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T1698 revista de seguros junho de 1980 ocr

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Não é só nas horas difíceis que você deve se lembrar do seu corretor de seguros.

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·,ltaú.~, Seguradora.~ .. RIO DE JANEIRO

JUNHO

1980


~~ista d~ S~guros .~,;

JVIense l AUP.O I

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DE · J ANEl ~O

num.

JULHO DE 1920

A REVISTA DE SEUCROS, do Rio de Janeiro qut, llojt, inicia a .Hitl j>uhlicaçúo dc.•stiiu1-se, · unicamentl' .. a tratar clt• todas t_IS tfllt'stàe ..; rt·lativas â · induslria .de.· .\·~·.quros no 1/rasi/ c dt, lfUllt'Stjl/Cr ti.•;.HJmjJIOS CCOI1011ÚC"t1S, financt•irtJ.o;, ou juridico~ç. tjiiC ch:ttam respeito ti !1/e.unti industria. l 11na .'it't·çúo t,.,pccial St'rtÍ reserz,ada parti liotic:ias do .t'.'ilran_tJt'iro tflll' in/ereS.\'('!11 tiO llt '·"·'·c1 fTIC/0 St'.'fll · raJrw.

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ura annual. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . • . . . . . . . . . . . . . . . .. .. (Estrangeiro) . . . ... ... ... . ... . ro avulso 1~500 - Afrazado . . . . . . . . . . Redacçã•. RUA DA QUITANDA, t07

18~000

24SOOO 2~

Sob,

O irector Gi:. . ._,,c CANDIDO DE OLIVEIRA

A DE SEGUROS

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Companhia de Seguros

ILIIIÇI DA BABII C.G.C/M.F 15144017/0001-90/0021 Seguros de Incêndio, Vidros, Roubo, Tumultos, Transportes ~t.arítimos, Terrestres e Aéreo, Automóveis, Cascos, Aeronáuticos, Lucros Cessantes, Fidelidade, Crédito Interno, Responsabilidade Civil Geral Veículos Facultativo e Transportador, Rural, Penhor Rural, Habitacional , Riscos de Engenharia, Riscos Diversos, Garant ia de Obrigações, Acidentes Pes~ais, Danos Pessoais- VAT, Operações Diversas e Vida em Grupo. CIFRAS DO BALANÇO DE 1979

2.184.230 .266,00 3.567 .~U4 .533,39 3.349·:598.098.70 1.068.675.121 ,24

Capital e Reserva ..... . ... . .. .... .... ........Cr$ Receita ... .......... . ........... .. ........Cr$ Ativo em 31 de dezembro .. . . ...... .. .. ... . .. Cr$ Sinistros pagos nos últimos 3 anos . . . ...... . . . .. CrS

COI\JSELHO DE ADMINISTRAÇAO Pâmphilo Pedreira Freire de Carv? 1ho - Presidente Paulo Sér:.JiO Freire de Carv:>!ilo Gonçalves Tourinno Francisco de Sá Junior ·· \/ice-Presidente

Vice-Presidente

DIRETORIA Paulo Sérgio Freire de Carvalho Gonçalves Tourinho- Diretor Superintendente Luiz Carlos Freire de Carvalho Gonçalves Tourinho- Diretor José Maria de Souza Teixeira Costa .- Diretor Antonio Tavares da Câmara- Diretor Fernando Antonio Sodré Faria- Diretor Sérgio Charles Túbero -· Diretor MATRIZ: Salvador/Rlhic~ SUCURSAIS NAS CIDADES DE: São Paulo - Rio úe Janeiro - Porto Alegre- Fortaleza - Recife- Belo ~orizonte- Manaus ·- Teresina- Sio Luiz - Maceió - Belém - Natal - Aracaju -João Pessoa -CuritibaVitória - Brasília -Goiânia -Cuiabá- Ct;:mpo Grande. AG.:NCIAS EM TODO O PAIS

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REVISTA DE


GARANTIAS DO TRABALHADOR Luiz Mendonça Trabalho é meio de vida, mas nâ'o por toda a vida. Ninguém está preparado, nem mesmo em termos biológicos, para exercer \litaliciamente algum ofício, seja • qual for. Que duração pode ou deve .-, entio. a vida profissional, necessáriamente menor que .. "' 1"1ógica7 As opiniões claro que variam, c·m matéria tio subjetiVI e por isso rr .smo poi~:""'ica. Mas se pode enquadrar o grosso das O!)iniões no Intervalo que situa a duração da vida profllllonal entre 25 e 35 anos de trabalho. No Brasil, a idade mínima (legal) é dl14 anos, para ingresso no mercado de tnbalho. E a aposentadoria por tempo de .-viço pode ser adquirida, teóricamente, a partir dos 44 ou dos 49 anos de idade. Portanto, a chamada força de trabalho .nraliza-se na pirâmide etária, excluindo-• da população economicamente ativa as duas extremidades; os mais moços e os mais velhos. Para o IBGE, entram no cômputo da populaçlo economicamente ativa as pes1011 de mais de 10 e mais anos de idade, com a oondição de que, eleita uma semana l*'la pesquisa(PNAD), tenham trabalhado ,_período ou, entã'o, que tenham exercido ocupação econômica nos doze meses anteriores. Dentro desses parâmetros, em 1876 o contingente de pessoas ativas era de 48.5 por cento e o de inativos (embJra 1m idade de trabalhar ou procurando emprego) era de 51.5 por cento. Em números absolutos: havia 78,2 miii'MSes de pessoas em condições etárias de trabalhar. Mas, trabalhando mesmo, apenas 40,3 milhões de pessoas. Este úl· número significa que, numa popula· çlo de 110 m'ilhões de habitantes (como

REVISTA DE SEGUROS

era então a nossa), a força de trabalho pode ser estimada em 34.5 por cento, em termos. reais. t: sobre esse contingente demográfico, parcela menor do todo, que repousa a grande responsabilidade econômica de fornecer mfto-de-obra para a produção nacional de bens e serviços, além da responsabilidade social de garantir ·sua própria subsistência e da população constituida por seus dependentes, diretos e indiretos. Mas a dur~ção da vida profissional, teoricamente situada entre 25 e 35 anos, pode reduzir-se na prática: por morte ou invalidez de quem trabalha. E pode ser interrompida no seu curso, por doença ou acidente. Esses eventos, e a própria aposentadoria por tempo de serviço, frequentemente trazem conseqüências em termos de renda: conforme o campo, para as pessoas diretamente atingidas ou, em outra hipótese, indiretamente para as pessoas sob dependências econômica da vítima. O seguro social corrige ou alivia essas consequências, mas apenas em relsção a parte da força de trabalho. Daí o necessário reforço e até a substituição pelo seguro privado (seguros de vida , de acidentes pessoais, de saúde e de complementa çá'o de aposentadoria) em alguns casos, ampliando os benefícios da previdência oficial; em outros (classes de maior m'vel rje renda), corrigindo e suplementando . suas deficiências. Em suma, o seguro social e o seguro privado complementam-se, na proteção da força de t1aba!ho, solucionando proble., mas individuais e sociais decorrentes de riscos que atingem as pessoas que trabalham. 375


UNIB~C . Seguradora S.A.. C.G.C. 33.399.536/0001-80 Capital e Reservas: Cr$ 614.293.562,42 Fundada em 1866

OPERA EM: ·

Incêndio - Lucros Cessantes - Vida em Grupo - Acidentes Pessoais - Garantia de Obrigações - Automóveis - Cascos - Aeronáuticos - Transportes - Responsabili· dade Civil - !Riscos Diversos - Crédito Interno - Crédito Externo - Tumultos- Roubo- Vidros .: Fidelidade- DPVAT- Animais- Penhor Rural- Riscos de Engenharia - Global de Bancos. I

CONSELHO DE ADMINISTRAÇAO

Presidente - Walther Moreira Salles Vice:-Presidente- Fernando Roberto Moreira Salles Conselheiros - Pedro Di Perna, Roberto Konder Bornhausen I

DIRETORIA EXECUTIVA

Diretor Presidente - Roberto Konder Bornhausen Vice-Presidente- Marcílio Marques Moreira Diretor Superintendente - Octávio Cezar do Nascimento Diretores Executivos- Eduardo da Silva Magalhães Júnior, Eduardo Ramos Burlamaqui de Mello

MATRIZ

São Paulo - R. Libero Badaró, 293 - 289 and. - te I.: 239-3033 SUCURSAIS

Bahia- R. Conselheiro Dantas, 26128- 129 and.- tel.: 243-4822 (PABX)- :-;~~"'Rnrl' Minas Gerais- Av. João Pinheiro, 146-79 and.- tel.: 201-3177- Belo Horizonte Paraná- R. Marechal Floriano Peixoto, 170-69 and.-tel.: 32-2911 (PABX)Pernambuco- R. do Riachuelo, 105- 59and.- salas 504/6/8/10/12 tel.: 221-5531 (PABX)- Recife Rio Grande do Sul- R. dos Andradas, 1351 -49 and.- tel.: 24-0622 (PABX) Porto Alegre Rio de Janeiro - R. do Carmo, 43 - 11' and. - tel.: 222-5805 - Rio de Janeiro Santa Catarina - R. Caetano Deeke, 20 - 109 and. - salas 1006/7/8/1 O tel.: 22-0766 (PABX)- Blumenau São Paulo- R. Libero Badaró, 293- 69 and.- tel.: 229-3811 (PABX)- São Paulo

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SEGURADORES IBERO-AMERICANOS VAO SE REUNIR EM MADRID PARA INTERCÂMBIO DE EXPERI!:NCIAS

De 11 a 15 de outubro, seguradores que é constituído dos seguintes nomes: de diversos países estarão reunidos em Ma- Fernando Sanchez Calero-Presidente; José drid, participando das Jornadas Ibero- Luis Esteva de la Torre-Vice-Presidente; Americanas de Seguros. O evento, que se Francisco Javier Tirado Suarez-Seaetário; nalizará sob a organização da Unión Espa- Eugenio Prieto Perez (Estatísticas), Artude Entidades Aseguradoras, Reasegu- ro Martinez Feixas (Formação Profissioy de Capitalización (Unespa) e nal) e Jpaquin Royo Burillo (Seguro AgríIJib'Ocínio da Federação lnteramericana cola)-Vogais. Estes vogais serão os Relatoele Empresas de Seguros (F ides), tem co- res-Coordenadores de cada tema. mo objetivo o intercâmbio de experiências e o estreitamento de relações entre os AGENDA representantes das entidades seguradoras dos países ibero-americanos. Para as Jornadas Ibero-Americanas o Atendendo à sugestão da F ides, a temário foi subdividido do seguinte modo: Unespa decidiu abreviar a data da realiza· çlo do conclave, que estava prevista para Seguro Agrícola - Evolução ou Deo período de 27 a 30 daquele mês, a fim 1 senvolvimento dos Seguros Agrícola, Pede coincidir com as comemorações do Dia cuário e de Florestas; Evolução do Seguro 12 de outubro. Durante as Jornadas serão de Colheita ou Cobertura a "Todo Ris~ debatiidos três temas básicos: 1) O Seguro co" ou "Integral"; Entidade Seguradora: Agrícola; 2) Estatísticas de Cada Ramo de estatal, privada, mixta; Subsídios ou SubSeguro; 3) Formação Profissional. venções por Parte do Estado no Custo do Seguro; Infra-estrutura Administrativa; PARTICIPAÇAO Garantias, Condições Gerais de Apólice, Somas Seguradas, Fmnquias, Deduções, Segundo informa a Comissão Organi- Taxas de Prêmio, etc.; Perícia, Cálculos de zadora, o Comitê Científico do certame Danos e Indenizações; Resseguro; Estaelaborou um questionário para cada tema tísticas; plano estatístico, resultados; com a finalidade de recolher as opiniões das diversas entidades seguradoras. Desta Estatísticas de Ramos- A Finalida maneira, a Comissão poderá ter uma visão de ou Finalidades das Estatísticas de Radas experiências de cada país, rela- mos; Participação das Empresas Seguradocionadas com os três temas a serem deba· ras no Fornecimento de Informações; Fitido~ nas Jornadas. nanciamento do Custo, Controle e UtiliOs Delegados poderão apresentar tra- zação da Estatística; OuP.stões Próprias do sobre cada tema até o dia 15 de Estudo de Recolhimento de Informações; Para coordenação dos trabalhos e Formas e Características da Entrega da das contribuições de cada Informação: Ao mesmo tempo, são de ~'Del8.ia4jo, a Comissão Organizadora coninteresse especial as seguintes questões: 1) tlré com o apoio do Comitê Científico, A Legislaçao Vigente ou os Critérios Man377


tidos pelo Organismo de Controle de Seguros de Cada Pa(s, em Relação com as Estat(sticas Setoriais de Ramos; 2) A Descrição das Estatfsticas de Ramos e a Rentabilidade das Mesmas. Formaçio Profissional - Que se Entende por Formação Profissional; Necessidade da Formação; Meios de Realizá-la; N fveis em que a Formação Deve Ser Oistribuida; Programas e Ações; Dependências do Organograma; Criação de Centros Internos de Formação; Formação de Profissionais; Planificação da Formação Profissional. Formação em N(vel Setorial: Centros oficiais ou congêneres de ensino médio e de pós -graduac§o. INSCRICOES Para abreviar as inscrições ao conclave, a Comissão Organizadora está distribuindo as entidades seguradoras dos·diver-

sos pa(ses um formulário provil6rlo deverá ser preenchido pelo inta~r-•J enviado a Madrid (ver formulário seção do Bl). Dia 10, os seguradores serlo cionados com um coquetel. Dia às 12 horas, terá inicio a sesslo da inauguração dos trabalhos. A Organizadora elaborou também Ull grama social para as senhoras doa pantes do certame. As Jornadas I bero-Americal'lll duas categorias de participantes: dos (representantes de entidades doras e resseguradoras) e (pessoas interessadas no evento do nente americano como de outras Os idiomas oficiais do conclaw o espanhol, portugues e inglês. A Comissão Organizadora prall modação dos convidados· nos Madrid.

Cia.U.lião deSeguros Gerais ·sociedade Aberta lnsc. no Cadastro Gotral de Contribuintes N~ 92.682.038/0001·00

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REVISTA DE


A Vera Cruz que opera há 25 anos no mercado de seguros, sabe que é preciso muito talento, trabalho e dedicaçao, para se chegar aos sessenta nessa dinâmica área de atividade. Por isso, esperamos daqui a 35 anos comemorar noSso sexagésimo aniversário com o mesmo brilhantismo que a Revista de Seguros comemora o seu.

Quem passou 25 anos com~

sabe o que é fazer isso durante 60. À Revista de Seguros, nosso reconhecimento . .

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uetaCRUZ O seguro seguro.

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REVISTA DE


"SEIS Di:CADAS DA REVISTA DE SEGUROS"

Há 60 anos foi fundada a REVISTA DE SEGUROS, pelo saudoso Candido de Oliveira. Quando a REVISTA DE SEGUROS começou a circular, não havia no Brasil, qualquer tipo de publicação periódica sobre seguros. Com o surgimento da REVISTA DE SEGUROS, foi preenchida uma grande lacuna, tendo este órgão de imprensa congraçado ~guradores da época. O mérito da idéia desse empreendimento, foi do então diretor da 'Cia. Minerva", Sr. Humberto Taborda, de muita saudosa memória, que foi o inspirador desta Revista. Não poderíamos deixar de fazer menção ao Dr. Abllio de Carvalho, que desde o segundo número da Revista e ainda por muitos anos, abrilhantou suas páginas, tornando-se o verdadeiro guia orientador da vida da REVISTA DE SEGUROS. Com o passar dos anos, a direção da REVISTA DE SEGUROS ficou a cargo do saudoso José Veloso Borba, que continuou com a mesma linha de seriedade em que a Revista se iniciou, linha esta que continua sendo mantida pelos diretores atuais da REVISTA DE SEGUROS. Ainda sobre a direção de José Veloso Borl)a, foi criado em 1934, o ANUA RIO DE SEGUROS que está•completando neste ano de 1980, 47 edições ininterruptas. Este Anuário, por si só, tem grangeado enorme prestígio, como único elemento informativo a respeito do que produziu o seguro, ano a ano, com todos os escla· recimentos possíveis sobre as Companhias Seguradoras e personalidades do meio segurador. Assim veio a sobreviver a REVISTA DE SEGUROS durante estes 60anos, fato raríssimo para um órgão técnico e independente, não apenas no Brasil, mas também em todo o mundo. Não é de hoje que a direção da REVISTA DE SEGUROS tem sido solicitada a contribuir com matérias publicadas, para o esclarecimento de questões a respeito do seguro na esfera de ação dos três poderes: O Executivo, O Legislativo e O Judiciario. Todos eles já recorreram às nossas publicações, tanto da REVISTA DE SEGU· ROS como o ANUARIO DE SEGUROS, como fonte doutrinária e para eventuais esclarecimentos sobre a vida seguradora do país. A divulgação da REVISTA DE SEGUROS assim como do ANUARIO DE SEGUROS, já ultrapassou as nossas fronteiras e ambas publicações são muito co· nhecidas no exterior. Se até agora nos tem sido possível manter a linha indicada pelos fundadores da REVISTA DE SEGUROS e do ANUARIO DE SEGUROS, este fato se deve ao grande apoio que nos tem dado as Empresas Seguradoras, sem o qual não alcançarfamos nossos objetivos. Certos de poder continuar a merecer a confiança em nós depositada, pelo meio segurador, só nos resta, em contrapartida, oferecer o melhor de noS$OS esforços para o engrandecimento do mercado segurador, com a manutenção do compromisso 11sumido por Candido de Oliveira e José Veloso Borba de que a REVISTA DE SEGUROS jamais abrigará qualquer indício de "Cavação" ou desonestidade. Com esse propósito, desdé então assinalado, procuraremos manter a REVISTA DE SEGUROS e o ANUARIO DE SEGUROS, contando com o reconhecimento e prestígio dos seguradores, aos quais apresentamos os nossos mais profundos agra· decimentos. A DIREÇÃO

REVISTA DE SEGUROS

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ĂŠ mais seguro.

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OPINIAO DA REVISTA A vantagem do escroque A versão é mais importante do que

os fatos? Que o digam as companhias de 11guros, molestadas no mundo inteiro pela versão que as aponta como relutantes nos pagamentos a segurados. Na França, ta I versão deu origem a uma analogia entre as companhias de seguros e as mulheres. Umas e outras "conçoivent avec plaisir et enfantent avec douleur''. As seguradoras, por exemplo, embora recebam gostosamente o preço do 11guro, sofrem e padecem no ato doloroso de partejarem as indenizações dos clientes. Os fatos confirmam isso? Com intervalos de poucos dias, a imprensa acaba de noticiar dois casos de fraude, que são duas boas amostras para reflexão. Afraude contra o seguro não é episódica. Pelo contrário, faz parte da rotina do negócio; constroi sua face oculta, vista pelo público de raro em raro, quando algum acontecimento menos corriqueiro II*'8Ce a projeção fugaz da notícia de )amai.

A Primeira matéria há pouco divulgada focaliza a moderna pirataria dos mares. Agora já nio existem os capitães que antes exibiam, como características da profissão .,.iada, o tapa-olho e a perna de pau. Já ftfo se abordam navios para o corpo- aeorpo que antecedia o jugo e o saque das vftlmas. A piratarja atual, que nos últimos trts anos (segundo a notícia da agência francesa) deve ter rendido US$ 500 miNes, é ofício de "respeitáveis negociantes'', que trocaram os perigos do mar e dos a~ltos pelos confortáveis gabinetes de onde comandam suas fraudulentas REVISTA I"IE:l SEGUROS

operações. Não há murto engenho na pati~ faria, que consiste em · carregar os navios com mercadorias de alto custo, desembarcá-las em algum porto antes do destino declarado da viagem e, depois da descarga simular o naufrágio. De um só gofpe, as Companhias de Seguros !iio des:>vadas do equivalente às indenizações tanto do navio corno da carga. A vigilância das seguradoras, diz a notícia, perturba e atrapalha um pouco, mas ainda assim o negócio é bastante rendo.:> para os novos piratas dos sete mares. A outra notícia é de procedência nacional e dá conta de maroteira cabocla, praticada com êxito durante quase um ano. No Rio de Janeiro, a poiJFia desarticulou um grupo cujo f(der ,é proprietário de oficina medinica e cujas ~ftimas foram quatorze companhias de seguros. O golpe era fazer o seguro do mesmo veículo em várias companhias e de todas elas receber indenizações pelo mesmo "acidente" (craro que "acidente" forjado pelos especialistas da quadrilha). Consertado o veículo na oficina do lfder do grupo, novos seguros se compravam em outras companhias, outro acidente era simulado e mais di· nheiro entrava para os estelionatários. Em alguns meses, um automóvel rendeu mais de 4m milhão. Tudo foi descoberto porque o inspetor de uma companhia de seguros ,.o pode vistoriar o carro acidentado na data em que combinou para isso. Indo no dia seguiAte, encontrou-se com o colega de outra seguradora, no local da vistoria, ambos constatando a existência de seguros nas duas empresas. A conclusão a extra ir desses fatos á que, em qualquer parte do ro.undo, os 383


estelionatários não acreditam na versão que circula sobre a dificuldade de receber indenização de seguro. E por não acreditarem.- muitos deles tem ganho bom dinhei.ro, ã custa das mais variadas formas de fraude - algumas até muito inteligentes. Peto visto, as seguradoras pagam mal, mas guando as vitimas de escroques, cujas tramóias engordam os custos estatísticos do seguro, onerando todo o publico segurado. Se é assim, como se explica a versão que deixa outra imagem? Decerto, conflitos e incompreensões em que se enredam alguns bons e honestos segurados, umas vezes imaginando-se titulares de direitos que não possuem: outras vezes, não sabendo ou não podendo documentar e provar os danos que reclamam. E transferem suas falhas, imputando-as ãs companhias de seguros. O escroque, ao contrário estuda e conhece o terreno em que pisa, sabendo cobrar .a indenização - pois se. até sabe simular o "acidente''.

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Barbas de molho Quem provoca injúria a outrem fica obrigado a reparar o dano, avaliado em dinheiro. Nem sempre o responsável pelo dano quer, pode ou entende conveniente assumir o risco patrimonial de desembolso de indenizações que, eventualmente tenha de pagar. Para isso existe o seguro de responsabilidade civil, mecanismo pelo qual se transfere para a seguradora os ônus do autor do dano. O campo mais conhecido e vulgarizado de aplicação do instituto da responsabilidade civil, é sem dúvida, o acidente de automóvel. Não oo pela altíssima frequência das colisões, mas também pelos crescentes índices de motorização das sociedades modernas. A isso pode-se acrescentar um marcante traço psicológico da pessoa motorizada: admite muitos prejuízos e com eles se conforma, mas dificilmente perdoa qualquer dano a seu carro. O universo da responsabilidade civil, entretanto, é imenso e extremamente vari· ado. Pode-se dizer que abrange toda a

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incomensurável trama de relações que emergem das atividades econômicas da vida social, esta última particularmente complexa nas grandes cidades e nas megalópoles. ~ válida a dúvida de que a imaginação humana seja capaz de prever, não tudo, mas pelo menos um quadro razoa· velme.,te parcial das situações em que pode ter aplicação o instituto da responsabilidade civil. Daí não mais surpreendera in· terminável sequencia de casos inusitados que são entregues à decisão da Justiça.. Querem um exemplo recente? Numa firma americana de locação de automóveis duas funcionárias foram violentadas por um colega de trabalho. Ambas moveram ação judicial contra a empregadora. Um dos casos já foi objeto de setença: indenização de US$ 800 mil à vítima e prisã'o do estuprador. A locadora de automóveis foi inculpada pela negligência na admissão do empregado que cometeu o duplo crime. Se tivesse investigado a vida pregressa do candidato no momento de contratá-lo, provavelmente descobriria que ele, então, estava respondendo a processo de estrupo, cometido no seu pultimo emprego. A notícia não esclarece se a locadora tem seguro de responsabilidade civil. Nem se, na hipótese contrária, ela realmente possui condições .para resistir ao impacto financeiro das setenças judiciais. De qua~ quer maneira, o fato serve para outros, tomando conhecimento do episódio, ponham as barbas (de molho) no seguro.

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Mais automóveis com menos riscos Nos acidentes de trânsito, tanto o percentual de óbitos quanto o de lesões corporais decrescem, ambos, na medida em que se eleva o índice de motorizaçâ'o. Esses números relativos - veja-se oemresultam de proporções: 1) entre o número de acidentes com vítimas e a dimensã'o da frota; 2) entre o número de veículose a população recenseada (densidade da amortização). REVISTA DE SEGUROS


Um exemplo torna mais claro esse fenômeno de correlação inversa. No Japio entre 1969 e 1978, a frota cresceu de 16 para quase 35 miltl6es de automóveis, pouco mais do que duplicando. Algo sernelhante ocorreu com o índice de amorti· zaçio, que pulou de 156 veículos por mil habitantes para :1»4 por mil, com aumento de 94.8 por cento. Todavia, os óbitos (por mil veículos) caíram de 1.01 para 015, com decl(nio de 75.2 por cento; as lesões corporais passaram de 1.68 para 1.48, com decréscimo de 11.9 por cento. Em proporções variáveis, fenômeno semelhante ocorreu, no mesmo período, em 12 países industrializados da OCDE, segundo estudo agora divulgado por "Sigma", publicação pela Swlss Reinsu· rance Company, urna das maiores empresas de resseguro do mundo. Nâ'o se pense, todavia, que a evoluçlo desse fenômeno (melhoria dos índices de acidentes) desconheça limites. As estatísticas até agora conhecidas mostram que tornando-se mais densa a motorização, tendem para se estabilizarem em certos níveis os índices de casos fatais e de injúrias corporais. Cas:> típico é o dos Estados Unidos, que em 1969 registravam 53> veículos por mil habitantes, aumentando essa relação, em 1978, para 695 por mil. ConseqtJentemente, um acréscimo por volta de 31 por cento no nível de motorização. No entanto, os óbitos, que eram de 0.51 por mil veículos, passaram a 0.34 por mil, com qeclínio de 33 por cento; as injúrias corporais caíram de 25 para 21 por mil veículos, decrescendo apenas 16 por .cento. De qualquer forma, os dados disponíveis revelam que, em termos relativos, as vítimas de trânsito decrescem com o aumento da frota de veículos, particular e a~ntuadamente quanto ao pes:> estatísti· co do obituário. Na verdade, porém, as causas dessa correlação ninguém por ora se aventura a dizer que estejam claras, certas, confirmadas e indubitáveis. t: Vd· lido, no entanto, levantar algumas hipóteses explicativas. REVISTA ;:) [ SEGUROS

O aumento de motorização, nas suas etapas iniciais, causa na opinião pública o forte impacto das tragédias humanas impostas por esse indicador de progreSs:> da s:>ciedade industrial, que é o crescimento da frota de veículos. Esse mesmo crescimento, até certo ponto, tem como contrapartida o forte declive da curva de acidentes graves (em termos de danos peSs:>ais). Toda a s:>ciedade é, então, conscientizada e mobilizada, por efeitos do próprio fenômeno da motorização, para a necessidade da adoção de medidas e _de equipamentos de segurança. A engenharia de tráfego, o desenho e a fabricação dos veículos, a criação de equipamentos (como cintos de segurança e os bancos-com proteção antichoque), enfim, uma série de fatores surge como resultado de pressões da opinião pública para que se melhorem as condições de defesa da vida humana. E não faltam nesse elenco as campanhas publicitárias, além da crescente rigidez das normas legais destinadas a disciplinarem o trânsito. No mundo inteiro, o comportamento dos acidentes de trânsito é de extremo e fundamental interesse para as empresas seguradoras. Pois, em toda parte, o seguro de automóveis é o mais turbulento ramo dentre tantos outros (inúmeros) que elas operam. t: o curios:> é que, mesmo com o decréscimo relativo de acidentes, acompanham a maior densidade da motorização, o tormento das seguradoras não costuma experimentar qualquer alívio razoável. A inflação, e muitos outros fatores que independem da desvalorização da moeda, não param de pressionar o movimento ascensional dos custos do seguro, neutralizando e superando os efeitos favoráveis do declive da curva de índices relativos dos acidentes. E no Brasil? O nível de motorização (cerca de 80 veículos por mil habitantes) é inferior ao de qualquer país da OCDE. Inclusive a Grécia (125/1000), onde o coeficiente de mortalidade, em 1978, foi de 1.45/1000, registrando-se 1.694 óbitos marca que o Brasil supera em apenas um

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mês. Ainda há muito por fazer entre nós, sem dúvida. Muito mesmo.

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Triste perspectiva No período 1970-1977, a economia mundial (excluídos os países do leste europeu) cresceu de US$ 2.460,2 bilhões para US$ 6.283,2 bilhões, somados os PNBs. Portanto, uma expansão de 155.4 por cento. Enquanto isso, a indústria do seguro passou de um faturamento de US$ 114,3 bilhões para US$ 299,8 bilhões, experimentando evolução de 162.3 por cento, ou seja, quase 7 pontos percentuais acima do PNB. Os seguros de vida tiveram incremento de 156 por cento; os demais, no conjunto, 166.4 por cento. Em 1970, o faturamento do seguro correspondia a 4.65 por cento do PNB (ainda em termos mundiais), passando para 4. 77 por cento no ano de 1977, depois de ter alcançado 4.86 por cento antes da crise do petróleo (1972). Essa rela· ção seguro/PNB é, no entanto, bastante variável. No período aqui mencionado, evoluiu de 6.73 para 7.41 por cento na América do Norte, de 3.69 para 4.23 por cento nos demais países da OCDE, e de 1 .25 para 1.32 por cento no resto do mundo. Azar para o resto do mundo, porque as empresas de seguros, com investidoras institucionais, mobilizam recursos substanciais para o desenvolvimento econômico, transformando (direta ou indiretamente) poupanças (próprias e do público) em investimentos. Dentre todos, o seguro de vida é o que mais se destaca nessa função macroeconômica de expandir os investimentos dos sistemas produtivos nacionais. Basta dizer que, em 1977, suas aplicações de capitais representavam cerca de 73 por cento do total movimentado mundialmente pela indústria do seguro, ao passo que, em termos de receita de vendas, sua fatia no bolo dos mercados seguradores era de 38.7 por cento . Por que essa capacidade de acumulação de capita I, tão acentuada no seguro de 386

vida? Por que tal seguro, quando feito a longo prazo (acompanhando, na sua duração, a curva de expectativa de sobrevivência do segurado), contém um componente -ie poupança. Esse componente tem a virtude de nivelar, no plano financeiro, o desnível técnico (ou biológico, se quiserem) que existe no risco de falecimento entre as faixas etárias mais baixas e mais altas. Em resumidas contas: no ano de 1977, o seguro mundial, enquanto faturava perto de US$ 300 bilhões, atingiu em aplicações de capitais a cifra de US$ 950 bilhões, incluindo recursos próprios (capitais acionários, reservas técnicas) e poupanças dos segurados. Ainda no período 1970-1977, o seguro brasileiro cresceu 174.4 por cento, isto é, cerca de 12 pontos percentuais acima da média mundial. Mas, em segtJJro de vida, por causa da inflação crônica, predominaram com larga margem nas vendas os seguros anuais, reduzindo-se a proporções inexpressivas os de longo prazo. Mesmo assim, o volume de recursos aplica<itos pelas seguradoras cresceu de Cr$ 7,4 bilhões para cr$ 17,1 bilhões. No fim do ano passado, o volume de investimentos já atingia Cr$ 61,6 bilhões, representando 96.8 por cento do faturamento de prêmios, quando o índice mundial (em 1977) era de 216.7 por cento. Que falta faz o seguro de vida a longo prazo. De qualquer maneira, o seguro de vida a curto prazo pode exercer importante papel. Não ~ econômico, mas sobretudo social, pela grande força que transmite à formação patrimonial da grande camada demográficô que se concentra entre os m'veis de venda que vão de 5 a 50 salários mínimos. Nessa formação patrimonial incluem-se, entre outras coisas, o pecúlio a complementação de aposentadoria e até a casa própria. Pois esta última, que prati· camente só se adquire com financiamento, é quitada (pelo saldo da dívida no momento do óbito do mutuário) através do seguro de vida. O BNH que o diga. REVISTA DE SEGUROS


Pois é o seguro de vida, com toda essa força econômica e social e ele imanente, que o Senhor Nelson Carneiro pretende gravar com uma pesada carga tributária. Pelo seu projeto-de-lei, os impostos desse seguro vão subir de 2 para 7 por cento. Triste perspectiva.

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Seguro para riscos de parto Acaba de ser lançado na Inglaterra um plano de seguro para cobertura financeira dos riscos do parto. A matéria foi debatida num programa radiofônico, que possui um quadro (mesa redonda) reunindo comentaristas ecléticos para exame e abordagem dos temas da vida cotidiana. Nesse pequeno grupo de intelectuais, como acontece em qualquer outro, cada cabeça tem sua própria senteça. Por isso, o julgamento final nem sempre é unânime. Como não foi, no caso do novo plano inglês de seguro de parto. Naquela mesa redonda, que não é de especialistas, a questão do seguro esteve longe de ser esgotada ou aprofundada, limitando-se um ângulo bastante restrito. Afinal, que riscos envolvem o parto? O espectro é tão extenso e variado, que se torna temerária qualquer tentativa de enumeração. Apenas a título de exemplo, pode-se mencionar a hipótese de óbito da parturiente e a do nascimento da criança defeituosa, além de acidentes imprevisíveis que dêem carater. anormal à intervençlo obstétrica, pondo · em jogo a vida da -parturiente oU do nascituro. Aqui, para dar de quantas situaei)es podem ocorrer; basta citar um recente ca~. Durante o trabalho de parto, sobreveio hemorragia no útero materno. Em resultado, os pulmões .da · criança foram afetados, pela absorção de jatos do lençol anguineo formado em volta do feto. Gravíssimos problemas respiratórios sobrevieram então . para o recém-nascido, exigindo difícil e extremamente caro tratamento pn salvar-lhe a vida. REVISTA DE SEGUROS

Quando uma parturiente entra na sa· la de parto, nem sempre deixa atrás dela um orçamento capaz de resistir ao impacto financeiro de despe5as que excedam os custos de um parto norma I. Da mesma forma, nem sempre o orçamento familiar ajudado pela mulher com seu trabalho profissional, tem condições de continuar equilibrado, se o pior acontecer na mesa de parto. Nesse pequeno rol, extraído de amplo universo de hipóteses, cabe também uma pergunta: o nascimento de um filho excepcional, o que representa de encargos financeiros extra-orçamentários? Por tudo isso, fica demasiado óbvia a validade do seguro de riscos de parto, que atua como instrumento de garantia para aliviar ao menos dos tormentos financeiros, as agruras e infelicidades de uma intervenção obstétrica desfavorecida pela sorte. No mundo de hoje, a sociedade de consumo vai pondo cada vez mais em relevo, ao lado do "homo sapiens", o "homo economicus". Ignorar is~ não é ser cego, é teimar em fechar os olhos. Entretanto, ainda assim é possível encontrar, vez por outra, alguma "avis rara" na postura recai. citrante de combatente contra instituições · de fins lucrativos, organizadas para oferecer proteção e assistência a pessoas que, em caso de risco, careçam de recursos próprios e imediatos para um socorro que lhes possa, inclusive, salvar a vida. Vale a pena responder? Certamente que não. Melhor é deixar que existam as exceções como flagrantes e obsoletos exemplos de confirmação da regra. A regra .das ·sociedades que optaram pela economia de mercado.

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Crime e castigo Faz bons pares de anos, tal era a concentração de renda 'no Brasil, e tão precário o padrão de vida da grande massa . que se costumava dizer, com certa dose de humor negro: "pobre, quando come gali387


nha, um dos dois está doente". Atualmente, multiplicam-se as apóliNaquela época, seria natural e talvez ces de grupos (funcionários e operários de justificável catalogar como regalia o segu- empresas, membros de clubes, associações ro de vida, item com acesso apenas aos montepios, fundos dE! investimentos, funorçamentos de pessoas colocadas na parte dos de pen!i>es e de n outros tipos de IJperior da pirâmide social. Em tempos agrupamentos seguráveis). Saibam ainda mais recuados, era aliás de ampla circula- os leitores, se disso já não tiveram notícia çío o preconceito contra o seguro sobre a que todo mutuário do Sistema Financeiro vida de homens livres. Preconceito que o da Habitação tem segura de vida, garannom Código Comercial, promulgado em tindo o saldo da respectiva dfvida. Quer 1850, recolheu e erigiu à categoria de nor- dizer: o imóvel adquirido, a duras penas, ma legal. Seguro, então, somente se podia em particular por pessoas de baixa renda, fazer S>bre a vida de escravos, pois estes fica inteiramente desonerado (quintanda~nificavam investimento de capital. se ãS prestações vincendas), por marte ou Tudo isso passou. A renda já não tem invalidez do devedor o mesmo elevado grau de concentração e E esse seguro, agora de tanta alcance galinha, para entrar no cardápio de mais social, que o senador Nelson Carneiro connumerosas camadas da população, já não tinua a supor e tratar como se fora o artidepende de atestado veterinário ou do go de luxo de décadas já tão distanciadas. clínico do consumidor. Pois o ilustre homem público elaborou Por seu turno, o seguro de vida des- projeto-de-lei, já em fase final de aprovaceu às proximidades da base da pirâmide ção pelo Congresso Nacional, criando immcial. Por isso mesmo, seu faturamento posto de 5 por cento sobre seguro de vida, mundial (excluído o bloco socialista) su- pagável pelo segurado (no exato momento biu de US$ 45.1 bilhões, em 1970, para em que o IOF está sendo duplicado para US$ 115.4 bilhões, em 1977. Um salto 2 por cento). E não isenta ninguém do tria6 156 por cento, mais do que dobrando buto, nem mesmo as classes de mais baixa essa forma de aplicação de poupanças. renda e os mutuários do Sistema FinanHá muitos exemplos de populariza- ceiro de Habitação. çio de tal seguro. Na (ndia, para não citar O objetivo fiscal é criar receita para outros casos, os capitais segurados totali- ajuda a pessoas idosas. Mas, para isso, zavam US$ 300 milhões em 1955, cres- procura-se instituir um ônus, ou castigo, cendo para mais de US$ 29 bilhões em para os que cometem o crime de poupar 1975 (com 22 milt.ões de apólices em (através do seguro), justamente a fim de vigor). não carecerem de ajuda, quando se torNo Brasil, o mesmo fenômeno de narem idosos. Além do mais o projeto é popularização vem ocorrendo, embora a irremediavelmente inconstituCional - o ritmo que não seja muito veloz e em esca- que $30 outros quinhentos. la que ainda não é a desejável. De qualquer forma, o seguro de vida já hoje está, entre nós, bem mais próximo das bases, alcançando camadas sociais de diferentes NOVO TELEFONE e distanciados nfveis de renda. Para um traDA balhador de 5 salários mínimos, um seguTÉCNICA E EDITORA ro de cem mil cruzeiros (ao preço de cem 220-3577 cruzeiros mensais) é tão importante, proporcionalmente, quanto um seguro de um milhão de cruzeiros (ao preço de mil cruzeiros mensais) para um profissional que recebe 50 salários mínimos. REVISTA DE SEGUROS

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Os tumultos de Miami Em termos de danos materiais, os recentes tumultos raciais de Miami, no mês passado, entram para a história dos Estàdos Unidos corno os maiores do país. Passam agora para o segundo lugar os conflitos ocol"ridos em Los Angeles, no ano de 1965, quando foram desembolsados 44 milhões de dólares pelas companhias de segurQs. E,stas, agora em Miamj, segundo estimativas ainda preliminares, vão pagar indenizações que totalizarão, no mínimo, 1QO milhões de dólares, cifra que evidentemente supera a de Los Angeles, mesmo fazendo-se a correção monetária -na base da inflação - americana dos últimos 15 anos. Os danos a serem indenizados pelas empresas seguradoras, em Miami são quase todos decorrentes do fogo provocado por bombas incendiárias. O seguro geralmente não abrange os prejufzos resultantes de quebra-< quebra nem os saques que, em tais ocasiões, sempre ocorrem. . A economia de Miami, evidentemen· te, sé>freu sério arranhão. Os negócios declinaram, muitas empresas passaram a funcionar em horário reduzido e o turismo

tocai teve grande queda . Algumas firmas estão protegidas por· Seguro de lucros ce. santes, mas a verdade é que, no balanço final dos tumultos de .Miami, a responsabilidade das oompanhias é de volume inferior ao dos danos não protegidos por qualquer forma de Seguro. Por esse ou aquele motivo, também nos Estados Un~ dos ainda há quem se abstenha de COI'Jio prar certos tipos de seguro - oomo o de tumultos, por exemplo. Os relatór'ios já conhecidos de inspetores . de companhias de seguros revelam que, em Miami, a empresa mais afetada pelos tumultos foi a "Tasoo Safes Inc.", cujo depósito de material ótico ficou totalmente destruido por incêndio. Preju(· zos: USS 8,5 milhões. Tudo isso aconteceu num país eujo Presidente atual, no inicio do seu mandato tornou-se um paladino da causa dos direi· tos, humanos. Chegou .a enviar emissários a alguns países, oom a incumbência de observarem os respectivos regimes políti· cos e seu comportamento em matéria de respeito aos direitos individuais. No entanto, oomo se vê agora nos acontecimentos de Miami, "casa de ferreiro espeto de pau"..

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REVISTA DE SEGUROS


O PROBLEMA DO INCÊNDIO PREMEDITADO NA CALIFÓRNIA

A guerra intensiva ao incêndio premeditado conduzida pela _indústria do seguro, pela pol(cia e pelos departamentos de proteção contra incêndios, em Francisco, pouco ou nenhum apoio vem pbtendo por parte dos seguradores, queixou-se uma autoridade municipal.

dos a inspetores de seguros e dé brochuras destioadas a esclarecer o público sobre o problema o assistente do promotor criÜ· cou os seguradores por sua falta de cooperação de situações rea Imente suSp_eitas de incêndio premeditado.; "As companhias de ·seguros receiam de tal forma as causas de má fé ·que evitam comunicar as ocorrências de incêndio premeditado", disse Crary. Quanto às investigações levadas a efeito pela própria indústria do.- seguro, "estou pasme;> com o que vem sendo feito".

Apesar do compromisso amplamente divulgado, por parte da .indústria do seguro, de pôr cobro ao ·incêndio premeditado com vistas a lucro, "não recebi:um comu· nicado sequer (sobre reivindicaÇões de preju(zos decorrentes de fogo, no caso de suspeita · d.e incêndio premeditado) por parte das companhias_de seguros", anunciou Thomas Crary, assistente do promo· tor público de São Francisco. Sio Francisco e Bronx (Nova Iorque) lfo as d,ua~ cidades importantes dos Esta dos UniCios, que contam com investigado ras per~nentes de incêndios premedita· dos no quadro do pessoal da promotoria

E salientou Crary: "Seus investiQadores não tem a me. nor experiência no assunto; simplesmente não sabem o que procurar .. Eles igooram os indfciosde um incêndio premeditado".

Sâ'o

Thoma.s Crary comanda urna equipe de dois homens .que pertencem a uma -aência do Governo norte-americano, cust.da pela Law Enforcement Assistance Admini5tr:atiori, destinada .â investigação de incêndio~ premeditados. Embora reconheça que a indústria do ~e~~uro financiou a' publicação de manuais treinamento para investigação de in· ...,.....-.•.• premeditados, a serem distribu('

-•n.nllllTA DE SE: UÃOS

PEDRA SOBRE PEDRA

Defendendo os esforços da indústria do seguro, um porta-voz da Fundação dos Bombeiros declarou: "Quando suspeitamos de que um pedido de indenizaçfo provêm de incêndio premeditado, não d'eixamos pedra sobre pedra até solucio~r­ mos a questão". "Se julgamos ter provas suficientes, não concedemos a indenização - disse, por sua vez, o porta-voz de urna compa·nhia seguradora -, · embora seja dif(cil apresentar uma denúncia criminal em casos de incêndio premeditado". Para apresentar de:1úncia criminal, as companhias de seguros têm que provar que o incêndio foi propositado e _gu.e o

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REVISTA DE


segurado tinha motivo e oportunidade para atear o fogo. ''Não conheço outro tipo de crime em que se tem de provar que o delito foi cometido antes de ter a oportunidade de provar que o segurado foi o criminoso, " comentou um destacado advógado de São Francisco, envolvido numa causa de incêndio premeditado. Depondo perante um Comitê do Senado do Estado da Califórnia, Philip G. Simkins, '1!? vice-presidente da Fundação dos Bombeiros, informou: "Gastamos recehtemente 34 mil dólares em custas judiciais para enfrentar uma reivindicação fraudulenta de 20 mil dólares. A companhia seguradora ganha no tribunal 80 por cento das vezes." Quando à gravidade do problema do incêndio premeditado na Califórnia, em 1977 as perdas atingiram quase 97 milhões de dólares, segundo informações do chefe do corpo de bombeiros local. Durante os seis primeiros meses daquele ano, quase metade de 5,4 milhões de dólares em prejuízos, causados por incêndios em São Francisco, foi devida a incêndios premeditados. Em Los Angeles, os incêndios propositais aumentaram em 91 por cento, de 1977 para 1978. Durante os últimos seis meses de 1978, essa cidade registrou perdas no montante de 10,2 milhõesdedólares em incêndios premeditados e 4,5 milhões em incêndios suspeitos. No âmbito nacional, são ainda mais !klmbrias as estatísticas. Segundo o "lnsurance Journal", cerca de 21 por cento de todos os incêndios nos Estados Unidos, e entre 40 e 50 por cento dos danos à propriedade deles resultantes, são causados por incêndios propositados. Os preju(zos imediatos, gerados por esses incêndios, atingem a mais de 2,5 milhões de dólares anualmente; e os danos deles decorrentes, como perda irreparável de emprego, fracassos comerciais, privação de renda do prêmio de seguro, despesas de investigação e processo elevam essa cifra para aproximadamente 12 bilhões de dólares. REVISTA DE SEGUROS

CONSPIRAÇAO PARA LUCRO Em 1974, segundo depoimento de Philip G. Simkins, Fundação dos Bombeiros identificavam agrupamentos de incendiários que agiam com finalidades lucrativas, operando em Detroit, Filadélfia, Nova Iorque, Boston e Tampa (FI6rida). Em cada um desses lugares - afirmou Sinkins -, estava comprometido o mesmo agrupamento de tipos, como firmas de reparos em prédios incendiados, avaliadores públicos, corretores de bens, pessoàl de bombeiros, da polícia e de seguros. Sou de opinião que esses grupos estão-se movimentando na direção Oeste e que é apenas questão de tempo para que se estabeleçam na Califórnia. Para impedir que esses grupos de incendiários se estabelecessem em São Francisco, em 1977 foi instituída uma força-tarefa, da qual uma das maiores realizações era recrutar atuação e apoio legislativos, aprovados este ano na Califórnia, como "as mais severas leis antiincendiárias dos Estados Unidos." A lei foi assinada em junho, pelo Governador Jerry Brown, considera o incêndiO premeditado crime de violl!ncia, além de crime contra a propriedade. Ela também aumenta sensivelmente a punição nos casos em que o incêndio deliberado causa sérias lesões corporais. Embora seja ainda cedo para determinar se a nova lei está reprimindo os incendiários no Estado da Califórnia, pode-se dizer que ela "serve de obstáculo ao incêndio premeditado com objetivo de lucro," comentou o autor do projeto transformando em lei, o Senador David A. Roberti. Não obstante, o assistente do promotor público de São Francisco só há cinco meses vinha dedicando esforços intensivos à investigação de incêndios premeditados já lhe foi poss(vel identificar um determi: nado número de participantes envolvidos em uma série de incêndios suspeitos. "Nós os estamos vigiando de muito perto e confiamos em que a investigação produza resultados," disse Thomas Crary.

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Em virtude do alto valor da propriedade, São Francisco torna-se convidativa à prática de incêndio premeditado, ressaltou ele. Um antigo projeto de reforma no centro da cidade, cobrindo uma área onde se erguem numero~s prédios danificados, vazios ou parcialmente de~cupados, de pouco valor em si mesmos, representa séria ameaça. Segundo uma fonte da indústria de bens de raiz, "essas contruções estão situadas em cima de uma mina de ouro, em valor de terras. A terra vale tanto mais do que os prédios que a tentação de queimálos é forte." Outro perigo é a medida de controle de aluguéis apresentada aos eleitores de São Francisco, no pleito de novembro. O Comandante do Corpo de Bombeiros, Andrew Caspar, declarou que ca~ seja aprovada a medida, os proprietá· rios serão encorajados a não fazer reparos em construções danificadas. TEMPO POUCO E PRECIOSO

Por ocasião de um seminário realiza· do em princípios do corrente ano, ~b o patrocínio do Instituto de Informações ~bre Seguros ( 111) e Departamento de Proteção contra Incêndios de São Francisco, um advogado observou as companhias de seguros dispõem de "tempo pouco e precio~ para investigar uma reivindicação quando há suspeita de incêndio premeditado." Ele disse que 60 dias é prazo que as seguradoras dispõem para pagar ou negar uma indenização, depois de ter sido apresentada a prova do prejul'zo. · "Na ausência dê um sistema aparelhado para uma atuação imediata, muitas reivindicações serão· negadas ou acolhidas numa base aproximada", declarou Otto F. Becker, sócio da firma de advogados Thorntonand Downs. "Contratem um investigador de incêndios competente para determinar, com segurança e independentemente dos serviços de bombeiros, que o incêndio foi realmente de origem premeditada. Departa· mentos de proteção contra incêndios

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ficarão exultantes se lhes apresentarem um técnico de fora para ajudá-los ou para confirmar suas investigações. Prefiro considerar os bombeiros apenas como testemunhas técnicas suplementares do que como as únicas testemunt)as",- afirmou Otto Becker. Os jurados, de modo geral, não gostam de apreciar ca~s de incêndio preme· ditado (... ) Existe uma conotação crimi· nosa ligada a um julgamento desse tipo de delito que, em muitas pe~as, desperta simpatia pelo segurado contra a compa· nhia seguradora. !: preci~ demonstrar que o incêndio foi proposital, antes de poder provar que o foi pelas mãos ou por investi· gacão do segurado". Falando ~bre as causas de má fé que constantemente fazem parte da ação judicial de incêndio premeditado, Becker esclareceu: "Por ser tão recente e tão complexa a legislação ~bre má fé, muitos juízes, para não falar nos advogados, desconhecem-na por compreto".

MA Fi: Os advogados dos queixo~s tendem a concentrar-se ·sobre o registro da reivind icação do pagamento do seguro para provar má fé por ·parte da companhia seguradora~ prosseguiu o advogado de defesa. "Se esse registro comprova indecisio, dados concretos falsos, boatos infundados por parte da organização, tudo isso seti enfatizado." Embora as cortes de apelação não tenham chegado a um resultado ~bre a expressão "má fé", Becker ofereceu sua interpretação pessoa I: "Má fé significa privação descabida dos benefícios do seguro. Antes que uma companhia ·possa ser acusada de má fé, i precisa provar ter ela agido de forma imo· derada. Sou de opinião que uma companhia não pode ser acusada de má fé se não for antes responsabilizada por quebra de contrato" . REVISTA DE SEGUROS


premeditado do segurado e na realização de julgamentos separados perante o mesmo corpo de jurados. Ao que eu saiba, essa tática foi aplicada até agora". O advogado declarou que pretende inclu!'-la em futuras causas judiciais de incêndio premeditado. (Traduzido de The Review) -

Becker sugeriu ainda que a comprovação de má fé e danos decorrentes fosse sustada até que o juri decidisse sobre a existência ou não de quebra de contrato. E concluiu: "lm implica obrigatoriamente na apresentação do processo de incêndio

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Inscrições: 16/06 à 15/080ata de ln(cio: 25/08 Data-de Término: 17/10/80 Horauulas: 100 hs Horas provas: 18 hs Horas a disposição do Coordenador: 03 hs Duração do Curso: 40 dias Taxa: Cr$ 7.000,00 para sócios e Cr$ 8.000,00 para não sócios CURSO BÁSICO DE RAMO TRANSPORTES

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Inscrições: 07/07 à 29/08 Data de Início: 15/09 Data de Término: 19/12 Horas aulas: 110 hs Horas provas: 20 hs Horas a disposição do Coordenador: 10 hs Duração do Curso: 65 dias ' REVISTA DE SEGUROS

Taxa: Cr$ 6.000,00 para Cr$ 7.000,00 para não sócios

sócios e

Caiendário de D~tas dos Cursos a Serem Realizados no 29 Semestre de 1980 na Cidade de Belo. Horizonte - MG CURSO PREPARATORIO DE COMIS· SARIO DE AVARIAS

Inscrições: 02/06 à 11 /07 Data de Início: 21/07 Data de Término: 12/09 Horas aulas: 100 hs Horas provas: 18 hs Horas a disposição do Coordenador: 03 hs Duração do Curso: 40 dias Taxa de Inscrição: Cr$ 8.000,00 CURSO DE INSPEÇAO DE RISCOS DE ENGENHARIA

Inscrições: 01/07 à 08/08 Data de Início: 18/08 Data de Término: 10/10 Horas aulas: 100 hs Horas provas: 18 hs Horas a disposição do Coordenador: 03 hs Duração do Curso: 40 dias Taxa de Inscrição: Cr$ 8.000,00 CURSO PARA HABI LITAÇAO DE COR· RETORES DE SEGUROS

Inscrições: 07/07 à 29/08 Data de lnfcio: 01/09/80 Data de Término: 19/12/80 Horas aulas: ·200 hs Horas provas: 33 hs Horas a disposição do .Coordenador: 09 t,.; . Duração do Curso: 80 dias Taxa de Inscrição: Cr$ 6.000.00

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REVISTA DE SEGUROI


Cllend6rio de Datas dos Cursos a Serem R•lizados no "19 Semestre de 1980 na Cidade de Porto Alegre - RS CURSO PARA HABILITAÇAO DE COR RETORES DE SEGUROS

lnaiçiSes: 211)6 t 07/07 Dita de ln(clo: 28/07 Dita de Tdrmlno·: 14/11 Horas aulas: 200 hs Horas prows: 33 hs Horas a diiPosiçfo do Coordenador: 09 hs D~.~r~çlo do Curso: 80 dias Taxa de lnscrlçfo: Cr$ 6.000,00 CURSO BASICO DE SEGURO RAMO TRANSPORTES

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Inscrições: 02/0i3 à 18/07 Data de Início: 04/08 Data de Término: 03110 Horas aulas: 110 hs Horas provas: 20 hs Horas a disposição do Coordenador: 06 hs Duração do Curso: 45 dias Taxa de Inscrição: Cr$ 5.500,00 CURSO DE REGULAÇAO E LIQUIDA· ÇAO DE SINISTROS DO RAMO INCENDIO E NOÇOES DE LUCROS CESSAN·

TES Inscrições: 18/08 à 26/09 Data de In(cio: 06/10 Data de Término: 05/12 Horas aulas: 110 hs Horas provas: 18 hs Horas a disposição do Coordenador: 15 hs Duraçâ'o do Curso: 48 dias Taxa de Inscrição: Cr$ 6.000,00 Calendário de Datas dos Cursos a Serem R•lizados no '19 Semestre de 1980 na Cidade de Curitiba - PR CURSO DE REGULAÇAO E LIOUlDA· ÇAO DE SINISTROS DO RAMO INCE!\~· DIO E NOÇOES DE LUCROS CESSAN~ TES

lnuições: 02/06 à 25/07 Dita de Infcio: 04/08 REVISTA DE SEGUROS

Data.de Tjrmino: 03/lO 110 hl Hon11 provas: 18 hl Horar 1 dlsposl_, do Coordenador: 06 hs Duntçlo do Cuno: 46 dias T•x• deln~erlçlo: CrS 5.000.00 Hor~s aules:

CURSO DE INSPEÇAO DE RISCOS DO RAMO INC!NDIO I n~erl~es: 11' /08 à 26/09 Data deln(cio:·13/10 Dat41 de TtSrmino: 05/12 Horas aulas: 96 horas Horas provaa: 16 hs Horas a disposiçlo do Coordenador: 06 hs Duraçlo do Curso: 40 dias Taxa de lnscriçlo: Cr$ 4.000,00 .

Calendério de Datas de Cursos a Serem Realizados no 1.9 Semestre de1980 na Cidade de Blumenau - SC CURSO PARA HABILITAÇAO DE COR· RETORES DE SEGUROS

In$Criçil5es: 26/06 à 11/07 Data de In(cio: 28/07 Data de Término: 14/11 Horas de aulas: 200 hs Horas provas: 33 hs Horas a disposição do Coordenador: 09 hs DURiçlo do Curso: 80 diasTaxa delnscriçlo: Cr$ 5.000,00 CURSO BASICO DE SEGUROS DO RAMO INCENDIO

Inscrições: 25/08 à 17/1 o Data de ln(cio: 27/10 Data de Twmino: 19/12 Horas au.las: 11 O ha Horas provas: 12 horas Horas a dlsposiçlo do Coordenador: 09 hs Duraçlo do Cuno: 40 dias Taxa de ln~erlçlo: Cr$ 5.000,00

Calend6rio de o.tas dos Cursos a Serem Realizados no 1.9 Semestre de 1980 na Cidade de Salvador - BA 399


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CURSO DE REGULAÇAO E LIQUIÓA· ÇAO DE SINISTROS DO RAMO INC~N­ DIO E NOÇOES DE LUCROS CESSAN· TES Inscrições: 07/07 à 15/08 Data de Início: 25/08 Data de Término: 24/10 Horas aulas: 110 hs Horas provas: 18 hs Horas a d ispasição do Coordenàdor: 06 h~· Duração do Curso: 45 dias Taxa de Inscrição: Cr$ 5.000,00 CURSO BASICO DE SEGUROS RAMO TRANSPORTES Inscrições: 01/09 à 10/1 O Data de Início: 20/10 Data de Término: 19/12 Horas aulas: 110 h~ Horas provas: 20 hs Horas a disposição do Coordenador: 06 hs . Duração do Curso: 45 dias ' Taxa de Inscrição: Cr$ 5.000,00 Calendário de Datas do Curso a Ser· Realizado no 29 Semestre de 1980 na Cidade de Fortaleza - CE

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REVISTA DE SEGUROS


CONFLITO SOVII:TICO DEIXA GRANDES PREJU(ZOS A DESCOBERTO

Stuart Emmrich

NOVA IORQUE · As empresas americanas que têm negócios com a União Soviética estão na expectativa de saber se a suspensao de comércio, proposta pelo Presidente Carter, vai deixá-las de mãos amarradas, com contratos cancelados e prejuízosde muitos milhões de dólares. Embora a maioria dos porta-vezes das empresas pondere ser ainda muito cedo para avaliar o impacto da medida tomada pelo Presidente contra o país comunista - especialmente porque ainda é esperado um esclarecimento de Washington mbre os itens de "alta tecnologia" a serem excluídos -, eles concordam em afirmar que a maioria dos prejuízos sofridos não seria provavelmente coberta por suas apólices de seguros. Os prejuízos não segurados poderão, contudo, serem cobertos pelo Governo, no entender de um porta-voz do Departamento de Comércio. Embora os funcionários desse Departamento afirmem que ainda lhes resta elaborar uma fórmula ou outros critérios para pagamentos, foi anunciado, que se cogitava de indenizar firmas particulares por todo e qualquer tipo de prejuízo, em consequência da indenização de exportações de produtos de alta tecnologia. O AFEGANISTAO Os Estados Unidos estão revidando a invasão &>viética do Afeganistão com um embargo comercial. A National Broadcasting Company, que adquiriu os direitos para transmitir, de Moscou, as Olimpíadas de verão, já está REVISTA DE SEGUROS

segurada pelo Lloyd's de Londres contra indenizações por prejuízos por parte da Rússia, caso venha a perder os seus direitos de transmissão. Ela recuperaria 85 por cento do pagamento de 61 milhÕes de dólares, o que representa o compromisso na Rússia. O seguro de risco político pode ser obtido por empresas com investimentos na Rússia, principalmente através do American lnternational Groupe do Lloyd's de Londres. Nem a Overseas Private Investment Corporation nem a Foreign Credit lnsurance Association realizam seguros na Rússia. Ambas, porém, aceitam seguro sobre especulações comerciais no Afeganistão, pois cujo conflito interno e envolvimento com as tropas soviéticas pressionam o Presidente Carter a adotar sanções contra a Rússia. A Overseas Private lnvestment Corporation (OPIC), que faz seguro de riscos operacionais em países subdesenvolvidos, tem uma cota de riscos de 636.000 dólares contra expropriação e guerra, segundo Caro I Bernstein, vice-presidente do Depar· tamento de Seguros. "As coisas nio parecem muito boas, no momento - observou a Sra. Bernstein. A OPIC, porém ainda não decidiu se terá de pagar alguma indenização". A Foreing Credit lnsurance Association, seguradora particular de exportações estrangeiras que não segura qualquer tipÓ de negócios com a Rússia pelo fato de haver o Congresso exclu(do esse país da carta da FCIA, possui uma cota de riscos de 74.000 dólares no Afegamstlo. Um de seus porta-vozes comentou: "Bem que 403


Steel Corporation para construir, na Uniio Soviética, uma central elétrica. A empresa também espera para saber se esses contrato será desautorizado pelo Governo. Se tal ocorrer, ele será rotulado como outra venda em perspectiva que deixou de se realizar. "Não haveria cobertura de seguro pagoverno. "Nio temos qualquer seguro desse ra ela - explicou Rick Rogers- presiden· tipo," afirmou o administrador de riscos, te do Departamento de Administração de Spencer Brevver, cujas Indústrias Dresser Riscos da Armco. Seria apenas como qua~ teriam recebido 180 milhões de dólares quer outra venda de produtos e serviços para fornecer equipamentos e tecnologia que não se concretizou . . apenas um risco destinados aos campos de petróleo dos comercial que assuminos, e certamente soviéticos, em 1978. A empresa está tam- não a primeira vez que julgamos ter venc»bém empenhada em colaborar na constru- do algo que, na realidade, não vendemos''. Ainda nâ'o foi iniciada a construçlo ção de uma usiria projetada por ela, no da central elétrica; até o momento, segunrio Volga, na Rússia. do informou Rogers, a Armco apenas Spencer Brewer disse que sua empresa a.inda estava na .expectativa de ver se o concordou em providenciar tecnologia paprojeto soviético· é considerado "item cn'- ra o empreendimento. Outras corporações com investimentico" e, "ipso facto", proscrito por decitos na Rússia poderiam ter protegi~o SIIUI são do Presidente Cartec: A Control Data Corporation, de Mi- riscos através do AIG, cujo departamento neápolis, durante a última década expor- de riscos segura a maioria dos neaócic» tou para_a Un-iio-5oviét-ica o equivalente a nessa área. Robert Svensk, 29 vice-presidente 50 milhões de dólares em computadores. Segundo um .de seus porta-vozes, não é departamento do AIG , admitiu que certo se os seus acordos comerciais virão empresa possui, na União Soviética, divera ser afetados pela atitude de Carter, e sos clientes cujos acordos comerciais espera-se uma definição sobre os tipos de seriam segurados, caso viessem a ser cancelados pelo governo. No entanto, decl~ computadores a serem 'interditados. nou em citar o número e os nomes de clientes que seriam candidatos nn~.......;,.;. ,., difícil determinar se as apólices de às apólices de riscos políticos. ~eguros da empresa cobririam o prejuízo A apólice, que Svensk sustenta gaque poderia resultar da decisão do Presirantir 90 por cento do investimento, eM dente. A Controi Data - declarou o portacobertura contra o cancelamento de wz n(o possui uma apólice coletiva capaz licença de exportação de segurado por de cobrir os riscos polfticos. Avalia.mos cada contrato individualmente e decidi- ça de iniciêltiva governamental. O custo de mos se precisamos obter essa cobertura, apólice poderia variar entre 4 por cento tal como fizemos no lrl, no ano passado. 5 por cento do total segurado, garante Svensk informou, outrossim, não Nlo estamos cientes, contudo, de que qualquer um de nossos contratos na Rús- tido ocasião de conversar com clientes tinham investimentos na Rússia. Disse sia po.ssua tal tij:>o de seguro" nio vê motivo para precipitar-se em em contato com eles até que a situaçlo ficasse esclarecida. CONTRATO DO ARMCO Ainda segundo Svensk. a cobertlll A Armco Inc., de Middletown, Ohio, de riscos pol(ticos do AIG tornou-se rauf. tem um contrato coletivo com a Nippon to popular, nestes últimos anos, mas rfo poder(amos pagar indenizações sobre isso". No entanto, diversos administradores dd riscos autônomos, com investimentos na Rússia, dizem que nâ'o contrataram seguro para se proteger contra prejuízos, no caso de uma interdição comercial do

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ao alcance de todos. E concluiu: "Poder(amos decidir que, na realidade, rfo desejamos segurar á venda de com.putadores para a Rússia (um dos itens mencionados pelo Presidente Carter como passíveis de seres embargados), e, ademais a taxas poderiam ser mais altas do que, dV&mos, um fabricante de calçados pudes•pagar".

NEGÓCIOS COM CEREAIS

Os exportadores de cereais dos EstaUnidos, cujos acordos comerciais com 1 União Soviética, orçados em aproximadamente 2,25 bilhões de dólares, foram c:~ncelados pelo ato presidencial, ressarcil'lo a maioria desses prejuízos através de um programa governamental de compras, também anunciado pelo Presidente Carter. Os exportadores arriscam-se ainda a "alguns milhões de dólares" devido interdição; segundo uma.fonte do Minisda Agricultura. A exportadora Cargill Inc., por exemplo em Mineápolis, perderá dinheiro mesmo que toda a safra seja vendida, afirma um porta-voz da empresa. A queda imediata de 1O por cento das operações de exportação da Cargill Inc. provocada pelo embargo soviético -fará baixar os preços dos cereais, e certas despesas contraídas

oom meios de exportação deixaram de ser necessárias devido à interdição do comércio com a Rússia, esclareceu a mesma fonte. Os funcionários da Cargill estão revendo apólices de seguros; mas é "muito duvido!K>" que qualquer dos prejuízos seja coberto em tai!; circunstâncias, assegurou o mesmo porta-voz. . Wallace Aru, inspetor de seguros da Louis Dreyfus Corporation, exportadora ·de cereais sed iada em Nova Iorque, negou· se a discutir os prejuízos que sua empresa teria e'ventualmente sofrido devido à deci· são de Carter. Todavia, ele não acredita que qualquer um desses prejuízos ressarcido através das apólices de seguros da Dreyfus. "Não creio que possam encontrar, nessa área, qualquer coisa a ser considerada como risco segurável. Oe minha parte, nunca vi nada semelhante," afirmou Aru. O valor das exportações americanas para a Rússia em itens de alta tecnologia, oscilou entre 150 e 216 milhões de dóla· res, nos últimos quatro anos. De acordo com dados governamentais, o total das exportações americanas para a União Soviética elevou-se para 3 bilhões de dólares, contra 1,6 bilhão, em 1976. . (Traduzido de Busmess lnsurance 14/01/80).

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11º CONFERÊNCI~ BR4SILEIR4 DE

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~~~DOS

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ECAPIT~Q10

Ba.O HORIZONTE I MG - 6 A 10 DE OUTUBRO Cl: 1980

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Prezado Companheiro : O Sindicato das Empresas de Seguros Privados e Capitalização no Estado de Minas Gerais, promoverá de 06 a 10 de Outubro de 1980 a 11 a. Conferência Brasileira de Seguros Privados e Capitalização. NoS!K> objetivo é o de aprimorar a instituiçlo do Seguro, mediante estudo e análise de assuntos de interesses comuns. O tema oficial da Conferência será "O preenchimento dos espaços vazios na área do Seguro e da Capitalização,'' sobre ele devendo versar todos os trabalhos e teses. Para esta Conferência contaremos CDm a participação dos nomes mais repre.mativos da área no País, que já estão CDnfirmando suas presenças, devido a grande importância que está sendo dada à l'lllização deste evento em nosso meio. Paralela a parte técnica, está sendo uma atraente programação soque se desenvolverá desde o que exisde mais agradável em Belo Horizonte, às normas vizinhas cidades históricas Ouro Preto, Sabará e outras). em BH, como nestas cidades, estão estudados seus pontos mais expres(valor cultural, beleza, diversões . .), para que todos os participantes Conferência e seus acompanhantes, ao máximo dos dias de realizado evento. Portanto, o dinamismo que está sen-

do acelerado para uma brilhante apresentlçlo técnica, s:>mado ao planejamento de

VISTA DE SEGUROS

uma interessante programação social, garantem o êxito da 11a. Conferência Brasileira de Seguros Privados e Capitalização. Voltaremos para lhe transmitir novas informações sobre todos os acontecimentos relacionados com a Conferência. De 6 a 10 de Outubro, aguardaremos por você e sua famifia em Belo Horizonte. Alberto Oswaldo Continentino de Araújo Presidente

COMPANHIA ANGLO AMERICANA DE SEGUROS GERAIS SEDE EM SÃO PAULO Capital e R. .rvas em 31.03.80 Cr$ 110.642.647,64 Rua Boa Vista, 314- 10<?andar Cx. Postal 1618- Telegr. : "Cianglamer" Telefones : 258-5433 (PBX 14 x 34 rarnais) Diretoria: 32-Q462 Opera em seguros de lnolndio - Lucros Cessantes - Transportes Vidros - Acidentes Peisoais - Automóveis Responsabilidade Civil - Roubo - Tumultos Riscos Diversoa - Fidelid_,. - Crédito Interno Global de Bar.co5 - Riscós de Engenharia D.P. V.A. T. - Seguro. Compreensivo ·de Florestas e Seguro Facultativo de Animais IBovfdeos e Equideos) . DIRETORIA: Plínio de Rezende t<iehr:... Presidente Lydia de Hezende K1eh1 - Vlt'e·Presioente Euginio Stiei Rossi - ·superintendente F16vlo Eugenió P.aia Rossi - Gerente Alex Harry Haegler - Secretário Agências em: Rio de Janeiro- Resende -Santos

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REGULAMENTO

CAPITULO' I Dos fins, data e local da Conferência Art. 19- A 11a. Conferência Brasileira de Seguros Privados e Capitalização será realizada em Belo Horizonte, sob os auspícios do Sindicato das Empresas de Seguros Privados e Capitalização no Estado de Minas. Gerais, no período de 6 a 10 de outubro de 1980, e terá o objetivo de aprimorar a Instituição do Seguro, mediante estudo debate e análise de assuntos de interesse comuns sob o tema indicado no Capítulo VI deste Regulamento. CAPITULO 11 Dos participantes e seus direitos . Art. 29-

Poderão as empresas participar da Conferência mediante inscrição prévia, as Empresas de Seguros e de Capitalização que operam no Brasil, o Instituto de Resseguros do Brasil, a Federação Nacional dos Corretores de Seguros e de Capitalização e os Sindicatos de Corretores de Seguro, sediado em Estados onde haja Sindicatos das Empresas de Seguros. Art. 39- Serão também participantes da Conferência os Convidados de Honra que, além do Conselho Nacional de Seguros e da Superintendência de

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Se.guros Privados, forem lhidos pela Comissão zadora. Art. 49 - Os corretores .de peS!Oas físicas ou jur(d do País ou exterior, inscrever-se como nhaon..,.. res. Art. 59 - A Conferência terá um dente de Honra e um de livre escolha da .....,...._ Organizadora. Art. 69 ....,. Nas sessões planãrias cada t idade terá direito a um por intermédio do reSI•fl delegado, não part das · votações os que se riham inscrito como dores. De sessão plenária tinada a votação das ções Finais (Art~·o 18) participarão os com direito a voto. CAPITULO 111 Da Organização Art. 79- O planejamento e a de tudo quanto se faça sário para a instalaçlo e cionamento da ficará a cargo de: a) uma COMISSAO NIZADORA QOnstitufda dois representantes de uma das seguintes ........... Conselho Nacional de ros Privados, Instituto Resseguros do Brasil, rintendência de Seguros REVISTA DE SEGIUN


vados, Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização, Sindicatos das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização e a A~ciação das Companhias de Seguros. b) uma DIRETORIA EXECUTIVA. Art. 89 -

A Diretoria Executiva será presidida pelo Presidente do Sindicato das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização no Estado de Minas Gerais, que indicará os d~ mais membros. Art. 99- A Diretoria Executiva poderá nomear representantes nos Estados onde existirem Sindicatos das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização, com a finalidade de colaborarem na coordenação da C-onferência. Art. 10- Compete também à Diretoria Executiva a aprovaçãodo Orçamento da Conferência a nomeação das Comissões de Trabalhos e a elaboração do programa. Art. 11 Durante o período de organização a Conferência será diri~ gida pela Comissão Organizadora, através da Diretoria Executiva, e durante o seu funcionamento, por uma Mesa Diretora, composta pelo Presidente de Honra, pelos Convidados de Honra, um Presidente, tres Vice-Presidentes, um Secretário Geral e um Secretário Executivo. CAPÍTULO IV Das Comissões de Trabalho Art. 12-

As Comissões de Trabalho, que terão um Presidente de um Vice-Presidente nomea-

REVISTA DE SEGUROS

dos pela Diretoria Executiva, serão as seguintes: a) Comissão de Finanças, com a missão de elaborar o orçamento e submete-lo à aprovação da Oireto ria Executiva promover o proce~ de angariação de fundos, cumprir e fazer cumprir o orçamento. b) Comissão de Temário, que promoverá a coordenação e difusão dos assuntos a serem debatidos na Conferência bem como a seleção das teses e trabalhos enviados, podendo criar subcomissões para esse fim. c) Comissão de Relações Públicas, à qual competirá especialmente divulgar a Confeência, supervisionar as atividades !Dciais, e prestar assistência aos convencionais, tanto no recinto da Conferência, como fora dele. d) Comissão de Inscrição, Recepção, Hospedagem e Transporte, com a finalidade de receber as inserições dos convencionais, promover a recepção, transporte e hospedagem dos mesmos. e) Comissão de Credenciais,

com a incumbência de examinar as Credenciais dos participantes, promover a orga· nização e entrega das pastas de trabalho dos conferencistas. f) Comissão de Imprensa, com a missão de organizar a promoção da Conferência junto aos meios de comunicação, e. de prestar assistência aos jornalistas e repórteres que forem credenciados para dar cobertura às suas atividades. 409


CAPITULO V Das Taxas Art. 13-

Fica estipulada uma Taxa de Inscriçio para cada Empresa ou Entidade, no valor de Cr$ 8.000,00, com direito a inscriçio de um Delegado Efetivo ou Obse~dor. § 19 - Para cada Delegado Substituto ou Assessor, será cobrada a taxa de Cr$ ..... . 6.000,po. § 29 - As taxas de inscriçio pagas até 30 de junho de 1980, será concedido um desconto de 40% (quarenta por cento); e de 20% (vinte por cento) aquelas que forem pagas no mês de julho de 1980.

Art. 15 -

Art. 16 -

CAPITULO VIl Das Sessões

CAPITULO VI Do Temário Art. 14 -

410

O tema da Conferência será "O preenchimento dos espaços vazios na área do Seguro e Capitalização", sobre ele devendo versar todos os tra· balhos e teses. § 19 - Os trabalhos selecionados pela Comissão de Temário e aceitos pela Comissão Organizadora por intermédio da Diretoria Executiva seráo distribu(dos aos parti· cipantes com a devida antecedência. § 29 - Além da seleçip, a Comissão de Temário enquadrará os assuntos a serem apresentados nas categorias Teses ou Trabalhos. § JC? - As Teses serão apresentadas e debatidas em plenário e poderio gerar resoluç(Jes a serem votadas, conforme art. 18. § 49 -Os trabalhos por sua natureza mais técnica e espe-

cializada, não serão objeto dt votação, sendo apenas apresentados e discutidos nos• guintes Grupos de Trabalho: a) Assuntos Técnicos; b) Assuntos de Produçlo; c) Assuntos de Administração e Finanças. As teses e trabalhos deverlo ser enviados para apreciaçlo no máximo at~:: o dia 15 de julho de 1980. Além dos trabalhos e t • pré-selecionados. o Plendrlo poderá deliberar sobre outros assuntos, de!de que estea, não se relacionado com o Tema de que trata o art. 14 sejam objetos de moções previamente aceitas pela M• Diretora.

Art. 17 -

Art. 18-

Art. 19-

Art. 20 -

Duas seslries marcarão a int ta lação e o ehcerramento dl Conferência, nos dias que • rão indicados no Programa Oficial do Conclave. A Mesa Oiretora contim*' uma Comissão de n~~UIUI.U. incumbindo-a de propor questões que, por sua tãncia ou pelos debates tenham suscitados nos rios da Conferência, dMm ser levadas à votaçlo, mb 1 forma de Resoluções F Os trabalhos da Conferência, escalonados conforme o dlt posto no Cap(tulo VI, serlo realizados em Sessões Pie,. ria que constarão do Programa Oficia I, nas quais apresentados e discutidos trabalhos e as teses, me disposto no artigo A Mesa Diretora um Coordenador para sessão plenária, o qual inta-


Art. 21-

grará a referida Mesa, durante os trabalhos sob .sua coordenação. Antes da sessão solene de Instalação em dia e horário que constará do Progránía Oficial, será realizada uma sessio preparatória para: a) exposição sobre programa da Conferência: b) eleição da Mesa Diretora prevista no artigo 11. c) aprovação de normas complementares a este Regulamento, que se fizerem necessárias para o bom· funcionamento da Conferência.

signado durante a realizaçlo da· última sessfo plenária. Art. 24-

Toda a correspondência d• verá ser dirigida a 11a. Conferência Brasileira de Seguros Privados e de Capitalizaçlo, com escritório instalado A Avenida Afonso Pena, 726229 ancf.- Belo HorizonteMinas Gerais - CEP: 30.000.

Art. 25-

Os casos omissos serfo deliberados pela Comisslo Orga· nizadora por intermédio da Diretoria Executiva, até a In• talaçlo da Conferência e pela Mesa Diretora

Art. 26-

Este Regulamento foi aprovado pela Comisslo Organiza· dora, através da Diretoria Executiva, e s6 podtri • a Iterado por deliberaçlo da maioria do plenário, na Se• sio Preparatória prevista no art. 21.

CAPIIULO VIII Dos Anais

Art. 22-

Art. 23 -

O plenário da Conferência re· solverá sobre a publicação dos respectivos Anais. CAPIIULO IX O local para- a 12a. Conferência Brasileira de Seguros Privados e Capitalização será de-

Fundact. tm 1882 C.G.C. M.F. 92.751.171 /0001·70 (nc~ndio

- Acidentes Pessoais Transport~s em Rnponsabilidade Ci vil Cera/ - Responsabilidad!! Civil F«ultativo Auto-Motores - Lucros Cessantes - Riscos Animais - Credito lnt~rno - Rural - Roubo -

G~ral C.ucos - Au~~wls . -:Obrigat6ría - Raspo~sab/1~ Owl d~ En~nparía - Rtscos Dtwrsos F id~lidad~ - Vidros • Vida

MATRIZ: Rua dos Andradas

n<? 1.234 • 209 - Fone: 21·6488 ·Caixa ~ostal 686

Porto Alegre · Rio Grandtt do Sul SUCURSAIS: R10 DE JANEIRO- Rua Teófilo Otoni, 15 • 49 andar SÃO PAULO- Av. Sio Luiz, 50·199andar CURITIBA- Rua 15 de NoV.mbro, 575· 79andar RECIFE- Av. i)antas Barreto, 512 • 109 andar SEDE DA INSPETORIA ITAJAI -- Rua Conego Tomas Fontes. 480 • 19andar, sala 13

--------------------~ VISTA DE SEGURO~

411


PROGRAMA.DOS TRABALHOS

-Em Estudo-

Dia 06-

Segunda Feira 9: 00 horas - Entrega · de Credenciais- As!Dciação Médica de Minas Gerais. 15: 00 horas - SesSio Preparatória (Art. 21 do Regulamento) 19: 00 horas- SeSsão Soléne de Insta laçâo - Pa Iácio das Artes. 20: 00 horas - CoquetelPalácio das Artes.

PANAMERICANA DE SEGUROS S.A.

Dia 07- Terça-Feira 10: 00 horas - Grupos de Trabalho. 1a. Sesslo 14: 00 horas Planaria. 18: 00 horas - Palestra Associação Médica · de Minas Gerais

CGC 33 245 162,COOHJ1 Fund«Ja.,.

1~5

C.pltal Cr$ 73.000.000,00 Ot»fW no1 Ramo1 Elarmnt.flf

Dia 08- .Quarta Feira Passeio- Ouro Preto

DIRETORIA DIRETOR SUPERINTENDENTE

Dia 09- Qi.Jihta Feira 10: 00 horas Grupos de Trabalho 14: 00 horas 2a. Sessão Planária 17: 00 horas - Pale~ra ASS!Jciação Médica de Minas Gerais Dia lO Sexta Feira 10:00 l.~ras- Mesa Diretora 14: 00 ~. uras - 3a. Sessão Plenária 18: 00 horas. ""- Sessão de Encerram2nto - Associação Médica de Minas Gerais. 412

Jun Mizukawa

DIRETOR ADJUNTO Mario Albino Vieira

DIRETOR ADM. FINANCEIRO Arnaldo E. Bucciarelli

DIRETOR COMERCIAL

MATRIZ: Rua

Ubero Badaró, 42.5

30'? ANO~ R -

SÃO PAULO -

SUCURSAL:

SP

Av. Rio Btaneo, 131 t1C? ANDAR· RIO ·IIJ

FONE:

345-101·09- PABX


PROGRAMA 'SOCIAL GERAL - Efn Estudos-

Dia 06- 20: 00 hs. Coquetel Palácio das

21: 00 hs. Espetáculo "Últi-mo Trem", de Milton Nascimento Local: Palácio das

Artes

22: 00 hs. Serviço de queijos e vinhos

9:00 hs. Visita à Lapinha

Local:

Palácio

das

Artes

(para senhoras)

13: OOhs. Almoço {p!ir'a Sras.)' 20: 30 hs. Noite .do

F~lclore

Mineiro, com Jantar Típico Local: Pampulha late Clube

Dia 10

21: 00 hs. Jantar de encerramento, seguido de show com Clara Nunes Local: Clube Libanês

Dia 08 10: 00 hs. Passeio a ·· ou~o Preto 12:00 hs. Churrasco Local: Colégio Doni'Boseo {a : ·. meio caminho de Ouro Preto) · '

'•

.. urna o r g a n I z a 9 6 o

14: 00 hs. Visita a Ouro Preto.

18: 00 hs. Seresta, na praça principal de Ouro Preto . 21:00 hs. Buffet frio Local: Hotel Estrada Real, na sa(da de Ouro Preto

22: 30 hs. Regresso a Belo Horizonte

APLUB

Capital e Reservas em 31.03.80 Cr$ i31.108.936,92 SEDE: General Câniara,230- 6. ao 11. a. PORTO ALEGRE (RS) SUCURSAIS: Rio de Janeiro- Rua da Alfândega, 8 · 119 a. São Paulo- Rua 24 de Maio, 195- 39a. Belo Horizonte. Rua da Bahia, 1499 (centro) Curitiba- Rua 15 de Novembro, 591 - 39 e 49 a. Florianópolis- Rua dos Ilhéus, 8 (ed. APLUB)

Dia09

Opera nos Ramos

15: 00 hs. Chá com desfile de modas (senhoras) Local: Automóvel Clube

Vida Individual Vida em Grupo Ramos Elementares

REVISTA DE SEGUROS

413


noJO HAmBURGO CIA. D€ S€GUROS GE:RAIS

"A REVISTA DE SEGUROS" com • p,..,te ediçlo comemorativa de seu 6fP. aniversário agradece • col•bo~ prest•M pelos estudiosos do seguro, e esper• continu.r • merecer o •poio dos seus anunciantes, bem como agradar aos seus leitor•, cu~1 opini6• e wgestlJes, receberá com 1 devida atenç6o, procurando Mmp,. defender, como 6rg6o independentl, os legftimos interell#ll M cmlllllllgUflfdora.

414


RESULTADOS DO MERCADO SEGURAOOR BRASILEIRO EXERCfCIO DE 1980

I

I R ~ " t.: · , !o I

COMPANHIAS

Mmios Uquidos de

Despesa•

Resultlldo

Industriais

industrial

Resultado industrial com outras

re~~~~~uros

Cr$1.000

CrS1.000

rendas

CrS 1.000

CrS 1.000

Ajax 346.848 Aliança da Bahia 1.324.635 Aliança Brasile ira lõl.440 AJ.lianz Ultramar 311.658 AI.'VOrada 62.097 lllerica Latina 433.065 -.rica do Sul Yasuda 499.288 JDalo Americana 84.905 Arcos 292.226 Atlântica 3.144.400 tuiliar (ex Sagres Seg. das 1\;'::Õ ric 1s) 77.414 IIMrindus 1.680.910 lllldeirante 1.945.720 llllerj 170.599 llllestes 67.502 lmorte 107.209 ~a&e 239.904 loavis ta Vida Acid • t .827.225 Jrasil 1 .600.277 Jrasileira 69.510 c:ape.i 157.278 Colina 158.448 Cllaind 974.918 eo.trcial Union do Brasil 61.135 CIIDcordia 86.398 Cruzeiro do Sul 595.661 IlUdo de são Pau h 701.313 llcehior 166.168 farroupilha 401.974 federal 403.003 216.?42 185.341

REVISTA DE SEGUROS

-

347.172 1.238, 928 + 187.410 259.211 + 53.107 432.594 + 552.788 91.870 298.105 2.826.022 + 75.714 + 1.708.619 2.225.904 210.755 66.178 + 107.886 227.028 + 1.511.128 + 1. 705.679 74.317 208.043 133.606 + 831.196 + 59.750 + 73.106 + 533.181 + 641.011 + 204.972 379.441 + 466.333 151. H3 + 203.532

• -

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--

-

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324 85.707 25.970 52.447 8.990 471 53.500 6 . 9b5 5.879 318.378 l. 700 27.709 280.184 40.156 l. 324 677 12.876 31.6 .097 105.512 4.807 50.765 24.842 143.722 1.385 13.292 62.480 60.302 38.804 22.533 63.330 64.949 18.191

+ +

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-

dispvniv ~ I

J

após !)ro··isio 1

lmpostQ de Renda'!!

lda

corre~::

r o<>netá!la

jcrs 1.000

47.057 649.089 12.398 128.655 33.788 116.413 67.660 19.415 30 .034 1.563.587 42.091 306.777 55.565 23.860 25.767 31.201 .l3l.l38 545.845 157.829 1. 788 28.458 64.585 518.091 24.578 46.862 139.263 372.088 25.131 112.961 32.670 153.690 7.998

+ + + + +

+ + +

+ + +

.. -

+ + + + +

+ + + + + + +

+ +

-

13.263 375.766 721 72.035 2111 48.917 14.617 6.491 8.667 1.180.878 10 . 764 346.121 10.527 8.118 13.772 46.784 319.796 128.081 4.898 28.391 25.697 385.932 5.036 20.108 40.845 173.644 51.719 4.591 83.601 13.103

415


COMPANHIAS

Generali do Brasil Gerling Sul América Hannover Internacional Home Seguradora (ex Home Finasa) Inconfidência lnciana Inter americana Inter-Atlântico (ex Phenix Paulista) Internacional Ipiranga Itatiaia Itaú Itaú Winterthur (ex Est. de Goias-COSEGO) Kyoei do Brasil Lloyd Ind. Sul Americano Madepinho Marítima Mauã Minas Brasil Monarca Motor Union Americana Nacional N:>vo Hamburgo Panamericana Paraná Pátria Patrimonial Paulista Phoenix Brasileirb Phoenix de Porto Alegre Piratininga Porto Seguro Previdência do Sul Prudential Atlântica Real Brasileira

Prêmios Uquidos de resseguros Cr$ 1.000

Despesas Industriais Cr$ 1.000

907.475 72.188 5.427 307.807 236.971 225.608 416.315 56.415 2.098.753 20.632 212.599 3.704.931 26.807 82.362 154.622 191.204 290.038 195.564 1.519.087 126.131 395.453 1.249.170 329.681 150.133 154.571 424.248 312.379 1. 045.830 254.946 135.663 70 . 200 1. 320.188 199 . 653 200.350 799 .549

979.714 71.068 12.947 277.576 258 .. 244 220 . 557 363.986 66.883 137.013 28.476 230.134 3 .401. 750 27.937 109.824 169.728 154.881 311.182 143.690 1. 537.213 141.524 360.270 l. 051.301 308.218 166.715 155.505 289.885 353.SQ3 1.000.607 236.696 113.962 67.230 1. 264.688 212.327 127.538 739.4 94

Resultado industrial Cr$ 1.000

+

+

-

+ +

+ + + + + +

+ + + + + +

-

+ +

72.239 1.120 7.520 30.231 21.273 5.051 52.329 10.468 38.260 7.844 17.535 303.181 1.130 27 .462 15.106 36.323 21.144 51.874 18.126 15.393 35.183 197.869 21.463 16.582 934 134.363 41.124 45.223 18.250 21.701 '1..970 ~5 . 500

12.674 72.81'1. 60 . 055

Resultado industrial com outras rendas Cr$ 1.000 + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + +

190.793 29.792 8.835 90.272 17.686 45.207 143.lll 5.006 349.037 40.745 28.414 957.189 21.014 14.829 52.100 79.912 41.692 no. 753 165.293 33.085 344.289 571 .381 105.613 1.467 62.847 292.974 48.705 267.247 118.341 69.846 36.958 147.250 13.233 l'l.6.232 373.888

+ +

-

+ + + +

-

+ + + + + + + + + + + + + + + + +

85.524 10.439 21.651 32.475 14.033 19.110 57.042 6.1SS 126.109 602 15.032 349.829 5.667 11.629 4.5fZ 60.141 23.827 43. 106. 9.

+ + + + + +

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Para ser sólida, uma empresa de s tem que ter ~eri.encia e trad.i.Cao. Quanto mais tradicional, mais experiente. Quanto mais experiente, mais forte .. Assim é a Phoenix Brasileira. Ela conta com a experiência e tradição de suas associadas Phoenix Assurance Co. Ltd.

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416

REVISTA DE


COMPANHtAS

Prêmios Líquidos de resseguros

Despesas Industriais

Resultado industrial

Cr$ 1.000

Cr$ 1.000

Cr$ 1.000 Real Seguradora Renascença Rio Branco Santa Cruz são Paulo Ssue Seguradora Ind. e Mercantil Seguros da Bahia Skandia Boavista

Sol Sul América Nac. Seguro r. Sul América Terrestres &U Americana Industrial Sul Brasil Sul Brasileiro thião Uniao Continental Ih i banco Universal Vera Cruz Yorkshlre Corcovado

S<W.

+ +

+

84.799 27.702 1.fi0l 25.924 34.739 187.345 29.1-70 989 61.199 12.985 120.123 204.673 11.763 62 •.24 7 7.964 18.408 22.517 75.569 12.146 84.102 184.423

+

1. 502.044

266.530 141.014 50.962 249.309 854.153 938.743 123.077 372.024 420.13b 213.078 3.649.979 3.358.427 93.963 135.675 267.219 1.175 .lOS 459.847 834.479 129.842 817.876 894.629

181.731. 113.312 52.563 223 .385 888 .892 751.398 93.907 371.035 358.937 226.063 3.770.102 3.563.100 105.726 73.428 275.183 1.1"3.616 482.364 758.910 117.696 901.978 710.206

51.894.331

50 392.287

316.884 67.3 17 23.220 293.800 165.777

365.477 60.152 21.879 205.155 185.890

+

866 .998

838.553

52.761.329

51.230.840

-

+ +

+ + +

+ -

..

-

+ + + + + + + + +

-

+ + + + + + + + + + +

Resultado industrial com outras rendas

Resultado disponível após provisão Imposto de Rendi e da correção monetária

CrS 1.000

Cr$ 1.000

185.392 6.8.408 9. 914 78.903 117.742 426.272 75.670 99.124 315.115 228 413.112 541.818 4.321 145.949 24.912 167.661 62.540 277.525 58.039 1ti1.42 9 448.772

+ + + + + + + + + + + + +

89.120 32.974 3.049 38.280 17.635 207.100 26.271 33.385 166.895 29.074 289.151 341.112 839 95.798 ~t.743

+ + + .. +

60.279 27.795 157.873 37.500 32.002 199.253

+13.937 .132 +

7.144.898

+

FILIAIS DE COMPANHIAS ESTRANGEIRAS Adriâtica American Home American Motorists Bome

lDndon SOMA

TOTAL GERAL

-

48.593 7.165 1.341 88.645 20.113

+ + + + +

10.853.+ 35.399 + 17.965 + 192.076 + 21.082 +

+

28.445

+

277.375 +

88.049

+14.214.507 +

7.232.947

+ +

+ 1.530.489

6.853 10. no' 5.593 64.425 468

RESUMO RESULTADOS INDUSTRIAIS

49 Companhias

Positivos

93 Companhias

+

3.185.657

- 1. 655 •.168

-

1.655.168

- 1.655.168

+ 1. 530.489

+ 3.18 5.657

44 Companhias + 3.185.657

TOTAIS

Negativos

RESULTADOS ECONOM!COS

85 Companhias 93 Companhias

REVISTA DE SEGUROS

+ 14.348.048

+14. 348.048

8 Companhias

+14.348.:,·. B

-133.541

- 133.541

-133.541

+ 14.214.507

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418

REVISTA DE SEGUROS


•

O SEGURO NA DÉCADA DE 1980: AMPLAS PERSPECTIVAS

Da cidade de Brístol, Peter Gartland 1 Valeria Pegg informam sobre a conferêncllanual doChartered lnsurance lnstitute. Na clara e ensolarada manhãdeterça-

fllra, 27 de setembro, o presidente do Chirtered lnsilrance lnstitute, Bob Sloan presidia a 78a. conferência anual do Cll. Cerca de 850 pessoas ligadas à Indústria do seguro-delegados e respecthlls esposas - invadiram Brístol, mas o fato não pareceu incomodar o Prefeito da cidade, o "Right Honounble" Conselheiro TOM CLARKE, que Inaugurou oficialmente os trabalhos. O Prefeito, obviamente, não se deixou im~nar pela grande afluência de ...,ai do seguro. Na verdade, ele comen1Du que, embora desde 1950 a Conferênâ do Cll nio se tivesse realizado em Bri~ a expansio ali da indústria do seguro, no decorrer dos últimos anos, fora algo quase fenomenal. o Prefeito não houvesse meneionominalmente qualquer companhia 11guros, "Post Magazine" está certo de organizações como a Clérical Medicai General e Sun Life não discordariam de u lflrrnaçfo. Entre os motivos para esse pOdem destacar-se a beleza e a posição cultural -privilegiada da além de sua primazia como centro comunicações.

-Donl

HORA DE TRABALHAR

Tendo lançado sobre a conferência a "btnçio" oficial, o Prefeito, como é

de praxe em ocasiões semelhantes, retirouse. Era hora de. começar a trabalhar. Bob Sloan colocou em andamento a conferência, apresentando os três oradores que haviam preparado documentos sobre o tema "O Seguro na Década de 1980". Os documentos já haviam sido publicados em "Post Magazine", além de previamente endereçados e, supostamente, lidos pelos delegados à conferência. Não havia, portanto, necessidade de que os três autores procedessem à leitura de seus trabalhos, bastando que prestassem breves esclarecimentos sobre os mesmos e atendessem às consultas e comentários dos delegados presentes. .Antes disso, porém, Bob Sloan fez algumas observações acerca de cada um dos três trabalhos e seus respectivos autores. Qualificou de "eminentes" cada um dos três conferencistas e comentou que a escolha do tema "O Seguro na Década de 1980'' era lógico e oportuno, sem deixar de prevenir, no entanto, a criteriosamente, que ninguém sabia realmente o que nos reserva o dia de amanhã, muito menos a década de 80. Lembrou aos presentes que as mudanças, no passado recente, haviam sido uma constante e que a situação não tendia a alternar-se no futuro próximo. Sloan apresentou, entfo, Ronald Sherman, CBE (Comandante da Ordem do Império Britânico), FIA (Membro do .In~ tituto dos Escrivães). Informou os delegados que Sherman ·era ·escrivão-chefe rta Prudential, e que, além de ter ocupado o eargo de presidente do l-Astuto de Escrivães, · fora integrante da Comis$io Real encabeçada po.r Lord Pearson, que, no ano 419


anterior, se dedicara ao estudó do campo da responsabilidade civil. Ao tecer comentários sobre o trabalho por ele apresentado. "O Desafio dos Anos 80: a Estrutura Regulamentadora", Sherman comentou ter tentado expor uma mensagem básica, conquanto de duplo teor. Esta exprimia ser da responsabilidade do empresariado não apenas assimilar o ambiente normativo em meio ao qual operava, mas também determinar futuras tendências influenciando-as de forma construtiva. Afinal de contas, os seguradores vendiam um serviço ao público e, assim, defrontando-se com os mesmos problemas daqueles que se dedicassem à venda de bens e serviços o ~ , melhor dizendo, tinham obrigação de sátisfazer os seus clientes, ca~ contrário estariam em apuros As medidas normativas, de acordo com Sherman, visav_am precisamente a controlar essa insatistação eventual por parte do público. Cumpria, portanto, à indústria do seguro mostrar-se sensível às alterações, preparada para adaptar-se às mesmas. MELHOR SOLUÇAO: PARTICIPAR Na opinião de Sherman, quando a mudança da estrutura regulamentadora se torna inevitável, convinha mais participar do que opor-se a qualquer tipo de mudança. No seu entender, seria errado interpretar ao pé da letra uma interrogação do tipo "Está preparado para aceitar esta proposta?", vinda de parte de um legislador. A pergunta seria, na realidade: "Ca~ não aceite esta proposta, tem algo melhor a apresentar?" Não tinha dúvidas de que, quando a mudança se tornasse inevitável, a verdadeira questão era saber se a indústria do seguro preferia aceitar a auto-regulamentação ou concordar com a possibilidade de administração externa, sendo a regulamentação imposta por meios legislativos. A seu ver os seguradores deveriam cer:tificar-se de que suas operações seguissem padrões destinados a evitar colao~s. e que, na caso de ocorrerem

420

estes, o efeito junto aos segurados devia ser minimizados. Para negócios a longo prazo, era de opinião que as expectativas razoáveis dos segurados deveriam ser atendidas. No tocante a padrões financeiros em geral, Sherman julgava que muitas companhias de seguros continuavam 1 exibir margens de solvência muito superiores àquelas exigidas pela legislação. Dentro da EEC, não obstante, havia pressl'o no sentido de extinguir companhias de seguros múltiplas. Era importante, no 81 entender, convencer os estados-membros da EEC de que os segurados se encontravam tão adequadamente protegidos por uma companhia de seguros múltiplas (que se separava o ativo de operações de vidl e não-vida) como por outra que negociM apenas uma ou outra operação isoladamente. Ronald Sherman referiu-se tambá'n ao problema da propaganda enganoa, admitindo, contudo, que uma legislaçlo ulterior ~bre a questão seria desnecesári se mantidos os atuais padrões, consid. . dos satisfatórios. O campo do consumo, em seu todo, era uma das principais._ de relacionamento entre seguradores e • gurados. Admitiu a possibilidadedasPit'l' pectivas de seguro de vida terem sua decisão apressada. No entanto, considerou que os regulamentos da Lei das Cof1IPI" nhias de Seguros que previam a emisslodl uma comunicação regulamentar acenendt com probabilidade de um período de dias de meditação, durante o qual n sível mudar-se de idéia, funcionava 1 contento ..Julgava desnecessárias pro semelhantes para contratos de seguro nfo. vida, uma vez que estes tinham, habitlJII. mente, apenas um ano de duração. Uma proteção extra - assine Sherman - poderia ser oferecida aos rados, planejando-se diretrizes que zissem à venda do seguro através de i mediários. A esse respeito, a Lei (de R tros) dos Corretores de Seguros, datada 1977, construíra um passo ã frente. lembrou à audiência que esse fato co buíra para a organização de um reg' de corretores de seguros e a anuência REVISTA DE SEG


mesmos em submeter-se a um código de conduta. A medida era louvável, mas apresentava uma falha por se aplicar apenas a corretores de seguros registrados, deixando de supervisionar as atividades de outros intermediários, bem como de agentes que vendiam o seguro diretamente. Alguma coisa teria de ser feita aqui, seja mediante legislação ou auto-regulamentação. Sherman lembrou ainda aos delegados que a lei do seguro do Reino Unido, com exceção da lei do seguro marítimo, nio era codificada. Referiu-se, outrossim, ao fato de que os seguradores haviam obtido isenção da Lei de Contratos lní· quos substituída por normas consuetudinérias, con~lidadas tanto pela British lnsurance As~ciation quanto pela Life Offices A~ciation. A Comissão Legal recomendara, anteriormente, que tais decla· rações foram enquadradas em lei. DIVERSOS ASPECTOS

Ronald Sherman comentou que ha· via diversos aspectos da proteção a segurados, aos quais seu trabalho atribuía menos importância. A essência da proteção ao consumidor era concorrência legítima, porém, em última instância, todo tipo de proteç3o aumentava o custo do seguro. Exemplificando, disse que se o limite de velocidade fosse reduzido a 5 milhas horári8s, seria maior a segurança - mas a que custo a Vida dos negócios e do comércio? O verdadeiro problema era fornecer proteçao adequada aos segurados. Existia, no seu entender, uma tendência à luta entre segurador e consumidor; mas era também dever do segurador garantir tratamento condigno entre segurados, de forma que uns não subsidiassem os outros. Fazendo referência ao corpo de sócios britânicos do EEC, Shei'man, manifestou certeza da necessidade imediata de urna maior harmonização, com vistas a obter algum progresso. A conferência da Cll, não era, a seu ver o lugar para se discutir os méritos· de um mercado livre, mas o problema REVISTA DE SEGUROS

consistiria em equilibrar as vantagens de um mercado de seguros verdadeiramente livre, na Europa, com certas restrições ele um ambiente legislativo. Fez ur:~ ape lo à indústria do seguro no sentido de uma resposta positiva a fim de obter alterações no regime normativo. Após os comentários de Sherman, o primeiro orador a ocupar a tribuna foi lan Smith (Londres). As primeiras palavras foram de agradecimentos a Sherman pela sua admirável conferência, fazendo um reconhecimento geral do problema. Na sua opinião, a totalidade dos delegados concordaria com ele em que os aconte· cimentos das duas últimas décadas, no campo do seguro, haviam decretado a necessidade da presença do governo e a que poderia auto-regulamentação. O ocasionar diferenças de opinião era o equilíbrio entre as duas formas de regula· mentação. A indústria caminhara muito desde os anos 60, impondo-se agora um justo grau de regulamentação. Acreditava que ninguém chegaria a lamentar a passa· gem do tempo depois que alguém como Emil Savuna conseguira movimentar uma empre~ do porte da F ire Auto & Marine, baseado em alguns poucos documentos provenientes do Liechtenstein. Era flagrante a pressão por parte dos burocratas de Bruxelas, e notava-se a existência de consumidores com uma noção mais rígida de proteção do que a da própria indústria do seguro .. Segundo Smith, sempre que os problemas não pudessem ser solucionados dentro dos quadros da indústria do seguro, era preciso trazê-los ao conhecimento público e discuti-los com as autoridades governamentais. Os regulamentos existiam para o maior bem do maior número. Smith referiu-se à possibilidade de que a Seleção de Seguros do Departamento de Comércio sofresse um corte em seu pessoal, devido à contenção de despesas posta em prática pelo governo. Comentou qu·e o número de supervisores de seguros no Reino Unido era nitidamente inferior ao dos demais países. A questão capital, no seu entender, era determinar se os núme· 421


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R EVISTA DE SEG


ros eram adequados. Segundo ele, nada se havia a ganhar com uma reduçtio no tota I de supervisores se isto autorizasse alguém, P'M' mais inadvertidamente que fosse, a desviar-se do rumo certo.

HISTORIA E FUTUROLOGIA

Brendan O'Tighearnaigh (Dublin) considerava inevitável que a maior parte do que os delegados tinham a dizer era, de um lado, história e, do outro, futurologia. Era muito frequente- acreditava- que a questlo da supervisão de seguros fosse debatida dentro do contexto de ideologia pol(tica. Estava certo de que Ronald Sherman prestara relevante serviço ao debite livre quando afirmara que a regulamentação era algo inevitável, qualquer que fosse a cor pol(tica do partido no poder. A realidade histórica era a de que o que fora designado como incursões furtivas no campo do seguro, resultara da ausência ou Ineficácia de.auto-regulamentação. No en· 11nto, mesmo entre aqueles que acreditawm firmemente na inviabilidade de promoçlo da auto-regulamentação, existia também a impressão de que esta não funcionaria sem a adesão geral de todos os ~~guradores. Nenhum escritório ou grupo de escritórios isoladamente chegaria a flzt.la atuar. Concluiu O'Tighearnaigh: HO que nos perturba nâ'o são as coisas que conhecemos, mas sim aquelas que sat.nos estarem erradas". R.H. Lawrence (Folkestone) comen1Du que a todos os membros de um mesmo clube deveriam ser aplicadas, igualmente, as mesmas normas e regulamentos. Admitia, portanto, que a legislação pro· posta levaVc;~ a crer que os resseguradores profissionais estariam colocados na mesma posiçlo no que concerne à solvência como companhias particulares. Assim sendo, is· 1D viria a situar.os resseguradores profis•nais do Reino Unido em posição pior que as dos resseguradores comuns do EEC 01 quais, por seu lado, ficariam, em sua 1Dtllidade, em situação de desvantagem, REVISTA DE SEGUROS·

compara~scomosq~f~mdefu~

do blooo. G.F. Hamond (Tunbridge Wells) disse ter observado que' Ronald Sherman nlo fizera menção à Lei de Especificaç6es Comerciais {Trade Descriptions Act), em sua análise da legislação. Disse ter conhecimento de dois casos recentes, onde um encarregado de proteção ao comércio tentara por em prática a referida lei com referêncta aos termos espec(ficos de um contrato de seguros. O Prof. Bob Carter (Nottingham) associou-Se a lan Smith em seus cumprimentos a Skerman por sua excelente exposição. Declarou estar certo de que todos reconheciam a impossibilidade de se obter 100 por cento de segurança, exceto a um preço que se tornava proibitivo para os segurados. O Pro f. Carter afirmou que gostaria de ver implantado um movimento em direção a um sistema que destacasse antigas notificações de dispensa de funcionários por parte de companhias em dificuldac.ies. O Departamento de. Comércio poderia, então, investigar. Acreditava vir a ser isto um aperfeiçoamento do atual sistema, pelo qual todos os seguradores eram controlados de maneira mais superficial. Esta medida assumia particular importancia a seus olhos diante de rumores de que o governo estaria fisca.lizando os quadros de pessoal do Departamento de Seguros do Dot. S.D. Farmer (Londres) opinou que a conft:rência de Skerman não apresentava novas soluções para a matéria. Perguntava a si mesmo se os seguradores estavam suficientemente a par das propostas governamentais e se esforçavam o bastante pa~ influenciá-las. A t(tulo de exemplo, citou o método de se aceitar a substituiçlo do prêmio de seguro de vida, alterado naquele mesmo ano. Existia agora a possibilida· de de apenas alguns meses mais tarde, toda a estrutura vir a ser radicalmente alterada. No entender de Farmer, a indústria do seguro de vida teria falhado ao oferecer uma resposta positiva às modificaç6es propostas, o que o levava a perguntar-se se as organizações .comerciais existentes esta423


riam operando satisfatoriamente. D.D. McKinnon (Giasgow) manifestou-se do ponto-de-vista do escrivão. Disse que a classe estava particularmente interessada em auto-regulamentaçãÇ». A questão era saber quem a levaria a termo. No tocante a-eventuais alteraçÕe~ na substituição do prêmio de seguro de vida, Mckinnon observou que se poderia estar na iminência da imposição de um novo regime tributário. Acreditava, igualmente, que a at itude geral para com o impacto do EEC, correspondia ao seguinte: "t: interessa nte, mas não me atinge. "McKinnon insistiu em que o EEC fosse considerado com a maior seriedade. Ele estaria reforçando seriamente a atuação dos seguradores durante a década de 80. Após diversas intervenções por parte da mesa, coube a Ronald Skerman resumir os apartes e fazer alguns comentários. Skerman demonstrou que concordava com as observações de O'Tighernaigh, no t ocante à auto-regulamentação. Ele assent iu que a auto-regulamentação exigia uma adesão irrestrita aos princípios que a inspiravam, embora observasse ser contraditório mencionar a execução da mesma. Ent endia que os interessados no mercado dos seguros deveriam compenetrar-se, por si mesmos, da eficiência da auto-regulamentação. Abordando a questão levantada por Hammnond, Skerman assinalou que, efet ivamente, deixara de mencionar na íntegra a legislação que comandava o seguro, mas estava certo de que qualquer transgressão à Lei de Especificações Comerciais resultaria em punição para o responsável. Sobre o tópico abordado pelo Prof. Carter de notificações antecipadas de dispensa funcionários, Sherman era de opinião que o sistema já vigorava. Sempre que a margem de ~ lvência de uma companhia descia abaixo dos 16 por cento prescritos pelo EEC, as medidas punitivas eram facilmente encontradas. Em comentário à margem, assinalou que os corretores da Bo lsa se preocupavam cada vez que a margem de ~lvência de uma companhia atingia a um nível de menos de 50 por 424

cento. Quanto à dúvida de Farmer sobrea conscientização ou não, por parte dos seguradore!), das intenções do governo, Skerman comentou que a indústria do seguro reconhecia a necessidade de comer· cialização e de pessoal de relações públicas mas ele próprio duvidava que as companhias de seguros contassem com elementos semelhantes para atender ao impacto das propostas legislativas. Era a máxima importância - acrescentou - manter·• em estreito contato com tudo o que vinha acontecendo por toda parte. Esta atitude exigia um grande dispêndio de energia e vultosas ~mas em dinheiro. Os seguradores mostravam-se desejo~s de Pmll"lrAI'IIIr~~• capital em comercialização, mas não atividades de fiscalização , que tanto deriam concretizar-se em seis meses nos próximos dez anos. Quanto à de saber se as organizações comerciais presentativas vinham operando com Ronald Skerman opinou que a i...A·'·-1• · do seguro recebera o que merecia e que nada adiantava investir contra a ção Britânica de Seguros (British I ce As~ciation) e a As~ciação de nhias de Seguros de Vida (Life Offices sociat io n). Skerman deu a entender que o tato entre a indústria do seguro e o partamento de Comércio era enc:nrati.Adll e amigável, processando-se na base compreensão. Instou junto aos res para que não encarassem todasas postas oriundas da autoridade como sendo inteiramente inaceitáveis constituindo grave ofensa à indústria seguro. Coubt1 a David Palmer, (Willis, & Dumas) estender-se ~bre seu intitulado "O Desafio dos Anos Reação do Mercado". Palmer atenção da audiência para o estreito existente entre as três palestras das naquele ano à conferência do Duas palavras, em sua opiniâ'o, vam as apresentações: auto-reg ção e solvência. A auto-reg impunha-se, no seu entender, por variedade de motivos, dentre os quais


Tendo a Matriz no Rio de Janeiro, possuia uma sucursal em São Paulo; hoje, com Matriz em Porto Alegre, já está com sucursais no Rio Grande do SUl, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, e filiais. i: detentora de 99,99% das cotas da CONCEL CONFIANÇA CENTRO ELETRON ICO LTOA., empr-esa que, com um computador IBM 370/145, operando dentro do conceito de banco de dados e utili· zando o sistema de teleprocessamento, mantém a Diretoria do GBOEX Permanentemente informada sobre a situação de todo seu quadro social e a da GB CONFIANÇA, de todos seus segurados do Ramo de Pessoas. Carrea também recursos financeiros para o Grupo, mediante prestação Operava apenas nos Ramos Elemen- de serviços a diversas empresas locais e tares do Seguro; passou também a operar até mesmo para outras fora do estado do no Ramo Vida, valorizando.desta forma, Rio Grande do Sul. Finalmente, orgulha-se a GB CONFImbre maneira, sua Carta Patente. Seu capital e reservas que eram de ANÇA de pertencer a Lima organização do Cr$ 9.008.254, 12, estão acima de Cr$ ... porte do GREMIO BENEFICENTE DOS OFICIAIS DO EXl:RCITO. 110.000.000,00.

Daquela época aos nossos dias muita coisa evoluiu: Em 1889 o IMPi:RIO transformou-se em ~EPÜB LI CA. Em 1974 a Cia. de Seguros Marítimos e Terrestres "Confiança" alterou sua razio ~cial para GB CONFIANÇA COMPANHIA DE SEGUROS, ao ter o GREMIO BENEFICENTE DOS OFICIAIS DO EX~RCITO ,adquirido · seu absoluto controle acionário - Após ingressar no Grupo GBOEX, entre outros, assinalamos os seguintes fatos que bem demonstram a evolução da GB CONFIANÇA.

GBOEX GB CONFIANÇA

1913- 1980

1872- 1980

Mais de meio século de tradiçao na Previdência Privada

Mais de um século de tradição no seguro

REVISTA DE SEGUROS

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bressa(am a.falta de padrões na gestão dos negócios, treinamento inadequado, administraçãO nâ'o.profissional e concorrência irresponsável.

caráter definitivo.

Palmer perguntava a si próprio qual seria o impacto de um ciclo importante para a fr.eilte, do ponto-de-vista do "underwriting"~ e . bem assim a Cc),.. quência dos dois mais recentes fu~Q~Set, o ·"David" e o "Frederlç". Acreditava, outrossim, que~ há cin<:Q ou dez anos CONTEXTO DOMeSTICO atrás, o terna do resseguro dificilmente teria .sidp JT'i8ncionado numa conferfnci Embor:a consciente de que a maior da Cll. Agora, ele destacava-se brilhante~e .do auditório interessava-se pelo mente. em todas as mentes, ~óquanto .• seguro num contexto doméstico, Palmer não se desculpou pela ênfase com que, em. aprQfundava a iliftuência dos ' re51edlfto dores nos diferentes setores da• ~ conferência, abordou o tema do internacionalismo. Diversas modificações, ui- . n_hias de subscriÇão direta. Por o~ro lado, trapassando as fronteiras ·- 11acionais, entendia que a tradicional tendência a vinham-se processando ultimamente, e ele não regulamentar a~ividadesde r~urOt, não·· via razão para supór que esse ritmo haveria de modificar-se, o que serià lamendecrescesse. Destacou numerosas mudan- tável para o mercado britânico,. ças registradas. inclusive depois que sua conferência fora redigida, no in(cio do ·Palriler referiu-se aó carimbo mnem6cdrrente ·ano. Ainda recentemente - comentou -, o GrupoContinental,sediado nico - STAMP -:- que usa ~m seu nos Estados Unidos, adquirira 20 por cen- personalizado, significando D to. da .Stenhouse. Nâ'o se tratava apenas de Treinamento, Administração, ComerciaO. um acordo internacional, mas uma fu- zaçâ'o, Relações Públicas. Para ele, a .indút sl'o de ."underwriting" e corretagem. Pal- tria do seguro tinha de estar muito mer disse que não discutia se o fato era alerta .do que até então estivera, pn bom ou mau, apenas frisava que um inves- atrair clientes de todas as partes do mllt" timento desse porte era algo a merecer do, satisfazer-lhes as exigências e mardo atençfo mais cuidadosa. Citou ainda a las em clima de cómpetiçâ'o. Pareciá-llt aquisição de 20 por cento da Bain Dawes que os padrões haviam ~ixado nesses r-,nfllt·W.< por um grupo francês e a compra, por sua timos anos, e ansiava por çâ'o de princ(pios básicos, oom um própria companhia, de participação numa mo de boa fé; agência de "underwriting" de Chicago. A ver, os laços de equidade que começava· 8 germinar deveriam constituir-se em Antes de solicitar os comentários mot~ de' reflexio.._para todos. Segundo Palmar~ a indústria britânica do seguro audiência mbre a palestra de Pafmer, a_inda .IPfria as colisequências da compla- presidente demissionário da Cll, "cêrjCJe pós-imperial. Relatou que, em re- Sloan, mlicitou a Goeffrey .Kellett, . cente viagem a Austrá_lia, discutindo com Grupo ·· RoY&I : lnsurance, .que teceae c:blegas sobre colocação de negócios, fo- mentários ·mbre seu traba I!lo, intitulllll ra infOrmado · de que as .companhias "O desafio da Década de 80: A Reaçlo mais ~ressivcis; quando se tratava de soli- Empresariado". Sloan apresentou citar JiegóciÓs, eram as escandinavas, como autoridade superior do Royal, francesas e norte americanas. Para ele, guém que já prestara expressiva co~lbOI• nlo tratava de um fato bom ou mau; çâ'o à indústria britânica do seguro estava certo, porém, que o internacioncilis- mesmo de elaborar o trabalho anr•-t..: mo· em larga eScala aQui se instalari!. em do à conferência. da C11.

·ro.

de

uma

seu

se

426


O FENOMENO NÃO i: NOVO Kellett iniciou sua alocução obser· vando que as mudanças já não constitu(am f.enômeno novo. Previa que os anos l1 assistirlam a uma continuação dos desafios propostos aos dirigentes ao longo da última década. As companhias precisavam ainda .expandir-se, produzir lucros e cobrir despesas. A concorrência ameaçava Intensificar-se, mas, indagava Kellett, haveria época em que não o fizera? Parecia-lhe, 'contudo, que os seguradores bridnicos perdiam terreno, em comparação com seus congêneres estrangeiros. No entender de Kellett, a resistência à mudanças, na próxima década, dificul· tlria o tr-abalho de implantá-las. Um clima econcfmioo que tivesse por ingredientes báicos um crescimento cronicamente lento, inflação contínua e possibilidade de crescente desemprego, não era de moJde 1 provacar modificações, principalmente lquelas que envolveriam potencial humano. Kellett . previu a continuação de urna erolio gradual do poder administrativo, paralelamente ã emergência, também gradUII, d~ .um tipo participante de administrlçio . . Não pretendia sugerir que tais 1vanços tossem prejudiciais, mas julgava que se devia admitir que a implementação de mudanças fosse um processo mais lento e. mais penoso, exigindo habilidade e pneverança. As penalidades pela má admlnistraçáo de casos de relações industrlis tornar-se-iam progressivamente mais llorosa's. Fatores como o anonimato e a Mntual desunião dos quadros de pessoal exigiriam padrões mais altos de adminis, ~· Segundo Kellett, haveria perigo de 01 dirigentes, de modo gera·l, se esquiva1'1111 a r~lizar modificações necessárias; por medo de repercussões. Geoffrey Kellett acreditava também que as modificaÇões de caráter tecnológi~ co viessem a acelerar-se, embora fosse dlf(ci!' avaliar as consequências de altera-- em assuntos, no momento, em fase de -d~te. Podia, no entanto, visualizar wni época em que todos teriam _de estar

REVISTA oe 'SEGUROS

preparados para mudanças no rumo de suas carreiras. Falava-se muito sabre isto, mas a indústria do seguro pouco contribuía para focalizar o problema sab esse ponto-de-vista. Perguntava-se sobre a necessidade de dedicar à questão mais tempo e concentração de pensamento. O aumento da incerteza e o ritmo progressivamente crescente das alterações vinham tumultu· ar o ambiente do dirigente, tornando mais imprevisível o resultado de seus esforços. Em seguida, Kellett falou sobre o papel dos seguradores ria sociedade. Havia, segundo ele, sérias questões de responsabilidade social em jogo, e cabia aos seguradores definir sua posição. Isto poderia envolver uma, revisão fundamental da filosofia da empresa. As diversas modificações que se anunciavam exigiam um tipo de administração empreendedora e previdente. Era sua opinião que os altos escalões administrativos não se deveriam con· centrar nos resultados do ano passado e nos problemas de ·hoje. Impunha-se um planejamento para desenvolver um enfo· que mais sistemático do futuro, planejamento esse que teria de adaptar-se a um cenário em permanente transformação. Ele acreditava, outrossim, que os dirigentes deveriam procurar, de mOdo muito mais intensivo, uma motivação. As pessoas tendiam'a afastar-se quando se entediavam ou quando lhes pareci~ que a outra parte estava trabalhando com desleixo. Inversa· mente, os colegas sentiam-se motivados quando os dirigentes mostravam-se inte· ; ressados neles e criavam a sensação de participação num esforço do grupo. A produtividade era uma atitude a tomar, competindo à gerência criar condições em que ' essa atitude fosse exibida. Ainda segundo Geof_reyKellett, exis- tia perigo de instalar-se a apatia. O proble~ ' · ~consiStia em como criar motivação numa grande empresa em particular. Cumpria aos empresários encorajar a inovaÇão de forma que a mudança se tornasse norma. Kellett salientou a importância de I levar o pessoal a compreender que era de seu interesse atingir um alto (ndice de

4Z7


produtividade, para o que teria de contar com um tipo aberto e de mocrático de ad ministração . As tarefas seriam planejadas, na medida do possível, para provocar satisfação. Kellett manifestou surpresa ante a constatação de que todo o pessoal de escritório deixaria de receber qualquer tipo de treinamento especializado . Em suas observações finais, salientou que o êxito de qualquer negócio dependia da qualidade da direção que recebesse. Daí serem da máxima importância a seleção e o aperfeiçoamento de sua diretoria. Era incontestável a necessidade de diretores dotados de vigor mental e de uma boa dose de experiência.

COMENTÁRIOS SUGERIDOS Seguindo-se às ponderações de Kel· lett, Bob Sloan convidou a mesa para que apresentasse comentários sobre ambas as palestras, a de Kellett e a de Palmer. A primeira partiu de Roderick Clews (Londres), que discorreu sobre o trabalho de Palmer. Disse que Palmer revelara grande dose de compreensão na maneira de lidar com o mercado de Londres e, "ipso facto", com o mercado mundial a que a Grã-Bretanha tinha acesso, seja em seu próprio solo ou no estrangeiro. Salientou a distinção por ele apresentada entre as exigências do que denominara de cliente direto e indireto, cujos negócios eram obtidos através de corretores ou agentes no estrangeiro; havia ainda o cliente de resseguro, quer se tratasse de uma companhia de seguros normal ou do que corretamente se designava por companhia de seguros subsidiária. Clews acrescentou que Palmer certamente não contara com tempo necessário para abordar todos os pontos que gostaria de ter examinado; estava seguro de que seria perdoado ao assinalar que, na qualidade de executivo muito antigo de uma empresa multinacional de corretagem de seguros, ele não consideraria de importância capital tecer comentários sobre o mercado

428

para aqueles clientes menores que const~ tuem parte expressiva do funcionamento da indústria do seguro, bem como !Obre as exigências dos mesmos. Quanto à distinção feita por Palmer entre as Companhias multinacionais e na· cionais nos Estados Unidos, Roderick Clews encontrara o termo "Companhia Na cio na I", frequentemente pretendendo significar um negócio cujas operações • estendessem a alguns ou diversos Estados da União. Admitiu que os delegados considerassem uma companhia nacional, no Reino Unido, como aquela cujas atividades numerosas cidades, municípios ou condados do pais. Entretanto, desejaria fazer alguns comentários sobre pessoas t organizações menos imponentes, ~>mlbnn•'• ainda assim importantes, que apresentavam caráter muito local. Observou que, do ponto-de-vista do corretor, o critério pn se determinar se uma conta era pequena, média ou grande dependeria, obvia da amplitude dos negócios desse nm:n.,.,• sional. Que era preciso para lidar com unidades de clientes de pequeno é porte? - indagou. Primeiramente, mais fraco ou mais forte que se tasse o concorrente, os princípios de administração de riscos aplicavam-se ao cal). Evidentemente - raciocinava Clews -, limites de perdas auto-absorvidos, a propostos, teriam de ser bem ínt,orinrllt' para clientes menores do que para os des. Em segundo lugar, o mercado teria suprir serviços de redução de riscos, ra, certamente, numa base muito sofisticada e dispendiosa do queasque riam aplicadas a um negócio de vulto. Para pequenos e médios nn,~>r::~t1nn~~: • o fator mais importante a considerar ria talvez uma cobertura abrangente, que fosse simples de e administrativamente econômica. Neste ponto, Clews voltou-se para seguradores e seus problemas. nalmente, tornara-se um sistema l'n~1tm1• lar fatores de "underwriting", segrega os negócios em diversas categorias. medida revelava-se excelente para a a


se, mas era administrativamente dispendiosa . Ainda recentemente, Clews tivera ocasião de examinar diversos casos de negócios de médio porte, chegando à condu.são de que era perfeitamente possível reduzir 34 diretrizes a 3. A economia administrativa acarretada seria transferida com ampla margem para o cl iente, não apenas sob a forma de prêmios reduzidos sem diminuição de cobertura, mas também com uma considerável economia de gastos administrat ivos por parte do cliente. Talvez o mercado estabelecido e, a seu ver, superfracionado, que abrangia os seguradores, devesse refletir um pouco a esse respeito. Na medida em que se tratava de seguros pes9Jais, a questão já merecera bastante atenção. Gostaria de ouvir a opiniáo de colegas 9Jbre se fora suficiente a atenção concentrada a respeito da idéia de proporcionar um mercado para aqueles clientes de médio porte, que não eram suficientemente pequenos para entrar numa "máquina de fazer salsicha", mas, por outro lado, não suficientemente grandes para exigir os 9Jfisticados serviços de administração de riscos a que David Palmer se referira.

PROFUNDEZA DE PENSAMENTO O delegado D.S. Craigen (Londres) referiu-se à palestra de Kellett, destacando a sua grandeza de pensamento . Disse que, embora Kellett se houvesse concentrado principalmente em negócios em geral, suas reflexões sobre mudanças e reações aplicavam-se igualmente ao negócio de seguro de vida. Craigen lembrou que o seguro era o negócio do povo para o povo. Acreditava que, não havendo aceitação de mudanças, o negócio do seguro iria por água abaixo. Julgava de suma importância a satisfação com o emprego e comentou que, em sua própria companhia, a Prudential, os departamentos que se ocupavam do trabalho de rotina haviam desaparecido em benefício dos computadores. Era importante, a seu ver, aparelhar a estrutuREVISTA DE SEGUROS

ra e organização administrativa, preparando-se para o futuro. Compreendia, no entanto, a resistência à mudança: o povo não fizera outra coisa senão suportá-la, no correr dos últimos dez anos. Possivelmente, era este o motivo por que via a administra' ção mais aberta como a maneira de condi cio na r o povo as mudanças. O orador seguinte foi Tom Roberts (Perth). Ele disse ter-se sentido encorajado quando Sherman identificara o tema comum às três palestras como sendo o da iniciativa, opinião de que também participava . .Sentira-se animado ainda pela inten· ção óbvia de David Palmer de "segurar o abacaxi" da iniciativa no trato com os clientes. Um dos "abacaxis" que era preciso enfrentar, no entender de Roberts, era a extensão com que a indústria do seguro desejava apegar-se ao princípio da boa fé extremada. Era esta uma das mais desagradáveis considerações a serem enfrentadas. Passando à conferência de Kellett e seu enfoque sobre as questões relativas a pessoal, Roberts ponderou que as diretorias deviam compreender a oportunidade que se lhes oferecia de progredir e que era alvo da inveja dos mercados estrange·iros. A oportunidade máxima consistia em verificar que a influência dos sindicatos voltava~se em benefício da indústria do seguro, e não em detrimento dela. Roberts referiu-se, em seguida, às graves implicações da introdução do microprocessamento. Era natural que as pessoas se sentissem ameaçadas por esse tipo de progresso, mas existia o dever de garantir que o pessoal fosse plenamente informado. A tecnologia era necessária e teria de ser adaptada, embora pudesse levar algum tempo até que o pessoal participasse do planejamento. Era importante estar na vanguarda, não na retaguarda finalizou. PREVISÃO DE

TEND~NCIAS

Para J. P. Ryan (Londres), os progressos associados de companhias de seguros subsidiários e as técnicas de adminis429


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430

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DE SEG


de riscos conduziriam os oorretores 1 llfn do "underwriting". Previu, lmente; a tendência, por parte de seres e resseguradores, a aderirem à aretagem. Disse que dentro de dez ou qmze ·anos já não seriam tâ'o marcadas distinções entre eles. Isto conduziria 1 uma .maior IDfisticaçâ'o das técnicas de dJutaçio. Acreditava, ao mesmo tempo, , no Reino · Unido, haveria de manifes, por parte da classe dos escrivões, 1 tendência de participarem cada vez mais elo "unclerwriting" de apólices de seguros nlo-vida, tal como acontecera nos Estados Unitos. e em alguns países da Europa. Alan Teale (Londres) manifestou-se a opinilo de que pessoal inglês do setor de llgUro deveria 'pôr de lado sua mental ida• i!Diacionista. Apoiou David Palmer por nlo se descu'lpar pela ênfase colocada · em u palestra !Dbre os aspectos internacioMis. A respeito do tema da iniciativa, dlae que concordava com Goefrey Kellett IDbre a necessidade de se manter o pessoal Informado, acrescentando que a C li poderil desempenhar papel relevante nesse pro-

o

CliiD.

PONTO-DE-VISTA EGI'PCIO

Os delegados haviam reassumido prontamente seus lugar~ para dar início à llllio vespertina, de debates abertos. Sloan apresentou inicialmente um visitante chegado do ' Cairo, Abdei-Rahaman, (Instituto de Seguro do Egito), que deveria tecer comentários ~bre as palestras antwiOres. O delegado disse que uma opinlo de além-mar talvez fosse útil à conf~ rtneia, já que essa opinião revelaria, pelo menos, um ângulo diferente da questão. Twia preferido, .ao tema selecionado para 1 conferência - O Seguro na Década de 80- uma estimativa e avaliação do seguro nos t.!'lOS 70 e até mesmo nos 60. Isto explicou - poderia ter sido ·mais instrutivo no sentido de descobrir os pontos fra· cose os defeitos de que a indústria do seguro, em seu todo, sem vem ressentindo atualmente. REVISTA DE SEGUROS

O tema, contudo, já fora êsçolhido, e Abdel- Rahman revelou ter interessantes comentários a fazer sobre ele. No que-df.. · zia respeito -a regulamenta.ção da .Indústria do seguro, disse um enfático "Sim" à auto-regulamentação e um "N8o" ainda mais enfático à regulamentaçio imposta. Na história do seguro - lembrou -, a intervenção do Estado fora sempre rechaçada; ele insistia com .veemência em que lhe. fosse feita oposição, enquanto a ·indústria tivesse condições para exercer justificadamente a auto-regulamentação, Nâ'o podemos saber o que acontecerá no futuro - disse -' se continuarmos a solicitar regulamentação e intervenção per parte do Governo. Abdei-Rahman abordou, em seguida, a questão do conhecimento de um idioma estrangeiro, o que rapidamente se vem tornando um im.perativo com a constante expansão do internacionalismo na indústria do seguro. Essa habilidade em comunicar-se com clientes estrangeiros deve ser considerada um ponto positivo. Ele instava com o Instituto para que tornasse o ensino de línguas estrarigeiras parte obrigatória dos estudos $Obre seguros. Eielar~ ceu que a maioria de seus c::oml)ltriotas eram pelo menos tril(ngües, e ql.le, 18 isso era bom para éles. certamente o •11 também para todos. Abdei-Rahrnan encerrou iUa _intervenção assinalimdo a pouca atençlo despertada por urna inovação do maior alcance - a Bolsa de Seguros de Nova Iorque -, que cumpria encarar com muita •riedade.

UM ELO ENTRE AS PALESTRAS Neste ponto, Bob Sloan deu infcio à sessão de debates livres. Disse que os conferencistas deste ano haviam gozado, até então, de "excessiva liberdade" em seus pontos-d~vista e esper~va que a ses· são da tarde fornecesse algum "calor de disputa". R.G., Miller (Londres) admitiu que via uma espKie de elo entre as três 431


palestras, divisando nelas uma ·crítica à indústria britânica do seguro, ameaçada por crescente regulamentação, devido ao custo do seguro, à questão da concorrência e ã da maneira de conduzir internamente os negócios. A.R.O. Çarter (Londres) abordou a questão do treinamento e da educação, no plano do seguro. Cada vez mais, tempo e dinheiro são dispendidos em uma educação profissionalizante. Confessou-se sur. preoo e decepcionado em constatar que a maioria do que é ensinado aos estudantes de segur:os dificilmente é posto em prática. Em lugar disoo, prosseguiu Carter, deparamo-nos com um mercado onde o preço dos produtos é todo-poderooo e o profissionalismo é posto de lado, acreditando ele que, se esta situação continuar na década de 80, a indústria do seguro irá defrontar-se com problema da maior gravidade. Palmer retrucou, observando que, em todos os setor-es da vida, existe um doloro~ e inevitávet hiato entre a teoria e a pratica.

PREVENÇÃO DE CRISE John Williamson (Liverpool) focalizou o problema da tributação, que, a seu ver, era fundamental. A atitude de Palmer em sua palestra, prevendo uma crise em futuro próximo, deixara-o um tanto deprimido. Muitas coisas- afirmou - poderiam via a ocorrer para frustrar essa crise, nos anos 80. A experiência dos últimos anos deveria tornar os problemas de administração, de tributação, treinamento diretrizes e legislação, bem mais fáceis de enfrentar. Bastava que a indústria do seguro, em conjunto, se unisse em torno de um interesse comum, para que fosse poss(vel evitar esses ciclos opressivos. Palmer replicou, salientando um fato corriqueiro no mercado: existindo ali 105 por cento da capacidade exigida, o preço cairá inevitavelmente. Neste 6aoo, o segurador ver~se-á continuamente diante 432

da decisão de acompanhar a baixa do cado ou entregar o negócio a outro esteja disposto a aceitar o risco. UMA GRAVE OMISSÃO G. F. Hammond (Tunbridge chamou a atenção para uma "grave lamentável omissao" em todas as tras. Referia-se à falta total de dispensada ao segurado individual, o mem da rua. No seu entender, o geral da conferência deveria ter ·.sido me. e os aspectos mund;mos ' nos teónco, seguro eram, igualmente, merecedores debates, uma vez que o segurado ainda representa uma considerável ção da renda do prêmio. Além disso -acrescentou ~"'"'"'rvw~' -, o cidadão comum exerce a maior fluência ~bre ·a imagem da indústria seguro, cabendo a esta evitar sempre recer o segurado inescrupolo~ em mento do que é honesto. Referia-se, evidentemente, tipo de segurado, infelizmente illlnronntl'llllll por toda parte, que lança mão de todos meios para inflacionar o cálculo da nizàção. Aqui, segundo Hammond; estj perigo para a indústria do seguro. to mem que vai reclamar junto ao on ........... do da proteção ao consumidor, ao seu ou ao BIA. Ele sabe que ganhará a q contra a companhia, esteja ou não com razão, através dos meios adoquados. tualmente, a companhia o inri"•~iftll para se ver livre dele. Hammond concluiu sua inr"n'"',_ advertindo que, na década de 80, deve indústria do seguro procurar meios desenvolver as relações públicas; haver melhor maneira de fazê-lo do pagar o segurado inescrupuloso para ver livre dele, transmitindo a m .. rlatUcorreta ao cidadão honesto em quem indústria confia e cujos negócios tem teresse em manter. Os difamadores seguro formam a -mola da qual flui o centivo para impor a regulamentação tatal.


será garantida a preservação dos nossos recure energéticos? do momento, em que todos nós estamos enIIIÇ6es, continentes, o mundo. ~~-lldOdedistâncias curtas, ligado por interesses •illüiadli:s mútuas. desafiados de surpresa, numa situação onde recorrer aos nossos maiores dons : aracionacoletivo de colaboração. que nos últimos 25 anos a humanidade llllil energia que em toda a sua história. 20 IDOS .atrás o carvão, ainda importante fonte tbi progressivamente substituido por petróleo de custos mais baixos. •Wiuuwde 1973, aguerra.Áral»lsraelitadesende acontecimentos que indicou o início era. O·aumento vertiginoso do preço do peem pânico o mundo industrializado. . . IDDICIIll vez, a necessidade de medidas imediail:ílllllllnenllo afetou diretamente a sociedade. de toda esta conjuntura mundial, a humanifoi colhida pela falta de visão. •1111e1nen1te os meios de comunicação mostram llah,jnc:nto e criação de soluções que buscam os lallllillhos sociais e econômicos dentro da dinâtempos. cientistas de todo o mundo já estavam de altemativas energéticas bem primas disponíveis nas reservas terresas investigações neste sentido estavam aos círculos científicos. o Clube de Roma publicava em seu relatódesenvolvidas por D . Meadows junto ao - Mlssachussetts Institute of Technology. Es-

tava levantado o debate a nível do grande público. E com ele, a necessidade intrinseca de adotar medidas de previdência quanto ao futuro. Posteriormente, outros cientistas como M. Mesarovié , E . Pestel, Tinbergen, Herman Kahn, e outros, prosseguiram nesta linha de investigação e estudo contribuindo para o equilíbrio e aprimoramen~ universal de 1 nossa civilização. Tudo isto vem mostrar, em proporções kigantescu, a importância da racionalidade humana. A c~idade de avaliar e prevenir os riscos a que estamo*estos, antes que se tom em incontroláveis. Neste sentido, as companhias de s os detêm uma responsabilidade social perante as pesso , seus bens, famílias, patrimônios. A GENERAL! opera neste seto~m SO países e tem seus alie( ~ces fundados na evoluçã)Yhistórica há mais de ISO anos. Hoje, esta valiosa experiência nos dá a possibilidade de prestar um serviço tecnicamente aprimorado, prontos para atender e avaliar da melhor fC,rm~ecessidades reais de nossos ciientes e do mercado.

GENERAU

GENERAU do BRASIL Companhia Nacional de ~ros

DE DESAFIOS VITORIOSOS A DE SEGUROS'

433


REGISTRO DE CORRETORES O Professor R. L.Carter gostariade esclarecer um falso conceito sobre o Conselho de Registro dos Corretores de Seguros. O Conselho, e·<olicou, não é controlado pelo Departamento de Comércio; é uma entidade regulamentar independente, embora sem as caracter(sticas de urna associação comercial voluntária. O Conselho é formado por quatro membros indicados pelo Governo (O Prof. Carter é um deles), que devem 'Operar dentro da estruturá da Lei do Registro. O Prof. Carter entende que a Lei permite o registro de p~c;soas que ele não considerara capacitadas a serem reconhecidas como corretores, bem como o registro de "negócios mistos", ou seja, os que operam em administração de bens e corretagem de seguros, contabilidade e corretagem de seguros, etc. Preocupao outrosssim o fato de que pessoas que, por uma ou outra razão, não podem obter registro, conseguem ainda assim operar como consultores e conselheiros de seguros ou outra qualquel' maneira como desejem chamar-se, contanto que não seja corretores de seguros. W.N. Brewood (Manchester), entre uma e out ra piada bem-humorada, observou que era fácil falar sobre comunicação entre diretorias e sindicatos, mas muito mais dif(cil é transportá-lo; para a prática. O que é preciso, frisou, não são Conselhos sensatos de união, mas uma solução que seja exequ(vel. Tendo lido um exemplar da brochura do Cll, "lnsurance Education in the 80s" (Educação sobre Seguros na Década de 80), C.W. lngle (Londres) perguntava-se quando a Cll iria "chegar lá". Relatou que a brochura continha as "mesmas velharias" que lera há muitos anos atrás, e que ele descobrira uma total falta de realismo na indústria do seguro., realismo at~ 'luea Grã-Bretanha tin~:! de enfrent:;,. O segundo ponto abordado por :ngle referia-se ã renda de investimer.ios. Mesmo que o "underwriting" esteja tendo preju(zos, a companhia ainda acusa um aumento· de dividendos em razão da renda de investi-

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mentos. No dia em que a renda de inVfto timentos vier a faltar- d isse-, os segul'ldores, em massa, estarão à procura de emprego. A indústria do seguro depende de sua renda invest imento r>ara sobreviver.

CO \I VERSA FIADA Allan Grant (Londres) disse que, depois das exposições perfeccionistas dl sessão matutina, Palmer, na parte r.la tar· de, trouxera a conferência de volta à tem. Grant sugeriu que tudo o que fora dito nas palestras e discursos, ja fora ouvido antes. E indagou se não seria tudo "conversa fiada " . ~ muito lamentável falar sobre evitar legislação !vtr me io d ~ autoregülamentação e tre inar ui ~~=;t or ias altos padrões expostos, mas :: tava-se como atingir a isso se a humana desempenha papel tão fund tal no processo. REGULAMENTAÇAO NA A Algumas palavras sobre a sit•.Jayâ'o regulamentação na Austrália foram nunciadas por L.J. Cohn (Melburne). 35 anos, afirmou, o seguro de vida na trália tem sido regulamento por leis mais severas que suas correspondentes Grã-6:-etanha. Muito mais recente é a gislaçSo referente .:: seguro não Salientou a necessidade, pcu ;:: ;lo; nhias seguradoras, de tentarem sua estrutura legislativa e manif feliz em poder comunicar que, ao dos cin('{, últimos anos, as ,...............""' au~ :a lianas têm tido consideráveis dades para fazer o mesmo. Foram comitês de consulta, onde func Tesouro se defrontavam com r""'r-•,... tes da indústria do seguro. Sloan convidou alg umas das presentes a usarem da palavra, Sra . A.R . Finch (Southend) a atender ao seu apelo. A Sra. Finch que considerava erro grave "d;.,...,;,..,,..., REVISTA DE


pessoas por irrelevâncias". Em outras pala· vras, as peS!Das não deveriam ser disaimi· nitas por critérios de homem ou mulher, prato ou branco, e sim na base de cultura, integridade e discernimento.

co ponto que desejava resumir e que sugeria rorno cabeç81ho em sua mente era saber como qualquer empresa, de seguros ou de outro tipo qualquer, poderia firmar• na década de 80 sem contar com um oonjunto de ideais.

A Srta. P.E. Hawker (Reélding) fez ver ao presidente da mesa que, se ele deseja reah'nente assistir a uma batalha campctí entre a audiência e os oradores, cump.-iolhe ~.lher oradores menos ~paza A Srta. Hawker disse não t'=:- como d iscordat do que fora ali enunc;ado. Concordou em que aprender um idioma estrangeiro t::.·.: um imperativo no mundo dos seguros e a intransigência dos suecos e dos ameera algo que os britânicos deverilm copia·r.

Skerman mencionou três pontos con.o tendo-se destacado dos debates. O primeiro era o comentário sobre o seguro desonesto, que julgara p3rticularmente interessante e ilustrativo das dificuldades em se saber como agir em situaçõesteme'hante~ Impunha-se.adotar todas as med!· das necessárias para garantir que ele 1d'o conquistasse uma vantagem sobre o Sl1Uràdo honesto.

METAS PARA OS ANOS 80 Sloan convidou os oradores a recapisuas palestras e o debate que a se seguiu. Palmer declarou que o úni-

'. 'ltublrl!m

O segundo ponto mencionado por Skerman referia-se à corr;,Jiacência pósimperial por parte da Grã-Bretanha, mencionada por Palmer em sua palestra e retomada pela Srta Hawker. Sherman admitiu que tal atitude era corrente no

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mercado britânico e que muitos países eventualmente a praticavam. Skerman finalizou seus comentários afirmando que, se a indústria do seguro nio conservasse o rumo certo indicado pelas palestras ouvidas, certamente atrairia sobre si uma "desagradável" regulamentação estata I.

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TeCNICA EDITORA LTOA. Av. Franklin Roosevelt, 39, gr. 414 Telefone 220-3577 Rio de Janeiro- RJ DIRETORES IVO ROSAS BORBA

Kellett comentou o tema da satisfação com o trabalho. Para retirar o máximo de qualquer tarefa isolada - disse -, a qualidade do pessoal empr-egado deve atingir a um determinado nível, particularmente nos setores especializados. Skerman juntou sua voz à dele para afirmar que qualidade e igualdade de oportunidade de trabalho eram seguramente encontradas na indústria do seguro . O presidente agradeceu aos oradores pelas "magníficas" apresentações e convo· cou o representante de Exeter, D.B . Clement, a pronuncia r algumas palavras de encerramento. Clement salientou que as palavras haviam comprovado a amplit u ~e do raio de ação do tema do seguro. Os temas debatidos haviam sido considerados agressivos e, em particular, tinham demonstrado que a indústria do seguro não se pode permitir ser complacente. Ela deve aprender a conviver com os sindicatos e a legislação do consumo em escala progressivamente crescente, e aprendendo a transformar esses óbices em benefício mútuo de todos os interessados. O desafio dos anos 80 teria de ser encarado frontalmente. Advertiu à indústria do seguro para que não persistisse em autocongratular-se, olhando para trás (para a década de 60). A indústria devia certificar-se de que o centro segurador do mundo continuava em Londres. (Traduzido do The Post Magazine surance Monitor 436

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tUIZ MENDONÇA WILSON P. DA SILVA Redator:

FLÁVIO C. MASCARENHAS SecretAria:

CECfliA DA ROCHA MALVA

SUMARIO

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Revista de Seguros Garantias do Trabalhador - Luiz Mendonça e Seguradores Ibero-Americanos vfo se reunir em Madrid e Seis décadas da Revista de Seguros e Opinião da Revista e O problema do Incêndio premeditado na Califórnia e Fundação Escola Nacional de Seguros e Conflito Soviético deixa granel• prejuízos a descoberto e 11a. Conferência Bra.sileira de ros Privados e CapitalizaQâ'o e O Seguro na década de 1

Ano LX - n<? 708 JUNHO DE 1980 o

Mauro Familiar - EDITOR Rua Maxwell, 43-A Tel: 20~.43.45


Ocorretor de seguros

se preocupa com o futuro da sua família tanto quanto você. O Corretor de Seguros acredita em seguros como acredita na família. Ele costuma dizer que o seguro e a família são as bases da sociedade. Eassim ele vai vivendo, visitando os clientes, contando as novidades do mercado e querendo saber notícias da família. O bom segurado faz do corretor um confidente. Por uma razão muito simples: existe seguro para tudo que você possa imaginar. Porque a Sul América sabe que ninguém está aqui para trabalhar a vida inteira

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