ - Santa
Cruz - Rio de Janeiro - RJ - Concessão de Tarifação Individual RECURSO
17) H. Stern Com. e Ind. S/A. - Rua São Luiz Gonzaga n9 825 -
Rio
de Janeiro ~ RJ - Concessão de Desconto por Extintores Aprovar, por unanimidade, a conce#tfiáo do desconto de 5% (cinco
por cento), por extintores, aplicável ao risco assinalado
na
Por unanimidade, ratificar a negativa de Tàrifação Individual para as plantas n9s 10,10-B/F,11/14,11-A/B,13-A e 16-A/16-Bpor se tratar de tanques e equipamentos metálicos ao ar livre.
pavimentos) e 3 (19 ao 49 pavimentos), pelo prazo de 5 (cinco) anos, a partir de 12.09.84 , data da solicitação da requerente.
(771191)
(840486)
15) Industria Química e Farmacêutica Schering S/A. - Estrada
dos
Bandeirantes n? 3091 - Jacarepaguá - Rio de Janeiro - RJ -Reno vagão de Descontos por Hidrantes e Extintores
Aprovar, por unanimidade, a renovação dos descontos abaixo,por hidrantes e extintores, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a contar de 13.10.84, data do termino da concessão anterior: hidrantes
Proteção
Descont£
A c/C
20%
C c/C
15%
3-A
B c/C
20%
3-B
C c/C
15%
^ (terreo, subsolo e jirau)
B c/C
20%
3-C,5,6,7,B,13 e 14
A c/C
15%
3,10,11,15 e 17 (19 e 29 pavimentos)
B c/C
Planta n9
planta-incêndio com o n9 1 (19 ao 49 pavimentes), 2
(19 ao 49
18) ESSEX Química, Ind. e Com. Ltda. - Estrada ctos Bandeirantes nÇ 3191 - Jacarepaguá - Rio de Janeiro - RJ - Renovação de Descem to por Extintores ^ Por unanimidade, aprovar a renovação do desconto de 5%
(cinco
por cento), por extintores, para o subsolo do prédio marcado na planta-incêndio cora o n9 6, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a partir de 08.06.84, data do vencimento da conceaeóo anter^ or.
1 (1? e 29 pavimentos) e 2 3 (térreo e mezanino)
(790391)
19) S/A. White )fertins - Av. Tarumã n9 1757 - Manaus - Estado
do
Amazonas - Renovação de Desconto por Extintores Aprovar, por unanimidade, a renovação do desconto de 5% (cinco
por cento), por extintores, aplicável aos riscos assinalados na planta-^incêndio com os nÇs 1,2 i 4 ,6 ,9 ,10 ,11 e 16, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a partir de 26.02,85, data de vencimento da concessão ora em vigor. (S.0114/70)
íí, <
■f.fi-iV
•^irr
hí
20) Essex Química, Industria e Comercio Ltda. - Estrada dos Bandei rantes n?s 3191 - Jacarepaguã - Rio de Janeiro - RJ -Concessão de Tarifação Individual Por unanimidade, recomendar aos orgãos competentes (IRB/SUSEP) a concessão de Tarifação Individual para a segupada em apreço, representada pela redução percentual de 25% (vinte e cinco por cento) sobre as taxas normais da Tarifa, palicavel
aos
prédios marcados na planta-incêndio com os n9s ^,^-A,5(l? pavi mento, roezanino e 3? pavimento) e 6, pelo prazo de 3 (três) anos, a partir de 20.08.8H, data do pedido da líder do seguroC 8H0H3B)
21) S.S. White Artigos Dentários Ltda. - Rua Senador Alencar n9 160 - Rio de Janeiro - RJ - Renovação de Desconto por Extinto
wrrwT
30)São Marcos Empreendimentos e Participações S/A. - Av. Rio Bran CO n9 128 - 29 ao 189 pavimentos - Rio de Janeiro - RJ -Conces
são de Desconto por Extintores Por unanimidade, aprovar a concessão do desconto de 5%
(cinco
por cento), por extintores, aplicável ao risco marcado na plan ta-incindio com o n9 1(2? ao 18? pavimentos), pelo prazo de 5 (cinco) anos, a partir de 10.10.84, data do pedido da requeren te .
(840555)
31) Hermes Macedo S/A. - Av. Londres n9 270 - Rio de Janeiro -
RJ
Renovação e Extensão de Desconto por Extintores Aprovar, por unanimidade, a renovação do desconto de 5% (cinco
por cento), para os risços assinalados na planta-incêndio
com
os n9s 1 (19 ao 39 pavimentos e jirau), 2,2-A,2-B e 3,
pelo
Aprovar, por unanimiade, a renovação do desconto de 5%" (cinco
prazo de 5 (cinco) anos, a partir de 29.10.84, data do
venc^i
por cento), por extintores, para os locais assinalados
mento da concessão anterior, e extensão do mesmo benefício aos
res
na
planta-incêndio com os n9s 1/1-A (19 ao M-9 pavimentos), 1-B, 2,3,4/H-A, 5,7 e 8 pelo prazo de 5 (cinco) anos, a partir
de
de n9s 4 e 5, pelo período de 16.10.84, data do pedido da lí der do seguro, até 29.10.89, para uniformização de vencimento.
13.02.85, data do vencimento da concessão ora em vigor.
(790738)
(S .0131/70)
22) Hotel Lancaster - Av. Atlântica n9 1470 - Copacabana - Rio de
Janeiro - RJ - Renovação de Desconto por Extintores Por unanimidade, aprovar a renovação do desconto de 5% (cinco por cento), por extintores, aplicável aos subsolos, 19 ao 139 pavimentos e cobertura do prédio em apreço, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a partir de 25.04.85, data
de vencimento
da
^2) Industria de Produtos Alimentícios Piraque S/A. - Estrada Anto nio José Bittencourt n9s 1270/1280 - Nilopolis - Rio de
Janei
ro - RJ - Concessão de DescontÜ por Extintores Por unanimidade, aprovar a concessão do desconto de 5%
(cinco
por cento), por extintores, para os riscos marcados na planta-
incêndio com os n9s 1,2(19 e 29 pavimentos) e 3 (térreo e meza nino), pelo prazo de 5 (cinco) anos, a partir de 17.09.84,
concessão ora em vigor. (800218)
ta da solicitação da requerente. (840504)
23) Remington Industria e Comércio de Sistenfâ para escritórios S/A Av. Brasil n9 22.950 - Guadalupe - Rio de Janeiro - RJ -
Re
da
^3) Humberto Tecidos e Decorações Ltda. - Rua Ga\rcia D'Avila
' n9
novação e Extensão de Tarifação Individual Por unanimidade,, recomendar aos órgãos competentes (IRB/ SUSEP) a renovação da Tarifação Individual para a firma em re
tintores
ferincia, representada pela redução percentual de 25%
por cento), por extintores, aplicável ao risco assinalado
na
planta-incêndio com o n9 1, pelo prazo de 5 (cinco) anos,
a
(vinte
e cinco por cento) sobre as taxas normais da Tarifa, para
os
riscos marcados na planta-incêndio com os n9s 6,6-A, 6-C/6-F,
13,13-A,14,15,15-A,17,17-A/l7~E e extensão do mesmo benefício ao de n9 31, pelo prazo de 3 (três) anos, a paritir
178 - Ipanema - Rio de Janeiro - Concessão de Desconto por
Ex
Aprovar, por unanimidade, a concessão do desconto de 5% (cinco
f:
partir de 19,10.84.
'I. .
(840550)
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02.10.84, data do vencimento da concessão anterior. (781081) 10. íiV' ■ -Trrr-r-'^rr"i"r"^r'"iÉ" ri'ir
aarr^fiigaiiigii^
,.ki^kÉÉlUÉÍUMÉ«Ítt4ÉlhÉhÍll|ikÉ|ÍI
13.
34) Aracruz Celulose S/A. - Barra do Riacho - Município de Aracruz
Município do Espírito Santo - Renovação e Extensão de tos por Hidrantes e Extintores Por unanimidade 5 aprovar a renovação e extensão dos
Descon Planta
descontos
Ocup/Prot♦
por hidrantes e extintores como segue:
(19/39 pav.)
EXTINTORES
17-A,19-A/B, 20 , 24 ,26 , 26-A,30^ 33( 29/149
a) renovação do desconto de 5% (cinco por cento) pela existin
pavimento),33-A/F,35-A,36-F,103(29
cia dos aparelhos para os riscos marcados na planta com os
vimento)
n9s: 14(subsolo, 1? e 29 pavimentes),14-B,15,15(terreo, in
106
termediario e 19 pavimento),17(terreo e 19 pavimento), 20, 21(terreo e 19 pavimento),21 (29/89 pavimento),21~A(terreo
104
e 19 pavimento),22(terreo e 19 pavimento),22(29 pavimento)
22-A(terreo, intermediário e 19 pavimento),23(terreo e
19
pavimento),24, 25,26 , 26-7^,..30 ,3 2(terreo e 19 pavimento), 33 (térreo e 19/49 pavimento),35 ,35-A,36(térreo e 19 pavimen to),36-A(térreo e 19 pavimento),36-B(térreo),36-C(térreo e 19 pavimento),36-D(térreo),37,40,42(térreo e 19 pavimento)
43(térreo e 19 pavimento),43-A,43-B(térreo e 19 pavimento) 45,46,102/IO2-A,103(térreo e 19 pavimento),103(29 pavimen to),103-A,103-B,103-C,104,111 (desdobramento da planta n9 32 - térreo e 19/39 pavimento); b) extensão do desconto de 5% (cinco por cento) por extinto res para os riscos marcados na planta com os n9s 16(29 pa vimento),26-B,32(29 pavimento),32(jiraus do térreo, 19 e 29 pavimentos),51,54 ,54-A,55 ,101,105,10 7/10 7-A/B,108 , 112,
113,114,117/117-A/B,119(térreo e 19 pavimento) e 121. c) negativa do desconto por extintores, devido a falta de pro
teção parcial e/ou total e/ou proteção inadequada, para os riscos marcados na planta-incêndio com os n9s 14-A, 17-A, 18,19/19-A/C,29,29-A,31,32-A/G,33-A/F,34,36-E/F,38,39, 53, 57,103-D,106/106-A/D,109,110,115,115,118-A/C e 120-A/B;
renovação do desconto pela existência de hidrantes, por
um
sistema, interno ou externo, para os riscos marcados na pi^H ta com os
n9s:
A/C A/C
Ocup ♦/Prot.
Desconto
14(subsolo,19/29 pav.),14-B,15,17(ter reo e 19 pav.),2l(29/89 pav.),21-A(tér
15%
.1
B/C
15%
C/C '
15%
- extensão do desconto pela existência de hidrantes, por sistema, interno ou externo, para os riscos marcados
um na
planta com os n9s Ocup/Prot.
Desconto
51
A/C
15%
26-8,32(29 pav.32(jirau do 29 pav.) , 54.,54-A555,106-B/D,108112,115, 116, 117/117-A/B,118A/C,119(térreo e 19
B/C
Planta
'
15%
pav.) e 120-A/B
renovação do desconto por existência de hidrantes, dois si^
14.
•
V
temas, para os riscos marcados na planta com os n9s Planta
16(térreo, intermédiario e 19 pav.),
Ocup/Prot.
Desconto
A/C
20%
B/C
20%
Ocup/Prot.
Desconto
21,(térreo e 19 pav.),22(térreo e 19
pav.),23(térreo e 19 pav.),36-A (tér reo e 19 pav.),36-C(térreo■e 19 pav) 42(térreo e 19 pav.),43(terreo e 19 pav.), 45 e llK desdobramento da plarp ta 32 " térreo)
25 , 32(térreo e 19 pav) , 33<térreo
e 36-B
(térreo),36-D(térreo) , 37 ,4 3-A,4 3-B(tér reo e 1? pav.) e 103 (térreo e 19 pav) extensão do desconto pela existência o
risco marcado na- planta com o n9 20% 32 (jiraus do terreo e 19 pav^.) B/C negativa dc desconte por hiidrantes , devido a falta de pro teção parcial e/ou total,'paVa os riscos marcados na planta
reo, intermediário e 19 pav.),35,4O,46
I
3
106-A
Planta
(tér
1' •
pa
de hidrantes5 dois sistemas, para
Planta
reo e 19 pav.>,22( 29 pav.),22-A
e
19 pav.),36(térreo e 19 pay.)
HIDRANTES
Desconto
103-A e 111(dasdobraraento da planta 32
com os n9s 14-A,15(29 pav.),18,19,19-C,29,29-A,31,32-A/H,34
38,39,53,57,101,102/102-A,103-0,105,109,110,113,114 e 121. 15
1:
'm.;w
CRI-LC-ra
"MlKZnt''/
iM/r&
04) Aeroporto Hotel - Av. Beira Kar n? 280 - Rio de Janeiro - RJ -
Renovação de Desconto por Extintores Por unanimidade, aprovar a renovação do desconto de 5%
ATA N9 ;.3/8Lf
Resoluções de 22.11.8U :
(cinco
por cento), por extintores, aplicável aos subsolo e 19 ao
10?
pavimentes do prédio epigrafado, pelo prazo de 5 (cinco) anos,
a partir de 02.05.85, data de vencimento da concessão ora
I í
h
em
vigor.
01) Discos CBS - Industria e Comercio - Av. Prefeito Sã Lessa
n9
G21 - Distrito Industrial - Fazenda Botafogo - Acari - Rio
de
Jane^iro - RJ - Renovação e Extensão de Descontos por Hidrantes e Extintores _
a) Aprovar, por unanimidade, a renovação do descon to de
5%
(cinco por cento), por extintores, aplicável aos riscos assina lados na planta-incindio com os n9s 1,1-A,2,3,5 ,6 e 7,
pelo
prazo de 5 (cinco) anos, a partir de 30.01.85, data de venci mento da concessão ora em vigor, e extensão do mesmo benefício aos de n?s 1 (cobertura), 1-B,4-A,8,9 ,e 10, pelo período de 30.0^8.84, data do pedido, ate 30.01.85 , para unificação de
(800333)
05) Furnas Centrais Elétricas S/A. - Diversos Locais do Brasil -Pe
dido de renovação de tarifação individual Recomendar, Dor unanimidade, aos órgãos superiores (IRB/SUSEP) a renovação da Tárifação Individual, pelo prazo de 3 (três) anos, a partir de 15.11.84, data do vencimento da concessão anterior, representada pelas seguintes condições: a) taxa única de 0,10% (dez centésimos por cento) para os
ris
COS administrativos (coberturas de Incêndio e Raio);
b) taxa única de 0,125% (cento e vinte e cinco milésimos
por
cento) para as coberturas de Incêndio e Raio nos demais ri£
vencimento; e
b) por unanimidade, negar a concessão de descontos por extinto res para o lócal n? 4, por tratar-se de risco isolado
sem
proteção e de hidrantes por não atender ao disposto
nos
s^ubitens 1.5.4.4. e 1.5.4.5, alínea "a" da Circular
n9
19/78, da SUSEP. (800252)
02) Hote J Trocadero - Av. Atlântica n"? 2064 - Copacabana - Rio Janeiro - RJ - Renovação de Desconto por Extintores Por 'unanimidade, aprovar a renovação do desconto de 5?
de
COS ;
c) taxa de 0,20% (vinte centêsímosopor centofs," para a cobertu ra de Danos Elétricos, e
d) taxa de 0,325% (trezentos e vinte e cinco milésimos por cen
to) para a cobertura de deficiências de seguro, nas verbas específicas (incluída a cobertura de Danos Elétricos), já considerados os descontos por instalações, de prevenção
e
combate a incêndio existentes ou que venham a existir. ( 780944)
(cinco
por oento), por extintores, aplicável aos subsolo e 19 ao
14?
06) Rio Othon Palace Hotel - Av. Atlântica n? 3264 - Copacabana
paviWientos e cobertura do prédio referenciado, pelo prazo
de
Rio de Janeiro - RJ - Renovações de Desconto por Extintores
5 (cinco) anos, a partir de 20.05.85, data de vencimento
da
Por unanimidade, aprovar a renovação do desconto de 5%
conqipssão ora em vigor. (800275)
03) LIPS do Brasil Ind. e Com. Naval S/A. - Av. Bfasil'n? 49.691 -
Rio de Janeiro - RJ - Renovação de Desconto por Extintores n
(cinco
por cento), por extintores, aplicável aos 19 e 29 subsolos e térreo ao 329 pavimentes do prédio em questão, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a partir de 13.05.85, data de vencimento da
con
cessão ora em vigor.
_
Aprovar, por unanimidade, a renovação do desconto de 5% (cinco
(800208)
por 'cento), por extintores, para os locais marcados na plantaincêndio com os n?s 1,2,3(19 pavimento e mezanino),4 ,5 ,6 e
8,
pelo prazo de S (cinco) anos, a partir de 11.02.85, data
do
i:
t
vencj-mento da concessão ora em vigor (BOOOBÜ)
17
16„
!{i;.
07) Casas Sendas Com. e Ind. S/A. - Av. Presidente Kennedy n9 429 Sao Gonçalo - Rio de Janeiro - Extensão de Descontô por Extinto
10) CEPEL - Centro de Peswquisas de Energia Elétrica - Rua Olinda,
res
Aprovar, por unanimidade, a extensão do desconté^'de 5%
(cinco
por cento), por extintores, para os locais assinalados na
plan
ta-incêndio com os n9s 1-A(subsolo, terreo e 2? pavimento) e 2, pelo período de 12.11.84, data da solicitação da Seguradora,ate 08.05.88, para unificação de vencimento. (780460)
s/n9 - Adrianopolis - Nova Iguaçu - Rio de Janeiro - RJ -
Con
cessão de Desconto Dor Extintores _
A
Por unanimidade, aprovar a concessão do desconto de 5%
(cinco
por cento), por extintores, aplicável aos riscos marcados na planta-incindio com os n9s 1, l(entreteto),1-A(19 ao 39 pavi mentos),1-B(19 ao 39 pavimentos, entreteto e terraço), 2 (19 e
08) Produtros Industriais Oxidex Ltda. - Rua General Corrêa e Castro
29 pavimentos),3(19 e 29 pavimentos),3~A,3-B,3-C,3-E,4,4-A,4-B
n? 11 - Jardim América - Rio de Janeiro - RJ - Ampliação de Des
4-C,4-D,4-E(19 e 29 pavimentos),5,5-A,5-B,6,7,8,9,9-A,10,11-A,
conto por Hidrantes
12,13,15,17-A,18(19 e 29 pavimentos),19,20,22,23 e 24, prazo de 5 (cinco) anos, a partir de 31.10.84, data do
Por unanimidade, aprovar a ampliação do- desconto de 5%
(cinco
por cento), por hidrantes, para os locais marcados na planta-in
cêndio com os n9s 1,1-A(19 ao 39 pavimentes),1-B,1-C,2 e 2-A, pelo período de 19.11.84, data da solicitação da requerente, ate 09.12.88, data de vencimento da concessão bãsica, ficando, assim, o quadro de descontos por hidrantes aprovado: Planta n9
Subitem
- 1,1-A(19 ao 39 pa vimentos),1-1
5.3.3.be
1-C, 2 e 2-A
Proteção
Desconto
Ac/B
10%+5%
pelo pedido
da requerente. (830329)
5.3.3.1
- 4,6,6-A,7,ll,14 e 17
5.3.3.b
A c/B
10%
- 3,5,9 ,10 e 15
5,5 .5 .b
A c/A
15%
- 18
5.3.3.b
A c/C
5%
(760259)
09) Armazéns Gerais Carapina Ltda. - Av. Iriri n9 339 - Carapina Serra - Estado do Espírito Santo -• Concessão de Desconto por Hidrantes e Extintores Aprovar, por unanimidade, a concessão dos descontos abaixo, por
hidrantes e extintores, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a de 24.10.84, data do pedido da líder do seguro:
partir
HIDRANTES Planta n9
1, 3 e 3-A
Proteção B c/B
Desconto 20%
EXTINTORES Planta n9
Desconto
1, 3 e 3-A
18.
.1 i
CTSILC-TM
(ATA N9 18/8Í4)
Resoluções de 13.11.3^: 01) TINTAS CORAL S/A-AV.PAPA JOÃO XXIII,2100-MAUA-SÃO PAULO-PEDIDO DÊ~CONCESSAO DE TARIFAÇAO INDIVIDUAL (TAXA ÚNICA).- Encaminhar aos orgaos superiores CIR3/SUSEP). (840455) 02) COBAL.CIA.BRASILEIRA DE ALIMEMTOS-DIVERSOS LOCAIS NO BRASIL-PE
11) deicmar-hanie:
3/A.-DESPACHOS ADOANEIROS,ASSESSORIA E TRANSPOR
TES-FEDII
:ONCESSAO DE APÓLICE AJUSTAVEL COMUM.- A CTSILC-
r, entende nas ser possível ã concessão de apólice ajustavei comum, por nao se enquadrar nas atividades previstas no subi tem 2.2 do Artigo IS da TSIB. (84C490) ^
■■ D
l . i' 't f
DIDO DE RENOVAÇÃO DE TARIFAÇAO INDIVIDUAL (TAXA ÚNICA).-Enca minhar aos Orgaos Superiores (IRB/SUSEP). (731892)
03) CATA-CIA.AMAZÔNIA TÊXTIL DE ANIAGEM-AV.BERNARDO SAYÃO,138-BE LEM-PARA-^PEDIDO DE CONCESSÃO DE TARIFAÇAO INDIVIDUAL.- Encami nhar aos orgaos superiores (IRB/SUSEP). (840553) 04) JOHNSON & JOHNSON DO NORDESTE S/A. IND.E COMERCIO-RODOVIA BR -
101-Kma,8- DISTRITO INDUSTRIAL DE JOÃO PESSOA-JOAO PESSOA-PA-
MIbA-PEDIDO de RENOVAÇÃO DE TARIFAÇAO INDIVIDUAL.- Encaminhar aos orgaos superiores ÍTRB/SUSEP). 05)
(810795)
MINERAÇÃO ORIENTE NOVO S/A.-DIVERSOS LOCAIS NO ESTADO DE RONDÔ NIA-PEDIDO -DE CONCESSÃO DE TARIFAÇAO INDIVIDUAL (TAXA ONICA).Baixar o processo em diligencia, a fim de que a lider do seguro envie o demonstrativo de Taxa Única.
06) FORRO "POLITHERM"-CONSULTA."Politherm" deve
(840562)
A CTSILC-TM entende que o material
ser considerado como agravante quando aplicada
como forro em prédios de Classe 1 (superior) de construção TSIB.
'
da
(840452)
07) ORCHARD INDUSTRIAL S/A.-ENQUADRAMENTO TARIFÃRIO-CONSULTA.- Res ponder ao IRB que sendo o processo de produção do segurado,efe
tuado em máquinas de rotogravura, devem ser obedecidos os cri térios vigentes na TSIB. (840465) 08) MELITTA DO BRASIL INDÚSTRIA E COMERCIO LTDA-RODOVIA SALIM ANTO
NTÕ" CURIATTI ( SP-24.5),KM . 5-MUNICIPIO DEAVARE-SAO PAULO-ENQUA-
DRAMENTO TARIFARIO-CONSULTA■-
Responder ao IRB que sendo o se'
gurado fabricante de cafe em po, e não solúvel, e constituir a torrefaçao um risco isolado, devem ser obedecidos os critérios constantes da TSIB.
'
(840496)
I
1
09) NUTRICOOPER-NUTRIMENTOS COOPERATIVOS S/A-RODOVIA JOSÉ SETTE,KM 1-BARRA DE SAO FRANCISCO-ESPIRITO SANTO-PEDIDO DE FIXAÇAO DÉ TAXA PARA SEGURO AJUSTAVEL ESPECIAL,- Encaminhar aos órgãos su periores (IRB/SUSEP) . (84ü462y
10) CENTRAL DE AR CONDICIONADO-CONSULTA SOBRE ENQUADRAMENTO TARIFÃ RIO NA TSIB.- Informar ao Mercado Segurador, através do Bole -
tim da FENASEG, que esta Comissão entende que: a) devem
• ' ser
classificados como conteúdo, para fins de seguro incêndio, os sistemas de ar condicionado que se enquadrem em:aparelho de ja nela e split system; b) devem ser classificados como prédiosPâ ra fins de seguro incêndio, os sistemas de ar condicionado
se^enquadrem em: self contained,com condensarão de ar, self
tained,com^dondensaçao a agua e sistema com agua gelada;
^
ser entendido como sistema todo o conjunto (equipamentos 6 tuT talação) necessário ao seu funcionamento.
(84031
II1 ,
.'•i' ■ ■'i' :, i.L
M. '
zo
I
—- >.
CTSILC-TM
juwTK.
89 sem, contudo, atender o disposto na alínea "a" do Artigo 15 da
(ATA N9 19/8M-)
TSIB.
(840402)
Resoluções de 27.11.8'4 :
'^7) S/A.WHITE MARTINS-RODOVIA PRESIDENTE DUTRA,Km.120-POMBAL-ESTAD0 DO
01) SEGURO DE VENDAVAL E RISCOS AFINS-CONSULTA.- Negar a solicitação da consulente no sentido de se admitir'que o seguro de
vendaval
e riscos afins das mercadorias possa ser feito em apólices
RIO DE JANEIRO-SEGURO INCENDIO-ADICIONAL DE ALTURA.- Encaminhar o
processo ã CPCG.
(830423)
de
incêndio que cubram prédios, maquinismos e instalações e, even tualmente, mercadorias, e com valores segurados para vendaval
riscos afins com verbas especificas por armazéns.
e
(770754)
02) CRIAÇÃO DE RUBRICA ESPECÍFICA NA TSIB, PARA INDÜSTRIAS QUE PRODU ZEM DEFENSIVOS AGRÍCOLAS (INSETICIDAS,FUNGICIDAS,HERBICI DAS ,ETC. Sustar o processo até apresentação das conclusões do Grupo de Trabalho constituído para esse fim e informar ao IRB a decisão a cima.
-
-
V'
(840536)
03) S/A.FRIGORiFICO ANGLO-MARGEM ESQUERDA DO CÓRREGO CAVEIRAS,S/N9GOIÃNIA-GOIÃS-PEDIDO DE EXTENSÃO DE DESCONTO POR EXTINTORES.-
Aprovar a extensão do desconto de 5% (cinco por cento), por ex tintores, aplicável aos locais marcados na planta-incindio coni os nÇs. 21,23,24,26,28 e 30, pelo período de 24.04.84, data da carta n? DTS-1466 /84 , do Sindicato de São Paulo, até 18.05.87,pa ra unificação de vencimento. (820354) 04) CIA-INDUSTRIAL DE PAPEL PIRAHY-AV.DARCY VARGAS,325-PIRAf-ESTADO DO RIO DE JANEIRO-DESCONTO POR BOMBAS HÕVEIS.- Tomar conhecimen to da carta nÇ A-1165/84, de 18,10.84, da Seguradora Brasileira Motor Union Americana S/A. e arquivar o processo.
(820268)
05) QUÍMICA ASCA LTDA-AV.DAS NAÇÕES,21661-SANTO AMARO-SÃO PAULO-PEDI DO DE CONCESSÃO DE DESCONTO POR SISTEMA DE BOMBA MÕVEL.-Aprovar
a concessão do desconto de 10% (dez por cento) aplicável aos Io cais assinalados na planta-incindio com os n?s, 2 (1? e 29 pavimentos),3,4,5,6,7,8,9,12,14,17,18,20,21,22,25,26,27,28 e 32,
pe
Ia existência de sistema de bomba movei, pelo prazo de 5 (cinco) anos, a partir de 30.10.84.
(840444)
06) BABCOCK & WILCOX-FIBRAS CERÂMICAS LTDA-MANTA DE FIBRA CERÂMICA "KAOWOOL" E PAINÉIS FLEXÍVEIS E KAOWOOL"-REVESTIMENTO NAS ESTRU
TURAS METALICAS-CONSULTA SOBRE APLICAÇÃO NA CLASSE DE CONSTRUÇÃO Considerar a "Manta de Fibra Cerâmica Kaowool" e os "Painéis Fie
xiveis'XE", com peso específico de 96kg/m3 e espessura de 25min, como materiais não agravantes da classe de construção do Artigo 22, 23
ÉÉt>'y 'mèaiÊiAii- •i;.. J.«WMfciiM-jX < i"?,.
C E A J ATA N9 11/84
Entende a FENASEG que a outorga de poderes deve abranger não so as medidas cautelares, mas também todas as ações judiei
Resoluções de 19.11.84 :
ais pertinentes ao seguro em questão.
(830025)
03) Exigência da apresentação do bilhete no licenciamento COMPARECIMENTO: Joaquim A. de Queiroz, Jonas Mello de Carvalho, Jo se Soares Cunha, Jose Sollero Filho, Luiz P. Guima
anual
do veículo
Adiado para a próxima reunião (830720)
rães .
O 4) Tributação de Salvados
^^sencias
Justificadas: Ayrton Pimentel, Luiz Vieira Pinto, Mario Leal Gomes de Sá, Marília Stockler de Pau Ia e
01)
02)
Aprovado por unanimidade, o voto do relator, no sentido
de
sugerir ã Diretoria da FENASEG, as seguintes providências:
Vilson R. de Andrade.
a) Divulgação da malsinada Portaria SüPLAN n9 021 entre as Sociedades ATA DA REUNIÃO ANTERIOR - APROVADA
Seguradoras e remessa da mesma ao Escritório patrocinador da causa
Cláusula para instituir a líder como procuradora das cossegura
em andanfânto para juntada aos autos con requerimento ao Desembarga
doras - Solicitação da PETROBRÃS a) Por maioria de 7 x 2, foi considerado válido o mandato tác^
dor Relator no sentido de que seja oficiado ao Secretário da Fazen
to, dentro do previsto no artigo 1290 do Codigo Civil;
e
b) Também por maioria de 7 x 2, foi decidido sugerir ã
Direto
ria da FENASEG, que oficie ao IRB, em resposta ao
ofício
da do Estado suspendendo qualquer autuação fiscal ao propósito, en
quanto se encontrar o assunto "sub judice", sob pena de desobediin cia â ordem judicial;
b) ReccíiBndação âs Seguradoras vítimas de autuações fiscais senelhan
ração do Art. 39 da Circular PRESI-0 34 ,7 8 , SEOPP-0 34 /78, de 25,04.78, para cujo projetado & 29 propomos, entretanto ^
tes para que deduzam as suas defesas administrativas, a exemplo da ora inclusa, da minha modesta- lavra e que o Departairento Jurídico
seguinte redação:
de cada Congênere poderá aperfeiçoar, engrandecer e enriquecer;
'
I .
;i
I
I
,i . !■I) ' ■
soli^i c) Interposição de recursos administrativos seirpre que exsurgirem de
tar ao IRB, no prazo previsto no caput deste artigo, que
ça constar da apólice a cláusula em que se estipule que Sociedade Seguradora, sorteada ou vencedora da
I
i>
"t''
PRESI-24 2/ 84 , de 02.0 8.84 , manifestando-se favorável ã alte
"As entidades referidas no artigo primeiro poderão
«
' • I
^
concorren
cia, fica investida pelas Cosseguradoras de poderes p^^^ ceber citaçao e intimaçao , bem com^o para representa-lS-S dicialmente, quer na qualidade de requerentes, quer na. de requeridas, em qualquer ação decorrente do respectivo ro, conferindo-lhes para tanto os poderes da cláusula ^ doS judicia" para o foro em geral e mais os especiais enumer^ no Art. 38 do Codigo do Processo Civil para o que devera bstabelece-los a advogado".
cisões abusivas na iresma esfera, ms deixando qualquer depósito pa ra ser feito apenas em juízo e ensejar atbargos de executadas, se
sobrevierem execuções fiscais, já que, se houver depósito meramen te administrativo, dificilmente verá a depositante a cor do seu di nheiro, ainda que venha a ser vitoriosa na esfera judicial;
d) Oferecer, ccmc subsídio ao escritório de advocacia, o acórdão
do
STF - Pleno - na Representação de Inconstitucionalidade n9 1181-0PA e o artigo subscrito pelo Dr. C» Soares, Fenaseg, intitulado 'ICM
inserto no BI o 788
da
|\ . '1
sobre Venda de Salvados e Sobras'. ,1'^, '
24 25.
05) Preposto de Corretor de Seguros - Enquadramento Sindical Sugerir ã Diretoria da FENASEG que responda a missivista a gradecendo o teor da comunicação,
C T S C G F
C 840583)
ATA N? 10/84
06) Assuntos Fiscais - Diversos - Assuntos Gerais
Resoluções de 22.11.84
Distribuir a relator. (800272)
07) Acordos Coletivos dos Condutores de Veículos Rodoviários
de
COMPARECIMENTO
Belem
Ciente, arquive-se. (830087)
Compareceram á sessão os Srs.: Alberto Cardoso San tiagO(^ Sebastião do Nascim.ento, Ivo Marcos Falcone João B.F. Filho, Joaquim Rocha, JosI A. R. da En carnação, Jorge Carvalho,Lorileu Domanski, Manuel Lopes Torres, Neli Peixoto G. Pacheco, Paulo R. B.
Magarinho, Werton Boechat Diniz e Getulio do Nasci mento.
01) Seguros de Garantia de Obrigações Contratuais - Reajustamento de Importância Segurada e Parcelamento de Prêmio Foi apreciado o trabalho apresentado pela subcomissão encarre gada de rever os critérios de Cadastro, sendo sugerido o conv_i te a representante do IRE para esclarecimentos indispensáveis â votação da matéria. ...
.
(830369)
02) Seguro Compreensivo para Edifícios em Construção, através Incorporação em Condomínio, sem financiamento do SFH
de
Aprovar, por unanimidade, o voto do relator como segue: a)
a
provação da cobertura dos riscos de inadimplemento na carteira de Credito Interno dentro das Condições Especiais
propostas
neste relatório, e b) que se de conhecimento ao IRB. (840327)
03) COMPOSIÇÃO DA CTSCGF - Tomar conhecimento da substituição Sr.
Júlio César Mattos de Farias pelo Sr. Claudinei
do Ro
drigues Proença. ( 830 584 )
26.
27.
T.szrivr.TÉ' '/
CTSA-RCF-DPVAT
C T S H
ATA N9 lU/84
ATA N9 12/8^1
Resoluções de 27.ll.8t4!
Resoluções de 22,11.84:
Tabela de Prêmios de Referencia - a) Aprovar por maioria a Tabela de Prêmios de Referência que vigera a partir de 01,01,85; e
encaminhar a referida Tabela aos iJrgaos Competentes, para homol£ gação.
(770342)
yjwjrs.
:
01) O Sr. Presidente deu ciência ao Plenário do andamento dos proces sos n9s 800590 (Limites Máximos de Indenização e Cobertura de Catástrofe), 8005U1 (Bõnus do Decreto-Lei n? 2.164/84, em caso de inabitabilidade do imóvel) e 830540 (medidas cautelares em imóveis construídos sem recurso do SFH), todos na expectativa de decisão do Sr. Presidente da FENASEG sobre as minutas de
cartas
ao BNH e ao IRB, preparadas pela CTSH.
02) O membro da Comissão Miguel S. Campos pediu registro de que, no trabalho elaborado pela Assessoria do Sr. Presidente da FENASEG á respeito da elevação das taxas de seguros do SFH, recentemente
aprovadas pelo BNH, os dados de prêmios e sinistros de Agentes sob liderança da Itaü (5a Região) e Aliança da Bahia (4a Região) não foram levados em consideração e que, se o fossem, certamente o grupo de Trabalho teria chegado a taxas um pouco mais elevadas do que as que prevaleceram.
^3) o Plenário aprovou a antecipação para o dia 13 de dezembro
de
1984 da realização da ultima reunião ordinária da CTSH, neste ano. Será iniciada âs 9:30 horas. Após a reunião, os membros da Comissão irão almoçar em churrascaria no Mourisco (Botafogo).
ii 1
1% 29
331 CO DL^ 23/lO/SCi
^UÇAo N? 130/8^: - PROC.-CoI.-í^.i/S^: Segurado: Cia. i^^acional de Calcáreos e Deri^yados - Concal - Arcos - (MC),- Pedido de desconto por Ex tintores - Extensão,
X.
\
Aprovado, por unani.nidade, o voto do relator, pela extensão
do desconto cs 5-3 (cinco por cento], pela protaçio por ex tintores nos locais marcados na olanta com os n9s 11, 12 e
Id-, oelu período de l'^/33/Bâ a C7/05/89, ■
\
ATAS
DO
SINDICATO
DE
MINAS
GERAIS
,
'Ç^O ^'e i31/3A: - PPCC.-Col.-lV^í osgurmdo: .Vetalúrgica ^^.ftetarazzo 3/A,- Av, Hum, IPoG - Contagem - '/IG.- Pedido de desconto por extintores
OUTUBRO E NOVEMBRO/1984
"Penovepao".
Aprovado por unanimidade, o voto do relator, pela negativa do desconto por não possuir o selo da ABi'"'rr, ij' ♦
V^O N9 132/Bii: - PR0C.-C3I,-'5c/3íl: Segurado: Futurista Industria e Comércio de '•-loveis Ltda,- Av. Augusto de Lima, 151^5/1578 - Belo Horizonte :.IS.- "Glassificapac Tarifária"
Aprovado, por un-nimidade, o voto do miator como segue:
Considerando que a ocupação segurada é loja de moveis, com
colchões e congêneres, com ifícina de consertos (lustração partes raspadas e reparos de partes quebradas] e trabalhos de estofamento a base de espuma de borracha, exclusivamente en-
auadrar o risco na Rubrica 300-32 Loc. 1.07.2 - Taxas: P-Ü,aCíyíi i ,•JU' )0
30
31 iiti
■
ATA m REUMIÂO QA C3I OC DIA 31/10/8^: ATA m REUNIAQ da CSX DO DIA OS/ll/8^:
R-^-jCLU^Ai^ N5 j.2j/S4: - PROC,—'_,3i,—75/3^: Segurado: Ntaore rarrr.ulários Ltde,- Rodov"'
f^ESLUÇAo m 134/34: - PR0C,-CSI,-19/75; Segurado: Cia, de Tecidos Norte de í.tinas -
- Posuo Alegre - Itajubá - Km-124 - 3anta F^ita dc 3apücai - [i.tS].- Pedido de desconto jgr Hidrantes - "Nove".
"C0TEMI^A3" Av, f.tegalhães Pinto, 4,000 - 7ontoes Claros - i.C Pedido de Tarifapão Individual - "Rsnoveção".
Aprovado, por uaninidade, o veto do relator, oela ccncassêc: d:
Aprovado, por unanimidade,
descondo de 20"/i [vinte por cento], para as plantas n2s
minhar o processo aos Órgãos Superiores, com parecer favorável ê
IB, 2, 5 s S, proteção 3 -.ocupação A/3, pelo período de
renovação da Tarifação Individual, repi^sentada pelo desconto de
22/08/34 a 27/12/86, para unificação de vencimento com o des
25^/0 (vinte e cinco per cento], sobre as taxas básicas da T3I3 pa
conto por extintores.
ro. os locais marcadas na plante com cs números 8, 3-A, S e 10,
c 'yoto do relator, no sentido de en-
''SsoluçAo NS 135/34: - PR0C,-G3I,-4S/Sí-; Segurado: Alcan Alumínio do Brasil Nordeste s/A,- Av, Américo Rene Gianettí - Saramenha - Ouro Preto - í.tB, Pedido de Tarifação Individual - "Novo",
Aprovado, por unanimidade, o relatório, com parecer favorável a
Tarifação Individual, pleiteada de 0,25T:, contra o voto de um membro por entender que a taxa media final deverá ser encontrada mediante recondução do calculo pelas Taxas da Tarifa e posterior
aplicação de todos os descontos cabiveis, inclusive corpo de bom beiros,
segue
32
33
RESLUÇÂG N° 136/34: - PRCC.-C3I,-3G/84: Segurado: Supergasbras - Distribuidora de Gas, 3/A,- Rua Desembargador Tito Fulgincio, 269 - Cidade Industrial
ATA cy\ REUNIAq da C3I DQ DIA 13/11/54:
Contagem - f.iG,-» Pedido de. desconto por Hidrantes - "TJovú".
REôOLUÇAO
133/34: - PRÜC.-C5I,-i"'/34; Segurado: Cooperativa Mista dos Produtores do Sudoeste Goiano - Ltda.- Rodovia BryOoQ - KrTw22" - Pio Ver
Aprovados, por unanimidade, o voto do relator, favorável a con cessão dos descontos abairo discriminados, dentro da Portaria
de - (".G],- Pedido de descontos por Extiniiores e Hidrantes "Revisão". - ■
■
I , I ,, III I I .
„ I, .i..
^ 1 1
■ ■
—,■■■ ■
21/55 do extinto Oí^PC porem limitados aos percentuais previs tos na Circular 19/73 da 3U3EP, pelo prazo de 5 anos, a contar
Aprovado, per unanimidade, o voto do relator, favorável a con cessão dos seguintes descontos:
do dia 23/07/84 a 23/07/39,
EXTINTORES: - o/ pela oroteção de extintores para as planoas n5s 10, 11, 15, IP, 19, 25, 30, 31 e 32, Plantas N^s
Classe do Risco
Classe de.Proteção
período ds 09/10/34 a 21;'02/55.
C[um sistema por bomba
1, 2, 3, 3-A
oelc
Desconto
15/: HICRANTES: - 15"í: para as plantas nSs 3, 7, 3, 9, 10, 11, 12,
1-A, 5, 6, 7
7-A, 10, 11 e 11^
IS;.:
1", 16, 19, 31 s 32, risco 3 -p proteção 3.
6 8 9
1?/^
Id"-j para as plantas n2s 2, 4, 5, 13, 14,24, 25,
t]
2", 26, 29 e 33, risco à - proteção 9. 10;; psra as plantas n^z 20, 22, 23 s 25, risco
C - pi-^ts-^ãc 3. - AbastszimGnto por bombas fixas.
■I resolução
137/84: - PRQC-CSI.-63/34: Segurado: Bates do Brasil Papel e Celulose S/A, Av, Um, 551 - Cidade Industrial - Contagem - f.G,- Pedido de desconto por Extintores - "Novo",
SOLUÇÃO N5 139/34 - P'^0C.-C3I.-"3.''""9: Segurado: Semente? ^srcill'Ltda- Rodovia f.íG Kr-3 - Capinopolis - [\'G) ^sdidc dt descontos por Extintores 'SnOVr.32C"•
Aprovado, por uanimidade, o voto do relator, pela negativa dos
descontos pleiteados ate que sejam sanadas as deficiências en
Aprovado, por unanir-^idacs, o voog dc relaoor, favorável à re
novação dos descontos de CL, psla proteção dos extintores para
contradas no sistema, quais sejam: 13 extintores com cargas ven as Plantas, n^s 1,
cidas, 4 obstruidos, 3 sem fichas de recarga, 3 com capacidade
♦
-
t
i, 5. 5-A, 3-9.
3, S, 10, 10-A, 10-3
13, 14 e 15, pelo oeríodo cs 2%''üi/S5 a 27/01/90.
inferior â exigida, 3 extintores de carreta descarregados e um sem sinalizacac.
se-uG
34 35
t:miL
RE3XUC.^3 1^0/•• cc I - PRC3,-C3I.-G-5/75; Segureciç; Gaiva dc Grss; Av. Jcss Andrajs 3=s3arpi, 2217 - überlâr.r:
Ind, Tsxtil Ltda.-
- f '.13).Psdidc
tís
ATA DA REUNIÃO DA CSI DO DIA 20/ll,/5b:
cssconto; por Extintorss - "Fisno-ja-.so.
Aprovado, por jnani-Idads, o vcoo do ".^lo-or, osla ranovapio dos dsscDotos oe õ..-, pela pro^eoao de 2>'ti,.otci'~3s pari as plar,
tas nSc ij 1"a , 2(tsrrso "^lezanioc e subscloo
subrsolp e alóos},
2,
l/l;, 2-A( térreo,
3,-.2, ll[o2rreo s sub-solo)
RESOLUÇÃO N5 143/8íi: - PR0C.-C3I.—5b/S4: Segurado: 3iobrás Sioquíicica do Brasil 3/A e Biofar Insumos Químicos Farmacêuticos,- .Av. 0, 1^12 Montes Claros - (M3).- Pedido de descontos por Extintores e Hidrantes - "Novo".
lirtérrecQ soo-solo;, Ib, 12, "2, 21, 22, "2, 2b e 25, pslc oeroodç dç lb/32/53 o 1^/23/20.
Aprovado, por unanimidade, o voto do relatar, pela concessão
dos descontos abaixo relacionados pelo período de 22/10/34, RESOLUÇÃO NS Ibl/Sb; - PR0D.-C3:.-5'~'2L: le^uradc: 2oooeraoiva dos Dafeicultores ds Re^ia^w de 3°*''"'L-3-íroaré.- Av. Ger.ersl i^stolfo ;"endes,
a 22/10/69:
s''oo - Patrooínlc - í:."-3\- Pedido de descontos oor Irtintorss, - "Movo"*,
a) Extintores: - c?/ para as plantas nSs 1/4, 5, SA, 5, 3B, 9, 9A, 11/14, 14A, 15/1^, 19, 2QA e 2".
Aprovado, por unaninlcade. o voto rio relator, pela concessão
b) Hidrantes; - l) 1?/ para as plantas, n^s 21, 22, s 26A
A '
do desconte ds C/j para o planos 1, pslo poriodo ds GO/lO/Sb
risco C - proteção C; a 02/10/22.
2) 13-/ para as plantas n^s 25A,, 25, 23B, 29, 29A, risco 3 - proteção 3; ílSOLUOÃC L'5 lí:2''Sb: - =P20.-232.~--b'75; Oejuraoo: ^slar.ese do Srasil Fibras luímicas Leda,- -v. lelaneoe, 300 - Focos de Caldas - ['.'3).- Pedi
2) 15/: para as pla.ctas n°s 23, 24, 258, 250 e 23A risco A - proteção C.
do ds Tarifacac Individual - "Pennova'"Sc".
Aprovado, per jnanimldape, o voto, do relator, pelo encaminha
m^rto do processo supra, aos írcags Superiores, com parecer favorável a re-cvaçio da Tarifaçio Individual, para os locais marcados na planta ccm 05 n^s 1, L-'., 13, 2, 2A, e 27, pelo "
■.I '
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pra20 de 3 anos. In
1
Ia : ' 37
36
Mi
rr
DE CAPITALEAÇAO *N0
XVI
RIO DE JANEIRO, 24 DE DEZEMBRO DE 1984
NO
794
Pela Portaria nÇ 234/84, publicada no "Diário Oficial" da União (Seção I, dia
"1 20.12.84), o Sr^ Ministro da Fazenda resolveu suspender, pelo prazo de 3 (três) anos, a concessão de autorizações para funcionamento de novas sociedades segu''adoras. A portaria entrou em vigor na data da sua publicação. O Conse1ho_^Nacional de Seguros Privados divulgou no "Diário Oficial" da União O as Resoluções nPs 13, 14 e 15. Na primeira, o CNSP firma entendimento sobre sociedade seguradora nacional ; na segunda, di nova redação aos itens 30 e 31
'ôs Normas Disciplinadoras do seguro DPVAT; na terceira Resolução, aquele órgão altea redação da letra "a" do item 62 da Resolução nP 10/83 (Normas Gerais e
Técnicas
as Entidades Abertas de Previdência Privada e Seguradoras Autorizadas a
Operar
Unos de Previdência Privada).-ver seção CNSP
.
Em solenidade realizada dia 18 de dezembro, foi empossada a nova Diretoria
e
3 Conselho Fiscal do Sindicato dos Corretores de Seguros e de Capitalização
do
Município do Rio de Janeiro, para o triinio 1984/87. A solenidade realizou-se
sede do Sindicato, sendo a Diretoria composta dos seguintes membros:
Paulo Gomes
^beiro-Presidente; Edimar Davel de Hollanda Pinheiro- Vice-Presidente; Carlos BarboBessa- Diretor e IP Secretario; Paulo^Rocha Leitão da Cunha- Diretor-Tesoureiro
;
Marie de Cerqueira Lima Rodrigo Octivio- Diretora Social ; Lauro Diõgenes da Sil^ - 2P Secretario; Nilson Garrido Cardoso-Diretor-Procurador, Na ultima semana, o Tribunal Federal de Chicago recebeu uma ação conjunta
5
no
4 valor de_US$ 120 bilhões contra a Union Carbide, acusada de irresponsabilidade 'e negligência pela tragédia de Bhopal , em que morreram 2500 pessoas.
A ação
Jge o pagamento de 50% do total em indenizações a todas as vitimas do isocionato de
íj^Jila. De acordo com especialistas econômicos, a Union Carbide tem contratada
uma
(^•^ertura em apólice de seguro de mais de US$ 200 milhões e seu patrimônio, no inicio ano, era de US$ 10,3 bilhões. Caso as decisões judiciais sejam dos
tribunais
l/te-americanos e nao da índia, — afirmam analistas econômicos —, os valores
Iç^^enizações ultrapassarão US$ 100 milhões, "per capita", porque os juizes nos
das
EUA
i^^sideram os^rendimentos dos trabalhadores e o padrão de renda dos norte-americanos invés do nTvel de vida dos cidadãos indianos.
*
O "Diário do Congresso Nacional" de 8 de novembro (Seção I, Pãgs. 13 711/713 )
5 publicou os projetos-de-lei nÇs 4 601/84 e 4 612/84, respectivamente dos Depu^ rwDc
Zarzur e Paulo Mincarone. No primeiro projeto-de-lei, i concedido
í^i no
operar em seguro DPVAT, alterando e revogando dispositivos
da
\n. i9^/Z4; noforam segundo, e permitido orgão operar no mesmo ramo de ^eyuro. seauro "OS os projetos anexados ao de nÇaquele 2 619/83.
6h! ann?
^iuTzr.I
™
""1 "°tTcia publicada no "Financial Times", dois importantes qruoos aterra anunciaram prejuTzos nos nove primeiros meses deste ®
Accident. O grupo Commercial Unio^ ofreu
° i""" ícCíent, 5,5 .„h5e, d.
um
Os
ir
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS
FENASEG
FEDE31AÇÃO NACIONAL DASEMPRESASDE SEGUROSPRIVADOSE DE CAPITAUZAÇÃO
Este Boletim Informativo, editado semanalmente, tem objetivos limita-
dòs: destina-se a profissionais do seguro e a estes, portanto, fica circunscrita Pauta editorial da publicação.
Entretanto, assim como os demais segmentos da economia, e
a
certamente
Hê mais do que os outros, o setor do seguro não pode prescindir do exercício de uma Hividade continua (e de alto nível), voltada para a projeção pública da sua correta Wgem institucional. O que e o seguro, que papel lhe cabe no contexto econômico e ''o processo social , como funcionam ele e o seu mercado, que serviços presta a seus Usuários — tudo isso compõe e abrange vasta gama de assuntos para uma divulgação
ÍNDICE DAS SEÇÕES
Constante e ampla, capaz de manter esclarecidos e bem informados vastos círculos
da
Sociedade com os quais o mercado segurador deve estar em permanente contacto, atra ses de um sério e racional esquema de comunicação.
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS
EDITORIAL
FENASEG SINDICATOS
CNSP IRB
SUSEP
NOTICIÁRIO DAS SEGURADORAS I
EXECUTIVO,LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO
IMPRENSA
Qual o veiculo para esse tipo de comunicação? Ha vários, mas entre ^les evidentemente não se inclui este Boletim Informativo, de estilo e finalidades
'lue se ajustam a um processo de comunicação restrito a area dos profissionais do se-
^or. O trabalho que a FENASEG pretende realizar, situado no plano da comunicação ex Wrna e direta, é de ordem a exigir, portanto, um veTculo dela própria, com caracteRsticas amoldadas ao novo gênero de comunicação pretendida; um veTculo, em suma, com ^^racterTsticas distintas das que identificam este Boletim Informativo no meio pro^"ssional.
JORNAL DO COMMERCIO(PÁGINA DE SEGUROS)
OUTROS JORNAIS Assim, e com vistas a esse trabalho mais amplo de comunicação COm dl-
DIVERSOS
f-UNENSEG
ESTUDOSE OPINIÕES
MERCADO CAMBIAL
\rentes e importantes setores da opinião pública, a FENASEG (que manterá a circula-
MERCADO DE AUTOMÓVEIS
'""'"'1.^?""'' ""
ATAS DE COMISSÕES TÉCNICAS
"""
i.:
^inalidades. BI .794*Pãq.01*24.12.fi4
. (! .
rwrmr
T^V
Assessoria Econômica - Resenha Semanal No
64
DEZEMBRO
PANORAMA
ECONOMICO
V
A recuperação da economia que principiou no primeiro Semestre —i.woic deste ucocc ano anv foi iwi impulsionada, ini|^uioiuiiw^4u, principalmente, pi i tiuipoinicnv^v^, pelas exportações c e demanda UCIIiaiSUa de
Jnsumos agrícolas devendo o crescimento da produção industrial ficar entre S% e 6% ^sta recuperação, no entanto, reflete parcialmente uma base de comparação baixa
dos
^oqs anteriores e a existência de uma grande capacidade ociosa disponível para a
ex-
'^ânsão.
Apesar da melhoria do quadro de emprego e produção o
^'íoximo governo terá que conciliar a recuperação com uma queda significativa da infla Esta tem-se mantido em níveis extremamente elevados existindo ainda, potencial"
'"snte, virios fatores que podem acelerar o seu crescimento. Espera-se que o próximo Soverno aplique imediatamente a sua posse medidas de impacto para controle dos dêfi -
^t pObl ico e expansão monetária aproveitando, desta forma, a confiança inicial geral
"•^nte depositada em uma nova administração. POLÍTICA
.
~
monetária
Ao final de novembro, o saldo dos meios de pagamento
^^1) alcançou Cr$ 18,7 trilhões, com variações de 17,6% no mis, 127,5% no anoe 166,6%
^ doze meses.
O saldo da base_monetãria corrigido alcançou ao final de
novembro
/í 11 023,7 bilhões, com expansões de 12,6% ao mis, 152,5% no ano e 183,5% e doze me Ses.
-
Os principais fatores de expansão da base foram;
PeraçÕes com o setor externo de Cr$ 1,236 trilhão; os pagamentos por conta do Gover-
0 Federal que somaram Cr$ 619 bilhões; e o saldo de empréstimos do Banco do Brasil
^^stinados aos setores rural e de exportação, que atingiram Cr$ 541 bilhões. Os principais elementos de contração foram as opera
ções realizadas pelo Banco Central com títulos públicos cujo resultado liquido ficou Cr$ 2,335 trilhões e o superávit do tesouro de Cr$ 668 bilhões. Ati novembro, o põtal de recursos fiscais transferidos para o orçamento monetário neste ano foi de 6 trilhões.
r).
As taxas mensais de financiamento por um dia ("over-
Jgnt") nas operações lastreadas por ORTN e LTN foram de 10,86% e 10,87% respectiva õnte, eqüivalendo a taxas anuais de 244,6% e 244,9%.
Márcio Vailerio Ronci Assessor
Econômico
BI.794*Pág.01*24.12.84
RESOLUÇÃO CNSP N9 13/84 0 CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS (CNSP),
usando'
das atribuições que lhe confere o art. 32, item I, do Decreto-lei n9' 73, de 21 de novembro de 1966, e tendo em vista o que consta do proces' so CNSP n9 19/84-E,
-*
RESOLVE:
1 - Firmar, entendimento, para os fins previstos no
art.i
23 do Decreto-lei n9 73, de 21 de novembro de 1966,*no sentido de
que'
sociedade seguradora nacional é a organizada de acordo com a lei brasi'
leira e que tenha noPals a sede de sua administração.
2'Esta Resolução entr^^-em vigor na data de sua publica ção. Brasília, 11 de dezembro de 1984 ERNANE GALVÊAS
Presidente do CNSP
RESOLDÇto CNSP N9 14/84
O CONSELHO NACIONAL DE SEXSUROS PRIVADOS (CNSP),
no
uso de suas atribuições legais e de acordo cora as disposições dós airtigos 27 e 30 do seu Regimento Interno, e tendo era vista o que consta do processo CNSP n9 34/76-E, RESOLVE:
1 - Dar nova redação aos itens 30 e 31, das Normas Disciplinadoras do Seguro Obrigatório de Danos Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre - DPVAT, aprovadas pela Resolução CNSPn?
01, de 03.10.75, e alteradas pelas, Resoluções CNSP n98 03/82, 01/83 e 01/84, como segue:
"30. - A autorização a que se refere o item 29 será por tempo indeterminado, desde que a Sociedade Seguradora satis faça as condições ali referidas."
■30.1 - Até 31 de dezembro, a SUSEP encaminhará ao Banco do Brasil, Instituto deResseguros do Brasil e as entidades
de classe das seguradoras, relação das sociedades autorizadas a ope
rar no seguro a que se referem estas Normas e emitirá comunicados su plementares, sempre que for necessário, para informar a suspensão" de autorizações já concedidas ou a concessão de novas autorizações."
"^t. 31 - Na hipótese de a Sociedade Seguradora deixar de observar qualquer das condições previstas no item
29
SUSEP, independente de outras_medidas cabíveis, poderá suspender tempo determinado a autorização mendionada no artigo 30
12, da Lei n9 6.194/74) . "
cor
(arUanc ii
-meigos
e
^ '='^SEP e o IRB baixarão normas compleReaolu
mentares para disciplinar o cumprimento do estabelecido nesta ção, caso seja necessário."
-
31.2 - Eltminár 31.3 - Eliminar 31.4 - Eliminar
2 - Esta Resolução entrará era vigor em 19 de de 1985, revogadas as Resoluções n9 01, de 21.02.84, n9 01 ao fevereiro de 1983, n9 03. de 25.05.82, n9 08, de 02.09 81 'n9 Ifi
18.12.79 e Circular SUSEP n9 05, de 29.01.80, cora excecãn'a^
iZ' da citada Circular, o qual deverá vigorar com a seguinL redação?"'
j a
.
"4. - A Reserva de Riscos não exDiradr.0 nmrxoi j
dl^ifcaríelris!-"^ cobertura trimestral de Riscos nlo Expirados dS Brasília, 11 de dezembro de 1984 ERNANE GALVÊAS
Presidente do CNSP
.'úíi £.
BI.794*Piq.01*24.
4
Notieládo deis Seguradorce» RESOLUÇÃO CNSP N"? 15/84
0 CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS - CNSP, ten
do em vista disposições do art. 89 da Lei n9 6.435, de 15.07.77,
do
n"? 81.402, de 23.02.76 e o constante do Proc.CNSP n9
28/83-E,
COMPANHIA DE SEGUROS ALIANÇA DA BAHIA - A Superintendência
RESOLVE:
1 -•Dar nova redação a letra "a" do item 62 da Reso»luçao CNSP n9 10, de 2i. 12.83, como segue: ^
- sem carência, no caso de morte
acidental,
f^-çando o pagamento do benefício condicionado a prova de quitação da
de
Seguros Privados divulgou no "Diário Oficial" da União de 13 de dezembro (Seção I, Pã gina nÇ
18 728) a Portaria n9 230, de 29 de novembro, que aprova a alteração introdu
contribuição devida, antps da ocorrência do acidente."
zida no art. 39 do Estatuto da Companhia de Seguros
2 - Dar ao item 79 da Resolução mencionada no item 1 anterior a seguintd redação:
Salvador, relativa ao aumento de seu capital social de Cr$ 32 bilhões para Cr$ 48 bi
"79 - Será facultada a adoção de correção
semes
tral, trimestral ou mensal de contribuições e benefícios, na fonna dos itens 76 a 78."
3 - Esta Resolução entra em vigor na data de sua pu
blicação, revogadas as disposições em contrário.
Aliança da Bahia, com sede
em
lhões, mediante aproveitamento de reservas disponTveis, conforme deliberação de seus acionistas em Assembleia-Geral Extraordinária, realizada em 27 de setembro.
Na
edi
ção da mesma data, o DOU publicou a Ata da AGE e o Estatuto Social da companhia segu radora.
Brasília, 11 de dezembro de 1984 ERNANE GALVÊAS
YDARMES MARTINS - E com profundo pesar que este "Boletim Infor
Presidente do CNSP
mativo" registra o falecimento do Sr. Ydarmes Martins, ocorrido dia 12 de dezembro em
Belém. Era titular da empresa Y. Martins & Cia. Representações e Conta Própria e, du rante nove anos, foi representante da Yorkshire-Corcovado Companhia de Seguros, no Es tado do Parã. Alem da atividade securitaria, Ydarmes Martins desempenhou diversos ATO N9 09/84
-
° CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS (CNSP), em ses lenaria, realizada em 11.12.84, no uso das atribuições que lhe ccS m os artigos 27 e 30 de seu Regimento Inetrno, e tendo em vista õ
que consta do processo CNSP n9 24/84-E,
cargos, entre os quais: 1} 19 Tesoureiro da Federação do Comércio do Parã; 2) Vogai da Junta Comercial daquele Estado; 3) Secretario do Conselho dos Representantes Comer ciais do Estado do Pará; 4) Diretor do Sindicato dos Representantes Comerciais do Es
tado do Parã; 5) Sõcio-Fundador e Presidente do Lions Clube Bélém-Batista Campos. Pa dp
p
cionampnrn L nrTt IT
recomendar ao Excelentíssimo Senhor
Ministro
suspensa a concessão de autorizações para fun sociedades seguradoras, pelo prazo de 3(três) anosT
IZ
Decreto-ldi „9 1.115, de 24 de Brasília, 11 de dezembro de 1984
OF. N9 341/84
i^a o Mercado Segurador, a morte de Ydarmes Martins e uma grande perda, tendo em vista a sua grande contribuição prestada ao setor, como também a sua maneira cortes no tra to com o amplo cTrculo de amigos e colegas de profissão.
ERNANE GALVÊAS Presidente do CNSP
BANERJ SEGUROS S.A. - De Cr$ 8 bilhões 836 milhões 600 mil
foi
• ATO N9 10/84
aumentado para Cr$ 18 bilhões 836 milhões 617 mil o capital da BANERJ Seguros S.A.. O __
O CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS (CNSP),
em
sessão Plenaria, realizada em 11.12.84, no uso das atribuições que lhe conferem os artigos 27 e 30 de seu
Regimento Interno, combinados com
o disposto no inciso IX, do artigo 32 do Decreto-lei n9 73, de 21
de
novembro de 1966, e tendo em vista o que consta do processo CNSP
n9
17/84-E,
Decidiu aprovar a adoção, pela SUSEP, da política de autorizar o fracionamento do prêmio em até 12 (doze) vezes,
obedeci
das as normas vigentes, para os seguros coletivos de empregados ou de associaçao de empregados de um mesmo empregador, quando o prêmio for descontado na folha de pagamento; a autorização será dada em cada ca
so ou em caráter geral, conforme se apresentar a situação.
aumento foi deliberado pelos acionistas em Assembleias-Gerais Extraordinárias realiza
das em 15 de outubro e 28 de novembro, mediante subscrição em dinheiro.
Oficial" da União de 11 de dezembro (Seção I, Pãg. 18 440) foram publicados: 1) Porta
»"ia n9 231, de 3 de dezembro, da Superintendência de Seguros Privados, que homologa a deliberação dos acionistas e a alteração introduzida no art. 59 do Estatuto Social da seguradora; 2) as Atas das AGEs.
'
Brasília, li de dezembro de 1384 ERNANE GALVÊAS Presidenta do CNSP
REPRODUZIDO DO DIÃRIO OFICIAL DA UNIAO DE
9-12-84 - SEÇÃO I - PÁGINA N9 19 087) BI ■794*Pág . 02*24
No "Diário
EXECUTIVO,LEGISLATIVO E TUDICIARIO PODER JUDICIÁRIO Apelação Criminal n9 21 342 29 Tribunal de Alçada - RJ 2â Câmara
Relator: Juiz Adolphino Ribeiro - Unanime DELITO DE TRÂNSITO - CULPA - SURSIS - CONDlCOES. EMENTA
"Obra com manifesta imprudência o motorista que, pretendendo fazer manobra de retorno em via de duplo sentido de direção, procede brus
camente e sem atentar para o trânsito ao seu redor, interceptado o fluxo
direcionat
de motocicleta que trafegava ao seu lado, vindo a causar^colisão e morte do piloto desta.- Sursis. Condições. As condições para a suspensão do cumprimento da pena de-
i
vem ajustar-se ãs circunstancias do evento danoso. Se ao réu nÍo se atribui deficién
''
cia visual como causa direta ou remota do acidente de trânsito, apresenta-se imperti" nente a condição de abster-se de dirigir veiculo enquanto não prestar novo "exame de vista", mormente em se apresentando apto dentro do prazo estabelecido no último exame físico."
Apelação Criminal n9 21 388 2o Tribunal de Alçada - RJ 23 câmara
Relator: Juiz Ulysses Valladares - Unânime DELITO DE TRÂNSITO - CULPA DEMONSTRADA. EMENTA )
"Sentença que se refere aos elementos de prova que justificaram o reconhecimento da culpa do apelante nao pode ser acoimada de nula.
'
Preliminar rejeitada. Apelante que imprudentemente dirigindo na contramão de direção,
'
como comprovado, causa acidente do qual resulta a morte de uma das vitimas, obviamen-
'^'1
te torna induvidosa a sua culpa. Recurso desprovido."
' 'i !' ■ ! I '• ■
I
Apelação Criminal n9 19 960
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2o Tribunal de Alçada - RJ
i'iJ.
4a câmara
'. :
Belator: Juiz Llzardo de Lima - Unânime
' ^
Delito de transito - provas - culpa DEMONSTRADA. i ..
EMENTA
"Homicídio culposo. Age com culpa o condutor de veiculo que, em trecho encurvado, no mesmo ingressa em marcha incompatível para o Io cal, provocando o acidente, ainda que a derrapagem tenha se dado também por outro fa
Apelaçao CTvel nÇ 282 563
tor. Prova técnica. Se a perícia, no que apurou e concluiu, nao deixa duvida acer ca do que, na verdade,, ocorreu, impositivo ha de ser o seu prevalecimento sobre ver:
são de testemunhas não totalmente isentas de parcialidade. Imputação
Tribunal de Alçada - SP
comprovada •
Condenação que se impunha."
Câmara
íyator: Juiz Jorge Almeida - Unanime
(REPRODUZIDO DO DiARIO OFICIAL DO RIO DE JANEIRO - 28.1 1 .84 - PARTE III - PODER JUDi CISRIO)
^RESPONSABILIDADE CIVIL DO TRANSPORTADOR - FORÇA MAIOR. EMENTA
"Constitui força_maior, excludente de responsabi1i-
Apelação Criminal nQ 20 933
civil do transportador o assalto e roubo do veículo com as coisas transportadas."
29 Tribunal de Alçada - RJ 29 Câmara Relator: Juiz Menna Barreto - Unânime
Apelação Cível n9 48 334
l- Tribunal de Alçada - RJ
DELITO DE TRANSITO - IMPRUDÊNCIA.
Câmara
^^lator: Juiz Humberto Perri - Unanime
EMENTA
"Crime de transito.
Prova rruva pericial per iuiai não nciu desmenti^ uv--"'
'^ElDENTE DE VEÍCULO - FILHO MAIOR HABILITADO.
da pela prova oral. Age com imprudência o motorista que, em dia de forte chuvas, fega em velocidade incompatível com as condições do local , cujo cuidado objetivo via estar na sua esfera de previsibilidade.
EMENTA
Desprovimento do apelo."
"Nao tem legitimidade passiva ad causam o proprie-
^^rio de veículo sinistrado dirigido por filho maior devidamente habilitado e que nao
(REPRODUZIDO DO DIÃRIÜ OFICIAL DO RIO DE JANEIRO - 12-12-84 - PARTE III - PODER
^ enquadra no elenco previsto no art. 1 521 do C. Civil."
CIARIO)
Apelaçao Cível n9 26 265 Tb.
^Nbunal de Alçada - RS
Remessa "ex-officio" n9 83 528 - SP
Câmara
^^Jjtor: Juiz Elias Elmyr Manssour - Unanime
Tribunal Federal de Recursos .49 Turma Relator: Ministro Carlos M. Velloso - Maioria de votos
I^ANSPORTE AÉREO - BAGAGEM - EXTRAVIO ~ ATO ILÍCITO - INDENIZAÇÃO - VALOR TOTAL EUGÉNCIA DO CÕDIGO BRASILEIRO 00 AR.
TRIBUTÁRIO - IMPORTAÇÃO - AGENTE MARTTIMO - DANO, AVARIAS OU EXTRAVIO. TRANSPOf^^^
EMENTA
DOR: RESPONSABILIDADE - RESPONSABILIDADE DO AGENTE MARTTIMO. CTN, art. 134, E
M
E
T
.
A
oC
" I. Havendo avaria ou extravio, exime-se o tador do pagamento dos tributos aduaneiros. Apurados os danos, ou avarias, oU travio. amonfn raKovã travio, Pm em nrnrpççn processo reniilar regular , ns na ■friynm forma nrpvnct;» prevista nn no reniil regulamento, cabera ao resp'
indenizar Qa ra^cnija Fazenda iiaciufiai Nacional uu do Vdíur valor uus dos tributos que, eiií em Luribequenc conseqüência, tf luutua quc, 1 d, deixar^"^
ser pagos.
àe
D.L. n9 37, de 1 966, artigos 28, II, e 60, parágrafo único; D.L, Onico; Decre^'^ Decreto
IN-
_ "Nao se tratando de dano resultante de
acidente
"■^onautico, incabível a limitação da indenização prevista no Codigo Brasileiro do Ar I na Convenção de Varsõvia. Permanece total a responsabilidade da transportadora oe ^•^^pagamento do valor das mercadorias extraviadas, eis que resultante o dano de àtõ ^cito ,"
(fíFnnn^^..-,TP^^ r..
'REPRODUZIDO DA REVISTA FORENSE - OUTUBRO/NOVEMBRO DE 1983 - VOLUME 284)
63 4 31/68.
)re
II, Devedor principal , neste caso, é o transP^^-j.-
dor, vale dizer, o proprietário do navio.
Ocorrência, em caso assim, da respoP^ pa
1 idade^solidária inscrita no art. 134, III, CTN, no que tange ao agente maríti"^'^* condição de administrador.
III. Remessa oficial provida.
Sentença reforin^
da
(reproduzido do DiaRIO OAiJUSTIÇA - BRASiLIA - 6-12-84 - Pág. n9 20 877) BI. 794*Páq. 02*24 BT ■ 7qa*Pãn
0'^-kOA
o/l
IMPRENSA
i
MERCADO SEGURADOR Novos tempos ■ Ldíz Mehdonçt
Em 1950, o faiuramcnio mundial dc prêmios de
seguros (excluídas as economias socializadas) era de US$ 20 bilhòes. Esse \x3Íume de negócios estava con centrado (95^1) era apenas 15 paises, grupo em que
scencnie se tabulavam aqueles com receita anual
superior t USS 100 mühòes..Diga-se, entre parên teses, que o Brasil figurava nessa lista '^op" — com arrecadação de USS 170 milhões c quaa de 0,87^o no foturamenio mundial.
Em 1981, o índice mundial de concentração
apresentava cena mudança. O faturamento subira para USJ 450 bilhòes e 99^% dessa cifra estava dis
penmentado
substancial
crescimento
em
suas
operações, cora o volume interno de prêmios aurseotando de 5^0 para 7% do PNB.
Nessa mudança de estrutura por que passou o
mercado mundial é claro que, em BBe no conjunto, /gera os melhores índices de expansão continuaram a ser os
ácÉ paises industrializados. O grande fenômeno, todavia, foi sem dúvida o mercado japonês, que se tcrnou o segundo maior do mundo e cujos prêmios, em 1950, nào chegavam a J^i do PNB do País,., ao
passo que em 1981 passaram a ultrapassar a marca dos 5 *70.
tribuída, nào mais por 15, c sim por 55 paises, la^
O mercado brasileiro, ao longo do citado peri ôdo,
bem entrando nessa lista os que superassem receita
chegou na verdade a alcançar expansão notável, registrando em 1979 faturamento de USJ 2,4 bilhões.
anual de USJ 100 milhões. Diga-se, de novo entre
parênteses, que nesse ano o Brasil atingira receita de
Mas a inflação e depois a recessào fizeram-no regredir
USJ 1,7 bilhào, mas sua quota no faturamento mun dial diminuirá paraO,37«7fi.
a etapas anteriores do seu processo evolutivo, caindo o volume de prêmios a ni vcis de alguns anos atrás.
Ponanio, nesse período de 31 anos o seguro mundial nào sò cresceu muito (cerca de 10*70 ao ano), como teve crescimento também nas economias pe
mercado brasileiro tem hoje uma receita de prêmios significativa (USJ 1,9 bilhào em 1983), pcn^ue afinal
riféricas, p<MS 40 novos países conseguiram ultrapas
de comas a economia do Pais, nào obstante t-jn-
sar a marca dos USJ 100 milhões anuais. E o fato
tetnipçào do seu processo de crescimento, tem ago
De qualquer forma, e apesar desse retrocesso, o
mais saliente, como indicativo de desconceniraçào
ra dimensões bem maiores, muias vezes maiores que
ocorrida, consiste na queda da posçào rdativa ocu
erA 1950, E sua evolução nào foi simplesmente quan
pada pelo mercado segurador dos Estados Unidos.
titativa. mas também e sobretudo qualitativa, tor
Esse mercado, que era 1950 detinha 74^0 do fatu
nando-a em condições de recuperar-se mais rapi
ramento mundial, em 1981 via sua quota reduzida
damente da crise.
para 46?«, embora no período ele também tenha ex-
BI.794*Pág.01*24,12,84
iir^"
'Hn]
Mercado adianta Cr$ 1 bilhão â Prova
Manhães
O maior assaho iá reeisirarlo crio menos Estado de São PaiHo, ocorrido no úlrirno dia rie
elogia
novembro, lerminou oor bater nas
ixrias das companhias de seguros,
Que ja esíâoefeiuandoo pagamen to, Trata-se de um roubo de CrS 1.4 bilhão. fei'o ao carroforte da Transoortadora de Va
lores Prnvàl, na madrugada do dia
"A delegacia regional do IRB (Instituto de Resseguros do Brasil) fe^ diligências mas não apurou nenhuma irregularidade, razão pela oual a indenização está sendo liberada", disse o diretor de
nesse
adiantamento esta
assim
houve negligência. .lá que
Se
sistema de radio do carro-if^f
guradora, como iider do seguro;
transportando Cr$ 1 ,-t • b"!''
I.RB: e 74o;o. consorcio de retrocessào interna de riscos diver
ifansportadoras, paraesiiar
constituía:
7S. Nacional
sos. onde entram todas as demais
funcionava. Passos disse que
casos, deveriam adotar nqrni3| segurança
Gilberto Formiga, aue não escon
cado.
Revelou que o comporiameniC'' carteiras de seguros que ^
deu surpresa com a facilidade do
mais
adequs ■
Orieracões Nacionais do órgão.. comoanhias dê seguros do mer roubo. A quantia já oaga pelo mercado segurador representa
adivisAo
coberturas de roubo tauiotno^
JO. no km 23 da Via Anchieta, mimiciDin de São Bernardo do
mais de 7007o do valor assaltado,
do mal. No global de bancos -
Gami?o. O dinheiro destinava-se
ouseiâ, CrS 'bilhão,
Marcos Passos, diretor da Nacional, ao comentar o fato tam
dice de sinisiralirtade ui!r2r'-|^
bém manifestou-se supreso ante a facilidade dc roubo. Para ek.
ano.
ao pagamento dos funcionários da
Cosipa.em Cubaiâo.
Mn mercado de seguros, a
distribuição de responsabilidades
decisão do CNSP
mercadorias, valores, eic'
no primeiro
O presidente da Seguradora Vera Cruz. Carlos Alberto Ma
nhães Barreto, disse cntem que a decisão do Conselho Nacic«al de
Seguros Privados(CNSP)de elevar para até 12 prestações o parce lamento do prêmio, sò tende a am pliar os negócios do mercado segurador. Para ele, não há dú
Empresas faturam sò
vidas de que essa nova possibi lidade è benédca para todas as epipresas, pois abre espaço num campo de trabalho ainda bastante
inexplorado.
10% com o sorteio
A medida do CNSP apIica-sc
apenas aos seguros coletivos, no
O vüiume de prêmios proporcionado pelos seguros
plano individual o parcelamento
dos órgãos do poder público lederal não representa
continua em aiè sete vezes, e,
4007o, como se atribuía no mercado, na arrecadação total das cerca de 95 seguradoras em operação no
segundo Manhães Barreto, o
setor, mas lào-somenie lO^^o, segundo informações
função de um pedido da Vera Cruz
oficiais do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), revelada.s recentemente.
á Superintendência de Seguros Privados (Susep). A idéia da em
Alem disso, as esiat isiicas do IRB indicam lam bem que a participação da receita desses setturos vem
celamento
dilatamento do prazo surgia em
presa. revelou, é utilizar o par
caindo a partir de 1981. Neste ano a parcela de prêmios de seguros de sorteio, sobre o total do mer
cado. foi de í5.4®o, representando um laiuramento
12
vezes
para,
mas que já cOTiam, de alguma forma, com coberturas feitas pela seguradc^a.
pouco superior a CrS 29 bilhões. No ano seauinte,
passou para I I.
em
através de sua gerência de relações humanas, angariar o seguro re sidencial para .funcionários de fir
e alcançou em 1983 a faixa de
IÜ.2'^0.
Manhàes
Barreto
considera
Lma das razões dessa queda está. esidcriicmenie, na recessão econômica, que impôs nos últimos anos um desaquecimento do PI B (Produto interno Bruto). Outro lato tmnonante que explica es'-ü tendência é a poliiica de contenção aos gastos públicos, que cer
pane da nova estratégia de tra balho no mercado em implantação
há um ano. Para ele, que está direcionando os esforços da se
tamente ai ingiu o item seguro^. As pre\ t>(bes para este
guradora para a pessoa jurídica,
ano. nada animadora--, ainda apontam para o de
cada empresa segurada representa um minimercado de venda para
clínio.
Os indicadores sobre a participação do- ^egü^os
outros produtos, a ntvel de pessoa
de sorteio no íaiuramcnio do mercadcj estão sci do
física. "No fato de uma empresa ser nossa cliente, a seguradora
divulgados pela vez primeira, embora o IRB dis ponha de informações que remontam há seis anos. de
ganha credibilidade, entre os fun cionários, capaz de abrir espaço sufiéienie para comercializar
1978 a 1983. Anu
Total dn mercado
Sorteio
fio
1978
38.342.089 ft3.0i 3.51ft 1 1 5.083.203
3.893.719 5.915.101 10.415.823 29.Ü9Í ,6".<
! i .30 Í0.J5
1979 19X0
.. i
impcfftanie a atuação da Vera Cruz nessa área, uma vez que faz
198!
217.981 53.^
19X2 iyH3
439.98!.87" 1 .036.392.585
tre eles", disse Manhàes.
O parcelamento em até 12 prestações, antes restrito a sete, facilita a adminisiraçào da apdice de seguro, alem de ter a grande vantagem de a prestação poder ser
9.95
44.899
15,40 1 1 ,36
96.67",S29
10,28
l .mic: IRB Viia Extlui i>pcrai,-fX'- ciin <> cxicriüf (- -UvUf--aiN
outras modalidades de seguros en
descontada diretamente em folha no c\-
de
BI.794*Pág.02*24.12.84
pagamento do funcionário.
(REPRODUZIDO
DA
EDIÇÃO
DE
21 .12.84
BI.794*Pãg.03*24.12„84
ir
Outros
Seguro-saúde ganha mais fatias do mercado LUIZ SÉROIO GUIMARÃES
de seguro-saúde na atual roupagem
Oo nosso equipo de feporfogem
de marketing (o primeiro a lançar foi o Comind, em 1977, só a título de
"A mais promissora fonte de ga
nhos para o mercado segurador
Esta frase embalava os sonhos e alimentava as certezas dos executi
vos das grandes seguradoras do f^ais. en> 4976, ano em que o Conselho
Nacional de Seguros Privados
(CNSP) regulamentava o que deno minou tecnicamente de^
de Despesas de Assistência Medica
e/oú.Hospitalar". Passados oito anos d sonho já é uma certeza; o seguro-
saúdê é hoje a carteira mais pr^utiva dã Itaú Seguradora, superando as tradicionais carteiras de incêndio,
experiência) foi a Itaú Seguradora. O Hospitaú detém hoje 86% do merca
do, já rendeu um acumulado de janeiro a novembro de Cr$ 67 bilhões, com um crescimento de 8Ô0% sobre a
receita relativa ao mesmo período do ano passado. "Em termos de traba lho, pior que um produto que fracas sa só mesmo um que traz um tremendo sucesso", comenta, satis
feito, Antônio Paulo Noronha, diretor da seguradora, que atualmente co memora o lançamento do irmáo mais também funcionará através da fór
vertiginosa: o Hospitau foi lançado
mula de reembolso de despesas por
oficialmente apenas em a^o^
meio de cheques.
Trata-se de um segmento extrema
A carteira do Hospitaú tem hoje 343.3 mil segurados, e a sua produção
cumprido as estimativas originais de twnTr-se o mais atrativo do mercaKndi engatinha. E ainda e a mais promissora fonte de receiU ^ra o mercado segurador, pois o quadro
qã ! propiciou não dá mostras de âiterar-se, nem a longo prazo^
rendeu em novembro Cr$ 15 bilhões.
E representa hoje 23,5% das receitas totais (Cr$
285
bilhões) da
Itaú
Seguradora, superando em impor tância os ramos de incêndio, automó vel e vida.
^te cenário reúne duas^inquietan.
O Dr. Comind ainda não completou dois meses de existência, mas já têm
tes realidades para a
quatro mil clientes efetivos e 15
brasileira: os
empresas. Estas podem abater como despesa no seu imposto de renda o
eÇoreJ
custo do seguro-saude proporcionado aos seus funcionários. E a meta de
vendas, como garante Pedro Pereira de Freitas, diretor operacional da
qSfraTo se eu ou
família preciíar [J^^uhospital?" Aperguntó J* ^ iTno
Comind-Companhia de Seguros, é obter Cr$ 30 bilhões nos próximos 15
atentos mvel aue os bancos, sempre atentos
segurados integrarão a carteira do
lada pelos mjjs fornecimento de uma
^cei-
meses. Não há uma mela de quantos
Dr. Comind durante este período, pois é difícil medir quais dos diferen
às novas oportunidades do mercado, irão confrontar-se obte^o exce^ntes resultados. HospiUu. Df S e
tes tipos de planos (e os seus
racional e não de doutor)
tação no mercado. Mas é certo que já
Saúde Bradesco sôo pl8T»os
segu
ri^saüde que as seguradoras d^ respecüvos congiomerid^ ofere cem aos seus clientes. Uigo logo mais
três grandes grupos entram aaJ"] ca: Real, Nacional e Unibanco (atra
respectivos preços) terão mais acei
em 85 ela deverá propiciar 14% do íaturamente contra 20% do ramo de
incêndio. O Bradesco já entrou forte no mercado, através da compra, em maio do ano passado, da carteira internacional da Golden Cross.
vés da sua associada, a Sul-Amenca
de Seguros) preparam o lançamento dos seus planos. E a previsão mercado é unânime: aos poucos,
H
novo do Hospitaú, o Itaúvida. que
automóvel e vida.
mente novo, que apesar de ja ter
1»,
Mercado de 10 niilhòes
"Nosso pioneirismo no mercado
nos deu uma posição confortável de
todos os bancos entrarão no segmen-
líder, Mas o que nos interessa é que a
to.
Plano fliirgiii em 77
concorrência fique cada vez mais acirrada, porque aí todos lucram
O pioneiro no lançameirto de planos
com a popularização e massificação
BI .794*Pag.01*24.12.84
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Estudos e Opisiiões A TRANCA NA PORTA APdS O ASSALTO
EngO ANTONIO FERNANDO DE A. NAVARRO PEREIRA^
Dizem que um dos costumes mais comuns e o da colocação de trancas na
porta após o assalto, ou o da contratação de seguros apos a ocorrên cia de sinistros. Nosso objetivo, entretanto, e o de demonstrar
esse e um dos çicres tip s de C3stumes, principalmente quando exis tem seres humanos envolvidos.
No início da madrugada do dia 03/12/84, no interior da índia, em uma cidade com aproximadamente 700,000 habitantes denominada Bhopal,ocDr
reu um dos maiores acidentes ecológicos do mundo moderno, superior , inclusive, ao ocorrido na cidade italiana de Seveso, Um produto
lí
quido utilizado no processamento intermediário de agrotóxicos, deno minado Isocianato de Metila - altamente tcxico — vazou de seu conte—
nedouro, transformou-se em gas e provocou intoxicações em mais
de
lO.OQO pessoas, alem de causar a morte de aproximadamente 2,500 pes soas, A principal reaçao do publico foi a de repudio a empresa,
por
instalar uma industria altamente'poluente em uma região densamente '
povoada, A segunda reaçao foi quanto a da existência de um produto ' dessa natureza e o fato dele ainda nao ter tido sua fabricaçao proi bida.
Cabe então ressaltar dois fatos: os núcleos urbanos surgem sempre ao redor de fontes de emprego, assim sendo, e natural existirem
cida
des nas proximidades de polos industriais; o segundo fato é o de que com a evolução tecnológica pela qual a humanidade atravessa surgem a todo instante novos produtos, os quais pela rapida necessidade de co
locaçao no mercado não são convenientemente testados, O fato
então
e que temos que conviver quase que pacificamente com um mundo de p ro dutos nao de todo conhecidos, e cujas reações ou efeitos podem
ser
completamente imprevisíveis, pelo simples fato de nao se ter condi çoes de reproduzir em laboratórios as situações reais.
BI .794*Pag.01*24.12.84
0 processo de conhecer-se os efeitos apos a ocorrência da calamidade
1 no mínimo altamente criminoso e imoral» principalmente pelo fato ' de que na pior das hipóteses o ressarcimento em dinheiro sera a eta
Federação Interomeriocmo de Empreses de Seguros
pa final dos relatórios de apuraçao de responsabilidades. O ser humano nao é uma maquina de testes e nem deve ser encarado co mo tal. Deve ser exigido um tratamento digno e honroso, o que na mal
oria das vezes nao ocorre. Quantas de nos já nao leu ou nao ouviu fa
FIDE5
FAZ
lar de testes de produtos farmacêuticos em populações de paises
A
CONFERÊNCIA HEMISFÊRICA
sub
desenvolvidos?
XX
PREPARATIVOS
PARA
DE SEGUROS NA CIDADE DO PANAMA
Por várias vezes os noticiários citaram a ocorrência de vazamentos »
atingindo pequenas regiões da índia, Canada ou dos Estados Unido9.ES sas coincidências nefastas demonstraram por sí só que havia alguma
No período de 27 a 31 de outubro do ano vindouro, a Fede
coisa de errada, e mesmo assim nada foi feito ne sentido de pelo me"
nos minimizar-se o problema. As autoridades governamentais de
todos
os países envolvidos também sao corresponsáveis pelos acidentes,
hação Interamericana de Empresas de Seguros-Fides promoverá no Panamá a XX Conferen cia Hemisfirica de Seguros, tendo_como anfitriã a Asociación Panamena de Aseguradohes-APADEA. O encontro de seguradores e resseguradores dos paTses americanos tem
Como objetivo o intercâmbio de idéias e experiências, abordando os aspectos tecni Cos, gerenciais e de mercado em todo o Continente.
medida que nada fizeram para garantir a incoluminidade das popula
ções. Wa própria índia já deve ser o terceiro ou o quarto vazamento conhecido.
Da Conferência, participam como Delegados os membros das
Por tudo o quanto se tem observado, no embate Crf versus Segurança
ganha sempre o CrS por uma larga margem de pontos, Isso porque a er*" radicaçao de uma empresa custa CrS, o desenvolvimento de novos prodU
tos menos poluentes custa Cr$, e a criaçao de métodos adequados
d®
Instituições filiadas ã Fides e como Observadores todas as pessoas vinculadas aos Mercados Segurador e Ressegurador, bem como instituições ou corporações interessa das, não participantes da Fides, de todo o mundo.
seguramça também custa CrS.
T E M A R I O
D que se pode depreender de tudo o quanto a imprensa tem nos ofereci
do e que devemos continuar convivendo com produtos nocivos ao ser htJ
Durante a XX Conferência Hemisférica de Seguros o
mano. Entretanto, nao podemos aceitar o descaso feito a vida humana.
As autoridades devem impor sua qualidade de "autoridades", fiscali "
zando com rigor a implantação de indústrias, conhecendo os produtos que serão fabricados e exigindo o cumprimento das normas de seguran
ça próprias para cada um desses produtos, Nao se deve pensar em
ums
tema
básico será "Seguro e Produtividade", abrangendo os seguintes itens: 1) Produtivida de na Gestão Administrativa da Empresa Seguradora; 2) A Produtividade nos Aspectos Técnicos e Comerciais dos Seguros de Danos; 3) A Produtividade nos Aspectos Ticni Cos e Financeiros dos Seguros de Vida; 4) Importância da Sistematizaçao na Produti vidade.
industria somente como uma fonte de arrecadaçao de impostos ou gera
dora de mao de obra, mas também como uma possível fonte de poluição. Ao se proceder dessa forma nao se estará colocando a tranca após
o
assalta, mas sim, antes do assalto.
Segundo os organizadores do evento, a XX Conferência se-
í"ã uma das mais importantes ja promovidas pela Fides, visto que o Panamá ê um
dos
mais notáveis centros de resseguros do mundo. Na República do Panamá ê onde se rea
* Xntôyiío FeAnando de. A. hlavoAAo VeAeÂAo. l EngznkeÁAo CívÁJ,, pÓò-gnjxdnado m Segu/Lonça do JMxbaJiko, com oõaIoò cuA&oá de e^peciatízcLcao em ScguACLnça índLLòtAÁxií
liza, com grande êxito, o tradicional Fórum de Resseguros, com o comparecimento de grande número de seguradores e resseguradores de diversos paTses,
e ?A.ote,çao de Jyi&taZacoejy.
BL794*Pág.02*24.12.84 BI,794*Pãg.01*24.12.84
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^Ublicação semanal, editada pela Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de ^crpitalizacão
^^^etor-Responsável
Editor
Redator
htor Arthur Renault
Luiz Mendonça (Jornalista Reg. MTb n9 12590)
Mário Victor (Jornalista Reg. MTb n9 11104)
REDAÇÃO
||UaSenadorDantas,74-12,"andar TeL: 210-1204. Telex: 2134505FNES BR
^te boletim está registrado no Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas sob o n." 2.771/75 •^mposto e impresso na FENASEG. Tiragem: 2.500 exemplares
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I^ERAÇAO NACIONAL DASEMPRESASDESEGUROSPRIVADOS E DE CAPITALEAÇAO ANO XVI
NO 795
RIO DE OANEIRO, 31 DE DEZEMBRO DE 1984
Dia 17 de dezembro, realizou-se a vigésima quinta reunião dos acionistas de cias se "B" do Instituto de Resseguros do Brasil para eleição de membros do Conselho
1 Fiscal daquele õrgão. Como representantes das Sociedades Seguradoras
naquele
Colegiado, foram eleitos os Srs, Rubens dos Santos Dias (Membro Efetivo) e Lauro Mi guel Sturm (Membro Suplente). A Associação Paulista dos Técnicos de Seguro promoveu jantar de confraterniza
2ção neste mes de dezembro. Na oportunidade, a APTS prestou homenagem ao br. Humberto Roncaratti pelo seu ingresso na entidade e 62 anos dedicados ao Merca
do Segurador. Em saudaçao ao homenageado, falaram o Presidente do Sindicato das^Em-
Presas de Seguros Privados e Capitalização no Estado de São Paulo, Sr. Octavio Cezar do Nascimento, o Presidente da Associação das Companhias de Seguros, Sr. Cláudio Afif
Domingos, o Presidente do Sindicato dos Corretores de São Paulo, Sr. Wolfgang Stephan Siebner, e pela APTS, o Sr. Sérgio Tubero. Em reconhecimento ãs manifestações, o Sr. Humberto Roncaratti, em nome dos associados, entregou ao presidente da Associa -
FENASEG
tão, Sr. Luis Lõpez Vãzquez, uma placa de agradecimento.
A Associação Brasileira de Consórcios esta desenvol_vendo esforços junto ao Ins-
3tituto de Resseguros do Brasil para melhor adaptação e ampliação das várias car teiras de seguros para o sistema de consórcios. È o que revelou a imprensa
o
Presidente da entidade, Sr. EgTdio Aírton Mondolo. Ele acentuou que se o IRB apro Var a medida os consorciados serão beneficiados tanto com seguro de vida, quanto com
Seguros de danos materiais, sendo o prêmio pago pelo fundo de reservas, taxa normalfiente cobrada nas prestações dos consorciados. - Em solenidade realizada no Palácio da Cultura, no Rio de Janeiro, a Fundação Ge
4túlio Vargas comemorou 40 anos de existência. Criada por LuTs Simões Lopes, a FGV é uma instituição pioneira no ensino da Economia e das Finanças,
contando
Com a colaboração de personalidades como Eugênio Gudin, Otávio Gouveia de Bulhões, Ma tio Henrique Simonsen e outros. A entidade conta^ainda com o Instituto
Brasileiro
Economia, Escola Brasileira de Administração^Pública e Escola de Põs-Graduaçao em
^conomia^ A FENASEG congratula-se com a Fundação Getúlio Vargas pelos seus 40 anos existência, dedicados notadamente ã formação de economistas e administradores de 'Empresas.
í
A transformação do Instituto de Resseguros do Brasil em empresa privada
dana
Qmaior autonomia ao Mercado Segurador, tanto para a fixaçao de taxas e condições de cobertura como para pagamento de indenizações dos seguros. A medida vem sen ^0 defendida pelo Diretor-Tecnico da Risconsult-Ticnica de Riscos e de Seguros, Sr.
I^aulo Barbosa Jacques, Em entrevista a "O Globo", afirmou que, "por não disporem de fhaior autonomia, as companhias não se sentem estimuladas ao^lançamento de coberturas que melhor se ajustem as necessidades dos segurados". A idéia de privatização
do
IrB esta sendo defendida pelo Sr. Paulo Barbosa Jacques junto i assessoria do candi
dato da Aliança Democrática, Sr. Tancredo Neves.
W.rm
SISTEMA NACIONAL DE SEGUROSPRIVADOS FENASEG
.FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS DESEGUROSPRIVADOSE DE CAPITALIZAÇÃO
Editorial No mercado de cambio, como em qualquer outro mercado, o preço e uma variã
Vel dependente do comportamento de duas forças básicas: a oferta e a procura. E osdla Coes de preço são fenômenos de mercado, contingências que fazem parte integrante e inse
Parãvel da aventura econômica a que se dispõe e predispõe toda iniciativa empresarial
^or isso mesmo, segundo a melhor doutrina, o risco da aventura empresarial e o grande e ^õlido fundamento para o lucro: o lucro i a remuneração do risco.
Portanto, oscilações de preço (de qualquer mercadoria ou serviço, inclus^ "e da moeda, que é a mercadoria do mercado de cambio) constituem fenômenos inteiramente Estranhos ã categoria dos eventos que podem ser cobertos pelo seguro. Na esfera deste último o tipo de álea Í outro, pois aT os fenômenos abrangidos são os que se encaixam definição lapidar de Chaufton: "Seguro i a compensação dos efeitos do acaso pela mu
ÍNDICE DAS SEÇÕES
^Ualidade organizada segundo as leis da estatística". E, nas leis da estatística, ris*^0 é o evento que se enquadra no conceito matemático de variável aleatória.
^SISTEMANACIONALDESEGUROSPRIVADO^^ EDITORIAL
FENASEG
CNSP
SUSEP
SINDICATOS
IRB
NOTICIÁRIO DAS SEGURADORAS
Oscilação de preço está muito longe de ajustar-se àquele conceito matemá tico. Mais distante esta ainda no mercado de cambio, onde as cotações das moedas são ^ftda vez mais artificiais (e não um produto da lei natural da oferta e procura), e onde ^ matemática é outra: restringe-se à aritmética do equilíbrio das contas do Balanço de N
^gamento.
EXECUTIVO,LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO Se a oscilação de preço, resultante do livre jogo das forças do mercado, é
enômeno fora do raio de alcance do seguro, deste ainda mais se afasta o que se preten
IMPRENSA
JORNAL DO COMMERCIO(PÁGINA DE SEGUROS)
OUTROS JORNAIS
de definir como "risco" de oscilação cambial. No caso, "risco" não i bem a palavra apropriada, já que a taxa cambial o mais das vezes assume, incorpora e espelha o compor tamento de moedas desvalorizadas pela inflação. Hoje, a prática dos chamados seguros em moeda estrangeira o que na reali
DIVERSOS FUNENSEG
ESTUDOS E OPINIÕES
FIDES
MERCADO CAMBIAL
dade está implicando e a influencia perniciosa e antitecnica das oscilações cambiais. Em ^utras palavras: com essa prática o seguro está dando guarida a um corpo estranho, que
lhe suga e definha as estranhas. O efeito disso esta obvio nos crescentes resultados ATAS DE COMISSÕES TÉCNICAS deficitários de certas carteiras. Antes que seja tarde, impõe-se uma reformulação des-
MERCADO DE AUTOMÓVEIS
pratica. BI.795*Pig.01*31.12.84
Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização - FENASEG
FENASEG ESCLARECE
AS
SEGURADORAS
SOBRE DESCONTOS NO SEGURO INCÊNDIO
A Comissão Especial de Instalação de Chuveiros Auto
máticos (CEICA), da FENASEG, informa ao Mercado Segurador que são aceitas, para efeito de concessão de descontos nas taxas de seguro incêndio, em equi valência aos sistemas de detecção e alarme de incêndios, as instalações fi xas de detecção de gases combustíveis, inflamaveis e explosivos. Em cada caso a CEICA analisara o desconto
cabTve'',
com base na documentação que instrui o processo a respeito e outras informa ções que eventualmente poderão ser solicitadas das interessadas. Entende a referida Comissão que os sistemas fixos
de
detecção de gases e vapores inflamaveis ou combustíveis, capazes de dar um alarme quando a concentração de tais produtos no ambiente atingir o limite inferior de explosividade (LIE), representam uma melhoria de risco e assim poderão elas ser merecedoras de descontos nas taxas de seguro incêndio. Para efeito da concessão de descontos considerou
a
CEICA que as instalações de detecção de gases e vapores são similares ãs de detecção de incêndio e assim ficara limitado o desconto a 10% no máximo.
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Assessoria Econômica - Resenha Semanal
DEZEMBRO
N9 65
PANORAMA
ECONOMICÜ
A "primeT-rate" sofreu sua nona redução no ano caindo
para 10,75%, menor taxa desde junho deste ano.
Isto proporcionara um efeito positivo
sobre nosso balanço de pagamentos pois cada queda de um ponto percentual, no
período
de um ano, significa uma economia em termos de juros pagos ao exterior de US$ 500 mi lhões.
No entanto, existe ainda muita incerteza quanto
ao
comportamento da taxa de juros externa para o próximo ano. A recente recusa do pres^ dente norte-americano em cortar o orçamento militar, o corte proposto pelo presidente
para os próximos três anos foi de US$ 28,1 bilhões menos da metade do montante propos
to pelos assessores orçamentários, ou aumentar impostos junto oom a oposição do PartT do Democrata, com maioria na Gamara dos Deputados, em cortar os gastos sociais mos tram as enormes dificuldades para controlar o déficit publico dos EUA no próximo ano. Por outro lado, as recentes quedas da prime
parecem
indicar uma diminuição do ritmo de atividade eçonÓmica e a uma política monetária um pouco mais folgada.
_Apesar da diminuição das taxas de juros nos EUA o dÕ lar continua valorizado em relaçao as outras moedas.
Segundo o FMI em relação a
sua
posição de equilíbrio de longo prazo o dÓlar está 38% supervalorizado em termos
de
uma cesta de moedas. A valorização do dólar prejudica nossas exportações na medida em que estando o cruzeiro atrelado ao dÓlar quando este se valoriza o cruzeiro tam bém se valoriza frente as outras moedas encarecendo os nossos produtos vendidos Europa e Japão. Dada a incerteza
quanto
a
para
taxa de juros externa ,
crescimento dos EUA e valorização do dÓlar o príximo governo brasileiro devera seguir de perto estas variáveis resistindo a tentativa_^de utilizar o câmbio para controlar a inflação criando, inclusive, outros incentivos as exportações que compensem a retira da 1ntegral_do incentivo fiscal^ do IPI, reajustes salariais mais elevados e taxas de Juros ao crédito para exportação mais elevadas.
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Noticiário dos Seguradoras
BEMGE-COMPANHIA DE SEGUROS DE MINAS GERAIS - Na primeira quin
zena de fevereiro, a BEMGE-Companhia de Seguros de Minas Gerais promoverá em Belo Horizonte o II Seminário Sobre Seguro Rural e PROAGRO. No seminário, serão debati dos os seguintes temas: 1) Seguro Rural-Um Novo Projeto Para a Agricultura Brasilei ra; 2) Aspectos da PolTtica do PROAGRO; 3) Diretrizes Para a Incrementação do Seguro
í
Rural. Os subsídios coletados no evento serão organizados de forma a constituírem um documento contendo recomendações para o desenvolvimento do Seguro Rural e ficarão
disponíveis ãs autoridades encarregadas da polTtica agrícola nacional.
ASOCIACION PANAMERICANA de FIANZAS - Em carta encaminhada
''f
ao
Presidente da FENASEG, Sr. Victor Arthur Renault, o Secretário da AsociaciÕn Panamericana de Fianzas, Sr. Carlos Dupont, comunica que a entidade está funcionando
em
novo endereço: Tucumán 540 - Piso 20 (1 049) - Buenos Aires. Tels, 313-3896, 313-3911 e 313-3938.
CORRETOR DE SEGUROS- A Superintendência de Seguros
Privados
■{Delegacia de São Paulo) comunica ao mercado que J.P. Bittencourt Corretores de Segu ros S/C Ltda. deixou de operar como corretora de seguros, tendo sido cancelado, a pe
dido, o seu registro.
A Delegacia informa ainda que o corretor EdmTlson Geraldo Lo
pes Ferraz teve cancelado temporariamente, a pedido, o seu registro.
O Departamento
de Controle Econômico daquele Órgão cientifica que o corretor Antônio Gomes Filho re tornou ao exercício da profissão.
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' maK{K339SBraEK
T
EJffiCUTim^gSLOTIVOE^ PODER JUDICIÁRIO Apelação CTvel nQ 1 517 19 Tribunal de Alçada - RJ 49 Câmara Relator: Juiz Marden Gomes - Unanime
RESPONSABILIDADE CIVIL - ACIDENTE COM AVIAO - SEGURO - INDENIZAÇÃO - CULPA
NA QUEDA'
DO AViAO E NAO NO INCÊNDIO QUE SE SEGUIU. EMENTA
"Ação indenizatoria.
Queda e incêndio de aerona
ve, este, quando o aparelho ja se encontrava no solo e com os motores parados. procede quando não comprovada a culpa da proprietária da aeronave."
Não
Apelação CTvel nÇ 98 504 19 Tribunal de Alçada - RJ
79 Câmara
Relator: Juiz Carpena Amorim - Unânime RESPONSABILIDADE CIVIL - ACIDENTE DE TRANSITO'- ATROPELAMENTO - INDENIZAÇÃO - SEGURO obrigatGrio. EMENTA
"O beneficiário do seguro obrigatório da responsa bilidade civil tem ação direta contra o segurador em caso do não pagamento do sinis -
tro, uma vez que a estipulação prevista no contrato a ele está dirigida." Apelação CTvel n9 85 681 19 Tribunal de Alçada - RJ 89 Câmara Relator: Juiz Roberto Maron - Maioria de votos
RESPONSABILIDADE CIVIL - ACIDENTE DE TRÂNSITO - MORTE DO PASSAGEIRO - CULPA GRAVE
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PREPOSTO - RESPONSABILIDADE DO PREPONENTE, AINDA QUE A VÍTIMA SEJA SEU EMPREGADO. EMENTA
"Responsabilidade civil.
Acidente de veiculo
em
estrada de rodagem, resultando em morte de passageiro, empregado da empresa proprietá ria do carro, conduzido^por preposto. Decorrendo culpa grave do preposto condenado na esfera criminal , esta a preponente obrigada a reparar ainda que a vítima seja seu
empregado, independente da cobertura providenciaria a que tem direito a família."
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Apelaçao CTvel n9 97 362 SEGURO - TRANSPORTE MARÍTIMO - EMISSÃO DA APÕLICE - VALIDADE.
19 Tribunal de Alçada - RJ 29 Câmara
Relator: Juiz Pestana de Aguiar - Unânime
EME N T A
RESPONSABILIDADE CIVIL - ACIDENTE DE TRÂNSITO - PRINCÍPIO DE INCÊNDIO NO ÔNIBUS - FUGA DO MOTORISTA - DESLIZE NUM DECLIVE E CONSEQÜENTE MORTE DE UMA PASSAGEIRA.
"A averbação, em apólice aberta, provado contrato
de seguro. Emitida após o início da viagem, mas antes de seu término, e valida, pela permanência do risco."
EMENTA
(REPRODUZIDO DO DIÁRIO OFICIAL DO RIO DE JANEIRO DE 11.12.1984 - PARTE III - PODER JU DICIÂRIO)
"Responsabilidade contratual decorrente de trans -
porte coletivo. Pedido de indenização formulado por esposa e filhos de vítima atrope lada letalmente, em local sem acesso para transeuntes, logo apÕs deixar o coletivo em que viajava como passageiro. Relação de causa e efeito com base no contrato de trans
Apelação Cível n9 14 098
porte."
Tribunal de Justiça - SC Câmara
Apelação Cível n9 94 340
Relator: Desembargador Osny Caetano - Unanime
19 Tribunal de Alçada - RJ
RESPONSABILIDADE CIVIL — AGRAVO RETIDO — VALOR DOS DANOS.
,89 Câmara Relator: Juiz Luiz Eduardo Rabello - Maioria de votos
EMENTA
SEGURO - ACIDENTE DE TRÂNSITO - VALOR PAGO PELA SEGURADORA - ULTRAPASSAGEM - RESPONSA "O recurso de agravo de instrumento
BILIDADE.
Verbalmente não merece ser conhecido; seja qual for o regime por que opte o recorrenl^e, sua forma deve ser sempre a escrita.
EMENTA
"Em caso de acidente automobilístico o responsável
pelo evento responde pela importância global da indenização que ultrapassar o valor go pela seguradora.
Mesmo que o valor dos danos seja superior ã cota
ção do veículo sinistrado, os prejuízos efetivamente causados devem ser reparados.
Em se tratando de açao de indenização nao é de se admitir a Pf®-'
criçao qüinqüenal. Dava provimento parcial ao recurso para reconhecer a
prescr^Ç^
qüinqüenal , incidindo a regra do art. 178, §^10, I do CC., que é disposição
genenc
com intuito de garantir a subsistência - caráter alimentar.
manifestado
Juiz EDVALDO TAVARES.
VOTO VENCIDO DO DESEMBARGADOR GERALDO SALES:
As
Perdas e danos resultantes da destruição total de um veículo nao. podem ser superiores ^0. seu valor de venda."
Apelaçao Cível n9 14 498
Apelaçao Cível n9 94 199 Tribunal de Justiça - SC
19 Tribunal de Alçada - RJ 49 câmara" Relator: Juiz Raul Quental - Unânime
Câmara
Rel_ator: Desembargador Tycho Brahe - Unanime
SEGURO - TRANSPORTE MARÍTIMO - AQÂO DE REEMBOLSO MOVIDA CONTRA A TRANSPORTADORA
FAL"
TA DE DOCUMENTO INDISPENSÁVEL A PROPOSITURA DA AÇAO - EXTINÇÃO DO PROCESSO,.
RESPONSABILIDADE CIVIL - SUCUMBÊNCIA DE ENTE DE DIREITO PÜBLICO - REEXAME OBRIGATO Rio - PREFEITURA MUNICIPAL - ATO DE SEU FUNCIONÁRIO - INDENIZAÇÃO - CORREÇÃO MONETÃ Ria.
EMENTA
EMENTA
"Ação de reembolso movida contra a transportado^"
por seguradora que indenizou o segurado em_face do extravio de mercadoria transportai^ em navio da rê. Necessidade da apresentação do_original do conhecimento de trànspoft^
"Ocorrendo a sucumbência de um ente de direito pú blico a eficácia da sentença está na dependência da confirmação pelo segundo grau dê
nos termos do art. 589 do C. Comercial. Extinção do processo na falta desse documeP^ indispensável ã propositura da ação."
Jurisdição (art. 475, II, C, Pr. Civ,)_, através de reexame obrigatório que se procede fnesmo face ao silêncio do juiz quanto a remessa ou ante a interposição de recurso vo luntário.
Provada a culpa de seu funcionário — operador de
Apelação Cível n9 94 722
pa carregadeira qyt, frifêgãndp m rodovia federal, fpra do horário perilllticlo pâfà
19 Tribunâl de Alç,ada ^ Câmara Rei ator; Juiz Fófisèca Costa - Unânime
.03*31,12,8 BI.795^Pág.02*31
se tipo de máquina, causa desastre — deve a Prefeitura Municipal indenizar os danos conseqüentes a essa culpa. A correção monetária, como critério de atual
c <1
çáo do valor, em tema de danos materiais, incide, mesmo que nao pedida na inicial."
IMPRENSA Apelação CTvel n? 14 532 Tribunal de Justiça - SC 33 Câmara
Jomal do Conunercio
Relator: Desembargador Reynaldo Alves - Unânime RESPONSABILIDADE CIVIL - ACIDENTE DE VEICULO - REGISTRO DO VElCULO.
MERCADO SEGURADOR
EMENTA
"O registro do veiculo no Departamento de Transi
to vale como presunção de propriedade, implicando na transferência do domínio, inde~ pendentemente de tradição. Tal presunção, porém, pode ser ilidida com a prova da venda do veiculo a terceiro acompanhada da sua tradição."
Seguro mútuo
(REPRODUZIDO DA REVISTA FORENSE - OUTUBRO/NOVEMBRO DE 1983 - VOLUME 284)
contra a lei ■ Luiz Mendonça
È muito conhecido, na geografia econômica do hemisfério americano, o chamado ''paraíso fiscal",
X
ih
onde simplesmcnie nào existem impostos. Pequenas
ilhas conseguem o milagre de ter mais empresas do que território para sediâ-las. Mas se esse milagre a uns pfopicia bons ganhos, a outros é claro que acarreta boas perdas.
É de uma dessas ilhas que acaba de emergir uma
atração internacional. Trata-se de uma sociedade mútua. Como toda mútua que se preza, nào terá fins lucrativos. Nem fronteiras, estando aberta a sócios de todas nácionalidades e de todos domicílios. Num
ponto, entretanto, cia st torna uma espécie de clube fechado: somente podem ser admitidos os agentes marilifnos e os corretores de navios.
Livre de impostos (c de lucros), a nova mútua vai
de serviços é marcado por fortes e quase generali zadas restrições internacionais. Bem que na Unctad a
delegação dos Estados Unidos tem posto todo em penho em derrubar essas restrições. Até agora sem êxito, felizmente.
O seguro, por exemplo, caracteriza-^se por ser uma
prestação de serviços de natureza muito especial. Ê uma atividade que, em nenhum lugar do mundo, pode ser exercida fora das vistas e do controle do Es tado, que por isso mesmo submete as empresas do
ramo ao regime de prévia autorização. Assim, fica desde logo patente que a compra de seguro se toma
em principio inviável quando comprador e vendedor estejam domiciliados em países diferentes. No Brasi) ela é proibida, quando no mercado interno haja ofer ta para o tipo de seguro demandado pelo comprador.
Na verdade, nào se justifica que seja compraido fora
dedicar-se à prática de seguros baratas para seus
do Pais um serviço existente dentrode suas fronteiras,
privilegiados sócios. Na distante ilha uma empresa
com padróes de qualidade que nada ficam devendo ao similar estrangeiro. E um serviço (como manda o figurino) sob fiscalização e controle das autoridades
administradora (contratada) velará por tudo, as sumindo todas as incumbências necessárias à ope ração da mutualidade seguradora: receber as quotas
dos sóeios e reembolsar os que tenham problemas de responsabilidade profissional por prejuízos de ter
ceiros. Ê uma espécie de caixinha internacional: todos sé qüotizam para assistirem aos que precisam. Mas há um porém nesse esquema. /\o contrário do que acmtece no comércio de mercadorias, o setor
nacionais.
Portanto, o Brasil è endereço errado para o ali ciamento de sócios da nova mútua nascida num
"paraíso fiscal", Aqui, nenhum agente marítimo ou
corretor de navio pode participar daquela sociedade, se não quiser agredir a legislação(de seguro e de câm bio). Essa vinculaçào externa è contra r lei.
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BI,795*Pãg.01*31 .12.84
Empresas perdem CrSlOO bi satélite brasileiro no mercado in
■ Alberto Salino Editor
As
empresas
seguradoras
fócharam o ano de 1984 tendo que amortizar um prejuízo da ordem de Cr$ 100 bilhòes, contraído em
operações feitas pelo Instituto de Resseguros dó Brasil (IRE), revelíHi
ontem
o
presidente
da
Federação NacicnaJ das Empresas
de Seguros Privados e de CapitíiJizaçào(Fenaseg). Victcw Arihur Renauit. As perdas, segundo eJe,
exclusivamente pelo ressegurador,
ternacional. "Estão propondo taxa
em nome do -mercado e a sua revelia. Reiterou que esse débito
de 15 a 20*^0
gigantesco refere-se apenas á pane
"A sugestão è boa", disse Al
que cabe as empresas. O IRB, como ressegurador e segurador
brecht ao comentar a proposta da Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capi talização (Fenaseg) em participar
direto, também teve sua parcela de perdas. Dificilmente — acrescen tou — uma outra atividade teria
na gestão das operações que o IRB
conseguido ultrapassar período de
realiza. "Sò que deve ser analisada
tão longas dificuldades sem se
pela próxima administração, pois
abater"
não há mais tempo para se in troduzir mudanças agora", fi
fóram localizadas no consórcio de
A sobrevivência do setor, ante essa fase prolongada de déficiis,
LTOTdres, Cr$ 42 bilhões, nos negócios feitos pelo ressegurador
negócios internas, ao processo de
np mercado internacional. Cr$ 32
que considera inadmissível qué as
companhias seguradoras não par
garantiu, estamos ultrapassando
ticipem na gestão dessas operações qiie apresentam números tão
as dificuldades sem causar pre juízos à sociedade, que é para
elevados e que são administradas
quem estamos voltados"
exportação, Cr$ 25,5 bilhões. .Victor Renauli afirmou ainda
nalizou.
para ele, deve-se à boa gestão dos capitalização que as seguradoras experimentaram durante a década de 70 e, principalmente, a entrada dos grandes grupos financeiros na atividade seguradora. "Assim,
bilhões, e no cotsotcío de crédito à
Tendência é crescer Já o presidente da Associaçàodas Companhias de Seguros, Cláudio Afif
Domingos,
acredita
Ao comentar as perdas que as
lis^umir daqui para a frente, cerca
mercado financeiro e não na
produção. Em 1984, no pensamen
de recuperação
do mercado, embora
não
alimente esperanças de que
Para comprovar isto, segun
lenha
do ele, basta verificar que a
uma
margem
fechado com
de ganho,
real, em termos de receita.
lato prejuízos.
"O crescimento continuou
Cr$ 100 bilhòes. o presidente
sinalou que no mómento o que
abaixo da inflação", disse
ele, acrescentando que "as
- Brasil {IRB), Ernesto Albrecht,
existe sáo expectativas de sinistros que poderão se concretizar ou não.
^ Instituto de Resseguros do diísé que "a atividade seguradora iiú» para assumir riscos, razão
aplicações do volume de
Diante desse fato, segundo ele. o
recursos das reservas téc
qiie o IRB fez fa comunicar ao
nicas continuaram a sub
sidiar todos os problemas operacionais das empresas seguradoras".
pela' qual o seguro não representa
mçrcado tais expectativas, aler
ijrA ganho certo, porque senão ele
tando para a necessidade de se
sfcfia'desnecessário"
constituir reservas. "O pior seria se não fizéssemos essa cíxnuni-
' ■ Quanto ao consórcio de Lon-
<irUt Albrecht salientou que foi ítha um acerto com as empresas
sfeguradoras, "a pedido delas", se determinar o valor dos
rtrcjuizos de 1981 (US$85 mi-
í^òef) e mais os de 1982/83 de for ma estimada. A partir dai, segun-
cjo.éle, a parte de responsabilidade oas^empresas seria convertida em dólar médio na data de 30 de
timativas de perdas do consórcio são de USJ 15 a 20 milhões, com uma grande concentração de con tratos feitos nos Estados Unidos,
brecht frisou que a primeira análise do risco comercial do seguro é feita pela seguradcx^a. do Governo está voltada para a ex
pR-TNs somente em janeiro de
portação e o seguro tem que dar
^ 24 meses. "Acho que demos
ijma boa COTiribuiçào ao mer
seu suporte.
Sobre a participação do IRB
sórcio sede. Albrecht ccmemou
recuperarem, os seguros de plo, que têm uma relação
vendas de seguros não são
dores, tendem a crescer, O
suficientes para que o mer
de incêndio tem apresen tado no momento apenas
direta
com
esses
indica
uma intlação na casa dos
um crescimento vegeiaiivo,
três dígitos. "Serüo preci.so
revelou. Apesar das dificul
mais dois a ires anos para
dades, Cláudio Allf acha
que haja um nivelamento
que chegou a hora da.s em
eles",
acrescentou.
Para cic. as laxas de juro.s
presas
seguradoras
bus
carem novos mercados,
que o ressegurador tem que as sumir riscos, pois se isso não for
feito não há seguros. E citou o exemplo da dificuldade que o Ins
afirmou, acrescentando
em negócios realizados lá fora e
tituto está encontrando para
que "não vê razões para cha-
aceitos dentro do chamado con-
colocar
cado".
momento que esse processo
se reverter e os salários se
ainda que os sintomas- de aquecimento verificado nas
entre
Além disso, lembrou que a política
^ifiembro e transformada em então ser paga ao IRB
Ernesto Albredif
pequenos investimentos em maquinaria. Se não havia estoques, explicou, eviden temente que a produção foi pequena. A partir do
incêndio e vida, por exem
Aílí
cado reaja ante os rigores de
onde, conforme revelou, os ne gócios não andaram bem. Al
indústria e o comércio trabalharam durante o ano sem estoques e apenas
afirmou
Cláudio
caçào", complementou. As es
to de Afif, a economia inter na permaneceu na recessão.
1984
Admitiu que o seguro de credito à exportação tem dado de Entretanto, as
no próximo ano, razão pela qual será melhor investir no
que
tendência
Albrecht alerta para risco
internas continuarão altas
houve, e continuará haven
do nodecorrer de 1985, uma
flimpresas seguradoras terão que
adiantou.
parte da cobertura do
BI.796*Pag.03*31.12.84
leãçÍKs".
BI.795*Pãg.02*31,12,84
Mercado segurador ainda não conseguiu recuperação <I
que se encerra,
o
Expansão da
mercado de
seguros continua em baixa. Es mento de prêmios fechará na casa dos Cr$ 3 trilhões, cc»no a feita pelo presidente da Federação
setor ficará abaixo da
o ano, lucro fi nal positivo. É certo
inflação
presas seguradoras advirão outra
(Fenaseg), VictorAnhur Renault. Para ele, a expansão da receita
o setor em direção a uma taxa real
de
crescimento
positiva.
"A
atividade seguradora de fato reflete a realidade econômica do
trial, o presidente da Feilaseg afir
'7 j*
1
mou que 1984 foi um ano dra
Victcw Renault salientou que é a primeira vez que o IRB vai apresentar danos elevados em vir tude de suas operações intemacioiais nas suas aceitações de
sede. Ele calcula que os prejuízos chegarão a USJ 14 milhões. "Um resultado que certamente afetará os balanços das empresas segu radoras, independentemente de
lucro será menor que o alcançado
em 1983, se comparado cm ccrreçào monetária. Em clima de ex
pectativa, ele espera que no próximo ano a atual situação do mercado de seguros se modifique, assim como o panorama político e econômico. "A nossa política setorial precisa ser redefinida", disse.
No ano passado, segundo es tatísticas do Instituto de Res
seguros do Brasil (IRB), á produção de prêmios do mercado
perda,
diferentes estima^vas do tner:T^ são dos prêmios deverá dtuv-se
decisivamente para que o desem
tanto, a valores de oito anos. em 1983, a receita chegou a gran deza de CrS 1,036 trilhão, en
tlrá às empresas iim faturmnénto
quanto a de 1976, corrigida, ficou no patamar de Ct% 1,023 trilhão.
registro de uma grande perda de O segundo refere-se aos
prejuízos decorrentes dos negócios feitos pelo Instituto de Resseguros
; f
J■ à
O desempenho do setor em
na casa de 200<7o, ò que ^ransuperior a CrS 3 trilhões, em
relação a um ano atrás. En
nominal, o pescimento da re
1984 não indica que houve uma
ceita, se hão. empatar, deverá fi car bem pròciima do índice
reação das vendas de seguros o
médio de inflação dos últlmús }2
suficiente
meses.
para diminuir essa
que o mercado não treve este ano
Em compensação, Albrechi cal
a ultrapassar CrJ 3 trilhões. Na
perdas com grandes sinistros.
verdade, segundo ele, vai acu mular mais um ano de perda real.
resultados semelhantes ao do mer
cula que houve um crescimento real no seguro de vida, um bom desempenho no de incêndio e um
"Levantamentos estatísticos mos
cado. As previsões de lucro, se
gundo ele, chegam a CrS 1 trilhão
grande desenvdvimenio no de
tram — disse ■— que a receita caiu em média ao ano, de 1979 a 1984". Mas nem todos os indicadores
gastos
trativos. Até novembro o lucro es
recuo da
de comptyiamenrD das empresas seguradoras viveram apenas de queda nesse periodo de seis anos. O patrimônio liquido e as reservas
lava na casa dos CrS 890 bilhões,
disse que a recuperação ainda está
mas que caiu para CrS 630 bilhões
muito concentrada para influir no
ao diminuir daquelas despesas. O
técnicas,
sua vez, beira a cifra de CrS 580
comportamento da produção de prêmios, que dificilmente con segue crescer em termos reais em época de ínflaçàoelevada. O avan
Al
virtude dos ganhos que as em presas. vão ter nos investimentos em- ativos fi nanceiros, principal mente nos papéis negociados em
lhões em 1984, referentes apenas à
Bolsas de Valores. Lembrou ainda
parle das empresas seguradoras.
O IRB também devera obter
tação e aeronaves. Nos seguros de fi nanciamentos à exportação os
prejuízos
e
adminis
pairimcnio liquido o Instituto, por
brechi, foram bem, com uma ex
bilhões.
pansão real de 20%. Neste ano que finda, a soma dos dois chegou
Ele assinalou que.alem dos dispêndios e dos prejuízos de Lon
a CrS 4,4 trilhões.
dres,
Uma das razões dessa queda está,evidentemente, na recessão econômica, que Impôs nos últimos anos um desaquecimeniodo PIB (Produto Inierno Bruto). Outro fato importante que explica essa tendência é a política de contenção dos gastos públicos, que cer tamente atingiu o item seguros. A-s previsões para este ano, nada animadoras, ainda apontam para o de clínio.
Os indicadores..sobre a participação dos seguros de sorteio no faturamento do mercado estão sei.do divulgados pela vez primeira, embora o IRB dis
ponha de informações que remontam há seis anos, de 1978 a 1983.
atingiram
CrS 26 bi
Ano
Total do mercado
Sorteio
%
1978 1979 1980 1981
3.893.719 5.915.101 10.415.823 29.091.675 44.8W.567
11,30
1982
38.342.089 63.013.516 1 15.083.203 217.981.535 439.981.877
1983
1 .036.392.585
96.677.829
10,28
10.35 9,95
15.4U 1 1.36
1'ontc; 1 RB
Nuia- Esclui üpcrai,'ncs cuni o CMCrior
c sucursais
nu
cs-
icfior.
(REPRODUZIDO DO
JORNAL DO COMMERCIO DE 21 .12.84)
saúde.
bruto, sem ao menos deduzir os
operacionais
10,2%.
;V-
Ernesto Albrechi, presidente do Instituto de Resseguros do Brasil íLRB), também acha que dificilmente o mercado cresça acima da inflação neste ano, em bora a produção de prêmios venha
revelou
Além disso, as esiaiisticas do IRB indicam tam bém que a participação da receita desses seguros vem caindo a partir de 1981. Neste ano a parcela de
tretanto, se confirmada essa taxa
Apesar do recuo, o otimismo do IRB
conforme
reveladas recentemente.
passou para 1 1,3% e alcançou em 1983 a faixa de
ao ccntràrio, as mais
brasileiro de seguros atingiu o
vuita
setor, mas tâo-somenic 10%. segundo informações
oficiais do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB),
pouco superior a CrS 29 bilhões. No ano seguinte,
Prêmios estão caindo lü^l de 1976, retro^indo, por*.,
fatos
o volume drprémios proporcionado pelos seguros
dos órgãos do poder público federal não representa 40%, cwno se atribuía no mercado, na arrecadação total das cerca de 95 seguradoras em operação no
prêmios de seguros de sorteio, sobre o total do mer
contribuíram
dois
10% com o sorteio
cado, foi de 15,4%, representando um faturamento
do Brasil.
r
Victor
nião,
lidade, embora os últimos 12 meses tenham transcorridos sem o
■m
Entretanto,
Empresas faturam sò
Renault está convicto de que o
pior que o de 1983. Na sua opi
deve-se ao aumento da sinistra-
u
investimentos em ativos
cado apontam (wa um declínia De qualquer forma, as previsões mostram que a expan
mático, a ponto de achà-Io bçm
penho operacional atingisse nível tão insatisfatório. O primeiro deles
Ui;
também que os ganhos das em
financeiros.
Pais, só que não de maneira imediata", disse ele, justificando a defasagem que existe entre o processo de aquecimento da economia e o do seguro. Em termos de resultado indus
tará, depois de fechado realmente
vez dos
fi cará aiais uma vez abaixo dos
recuperação das vendas de seguros no último quadrimesire, mas acha que foi insuficiente para empurrar
Não há dúvidas, entretanto,
que o mercado segurador osten
Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização
De qualquer forma, Renault acredita que houve uma pequena
rador pode explicar as razões des sa perda".
receita do
timativas indicam que o' fatura
índices de inflaçàodoano.
Outros
sua gestão", afirmou, acrescen tando que "somente o ressegu-
Apesar de a economia ler dado sinais de recuperação neste 1984
Ernesto Albrecht, ao comentar
o aquecimento da economia e o atividade
seguradora,
a constituição de reservas
ço da economia, explicou, está apenas nos setores que estão vol tados para a exportação. "De um
Além disso, o presidente do
técnicas também compromete boa
lado beneficia o Pais, mas de outro
IRB conjectura que o resultado final do mercado será bom, em
parcela do lucro, em especial as
nos
das carteiras de crédito á expor
maiores", fi nalizou.
BI.795*Pág.01*31 .12,84
faz assumir riscos cada vez
(REPRODUZIDO DA EDIÇÃO DE 28.12.84)
BI.795*Pig.04*31 .12,g; I—MII I I
r^t/â
Quem segurou por Ttrry Dodsworth
tre do vazamento de gás
que um grupo prefira pa
do Finonciol Times
que matou milhares de pes
BAT compra a Hambro Life per Eric Shod do Financiei Times
presenta o segundo passo em Uma estratégia cuida
dosamente planejada". O conglomerado BAT In De acordo com Sheehey, dustries, com atividades a principal meta da BAT na baseadas no setor de fumo, área é desenvolver "o for cuja subsidiária no Brasil é a Souza Cruz, anunciou no necimento de serviços fi final da semana passada nanceiros a consumidores ter chegado a um acordo
individuais".
sobre sua oferta de 664 mi-
A BAT está oferecendo
Ihdes de libras (US|870,24
550 pence por unidade pelos 120,7 milhões de ações da Hambro Life, a vista, com
milhões) pela Hambro Life
Assurance, a maior compa
nhia de seguros de vida da ' a alternativa de títulos a GrS-Bretanha.
12,25% ao ano.
A Guardian Royal Ex change
vendeu
também
soas na índia (devido ao te
A tragédia de enveaena-
mor de litígios jurídicos),
em uma região onde venha
que respondem às duas
mento de Bbopal, na índia, fez cow que surgisse à luz o obscuro mundo de seguro
despontou nos últimos anos
obtendo fortes lucros: e po
principais questões.
para companhias multina
cionais. Como estas empre
Eagle Star a BAT conquis tará um bom lugar no gru
sua participação de 10,2%, po de cinco maiores com optando pelos títulos por panhias de seguros de vida motivos tributários, mas
da Grã-Bretanha. A Ham
obtendo um lucro de 27 mi lhões de libras sobre seu in vestimento realizado há
bro Life, além de suas ope rações coro seguros, tam
dois anos. A Hambro Life tornou-se
bém dispõe de operações na área de serviços finan ceiros, através de sua sub
uma das companhias mais renoroadas no setor de pen
sidiária Allied Hambro. e
sões da Grã-Bretanha des
vés de outra
de seu lançamento, em 1971. A companhia
Dunbar.
concentrou-se na venda de
contratos de seguros de vi
importante posição nos campos de pensões para
da e pensões.
companhias e serviços de
atividades bancárias atra unidade, a
A Eagle Star ocupa uma
O negócio ocorre após a
A proposta de compra já
compra, por 968 milhões de
estava virtualmente garan
libras, do grupo de seguros
tida, com a BAT dispondo
Etgle Star Holding, reali zada no inicio do ano, con firmando a intenção da
de ações ou promessas de
ços de Mark Welnberg —
mentos de pensões. Outra
venda relativas a 38,5% das
que construiu a Hambro Li
de suas principais áreas de
ações da Hambro Life. O banco de investimentos
fe — através de um contra to por cinco anos. O restan
operação é a de hipotecas, gerada por seus firmes
J. Rothschild, que fracas
te da bem-sucedida direção
contatos com o setor imobi
sou no inicio do ano em
da empresa — Sid Llp- liário. Suas atividades de worth, vice de Weinberg, seguros gerais incluem
BAT de tornar-se uma grande força no mercado
de serviços financeiros da Grã-Bretanha.
seus planos de fundir-se
O "chairman" da BAT, com a Hambro Life, ven Patrick Sheehey, declarou deu 19 milhões de suas que o Grupo "se aprofunda ações e comprometeu os 11 rá ainda mais nos serviços milhões restantes de sua relativos a finanças, tanto participação de 24,8%. O na grã-Bretanha quanto no negócio proporcionou um exterior", e que a aquisi lucro de 40 milhões de li ção da Hambro Llíe "re bras à instituição.
A BAT garantiu os servi
adminsitração de investi
Joel Joffe, Mike Wilson e.
uma forte carteira de segu
Sandy Leitch — foi contra
ros de automóveis, entre
tado por três anos. Além
outras.
disso, Weinberg e Lipworth ingressaram
no conselho
da BAT.
A BAT está formando a BAT
Financial
Services,
que aglutinará as ações da
Somando as operações da Hambro Life com as da
Eagle Star e da Hambro Li fe.
sas arranjam cobertura para suas amplas opera ções e como ela é armada para cuidar de problemas
GAZETA
MERCANTIL DE 22.12.84)
de haver motivos tributá
Em primeiro lugar, as
de montar apólices globais
rios para que o seguro seja
com multinacionais como a Union Carbide.
feito em outros países.
companhias têm de decidir exatamente sobre quais
ções globais é, segundo Pe-
Da mesma forma, uma riscos desejam cobertura. companhia pode preferir Em geral, as corretoras receber o pagamento da se aconselham seus clientes guradora em um país dife sobre as áreas de maiores
ter Reid,
rente daquele onde sofreu o
O objetivo da corretora ao fornecer essas opera vice-presidente
que
companhias como a Union Carbide, que trabalha com substâncias altamente tó xicas, invariavelmente so licitem maior cobertura do que empresas que atuam
prejuízo — embora
fortemente distintos? A Union Carbide tem sido cuidadosa em não fornecer
Alexander International, outra importante corretora de seguros, economizar
iniciativa possa ser restrita
nenhuma informação que possa ser útil aos advoga dos da parte contrária, masbá algumas indicações
custos adm inistrativos, servir como canal sobre as condições e normas locais e
sobre qual o tipo de pacote de seguros de que a compa
nanceira na montagem da • onde seus ativos ou recei
caso típico: as empresas
cobertura.
tas tenham sido bloqueados
que operam no setor nor
nhia dispõe.
O último ponto é particu larmente importante para
por
grupos internacionais com
sentado um pedido de inde nização, por qualquer moti vo, esta poderá ser paga em outro país, "desconge
A empresa parece ter ar ranjado a cobertura atra
maximizar a eficiência fi
vés da maior corretora in
lucros, obrigações tributá
ternacional, a Marsb and AfcLenann, sediada em No
rias e /luxos de caixa alta mente variáveis em dife
va York. A Marsb, cujas
rentes partes do mundo. Pode ocorrer, por exemplo.
ações caíram após o desas-
de questões inesperadas. A falsificação de produtos, por exemplo, tem repre sentado um novo proble
essa
por leis locais. As compa nhias multinacionais, se gundo se sabe, utilizam aS apólices de seguros como um meio financeiro para evitar pre;u/sos em países
malmente firmam seguros
mentais. Caso seja apre
contra grandes catástrofes — atingindo mais de USf 1
lando". dessa forma, os ati
USf 100 milhões da apólice,
(de seguros) está plena mente consciente dos di
muito maiores que no caso
versificados e complexos
de
que
riscos causados pela nova
tecnologia. Apesar disso, encontram-se à disposição
companhia
ma: e para a Union Carbi
aceite contratos estabele
cendo que as indenizações
tos com Bbopal deverá ser
somente serão pagas se o
seguros
provocada por problemas
montante
para
como o custo do litígio, a perda de rendimentos devi do ao fechamento da unida
corresponder a entre USS
químicos, aviões de passa
90 milhões e USf 100 mi
geiros de grande porte, na
de, os lançamentos em per da provocados pela desati sua
las do mercado, etc.
Em segundo lugar, as companhias têm de definir
dos
prejuízos
bilhão em alguns casos.
As empresas, no entanto podem facilmente sofrer prejuízos em conseqüência
vos.
para a qual os prêmios são uma
em outras áreas. O trans
porte aéreo constitui um
governa
restrições
de, parte dos maiores gas
multimilionérios
complexos petro
lhões.
vios cargueiros e petrolei
Uma das dificuldades também enfrentadas pelas multinacionais é de que, em alguns países, suas nor
ros".
renças
na
interpretação
jurídica dos contratos. Es sas lacunas são freqüente
mente preenchidas através de "contratos globais" com
seguradoras estrangeiras dispostas a assumir tais riscos.
PREJUÍZOS
Embora se possam le vantar várias questões so
Na prática, contudo, há
bre a adequação do seguro da Union Carbide para
meios de contornar essas
compensar as vítimas de
REGRAS
mas sobre seguros estabe lecem que estes deverão
Muitos
Bhopal, a própria compa
países em desenvolvimento
nhia injformou que a cober
regulamentações.
não dispõem de segurado
tura
e outros ativos dis
como estruturar as apóli ces Como a cobertura para
ser contratados com segu radoras locais. Este é o ca
ras suficientemente gran
poníveis
so da Índia, onde a indús
honre seus compromissos
grandes multinacionais é extremamente aita, esta
des para assumir o risco exigido pelos projetos das
sob controle estatal em
em geral é dividida entre
1971, com as seguradoras
multinacionais, permitindo em conseqüência algumas
um grande número de se
agrupadas em quatro gran
exclusões das normas. Em
guradoras, embora asmais
des grupos.
tria de seguros foi colocada
outras nações, é possível firmar um
contrato com
importantes possam obter
Não se sabe quanto do se
todo o pacote, distr/huindo-
guro da Union Carbide da
o então entre outras segu radoras. Acredita-se que
índia foi contratado com
cerca de sessenta correto ras estão envolvidas no se guro da Union Carbide.
P. Pinto, diretor da Gene ral Insurance Corporation
forma a fazer com que a
da índia — a "holding" es
apenas uma pequena par
tatal da indústria —, decla
cela do total.
A cobertura assim mon
empresas locais, mas V. H.
rou há dois anos que os se
tada pode ser constituída
de várias formas. As segu radoras podem acejíar apólices em parcelas, atra vés das quais as indeniza ções somente são pagas em
BI,795*Pdg.02*31 .12.84
riscos, fazendo com
"sênior" da Alexander and
vação, prejuízos em
DA
como uma corretora capaz
em ambientes operacionais
imagem e perda de parce
(REPRODUZIDO
Dentro dessas limnações
gar por apólices em uma econômicas globais, as cor moeda em particular ou retoras insiituiram pacotes
SEGUROS/INGLATERRA
centou, em uma observa
Uma
ção que se ajusta direta
seguradora, por
sem ameaças a sua viabili dade. Alguns analistas si tuaram o montante do se
guro em USf 200 milhões, embora alguns especialis tas de seguros para a in dústria química acreditem
segurando em seguida a maior parte dos riscos, de
que o total não deve ser in
apólice local represente Além disso, as multina
cionais freqüentemente ob
um determinado montante.
que
uma companhia local, res
guros sobre propriedades, têm cobertura ao exterior em seu país "devem ser para preencher as lacunas contratados exclusivamen de riscos que as segurado te na índia O diretor também acres
permitirão
ras locais se recusam ou
são proibidas de aceitar. Esses casos incluem ter
ferior a USf SOO milhões. Esses totais parecem in
significantes frente aos pe didos de indenização supe riores a USf 15 bilhões que teriam sido apresentados contra a companhia. No en
tanto, tais pedidos depen derão em grande parte da
possibilidade
de transfe
rência das ações aos Esta dos Unidos — onde o mon
tante das indenizações de
exemplo, pode optar pelo
mente ao caso da
Union
remotos do Extremo Orien
verá
pagamento dos primeiros
Carbide, que "a indústria
te. expropriações de pro
quais vítimas receberão por danos.
priedades ou mesmo dife
ser
maior — e de
(REPRODUZIDO DA GAZETA MERCANTIL DE 27.12.84 BI.795*Pãg.03*31 .12.84 Ai
DIVERSOS SEGURO DE catástrofe l TEMA DE ENCONTRO
EM
PORTO
RICO
Sob a organização do Club Interamericano dei Ejecutivo S.A.
CIESA, com sede no Panamá, será realizado em Porto Rico, no período de 5 a 8 de maio de 1985, o "Encontro Interamericano de Resseguros". O certame terá como tema central "A Cobertura de Riscos Catastróficos" e como subtemas: 1) O Sistema em Porto Rico e E^ tados Unidos; 2) O Sistema na América Latina; 3) O Sistema na Europa; 4) O Sistema no Japão. A escolha do tema central — afirmam os organizadores
do
encontro — i uma conseqüência da necessidade de aperfeiçoar os sistemas de coberturas Para casos de catástrofes, tendo em vista as grandes perdas que ocorreram em 1983
de
correntes de fenômenos naturais, prejudicando as atividades seguradora e resseguradora. ANO
DESFAVORÁVEL
O Presidente da Asociaciõn de Companias de Seguros Incorpo
radas em Porto Rico Inc, (Acodese), Eddie Vãzquez Otero, e o Presidente do Club Intera rnericano dei Ejecutivo S.A., Manuel Maestro, disseram que o evento dará destaque a ex periência dos sistemas adotados em Porto Rico, Estados Unidos, América Latina,
Japão
e o "Consórcio Espanol de Compensaciõn de Riesgos Catastróficos". Vázquez Otero realçou a importância que tem para Porto Rico à presença de cerca de 400 profissionais de vários países, especializados nas ativida des seguradora e resseguradora. Porto Rico — disse ele — foi escolhido como sede do Certame em reconhecimento ao seu grande desenvolvimento da indústria seguradora. Por sua vez, Manuel Maestro destacou também o dinamismo da indústria de seguros porto-riquenha e os seus estreitos vTnculos com as resseguradoras, em nível internacional.
Manuel Maestro assinalou que o ano de 1983 foi bastante ad verso para o setor de seguros e resseguros. Entre os sinistros ocorridos, destacam-se BI.795*Pág.01*31 .12.84
Estudos e Opiniões ACIDENTES DE TRABALHO EM INSTALAÇÕES ELÉTRICA5
tempestades, terremotos, furacões e inundações. Nos Estados Unidos, as companhias segu EhgS ANTDNIO FERNANDO NAVARRO
radoras pagaram indenizações de US$ 1 bilhão 900 milhões. O furacão "Alicia", que asso lou a zona sul do Pais, representou danos no montante de US$ 675 milhões.
Quantos de nós já nao se acidentou ao manusear equipamentos elétricos energizados? Os acidentes mais comuns e em maior numero compreendem :
Em outras partes do mundo — continuou Manuel Maestro —
bem ocorreram catástrofes que exigiram dos mercados seguradores indenizações muito elev^ das. Em janeiro de 1983, ás violentas tempestades na Dinamarca resultaram em indeniza ções aos segurados no montante de US$ 65 milhões. Na Espanha — paTs de origem de
choques elétricos ao se tocar em chuveiros nao convenientemente ater
rados elátricamente; choques ao se substituir fusíveis, provocados pe Io contacto acidental das mãos com as partes energizadas das instala
nuel Maestro —, os danos por inundações no paTs Basco superaram aquelas cifras.
ções; choques elétricos produzidos por diversas causas, como os envol. vendo equipamentos elétricos domiciliares, tais como, batedeiras de
Dos numerosos terremotos ocorridos — ressaltou ele —,
mencionar o da Turquia, em outubro daquele ano, que custou a vida de um numero incalcu^^ vel de pessoas. Em maio, os maremotos do Japão deixaram um saldo de 1D0"mortos, estif^i^B do-se os danos totais em US$ 600 milhões, sendo pagas indenizações no valor de US$ 36 IhÕes.
bolo, ferro elétrico, televisão, secador de cabelo, barbeador elétri co, escova de dentes elétrica, etc. Tem-se também conhecimento de cho quBS elétricos, inclusive com mortes, devido ao uso inadequado de tepiscinas B em banheiras (pessoas atendendo telefonemas imersas em água). A grande maioria desses acidentes ocorre devido a cu
riosidade, desatenção e falta de manutenção adequada.
Finalizando, Manuel Maestro afirmou que o objetivo do enco"^ tro, reunindo seguradores e resseguradores de diversos países, e o aperfeiçoamento
Entretanto, devido a diversas causas, incluindo a falta de preparo de
sistemas de coberturas, através do intercâmbio de experiências.
pessoal e a falta de conhecimento dos equipamentos, os acidentes ocor rem não so em nossos lares, como-nos -exemplos acima, como também
O "Encontro Interamericano de Resseguros" será realizado Hotel Caribe Hilton.
Os interessados em participar do evento deverão escrever ao
em
no
CliJ"
Interamericano dei Ejecutivo S.A. (CIESA) — Calles Elvira Mendez y 52-Edificio Vall^"^^ no - 4to Piso-Apartado 6-4197 - El Dorado- Panamá.- R. Panama. Tels. 69-4131 , 69-1297 Telex: 3650 EOC PG.
todos os segmentos das atividades humanas. Nota-se que de uma maneira
geral concorrem para a existência de um acidente as seguintes causas; , falta de planejamentp e de supervisão; • falta de testes e de aterramento elétrico; falta de equipamentos adequados de proteção individual; • erros de pperaçao;
, falta de treinamento adequado; • Imperícias ou desatençoes»
• equipamentos inadequados em locais inadequados. De uma maneira geral, as manifestações apresentadas pelos acidentados com eletricidade artificial, são as seguintes, em termos percentuais:
• queimaduras (1-, 2- e 3® graus)
84%
, mortificaçoes de pequenps segmentos
12%
Bl.795*Pgg.01*31.12.84 BI.795*Pdg.02*31.12
% I
''íl
I
• mortificaçoes de grandes segmentos de membros
9%
. . hemorragias por-lesoes vasculares • perda de. consciência
9^ B%
, geraçao/transmissao
5,63% (77) - 8,28% (78)
. transmissão
6,12% (77) - 6,33% (78)
Outras manifestações poderão ocorrer, em menores incidências percen
. outras atividades
tuais, tais como: obnubilaçao; agitaçao psicomotora; cianose; extra-
. geraçao
21,15% (77) -20,37% (78) 6,57% (77) - 5,80% (78)
sistolia; fibrilaçao auricular; convulsões epileptiformes; amnésia
Um dado bastante interessante que se deve fazer menção é que 30,6% do
para fatos recentes; petequias; hemoglobinurias; paralisia de
numero total de acidentes ocorre devido a queda, projeção ou resvala—
mem
bros; midríase bilateral; . perda de fala; taquicardia sinusal; diminiJ
dura de objetas.
içao da acuidade visual (incluindo o surgimento de opacificaçao
Normalmente, em inspeções de riscos, os inspetores ou engenheiros dao
do
cristalino - catarata), etc,.
pouca ou quase nenhuma importância a detecção de falhas em sistemas e
Como se observa, muitas sao as manifestações que podem ocorrer em
letricos, ou avaliam corretamente um risco elétrico. Muitas vezes ob
cidentes elétricos". Algumas.,dessas manifestações surgem tempos
de
serva-se que e dado maior valor a falta de uma tampa em uma caixa
de
pois, como. a catarata ou.uma disfunçao cardiovascular. Por esses mo
derivação de uma instalaçao elétrica do que a da instalaçao inadequa
tivos é que o trabalho desenvolvido para as inspeções de segurança fl
da de um equipamento elétrico, Um autro tipo de preciosismo bastante
instalações elétricas deve ser feito com o máximo rigor pelo inspe -
utilizado B o da detecção "-tatual" de um circuito elétrico sobrecarr.e
fl
tor, ista porque qualquer falha pode representar a pe.rda _.de .uma vida
gado. Esse método consiste em saber-se, através de um contacto
%
humana, ou uma mutilação de um corpo humano,
A tabela apresentada a seguir, obtida em levantamentos estatísticos
os dedos, qual o disjuntor que esta aquecido, denotando um circuito e létrico sobrecarregado, Esse método alem de ser inadequado e nada teç
realizados pelas empresas de energia elétrica, para o biênio 77/78 »
nica poderá concorrer para um acidente com o inspetor.
nos dá uma idéia das principais causas dos acidentep. Convém ressal
Torna-se recomendável que essas formas bastante artezanais deem lugar
tar que ,normalmente nao existe uma única causa concorrendo para um ^
a formas técnicas de Avaliaçao de Riscos. Isso pode ser conseguido a-
cidente,
través de um treinamento adequado e pratico para os inspetores de ris
i
com
• falta de planejamento/supervisao
90%
COS, fazendo-os perceber o verdad.eiro . significado da frase: Avaliaçao
• não utilização de testes/aterramento
37%
de Riscos, O resultado desse treinamento se fara sentir de imediato ,
, nao., utilização de EPIs
5 3%
com a redução de acidentes envolvendo o homem e as instalações.
• nao utilização de EPC
17%
• mau posicionamento do, operador
5 3%
, falha de operação
-.6 7%
, atos inseguros diversos
60%
* Antonio f^Anando de. A. Mava/uio VeAoJjia é BngínkeÁAo Cd^vÁt, pSò-gn^aduado m Sega mnç.a do T/iabalko, com oõaIoò coa^oò dc cApcc^atízação em Segurança índu^tAial e
• condição ambiente de insegurança
20%
?Aote,Q.ã.o dc InòtalcLçõcò.
• erros de padronização
20%
No setor de geraçao/distribuiçao de energia os percentuais de aci dentados» com perda de tempo, para o mesmo período foram:
, distribuição , construção
47,41'^ (77) - 47,25% (78) 13,1Ü% (77) - .11, 56% (78)
BI.795*Pág.02*31,12.84 BI.795*Pag.03*31.12.84
FENASEG
FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESASDE SEGUROSPRIVADOSE DE CAPITALIZAÇÃO
DIRETORIA E CONSELHO Diretoresefetivos
DIRETORES SUPLENTES
Presidente
Ivan Gonçalves Passos Mário José Gonzaga Petrelli
Victor Arthur Renault Primeiro Vice-Presidente
Luiz de Campos Salles
Nilo Pedreira Filho Octóvio Cezar do Nascimento
Segundo Vice-Presidente
Pedro Pereira de Freitas
Alberto Oswaldo Continentino de Araújo
Roberto Baptista Pereira de Almeida Filho
Primeiro Secretário
Hamilcar Pizzatto
Segundo Secretário Ruy Bemardes de Lemos Braga Primeiro Tesoureiro
José Maria Souza Teixeira Costa
Segundo Tesoureiro bélio Ben-Sussan Dias CONSELHO nSCAL(EFETIVOS)
Adolpho Bertoche Filho
Augusto Godoy
Alfredo Dias da Cruz
CONSELHOnSCAL(SUPLENTE) Luiz Martiniano de Gusmão
EXPEDIENTE n BOLETIM INFORMATIVO FENASEG
Membro Fundador da Âi[' Ti#
;
Publicação semanal,editada pela Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização Oiretor-Responsável
Editor
Redator
Victor Arthur Renault
Luiz Mendonça (Jornalista Reg. MTb nP 12590)
Mário Victor (Jornalista Reg. MTb nP 11104)
REDAÇÃO Rua Senador Dantas,74-12.°andar TeL; 210-1204. Telex; 2134505 FNES BR
Rste boletim está registrado no Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas sob o n.'2.771/75 Composto e impresso na FENASEG.Tiragem:2.500exemplares
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